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No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon após a divulgação da primeira estimativa de safra e os recentes movimentos do mercado internacional.Destaques do episódio:
A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça decidiu que o limite de 20 salários mínimos previsto na Lei 6.950/1981 não se aplica à base de cálculo das contribuições parafiscais destinadas a terceiros, como os serviços sociais autônomos.Essa decisão foi tomada em julgamento realizado sob o rito dos recursos repetitivos, Tema 1.390. Isso significa que ela vai servir de base para os demais tribunais do país, quando julgarem casos semelhantes. A tese firmada alcança o salário-educação e contribuições destinadas a entidades como Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Serviço Social do Transporte (Sest), Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat), Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Fundo Aeroviário (Faer), Diretoria de Portos e Costas (DPC) e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).O colegiado destacou que, em 2024, no julgamento do Tema 1.079, já havia definido que o teto não incide sobre as contribuições ao Senai, Sesi, Sesc e Senac, após a entrada em vigor do Decreto-Lei 2.318/1986.A relatora, ministra Maria Thereza de Assis Moura, explicou que, no caso do salário-educação, do Senar e do Sescoop, a própria legislação específica e a Constituição já estabelecem a base de cálculo, afastando a aplicação do limite.Quanto às demais entidades, a ministra afirmou que algumas contribuições possuem a mesma base de cálculo das destinadas ao Sesi, Senai e Sesc, seja por destinação diversa, seja por incidirem como adicional sobre essa base, o que igualmente afasta o teto.A Primeira Seção também decidiu não modular os efeitos da decisão. Segundo a relatora, não havia jurisprudência consolidada favorável aos contribuintes que justificasse a medida excepcional.
Confira nesta edição: Ministério da Educação divulga calendário de pagamentos do Pé-de-Meia, programa que beneficia estudantes matriculados no ensino médio. Novo relator do caso Master no STF, ministro André Mendonça amplia autonomia da Polícia Federal em investigações sobre possíveis fraudes no banco. Veja ainda: Lula inaugura escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações na Índia.
Ano começa com mudanças importantes na dinâmica histórica de oferta e demanda
No quadro PECUÁRIA LEITEIRA, retomada da alta nos preços do leite ao produtor deve acontecer nesse trimestre, alerta Stonex ; no quadro NA PONTA DO LÁPIS , a importância da gestão eficiente em tempos de ciclo de alta nos preços na pecuária
No quadro PECUÁRIA LEITEIRA, retomada da alta nos preços do leite ao produtor deve acontecer nesse trimestre, alerta Stonex ; no quadro NA PONTA DO LÁPIS , a importância da gestão eficiente em tempos de ciclo de alta nos preços na pecuária
O Brasil alcançou um novo patamar no cenário global ao abrir 500 novos mercados internacionais em pouco mais de dois anos. Entre 2023 e 2025, o País ampliou as exportações do agronegócio para mais de 80 países, consolidando-se como um dos principais fornecedores do mundo. Em entrevista mediada pela jornalista Soana Guerreiro, Jorge Viana, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) explica como esse avanço foi possível e analisa os impactos econômicos e estratégicos de o Brasil ser reconhecido como um dos “celeiros do mundo”. No episódio, Viana fala ainda sobre o que esse volume de novos mercados representa para a economia brasileira, quem foram os parceiros mais estratégicos no período e qual é o papel da ApexBrasil nas negociações internacionais. Ouça! See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alta nas vendas externas, poder de barganha na cadeia e custos dos grãos moldam as margens do setor.
