POPULARITY
Categories
No episódio de hoje do BBCast Agro, Nátaly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), apresenta as principais atualizações sobre o cenário climático para o agronegócio brasileiro. As novas projeções indicam aumento das chances de formação do El Niño e trazem alertas importantes sobre calor acima da média, chuvas irregulares e impactos para as principais regiões produtoras do país.Destaques do episódio:
As mudanças climáticas seguem sendo o principal risco para o agronegócio brasileiro. Mas não são as únicas.Nesta edição do Agro 4x4, você vai entender por que clima, geopolítica, crédito e fertilizantes continuam no radar do produtor e como esses fatores estão influenciando os mercados neste momento.Além disso, falamos sobre:▶️ Os principais riscos apontados pelo agro brasileiro para 2026▶️ O novo cenário global dos fertilizantes após o ápice dos conflitos no Oriente Médio▶️ A proposta de renegociação de dívidas rurais que pode avançar no Senado▶️ O que movimentou soja, milho, trigo e dólar na última semana00:00 – Abertura00:17 – Indicadores financeiros da semana01:07 – Destaque da Semana02:19 – Mercado de Fertilizantes03:23 – Número da SemanaO Agro 4x4 é o resumo semanal da Castrolanda com os principais movimentos do mercado que podem impactar suas decisões e seus resultados no campo.
*Fique bem-informado com as notícias do Programa Agronegócio Hoje de 10/06/2026.*
https://hackmart.com.brhttps://renanlevinski.com.br (Curso de agentes de ia)Temas de todos os meus episódios
Economia brasileira movimenta R$ 3,3 trilhões no primeiro trimestre de 2026, com agronegócio em destaque. Mesmo em ritmo mais lento, a segunda safra de milho pode trazer bons resultados aos produtores. Drones avançam no agro e elevam a eficiência das aplicações no campo. Chegada do El Niño amplia o monitoramento e as ações de preparação. Tempo: chuva forte na Bahia, alerta para Salvador e volumes elevados no Norte do país.
https://hackmart.com.brhttps://renanlevinski.com.br (Curso de agentes de ia)TEMAS DE TODOS OS MEUS PODCASTS
A decisão da Câmara dos Deputados do Brasil de aprovar um projeto de lei que proíbe a produção e comercialização de foie gras no país enfurece os agricultores franceses, maiores produtores mundiais da iguaria. A categoria alega que a medida, se adotada, contraria o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, que entrou em vigor recentemente, após 25 anos de negociações entre os dois blocos. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A maior vantagem do tratado para os europeus é poder vender bens industrializados e produtos agroalimentares processados, como queijos e vinhos, livres de tarifas para os países latino-americanos. Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, por sua vez, agora têm acesso facilitado para a exportação principalmente de matérias-primas, como carne e minerais, para a Europa. O foie gras francês se beneficia, portanto, da abertura comercial. As vendas para o Brasil representam cerca de € 1 milhão, um mercado “importante", salienta a Associação Interprofissional de Patos e Gansos para Foie Gras (Cifog). Em um comunicado, a entidade denunciou “um primeiro desvio” do acordo bilateral entre os blocos. O texto alega que a medida “entra em contradição com o espírito do tratado”. “Para além do foie gras, os profissionais da área estão preocupados com o precedente que tal proibição criaria, sem uma resposta da União Europeia e das autoridades francesas. Se o Brasil pode proibir um produto europeu reconhecido e protegido dentro de suas fronteiras, outros setores agrícolas poderiam ser alvo de medidas semelhantes no futuro”, alegam os produtores. “A Cifog solicita uma intervenção diplomática imediata da Europa junto às autoridades brasileiras para obter, ao menos, um veto parcial." Projeto de 2020 contra a alimentação forçada de animais O texto aprovado pelos deputados veta no