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No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon após a divulgação da primeira estimativa de safra e os recentes movimentos do mercado internacional.Destaques do episódio:
Produtores de melancia se adaptam para atender necessidades dos consumidores
Sicredi faz balanço sobre a participação na feira da Coopavel e avalia atual momento para crédito agrícola no Brasil
A presidência brasileira da Conferência do Clima da ONU em Belém convida os países e organizações internacionais a contribuírem, a partir da semana que vem, com a elaboração de um “mapa do caminho internacional” para o afastamento dos combustíveis fósseis, os principais causadores do aquecimento global. O presidente da COP30, André Corrêa do Lago, realiza um giro internacional para reunir apoio técnico para a proposta, lançada pelo Brasil em novembro passado. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Depois de se encontrar com a autoridade climática da ONU (UNFCCC) na Turquia, para iniciar os preparativos para a próxima COP, em Antalya, o embaixador esteve na sede da Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO), em Roma. Na sequência, esteve em Paris para reuniões na Agência Internacional de Energia e com a Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena). O primeiro passo é compilar os dados mais recentes para fundamentar uma proposta equilibrada, no contexto em que a maioria dos países ainda tem uma forte dependência das fontes fósseis de energia, explicou Corrêa do Lago à RFI. "A primeira parte são os dados. A maior parte deles já está publicada, mas há muitas publicações sobre diversos temas e nós queremos que o mapa do caminho internacional seja um instrumento de desmistificação dos problemas relacionados a isso e de simplificação do grande volume de informações existentes”, indicou. "Todas as instituições relacionadas à energia podem contribuir.” Incluir a Opep na conversa O embaixador também busca agregar visões divergentes sobre o tema, incluindo a Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep). A entidade, que reúne as economias que mais se opõem à conversa sobre o fim do petróleo (como os países do Golfo e a Rússia), defende que o foco deve ser a redução das emissões de gases de efeito estufa em geral, e não direcionada a setores específicos. Além disso, sustenta que esse objetivo deve ser atingido mediante ações voluntárias dos países. "É muito importante que a gente incorpore as diferentes visões de diferentes organismos. Não é que um deles vá guiar o processo, até porque, desses organismos todos, só um é das Nações Unidas, o relacionado à energia atômica [AIEA]”, observou o diplomata. Na COP30 em Belém, os grandes produtores de petróleo exerceram forte pressão para que, nos textos finais da conferência, não houvesse menção aos combustíveis fósseis. Dimensão política e dimensão diplomática das COPs A partir da semana que vem, os países-membros da Convenção do Clima também estarão convidados a dar suas contribuições sobre o tema. Corrêa do Lago salienta que o Brasil teve sucesso em trazer de volta às negociações a discussão sobre a redução da dependência dos fósseis, que se tornou um assunto “central para a preparação da COP31". “O presidente Lula sabia que a COP era a ocasião política de se falar disso. Mesmo que o tema não estivesse formalmente dentro da agenda, é um tema incontornável do ponto de vista político”, disse o embaixador. "Por isso que eu sempre tento separar a dimensão diplomática das COPs. A diplomacia é a arte do possível." O objetivo de Corrêa do Lago é propor um documento antes da próxima conferência, sediada na Turquia, com negociações presididas pela Austrália. A ideia de um roteiro para o afastamento dos fósseis está longe de um consenso: dentro do próprio Brasil, os diferentes ministérios envolvidos na discussão (Casa Civil, Minas e Energia, Meio Ambiente e Fazenda) não conseguiram convergir sobre as diretrizes básicas dentro do prazo de 60 dias estabelecido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva logo após o evento em Belém. Pela complexidade do assunto, o roteiro brasileiro provavelmente não estará pronto até a próxima COP. "Todos os países estão divididos quando discutem esse tema, porque há interesses econômicos imensos, desafios de financiamento, desafios tecnológicos e muitos outros. A ambição desse mapa do caminho internacional é contribuir para que a transição seja feita de maneira racional e nos termos aprovados pela Convenção do Clima em Dubai: de forma justa, ordenada e equilibrada”, salientou o presidente da COP30. Testes antes da COP31 Dois grandes encontros preparatórios da próxima conferência serão determinantes para a diplomacia brasileira testar a abertura dos 195 países à ideia de um roteiro para o afastamento do petróleo e do carvão: a reunião multilateral em Bonn (Alemanha), em junho, e a Pré-COP, a ser realizada em outubro em uma ilha do Pacífico, semanas antes do evento em novembro. Além disso, em abril, a Colômbia e a Holanda organizam uma conferência incluindo os países que demonstraram disposição em avançar nesse tema durante a COP de Belém. Corrêa do Lago avaliou a iniciativa como “muito importante”, mas ressaltou que ocorre em paralelo ao processo oficial de negociações diplomáticas da ONU. O evento na Colômbia estará focado na queda da produção de petróleo, enquanto que, para a presidência brasileira da COP30, a prioridade é avançar na discussão sobre o consumo, passando pela eletrificação das economias e o desenvolvimento das energias renováveis.
