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No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon após a divulgação da primeira estimativa de safra e os recentes movimentos do mercado internacional.Destaques do episódio:
No episódio de hoje do BB Cast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário do algodão após o último relatório do USDA e os movimentos de mercado na Bolsa de Nova Iorque.Destaques do episódio:
No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa a forte alta na CBOT impulsionada pela geopolítica e o avanço da colheita no Brasil.Destaques do episódio:
O mercado agro não para e a sua atualização semanal chegou! No episódio de hoje, mergulhamos nos números para entregar o cenário real da safra brasileira. Analisamos as atualizações mensais dos relatórios do CEPEA e da CONAB, conectando os dados técnicos com o que realmente está acontecendo agora no chão da lavoura.Entenda as projeções de produtividade, as tendências de preços e como o cenário macroeconômico está moldando os próximos meses das principais culturas agrícolas. É o resumo completo que o profissional do agro precisa para tomar decisões seguras.CONAB: https://www.gov.br/conab/pt-brCEPEA: https://cepea.org.br/brAcompanhe os bastidores e atualizações diárias:Instagram: @cassianoagro | @agrodependeSobre o Prosa da Semana:Seu ponto de encontro semanal para sair atualizado sobre as grandes culturas e o agronegócio no Brasil. Informação direta, técnica e essencial para quem vive o agro.#Agronegocio #Safra2026 #Soja #Milho #EconomiaAgro #CONAB #CEPEA #ProsaDaSemana
Em meio a uma semana encurtada por feriados no Brasil, nos Estados Unidos e na China, o debate econômico ganhou intensidade ao invés de desacelerar: enquanto parte do país discute a redução da escala 6x1 como se fosse um avanço civilizatório automático, os dados da PNAD mostram uma realidade muito mais complexa — de 2012 a 2025, o Brasil ampliou sua força de trabalho, mas viu crescer de forma mais acelerada o contingente de trabalhadores por conta própria e sem carteira assinada, revelando um processo claro de desformalização; hoje, mais da metade da população ocupada não está sob o regime formal que seria diretamente impactado por mudanças na legislação trabalhista, o que levanta uma pergunta incômoda: estamos discutindo a cereja do bolo enquanto ignoramos o bolo inteiro? Ao mesmo tempo, os indicadores recentes confirmam desaceleração no varejo, resiliência nos serviços, inflação ainda pressionada no Brasil e mercado de trabalho aquecido nos EUA, reforçando que o cenário global exige responsabilidade fiscal — tema que ganhou destaque com o alerta internacional sobre a chamada “brazilificação”, expressão usada para descrever economias presas a juros elevados e fiscal frágil. No agro, apesar de revisões otimistas para soja e estabilidade no milho, há inconsistências nos dados de arroz e preocupações no setor sucroenergético, enquanto Chicago sustenta preços firmes para grãos. O pano de fundo é claro: o Brasil ainda vive seu bônus demográfico, mas ele tem prazo de validade, e decisões populistas hoje podem custar caro entre 2045 e 2050, especialmente no campo previdenciário e fiscal; antes de importar modelos estrangeiros ou criar novas regras que não alcançam a maioria da força de trabalho, talvez seja hora de enfrentar as distorções estruturais que os próprios números já escancaram. ➡
La Chine va-t-elle augmenter ses achats de soja états-unien cette année et si oui, de combien ? La question est cruciale pour le marché mondial du soja et pour son prix. Si on se pose la question, c'est que la pression des États-Unis pour que la Chine renforce ses achats de grains états-uniens reste forte. En vertu d'un accord trouvé en novembre dernier entre les États-Unis et la Chine, Pékin s'est engagé à acheter 12 millions de tonnes de soja, outre-Atlantique. Mais Donald Trump se dit convaincu que ce sera plus. Il a même assuré, après s'être entretenu avec le président chinois le 4 février, que ce dernier envisageait d'acheter jusqu'à 20 millions de tonnes. Une intention que Pékin n'a pas confirmée. Le dernier rapport mensuel du ministère états-unien de l'Agriculture (USDA) publié la semaine dernière a évoqué au conditionnel ces potentiels achats supplémentaires chinois. Mais l'USDA a choisi la prudence et n'a intégré aucun changement dans les volumes d'exports états-uniens par rapport aux chiffres de janvier, relève Gautier Le Molgat, directeur général d'Argus Media France. À lire aussiAccord commercial entre la Chine et les États-Unis: climat favorable après deux jours de négociations Impact direct pour le Brésil Si la Chine achète 8 millions de tonnes de plus aux États-Unis, le Brésil sera le premier à s'en apercevoir. C'est en effet un jeu de domino, explique l'expert, les volumes supplémentaires vendus par les exportateurs états-uniens ne seront alors, a priori, pas vendus par les Brésiliens qui devront chercher d'autres destinations. Le Brésil, premier exportateur mondial, s'attend à une récolte record – de 177,9 millions de tonnes, selon l'agence brésilienne des cultures, la Conab – et pourrait être tenté de baisser ses prix pour se défaire des quelques millions de tonnes qu'il ne vendra pas en Chine. Depuis l'instant où il a été évoqué par Donald Trump, le scénario est devenu possible et a fait le « buzz », résume un de nos interlocuteurs. Mais il faudra attendre les prochains mois pour voir si la Chine décide de satisfaire Donald Trump avant sa visite prévue à Pékin, en avril. À écouter dans Grand reportageAmazonie : plongée au cœur de l'agrobusiness du soja Les marchés réagissent avec optimisme L'espoir de voir augmenter les achats chinois a suffi à pousser les prix vers le haut. Les cours du soja états-unien à la Bourse de Chicago ont atteint leur plus haut niveau en deux mois, comme s'ils anticipaient une activité plus intense vers la Chine. Le soja états-unien est environ plus cher de 40 dollars par tonne que le soja brésilien. Au vu des prix sud-américains très compétitifs, le gain pour la Chine, si elle achetait plus, ne serait pas financier, mais essentiellement politique. À lire aussiAux États-Unis, les producteurs de soja tournent la page d'une année noire
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No episódio de hoje do BBcast Agro – Mercado de Grãos, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), apresenta uma análise do cenário do milho em 13 de fevereiro de 2026, destacando os principais dados do relatório do USDA, o andamento da safra brasileira e o comportamento dos preços no mercado físico e futuro.Destaques do episódio:
Previsão indica fenômeno moderado a forte a partir do inverno, com aumento de chuvas no Sul e estiagens e ondas de calor mais intensas no interior do país; pico do El Niño é esperado entre novembro e janeiro, aponta a NOAA. Conab eleva a safra 2025/26 de soja do Brasil e mantém perspectiva de recorde de grãos; produção da oleaginosa é estimada em 178 milhões de toneladas, principal commodity agrícola do país. No MS, a redução das pastagens degradadas é impulsionada por tecnologia, políticas públicas e expansão de sistemas produtivos sustentáveis. Ciência que transforma o agro: mulheres ganham protagonismo no campo da inovação.
#3em1Agro - confira os destaques desta quarta-feira (12/02/26):➡️ Controle de exportação de carne entra na pauta do governo. Entenda! ➡️ NOAA atualiza previsão e muda projeção sobre El Niño. Saiba mais. ➡️ Conab aumenta projeção de soja e corta de arroz. Veja os dados. ➡️Eleição 2026: o que nova pesquisa divulgada hoje aponta?
Resultado representa ligeiro crescimento de 0,3% em relação ao volume obtido no ciclo 2024/25, o que mantém a perspectiva de recorde na série histórica da Conab
Resumo da Safra: Projeções e Dados Reais (CEPEA & CONAB)Neste episódio do Agro Depende Essencial, mergulhamos nos números para entregar o cenário real da safra atual. Analisamos as atualizações mensais dos relatórios do CEPEA e da CONAB, conectando os dados com o que está acontecendo agora nas lavouras brasileiras.Entenda as projeções de produtividade, as tendências de preços e como o cenário macroeconômico está moldando os próximos meses das principais culturas agrícolas. É o resumo completo que você precisa para sair atualizado e seguro nas suas decisões.No episódio de hoje você vai ver:Análise CONAB: Evolução da área plantada e produtividade estimada.Indicadores CEPEA: Comportamento dos preços e rentabilidade ao produtor.Cenário das Culturas: O raio-x de como está o desenvolvimento no campo.Projeções: O que esperar para o fechamento desta safra.
O que pode virar manchete nesta semana?
Seja bem-vindo ao primeiro episódio do Prosa da Semana!
Nesta semana, o mercado global de grãos aguarda os relatórios do USDA e da Conab, enquanto na pecuária, a retenção de animais no pasto e a reposição valorizada ditam o ritmo dos preços.Destaques do episódio:
Crescimento previsto é influenciado pelo incremento de 4,1% na área em produção em relação a 2025. Brasil exportou 34.468 toneladas de mel “in natura” entre janeiro e dezembro de 2025, volume 9,1% inferior ao registrado no mesmo período de 2024. Mesmo com a retração no volume, a receita alcançou US$ 116,472 milhões, crescimento de 15,8% na comparação anual. Câmara pode votar projeto que proíbe o uso da palavra "leite" em embalagens de produtos de origem vegetal. FPA discute alta no preço dos fretes neste começo de ano. Tempo: frente fria reforça chuva persistente e eleva o risco no Sudeste.
No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra-SP, analisa os reflexos do relatório do USDA e o ritmo acelerado da semeadura no Brasil.Destaques do episódio:
No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o impacto do relatório do USDA, o desenvolvimento das lavouras na Argentina e o início da colheita recorde no Brasil.Destaques do episódio:
Expectativa para 2026 é de crescimento acima de 5% nos embarques do agronegócio paulista, impulsionado pelo acordo Mercosul–União Europeia. Frutas registram leves oscilações de preços, com média estável; outros produtos tiveram alta em dezembro de 2025. Piscicultura inicia o ano com mercado aquecido, investimentos em continuidade e novas oportunidades externas, especialmente para filé congelado. Bioinsumos avançam na hortifruticultura gaúcha, com ganhos de produtividade em tomate e uva. Tempo: semana termina com chuvas fortes no Sudeste.
No episódio de hoje do BBcast Agro, Ana Paula, assessora de agronegócios do Banco do Brasil, analisa os números do 4º levantamento da Conab e o desempenho recorde das exportações brasileiras.Destaques do episódio:
No episódio de hoje do BBcast Agro, Luis Miccoli, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberlândia-MG, analisa os números finais da safra 2025/26 e as perspectivas para o açúcar e o etanol no mercado global.Destaques do episódio:
Joe's Premium Subscription: www.standardgrain.comGrain Markets and Other Stuff Links —Apple PodcastsSpotifyTikTokYouTubeFutures and options trading involves risk of loss and is not suitable for everyone.Farm Economy Under PressureHeadlines this week focused squarely on the deteriorating US farm economy. The Wall Street Journal published an article detailing the challenges facing US soybean farmers, including high input costs, weak commodity prices, rising competition from Brazil, and sluggish export demand. The piece also referenced USDA's $12 billion Farmer Bridge Assistance (FBA) program, noting that while helpful in the short term, it does not address deeper structural issues.Reuters published similar coverage, emphasizing tighter bank lending standards, increasing financial stress, and a rise in farm bankruptcies. Together, the articles underscore mounting pressure on farmers and the broader ripple effects across rural America. Soybean Oil & BiofuelsSoybean oil futures surged on Thursday, gaining as much as 3.8% on expectations that the Trump administration will finalize US biofuel-blending quotas by March. Last June, the EPA proposed a sizable increase in biomass-based diesel targets, which would significantly boost soybean oil demand. There is optimism that stronger biofuel demand could help offset weak soybean export performance.NOPA Crush UpdateThe National Oilseed Processors Association released its December crush report, showing US soybean crush at its second-highest level on record. NOPA members processed 224.99 million bushels, up 4.1% from November and 8.9% from December 2024, slightly above trade expectations.For full-year 2025, crush totaled nearly 2.4 billion bushels—an 8% increase from 2024. End-of-month soybean oil stocks rose to 1.64 billion pounds, the highest level since May 2024, up sharply from both last month and last year, though just below average trade estimates.Brazil Soybean CropBrazil's soybean crop is shaping up to be record large. Agroconsult raised its estimate to 182.2 mmt, citing strong field conditions and limited widespread issues. Meanwhile, Conab trimmed its estimate slightly to 176.1 mmt due to marginally lower yield expectations. Even so, the crop remains record large and would exceed last season's production. Export SalesUS corn export sales impressed last week, with net sales of 1.1 mmt. While down from the prior four-week average, the number was a strong rebound from the previous week. Mexico was the top buyer.Soybean sales exceeded expectations at 2.1 mmt, up sharply week-over-week and well above the recent average. China was the largest buyer. Wheat sales came in near the low end of expectations at 156,300 mt, with unknown destinations leading purchases.USDA Flash SalesUSDA reported multiple flash sales on Thursday:Soybeans sold to China and unknown destinations for 2025/26 deliveryAdditional soybean sales for 2026/27 deliveryCorn sales to Japan and unknown destinations for 2025/26 deliveryDrought Monitor UpdateUSDA's latest drought data showed mixed but generally improving conditions across parts of the Corn Belt and High Plains. Above-normal precipitation helped reduce drought intensity in portions of Wisconsin, Iowa, Michigan, Nebraska, and Kansas, while conditions worsened slightly in southern Missouri.US Areas Experiencing DroughtCorn: 28%Soybeans: 34%Winter Wheat: 41%Spring Wheat: 10%Cattle: 34%
Novo levantamento da Conab aponta leve alta da produção de grãos e expansão da área cultivada, com safra estimada em 353,1 mi/t em 25/26. Sequência de recordes confirma avanço do aquecimento global, com três anos acima da marca de 1,5 °C e aumento do alerta científico. Egito e Arábia Saudita impulsionam recorde das exportações brasileiras de carne bovina. Biodiesel atinge produção recorde em 2025 com avanço do uso de óleo de soja. Tempo: frente fria avança e aumenta a ocorrência de chuvas fortes na região Sul.
Grains stabilize after sharp sell-off; CONAB's soybean production estimate below private and USDA estimates; export sales report shows mixed results.
Quarto Levantamento de Safra de Grãos aponta que marcos atingidos no ciclo agrícola anterior poderão ser superados; segundo o estudo, soja, milho, sorgo, girassol e mamona também apresentam melhor desempenho no período atual
No episódio de hoje do BBcast Agro, apresentamos o resumo semanal dos principais mercados agrícolas. Confira as análises para soja, milho, café e boi gordo.Destaques do episódio:
- Gadolando cobra medidas mais amplas para garantir sobrevivência dos produtores de leite - Federarroz avalia como sucesso os leilões da Conab para escoamento do arroz safra 2024/2025 - Feiras de verão reforçam momento de retomada e investimento da ovinocultura gaúcha - Agrovino projeta semana de negócios aquecidos na ovinocultura gaúcha - Atividades gastronômicas valorizam a carne ovina durante a Agrovino - Remates oficiais Hereford e Braford faturam R$ 47 milhões em 2025 - Promebo registra mais de 45 mil avaliações em 2025 e destaca avanço da raça Brangus - Agptea reconhece avanço com criação de curso de pós-graduação, mas ainda busca demanda agrícola - Abertas inscrições para a Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas - Vitrines tecnológicas apresentam soluções práticas para o sistema produtivo arrozeiro - Mancha Crioula será realizado de cinco a sete de fevereiro de 2026 em Guaíba E mais: Cotações, previsão do tempo e agenda Entrevista: Maurício do Carmo Fernandes, gerente de Stewardship e Sustentabilidade da BASF Soluções para Agricultura
No episódio de hoje do BBcast Agro, Giuliano Pradella, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa a recuperação dos preços em Chicago, o início da colheita no Brasil e a expectativa para o novo relatório do USDA.Destaques do episódio:
No episódio de hoje do BBcast Agro, Leandro Milléo, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente–SP, analisa o impacto da safra recorde na Argentina, os números finais da colheita brasileira e a tendência dos preços.Destaques do episódio:
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*Fique bem-informado com as notícias do Programa Agronegócio Hoje de 06/01/2026*
Programas rurais impulsionam produção em Santa Catarina, com exportações de 1,8 milhão de toneladas e receita de US$ 4 bilhões. Japão fará avaliação in loco do sistema sanitário brasileiro. Em Goiás, suinocultura retoma crescimento do VBP, puxada por mercado externo. Conab destina R$ 106 milhões para compra de leite em pó de pequenos produtores. Tempo: última semana do ano deve ter temporais no país.
No episódio de hoje do BBcast Agro, Giuliano Pradella, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa a queda dos preços em Chicago, o avanço do plantio no Brasil e na Argentina e a estabilidade do mercado interno.Destaques do episódio:
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Programa BNDES já atendeu 642 municípios em 21 estados, com R$ 6,8 bilhões ainda disponíveis para novas contratações. No Banco da Amazônia, financiamentos somaram R$ 2,2 bilhões. Produção agroindustrial segue em alta, puxada por setor de alimentos, que registrou crescimento de 0,8% em outubro na comparação com mesmo mês de 2024. No campo, chuvas da primeira quinzena de dezembro favoreceram desenvolvimento de culturas de primeira safra, segundo Conab. Tempo: terça-feira indica temporais, mantendo regiões Sul e Norte em alerta.
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Listen to the SF Daily podcast for today, November 13, 2025, with host Lorrie Boyer. These quick and informative episodes cover the commodity markets, weather, and the big things happening in agriculture each morning. The CONAB update on Brazil and the delayed weekly ethanol report were released, with the November WASDE report expected tomorrow. Soybean sales outside China remain strong, but trade is skeptical about future sales due to weather and US economic pressures. Tractor and combine sales plummeted in October. Cattle and hog markets were volatile, with live cattle and hogs losing ground. Dry and windy conditions in South Dakota and Texas increase wildfire risks. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
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O presidente da Conab, Edegar Pretto, afirmou que o Brasil caminha para uma nova safra recorde, com previsão de 354,7 milhões de toneladas em 2025/2026. O resultado reflete as políticas do governo Lula que fortalecem a agricultura, o crédito rural e a produção sustentável. Sonora:
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#3em1Agro - confira os destaques desta terça-feira (14/10/25):➡️ Plano Safra 25/26 perde fôlego e total de crédito cai 12%.➡️ Disputa por terras raras entre EUA e China impactará acordo agrícola e relação Brasil-EUA. Entenda! ➡️ Conab divulga primeira projeção para a temporada 25/26. Veja projeções para soja, milho e arroz.
Corn firmed on friendly CONAB data while beans eased slightly. Wheat reversed sharply off lows, cattle hit records, hogs weakened, and gold hit new highs.
A viagem é longa até a Terra Indígena Koatinemo: de Altamira, no coração do Pará, são mais três horas de "voadeira" pelo rio Xingu até chegar à casa do povo asurini, que acaba de comemorar meio século de contato com as populações urbanas "brancas". De lá para cá, o povo indígena resiste às pressões de invasores de terra, do desmatamento e do garimpo ilegal. Agora, faz frente a uma nova e poderosa ameaça: um clima cada vez mais quente. Lúcia Müzell, enviada especial da RFI à Terra Indígena Koatinemo (Pará) Em 2024, pela primeira vez, a seca recorde na Amazônia quebrou a safra da castanha, base da alimentação tradicional e carro-chefe da produção comercializada por populações indígenas, ribeirinhas e extrativistas da região. "Acho que passou uns três, quatro meses sem pingar uma gota de chuva. O verão castigou o nosso castanhal e não teve frutos”, relembra o cacique Kwain Asurini, na aldeia Ita'aka, com pouco menos de 400 habitantes. "A gente também está sentindo essa mudança climática aqui, mesmo sendo a floresta. A floresta sente que o aquecimento está, cada vez mais, prejudicando a própria floresta.” Sem água, os ouriços no alto de uma das árvores mais emblemáticas da Amazônia, a castanheira, não se desenvolveram, e eles caíram na terra vazios. A castanha é um dos produtos da floresta mais sensíveis ao calor, diferentemente de outros frutos, como o açaí. Milhares de pequenos produtores de comunidades tradicionais tiveram impacto não só na renda, como em toda a cadeia alimentar. A castanha é ingrediente para diversos pratos típicos e também é consumida por animais da floresta. Se eles não encontram o fruto, não aparecem e ficam menos acessíveis para a caça de subsistência dos povos indígenas. Iuri Parakanã, um dos caciques da Terra Indígena Apyterewa, descreve a situação como “um desespero” para toda a região conhecida como Terra do Meio. Ele conta que, naquele ano, a mandioca também não cresceu como deveria. "A floresta fala com os indígenas, e nós transmitimos a fala da natureza para o mundo saber o que está acontecendo, o que a natureza está sentindo. Estamos preocupados não somente com o nosso bem viver, mas também com os animais, que estão aqui na floresta e sentem isso”, salienta. "Tudo que plantamos morreu, por causa da quentura." Aquecimento pode chegar a 6°C em 2100 Já faz mais de 40 anos que o respeitado climatologista Carlos Nobre alerta sobre o risco de aumento desta “quentura” que Iuri Parakanã agora sente na Amazônia. Prêmio Nobel da Paz junto com os cientistas do Painel de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC), Nobre afirma que os registros históricos da Amazônia apontavam para uma seca severa a cada 20 anos, em média. Nas últimas duas décadas, porém, quatro episódios graves de estiagem já ocorreram. Pior: os dois últimos se repetiram em dois anos consecutivos, 2023 e 2024 – quando o bioma teve a mais forte seca já registrada. "Mesmo que não tivesse nenhum fogo de origem humana, ainda assim seria muito difícil para a floresta se recompor. Quando tem uma seca muito forte, são quatro ou cinco anos para começar a recompor”, explica. "Mas aí vem uma outra seca, então, o que está acontecendo é que com essas quatro secas muito fortes, aumentou demais a área degradada na Amazônia." Estudos mostram que 40% da Amazônia já estão em algum estágio de degradação. A temperatura na região tem aumentado de 0,3°C a 0,4°C por década, havendo projeções que apontam para uma alta de até 6°C até 2100, no cenário de altas emissões de gases de efeito estufa, em comparação aos níveis pré-industriais. Na Terra Indígena Koatinemo, a adaptação às mudanças climáticas foi um dos tópicos mais debatidos na 10ª edição da Semana do Extrativismo (Semex), realizada em maio. Representantes de dezenas de comunidades tradicionais relataram o impacto da seca nos seus plantios de subsistência. "Os cacaus secaram, os rios e igarapés secaram e os animais sentiram. Os rios também secaram além do normal. Os peixes diminuíram muito”, disse Kremoro Xikrin, que veio do território de Trincheira Bacajá para o encontro. Carlos Nobre e o risco de colapso da floresta Enquanto isso, em volta da floresta protegida, o