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“Tudo é fácil quando temos vontade própria e estímulo alheio, mas é difícil sermos aquilo que somos. Os outros não deixam.” E ainda que lhes fosse indiferente, que não se acumulasse neles esse rancor de ver alguém tomar um enorme balanço, entregar-se a uma euforia tal que não precisa de outra coisa senão de preencher um instante, até contra o resto da sua vida, como se tivesse um poder de se libertar e esquecer de si mesmo, sendo essa a maior das fantasias, mesmo assim os outros estariam aí para te desmentir. Afinal, aquela chispa ou ferocidade que alguns revelam e os torna capazes de se desembaraçar dos efeitos previstos, de se borrifar no contexto, é aí que se acha o maior dos privilégios. E aquela compulsão mitómana é talvez o último sinal de arrojo, uma vez que a história inventada é sempre mais aliciante do que a maçadora tirania dos factos. Contudo, o grande entrave são os outros, e parece evidente como toda a etiqueta social se desdobra nessas fórmulas mais ou menos sub-reptícias de interromper alguém. Há, no entanto, alguns que sabem torcer pela oposição, viver como felizes desgraçados, muitas vezes até por conta de outrem, gozando os sinais de insubordinação. Depois daquele arranque, vamos citar-vos novamente Santos Fernando para deixar aqui outra pedra angular: “Tive que chegar à evidência de que o nosso semelhante é justamente aquele que em nada se nos assemelha.” Mas há mais… “Gostamos, nos outros, o que os outros não gostam neles.” O amor próprio deve assim ser colhido não em si mesmo mas à volta. Este não é um tempo para os homens andarem muito confiantes de si mesmos, pois isso identifica-os com os piores. Os melhores são os que se fogem, os que escapam. Aqueles que se fazem tão esquecidos de si que muitas vezes páram junto às montras para confirmar os traços do próprio rosto. “É para sabermos quem somos, que transportamos no bolso o bilhete de identidade.” A razão de toda esta solidão em que nos sentimos a dissolver, reféns de um quotidiano que trabalha em nós como ácido, é este excesso de confiança nas aparências, a forma como o espectáculo passou a governar até a metafísica. No fundo, um tipo só podia reconhecer-se nas divisões, na forma como num determinado momento parecia fazer uma escolha contra o de antes, contra si mesmo, romper, partir-se. “O Eu tem um conteúdo que o distingue de si, pois ele é a negatividade pura ou o movimento de se dividir, é a consciência”, escreveu Hegel. “Este conteúdo, na sua diferença, também é o Eu, pois ele é o movimento de se suprimir a si mesmo ou a negatividade pura que é o Eu.” Se temos tanta dificuldade para nos arrastar para fora de casa, fazêmo-lo porque, apesar de tudo, ainda é agradável encontrarmos na rua os nossos desconhecidos, especializarmo-nos na dor dos outros, como diz às tantas uma das personagens do último livro do nosso convidado. Saímos num gesto meio desaforado como quem se diz adeus a si mesmo, batendo com a porta, ofendendo-se os dois mutuamente, o que ficou e o que saiu. Fazemos estes cortes, ignorando-nos para nos conhecermos melhor. Santos Fernando ainda nos coloca diante de uma outra constatação: “– Perdão – exclamou o que tinha experiência da vida, experiência da falibilidade humana e experiência da bisbilhotice: – Só não espreita pelo buraco da fechadura, aquele que tem receio de estar a ser substituído do lado de lá.” Na verdade, esta frase deveria inverter-se, pois o receio mais constante nos nossos dias, um receio pânico, vem não da mera suspeita, mas da consciência de que estamos a ser substituídos do lado de lá, e não apenas por alguém novo ou melhor, mas por alguém muito parecido, um semelhante, um ser apenas um pouco mais indiferente, e, por isso, melhor adaptado às circunstâncias. Aquele que se ri da expressão que fazemos, aquele que nos provoca, esse duplo sinistro que divide connosco o mesmo lance de dados. “Acredito sinceramente ter interceptado muitos pensamentos que os céus destinavam a outro homem”, admitia Laurence Sterne. É uma forma de reconhecer essa capacidade de ocupar o lugar de outro… “Há gente que tem pára-raios para que os raios lhes caiam em casa”, retruca Santos Fernando, sempre à coca de uma oportunidade. Ele poderia concordar com o nosso convidado deste episódio quando ele reconhece que, entre certos seres sem tempo para os grandes arranjos litúrgicos, “Deus manifesta-se sob a forma de um insecto aramaico em risco de extinção”. “Um insecto fugidio, escondido em toda a parte”, adianta. E ainda acrescenta: “A palavra aramaico soa tão bem, não precisamos de mais nada para acreditar.” De resto, a fé já não