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Somos Los Pichy Boys
S9.E93-Comienza el Mundial y lo vemos con Gerardo

Somos Los Pichy Boys

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 123:11


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INGRID Y TAMARA EN MVS 102.5
¿Qué tan real es el amor que vemos en redes? | Luis Andrés Figueroa en Tamara con Luz en MVS – 11 junio 26

INGRID Y TAMARA EN MVS 102.5

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 34:04


¿Qué tan real es el amor que vemos en redes? | Las fotos románticas y las publicaciones constantes no siempre reflejan la realidad. Luis Andrés Figueroa nos explic! cómo la presión por aparentar felicidad puede afectar la relación fuera de las redes sociales. Conéctate en Tamara con Luz en MVS, de lunes a viernes, de 10:00 AM a 01:00 PM por MVS 102.5 FMSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Vida em França
"Estamos todos no mesmo Mundo, Terra, Pátria"- Álvaro Vasconcelos

Vida em França

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 40:47


Foi apresentado em finais de Maio em Paris, o terceiro e último volume do livro "Memórias em tempo de amnésia" de Álvaro Vasconcelos, especialista de relações internacionais e voz bem conhecida das nossas antenas. Nesta obra em três partes, o autor relata as épocas que atravessou, o salazarismo, o colonialismo português em África, nomeadamente em Moçambique onde viveu, os anos de militância política na África do Sul, em França e em seguida em Portugal, onde regressou na altura do 25 de Abril. No terceiro volume das suas memórias intitulado "O futuro para além do apocalipse", Álvaro Vasconcelos recorda a conquista da independência das ex-colónias, assim como os primórdios da democratização de Portugal e a sua adesão à União Europeia. O antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e fundador em Portugal do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais também evoca a viragem autoritária a que se assiste actualmente em várias partes do mundo, a que ele chama de «brutalismo» e que tem a ver com a corrente 'tecno-totalitarista', encabeçada nomeadamente por alguns magnatas da Silicon Valley. Álvaro Vasconcelos fala também da urgência ambiental, da urgência de não nos esquecermos que somos humanos, numa época em que tendemos a colocar tudo nas mãos da Inteligência Artificial. No fundo, ele fala da urgência de pensarmos. Neste livro denso que é uma chamada de atenção, ele começa cada capítulo com uma espécie de guião de filme e fala com um gosto não dissimulado de todas as fitas que o fizeram reflectir de outra forma sobre o mundo, porque este texto, ainda mais do que os anteriores, é uma declaração de amor à sétima arte. E evidentemente não podíamos deixar de falar -antes de mais- da importância que o cinema tem para Álvaro Vasconcelos. "O cinema é algo que me formou porque eu vivia na África colonial, na Beira, em Moçambique. E como era lá no fundo do Império, a ditadura era certamente muito mais suave para os brancos, para os negros era mais brutal do que em Portugal era para os portugueses. E os brancos da cidade da Beira, onde eu vivia, tinham acesso ao Cineclube da Beira, às grandes obras do cinema mundial, por exemplo, nós vimos o ‘Couraçado Potemkin', que em Portugal era absolutamente proibido. (…) E como o cinema, começamos a vê-lo mesmo muito, desde muitos miúdos, não só nos cineclubes, os cinemas eram a maravilha da época, era aquilo que nos educava, nos abria novos horizontes, que nos fazia rir com Charlot, com os irmãos Marx, que nos ensinava os problemas graves do mundo, como ‘Hiroshima mon amour', o neo-realismo italiano, ‘Os ladrões de bicicletas', etc. Evidentemente que o cinema teve para a minha geração e em particular para aquela que viveu no Império, mas não só, também também em Portugal, um impacto enorme, portanto, foi formativo. E ao escrever o último livro da minha trilogia, senti a necessidade de fazer um livro que fosse mais de reflexão que apenas descritivo da minha vida e de reflexão. Não sou filósofo, portanto, não podia ser uma reflexão filosófica. Mas era uma reflexão à volta das ideias que são veiculadas pelo cinema, que foram veiculadas pela grande literatura que eu li desde miúdo, que sempre me apaixonou e continuo a ler e que me ensinou imenso sobre o mundo. Eu descobri muitas coisas no cinema e na literatura que não era capaz de descobrir com o mesmo grau de profundidade dos ensaios", explica o autor. Nas suas memórias, Álvaro Vasconcelos fala da época colonial e também de uma descolonização das mentes que ainda não foi totalmente feita. "Em África, descobri a violência colonial e que a palmatória é um símbolo absoluto dessa violência. Palmatória com que iam castigar os empregados negros por coisas, não importa o quê. Mas mesmo que fossem coisas graves, era a mesma palmatória que era usada contra os escravos, como eu vi no Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo. Infelizmente não temos em Portugal, nenhum museu sobre a escravatura. Temos um pequeno museu em Lagos, mas não temos um grande museu, como têm os brasileiros. E essa palmatória era usada também pelo professor primário para nos manter. Identifico a violência brutal de que era vítima pelo professor primário, que tinha um poder absoluto sobre mim, com a violência, de que eram vítimas os negros, que não tinham direitos nenhuns, nem direito à vida. E para que isso pudesse ter acontecido, foi preciso criar uma narrativa de que eles não eram gente civilizada. E essa narrativa perdurou no pós 25 de Abril, porque nunca se fez um trabalho verdadeiro de descolonização das mentalidades. E hoje, quando os imigrantes são tratados como são tratados com desumanidade, é porque não são considerados humanos iguais a nós. E como não são considerados humanos iguais a nós, podem ser vítimas da arbitrariedade. Não têm os direitos iguais. Isso é uma questão fundamental", considera o estudioso. "Quando se deu o 25 de Abril, podia-se ter feito uma coisa extraordinária e teria ficado para a história. Era considerar que toda a gente que reside em Portugal tem os mesmos direitos. Há um país no mundo em que isso, pelo menos já acontece, que é na Nova Zelândia. E, portanto, se os imigrantes tivessem o direito do voto, seriam tratados de forma completamente diferente ", diz ao referir que, em vez disso, "são vítimas da desigualdade mais absurda da escravatura às vezes da violência da morte no Mediterrâneo. Em vez de irem socorrer, acham que é uma forma dissuasiva que eles morram no Mediterrâneo. Isso, evidentemente, é feito posto em prática por políticos democráticos, mas evidentemente que estão a abrir o caminho à extrema-direita que fará disso uma doutrina de poder." No capítulo que reserva a estes aspectos, o autor escreve que “o silêncio sobre a verdadeira natureza do colonialismo é um dos grandes fracassos da democracia portuguesa” e que “a Europa assumir que o colonialismo foi um crime contra a humanidade tornaria o seu discurso sobre a democracia muito mais legítimo.” "O 25 de Abril foi uma revolução extraordinária. Libertou os portugueses da ditadura e criou um sistema de liberdades públicas, de Estado de Direito. Isso deve ser sublinhado e eu sublinho no livro, porque é único no século XX, uma revolução que não foi só uma libertação, mas trouxe a liberdade. Podemos pensar, por exemplo, que a Revolução de Outubro libertou os russos do Czarismo, que era um regime terrível. Mas não construiu um regime de liberdade. Isso aconteceu em Portugal. Simplesmente, Portugal era ao mesmo tempo uma ditadura e um império. E quando se construiu a democracia, fez-se um trabalho mais ou menos profundo sobre o que era a ditadura, o que é que era o fascismo. Existem vários museus, o Museu do Aljube, um museu em Peniche, existe um trabalho de memória. Existem nos livros de História. Conta-se o 25 de Abril, todo esse passado ditatorial. As pessoas sabem que houve a tortura, que havia a PIDE, que as pessoas não tinham direito à palavra. Tudo isso faz parte da memória colectiva dos portugueses", constata Álvaro Vasconcelos. "O que não se fez nenhum trabalho. O que é que era o colonialismo? Não se explicou o que é que era a tortura em África, o que era o trabalho forçado. Qual era a origem que isso tinha na escravatura? Manteve-se um mito do lusotropicalismo, ou seja, que Portugal tinha contribuído para criar um mundo diferente, um mundo não racista, um mundo multiétnico. Até se dizia isso : ‘Deus criou os homens e os portugueses criaram as mulatas' escondendo que as mulatas nasciam muitas vezes de actos de violação absoluta, porque as mulheres negras não tinham direitos e, portanto, o senhor tinha um direito de pernada sobre a mulher negra. Isso acontecia frequentemente. Eu, aliás, entrevistei para um dos meus livros uma senhora africana que conta exactamente a história de uma mulher que, depois do 25 de Abril, andava à procura do homem branco, que tinha sido o pai dos seus filhos e que o homem branco tinha desaparecido. Tinha regressado a Portugal e que nunca mais soube dele. E as crianças queriam conhecer o pai. Mas isto é um caso de uma pessoa que se movimentou. A maior parte das vezes ficaram e são vítimas de toda a discriminação. Isso é o aspecto em que o 25 de Abril não fez esse trabalho", diz o politólogo. "Quando em Portugal surge um movimento de sociedade civil poderoso, hoje formado por intelectuais afro-descendentes que defendem o direito à igualdade, que tem voz no espaço público, quando nos lembramos, por exemplo, da Joacine Katar Moreira que foi deputada na Assembleia da República, a campanha racista contra ela. No Parlamento, a extrema-direita dizia ‘Volta para o teu país'. Estou a falar numa deputada, membro do Parlamento. Mas depois as intelectuais todas que são superactivas na sociedade portuguesa, que é aquilo que há hoje de mais vibrante na sociedade portuguesa, mais criativo. Publicam, fazem filmes como a Pocas Pascoal e outros. Ainda recentemente a Kitty Furtado organizou na Gulbenkian um ciclo sobre o cinema africano produzido em Portugal, com numerosos filmes, numerosos realizadores. Portanto, na Bienal de Veneza, há dois anos, a representação de Portugal foram artistas negros. Portanto, temos um movimento extraordinário. Esse movimento choca com esta mentalidade dominante. E então são acusados de serem ‘wokistas'. ‘Wokistas, quer dizer que são pessoas com consciência", sublinha o universitário. Relativamente às lições que se podem tirar do pós 25 de Abril, Álvaro Vasconcelos faz um balanço agridoce : apesar de considerar que “os seus objectivos essenciais foram atingidos: liberdade, fim do colonialismo e um estado inspirado nos modelos sociais europeus”, ele constara que “o que triunfou não foram os mecanismos que permitiriam compatibilizar a democracia liberal com o desejo de participação dos cidadãos (...) com o tempo, os partidos tornaram-se organizações fechadas (...) foram-se impondo como actores únicos do sistema politico”. "Portugal fez uma revolução que permitiu a existência de partidos políticos que não existiam antes. Mas a revolução, no momento em que ela aconteceu, despertou uma vontade de participação enorme na sociedade portuguesa. Todos os portugueses queriam participar na vida política pública. Eu próprio participei na criação de um jornal que era a voz do trabalhador e aquilo vendia-se como pãezinhos quentes. Quer dizer, toda a gente cria jornais. Toda a gente queria ler. Toda a gente fazia um pequeno comício. Enchiam-se de pessoas. Criaram-se cooperativas, associações de bairro, associações, moradores, associações agrícolas, movimentos cooperativos por todo o lado. Ao mesmo tempo, os partidos políticos foram-se consolidando como forças dominantes da sociedade portuguesa. E esses movimentos participativos foram vistos pelos partidos que acabaram por triunfar como movimentos que eram contrários à consolidação da democracia representativa liberal, como havia no resto da Europa. E foram desaparecendo. E o sistema político português ficou concentrado nos partidos políticos. Esses anos todos passaram e as pessoas hoje, como têm acesso às redes sociais, já têm outra forma de expressão, sem passar pelos partidos políticos. Exprimem-se nas redes sociais. Muitas vezes, o que dizem alguns? Nós não gostamos nada. Mas outras coisas dizem coisas correctas. Estes movimentos que eu referi, ecológicos, anti-racistas, de solidariedade social, também usam as redes sociais. Mas há muita gente que usa as redes sociais e que diz coisas horríveis. Mas não interessa, diz. Acha que tem direito à palavra. E acha que os partidos não dão direito à palavra. Então vão atrás de um demagogo que diz ‘Eu dou vos a palavra. Eles não vos dão a palavra'. Os partidos políticos são organizações fechadas. Em Portugal nunca se fez a regionalização, porque os partidos acharam que aquilo era fugir ao controlo central dos partidos de Lisboa. Era abrir o controlo da sociedade a nível regional. E tudo isso foi enfraquecendo a democracia portuguesa", comenta. “Foi nas redes sociais, espaço sem regras, que descobri que estávamos perante um brutalismo neofascista. O significado das palavras e a verdade deixaram de ser facilmente reconhecíveis. O algoritmo privilegia a violência verbal, exponencia o número de visões e partilhas. Acreditei – e escrevi –, depois das revoluções árabes de 2011, que as redes sociais tinham potencial de empoderamento dos cidadãos e poderiam ser um factor de emancipação democrática, mas hoje sou obrigado a constatar que não tive em conta a capacidade de manipulação, seja pelos algoritmos ou ainda mais pela IA, dos Estados e grupos que controlam as empresas da indústria do mundo virtual", escreve Álvaro Vasconcelos no capítulo que dedica ao regresso do que chama de 'brutalismo'. "A nível europeu, nós não podemos separar de um fenómeno mundial, que é aquilo que atravessa bastante o meu livro, que é a ideia do colapso do pensamento. E esse colapso do pensamento. O que significa que quando os homens deixam de pensar, diz Hannah Arendt, são capazes dos piores crimes. E esses homens são capazes dos piores crimes. E o homem banal, o homem comum que pode seguir um líder que vai destruir as suas liberdades e a liberdade dos outros. E isso pode se chamar ‘tecno-totalitarismo'. Porquê tecno-totalitarismo? Porque grande parte da economia mundial hoje está a ser dominada pelas grandes empresas tecnológicas. Estamos numa nova revolução tecnológica. E as grandes empresas tecnológicas que dominam a inteligência artificial, que dominam as redes sociais, como o Musk, é o exemplo mais claro, defendem aquilo que eu chamei de ‘tecno-totalitarismo'», explica o autor das "Memórias em tempo de amnésia". "Há uma politóloga francesa, Asma Mhalla que diz que ‘este século não vos proíbe de pensar. Ele ocupa-vos até que já não se saiba como fazer. Isto vem, como eu digo aqui no livro, do desenvolvimento da Inteligência artificial. O desenvolvimento da inteligência artificial cria um mundo onde os humanos deixam de pensar. A banalidade do mal passa a ser a norma. Isso acontece em muitos actos quotidianos. Quando recorremos à inteligência artificial para tomarmos decisões. Quando manipulados por algoritmos, ficamos de tal forma hipnotizados que somos levados a acreditar nos líderes populistas como Trump, como Bardella em França como em Portugal, o André Ventura, como Bolsonaro no Brasil", diz Álvaro Vasconcelos. "Há um aspecto deste ‘tecno-totalitarismo' que também nos deve inquietar, que é menos presente em França, mas está presente em muitos países, que é a relação dele com uma determinada corrente religiosa. Ele é religioso na sua essência, porque ao mesmo tempo, fala de Apocalipse, destruição do mundo pelo aquecimento global, pela guerra nuclear e está a propor uma solução tecnológica para estes problemas. Ora, isto é típico da crença religiosa. A ideia do Apocalipse, se pensarmos no apoio dos evangélicos americanos a Trump e em cenas em que Trump se reúne com os evangélicos e os evangélicos rezam na Casa Branca a volta do Trump ou quando o Bolsonaro tomou posse rodeado pelos evangélicos, a primeira coisa que fizeram, foi um ato religioso. (…) Vemos que o ‘tecno-totalitarismo' muitas vezes é também uma ‘tecno-teocracia'. E, portanto, esse problema, que é um problema mundial, que é da criação do mundo em que os homens deixam de pensar, a inteligência artificial substitui o pensamento humano. É um mundo em que o brutalismo, que é o tema do meu livro, se torna possível. É possível que o Trump decida destruir o Irão, que o Netanyahu faça o genocídio de Gaza e agora esteja a fazer no Líbano o que fez em Gaza, no sul do Líbano. É exactamente a mesma coisa. Vai destruir o sul do Líbano completamente", diz o especialista em relações internacionais. No capítulo em que aborda o que chama de dever de hospitalidade, Álvaro Vasconcelos considera que é neste aspecto que a Europa pode fazer a diferença "para superar o brutalismo contemporâneo, porque, por um lado, é uma das regiões do mundo onde as democracias ainda resistem ao assalto da extrema‑direita neofascista, e por outro porque a hospitalidade é a essência da sua sobrevivência". "Estamos a falar da União Europeia, a que se podem juntar alguns Estados, como a Noruega, como hoje o Brasil do Lula. Têm a mesma ambição de escapar ao brutalismo de Putin, Trump, Netanyahu, ao ‘tecno-totalitarismo' que domina a China. Verdadeiramente o único sítio do mundo em que ainda há um grupo de Estados que pode e quer resistir é na União Europeia, mas que tem estes aliados muito importantes que tem que procurar no Canadá, já procura no Brasil. Por isso, o acordo com o Mercosul é tão importante, apesar de a Argentina do Milei estar completamente na mesma linha de brutalismo. Mas o Brasil é um país importantíssimo. Na Ásia, o Japão, a Coreia do Sul. (…) Portanto, a Europa é a nossa esperança. Mas para que essa esperança não passe de uma utopia não realizada, para ser uma utopia realizada, é preciso que a Europa integre toda a sua vitalidade num projecto comum, (…) é preciso uma mudança radical de política. Ou seja, é preciso uma política que seja alternativa à política da extrema-direita. Claramente. E o que é que se deve fazer? Os imigrantes que são grande parte da população europeia ou originários na imigração devem ser cidadãos plenos, activos, integrados nas nossas sociedades, dando-lhes o voto. Aqueles que ainda não têm, damos-lhe a palavra, ouvindo-os e tornando as nossas democracias muito mais participativas", preconiza o autor. No seu livro, Álvaro Vasconcelos estabelece um elo directo entre o ‘tecno-totalitarismo', a negação dos direitos de boa parte da humanidade e a destruição do meio ambiente. "Um dos temas que eu acho que é muito importante é a questão do ambiente. Eu, aliás, começo o meu livro com uma citação do Camus que diz ‘A minha geração quis mudar o mundo. Não o mudou, mas pelo menos lutou para preservar o que de melhor tinha sido conquistado'. (…) O aquecimento global está a ser um problema gravíssimo que pode pôr em causa a vida na terra. E aí é lembrarmo-nos de Edgar Morin, um grande pensador. Eu cito Edgar Morin dez ou 15 vezes no meu livro. Ele diz que nós não estamos só perante um mundo que destrói a vida humana. Estamos num mundo em que a globalização foi extremamente destrutiva do ponto de vista económico e social. Criou também a consciência de um destino comum da humanidade a consciência de que estamos todos no mesmo barco. Ou seja, no barco da vida. Nós sabemos que a vida não é eterna. Mas enquanto estamos no barco da vida, não vamos cair no niilismo. Nem vamos cair na melancolia de esquerda. Isto é uma conclusão que alguém tirou do meu livro que eu sou contra a melancolia de esquerda. A melancolia de esquerda é nós pensarmos em tudo aquilo por que a gente lutou está a desaparecer e já não podemos fazer nada. Vai tudo acabar. Vai acabar a democracia, a liberdade. Vai voltar o racismo como política de Estado. Vai desaparecer a ordem internacional. Vai desaparecer o multilateralismo", diz o universitário. "Estamos perante uma guerra cultural. É um tema central, porque a guerra cultural é algo que acompanha a civilização europeia desde o Iluminismo e desde a Revolução Francesa. Houve sempre uma corrente que se opôs às conquistas de liberdade, igualdade, fraternidade da Revolução Francesa. Considerou sempre que a compaixão pelo outro não fazia nenhum sentido, que o homem era um animal fundamentalmente egoísta e violento E que tinha que ser treinado desde criancinha para a competição. E por isso, a cooperação não é uma questão fundamental da aprendizagem. As pessoas não aprendem a cooperar, aprendem a competir. Já vimos no sistema escolar como é terrível a competição. A infância nas grandes escolas. O que é que é difícil chegar lá acima. Portanto, formam-se elites que foram treinadas para a competição e não foram treinadas para a cooperação. E se nós não cooperarmos neste barco da vida, se não percebermos que o clima não tem fronteiras, que o aquecimento é global, que os calores do Norte de África chegam à Europa, que as transformações da Amazónia transformam as correntes do Atlântico e nos atingem também como europeus. Então não perceberemos que estamos todos no mesmo mundo. Mundo, terra, pátria, como diz o Edgar Morin. E que neste mundo, terra pátria, nós somos todos cidadãos, mesmo quando não somos considerados cidadãos", conclui Álvaro Vasconcelos.

