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A exportação de mel brasileiro vem crescendo nos últimos anos, mas ainda enfrenta desafios geopolíticos. Nesta entrevista, Renato Azevedo, presidente da Associação Brasileira dos Exportadores de Mel (Abemel) analisa o cenário atual e as perspectivas para o futuro da atividade.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maurício FrighettoApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Embargo: medida da União Europeia entra em vigor em 3 de setembro; bloco alega descumprimento de exigências sanitárias. Abrafrutas: certificação reforça sustentabilidade e rastreabilidade. Carnes: exportações de suínos crescem 9% em maio e receita do frango supera US$ 1 bilhão. Brasil Soberano: governo amplia plano após novo tarifaço dos Estados Unidos. Tempo: semana começa com mudança no Sul; Norte e Nordeste seguem com chuva, enquanto o interior do país mantém tempo firme e calor.
España pierde competitividad por el estancamiento de las recomendaciones del informe Draghi, según denuncia Antonio Bonet (Club de Exportadores).
O petróleo continua no centro da política internacional; e entender sua geopolítica é entender parte essencial do funcionamento do sistema internacional contemporâneo. Neste episódio do Atualiza e Revisa, Luiza Bringel analisa a trajetória da Organização dos Países Exportadores de Petróleo desde sua criação, em 1960, até os dilemas atuais da Opep+, da transição energética e da disputa estratégica no Oriente Médio. Mais do que discutir preços de combustível, o episódio mostra como energia, segurança, poder e economia global estão profundamente conectados. Você vai entender: ● Como surgiu a Opep e por que ela representa um movimento de soberania sobre recursos naturais ● A diferença entre Opep e Opep+ ● Como a Revolução do shale oil reduziu o poder do cartel ● O embargo de 1973 e a transformação do petróleo em “arma geopolítica” ● O papel estratégico do Estreito de Ormuz e do Irã ● O conceito de securitização da energia ● A posição do Brasil na Opep+ e os limites da sua segurança energética Além disso, o episódio conecta petróleo, política externa brasileira, economia política internacional e teoria das Relações Internacionais, sempre com foco no nível de aprofundamento exigido pelo Instituto Rio Branco.
La firma de opinión de la empresaria y vocal de la Asociación de Importadores y Exportadores de Albacete, Sara Cano
Fernando Arancón y Alba Leiva analizan las repercusiones de la decisión de Emiratos Árabes de salir de la OPEP, la Organización de Países Exportadores de Petróleo.
Fernando Arancón y Alba Leiva analizan las repercusiones de la decisión de Emiratos Árabes de salir de la OPEP, la Organización de Países Exportadores de Petróleo.
(00:00:00) Xadrez Verbal #459 Emirados Árabes saem da OPEP (00:06:55) Giro de Notícias #01 (00:27:30) Coluna Aberta: entrevista com João Paulo Charleaux (01:14:05) Efemérides: A Semana na História (01:19:55) Match: Oriente Médio (02:13:00) Xeque: América Latina (03:00:15) Gambito da Dama: Brasil "queridinho" dos investidores (03:07:15) Giro de Notícias #02 (03:35:15) Peões da Semana (03:37:50) Sétimo Selo (03:50:50) Música de Encerramento Recebemos o analista político, escritor e jornalista João Paulo Charleaux para um papo sobre seu novo livro "As Regras da Guerra". Também repercutimos a saída dos Emirados Árabes Unidos da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e os impactos desta decisão para o bloco comercial. No mais, demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com destaque para a captura do principal narcotraficante do CJNG, após a morte do Mencho, e também o maior ataque terrorista da Colômbia em décadas, faltando quase um mês para as eleições presidenciais no país vizinho.#PubliAlura Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalUse o cupom XADREZVERBAL na Academia Guhan de Mandarim: https://academiaguhan.com.br/Conheça a Carta Global de Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
El anuncio de la salida de los Emiratos Árabes de la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) después de 59 años es sin duda un duro golpe para el carel de productores. En este episodio les explico por qué sucedió y mis expectativas sobre su impacto en el mercado del crudo.Nota importante: Ningún episodio de este podcast ni las opiniones expresadas en él deben interpretarse como recomendaciones de inversión.
Divergências estratégicas entre dois dos maiores produtores do petróleo, Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, vão originar um aumento brutal do preço do produto no mercado internacional e quem não se precaver com fontes energéticas alternativas terá problemas internos. As divergências já antigas com a Arábia Saudita levaram os Emirados Árabes Unidos a anunciar que vão sair da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) a partir do dia 1 de Maio. Viriato Luís Soares Cassamá, engenheiro ambiental e ex-ministro do Ambiente, Biodiversidade e Acção Climática da Guiné-Bissau diz que os Emirados Árabes Unidos querem atacar o mercado da venda do petróleo, a partir de agora, de forma isolada. Ou seja, querem estar livres da responsabilidade de produzir por quotas, conforme os mecanismos da OPEP. Os Emirados Árabes Unidos é o terceiro maior produtor do petróleo do mundo. A sua saída (da OPEP) em larga medida, irá comprometer o preço do barril do petróleo a nível mundial. No sistema de quotas haverá uma viragem para a conquista do mercado. Os Emirados Árabes Unidos, como todos nós sabemos, investiram muito (dinheiro) para aumentar a sua capacidade de produção do petróleo. De acordo com os dados investiram mais de cinco mil milhões de dólares para produção de cinco milhões de barris (de petróleo) por dia e essa saída (da OPEP) irá com certeza reduzir a quantidade de barris produzidos por dia a nível da OPEP e consequentemente aumentará o preço do petróleo. Países que utilizam os combustíveis derivados do petróleo vão sofrer, afirma Viriato Cassamá, porque perspectiva-se um aumento galopante do preço do produto e a Guiné-Bissau deve estar preparada para enfrentar as consequências. Como a Guiné-Bissau é um país que não produz petróleo, a nossa matriz energética é mais na base térmica, os combustíveis fósseis, com certeza que a Guiné-Bissau, nesta primeira fase, irá sofrer e muito com a saída dos Emirados Árabes Unidos da OPEP e da OPEP +. Com o preço do petróleo em alta restará aos países avançarem para fontes alternativas de produção de energia, nomeadamente a partir do vento, da água, da biomassa florestal e do sol. Nesses capítulos, defende Viriato Cassamá, a Guiné-Bissau estará à vontade para produzir energia de forma limpa e sustentável a longo prazo. A alternativa que resta à Guiné-Bissau é de capitalizarmos o activo energético que nós temos. A Guiné-Bissau é um país que tem mais de 30 mil horas de insolação [de sol] por ano. Investindo nas [energias] renováveis a Guiné-Bissau, irá, com certeza, ter uma soberania energética, não só no solar como também na biomassa florestal, porque a Guiné-Bissau é um país florestal, tem muita biomassa florestal que neste momento não é aproveitada para produção da energia. De acordo com estudos feitos, a parte insular, a parte das ilhas tem um potencial grande da produção da energia através do vento, a energia eólica. A Guiné-Bissau, antigamente, na época colonial, era conhecida como “Terra de mil rios”, temos tantos rios, também podemos aproveitar esses recursos naturais para podermos produzir energia através de mini- hídricas. Quer dizer que a Guiné-Bissau tem muitas potencialidades para produzir a sua própria energia de uma forma muito mais limpa e que terá uma sustentabilidade a longo prazo. O país não tem muitos recursos financeiros internos, mas Viriato Cassamá é da opinião de que é possível ir buscar dinheiro junto de parceiros internacionais de desenvolvimento para a materialização de projectos de construção de centrais de produção de energia a partir do sol. Temos estado a trabalhar com os nossos parceiros de desenvolvimento. Neste momento está-se a concluir a construção da central solar de Bôr (subúrbios de Bissau). Está-se a pensar também construir três centrais solares, em Gabu, Bafatá (ambas cidades no leste do país) e Canchungo (cidade do norte do país). A Guiné-Bissau tem muita potencialidade nesta área, mas é preciso fazermos uma diplomacia com mais celeridade de forma a podermos captar muito mais recursos que estão à disponibilidade de países menos avançados para podermos investir nas energias limpas. O desafio da Guiné-Bissau não se pode cingir apenas em produzir energias a partir de fontes alternativas e limpas, a meta deve também ser ajudar o mundo a emitir menos dióxido de carbono. Viriato Cassamá diz que o actor principal nessa mudança de paradigma deve ser a Empresa de Eletricidade e Águas da Guiné-Bissau (EAGB) devido à sua função charneira no país. A EAGB poderá aproveitar esta oportunidade como sendo um único actor na distribuição de energia a nível nacional, poderá aproveitar esta oportunidade para captar muito mais financiamento e investir nas renováveis. Agora, felizmente, temos energia que vem do Projeto da Valorização da Bacia do Rio Gâmbia que é a OMVG, a fonte da produção dessa energia limpa e renovável através de uma barragem na Guiné-Conacri. A EAGB poderá trabalhar também nesse sentido para que a Guiné-Bissau possa ter a sua soberania energética. Como eu disse, temos a potencialidade solar, temos a potencialidade eólica, temos a potencialidade hídrica, temos a potencialidade da biomassa florestal. A EAGB deverá mudar a sua forma de pensar, pensando num investimento em energias limpas e a longo prazo, uma energia amiga do ambiente, irá, com certeza ajudar a Guiné-Bissau a participar naquela quota de reduzir os gases com efeito estufa. Viriato Cassamá, engenheiro ambiental guineense e antigo ministro do Ambiente, Biodiversidade e Acção Climática da Guiné-Bissau aqui com uma análise sobre as consequências do anúncio da saída da OPEP por parte dos Emirados Árabes Unidos já a partir de 1 de Maio.