é essa espécie de utopia transparente, mas algo mais rastejante, que sobrevive à base de impulsos, coincidências meio patéticas, um arranjo fenomenal de ninharias. Às tantas, num daqueles armazéns onde alguns tipos assistem à rotina frenética das mercadorias, esses milhares de produtos destinados a um trânsito internacional que, como nos diz José Gardeazabal, parece imitar o ritmo fértil das grandes migrações, fica claro como vamos sendo reduzidos a essa humildade dos espectadores da catástrofe, e às tantas percebe-se que o homem é precisamente aquilo que toda esta inquietação das mercadorias acaba por destruir, tornando-se um ser inteiramente esmagado, atirado para a margem, desfigurado por essa nova forma de miséria que se foi impondo com o monstruoso desenvolvimento da técnica. Como assinalou Erich Auerbach, “nos seus começos gregos, a poesia europeia possuía o conhecimento de que o homem seria uno – algo de indivisível, constituído pela força e pela forma do corpo, pela razão e pela vontade do espírito, de que o seu destino particular se teria desenvolvido a partir de uma tal unidade, quando à sua volta se reuniam, como que por atracção magnética, as acções e paixões que lhe estavam reservadas, fixando-se nele e formando assim elas mesmas uma parte da sua unidade”. Aquele filólogo e crítico literário vinca que foi “este entendimento que conferiu à epopeia homérica a intuição e a compreensão profunda da estrutura dos acontecimentos possíveis”. “Inventando e sobrepondo acções e paixões do mesmo tipo, Homero deu forma a Aquiles ou a Ulisses, a Helena ou a Penélope; de uma acção que revelava a essência, ou ainda de uma essência que se anunciava numa primeira acção, surgiu ao poeta inventor, de forma necessária e natural, a série e a suma das acções, tornadas idênticas, de todos eles, e ao mesmo tempo a orientação geral do percurso das suas vidas, o seu entrelaçamento no tecido dos acontecimentos, que constitui tanto a sua essência quanto o seu destino.” Mas hoje já não há unidade nos homens porque o destino é precisamente aquilo que faz deles esses seres inertes, dominados por um vazio que escarnece de todos os seus gestos. E também por isso o romance está em crise, pois não sabemos como traduzir alguma inspiração literária que sirva de fôlego a verdadeiras personagens, construindo a sua fictiva autonomia, e que habitem soberanamente essa zona dos mitos criada pelos grandes escritores. Vamos andar por aqui, indagar ainda sobre a forma como o novo paradigma tecnológico infectou a carne. E se, finalmente, e ao cabo de tantos naufrágios, o velho lobo desse mar que há décadas ia pingando pelas torneiras mal fechadas de tantas casas portuguesas lá se despediu de vez, também por aí vamos passar, aproveitando para uivar entre as fronteiras já praticamente apagadas da nossa cultura, e sempre com Gardeazabal a expor-nos a vasta colecção de pulgas colhidas noutras paragens e que a ele o ferram mais fundo e lhe transmitem a sua febre.
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! ¿Fue la Guerra de Troya una gesta por el honor y la belleza, o el clímax de una crisis geopolítica en la Edad del Bronce? En este episodio de Antena Historia, nos alejamos de la ceguera poética de Homero para excavar en la realidad material de Hisarlik y en los archivos diplomáticos de Hattusa. Acompañad a Antonio Cruz en un viaje narrativo que disecciona el origen del conflicto desde dos vertientes inseparables: 🎙️ En este episodio analizamos: La Tradición Épica: El Juicio de Paris como alegoría de los valores heroicos. ¿Fue la elección de Afrodita una irresponsabilidad política que condenó a un imperio? Analizamos la violación de la Xenía y el sagrado Juramento de Tíndaro que movilizó a mil naves. La Realidad Histórica: Desmontamos el mito a través de la arqueología. De la trinchera de Schliemann a la identificación de Wilusa en las tablillas hititas. ¿Quién fue realmente el Alaksandu histórico? Geopolítica del Bronce Final: El papel de Troya como aduana del Helesponto. El control del estaño, el oro y las rutas comerciales del Mar Negro como verdaderos motores del conflicto. El Poder Micénico: La figura del Wanax y la capacidad logística de Agamenón. ¿Era Micenas una sociedad capaz de sostener un asedio de diez años o estamos ante décadas de piratería aquea? Un ensayo narrativo que busca el núcleo de verdad oculto bajo los hexámetros de la Ilíada. Porque detrás de cada mito, hay un rastro de ceniza y una tablilla de arcilla que espera ser leída. Si te apasiona la historia con rigor y narrativa, dale al play y suscríbete a Antena Historia. ------------------------------------------------------------------------------------ 