Podcast de La Hora de Walter
07 09-06-26 LHDW ¿Fichará Julián Álvarez por el R.Madrid?, no lo vemos. Parece claro que no jugará en el Atlético

Podcast de La Hora de Walter

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 13:10


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Podcast de La Hora de Walter
02 09-06-26 LHDW Charly 015: Marruecos mata a un líder del Frente Polisario. La Guerra de Ucrania, no vemos el final

Podcast de La Hora de Walter

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 22:23


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Grandes Reportajes de RFI
Kilómetros de agua: la odisea de vivir sin grifo cerca de Medellín

Grandes Reportajes de RFI

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 11:33


En las laderas de la vereda Granizal, al suroriente del municipio de Bello en Antioquia - Colombia, el agua no llega al abrir una llave. Llega en carrotanques, en canecas cargadas cuesta arriba y en jornadas que comienzan mucho antes de preparar el desayuno. Allí, miles de familias han aprendido a organizar su vida alrededor de la búsqueda diaria de un recurso esencial. Entre caminos de tierra, barrios construidos de manera informal y una institucionalidad que parece quedarse al borde de la carretera, el agua se convirtió en un bien tan valioso que algunos habitantes la comparan con el oro. Esta es la historia de quienes recorren kilómetros para conseguir algo que otros dan por sentado. Escuche el reportaje del colombiano Mateo López, estudiante de la Universidad de Antioquia de Medellín, ganador de la décima segunda edición del Premio Reportaje de RFI en Español. "Ninguno tiene agua para abajo", dice una voz mientras señala las casas que se descuelgan por la montaña. Desde la parte más alta de Altos de Oriente se alcanza a ver buena parte de la vereda Granizal: techos de zinc, escaleras improvisadas y calles empinadas que durante tres décadas han sido construidas por quienes llegaron buscando un lugar donde empezar de nuevo. Pero en este paisaje hay una ausencia que se siente todos los días: el agua potable. La rutina comienza temprano. Hacia las siete de la mañana aparecen los carrotanques (camiones cisterna) que abastecen los tanques comunitarios ubicados junto a la carretera. Cuando llegan, la escena se repite una y otra vez. Personas con baldes, canecas y recipientes de todos los tamaños forman filas para recoger el agua que necesitarán durante el día. El problema es que el recorrido apenas empieza ahí. Desde el tanque hasta la casa todavía queda una subida que hacer cargando decenas de litros sobre los hombros. "Coja la canequita, coja la coca, tire para allá, cargue para acá", explica una habitante mientras describe una tarea que para ella se volvió costumbre. "No es lo mismo que abrir una llave y ya. Hacer las cosas se vuelve más demorado". Cada lavado de ropa, cada plato limpio y cada baño están precedidos por el esfuerzo físico de transportar el agua. En El Pinar, uno de los barrios fundados en los años noventa y que pertenece a esta verdad, los vecinos todavía recuerdan cuando el sector era apenas un terreno de barro. "Aquí no había caminos. Eso era puro pantano", cuenta una mujer. "La gente martillaba hasta la una de la mañana arreglando sus casitas". Tampoco había alcantarillado ni redes de acueducto. El agua llegaba como podía llegar. Y en muchos sentidos, sigue llegando igual. Con el paso de los años llegaron más habitantes. Muchas familias eran víctimas del conflicto armado que encontraron en estas montañas un lugar donde reconstruir sus vidas. También llegaron nuevas formas de control. Algunos habitantes relatan cómo la administración comunitaria del agua fue reemplazada por grupos que asumieron el manejo de conexiones y cobros. "Nos avisaron que iban a llegar", recuerda una antigua líder del sector. "Nos dijeron que si queríamos seguir, pero con esas condiciones yo dije que no". La consecuencia es que hoy muchas personas deben elegir entre cargar agua potable desde la carretera o pagar por agua sin tratar distribuida a través de redes informales. Ninguna de las opciones resulta sencilla. "Eso es lo más duro. Vemos el agua como el oro", afirma otra habitante. La frase no es una metáfora exagerada. En estas casas cada gota tiene una función. El agua con la que se lavan los platos puede terminar utilizándose para descargar el sanitario. La que sobra después de limpiar una taza se guarda para otra necesidad. Nada se desperdicia. "Cuando uno no tiene agua en la llave, ese poquito donde lavó algo no lo bota porque después hace falta", explica. La escasez también transforma la relación emocional con el recurso. "Lo que sí me parece lindo es que uno aprende a apreciarla", dice una mujer. "Cualquier gotica de agua es un tesoro". Luego guarda silencio unos segundos antes de añadir: "Pero pasar de vivir en el campo, donde el agua sobra, a venir acá y sufrir por ella... eso es muy duro". Las tareas domésticas son quizás donde más se siente el peso de esa realidad. Varias familias mantienen recipientes separados según el uso que le darán al agua. Una caneca para cocinar. Otra para lavar alimentos. Otra para trapear (limpiar el piso) o descargar el baño. Mantener ese equilibrio exige una administración permanente del recurso. Y casi siempre son las mujeres quienes cargan con esa responsabilidad. A la dificultad para conseguir agua se suma la preocupación por su calidad. Algunas personas cuentan que el agua almacenada durante varios días adquiere olor a fango o se deteriora rápidamente. "Somos animales de costumbre y nos acostumbramos", comenta una habitante entre risas resignadas. Sin embargo, reconoce que no se siente tranquila utilizándola para todo. "Esa agua no es limpia", dice. La paradoja es imposible de ignorar. La vereda Granizal se encuentra junto a Medellín, una ciudad reconocida por sus transformaciones urbanas. Del otro lado de la montaña hay fuentes hídricas que abastecen amplios sectores del Valle de Aburrá. Sin embargo, aquí el agua sigue llegando en camiones y viajando en baldes. Cuando el carrotanque aparece; las conversaciones se interrumpen. Alguien grita que ya llegó. Las personas salen de sus casas con recipientes vacíos y apuran el paso para alcanzar un turno. La fila vuelve a formarse. El agua empieza a correr y, por unos minutos, todo gira alrededor de ella. Después tocará emprender nuevamente el camino cuesta arriba. Porque en estas montañas, conseguir agua sigue siendo un trabajo cotidiano. Un recorrido que se mide en esfuerzo, en tiempo y, muchas veces, en kilómetros.

Misterios Cotidianos con Ángel Martín y José Lozan
AQUELARRES, EL JESUCRISTO NEGRO Y ROSTROS ACECHANTES - Misterios Cotidianos (T8 E24)

Misterios Cotidianos con Ángel Martín y José Lozan

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 52:55


Vemos la historia real de la peli "los otros" de "Amenabor", investigamos una aterrador caso de aquelarres de brujas y hablamos sobre apariciones marianas . Estos y otros misterios en episodio 24 de la temporada 8 de misterios cotidianos.