país produtos oriundos de alimentação forçada de animais. O projeto de lei, de autoria do senador Eduardo Girão (Podemos-CE) e em trâmite parlamentar desde 2020, seguiu para sanção presidencial. O foie gras, ou fígado gordo, é um ingrediente típico da culinária francesa, obtido por meio da ingestão à força de ração à base de milho diretamente no estômago de patos e gansos. A fase de engorda ocorre, em média, durante 12 dias, no final do ciclo de vida do animal, antes do abate. O comunicado dos produtores franceses salienta que “o ganso de foie gras do sudoeste está entre as indicações geográficas protegidas reconhecidas pelo acordo comercial" entre a UE e o Mercosul, e recorda a batalha dos agricultores franceses para barrar o acordo. “O presidente Lula tem poucos dias para vetar total ou parcialmente este texto. Essa proibição da venda de um produto emblemático da gastronomia francesa, um verdadeiro símbolo da tradição agrícola do nosso país, demonstra a validade das preocupações dos agricultores franceses”, afirma a categoria. “A Cifog alerta para esta situação, que corre o risco de se alastrar a outros produtos agrícolas, e apela a uma intervenção urgente dos representantes europeus nesta matéria”, reitera. Reciprocidade O tratado assinado em dezembro prevê um mecanismo de reequilíbrio comercial, para casos como este, observa Bruno Capuzzi, especialista em comércio internacional e pesquisador do Insper Agro Global. “Se após a entrada em vigor do acordo alguma das partes aplicar medidas que restrinjam os benefícios à outra parte, as partes podem invocar uma nova negociação e pensar em uma contrapartida, uma nova rodada de concessões direcionadas”, aponta. A França é a maior consumidora e produtora mundial da especiaria, com 60% do mercado, seguida por Espanha, Bélgica e Suíça. A produção europeia foi de cerca de 20,6 mil toneladas em 2024 e as exportações movimentaram € 69 milhões, segundo números da Eurostat citados pela entidade representante do setor Euro Foie Gras. A proibição brasileira, se for confirmada, poderia gerar uma nova onda de pressões do setor agrícola francês por contrapartidas, gerando uma dinâmica desfavorável para o cumprimento do acordo. Mas o especialista lembra que o princípio da reciprocidade de práticas, caro aos europeus para questões como combate ao desmatamento e uso de agrotóxicos nos países do Mercosul, também vale no sentido oposto. “Seria um contrassenso, porque os agricultores franceses pedem para a União Europeia aplicar as famosas cláusulas-espelho, ou seja, que as práticas mandatórias de serem cumpridas na União Europeia sejam espelhadas nas condicionalidades da exportação. Se a lei brasileira passar como está, estará fazendo exatamente isso”, indica. “Se houvesse uma forma de engordar a ave sem alimentação forçada, o foie gras por si só não seria proibido. É uma distinção importante”, avalia Capuzzi. Proibições pelo mundo Diversos países se mobilizam para acabar com a prática de alimentação forçada, em nome do bem-estar animal. A produção de foie gras é proibida em lugares como Dinamarca, Reino Unido, Alemanha, Itália e Argentina. Em 2014, a Índia se tornou o primeiro a banir também a comercialização e a importação da iguaria. Do lado dos consumidores, fora da Europa, o Japão, a China e os Estados Unidos são os maiores compradores, onde o ingrediente é encontrado em restaurantes de luxo e delicatessens.
Os produtores e comerciantes brasileiros de algodão estão prontos para lucrar com uma alta impulsionada por dois eventos díspares: a guerra do Irã e a seca.Os preços do algodão subiram mais de 20% este ano e, neste mês, atingiram o maior valor desde 2024.
Produtores franceses pediram intervenção diplomática urgente.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Especialista explica como a reforma tributária pode alterar relações comerciais, planejamento fiscal e rentabilidade nas propriedades leiteiras.