🎧 Antena Historia te regala 30 días PREMIUM Disfruta de todo el contenido sin interrupciones y con ventajas exclusivas en iVoox: 👉 https://www.ivoox.com/premium?affiliate-code=b4688a50868967db9ca413741a54cea5 📻 Producción y realización: Antonio Cruz 🎙️ Edición: Antena Historia 📡 Antena Historia forma parte del sello iVoox Originals 🌐 Visita nuestra web: https://antenahistoria.com 📺 YouTube: Podcast Antena Historia 📧 Correo: antenahistoria@gmail.com 📘 Facebook: Antena Historia Podcast 🐦 Twitter: @AntenaHistoria 💬 Telegram: https://t.me/foroantenahistoria 💰 Apoya el proyecto: Donaciones en PayPal 📢 ¿Quieres anunciarte en Antena Historia? Ofrecemos menciones, cuñas personalizadas y programas a medida. Más información en 👉 Antena Historia – AdVoices Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
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Estos dos volúmenes son el alma gemela de los cortos previos: Relaciones misericordiosas es el hermano oscuro de Ha llegado Isaías –trampas sociales vs. profecías baratas, ambos con ironía como salvavidas en el comunismo (temas: traición/exilio, estilo: astuto y breve; ¡kafkaíno puro!). El mundo sigue expande Siempre a Homero y Guerra y Guerra al mosaico global: monólogos errantes vs. odiseas marinas, pero más fragmentados, pos-11S (temas: continuidad caótica, estilo: collage hipnótico; beckettiano con twist yankee). Contra Animal/Dentro, estos son humanos (no bestiales), pero igual de atrapados; vs. El último lobo, más urbanos que salvajes. Evolución: De lo local opresivo (80s, Relaciones) a lo planetario resignado (2010s, El mundo), siempre con frases que enredan y humor que desarma. ¡Más accesibles que novelas largas, ideales para picar –empieza por Relaciones si amas el suspense, El mundo si buscas variedad! ¿Siguiente ronda? ¡Dime, y abrimos otra botella de palabras!"Crónicas Lunares di Sun" es un podcast cultural presentado por Irving Sun, que abarca una variedad de temas, desde la literatura y análisis de libros hasta discusiones sobre actualidad y personajes históricos. Se difunde en múltiples plataformas como Ivoox, Apple Podcast, Spotify y YouTube, donde también ofrece contenido en video, incluyendo reflexiones sobre temas como la meditación y la filosofía teosófica. Los episodios exploran textos y conceptos complejos, buscando fomentar la reflexión y el autoconocimiento entre su audiencia, los "Lunares", quienes pueden interactuar y apoyar el programa a través de comentarios, redes sociales y donaciones. AVISO LEGAL: Los cuentos, poemas, fragmentos de novelas, ensayos y todo contenido literario que aparece en Crónicas Lunares di Sun podrían estar protegidos por derecho de autor (copyright). Si por alguna razón los propietarios no están conformes con el uso de ellos por favor escribirnos al correo electrónico cronicaslunares.sun@hotmail.com y nos encargaremos de borrarlo inmediatamente. Si te gusta lo que escuchas y deseas apoyarnos puedes dejar tu donación en PayPal, ahí nos encuentras como @IrvingSun https://paypal.me/IrvingSun?country.x=MX&locale.x=es_XC Síguenos en: Telegram: Crónicas Lunares di Sun Crónicas Lunares di Sun - YouTube https://t.me/joinchat/QFjDxu9fqR8uf3eR https://www.facebook.com/cronicalunar/?modal=admin_todo_tour Crónicas Lunares (@cronicaslunares.sun) • Fotos y videos de Instagram https://twitter.com/isun_g1 https://www.google.com/podcasts?feed=aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy9lODVmOWY0L3BvZGNhc3QvcnNz https://open.spotify.com/show/4x2gFdKw3FeoaAORteQomp https://mx.ivoox.com/es/s_p2_759303_1.html https://tunein.com/user/gnivrinavi/favorites ORTOLARRY: - NORTE 9 #175 ESQ. OTE 164. COLONIA MOCTEZUMA SEGUNDA SECCION. CDMX - NORTE 17# 211-A COLONIA MOCTEZUMA SEGUNDA SECCION C.P 15530 ALCALDIA VENUSTIANO Teléfonos: 5557860648, 5524158512. Whatsapp: 5561075125
La Odisea es, junto a la Ilíada, el gran poema épico de la antigüedad clásica. Pero va mucho más allá, es la base de todos los relatos que versan sobre el viaje, la pérdida y el anhelo de volver a casa. La Ilíada, cuyos mitos veíamos en una ContraHistoria hace solo unas semanas, se centra en la furia de Aquiles y el estruendo de la guerra de Troya. La Odisea, también atribuida a Homero, nos sumerge en las consecuencias de esa guerra a través de los ojos de Ulises u Odiseo, el héroe que prefiere el ingenio a la espada. La historia comienza diez años después de la caída de Troya. Nos presenta a un hombre que ha perdido todo excepto su deseo de recuperar su identidad como rey, marido y padre en la pequeña isla de Ítaca. Lo que hace que este relato siga siendo fascinante miles