No episódio de hoje do BBcast Agro, Nataly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), traz as atualizações do cenário da bovinocultura de corte em 19 de fevereiro de 2026.Destaques do episódio:
O governo do Brasil é recebido em visita de Estado à Índia nesta semana, após uma cúpula internacional sobre inteligência artificial realizada pelo país asiático. No cenário das barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos ao resto do mundo e de alta dependência global da China, as duas potências emergentes buscam ampliar a cooperação e as parcerias comerciais bilaterais e no âmbito do Mercosul – mas têm pela frente obstáculos importantes a superar. Brasília e Nova Délhi são concorrentes em vários setores, principalmente no agronegócio (açúcar, arroz, carne bovina, derivados de soja, algodão), mas também na energia – ambos são grandes produtores de biocombustíveis –, além das indústrias química e farmacêutica. Em paralelo, os dois países buscam inserção nos mercados emergentes e em desenvolvimento na África e na Ásia. É neste contexto que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro Narendra Modi tentarão encontrar pontos de convergência, na sequência da aproximação acelerada em 2025, quando o premiê indiano foi recebido em Brasília para uma visita de Estado. “Precisa fazer a ponte. A Índia está descobrindo o Brasil e eu acho que já sabe o potencial da América Latina. E o Brasil começou a explorar Índia”, nota Umesh Mukhi, professor-associado de Administração da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Quando eu converso com pessoas, percebo que há uma lacuna de conhecimento. Acho que o papel da academia para favorecer intercâmbio, promover conhecimento atualizado, é fundamental para moldar opiniões.” Hoje, os países são parceiros comerciais ainda pouco relevantes: a Índia é o 10° destino das exportações brasileiras, num total de US$ 6,9 bilhões em 2025. O Brasil é deficitário na balança comercial com o país asiático, mas estes números estão em ascensão. "Tivemos um crescimento significativo de 30% no fluxo de comércio de 2024 para 2025, mas isso é pouco, considerando o potencial", salienta o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana. Para impulsionar as trocas, a entidade inaugura um escritório no país, um mercado potencial de 1,4 bilhão de consumidores. A comitiva presidencial ilustra o novo peso que Brasília quer dar ao país: Lula chega a Nova Délhi acompanhado de cerca de 10 ministros e mais de 300 empresários. "A Apex entende que essa nova fase na relação Brasil-Índia começa com muita força a partir da viagem do presidente Lula. Com o primeiro-ministro Modi, eles vão construir uma história que vai gerar muitos recursos e possibilidades de cooperação e negócios", frisa Viana. Oportunidade para o desenvolvimento de tecnologias As oportunidades vão muito além do comércio de commodities e petróleo, salienta o especialista indiano: os serviços tecnológicos, financeiros e as áreas de defesa e aviação civil representam a possibilidade de impulso para o desenvolvimento e a inovação no Brasil. “A Índia já é uma potência tecnológica. Todas as empresas de tecnologia que fornecem serviços em outros países desenvolvidos estão aqui no Brasil, e a situação global está favorecendo esse investimento no Brasil”, explica. “Quando eu converso com empresários e executivos desses setores, brasileiros que trabalham dentro de empresas indianas, eles têm muita demanda por talento e não estão encontrando esses profissionais aqui no Brasil. Eles sempre procuram saber como o Brasil vai facilitar o intercâmbio de talentos – e, quanto mais talentos vierem, mais investimentos haverá no setor tecnológico”, diz Primeiro memorando sobre minerais críticos Por outro lado, é esperada a assinatura de um memorando de entendimento sobre minerais críticos, dos quais o Brasil detém as segundas maiores reservas do mundo. Será a primeira vez que o país estabelecerá com outra nação um acordo sobre esses minérios, estratégicos para a transição energética. “Foi uma iniciativa do Ministério de Minas e Energia, que segue a política brasileira de priorizar o tema e de manter o país aberto à cooperação internacional neste sentido, para trazer valor agregado à produção nacional”, detalhou Susan Kleebank, secretária do Itamaraty para a Ásia e o Pacífico, em briefing à imprensa. “Para que não apenas tenhamos o minério, mas possamos produzir e processar esse minério aqui, chegando a resultados para a nossa indústria