desmatamento continua – diminuindo a resiliência da mata para um clima em mutação. “A intenção deles é só fazer capim e pasto para o gado. Não plantam mais um pé de mandioca. Não plantam milho, não plantam feijão, não plantam um arroz”, diz o pequeno agricultor Joilton Moreira, ao contar sobre a pressão da ampliação das terras por grandes fazendeiros em torno da Comunidade Santa Fé, em Uruará, onde ele vive. Em 1990, um grupo de cientistas coordenados por Carlos Nobre advertiu, pela primeira vez, sobre o risco de a Amazônia atingir “um ponto de não retorno” causado pelas mudanças climáticas e à degradação – ou seja, de a floresta não conseguir mais se regenerar ao seu estado original. O aumento do desmatamento e dos incêndios é fatal para esta tendência. “Tem a seca do aquecimento global e aí fica mais seco ainda por causa do desmatamento, e muito mais quente. A temperatura ali às vezes aumenta mais de 2ºC do que vem de uma onda de calor na região, comparando com uma região que não tem nada de desmatamento”, salienta. "A floresta recicla muito bem a água, baixa a temperatura e às vezes até aumenta a chuva. Mas quando você tem superáreas desmatadas, diminui tanto a reciclagem de água que aumenta a temperatura e você tem menos chuva.” Outro complicador são as queimadas, em alta no bioma. Não mais do que 5% dos incêndios ocorrem por descargas elétricas, ou seja, por causas naturais como raios, assegura Nobre. "Não é natural. Os incêndios explodiram e mais de 95% são de origem humana. Aí vem um outro fator de degradação enorme da floresta: tivemos, no ano passado, a maior área degradada na Amazônia, porque teve muito incêndio”, ressalta. "E como tinha o recorde de seca e de onda de calor, a vegetação ficou muito inflamável, aumentando muito a propagação do fogo.” Populações locais se organizam para se adaptar Nas comunidades tradicionais, a escala de produção na floresta se dá pela união dos povos, e não pelo desmatamento e a monocultura. A castanha, comum na região do Xingu, conectou a Rede da Terra do Meio, uma articulação de povos indígenas, ribeirinhos, extrativistas e da agricultura familiar que, a partir dos seus conhecimentos de manejo florestal, busca impulsionar a comercialização do excedente da produção nos territórios. A quebra da safra da castanha em 2024 e a provável repetição do drama no futuro aceleram os projetos de diversificação produtiva da rede. Uma das ideias é planejar estoques de outros produtos menos sensíveis ao clima, como o babaçu. "Não vai dar para cruzar os braços agora e dizer que foi esse ano e, no outro, não vai ser. A gente sabe que sempre vai ter esses problemas, então a rede serve para observar, para tomar cuidado e a gente se organizar para fugir dessas situações”, afirma Francisco de Assis Porto de Oliveira, da reserva extrativista do rio Iriri e presidente da Rede Terra do Meio. “Quando fala de renda, a gente tem que ter muito cuidado, porque se deixarmos para cuidar do problema depois de ele ser identificado, pode ser muito tarde." A rede tem pressionado para que os produtos da floresta sejam cobertos por seguros climáticos, a exemplo dos que beneficiam monoculturas como a soja ou milho. Novas dificuldades surgiram, como o aumento das pragas nas roças e o impacto no transporte, majoritariamente fluvial. Com os rios mais secos, o acesso das comunidades tradicionais a políticas públicas também é prejudicado. Duas delas têm buscado ampliar a participação de indígenas, extrativistas e pequenos agricultores: o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Cada vez mais, as escolas nas comunidades locais oferecem merenda com ingredientes tradicionais, dando um impulso importante à diversificação produtiva nos territórios. Atualmente, 87 produtos da floresta foram integrados à cesta do PAA. "O próprio Estado não conhecia esses alimentos, e a gente precisou provar que eles existem. A gente precisou vir no campo, coletar o cacauí e levar par ao pessoal da Conab, que só conhecia o cacau”, observa Marcio Luiz Silva Souza, engenheiro florestal e técnico da Rede Terra do Meio. “Tem o uxi, uma fruta muito boa que tem em vários territórios e o pessoal não conhecia, a golosa, uma