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Ricardo Arioli comenta algumas das principais notícias da semana, relacionadas ao Agro. União Europeia suspende a compra das nossas Carnes e até do nosso Mel. Enquanto isso, o Brasil continua batendo recordes de exportações de carnes. Senado aprova PL da renegociação de dívidas. Margens dos produtores continuam apertadas para a próxima safra.
Assista novamente a 4ª Palavra do Encerramento do Jejum de Domingo 07 de Junho de 2026Acompanhe as minhas redes:
Inflação, juros elevados, oscilações de mercado e custos cada vez mais desafiadores fazem parte da realidade de quem empreende no Brasil. Em um cenário de margens apertadas, encontrar formas de proteger a saúde financeira da empresa deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade. Neste episódio do Vivendo e Empreendendo, a jornalista Marília Feix conversa com Daniel Bozz, gerente executivo do segmento Pessoa Jurídica do Banrisul, e Marcos Friedrich, diretor-presidente da Banrisul Pagamentos, empresa que engloba a Vero, sobre os desafios e as oportunidades para os pequenos e médios negócios em um ambiente econômico de constantes mudanças. Ao longo da conversa, os convidados explicam como uma gestão eficiente do fluxo de caixa, o acesso adequado ao crédito e o uso inteligente das tecnologias de pagamento podem ajudar empreendedores a ganhar previsibilidade, reduzir riscos e aumentar a competitividade. Além disso, compartilham insights sobre comportamento do consumidor, tendências do mercado e estratégias para transformar desafios econômicos em oportunidades de crescimento. Dê o play e descubra como tomar decisões mais seguras e fortalecer o seu negócio mesmo em tempos de incerteza.
No episódio de hoje do BBCast Agro, o assessor de Agronegócios Bruno Viglioni, do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), apresenta os principais destaques do mercado da suinocultura, abordando exportações, mercado interno, rentabilidade e os desafios enfrentados pelos produtores.Destaques do episódio:
Chicago segue sustentando bons patamares, ainda muito influenciado pelos conflitos e pela geopolítica incerta e insegura. Fertilizantes têm ligeira queda na semana.
Confira a edição completa do Fechamento de Mercado desta sexta-feira (24).
Preço do leite ao produtor começou 2026 com queda de 3% e na comparação anual o recuo chega a 13% segundo a Scot Consultoria.
Chegada de nova oferta brasileira fortalece sentimento de oferta confortável e deixa os preços ainda mais fragilizados. Atenção aos momentos de comercialização.
Mercado comprador sabe que haverá excesso de produto neste início de ano e sente pressão da oferta. Logística já pesa severamente nas cotações.
Produtor brasileiro se desafia entre alta capacidade produtiva e margens apertadas
Momento precisa ser aproveitado pelo produtor, que pode amargar dias mais difíceis durante a colheita. Em Chicago, lateralização persiste, mas também contribui.
StoneX elevou projeções: soja em 177,6 milhões de toneladas e milho em 126 milhões, apesar de pressão climática. Produção de arroz 2025/26 deve cair no Brasil e no mundo, com preços baixos, crédito restrito e menor área. Exportações de frango fecharam 2025 em recorde, com avanço dos embarques em dezembro e crescimento moderado. Senado analisa programa Renova Cacau, com perdão de dívidas a produtores baianos afetados pela vassoura-de-bruxa. Tempo: frente fria avança e aumenta risco de temporais.