e a nossa segurança nacional”, completou. Acordo Índia-Mercosul A viagem também será uma ocasião para o presidente discutir as oportunidades de expansão do comércio com os países do Mercosul. Desde 2009, está em vigor um Acordo de Preferências Tarifárias que reduz as taxas de importação entre a Índia e o bloco sul-americano para uma lista limitada de produtos, contemplando apenas 14% da pauta exportadora brasileira. “Com as mudanças no cenário geopolítico, eu acho que existe uma possibilidade de acelerar, da mesma maneira que a Índia conseguiu acelerar o processo com a Europa”, aponta Mukhi. Em janeiro, Nova Délhi firmou um amplo pacto de livre comércio com a União Europeia, que vai eliminar 97% das tarifas em vigor no comércio bilateral. A ofensiva comercial de Donald Trump contra indianos e brasileiros leva as duas potências a tentarem aumentar o escopo do tratado atual, aposta o professor-associado da FGV. “Eu acho que isso é questão interna, de como o Mercosul se disponibiliza para facilitar esse processo. Vai exigir que a gente saia de nossa zona de conforto e tome algumas decisões duras. Alguns setores vão ser afetados, mas cada setor tem que se adaptar”, indica, referindo-se à agricultura. “Apesar de ser a quarta economia do mundo, a Índia ainda tem grande parte da população de pequenos produtores dependendo da agricultura familiar. Quando você tem um acordo que prejudica essa fatia da população, é um pouco arriscado”, complementa. Leia tambémMacron vai à Índia debater IA, de olho na ampliação do comércio bilateral com o país
Inovação genética e clima favorável impulsionam produção da maçã pelo país. Com superávit de US$ 1,7 bilhão na balança comercial, o agronegócio mineiro alcançou 153 países em janeiro. Crédito rural do Plano Safra empresarial cresce 6% e soma R$ 316,57 bilhões. Geração de emprego no campo cresceu 31,3% em 2025. Tempo: temporais aumentam no Sudeste e chuva volumosa preocupa.
A InvestSP prorrogou o prazo de inscrições para a primeira turma de 2026 do programa Exporta SP até o dia 6 de março. A decisão amplia o tempo disponível para que micro, pequenas e médias empresas, startups e produtores rurais paulistas se candidatem à capacitação gratuita que prepara negócios para operar no mercado internacional.
Ricardo Arioli comenta mais algumas notícias do início do ano, ligadas ao Agro. CNA quer proibir nomenclatura de produtos não-lácteos que confundem os consumidores. Exportações de Pulses crescem e estamos só no começo. Carne suína é destaque nos mercados interno e externo. Espanhóis protestam contra o Acordo Mercosul- União Europeia, sem saber o que fazem. Pecuaristas americanos reclamam da importação de carne da Argentina por Decreto do Presidente Tump.
No episódio de hoje do BBcast Agro – Mercado de Grãos, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), apresenta uma análise do cenário do milho em 13 de fevereiro de 2026, destacando os principais dados do relatório do USDA, o andamento da safra brasileira e o comportamento dos preços no mercado físico e futuro.Destaques do episódio:
Rancho Sagrada Família produz e exporta mangas no Vale do São Francisco
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Embarques devem voltar ao campo positivo com a entrada da nova safra, com o robusta recuperando o potencial competitivo no mercado internacional
NESTA EDIÇÃO. Cresce a importância da Índia na venda de petróleo do Brasil no mercado internacional. Ibama multa Petrobras por vazamento na Foz do Amazonas. Alerj cria CPI para investigar renovação das concessões da CEG e CEG Rio. Governo lança chamada de inovação com R$ 500 milhões para transição energética. ***Locução gerada por IA
Ricardo Arioli comenta algumas das notícias da semana, ligadas ao Agro. Exportações de fertilizantes, cigarrinha causando prejuízos no Milho, Etanol de Milho e a Biomassa, rebanho bovino nos EUA caindo, traz reflexos no Brasil
Crescimento previsto é influenciado pelo incremento de 4,1% na área em produção em relação a 2025. Brasil exportou 34.468 toneladas de mel “in natura” entre janeiro e dezembro de 2025, volume 9,1% inferior ao registrado no mesmo período de 2024. Mesmo com a retração no volume, a receita alcançou US$ 116,472 milhões, crescimento de 15,8% na comparação anual. Câmara pode votar projeto que proíbe o uso da palavra "leite" em embalagens de produtos de origem vegetal. FPA discute alta no preço dos fretes neste começo de ano. Tempo: frente fria reforça chuva persistente e eleva o risco no Sudeste.