Conheça a cebola crispy defumada, feita por Edemilson Sabino, da Bom Apetite, em Ituporanga, em um trabalho artesanal. Ouça também o presidente da Associação Regional dos Produtores de Alho do Meio Oeste e Planalto de Santa Catarina, Itamir Gasparini, na entrevista do Panorama Agrícola.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Evento é a porta de entrada para o crescente mercado da região e do Norte da África
Produtores americanos vêm conhecer o Agro o Brasil. Aprendem muito, mudando pré-conceitos sobre nossa produç˜ão sustentável com proteção ambiental e saúde e segurança no trabalho. Nós também podemos aprender com eles.
Atenção também para lentidão na comercialização da safra de soja 25/26
*Fique bem-informado com as notícias do Programa Agronegócio Hoje de 26/01/2026*
Em 2025, Brasil alcançou 900 mil toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas destinadas corretamente, recorde histórico que reafirma sustentabilidade do agronegócio brasileiro. Programa do governo federal regularizou débitos de pequenos produtores e segue aberta até fim de janeiro. Safra de uva no Rio Grande do Sul deve superar 900 mil toneladas, volume 10% maior que ciclo anterior. Oferta excedente de arroz pressiona preços do cereal e cenário deve se manter ao longo do ano no mercado global. Tempo: Sudeste terá mais um dia de chuvas fortes e volumosas.
- Acordo Mercosul União Europeia não altera o atual cenário do comércio do azeite no Brasil - Gadolando fecha 2025 com salto nas classificações, mas queda em registros e controle leiteiro - Registros das raças Hereford e Braford alcançam mais de 44 mil animais em 2025 - Pecuária de cria tende a liderar rentabilidade no Brasil em 2026 - Produtores rurais têm até o fim de janeiro para definir forma de recolhimento do Funrural - Federarroz detalha temas estratégicos da programação da Abertura da Colheita 2026 - Exposições nacionais das raças Texel e Ideal reforçam peso técnico da Agrovino E mais: Cotações, previsão do tempo e agenda Entrevista: Danilo César Maia de Siqueira - diretor do documentário Tecendo Histórias: A Arte de Viver da Lã
Ricardo Arioli comenta algumas das principais notícias da semana, ligadas ao Agro. Trump volta a ameaçar tarifaço para quem comercializar com o Irã, um mercado importante para o Brasil. Produtores europeus protestando contra o Acordo Mercosul-UE. Recuperações Judiciais trazem preocupações para o Agro.
Ciclo alongado das lavouras pode trazer maior pressão para doença daqui para frente
São três anos seguidos de falta de chuvas e pequenos agricultores desistindo do agro e vendendo roças
Luccas Riedo é engenheiro civil e ex-CEO do G4 Educação. Após uma carreira executiva de sucesso, ele tomou uma decisão radical: vendeu tudo, saiu do mundo corporativo e alocou 100% do seu patrimônio em Bitcoin.Neste episódio, Luccas explica a lógica por trás dessa aposta "all-in". Ele detalha como o sistema financeiro atual opera como um mecanismo de confisco (via inflação e impostos), revela o risco real de bloqueios judiciais que o motivou a buscar soberania e discute a tese da "Greve dos Produtores" (inspirada em A Revolta de Atlas).Uma aula sobre economia, a história do dinheiro e como é possível viver de Bitcoin sem nunca precisar vendê-lo.Disponível no youtube:Link: https://youtu.be/J-kKBUHZgkYPatrocinador:Remessa Online - Envie e receba dinheiro do exterior com taxas mais baixas e sem burocracia.Link: https://www.remessaonline.com.br/?utm_medium=display&utm_source=Excepcionais&utm_campaign=RM_Podcast_Excepcionais_Awareness-202500:00:00 - Introdução: O sistema é baseado em confiança (e ela está acabando)00:02:25 - Por que alocar 100% do patrimônio em Bitcoin?00:03:30 - A história dos bancos e a fraude da reserva fracionária00:05:10 - 1971: O fim do padrão ouro e o início da impressão infinita00:08:19 - A inflação real é 17% (IPCA é uma mentira?)00:11:53 - A dívida impagável dos EUA e o roubo do futuro00:13:33 - A estratégia do governo para se perpetuar no poder00:18:17 - Bitcoin como "Opt-out": A saída do sistema00:20:14 - O risco de bloqueio judicial (Alexandre de Moraes e STF)00:22:45 - Escassez absoluta: Bitcoin vs