Na última semana de 2025, Antônio da Luz recebe Moacir Teixeira, fundador da Ecoagro, para uma análise profunda sobre os desafios e oportunidades que marcaram o ano. O episódio aborda:
A actriz, encenadora e investigadora brasileira Gabriela Carneiro da Cunha está de regresso a Paris com a peça Tapajós, o terceiro capítulo do projecto Margens, uma série de criações dedicadas à escuta de rios em situação de catástrofe. O espectáculo pode ser visto no Ircam‑Centre Pompidou, até 17 de Dezembro, no âmbito do Festival d'Automne 2025. Tapajós integra o projecto Margens e segue uma linha de investigação artística iniciada com Altamira 2042. “Esse projecto dedica-se à escuta de rios que vivem uma catástrofe desde a perspectiva do rio. Nesse momento, a gente está aqui de volta com a peça Tapajós, que é a expressão artística da escuta do testemunho do Tapajós sobre a contaminação de mercúrio pelo garimpo ilegal de ouro.” A artista revela que, a partir desta escuta, começou a seguir “o rastro do mercúrio”, o que conduz directamente à fotografia analógica: “A peça é um encontro entre o teatro e um laboratório fotográfico, onde a gente usa o mesmo elemento químico que faz as existências desaparecerem. Podem também fazer as existências aparecerem.” O processo fotográfico não é apenas uma metáfora, mas uma prática concreta que permite revelar e recompor simultaneamente: “A fotografia analógica está, ao mesmo tempo, revelando uma situação de catástrofe, a contaminação, mas ela também está, de algum modo, recompondo. Assim, ela também está dizendo que o problema não é o mercúrio, é a composição com ele, você pode compor para fazer o garimpo ou para fazer a fotografia analógica e fazer as imagens permanecerem.” Criando assim um diálogo entre o teatro, o laboratório fotográfico e os seres que “vão brotando da água, aparecendo para a gente”. O trabalho de Tapajós também denuncia relações geopolíticas e económicas: “Isso acontece porque há uma relação histórica, geopolítica e atual da colonização e que faz com que essa relação entre esses continentes da exploração do ouro esteja na origem da nossa relação enquanto Europa-América do Sul, e que permaneça. O preço do ouro nunca esteve tão caro.” Gabriela Carneiro da Cunha salienta que “a Suíça é o país que mais compra ouro no mundo, entre esse ouro, compre e refina ouro ilegal” e explica que ao apresentar o espectáculo fora do Brasil, a relação de responsabilidade directa muda: “Quando a gente faz a peça no Brasil, são eles. Quando a gente faz a peça aqui, são vocês. Então a relação muda quando se diz Suíça estando na Suíça ou quando a Alessandra fala: ‘Fui na Alemanha, está quente. Estão preocupados com a mudança climática, mas vão continuar comprando ouro, soja e minério', a relação muda de eles para vocês que estão aqui nessa plateia, nesse momento.” O trabalho não pretende culpar, mas convocar: “Uma tomada de consciência, um convite ao trabalho: abrir os olhos, abrir a escuta. Curar o rio Tapajós desse mercúrio, não é uma tarefa só dos povos indígenas, nem só dos Munduruku, nem só das mães, é uma tarefa de todo mundo.” O papel da mulher é central no trabalho de Gabriela Carneiro da Cunha, “as mulheres são as mais afetadas, mas são também as que estão na linha de frente” e explicam que essa responsabilidade advém do facto de serem mães. “Elas também dizem que os homens negociam e elas não negociam aquilo que sabem que é inegociável, que é o seu território, que é o seu corpo, como elas dizem, o útero que está doente.” A contaminação por mercúrio evidencia-se de forma particularmente grave nos corpos femininos, com impactos no líquido amniótico e no leite materno: “Três líquidos fundamentais à vida estão contaminados: a água de um rio, o líquido amniótico e o leite materno”. “A gente precisa trabalhar com a mãe do Rio, porque tudo o que existe tem mãe. O rio tem mãe. A floresta tem mãe. O peixe tem mãe. É uma luta das mães que estão desse lado do mundo e das mães que estão do outro lado do mundo”, acrescenta a encenadora. O público é convidado a participar de forma activa na criação. No início são convidadas “nove mães” - nove corpos femininos ou masculinos - a participar, mas no decurso do espectáculo o público é envolvido na performance. A actriz brasileira explica que em “todo o corpo pode habitar uma mãe. Mãe é quem cria. Mãe é quem dá passagem. Mãe é quem corta a cabeça. Mãe é quem devolve a vida com mais vida. Então, eu acho que o convite aqui é um convite a que se devolva a vida com mais vida. Isso pode ser feito por qualquer corpo”. No final, Gabriela Carneiro da Cunha desafia o público: “Pegue a sua luzinha e vá fazer alguma coisa. A única coisa que eu peço é que não fique esperando.” A peça encerra assim com um apelo à acção colocando a arte como ferramenta de consciência e mobilização. Para a artista, o papel da arte em tempos de crise climática é essencial: “Os artistas deveriam chegar sempre junto dos cientistas, sempre junto dos advogados, sempre junto dos ativistas… A primeira coisa é a imaginação. Se você não imagina o mundo que deseja, você não consegue fazer nada”. Para Gabriela Carneiro da Cunha, a arte trabalha com relações e linguagens, e é através dela que se podem recompor mundos “mais belos, justos e vivos”.