Charlas Pastor Luis Salas, Iglesia ETP

Mateo 15:13 “Pero respondiendo él, dijo: Toda planta que no plantó mi Padre celestial, será desarraigada”.El Proceso de Desarraigar el AlmaLa Biblia nos habla de un proceso profundo y transformador: el proceso de desarraigar, de arrancar la raíz. Muchas veces nos desgastamos trabajando en lo externo, enfocándonos en podar las ramas visibles, pero descuidamos lo interno.Para entender esto, debemos reconocer nuestra naturaleza tripartita: somos espíritu, alma y cuerpo. Es muy común ver que todo el mundo busca beneficios para su cuerpo: queremos ser sanos, sentirnos bien, prosperar físicamente. De igual forma, buscamos constantemente la bendición para nuestro espíritu: anhelamos recibir de Dios los dones espirituales, los milagros, sanidades y prodigios, pero, ¿cuántos buscan realmente bendecir y sanar su alma? Sanar el alma no se logra con pañitos de aguas tibias, por lo que la verdadera prosperidad está íntimamente ligada al alma, recordemos que el indicador de nuestra prosperidad integral comienza en el interior, está escrito en 3 Juan 2 “Amado, yo deseo que tú seas prosperado en todas las cosas, y que tengas salud, así como prospera tu alma.”Es precisamente allí, en el terreno del alma, donde muchas veces fallamos al no trabajar la raíz de nuestros problemas, Jesús fue tajante en Mateo 15:13: "Pero respondiendo él, dijo: Toda planta que no plantó mi Padre celestial, será desarraigada."Este pasaje es impresionante y revelador, la Palabra declara con firmeza que todo aquello que Dios no sembró, irremediablemente será desarraigado. Piensa en esto: tu vida es como un campo; en ese campo siembra Dios, pero también siembra tu familia, tus experiencias y la sociedad; y con el tiempo, empiezas a dar fruto de todo aquello que ha sido depositado en ti.Sin embargo, hay raíces oscuras que no provienen de Dios y que operan en "modo incógnito" bajo la tierra de nuestra alma. Es imprescindible que miremos profundamente, porque quizás hoy, dentro de ti, existan raíces oscuras que Dios jamás plantó, raíces que hasta el día de hoy no has logrado identificar ni erradicar.El mayor peligro de las tinieblas es cuando operan en modo incógnito, escondidas bajo la tierra de nuestra alma, donde no reconocemos lo que hacen ni podemos identificar sus obras destructivas. Hoy es el día para examinar nuestro interior: ¿Hay en ti alguna raíz de mal que deba ser arrancada?Brotando desde lo Oculto: La Raíz de Amargura"Mirad bien, no sea que alguno deje de alcanzar la gracia de Dios; que brotando alguna raíz de amargura, os estorbe, y por ella muchos sean contaminados." (Hebreos 12:15, RVR1960)La Biblia nos enseña que brotar es aquello que sale desde adentro hacia afuera. Brotar es crecer, producir, germinar, es emerger de lo profundo hasta que se hace visible.Traduzcamos esto a nuestra realidad: Muchas veces leemos este versículo y creemos que el problema radica en que alguien se amargó por una situación reciente, pero la Palabra no habla de gente que se amargó de un día para otro; la Biblia nos advierte sobre personas que siempre llevaron esa amargura por dentro, solo que aún no se había evidenciado. La palabra clave y reveladora en este pasaje es que "brotó" una raíz que ya estaba allí pero que no se veía. ¿Cuántas raíces tenemos guardadas en el interior que no se ven, pero que de vez en cuando brotan, emergen y salen a la luz?A veces escuchamos decir: "El hermano se amargó en la iglesia". ¡No! No se amargó en la iglesia; siempre fue un amargado, pero la raíz no había brotado, aún no se había manifestado lo que realmente llevaba en su interior, el Señor te está diciendo que hay cosas dentro de ti que todavía no has arrancado y que, en el momento menos pensado, salen a la superficie.Vemos personas que llegan a la iglesia, le entregan su vida a Cristo y reciben de Dios, pero nunca empiezan el trabajo de desarraigar las raíces que traen, la raíz sigue ahí, escondida bajo la tierra y escuche bien esto: aunque lo que estaba afuera se haya quemado, se haya dañado, se haya deteriorado, o incluso se haya podado y cortado... mientras quede raíz, siempre habrá el peligro de que algo vuelva a brotar.Podar el Carácter vs. Desarraigar la RaízTristemente, vemos que la iglesia vive modificando el comportamiento, pero no se ocupa de desarraigar el carácter, nos hemos acostumbrado a ocultar los traumas, pero jamás los arrancamos de raíz, y es por eso que, en algún momento de nuestra vida, algo inesperado nace.Es entonces cuando decimos: "Pero yo creía que ya había sido libre", "Yo pensé que había resuelto mi problema", la dura realidad es que solo se podó; se cortó la maleza superficial, pero el mal jamás se desarraigó, y en el momento menos pensado, la raíz de lo que realmente llevamos por dentro volvió a brotar.El peligro más grande de la raíz es su naturaleza: está diseñada para aferrarse, para agarrarse de algo y evitar ser arrancada. Podemos intentar arrancar una mata por encima, pero es casi imposible sacar todas las raíces de un solo tirón, porque allá en lo profundo, en lo oscuro de la tierra, se agarraron de las piedras, se enredaron en los troncos e incluso se entrelazaron con otras raíces para hacerse más fuertes.Muchas veces venimos a la congregación y los pastores empiezan a corregir, a podar nuestro exterior: "Hermano, no hable así", "Baje el volumen", "Hermana, no le grite a su esposo", "No vuelva a maltratar a su familia". Pasamos todo el tiempo simplemente podando, pero inevitablemente llega el momento donde esa raíz brota, renace y reaparece. ¿Por qué? Porque aunque cortaste lo aparente, jamás erradicaste el problema de fondo.Hemos permitido que se levante una generación que vive de apariencias, pensamos: "Mientras yo me vea bien por fuera, no importa qué raíz tenga por dentro, no importa lo que lleve en el alma ni quién soy realmente en mi casa", llegamos al extremo de encubrirnos unos a otros: "Mi esposa va a cubrir mis raíces malas porque no podemos dañar la reputación que tenemos como familia".Vivimos de apariencias, olvidando que las raíces, tarde o temprano, siempre salen a la luz. Atrévase hoy a confrontar su realidad. "¿Qué raíz tienes escondida que está a punto de brotar?"La Contaminación de la RaízDice la Palabra que la raíz no solo te estorba cuando se evidencia, cuando finalmente brota, sino que además empieza a contaminar a otros. Tienes que entender una verdad espiritual muy seria: cuando lo que está oculto en tu corazón se manifiesta, tus hijos y tu familia es contaminada.¿Qué sucede cuando lo que está adentro empieza a evidenciarse afuera? Alguien dice: "Yo no sé qué me pasó que me puse violento, ¡si yo soy un hombre pacífico!", la realidad es que la raíz de la ira siempre estuvo ahí; nunca la quitaste.Nos acostumbramos a culpar a la gente y a las circunstancias, pero en el fondo el problema soy yo, que tengo una raíz que no he logrado arrancar; miremos el fundamento a través de Deuteronomio 29:18: "No sea que haya entre vosotros varón, o mujer, o familia, o tribu, cuyo corazón se aparte hoy de Jehová nuestro Dios, para ir a servir a los dioses de esas naciones; no sea que haya en medio de vosotros raíz que produzca hiel y ajenjo." (Deuteronomio 29:18, RVR1960)Dios le advirtió esto al pueblo de Israel justo cuando estaban a punto de entrar a la tierra de Canaán. El verdadero problema de contaminación para el pueblo no estaba en los gigantes que habitaban la tierra, ni en las religiones de Canaán, el problema real estaba e...

TARDE ABIERTA
TARDE ABIERTA T07C170 Miguel López Abad: "Lo vemos con alivio por la estabilidad en Cartagena" (27/05/2026)

TARDE ABIERTA

Play Episode Listen Later May 27, 2026 30:23


Miguel López Abad, presidente de CROEM ha manifestado en el programa 'Tarde Abierta' su 'alivio' ante la noticia de que la moción de censura en Cartagena ha sido desactivada. Para el líder de la patronal, este tipo de movimientos políticos "suelen desestabilizar el entorno, mientras que el mantenimiento del equipo de gobierno actual garantiza la estabilidad necesaria para que las empresas operen bajo normas claras, ante un posible cambio de gobierno a solo diez meses de las elecciones municipales". El presidente de CROEM se pregunta si una alternativa basada en la convivencia de "extremos" ideológicos realmente buscaría el bien de la sociedad y del tejido productivo, o si serviría para solucionar algún bloqueo real en la gestión, algo que él pone en duda.De hecho, afirma que ningún empresario de la comarca de Cartagena le ha transmitido una situación crítica con el Ayuntamiento que justificara una medida tan drástica. Abad ha subrayado que su prioridad "no son los colores políticos, sino la seguridad jurídica y la gestión eficiente de los recursos".

Emissão Especial
"Vemos a IA para nos ajudar, para sermos mais céleres"

Emissão Especial

Play Episode Listen Later May 26, 2026 8:25


Sérgio Agrelos, COO da F3M, vê a IA como aliada na produtividade e qualidade do software. Como cidadão, contudo, alerta para os riscos da má utilização e falta de regras claras no setor tecnológico.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Uma palavra no seu caminho
Domingo de Pentecostes - Homilia

Uma palavra no seu caminho

Play Episode Listen Later May 24, 2026 11:29


Ao celebrarmos a solenidade dePentecostes, com a qual encerramos o tempo pascal, tomamos consciência de umaconsequência decisiva da Páscoa: o Senhor ressuscitado concede-nos o EspíritoSanto e confia à Igreja a missão de evangelizar. “Assim como o Pai Me enviou,também Eu vos envio a vós.” A Igreja reconhece aqui a sua origem e a sua razãode ser: continuar, no mundo, a missão de Cristo.Mas esta missão não se realizaapenas com as nossas forças, capacidades ou qualidades. Assim como o Espíritoguiou Jesus Cristo, também agora guia a Igreja. Somos enviados, sim, masenviados com a força do Espírito Santo.Impõe-se, então, perguntar: que éo Espírito Santo? Poderíamos fazer uma longa reflexão teológica. Mas oEvangelho ajuda-nos de modo mais simples: Jesus “soprou” sobre os discípulos edisse-lhes: “Recebei o Espírito Santo.” Este gesto remete-nos para a criação,quando Deus soprou no ser humano o sopro da vida. Agora, Cristo ressuscitadosopra de novo. É como uma nova criação. Já não vivemos apenas animados pelavida biológica; somos chamados a viver animados pela vida que vem do Espírito.E como sabemos que esse sopro nosanima? O sopro, como o vento, não se vê diretamente. Vemos os seus efeitos.Olhamos para as árvores e percebemos que há vento porque as folhas se movem eos ramos se inclinam. Assim acontece com o Espírito Santo. Não o vemosdiretamente, mas reconhecemos a sua presença pelas consequências que provoca nanossa vida, na comunidade e na Igreja.Se sou dominado pelo medo ou,pelo contrário, encontro coragem para anunciar Jesus Cristo, que sopro meanima? Se vivo centrado em mim, nos meus interesses e apetites, ou se medescentro de mim para cuidar do outro, que sopro me conduz? Se a minha opçãopor Cristo é vivida por obrigação, ou se nasce de uma alegria profunda e de umaserenidade interior, então posso perguntar-me: é o Espírito que me anima, ou éoutra coisa?Quando o Senhor constitui aIgreja e a envia, concede-lhe o Espírito Santo. E isso tem consequênciasconcretas. A vida no Espírito manifesta-se em carismas e vocações. Os carismassão dons que Deus concede à sua Igreja para o bem dos outros. Não sãopropriedade privada, nem instrumentos de afirmação pessoal. Também osministérios, incluindo o ministério ordenado, existem para o serviço. Se aquiloque recebemos não promove a vida em Cristo nos outros, então não está a servivido segundo o Espírito.Podemos aplicar isto à nossavida. Aquilo que digo, aquilo que escrevo, aquilo que faço, serve apenas paraalimentar o meu orgulho, ou ajuda alguém a viver melhor a sua vocação cristã?Também uma homilia deve ser avaliada assim: não pela sua elaboração, mas pelasua capacidade de ajudar quem a escuta a viver melhor a sua opção por Cristo.Há ainda uma marca clara dapresença do Espírito: a paz. Depois da ressurreição, Jesus repete aosdiscípulos: “A paz esteja convosco.” Não se trata apenas da ausência de guerraou de conflito. A paz cristã é uma harmonia profunda, uma vida reconciliada quevem de Deus e nos permite harmonizar aquilo que sabemos, sentimos, desejamos efazemos; o modo como nos relacionamos e tratamos os outros.Por isso, nas nossas comunidadesdevemos perguntar: promovemos apenas a paz para fora, com declarações contra aguerra e contra os atentados à dignidade humana, ou vivemos essa paz dentro daIgreja, nas paróquias, nos grupos, nas relações concretas?Quando rezamos, quandoparticipamos na Eucaristia, quando celebramos os sacramentos, quando realizamosuma ação apostólica, saímos mais pacificados, mais harmonizados, maisreconciliados com Deus, connosco e com os outros? Se sim, então estamos adeixar que a nossa vida seja conduzida pelo sopro do Espírito Santo. Esse é ogrande dom de Pentecostes: sermos recriados por Deus para continuarmos, nomundo, a missão de Cristo.

Noticentro
¿Qué pasa en el cerebro cuándo vemos fútbol?

Noticentro

Play Episode Listen Later May 23, 2026 1:54 Transcription Available


La AFAC alerta sobre páginas web falsas que suplantan su identidadMelanoma es el segundo cáncer de sangre más común en el paísEn China, aumentó a 90 el número de personas fallecidas por una explosión en la minaMás información en nuestro podcast#grc

Sonar Informativo
"Es valiente": Ximena Ossandón analiza el cambio de gabinete y el liderazgo del Presidente

Sonar Informativo

Play Episode Listen Later May 20, 2026 17:04


En Sonar Informativo Pablo Aranzaes conversó con la diputada de Renovación Nacional (RN), Ximena Ossandón, para analizar los alcances políticos del cambio de gabinete. La parlamentaria de oposición valoró la postura del Mandatario frente a las demandas en seguridad y gestión: "Vemos a un presidente receptivo, supo escuchar y tomó medidas". A pesar de las inevitables tensiones políticas, Ossandón calificó la acción como una muestra de liderazgo: "Me quedo con ver a un Presidente que es capaz de tomar una decisión que sabe que le va a causar muchas críticas, pero es una forma de demostrar liderazgo. Es valiente".