de años después es su estructura fragmentada y muy moderna. La narración no es lineal. Comienza en el mismo nudo de la trama, con el hijo de Ulises, Telémaco, buscando desesperadamente noticias de su padre mientras los pretendientes de su madre devoran su herencia. Esta primera parte nos muestra el vacío que deja la ausencia del héroe. Es entonces cuando el propio Ulises toma la palabra en la corte de los feacios para relatar su propia historia, una historia que se cuenta por desgracias. Aquí el poema se transforma en un viaje prodigioso, una sucesión de encuentros fantásticos que funcionan como metáforas de las debilidades humanas: el olvido provocado por los lotófagos, la fuerza bruta sin inteligencia del cíclope Polifemo, la elección entre dos males que representan Escila y Caribdis o la tentación carnal y mágica de Circe y Calipso. A diferencia de los héroes tradicionales que persiguen la gloria eterna en el campo de batalla, lo que mueve a Ulises es el “nostos", el regreso al hogar. Su viaje por el Mediterráneo es una lucha constante contra el olvido y contra su propia deshumanización. Cada monstruo que enfrenta es un obstáculo que intenta apartarlo de sí mismo. Poseidón, el dios del mar, actúa como la fuerza implacable del destino que castiga su orgullo, mientras que Atenea representa la sabiduría que lo guía. El viaje es físico si, pero sobre todo psicológico. El guerrero asistido por su astucia debe debe aprender que la paciencia y el disfraz son a menudo mucho más efectivos que la espada. El clímax de la obra ocurre cuando el héroe llega finalmente a su patria, la pequeña isla de Ítaca. No regresa al son de las trompetas, sino como un mendigo andrajoso, una prueba final de humildad y la muestra definitiva de su que Ulises, antes que cualquier otra cosa, es el primer gran estratega. La famosa matanza de los pretendientes y el posterior reconocimiento con su esposa, Penélope, cierran un círculo que no enaltece a la venganza. Ulises simplemente consigue, tras muchos años de sacrificio, restablecer el orden natural de las cosas. Penélope, que ha resistido valiéndose de una astucia igual a la de su marido, se convierte en el pilar que da sentido a todo el sufrimiento previo. La Odisea es un pozo de enseñanzas, pero la principal es que el verdadero heroísmo no reside en conquistar una ciudad, sino en tener la fortaleza necesaria para volver el lugar al que pertenecemos. Para hablar de la Odisea, del viaje de Odiseo, de la época en la que fue escrito y del significado de esta obra tan importante nos acompaña hoy en La ContraHistoria un buen amigo de este programa, Yeyo Balbás. Bibliografía: “Odisea” de Homero - https://amzn.to/4cm2zIJ “Odisea” (guía de estudio visual) - https://amzn.to/3ZY0JGw “Homero y su Ilíada” de Robin Lane Fox - https://amzn.to/4aTXRPQ “En busca de la guerra de Troya” de Michael Wood - https://amzn.to/4cQkM13 “El mundo de Homero” de John Freely - https://amzn.to/4aOxH0P · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #odisea #ulises Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Onde se examina a evolução histórica e a relevância contemporânea da empatia, defendendo-a contra movimentos modernos que a consideram desnecessária ou perigosa. O professor Maximus Planudes demonstra que, embora o termo seja recente, o conceito de compaixão tem raízes profundas na Grécia Antiga e nas obras de Homero. Outras perspetivas analisam como a empatia e a vulnerabilidade fortalecem os laços interpessoais, contrastando com a "honestidade radical" que muitas vezes isola os indivíduos. Além disso, os autores desafiam o mito do génio solitário, exemplificado por Einstein, para realçar que o progresso humano depende da colaboração e do apoio comunitário. Em suma, as fontes sugerem que a capacidade de compreender o outro é essencial para a coesão social e o sucesso coletivo.
Onde se examina a evolução histórica e a relevância contemporânea da empatia, defendendo-a contra movimentos modernos que a consideram desnecessária ou perigosa. O professor Maximus Planudes demonstra que, embora o termo seja recente, o conceito de compaixão tem raízes profundas na Grécia Antiga e nas obras de Homero. Outras perspetivas analisam como a empatia e a vulnerabilidade fortalecem os laços interpessoais, contrastando com a "honestidade radical" que muitas vezes isola os indivíduos. Além disso, os autores desafiam o mito do génio solitário, exemplificado por Einstein, para realçar que o progresso humano depende da colaboração e do apoio comunitário. Em suma, as fontes sugerem que a capacidade de compreender o outro é essencial para a coesão social e o sucesso coletivo.