*Fique bem-informado com as notícias do Programa Agronegócio Hoje de 21/05/2026.*
Cacau Connect possui a proposta de intermediar venda de cacau tipo 1, com maior valor agregado
Cacau Connect possui a proposta de intermediar venda de cacau tipo 1, com maior valor agregado
O Governo do Brasil ampliou a renegociação de dívidas da agricultura familiar. O programa prorroga prazos, passa a incluir contratos mais antigos e fortalece condições para regularização e acesso ao crédito em 2026, beneficiando ainda assentados, pescadores e comunidades tradicionais. Sonoras:
Produtores rurais podem recuperar áreas de preservação permanente na sua propriedade – e ainda receber por isso. Nesta entrevista, Humberto Bicca, Analista de Extensão e coordenador do programa dentro da Epagri, explica como funciona o projeto e quem pode se candidatar.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maurício FrighettoApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Nesta entrevista, Marcelo Zanela, engenheiro agrônomo, extensionista e coordenador estadual de olericultura da Epagri, explica como funciona o Sistema de Plantio Direto de Hortaliças (SPDH) e como os produtores podem se beneficiar deste manejo. >> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maurício FrighettoApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
O Congresso Brasileiro de Milho, organizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Milho, será em Brasília, no próximo dia 13 de Maio, e vai tratar de assuntos relevantes para a cadeia de produção.
Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO) avalia que o início da testagem abre caminho para consolidação do setor e deve permitir o B16 ainda este ano
I first interviewed Lucas in 2021, when he shared his opinion on why kombucha has become so popular in Brazil and the rapid growth of the industry from 2019 to 2021. He is the founder of Fermenta Com Ciência (Fermenting with Science), where he teaches courses, gives lectures, and provides consulting services. He is also the organizer of Conakom (Conferência Nacional de Produtores de Kombucha). His central role in promoting kombucha in Brazil is evidenced by his social media presence: 277,000 follow him on Instagram, 55,000 on Facebook, and 153,000 on his YouTube channel, which has 279 instructional videos. Fermenta Com Ciência’s Mission To work on cultivating the culture of fermenting probiotic beverages and functional fermented foods—bridging ancestral knowledge with the most current scientific foundations—and to teach, in a clear and practical manner, how to prepare these items safely and healthily, catering both to those who wish to produce them artisanally at home and to those looking to scale up and commercialize their products. History Lucas Montanari is a biologist specializing in fermentation, holding a postgraduate degree in Nutrigenomics and Functional Foods. He is also an Integrative Nutrition Health Coach certified by the IIN (NY, USA) and a faculty member in the Functional Gastronomy postgraduate program at FAMESP. In addition to Fermenta Com Ciência, and organizing Conakom, the Brazilian Kombucha Festival. He serves as the Technical Director of ABKOM (Brazilian Kombucha Association) and conducts research on the health benefits of kombucha and methods to optimize its large-scale production. He first encountered kombucha in Australia in 2013; after refining his expertise, he began his work with kombucha in Brazil in 2015. Since then, he has trained thousands of “Kombucheiros” through in-person courses, online programs, and consulting services for commercial production. He has played a key role in the development of numerous nationally successful brands, including Tchá Kombucha, Puro Verde, Aviv Kombucha, Mr. Bolt Kombucha, Kombucha Libre, and Lich Kombucha. Furthermore, he has collaborated with leading companies to develop specialized fermenters, equipment, and raw materials specifically designed for kombucha production. Consulting Services Their consulting service is designed for those who wish to delve deeper into the science of kombucha fermentation to gain greater control over their production process, develop market-friendly flavors, achieve better product standardization, and ensure more consistent carbonation—all while confidently scaling up production. Students learn how to serve kombucha “On Tap,” thereby increasing cost efficiency and sustainability in their business. Discover the equipment and methods utilized in various industrial kombucha production facilities worldwide, and identify the next steps needed to turn dreams into reality! The consultancy focuses on the production of kombucha for commercial sale—specifically: How to manufacture a high-quality, stable product with low alcohol content. Which equipment and techniques should be utilized to scale up and streamline commercial production. Which machinery and equipment should you employ to optimize manufacturing processes and flavoring techniques to give your product a competitive edge in the market. Recipes designed to maximize the efficient use of time, space, and investment. Techniques for achieving optimal levels of density and acidity, including the proper use of measurement instruments. How to serve kombucha on tap, including how to operate draft systems, kegs, post-mix units, CO2 cylinders, and other carbonation equipment. Courses Lucas teaches courses for both home