Convidado: Tanguy Baghdadi é professor de Política Internacional e mestre em Relações Internacionais pela PUC-Rio. Os Emirados Árabes Unidos decidiram, após quase 60 anos de alinhamento, sair da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). A decisão foi tomada após “várias discussões” e “reflexões” sobre o cenário internacional do petróleo e entra em vigor no dia 1º de maio. O cenário por trás dessa saída envolve a falta de respostas a um evento que se prolonga há quase dois meses: a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã. A decisão ocorre em um momento delicado para o setor, marcado pela volatilidade dos preços, rearranjos geopolíticos e disputas cada vez mais intensas por influência sobre o fluxo global de energia. Em Washington, o movimento é visto como uma vitória para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, crítico recorrente da atuação da Opep. Neste episódio, Natuza Nery conversa com o analista internacional Tanguy Baghdadi para analisar os efeitos dessa mudança no mercado do petróleo e na geopolítica do conflito.
A partir del próximo viernes 1° de mayo, Emiratos Árabes Unidos no formará parte de la OPEP - la Organización de Países Exportadores de Petróleo-, una decisión que tendrá consecuencias no solo regionales, sino también para América Latina, según Jorge León, jefe de análisis geopolítico en la consultora Rystad Energy. En medio de la crisis en el Golfo y de la parálisis del estratégico estrecho de Ormuz, Emiratos Árabes Unidos sorprendió al anunciar este martes su retirada de la OPEP y de su extensión OPEP+. La decisión se produjo en un contexto de crecientes tensiones regionales y de bloqueo de una de las vías marítimas más importantes para el tránsito de petróleo mundial. Según Jorge León, jefe de análisis geopolítico en la consultora Rystad Energy, las razones de este giro se venían gestando desde hace años. En el plano geopolítico, se ha observado una creciente división entre Arabia Saudita y Emiratos Árabes Unidos. "Hemos visto en los últimos años discrepancias sobre la guerra de Yemen y sobre la reciente guerra en Oriente Medio", apunta León. Mientras Abu Dabi se ha alineado de forma más clara con Israel y Estados Unidos, Riad ha adoptado una postura más distante respecto a esa alianza, lo que ha acentuado la brecha entre los dos socios clave del Golfo. A ello se suma un componente económico relevante. Emiratos Árabes Unidos está detrás de una capacidad productiva de petróleo muy superior a la que le permitían las cuotas fijadas por la OPEP. "Antes de la guerra, la cuota emiratí rondaba los 3,5 millones de barriles diarios, nivel que coincidía con su producción efectiva. Sin embargo, el país dispone de una capacidad cercana a los 5 millones de barriles diarios", explica el experto. Impacto a largo plazo Emiratos cuenta con un volumen considerable de capacidad ociosa, fruto de fuertes inversiones realizadas para aumentar su potencial de bombeo. Desde la óptica de Abu Dabi, esta capacidad infrautilizada representa un coste elevado sin perspectivas claras de ser aprovechada en el marco de las restricciones del cártel. Ese pais es el tercer mayor productor de la OPEP y aporta alrededor del 10% del crudo. A pesar de la magnitud de la decisión, los mercados reaccionaron con calma: no se registró una caída drástica en los precios. "El impacto inmediato ha sido prácticamente nulo porque el estrecho de Ormuz está cerrado. El precio del petróleo prácticamente ni se movió con el anuncio", dice Jorge León. En estas condiciones, aunque Abu Dabi abandone este viernes la OPEP, no puede materializar de forma rápida un aumento de producción, ya que no tiene la posibilidad física de exportar esos volúmenes adicionales debido al bloqueo del paso marítimo. "No puede sacar esas exportaciones", subraya León. Mayor competencia para Latinoamérica El escenario cambiará cuando se reabra el estrecho. En ese momento se podrá medir el impacto real de la decisión, ya que Emiratos Árabes Unidos tendrá margen para elevar su producción y colocar más crudo en el mercado internacional. Jorge León considera que, una vez restablecido el tránsito por Ormuz, "sí que vamos a ver el impacto real de la decisión de Emiratos Árabes Unidos, que podrá aumentar su producción", lo que derivaría en precios del petróleo algo más bajos que en el caso de que hubiera permanecido dentro de la OPEP. Este efecto de presión a la baja no será favorable para los países productores, especialmente en América Latina. "Para Estados cuya producción está creciendo rápidamente —como Guyana, Argentina o Brasil—, habrá un aumento de la competencia por la llegada de mayores volúmenes de crudo desde Oriente Medio". Esto supone un desafío para los ingresos de las economías exportadoras emergentes de la región.
Un juez ordenó reabrir en México la investigación contra los líderes de la la Luz del Mundo por presunto abuso sexual infantil y enriquecimiento ilícito. El fiscal estatal, César Jáuregui, presentó su renuncia motivada por inconsistencias y omisiones en la información. Además, la gobernadora Maru Campos rechazó la invitación al Senado para informar sobre los hechos casi a la mera hora, pues aseguró que la Unidad Especializada es la que esclarecerá los hechos. Roberto Lazzeri será el nuevo embajador de México en Estados Unidos. Mientras que Esteban Moctezuma, actual embajador, se integrará a la administración de Sheinbaum.Emiratos Árabes Unidos anunció su salida de la Organización de Países Exportadores de Petróleo, a partir del primero de mayo.El multimillonario indio Anant Ambani comunicó ayer el deseo de rescatar a 80 hipopótamos colombianos, de los casi 200 ejemplares, destinados a la eutanasia por el Gobierno federal. Taylor Swift presentó una serie de solicitudes de marca registrada en Estados Unidos para proteger su voz e imagen frente al uso no autorizado de herramientas de inteligencia artificial.Spneb, la pingüina más longeva del mundo, celebró su cumpleaños número 38 con una fiesta muy especial y hasta con un pastel decorado con pescados.Para enterarte de más noticias, suscríbete aquí a nuestro newsletter y síguenos en redes sociales. Estamos en todas las plataformas como Te lo cuento. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
El periodista Enric Juliana reflexiona en este nuevo Coordenada 25 sobre el rearme de Alemania, que ha aumentado su gasto en Defensa. Además, explica qué implica que la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) se traslade a Emiratos Árabes
O discurso do rei, no Congresso dos Estados Unidos: Charles III cruzou o Atlântico para defender união. O monarca britânico exaltou 250 anos de parceria com os americanos, afirmou que a aliança é mais importante do que nunca e declarou que os dois países têm obrigação de promover a paz. O futuro da inteligência artificial chegou aos tribunais: Elon Musk e Sam Altman travam na Justiça uma batalha pela Open AI. Nossos correspondentes estiveram na cidade que simboliza o avanço tecnológico da China. O Jornal Nacional entrevistou no sul do Líbano parentes dos dois brasileiros mortos. Depois de quase seis décadas, os Emirados Árabes Unidos deixaram a organização dos maiores exportadores de petróleo. O zagueiro Éder Militão passou por uma cirurgia e está fora da Copa do Mundo. Morreu o médico Silvano Raia, pioneiro dos transplantes no Brasil.
