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Alta do petróleo, pressão cambial e incertezas logísticas podem afetar custos e exportações de grãos. Aliança Láctea busca reduzir a dependência do mercado interno e ampliar a competitividade do setor. Consumo de peixe cresce até 40% na Quaresma, e a piscicultura reforça o manejo no período. Agronegócio goiano impulsiona alta nas exportações; setor respondeu por mais de 67% dos embarques ao longo de janeiro. Tempo: semana encerra com temporais na região Sul e chuvas no Sudeste do país.
No episódio de hoje do BB Cast Agro, Emerson Gheri, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO), analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para a valorização do boi gordo, a firmeza da demanda externa e as oportunidades de gestão de risco no mercado futuro.Destaques do episódio:
En un encuentro técnico de alto nivel, la Fiscalía General del Estado de Bolivia expuso la arquitectura y operatividad de su plataforma digital, El Ecosistema ROMA, consolidando el desarrollo de software nacional como un modelo de eficiencia para la justicia en la región.
Alta do petróleo e da ureia eleva despesas de produção no campo e tende a chegar ao consumidor. Vendas externas de tabaco ultrapassam US$ 3,3 bilhões com crescimento puxado pelo aumento do volume embarcado. Rincon del Sarandy anuncia a liquidação total do plantel de 30 anos. Serão ofertados cerca de 2,5 mil animais em 12 leilões virtuais. Tempo: quinta-feira será marcada por temporais na região Sul e baixa umidade no Sudeste do país.
Só no ano passado, as exportações diretas para o Oriente Médio somaram 2 bilhões de dólaresO Brasil é o maior produtor e exportador mundial de carne bovina e de carne halalA grande questão é: até quando o conflito deve durar?
00:00 O lugar mais perigoso do mundo hoje00:12 O impacto da guerra no seu bolso01:40 O Estreito de Ormuz e os 20% do petróleo global02:18 Petróleo a US$ 100: O que esperar?04:18 Como isso afeta gasolina e inflação no Brasil05:23 Selic pode parar de cair?05:54 O paradoxo da Petrobras e a arrecadação do governo06:39 O risco silencioso no Agronegócio brasileiro07:42 A crise da ureia e dos fertilizantes iranianos08:19 Exportações de carne Halal sob ameaça08:31 Oportunidades para se beneficiar na crise (Onde investir?)10:25 Conclusão10:53 RC Club e RC Wealth
#3em1Agro - confira os destaques desta sexta-feira (02/03/26):➡️ Petróleo atinge cotação máxima em anos e impacta diesel no Brasil. ➡️ Óleo de soja atinge pico de preço. Entenda o que muda para grãos! ➡️ Fertilizantes: atualizações para ureia e fosfatados após guerra EUA-Irã.➡️ Exportação de milho do Brasil para o Irã está sendo impactada?➡️ Cancelamento de demanda ou mudança de rota: o que muda para frango brasileiro exportado para o Oriente Médio?
Ricardo Arioli comenta algumas das principais notícias da semana, ligadas ao Agro. Exportações de carnes bombando em Fevereiro. As ONGs continuam no comando, sempre contra o Agro. Novas Tarifas americanas beneficiam o Brasil. Dados sobre o uso, distribuição e tributação de combustíveis no Brasil ajuda a entender muita coisa.
O setor de pescados do Espírito Santo começa a retomar o fôlego após um período de crise profunda nas exportações. O motivo? Uma decisão da Justiça dos Estados Unidos que declarou ilegal o 'tarifaço' de 50% sobre o peixe brasileiro.Para se ter uma ideia do estrago, entre agosto de 2025 e janeiro deste ano, as exportações em Itapemirim — que detém o maior terminal pesqueiro do Estado — desabaram mais de 60% por causa do tarifaço. O ritmo de trabalho nas empresas caiu drasticamente. O empresário e presidente do Sindipesca-Es, Mauro Lúcio Peçanha, acredita que, já a partir de março, os embarques diários voltem ao normal. Ouça a conversa completa!Agora, com a tarifa reduzida para 10% (válida por 150 dias), a expectativa é de retomada imediata. O mercado norte-americano é vital para o Espírito Santo: no ano passado, praticamente toda a exportação de pescado capixaba teve os Estados Unidos como destino.