brewers and commercial operations. Home Brewing This course is composed of seven modules: The Universe of Kombucha: Discover what kombucha truly is, and also learn about its origins—from ancient legends to the first scientific records—tracing its entire history right up to the modern market Transforming your Health: Learn how to take your health to the next level by optimizing the benefits of kombucha for your body. You will also learn how to consume the beverage correctly and discover an extensive collection of books to further specialize in kombucha and gut health. Foundation: Learn—in detail—all the best ingredients to use in your production so that you never again have thin SCOBYs, mold, or other fermentation issues. I will also cover the essential utensils and ideal bottle types you need to make kombucha exactly the way you want it. Preparation and Harvesting: Discover the secrets to preparing the specific tea infusion used to make kombucha, and how to reduce the entire preparation time to just a few minutes on a single day of the week. You will learn how to identify the optimal time to harvest your finished fermentation. Flavoring and Carbonation: Master the art of naturally flavoring, infusing, and coloring your kombucha, and create endless recipes using the techniques in this module. You will also learn the principles of second fermentation to gain control over your beverage's carbonation—even in glass bottles. SCOBY Hotel and Vinegar: Learn how to properly care for your colonies and prepare your own functional kombucha vinegar for cooking, cosmetics, cleaning, and more. Scaling up: Learn how to scale up your production—from 3-liter jars to fermenters of any volume you desire—using a simple method that can save you a significant amount of preparation time and help you achieve better standardization. Additional resources include downloadable instruction booklets, group mentoring sessions with over 1,000 experienced brewers, and much more. Commercial Brewing This course comprises nine modules: Professional Production Methods: Learn how to produce kombucha on a large scale with standardization and high quality. Also, learn the basics of the SAFE Method. Entrepreneurship: Learn how to turn your kombucha business idea into reality, organize your operations, and transform your production into a profitable venture. How to Register Your Kombucha Business with MAPA: Gain access to a detailed step-by-step guide on how to obtain your registration with MAPA and stand out from the majority of other brands. Developing Successful Flavors: Learn how to develop kombuchas with a precise sensory profile, creating flavor, aroma, and color combinations that elevate the quality of your production. Making Kombucha On Tap: Discover all the equipment and techniques you need to serve kombucha from draft systems, and sell it in restaurants and at events. Choosing the Right Equipment: Learn how to select the ideal fermenters, bottling machines, and other equipment to scale your production safely, productively, and efficiently. The Science of Fermentation: Explore in depth the microbiology behind kombucha and learn how to precisely control the results of your fermentation. Alcohol Control and Stability: Master techniques such as cold crashing, forced carbonation, and filtration, and learn essential industrial processes to standardize your kombucha with consistent quality. Aluminum Can Packaging: Discover the technologies and essential best practices for canning, guided by an expert who has mastered the process on a commercial scale. Bonus material includes lifetime access to a video library, an Advanced Study Group on Telegram, home to a community of over 700 commercial kombucha producers, and a course on registering your kombucha brewery with MAPA, taught by Stela Patrocínio — one of the experts I interviewed for the initial posting in my series on kombucha in Brazil. Networking Lucas has connected with leading members of the worldwide kombucha community, including several prominent international figures in the field of fermentation, such as Sandor Katz, author of The Art of Fermentation, Sébastien Bureau, the founder of Mannanova, and Nick Robertson from Rare Combinations. He has attended kombucha conferences in the United States and Europe. He’s also been featured in past editions of SYMBIOSIS Magazine (which I edited). I was pleased to see him prominently display a copy of the magazine in one of his instructional videos. Interview Readers who want to go deeper can listen to the podcast interview with Lucas, where we discuss his courses, the challenges and opportunities for commercial production in Brazil, and the future of the industry. Uma tradução da entrevista para o português está disponível para download. The post Profile: Lucas Montanari, Fermenta Com Ciência, Brazil appeared first on 'Booch News.
Estudo aponta que 40% dos agricultores familiares enfrentam barreiras para financiamento; especialista explica os desafios e caminhos para ampliar o acesso
Evento em Campo Novos do Parecis/MT reuniu autoridades do setor e tem alta expectativa de público e negócios
Produtores ainda devem buscar investimentos, mas podem tirar o pé em alguns produtos como fertilizantes
Manejo adequado e revisitado, incorporando novas tecnologias, tem estado no radar do produtor para um controle mais eficiente destas e outras pragas, como o bicudo e a cigarrinha.