A actriz, encenadora e investigadora brasileira Gabriela Carneiro da Cunha está de regresso a Paris com a peça Tapajós, o terceiro capítulo do projecto Margens, uma série de criações dedicadas à escuta de rios em situação de catástrofe. O espectáculo pode ser visto no Ircam‑Centre Pompidou, até 17 de Dezembro, no âmbito do Festival d'Automne 2025. Tapajós integra o projecto Margens e segue uma linha de investigação artística iniciada com Altamira 2042. “Esse projecto dedica-se à escuta de rios que vivem uma catástrofe desde a perspectiva do rio. Nesse momento, a gente está aqui de volta com a peça Tapajós, que é a expressão artística da escuta do testemunho do Tapajós sobre a contaminação de mercúrio pelo garimpo ilegal de ouro.” A artista revela que, a partir desta escuta, começou a seguir “o rastro do mercúrio”, o que conduz directamente à fotografia analógica: “A peça é um encontro entre o teatro e um laboratório fotográfico, onde a gente usa o mesmo elemento químico que faz as existências desaparecerem. Podem também fazer as existências aparecerem.” O processo fotográfico não é apenas uma metáfora, mas uma prática concreta que permite revelar e recompor simultaneamente: “A fotografia analógica está, ao mesmo tempo, revelando uma situação de catástrofe, a contaminação, mas ela também está, de algum modo, recompondo. Assim, ela também está dizendo que o problema não é o mercúrio, é a composição com ele, você pode compor para fazer o garimpo ou para fazer a fotografia analógica e fazer as imagens permanecerem.” Criando assim um diálogo entre o teatro, o laboratório fotográfico e os seres que “vão brotando da água, aparecendo para a gente”. O trabalho de Tapajós também denuncia relações geopolíticas e económicas: “Isso acontece porque há uma relação histórica, geopolítica e atual da colonização e que faz com que essa relação entre esses continentes da exploração do ouro esteja na origem da nossa relação enquanto Europa-América do Sul, e que permaneça. O preço do ouro nunca esteve tão caro.” Gabriela Carneiro da Cunha salienta que “a Suíça é o país que mais compra ouro no mundo, entre esse ouro, compre e refina ouro ilegal” e explica que ao apresentar o espectáculo fora do Brasil, a relação de responsabilidade directa muda: “Quando a gente faz a peça no Brasil, são eles. Quando a gente faz a peça aqui, são vocês. Então a relação muda quando se diz Suíça estando na Suíça ou quando a Alessandra fala: ‘Fui na Alemanha, está quente. Estão preocupados com a mudança climática, mas vão continuar comprando ouro, soja e minério', a relação muda de eles para vocês que estão aqui nessa plateia, nesse momento.” O trabalho não pretende culpar, mas convocar: “Uma tomada de consciência, um convite ao trabalho: abrir os olhos, abrir a escuta. Curar o rio Tapajós desse mercúrio, não é uma tarefa só dos povos indígenas, nem só dos Munduruku, nem só das mães, é uma tarefa de todo mundo.” O papel da mulher é central no trabalho de Gabriela Carneiro da Cunha, “as mulheres são as mais afetadas, mas são também as que estão na linha de frente” e explicam que essa responsabilidade advém do facto de serem mães. “Elas também dizem que os homens negociam e elas não negociam aquilo que sabem que é inegociável, que é o seu território, que é o seu corpo, como elas dizem, o útero que está doente.” A contaminação por mercúrio evidencia-se de forma particularmente grave nos corpos femininos, com impactos no líquido amniótico e no leite materno: “Três líquidos fundamentais à vida estão contaminados: a água de um rio, o líquido amniótico e o leite materno”. “A gente precisa trabalhar com a mãe do Rio, porque tudo o que existe tem mãe. O rio tem mãe. A floresta tem mãe. O peixe tem mãe. É uma luta das mães que estão desse lado do mundo e das mães que estão do outro lado do mundo”, acrescenta a encenadora. O público é convidado a participar de forma activa na criação. No início são convidadas “nove mães” - nove corpos femininos ou masculinos - a participar, mas no decurso do espectáculo o público é envolvido na performance. A actriz brasileira explica que em “todo o corpo pode habitar uma mãe. Mãe é quem cria. Mãe é quem dá passagem. Mãe é quem corta a cabeça. Mãe é quem devolve a vida com mais vida. Então, eu acho que o convite aqui é um convite a que se devolva a vida com mais vida. Isso pode ser feito por qualquer corpo”. No final, Gabriela Carneiro da Cunha desafia o público: “Pegue a sua luzinha e vá fazer alguma coisa. A única coisa que eu peço é que não fique esperando.” A peça encerra assim com um apelo à acção colocando a arte como ferramenta de consciência e mobilização. Para a artista, o papel da arte em tempos de crise climática é essencial: “Os artistas deveriam chegar sempre junto dos cientistas, sempre junto dos advogados, sempre junto dos ativistas… A primeira coisa é a imaginação. Se você não imagina o mundo que deseja, você não consegue fazer nada”. Para Gabriela Carneiro da Cunha, a arte trabalha com relações e linguagens, e é através dela que se podem recompor mundos “mais belos, justos e vivos”.