No episódio de hoje do BB Cast Agro, Bruno Viglioni, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), analisa o cenário da suinocultura brasileira, destacando o desempenho recorde das exportações em 2025 e as perspectivas para o início de 2026.Destaques do episódio:
Geraldo Melo Filho- secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo
Coalizão de voluntários, liderada porFrança e Reino Unido, cobra de Moscou um cessar-fogo incondicional. E ainda:- China anuncia a suspensão de exportações de tecnologia e equipamentos "de uso dual" para 20 empresas japonesas ligadas ao setor de defesa, dizendo que quer impedir a remilitarização do Japão- No Sudão, ataques de drones intensificam a guerra entre as Forças Armadas Sudanesas e a milícia das Forças de Apoio Rápido e deixam ainda mais distante um cessar-fogo Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 Segundos Fale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon após a divulgação da primeira estimativa de safra e os recentes movimentos do mercado internacional.Destaques do episódio:
A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça decidiu que o limite de 20 salários mínimos previsto na Lei 6.950/1981 não se aplica à base de cálculo das contribuições parafiscais destinadas a terceiros, como os serviços sociais autônomos.Essa decisão foi tomada em julgamento realizado sob o rito dos recursos repetitivos, Tema 1.390. Isso significa que ela vai servir de base para os demais tribunais do país, quando julgarem casos semelhantes. A tese firmada alcança o salário-educação e contribuições destinadas a entidades como Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Serviço Social do Transporte (Sest), Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat), Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Fundo Aeroviário (Faer), Diretoria de Portos e Costas (DPC) e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).O colegiado destacou que, em 2024, no julgamento do Tema 1.079, já havia definido que o teto não incide sobre as contribuições ao Senai, Sesi, Sesc e Senac, após a entrada em vigor do Decreto-Lei 2.318/1986.A relatora, ministra Maria Thereza de Assis Moura, explicou que, no caso do salário-educação, do Senar e do Sescoop, a própria legislação específica e a Constituição já estabelecem a base de cálculo, afastando a aplicação do limite.Quanto às demais entidades, a ministra afirmou que algumas contribuições possuem a mesma base de cálculo das destinadas ao Sesi, Senai e Sesc, seja por destinação diversa, seja por incidirem como adicional sobre essa base, o que igualmente afasta o teto.A Primeira Seção também decidiu não modular os efeitos da decisão. Segundo a relatora, não havia jurisprudência consolidada favorável aos contribuintes que justificasse a medida excepcional.
Confira nesta edição: Ministério da Educação divulga calendário de pagamentos do Pé-de-Meia, programa que beneficia estudantes matriculados no ensino médio. Novo relator do caso Master no STF, ministro André Mendonça amplia autonomia da Polícia Federal em investigações sobre possíveis fraudes no banco. Veja ainda: Lula inaugura escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações na Índia.
No quadro PECUÁRIA LEITEIRA, retomada da alta nos preços do leite ao produtor deve acontecer nesse trimestre, alerta Stonex ; no quadro NA PONTA DO LÁPIS , a importância da gestão eficiente em tempos de ciclo de alta nos preços na pecuária
No quadro PECUÁRIA LEITEIRA, retomada da alta nos preços do leite ao produtor deve acontecer nesse trimestre, alerta Stonex ; no quadro NA PONTA DO LÁPIS , a importância da gestão eficiente em tempos de ciclo de alta nos preços na pecuária
Ano começa com mudanças importantes na dinâmica histórica de oferta e demanda
O Brasil alcançou um novo patamar no cenário global ao abrir 500 novos mercados internacionais em pouco mais de dois anos. Entre 2023 e 2025, o País ampliou as exportações do agronegócio para mais de 80 países, consolidando-se como um dos principais fornecedores do mundo. Em entrevista mediada pela jornalista Soana Guerreiro, Jorge Viana, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) explica como esse avanço foi possível e analisa os impactos econômicos e estratégicos de o Brasil ser reconhecido como um dos “celeiros do mundo”. No episódio, Viana fala ainda sobre o que esse volume de novos mercados representa para a economia brasileira, quem foram os parceiros mais estratégicos no período e qual é o papel da ApexBrasil nas negociações internacionais. Ouça! See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alta nas vendas externas, poder de barganha na cadeia e custos dos grãos moldam as margens do setor.
