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Ilustríssima Conversa
Vladimir Safatle: O que vemos hoje não é metáfora, é o fascismo mesmo

Ilustríssima Conversa

Play Episode Listen Later Feb 28, 2026 57:37


Vladimir Safatle, filósofo e professor da Universidade de São Paulo, está lançando o livro "A Ameaça Interna —Psicanálise dos Novos Fascismos Globais", pela editora Ubu. No podcast Ilustríssima Conversa deste sábado (28), o autor argumenta que aquilo a que estamos assistindo na cena política contemporânea, com a emergência do populismo autoritário em diversos países, não é uma metáfora do fascismo ou uma regressão ao fascismo; é o próprio fascismo. Safatle estabelece uma relação entre o que chama de fascismo global e as mentalidades e ideologias vigentes nas sociedades ditas neoliberais: o individualismo acirrado, a competição, a ideia de que alguém vai sempre perder. Ele prefere chamar esses regimes não de democracias, mas de fascismos restritos. O professor ainda fala, no podcast, sobre a polêmica que se criou em torno de um artigo sobre as teorias decoloniais que publicou na revista piauí ("Estudos decoloniais e o grande FMI universitário"). Produção e apresentação: Marcos Augusto Gonçalves Edição de som: Raphael Concli See omnystudio.com/listener for privacy information.