Mesmo abaixo do recorde, mercado externo pode abrir oportunidade ao produtor
No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba-SP, destaca a reação nos preços do boi gordo e o viés de alta para a reposição em 2026.Destaques do episódio:
Boletim : Exporta SP tem inscrições abertas até dia 13 de fevereiro by Governo do Estado de São Paulo
No quadro MANEJO EFICIENTE , o uso do farelo de algodão com 42% de proteína como alternativa rentável na dieta dos animais
Para Lygia Pimentel da Agrifatto, a constatação de uma oferta mais enxuta será confirmada pelo ritmo dos abates oficiais
Permanência da taxação vêm ocasionando perda significativa de competitividade do produto brasileiro no mercado internacional, e já resultou na queda de 28% dos embarques ao país americano no ano passado
Direto da Gulfood em Dubai, presidente da ABPA também fala sobre os negócios durante a feira e as expectativas para a exportação de frango em 2026
Após recordes de 2025, exportação de frutas deve ter mais um ano positivo em 2026
No episódio de hoje do BBcast Agro, Nátaly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Bauru-SP, analisa o crescimento das vendas externas em 2025 e o impacto dos custos de alimentação na rentabilidade da granja.Destaques do episódio:
No episódio de hoje do BBcast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória-ES, analisa a estabilidade dos preços, o fim do "tarifaço" americano e as inovações em eficiência hídrica no Espírito Santo.Destaques do episódio:
José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nível dos estoques brasileiros também segue no radar mercadológico, e deve permanecer justo até 2027
No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Barretos-SP, analisa o desempenho das exportações no início de 2026 e as ferramentas de proteção para o pecuarista.Destaques do episódio:
Bom dia! ☕️the news ao vivo aquiFaça sua simulação com a Ademicon aquiAs roupas com tecido tecnológico da Insider estão aquiNo episódio de hoje:
No episódio de hoje do BBcast Agro, Ana Paula, assessora de agronegócios do Banco do Brasil, analisa os números do 4º levantamento da Conab e o desempenho recorde das exportações brasileiras.Destaques do episódio:
Expectativa para 2026 é de crescimento acima dos 5% registrados nos últimos 12 meses a partir do acordo comercial Mercosul–União Europeia
Europa exporta 300.000 millones de ahorro al año por falta de ecosistema financiero atractivo: el diagnóstico de Susana Burgos que urge retener el capital
En el episodio de hoy de VG Daily, Juan Manuel de los Reyes y Andre Dos Santos repasan una mañana cargada de resultados y macro, conectando cómo se está moviendo el “riesgo” en mercados. En el bloque de bancos, se analiza por qué Morgan Stanley se apoyó en la fortaleza de Wealth Management (con ingresos y activos en máximos) y cómo Goldman mostró tracción en trading y gestión de activos, pero con el ruido puntual de su salida del negocio de Apple Card. Luego se analiza el reporte de TSMC, que salto fuertemente luego de mostrar ganancias y elevar el tono con un plan de capex 2026. Finalmente, se aterriza en China con un dato de un superávit comercial récord cercano a $1.2 billones en 2025, pese a una caída de exportaciones a EE.UU., reabre el debate de “overcapacity”, dumping y el riesgo de más medidas comerciales.
Tendência para 2026 é de redução na oferta que deve se ajustar a uma menor demanda externa, impactada pelo fator China
Oferta compassada de animais, consumo interno reduzido e incerteza com o ritmo das exportações devem manter mercado equilibrado ou com leves alta no trimestre
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Lula discute crise na Venezuela com líderes e defende solução pacífica e respeito ao direito internacional. Exportações de Minas Gerais para os EUA caem com tarifaço de Trump. União Europeia vota acordo de livre comércio com Mercosul e enfrenta resistência. Especialistas indicam que Banco Central pode reduzir Selic em 2026 após alta histórica.
Mesmo com o cenário internacional instável e o tarifaço dos EUA, as exportações brasileiras bateram a marca de US$348,7 bilhões, superando em US$ 9 bilhões o recorde anterior, em 2023. Os últimos três anos apresentaram os melhores resultados para a balança comercial.Sonora:
Cenário é valido para o primeiro semestre do ano por conta de China acelerando compras, EUA avançando na demanda e oferta contida por pecuaristas brasileiros
Entre os fatores que corroboram com a visão do analista estão restrições abrangentes que afetam outros países além do Brasil, demanda chinesa aquecida e oferta de animais reduzida
Exportações aquecidas ao longo do ano, com a China mantendo a liderança entre os principais destinos da carne bovina brasileira.