La coreógrafa nos presenta 'Cantar de gesta', la nueva pieza del colectivo de danza Mucha muchacha. Una reivindicación de los cuentos y relatos, un repaso a las grandes epopeyas y a nuestra épica y batallas contemporáneas
Estos cinco "cortos" son el espresso del Nobel: destilados de su caos largo. Ha llegado Isaías y Siempre a Homero son losproféticos-míticos: monólogos errantes (bar vs. mar), temas de fe/suerte fallida, estilo serpenteante (kafka-homérico); ¡eco apocalíptico, perfectos para novatos filosóficos! El último lobo y Trabajos de pico y pala clavan la obsesión terrenal: caza/extinción vs. arquitectura utópica, rurales/desérticos, con rabia bernhardiana –sociales, ecológicos, ¡contra el "progreso" devorador! Animal/Dentro es el outsider visual: bestial, repetitivo, un grito primitivo que une a todos (id reprimido). Evolución: De lo humano-divino (90s-00s) a lo animal-utópico (10s-20s), siempre con frases que arañan, influencias centroeuropeas y un humor negro que salva el abismo. ¡Más accesibles que las largas, pero igual de adictivos –empieza por El último lobo si amas España, o Animal si buscas arte! ¿Cuál muerde primero? ¡Cuéntame, y brindamos con pálinka virtual! "Crónicas Lunares di Sun" es un podcast cultural presentado por Irving Sun, que abarca una variedad de temas, desde la literatura y análisis de libros hasta discusiones sobre actualidad y personajes históricos. Se difunde en múltiples plataformas como Ivoox, Apple Podcast, Spotify y YouTube, donde también ofrece contenido en video, incluyendo reflexiones sobre temas como la meditación y la filosofía teosófica. Los episodios exploran textos y conceptos complejos, buscando fomentar la reflexión y el autoconocimiento entre su audiencia, los "Lunares", quienes pueden interactuar y apoyar el programa a través de comentarios, redes sociales y donaciones. AVISO LEGAL: Los cuentos, poemas, fragmentos de novelas, ensayos y todo contenido literario que aparece en Crónicas Lunares di Sun podrían estar protegidos por derecho de autor (copyright). Si por alguna razón los propietarios no están conformes con el uso de ellos por favor escribirnos al correo electrónico cronicaslunares.sun@hotmail.com y nos encargaremos de borrarlo inmediatamente. Si te gusta lo que escuchas y deseas apoyarnos puedes dejar tu donación en PayPal, ahí nos encuentras como @IrvingSun https://paypal.me/IrvingSun?country.x=MX&locale.x=es_XC Síguenos en: Telegram: Crónicas Lunares di Sun Crónicas Lunares di Sun - YouTube https://t.me/joinchat/QFjDxu9fqR8uf3eR https://www.facebook.com/cronicalunar/?modal=admin_todo_tour Crónicas Lunares (@cronicaslunares.sun) • Fotos y videos de Instagram https://twitter.com/isun_g1 https://www.google.com/podcasts?feed=aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy9lODVmOWY0L3BvZGNhc3QvcnNz https://open.spotify.com/show/4x2gFdKw3FeoaAORteQomp https://mx.ivoox.com/es/s_p2_759303_1.html https://tunein.com/user/gnivrinavi/favorites ORTOLARRY: - NORTE 9 #175 ESQ. OTE 164. COLONIA MOCTEZUMA SEGUNDA SECCION. CDMX - NORTE 17# 211-A COLONIA MOCTEZUMA SEGUNDA SECCION C.P 15530 ALCALDIA VENUSTIANO Teléfonos: 5557860648, 5524158512. Whatsapp: 5561075125
Después de comparar Ven, ven, ven de las Sex Bomb con la Odisea, Espido Freire encuentra paralelismos entre Gasolina de Daddy Yankee con la Ilíada de Homero. "Si algo nos enseña la literatura clásica es que no hay nada más poderoso que una mujer cuya presencia altera el orden del mundo", señala la novelista en su sección de Cuerpos especiales.
Pra muitos, o único que divide o pódio de maior da literatura com Homero. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a vida e o trabalho de William Shakespeare.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- BLOOM, Harold. Shakespeare: A invenção do humano. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.- DOBSON, Michael. The Making of the National Poet: Shakespeare, Adaptation and Authorship, 1660–1769. Oxford: Clarendon Press, 1992.- GREENBLATT, Stephen. Will in the World: How Shakespeare Became Shakespeare. New York: W. W. Norton, 2004.- NOGUEIRA, Milton. Shakespeare: Vida e obra. São Paulo: Perspectiva, 2014.- SHAKESPEARE, William. Hamlet; Macbeth; Rei Lear; Otelo. Diversas edições. Tradução de Barbara Heliodora. São Paulo: Nova Fronteira, 2011- WELLS, Stanley; TAYLOR, Gary (orgs.). William Shakespeare: The Complete Works. Oxford: Oxford University Press, 2005.
Espido Freire se enfrenta al análisis de Ven, ven, ven de las Sex Bomb en Cuerpos especiales, y la escritora tiene claro que el hit pop tiene una clara similitud con lo que hacía "las sirenas" en la obra la Odisea.
Nesta semana o MT Cast conta um pouco da história do triathlon paranaense e brasileiro, com o técnico Homero Cachel. No esporte desde a década de 80, ele foi um dos primeiros treinadores no país, conquistando inúmeros títulos e a tão desejada classificação olímpica. Confira como foi o nosso papo!
Llegamos al final de éste poema épico de Homero.
Príamo y el cuerpo de su valeroso hijo.
Troya y el combate entre griegos y troyanos. Aquiles. Patrocolo. Héctor.
Seguimos en la llanura eterna de Troya.
Muerto Héctor se honra a Patroclo.
Aquiles y Héctor en la llanura de Troya.
Aquiles se va a enfrentar con Héctor.
