City in Chūgoku, Japan
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Rapsöl macht krank, Gluten verklebt den Darm, Rohmilch ist das Original – solche Aussagen kursieren überall in sozialen Medien. Aber was davon stimmt eigentlich? In dieser Episode nehme ich gemeinsam mit Albert Krause die hartnäckigsten Ernährungsmythen unter die Lupe – und schaue, was die Wissenschaft wirklich dazu sagt. Ohne Dogmen, ohne Panikmache, aber mit klaren Antworten.
No Brasil, preços ainda mantém certa estabilidade e negócios avançam na medida da necessidade do produtor. Dólar segue acima dos R$ 5,15.
Soja respondeu por 84% das exportações do Piauí em maio. Greening teve focos identificados em Palmitinho, no Rio Grande do Sul, e plantas estão sendo erradicadas. Projeto-piloto de CNJ e Mapa vai usar inteligência artificial em recuperações judiciais do agro. Novas regras de certificação devem acelerar construção de armazéns e reforçar logística do setor. No tempo, quarta-feira terá chuva em São Paulo, temporais no Paraná e alerta para precipitações intensas no Norte e Nordeste.
Mercado fechou pregão desta 3ª feira de lado na CBOT, com fatores só de pressão ainda sobre os futuros. Espera pelo USDA renova cautela entre os players.
Expectativas são grandes, principalmente, pelo novo relatório de área que o USDA traz no dia 30 e que pode surpreender. No Brasil, câmbio segue dando espaço a preços melhores, mas ajuda a pesar sobre a CBOT.
Nesta semana, Antônio da Luz coloca o dedo no pulso da economia para analisar os movimentos que estão impactando o Brasil, o agronegócio e os mercados globais. Câmbio, juros, inflação, risco fiscal, fluxo de capital estrangeiro e os reflexos da economia americana entram no radar em uma análise profunda e direta. Além dos indicadores econômicos, o episódio traz os impactos para o agro, preços de commodities, cenário para soja, milho, café e os desafios que podem influenciar as próximas decisões do produtor rural e dos investidores. Informação estratégica para quem quer entender o cenário e se antecipar aos movimentos do mercado. ➡
A previsão de um Super El Niño traz risco para a safra de Soja. O pesquisador Frank Capuchinho, da Embrapa Agrossilvipastoril, analisa os riscos e recomenda medidas simples, que podem evitar perdas.
A Embrapa Soja organiza a 40a Reunião de Pesquisa e Soja, em Londrina, nos próximos dias 10 e 11 de Junho. A Dra. Liliane Henning, presidente do Comitê Organizador, fala sobre o evento.
Movimento mantém negócios limitados no Brasil nesta semana, mesmo com recente disparada do dólar frente ao real. Produtor permanece cauteloso.
No Brasil, alta do dólar compensa recuo dos preços em Chicago e soja tem dia morno de negocição
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (01/06/2026): Embora a ocorrência este ano de um “super-El Niño” ainda não seja uma certeza, grandes empresas brasileiras produtoras de grãos já avaliam opções para mitigar possíveis perdas com o fenômeno climático. O “super-El Niño” ocorre quando o aquecimento das águas do Oceano Pacífico Tropical, que provoca mudanças climáticas em todo o mundo, ultrapassa 2°C em relação à média histórica. Soja e milho, as duas principais culturas agrícolas brasileiras, correm riscos. O fenômeno pode atrasar o plantio da soja e encurtar a janela para o plantio do milho de segunda safra. A maior ocorrência de temperaturas elevadas também pode afetar o desenvolvimento das lavouras. Para atenuar problemas, os produtores, entre outras alternativas, planejam melhorar a gestão de áreas de plantio, do uso de fertilizantes e ampliar a produção de sorgo no lugar de milho. Política: Lula quer França na vice de Haddad, mas PSB pretende discutir Senado Metrópole: Para 60% da população, a violência contra mulher é o crime mais grave Internacional: Direita populista fica em primeiro e faz 2º turno com esquerda na Colômbia Esportes: Brasil goleia Panamá em amistoso pré-Copa com ‘líder’ Vini Jr e reservas famintosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Mercado cedeu apesar de nova disparada do petróleo e terminou o dia bem próximo da estabilidade. No Brasil, preços também não mudam.