Imóveis e Ouro00:28:06 - As 3 opções: Ignorar, Mudar o Sistema ou Se Proteger00:31:26 - Renda Fixa é Perda Fixa? (A conta real do prejuízo)00:34:17 - O segredo: Como viver de Bitcoin sem vender (Empréstimo Colateral)00:38:55 - A estratégia da MicroStrategy e empresas comprando Bitcoin00:44:18 - Como funciona a rede (Nodes) e por que não podem mudar as regras00:50:44 - Os riscos reais: Computação Quântica e Bugs00:55:07 - Custódia: Como guardar seu Bitcoin com segurança (Seed Phrase)01:08:28 - O Governo te rouba 3 vezes: Passado, Presente e Futuro01:09:48 - A Revolta de Atlas: O dilema de "entrar em greve" e parar de produzir01:15:02 - Vivendo na prática: Cartão de Crédito com Bitcoin01:21:28 - O ciclo do Bitcoiner: De Hater a Maximalista01:33:00 - A diferença brutal entre Bitcoin e "Cripto" (Ethereum, Solana)01:40:07 - Como começar a estudar (Dicas de livros e "100 horas")Siga o Luccas no Instagram:https://www.instagram.com/luccasriedo/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:* Produtores rurais vão poder usar notas fiscais em papel remanescentes até 30 de abril* Reunião hoje deve decidir futuro do desfile de Carnaval em Santa Cruz* Revitalização da praça da Rua da Pedreira é planejada com foco em lazer e segurança* Em destaque na segurança pública: Pai e filho são presos em investigação que apura roubo de tabaco
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:* Produtores rurais vão poder usar notas fiscais em papel remanescentes até 30 de abril* Reunião hoje deve decidir futuro do desfile de Carnaval em Santa Cruz* Revitalização da praça da Rua da Pedreira é planejada com foco em lazer e segurança* Em destaque na segurança pública: Pai e filho são presos em investigação que apura roubo de tabaco
José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Café em Prosa #237 - Centro Rituais de Cafés Especiais é aposta da 3 Corações para estreitar relação com produtores
Para evitar penalizações injustas, importante é que o proprietário da terra esteja com as medidas preventivas em dia, documentado e ciente das mudanças na legislação.
Produtores estão atentos ao controle de doenças para garantir altas produtividades
Atrasos no plantio da soja causam replantio em Campo Mourão e devem reduzir a produtividade da segunda safra em Palmas e no Paraná.
Altas temperaturas e chuvas esporádicas podem impactar fase importante da granação do fruto para próxima temporada
Produtores enfrentam áreas replantadas, impactos do granizo e, agora, a estiagem, que agrava o quadro nas lavouras.
Produtores enfrentam desafios com o clima no ciclo da soja e desvalorização do trigo, que pressiona a rentabilidade dos produtores.
Com aumento na importação de trigo da Argentina, produtores no Brasil devem reduzir safra no próximo ano.
Com o plantio da soja iniciado há apenas sete dias após melhores volumes de chuva, a cultura avança fora da janela ideal e inviabiliza o investimento no milho safrinha.
Mesmo com o avanço da semeadura, agricultores seguem cautelosos diante da queda nas cotações da oleaginosa, que permanecem abaixo do esperado.
Comercialização segue lenta em função dos preços mais baixos e pouca disposição dos produtores em negociar
Produtores da região devem direcionar investimentos para culturas alternativas, como o milheto.
Produtores seguem preocupados com a janela ideal de plantio para a safrinha de milho
A 4ª edição Mercado Mato Grosso Clima e Mercado percorreu diversas cidades e trouxe os desafios climáticos e de mercado enfrentados pelos agricultores no estado
Equipe do Clima e Mercado conclui visitas em Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Diamantino, onde agricultores relataram preocupações acompanhadas pelo delegado da Aprosoja MT, Marcos Sfredo.
Equipe da Aprosoja MT percorre o Norte do estado, ao lado do vice-presidente Norte da Aprosoja MT, Diogo Balistieri, reúne as principais demandas dos agricultores diante da escassez hídrica.
Produtores seguram a comercialização à espera de preços mais atrativos.
Resultados em diferentes fazendas do Maranhão mostram maior controle de ninfas e adultos, melhora da saúde do solo e ganhos produtivos com o manejo biológico.
Produtores relatam emergência lenta em David Canabarro/RS e Norte do Paraná como a ausência de rotação de culturas tem provocado atrofia e perda de vigor na soja.
Produtores relatam emergência lenta em David Canabarro/RS e Norte do Paraná como a ausência de rotação de culturas tem provocado atrofia e perda de vigor na soja.
IG traz um novo olhar para dentro da produção cafeeira do Paraná, ampliando mercados dentro e fora do Brasil
Produtores do Paraná relatam falhas em partes das lavouras, possivelmente causadas por fungos de solo, e seguem atentos ao manejo para evitar replantio.
Enquanto o plantio ganha ritmo nas áreas mais úmidas, a comercialização segue travada.
[10:26, 12/11/2025] +55 19 99430-0589: Produtores de Ipiranga do Norte relatam dificuldades com crédito, altos juros e incertezas climáticas, enquanto aguardam recuperação das lavouras e defendem união do setor diante da crise. [10:46, 12/11/2025] +55 19 99430-0589: CORTE 1
Produtores de Jataí enfrentam atraso no desenvolvimento da soja, infestação de cascudinhos e aumento nos custos, enquanto esperam regularização das chuvas para retomar o ritmo da safra.
Produtores estão travados na comercialização diante dos atuais patamares de preços da soja thumb: Soja se desenvolve bem em Itambaracá/PR
Itaú BBA disponibiliza diferentes linhas de financiamento para atender projetos de sustentabilidade
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (10): A COP30 começa nesta segunda-feira (10) em Belém, no Pará, e muita gente não sabe o que acontece na conferência da ONU. O evento, que acontece em diversos países do mundo para negociar o clima, trata-se de uma rodada de negociação política. A repórter Patrícia Costa explica como funciona a estrutura do evento. O agronegócio brasileiro está presente na COP30, e uma das ações parte da Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja), que por meio de uma carta manifesto pretendem intensificar o diálogo sobre métricas de emissões de gases do efeito estufa para a agricultura. A comentarista Mariana Grilli detalhou o assunto. A quase um ano das eleições, os partidos da direita se movimentam e já têm na pauta os nomes que devem concorrer ao Palácio do Planalto. Nomes como Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ronaldo Caiado (União Brasil), Ratinho Júnior (PSD), Eduardo Leite (PSDB) e Romeu Zema (Novo) são os mais cotados. Reportagem: Matheus Dias. A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados debate nesta segunda-feira (10) a proposta que prevê o fim da escala 6x1. A reunião deve contar com a presença do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro do Trabalho, Luiz Marinho (PT). Reportagem: Rany Veloso. O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), respondeu às críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e cobrou a participação do norte-americano na COP30, que começa nesta segunda-feira (10). Reportagem: Igor Damasceno. Um relatório do setor de inteligência da Polícia Militar do Rio de Janeiro indica que o Comando Vermelho opera de maneira organizada em 70 dos 92 municípios do estado, representando mais de 70% do território fluminense. Reportagem: Rodrigo Viga. Nesta terça-feira (11), a Câmara dos Deputados pode votar o projeto que visa o combate ao crime organizado no país. A expectativa é de uma votação semipresencial por causa da COP30. Reportagem: Rany Veloso. Os senadores dos Estados Unidos obtiveram um acordo provisório para encerrar a paralisação do governo federal (shutdown), que se estendeu por um recorde de 40 dias. O avanço gera esperanças de um retorno rápido à normalidade. Reportagem: Eliseu Caetano. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que vai pagar US$ 2 mil a cada americano, exceto os de alta renda, em dividendos por causa do "tarifaço" implantado sobre produtos importados de outros países. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Estado sofre com clima adverso para a produção agrícola já há quatro anos e não deverá se recompor nesta temporada. Clima daqui em diante, futuro das dívidas e financiamento dos produtores são as próximas batalhas.
Produtores adotam combinação entre nutrição equilibrada do solo e defensivos biológicos, estratégia que fortalece as lavouras e melhora o retorno econômico a longo prazo.
Por outro lado no Mato Grosso, é a falta de chuvas que já está tirando potencial produtivo da soja
A ida de petróleo argentino para a China demonstra o interesse da Ásia na produção dos campos de Vaca Muerta. Produtores argentinos planejam expandir o fluxo de exportação de óleo do tipo Medanito para outros mercados. Saiba mais acompanhando a conversa entre Camila Fontana, chefe adjunta de redação da Argus no Brasil, e João Scheller, responsável pela cobertura do mercado de petróleo na América do Sul para o relatório Argus Crude.