Enterrados no Jardim
O cativeiro sem grades. Outra conversa com Rui Lage

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 287:52


“Veio-me à cabeça a imagem do general Garibaldi quando, ao partirem de Roma, disse aos soldados que lhes oferecia sede e calor durante o dia, fome durante a noite e perigo a toda a hora…” Isto serve como impulso se nos viramos para aquele outro lado do qual só recebemos notícias quando algo da ordem da catástrofe nos faz sentir como a realidade é hoje outro nome para o esquecimento. Esses lugares por onde anda a monte, sem prece que o alcance, e a coçar-se contra tudo o deus dos secretos, senhor de vidas inesperadas, que não quadram, não encontram rima neste mundo, mas são contíguos a desertos, serras floridas, e mato agreste, afiados instintos de tanta dar caça a bichos difíceis de explicar, enumerar, armar ciladas aos pássaros, naças aos peixes no mais fundo rio, pescarias ali onde o rio faz d'água uma mansa colheita, e às vezes distraído num gesto mais largo, molhava n'água amara, e compelia/ a recolher a roxa tarde e breve”, depois servia-se da capela abandonada como despensa, usava os santos quebrados para esfacelar a carne. Chamam casa a estes lugares que começam onde se chama campo ao que mais ninguém quis. Tudo saqueado, vendido, traído, tudo roído por uma angústia esfomeada. “Vês o tempo como foge/ que parece que não toca?” Como querem então fazer deste tempo qualquer coisa que se sinta, que de si possa fazer exemplo, deixar algo em conserva, penetrar com um perfume apenas seu esses esforços de memória? “Correm os nossos tempos de maneira,/ Antes no mal parece que estão quedos,/ por mais que mude o sol sua carreira,/ Tantos os males são, tantos os medos,/ Que não há vale cá, não há ribeira,/ Por onde soem já cantares ledos;/ Dos tristes ouvi esses, entretanto/ Dará o céu matéria a melhor canto.”… Há tanto tempo já que não cantamos, e parece até que grão mal adivinhamos. Parece que erram buscando saber o que vão por aí inda dizendo os poetas, mas estes, pior que as silvas, têm só esta estratégia de viverem virados para si mesmos, fazendo o seu, como quem oferece caução, sem levantar ondas, e depois esperar que se insista nesse triste enredo que foi o da eternidade, como se eles disso tivessem notícias mais do que as enfermidades de retardo que nos servem de quotidiano. “O vosso Tejo vai de sangue tinto./ Tal vai o nosso Douro, tal o Lima,/ E vão ainda pior do que te pinto./ Aquele que mais pode não estima/ Entrar por onde quer, saqueia tudo,/ O fogo traz na mão, a maça e a lima./ O dono do curral há-de ser mudo,/ Se não quer, em soltando uma só fala,/ Provar com dano seu, seu aço agudo.” Só vagos ventos sem origem nem nenhuma espécie de sentido andam pelos fundos da língua, a fazer que vivam antigas imagens, muito repetidas, muito usadas para ajudar a despertar fantasmas um pouco mais doces, como o dessa Leanor descalça, que vai pela verdura até à fonte e… “A talha leva pedrada,/ pucarinho de feição,/ sai de cor de limão,/ beatilha soqueixada; cantando de madrugada,/ pisa as flores na verdura:/ Vai fermosa e não segura.” O campo hoje é mais um enredo que o ouvido capta escutando os ecos na sua intimidade ajeitados a modos bravios fazendo por se reproduzirem. “O maravilhoso move-se tão próximo/ das casas sujas e decrépitas…” E o que temos nós ainda de ligação com isto, ainda somos capazes com o nosso peso de assentá-lo em qualquer pegada que faça florescer a verdura? Somos vistos lá onde o tempo se faz outro de tão longe, e temos alguma semelhança muito lavada com esses de olhos castanhos, a tez soleada, a fala cantada de só saber das coisas o recorte emprestado pelo ar. Outros ouvirão falar de um país esquecido, entregue à sua bárbara implosão, num mundo entregue ao desaire de envelhecer, enrijar, ossificar-se sem mais distracção que a própria destruição… Essa é a sua musa, e desperta nele uma intenção terrível, a de um mundo que deita um olhar envilecido a tudo o que de fora só vem para roubar-lhe a paz, incomodá-lo. Eram mentira os idílios, e mesmo desses lendas cheias do unto verboso foi tendo outra impressão… “Um dia vi o amor – era medonho:/ tinha olhos convulsos de anjo bêbado/ e a máscara do ódio.” Os que eram daqui, de tanto se desfazerem contra os trabalhos ordinários que aos demais serviam de ilustração, impulsos para que a lira se entregasse às suas perras entoações, tão fartos de terra, de séculos sentindo os ossos lentamente esmagados contra ela, com vergões e cicatrizes herdadas na pele, e nenhum entusiasmo por esses nomes que a nós nos sabem a mel e cheiram a madressilva. Mal se puderam ver livres de tudo isto, deram cabo dela e de tudo o que lhes lembrasse, nesse crime passional de que fala o Rui Lage. Preferem-lhe tudo o que sirva para enforcar a vista, essas grandes casas, edifícios que fecham a vista, escondem o horizonte, empurram o olhar para longe de todo o céu, fartos-fartos da terra, das infinitas extensões que lhes causavam vertigem pois só viam o imenso trabalho que tudo isso lhes dava. Se nós vamos ao campo em passeio, gozar do prazer de ver a terra presa aos astros, alguns vêm a ígnea tela bárbara de espanto, conhecem os infinitos cansaços de “um povo que vivia a suicidar-se, arando a terra, abrindo a derradeira cama”. Esse povo que hoje nos custa reconhecer como a nossa mais funda tradição, povo para quem o trigo é pão em flor, povo para quem a verdadeira flor era o pão. E é deles sobre nós que sentimos assentarem como uma esparsa maldição esses olhos rasos de um espanto podre, vozes misturadas ao silêncio, um engolir a seco nas serras onde irá a enterrar por estes dias o último pastor, lugares à morte entregues todo-ouvidos. Esta a corografia que se apropriará dos nossos restos, o país das “cabras e carrascos”… “É no teu chão dorido/ Que gasto, em paz, os cascos/ Deu fauno envelhecido…” Escreva-se o requiem, então, sendo certo que de nós nada irá notar-se que não comece ali, que se esboce entre aquela névoa: “A morte/ em flor/ dos camponeses/ tão chegados à terra/ que são folhas/ e ervas de nada/ passa no vento/ e eu julgo ouvir/ ao longe/ nos recessos da névoa/ os animais feridos/ do Início.” Tão poucas páginas daquilo que se resolve antologias fazem ferida como esta. Um pó que soa, um brilho que nos chama para a infinidade dessas noites em que não havia mais que acumular o resíduo de estrelas, vê-lo pairar, como uma essência estranha àquela terra que se fazia sentir com a sua imensidão nos corpos, o peso deles também a decompor-se, sem dar notícia, nesse pouco som enfrentando os currais sem gado que ruíram de pobreza. O sofrimento é a única história, mas desta talvez só o musgo dê, “em seu discurso esquivo de água e indiferença alguma ideia disto”. E, por isso, neste tempo que é sempre depois, só nos resta passar por lá em prosa, para não nos entregarmos a essa inane torpeza de quem canta seja o que for, e se põe a soprar aos pés de um enforcado a ver se o faz balouçar… O enforcado de quem ainda alguns têm muita vergonha… “No gesto suspensivo de um sobreiro,/ o enforcado.// Badalo que ninguém ouve,/ espantalho que ninguém vê,/ suas botas recusam o chão que o rejeitou.// Dele sobra o cajado.” É uma forma de dizer mal disto tudo, outra é lançar um fósforo e rir-se ao vê-los naquela dança dos noticiários, estes que só sabem soletrar o desastre quando o campo, a paisagem deles, surge carbonizado. Quando já não é possível trocar coisa nenhuma por nada que valha. Um fim muito claro, muito fácil de entender, traduzindo em cinzas aquilo que de outro modo não era senão “um pó que nem se palpa/ na peneira do mundo”. E de toda aquela história resta o quê? Além da dúvida de um tempo incerto, sem ciclos, sem estações sequer, os campos tão sós… “Tão longe/ dos homens, as largas plantações, ermos/ sem lar, sem fumos, sequer sem espectros/ dos antigos habitantes vivos.” Aos poucos o bucolismo já não aguenta canto seja de que espécie for, morrem as espécies e só se gera já “crias das bestas e dos homens”, um hálito desolador e “oposto ao antigo sopro do Génesis; que gera/ criaturas como se meramente simulasse/ a vida. E a paisagem torna-se aparência,/ semente simulacro e armadilha”. Teremos, então, de nos contar não tanto com os resíduos de estrelas, que já quase não se vêem, mas com os resíduos do campo: “É o oco interior de alguns/ quintais. O bailado surdo/ e brusco das asas/ da galinha./ A caleira podre aonde/ chora um pingo/ – o derradeiro.// É o mundo minúsculo/ dos canteiros; a vida/ nos degraus da planta; a sesta/ de uma gata que por acaso/ insiste em ser novelo.// É este chão cinzento./ A carne entumescida das paredes./ As espinhas reunidas/ do que foi um peixe.// E as armas toscas de matar/ o tempo: colheres, comida, insectos que tentam/ (ao menos) um mundo/ irrequieto./ É a noite que tem as mãos/ suspensas sobre um alguidar/aonde bóia o dia/ pequeno/ de todas as crianças.// Em certas casas constroem-se/ filhos: a música suave/ que se ouve nas camas./ Resíduos da canção/ a única/ que este povo/ ainda sabe/ e canta.” E com este balanço todo que levamos, colhido na mais recente antologia da poesia portuguesa que nos ofereceu Rui Lage, aquela que reza sobre os campos afinal tão infelizes que foram mantidos até meados do século passado num epílogo do Neolítico, parece que deste lado já estamos safos. Mas, entretanto, se a natureza só é vista em trânsito, cada vez mais embaraçada, a vida cedeu toda ela a um comércio passageiro, e se antes Deus se pagava com o seu próprio dinheiro (lombarda, vinho, feijão-verde e batata nova entre outras espécies), agora parece que a própria vida lírica está inteiramente nos velhos, os que tendo memória de outro mundo, estão invadidos de um infinita suspeita, e tossem, conspiram contra este com uma militância certamente desencantada, mas talvez já só haja algum encanto em ser contra. “Sempre se busca alguma espécie de/ mortal eternidade e a escolha/ da terra é a melhor// forma de amar um tempo destinado/ a mostrar que a linguagem por mais/ ninguém usada// como poesia/ o mortal corpo de quem/ a usou há-de por fim dilacerar”. De resto, que resta? Talvez já só esse resíduo de alvoroço, andar para trás e recompor com toda a dificuldade uma pequena porção de toda aquela dor, emocionar-se diante de algo como um arado, que hoje adquire as feições de um passado remoto, mais parecendo o seu esqueleto. Contra a tecnologia toda que se alimenta de nós, espantar-se diante desse ser já sem mundo… “A mecânica do arado é rudimentar,/ clarividente e sóbria. Nada tem/ em demasia: o que a função requer/ e nada mais.// No perfil eficiente do arado/ há qualquer coisa de navalha, qualquer coisa/ de falo em riste, em transe de fecundar.// de facto, noutros tempos,/ era o arado que rasgava a terra,/ fazia dela um ventre aconchegado –/ cenário certo para o deflagrar da vida/ que vai dentro das sementes.// isto foi no tempo em que havia agricultura/ nos gestos quotidianos dos homens/ e das mulheres.” Agora, o campo na linguagem parece também ele algo que se trafica na sua versão transgénica. Vemos aquele talento para combinar os termos e favorecer um apelo rústico, na poesia como na gastronomia ou nos empreendimentos de turismo-rural… Os poemas dos nossos neo-bucólicos, estão cheios de tojo, restolho e urze, giestas, estalidos, de folhas secas, água a correr, das vozes distantes que chamam dos quintais, e das “casinhas/ com papás, vovós e manos, talvez/ com uma sentida perda/ de um talher à mesa e uma/ horta, couves, alfaces, a doméstica/ economia dos quintalórios/ com um cão cativo a ladrar/ à sina e à honestidade das batatas/ que as mães ou avós ainda esmagam/ na sopa com uns pingos de azeite e/ enfado. Pequeno país do/ gasóleo e futebol, memórias/ de mercados e feiras buliçosas,/ de escolinhas rústicas, agora desertas,/ com a cruz e os presidentes na parede,/ pequeno país de bravia/ palavra, sofrida crueza/ de mato ardido e estrumes, sucatas,/ detritos, o hábito endurecido dos/ pequenos holocaustos/ diários.” E para que mais queremos o espaço, a terra, o país propriamente, esse que serve de luxo de passagem, com todas essas aldeias com abismos e alguma ribeira ao fundo. Carbonizadas aldeias que parece que se deitaram para sempre, e estão por aí como ruínas de embalar, “como se nenhum de nós conseguisse entrar nesse obscuro mundo de leis e direcções invisíveis”. E olhamos para tudo isso e aqueles que lhe escaparam de algum modo talvez se sintam como se reconfortados, como se não pudesse mesmo haver volta, e não quisessem daquele mundo outra coisa além desse “mecanismo triste/ movendo a boca breve”. E o fogo talvez seja a última honestidade de que somos capazes. Talvez, de algum modo, nós sejamos toda a destruição que sonharam e convocaram essas tantas gerações que ali no campo “nasciam, penavam e pereciam no anonimato e no isolamento mais cru”, como nos diz Rui Lage. “A luta pelo pão de cada dia exauria a força vital, conduzida para o braço que fazia descer a enxada e o mangual, que pilotava o arado, que cegava as espigas no braseiro do estio e tocava o gado pelos montes. Do berço à cova, a existência do camponês compunha-se de agruras e privações inumeráveis. Ninguém disse tal condição em verso tão cortante quanto Gil Vicente, pela voz do lavrador da Barca do Purgatório (1518): ‘Sempre é morto quem do arado/ há-de viver'. Afinal, nesse auto medial da trilogia das barcas, o Lavrador anuncia-se ao Anjo não como debutante da morte, mas como seu veterano: ‘Da morte venho eu cansado'. Séculos a fio, o adeus aos campos infelizes foi um gesto vedado. A aldeia fazia as vezes de um cativeiro sem grades.”

Semilla Podcast
Lucas 22-24

Semilla Podcast

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 75:17


En este episodio de A Través de la Biblia, recorremos Lucas 22–24, el clímax del Evangelio: la última cena, la traición, el juicio injusto, la crucifixión y la gloriosa resurrección de Jesucristo.Vemos a Jesús instituir la Cena del Señor, someterse a la voluntad del Padre en Getsemaní y entregarse voluntariamente por pecadores. Contemplamos el cumplimiento perfecto de las Escrituras en su muerte sustitutiva y celebramos la victoria definitiva sobre el pecado y la muerte en su resurrección.Desde una perspectiva reformada, recordamos que la cruz no fue un accidente de la historia, sino el plan soberano de Dios para redimir a su pueblo. Lucas 22–24 nos llama a confiar en Cristo, a arrepentirnos y a vivir como testigos de su resurrección.

Semilla Podcast
Lucas 22-24

Semilla Podcast

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 75:17


En este episodio de A Través de la Biblia, recorremos Lucas 22–24, el clímax del Evangelio: la última cena, la traición, el juicio injusto, la crucifixión y la gloriosa resurrección de Jesucristo.Vemos a Jesús instituir la Cena del Señor, someterse a la voluntad del Padre en Getsemaní y entregarse voluntariamente por pecadores. Contemplamos el cumplimiento perfecto de las Escrituras en su muerte sustitutiva y celebramos la victoria definitiva sobre el pecado y la muerte en su resurrección.Desde una perspectiva reformada, recordamos que la cruz no fue un accidente de la historia, sino el plan soberano de Dios para redimir a su pueblo. Lucas 22–24 nos llama a confiar en Cristo, a arrepentirnos y a vivir como testigos de su resurrección.

Perdón por el Espanglish
En el que no vemos Cumbres Borrascosas

Perdón por el Espanglish

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 114:33


Sofi cuenta chismecito de las olimpiadas, Fa sus primeras impresiones de Heated Rivalry y ambas predicen el comeback de BTS; Arirang.

ESPORTMANIACOS
FNATIC se PONE SERIO contra LA TOXICIDAD, entra CABRAMARAVILLA - Esportmaníacos 2492

ESPORTMANIACOS

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 121:52


Esportmaníacos 2492: En el programa de hoy hemos hablado sobre el comunicado que ha sacado Fnatic hablando de tomar medidas (incluso legales) contra el acoso que reciben sus jugadores. Después tuvimos un debate sobre el estilo de juego del equipo naranja con Cabramaravilla y finalmente hicimos nuestras predicciones para playoffs. APÓYANOS AQUÍ https://www.patreon.com/Esportmaniacos https://www.twitch.tv/esportmaniacos Nuestras redes https://twitter.com/Esportmaniacos https://www.tiktok.com/@esportmaniacos Referido de AMAZON: https://amzn.to/36cVx3g 00:00:00 - Intro 00:17:20 - Chat de voz en League of Legends 00:28:55 - Fnatic se pone serio contra la toxicidad 01:01:40 - ¿Fnatic deja de jugar para bot? 01:09:10 - Entra Cabramaravilla 01:31:40 - Vemos el bracket de playoffs: ¿quién irá a Badalona?

Mercado Abierto
Análisis de cierre de sesión

Mercado Abierto

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 7:42


Vemos cómo ha cerrado la bolsa española y sus protagonistas de la mano de José Lizán, Gestor de Reto Magnum Sicav en Quadriga Asset Managers.

Iglesia Bautista La Gracia de Dios
La vida de Isaac | Génesis 26: 12 – 35 | Audio Miércoles 18 Febrero 2026

Iglesia Bautista La Gracia de Dios

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 74:56


"La historia ha pasado de Abraham a Isaac. Ahora es Isaac el protagonista, quien debe guiar a su familia hacia la fe y él mismo ser un hombre de fe. Si la fe no queda bien puesta en los hijos, difícilmente esta se reproducirá de forma que trascienda a la siguiente generación.Un padre, una madre, debe saber bien en dónde ha puesto su esperanza porque atrás de ellos vienen sus hijos que tienen una alta probabilidad de creer lo que sus padres creen. Es una gran responsabilidad delante de Dios ser quienes guiamos a nuestros hijos. Dios ha puesto en nuestras manos su dirección, su guía; y si esta no es la correcta, el hijo pagará por nuestros errores, nosotros veremos los tristes resultados en ellos y tendremos que responder por ello a Dios.Antes de meternos en el capítulo de hoy, quiero que piense cómo se relaciona esta historia con el propósito de Dios y de Moisés al escribir Génesis.Génesis es el libro de los orígenes. Entonces Isaac está dentro de lo que son los orígenes del pueblo de Dios, de Israel. Vemos en este libro el primer pecado de la humanidad y la promesa de Dios de salvar al hombre a través de una simiente, una descendencia escogida por Dios para enviar al Mesías. Esta descendencia es a través de Abraham y de Abraham a través de Isaac. Entonces podemos decir que esta historia nos muestra la vida del segundo Patriarca, de quien vendrá la descendencia de la promesa.Dios tuvo un plan con esta descendencia; él procuraría establecer una relación personal con los patriarcas y con parte de su descendencia con el fin de, en su tiempo, enviar a su Hijo, el Salvador del mundo. Abraham crio a Isaac; le mostró la vida de un hombre común pero con un Dios sobrenatural. Abraham se transformó en un referente para Isaac, su vida, su forma de enfrentar las cosas, su fe. Y ahora, en este capítulo, podemos el fruto de aquel legado.Los primeros versículos de este pasaje nos hicieron ver como Isaac tomó el mismo camino que su padre, lo cual en ese punto no podríamos decir que fue lo mejor. Se expuso a la crítica, aunque como también lo vimos en el caso de su padre, Dios estuvo cuidando de su vida y de la de su esposa.Interesante que un hijo cuando deja de mirar a Dios el siguiente referente que pone en sus ojos son sus padres. parece lo más natural, seguir el ejemplo de nuestros padres.." Pr. Rodrigo Cisternas

Cierre de mercados
Cierre de Mercados: 18/02/2026

Cierre de mercados

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 53:59


Los precios del petróleo suben un 3% después de la finalización de las conversaciones de paz entre Ucrania y Rusia en Ginebra. No han llegado a dos horas las negociaciones. De difíciles las ha calificado Volodímir Zelenski. En Bolsas, los futuros sobre índices suben gracias al avance de los valores tecnológicos. Se cotizan resultados y previsiones actualizadas de Analog Devices y Cadence Design. Suben en preapertura. Cae Palo Alto tras los suyos y arrastra a ciberseguridad. Analizamos el mercado con Pedro del Pozo, de Mutualidad. Le preguntamos por Fed y BCE. Lagarde y su posible salida anticipada. ¿Vemos en Europa la paja en el ojo ajeno y no la viga en el nuestro? Ya hablamos con Juanjo Legarda, de Interpath, sobre financiación corporativa, reestructuraciones y M&A. En Bolsa española, lideran las subidas en Ibex35 Caixabank, Santander y Bankinter. Al frente de los recortes se colocan Naturgy, tras resultados, Aena e IAG. Las aerolíneas se oponen al plan de subida de tasas del operador español.

Mercado Abierto
Análisis de cierre de sesión

Mercado Abierto

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 7:25


Vemos cómo ha cerrado la bolsa española y sus protagonistas de la mano de Jaime Sicilia, analista senior de renta variable de Singular Bank.

cierre vemos sesi singular bank
Mercado Abierto
Análisis de cierre de sesión

Mercado Abierto

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 6:35


Vemos cómo ha cerrado la bolsa española y sus protagonistas de la mano de José Escudero, analista de Kau Markets y Zona Value.

Cadena SER Navarra
Así las vemos con María Castejón: Aída, la película

Cadena SER Navarra

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 11:56


Espacio sobre cine y series con María Castejón, crítica de cine y especializada en feminismo

Vanessa Marrero: Dinero, Emociones, Emprendimiento
EP.16: Lo que este lanzamiento me enseñó (de verdad).

Vanessa Marrero: Dinero, Emociones, Emprendimiento

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 22:53


En este episodio te comparto las decisiones que transformaron mi último lanzamiento: hacer solo uno al año, prepararlo con meses de antelación y sostenerlo desde la calma. Te cuento cómo el trabajo profundo de posicionamiento y comunicación del último año y medio dio sus frutos, permitiéndome vender con seguridad, liderazgo y desapego del resultado. Vemos cómo anticiparte y planificar con tiempo transforma tu impacto y tu energía, y por qué invertir en estructura y equipo es, en realidad, una manera de estar tranquilidad y disfrutar del proceso. Para mí, el aprendizaje es claro: se puede crecer sin ansiedad, vender desde un lugar honesto y liderar desde la calma. Pero para eso necesitas planificación, estructura financiera y ocupar tu lugar como empresaria. Dale al play y escucha esta reflexión honesta sobre estrategia, energía, liderazgo y la nueva forma de expandirte sin ir en contra de tu estilo de vida.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | O SANGUE DE JESUS

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 2:52


LEITURA BÍBLICA DO DIA: ISAÍAS 1:15-20 PLANO DE LEITURA ANUAL: LEVÍTICO 14; MATEUS 26:51-75  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  A cor vermelha nem sempre parece natural nos produtos que fazemos. Como colocar a cor vibrante da maçã numa camiseta ou batom? Antes, a tinta vermelha era feita usando argila ou rochas do mesmo tom. No séc. 15, os astecas inventaram uma técnica de usar as cochonilhas para fazer corante vermelho, e atualmente, esses insetos são a principal fonte mundial deste pigmento. Na Bíblia, o vermelho simboliza a realeza, também o pecado e vergonha. Além disso, é a cor do sangue. Quando os soldados “Tiraram as roupas de Jesus e puseram nele um manto vermelho” (MATEUS 27:28), esses três simbolismos fundiram-se numa imagem de dor: Jesus foi ridicularizado como rei fictício. Foi coberto de vergonha e vestiu a cor do sangue que logo derramaria. Mas Isaías traz a promessa de que este Jesus carmesim nos limparia dessa mancha: “Embora seus pecados sejam como o escarlate, eu os tornarei brancos como a neve” (ISAÍAS 1:18). Os insetos cochonilhas usados na fabricação do corante vermelho são brancos por fora, e só liberam seu sangue carmesim quando são esmagados. Vemos o eco de outras palavras de Isaías: “[Jesus foi] esmagado por causa de nossos pecados” (53:5). Jesus nunca pecou, mas veio nos salvar do pecado. Em Sua morte esmagadora, Ele suportou o escarlate para que pudéssemos nos tornar mais alvos que a neve.  Por: KENNETH PETERSEN 

Semilla Podcast
Lucas 16-18

Semilla Podcast

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 53:40


En Lucas 16–18, Jesús confronta el corazón: ¿sirves a Dios o a las riquezas? Vemos la mayordomía, el impacto eterno de nuestras decisiones, la advertencia del rico y Lázaro, la necesidad de perdonar, vivir agradecidos, orar sin desmayar y abandonar la justicia propia. El joven rico revela cómo un ídolo puede entristecer al alma, mientras el ciego de Jericó nos muestra el camino de gracia: clamar “ten misericordia”, recibir vista y seguir a Cristo glorificando a Dios.

Semilla Podcast
Lucas 16-18

Semilla Podcast

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 53:40


En Lucas 16–18, Jesús confronta el corazón: ¿sirves a Dios o a las riquezas? Vemos la mayordomía, el impacto eterno de nuestras decisiones, la advertencia del rico y Lázaro, la necesidad de perdonar, vivir agradecidos, orar sin desmayar y abandonar la justicia propia. El joven rico revela cómo un ídolo puede entristecer al alma, mientras el ciego de Jericó nos muestra el camino de gracia: clamar “ten misericordia”, recibir vista y seguir a Cristo glorificando a Dios.

Mañanas BLU con Néstor Morales
No vemos necesaria la renuncia de Ricardo Roa, dice su defensa tras imputación de cargos

Mañanas BLU con Néstor Morales

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 33:17


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Radio MARCA Sevilla
PODCAST DIRECTO MARCA SEVILLA 10/02/2026 RADIO MARCA

Radio MARCA Sevilla

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 119:25


Programa completo Directo Marca Sevilla 10/02/2026 en Radio Marca Sevilla. Actualidad de Sevilla FC y R. Betis. En clave sevillista analizamos la situación que vive el club cerca de los puestos de descenso con nuestro compañero de Marca, José Gordillo. Nueva lesión grave en el club, esta vez ha sido la del lateral zurdo, Oso, que va a estar lejos de los terrenos de juego cerca de cinco semanas. En clave bética, el equipo hoy esta de descanso para volver a los entrenaos mañana con la mira puesta en el próximo partido liguero. Vemos en que situación se encuentra cada futbolista que ocupa la enfermería y cuando se va a producir el regreso de cada uno de ellos. Como cada martes, tiempo para el baloncesto, nos atiende Pepe Reina, director deportivo del Starlabs Morón y para despedir hablamos del Fundación Vóley Andalucía con Ricardo Lobato que disputan mañana jornada intersemanal. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Urbana Play Noticias
Renuncia de Demian Reidel, Diego Spagnuolo procesado, enojo de Kicillof, inflación CABA: Audios del 10 de febrero por Urbana Play

Urbana Play Noticias

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 16:03


Lilia Lemoine se refirió al procesamiento de Diego Spagnuolo: “A mí me duele que dentro de mi gobierno esté pasando esto, pero por fuera de eso no. Creo que la justicia está procediendo, que siga, y lo que sí me gustaría es que fuera un poquito para atrás también. Porque a mí me parece que organismos que vienen... O sea, se estaban auditando, se estaba auditando el organismo. Se encontró un montón de fraude”. Axel Kicillof aseguró: “La reforma laboral de Milei, que es de la época de las cavernas, es la que siempre quiso hacer la derecha. No tiene un elemento de modernización, no tiene un elemento de novedad. La verdad que como economista la estudié y la combatí y la discutí. Para acá el problema no es Trump. Vemos casos como el de México, casos como el de Brasil, casos como el de Colombia, que para que tome nota Milei... Porque cuando Milei va en alguno de los actos de sumisión que tuvo con Trump, lo maltrata, lo destrata, lo pone de espaldas, habla de otro tema. Ahora, cuando se juntó con Lula o cuando, eh, cuando negocia con Lula, cuando negocia con Petro, con la propia, este, presidenta de México, en todos los casos reconoce que hay, que hay un gobierno”. Jorge Macri sobre la inflación de CABA de 3,1% en enero: “Me preocupa porque además hay algunos rubros como alimentos que subieron el cuatro por ciento, que es probablemente de, de las inflaciones que más siente la clase media en el día a día, ¿no? Es ir a comprar y que no te alcance. Justo esa, que es una variable muy sensible, está inclusive por arriba del resultado general. Y veo la clase media y un inmenso esfuerzo para resistir y pidiéndonos a todos los que tenemos una responsabilidad que ese esfuerzo valga la pena. Entonces, me parece que tenemos que tratar de acompañar con todas las medidas de austeridad que podamos”. El ministro del Interior, Diego Santilli, afirmó: “Vamos a tener el apoyo de senadores y diputados. Para mí es importante que la ley salga, que tenga ese trabajo. Ha hecho un gran trabajo Patricia Bullrich, la senadora, y también Martín lo está haciendo, Martín Menem en, en diputados y, y nosotros estamos acompañando. Para nosotros es importante para el Gobierno, para los argentinos. Es importante tener una nueva ley laboral, ¿no? Una ley modernizada, aggiornada a la época en la que tenemos. Yo veo que vamos a tener votos, vamos a estar bien y, y vamos a dar si Dios quiere, vamos a dar un buen primer paso este miércoles. El objetivo es tener una modernización laboral”.Noticias del martes 10 de febrero por María O'Donnell y equipo de De Acá en Más por Urbana Play 104.3 FMSeguí a De Acá en Más en Instagram y XUrbana Play 104.3 FM. Somos la radio que ves.Suscribite a #Youtube. Seguí a la radio en Instagram y en XMandanos un whatsapp ➯ Acá¡Descargá nuestra #APP oficial! ➯  https://scnv.io/m8Gr 

Misterios Cotidianos con Ángel Martín y José Lozan
GRITOS FANTASMALES, ORBES ASESINOS Y NIÑAS DE LA CURVA - Misterios Cotidianos (T8 E17)

Misterios Cotidianos con Ángel Martín y José Lozan

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 59:15


Vemos el aterrador caso del hombre que en la noche, era aterrorizado por una mujer fantasmal que grita, investigamos sobre los orbes asesinos y damos testimonio del caso de la niña de la curva que saludaba. Estos y otros misterios en el programa 17 de la temporada 8 de misterios cotidianos.

Mercado Abierto
Repaso del cierre de la sesión

Mercado Abierto

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 3:15


Vemos cómo ha cerrado la bolsa española y sus protagonistas de la mano de José Escudero, analista de Kau Markets y Zona Value.

Convidado
António José Seguro eleito com voto útil e procura de moderação

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 11:20


António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura (33,1%) e alcançando a maior votação presidencial em 50 anos de democracia. No rescaldo, o politólogo Pedro Magalhães sublinha que o resultado combina mobilização do eleitorado socialista, voto útil e procura de moderação num contexto de polarização. E desvaloriza o impacto da margem no exercício do cargo: “ganhar por um voto ou por milhões não vai fazer assim tanta diferença”. António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura, que ficou pelos 33,1%. O antigo líder socialista mais do que duplicou a votação da primeira volta e torna-se, segundo os resultados oficiais, o presidente mais votado em 50 anos de democracia. No discurso de vitória, António José Seguro prometeu um mandato “independente, exigente e ético”, garantindo que em Belém “os interesses ficam à porta”. Ventura reconheceu a derrota, mas reclamou de imediato “a liderança da direita”. Para interpretar o significado político desta segunda volta, falámos com Pedro Magalhães, politólogo e investigador especializado em eleições e comportamento eleitoral, conhecido pela leitura rigorosa de sondagens e tendências políticas em Portugal. A pergunta central, admite, continua por responder com exactidão: o voto foi a favor de Seguro ou contra Ventura? “É difícil dizer isso sem ter mais informação para além daquela que nos dá dos próprios resultados”, começa por sublinhar. Mas, diz, é provável que tenham acontecido as duas coisas ao mesmo tempo: “Teremos certamente as duas coisas a acontecer ao mesmo tempo”. Um voto “convicto” e um voto “útil” Pedro Magalhães aponta, desde logo, o comportamento do eleitorado socialista. “O voto em Seguro na primeira volta é um voto em grande medida em que se vê, por exemplo, que o Partido Socialista o seguiu de forma muito próxima”, afirma. “A grande esmagadora maioria votou em Seguro.” Mas há também outro movimento: um voto estratégico, que se tornou decisivo na segunda volta. “Naturalmente que houve em Seguro voto estratégico ou, como nós dizemos mais, como voto útil”, explica. E dá exemplos claros: “Vemos pessoas que votaram em candidatos como Marques Mendes, em candidatos como Gouveia e Melo e até Cotrim de Figueiredo em menor grau a deslocarem-se para Seguro.”  Por isso, conclui: “Obviamente que é um voto de rejeição de Ventura.” Ao mesmo tempo, o politólogo sublinha que Seguro beneficiou do perfil, por vezes criticado como aborrecido, mas agora valorizado. “Há ali, na personagem política Seguro, na sua moderação, na sua ponderação, um candidato que até muitas vezes os comentadores políticos dizem que é um candidato aborrecido.” E acrescenta: “Há aí qualquer coisa que no actual contexto joga bem para muita gente.” A moderação como argumento eleitoral A polarização crescente do debate político ajuda a explicar o resultado, defende Pedro Magalhães. “Num contexto em que a política portuguesa se polarizou muito, em que há muitas posições extremas, em que a conflitualidade e até a linguagem, o discurso político se radicalizou muito”, diz, “esta figura de moderação” tornou-se um activo. António José Seguro, nota, tentou enquadrar a eleição como um confronto moral e político: “uma luta, um combate entre a moderação e o extremismo.” E, para um cargo como a Presidência, essa narrativa encaixa no imaginário institucional: “A expectativa não é de alguém que vai governar, mas sim de alguém que vai ter um papel de árbitro, um papel moderador, um papel facilitador e também de fiscalização.” A vitória esmagadora muda Belém? “Daqui a duas semanas já ninguém se lembra” A margem de vitória foi histórica. Mas, na leitura do politólogo, o efeito prático pode ser quase nulo. “A questão da legitimidade é uma questão que daqui duas semanas já ninguém se lembra”, afirma, sem rodeios. “Ganhar por um voto ou ganhar por milhões de votos tem o seu significado (…) mas do ponto de vista do cargo e do desempenho do cargo não faz assim tanta diferença.” António José Seguro pode usar o número como símbolo, admite, mas não como arma: “Do ponto de vista do exercício dos seus poderes e da sua função não vai fazer qualquer diferença.” E rejeita a ideia de um Presidente activo contra o governo: “Não há activismo contra o governo, não há nada disso.” O que espera, pelo contrário, é um primeiro mandato típico: “Procura de consenso, mais moderação.” Há, porém, um factor que pesa sempre: a reeleição. “Todos os presidentes gostam de cumprir um segundo mandato”, lembra. E por isso tendem a ajustar-se ao que a sociedade espera. “O segundo mandato depois é outra conversa porque aí estão livres.” Ventura perde a eleição, mas tenta vencer a narrativa André Ventura saiu derrotado, mas procurou rapidamente converter a derrota numa declaração de força: diz-se líder da direita. Pedro Magalhães recusa aceitar isso como facto consumado. “Ele pode reclamar a liderança da direita. Outra coisa é se a tem”, diz. “Não é evidente que a tenha.” O politólogo defende que a transformação do sistema partidário é real, mas não significa que o partido de extrema-direita Chega substituiu automaticamente o centro-direita. “É muito evidente que o sistema partidário português mudou e que o papel do Chega é incontornável”, afirma. E resume a nova geometria: “Passamos (…) para um sistema que tem claramente três grandes partidos.” Ainda assim, alerta para a confusão frequente entre blocos. “Temos três grandes blocos e, portanto, há a direita radical e há o centro-direito: não são a mesma coisa". Lembra que eleições presidenciais não são legislativas: “Isto não é uma eleição legislativa.” Por isso, o resultado pode iludir. “Nós sabemos, por exemplo, que para algumas pessoas que votaram na AD e que votaram em Cotrim de Figueiredo votaram em Ventura”, diz. Mas acrescenta o essencial: “Não é evidente que essas pessoas em legislativas votem no Chega.” A conclusão é quase um aviso: “Nós não podemos confundir isso com os factos.” E as legislativas? “A mudança estrutural já ocorreu” Questionado sobre se este resultado pode reconfigurar o sistema, Pedro Magalhães responde com prudência. “Eu não vejo esta eleição como trazendo óbvias mudanças naquilo que era o panorama que já se instalou”, afirma. E volta à mesma ideia: “A mudança estrutural já ocorreu.” Essa mudança tem nome: “o surgimento do Chega”, mas também “o novo protagonismo” de partidos como a Iniciativa Liberal e o Livre. O que vem a seguir dependerá menos de uma eleição presidencial e mais do que sempre decide eleições: “economia, problemas de corrupção”, enumera. “Esse tipo de situações que provocam flutuações no voto.” Três anos sem eleições? “Não é nada evidente” A vitória de Seguro pode abrir um ciclo mais estável? Pedro Magalhães não aposta nisso. “Em primeiro lugar, não é nada evidente que vá haver 3 anos e meio sem eleições”, afirma. E acrescenta, num tom pessoal: “Eu pessoalmente gostaria muito que fosse assim, porque trabalho nesta área (…) estamos todos muito cansados de tantas eleições seguidas.” Mas o problema é estrutural: “A outra mudança estrutural não foi só do sistema partidário, foi também da governabilidade.” A fragmentação do Parlamento tornou os governos mais dependentes de negociações permanentes: “O apoio aos governos mais dependente de factores muito mais circunstanciais.” E, apesar de o governo estar numa posição “pivotal”, a estabilidade não está garantida. A polarização complica tudo: “O Chega percebeu que se for trazendo temas que não faziam parte do nosso debate político, como imigração, por exemplo (…) esses temas polarizam muitas pessoas, tornam as negociações muito mais complicadas.” Mesmo que haja tempo político, Pedro Magalhães duvida que ele seja usado para reformas estruturais. “Os políticos e também já agora os cidadãos têm horizontes de muito curto prazo”, afirma. “Os políticos estão sempre obcecados com o que é que podem dar às pessoas no imediato.” E deixa uma frase que, por si só, resume o impasse: “Quando os políticos pedem sacrifícios para objectivos de longo prazo, ninguém acredita.” O diagnóstico final é sombrio e familiar: “Estamos presos nesta lógica de curto prazo.” E essa lógica, conclui, “não é nada favorável a consenso e a reformas”.

Puestos pa'l Problema

En el PPP Extra de hoy entramos en terreno incómodo: Epstein y la élite saben —y sabían— demasiado de Puerto Rico. Hablamos de propiedades, personajes, conexiones y por qué esta historia no es tan ajena como a muchos les gustaría pensar. Desde figuras financieras hasta nombres que siguen apareciendo cuando uno empieza a seguir el hilo.Luego pasamos al bochinche local: le radican una querella a Columna Corta. Vemos el video, revisamos la querella y discutimos qué hay detrás de este nuevo episodio del chiquipapelón.En el chit chat regresamos al tema de la CEE y el bono, repasamos lo que revelamos la semana pasada y contrastamos el relato oficial con documentos internos que no cuadran. Cerramos como se supone: nos vamos pa'l Patreon, con atención especial a Guaynabo Mets Nation.-

Capital
Randstad Research: “Vemos cierta señal de desaceleración” - 03 Feb 2026

Capital

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 4:23


Valentín Bote, director de Randstad Research, analiza en Capital Intereconomía el dato de paro del mes de enero de 2026, un mes que vuelve a estar marcado por el fuerte componente estacional tras el cierre de la campaña de Navidad. Según Bote, “hay ciertas señales de desaceleración” aunque, recalca, “en un contexto en el que el mercado de trabajo se ha comportado bien en el cómputo del año pasado” El paro registrado aumenta en 30.392 personas en enero, un comportamiento que, según explica Bote, entra dentro de la dinámica habitual del primer mes del año, aunque con matices preocupantes. “Aunque enero siempre es el peor mes en términos de afiliación a la Seguridad Social, con fuertes caídas que pueden superar las 200 mil personas”, recuerda el experto, “en este enero se han medido cifras que no son habituales en un contexto económico como el actual”. Por sectores económicos, el desempleo muestra una evolución desigual. El paro desciende en Construcción, con 3.793 personas menos (-2,13%), un dato positivo que contrasta con la fuerte destrucción de empleo en términos de afiliación. También baja ligeramente en Industria, con 14 desempleados menos (-0,01%), y en el Colectivo Sin Empleo Anterior, donde se reduce en 1.755 personas (-0,79%). En cambio, el ajuste se concentra claramente en el sector Servicios, que suma 35.073 parados más (2,01%), y en Agricultura, con un aumento de 881 personas (1,19%). Para el director de Randstad Research, este comportamiento “refleja con claridad el impacto del fin de la campaña navideña, especialmente en actividades vinculadas al comercio y la hostelería”. La evolución de la afiliación a la Seguridad Social refuerza este diagnóstico. En enero se pierden 270.782 cotizantes, lo que convierte a este mes en el peor enero desde 2012. “Estamos hablando de cifras que, en las últimas décadas, sólo se han visto en 2009 y 2012, momentos de una crisis económica aguda en nuestro país”, advierte Bote. El desplome de la afiliación se concentra especialmente en Construcción, con una caída cercana a los 70.000 afiliados, y en Hostelería, que pierde 45.855 cotizantes en un solo mes. En este sentido, Bote subraya que “la mayor caída en 14 años se produce en un momento cíclico en el que no era esperable un desplome similar”, lo que introduce un elemento de cautela sobre la fortaleza real del mercado laboral al inicio de 2026.

Capital
DPAM: “Lo que vemos este año es que el mercado se va refugiando en ciertos nichos, como el oro o la plata” 2

Capital

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 13:43


Víctor Asensi, Country Head Spain & Latam en DPAM, analiza las oportunidades que brinda el mercado hipotecario en este 2026. “Lo que vemos este año es que el mercado se va refugiando en ciertos nichos, como el oro o la plata”, afirma el invitado. También añade que lo que le comunica su equipo es que “hay mucho dinero, retail, sobre en Estados Unidos”. Además destaca que “de un COVID hasta esa parte ha cambiado un poco las dinámicas profundas del mercado y hay mucho Hedge Fund y mucho inversor retail desafiando ese momentum y subiendo al carro”. Después de dos años muy duros para el inmobiliario cotizado, ¿Por qué volvéis a poner ahora el foco en el sector? ¿Se está recuperando el sector inmobiliario? El Country Head Spain & Latam en DPAM explica como funciona el fondo DPAM B Real Estate Europe Dividend Sustainable y que rentabilidades tiene. “El fondo cerró con un 9% de rentabilidad, que es lo que uno puede esperar del inmobiliario cotizado europeo”, afirma Víctor Asensi. También destaca que “si algo tiene este sector y las socimis europeas, es que pagan Dividend Yield muy atractivo al tener un impuesto inferior”. ¿Qué ha cambiado realmente en el sector frente a 2022–2023: los tipos, los balances o los fundamentales? “Este sector ha mejorado a sus fundamentales: en el año de 2022, en un año donde subieron de manera fuerte los tipos, sufrió mucho pero ahora se está recuperando”, asegura el invitado. El entrevistado apunta también que “en Europa ha habido corrección del inmobiliario, corrección de logística, de centros comerciales, correcciones que de media han sido del 20%” y que “el sector ha salido de ese túnel, los crecimientos de los portfolios vuelven a crecer, con lo cual el inversor tiene un Dividend Yield del 6% y más una revalorización de la cartera del 4 y del 5%”.

Capital
DPAM: “Lo que vemos este año es que el mercado se va refugiando en ciertos nichos, como el oro o la plata”

Capital

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 13:43


Víctor Asensi, Country Head Spain & Latam en DPAM, analiza las oportunidades que brinda el mercado hipotecario en este 2026. “Lo que vemos este año es que el mercado se va refugiando en ciertos nichos, como el oro o la plata”, afirma el invitado. También añade que lo que le comunica su equipo es que “hay mucho dinero, retail, sobre en Estados Unidos”. Además destaca que “de un COVID hasta esa parte ha cambiado un poco las dinámicas profundas del mercado y hay mucho Hedge Fund y mucho inversor retail desafiando ese momentum y subiendo al carro”. Después de dos años muy duros para el inmobiliario cotizado, ¿Por qué volvéis a poner ahora el foco en el sector? ¿Se está recuperando el sector inmobiliario? El Country Head Spain & Latam en DPAM explica como funciona el fondo DPAM B Real Estate Europe Dividend Sustainable y que rentabilidades tiene. “El fondo cerró con un 9% de rentabilidad, que es lo que uno puede esperar del inmobiliario cotizado europeo”, afirma Víctor Asensi. También destaca que “si algo tiene este sector y las socimis europeas, es que pagan Dividend Yield muy atractivo al tener un impuesto inferior”. ¿Qué ha cambiado realmente en el sector frente a 2022–2023: los tipos, los balances o los fundamentales? “Este sector ha mejorado a sus fundamentales: en el año de 2022, en un año donde subieron de manera fuerte los tipos, sufrió mucho pero ahora se está recuperando”, asegura el invitado. El entrevistado apunta también que “en Europa ha habido corrección del inmobiliario, corrección de logística, de centros comerciales, correcciones que de media han sido del 20%” y que “el sector ha salido de ese túnel, los crecimientos de los portfolios vuelven a crecer, con lo cual el inversor tiene un Dividend Yield del 6% y más una revalorización de la cartera del 4 y del 5%”.