Existe um tipo de elogio que devia acender o sinal amarelo de quem o recebe. O Brasil acaba de ganhar um desses. Em abril, segundo o levantamento do PRC Leader sobre a estratégia chinesa para o sul global, o país virou o segundo maior fornecedor de petróleo da China. Não por mérito comercial nosso. Foi porque o Estreito de Ormuz estava bloqueado, o Golfo travado, e Pequim precisava de barril rápido vindo de um lugar que não dependesse do humor de Washington, nem de Moscou. Thiago de Aragão, analista político Some a soja a isso. Desde que a China reativou o boicote aos grãos americanos, ela realocou pedidos para o Brasil e para o resto da América Latina e fez o trabalho burocrático fino de garantir que nossos exportadores cumprissem as exigências fitossanitárias para vender em escala. O resultado é um Brasil que, em 2026, acumulou duas funções ao mesmo tempo: o posto de gasolina e o celeiro de emergência da segunda maior economia do planeta. Para o investidor, o número de curto prazo seduz. A demanda chinesa firme sustenta o preço das commodities, o superávit comercial e o fluxo que mantém o real ancorado. Petrobras, as graníferas, o agronegócio do Centro-Oeste, todos colhem o prêmio de serem o fornecedor que apareceu quando o resto do mundo fechou a porta. O problema mora numa palavra: reposição A China não comprou petróleo brasileiro em abril porque escolheu o Brasil como parceiro estratégico de longo prazo. Comprou porque o fornecedor preferido estava indisponível. Reposição é o que se usa enquanto a peça original não chega. No dia em que Ormuz reabrir, e Ormuz sempre reabre, a pergunta é se o barril brasileiro continua na cesta de compras de Pequim no mesmo volume ou se volta a ser a segunda opção que era antes da crise. A Venezuela já viveu esse filme, e convém olhar para o final dele. Durante a Segunda Guerra, Caracas se tornou o grande supridor de petróleo dos Aliados, a ponto de expandir a produção em 42% só entre 1943 e 1944 para cobrir o que a guerra exigia. Parecia consagração. Durou enquanto durou a escassez alheia. Quando o petróleo do Oriente Médio entrou no mercado em peso na metade dos anos 1950 e os Estados Unidos impuseram cotas de importação, a Venezuela viu o preço desabar e descobriu que tinha construído um país inteiro sobre uma demanda que era circunstancial. A resposta veio em 1960, quando Juan Pablo Pérez Alfonzo ajudou a fundar a Opep justamente para não depender mais da bondade de comprador nenhum. O fornecedor de emergência tem poder de barganha exatamente enquanto dura a emergência. Depois, ele negocia do chão. Aqui está o ponto que Brasília celebra e não examina. Ser indispensável numa emergência alheia não é a mesma coisa que ser estratégico. O fornecedor de ocasião manda no preço enquanto o fogo está aceso. Apagado o fogo, sobra a capacidade que ele instalou, a logística que ele montou e a dependência fiscal que ele criou em cima de um pedido que nunca foi para ficar. E a dependência é a parte que ninguém quer discutir. Quanto mais o orçamento da Petrobras, a balança comercial e a arrecadação passam a contar com o comprador chinês, menos margem o Brasil tem para dizer não a Pequim em qualquer outra mesa, seja 5G, seja porto, seja a próxima licitação de metrô que uma estatal chinesa vai ganhar, como ganhou a Linha 1 de Bogotá. O comprador que te salva numa crise é o mesmo que apresenta a fatura política depois. Repare no padrão, porque a estatal chinesa não improvisa. Ela compra petróleo quando precisa de petróleo, compra soja quando precisa contornar Washington e financia infraestrutura quando precisa de presença. Cada movimento chega ao lado brasileiro com cara de oportunidade isolada. Vistos juntos, formam uma arquitetura de dependência que o Brasil ajuda a erguer, um contrato de cada vez. O governo Lula trata a aproximação com a China como contrapeso aos Estados Unidos, e há lógica nisso enquanto Trump mantém a tarifa de 40% e a investigação da Seção 301 sobre a mesa. Mas contrapeso pressupõe que você consiga equilibrar os dois lados. Quem vira peça de reposição de um deles perde exatamente o equilíbrio que dizia procurar. Fica então a pergunta para quem olha o Brasil de fora com o cheque na mão. Você está comprando um país que diversificou seus compradores ou um país que está trocando uma dependência por outra e chamando isso de soberania? A China sabe a diferença. Falta saber se Brasília também sabe.