Em plena guerra no Médio Oriente, os Emirados Árabes Unidos decidiram abandonar nesta terça-feira, 28 de Abril, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo OPEP, em nome dos "interesses nacionais". O economista angolano Osvaldo Mboco considera que esta saída fragiliza a liderança da Arábia Saudita e vai obrigar à reorganização da OPEP. Os Emirados Árabes Unidos decidiram sair da OPEP, invocando o interesse nacional. O que é que esta decisão reflecte? Os Emirados Árabes Unidos são um dos maiores produtores de petróleo a nível mundial e têm capacidade para aumentar a sua produção. No entanto, as normas da OPEP, conduzidas pela Arábia Saudita - que chefia a organização - impõem contenção e redução do número de barris de petróleo produzidos por dia.Isto tem implicações ao nível da economia dos países. Esta retirada reflecte a posição dos Emirados Árabes Unidos que têm como objectivo ganhar maior autonomia relativamente à sua política energética. Esta automonia passa, essencialmente, pelo aumento da produção diária, com o objectivo de maximizar receitas provenientes dessa mesma produção, bem como intensificar o seu papel enquanto um dos maiores produtores de petróleo a nível mundial. Eram conhecidas as fortes rivalidades pelo controlo da OPEP entre os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita. A liderança saudita fica posta em causa com esta decisão? A liderança fica um pouco fragilizada. Esta liderança tem vindo a sofrer saídas de países-membros de forma significativa , países com uma produção relevante, como foi o caso de Angola, Qatar e Equador. Agora, os Emirados Árabes Unidos, o que pode também abrir caminho para que outros países, que ainda estão na organização, tencionem fazer o mesmo. Isto acaba, em certa medida, por fragilizar a posição da Arábia Saudita relativamente à sua liderança. Ainda assim, a OPEP continua a ser, uma organização extremamente importante do ponto de vista da regulação da produção, podendo influenciar o preço do barril de petróleo. O mercado petrolífero funciona na lógica da oferta e da procura: quanto maior for a oferta, tendencialmente o preço desce; quanto maior for a escassez ou o controlo, pode haver um equilíbrio que evite aquilo a que eu chamaria um choque petrolífero, que pode pôr em causa o próprio preço do petróleo. Os Emirados Árabes Unidos tinham recentemente criticado a resposta militar dos países do Golfo, com o encerramento do Estreito de Ormuz, devido à guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irão. Esta situação também pode ter levado à saída da organização? Os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita convergem em determinadas matérias de política externa. Ambos são aliados dos Estados Unidos, embora tenham algumas divergências nas suas relações com a Rússia e a China. Ainda assim, existem assuntos estruturais em que seguem na mesma direcção. Os Emirados Árabes Unidos têm uma visão diferente relativamente ao que está a acontecer no Golfo Pérsico, nomeadamente no que diz respeito ao Estreito de Ormuz e às influências na região. Se repararmos, também várias críticas foram feitas por aliados europeus aos Estados Unidos, relativamente à sua estratégia no Oriente. Assistimos, pela primeira vez, a vários “nãos” relativamente a intervenções apoiadas pela NATO, o que considero normal. O Presidente dos Estados Unidos tinha recentemente acusado a organização de enganar o mundo ao aumentar o preço do petróleo. Esta saída pode ser vista como uma vitória para Donald Trump? Os Estados Unidos são um dos países que mais consomem petróleo, em função da sua capacidade industrial. Naturalmente, quanto maior for o preço do petróleo, maiores podem ser os impactos económicos. Do ponto de vista político, não diria que é uma vitória, mas sim uma decisão que pode interessar aos Estados Unidos. Os americanos também produzem petróleo de xisto - embora seja mais dispendioso - e possuem uma das maiores reservas do mundo. No entanto, uma fragilidade da OPEP pode não ser totalmente vantajosa para os Estados Unidos, devido à questão do petrodólar. Este só tem a dimensão que conhecemos em função dos acordos estabelecidos após o choque petrolífero de 1973, nomeadamente com a Arábia Saudita, para que o petróleo fosse comercializado em dólares. A saída de vários países da OPEP pode levar à desvalorização do petróleo e abrir espaço para que alguns países passem a transaccionar noutras moedas, como já acontece com o Irão. Ainda assim, não me parece ser o caso dos Emirados Árabes Unidos, dada a sua relação próxima com os Estados Unidos. A Arábia Saudita é um dos poucos membros com capacidade significativa de reserva de petróleo. A longo prazo, com a reabertura do Estreito de Ormuz, isto pode representar o enfraquecimento estrutural da OPEP? A OPEP pode estar enfraquecida, mas é difícil afirmar que este seja o seu fim. Enfrenta, no entanto, vários desafios que devem ser ultrapassados. Um deles é a necessidade de reforçar a cooperação com o grupo OPEP+, que inclui países como a Rússia, que não sendo membro formal, tem um papel relevante nas decisões sobre o mercado petrolífero. Outro desafio passa pela adaptação à transição energética global, que tem vindo a ganhar força nos últimos anos. Por fim, é essencial gerir as tensões internas entre os Estados-membros, que têm interesses e contextos muito distintos. Caso contrário, poderemos continuar a assistir à saída de países, o que levará a uma perda de controlo directo sobre os preços num mercado cada vez mais fragmentado. Este é, sem dúvida, um dos grandes desafios: manter a relevância e a capacidade de influência num contexto global em mudança.
Emiratos Árabes Unidos se retira de la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) con efectos a partir del 1 de mayo. La principal razón esgrimida ha sido el impulso del país a políticas comerciales alineadas con los "fundamentos del mercado en el largo plazo", una decisión tomada por sorpresa en medio del conflicto en Oriente Próximo que ha derivado en la casi paralización del tráfico marítimo en el estrecho de Ormuz. Lo analizamos en Hora 25 de los Negocios.
Emiratos Árabes Unidos se retira de la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) con efectos a partir del 1 de mayo. La principal razón esgrimida ha sido el impulso del país a políticas comerciales alineadas con los "fundamentos del mercado en el largo plazo", una decisión tomada por sorpresa en medio del conflicto en Oriente Próximo que ha derivado en la casi paralización del tráfico marítimo en el estrecho de Ormuz. Lo analizamos en Hora 25 de los Negocios.
Un dólar por barril de petróleo. Es la tarifa que cobrará Irán a los buques que crucen el estrecho de Ormuz. Así lo declaró recientemente al 'Financial Times' Hamid Hoseiní, portavoz de la Unión de Exportadores de Productos de Petróleo, Gas y Petroquímicos de la nación persa, quien también nombró las excepciones a esta condición.