fruta muito saborosa. Palmito de babaçu, tucum, inajá, piqui, cajá. Várias frutas da natureza”, exemplifica. Coleta de sementes contribui para reflorestamento Novas parcerias comerciais impulsionam a diversificação. A produção de sementes, por exemplo, representa um potencial ainda pouco explorado pelas comunidades da floresta. "A gente está num ano de COP, está se falando de mudanças climáticas, de recompor a floresta que já foi destruída. Todos os territórios estão coletando e disponibilizando suas sementes”, continua Souza. Espécies conhecidas e valorizadas, como a castanha e a seringa, já estão consolidadas, mas a demanda por diversidade de sementes nativas tende a crescer para atender a obrigações de reflorestamento por grandes empresas ou empreendimentos, que possuem passivos ambientais. “A gente vai comprar ipê, jatobá, várias favas cabulosas que ninguém nunca observou porque não existia interesse econômico por elas. Com este estímulo do reflorestamento, a gente vai poder incluir segmentos da população brasileira que estão completamente isolados: pequenos produtores rurais muito vulneráveis, comunidades tradicionais, quilombolas, ribeirinhas, indígenas, que moram na floresta e estão longe dos grandes centros econômicos”, afirma Marie de Lassus, diretora de suprimentos da Morfo. A empresa é especializada em restauração de florestas nativas no Brasil e faz a ponte entre a demanda crescente e os coletores de sementes, usadas na recuperação de áreas desmatadas ou degradadas. “Eles mesmos estão começando a entender que existe potencialmente um mercado. Eu recebi sementes deles e a gente já plantou em Santarém, ano passado, num projeto experimental com Embrapa”, indica de Lassus. COP30 e o papel das comunidades tradicionais contra a crise climática Ao colaborar para o reflorestamento, a cadeia das sementes também contribui para o enfrentamento da crise climática. A meta do Brasil é recuperar 12 milhões de hectares de floresta em todo o país, até 2030. Projetos como este estarão em destaque na Conferência do Clima de Belém (COP30), em novembro. Promover sistemas de produção e alimentares que transformam floresta em floresta é investir em um programa climático, avalia Jefferson Straatmann, facilitador de Economias da Sociobiodiversidade do Instituto Socioambiental (ISA). “Essas conferências, a partir da Rio 92, trouxeram para a sociedade a importância dessa questão, que foi se desdobrando na criação dos territórios tradicionais, em cobrança entre os países para que algo fosse feito. Se a gente não tivesse as conferências da ONU para ter essa troca, muito provavelmente cada país estaria agindo ao seu total entendimento”, analisa. “A gente tem uma crise que é planetária. A COP ser na Amazônia eu acho que traz essa possibilidade de um olhar para esses povos e para seus modos de vida, para suas economias, como um caminho futuro. Não precisa ser igual, não vai ser igual. Mas tem referências que a gente precisa buscar para construir um novo caminho de sociedade”, espera Straatmann. * Esta é a terceira reportagem da série Caminhos para uma Amazônia sustentável, do podcast Planeta Verde. As reportagens, parcialmente financiadas pelo Imaflora, vão ao ar todas as quintas-feiras até a COP30 em Belém, em novembro.
Listen to the SF Daily podcast for today, September 19, 2025, with host Lorrie Boyer. These quick and informative episodes cover the commodity markets, weather, and the big things happening in agriculture each morning. Uncertainty in U.S. corn yields and quality is leading to questions about price discovery. China's soybean purchases are below expectations. Presidential talks between Trump and Xi may influence ag trade. Brazil's CONAB projected a 138.3 million metric ton corn crop for 2025-2026, down slightly from last year, with soybean production at 177.7 million metric tons. Wheat sales and exports saw significant week-over-week increases. Cattle traders are maintaining long positions amid weak boxed beef prices. Isolated thunderstorms and potential flooding were noted in the weather segment. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
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