Parlamentar estará no 4º Farm Day, em Tocantins, para tratar da retomada da economia do setor e da importância deste movimento para a retomada da economia nacional. Evento contará com a cobertura do Notícias Agrícolas.
Em São Paulo, produtores optam pela redução de área destinada á safrinha em algumas regiões em função dos altos custos
- Alta no Funrural entra em vigor e pressiona caixa do agronegócio - Produtor deve redobrar atenção com declaração de renda e evitar erros em contratos agrários - Fenasul Expoleite projeta recorde de animais e inicia definição da programação - Produtores venderão azeite novo com preço unificado durante a abertura da colheita - FecoAgro/RS participa de agenda da Ocergs com lideranças partidárias em Porto Alegre - Município paulista estrutura cadeia do búfalo e eleva em mais de 300% valor ao produtor - Curso capacita novos inspetores para avaliação e registro de ovinos no Piauí - Qualidade da semente impacta uniformidade e produtividade das lavouras E mais: Cotações, previsão do tempo e agenda Entrevista: Éder Santos, gerente Nacional de Sorgo da Boa Safra
O Fala Carlão Especial de Sábado conversa com Deborah Demétrio, da Green Has/Fruit Attraction; Josiane da Silva Almeida, Gerente Geral de Fomento, Inovação e Arranjos Produtivos da ADEPE; Rafael Bruinje Bin, da Cachaça Petrolina; Rodrigo Fabian, da Rio Valley Vinhos; Rodrigo Marchesi, da Vinícola Brasília; Rafael Pinheiro, do Viveiro Braz Plant; e Raquel Lucas, da Imperador do Cerrado, direto da Fruit Attraction São Paulo. Durante o encontro, os participantes destacam a qualidade dos animais, compartilham histórias do campo e reforçam a qualidade do produtor brasileiro, evidenciada na prática do dia a dia e na consistência do trabalho realizado. O programa mostra como diferentes experiências e trajetórias convergem para um ponto comum: a entrega de qualidade no campo, resultado direto da dedicação de quem produz. A nossa cobertura na Fruit Attraction tem um oferecimento da GreenHas Brasil.
Estratégia de segurar vendas, clima afetando a colheita e demanda elevada ajudaram nas altas
Produtores de ostras, mexilhões e algas da Grande Florianópolis devem entregar o Relatório Anual de Produção da Aquicultura em Águas da União (RAP) até esta terça-feira, 31 de março. O líder do projeto de maricultura e pesca da Epagri na região, Edson de Quadra, explica o que é o RAP, para que serve e como os produtores devem realizar o envio.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maurício Frighetto Apoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Se lei for sancionada, acabam as denominações “amargo” e “meio amargo” e porcentagem de cacau terá que ser explicitada nas embalagens. Produtores comemoram, mas indústria reclama de sobreposição com regulação da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) e alerta que haverá aumento de custos que pode chegar aos preços.Trabalho realizado na disciplina Laboratório de Áudio do curso de Jornalismo da Escola de Comunicação.Reportagem: Vanessa AlvanierEdição: Marcelo Kischinhevsky
No episódio de hoje do BB Cast Agro, Neusa Nicolini, assessora de agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário do arroz no Brasil, com destaque para a redução da área plantada, os preços baixos e os impactos nos custos de produção.Destaques do episódio:
Com avanço de cerca de 35% nos preços da ureia e tensões no Oriente Médio, importadores buscam alternativas mais econômicas, aponta consultoria. Instabilidade climática e praga que ataca as raízes podem pressionar a produtividade do tomate em 2026. Biogenética, inteligência artificial e agricultura digital ajudam produtores a reduzir riscos e aumentar a produtividade, analisa especialista. Mercado rural é responsável por três a cada dez vagas formais no país, segundo CNM. Tempo: frente fria avança e leva instabilidade a todos país.
Caso Master: Segunda Turma do STF analisa prisão preventiva de Daniel Vorcaro; entenda. Exército dos EUA confirma 4 mortes em queda de avião de reabastecimento no Iraque. Produtores rurais relatam preços abusivos e dificuldade de encontrar diesel em plena colheita no RS e PR. Senado aprova projeto para acelerar imunoterapia contra o câncer no SUS; veja como funciona tratamento que revolucionou a oncologia. Prestígio recente no Oscar abriu portas para o cinema brasileiro? Cineastas avaliam.
Debate da Super Manhã: O agronegócio segue como motor da economia brasileira, impulsionando crescimento, inovação e geração de empregos. No entanto, o setor enfrenta desafios como sustentabilidade ambiental, infraestrutura e acesso a tecnologias de ponta. No debate desta terça-feira (10), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados sobre os desafios do setor, os contextos local, regional e nacional, a inovação e a tecnologia atuais e as tendências do setor agroindustrial. Participam o presidente da Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas (Abrafrutas), Guilherme Coelho, o presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar-PE), Renato Cunha, e o diretor-presidente da Masterboi, Nelson Bezerra.
Produtores aproveitam atual momento e avançam com a comercialização. Novos negócios aocntecem, inclusive, com a soja 26/27.
Preços baixos do cacau deixam produtores insatisfeitos e mercado interno em alerta
Produtores de melancia se adaptam para atender necessidades dos consumidores
Sicredi faz balanço sobre a participação na feira da Coopavel e avalia atual momento para crédito agrícola no Brasil
A presidência brasileira da Conferência do Clima da ONU em Belém convida os países e organizações internacionais a contribuírem, a partir da semana que vem, com a elaboração de um “mapa do caminho internacional” para o afastamento dos combustíveis fósseis, os principais causadores do aquecimento global. O presidente da COP30, André Corrêa do Lago, realiza um giro internacional para reunir apoio técnico para a proposta, lançada pelo Brasil em novembro passado. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Depois de se encontrar com a autoridade climática da ONU (UNFCCC) na Turquia, para iniciar os preparativos para a próxima COP, em Antalya, o embaixador esteve na sede da Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO), em Roma. Na sequência, esteve em Paris para reuniões na Agência Internacional de Energia e com a Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena). O primeiro passo é compilar os dados mais recentes para fundamentar uma proposta equilibrada, no contexto em que a maioria dos países ainda tem uma forte dependência das fontes fósseis de energia, explicou Corrêa do Lago à RFI. "A primeira parte são os dados. A maior parte deles já está publicada, mas há muitas publicações sobre diversos temas e nós queremos que o mapa do caminho internacional seja um instrumento de desmistificação dos problemas relacionados a isso e de simplificação do grande volume de informações existentes”, indicou. "Todas as instituições relacionadas à energia podem contribuir.” Incluir a Opep na conversa O embaixador também busca agregar visões divergentes sobre o tema, incluindo a Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep). A entidade, que reúne as economias que mais se opõem à conversa sobre o fim do petróleo (como os países do Golfo e a Rússia), defende que o foco deve ser a redução das emissões de gases de efeito estufa em geral, e não direcionada a setores específicos. Além disso, sustenta que esse objetivo deve ser atingido mediante ações voluntárias dos países. "É muito importante que a gente incorpore as diferentes visões de diferentes organismos. Não é que um deles vá guiar o processo, até porque, desses organismos todos, só um é das Nações Unidas, o relacionado à energia atômica [AIEA]”, observou o diplomata. Na COP30 em Belém, os grandes produtores de petróleo exerceram forte pressão para que, nos textos finais da conferência, não houvesse menção aos combustíveis fósseis. Dimensão política e dimensão diplomática das COPs A partir da semana que vem, os países-membros da Convenção do Clima também estarão convidados a dar suas contribuições sobre o tema. Corrêa do Lago salienta que o Brasil teve sucesso em trazer de volta às negociações a discussão sobre a redução da dependência dos fósseis, que se tornou um assunto “central para a preparação da COP31". “O presidente Lula sabia que a COP era a ocasião política de se falar disso. Mesmo que o tema não estivesse formalmente dentro da agenda, é um tema incontornável do ponto de vista político”, disse o embaixador. "Por isso que eu sempre tento separar a dimensão diplomática das COPs. A diplomacia é a arte do possível." O objetivo de Corrêa do Lago é propor um documento antes da próxima conferência, sediada na Turquia, com negociações presididas pela Austrália. A ideia de um roteiro para o afastamento dos fósseis está longe de um consenso: dentro do próprio Brasil, os diferentes ministérios envolvidos na discussão (Casa Civil, Minas e Energia, Meio Ambiente e Fazenda) não conseguiram convergir sobre as diretrizes básicas dentro do prazo de 60 dias estabelecido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva logo após o evento em Belém. Pela complexidade do assunto, o roteiro brasileiro provavelmente não estará pronto até a próxima COP. "Todos os países estão divididos quando discutem esse tema, porque há interesses econômicos imensos, desafios de financiamento, desafios tecnológicos e muitos outros. A ambição desse mapa do caminho internacional é contribuir para que a transição seja feita de maneira racional e nos termos aprovados pela Convenção do Clima em Dubai: de forma justa, ordenada e equilibrada”, salientou o presidente da COP30. Testes antes da COP31 Dois grandes encontros preparatórios da próxima conferência serão determinantes para a diplomacia brasileira testar a abertura dos 195 países à ideia de um roteiro para o afastamento do petróleo e do carvão: a reunião multilateral em Bonn (Alemanha), em junho, e a Pré-COP, a ser realizada em outubro em uma ilha do Pacífico, semanas antes do evento em novembro. Além disso, em abril, a Colômbia e a Holanda organizam uma conferência incluindo os países que demonstraram disposição em avançar nesse tema durante a COP de Belém. Corrêa do Lago avaliou a iniciativa como “muito importante”, mas ressaltou que ocorre em paralelo ao processo oficial de negociações diplomáticas da ONU. O evento na Colômbia estará focado na queda da produção de petróleo, enquanto que, para a presidência brasileira da COP30, a prioridade é avançar na discussão sobre o consumo, passando pela eletrificação das economias e o desenvolvimento das energias renováveis.
Evento é a porta de entrada para o crescente mercado da região e do Norte da África
Produtores americanos vêm conhecer o Agro o Brasil. Aprendem muito, mudando pré-conceitos sobre nossa produç˜ão sustentável com proteção ambiental e saúde e segurança no trabalho. Nós também podemos aprender com eles.
Atenção também para lentidão na comercialização da safra de soja 25/26
Ricardo Arioli comenta algumas das principais notícias da semana, ligadas ao Agro. Trump volta a ameaçar tarifaço para quem comercializar com o Irã, um mercado importante para o Brasil. Produtores europeus protestando contra o Acordo Mercosul-UE. Recuperações Judiciais trazem preocupações para o Agro.
Ciclo alongado das lavouras pode trazer maior pressão para doença daqui para frente
São três anos seguidos de falta de chuvas e pequenos agricultores desistindo do agro e vendendo roças
Luccas Riedo é engenheiro civil e ex-CEO do G4 Educação. Após uma carreira executiva de sucesso, ele tomou uma decisão radical: vendeu tudo, saiu do mundo corporativo e alocou 100% do seu patrimônio em Bitcoin.Neste episódio, Luccas explica a lógica por trás dessa aposta "all-in". Ele detalha como o sistema financeiro atual opera como um mecanismo de confisco (via inflação e impostos), revela o risco real de bloqueios judiciais que o motivou a buscar soberania e discute a tese da "Greve dos Produtores" (inspirada em A Revolta de Atlas).Uma aula sobre economia, a história do dinheiro e como é possível viver de Bitcoin sem nunca precisar vendê-lo.Disponível no youtube:Link: https://youtu.be/J-kKBUHZgkYPatrocinador:Remessa Online - Envie e receba dinheiro do exterior com taxas mais baixas e sem burocracia.Link: https://www.remessaonline.com.br/?utm_medium=display&utm_source=Excepcionais&utm_campaign=RM_Podcast_Excepcionais_Awareness-202500:00:00 - Introdução: O sistema é baseado em confiança (e ela está acabando)00:02:25 - Por que alocar 100% do patrimônio em Bitcoin?00:03:30 - A história dos bancos e a fraude da reserva fracionária00:05:10 - 1971: O fim do padrão ouro e o início da impressão infinita00:08:19 - A inflação real é 17% (IPCA é uma