Líder supremo do Irá, Mojtaba Khamenei, diz que pretendevingar os líderes mortos, afirma que o Irã não busca a guerra, mas também não abrirá mão dos direitos legítimos. E tem mais:- Porta-voz da União dos Exportadores de Produtos de Petróleo, Gás e Petroquímicos do Irã afirma que o país pretende cobrar pedágio, em dólares ou bitcoins, de qualquer navio-tanque que atravesse o Estreito de Ormuz- Mark Rutte admite que Otan estaria disposta a participar deuma possível missão no Estreito de Ormuz- Após afirmar ter matado o líder do Hezbollah Naim Qassem, Benjamin Netanyahu anuncia que quer começar negociações com Beirute para estabelecer relações pacíficas entre Israel e o Líbano- Congresso da Argentina aprova reforma para permitir que as províncias redefinam as áreas protegidas ao redor das geleiras e ampliem a atividade mineradora- Hungria e Peru vão às urnas neste final de semanaOuça Tom Filho no Spotify Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
O ataque dos Estados Unidos e de Israel ao Irã congelou de imediato a reaproximação diplomática que Lula e Trump vinham construindo lentamente desde o fim de 2025. Com Washington inteiramente absorvida pela guerra no Oriente Médio, temas comerciais centrais para o Brasil, como tarifas e acesso ao mercado americano, foram empurrados para um limbo sem prazo de saída. O resultado é um vácuo que custa caro aos dois países, justamente no momento em que mais dependem um do outro. Aqueles que vêm acompanhando a trajetória das relações Brasil-Estados Unidos nos últimos dois anos assistiram a uma verdadeira montanha-russa. Saímos de um período de hostilidade explícita, marcado por tarifas de até 50% e sanções direcionadas a ministros do STF, para uma reaproximação cautelosa que, em janeiro de 2026, parecia finalmente ter encontrado um trilho relativamente estável. Lula e Trump voltaram a se falar por telefone, discutiam Venezuela sem trocas públicas de ataques, e a Casa Branca já havia retirado as sanções contra o ministro Alexandre de Moraes. A visita de Lula a Washington estava agendada para a segunda quinzena de março. Havia até a previsão de um fórum sobre carne bovina brasileira no mercado americano. Tudo indicava que, enfim, os adultos haviam retomado o controle da sala. No dia 28 de fevereiro de 2026, Estados Unidos e Israel lançaram ataques coordenados contra o Irã e o sistema internacional virou a página de forma abrupta. O Brasil condenou os bombardeios. O Irã respondeu com ataques a bases americanas no Golfo. O Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo marítimo global, foi efetivamente fechado. O Brent ultrapassou os US$ 100. No Brasil, o preço do diesel disparou 45% em apenas 11 dias. Lula reagiu cortando impostos federais sobre combustíveis e criando uma taxa sobre exportações de petróleo bruto para conter o repasse ao consumidor. E a viagem a Washington? Adiada por tempo indeterminado. O (agora ex) ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, resumiu o espírito do momento com precisão quase lacônica: Lula havia solicitado sua presença na viagem, cujo foco seria a negociação de tarifas agrícolas, mas “em razão da guerra, a viagem foi adiada”. Sem ruptura, sem drama diplomático. Apenas a constatação silenciosa de que negociar detalhes comerciais no meio de uma conflagração global, ainda mais com o interlocutor diretamente envolvido na escalada, beira o descolamento da realidade. Da distensão ao congelamento diplomático Esse congelamento não é trivial. A relação Lula-Trump vinha numa trajetória surpreendentemente construtiva. Após meses de tensão provocados pelo caso Bolsonaro, incluindo tarifas punitivas, sanções contra um ministro do STF e pressões retóricas sobre “eleições livres”, Trump mudou o tom a partir de setembro de 2025. No encontro com Lula na Assembleia Geral da ONU, falou em “excelente química”. Em outubro, na reunião bilateral durante a cúpula da ASEAN em Kuala Lumpur, Lula classificou o encontro como “ótimo”, enquanto o chanceler Mauro Vieira afirmou que equipes técnicas começariam a trabalhar “imediatamente”. Em novembro, Washington removeu sobretarifas de 40% sobre diversos produtos agrícolas brasileiros. Em dezembro, suspendeu as sanções contra Moraes. Em janeiro, uma conversa de 50 minutos entre os presidentes abordou inclusive o “Board of Peace” de Trump para Gaza, com Lula sugerindo, sem atrito, a inclusão de espaço político para a Palestina. Era o tipo de divergência funcional típica de parceiros, não de adversários. Não por deterioração bilateral, mas porque Washington passou a operar em modo quase exclusivo de guerra no Oriente Médio. O resultado foi um vácuo. E esse vácuo tem custo. O nó tarifário que ninguém consegue desatar Para compreendê-lo, é preciso olhar o que ficou paralisado. Em fevereiro de 2026, a Suprema Corte dos Estados Unidos declarou inconstitucionais, por 6 a 3, as tarifas impostas por Trump sob o IEEPA. Foi uma vitória relevante: as tarifas punitivas de 40% contra o Brasil, motivadas pela crise Bolsonaro, caíram. Mas a reação da Casa Branca foi imediata. Utilizando a Seção 122 do Trade Act de 1974, a administração implementou uma tarifa global de 15% sobre todos os países, incluindo o Brasil. Paralelamente, permanecem as tarifas setoriais baseadas nas Seções 232 (segurança nacional, aço e alumínio) e 301 (práticas comerciais desleais). Além disso, seguem abertas investigações do USTR contra o Brasil, incluindo temas como propriedade intelectual, etanol e desmatamento. O resultado é um emaranhado tarifário que ninguém, neste momento, tem capacidade política de desatar. Exportadores brasileiros já sentiram o impacto. As vendas de café para os Estados Unidos caíram 50% entre agosto e novembro de 2025, durante o pico tarifário. Mesmo com a posterior redução, o dano foi estrutural: o Brasil redirecionou fluxos para China e Ásia, enquanto importadores americanos passaram a pagar mais por alternativas de menor qualidade. A Suzano continua pagando tarifas sobre celulose exportada aos EUA. Frigoríficos brasileiros, que exportaram US$ 885 milhões em carne bovina em 2024, enfrentam simultaneamente barreiras tarifárias americanas e disrupções logísticas causadas pelo fechamento do Ormuz. Exportadores de suco de laranja (US$ 637 milhões) e o setor siderúrgico (US$ 4,9 bilhões em aço semiacabado) enfrentam dinâmica semelhante. Mas há um ponto pouco explorado: essas tarifas também penalizam os Estados Unidos. O custo econômico do vácuo político Refinarias como Valero e Marathon dependem crescentemente do petróleo bruto brasileiro para misturar com o shale oil mais leve. Tarifar esse insumo eleva custos internos. Siderúrgicas americanas utilizam ferro-gusa brasileiro de alto carbono; tarifas aumentam o custo da produção doméstica de aço. O setor de etanol dos EUA perdeu espaço no Brasil após retaliação silenciosa de Brasília, que elevou tarifas sobre o produto americano. E, em meio ao choque energético provocado pela guerra com o Irã, o encarecimento de café, suco de laranja e insumos industriais brasileiros adiciona pressão inflacionária à economia americana. A visita de Lula a Washington, agora adiada, colocaria exatamente essas questões na mesa. O fórum sobre carne bovina funcionaria como vitrine de ganhos mútuos. Havia espaço político para ampliar isenções tarifárias agrícolas. A Suprema Corte havia retirado da equação o instrumento mais agressivo da guerra comercial de Trump. E a relação pessoal entre os dois presidentes estava no melhor momento em meses. Faltava, literalmente, executar. A janela perdida e os riscos eleitorais de 2026 Agora, com o capital político de Washington consumido pela guerra, essa janela se fechou – e não há garantia de reabertura no curto prazo. As tarifas sob a Seção 122 expiram em julho de 2026, mas o cenário pós-expiração é incerto. Sem renovação pelo Congresso, Trump pode recorrer a instrumentos ainda mais agressivos e juridicamente robustos. Se o conflito com o Irã se prolongar, com o petróleo estabilizado acima de US$ 100, a pressão inflacionária reduzirá ainda mais o apetite por concessões comerciais. Há ainda o fator eleitoral brasileiro. As eleições de outubro de 2026 se aproximam, com pesquisas indicando empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro. Uma visita bem-sucedida a Washington, com resultados concretos em comércio, teria alto valor político doméstico, algo que Trump compreende perfeitamente. Episódios recentes, como a tentativa de envio de Darren Beattie ao Brasil e seu subsequente veto, mostram que, apesar da cordialidade presidencial, as tensões ideológicas permanecem latentes. A guerra apenas adiciona mais uma camada de complexidade a uma relação já estruturalmente sensível. O que está em jogo é concreto: cerca de US$ 