La furia desatada de Aquiles.
Querido navegante de páginas, Siempre a Homero: la suerte ynada más de László Krasznahorkai es un chapuzón visionario en la fuga eterna, donde un hunted being corre por Europa con Homero como eco, tejiendo un flujo poético que dialoga con la Odisea y Kafka para interrogar la suerte como escudoefímero en lo voraz. Académicamente, deslumbra por su prosa interminable –un flujo bernhardiano infundido de mono no aware, que condensa la odisea moderna en 96 páginas de multimedia reveladora–. Pero, ¡oh, lector en flor!, su hechizoradica en el bálsamo mítico: transforma la persecución en himno a la nada más, invitándonos a abrazar la suerte. Sumérgete en esta cueva y descubre que la gran literatura no es un puerto seguro, sino un mar de olas –¡arrastrando el alma a costas nuevas! ¿Huirás con el hunted being? ¡La suerte te espera con melocotón!"Crónicas Lunares di Sun" es un podcast cultural presentado por Irving Sun, que abarca una variedad de temas, desde la literatura y análisis de libros hasta discusiones sobre actualidad y personajes históricos. Se difunde en múltiples plataformas como Ivoox, Apple Podcast, Spotify y YouTube, donde también ofrece contenido en video, incluyendo reflexiones sobre temas como la meditación y la filosofía teosófica. Los episodios exploran textos y conceptos complejos, buscando fomentar la reflexión y el autoconocimiento entre su audiencia, los "Lunares", quienes pueden interactuar y apoyar el programa a través de comentarios, redes sociales y donaciones. AVISO LEGAL: Los cuentos, poemas, fragmentos de novelas, ensayos y todo contenido literario que aparece en Crónicas Lunares di Sun podrían estar protegidos por derecho de autor (copyright). Si por alguna razón los propietarios no están conformes con el uso de ellos por favor escribirnos al correo electrónico cronicaslunares.sun@hotmail.com y nos encargaremos de borrarlo inmediatamente. Si te gusta lo que escuchas y deseas apoyarnos puedes dejar tu donación en PayPal, ahí nos encuentras como @IrvingSun https://paypal.me/IrvingSun?country.x=MX&locale.x=es_XC Síguenos en: Telegram: Crónicas Lunares di Sun Crónicas Lunares di Sun - YouTube https://t.me/joinchat/QFjDxu9fqR8uf3eR https://www.facebook.com/cronicalunar/?modal=admin_todo_tour Crónicas Lunares (@cronicaslunares.sun) • Fotos y videos de Instagram https://twitter.com/isun_g1 https://www.google.com/podcasts?feed=aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy9lODVmOWY0L3BvZGNhc3QvcnNz https://open.spotify.com/show/4x2gFdKw3FeoaAORteQomp https://mx.ivoox.com/es/s_p2_759303_1.html https://tunein.com/user/gnivrinavi/favorites ORTOLARRY: - NORTE 9 #175 ESQ. OTE 164. COLONIA MOCTEZUMA SEGUNDA SECCION. CDMX - NORTE 17# 211-A COLONIA MOCTEZUMA SEGUNDA SECCION C.P 15530 ALCALDIA VENUSTIANO Teléfonos: 5557860648, 5524158512. Whatsapp: 5561075125
Aquiles con su furia desencadenada quiere matar a Eneas.
Dioses apoyan a troyanos. Dioses apoyan a griegos. La eterna lucha pequeña y por cosas poco importantes entre hombrecitos que viven tan poco tiempo.
Dioses y hombrecitos en la guerra de Troya.
Sigue Aquiles, siguen los dioses, sigue el combate.
Aquiles llora la muerte de su amigo y prepara su venganza.
Aquiles y la muerte de su querido amigo Patroclo.
Aquellos, los de entonces, eran verdaderos dioses. Ay de los dioses que hoy se olvidan de los hombres.
La guerra desencadenada por el rapto de Helena.
Continuamos con la eterna guerra de Troya.
