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Vendas externas de carne bovina alcançam quase US$ 10 bilhões no primeiro semestre, enquanto restrições da China e da União Europeia elevam as incertezas para os próximos meses. Medida Provisória institui medidas de apoio financeiro a produtores rurais afetados por eventos climáticos nas safras entre 2019 e 2025. Geadas desafiam produtores de morango em meio ao avanço da cultura no Brasil. Produtores de tabaco mantêm 156 mil hectares de florestas plantadas na Região Sul. Tempo: condições de temporais e risco de granizo seguem no Rio Grande do Sul e avançam pelo país durante o dia.
Frutas brasileiras seguem conquistando o mercado internacional, com manga, melão, limão e melancia liderando exportações que superaram 1 milhão de toneladas em 2025. Produtores que perderam safras entre 2019 e 2025 poderão renegociar dívidas rurais com juros entre 5% e 12% ao ano. O cultivo de uvas avança no Cerrado e fortalece uma nova rota de vinhos em Goiás. Em Santa Catarina, a Faesc alerta para o avanço dos javalis e os riscos ao agronegócio. No tempo, a semana começa com sol e estabilidade na maior parte do país, enquanto a chuva permanece no Sul.
Produtores rurais, engenheiros agrônomos e pesquisadores debatem estratégias de conservação de solo, controle de doenças e tendências de mercado no dia 21 de agosto, durante o XIII Fórum Norte Gaúcho da Soja. O encontro técnico ocorre na comunidade São João Vianei, em Ipiranga do Sul, com o objetivo de apresentar soluções práticas para enfrentar as oscilações de preços das commodities e o comportamento do clima na próxima safra agrícola.Em entrevista concedida ao programa Olho Vivo, da Rádio Sideral, nesta quarta-feira, 15 de julho, o presidente do Sindicato Rural de Getúlio Vargas, Luiz Carlos da Silva, e o prefeito de Ipiranga do Sul, Marco Antônio Sana, detalharam os preparativos para a realização do evento, que atrai anualmente centenas de participantes de diversos municípios do Rio Grande do Sul.
A expectativa do governo é publicar a medida provisória ainda nesta semana.
O Supremo bloqueou R$ 119 milhões em bens de Valdemar Costa Neto. A Polícia Federal investiga se o presidente do PL atuou para indicar verbas nesse valor em emendas parlamentares, mesmo sem ter mandato no Congresso. Os Estados Unidos impuseram novas sanções contra o Irã. Um incêndio florestal matou 12 pessoas no sul da Espanha. Produtores rurais se preparam para extremos de chuva e seca no Brasil. Na Copa do Mundo, a Espanha eliminou a Bélgica e se classificou para a semifinal. Os espanhóis não chegavam tão longe havia dezesseis anos e, agora, enfrentam a França.
O principal impasse é sobre quem terá direito ao benefício previsto no projeto aprovado pelo Senado.
- Setor arrozeiro condiciona acesso ao Plano Safra a dívida e juros menores - Produtores ganham mais prazo para atender exigências ambientais no crédito rural - Febrac reforça prazo para declaração anual de rebanho no Rio Grande do Sul - Fenagen bate recorde de animais inscritos e amplia número de expositores - Fórum Carne Hereford reúne cadeia da carne durante a Fenagen Promebo - Leilão Genética Comprovada amplia oferta e reúne fêmeas de alto padrão na Fenagen - Programa com sêmen Hereford e Braford atinge 72% de prenhez em Dom Feliciano - Desafios e oportunidades na produção e mercado estarão no centro de debate sobre pecanicultura - Carne Corriedale é apresentada a supermercadistas de 17 estados brasileiros - Carne de búfalo identificada chega a açougues da Grande Porto Alegre - Fazenda eleva produção de leite em 50% após ajustes em manejo e ordenha - Vacas Holandesas toleram frio, mas umidade aumenta riscos no inverno gaúcho E mais: Previsão do tempo, cotações, agenda e giro pela rede Entrevista: Alexander Cenci, pesquisador da Secretaria da Agricultura do RS
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:* Projeto Cartas ao Mundo lança primeiro cardápio voltado ao turismo internacional em Santa Cruz * Pesquisa coloca Santa Cruz entre as cidades menos favoráveis ao fim da escala 6×1* Produtores rurais fazem ato em cidades da região para pressionar Câmara dos Deputados* Em destaque na segurança pública: Dois homens são presos por ameaça e extorsão em Vera Cruz
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:* Projeto Cartas ao Mundo lança primeiro cardápio voltado ao turismo internacional em Santa Cruz * Pesquisa coloca Santa Cruz entre as cidades menos favoráveis ao fim da escala 6×1* Produtores rurais fazem ato em cidades da região para pressionar Câmara dos Deputados* Em destaque na segurança pública: Dois homens são presos por ameaça e extorsão em Vera Cruz
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:* Defesa Civil identifica alterações na estrutura e suspende aulas na Escola Menino Deus em Santa Cruz* Câmara de Santa Cruz analisa cinco novos projetos na sessão de hoje* Produtores rurais podem receber até 12 toneladas de calcário sem custo em Santa Cruz* Em destaque na segurança pública da região: Acidente fatal é registrado na BR-471 em Rio Pardo; e Atropelamento com morte é registrado em Mato Leitão
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:* Defesa Civil identifica alterações na estrutura e suspende aulas na Escola Menino Deus em Santa Cruz* Câmara de Santa Cruz analisa cinco novos projetos na sessão de hoje* Produtores rurais podem receber até 12 toneladas de calcário sem custo em Santa Cruz* Em destaque na segurança pública da região: Acidente fatal é registrado na BR-471 em Rio Pardo; e Atropelamento com morte é registrado em Mato Leitão
Produtores, lideranças e estudantes vão conhecer a técnica que ajuda a revitalizar o lençol freático e revitalizar o solo, nesta sexta-feira (19/6).
No âmbito internacional, investidores passam a avaliar clima na África e possível excesso de oferta
No episódio de hoje do BBCast Agro, Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), apresenta as principais atualizações sobre o cenário climático para o agronegócio brasileiro. As novas projeções indicam aumento das chances de formação do El Niño e trazem alertas importantes sobre calor acima da média, chuvas irregulares e impactos para as principais regiões produtoras do país.Destaques do episódio:
As mudanças climáticas seguem sendo o principal risco para o agronegócio brasileiro. Mas não são as únicas.Nesta edição do Agro 4x4, você vai entender por que clima, geopolítica, crédito e fertilizantes continuam no radar do produtor e como esses fatores estão influenciando os mercados neste momento.Além disso, falamos sobre:▶️ Os principais riscos apontados pelo agro brasileiro para 2026▶️ O novo cenário global dos fertilizantes após o ápice dos conflitos no Oriente Médio▶️ A proposta de renegociação de dívidas rurais que pode avançar no Senado▶️ O que movimentou soja, milho, trigo e dólar na última semana00:00 – Abertura00:17 – Indicadores financeiros da semana01:07 – Destaque da Semana02:19 – Mercado de Fertilizantes03:23 – Número da SemanaO Agro 4x4 é o resumo semanal da Castrolanda com os principais movimentos do mercado que podem impactar suas decisões e seus resultados no campo.
*Fique bem-informado com as notícias do Programa Agronegócio Hoje de 10/06/2026.*
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Economia brasileira movimenta R$ 3,3 trilhões no primeiro trimestre de 2026, com agronegócio em destaque. Mesmo em ritmo mais lento, a segunda safra de milho pode trazer bons resultados aos produtores. Drones avançam no agro e elevam a eficiência das aplicações no campo. Chegada do El Niño amplia o monitoramento e as ações de preparação. Tempo: chuva forte na Bahia, alerta para Salvador e volumes elevados no Norte do país.
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Os produtores e comerciantes brasileiros de algodão estão prontos para lucrar com uma alta impulsionada por dois eventos díspares: a guerra do Irã e a seca.Os preços do algodão subiram mais de 20% este ano e, neste mês, atingiram o maior valor desde 2024.
Produtores franceses pediram intervenção diplomática urgente.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
A decisão da Câmara dos Deputados do Brasil de aprovar um projeto de lei que proíbe a produção e comercialização de foie gras no país enfurece os agricultores franceses, maiores produtores mundiais da iguaria. A categoria alega que a medida, se adotada, contraria o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, que entrou em vigor recentemente, após 25 anos de negociações entre os dois blocos. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A maior vantagem do tratado para os europeus é poder vender bens industrializados e produtos agroalimentares processados, como queijos e vinhos, livres de tarifas para os países latino-americanos. Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, por sua vez, agora têm acesso facilitado para a exportação principalmente de matérias-primas, como carne e minerais, para a Europa. O foie gras francês se beneficia, portanto, da abertura comercial. As vendas para o Brasil representam cerca de € 1 milhão, um mercado “importante", salienta a Associação Interprofissional de Patos e Gansos para Foie Gras (Cifog). Em um comunicado, a entidade denunciou “um primeiro desvio” do acordo bilateral entre os blocos. O texto alega que a medida “entra em contradição com o espírito do tratado”. “Para além do foie gras, os profissionais da área estão preocupados com o precedente que tal proibição criaria, sem uma resposta da União Europeia e das autoridades francesas. Se o Brasil pode proibir um produto europeu reconhecido e protegido dentro de suas fronteiras, outros setores agrícolas poderiam ser alvo de medidas semelhantes no futuro”, alegam os produtores. “A Cifog solicita uma intervenção diplomática imediata da Europa junto às autoridades brasileiras para obter, ao menos, um veto parcial." Projeto de 2020 contra a alimentação forçada de animais O texto aprovado pelos deputados veta no país produtos oriundos de alimentação forçada de animais. O projeto de lei, de autoria do senador Eduardo Girão (Podemos-CE) e em trâmite parlamentar desde 2020, seguiu para sanção presidencial. O foie gras, ou fígado gordo, é um ingrediente típico da culinária francesa, obtido por meio da ingestão à força de ração à base de milho diretamente no estômago de patos e gansos. A fase de engorda ocorre, em média, durante 12 dias, no final do ciclo de vida do animal, antes do abate. O comunicado dos produtores franceses salienta que “o ganso de foie gras do sudoeste está entre as indicações geográficas protegidas reconhecidas pelo acordo comercial" entre a UE e o Mercosul, e recorda a batalha dos agricultores franceses para barrar o acordo. “O presidente Lula tem poucos dias para vetar total ou parcialmente este texto. Essa proibição da venda de um produto emblemático da gastronomia francesa, um verdadeiro símbolo da tradição agrícola do nosso país, demonstra a validade das preocupações dos agricultores franceses”, afirma a categoria. “A Cifog alerta para esta situação, que corre o risco de se alastrar a outros produtos agrícolas, e apela a uma intervenção urgente dos representantes europeus nesta matéria”, reitera. Reciprocidade O tratado assinado em dezembro prevê um mecanismo de reequilíbrio comercial, para casos como este, observa Bruno Capuzzi, especialista em comércio internacional e pesquisador do Insper Agro Global. “Se após a entrada em vigor do acordo alguma das partes aplicar medidas que restrinjam os benefícios à outra parte, as partes podem invocar uma nova negociação e pensar em uma contrapartida, uma nova rodada de concessões direcionadas”, aponta. A França é a maior consumidora e produtora mundial da especiaria, com 60% do mercado, seguida por Espanha, Bélgica e Suíça. A produção europeia foi de cerca de 20,6 mil toneladas em 2024 e as exportações movimentaram € 69 milhões, segundo números da Eurostat citados pela entidade representante do setor Euro Foie Gras. A proibição brasileira, se for confirmada, poderia gerar uma nova onda de pressões do setor agrícola francês por contrapartidas, gerando uma dinâmica desfavorável para o cumprimento do acordo. Mas o especialista lembra que o princípio da reciprocidade de práticas, caro aos europeus para questões como combate ao desmatamento e uso de agrotóxicos nos países do Mercosul, também vale no sentido oposto. “Seria um contrassenso, porque os agricultores franceses pedem para a União Europeia aplicar as famosas cláusulas-espelho, ou seja, que as práticas mandatórias de serem cumpridas na União Europeia sejam espelhadas nas condicionalidades da exportação. Se a lei brasileira passar como está, estará fazendo exatamente isso”, indica. “Se houvesse uma forma de engordar a ave sem alimentação forçada, o foie gras por si só não seria proibido. É uma distinção importante”, avalia Capuzzi. Proibições pelo mundo Diversos países se mobilizam para acabar com a prática de alimentação forçada, em nome do bem-estar animal. A produção de foie gras é proibida em lugares como Dinamarca, Reino Unido, Alemanha, Itália e Argentina. Em 2014, a Índia se tornou o primeiro a banir também a comercialização e a importação da iguaria. Do lado dos consumidores, fora da Europa, o Japão, a China e os Estados Unidos são os maiores compradores, onde o ingrediente é encontrado em restaurantes de luxo e delicatessens.
Especialista explica como a reforma tributária pode alterar relações comerciais, planejamento fiscal e rentabilidade nas propriedades leiteiras.
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Cacau Connect possui a proposta de intermediar venda de cacau tipo 1, com maior valor agregado
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O Governo do Brasil ampliou a renegociação de dívidas da agricultura familiar. O programa prorroga prazos, passa a incluir contratos mais antigos e fortalece condições para regularização e acesso ao crédito em 2026, beneficiando ainda assentados, pescadores e comunidades tradicionais. Sonoras:
Produtores rurais podem recuperar áreas de preservação permanente na sua propriedade – e ainda receber por isso. Nesta entrevista, Humberto Bicca, Analista de Extensão e coordenador do programa dentro da Epagri, explica como funciona o projeto e quem pode se candidatar.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maurício FrighettoApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
O Congresso Brasileiro de Milho, organizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Milho, será em Brasília, no próximo dia 13 de Maio, e vai tratar de assuntos relevantes para a cadeia de produção.
Estudo aponta que 40% dos agricultores familiares enfrentam barreiras para financiamento; especialista explica os desafios e caminhos para ampliar o acesso
Evento em Campo Novos do Parecis/MT reuniu autoridades do setor e tem alta expectativa de público e negócios
Produtores ainda devem buscar investimentos, mas podem tirar o pé em alguns produtos como fertilizantes
Manejo adequado e revisitado, incorporando novas tecnologias, tem estado no radar do produtor para um controle mais eficiente destas e outras pragas, como o bicudo e a cigarrinha.
Parlamentar estará no 4º Farm Day, em Tocantins, para tratar da retomada da economia do setor e da importância deste movimento para a retomada da economia nacional. Evento contará com a cobertura do Notícias Agrícolas.
Em São Paulo, produtores optam pela redução de área destinada á safrinha em algumas regiões em função dos altos custos
Estratégia de segurar vendas, clima afetando a colheita e demanda elevada ajudaram nas altas
Caso Master: Segunda Turma do STF analisa prisão preventiva de Daniel Vorcaro; entenda. Exército dos EUA confirma 4 mortes em queda de avião de reabastecimento no Iraque. Produtores rurais relatam preços abusivos e dificuldade de encontrar diesel em plena colheita no RS e PR. Senado aprova projeto para acelerar imunoterapia contra o câncer no SUS; veja como funciona tratamento que revolucionou a oncologia. Prestígio recente no Oscar abriu portas para o cinema brasileiro? Cineastas avaliam.
Debate da Super Manhã: O agronegócio segue como motor da economia brasileira, impulsionando crescimento, inovação e geração de empregos. No entanto, o setor enfrenta desafios como sustentabilidade ambiental, infraestrutura e acesso a tecnologias de ponta. No debate desta terça-feira (10), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados sobre os desafios do setor, os contextos local, regional e nacional, a inovação e a tecnologia atuais e as tendências do setor agroindustrial. Participam o presidente da Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas (Abrafrutas), Guilherme Coelho, o presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar-PE), Renato Cunha, e o diretor-presidente da Masterboi, Nelson Bezerra.
Produtores aproveitam atual momento e avançam com a comercialização. Novos negócios aocntecem, inclusive, com a soja 26/27.
Preços baixos do cacau deixam produtores insatisfeitos e mercado interno em alerta
Produtores de melancia se adaptam para atender necessidades dos consumidores
Sicredi faz balanço sobre a participação na feira da Coopavel e avalia atual momento para crédito agrícola no Brasil
A presidência brasileira da Conferência do Clima da ONU em Belém convida os países e organizações internacionais a contribuírem, a partir da semana que vem, com a elaboração de um “mapa do caminho internacional” para o afastamento dos combustíveis fósseis, os principais causadores do aquecimento global. O presidente da COP30, André Corrêa do Lago, realiza um giro internacional para reunir apoio técnico para a proposta, lançada pelo Brasil em novembro passado. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Depois de se encontrar com a autoridade climática da ONU (UNFCCC) na Turquia, para iniciar os preparativos para a próxima COP, em Antalya, o embaixador esteve na sede da Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO), em Roma. Na sequência, esteve em Paris para reuniões na Agência Internacional de Energia e com a Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena). O primeiro passo é compilar os dados mais recentes para fundamentar uma proposta equilibrada, no contexto em que a maioria dos países ainda tem uma forte dependência das fontes fósseis de energia, explicou Corrêa do Lago à RFI. "A primeira parte são os dados. A maior parte deles já está publicada, mas há muitas publicações sobre diversos temas e nós queremos que o mapa do caminho internacional seja um instrumento de desmistificação dos problemas relacionados a isso e de simplificação do grande volume de informações existentes”, indicou. "Todas as instituições relacionadas à energia podem contribuir.” Incluir a Opep na conversa O embaixador também busca agregar visões divergentes sobre o tema, incluindo a Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep). A entidade, que reúne as economias que mais se opõem à conversa sobre o fim do petróleo (como os países do Golfo e a Rússia), defende que o foco deve ser a redução das emissões de gases de efeito estufa em geral, e não direcionada a setores específicos. Além disso, sustenta que esse objetivo deve ser atingido mediante ações voluntárias dos países. "É muito importante que a gente incorpore as diferentes visões de diferentes organismos. Não é que um deles vá guiar o processo, até porque, desses organismos todos, só um é das Nações Unidas, o relacionado à energia atômica [AIEA]”, observou o diplomata. Na COP30 em Belém, os grandes produtores de petróleo exerceram forte pressão para que, nos textos finais da conferência, não houvesse menção aos combustíveis fósseis. Dimensão política e dimensão diplomática das COPs A partir da semana que vem, os países-membros da Convenção do Clima também estarão convidados a dar suas contribuições sobre o tema. Corrêa do Lago salienta que o Brasil teve sucesso em trazer de volta às negociações a discussão sobre a redução da dependência dos fósseis, que se tornou um assunto “central para a preparação da COP31". “O presidente Lula sabia que a COP era a ocasião política de se falar disso. Mesmo que o tema não estivesse formalmente dentro da agenda, é um tema incontornável do ponto de vista político”, disse o embaixador. "Por isso que eu sempre tento separar a dimensão diplomática das COPs. A diplomacia é a arte do possível." O objetivo de Corrêa do Lago é propor um documento antes da próxima conferência, sediada na Turquia, com negociações presididas pela Austrália. A ideia de um roteiro para o afastamento dos fósseis está longe de um consenso: dentro do próprio Brasil, os diferentes ministérios envolvidos na discussão (Casa Civil, Minas e Energia, Meio Ambiente e Fazenda) não conseguiram convergir sobre as diretrizes básicas dentro do prazo de 60 dias estabelecido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva logo após o evento em Belém. Pela complexidade do assunto, o roteiro brasileiro provavelmente não estará pronto até a próxima COP. "Todos os países estão divididos quando discutem esse tema, porque há interesses econômicos imensos, desafios de financiamento, desafios tecnológicos e muitos outros. A ambição desse mapa do caminho internacional é contribuir para que a transição seja feita de maneira racional e nos termos aprovados pela Convenção do Clima em Dubai: de forma justa, ordenada e equilibrada”, salientou o presidente da COP30. Testes antes da COP31 Dois grandes encontros preparatórios da próxima conferência serão determinantes para a diplomacia brasileira testar a abertura dos 195 países à ideia de um roteiro para o afastamento do petróleo e do carvão: a reunião multilateral em Bonn (Alemanha), em junho, e a Pré-COP, a ser realizada em outubro em uma ilha do Pacífico, semanas antes do evento em novembro. Além disso, em abril, a Colômbia e a Holanda organizam uma conferência incluindo os países que demonstraram disposição em avançar nesse tema durante a COP de Belém. Corrêa do Lago avaliou a iniciativa como “muito importante”, mas ressaltou que ocorre em paralelo ao processo oficial de negociações diplomáticas da ONU. O evento na Colômbia estará focado na queda da produção de petróleo, enquanto que, para a presidência brasileira da COP30, a prioridade é avançar na discussão sobre o consumo, passando pela eletrificação das economias e o desenvolvimento das energias renováveis.
Evento é a porta de entrada para o crescente mercado da região e do Norte da África
Produtores americanos vêm conhecer o Agro o Brasil. Aprendem muito, mudando pré-conceitos sobre nossa produç˜ão sustentável com proteção ambiental e saúde e segurança no trabalho. Nós também podemos aprender com eles.
Ricardo Arioli comenta algumas das principais notícias da semana, ligadas ao Agro. Trump volta a ameaçar tarifaço para quem comercializar com o Irã, um mercado importante para o Brasil. Produtores europeus protestando contra o Acordo Mercosul-UE. Recuperações Judiciais trazem preocupações para o Agro.
Luccas Riedo é engenheiro civil e ex-CEO do G4 Educação. Após uma carreira executiva de sucesso, ele tomou uma decisão radical: vendeu tudo, saiu do mundo corporativo e alocou 100% do seu patrimônio em Bitcoin.Neste episódio, Luccas explica a lógica por trás dessa aposta "all-in". Ele detalha como o sistema financeiro atual opera como um mecanismo de confisco (via inflação e impostos), revela o risco real de bloqueios judiciais que o motivou a buscar soberania e discute a tese da "Greve dos Produtores" (inspirada em A Revolta de Atlas).Uma aula sobre economia, a história do dinheiro e como é possível viver de Bitcoin sem nunca precisar vendê-lo.Disponível no youtube:Link: https://youtu.be/J-kKBUHZgkYPatrocinador:Remessa Online - Envie e receba dinheiro do exterior com taxas mais baixas e sem burocracia.Link: https://www.remessaonline.com.br/?utm_medium=display&utm_source=Excepcionais&utm_campaign=RM_Podcast_Excepcionais_Awareness-202500:00:00 - Introdução: O sistema é baseado em confiança (e ela está acabando)00:02:25 - Por que alocar 100% do patrimônio em Bitcoin?00:03:30 - A história dos bancos e a fraude da reserva fracionária00:05:10 - 1971: O fim do padrão ouro e o início da impressão infinita00:08:19 - A inflação real é 17% (IPCA é uma mentira?)00:11:53 - A dívida impagável dos EUA e o roubo do futuro00:13:33 - A estratégia do governo para se perpetuar no poder00:18:17 - Bitcoin como "Opt-out": A saída do sistema00:20:14 - O risco de bloqueio judicial (Alexandre de Moraes e STF)00:22:45 - Escassez absoluta: Bitcoin vs Imóveis e Ouro00:28:06 - As 3 opções: Ignorar, Mudar o Sistema ou Se Proteger00:31:26 - Renda Fixa é Perda Fixa? (A conta real do prejuízo)00:34:17 - O segredo: Como viver de Bitcoin sem vender (Empréstimo Colateral)00:38:55 - A estratégia da MicroStrategy e empresas comprando Bitcoin00:44:18 - Como funciona a rede (Nodes) e por que não podem mudar as regras00:50:44 - Os riscos reais: Computação Quântica e Bugs00:55:07 - Custódia: Como guardar seu Bitcoin com segurança (Seed Phrase)01:08:28 - O Governo te rouba 3 vezes: Passado, Presente e Futuro01:09:48 - A Revolta de Atlas: O dilema de "entrar em greve" e parar de produzir01:15:02 - Vivendo na prática: Cartão de Crédito com Bitcoin01:21:28 - O ciclo do Bitcoiner: De Hater a Maximalista01:33:00 - A diferença brutal entre Bitcoin e "Cripto" (Ethereum, Solana)01:40:07 - Como começar a estudar (Dicas de livros e "100 horas")Siga o Luccas no Instagram:https://www.instagram.com/luccasriedo/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.