No episódio de hoje do BBcast Agro, Nataly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), traz as atualizações do cenário da bovinocultura de corte em 19 de fevereiro de 2026.Destaques do episódio:
Inovação genética e clima favorável impulsionam produção da maçã pelo país. Com superávit de US$ 1,7 bilhão na balança comercial, o agronegócio mineiro alcançou 153 países em janeiro. Crédito rural do Plano Safra empresarial cresce 6% e soma R$ 316,57 bilhões. Geração de emprego no campo cresceu 31,3% em 2025. Tempo: temporais aumentam no Sudeste e chuva volumosa preocupa.
O governo do Brasil é recebido em visita de Estado à Índia nesta semana, após uma cúpula internacional sobre inteligência artificial realizada pelo país asiático. No cenário das barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos ao resto do mundo e de alta dependência global da China, as duas potências emergentes buscam ampliar a cooperação e as parcerias comerciais bilaterais e no âmbito do Mercosul – mas têm pela frente obstáculos importantes a superar. Brasília e Nova Délhi são concorrentes em vários setores, principalmente no agronegócio (açúcar, arroz, carne bovina, derivados de soja, algodão), mas também na energia – ambos são grandes produtores de biocombustíveis –, além das indústrias química e farmacêutica. Em paralelo, os dois países buscam inserção nos mercados emergentes e em desenvolvimento na África e na Ásia. É neste contexto que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro Narendra Modi tentarão encontrar pontos de convergência, na sequência da aproximação acelerada em 2025, quando o premiê indiano foi recebido em Brasília para uma visita de Estado. “Precisa fazer a ponte. A Índia está descobrindo o Brasil e eu acho que já sabe o potencial da América Latina. E o Brasil começou a explorar Índia”, nota Umesh Mukhi, professor-associado de Administração da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Quando eu converso com pessoas, percebo que há uma lacuna de conhecimento. Acho que o papel da academia para favorecer intercâmbio, promover conhecimento atualizado, é fundamental para moldar opiniões.” Hoje, os países são parceiros comerciais ainda pouco relevantes: a Índia é o 10° destino das exportações brasileiras, num total de US$ 6,9 bilhões em 2025. O Brasil é deficitário na balança comercial com o país asiático, mas estes números estão em ascensão. "Tivemos um crescimento significativo de 30% no fluxo de comércio de 2024 para 2025, mas isso é pouco, considerando o potencial", salienta o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana. Para impulsionar as trocas, a entidade inaugura um escritório no país, um mercado potencial de 1,4 bilhão de consumidores. A comitiva presidencial ilustra o novo peso que Brasília quer dar ao país: Lula chega a Nova Délhi acompanhado de cerca de 10 ministros e mais de 300 empresários. "A Apex entende que essa nova fase na relação Brasil-Índia começa com muita força a partir da viagem do presidente Lula. Com o primeiro-ministro Modi, eles vão construir uma história que vai gerar muitos recursos e possibilidades de cooperação e negócios", frisa Viana. Oportunidade para o desenvolvimento de tecnologias As oportunidades vão muito além do comércio de commodities e petróleo, salienta o especialista indiano: os serviços tecnológicos, financeiros e as áreas de defesa e aviação civil representam a possibilidade de impulso para o desenvolvimento e a inovação no Brasil. “A Índia já é uma potência tecnológica. Todas as empresas de tecnologia que fornecem serviços em outros países desenvolvidos estão aqui no Brasil, e a situação global está favorecendo esse investimento no Brasil”, explica. “Quando eu converso com empresários e executivos desses setores, brasileiros que trabalham dentro de empresas indianas, eles têm muita demanda por talento e não estão encontrando esses profissionais aqui no Brasil. Eles sempre procuram saber como o Brasil vai facilitar o intercâmbio de talentos – e, quanto mais talentos vierem, mais investimentos haverá no setor tecnológico”, diz Primeiro memorando sobre minerais críticos Por outro lado, é esperada a assinatura de um memorando de entendimento sobre minerais críticos, dos quais o Brasil detém as segundas maiores reservas do mundo. Será a primeira vez que o país estabelecerá com outra nação um acordo sobre esses minérios, estratégicos para a transição energética. “Foi uma iniciativa do Ministério de Minas e Energia, que segue a política brasileira