mentira?)00:11:53 - A dívida impagável dos EUA e o roubo do futuro00:13:33 - A estratégia do governo para se perpetuar no poder00:18:17 - Bitcoin como "Opt-out": A saída do sistema00:20:14 - O risco de bloqueio judicial (Alexandre de Moraes e STF)00:22:45 - Escassez absoluta: Bitcoin vs Imóveis e Ouro00:28:06 - As 3 opções: Ignorar, Mudar o Sistema ou Se Proteger00:31:26 - Renda Fixa é Perda Fixa? (A conta real do prejuízo)00:34:17 - O segredo: Como viver de Bitcoin sem vender (Empréstimo Colateral)00:38:55 - A estratégia da MicroStrategy e empresas comprando Bitcoin00:44:18 - Como funciona a rede (Nodes) e por que não podem mudar as regras00:50:44 - Os riscos reais: Computação Quântica e Bugs00:55:07 - Custódia: Como guardar seu Bitcoin com segurança (Seed Phrase)01:08:28 - O Governo te rouba 3 vezes: Passado, Presente e Futuro01:09:48 - A Revolta de Atlas: O dilema de "entrar em greve" e parar de produzir01:15:02 - Vivendo na prática: Cartão de Crédito com Bitcoin01:21:28 - O ciclo do Bitcoiner: De Hater a Maximalista01:33:00 - A diferença brutal entre Bitcoin e "Cripto" (Ethereum, Solana)01:40:07 - Como começar a estudar (Dicas de livros e "100 horas")Siga o Luccas no Instagram:https://www.instagram.com/luccasriedo/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (10): A COP30 começa nesta segunda-feira (10) em Belém, no Pará, e muita gente não sabe o que acontece na conferência da ONU. O evento, que acontece em diversos países do mundo para negociar o clima, trata-se de uma rodada de negociação política. A repórter Patrícia Costa explica como funciona a estrutura do evento. O agronegócio brasileiro está presente na COP30, e uma das ações parte da Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja), que por meio de uma carta manifesto pretendem intensificar o diálogo sobre métricas de emissões de gases do efeito estufa para a agricultura. A comentarista Mariana Grilli detalhou o assunto. A quase um ano das eleições, os partidos da direita se movimentam e já têm na pauta os nomes que devem concorrer ao Palácio do Planalto. Nomes como Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ronaldo Caiado (União Brasil), Ratinho Júnior (PSD), Eduardo Leite (PSDB) e Romeu Zema (Novo) são os mais cotados. Reportagem: Matheus Dias. A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados debate nesta segunda-feira (10) a proposta que prevê o fim da escala 6x1. A reunião deve contar com a presença do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro do Trabalho, Luiz Marinho (PT). Reportagem: Rany Veloso. O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), respondeu às críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e cobrou a participação do norte-americano na COP30, que começa nesta segunda-feira (10). Reportagem: Igor Damasceno. Um relatório do setor de inteligência da Polícia Militar do Rio de Janeiro indica que o Comando Vermelho opera de maneira organizada em 70 dos 92 municípios do estado, representando mais de 70% do território fluminense. Reportagem: Rodrigo Viga. Nesta terça-feira (11), a Câmara dos Deputados pode votar o projeto que visa o combate ao crime organizado no país. A expectativa é de uma votação semipresencial por causa da COP30. Reportagem: Rany Veloso. Os senadores dos Estados Unidos obtiveram um acordo provisório para encerrar a paralisação do governo federal (shutdown), que se estendeu por um recorde de 40 dias. O avanço gera esperanças de um retorno rápido à normalidade. Reportagem: Eliseu Caetano. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que vai pagar US$ 2 mil a cada americano, exceto os de alta renda, em dividendos por causa do "tarifaço" implantado sobre produtos importados de outros países. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A ida de petróleo argentino para a China demonstra o interesse da Ásia na produção dos campos de Vaca Muerta. Produtores argentinos planejam expandir o fluxo de exportação de óleo do tipo Medanito para outros mercados. Saiba mais acompanhando a conversa entre Camila Fontana, chefe adjunta de redação da Argus no Brasil, e João Scheller, responsável pela cobertura do mercado de petróleo na América do Sul para o relatório Argus Crude.