Jair Tenorio
Ayuda ! | Ep. 143

Jair Tenorio

Play Episode Listen Later May 19, 2026 15:28


Vemos la importancia de reconocer que necesitamos ayuda para empezar a sanar

Fut Fiesta
Gran Final: Pumas vs Cruz Azul. Serie A. Premier League. Selección Mexicana. Fut Fiesta Ep 35 Ver 26

Fut Fiesta

Play Episode Listen Later May 19, 2026 143:38


Pumas y Cruz Azul se enfrentan en la gran final del futbol mexicano, revisamos todos los por menores. En Serie A hubo duelo de mexicanos, Santi Giménez con el Milan AC visitó al Genoa de Johan Vázquez. La Premier League todavía no se define pero Arsenal Fc lleva buena ventaja. La Selección Mexicana sigue recibiendo a más de sus jugadores convocados, esta semana juegan un amistoso en Puebla en contra de Ghana. También tenemos notas de lo más relevante del mundo del futbol. Vemos videos chistosos y demás. Bienvenidos.

Misterios Cotidianos con Ángel Martín y José Lozan
COCHES QUE DETECTAN FANTASMAS, LA CABRA BOLSA Y MONJES QUE HABLAN CON DIOS- Misterios Cotidianos (T8 E23)

Misterios Cotidianos con Ángel Martín y José Lozan

Play Episode Listen Later May 18, 2026 50:18


Vemos el aterrador caso del Tesla que detectaba fantasmas, hablamos sobre una extraña criatura llamada "cabrabolsa" e investigamos el increíble caso del monje que hablaba con dios en ascensores. Estos y otros misterios en episodio 23 de la temporada 8 de misterios cotidianos.

Accesibilidad universal
uso de Gemini en el iPhone, primera parte.

Accesibilidad universal

Play Episode Listen Later May 17, 2026 54:03


En este nuevo episodio empezamos a ver juntos el uso de la aplicación de Gemini mediante el uso de nuestro iPhone. Vemos cómo hacerle preguntas a Gemini, cómo adjuntar archivos, y cómo guardar la respuesta de Gemini, en un archivo de Word.

G316 Polanco
El Plan De Dios que no Vemos | Yafet Martínez

G316 Polanco

Play Episode Listen Later May 17, 2026 51:30


El Plan De Dios que no Vemos | Yafet Martínez by Oscar Sotres

Liturgia de las Horas
Laudes Viernes de la VI semana de Pascua

Liturgia de las Horas

Play Episode Listen Later May 15, 2026 14:04


LAUDES VIERNES DE LA VI SEMANA DE PASCUA(Oración de la mañana) - II semana del SalterioINVOCACIÓN INICIALV. Señor abre mis labiosR. Y mi boca proclamará tu alabanzaINVITATORIOAnt. Verdaderamente ha resucitado el Señor. Aleluya.SALMODIASalmo 50 - Ant. Confía, hijo, tus pecados son perdonados. Aleluya.Cántico - Ant. Tu, Señor, has salido con Cristo a salvar a tu pueblo. Aleluya.Salmo 147 - Ant. Alaba a tu Dios, Sión, que ha puesto paz en tus fronteras. Aleluya.RESPONSORIO BREVEV. El Señor ha resucitado del sepulcro. Aleluya, Aleluya.R. El Señor ha resucitado del sepulcro. Aleluya, Aleluya.V. El que por nosotros colgó del madero. R. Aleluya, Aleluya.V. Gloria al Padre, y al Hijo, y al Espíritu Santo. R. El Señor ha resucitado del sepulcro. Aleluya, Aleluya.CÁNTICO EVANGÉLICOAnt. Vemos a Jesús, coronado de gloria y de honor por haber padecido la muerte. Aleluya.Cántico de Zacarías. EL MESÍAS Y SU PRECURSOR      Lc 1, 68-79Bendito sea el Señor, Dios de Israel,porque ha visitado y redimido a su pueblo.suscitándonos una fuerza de salvaciónen la casa de David, su siervo,según lo había predicho desde antiguopor boca de sus santos profetas:Es la salvación que nos libra de nuestros enemigosy de la mano de todos los que nos odian;ha realizado así la misericordia que tuvo con nuestros padres,recordando su santa alianzay el juramento que juró a nuestro padre Abraham.Para concedernos que, libres de temor,arrancados de la mano de los enemigos,le sirvamos con santidad y justicia,en su presencia, todos nuestros días.Y a ti, niño, te llamarán Profeta del Altísimo,porque irás delante del Señora preparar sus caminos,anunciando a su pueblo la salvación,el perdón de sus pecados.Por la entrañable misericordia de nuestro Dios,nos visitará el sol que nace de lo alto,para iluminar a los que viven en tinieblay en sombra de muerte,para guiar nuestros pasospor el camino de la paz.Gloria al Padre, y al Hijo, y al Espíritu Santo.Como era en el principio, ahora y siempre, por los siglos de los siglos. Amén.PRECES“Vivificamos, Señor, con tu Espíritu Santo.”ConclusionV. El Señor nos bendiga, nos guarde de todo mal y nos lleve a la vida eterna.R. Amén.(300)

La Ventana
La Ventana a las 16h | Nazareth Castellanos: "No vemos las cosas por como son, si no por como somos"

La Ventana

Play Episode Listen Later May 15, 2026 18:31


El documental 'Ramón y Cajal: Dibujos en la retina' reivindica la dimensión más humana, artística y visionaria del científico que revolucionó el estudio del cerebro

Cierre de mercados
Cierre de Mercados: 15/05/2026

Cierre de mercados

Play Episode Listen Later May 15, 2026 53:59


Los futuros de índices de Bolsa estadounidense caen con ganas ante el repunte de los rendimientos de los bonos por los temores inflacionistas. El del 10 años se va a su nivel más alto desde principios de junio de 2025. Los inversores asumen que los tipos de interés subirán más rápido de lo esperado y que el crecimiento económico se verá afectado. Hoy preguntamos si es una señal de alarma que inversores tecnológicos han estado ignorando, cegados por unos beneficios brillantes y unas expectativas de beneficios aún más deslumbrantes. Además, la a cumbre entre EEUU y China concluye sin avances significativos, tras unas conversaciones entre ambas naciones que han abarcado una amplia agenda que incluía los aranceles, Irán y Taiwán. Valores protagonistas en América son Applied Materials, Dexcom y aerolíneas. Lo analizamos todo con Antonio Castelo, de Ibroker. Vemos, como todos los viernes, operativas con futuros y niveles de precios en valores Ibex con Gerardo Ortega.

Enterrados no Jardim
Maus fígados, objectivos comuns. Uma conversa com Ricardo Mangerona

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later May 15, 2026 236:50


Nesta república de sonsos, em breve o ódio terá o melhor de nós, a parcela que, num acesso revoltoso, se esforça ainda por compreender o estado das coisas, e será a última expressão contendo um verdadeiro sinal de fervor, uma paixão indomesticada, e o melhor de um antigo anseio confessional, que, vendo-se livre das peias da civilização, se mostrará tomado por essa virulência de ordem mais ou menos espasmódica, impetuosa, capaz de introduzir algum nível de contraste neste mundo. De resto, à nossa volta tudo é cada vez mais cruel e frio, desapaixonado, incapaz de justificar-se senão com essa lógica desprezível daqueles que parecem dispostos a sacrificar tudo em seu nome, de forma que as existências mais degradantes estão defendidas pelo mais rasteiro dos propósitos, que é o da auto-preservação. De qualquer modo, naquele mundo que hoje temos diante de nós, todo o bem é demasiado relativo, e só no mal se acha ainda algum empenho em direcção ao absoluto. Ansiamos por um tempo que já não nos foi dado viver a não ser por vislumbres, visitações em que certos estados fricativos pareciam apossar-se de nós, e tomávamos o embalo de fúrias que foram sendo vistas sempre como o sinal de que um ser se desatrelou, perdeu o eixo, a noção, danou-se, deu a sua carne e espírito de alimento àquelas regiões mais sórdidas, baixas, infernosas… Por isso se pressente como só em horas perdidas os seres se entregam às explorações dessa dimensão de treva que temos sempre trancada nos fundos. Mas se o ódio às vezes tem em si o melhor de um tipo, e somos levados a livrar-nos desse manancial, a tê-lo como uma substância de que devemos envergonhar-nos, seria bom pensar porque é assim. Num mundo em que de qualquer modo, “cada um, de seu próprio passo, vai para o Diabo à sua maneira” (William Hazlitt), não deixa de ser curioso como ódio se tornou uma reserva íntima, sendo-lhe recusado qualquer papel na vida pública, e o seu efeito no campo político é sempre encarado como algo que os espíritos lúcidos devem contrariar, exorcisar. Como assinala David Graeber, hoje tendemos a assumir que a expressão “política do ódio” possui necessariamente conotações de direita (uma vez que normalmente é aplicada ao racismo, ao ódio étnico ou à homofobia) e, por consequência, que o tabu em torno da expressão do ódio político representa uma vitória de sensibilidades essencialmente de esquerda. Mais à frente, nesse ensaio em que este ensaísta comprometido com o anarquismo nos diz que o ódio foi transformado num tabu político, ele nota como a própria ideia de “crime de ódio” inverte o princípio jurídico tradicional segundo o qual um crime passional deve ser punido menos severamente do que um crime motivado por cálculo frio e interesse pessoal.” Talvez não seja coincidência que a vaga de legislação contra crimes de ódio nos anos 90 tenha sido rapidamente seguida por legislação ‘antiterrorista', a qual igualmente estipula penas mais pesadas para crimes motivados por paixões políticas (e, dada a forma como as leis costumam ser redigidas, essas paixões podem incluir o mais benevolente idealismo ou amor pela humanidade ou pela natureza) do que para os mesmos crimes cometidos por lucro económico ou interesse privado.” O capitalismo não é senão o triunfo daqueles que dominam uma violência tremenda mas carregada de subterfúgios, de ordem sempre excepcional, o que faz vigorar uma espécie de burocracia torcionária, que consegue sempre construir as excepções que acabam por tornar nulas todas as funções de justiça, e, desse modo, são precisamente os miseráveis que triunfam e impõem as suas funções de ordem escatológica. "Fizeram-se leis, morais, estéticas, para vos impor o respeito pelas coisas frágeis”, dizia Louis Aragon, antes de desferir o seu golpe: “O que é frágil é para partir." Vemos como por toda a parte estamos imersos nos rigores processionais dessa liturgia pública dos sentimentos bondosos, dos valores que são esgrimidos virtuosamente nos discursos, mas que exprimem sempre uma certa dose de consternação diante do mundo, como se alguma coisa tivesse ido contra os planos. Enquanto isso é o ódio que parece levantar suspeitas, como se fosse uma excrescência arcaica, um resto tóxico da animalidade histórica, algo a evacuar por via higiénica, farmacológica ou policial. O ódio tornou-se o afecto interdito. Já não apenas um vício, mas uma espécie de crime atmosférico, e, desse mesmo modo, tudo deve ser moderado, reciclado, transformado em “desconforto”, “mal-estar”, “polarização”. Contudo, por detrás desta moral desinfectada, o ressentimento alastra por toda a parte, tantas vezes acicatado pelas zonas onde a regulação dinamiza um quotidiano em que vamos à procura uns dos outros nessa Cybéria, a fossa da internet 2.0, contaminada pela estimulação nevrótica das burocracias quando aplicadas à gestão de humores para fins de rentabilidade, esse limbo onde cada vez mais os paraísos se artificializam e os infernos animam os mecanismos administrativos de humilhação num tempo que se esburacou e perdeu toda a fantasia e graça ociosa, instalando-se numa ferocidade passivo-agressiva em que tudo cede a outra coisa, em que se articulam os planos e níveis de um infindável enredo distractivo, uma miragem que dissolve tudo, e a própria inteligência definha e perde todo o sentido e alcance. “A única intimidade que nunca vi vacilar ou esmorecer foi a de carácter puramenrte intelectual”, escrevia faz mais de dois séculos Hazlitt. “Não havia nesta nada de hipócrita ou enfadonho, nada dos queixumes de uma sensibilidade lamurienta. Os nossos conhecidos mútuos eram considerados meramente como sujeitos de conversa e de saber, e não de afecto. Não eram vistos nas nossas experiências senão como ‘ratos de laboratório': ou, como malfeitores, eram regularmente abatidos e deitados na mesa de dissecação. Não poupávamos amigos nem inimigos. Sacrificávamos as deficiências humanas ao altar da verdade. Os esqueletos do carácter podiam ser vistos, depois de extraído o sumo, esvoaçando ao vento como moscas em teias de aranha: ou eram conservados para futura inspecção num frasco de ácido decantado. A demonstração era tão bela quanto nova. Não havia excedente de rancor: nada se conserva tão bem como uma decocção de amargura. Vamos ficando cansados de tudo menos de ridicularizar os outros e de nos congratularmos pelos seus defeitos.” Também Freud terá afirmado que a civilização começou quando um homem, em vez de uma pedra, atirou um insulto. Assim nos foi lembrado por Ricardo Norte, num excelente ensaio sobre as propriedades exaltantes do insulto, em que notava que, ao contrário do que se tornou habitual ouvir da boca dos nossos troca-tintas que gozam até ao limite da tal liberdade de expressão, sem nunca realmente levarem a algum extremo que justifique ou ilustre o vigor desse exercício, as palavras podem magoar muito mais do que um acto. Insultar, etimologicamente, lembrava o Norte, quer dizer saltar sobre, atacar. “Quantos insultos não foram o despertar de obras e gestos memoráveis ao longo da história? Diria mesmo, que a maioria das vezes, é a resposta demorada e reflectida a um insulto que está na génese de muitas obras-primas da literatura. (…) Além disso, o insulto está presente em todo o lado, mesmo entre amigos é recorrente a alcunha insultuosa como demonstração de afecto. A centralidade do insulto no fundamento dos laços humanos é incontestável, ao ponto de Lacan dizer: ‘Há um certo número de funções produzidas pelo facto de o homem habitar na linguagem [...] o ponto de partida da grande poesia, [...] essa relação fundamental estabelecida pela linguagem e que não devemos ignorar: é o insulto. O insulto não é agressão, o insulto é outra coisa completamente diferente, o insulto é grandioso, é a base das relações humanas, não é? Como dizia Homero... Podem ver como cada um obtém o seu estatuto a partir dos insultos que recebe. De que serve tentar camuflar isso com uma tinta qualquer, rosada, chamando-lhe emoção?' Como ninguém leu e nem soube digerir essa engenhosa licença para a bordoada que o Norte andou empenhadamente a montar, e sempre a nossa favor, não daqueles que têm o prestígio de uma proferição feita apartir de uma destacada tribuna, mas que, por isso, mesmos e tornam mais engenhosos no que toca a ensaiar golpes de rins, golpes baixos e assim por diante, até o Drummond ele apanhou por aí barafustar entredentes, praguejando lá com os seus botões: "Nada acontece/ na cidade. O último crime/ foi cometido no tempo dos bisavós. Ninguém foge de casa, ninguém trai./ Repetição de cores e casos, /ó bolor/ da vida longa, no chão pregada a oitenta/ pregos!/As pessoas se cumprimentam, se perguntam/ sempre as mesmas coisas, esperando /lentas confirmações/ milimetricamente conhecidas./ Ai, tão bem-educadas, as pessoas./ Que fazer para não morrer de paz?” Por tudo isto estamos tão necessitados dos efeitos curativos do ódio, esse que Bernhard manejou e elevou a uma razão infrene, provando que está longe de ser uma emoção descontrolada, um ânimo demencial, mas que é, na verdade, uma ferramenta de precisão, um meio para desconstruir e aniquilar o que é falso, medíocre e opressor. Num momento em que, sob o pretexto de "combater o ódio", tem havido lugar a toda essa proliferação de regulamentos, decretos, leis, que têm como efeito real a criminalização do discurso e são totalmente contrárias àquilo que se chamava democracia, como bem vincou o Norte, é preciso reconhecer que a própria inteligência tem um custo, comporta riscos, sobretudo porque nos compromete com as suas resoluções. E aqui vamos arrancar outra dessas traças imundas coleccionadas naquele ensaio pelo Norte, traças dessas que sujam tudo, servem mesmo para nos mostrar como os seres dedicados a construir ilações profundas parece que sobrecarregam as suas sombras de movimentos, concentram possibilidades de uma acção diferida, como se entender fosse criar sequelas, repetir infinitamente a mesma cena, concebendo essas frases com um poder que leva o leitor a desaprender as letras, como se fosse obrigado a voltar ao período em que tinha de gaguejar as sílabas antes de se achar na posse de uma palavra, e depois da frase. Temos de voltar a isso, a citações que se debatem nas nossas mãos e causam uma certa repulsa, enchendo-as da tinta dessas asas acumuladoras de sombras. Jean-Luc Nancy: "Pensar, ou querer pensar, é pesado. [....] Que peso é esse? Em geral, o peso consiste em estar fora de si, em ter o seu ponto de aterragem ou lugar de presença, a sua terra, chão ou vazio, a sua pertença ou abismo, fora de si. Peso significa cair fora de si mesmo." Neste episódio, quisemos dar expressão à figadeira, virar os frascos e dar alguns sinais dessa linhagem estarrecedora dos seres capazes de pegar em banais escaramuças e transformá-las em contendas lendárias, e nisto fomos incentivados pelas explorações do Ricardo Mangerona, que além de uma estreia com um romance que recoloca esta forma em cena de um modo que nos lembra o vigor das suas soluções, a propriedade muito particular desse enredo cumulativo, generoso, capaz de articular uma crónica ponderosa, e que deixava as suas marcas emocionais, tem feito ainda um percurso invulgar enquanto tradutor, e, depois do estupendo volume dedicado a Hazlitt, “Do Prazer de Odiar e Outros Ensaios”, anda agora a braços com uma reunião das intervenções de David Graeber, que em grande medida ilustram porque a tradição anarquista consegue dar respostas num tempo em que outras linhagens se enredam e se mostram incapazes de qualquer convicção.