de priorizar o tema e de manter o país aberto à cooperação internacional neste sentido, para trazer valor agregado à produção nacional”, detalhou Susan Kleebank, secretária do Itamaraty para a Ásia e o Pacífico, em briefing à imprensa. “Para que não apenas tenhamos o minério, mas possamos produzir e processar esse minério aqui, chegando a resultados para a nossa indústria e a nossa segurança nacional”, completou. Acordo Índia-Mercosul A viagem também será uma ocasião para o presidente discutir as oportunidades de expansão do comércio com os países do Mercosul. Desde 2009, está em vigor um Acordo de Preferências Tarifárias que reduz as taxas de importação entre a Índia e o bloco sul-americano para uma lista limitada de produtos, contemplando apenas 14% da pauta exportadora brasileira. “Com as mudanças no cenário geopolítico, eu acho que existe uma possibilidade de acelerar, da mesma maneira que a Índia conseguiu acelerar o processo com a Europa”, aponta Mukhi. Em janeiro, Nova Délhi firmou um amplo pacto de livre comércio com a União Europeia, que vai eliminar 97% das tarifas em vigor no comércio bilateral. A ofensiva comercial de Donald Trump contra indianos e brasileiros leva as duas potências a tentarem aumentar o escopo do tratado atual, aposta o professor-associado da FGV. “Eu acho que isso é questão interna, de como o Mercosul se disponibiliza para facilitar esse processo. Vai exigir que a gente saia de nossa zona de conforto e tome algumas decisões duras. Alguns setores vão ser afetados, mas cada setor tem que se adaptar”, indica, referindo-se à agricultura. “Apesar de ser a quarta economia do mundo, a Índia ainda tem grande parte da população de pequenos produtores dependendo da agricultura familiar. Quando você tem um acordo que prejudica essa fatia da população, é um pouco arriscado”, complementa. Leia tambémMacron vai à Índia debater IA, de olho na ampliação do comércio bilateral com o país
A InvestSP prorrogou o prazo de inscrições para a primeira turma de 2026 do programa Exporta SP até o dia 6 de março. A decisão amplia o tempo disponível para que micro, pequenas e médias empresas, startups e produtores rurais paulistas se candidatem à capacitação gratuita que prepara negócios para operar no mercado internacional.
Ricardo Arioli comenta mais algumas notícias do início do ano, ligadas ao Agro. CNA quer proibir nomenclatura de produtos não-lácteos que confundem os consumidores. Exportações de Pulses crescem e estamos só no começo. Carne suína é destaque nos mercados interno e externo. Espanhóis protestam contra o Acordo Mercosul- União Europeia, sem saber o que fazem. Pecuaristas americanos reclamam da importação de carne da Argentina por Decreto do Presidente Tump.
No episódio de hoje do BBcast Agro – Mercado de Grãos, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), apresenta uma análise do cenário do milho em 13 de fevereiro de 2026, destacando os principais dados do relatório do USDA, o andamento da safra brasileira e o comportamento dos preços no mercado físico e futuro.Destaques do episódio:
Rancho Sagrada Família produz e exporta mangas no Vale do São Francisco
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Embarques devem voltar ao campo positivo com a entrada da nova safra, com o robusta recuperando o potencial competitivo no mercado internacional
NESTA EDIÇÃO. Cresce a importância da Índia na venda de petróleo do Brasil no mercado internacional. Ibama multa Petrobras por vazamento na Foz do Amazonas. Alerj cria CPI para investigar renovação das concessões da CEG e CEG Rio. Governo lança chamada de inovação com R$ 500 milhões para transição energética. ***Locução gerada por IA
Ricardo Arioli comenta algumas das notícias da semana, ligadas ao Agro. Exportações de fertilizantes, cigarrinha causando prejuízos no Milho, Etanol de Milho e a Biomassa, rebanho bovino nos EUA caindo, traz reflexos no Brasil
Crescimento previsto é influenciado pelo incremento de 4,1% na área em produção em relação a 2025. Brasil exportou 34.468 toneladas de mel “in natura” entre janeiro e dezembro de 2025, volume 9,1% inferior ao registrado no mesmo período de 2024. Mesmo com a retração no volume, a receita alcançou US$ 116,472 milhões, crescimento de 15,8% na comparação anual. Câmara pode votar projeto que proíbe o uso da palavra "leite" em embalagens de produtos de origem vegetal. FPA discute alta no preço dos fretes neste começo de ano. Tempo: frente fria reforça chuva persistente e eleva o risco no Sudeste.