Entre os fosfatados, atenção ao Super Simples, que caiu 30% de junho a setembro, dando chances importantes ao produtor. De outro lado, enxofre - matéria-prima básica para os fosfatados - teve alta de 175% no ano. Custos com logística deve impactar margens e decisões.
Além da maior oferta por conta da safra e das importações, demanda limitada não dá conta de absorver excedente
Mesmo com leve valorização do dólar e queda recente nos preços globais, frigoríficos mantêm rentabilidade elevada e mostram forte incentivo para abate e exportação do boi nacional.
Milho também tem cenário de aperto nas margens, mas deverá contar com janela positiva de plantio para safrinha
Pesquisador destaca cenário que ainda cobre custos, mas inviabiliza novos investimentos
Jogo geopolítico se intensifica e afeta os mercados de forma generalizada, com Chicago mantendo-se ainda bastante lateralizado. No Brasil, foco na margem de rentabilidade.
Próximos dias deverão ser de chuvas melhores no estado, o que pode acelerar os trabalhos de campo. Sojicultor está cuidadoso em iniciar o plantio nas melhores condições climáticas possíveis para garantir o rendimento e otimizar suas margens.
Cenário de mais pressão sobre o litro do leite vai exigir maior eficiência do produtor para controlar custos
Neste episódio, nossos analistas Andy Duff e Bruno Fonseca conversam sobre o relatório “As margens de grãos melhoraram, mas a situação segue apertada”. Consulte nosso disclaimer em https://www.rabobank.com.br/conhecimento/disclaimer/011483208/disclaimer para saber sobre as limitações do conteúdo publicado neste podcast.
Para agosto , a tendência é de estabilidade dos preços com redução da pressão sobre a produção
Você sabia que existe um português falado no Uruguai?Apoie nosso trabalho no Patreon: https://patreon.com/diversilinguaNeste episódio do Diversilíngua, conversamos com a renomada linguista Ana Carvalho, doutora em sociolinguística, sobre os Dialetos Portugueses do Uruguai (DPU) — uma variedade única e fascinante da língua portuguesa.✨ Descubra:• Como surgiram as pesquisas sobre o português no Uruguai• As semelhanças e diferenças entre o português uruguaio e o brasileiro• Casos de preconceito linguístico enfrentados por falantes de português no país• E muito mais!
Chicago segue pressionado pelo clima favorável e bom desenvolvimento da safra nos EUA, mas prêmios ainda fortes e dólar voltando a subir podem dar oportunidade de preços melhores
NESTA EDIÇÃO. Lula volta a criticar margens do gás de cozinha e a acenar para lançamento do Gás para Todos. MME despacha para o Cade pedidos de averiguação de eventuais práticas anticoncorrenciais no mercado de combustíveis, um deles no GLP. Instituto Arayara apresenta conjunto de ações civis públicas para excluir 68% dos blocos do leilão de petróleo de junho TCU inicia auditoria para avaliar a regulação e gestão do curtailment.