Meditaciones. Padre Ricardo Sada
En Santa María vemos el amor de Dios

Meditaciones. Padre Ricardo Sada

Play Episode Listen Later May 14, 2026 23:16


Meditaciones preparadas (aunque no exclusivamente) para hacer un retiro espiritual y mejorar en su vida cristiana, de oración y de trato con Dios. A cargo del Padre Ricardo Sada Fernández de México.

Iglesia Arbol De Vida Leon Gto.
Mensaje Especial | "Legado de valor: Mujeres de fe, hoy y siempre" | Ps. Santiago Moya

Iglesia Arbol De Vida Leon Gto.

Play Episode Listen Later May 13, 2026 40:09


  Mensaje Especial | "Legado de valor: Mujeres de fe, hoy y siempre" | Ps. Santiago Moya   Honramos las vidas y el legado de las mujeres de la Biblia. Vemos cómo Dios utilizó su fe y su valentía para transformar vidas, incluso hasta hoy. Gracias a que ellas dijeron "sí" a Dios, podemos inspirarnos en su ejemplo y en cómo Dios sigue obrando a través de la fe en nuestras vidas.   Conéctate con nosotros: Iglesia Árbol de Vida León Reuniones presenciales: Domingos 10:00 am y 12:30 pm Dirección: Blvd. San Juan Bosco 3026, Cañada del Refugio, 37458 León, Gto. Sitio web: arboldevidaleon.com Instagram: https://www.instagram.com/iglesiaarboldevidaleon/ ¿Necesitas oración? Déjanos un comentario o escríbenos directamente y nuestro equipo estará orando por ti. Para solicitudes confidenciales, contáctanos por Whatsapp al 477 525 9995 Ver menos

Milenio Opinión
Jairo Calixto. Miramones vemos, derechosos sí sabemos

Milenio Opinión

Play Episode Listen Later May 12, 2026 3:23


Así como al América le regalaron 80 penales y no logró ganarle a los Pumas, a Hernán Cortés le dieron todos los apoyos para convertirlo en un ser de luz y de color, y no lo consiguieron

Capital
Ignacio Vacchiano: “Procuramos buscar activos que tengan el interés de los inversores”

Capital

Play Episode Listen Later May 11, 2026 14:13


Ignacio Vacchiano, country manager en Iberia de Leverage Shares, analiza IncomeShares, los ETPs de Leverage Shares que llevan ya casi dos años en el mercado repartiendo ingresos mensuales. Son productos que combinan exposición a acciones o activos con estrategias de opciones para generar ese dividendo mensual. Hoy tienen novedades importantes porque acaban de ampliar la gama considerablemente. “Procuramos buscar activos que tengan el interés de los inversores”, afirma el invitado. Estos, para él, pueden ir desde “las materias primas a los valores”. Dentro de estos, el invitado nos aclara que tienen tanto estadounidenses como europeas. Eso sí, todas las inversiones siguen el mismo principio: “buscar las mejores herramientas para el inversor”. ¿Qué son los ETPs y que aporta Leverage Shares a este vehículo? “Es una clase de ETF, son productos cotizados, que con herramientas orquestamos para que coticen en mercado pero que repliquen activos apalancados o no apalancados”, nos explica el country manager en Iberia de Leverage Shares. También puntualiza que “son unas herramientas que lo que hacen es que mediante opciones se obtienen esas primas y estas se reparten en forma de dividendos e intereses a los inversores que tengan esos ETPs”. ¿Cuál es la oferta que tiene la compañía en España? Ignacio Vacchiano nos cuenta que “empezaron con 19 tipos de IncomeShares en junio de 2024, ahora ya estamos 50 en mercado”. ¿Qué aspectos hay que tener en cuenta antes de hacer una inversión? El experto nos aclara que “lo importante es elegir bien el activo, que te gusta el oro, la plata, carbón o bonos”. ¿Cómo funciona el interés en los inversores minoristas? “Vemos el interés en todo tipo de inversores, más inversores que tengan unos activos saludables”, asegura el entrevistado. Sobre la diferencia de activos como Tesla o Coinbase o el oro y la plata pagan yields muy diferentes a lo que paga el oro, el analista afirma que “cuanto más volátil sea el activo subyacente la opción cotiza con más precio”.

Chicotadas
#54 Especial Dia das Mães: Explicando para um Baunilha #07 com Dora, a mãe da Roxy e Gabi Dias

Chicotadas

Play Episode Listen Later May 10, 2026 101:36


Por esse especial de Dia das Mães vocês não esperavam, hein? O episódio de hoje é um “explicando para um baunilha” com ninguém mais ninguém menos que a Dora, a mãe da Roxy. A Ada, a Roxy e a Gabi Dias conversam com ela sobre maternidade e quebra de ciclos, como é ser mãe de uma fetichista, sexualidade aos 64, biodança e toque, as dúvidas dela sobre o BDSM e a comunidade e, é claro, algumas histórias inusitadas sobre o nosso universo! Vem ouvir que tá divertido e emocionante!Participantes: Ada @aleneouada, Roxy @roxylust, Gabi Dias @gabidays23, DoraVoz da vinheta: Morena de São Paulo/SP @a_deusa_morena*Este episódio foi gravado em estúdio em 05/05/2026. Tivemos algumas questões com a qualidade da entrega de áudio e vídeo do estúdio, esperamos que na próxima gravação isso seja resolvido.Apoie o Chicotadas! https://apoia.se/chicotadas  Form para envio de dúvidas e feedbacks: https://forms.gle/x3HUheP52BkALn989 Nossos links: https://chicotadas.com.br/Confira nosso Instagram: www.instagram.com/chicotadaspodcast A vitrine do episódio é uma arte com foto. O fundo é lilás com padrão de desenhos de sorvete de baunilha em roxo. Ao centro da imagem, uma foto da Dora, a mãe da Roxy: ela é uma mulher branca, loira, de 64 anos, que usa blusa verde e está com uma expressão de assustada, com as mãos no rosto. No alto da imagem, o número e título do episódio (#54: Explicando Para Um Baunilha #07: Dora, a mãe da Roxy) em roxo e vermelho. Ao centro, sobre a foto da Dora, a frase em destaque “Especial Dia das Mães”. Na parte superior e inferior da imagem, marca d'água com o arroba do nosso insta @chicotadaspodcast e a logo principal do podcast (uma onda sonora posicionada para lembrar uma onda sonora) em preto.Minutagens:2:05 Introdução e autodescriçãoEpisódios com a Gabi: Chicotinho 11, Chicotinho 16, Chicotinho 17, episódio regular 39, clube dos apoiadores 14.6:17 Sobre a DoraCitados: biodança, entendimento e exploração da sexualidade, educação familiar repressora, não perpetuar isso na criação das filhas, aprender a dizer não, separação de casamento longo, uso de aplicativos, encontros e homens solteiros aos 50/6028:39 Maternidade e mudança da narrativaCitados: quebrar o ciclo na próxima geração, criação das filhas, Nossa Senhora da Mãe Moderna, Milly Lacombe, culpa e maternidade, biodança e o estímulo do toque e do afeto, cabeça aberta e evolução pessoal, Donald Winnicott e o conceito de "mãe suficientemente boa", frase atribuída a Clarice Lispector, primeira reação a ter uma filha fetichista e não monogâmica, aprendizado com a Barbara45:34 O BDSM: contato, entendimento e aprendizadoCitados: Rita Von Hunty/Guilherme Terreri, violência, prazer, palavra de segurança, predadores, gostar de dor, a importância e o poder do "não", BDSM saudável, red flags e a comunidade, percepções da comunidade, identificação de pessoas perigosas e referências, figura do facilitador/spotterVídeo do Dia da Comunidade: https://www.instagram.com/p/DX-ZnBsu8sX/1:09:46 Recado do Apoia.se https://apoia.se/chicotadas1:12:02 Experiência pessoal, relatos e histórias divertidasCitados: estimulador de mamilos com sucção, plug de rabinho, hitachi/varinha mágica, educação sexual, masturbação, vibradores e sugadores, diálogo com as filhas.1:26:29 Conselhos para as mães de fetichistas que estão ouvindo1:31:44 Nossas Chicotadas- Série Grace and Frankie, Netflix- Livro Em Agosto nos Vemos, Gabriel García Márquez - Livro O Amor nos Tempos do Cólera, Gabriel García Márquez - Série A Man on the Inside/Um Espião Infiltrado, Netflix- Filme Mary & Max - Uma Amizade Diferente- Jogo Magicraft- Filme O Diabo Veste Prada- Podcast Vertigem com Guilherme Terreri https://www.youtube.com/watch?v=fW4q85alXtg1:38:30 Aftercare1:40:20 Erros de gravaçãoNossos links: https://chicotadas.com.br/

La teoria de la mente
¿Con quién te comparas?

La teoria de la mente

Play Episode Listen Later May 9, 2026 22:57


Vale, vamos a desgranar esto. Hoy nos enfrentamos a lo que, bueno, probablemente sea la carga psicológica más silenciosa y pesada de nuestra eram hablo de la trampa de la comparación moderna. Hoy en día, esa sensación persistente de no ser suficiente, eh, de ir siempre un paso por detrás del resto del mundo parece casi universal. Totalmente. Da la impresión de que sin importar el esfuerzo o los logros que uno vaya acumulando, la línea de meta siempre se aleja un poco más. se desplaza constantemente. Sí, exacto. Así que para entender exactamente de dónde viene esta frustración estructural y lo más importante, cómo escapar de ella, hoy vamos a realizar un análisis a fondo de un material que la verdad yo considero realmente revelador y lo es sin duda. Se trata de un extracto clave del influyente libro 12 reglas para vivir del psicólogo Jordan B. Peterson. En concreto, nos vamos a sumergir de lleno en la regla número cuatro, la de compararse con quién uno era. Esa misma la premisa dice literalmente, compárate con quién eras ayer, no con quién otro es hoy. Y la misión de este inmersión de hoy es desarticular el mecanismo. Claro. La misión de este análisis a fondo es desarticular desde la raíz toda esa mecánica psicológica y neurológica que empuja a la mente de forma casi inevitable hacia la envidia y la insatisfacción. Eso es. Queremos explorar cómo la propia percepción visual miente constantemente, literalmente como el cerebro censura al mundo que nos rodea y a partir de ahí trazar un plan de escape utilizando lo que el texto llama el interés compuesto del progreso personal. Es un texto fascinante porque entrelaza, a ver, entrelaza la biología evolutiva con la psicología clínica, pero al final ofrece herramientas increíblemente pragmáticas para reorganizar el día a día. Muy pragmáticas, sí. Nada de conceptos abstractos, inalcanzables. Ya. Y para que quede claro desde el principio que este no es el típico análisis predecible y aburrido. Vamos a adelantar que la clave maestra para entender toda esta frustración diaria incluye a un gorila invisible. Un gorila, sí. Y a un mimo cantando la canción Endless Love con un par de manoplas de horno puestas. Suena a locura absoluta. Madre mía, suena a delirio total. Pero prometo a quien nos esté escuchando que es una conexión que tiene todo el sentido del mundo cuando se examina de cerca. Lo tiene, lo tiene. Para empender el síndrome del héroe local. Las fuentes explican que la psiqui humana no evolucionó para el mundo en el que vivimos hoy. Claro, el desfase evolutivo. Eso es. Antiguamente, cuando la inmensa mayoría de la población vivía en entornos rurales, en tribus o en pueblos pequeños, destacar en algo era una meta estadísticamente razonable. Había un rey del baile local, una genio de las matemáticas en la escuela de la comarca o el mecánico estrella del pueblo al que todos respetaban. Estas personas eran los héroes locales y sus cerebros recibían una recompensa biológica constante por ello. Y esa recompensa biológica es fundamental para entender el problema real de hoy. No estamos hablando de una simple palmadita en la espalda a nivel social. No, no estamos hablando de neuroquímica pura, específicamente de la serotonina. El cerebro humano poseae en su base una especie de digamos calculadora ancestral, una calculadora de estatus, ¿verdad? Exacto. Es un sistema de control maestro muy antiguo a nivel evolutivo que evalúa de forma ininterrumpida nuestra posición en la jerarquía social local. Ya cuando esta calculadora percibe que el entorno valora a un individuo que es competente y respetado en su comunidad, pues libera serotonina. Este neurotransmisor es el que hace que uno se sienta seguro, permite caminar erguido, reduce la ansiedad y aporta una sensación de calma existencial. Y el sistema funcionaba a la perfección porque el grupo de control era pequeño. Claro, de unas 100 o 200 personas como máximo. Pero a ver, siendo justos, y yo creo que esto es algo que mucha gente se preguntará, ¿no? Es esa presión evolutiva por competir y destacar algo útil. Es decir, si el ser humano no se comparara con los mejores de su entorno y no sintiera esa punzada de envidia o ambición, quizá la especie seguiría viviendo en las cavernas. Fíjate que esa es una distinción crucial. La competencia es el motor del progreso. Sin duda alguna. El texto no ataca la competencia en sí. El problema no es la brújula, ¿vale? El problema es que hemos introducido esa brújula en un campo magnético artificial enorme que la ha vuelto completamente loca. Y ahí es donde el contraste moderno resulta devastador. El mundo hiperconectado, eso es la migración masiva a las grandes urbes y sobre todo la omnipresencia de internet han erradicado esa paz local. Las jerarquías sociales en las que el cerebro intenta competir ya no son pirámides de tamaño humano, son inabarcables. Ahora son como un rayo láser hiperconectado que abarca el planeta entero. Pensemos en alguien joven que tiene un talento excepcional tocando la guitarra. Un genio de uno entre un millón. Exactamente. Históricamente este chaval habría sido la leyenda absoluta de su región. Hoy, al abrir una red social, descubre en 3 segundos que es solo uno más entre 50 prodigios idénticos o incluso superiores. Es brutal. La escala de la competencia ha mutado de una forma que esa calculadora de serotonina simplemente no puede procesar y por defecto ante esa inmensidad el cerebro nos sitúa en el fondo de la jerarquía global. Claro, el estanque se ha vuelto tan inmenso que todos nos sentimos como Plankoncton. Tal cual como Plankton. Y el texto señala que esta hiperconexión con es básicamente la gasolina perfecta para una voz crítica destructiva que todos albergamos. Ese crítico interno se alimenta de esta exposición global y vaya si se alimenta. Nos convence de que la vida es un juego de suma cero. Si alguien en el otro extremo del mundo tiene éxito, nosotros somos unos fracasados. Nos susurra que la mediocridad absoluta es nuestro estado natural. Sí, anula cualquier victoria. Porque como ahora mismo es posible encontrar en internet a alguien más rico, más atractivo, más en forma o más inteligente, De forma instantánea, cualquier logro personal que requerió meses de sudor parece repentinamente minúsculo. Es una dinámica verdaderamente demoledora. Lo fascinante aquí es como la psicología social reciente intentó lidiar con este colapso de la autoestima y cómo el autor del texto destroza esa supuesta solución. Ah, sí, la parte de las ilusiones. Eso es. Durante décadas, muchos expertos recomendaron la creación de lo que llamaban ilusiones positivas. La primisa era que, como la realidad objetiva de no ser el mejor del mundo, nada. Era demasiado dolorosa. La gente debía proteger su ego cultivando una autoimagen artificialmente inflada. Vamos a autoengañarse. Básicamente aconsejaban refugiarse bajo el paraguas de una mentira reconfortante para no colapsar psicológicamente. El análisis que estamos abordando rechaza esta idea de forma categórica y con razón. Argumenta que es una filosofía profundamente pesimista y cínica, ya que asume que la realidad es tan intrínicamente insoportable que la única forma de habitarles mediante la ficción. Claro, es que vivir en una ficción para soportar el peso del mundo no genera ninguna resiliencia, genera una fragilidad extrema ante cualquier fracaso real. Es equivalente a intentar curar una fractura de hueso tomando analgésicos y fingiendo que el hueso no está roto. Absolutamente. Ahora bien, si ese juego de la comparación, tal y como está montado hoy en día, es una trampa mortal y siempre se termina perdiendo, la gran pregunta que surge es bastante lógica. ¿Porque seguimos jugando? Exacto. ¿Por qué la mente humana se empeña en seguir jugando. ¿Por qué seguimos intentando medirnos con ese rayo láser global? Aquí es donde el texto introduce un cambio de paradigma total. Y es que simplemente estamos midiendo mal la estructura misma de la realidad. Caemos en la ilusión del tablero único. Eso es efectivamente ese crítico interno del que hablabas prospera gracias a la ilusión del juego único. Consigue convencernos de que la existencia es una sola competición unidimensional y lineal, donde el éxito se mide bajo un solo criterio. mente el poder adquisitivo, la fama o el estatus en redes sociales. Pero la realidad empírica es que la vida es una enorme multiplicidad de facetas. Hay infinidad de juegos disponibles en los que participar. Incontables. Existe el juego de ser una figura legal implacable, el juego de ser un artesano que restaura muebles antiguos o el juego de ser alguien volcado en la enseñanza. La gran ventaja evolutiva de esta multiplicidad es que si alguien fracasa estrepitosamente en una disciplina o descubre que esa dinámica le resulta tóxica, siempre conserva la libertad absoluta de cambiar de tablero y probar en otro ecosistema diferente. O mejor aún, como plantea la fuente, si uno no encuentra un juego en el que encaje, tiene la capacidad realmente nuevo. Y ahí es donde entra tu ejemplo favorito. Totalmente. Aquí es donde entra el ejemplo más surrealista de todo el material. Relata la anécdota de un concurso de talentos local donde apareció un participante haciendo de mimo. Pero no un mimo cualquiera. No, no, no era la típica Imitación aburrida en una plaza. Era un mimo meticulosamente caracterizado al estilo del legendario Marcel Marshow. El individuo sube al escenario, se sella la boca con cinta adhesiva plateada y con una seriedad pasmosa se enfunda dos gruesas manoplas de horno en las manos. Es una imagen tremenda. Acto seguido, utiliza esas manoplas de cocina a modo de marionetas para interpretar un dúo increíblemente dramático y sincronizado de la famosa balada Endless Love. Es visualmente absurdo, completamente absurdo. Pero encierra una lección vital. Cuando la originalidad es radicalmente individual y peculiar, el ser humano se sale del sistema de clasificación habitual. Es imposible comparar a ese individuo porque nadie más en el planeta Tierra estaba compitiendo en la categoría de mimos dramáticos cantando baladas con accesorios de cocina. Es una anécdota cómica, pero el trasfondo analítico es verdaderamente brillante. Demuestra que la hiperespecialización y la individualidad son antílotos directos contra la homogeneización del estatus global. Claro, te sales de la Exacto. Para aterrizar esto en la vida de una persona que nos pueda estar escuchando mientras va a la oficina o mientras hace la compra, el texto propone sustituir la visión de la vida como una carrera de 100 m lisos por la de un decatlón completo. Un Decathlon, esa es una alagogía estupenda. Una evaluación holística y madura de la existencia implica equilibrar múltiples frentes: el desarrollo profesional, la estabilidad familiar, la lealtad a las amistades, el compromiso con las aficiones, la salud mental y física. Son muchas pistas de atletismo a la vez. En un Decathlon, lo estadísticamente normal es ser sobresaliente en el lanzamiento de jabalina, mediocre en el salto de longitud y bastante torpe en la carrera de vallas. Nadie es perfecto en todas y cada una de las disciplinas. Y el problema fundamental es que el crítico interno hace trampa en esta competición. Lo que hace es aislar una sola de esas disciplinas del Decathlon, digamos, el éxito financiero. Luego escoge al mejor atleta del mundo en esa disciplina hiperespecífica y nos golpea en la cara con la comparación directa. y omite todo el contexto. Esa estrella inalcanzable a la que el crítico interno obliga a admirar podría estar liderando una empresa multimillonaria. Sí, pero al mismo tiempo podría estar atravesando un divorcio sumamente destructivo o sufriendo un aislamiento crónico o lidiando con adicciones severas. Es el clásico error de comparar los propios bastidores que están llenos de cables sueltos, improvisaciones y tomas falsas con la película final de la vida de los demás. Una película perfectamente evitada, iluminada y con banda sonor épica. Y aquí es donde la cosa se pone realmente interesante, fíjate, porque el autor da un salto vertiginoso desde la filosofía y la psicología social y nos sumerge de lleno en la neurofisiología de la visión. Esto es fascinante. Básicamente nos explica cómo nuestros propios ojos participan de forma activa en esta trampa de la comparación. Y para ilustrarlo, recupera el legendario experimento del gorila invisible, el de Daniel Simmons, el mismo, diseñado por el psicólogo cognitivo Daniel Simons. Para quien no lo conozca, el experimento consiste en un vídeo donde aparecen seis personas en una sala pequeña. Tres de ellas llevan camisetas blancas impolutas y las otras tres llevan camisetas negras. Y se están moviendo. Sí, se mueven de forma caótica en círculo pasándose un par de balones de baloncesto. La instrucción que se da a los espectadores antes de darle al play es directa y engañosamente simple. Les dicen, "Cuenten exactamente cuántos pases hace el equipo de la camiseta blanca e ignoren los pases del equipo de negro. Una tarea de atención selectiva clásica. La gente se concentra profundamente, sigue los balones con la mirada y al terminar el vídeo, la inmensa mayoridad da la respuesta correcta, que suele ser 15 pases. Pero el clímax del experimento llega inmediatamente después. Exacto. Cuéntalo tú porque es increíble. El investigador felicita a los participantes por su excelente nivel de atención y con total naturalidad les hace una segunda pregunta. Les dice, "¿Y qué opinan del gorila?" Y la gente se queda en blanco. La reacción general es de desconcierto absoluto. La de los participantes asegura tajantemente que no había ningún gorila en el vídeo, pero al reproducir el material por segunda vez, ahora sin la tarea de contar los pases, el resultado es sobrecogedor. Aparece de la nada. Justo en el segundo 25 del vídeo, una persona disfrazada con un traje de gorila de cuerpo entero entra caminando lentamente en la escena, atraviesa el grupo de jugadores, se detiene justo en el centro de la pantalla, se golpea el pecho mirando fijamente a la cámara y sale caminando por el lado opuesto. Es que está ahí un buen rato. Permanece en escena casi 10 segundos y un asombroso 50% de los observadores no registra su presencia en absoluto la primera vez. Es escalofriante pensar que algo tan enorme y tan absolutamente fuera de lugar pueda ser borrado de nuestra percepción de esa manera. Para quienes no superan la prueba, yo he leído que las sensaciones de incredulidad total llegan a pensar que les han cambiado la cinta por otra diferente en el segundo visionado. Yo quedé sorprend la primera vez que vi los datos. Si conectamos esto con el panorama general de nuestro análisis de hoy, la revelación científica es de una importancia colosal. El fenómeno se denomina ceguera por falta de atención sostenida. Ceguera por falta de atención o como se acuñó en rigurosos estudios alemanes sobre la percepción, el término es halalten de un ofxamites blind. Madre mía, con el alemán. Sí, impronunciable. Pero lo que esta condición demuestra, sin lugar a dudas, es que la visión humana no es una cámara de vídeo que graba pasiva y objetivamente el mundo. El sistema visual es una herramienta metabólicamente carísima. Gasta mucha energía. Procesar información visual en alta resolución requiere una cantidad enorme de recursos cerebrales. Para no colapsar y evitar morir de agotamiento, el cerebro funciona como un depredador. Literalmente solo vemos aquello a lo que apuntamos de forma activa y todo lo demás se descarta, se censura, se borra proactivamente para ahorrar recursos. El gorila negro se confunde con las camisetas negras que el cerebro tenía la orden estricta. de ignorar. O sea, que el acto de ver no consiste simplemente en abrir los ojos y recibir luz, sino en filtrar el 99% de la realidad. Vemos estrictamente lo que valoramos o lo que perseguimos en un momento determinado. Así es. Y las implicaciones vitales de este mecanismo fisiológico son formidables. Si el objetivo supremo de una persona está distorsionado por esa comparación global tóxica de la que hablábamos antes, digamos, si su meta es alcanzar el estatus prefabricado de un magnate de internet, su cerebro ajusta sus filtros visuales para rastrear solo esas métricas. Exactamente. Como consecuencia, esa persona se vuelve fisiológicamente ciega a las oportunidades reales de mejora que tiene a su alcance. Se vuelve ciega a las relaciones significativas que la rodean o a sus propios talentos innatos. Pasa el gorila y no lo ve. Esa ceguera no es un fallo del cerebro. Es la máquina funcionando perfectamente según los parámetros que se le han introducido. Por lo tanto, la conclusión lógica y radical de todo esto es que para cambiar lo que vemos en el mundo tenemos que intervenir de raíces nuestros sistemas de valores. Tonina, sí, que la vida es en realidad un decatlón de múltiples facetas y que nuestros ojos editan la realidad en tiempo real basándose en nuestras metas. ¿Cómo se desactiva al crítico interno en el día a día? ¿Cuál es el plan de acción concreto que propone el material original? La respuesta central, el verdadero antídoto de la regla número cuatro, exige un cambio drástico de métrica. Implica desconectar por completo la vista de los resultados de los demás y establecer al propio yo del ayer como el único estándar de válido y legítimo. Compárate con quién eras ayer. Eso es es un reajuste completo de la mira del francotirador interno. El texto insiste en que al principio es imperativo apuntar muchísimo más bajo. Apuntar bajo. Hay que deconstruir esa ambición grandiosa y aplastante que nos paraliza ante la inmensidad del internet y transformarla en metas minúsculas, casi ridículamente manejables. Para visualizar esto, recuerdo que el material utiliza una metáfora excelente. Propone analizar la propia existencia como si fuera una casa que necesita reformas urgentes. Una gran metáfora. La reacción natural que está alimentada por ese crítico interno global es sentarse en medio del caos, mirar las revistas de decoración de lujo, desesperarse porque la casa no es una mansión espectacular en la costa y como resultado no hacer absolutamente nada. Parálisis por análisis. Totalmente. El enfoque diametralmente opuesto que se propone es levantarse, buscar el rincón más pequeño y manejable de esa casa en y preguntar a ver qué cosa concreta, por minúscula que sea, puedo limpiar o arreglar hoy que esté bajo mi control inmediato. Cosas bajo control, muy importante. Puede ser algo tan mundano como ordenar la montaña de cartas que lleva un mes sobre la mesa, hacer la cama al levantarse o reparar esa bisagra de un armario de la cocina que lleva 6 meses atascada. Y es vital detenernos aquí para entender por qué esto funciona desde un punto de vista psicológico y neurológico. Porque, no nos equivoquemos, es Esto no es un simple consejo de bricolaje motivacional, no, no es ordenar el cuarto y ya está. Hay un concepto germánico fascinante que captura esta esencia. La palabra es tagwk. Tagwork no se traduce simplemente como trabajo. Se refiere a la labor diaria y concreta que justifica tu día, a la artesanía de lo cotidiano. No se trata de construir una catedral gótica en 24 horas, sino de tallar tu pequeño bloque de piedra hoy. Y encajarlo bien. Eso es. Cuando alguien repara esa bisagra rota del armario, no. Solo está arreglando un trozo de madera y metal. Esa puerta atascada actuaba como un microestresón silencioso en su vida. Es verdad. Cada mañana, al intentar abrirla para coger una taza y notar la resistencia, el cerebro registraba un pequeño fallo, una minúscula derrota que drenaba una fracción de dopamina. Al arreglarla, se elimina un obstáculo físico y se inyecta una microdosis de orden en el sistema nervioso. Se trata de tomar las riendas de 500 de estas pequeñas decisiones diarias. Son esas microvictorias las que empiezan a silenciar de verdad al crítico interno, porque de repente ya no estás compitiendo contra un multimillonario de la tecnología que sale en una portada, estás compitiendo contra tu propia inercia de ayer y estás ganando. Exactamente. Y el resultado de encadenar estas microvictorias es lo que podríamos llamar el interés compuesto de la psicología. Su pequeño ecosistema un 1% mejor de lo que lo encontró por la mañana. Los resultados se acumulan matemáticamente. Es una bola de nieve. Una mejora diaria sostenida durante 3 años. No produce un cambio lineal, produce una transformación exponencial que vuelve una vida completamente irreconocible. Además, hay un corolario hermoso a todo esto. A ver, a medida que la persona mejora su entorno inmediato y su salud mental se estabiliza, su base se vuelve más sólida. Desde esa base más alta, los objetivos que se plantea se elevan de forma natural y orgánica, sin la angustia previa. Y recordando la lección fisiológica del goril invisible, como nuestra visión rastrea aquello que valoramos al establecer metas más sanas y progresivas, las oportunidades en En el mundo exterior comienzan a materializarse. Claro, la ceguera desaparece gradualmente, los filtros se ajustan. Es como conducir un coche de noche en medio de una tormenta con el parabrisas lleno de barro. Arreglar la bisagra del armario es como encender los limpiaparabrisas por primera vez. Muy buena imagen. De repente te das cuenta de que la carretera no era tan recta ni tan estrecha como parecía y que había multitud de desvíos y caminos panorámicos que antes eran literalmente invisibles bajo la suciedad. Es un cambio de paradigma absoluto en la forma de vivir totalmente. Bueno, para ir recogiendo todo lo que hemos puesto sobre la mesa, creo que la inmersión profunda de hoy nos deja lecciones tremendamente sólidas. Yo estoy seguro de que sí. Hemos arrancado analizando el peligro neurológico de esa jerarquía global moderna, ese rayo láser de internet que atrofia nuestro sistema de recompensas y nos hace sentir insignificantes ante el mundo. Luego hemos encontrado una vía de escape al comprender que la existencia no es un examen tipo test con una sola respuesta correcta, es un decathlon vasto y con complejo donde siempre existe la posibilidad de bueno, de inventar reglas propias como nuestro amigo el mismo, el mismo de las manoplas. Hemos diseccionado la asombrosa mecánica del goril invisible, descubriendo que nuestros ojos funcionan como cazadores implacables que solo nos muestran el trofeo que hemos decidido buscar. Y finalmente hemos trazado el mapa de salida, la táctica innegociable del interés compuesto, asumiando la labor diaria del Tabwork y utilizando únicamente al yo de ayer como el único juez legítimo de nuestro avance. Al final, el hilo conductor que une todas estas disciplinas, la biología, la psicología, la neurología, es una conclusión profundamente empoderadora sobre nuestro papel en el mundo. El análisis demuestra que no somos meros receptores pasivos de información. No somos víctimas. No, no somos víctimas de un entorno hostil. Somos constructores activos de la realidad. La arquitectura misma de nuestra percepción se moldea en base a dónde decidimos enfocar nuestra atención y nuestra voluntad cada día. Y para cerrar Queremos proponer un pensamiento final para dejar macerando en la mente de quien nos escuche una reflexión expansiva basada estrictamente en esa cruda realidad biológica de la visión que acabamos de explorar. Adelante. Pensemos profundamente en esto. Si el propio cerebro humano censura activamente el entorno recortando y borrando enormes porciones de la realidad para proyectar únicamente aquello que encaja con nuestras ambiciones o miedos actuales, entonces experimentar el mundo como un lugar asfixiante oscuro y plagado de competidores imbatibles, no es un reflejo preciso de la realidad objetiva, no es una verdad inamovible del universo. Plantea una hipótesis fascinante. Sugiere que esa sensación de agobio existencial es simplemente la evidencia técnica de que el motor de búsqueda interno de nuestro cerebro está operando con las palabras clave equivocadas. Así es. ¿Qué pasaría si el simple y silencioso acto de decidir valorar el progreso personal por encima del estatus social ajeno tuviera la capacidad real de alterar la forma física tangible y palpable del mundo que se despliega ante nosotros cada mañana al despertar. Si cambiar la meta interna revela la existencia de inmensos gorilas invisibles, cuántas oportunidades latentes, cuánta belleza oculta y cuántos caminos inexplorados están justo ahora cruzando por delante, esperando pacientemente a que se deje de vigilar la vida del vecino para poder volverse reales. Es algo que merece mucha reflexión. Muchísima. Gracias por acompañar este análisis a fondo. Ha sido un recorrido intelectual espectacular por los mecanismos más profundos de nuestra propia mente. Hasta la próxima inmersión.

Capital
Ignacio Vacchiano: “El mercado está anticipando ese fin del conflicto y por eso vemos los récords”

Capital

Play Episode Listen Later May 8, 2026 9:29


Ignacio Vacchiano, country manager en Iberia de Leverage Shares, analiza las Bolsas en Estados Unidos, pendientes del conflicto en Irán, el momento del petróleo y las caídas en after hours de Coinbase y Core Weave. “El mercado está anticipando ese fin del conflicto y por eso vemos los récords”, afirma el invitado. Eso sí, deja claro que “cree que todavía van a quedar muchas incertidumbres, sobre todo precio de petróleo, que va a tardar mucho en relajarse”. De hecho, al analista todo esto le ha recordado a la burbuja del año 2000 y como estalló. El experto también ha comentado lo que espera del dato de paro de hoy en Estados Unidos, del cual cree que “se batan las expectativas” y que “el dato hace caer un poco al mercado”. También son protagonistas Coinbase y Coreweave en el after hours, ya que se desploman después de presentar cuentas. Las acciones de Coinbase bajan en las operaciones fuera de hora un 4%. La plataforma de comercio de criptomonedas ha presentado unos ingresos que superan los 1.400 millones de dólares, pero que se quedan por debajo de lo estimado por el mercado. Los ingresos de Core Weave, sin embargo, suben en este periodo un 111%, hasta rebasar los 2.000 millones de dólares y son superiores a las previsiones. “Esto se ha debido a la bajada de volúmenes y de trading en este trimestre”, afirma el invitado. Además, el country manager en Iberia de Leverage Shares comenta las últimas noticias acerca de Donald Trump, que viajará a China acompañado por los CEO de Nvidia, Apple, Boeing o Exxon. El presidente estadounidense tiene previsto reunirse con su homólogo chino Xi Jinping los días 14 y 15 de mayo. Sobre esta reunión, Ignacio Vacchiano ha dejado claro que “se lleva todos esos CEOs para tratar de acercar o vender más esas compañías en China”.

Julia en la onda
Maldita Hemeroteca: Monográfico de la vivienda

Julia en la onda

Play Episode Listen Later May 2, 2026 9:12


Con Clara Jiménez Cruz, analizamos el gran problema de miles de ciudadanos en toda España que han visto cómo el Congreso de los Diputados tumbaba esta semana la prórroga de los alquileres. Vemos también los bulos más sonados sobre dicho decreto, como por ejemplo, la expropiación o la protección a los 'okupas', y analizamos todas las propiedades que tienen sus señorías del Congreso.

El ojo crítico
El ojo crítico - Patti Smith, Premio Princesa de Asturias de las Artes 2026

El ojo crítico

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 46:14


Hoy celebramos el Premio Princesa de Asturias de las Artes a Patti Smith. Para ello, hablamos con nuestra compañera Paula Quintana. También entrevistamos a Lola Martínez de Albornoz, editora de Lumen el sello que publica a Patti Smith en España.Entrevistamos también a la escritora Laura Fernández, que acaba de publicar 'Diminuta casa encantada', una historia multidimensional desbordante de diversión y fantasía.Pedro Torrijos, en su sección de arquitectura, nos cuenta la historia de los dos apagones históricos que sufrió la ciudad de Nueva York. Vemos qué ocurre cuando la ciudad que presume de no dormir nunca se durmió de golpe.Escuchar audio

Capital
J.Safra Sarasin: “La rentabilidad en renta fija este año estará en el carry y los cupones altos”

Capital

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 10:25


Blanca Gómez de Agüero, directora de Ventas Iberia de J. Safra Sarasin, señala que el mercado de renta fija vuelve a captar el interés de los inversores en el actual contexto financiero. “Hay apetito por la renta fija”, afirma, aunque matiza que algunos segmentos empiezan a mostrar signos de saturación debido al estrechamiento de los diferenciales. En concreto, explica que tanto el investment grade como el high yield presentan valoraciones más ajustadas, lo que limita su potencial. Por ello, considera que la clave de la rentabilidad este año se encuentra en otro factor. “Pensamos que este año la fuente de rentabilidad principal de la renta fija va a ser a través del carry, que son cupones altos” asegura. En este escenario, Gómez de Agüero identifica oportunidades en nichos más específicos del mercado. Destaca especialmente la deuda subordinada de aseguradoras, un segmento que, según indica, ofrece un atractivo adicional por su complejidad. “Vemos interesante la parte de deuda subordinada de aseguradoras, principalmente por la prima por complejidad, ya que gracias a eso tienes un cupón muy alto del 5%, es decir, una TIR muy alta y siempre rating investment grade”, explica. Estas características convierten a este tipo de activos en una alternativa interesante para los inversores que buscan rentabilidad en un entorno donde los activos tradicionales de renta fija ofrecen márgenes más limitados. J. Safra Sarasin es un grupo bancario suizo especializado en banca privada y gestión de activos sostenibles, con sede en Basilea. Fundado en 1841, destaca por su enfoque pionero en inversión sostenible desde hace más de tres décadas y mantiene una sólida presencia internacional.

Expresso de las Diez
Cine Socioambiental para cambiar la forma en que vemos el mundo- El Expresso de las 10 - Mi. 22 Abril 2026

Expresso de las Diez

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026


El Festival Internacional de Cine en Guadalajara en colaboración con el Museo de Ciencias Ambientales, ha incorporado en su programación el ciclo de cine socioambiental, un espacio dedicado a proyectar películas que abordan la relación entre la sociedad y el medio ambiente. Este ciclo reúne documentales y ficciones que invitan a reflexionar sobre problemáticas actuales como el cambio climático, la contaminación y la defensa de los territorios. En Este podcast de El Expresso de las 10 desde la Cineteca de nuestra Universidad con la compañía de Víctor González Quintanilla,   Coordinador de Vinculación y Divulgación científica del Museo de Ciencias Ambientales, Parte del equipo coordinador del “El Premio de Cine Socioambiental”conocemos los detalles de la edición 41 del Festival. 

Son Habitos de Nati Vera
Nuestro padre terrenal moldeó la forma en que vemos a Dios hoy | Devocional

Son Habitos de Nati Vera

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 21:14


La forma en que tu papá terrenal te amó, te ignoró, te exigió o te abandonó, dejó una huella que hoy determina cómo le crees a Dios, cómo sostienes tus hábitos y por qué sigues empezando cosas que no terminas. En este episodio vamos a la raíz: la relación con tu padre, tu identidad en Cristo y el gozo bíblico que no es emoción, es obediencia. Si amas a Dios pero vives en incoherencia entre tu fe y tu día a día, este devocional es para ti.Corregimos y seguimos.

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga
"Es muy triste, pero no vemos posibilidad diferente": bióloga sobre caza de control de hipopótamos

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 12:33


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Capital
Consultorio de Bolsa con Manuel Pinto: “Vemos a los inversores movidos por el FOMO”

Capital

Play Episode Listen Later Apr 20, 2026 18:19


Según explica Manuel Pinto, jefe del Departamento de Análisis de XTB, el comportamiento reciente de determinados valores refleja tanto oportunidades como cautela en el actual contexto de mercado. En el caso de las utilities, como Naturgy, destaca que “lo que hemos visto es estabilidad”, aunque se trata de compañías que, por su carácter defensivo, “se han quedado rezagadas”. Aun así, advierte de que el principal foco de preocupación sigue siendo el marco regulatorio. Pese a ello, identifica un posible cambio de tendencia en el corto plazo, señalando que Naturgy podría experimentar un movimiento alcista en las próximas semanas. En paralelo, menciona a Symbotic como una opción incluso más relevante, afirmando que, entre ambas, mantendría posiciones, con mayor preferencia por esta última. Respecto al mercado del petróleo, Pinto subraya el papel del sentimiento inversor, indicando que “seguimos viendo a los inversores ante ese FOMO”. Explica que muchos se quedaron fuera de la subida tras los aranceles y ahora buscan no perder nuevas oportunidades. Sin embargo, introduce un matiz de cautela al señalar que existen riesgos derivados de la divergencia entre la realidad económica y bursátil, aunque reconoce que la economía se mantiene “impactantemente fuerte”. Por último, en relación con Oracle, apunta que sigue siendo una de las grandes incógnitas del mercado. Las dudas surgidas en 2025, especialmente en torno a la financiación de estas compañías y al encarecimiento de los CDS, han generado incertidumbre sobre el reparto del negocio de la inteligencia artificial. En este contexto, no descarta nuevas caídas en el valor, reflejando la prudencia que aún domina entre los inversores.

AudioFit
Experta en Inflamación: 9 Hábitos y Ejercicios para Desinflamar tu cuerpo

AudioFit

Play Episode Listen Later Apr 20, 2026 64:50


En este episodio del Podcast de Nutrición de Fit Generation hablamos con Aroa Olivares, fisioterapeuta experta en salud digestiva y profesora en la academia, sobre la hinchazón, distensión abdominal y disinergias. Vemos por qué no siempre es un problema de la comida, qué papel juegan el diafragma, el abdomen y el suelo pélvico, y qué errores suelen empeorarlo. También hablamos de gases atrapados, posparto y de cómo reeducar el cuerpo con respiración y ejercicio. ➡️ Instagram de Aroa: https://www.instagram.com/aroafisiofimed/

Predicaciones Iglesia Bautista de Córdoba
La última lágrima - Fran Cegarra

Predicaciones Iglesia Bautista de Córdoba

Play Episode Listen Later Apr 19, 2026 57:41


¿Dónde está la fuente del auténtico gozo cristiano? Hoy el pastor Fran Cegarra nos recuerda la historia de José en Egipto. Vemos que él experimenta la poda del Señor, que ocurre al principio del invierno, cuando parece que no está pasando nada en la vid, pero algo sí está ocurriendo en su interior y bajo tierra. Dios estaba trabajando y transformando al joven José para hacerlo un instrumento de su gracia. Durante los largos y duros años de esclavitud en Egipto, José tuvo que agarrarse a la Vid verdadera y así superó esos años de dolor mientras su interior era transformado por el poder de Dios. Ese es el camino que todo hijo de Dios tiene que transitar para encontrar el verdadero gozo del que Jesús habló. Juan 15:1-11

GW5 NETWORK
Se forma motín en MLB / GW5 Sports

GW5 NETWORK

Play Episode Listen Later Apr 9, 2026 55:55


Esta semana en GW5 Sports miramos la pelea que se formó en MLB entre los Braves y Angels. Hablamos de la revancha de la Serie Mundial entre los Dodgers y Blue Jays. Luego hablamos de los equipos calientes y los que ya les debe entrar un poco de pánico como los Boston Red Sox. Pasamos por lo último en la BSN con varias lesiones claves ya impactando a equipos como los Mets y Gigantes. Equipos sorpresa en la conferencia B como Aguada y la actuación de jugadores jóvenes dando mucho de qué hablar. Terminamos cubriendo la NBA que llega a su última semana de la temporada regular. Vemos quienes son los favoritos en cada conferencia y cuales jugadores están en contienda para llevarse el MVP. Este episodio de GW5 Sports es traído a ustedes por Intervalos Fitness Studio. Para más información puede visitar su página de instagram @intervalosfitness o llamar al 787-378-7090.

Inteligencia Artificial
OpenAI está perdiendo. Anthropic lo está ganando todo.Esto es lo que pasó en marzo.

Inteligencia Artificial

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026


En este episodio hacemos un repaso de las novedades más importantes en inteligencia artificial de los últimos 30 días. Vemos cómo Anthropic está dominando el mercado empresarial y duplicando ingresos, mientras OpenAI cierra proyectos y se queda atrás. Microsoft trae Copilot Cowork a su suite Office, Jean LeCun lanza su empresa de modelos mundiales, y una jueza bloquea el intento del gobierno de banear a Anthropic. Un mes decisivo para entender hacia dónde va la IA. Origen

Son Habitos de Nati Vera
Leamos la Biblia juntas – Hechos 2: Recibiréis poder

Son Habitos de Nati Vera

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 12:27


En este episodio leemos juntas Hechos capítulo 2, donde se cumple la promesa del Espíritu Santo y comienza la transformación visible de los discípulos. Vemos cómo personas que antes tenían miedo ahora hablan con autoridad, cómo la presencia de Dios cambia no solo lo que se siente, sino cómo se vive. Este capítulo confronta la diferencia entre decir que creemos y evidenciarlo en nuestra vida diaria, recordándonos que cuando Dios llena, se nota en nuestras decisiones, hábitos y manera de vivir. Una lectura directa de la Palabra acompañada de una reflexión clara para mujeres que desean una fe coherente y transformadora.

VG Daily - By VectorGlobal
Trump busca la salida, mientras vemos dos fusiones en alimentos

VG Daily - By VectorGlobal

Play Episode Listen Later Mar 31, 2026 17:39


En el episodio de hoy de VG Daily, Valentina Orduz y Andre Dos Santos abren con la actualización del conflicto entre Estados Unidos e Irán y lo que el reporte del WSJ sobre las intenciones de Trump implica para el marco temporal de la guerra y el Estrecho de Ormuz.Desde ahí, el episodio se mueve al análisis de mercados y se revisa por qué el mercado puede haber descontado ya buena parte del daño. El discurso de Powell en Harvard se analiza en detalle, incluyendo su postura sobre las expectativas de inflación, el abandono de la narrativa de alza de tasas y el colapso de las probabilidades de ajuste en futuros.En el bloque corporativo, el episodio cubre dos operaciones que transformaron el sector de alimentos en un solo día: el acuerdo entre McCormick y Unilever para combinar sus negocios de alimentos en una megaplataforma global de sabores y condimentos; y la adquisición de Jetro Restaurant Depot por parte de Sysco en una apuesta por escala en distribución B2B.

Vastago Church
No eres lo que hiciste | Pr. Josué Quezada

Vastago Church

Play Episode Listen Later Mar 30, 2026 30:53


Hay errores que cometiste…recibiste perdón…pero algo se quedó.No en Dios.En ti.Se quedó una voz.Un nombre.Una forma de verte.En este mensaje basado en el Evangelio según Juan capítulo 8, vemos más que una historia de perdón. Vemos una batalla por identidad.Jesús no solo libera a la mujer de la condena.La redefine.Porque el evangelio no es solo que Dios te perdonó…es que Dios ya no te llama como tú te llamas.El perdón limpia el pasado.Pero la identidad transforma el futuro.Si este mensaje habló a tu vida:Suscríbete al canal, compártelo con alguien que necesita escuchar esta verdad, y comenta: ¿qué nombre necesitas soltar hoy?¡Bienvenido/a al canal de Vástago! "Nos apasiona compartir el amor de Dios y su Palabra con el mundo.¡Suscríbete y únete a nuestra familia virtual para crecer juntos en la fe y marcar la diferencia en nuestro entorno!".Te invitamos a seguirnos en nuestras redes sociales:Vástago Church:- Instagram: https://www.instagram.com/vastagochurch/- Facebook: https://www.facebook.com/vastagochurchprPastor Josue Quezada:- Instagram: https://www.instagram.com/josuequezadaa/- Facebook: https://www.facebook.com/josuequezadaa------------Para dar una aportacion generosa o algún donativo puede hacerlo travez:- Ath Movil Business: [Iglesiavastago]- Pay Pal: [Vastagochurch]------------Te invitamos a conectar con la vida de nuestra iglesia y descubrir todo lo que tenemos para ofrecerte. No olvides acceder al enlace y descargar nuestra aplicación para tener acceso completo a todas nuestras funciones y servicios - https://vastagochurch.churchcenter.com/pages/homeEn nuestra aplicación, encontrarás: - Calendario: https://vastagochurch.churchcenter.com/calendar?view=month- Ofrenda y Diezma: https://vastagochurch.churchcenter.com/giving- Grupos pequeños: https://vastagochurch.churchcenter.com/groups- ¡Y mucho mas!

Astillero Informa con Julio Astillero
Mesa de los miércoles | Alianza 4T, en nueva etapa

Astillero Informa con Julio Astillero

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 12:14


Vemos señales de que se agotan las alianzas que hizo Morena con partidos sin ideología común: mesaEnlace para apoyar vía Patreon:https://www.patreon.com/julioastilleroEnlace para hacer donaciones vía PayPal:https://www.paypal.me/julioastilleroCuenta para hacer transferencias a cuenta BBVA a nombre de Julio Hernández López: 1539408017CLABE: 012 320 01539408017 2Tienda:https://julioastillerotienda.com/ Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

🇦🇷The Pocket Spanish Podcast
140 - ¿Cuál es el acento más dificil de entender en español?

🇦🇷The Pocket Spanish Podcast

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 26:49


En este episodio analizamos cuáles son los acentos más fáciles y dificil de entender según un estudio en redes sociales. Vemos también cómo suenan y sus particularidades.Video acentos https://www.youtube.com/watch?v=THHyeb98emU⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠BONUSEPISODES⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠FREE TRIAL LESSON 1-1 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TRANSCRIPTS⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠DONATE⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CONVERSATIONCLUB⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Podcast de español de Argentina creado para estudiantes de nivel intermedio y avanzado. Mejorá tu español argentino escuchando contenido interesante y actual.

Draga Mala
462: Miss Maleta & GO [Season 18 – Diseño]

Draga Mala

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 61:44


Esta semana tiramos un party de marquesina para todas las reinas. Vemos como se van pata-bajo botándose con sus diseños COUTURE COUTURE COUTURE. Nos ubicamos en una esquina a bochinchear si RuPaul por poco se cae y si Discord la debieron de sashay away. Acompáñanos pal' análisis si hubo o no hubo tramposería, porque huele a gato encerrao'. YouTubehttps://www.youtube.com/@DragaMalaPodMala Patreonhttps://patreon.com/DragaMalaLinkTreehttps://linktr.ee/dragamalaDrag Race 2026 PlaylistApple Musichttps://music.apple.com/us/library/playlist/p.XMrmm7buvRVXgk6Spotifyhttps://open.spotify.com/playlist/2HfCx7EwF6bhL0JkUaoRSGBrock by Joséhttps://www.instagram.com/brockbyjose/https://www.tiktok.com/@brockbyjoseMala VoiceMailhttps://www.speakpipe.com/dragamalaBlue Skyhttps://bsky.app/profile/dragamalapod.bsky.socialInstagramDraga Mala

EL AMOR QUE VALE on Oneplace.com
¿Cómo Sentirse Bien Con Dios? Parte 2

EL AMOR QUE VALE on Oneplace.com

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 26:04


Vemos en este mensaje a un tierno Pastor que da libremente, generosamente y maravillosamente. El Dr. Rogers muestra que la copa del creyente se desborda con plenitud, frescura y libertad en Cristo.Salmo 23:5 To support this ministry financially, visit: https://www.oneplace.com/donate/276/29?v=20251111

EL AMOR QUE VALE on Oneplace.com
¿Cómo Sentirse Bien Con Dios? Parte 1

EL AMOR QUE VALE on Oneplace.com

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 26:04


Vemos en este mensaje a un tierno Pastor que da libremente, generosamente y maravillosamente. El Dr. Rogers muestra que la copa del creyente se desborda con plenitud, frescura y libertad en Cristo.Salmo 23:5 To support this ministry financially, visit: https://www.oneplace.com/donate/276/29?v=20251111