Mesmo abaixo do recorde, mercado externo pode abrir oportunidade ao produtor
Para Lygia Pimentel da Agrifatto, a constatação de uma oferta mais enxuta será confirmada pelo ritmo dos abates oficiais
Permanência da taxação vêm ocasionando perda significativa de competitividade do produto brasileiro no mercado internacional, e já resultou na queda de 28% dos embarques ao país americano no ano passado
No quadro MANEJO EFICIENTE , o uso do farelo de algodão com 42% de proteína como alternativa rentável na dieta dos animais
Direto da Gulfood em Dubai, presidente da ABPA também fala sobre os negócios durante a feira e as expectativas para a exportação de frango em 2026
Após recordes de 2025, exportação de frutas deve ter mais um ano positivo em 2026
José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nível dos estoques brasileiros também segue no radar mercadológico, e deve permanecer justo até 2027
Europa exporta 300.000 millones de ahorro al año por falta de ecosistema financiero atractivo: el diagnóstico de Susana Burgos que urge retener el capital
En el episodio de hoy de VG Daily, Juan Manuel de los Reyes y Andre Dos Santos repasan una mañana cargada de resultados y macro, conectando cómo se está moviendo el “riesgo” en mercados. En el bloque de bancos, se analiza por qué Morgan Stanley se apoyó en la fortaleza de Wealth Management (con ingresos y activos en máximos) y cómo Goldman mostró tracción en trading y gestión de activos, pero con el ruido puntual de su salida del negocio de Apple Card. Luego se analiza el reporte de TSMC, que salto fuertemente luego de mostrar ganancias y elevar el tono con un plan de capex 2026. Finalmente, se aterriza en China con un dato de un superávit comercial récord cercano a $1.2 billones en 2025, pese a una caída de exportaciones a EE.UU., reabre el debate de “overcapacity”, dumping y el riesgo de más medidas comerciales.
Tendência para 2026 é de redução na oferta que deve se ajustar a uma menor demanda externa, impactada pelo fator China
Oferta compassada de animais, consumo interno reduzido e incerteza com o ritmo das exportações devem manter mercado equilibrado ou com leves alta no trimestre
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Lula discute crise na Venezuela com líderes e defende solução pacífica e respeito ao direito internacional. Exportações de Minas Gerais para os EUA caem com tarifaço de Trump. União Europeia vota acordo de livre comércio com Mercosul e enfrenta resistência. Especialistas indicam que Banco Central pode reduzir Selic em 2026 após alta histórica.
Mesmo com o cenário internacional instável e o tarifaço dos EUA, as exportações brasileiras bateram a marca de US$348,7 bilhões, superando em US$ 9 bilhões o recorde anterior, em 2023. Os últimos três anos apresentaram os melhores resultados para a balança comercial.Sonora:
Cenário é valido para o primeiro semestre do ano por conta de China acelerando compras, EUA avançando na demanda e oferta contida por pecuaristas brasileiros
Entre os fatores que corroboram com a visão do analista estão restrições abrangentes que afetam outros países além do Brasil, demanda chinesa aquecida e oferta de animais reduzida
En el episodio de hoy de VG Daily, Andre Dos Santos y Juan Manuel de los Reyes exploran tres historias que revelan hacia dónde se mueve la economía global y la tecnología. Arrancan con la sorpresiva compra de Confluent por parte de IBM, una apuesta de once mil millones de dólares que marca cómo la infraestructura de datos en tiempo real se está convirtiendo en el nuevo corazón de la inteligencia artificial. Desde ahí saltan a China, donde las exportaciones hacia Estados Unidos se desplomaron en noviembre, un movimiento que pone en contexto el impacto acumulado de la tensión arancelaria y el reacomodo de cadenas de suministro. Para cerrar, analizan las nuevas multas de la Unión Europea contra X, parte de una tendencia creciente de sanciones a Big Tech y discuten si esta ola regulatoria está empezando a frenar la innovación en la región. Un episodio que conecta tecnología, geopolítica y regulación para entender el mapa económico que viene.