La guerra de Troya fue el principal pilar sobre el cual se construyó la identidad cultural, ética y política de la antigua Grecia. Este conflicto, ubicado históricamente entre los siglos XIII y XII a. C., marcó la transición entre la era de los héroes y el mundo de los mortales. A través de las epopeyas de Homero, la civilización griega encontró un espejo para proyectar sus dilemas morales y su sistema educativo, la “paideia”, que moldeó el pensamiento occidental durante milenios. Este ciclo mítico es mucho más que una una crónica de batallas, es un tratado sobre la condición humana y la relación de los hombres con lo divino. En la cosmovisión griega, esta guerra no fue obra de los hombres, sino una orquestación divina que partió del mismo Zeus para reequilibrar el cosmos y reducir la población de semidioses. El conflicto se originó en las nupcias de Peleo y Tetis donde la diosa Eris sembró la discordia con una manzana dorada. El posterior juicio de Paris, en el que el príncipe troyano eligió el amor de Helena sobre el poder de Hera o la sabiduría de Atenea, desencadenó el rapto de la reina de Esparta y activó el Juramento de Tindáreo, que unió a los reinos aqueos en una coalición liderada por el poderoso Agamenón de Micenas. La expedición griega reunió a figuras que personifican diversos ideales del heroísmo helénico: Aquiles, el guerrero que busca la gloria eterna a costa de una vida breve; Ulises, símbolo de la astucia, la estrategia y la inteligencia; Áyax, la encarnación de la fuerza y Agamenón, cuya autoridad se ve constantemente empañada por su propia soberbia y falta de tacto diplomático. Los preparativos de la contienda estuvieron marcados por la tragedia del sacrificio de Ifigenia, un episodio oscuro que ahonda en los límites de la ambición política frente a los vínculos familiares y la implacable voluntad de los dioses. La Ilíada narra tan sólo un breve periodo del último año de la guerra de Troya. Se centra esencialmente en la cólera de Aquiles tras ser humillado por Agamenón. Este relato nos habla de la tensión entre la autoridad de los reyes y el mérito individual basado en la excelencia. Tras la muerte de Patroclo, su compañero más querido, Aquiles regresa al combate poseído por una furia ciega para matar a Héctor, el noble defensor de Troya. Pero la epopeya no concluye con violencia, sino con un acto de profunda humanidad: el encuentro secreto entre Aquiles y el anciano rey Príamo, donde ambos reconocen su sufrimiento compartido y la fragilidad de la vida humana bajo el peso del destino. La guerra se libró simultáneamente en el plano humano y el divino. Los dioses del Olimpo intervinieron activamente y llegaron a sufrir incluso heridas en el combate, lo que demuestra la estrecha unión entre ambos mundos en esta mitología arcaica. Finalmente, la ciudad no cayó por la fuerza bruta, sino por la “metis”, la astucia de Ulises y su ingeniosa estratagema del caballo de madera. El saqueo de la ciudad, el accidentado regreso de los héroes, el asesinato de Agamenón a manos de su esposa o la larga travesía de diez años de Ulises, simbolizan el fin definitivo de la era heroica y el comienzo de un nuevo mundo. Más allá del mito, la Guerra de Troya funcionó como el motor de la unidad griega frente a lo no griego, lo bárbaro. Muchos siglos después se encontró la verdadera Troya. El arqueólogo alemán que dio con ella, Heinrich Schliemann, descubrió que no era una, sino varias. Hoy en día el relato mítico de Troya se mantiene como una síntesis de todo aquello que nos hace humanos: el amor, el poder, la muerte y el honor. También es la historia de cómo un pueblo antiguo construyó su identidad a través de un relato épico que aconteció en un momento histórico convulso, el del final de la edad del bronce. Para tratar este tema vuelve hoy a La ContraHistoria Carlos Pérez Simancas, que acaba de publicar “Mitomancia”, una lectura histórica de los mitos griegos en clave contemporánea. En el libro el ciclo troyano es omnipresente y va mucho más allá de la mitología. - “Mitomancia” de Carlos Pérez Simancas - https://amzn.to/3LklAQF Colección de grandes autores de RBA: literaturagredos.com · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK #FernandoDiazVillanueva #troya #iliada Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Con escudo, lanza, grebas y casco de Aquiles, Patroclo sale a pelear y hace retroceder troyanos hacia la ciudad.
Y seguimos esperando que a Aquiles se le pase la bronca y ayude a los griegos que están perdiendo la batalla.
Griegos y Troyanos ayudados por dioses combaten en la llanura de Troya.
Livros mencionados:Septologia, Jon Fosse;Nothing but Blue Sky, Kathleen MacMahon;Hamnet, Maggie O'Farrell;Maniac, Benjamin Labatut;No Início Eram Dez..., Agatha Christie;Jane Austen: Uma Biografia, Claire Tomalin;Intermezzo, Sally Rooney;Clash of Kings, George R. R. Martin;Odisseia, Homero;Os Periquitos Somos Nós, Alex Couto;Herscht 07769, László Krasznahorkai;A Queda de um Anjo, Camilo Castelo Branco.Sigam-nos no instagram: @leiturasembadanasEdição de som: Tale House
En el siglo XIX, un hombre obsesionado con la Ilíada se lanzó a demostrar que los héroes de Homero existieron de verdad. Heinrich Schliemann, comerciante alemán sin formación arqueológica, excavó en lo que hoy es Turquía y creyó hallar la ciudad de Príamo… pero sus métodos brutales casi borran la prueba de su investigación. Ahora bien, ¿descubrió realmente Troya o simplemente fabricó su propia leyenda? Y descubre más historias curiosas en el canal National Geographic y en Disney +. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
El 26 de diciembre de 1890 murió Heinrich Schliemann, arqueólogo que descubrió Troya a partir de la lectura de Homero, pasando a ser considerado un referente en la investigación arqueológica.
Episodio especial grabado en vivo en el Foro Centroamericano de Periodismo 2025 (ForoCAP), en Antigua Guatemala. Carlos Dada conversa con Homero de León, médico mexicano de Médicos Sin Fronteras que acaba de cumplir su tercera misión humanitaria en Gaza. Homero cuenta cómo es trabajar en hospitales bajo intensos bombardeos, decidir a quién darle anestesia y a quién no, atender a niños que llegan solos a urgencias porque su familia murió y acompañar a colegas palestinos que sienten que el mundo solo los ve como una cifra más.Producción y edición: Carlos Dada y Gabriela Cáceres. Diseño de portada: Daniel Reyes.Fotografía: Foto de El Faro:Sonido y música: Omnionn.https://apoya.elfaro.net
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Elías Medina con Homero Palomo Cárcel para los que piratean a Palomo
Viajamos a la antigua Grecia para descubrir en el cronovisor de Jesús Callejo los secretos de Homero, autor de la Ilíada y la Odisea, considerado el padre de la literatura moderna. Luego junto a Luis Chacón de la Torre, autor de Bajo el campo de los mártires (2025), conocemos la orden de Calatrava. Pablo Arias en su sección de Historia de la Ciencia nos habla del efecto túnel y de la física cuántica. Ahí queda. Y acabamos el programa viajando al sudeste asiático. Allí viven los bajau, conocidos como los gitanos del mar. Nos lo cuenta Luis Tobajas
La figura de Homero es una de las más enigmáticas de la Historia Antigua. Se dice que era griego, egipcio o que incluso no existió y no es más que el pseudónimo de otro autor o la firma de un grupo de autores. Jesús Callejo nos intentará descubrir qué hay de cierto en todo ello. Lo ilustramos con una nueva dramatización en la que nos adentramos en la cueva de Polifemo junto a Odiseo
Escribe Homero: “Allí crecen altos árboles que fructifican: perales y granados, manzanos con su fruto brillante, higos dulces y olivos fértiles… pera sobre pera madura, manzana sobre manzana, uvas en racimo sobre racimo, y higo sobre higo; estos eran los espléndidos dones de los dioses en la morada de Alcínoo.” Es decir, Homero ya conocía y valoraba el cultivo de la pera, considerándola parte de un jardín idealizado, casi divino. Y en el mundo de los mitos, la pera no se queda al margen.La pregunta concursus de la semana que viene: ¿Cuál es la diosa que arrojó la manzana de la discordia en las bodas de Tetis y Peleo? Mándanos tu respuesta a verbavolant@rtve.es o a las redes sociales de Emilio del Río.Escuchar audio
NotiMundo A La Carta - Homero Castanier, Gobierno y Movimiento indígena; diálogo roto by FM Mundo 98.1
Meditación en la fiesta del Evangelista, San Lucas, quien nos relata la infancia de Jesús y otras escenas que tienen como protagonista a María. No las pudo saber si la misma María no se las contó. Aprovechando ese amor de Lucas a la Virgen, nos examinamos cómo va nuestro trato, lleno de amor, con María Santísima.
¡Vótame en los Premios iVoox 2025! Venimos con un gran estreno, uno que nos llevará a vivir como nunca la más grande de las epopeyas narradas. Nos referimos a la Iliada, obra atribuída a Homero, pero que hoy resonará con fuerza en boca de nuestro alma máter Bikendi Goiko-uria. Será el primer capítulo, así que si la disfrutáis pero se os hace corta, sabed que esta suerte de dramatización, con aportes originales como veréis, tendrá continuación. Hoy también recibiremos un nuevo episodio de las Fuentes de la vida, la sección de nuestro inquisitorial Mikel Carramiñana que esta vez seguirá hablando de la historia de la lactancia. Tras pasearse por Roma, no queda otra que asomarse al mundo medieval. Europa será el principal escenario, sobre todo con el cristianismo mediante, y la influencia de la llamada virgen de la leche, pero también daremos breves pinceladas de la que acontecía en otras partes del mundo. En la repetición, recuperamos la cuarta y última entrega de la saga sobre los cosacos, que por cierto ha tenido una grandísima acogida entre la mochuelada. Como veis, Pello Larrinaga ya nos dejaba grandes historias por capítulos varios años antes de arrancar el Sur resurgirá. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Homero de León, coordinador médico de Médicos Sin Fronteras, ha compartido su historia en La Ventana desde Gaza. Desde la ventana en la que nos habla, puede ver kilómetros de refugios improvisados para los gazatíes, tiendas de campaña y la situación de precariedad de la zona.
Hablamos con el novio de la primera boda de un pueblo en 40 años.Acuden los protagonistas del libro 'La mirada del paciente' de Cinfa. Homero de León, coordinador médico de proyecto de Médicos Sin Fronteras, para contar la situación en Gaza
Los culturetas vuelven al clásico de entre los clásicos: la Odisea de Homero. La historia de Ulises y sus aventuras hasta regresar a Ítaca después de la guerra de Troya es igual de actual que hace así tres mil años. Con Rubén Amón, Isabel Vázquez, Guillermo Altares, Sergio del Molino, Sergio del Molino.