Exportações aquecidas ao longo do ano, com a China mantendo a liderança entre os principais destinos da carne bovina brasileira.
A China ultrapassou pela primeira vez a marca de US$ 1 trilhão de superávit comercial, aprofundando desequilíbrios que já provocam reações duras de EUA, Europa e outros países. Enquanto consumidores se beneficiam dos preços baixos, setores industriais inteiros ao redor do mundo estão sendo sufocados pela capacidade produtiva chinesa impulsionada por subsídios, excesso de oferta e uma economia que produz muito mais do que consome. Neste vídeo, analisamos os dados do balanço de pagamentos da China, o impacto global desse superávit recorde e os riscos de uma escalada protecionista que pode redefinir o comércio internacional.
En el episodio de hoy de VG Daily, Andre Dos Santos y Juan Manuel de los Reyes exploran tres historias que revelan hacia dónde se mueve la economía global y la tecnología. Arrancan con la sorpresiva compra de Confluent por parte de IBM, una apuesta de once mil millones de dólares que marca cómo la infraestructura de datos en tiempo real se está convirtiendo en el nuevo corazón de la inteligencia artificial. Desde ahí saltan a China, donde las exportaciones hacia Estados Unidos se desplomaron en noviembre, un movimiento que pone en contexto el impacto acumulado de la tensión arancelaria y el reacomodo de cadenas de suministro. Para cerrar, analizan las nuevas multas de la Unión Europea contra X, parte de una tendencia creciente de sanciones a Big Tech y discuten si esta ola regulatoria está empezando a frenar la innovación en la región. Un episodio que conecta tecnología, geopolítica y regulación para entender el mapa económico que viene.
No 3 em 1 desta segunda-feira (10), o destaque foi o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante a abertura oficial da COP30, em Belém (PA). Lula afirmou que realizar a conferência na Amazônia é um desafio comparável a acabar com a poluição do planeta. Ele reconheceu as dificuldades de sediar um evento global em uma região com infraestrutura limitada, mas defendeu a escolha como símbolo do compromisso do Brasil com a verdade e com o meio ambiente. O presidente também criticou os “negacionistas climáticos”, destacando que a mudança do clima “já é uma tragédia do presente, não uma ameaça distante”. Em entrevista exclusiva à Jovem Pan, o prefeito de Belém (PA), Igor Normando (MDB), afirmou que a cidade-sede da COP30 “será uma antes e depois” do evento. Segundo ele, “antes éramos invisíveis” e “o mundo precisa ajudar a Amazônia a viver”. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), deve se reunir com o ministro Alexandre de Moraes e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, para discutir o aval ao PL Antifacção nesta segunda-feira (10). O deputado Lindbergh Farias (PT) criticou o relator da proposta, Guilherme Derrite (Progressistas), afirmando que o governo foi “vítima de furto com abuso de confiança”. A escolha de Guilherme Derrite (Progressistas) como relator do projeto reforçou a desconfiança do governo. Segundo bastidores, o presidente Lula ligou para Hugo Motta para reclamar do anúncio, já que ambos mantinham um alinhamento. Reportagem: Victoria Abel. O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), lamentou a ausência do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na COP30. O líder americano, em publicação nas redes sociais, afirmou que a Amazônia foi destruída por uma “estrada de quatro faixas para ambientalistas”. Barbalho rebateu as críticas e sugeriu que Trump invista em preservação. Reportagem: Eliseu Caetano. O Supremo Tribunal Federal (STF) julga uma denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PL) por coação no processo da tentativa de golpe. A votação ocorre no Plenário Virtual da Primeira Turma e começa nesta sexta-feira (14). Reportagem: Janaína Camelo. O ministro Alexandre de Moraes determinou que o governo do Rio de Janeiro envie os laudos das autópsias da megaoperação. O magistrado também exigiu a preservação de todas as imagens registradas pelas câmeras corporais utilizadas pelos policiais durante a ação. Reportagem: Janaína Camelo. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que sua “gratidão a Bolsonaro não prescreve nunca”. O governador paulista reforçou a aliança com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), dizendo ser “muito grato a tudo”. Reportagem: Misael Mainetti. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices