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En este episodio exploramos los usos más comunes de hubiera en el español mexicano. Vemos cómo se usa para expresar ideas como "had", "there was/were", "could have", "would have", "should have", y las condicionales irreales del pasado. También hablamos de el hubiera como sustantivo, una expresión muy común para referirse a los arrepentimientos y a las cosas que pudieron haber sido. - Para ver los show notes de este episodio, visítanos en Patreon. - Venos en video en YouTube. - ¡Si el podcast te es útil, por favor déjanos un review en Apple Podcasts! - Donate: https://www.paypal.me/nohaytos No Hay Tos is a Spanish podcast from Mexico for students who want to improve their listening comprehension, reinforce grammar, and learn about Mexican culture and Mexican Spanish. All rights reserved. No Hay Tos is a Spanish podcast from Mexico for students who want to improve their listening comprehension, reinforce grammar, and learn about Mexican culture and Mexican Spanish. All rights reserved.
Várias observações do Universo indicam que a matéria escura é um ingrediente fundamental do cosmos: é cerca de cinco vezes mais abundante do que a matéria normal e contribui para manter as galáxias coesas. Apesar disso, a sua detecção directa é um grande desafio, uma vez que as partículas que a constituem não emitem nem interagem com a luz. A RFI falou com a doutora Isabel Lopes, responsável do grupo Matéria Escura na Universidade de Coimbra. E se alguém lhe dissesse que tudo aquilo que conseguimos ver no Universo representa apenas cerca de 5% do que existe? Os outros 95% seriam, pois, matéria escura. A experiência LUX-ZEPLIN é uma colaboração internacional com 250 cientistas e engenheiros de 37 instituições dos Estados Unidos, Reino Unido, Portugal, Suíça, Austrália e Coreia do Sul. A doutora Isabel Lopes é responsável do grupo Matéria Escura do LIP, o Laboratório de instrumentação e física experimental de partículas, da Universidade de Coimbra. Ela começa por explicar o âmbito da experiência LUX-ZEPLIN. Essa experiência tenta detectar as partículas, hipotéticas porque não sabemos se elas sequer existem, que constituirão a matéria escura. A matéria normal, nós sabemos que é feita de partículas, então nós pomos a hipótese de que a matéria escura também seja feita de partículas. Só que não podem ser estas partículas que nós conhecemos. As propriedades da matéria escura não são de molde a serem compatíveis com as propriedades das partículas que nós conhecemos. De modo que são partículas desconhecidas. E então a experiência LUX-ZEPLIN tem um enorme detector numa antiga mina de ouro, a 1,7 quilómetros de profundidade, a ver se consegue detectar partículas dessa matéria escura que venham da periferia da nossa galáxia. Porque é que o detector está enterrado tão fundo? Estas partículas da matéria escura, nós sabemos que têm pouca probabilidade de interagir com a matéria normal, portanto, com o detector. Ao mesmo tempo, por exemplo, aqui à superfície da Terra, temos imensas outras partículas que vêm da atmosfera, que vêm dos materiais, até nós próprios irradiamos partículas. E, portanto, seria impossível distinguir, no meio de tanta partícula a interagir no detector, aquelas que nós procuramos, que são muito raras. Por isso, vamos lá para baixo, e assim, no nosso detector só vamos ver os sinais das partículas de matéria escura, quando eles aparecerem claro. Para tentar ver estes sinais, utilizam o xénon líquido. O que é e porque é importante nessa pesquisa? Pois são dez toneladas de xénon líquido e como a probabilidade destas partículas interagirem é muito pequena, nós temos que aumentar a massa das nossas partículas normais. São os átomos de xénon líquido, compostos por electrões, protões e neutrões. Por isso temos que ter muitos desses átomos. O xénon é bom porque ele tem um gás inerte, não é perigoso. Portanto daí a escolha do xénon. E é líquido porque sendo líquido é muito mais denso que sendo gás. Densidade significa que temos mais partículas por unidade de volume. E, portanto, conseguimos maior probabilidade de observar as tais partículas da matéria escura. Se uma partícula de matéria escura atravessar o detector, o que acontece exactamente? Vemos um sinal eléctrico, não no xénon directamente. No xénon directamente, essa partícula vai alterar os átomos, vai produzir luz. E essa luz que é uma luz no ultravioleta, vai ser detectada por uns sensores que nós temos no detector, no pote, digamos assim, cheio de xénon líquido. Temos um conjunto de sensores de luz no topo e na base. E então esta luz é detectada por esses sensores. Esses sensores convertem a luz num sinal eléctrico e o que nós vimos é nos computadores um sinal eléctrico. Depois há todo o trabalho de ver se o sinal eléctrico observado é compatível com que nós esperamos da partícula da matéria escura. E aí entra a física. Se o encontrassem matéria escura, o que mudaria na física? Isso me ajudaria imenso, porque é um mistério enorme. Termos provas de que exista matéria escura, que não só existe como é 90% de toda a massa do universo. Nós temos aqui na nossa galáxia toda um halo de matéria escura à volta da parte luminosa e que não sabemos o que é. E, portanto, além disso, seriam partículas novas, totalmente desconhecidas. Iremos ter que estudar todas estas partículas e ver se compreendemos o comportamento dessas massas. Era realmente uma revolução. Ao contrário, se o LUX-REPLIN terminar sem encontrar matéria escura, significa que não existe ou que temos de a procurar de outra forma? Já está a ser desenhado um detector ainda maior, também de xénon líquido, muito parecido com LUX-ZEPLIN, porque o tamanho importa muito. Portanto já está a ser desenhado esse detector que se chama XLZD. Essa é a fase seguinte. Prevê-se que esteja pronto para 2030, 2031 e depois, se esse não der, então temos que procurar outras maneiras. Nesses projetos, qual é o papel de Portugal? Há só uma instituição em Portugal a participar que é o LIP. E então nós fomos responsáveis e mantemos a manutenção. Fomos nós que desenhámos e construímos, digamos, o cérebro da experiência que se chama o sistema de controlo, que é o sistema, como o nome indica, que controla as várias partes do detector e toma a acção quando ela é necessária. Por exemplo, estas dez toneladas de xénon estão sempre a circular, não estão quietinhas no detector. Isso obriga a que abram e fechem as torneiras e sejam lidos muitos sensores. Esta experiência tem 10.000 sensores, para além dos sensores de luz, têm 10.000 sensores de pressão, temperatura porque o cheiro só é liquido a -100 graus. Também fizemos um sistema todo software para ir analisando os dados da experiência, ou seja, os sinais dos sensores de luz para ver se está tudo a correr bem. Isso é bastante complexo porque nós temos que ter a certeza que o detector está estável a um nível muito elevado. A precisão tem que ser muito grande. E agora somos responsáveis por analisar os dados à procura do tal sinal da matéria escura. Temos uma parte dessa tarefa. Portanto, temos várias valências. É um grupo que não é muito grande. Tem 12 pessoas, entre investigadores e estudantes. Fizeram uma operação de 417 dias entre 2023 e 2025, na qual não encontraram matéria escura, mas aprenderam muito. Considera que é um sucesso? Ah sim é um sucesso. Ela foi um sucesso. Nós já temos resultados posteriores a estes, mas estes foram um sucesso porque não só mostraram que era possível operar um detector tão grande. E, por outro lado, ficámos a saber um pouco mais da matéria escura, quanto, por exemplo, a sua potencial massa. Era Isabel Lopes, investigadora e responsável do grupo Matéria Escura do LIP da Universidade de Coimbra, que nos acompanhou neste magazine de Ciência.
Hoy recordamos un evento que se viralizó en internet y como se viven las consecuencias de las decisiones tomadas desde una pequeña visión.
En la Mesa de Verano de hoy calentamos motor para el España - Francia de esta noche. Hemos hablado con los oyentes sobre cómo, dónde y con quién van a vivir el partido.También hemos conocido la historia de Vanessa Rousselot , madre de una familia franco-española en la que ella anima a Francia mientras sus hijos van con España, una situación que hoy se repite en muchos hogares.Además, hemos escuchado a Juan Señor recordar el histórico España - Malta. Y Carlos Cano, de GastroSER, nos ha recomendado algunas ideas de picoteo, vinos y tablas de quesos para disfrutar del encuentro.
A atual seleção da Argentina talvez não encante tanto quanto a equipe campeã da Copa do Mundo no Catar, mas segue conquistando a torcida pela capacidade de superar adversidades. Para o confronto deste sábado (11) contra a Suíça, pelas quartas de final, os argentinos depositam confiança não apenas na qualidade técnica do time, mas também na determinação dos jogadores. O momento coincide com as comemorações da Independência do país, ampliando o sentimento de orgulho nacional. Márcio Resende, correspondente da RFI em Buenos Aires “Argentina! Argentina! Argentina! Vamos, Argentina! Vamos ganhar!”. As palavras poderiam soar como ordens de batalha, mas são versos entoados por uma torcida que não desiste de acreditar nem de incentivar a seleção. Alguns dos cantos mais tradicionais das arquibancadas ecoam nesta semana em um lugar inusitado: o Festival de Bandas Militares, realizado como parte das celebrações do Dia da Independência, em 9 de julho. Entre hinos e marchas, as bandas executam músicas populares da torcida argentina, levando o público a cantar e se levantar das arquibancadas no Campo Argentino de Polo, em Buenos Aires. Nesta semana patriótica, diferentes elementos se misturam para reforçar o orgulho nacional: os 210 anos da Independência, a esperança pelo tetracampeonato mundial e a histórica virada sobre o Egito, na terça-feira (7), quando a Argentina reverteu uma desvantagem e mostrou ao mundo sua capacidade de reação. O major Alan Nuñez, diretor da banda militar Tambor de Tacuarí, do Regimento de Infantaria 1 Patrícios, o mais antigo do Exército argentino, afirma que há paralelos entre as batalhas históricas do país e a forma como a seleção se comporta em campo. “Como argentino, sinto uma grande emoção quando a seleção demonstra esse espírito de luta que acompanha nosso povo desde a independência. Vemos essa característica também no futebol, essa capacidade de não nos darmos por vencidos até o último momento”, diz. Conhecido popularmente como Regimento dos Patrícios, o grupo militar foi criado em 1806 em resposta às invasões inglesas e teve participação importante nas guerras de independência iniciadas após a Revolução de Maio de 1810. Também atuou, em 1827, na Guerra da Cisplatina, na Guerra do Paraguai, em 1865, e na Guerra das Malvinas. Em tempos de paz, porém, a principal arena das emoções nacionais parece ser o futebol. “Quando a seleção conquista vitórias como essas, une todos os argentinos, independentemente de posições políticas ou diferenças sociais. E, quando isso acontece durante as comemorações da pátria, a emoção é ainda maior”, afirma o major. Euforia popular Nas arquibancadas do festival, o professor de educação física Lucas Bonilla, de 24 anos, diz viver uma semana especial. “É emocionante. Dá vontade até de chorar. Temos a Independência, temos a Copa do Mundo. É uma combinação incrível. Como argentino, me emociono vendo a seleção e também celebrando a pátria”, afirma, vestindo a camisa da equipe nacional. O último confronto entre Argentina e Suíça em uma Copa do Mundo ocorreu no Brasil, em 2014, quando os argentinos venceram por 1 a 0. “Vai ser um jogo muito duro. A Suíça é um adversário complicado, mas acho que vamos ganhar. Minha fé está mais viva do que nunca. E tomara que isso nos leve à semifinal contra a Inglaterra. É o que nós argentinos mais queremos”, diz Lucas. Ao seu lado, Martín Juárez, de 25 anos, carrega uma bandeira argentina em homenagem tanto à data nacional quanto à seleção. “Para os estrangeiros, explico que isso é a Argentina. Apoiamos o time incondicionalmente, e os jogadores respondem com muita garra e vamos todos com fé. Tenho muita fé em uma vitória da Argentina contra a Suíça”, afirma. Estado de graça Lucio Molina, de 58 anos, também acredita na vitória contra Suíça neste sábado, mas reconhece que a equipe tem pontos fracos na zaga. “Como argentino e tendo fé porque sou um homem de fé, acredito que vamos ganhar. Vejo uma partida muito difícil. Precisamos prestar atenção nos erros que tivemos na defesa. Estamos fracos nesse ponto. Temos de corrigir isso e sermos inteligentes”, analisa. Para ele, a virada épica contra o Egito, quando em pouco mais de dez minutos, virou o placar para três a dois, deixou o país em estado de graça. “É uma mistura de tudo que nos dá orgulho nacional e que nos deixa mais contentes. Quando temos vitórias no futebol, todos ficam alegres, ficamos alegres como nação. Quando a Argentina jogou estávamos tristes porque estávamos perdendo. Mas, de repente, apareceu esta força argentina e nos salvou. Ganhamos, graças a Deus. E nos alegrou como nação”, celebra. Ao lado dele, María Salguero, de 54 anos, também confia numa vitória na base da raça. “Esperamos um triunfo da Argentina neste sábado, mas precisamos ter cuidado. Todas as seleções que chegaram a esta fase são fortes. Ainda assim, temos muita fé porque nós latinos temos muita força e esta seleção argentina tem garra”, afirma. Professora de informática e biologia, María diz usar a trajetória da equipe como exemplo em sala de aula. “Acredito que a mensagem que a seleção argentina nos ensina a ter fé até o último minuto e a trabalhar em equipe. A Argentina vence coletivamente, não pela individualidade. Esse é o exemplo que damos também aos alunos: de que devemos trabalhar em equipe. E, quando você pensa que já está derrotado, ainda restam dez minutos para reverter tudo”, ensina. Comunhão nacional Essa mensagem a pequena Antonella, de 11 anos, já entendeu. Depois da virada sobre o Egito, ela acredita que a Argentina pode conquistar mais um título mundial. “Suponho que a Argentina vá ganhar porque tem bons jogadores. A Argentina fez três gols e nos salvou contra o Egito porque, num momento em que não confiávamos que íamos ganhar, a Argentina fez três gols. Sim, acho que podemos ser campeões", diz. Os argentinos estão em comunhão em torno da euforia, mas também do sofrimento. “Fiquei muito feliz com a vitória da Argentina. Quase morri. É uma forma de sofrer. É um sofrimento”, desabafa Antonella. O major Alan Nuñez vê nessa mobilização uma expressão do patriotismo argentino. “Desde criança eu sonhei em estar aqui numa banda militar. E hoje, ao sair e escutar as marchas militares, fico arrepiado e cresce no público o fervor patriótico”, diz. A seleção e a torcida parecem compartilhar a mesma característica: a insistência em seguir adiante mesmo diante das dificuldades. Há mais de dois séculos, a figura inspiradora era o general José de San Martín. Hoje, para muitos argentinos, esse papel cabe a Lionel Messi, símbolo de um país que volta a sonhar com mais uma conquista mundial.
Este episodio de Noticias Marketing reúne diez movimientos clave en IA y redes que podrían redefinir tu forma de crear, monetizar y competir. Vemos a Babel adelantándose en el negocio al adquirir la división de datos e IA de Bosonit, y a Castilla-La Mancha buscando-restaurar ingresos publicitarios con soluciones de IA. También hay señales de cambio a nivel global: EE. UU. levanta restricciones de exportación para los modelos de Anthropic y España impulsa una gran fábrica nacional de IA. Además, Anthropic presenta Sonnet 5, una versión más eficiente y económica pensada para ahorrar tiempo y dinero a los creadores. ¿Qué oportunidades surgirán para emprendedores y medios que sepan aprovechar estas herramientas?En el lado de las redes, las novedades apuntan a hacer tu contenido más visible y seguro. Instagram añade descripciones personalizadas dentro de carruseles, TikTok facilita la gestión de palabras clave y LinkedIn ya admite imágenes animadas en comentarios. La seguridad de cuentas de adolescentes se fortalece con controles mejorados y alertas potenciadas por IA, mientras Meta mejora su editor de video con efectos de sonido y controles impulsados por IA. ¿Qué estrategia de contenidos y herramientas te ayudarán a destacar y a ahorrar tiempo esta semana? Si te interesa aprender con aprendizajes prácticos, suscríbete a la newsletter de Marketing Radical en borjagiron.com. Gracias por escuchar y nos vemos el próximo viernes.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/noticias-marketing--5762806/support.Newsletter Marketing Radical: https://marketingradical.substack.com/welcomeNewsletter Negocios con IA: https://negociosconia.substack.com/welcomeMis Libros: https://borjagiron.com/librosSysteme Gratis: https://borjagiron.com/systemeSysteme 30% dto: https://borjagiron.com/systeme30Manychat Gratis: https://borjagiron.com/manychatMetricool 30 días Gratis Plan Premium (Usa cupón BORJA30): https://borjagiron.com/metricoolNoticias Redes Sociales: https://redessocialeshoy.comNoticias IA: https://inteligenciaartificialhoy.comClub: https://triunfers.com
En Venezuela, hay niños que piensan una y otra vez que la tierra vuelve a temblar. En el refugio del Parque del Oeste, donde llegaron damnificados de La Guaira, además de comida y ropa, se brinda ayuda para lidiar con la angustia. Los niños son testigos de excepción del devastador doble terremoto sufrido en Venezuela hace más de una semana. Sus relatos combinan inocencia y miedo. En los refugios de damnificados, algunos aún muestran shock por lo vivido y otros comparten su experiencia. Actividades recreativas y musicales “Mi mamá se echó a llorar, lloró de la felicidad porque salimos vivos. Si hay algún otro terremoto tírense al piso o váyanse a la calle”, cuenta Sofía Valentina. Otros han comenzado a canalizar todo ello a través de juegos, incluyendo los inventados donde muñecas que corren ante sismos, o escapan de escombros. Los adultos quieren cambiarles esa imagen mental que no cesa. Adriana Martínez, maestra de educación especial y voluntaria, explica que intenta “dar esa sonrisa que ahorita a los niños les hace bastante falta”. David Domínguez y Erick Sandoval organizan por separado grupos para atender a los más pequeños. “Estamos viniendo a hacer actividades recreativas y musicales en los refugios. Vemos mucha emotividad”, dice David. “La intención es mantener una agenda permanente e incorporar una parte formativa para mantenerlos ocupados en medio de esta situación”, subraya Erick. Alimentación y medicina Pero no todos son juegos. También se ha priorizado la atención de alimentación y revisiones médicas para los más pequeños, así como el apoyo psicológico. “Nos han presentado la ayuda muchos recreadores que han venido, comida, los han afeitado también, han llegado las ayudas y nos han ayudado a todos”, cuenta Elizabeth Galvis, madre de un niño menor de 10 años. Unicef estima que unos 680.000 niños necesitan asistencia en Venezuela tras el doble terremoto de hace ocho días que ha dejado hasta ahora más de 2.200 personas muertas y 12 mil heridos.
En Venezuela, hay niños que piensan una y otra vez que la tierra vuelve a temblar. En el refugio del Parque del Oeste, donde llegaron damnificados de La Guaira, además de comida y ropa, se brinda ayuda para lidiar con la angustia. Los niños son testigos de excepción del devastador doble terremoto sufrido en Venezuela hace más de una semana. Sus relatos combinan inocencia y miedo. En los refugios de damnificados, algunos aún muestran shock por lo vivido y otros comparten su experiencia. Actividades recreativas y musicales “Mi mamá se echó a llorar, lloró de la felicidad porque salimos vivos. Si hay algún otro terremoto tírense al piso o váyanse a la calle”, cuenta Sofía Valentina. Otros han comenzado a canalizar todo ello a través de juegos, incluyendo los inventados donde muñecas que corren ante sismos, o escapan de escombros. Los adultos quieren cambiarles esa imagen mental que no cesa. Adriana Martínez, maestra de educación especial y voluntaria, explica que intenta “dar esa sonrisa que ahorita a los niños les hace bastante falta”. David Domínguez y Erick Sandoval organizan por separado grupos para atender a los más pequeños. “Estamos viniendo a hacer actividades recreativas y musicales en los refugios. Vemos mucha emotividad”, dice David. “La intención es mantener una agenda permanente e incorporar una parte formativa para mantenerlos ocupados en medio de esta situación”, subraya Erick. Alimentación y medicina Pero no todos son juegos. También se ha priorizado la atención de alimentación y revisiones médicas para los más pequeños, así como el apoyo psicológico. “Nos han presentado la ayuda muchos recreadores que han venido, comida, los han afeitado también, han llegado las ayudas y nos han ayudado a todos”, cuenta Elizabeth Galvis, madre de un niño menor de 10 años. Unicef estima que unos 680.000 niños necesitan asistencia en Venezuela tras el doble terremoto de hace ocho días que ha dejado hasta ahora más de 2.200 personas muertas y 12 mil heridos.
Los mercados estadounidenses hoy no negocian. Con ello dominan las subidas en Bolsas europeas con máximos en no pocos índices. Nos han dicho que contexto de mercado ha mejorado de forma sustancial. Motivos a favor: primera de riesgo geopolítico es menor tras firma de memorando entre Estados Unidos e Irán y la poca probabilidad de que bancos centrales suban tipos. Van a contar también buenos resultados empresariales que están al caer. Lo analizamos con Jaime Espejo, de Acifiel Partners. Vemos precios en valores Ibex con impresiones de analistas y preguntamos si política monetaria influye hoy más en acciones o en bonos.
En Cinco Continentes recibimos a Brian Glynn, embajador de Irlanda en España, aprovechando que su país ha asumido la presidencia rotatoria del Consejo de la Unión Europea. Glynn espera avanzar en este semestre en un acuerdo para el presupuesto comunitario de 2028-2034. También se muestra partidario de la ampliación con nuevos miembros poniendo el foco en los Balcanes y Ucrania "abriendo nuevos capítulos de adhesiones". En cuanto a las grandes multinacionales tecnológicas con sede en Irlanda, defiende que llegan al país buscando algo más que un beneficioso régimen fiscal. Sobre las relaciones bilaterales, Glynn califica los vínculos entre España e Irlanda como excelentes y su coincidencia en temas como el reconocimiento del estado palestino o la postura a adoptar con Israel.Escuchar audio
La inteligencia artificial, la tecnología y la sostenibilidad están redibujando el mercado laboral en Panamá y en el mundo. En este episodio de Vida Digital conversamos con Juan Pablo Cardozo, rector de la Universidad del Istmo, sobre cómo cambian los perfiles que hoy buscan las empresas y qué podemos hacer para prepararnos.Hablamos de lo que de verdad significa que la IA esté transformando el trabajo, más allá del titular. Según un informe reciente que comenta nuestro invitado, cerca del 21% de las tareas del día a día ya se están transformando, y la brecha es enorme entre quienes usan estas herramientas y quienes todavía no: alrededor del 91% de los jóvenes ya usa inteligencia artificial, frente a un 46% de los docentes. Ese contraste marca el punto de partida de toda la conversación.Juan Pablo nos explica por qué el título académico, por sí solo, ya no alcanza. Las empresas buscan personas capaces de resolver problemas, adaptarse rápido y combinar habilidades técnicas con competencias humanas como el pensamiento crítico, la comunicación y el liderazgo. Sobre esto fue muy claro:"No hay un título más falso que el de quien va a la universidad y no adquiere el conocimiento."Conversamos también sobre los diez nodos del sello transformador de la Universidad del Istmo, que incluyen humanismo digital, pensamiento crítico, creatividad, ética del buen cuidado, liderazgo colectivo, desarrollo sostenible y habilidades digitales, entre otros. Vemos cómo esas competencias se trabajan dentro de cada materia y cómo la universidad las pone al alcance del país a través de más de 50 MOOCs gratuitos de 40 horas, disponibles para toda la comunidad.Repasamos las carreras que más demanda el mercado panameño, desde ciberseguridad, donde los estudiantes reciben ofertas antes de terminar la carrera, hasta riesgos y seguros y el creciente campo del legaltech, que abre la puerta a exportar talento profesional más allá de Panamá. También hablamos del valor de la sostenibilidad en un país donde la venta de productos sostenibles ya crece alrededor de un 9%.Y dedicamos un espacio a quienes llevan años de experiencia y sienten que la tecnología los podría estar dejando atrás. Juan Pablo comparte el caso de un estudiante jubilado de 78 años que cumplió su sueño de estudiar Derecho en modalidad virtual, una historia que resume bien el mensaje del episodio:"No se sale de la universidad con todo aprendido; se sale a la vida a seguir aprendiendo."Gracias a la Universidad del Istmo y a Juan Pablo Cardozo por acompañarnos, y al equipo de Radio Ancón por permitirnos llegar cada semana a su distinguida audiencia.Si este episodio te aportó algo, compártelo con esa persona que sabes que lo necesita escuchar y déjanos tu me gusta para que más gente lo encuentre. Y queremos leerte: de todas las habilidades que mencionamos hoy, ¿cuál sientes que más te falta desarrollar para el trabajo del futuro? Cuéntanos en los comentarios.
“La comida no entra solo por hambre: entra por los ojos, por la publicidad y, a veces, por decisiones que se toman mucho antes de llegar a la góndola.” En Mañanas Urbanas la Lic Stefanía Scholl presenta una columna para hablar de nutrición y salud, desde una mirada integral y consciente que te propone salir de la nutrición clásica. MP6235
Há mais de uma década, as chamadas ameaças híbridas deixaram de ser apenas um conceito acadêmico para se tornar uma realidade capaz de influenciar sociedades em todo o mundo. Entre os momentos mais vulneráveis a esse tipo de ação estão os períodos eleitorais. Segundo especialistas, os seis meses que antecedem um pleito concentram os maiores riscos de interferência no debate público e na confiança dos eleitores. Júlia Valente, Correspondente da RFI em Helsinque Em uma sociedade cada vez mais digital e interdependente, os conflitos também assumem novas formas. Não se trata mais apenas de bombardeios, invasões ou ataques militares convencionais. Ciberataques, campanhas de desinformação e pressões econômicas também podem ser utilizados para influenciar países e sociedades. Esse conjunto de estratégias é conhecido como ameaças híbridas, ações capazes de comprometer a estabilidade política, a segurança nacional e a economia de países em todo o mundo. Em Helsinque, na Finlândia, está localizada a sede do Centro Europeu de Excelência para o Combate às Ameaças Híbridas (Hybrid CoE). Criada em 2017 em parceria com a União Europeia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), em um contexto de crescente preocupação dos governos com o avanço desse tipo de ação, a instituição apoia seus 35 países membros com pesquisas, treinamentos e análises voltados à prevenção e ao combate dessas ameaças. Martha Turnbull, diretora da área de Influência Híbrida do Hybrid CoE, ressalta que um dos cenários que mais tem registrado o aumento de ameaças híbridas é o período eleitoral. “Vemos uma grande quantidade de desinformação nos cerca de seis meses que antecedem a eleição. Isso se encaixa em um padrão mais amplo que temos observado, no qual esses atores procuram minar a confiança do público no sistema eleitoral e no governo atual”, afirma. Turnbull explica que, à medida que a eleição se aproxima, essas atividades passam a se concentrar em partidos políticos e candidatos específicos, além de tentar desencorajar a participação dos eleitores. “Isso não termina no dia da eleição. Essas atividades continuam nas semanas seguintes, buscando desacreditar os resultados”, complementa. Não são apenas atores externos que impõem ameaças, mas também internos. “No contexto eleitoral atual, observamos que existe uma ligação entre ameaças externas e atores domésticos em muitos países", afirma Turnbull. "Em alguns casos, essa ligação é direta, quando o ator externo orienta diretamente grupos ou indivíduos que estão dentro do país realizando algum tipo de atividade. Em outros casos, a ligação não é tão clara, mas, de forma geral, o que estamos vendo é uma conexão cada vez maior entre esses atores”, diz a especialista. O principal alvo das ameaças híbridas durante períodos eleitorais são justamente os eleitores. Por isso, de acordo com o Hybrid CoE, combater esse fenômeno também envolve fortalecer a educação midiática da população, para que as pessoas consigam identificar e resistir à desinformação. IA muda o cenário das ameaças híbridas Além do cenário eleitoral, o avanço da inteligência artificial (IA) vem transformando a forma como ameaças híbridas são produzidas e combatidas. Segundo Turnbull, atores envolvidos nesse tipo de atividade utilizam modelos de linguagem e outras ferramentas de IA para ampliar sua capacidade de atuação, aumentar a escala das operações e acelerar respostas. “Isso, obviamente, é muito desafiador. Além disso, algumas dessas tecnologias tornam essas atividades muito mais difíceis de rastrear e, consequentemente, mais difíceis de atribuir responsabilidade e de responder a elas”, ressalta. Também existe, no entanto, um aspecto positivo. Governos e instituições vêm utilizando a IA para fortalecer sistemas de monitoramento e resposta a ameaças híbridas. O saldo dessa transformação, porém, ainda é incerto. “Acho que, neste momento, a balança ainda não pendeu claramente para um lado ou para o outro", avalia Turnbull. Europa vê Rússia como principal preocupação O Hybrid CoE está localizado em um ponto simbólico. Helsinque fica a menos de 200 quilômetros da fronteira com a Rússia, país apontado por especialistas como a principal fonte de ameaças híbridas ao continente europeu na última década. “Consideramos que a principal ameaça para a Europa vem da Rússia, mas também observamos o aumento de ameaças por parte do Irã e da China”, afirma Martha Turnbull. Desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, em 2022, o Hybrid CoE afirma ter observado um aumento significativo das atividades relacionadas a ameaças híbridas. “Temos observado uma atividade concentrada, particularmente por parte da Rússia, no campo da desinformação, que busca enfraquecer o apoio à Ucrânia e minar a disposição do país de continuar lutando com o apoio que recebe de seus aliados”, diz Turnbull. Essas ações podem assumir diferentes formas. “Pode ser propaganda para tentar desgastar a população e conquistá-la para o seu lado. Também pode envolver ataques cibernéticos. Pode incluir ainda atividades militares de pequena escala, como cruzar fronteiras, violar espaços aéreos ou interferir em sinais de GPS”, ressalta. Brasil: a desinformação no centro das ameaças híbridas No Brasil, o tema também vem sendo acompanhado por pesquisadores. O professor de antropologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Piero Leirner, autor do livro “O Brasil no espectro de uma guerra híbrida”, afirma que, no contexto político brasileiro, a principal preocupação está em dinâmicas de desinformação. “Os principais atores que manejaram estratégias híbridas de desinformação e de manipulação política aqui são atores 100% internos, embora ligados a atores externos. Eu acredito que a desinformação não é apenas no sentido de fake news. Isso é uma parte ínfima do problema. Na verdade, é uma estrutura geral que eu chamo de dissonância cognitiva e que muita gente chama de polarização”, diz Leirner. À medida que o Brasil se aproxima das eleições presidenciais de 2026, marcadas para outubro, a desinformação retorna ao centro das atenções no cenário político. Embora as redes sociais tenham ampliado seu alcance e velocidade, o uso dessa estratégia para influenciar o debate público faz parte das campanhas há décadas. Para Leirner, em especial, ataques à credibilidade do sistema eleitoral devem voltar a ocupar espaço no debate público. O pesquisador avalia ainda que as instituições brasileiras não estão preparadas para prevenir e responder a esse tipo de ameaça. “A principal ameaça é o fato de que as nossas principais instituições políticas estão embebidas nesse ambiente, e elas próprias fazem uso disso [da desinformação]”, ressalta.
En este episodio te comparto sobre como a veces solo nos centramos en ver lo malo, los errores, las amenazas en nuestras relaciones . descubre mas sobre mi trabajo en www.darielacantu.com
Ni siquiera en el Cielo comprenderemos la frase: “Dios es Amor”. Pero hemos de creer en Él, ya que lo hemos conocido. Confiemos: todo lo que Dios manda o permite es una realidad que procede el amor. Descubramos las incontables manifestaciones del amor divino. Una de ellas, la solicitud materna de María para con nosotros.
Emisión del viernes 12 de Junio de 2026 La semana pasada, el jueves, la Secretaría de Marina y la Secretaría de Seguridad y Protección Ciudadana de Colima detuvieron a José de Jesús "N", alias "El Chuy Roñas", miembro de Los Mezcales, grupo que se separó del CJNG en 2022 y que, para sobrevivir, a principios de 2026 intentó aliarse con "Los Mayos" del Cártel de Sinaloa. Algunos medios nacionales le dedicaron un día. Hoy nadie habla de ello. "Deja que tus oídos te abran los ojos." #RuizHealyTimes #AbriendoLaConversación www.ruizhealytimes.com
Vemos y analizamos los datos de su salida abolsa con Javier López-Bernardo, Portfolio Manager en BrightGate Capital
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¿Qué tan real es el amor que vemos en redes? | Las fotos románticas y las publicaciones constantes no siempre reflejan la realidad. Luis Andrés Figueroa nos explic! cómo la presión por aparentar felicidad puede afectar la relación fuera de las redes sociales. Conéctate en Tamara con Luz en MVS, de lunes a viernes, de 10:00 AM a 01:00 PM por MVS 102.5 FMSee omnystudio.com/listener for privacy information.
07 09-06-26 LHDW ¿Fichará Julián Álvarez por el R.Madrid?, no lo vemos. Parece claro que no jugará en el Atlético
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Vemos la historia real de la peli "los otros" de "Amenabor", investigamos una aterrador caso de aquelarres de brujas y hablamos sobre apariciones marianas . Estos y otros misterios en episodio 24 de la temporada 8 de misterios cotidianos.
Mateo 15:13 “Pero respondiendo él, dijo: Toda planta que no plantó mi Padre celestial, será desarraigada”.El Proceso de Desarraigar el AlmaLa Biblia nos habla de un proceso profundo y transformador: el proceso de desarraigar, de arrancar la raíz. Muchas veces nos desgastamos trabajando en lo externo, enfocándonos en podar las ramas visibles, pero descuidamos lo interno.Para entender esto, debemos reconocer nuestra naturaleza tripartita: somos espíritu, alma y cuerpo. Es muy común ver que todo el mundo busca beneficios para su cuerpo: queremos ser sanos, sentirnos bien, prosperar físicamente. De igual forma, buscamos constantemente la bendición para nuestro espíritu: anhelamos recibir de Dios los dones espirituales, los milagros, sanidades y prodigios, pero, ¿cuántos buscan realmente bendecir y sanar su alma? Sanar el alma no se logra con pañitos de aguas tibias, por lo que la verdadera prosperidad está íntimamente ligada al alma, recordemos que el indicador de nuestra prosperidad integral comienza en el interior, está escrito en 3 Juan 2 “Amado, yo deseo que tú seas prosperado en todas las cosas, y que tengas salud, así como prospera tu alma.”Es precisamente allí, en el terreno del alma, donde muchas veces fallamos al no trabajar la raíz de nuestros problemas, Jesús fue tajante en Mateo 15:13: "Pero respondiendo él, dijo: Toda planta que no plantó mi Padre celestial, será desarraigada."Este pasaje es impresionante y revelador, la Palabra declara con firmeza que todo aquello que Dios no sembró, irremediablemente será desarraigado. Piensa en esto: tu vida es como un campo; en ese campo siembra Dios, pero también siembra tu familia, tus experiencias y la sociedad; y con el tiempo, empiezas a dar fruto de todo aquello que ha sido depositado en ti.Sin embargo, hay raíces oscuras que no provienen de Dios y que operan en "modo incógnito" bajo la tierra de nuestra alma. Es imprescindible que miremos profundamente, porque quizás hoy, dentro de ti, existan raíces oscuras que Dios jamás plantó, raíces que hasta el día de hoy no has logrado identificar ni erradicar.El mayor peligro de las tinieblas es cuando operan en modo incógnito, escondidas bajo la tierra de nuestra alma, donde no reconocemos lo que hacen ni podemos identificar sus obras destructivas. Hoy es el día para examinar nuestro interior: ¿Hay en ti alguna raíz de mal que deba ser arrancada?Brotando desde lo Oculto: La Raíz de Amargura"Mirad bien, no sea que alguno deje de alcanzar la gracia de Dios; que brotando alguna raíz de amargura, os estorbe, y por ella muchos sean contaminados." (Hebreos 12:15, RVR1960)La Biblia nos enseña que brotar es aquello que sale desde adentro hacia afuera. Brotar es crecer, producir, germinar, es emerger de lo profundo hasta que se hace visible.Traduzcamos esto a nuestra realidad: Muchas veces leemos este versículo y creemos que el problema radica en que alguien se amargó por una situación reciente, pero la Palabra no habla de gente que se amargó de un día para otro; la Biblia nos advierte sobre personas que siempre llevaron esa amargura por dentro, solo que aún no se había evidenciado. La palabra clave y reveladora en este pasaje es que "brotó" una raíz que ya estaba allí pero que no se veía. ¿Cuántas raíces tenemos guardadas en el interior que no se ven, pero que de vez en cuando brotan, emergen y salen a la luz?A veces escuchamos decir: "El hermano se amargó en la iglesia". ¡No! No se amargó en la iglesia; siempre fue un amargado, pero la raíz no había brotado, aún no se había manifestado lo que realmente llevaba en su interior, el Señor te está diciendo que hay cosas dentro de ti que todavía no has arrancado y que, en el momento menos pensado, salen a la superficie.Vemos personas que llegan a la iglesia, le entregan su vida a Cristo y reciben de Dios, pero nunca empiezan el trabajo de desarraigar las raíces que traen, la raíz sigue ahí, escondida bajo la tierra y escuche bien esto: aunque lo que estaba afuera se haya quemado, se haya dañado, se haya deteriorado, o incluso se haya podado y cortado... mientras quede raíz, siempre habrá el peligro de que algo vuelva a brotar.Podar el Carácter vs. Desarraigar la RaízTristemente, vemos que la iglesia vive modificando el comportamiento, pero no se ocupa de desarraigar el carácter, nos hemos acostumbrado a ocultar los traumas, pero jamás los arrancamos de raíz, y es por eso que, en algún momento de nuestra vida, algo inesperado nace.Es entonces cuando decimos: "Pero yo creía que ya había sido libre", "Yo pensé que había resuelto mi problema", la dura realidad es que solo se podó; se cortó la maleza superficial, pero el mal jamás se desarraigó, y en el momento menos pensado, la raíz de lo que realmente llevamos por dentro volvió a brotar.El peligro más grande de la raíz es su naturaleza: está diseñada para aferrarse, para agarrarse de algo y evitar ser arrancada. Podemos intentar arrancar una mata por encima, pero es casi imposible sacar todas las raíces de un solo tirón, porque allá en lo profundo, en lo oscuro de la tierra, se agarraron de las piedras, se enredaron en los troncos e incluso se entrelazaron con otras raíces para hacerse más fuertes.Muchas veces venimos a la congregación y los pastores empiezan a corregir, a podar nuestro exterior: "Hermano, no hable así", "Baje el volumen", "Hermana, no le grite a su esposo", "No vuelva a maltratar a su familia". Pasamos todo el tiempo simplemente podando, pero inevitablemente llega el momento donde esa raíz brota, renace y reaparece. ¿Por qué? Porque aunque cortaste lo aparente, jamás erradicaste el problema de fondo.Hemos permitido que se levante una generación que vive de apariencias, pensamos: "Mientras yo me vea bien por fuera, no importa qué raíz tenga por dentro, no importa lo que lleve en el alma ni quién soy realmente en mi casa", llegamos al extremo de encubrirnos unos a otros: "Mi esposa va a cubrir mis raíces malas porque no podemos dañar la reputación que tenemos como familia".Vivimos de apariencias, olvidando que las raíces, tarde o temprano, siempre salen a la luz. Atrévase hoy a confrontar su realidad. "¿Qué raíz tienes escondida que está a punto de brotar?"La Contaminación de la RaízDice la Palabra que la raíz no solo te estorba cuando se evidencia, cuando finalmente brota, sino que además empieza a contaminar a otros. Tienes que entender una verdad espiritual muy seria: cuando lo que está oculto en tu corazón se manifiesta, tus hijos y tu familia es contaminada.¿Qué sucede cuando lo que está adentro empieza a evidenciarse afuera? Alguien dice: "Yo no sé qué me pasó que me puse violento, ¡si yo soy un hombre pacífico!", la realidad es que la raíz de la ira siempre estuvo ahí; nunca la quitaste.Nos acostumbramos a culpar a la gente y a las circunstancias, pero en el fondo el problema soy yo, que tengo una raíz que no he logrado arrancar; miremos el fundamento a través de Deuteronomio 29:18: "No sea que haya entre vosotros varón, o mujer, o familia, o tribu, cuyo corazón se aparte hoy de Jehová nuestro Dios, para ir a servir a los dioses de esas naciones; no sea que haya en medio de vosotros raíz que produzca hiel y ajenjo." (Deuteronomio 29:18, RVR1960)Dios le advirtió esto al pueblo de Israel justo cuando estaban a punto de entrar a la tierra de Canaán. El verdadero problema de contaminación para el pueblo no estaba en los gigantes que habitaban la tierra, ni en las religiones de Canaán, el problema real estaba e...
La AFAC alerta sobre páginas web falsas que suplantan su identidadMelanoma es el segundo cáncer de sangre más común en el paísEn China, aumentó a 90 el número de personas fallecidas por una explosión en la minaMás información en nuestro podcast#grc
En Sonar Informativo Pablo Aranzaes conversó con la diputada de Renovación Nacional (RN), Ximena Ossandón, para analizar los alcances políticos del cambio de gabinete. La parlamentaria de oposición valoró la postura del Mandatario frente a las demandas en seguridad y gestión: "Vemos a un presidente receptivo, supo escuchar y tomó medidas". A pesar de las inevitables tensiones políticas, Ossandón calificó la acción como una muestra de liderazgo: "Me quedo con ver a un Presidente que es capaz de tomar una decisión que sabe que le va a causar muchas críticas, pero es una forma de demostrar liderazgo. Es valiente".
Vemos la importancia de reconocer que necesitamos ayuda para empezar a sanar
Vemos el aterrador caso del Tesla que detectaba fantasmas, hablamos sobre una extraña criatura llamada "cabrabolsa" e investigamos el increíble caso del monje que hablaba con dios en ascensores. Estos y otros misterios en episodio 23 de la temporada 8 de misterios cotidianos.
En este nuevo episodio empezamos a ver juntos el uso de la aplicación de Gemini mediante el uso de nuestro iPhone. Vemos cómo hacerle preguntas a Gemini, cómo adjuntar archivos, y cómo guardar la respuesta de Gemini, en un archivo de Word.
El Plan De Dios que no Vemos | Yafet Martínez by Oscar Sotres
LAUDES VIERNES DE LA VI SEMANA DE PASCUA(Oración de la mañana) - II semana del SalterioINVOCACIÓN INICIALV. Señor abre mis labiosR. Y mi boca proclamará tu alabanzaINVITATORIOAnt. Verdaderamente ha resucitado el Señor. Aleluya.SALMODIASalmo 50 - Ant. Confía, hijo, tus pecados son perdonados. Aleluya.Cántico - Ant. Tu, Señor, has salido con Cristo a salvar a tu pueblo. Aleluya.Salmo 147 - Ant. Alaba a tu Dios, Sión, que ha puesto paz en tus fronteras. Aleluya.RESPONSORIO BREVEV. El Señor ha resucitado del sepulcro. Aleluya, Aleluya.R. El Señor ha resucitado del sepulcro. Aleluya, Aleluya.V. El que por nosotros colgó del madero. R. Aleluya, Aleluya.V. Gloria al Padre, y al Hijo, y al Espíritu Santo. R. El Señor ha resucitado del sepulcro. Aleluya, Aleluya.CÁNTICO EVANGÉLICOAnt. Vemos a Jesús, coronado de gloria y de honor por haber padecido la muerte. Aleluya.Cántico de Zacarías. EL MESÍAS Y SU PRECURSOR Lc 1, 68-79Bendito sea el Señor, Dios de Israel,porque ha visitado y redimido a su pueblo.suscitándonos una fuerza de salvaciónen la casa de David, su siervo,según lo había predicho desde antiguopor boca de sus santos profetas:Es la salvación que nos libra de nuestros enemigosy de la mano de todos los que nos odian;ha realizado así la misericordia que tuvo con nuestros padres,recordando su santa alianzay el juramento que juró a nuestro padre Abraham.Para concedernos que, libres de temor,arrancados de la mano de los enemigos,le sirvamos con santidad y justicia,en su presencia, todos nuestros días.Y a ti, niño, te llamarán Profeta del Altísimo,porque irás delante del Señora preparar sus caminos,anunciando a su pueblo la salvación,el perdón de sus pecados.Por la entrañable misericordia de nuestro Dios,nos visitará el sol que nace de lo alto,para iluminar a los que viven en tinieblay en sombra de muerte,para guiar nuestros pasospor el camino de la paz.Gloria al Padre, y al Hijo, y al Espíritu Santo.Como era en el principio, ahora y siempre, por los siglos de los siglos. Amén.PRECES“Vivificamos, Señor, con tu Espíritu Santo.”ConclusionV. El Señor nos bendiga, nos guarde de todo mal y nos lleve a la vida eterna.R. Amén.(300)
El documental 'Ramón y Cajal: Dibujos en la retina' reivindica la dimensión más humana, artística y visionaria del científico que revolucionó el estudio del cerebro
Meditaciones preparadas (aunque no exclusivamente) para hacer un retiro espiritual y mejorar en su vida cristiana, de oración y de trato con Dios. A cargo del Padre Ricardo Sada Fernández de México.
Mensaje Especial | "Legado de valor: Mujeres de fe, hoy y siempre" | Ps. Santiago Moya Honramos las vidas y el legado de las mujeres de la Biblia. Vemos cómo Dios utilizó su fe y su valentía para transformar vidas, incluso hasta hoy. Gracias a que ellas dijeron "sí" a Dios, podemos inspirarnos en su ejemplo y en cómo Dios sigue obrando a través de la fe en nuestras vidas. Conéctate con nosotros: Iglesia Árbol de Vida León Reuniones presenciales: Domingos 10:00 am y 12:30 pm Dirección: Blvd. San Juan Bosco 3026, Cañada del Refugio, 37458 León, Gto. Sitio web: arboldevidaleon.com Instagram: https://www.instagram.com/iglesiaarboldevidaleon/ ¿Necesitas oración? Déjanos un comentario o escríbenos directamente y nuestro equipo estará orando por ti. Para solicitudes confidenciales, contáctanos por Whatsapp al 477 525 9995 Ver menos
Así como al América le regalaron 80 penales y no logró ganarle a los Pumas, a Hernán Cortés le dieron todos los apoyos para convertirlo en un ser de luz y de color, y no lo consiguieron
Ignacio Vacchiano, country manager en Iberia de Leverage Shares, analiza IncomeShares, los ETPs de Leverage Shares que llevan ya casi dos años en el mercado repartiendo ingresos mensuales. Son productos que combinan exposición a acciones o activos con estrategias de opciones para generar ese dividendo mensual. Hoy tienen novedades importantes porque acaban de ampliar la gama considerablemente. “Procuramos buscar activos que tengan el interés de los inversores”, afirma el invitado. Estos, para él, pueden ir desde “las materias primas a los valores”. Dentro de estos, el invitado nos aclara que tienen tanto estadounidenses como europeas. Eso sí, todas las inversiones siguen el mismo principio: “buscar las mejores herramientas para el inversor”. ¿Qué son los ETPs y que aporta Leverage Shares a este vehículo? “Es una clase de ETF, son productos cotizados, que con herramientas orquestamos para que coticen en mercado pero que repliquen activos apalancados o no apalancados”, nos explica el country manager en Iberia de Leverage Shares. También puntualiza que “son unas herramientas que lo que hacen es que mediante opciones se obtienen esas primas y estas se reparten en forma de dividendos e intereses a los inversores que tengan esos ETPs”. ¿Cuál es la oferta que tiene la compañía en España? Ignacio Vacchiano nos cuenta que “empezaron con 19 tipos de IncomeShares en junio de 2024, ahora ya estamos 50 en mercado”. ¿Qué aspectos hay que tener en cuenta antes de hacer una inversión? El experto nos aclara que “lo importante es elegir bien el activo, que te gusta el oro, la plata, carbón o bonos”. ¿Cómo funciona el interés en los inversores minoristas? “Vemos el interés en todo tipo de inversores, más inversores que tengan unos activos saludables”, asegura el entrevistado. Sobre la diferencia de activos como Tesla o Coinbase o el oro y la plata pagan yields muy diferentes a lo que paga el oro, el analista afirma que “cuanto más volátil sea el activo subyacente la opción cotiza con más precio”.
Por esse especial de Dia das Mães vocês não esperavam, hein? O episódio de hoje é um “explicando para um baunilha” com ninguém mais ninguém menos que a Dora, a mãe da Roxy. A Ada, a Roxy e a Gabi Dias conversam com ela sobre maternidade e quebra de ciclos, como é ser mãe de uma fetichista, sexualidade aos 64, biodança e toque, as dúvidas dela sobre o BDSM e a comunidade e, é claro, algumas histórias inusitadas sobre o nosso universo! Vem ouvir que tá divertido e emocionante!Participantes: Ada @aleneouada, Roxy @roxylust, Gabi Dias @gabidays23, DoraVoz da vinheta: Morena de São Paulo/SP @a_deusa_morena*Este episódio foi gravado em estúdio em 05/05/2026. Tivemos algumas questões com a qualidade da entrega de áudio e vídeo do estúdio, esperamos que na próxima gravação isso seja resolvido.Apoie o Chicotadas! https://apoia.se/chicotadas Form para envio de dúvidas e feedbacks: https://forms.gle/x3HUheP52BkALn989 Nossos links: https://chicotadas.com.br/Confira nosso Instagram: www.instagram.com/chicotadaspodcast A vitrine do episódio é uma arte com foto. O fundo é lilás com padrão de desenhos de sorvete de baunilha em roxo. Ao centro da imagem, uma foto da Dora, a mãe da Roxy: ela é uma mulher branca, loira, de 64 anos, que usa blusa verde e está com uma expressão de assustada, com as mãos no rosto. No alto da imagem, o número e título do episódio (#54: Explicando Para Um Baunilha #07: Dora, a mãe da Roxy) em roxo e vermelho. Ao centro, sobre a foto da Dora, a frase em destaque “Especial Dia das Mães”. Na parte superior e inferior da imagem, marca d'água com o arroba do nosso insta @chicotadaspodcast e a logo principal do podcast (uma onda sonora posicionada para lembrar uma onda sonora) em preto.Minutagens:2:05 Introdução e autodescriçãoEpisódios com a Gabi: Chicotinho 11, Chicotinho 16, Chicotinho 17, episódio regular 39, clube dos apoiadores 14.6:17 Sobre a DoraCitados: biodança, entendimento e exploração da sexualidade, educação familiar repressora, não perpetuar isso na criação das filhas, aprender a dizer não, separação de casamento longo, uso de aplicativos, encontros e homens solteiros aos 50/6028:39 Maternidade e mudança da narrativaCitados: quebrar o ciclo na próxima geração, criação das filhas, Nossa Senhora da Mãe Moderna, Milly Lacombe, culpa e maternidade, biodança e o estímulo do toque e do afeto, cabeça aberta e evolução pessoal, Donald Winnicott e o conceito de "mãe suficientemente boa", frase atribuída a Clarice Lispector, primeira reação a ter uma filha fetichista e não monogâmica, aprendizado com a Barbara45:34 O BDSM: contato, entendimento e aprendizadoCitados: Rita Von Hunty/Guilherme Terreri, violência, prazer, palavra de segurança, predadores, gostar de dor, a importância e o poder do "não", BDSM saudável, red flags e a comunidade, percepções da comunidade, identificação de pessoas perigosas e referências, figura do facilitador/spotterVídeo do Dia da Comunidade: https://www.instagram.com/p/DX-ZnBsu8sX/1:09:46 Recado do Apoia.se https://apoia.se/chicotadas1:12:02 Experiência pessoal, relatos e histórias divertidasCitados: estimulador de mamilos com sucção, plug de rabinho, hitachi/varinha mágica, educação sexual, masturbação, vibradores e sugadores, diálogo com as filhas.1:26:29 Conselhos para as mães de fetichistas que estão ouvindo1:31:44 Nossas Chicotadas- Série Grace and Frankie, Netflix- Livro Em Agosto nos Vemos, Gabriel García Márquez - Livro O Amor nos Tempos do Cólera, Gabriel García Márquez - Série A Man on the Inside/Um Espião Infiltrado, Netflix- Filme Mary & Max - Uma Amizade Diferente- Jogo Magicraft- Filme O Diabo Veste Prada- Podcast Vertigem com Guilherme Terreri https://www.youtube.com/watch?v=fW4q85alXtg1:38:30 Aftercare1:40:20 Erros de gravaçãoNossos links: https://chicotadas.com.br/
Vale, vamos a desgranar esto. Hoy nos enfrentamos a lo que, bueno, probablemente sea la carga psicológica más silenciosa y pesada de nuestra eram hablo de la trampa de la comparación moderna. Hoy en día, esa sensación persistente de no ser suficiente, eh, de ir siempre un paso por detrás del resto del mundo parece casi universal. Totalmente. Da la impresión de que sin importar el esfuerzo o los logros que uno vaya acumulando, la línea de meta siempre se aleja un poco más. se desplaza constantemente. Sí, exacto. Así que para entender exactamente de dónde viene esta frustración estructural y lo más importante, cómo escapar de ella, hoy vamos a realizar un análisis a fondo de un material que la verdad yo considero realmente revelador y lo es sin duda. Se trata de un extracto clave del influyente libro 12 reglas para vivir del psicólogo Jordan B. Peterson. En concreto, nos vamos a sumergir de lleno en la regla número cuatro, la de compararse con quién uno era. Esa misma la premisa dice literalmente, compárate con quién eras ayer, no con quién otro es hoy. Y la misión de este inmersión de hoy es desarticular el mecanismo. Claro. La misión de este análisis a fondo es desarticular desde la raíz toda esa mecánica psicológica y neurológica que empuja a la mente de forma casi inevitable hacia la envidia y la insatisfacción. Eso es. Queremos explorar cómo la propia percepción visual miente constantemente, literalmente como el cerebro censura al mundo que nos rodea y a partir de ahí trazar un plan de escape utilizando lo que el texto llama el interés compuesto del progreso personal. Es un texto fascinante porque entrelaza, a ver, entrelaza la biología evolutiva con la psicología clínica, pero al final ofrece herramientas increíblemente pragmáticas para reorganizar el día a día. Muy pragmáticas, sí. Nada de conceptos abstractos, inalcanzables. Ya. Y para que quede claro desde el principio que este no es el típico análisis predecible y aburrido. Vamos a adelantar que la clave maestra para entender toda esta frustración diaria incluye a un gorila invisible. Un gorila, sí. Y a un mimo cantando la canción Endless Love con un par de manoplas de horno puestas. Suena a locura absoluta. Madre mía, suena a delirio total. Pero prometo a quien nos esté escuchando que es una conexión que tiene todo el sentido del mundo cuando se examina de cerca. Lo tiene, lo tiene. Para empender el síndrome del héroe local. Las fuentes explican que la psiqui humana no evolucionó para el mundo en el que vivimos hoy. Claro, el desfase evolutivo. Eso es. Antiguamente, cuando la inmensa mayoría de la población vivía en entornos rurales, en tribus o en pueblos pequeños, destacar en algo era una meta estadísticamente razonable. Había un rey del baile local, una genio de las matemáticas en la escuela de la comarca o el mecánico estrella del pueblo al que todos respetaban. Estas personas eran los héroes locales y sus cerebros recibían una recompensa biológica constante por ello. Y esa recompensa biológica es fundamental para entender el problema real de hoy. No estamos hablando de una simple palmadita en la espalda a nivel social. No, no estamos hablando de neuroquímica pura, específicamente de la serotonina. El cerebro humano poseae en su base una especie de digamos calculadora ancestral, una calculadora de estatus, ¿verdad? Exacto. Es un sistema de control maestro muy antiguo a nivel evolutivo que evalúa de forma ininterrumpida nuestra posición en la jerarquía social local. Ya cuando esta calculadora percibe que el entorno valora a un individuo que es competente y respetado en su comunidad, pues libera serotonina. Este neurotransmisor es el que hace que uno se sienta seguro, permite caminar erguido, reduce la ansiedad y aporta una sensación de calma existencial. Y el sistema funcionaba a la perfección porque el grupo de control era pequeño. Claro, de unas 100 o 200 personas como máximo. Pero a ver, siendo justos, y yo creo que esto es algo que mucha gente se preguntará, ¿no? Es esa presión evolutiva por competir y destacar algo útil. Es decir, si el ser humano no se comparara con los mejores de su entorno y no sintiera esa punzada de envidia o ambición, quizá la especie seguiría viviendo en las cavernas. Fíjate que esa es una distinción crucial. La competencia es el motor del progreso. Sin duda alguna. El texto no ataca la competencia en sí. El problema no es la brújula, ¿vale? El problema es que hemos introducido esa brújula en un campo magnético artificial enorme que la ha vuelto completamente loca. Y ahí es donde el contraste moderno resulta devastador. El mundo hiperconectado, eso es la migración masiva a las grandes urbes y sobre todo la omnipresencia de internet han erradicado esa paz local. Las jerarquías sociales en las que el cerebro intenta competir ya no son pirámides de tamaño humano, son inabarcables. Ahora son como un rayo láser hiperconectado que abarca el planeta entero. Pensemos en alguien joven que tiene un talento excepcional tocando la guitarra. Un genio de uno entre un millón. Exactamente. Históricamente este chaval habría sido la leyenda absoluta de su región. Hoy, al abrir una red social, descubre en 3 segundos que es solo uno más entre 50 prodigios idénticos o incluso superiores. Es brutal. La escala de la competencia ha mutado de una forma que esa calculadora de serotonina simplemente no puede procesar y por defecto ante esa inmensidad el cerebro nos sitúa en el fondo de la jerarquía global. Claro, el estanque se ha vuelto tan inmenso que todos nos sentimos como Plankoncton. Tal cual como Plankton. Y el texto señala que esta hiperconexión con es básicamente la gasolina perfecta para una voz crítica destructiva que todos albergamos. Ese crítico interno se alimenta de esta exposición global y vaya si se alimenta. Nos convence de que la vida es un juego de suma cero. Si alguien en el otro extremo del mundo tiene éxito, nosotros somos unos fracasados. Nos susurra que la mediocridad absoluta es nuestro estado natural. Sí, anula cualquier victoria. Porque como ahora mismo es posible encontrar en internet a alguien más rico, más atractivo, más en forma o más inteligente, De forma instantánea, cualquier logro personal que requerió meses de sudor parece repentinamente minúsculo. Es una dinámica verdaderamente demoledora. Lo fascinante aquí es como la psicología social reciente intentó lidiar con este colapso de la autoestima y cómo el autor del texto destroza esa supuesta solución. Ah, sí, la parte de las ilusiones. Eso es. Durante décadas, muchos expertos recomendaron la creación de lo que llamaban ilusiones positivas. La primisa era que, como la realidad objetiva de no ser el mejor del mundo, nada. Era demasiado dolorosa. La gente debía proteger su ego cultivando una autoimagen artificialmente inflada. Vamos a autoengañarse. Básicamente aconsejaban refugiarse bajo el paraguas de una mentira reconfortante para no colapsar psicológicamente. El análisis que estamos abordando rechaza esta idea de forma categórica y con razón. Argumenta que es una filosofía profundamente pesimista y cínica, ya que asume que la realidad es tan intrínicamente insoportable que la única forma de habitarles mediante la ficción. Claro, es que vivir en una ficción para soportar el peso del mundo no genera ninguna resiliencia, genera una fragilidad extrema ante cualquier fracaso real. Es equivalente a intentar curar una fractura de hueso tomando analgésicos y fingiendo que el hueso no está roto. Absolutamente. Ahora bien, si ese juego de la comparación, tal y como está montado hoy en día, es una trampa mortal y siempre se termina perdiendo, la gran pregunta que surge es bastante lógica. ¿Porque seguimos jugando? Exacto. ¿Por qué la mente humana se empeña en seguir jugando. ¿Por qué seguimos intentando medirnos con ese rayo láser global? Aquí es donde el texto introduce un cambio de paradigma total. Y es que simplemente estamos midiendo mal la estructura misma de la realidad. Caemos en la ilusión del tablero único. Eso es efectivamente ese crítico interno del que hablabas prospera gracias a la ilusión del juego único. Consigue convencernos de que la existencia es una sola competición unidimensional y lineal, donde el éxito se mide bajo un solo criterio. mente el poder adquisitivo, la fama o el estatus en redes sociales. Pero la realidad empírica es que la vida es una enorme multiplicidad de facetas. Hay infinidad de juegos disponibles en los que participar. Incontables. Existe el juego de ser una figura legal implacable, el juego de ser un artesano que restaura muebles antiguos o el juego de ser alguien volcado en la enseñanza. La gran ventaja evolutiva de esta multiplicidad es que si alguien fracasa estrepitosamente en una disciplina o descubre que esa dinámica le resulta tóxica, siempre conserva la libertad absoluta de cambiar de tablero y probar en otro ecosistema diferente. O mejor aún, como plantea la fuente, si uno no encuentra un juego en el que encaje, tiene la capacidad realmente nuevo. Y ahí es donde entra tu ejemplo favorito. Totalmente. Aquí es donde entra el ejemplo más surrealista de todo el material. Relata la anécdota de un concurso de talentos local donde apareció un participante haciendo de mimo. Pero no un mimo cualquiera. No, no, no era la típica Imitación aburrida en una plaza. Era un mimo meticulosamente caracterizado al estilo del legendario Marcel Marshow. El individuo sube al escenario, se sella la boca con cinta adhesiva plateada y con una seriedad pasmosa se enfunda dos gruesas manoplas de horno en las manos. Es una imagen tremenda. Acto seguido, utiliza esas manoplas de cocina a modo de marionetas para interpretar un dúo increíblemente dramático y sincronizado de la famosa balada Endless Love. Es visualmente absurdo, completamente absurdo. Pero encierra una lección vital. Cuando la originalidad es radicalmente individual y peculiar, el ser humano se sale del sistema de clasificación habitual. Es imposible comparar a ese individuo porque nadie más en el planeta Tierra estaba compitiendo en la categoría de mimos dramáticos cantando baladas con accesorios de cocina. Es una anécdota cómica, pero el trasfondo analítico es verdaderamente brillante. Demuestra que la hiperespecialización y la individualidad son antílotos directos contra la homogeneización del estatus global. Claro, te sales de la Exacto. Para aterrizar esto en la vida de una persona que nos pueda estar escuchando mientras va a la oficina o mientras hace la compra, el texto propone sustituir la visión de la vida como una carrera de 100 m lisos por la de un decatlón completo. Un Decathlon, esa es una alagogía estupenda. Una evaluación holística y madura de la existencia implica equilibrar múltiples frentes: el desarrollo profesional, la estabilidad familiar, la lealtad a las amistades, el compromiso con las aficiones, la salud mental y física. Son muchas pistas de atletismo a la vez. En un Decathlon, lo estadísticamente normal es ser sobresaliente en el lanzamiento de jabalina, mediocre en el salto de longitud y bastante torpe en la carrera de vallas. Nadie es perfecto en todas y cada una de las disciplinas. Y el problema fundamental es que el crítico interno hace trampa en esta competición. Lo que hace es aislar una sola de esas disciplinas del Decathlon, digamos, el éxito financiero. Luego escoge al mejor atleta del mundo en esa disciplina hiperespecífica y nos golpea en la cara con la comparación directa. y omite todo el contexto. Esa estrella inalcanzable a la que el crítico interno obliga a admirar podría estar liderando una empresa multimillonaria. Sí, pero al mismo tiempo podría estar atravesando un divorcio sumamente destructivo o sufriendo un aislamiento crónico o lidiando con adicciones severas. Es el clásico error de comparar los propios bastidores que están llenos de cables sueltos, improvisaciones y tomas falsas con la película final de la vida de los demás. Una película perfectamente evitada, iluminada y con banda sonor épica. Y aquí es donde la cosa se pone realmente interesante, fíjate, porque el autor da un salto vertiginoso desde la filosofía y la psicología social y nos sumerge de lleno en la neurofisiología de la visión. Esto es fascinante. Básicamente nos explica cómo nuestros propios ojos participan de forma activa en esta trampa de la comparación. Y para ilustrarlo, recupera el legendario experimento del gorila invisible, el de Daniel Simmons, el mismo, diseñado por el psicólogo cognitivo Daniel Simons. Para quien no lo conozca, el experimento consiste en un vídeo donde aparecen seis personas en una sala pequeña. Tres de ellas llevan camisetas blancas impolutas y las otras tres llevan camisetas negras. Y se están moviendo. Sí, se mueven de forma caótica en círculo pasándose un par de balones de baloncesto. La instrucción que se da a los espectadores antes de darle al play es directa y engañosamente simple. Les dicen, "Cuenten exactamente cuántos pases hace el equipo de la camiseta blanca e ignoren los pases del equipo de negro. Una tarea de atención selectiva clásica. La gente se concentra profundamente, sigue los balones con la mirada y al terminar el vídeo, la inmensa mayoridad da la respuesta correcta, que suele ser 15 pases. Pero el clímax del experimento llega inmediatamente después. Exacto. Cuéntalo tú porque es increíble. El investigador felicita a los participantes por su excelente nivel de atención y con total naturalidad les hace una segunda pregunta. Les dice, "¿Y qué opinan del gorila?" Y la gente se queda en blanco. La reacción general es de desconcierto absoluto. La de los participantes asegura tajantemente que no había ningún gorila en el vídeo, pero al reproducir el material por segunda vez, ahora sin la tarea de contar los pases, el resultado es sobrecogedor. Aparece de la nada. Justo en el segundo 25 del vídeo, una persona disfrazada con un traje de gorila de cuerpo entero entra caminando lentamente en la escena, atraviesa el grupo de jugadores, se detiene justo en el centro de la pantalla, se golpea el pecho mirando fijamente a la cámara y sale caminando por el lado opuesto. Es que está ahí un buen rato. Permanece en escena casi 10 segundos y un asombroso 50% de los observadores no registra su presencia en absoluto la primera vez. Es escalofriante pensar que algo tan enorme y tan absolutamente fuera de lugar pueda ser borrado de nuestra percepción de esa manera. Para quienes no superan la prueba, yo he leído que las sensaciones de incredulidad total llegan a pensar que les han cambiado la cinta por otra diferente en el segundo visionado. Yo quedé sorprend la primera vez que vi los datos. Si conectamos esto con el panorama general de nuestro análisis de hoy, la revelación científica es de una importancia colosal. El fenómeno se denomina ceguera por falta de atención sostenida. Ceguera por falta de atención o como se acuñó en rigurosos estudios alemanes sobre la percepción, el término es halalten de un ofxamites blind. Madre mía, con el alemán. Sí, impronunciable. Pero lo que esta condición demuestra, sin lugar a dudas, es que la visión humana no es una cámara de vídeo que graba pasiva y objetivamente el mundo. El sistema visual es una herramienta metabólicamente carísima. Gasta mucha energía. Procesar información visual en alta resolución requiere una cantidad enorme de recursos cerebrales. Para no colapsar y evitar morir de agotamiento, el cerebro funciona como un depredador. Literalmente solo vemos aquello a lo que apuntamos de forma activa y todo lo demás se descarta, se censura, se borra proactivamente para ahorrar recursos. El gorila negro se confunde con las camisetas negras que el cerebro tenía la orden estricta. de ignorar. O sea, que el acto de ver no consiste simplemente en abrir los ojos y recibir luz, sino en filtrar el 99% de la realidad. Vemos estrictamente lo que valoramos o lo que perseguimos en un momento determinado. Así es. Y las implicaciones vitales de este mecanismo fisiológico son formidables. Si el objetivo supremo de una persona está distorsionado por esa comparación global tóxica de la que hablábamos antes, digamos, si su meta es alcanzar el estatus prefabricado de un magnate de internet, su cerebro ajusta sus filtros visuales para rastrear solo esas métricas. Exactamente. Como consecuencia, esa persona se vuelve fisiológicamente ciega a las oportunidades reales de mejora que tiene a su alcance. Se vuelve ciega a las relaciones significativas que la rodean o a sus propios talentos innatos. Pasa el gorila y no lo ve. Esa ceguera no es un fallo del cerebro. Es la máquina funcionando perfectamente según los parámetros que se le han introducido. Por lo tanto, la conclusión lógica y radical de todo esto es que para cambiar lo que vemos en el mundo tenemos que intervenir de raíces nuestros sistemas de valores. Tonina, sí, que la vida es en realidad un decatlón de múltiples facetas y que nuestros ojos editan la realidad en tiempo real basándose en nuestras metas. ¿Cómo se desactiva al crítico interno en el día a día? ¿Cuál es el plan de acción concreto que propone el material original? La respuesta central, el verdadero antídoto de la regla número cuatro, exige un cambio drástico de métrica. Implica desconectar por completo la vista de los resultados de los demás y establecer al propio yo del ayer como el único estándar de válido y legítimo. Compárate con quién eras ayer. Eso es es un reajuste completo de la mira del francotirador interno. El texto insiste en que al principio es imperativo apuntar muchísimo más bajo. Apuntar bajo. Hay que deconstruir esa ambición grandiosa y aplastante que nos paraliza ante la inmensidad del internet y transformarla en metas minúsculas, casi ridículamente manejables. Para visualizar esto, recuerdo que el material utiliza una metáfora excelente. Propone analizar la propia existencia como si fuera una casa que necesita reformas urgentes. Una gran metáfora. La reacción natural que está alimentada por ese crítico interno global es sentarse en medio del caos, mirar las revistas de decoración de lujo, desesperarse porque la casa no es una mansión espectacular en la costa y como resultado no hacer absolutamente nada. Parálisis por análisis. Totalmente. El enfoque diametralmente opuesto que se propone es levantarse, buscar el rincón más pequeño y manejable de esa casa en y preguntar a ver qué cosa concreta, por minúscula que sea, puedo limpiar o arreglar hoy que esté bajo mi control inmediato. Cosas bajo control, muy importante. Puede ser algo tan mundano como ordenar la montaña de cartas que lleva un mes sobre la mesa, hacer la cama al levantarse o reparar esa bisagra de un armario de la cocina que lleva 6 meses atascada. Y es vital detenernos aquí para entender por qué esto funciona desde un punto de vista psicológico y neurológico. Porque, no nos equivoquemos, es Esto no es un simple consejo de bricolaje motivacional, no, no es ordenar el cuarto y ya está. Hay un concepto germánico fascinante que captura esta esencia. La palabra es tagwk. Tagwork no se traduce simplemente como trabajo. Se refiere a la labor diaria y concreta que justifica tu día, a la artesanía de lo cotidiano. No se trata de construir una catedral gótica en 24 horas, sino de tallar tu pequeño bloque de piedra hoy. Y encajarlo bien. Eso es. Cuando alguien repara esa bisagra rota del armario, no. Solo está arreglando un trozo de madera y metal. Esa puerta atascada actuaba como un microestresón silencioso en su vida. Es verdad. Cada mañana, al intentar abrirla para coger una taza y notar la resistencia, el cerebro registraba un pequeño fallo, una minúscula derrota que drenaba una fracción de dopamina. Al arreglarla, se elimina un obstáculo físico y se inyecta una microdosis de orden en el sistema nervioso. Se trata de tomar las riendas de 500 de estas pequeñas decisiones diarias. Son esas microvictorias las que empiezan a silenciar de verdad al crítico interno, porque de repente ya no estás compitiendo contra un multimillonario de la tecnología que sale en una portada, estás compitiendo contra tu propia inercia de ayer y estás ganando. Exactamente. Y el resultado de encadenar estas microvictorias es lo que podríamos llamar el interés compuesto de la psicología. Su pequeño ecosistema un 1% mejor de lo que lo encontró por la mañana. Los resultados se acumulan matemáticamente. Es una bola de nieve. Una mejora diaria sostenida durante 3 años. No produce un cambio lineal, produce una transformación exponencial que vuelve una vida completamente irreconocible. Además, hay un corolario hermoso a todo esto. A ver, a medida que la persona mejora su entorno inmediato y su salud mental se estabiliza, su base se vuelve más sólida. Desde esa base más alta, los objetivos que se plantea se elevan de forma natural y orgánica, sin la angustia previa. Y recordando la lección fisiológica del goril invisible, como nuestra visión rastrea aquello que valoramos al establecer metas más sanas y progresivas, las oportunidades en En el mundo exterior comienzan a materializarse. Claro, la ceguera desaparece gradualmente, los filtros se ajustan. Es como conducir un coche de noche en medio de una tormenta con el parabrisas lleno de barro. Arreglar la bisagra del armario es como encender los limpiaparabrisas por primera vez. Muy buena imagen. De repente te das cuenta de que la carretera no era tan recta ni tan estrecha como parecía y que había multitud de desvíos y caminos panorámicos que antes eran literalmente invisibles bajo la suciedad. Es un cambio de paradigma absoluto en la forma de vivir totalmente. Bueno, para ir recogiendo todo lo que hemos puesto sobre la mesa, creo que la inmersión profunda de hoy nos deja lecciones tremendamente sólidas. Yo estoy seguro de que sí. Hemos arrancado analizando el peligro neurológico de esa jerarquía global moderna, ese rayo láser de internet que atrofia nuestro sistema de recompensas y nos hace sentir insignificantes ante el mundo. Luego hemos encontrado una vía de escape al comprender que la existencia no es un examen tipo test con una sola respuesta correcta, es un decathlon vasto y con complejo donde siempre existe la posibilidad de bueno, de inventar reglas propias como nuestro amigo el mismo, el mismo de las manoplas. Hemos diseccionado la asombrosa mecánica del goril invisible, descubriendo que nuestros ojos funcionan como cazadores implacables que solo nos muestran el trofeo que hemos decidido buscar. Y finalmente hemos trazado el mapa de salida, la táctica innegociable del interés compuesto, asumiando la labor diaria del Tabwork y utilizando únicamente al yo de ayer como el único juez legítimo de nuestro avance. Al final, el hilo conductor que une todas estas disciplinas, la biología, la psicología, la neurología, es una conclusión profundamente empoderadora sobre nuestro papel en el mundo. El análisis demuestra que no somos meros receptores pasivos de información. No somos víctimas. No, no somos víctimas de un entorno hostil. Somos constructores activos de la realidad. La arquitectura misma de nuestra percepción se moldea en base a dónde decidimos enfocar nuestra atención y nuestra voluntad cada día. Y para cerrar Queremos proponer un pensamiento final para dejar macerando en la mente de quien nos escuche una reflexión expansiva basada estrictamente en esa cruda realidad biológica de la visión que acabamos de explorar. Adelante. Pensemos profundamente en esto. Si el propio cerebro humano censura activamente el entorno recortando y borrando enormes porciones de la realidad para proyectar únicamente aquello que encaja con nuestras ambiciones o miedos actuales, entonces experimentar el mundo como un lugar asfixiante oscuro y plagado de competidores imbatibles, no es un reflejo preciso de la realidad objetiva, no es una verdad inamovible del universo. Plantea una hipótesis fascinante. Sugiere que esa sensación de agobio existencial es simplemente la evidencia técnica de que el motor de búsqueda interno de nuestro cerebro está operando con las palabras clave equivocadas. Así es. ¿Qué pasaría si el simple y silencioso acto de decidir valorar el progreso personal por encima del estatus social ajeno tuviera la capacidad real de alterar la forma física tangible y palpable del mundo que se despliega ante nosotros cada mañana al despertar. Si cambiar la meta interna revela la existencia de inmensos gorilas invisibles, cuántas oportunidades latentes, cuánta belleza oculta y cuántos caminos inexplorados están justo ahora cruzando por delante, esperando pacientemente a que se deje de vigilar la vida del vecino para poder volverse reales. Es algo que merece mucha reflexión. Muchísima. Gracias por acompañar este análisis a fondo. Ha sido un recorrido intelectual espectacular por los mecanismos más profundos de nuestra propia mente. Hasta la próxima inmersión.
Ignacio Vacchiano, country manager en Iberia de Leverage Shares, analiza las Bolsas en Estados Unidos, pendientes del conflicto en Irán, el momento del petróleo y las caídas en after hours de Coinbase y Core Weave. “El mercado está anticipando ese fin del conflicto y por eso vemos los récords”, afirma el invitado. Eso sí, deja claro que “cree que todavía van a quedar muchas incertidumbres, sobre todo precio de petróleo, que va a tardar mucho en relajarse”. De hecho, al analista todo esto le ha recordado a la burbuja del año 2000 y como estalló. El experto también ha comentado lo que espera del dato de paro de hoy en Estados Unidos, del cual cree que “se batan las expectativas” y que “el dato hace caer un poco al mercado”. También son protagonistas Coinbase y Coreweave en el after hours, ya que se desploman después de presentar cuentas. Las acciones de Coinbase bajan en las operaciones fuera de hora un 4%. La plataforma de comercio de criptomonedas ha presentado unos ingresos que superan los 1.400 millones de dólares, pero que se quedan por debajo de lo estimado por el mercado. Los ingresos de Core Weave, sin embargo, suben en este periodo un 111%, hasta rebasar los 2.000 millones de dólares y son superiores a las previsiones. “Esto se ha debido a la bajada de volúmenes y de trading en este trimestre”, afirma el invitado. Además, el country manager en Iberia de Leverage Shares comenta las últimas noticias acerca de Donald Trump, que viajará a China acompañado por los CEO de Nvidia, Apple, Boeing o Exxon. El presidente estadounidense tiene previsto reunirse con su homólogo chino Xi Jinping los días 14 y 15 de mayo. Sobre esta reunión, Ignacio Vacchiano ha dejado claro que “se lleva todos esos CEOs para tratar de acercar o vender más esas compañías en China”.
Con Clara Jiménez Cruz, analizamos el gran problema de miles de ciudadanos en toda España que han visto cómo el Congreso de los Diputados tumbaba esta semana la prórroga de los alquileres. Vemos también los bulos más sonados sobre dicho decreto, como por ejemplo, la expropiación o la protección a los 'okupas', y analizamos todas las propiedades que tienen sus señorías del Congreso.
Hoy celebramos el Premio Princesa de Asturias de las Artes a Patti Smith. Para ello, hablamos con nuestra compañera Paula Quintana. También entrevistamos a Lola Martínez de Albornoz, editora de Lumen el sello que publica a Patti Smith en España.Entrevistamos también a la escritora Laura Fernández, que acaba de publicar 'Diminuta casa encantada', una historia multidimensional desbordante de diversión y fantasía.Pedro Torrijos, en su sección de arquitectura, nos cuenta la historia de los dos apagones históricos que sufrió la ciudad de Nueva York. Vemos qué ocurre cuando la ciudad que presume de no dormir nunca se durmió de golpe.Escuchar audio
El Festival Internacional de Cine en Guadalajara en colaboración con el Museo de Ciencias Ambientales, ha incorporado en su programación el ciclo de cine socioambiental, un espacio dedicado a proyectar películas que abordan la relación entre la sociedad y el medio ambiente. Este ciclo reúne documentales y ficciones que invitan a reflexionar sobre problemáticas actuales como el cambio climático, la contaminación y la defensa de los territorios. En Este podcast de El Expresso de las 10 desde la Cineteca de nuestra Universidad con la compañía de Víctor González Quintanilla, Coordinador de Vinculación y Divulgación científica del Museo de Ciencias Ambientales, Parte del equipo coordinador del “El Premio de Cine Socioambiental”conocemos los detalles de la edición 41 del Festival.
La forma en que tu papá terrenal te amó, te ignoró, te exigió o te abandonó, dejó una huella que hoy determina cómo le crees a Dios, cómo sostienes tus hábitos y por qué sigues empezando cosas que no terminas. En este episodio vamos a la raíz: la relación con tu padre, tu identidad en Cristo y el gozo bíblico que no es emoción, es obediencia. Si amas a Dios pero vives en incoherencia entre tu fe y tu día a día, este devocional es para ti.Corregimos y seguimos.
¿Dónde está la fuente del auténtico gozo cristiano? Hoy el pastor Fran Cegarra nos recuerda la historia de José en Egipto. Vemos que él experimenta la poda del Señor, que ocurre al principio del invierno, cuando parece que no está pasando nada en la vid, pero algo sí está ocurriendo en su interior y bajo tierra. Dios estaba trabajando y transformando al joven José para hacerlo un instrumento de su gracia. Durante los largos y duros años de esclavitud en Egipto, José tuvo que agarrarse a la Vid verdadera y así superó esos años de dolor mientras su interior era transformado por el poder de Dios. Ese es el camino que todo hijo de Dios tiene que transitar para encontrar el verdadero gozo del que Jesús habló. Juan 15:1-11
Esta semana en GW5 Sports miramos la pelea que se formó en MLB entre los Braves y Angels. Hablamos de la revancha de la Serie Mundial entre los Dodgers y Blue Jays. Luego hablamos de los equipos calientes y los que ya les debe entrar un poco de pánico como los Boston Red Sox. Pasamos por lo último en la BSN con varias lesiones claves ya impactando a equipos como los Mets y Gigantes. Equipos sorpresa en la conferencia B como Aguada y la actuación de jugadores jóvenes dando mucho de qué hablar. Terminamos cubriendo la NBA que llega a su última semana de la temporada regular. Vemos quienes son los favoritos en cada conferencia y cuales jugadores están en contienda para llevarse el MVP. Este episodio de GW5 Sports es traído a ustedes por Intervalos Fitness Studio. Para más información puede visitar su página de instagram @intervalosfitness o llamar al 787-378-7090.
En este episodio leemos juntas Hechos capítulo 2, donde se cumple la promesa del Espíritu Santo y comienza la transformación visible de los discípulos. Vemos cómo personas que antes tenían miedo ahora hablan con autoridad, cómo la presencia de Dios cambia no solo lo que se siente, sino cómo se vive. Este capítulo confronta la diferencia entre decir que creemos y evidenciarlo en nuestra vida diaria, recordándonos que cuando Dios llena, se nota en nuestras decisiones, hábitos y manera de vivir. Una lectura directa de la Palabra acompañada de una reflexión clara para mujeres que desean una fe coherente y transformadora.
Vemos en este mensaje a un tierno Pastor que da libremente, generosamente y maravillosamente. El Dr. Rogers muestra que la copa del creyente se desborda con plenitud, frescura y libertad en Cristo.Salmo 23:5 To support this ministry financially, visit: https://www.oneplace.com/donate/276/29?v=20251111
Vemos en este mensaje a un tierno Pastor que da libremente, generosamente y maravillosamente. El Dr. Rogers muestra que la copa del creyente se desborda con plenitud, frescura y libertad en Cristo.Salmo 23:5 To support this ministry financially, visit: https://www.oneplace.com/donate/276/29?v=20251111