Dedo no Pulso está no ar! Entre os dias 01 e 07 de junho, acompanhe uma análise completa dos movimentos que estão moldando a economia brasileira e internacional, com reflexos diretos no agronegócio. PIB em desaceleração, mercado de trabalho dando sinais de enfraquecimento, inflação pressionada e os impactos da queda do petróleo entram no radar desta semana. Nesta edição, Antônio da Luz analisa os principais indicadores macroeconômicos, os desdobramentos para juros, câmbio e inflação, além dos efeitos práticos sobre custos de produção, commodities e perspectivas para o agro. Uma leitura estratégica para produtores, investidores e profissionais que precisam antecipar cenários e tomar decisões melhores.
Mercado nacional seguiu com valores que pouco estimulam venda de ambos. Chicago recuou nesta 6ª feira (29), mas dólar subiu e relação manteve os preços equilibrados e espaço é limitado para uma reversão expressiva.
Over the past few years, I have become obsessed with the idea of what an artistic space is. Where is art truly free? Why is it so often surrounded by rules, prices and social conventions? When we visit a museum or a gallery, we are not really making art, we are consuming it: paying for a ticket and observing strict rules about our behaviour. These spaces do not encourage people to make art themselves, and they are not a sufficient alternative to a shopping mall, because they follow the same logic. So should we bring art outside the museum?A concept I found particularly useful in answering this question is Edward Soja's notion of “Thirdspace”. For Soja, space is not simply a physical container, but it is also shaped by the meanings, stories and power relations we project onto it. A factory and a museum can occupy the same building, but they are entirely different spaces, because what defines them is not their walls but what happens inside them, and who gets to decide that. In Choosing the Margin as a Space of Radical Openness, a text often cited by Soja, bell hooks takes this idea further, arguing that spaces can be interrupted, appropriated and transformed through artistic and literary practice. From this perspective, space is never neutral: it is always a political choice.Nowadays, the idea of repurposing spaces that previously served another function into something entirely different is widely popular. We see this frequently in the arts: exhibitions are now located in former factories, churches and various abandoned buildings. Not just public art, but curated shows in spaces far removed from official museums and galleries. What changes is what happens inside. However, many repurposed spaces are, in the end, simply expressions of gentrification. I am sure that everyone can think of a space in their city that has been gentrified: where the supposedly artistic venues are just upmarket places where a cocktail costs an unreasonable amount of money, and art is not even freely accessible, because, as in every museum, you pay to enter or to consume. I think, for instance, of NoLo, a neighbourhood in Milan that used to be home mostly to people on lower incomes, with accessible housing prices. Nowadays the area has become more expensive, with upmarket bars and restaurants moving in. The repurposing was never intended for the people already living there, nobody asked them what facilities they needed. It was designed to make the neighbourhood attractive to wealthier residents, creating more spaces to spend money in.Yet there are spaces that genuinely aim to be free and creative, and I went looking for them and for what makes them special. The first is Ruigoord, located just outside the centre of Amsterdam, close to the port. Ruigoord existed for centuries as a farming village before being squatted by an artistic community in the 1960s; although living there is no longer possible, some artists still maintain their ateliers. Ruigoord also hosts festivals and is always open to the public. I believe it is what philosopher Hannah Arendt would call a “space of appearance”: a space defined by the act of collective creation, and one of the few places where art is truly free to exist. I was guided through Ruigoord by Roman, who grew up there, and he showed me the space and all the contradictions that come with it: in our conversation, he spoke about local politics, with different factions and differing opinions on how to manage the space, and about the extraordinary freedom given to children growing up there.The second is OostWest, situated in Amersfoort's industrial area. Like Ruigoord, OostWest houses creative studios for artists, but also hosts DJ sets, workshops and courses, a space that is always open for people to come in, which is precisely what I did when I visited. I had the chance to speak with Rob, one of its founders, and while he showed me around, both he and an artist working there explained the main strength of OostWest: that artists do not create in isolation, but can inspire one another and engage with the people who walk in. OostWest is not defined by its original purpose as a container for industry, but by what happens inside it. This brings us back to the concept of Thirdspace: its ontological meaning defines the role of OostWest far more than its material appearance.The main value of both Ruigoord and OostWest is, without doubt, their sense of community. There, art is not isolated, displayed behind glass on white walls. Art lives through contact between people, not through consumerism and rules. Making art free, accessible and open to everyone is also a way of making the world more creative, encouraging people to make art themselves, as a tool of expression and freedom. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit nieuwsbrief.cultuurpers.nl/subscribe
Dólar limitou ganhos, porém, preços trazem melhora considerável em relação às últimas duas semanas. Safra 2026/27 dá oportunidades ainda melhores.
Las noticias del día por el equipo de De Acá En Más.Martín Rappallini, presidente de la UIA, advirtió sobre la situación industrial y afirmó que muchos sectores enfrentan problemas de competitividad y caída de ventas. Además, señaló que “hay una agresividad muy fuerte de China” y que algunas industrias atraviesan “la doble Nelson”, con baja de ventas y de precios al mismo tiempo.El dueño de Calzados Kioshi, Emmanuel Fernández, describió la crisis del sector y aseguró que “la situación es casi terminal del calzado”. Además, contó que en zonas como Lanús y Loma de Zamora muchos fabricantes están cerrando talleres y alquilando los espacios. “Llegamos a tener casi ciento veinte personas y hoy somos quince”, agregó.Martín Guzmán afirmó que “el deterioro del sistema productivo se transforma en un deterioro del mercado de trabajo” y sostuvo que el empleo expulsado por sectores formales termina siendo absorbido por servicios de “baja productividad y baja calidad”. Además, pidió inversión en infraestructura y capital humano.Sergio Iraeta, secretario de Agricultura, retó a productores por no aplaudirlo durante un evento y afirmó: “Me llama la atención que no la aplaudan. Si no le ponemos un poco de flow, un poco de onda a la República Argentina y a lo que estamos haciendo, no vamos a salir nunca del pantano”.Horacio Rodríguez Larreta cuestionó a Patricia Bullrich y Jorge Macri por la falta de obras públicas y afirmó: “Bullrich representa un gobierno que hizo cero obras de infraestructura”. Además, criticó a Jorge Macri porque “anunció catorce veces la línea F y no cavaron un pozo todavía”.Jorge Macri respondió a Larreta y sostuvo: “Lo veo muy enojado. No sé por qué está tan enojado”. Además, lamentó que “en lugar de aportar ideas se ponga en ese lugar”.En otra declaración, Jorge Macri afirmó que “debería estar prohibido vivir en la calle” y apuntó contra Axel Kicillof: “Como más de la mitad son de provincia, le mando la factura a Kicillof”.El secretario general de la UOM, Abel Furlán, afirmó que detrás de la intervención judicial del sindicato “la disputa es el salario” y aseguró que “hay empresarios que con este fallo están muy contentos porque se aseguran seis meses de congelamiento salarial”.Noticias del jueves 28 de mayo por María O'Donnell y el equipo de De Acá en Más por Urbana Play 104.3 FM
O Pronaf completou 30 anos e mudou muito. Exceto numa coisa: boa parte do dinheiro vai para commodities, e não alimentos. No terceiro episódio da série “Agronegocinho”, adentramos o labirinto do crédito rural para entender como mais uma política pensada para o pequeno agricultor acaba por beneficiar o agronegócio. E nos deparamos com a história de uma visita inusitada à Esplanada dos Ministérios. A ficha técnica completa, com todas as fontes de informação está disponível em nosso site. O Joio e o Prato Cheio são mantidos com o apoio de organizações da sociedade que atuam na promoção da alimentação adequada e saudável. ACT Promoção da Saúde, Porticus, Oak Foundation, Fundação Ford, Instituto Ibirapitanga e Fundação Heinrich Boll são apoiadores regulares dos nossos projetos. Entre em nosso canal do WhatsApp e fique mais perto da nossa comunidade. Contamos com a colaboração de leitores e ouvintes para continuar produzindo conteúdo independente e de qualidade. Se puder nos apoiar financeiramente, todos os caminhos estão aqui. Se não puder, divulgue o Prato Cheio pra família e amigos, isso nos ajuda muito!
Mercado futuro, petróleo e acordo entre EUA e China continuam no radar dos investidores
Nesta edição, Antônio da Luz analisa os principais acontecimentos da economia brasileira e internacional que podem impactar o agronegócio nos próximos dias. Entre os destaques, estão os debates sobre a autonomia do Banco Central, os reflexos da política monetária sobre juros, inflação, crédito e os desafios econômicos que afetam produtores, empresas e consumidores. O episódio também traz uma análise estratégica sobre a Índia e seu potencial para se tornar um dos maiores mercados para as exportações brasileiras nas próximas décadas. Com crescimento acelerado, aumento da demanda por alimentos, energia e matérias-primas, o país desponta como uma grande oportunidade para o agro nacional. Informação de qualidade, visão estratégica e leitura de cenário para quem precisa tomar decisões com o dedo no pulso da economia e do agronegócio. Ouça e fique por dentro dos movimentos que podem impactar o seu negócio. ➡
Senkt vegane Ernährung den Testosteronspiegel – oder ist das nur ein Fitness-Mythos? In dieser Folge sprechen wir über Testosteron, Soja, Cholesterin, Muskelaufbau, Krafttraining, Energiedefizite, Blutwerte und den wachsenden Trend rund um TRT. Wissenschaftlich eingeordnet, praxisnah erklärt und mit Blick darauf, was für vegane Sportlerinnen und Sportler wirklich relevant ist. ------------------------------------------------------------------------ Dominiks Buch zur pflanzenbasierten Sporternährung im UTB-Verlag: https://www.utb.de/doi/book/10.36198/9783838560328 Dominiks Gesundheitscommunity: www.gsundes-hannover.de Dominiks Online-Knie-Kurs: https://gsundes-hannover.de/knieschmerzen/ Dominiks Online-Rücken-Kurs: https://copecart.com/products/34bd5abb/checkout Marcs veganes Online-Fitness-Coaching: https://vegainer-academy.com/ Marcs Online-Kurs: https://www.copecart.com/products/a50f88f2/checkout ------------------------------------------------------------------------ Dieser Podcast wird unterstützt von der Firma Watson Nutrition. Die Firma bietet als einzige umfassend laborgeprüfte Nahrungsergänzungsmittel für eine optimierte Nährstoffversorgung. Zum Angebot zählen Multi-Supplemente, Mono-Supplemente, Sportsupplemente wie Kreatin oder auch Proteinriegel, Shakes und essenzielle Aminosäuren Mit dem Code veganperformance erhältst du 5 % Rabatt auf deine Bestellung. Zur Firmenwebseite: Watson Nutrition ------------------------------------------------------------------------ Quellen: Wissenschaftliche Studien, Reviews und Leitlinien Allen, N. E., Appleby, P. N., Davey, G. K., & Key, T. J. (2000). Hormones and diet: Low insulin-like growth factor-I but normal bioavailable androgens in vegan men. British Journal of Cancer, 83(1), 95–97. Baillargeon, J., Kuo, Y. F., Westra, J. R., Urban, R. J., & Goodwin, J. S. (2018). Testosterone prescribing in the United States, 2002–2016. JAMA, 320(2), 200–202. Bhasin, S., Storer, T. W., Berman, N., Callegari, C., Clevenger, B., Phillips, J., Bunnell, T. J., Tricker, R., Shirazi, A., & Casaburi, R. (1996). 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Food Facts – der Lebensmittelchemie-Podcast der TU Dresden
Hafer im Kaffee, Soja im Müsli oder Mandeldrink im Smoothie: pflanzliche Milchalternativen gehören längst zum Alltag vieler Menschen. Doch was steckt eigentlich hinter den Drinks aus Hafer, Soja, Mandel, Kokos oder Erbse? Sind sie wirklich gesünder oder nachhaltiger als Kuhmilch? Und wie nah kommen sie der klassischen Milch aus lebensmittelchemischer Sicht tatsächlich? In Folge 29 von Food Facts sprechen Moderator Peer Kittel und Studentin Jule Wäntig mit Lebensmittelchemiker Prof. Thomas Henle von der TU Dresden über Herstellung, Inhaltsstoffe und Unterschiede pflanzlicher Alternativen und stellen die Frage, ob es in Zukunft vielleicht gar keine „echte“ Milch mehr geben wird.Weiterführende Links und Literaturhinweise: Allgemeine Infoshttps://www.bzfe.de/presse/pressemeldungen-archiv/pflanzendrink-versus-kuhmilchhttps://www.dge.de/wissenschaft/stellungnahmen-und-positionspapiere/positionen/dge-positionspapier-milch-milchalternativen/Das berühmte Urteil zur Verwendung von Begriffen wie „Sojamilch“ oder „Pflanzenkäse“https://eur-lex.europa.eu/legal-content/DE/TXT/?uri=CELEX%3A62016CJ0422Zur wirtschaftlichen Bedeutung von Pfanzendrinkshttps://de.statista.com/infografik/35265/umfrage-zum-konsum-von-pflanzlichen-ersatzprodukten/https://www.agrarheute.com/markt/milch/vegane-hafermilch-eigentlich-dreimal-so-teuer-kuhmilch-585173Zur Nachhaltigkeit von Pflanzendrinkshttps://ourworldindata.org/environmental-impact-milksMykotoxine in Pflanzendrinkshttps://www.bfr.bund.de/stellungnahme/mykotoxine-in-soja-mandel-oder-haferdrinks-bfr-aktualisiert-die-bewertung-gesundheitlicher-risiken-von-pflanzendrinks-anhand-neu-erhobener-daten
Javier Milei anunció en la Bolsa de Cereales de Buenos Aires una baja de retenciones y afirmó: “En este momento les quiero anunciar que vamos a bajar las retenciones de trigo y cebada de siete coma cinco a cinco coma cinco por ciento a partir de junio veintiséis. Pero no solo eso, sería injusto si nos olvidamos de la soja. Y a partir de enero del veinte veintisiete, según venga la recaudación, vamos a bajar entre un cuarto de punto y medio punto por mes, de manera continuada hasta el año dos mil veintiocho, si nosotros reelegimos”.El presidente también adelantó una baja de retenciones para la industria: “No solo les voy a estar bajando retenciones, digamos, al sector agropecuario. También se la vamos a bajar a la industria, a partir de julio 26 hasta junio del 27, a la industria automotriz, a la industria petroquímica, a maquinarias, vamos a ir a cero. Y eso va a estar siendo informado por el Ministerio de Economía, el cronograma en estos días".Mauricio Macri habló sobre el liderazgo de Javier Milei durante una charla en la Universidad Austral y afirmó: “Es obviamente un liderazgo emocional, absolutamente emocional y con un profundo estudio de las ideas que hay detrás de cada postura,, y con poco entusiasmo por, por la implementación. Claramente él es una parte que no la siente. No la siente porque, bueno, él se ve como lo que yo sentí en mis marchas, como un profeta”.Martín Menem sostuvo: “Para cerrar el tema, porque me parece una estupidez que estemos discutiendo esto. Sí, parece una estupidez, pero yo no la generamos. Un link de cualquier Instagram de cualquiera de nosotros, copiado, pegado y lo toma cualquier persona, copia y pega desde Android o desde Safari, lo pega y lo abre y va a aparecer enviado por Martín Menem”. Además, agregó: “De ahí, a Rufus, o ese abogado Rufus, ¿cómo es? Hay un mundo de distancia”.Axel Kicillof se refirió a las modificaciones de las zonas frías y afirmó: “La verdad que muy tremendo, muy terrible lo que nos estamos enterando, que es que consiguió el Gobierno que la motosierra viniera con apoyo del Congreso Nacional, lo que pone en riesgo la tarifa y, por tanto, las condiciones de vida de millones de argentinos en todo el país”. Además, sostuvo: “Nos parece un error, un gran error, porque esto va a tener consecuencias de todo tipo sobre un pueblo, una población que está con dificultades para llegar a fin de mes”.Jonatan Viale se refirió a los audios filtrados de Javier Milei y afirmó: “¿Quién lo filtró? ¿Para qué? ¿Es de afuera o es de adentro? La vulnerabilidad del presidente. Después ese tipo de conversación que queda en el ámbito de la vida privada, nadie se mete”. Además, sostuvo: “Pero en el medio de la interna, en el medio de la interna, que aparezca eso alimenta todavía más, porque Santiago Caputo, por más que no habla, su gente dice: ‘No, ¿cómo voy a hacer yo…?'. ¿No? ‘¿Cómo va a ser la gente de Caputo? Quedamos expuestos'”.Rosmery Maturana, amiga y asesora de imagen de Javier Milei que recibió los audios filtrados, afirmó: “Éramos confidentes en su momento, pero bueno, esto es un carpetazo que evidentemente le están dando a él, porque no hay nada de malo en los audios. Era una conversación de confidentes”.Además, sostuvo: “Yo siempre lo respeté un montón. Ahora, si ellos quieren transformarlo en otra cosa, y bueno, ya es una maldad”.También afirmó: “¿Me están echando la culpa a mí? O sea, no hay teléfono que quepa cuatro años de charlas. Así que yo estoy escuchando ahora que están haciendo recortes con él muy agresivo. Y no es verdad eso. Nada que ver”.
Baixas desta quinta-feira no mercado nacional vieram depois de uma semana de boas oportunidades ao produtor brasileiro. Peso na CBOT é combinação de fundamentos com geopolítica, mais uma vez.
Preços da soja para agosto são interessantes e podem ser aproveitados, já a safra nova requer mais cuidado nas vendas, alerta analista
Mercado vai acompanhar cumprimento do compromisso chinês, além de monitorar petróleo e safra americana
Neste episódio, Marcela Marini e Andres Padilla do nosso time de pesquisa e análise setorial conversam sobre a conjuntura do mercado de grãos para a safra 2026/27. Consulte nosso disclaimer em https://www.rabobank.com.br/conhecimento/disclaimer/011483208/disclaimer para saber sobre as limitações do conteúdo publicado neste podcast.
Mesmo com maior produtividade já registrada, produtor não fechou contas do arroz
Soja despenca em Chicago nesta 5ª feira (14), com mercado devolvendo ganhos das últimas semanas e sem novas compras da China nos EUA
Tarifa de 13% até novembro/26 vai encarecer ainda mais o grão dos EUA e fazer os chineses buscarem outras origens de compras
Moeda americana voltou aos R$ 5,00, porém, tempo hábil para a absorção do câmbio foi limitada. Ainda na CBOT, farelo dispara mais de 3%, enquanto óleo fecha em queda.
Confira o Fechamento de Mercado desta quarta- feira (13)
Impacto dos ganhos para o Brasil, porém, foram limitados com dólar ainda abaixo dos R$ 4,90 e pressão das altas da CBOT nos prêmios nacionais.
No Brasil, preços se mantêm estáveis diante da lateralização do dólar. Para a safra nova, novas e melhores oportunidades podem surgir nos próximos meses.
Ricardo Arioli comenta algumas das principais notícias da semana, ligadas ao Agro. Os bons eventos do Agro da próxima semana. A Audiência Pública sobre a Moratória da Soja no Senado. Nossa pecuária mais produtiva.
Mercado internacional segue pautado pela geopolítica e deverá continuar assim até que se encontre uma saída efetiva para o conflito EUA x Irã. Fundamentos também pressionam com avanço rápido do plantio americano e clima contribuindo.
Oportunidade otimista segue para o óleo, enquanto que farelo deve sofre pressão baixista por oferta Argentina e recuperação para o grão vai depender do apetite Chinês
Confira o Fechamento de Mercado desta quarta- feira (06)
Dólar baixo segue também pressionando as referências no mercado interno, exigindo estratégias mais detalhadas, que capturem os eventuais picos, principalmente em Chicago.
Futuros da oleaginosa perderam mais de 1% realizando lucros e sentindo pressão da geopolítica. Dólar pode perder os US$ 4,90.
Confira o Fechamento de Mercado desta terça- feira (05)
Produtor aproveitou bom momento de nova semana e novo mês para avançar com a com a comercialização. Ganhos na CBOT atrelados às boas expectativas da reunião Trump-Xi confirmada para os próximos dias.
#3em1Agro - confira os destaques desta quinta-feira (30/04/26):➡️ Soja atinge máxima desde março. Vai subir mais?➡️ Copom corta Selic para 14,50% ao ano. Haverá efeito no crédito rural? ➡️ Petróleo sobe e atinge o maior valor em quatro anos➡️ Carne bovina: cota chinesa está perto do teto. Como fica o mercado do boi gordo?
Preços mais atrativos podem se efetivar via câmbio - que pode ainda apresentar alguma volatilidade, principalmente pelo ano de eleição no Brasil - e também por prêmios mais valorizados. Chicago reserva algumas surpresas.
Confira o Fechamento de Mercado desta quinta- feira (30)
Confira o Fechamento de Mercado desta quarta- feira (29)
Fecke, Britta www.deutschlandfunk.de, Forschung aktuell
Evento climático registrado em 2023 e 2024 resultou em queda de 10% na produção da soja; bovinos e suínos sofreram com estresse térmico; aumento da temperatura da água elevou mortalidade de peixes como salmão; país também sofreu com incêndios florestais e chuvas intensas.
A melhor opção de leite não é universal — ela depende do seu corpo, da sua glicemia, da sua digestão e do seu objetivo. Neste episódio do Soul Bela, você vai entender por que leite de vaca, soja, aveia, coco, amêndoas e outras opções podem funcionar de formas completamente diferentes em momentos diferentes da vida.Falamos sobre proteína, impacto do açúcar no sangue, leitura de rótulos, tolerância digestiva e saúde metabólica para ajudar você a fazer escolhas mais conscientes, sem cair em modismos ou respostas prontas.Nesse episódio:• Por que a pergunta certa não é “qual é o melhor leite?”, mas “qual é o melhor leite para mim, neste momento?”• Como ler rótulos e identificar ingredientes que merecem atenção.• Como definir seu objetivo antes de escolher: proteína, glicemia, energia ou densidade nutricional.• Quando leite A2 e leite de cabra podem ser alternativas melhores toleradas.• Qual leite vegetal entrega mais proteína e qual tende a ter maior impacto glicêmico.• Por que leites de coco e oleaginosas podem ser mais interessantes para quem quer controlar glicemia e carboidratos.• Como contexto e quantidade mudam completamente o efeito de cada leite no corpo.