127 bilhões em intercâmbio bilateral de bens e serviços (dados de 2024). Os Estados Unidos mantêm superávit nessa relação, o que sugere que, do ponto de vista estritamente econômico, têm mais a perder com uma deterioração prolongada. Ao mesmo tempo, o Brasil depende fortemente de fertilizantes importados, com cerca de 50% transitando pelo Estreito de Ormuz. Uma disrupção prolongada afeta diretamente a safra brasileira e, por extensão, os preços globais de alimentos, retroalimentando a inflação americana. O paradoxo é claro. Brasil e Estados Unidos precisam um do outro mais do que em qualquer momento recente. E é justamente agora que o diálogo entrou em suspensão. Diplomacia é, em essência, a arte de manter múltiplos pratos girando simultaneamente. Quando um conflito militar domina completamente a mesa, os demais caem. Empresas brasileiras dependentes do mercado americano e setores produtivos americanos dependentes de insumos brasileiros já estão absorvendo os custos de uma guerra da qual não são parte. Esse é o tipo de dano colateral que não aparece nos briefings do Pentágono, mas que se materializa no preço do café em Nova York e no custo do fertilizante em Mato Grosso. Quando (e se) essa guerra terminar, Lula e Trump terão que retomar o diálogo com urgência ampliada e tempo comprimido. O relógio tarifário avança. O relógio eleitoral brasileiro avança ainda mais rápido. E o mundo pós-conflito será um ambiente de cadeias produtivas redesenhadas, rotas comerciais alteradas e alianças mais rígidas.
Debate da Super Manhã: O agronegócio segue como motor da economia brasileira, impulsionando crescimento, inovação e geração de empregos. No entanto, o setor enfrenta desafios como sustentabilidade ambiental, infraestrutura e acesso a tecnologias de ponta. No debate desta terça-feira (10), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados sobre os desafios do setor, os contextos local, regional e nacional, a inovação e a tecnologia atuais e as tendências do setor agroindustrial. Participam o presidente da Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas (Abrafrutas), Guilherme Coelho, o presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar-PE), Renato Cunha, e o diretor-presidente da Masterboi, Nelson Bezerra.
Conocé la información destacada sobre el comercio exterior de bienes en el año pasado.
“Nós vamos fazer tudo o que é possível para manter o fornecimento” - Ricardo Santin, presidente ABPA Com escalada do conflito no Oriente Médio, exportadores de carne de frango avaliam alternativas para o embarque do produto Halal O Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango Halal, ou seja que é preparada de acordo com os preceitos islâmicos, garantindo qualidade e purezaPrincipal destino das exportações de carne de frango do Brasil, os Emirados Árabes Unidos importaram 44,3 mil toneladas em janeiro, volume 14% superior ao registrado no ano passadoE a Arábia Saudita comprou 33,5 mil toneladas, alta de 5%A Associação Brasileira de Proteína Animal acompanha com atenção o conflito no Oriente Médio, região que é uma das maiores compradoras do frango brasileiro A ABPA, Associação Brasileira de Proteína Animal, avalia com atenção as alternativas que poderão ser utilizadas com o fechamento do estreito de Ormuz
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (01): O governo do Irã confirmou a morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei. A morte ocorreu durante ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou a notícia em suas redes sociais, destacando que o aiatolá não conseguiu escapar da inteligência norte-americana e israelense. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em suas redes sociais que o Irã sofrerá uma retaliação com força nunca antes vista caso decida atacar alvos americanos ou israelenses. A ameaça ocorre após múltiplos ataques iranianos atingirem nações aliadas no Golfo Pérsico, como Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrein, além de cidades em Israel, incluindo Tel Aviv. A crise no Oriente Médio deve se arrastar por mais tempo após as recentes ofensivas, segundo a análise do professor de relações internacionais Vinícius Rodrigues Vieira. Ele avalia que a morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei não derruba automaticamente a República Islâmica, pois o regime possui uma estrutura de poder complexa e não é baseado no personalismo de uma única figura O governo do Irã nomeou o aiatolá Alireza Arafi para integrar o conselho de liderança interino do país após a morte do líder supremo Ali Khamenei. A rápida movimentação do regime busca evitar um vácuo de poder e demonstrar estabilidade institucional enquanto não há a escolha de um sucessor definitivo. O conselho responsável pela escolha do novo aiatolá, a Assembleia dos Peritos, é formado por 88 clérigos xiitas. O exército do Irã anunciou uma nova onda de bombardeios contra bases militares dos Estados Unidos localizadas no Oriente Médio. A ofensiva militar é uma resposta direta do país após o assassinato do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei. De acordo com o correspondente Luca Bassani, mísseis lançados pelo regime de Teerã foram interceptados próximos à base militar de Erbil, situada no norte do Iraque. Os principais membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), incluindo nações aliadas como Rússia e Arábia Saudita, realizam uma reunião de emergência para discutir os reflexos econômicos dos recentes ataques ao Irã. A grande preocupação do mercado internacional é a ameaça de fechamento do Estreito de Ormuz, rota marítima estratégica responsável pelo escoamento de cerca de 25% de todo o petróleo mundial. O conflito armado no Oriente Médio ganha novos contornos com a retaliação do Irã contra bases militares. O mestre em segurança pública e especialista em ciência política, Rodolfo Laterza, avalia que a operação conjunta entre Estados Unidos e Israel teve um caráter cirúrgico e de choque, mas esbarrou na rápida resposta balística iraniana. O exército de Israel realizou uma nova onda de bombardeios no Oriente Médio, destruindo caças da Força Aérea do Irã em uma ofensiva para diminuir a capacidade militar do país. Após os ataques, o governo iraniano confirmou a morte de quatro oficiais de alto escalão da segurança nacional, incluindo o chefe da Guarda Revolucionária e o ministro da Defesa. O ex-embaixador do Brasil no Irã, Eduardo Gradilone, analisou o histórico das relações diplomáticas e comerciais entre os dois países. Segundo o diplomata, a parceria, que recentemente completou 120 anos, é considerada correta e sem grandes problemas. Gradilone destacou que as exportações do agronegócio brasileiro para o mercado iraniano rendem bilhões em divisas para o Brasil todos os anos. Por outro lado, a balança comercial é bastante desigual, já que o volume de importações de produtos do Irã é pequeno, concentrando-se basicamente em itens como ureia e pistache. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
María Santos repasa todas las noticias del sector. + 1.- El X Foro Nacional de Desarrollo Rural, celebrado en el Auditorio del Centro de Congresos de Feria de Zaragoza y organizado por el Colegio Oficial de Ingenieros Agrónomos de Aragón, Navarra y País Vasco, ha sido uno de los actos centrales de la FIMA. Bajo el lema "El desarrollo rural en el nuevo contexto internacional", el foro ha reunido a representantes institucionales y profesionales del sector para debatir sobre los desafíos y oportunidades del medio rural, la innovación agraria y las políticas públicas en la coyuntura actual, marcada por la inestabilidad geopolítica, la evolución normativa, los cambios tecnológicos y la exigencia de avanzar hacia un modelo de desarrollo más justo, sostenible e inclusivo. 2.- La Asociación de Productores y Exportadores de la Fresa de Huelva, Freshuelva, se encuentra recopilando y analizando datos para cuantificar el alcance de los daños provocados por el carrusel de borrascas que ha afectado a la provincia de Huelva durante las últimas semanas y que está teniendo un impacto "muy relevante" en el desarrollo de la actual campaña de frutos rojos. La organización estima que el volumen de exportación se ha reducido en torno a un 50% en comparación con la misma fase de la campaña anterior, lo que supone "un impacto económico significativo" para las empresas productoras y comercializadoras, así como para el conjunto del tejido agroalimentario de la provincia. Ante este escenario, Freshuelva ha solicitado a las administraciones competentes, Gobierno central y Junta de Andalucía, la activación de las ayudas pertinentes mediante la declaración de zona catastrófica. 3.- Galletas Gullón, la galletera centenaria y uno de los principales fabricantes de Europa, ha cerrado el ejercicio 2025 con una facturación de 750 millones de euros, lo que supone un crecimiento del 7,6% con respecto al año anterior. En concreto, el 45% de la facturación procede de la exportación de sus productos, que ya están presentes en más de 125 países, siendo Oriente Medio, Asia-Pacífico y el norte de África algunos de los mercados en los que la galletera más ha crecido este año. En el ámbito laboral, la galletera española ha alcanzado los 2.300 puestos de trabajo en 2025, siendo buena parte de ellos profesionales de la región, y prevé llegar a los cerca de 3.000 empleos en 2030. 4.- El Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación, mediante publicación de la resolución en el Boletín Oficial del Estado (BOE), ha establecido el reparto de cuota de 1.275,75 toneladas para la pesquería de caballa del norte dirigida a los buques que operan en el ámbito de la Comisión de Pesca del Atlántico Nordeste (Neafc), pertenecientes a los censos de las flotas de altura, gran altura y palangreros. de este reparto se beneficiarán 84 buques pesqueros que componen la conocida como 'flota de los 300', con puerto base en el Cantábrico noroeste, localizados principalmente en Galicia y País Vasco. 5.- A partir de este viernes, y durante el plazo de un mes, se podrán solicitar ayudas de la Intervención Sectorial Apícola en el marco del Plan Estratégico de la Política Agrícola Común (Pepac) en Castilla-La Mancha, para la campaña apícola 2026, cuyo fin pasa por mejorar las condiciones de producción y comercialización de los productos de la apicultura en la región. El importe estimado del crédito presupuestario para la campaña 2026 asciende a 1.420.000 euros.
Certificado Laboral garantizará registro de trabajadores ante el IMSSFallece el senador del PAN, Gustavo Sánchez VásquezTrump ordena retiro de agentes federales en protestas de EUMás información en nuestro Podcast
A história da extração do petróleo começou no século XIX e o mercado foi dominado por um oligopólio de sete empresas norte-americanas, durante um século. Na década de 60 do século XX, Pérez Alfonso, um ministro Venezuelano que tinha estudado nos EUA, desenhou a partilha dos lucros das grandes empresas globais com os países onde está o petróleo. E foi ele também que teve a ideia de criar a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo). Porque hoje é domingo, espreitamos a revista do Expresso e lá encontramos a história contada por Miguel Prado: “O admirável mundo negro do petróleo”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidado: David Zylbersztajn, ex-diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo e prof. do Instituto de Energia da PUC-Rio. A Venezuela concentra hoje cerca de 17% de todas as reservas de petróleo conhecidas do mundo, segundo a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) — mais do que qualquer outro país. Essa abundância sempre atraiu interesses externos e moldou decisões internas de governos venezuelanos. A produção local, que chegou a ser de 3,7 milhões de barris em 1970, despencou e hoje mal chega a 1 milhão de barris diários. Desde a ascensão do chavismo, com Hugo Chávez e nos últimos anos com o ditador Nicolás Maduro, as multinacionais foram afastadas e a exploração ficou concentrada na estatal PDVSA. É nesse cenário de declínio que Donald Trump ancora o argumento para justificar sua ofensiva na Venezuela. Em seu discurso após a captura de Maduro, Trump falou 18 vezes a palavra petróleo. Para o presidente dos EUA, a indústria petrolífera venezuelana precisa ser retomada — desta vez, sob comando americano. Neste episódio, Natuza Nery conversa com David Zylbersztajn, ex-diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e professor do Instituto de Energia da PUC-Rio. Ele relembra a ascensão da Venezuela como potência exploradora de petróleo e explica por que as reservas históricas do país não se converteram em riqueza para a população venezuelana. Por fim, Zylbersztajn analisa o que pode acontecer com o preço do petróleo em meio à deposição de Maduro e às incertezas sobre o futuro político do país caribenho.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (21): O deputado federal Guilherme Derrite (Progressistas) conversou com exclusividade com a Jovem Pan News sobre o Projeto Antifacção e fez duras críticas ao governo federal. Para o secretário de Segurança Pública de São Paulo, o projeto marca o início de uma virada no setor de segurança. Reportagem de Misael Mainetti. O Banco de Brasília (BRB) definiu Nelson Antônio de Souza como novo presidente da instituição, em meio à crise provocada pela Operação Compliance Zero. O escolhido pelo Conselho de Administração tem 45 anos de experiência no setor financeiro. Reportagem de Igor Damasceno. Setores do agronegócio celebraram a decisão dos Estados Unidos de reduzir as tarifas de 40% sobre produtos brasileiros, como manufaturados, têxteis e itens agrícolas. A retirada do tarifaço resulta das negociações iniciadas após o encontro entre os presidentes Lula e Donald Trump, além da atuação da equipe econômica e do Itamaraty. Reportagem de Matheus Dias. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), comentou a decisão de Donald Trump de retirar as tarifas sobre produtos brasileiros e afirmou que os ruídos entre os dois países foram superados. Reportagem de Igor Damasceno. Os Estados Unidos confirmaram a retirada das tarifas de 40% que incidiam sobre 269 produtos brasileiros. Entre os itens beneficiados estão café, carne, açaí e cacau. A Jovem Pan News ouviu sobre o tema o diretor do Conselho Geral dos Exportadores de Café do Brasil, Marcos Antonio Matos. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, pediu a prisão e extradição do deputado Alexandre Ramagem (PL), visto nos Estados Unidos após ser condenado por tentativa de golpe de Estado. O PSOL também pediu a prisão imediata do parlamentar. Reportagem de Rany Veloso. Após o incêndio que atingiu o pavilhão dos países na área exclusiva da COP30, o evento seguirá normalmente, mas o encerramento foi adiado para sábado (22). O presidente Lula (PT) não participará, pois está na África do Sul para a Cúpula do G20. Reportagem de Bruno Pinheiro. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reagiu às falas de seis congressistas democratas que orientaram militares americanos a desobedecer o comando presidencial. Trump classificou o movimento como ‘traição' e sugeriu pena de morte aos parlamentares. Reportagem de Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No 3 em 1 desta segunda-feira (17), o destaque foi a confirmação do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), de que o PL Antifacção será votado nesta terça-feira (18). A decisão de pautar o texto ocorre mesmo sem consenso sobre o relatório apresentado por Guilherme Derrite (Progressistas). Reportagem: Victoria Abel. O Supremo Tribunal Federal publicou a ata que confirma a rejeição dos recursos apresentados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Aliados devem apostar em três argumentos para tentar manter apenas a prisão domiciliar: idade avançada, saúde debilitada e o fato de ser réu primário. Reportagem: Victoria Abel. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, defendeu triplicar a energia renovável e dobrar a eficiência energética até 2030. Ao abrir a sessão ministerial da COP30, em Belém (PA), afirmou que o objetivo é reduzir a dependência de combustíveis fósseis. Reportagem: Bruno Pinheiro. Exportadores brasileiros consideraram “tímida e insuficiente” a redução do tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que caiu de 50% para 40%. Denise Campos de Toledo analisou o tema. O presidente da Faesp, Tirso Meirelles, também comentou a redução do tarifaço e afirmou que “faltou diplomacia junto ao governo Trump” nas negociações. O senador Jaques Wagner (PT) avaliou a votação de Paulo Gonet para a Procuradoria-Geral da República e afirmou não acreditar que o placar represente um alerta ao STF para a indicação de Jorge Messias, dizendo que “não vê Messias arestado com ninguém”. Reportagem: Janaína Camelo. Os Estados Unidos classificaram o cartel venezuelano Los Soles como organização terrorista em meio à mobilização militar na região. Paralelamente, o presidente Donald Trump afirmou que pode conversar com o ditador venezuelano Nicolás Maduro. Reportagem: Eliseu Caetano. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Rafael Guerra Álvarez es reelecto como presidente del Tribunal de Justicia de CDMX Brasil celebra reducción de aranceles de EU a la carne bovinaMás información en nuestro Podcast
Alexandre Garcia comenta sobre o apoio de Lula a Maduro, a investigação contra a JBS e o protesto de um acusado pelo 8/1 no Gilmarpalooza.
Pese a los aranceles de EU el sector exportador mexicano sigue fortalecido: Comce El 7 de noviembre Macron realizará una visita oficial a México: Sheinbaum EU activa unidades de respuesta rápida ante posibles disturbios Más información en nuestro podcast
En Capital Intereconomía hemos analizado una jornada marcada por los movimientos de los bancos centrales y las grandes tecnológicas en la Tertulia Capital, junto a José Ignacio Gutiérrez, vicesecretario general de la Confederación de Cuadros y Profesionales; Antonio Bonet, presidente del Club de Exportadores; y Abel Martín García, analista político. Los tertulianos han comentado las declaraciones de Jerome Powell, presidente de la Reserva Federal, quien ha enfriado las expectativas del mercado al asegurar que una bajada de tipos en diciembre “no es segura ni inevitable”. Además, se ha debatido sobre el nuevo hito de Nvidia, que se convierte en la primera empresa del mundo en alcanzar los cinco billones de dólares de capitalización bursátil, consolidando su dominio en el sector tecnológico y en la carrera de la inteligencia artificial. En la Entrevista Capital, Georgina Higueras, directora del Foro Asia, ha analizado la reunión entre Donald Trump y Xi Jinping en Corea del Sur, en la que ambos líderes acordaron reducir un 10% los aranceles a las importaciones chinas. Higueras ha valorado el impacto de este gesto en las relaciones comerciales globales y cómo podría marcar una nueva etapa de distensión entre Washington y Pekín. La jornada se ha completado con el análisis de preapertura de los mercados junto a Tomás García-Purriños, estratega senior de Asset Allocation en Santander Asset Management, quien ha repasado las expectativas de los inversores ante la incertidumbre monetaria y el contexto geopolítico.
Alexandre Garcia comenta drama de exportadores enquanto governismo festeja foto de Lula e Trump, e o enorme investimento no aeroporto da cidade governada pelo pai de Hugo Motta.
Ignacio Vacchiano, country manager en Iberia de Leverage Shares, analiza el cierre del Gobierno Federal, sus posibles consecuencias y el momento del oro y de la renta variable. “El mercado está mirando a otro lado”, asegura el invitado. Además destaca que las bolsas viven un momento de máximos, con récord para el S&P 500 y el Nasdaq 100. El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, ha utilizado el cierre del gobierno como una ocasión para reorganizar el personal federal. Ha planteado la posibilidad de despidos masivos y ha propuesto recortes permanentes en programas clave que cuentan con el apoyo del Partido Demócrata. En lugar de aplicar la suspensión temporal de empleados, la secretaria de prensa de la Casa Blanca, Karoline Leavitt, afirmó que se avecinan despidos. El analista piensa que esto puede generar “disensiones”. El cierre del Gobierno Federal también afecta a la publicación de los datos macroeconómicos. Austan Goolsbee, presidente del Banco de la Reserva Federal de Chicago, asegura que el organismo no es el mayor afectado de esta decisión y que trabajarán con los datos disponibles. El country manager en Iberia de Leverage Shares asegura que “nos quedamos sin juguete para la sesión de hoy” y espera “que se pueda saber lo antes posible”. La producción de crudo de la OPEP continuó su crecimiento en septiembre, tras el acuerdo de la OPEP+ para incrementar la extracción, según una encuesta de Reuters publicada el jueves. Este aumento se debió principalmente al mayor bombeo por parte de Emiratos Árabes Unidos y Arabia Saudí. De acuerdo con el sondeo, la Organización de Países Exportadores de Petróleo produjo 28,40 millones de barriles por día el mes pasado, lo que representa un incremento de 330.000 barriles diarios en comparación con la cifra ajustada de agosto. “Lo que no quiere la OPEP es perder cuota”, asegura el invitado.
Enquanto rastreabilidade se torna exigência global, Paraguai, EUA e Uruguai lideram ganhos, e Brasil registra menor alta entre competidores.
Situado entre Perú y Colombia, dos de los grandes productores de esta droga en el mundo, Ecuador ha pasado a ser uno de los puntos de distribución más importantes a nivel mundial, con dos destinos principales: Estados Unidos y Europa. ¿Cómo puede un país que apenas produce cocaína convertirse en un gran exportador? No es un gran productor, pero se ha convertido en uno de los principales puntos de tránsito y exportación de cocaína a nivel mundial. Ecuador decomisó el año pasado 300 toneladas de esta droga, aunque se estima que son apenas una cuarta parte del total que pasa por su territorio -que superaría las 1.000- antes de ser exportada, principalmente a Estados Unidos y Europa. Posición geográfica Según un informe de la Organización Mundial de Aduanas (OMA), un 30% de la cocaína detectada en contenedores marítimos tiene un puerto de carga declarado en Ecuador. ¿A qué se debe este fenómeno? “Lo que ha provocado que Ecuador tenga esta condición es que fundamentalmente nos ubicamos en un espacio geográfico donde confluyen las vías de tráfico desde Colombia, particularmente con un perfil costero bastante amplio. Los principales destinos son Estados Unidos y Europa. Para Europa generalmente lo que se hace es contaminar los barcos que llevan banano, principalmente para hacer que se inserten cargamentos de droga en ellas”, explica a RFI Diego Pérez Enríquez, docente de la Escuela de Seguridad y Defensa del Instituto de Altos Estudios Nacionales en Quito. “Hay que considerar además geográficamente que la frontera de Ecuador con Colombia es un territorio que tiene poca presencia estatal de los dos costados, y eso hace naturalmente que la operación de las organizaciones de tráfico sea bastante más sencilla, bastante más eficiente”, señala asimismo. Empezando a producir Esta frontera compartida con Colombia está en el origen de otra de las alertas en el país: Ecuador está empezando a convertirse en productor. Por el momento las cifras son relativamente bajas, unas 60 toneladas el año pasado. Predominan los cultivos de coca en las provincias de Carchi y Sucumbios, donde se instalan los grupos criminales tras pasar la frontera. “En general, son grupos con una doble identidad. Son organizaciones generalmente colombianas y hay que recordar la operación que tienen las disidencias de las FARC en la zona de frontera con Ecuador”, indica Diego Pérez Enríquez. “Han comenzado a colonizar esos espacios a través de gente propia, gente que viene del lado colombiano, pero también ciudadanos ecuatorianos que en ese costado del país no tienen necesariamente opciones de trabajo, no tienen posibilidades de estudio, no tienen mayores expectativas de supervivencia o para la supervivencia. Y esto, en última instancia, genera un incentivo poderoso para que esas organizaciones se asienten en esos territorios”, detalla el politólogo. Ecuador está considerado como el tercer país del mundo que más drogas decomisa tras Colombia y Estados Unidos. El país sudamericano vive además un aumento dramático de sus niveles de criminalidad en los últimos años.
Situado entre Perú y Colombia, dos de los grandes productores de esta droga en el mundo, Ecuador ha pasado a ser uno de los puntos de distribución más importantes a nivel mundial, con dos destinos principales: Estados Unidos y Europa. ¿Cómo puede un país que apenas produce cocaína convertirse en un gran exportador? No es un gran productor, pero se ha convertido en uno de los principales puntos de tránsito y exportación de cocaína a nivel mundial. Ecuador decomisó el año pasado 300 toneladas de esta droga, aunque se estima que son apenas una cuarta parte del total que pasa por su territorio -que superaría las 1.000- antes de ser exportada, principalmente a Estados Unidos y Europa. Posición geográfica Según un informe de la Organización Mundial de Aduanas (OMA), un 30% de la cocaína detectada en contenedores marítimos tiene un puerto de carga declarado en Ecuador. ¿A qué se debe este fenómeno? “Lo que ha provocado que Ecuador tenga esta condición es que fundamentalmente nos ubicamos en un espacio geográfico donde confluyen las vías de tráfico desde Colombia, particularmente con un perfil costero bastante amplio. Los principales destinos son Estados Unidos y Europa. Para Europa generalmente lo que se hace es contaminar los barcos que llevan banano, principalmente para hacer que se inserten cargamentos de droga en ellas”, explica a RFI Diego Pérez Enríquez, docente de la Escuela de Seguridad y Defensa del Instituto de Altos Estudios Nacionales en Quito. “Hay que considerar además geográficamente que la frontera de Ecuador con Colombia es un territorio que tiene poca presencia estatal de los dos costados, y eso hace naturalmente que la operación de las organizaciones de tráfico sea bastante más sencilla, bastante más eficiente”, señala asimismo. Empezando a producir Esta frontera compartida con Colombia está en el origen de otra de las alertas en el país: Ecuador está empezando a convertirse en productor. Por el momento las cifras son relativamente bajas, unas 60 toneladas el año pasado. Predominan los cultivos de coca en las provincias de Carchi y Sucumbios, donde se instalan los grupos criminales tras pasar la frontera. “En general, son grupos con una doble identidad. Son organizaciones generalmente colombianas y hay que recordar la operación que tienen las disidencias de las FARC en la zona de frontera con Ecuador”, indica Diego Pérez Enríquez. “Han comenzado a colonizar esos espacios a través de gente propia, gente que viene del lado colombiano, pero también ciudadanos ecuatorianos que en ese costado del país no tienen necesariamente opciones de trabajo, no tienen posibilidades de estudio, no tienen mayores expectativas de supervivencia o para la supervivencia. Y esto, en última instancia, genera un incentivo poderoso para que esas organizaciones se asienten en esos territorios”, detalla el politólogo. Ecuador está considerado como el tercer país del mundo que más drogas decomisa tras Colombia y Estados Unidos. El país sudamericano vive además un aumento dramático de sus niveles de criminalidad en los últimos años.
Entrevista con Antonio Bonet, presidente del Club de Exportadores
Confira na edição do Jornal da Record desta quarta (20): Turistas alemães são assaltados na praia de Copacabana. Criminosos levam pertences e até as roupas das vítimas. Em Brasília, oposição surpreende e conquista a presidência e a relatoria da CPI do INSS. Exportadores brasileiros correm contra o tempo para ampliar países compradores e evitar o aumento da crise. Navios americanos se aproximam da costa venezuelana. Casa Branca justifica ação militar para combater cartéis de drogas. Avião usado pela agência de inteligência dos Estados Unidos pousa em aeroporto brasileiro. Câmara dos Deputados discute projeto de lei que aumenta a proteção de menores de idade nas redes sociais. Pesquisa revela que mais de 10% dos estudantes admitem que praticam bullying contra colegas de classe.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (14/08/2025): O governo pedirá ao Congresso aval para excluir da meta fiscal R$ 9,5 bilhões de medidas com o pacote de socorro às empresas atingidas pelo tarifaço dos EUA sobre exportações brasileiras. A decisão contraria o que havia afirmado o ministro Fernando Haddad (Fazenda). A MP com as diretrizes gerais do pacote foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Plano Brasil Soberano prevê linha de crédito de R$ 30 bilhões para empresas afetadas, aporte em fundos garantidores (para facilitar o acesso de empresas menores ao crédito à exportação), aumento de compras governamentais e adiamento da quitação de impostos. Ficariam fora da meta fiscal a despesa de R$ 4,5 bilhões com o aporte em fundos garantidores e a renúncia de receitas de até R$ 5 bilhões para ampliar o Reintegra, programa que devolve parte dos tributos a exportadores. E mais: Economia: Em anúncio de medidas, Lula pede pressa para Congresso votar proposta Política: Por causa de médicos de Cuba, EUA cancelam visto de brasileiros Metrópole: Lula apoia projeto contra abuso de crianças e adia regulação de redes Internacional: Europa tenta influenciar Trump antes de cúpula com Putin no AlascaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A Medida Provisória Brasil Soberano cria uma linha de crédito no valor de R$30 bilhões para empresas afetadas pela ofensiva norte-americana. Também estão previstas ações como o uso dos produtos em compras governamentais, garantias e a abertura de novos mercados. Sonoras:
Quer saber tudo que aconteceu no mercado financeiro, nacional e internacional? Acompanhe o nosso Fechamento de Mercado e confira com quais as ações que mais mexeram com a B3, movimentação do câmbio e dos juros e muito mais! O Fechamento de Mercado da Genial é transmitido de segunda a sexta, às 17h30. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
Analiza en 'Herrera en COPE' los controvertidos aranceles de Trump
Passando a Limpo: Nesta sexta-feira (01), Igor Maciel e a bancada do programa comentam os prováveis efeitos do tarifaço dos EUA. Na conversa, participam o Presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas (Abrafrutas), Guilhermo Coelho, e o Presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar/PE), Renato Cunha. O programa também conta com Eliane Cantanhêde.
Representantes de setores atingidos pelo tarifaço de Donald Trump se reuniram nesta terça-feira (15) em Brasília com o comitê interministerial que vai elaborar a resposta brasileira à chantagem do presidente dos EUA. Governo e empresários do agronegócio e da indústria concordaram que a Lei da Reciprocidade deve ser o último recurso a ser usado. Neste episódio, Julia Duailibi ouve representantes de três setores para entender os impactos e as estratégias dos exportadores brasileiros. Primeiro, Julia conversa com Márcio Ferreira, presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, o CeCafé. Principal mercado consumidor do grão, os EUA compram 17% da produção brasileira – cerca de 1/3 de todo o café consumido em solo americano sai do Brasil. Márcio relata como foi a reunião com representantes do governo, e diz o que os produtores brasileiros planejam para manter essa relação de “ganha-ganha” com os EUA. Depois, Julia fala com Ibiapaba Netto, diretor-executivo da Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos. O Brasil é líder mundial na exportação de suco de laranja – e Ibiapaba explica toda sua cadeia produtiva: da plantação da laranja no Brasil até o suco chegar à mesa do consumidor americano. Ele comenta também os impactos no emprego e na indústria de São Paulo, maior região produtora de laranja do mundo. Participa também Raul Jungmann, diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), organização que reúne mais de 200 produtores de minério. Jungmann avalia o impacto para a produção nacional, e responde quais mercados o Brasil pode mirar caso as tarifas de 50% entrem em vigor.