Em Chicago, foco está sobre clima nos EUA, reunião entre representantes de China e EUA acontecendo neste sábado (10) e estoques norte-americanos apertados. Novo piso na CBOT está próximo dos US$ 10,00 por bushel
O aumento no custo de produção da pecuária de leite está deixando a margem ao produtor mais apertada
Margens em SP e MS estão mais apertadas, mas já são positivas; RS se destaca com a maior rentabilidade
Prêmios, câmbio e compras antecipadas de insumos têm sido os principais para as vendas intensas de soja nos últimos dias. Margens para a safra 2025/26, inclusive, são semelhantes às da safra atual e devem ser aproveitadas.
Confira o fechamento de mercado desta quarta-feira (26)
Margens são bem menos saudáveis neste início de 2025 do que foram no fim de 2024. Demanda forte na exportação ainda é suporte importante para os preços.
Percepção de risco no agro cresceu e financiadores estão mais conservadores, alerta especialista
Mercados de soja e milho aguardam com ansiedade números do Outlook Forum do USDA, que se inicia nesta quinta-feira (27), e têm um mês para especular sobre eles antes das primeiras projeções oficiais de área que chegam no fim de março.
Atraso na colheita do BR mantém originação comprometida e, assim, para quem possui soja para comercializar encontra oportunidades interessantes.
Margens no Maranhão devem ser muito afetadas por novo imposto ao agro. Enquanto isso, produtores de São Paulo enfrentam alta pressão de mosca-branca
Cálculos da Aprosoja MA mostram que taxação no bruto pode render até 15% de perdas na margem liquida do produtor
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 13, o colunista Carlos Andreazza fala sobre os gastos do governo. Andreazza aponta o projeto de reeleição que deve ser iniciado por Lula e seus ministros já este ano. Com o cenário de juros em alta e a desconfiança elevada quanto ao rumo das contas públicas, o consenso entre os analistas é de que a economia brasileira caminha para desacelerar a partir da metade deste ano e colher um ritmo fraco de crescimento em 2026, ano da próxima eleição presidencial. Leia mais: https://www.estadao.com.br/economia/economia-desaceleracao-margem-gastos-encruzilhada-governo-lula-2026/ A dúvida que paira entre os especialistas é se o governo vai aceitar a desaceleração prevista sem a adoção de novas medidas fiscais para tentar estimular a economia numa eleição que tende a ser difícil para o governo, dada a polarização do País. O caminho a ser seguido, no entanto, não é trivial. Isso porque não há mais margem de manobra para ampliar os gastos sem contratar uma nova rodada de piora dos ativos brasileiros. Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Pós-produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraFoto: Wilton Junior/EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal. Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro. Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda. Live 299 - Visão do Estrategista https://youtube.com/live/7GTBWzFd6AU
Secretário-geral defende moderação por uma solução de diferenças em paz e no respeito pelo funcionamento das instituições; diferentes episódios de violência causaram dezenas de mortos e feridos após o pleito de 9 de outubro.
No dia 2 de novembro de 2017, centenas de pessoas entraram em uma fazenda em Correntina e quebraram tudo – tratores, torres de transmissão e galpões. Um levante que ficará marcado na história por mostrar que o povo não se aquieta quando aquilo que lhe é mais precioso é retirado. Neste episódio, nossa equipe vai até o oeste da Bahia para conhecer os modos tradicionais de uso da água e as demais resistências frente ao ressecamento dos rios pelo agronegócio. A ficha técnica completa, com todas as fontes de informação está disponível em nosso site. O Joio e o Prato Cheio são mantidos com o apoio de organizações da sociedade que atuam na promoção da alimentação adequada e saudável. Esta temporada tem o apoio da Fundação Heinrich Boll. ACT Promoção da Saúde, Oak Foundation, Fundação Ford, Instituto Ibirapitanga e Instituto Clima e Sociedade são apoiadores regulares dos nossos projetos.Entre em nosso canal do Whatsapp e fique mais perto da nossa comunidade. Contamos com a colaboração de leitores e ouvintes para continuar produzindo conteúdo independente e de qualidade. Se puder nos apoiar financeiramente, todos os caminhos estão aqui. Se não puder, divulgue a Prato Cheio pra família e amigos, isso nos ajuda muito!
Israel pretende que o mundo não veja o horror em Gaza.