Universo de Misterios
1833 - Astronomía: ¿Hay un agujero negro en el sistema solar? La hipótesis que sugiere que no vemos al Planeta 9 por eso

Universo de Misterios

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 51:09


1833 - Astronomía: ¿Hay un agujero negro en el sistema solar? La hipótesis que sugiere queno vemos al Planeta 9 por eso Si va a escribir un comentario, gracias por hacerlo, pero por favor, lea antes las normas de publicación que se encuentran a continuación: (si usted es una persona educada, no tiene que leer las normas). Universo de Misterios tiene reservado el derecho de admisión y publicación de comentarios. Los comentarios son aprobados o rechazados por el departamento de comunicaciones y gestión de comentarios y correos electrónicos de UDM. José Rafael solo lee los comentarios una vez hayan sido publicados. El muro de comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social. No espere que el creador del podcast “debata” con usted. Generalmente, los comentarios anónimos podrían no ser publicados. UDM es un podcast independiente y, por tanto, su contenido expresa el criterio de su autor. La temática general es la Ciencia y el Misterio bien entendido, pero su autor podrá abordar otras temáticas. No está obligado a escuchar UDM, si no le gusta lo que escucha, puede dejar de hacerlo, pero no le diga al autor de lo que debe o no debe hablar en su podcast. No envíe comentarios que contengan falacias lógicas. No de información personal. No espere que su comentario sea respondido necesariamente. Comprenda que se reciben diariamente un elevado número de comentarios que han de ser gestionados, se publiquen o no. Si hace comentarios con afirmaciones dudosas, arguméntelas aportando enlaces a fuentes fiables (recuerde, el muro de Comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social). En caso de no respaldar su comentario como se indica en la caja de descripción del episodio, su comentario podrá no ser publicado. Siguiendo las recomendaciones de la NASA publicadas en el Informe sobre UAP del 13 de septiembre de 2023, en UDM no aprobamos comentarios que contribuyan a extender el estigma que tradicionalmente ha caído sobre los testigos de UAP/OVNIs. Contacto con Universo de Misterios: universodemisteriospodcast@gmail.com En la realización de los episodios de Universo de Misterios puede recurrirse a la ayuda de Inteligencia Artificial como herramienta. Puedes hacerte Fan de Universo de Misterios y apoyarlo económicamente obteniendo acceso a todos los episodios cerrados, sin publicidad, desde 1,99 €. Aunque a algunas personas, a veces, puede proporcionar una falsa sensación de alivio, la ignorancia nunca es deseable. Pero eso, tú ya lo sabes... Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Devocional Maná
Devocional │¿Están vigentes los 10 MANDAMIENTOS?

Devocional Maná

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 17:40


Abrimos nueva serie: ¿siguen vigentes los 10 mandamientos para los cristianos hoy? Vemos lo que dijo Jesús (Mt 5:17–19; 22:37–40), cómo el NT confirma la ley moral y por qué cada mandamiento revela luchas reales del corazón (amar a Dios y al prójimo).

Mundo NFL
TODO sobre el regreso de la NFL a MÉXICO Y MADRID; ¿qué equipos vemos ahí?

Mundo NFL

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 16:38


Todo listo desde la sede del Super Bowl LX en San Francisco. Y salimos con la noticia exclusiva de los juegos de Madrid Game y el regreso del Mexico City Game.

La economía en 3 minutos
Siga siga...la compra de reservas

La economía en 3 minutos

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 5:11


El año empezó bien con buena compra de reservas. Los últimos datos de inflación (de diciembre) y actividad (de noviembre) no fueron buenos, pero creemos que ambos mejorarán. Vemos un año de 4 de crecimiento y 20 o algo menos de inflación. En lo financiero se empieza a abrir la ventana de acceso al mercado, luego de que Ecuador coloque un flor de bono. La debilidad del dólar empuja a todos los emergentes y nos subimos a la ola.

Draga Mala
456: El Desvanecimiento Couture [Season 18 – Diseño]

Draga Mala

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 69:28


Esta semana estamos en directo desde la alfombra roja del Mala Estudio juzgando y criticando los atuendos de nuestras celebridades. Vamos desde papelones en el Werk Room hasta papelones en el Main Stage. Vemos cuantos desmayos ocurren, mientras las reinas descubren todas las trampas que Ru les tiene a ellas. YouTubehttps://www.youtube.com/@DragaMalaPodMala Patreonhttps://patreon.com/DragaMalaLinkTreehttps://linktr.ee/dragamalaBrock by Joséhttps://www.instagram.com/brockbyjose/https://www.tiktok.com/@brockbyjoseMala VoiceMailhttps://www.speakpipe.com/dragamalaBlue Skyhttps://bsky.app/profile/dragamalapod.bsky.socialInstagramDraga Mala

Daniel Ramos' Podcast
Episode 511: 28 de Enero de 2026 - Notas de Elena - Material complementario de ES para adultos

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 6:33


NOTAS DE ELENAMaterial complementario de la escuela Sabática para adultosNarrado por: Patty CuyanDesde: California, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchMIÉRCOLES, 28 DE ENEROUN CARÁCTER PROBADOPablo amaba a Timoteo, su "hijo en la fe". 1 Timoteo 1:2. El gran apóstol sondeaba a menudo al discípulo más joven, preguntándole en cuanto a la historia bíblica: y al viajar de lugar en lugar, le enseñaba cuidadosamente cómo trabajar con éxito. El afecto entre Pablo y Timoteo comenzó con la conversión de Timoteo: el lazo se había fortalecido a medida que compartían las esperanzas, los peligros y los trabajos de la vida misionera, hasta que parecían ser uno. La disparidad de sus edades y la diferencia de sus caracteres hicieron más ferviente su mutuo amor. El espíritu ardiente, celoso e indomable de Pablo encontró reposo y ánimo en la disposición apacible, complaciente y discreta de Timoteo. El servicio fiel y el amor tierno de su sufrido compañero alegraron más de una hora oscura de la vida del apóstol... Todo lo que un hijo puede ser hacia un padre amado y respetado, lo fue el joven Timoteo para el sufrido y solitario Pablo. Pablo amaba a Timoteo porque Timoteo amaba a Dios. Su cono-cimiento inteligente de la piedad experimental y de la verdad le daba distinción e influencia. La piedad y la influencia de su vida hogareña no eran de baja categoría, sino puras, sensatas, y no corrompidas por falsos sentimientos... La Palabra de Dios era la regla que guiaba a Timoteo... Su mente se espaciaba en las ideas del orden más elevado posible. Quienes lo instruían en su hogar cooperaban con Dios al educar a ese joven para soportar las cargas que le serían impuestas a temprana edad.En su trabajo, Timoteo buscaba constantemente el consejo y la instrucción de Pablo. No actuaba por impulso, sino con reflexión y serenidad... El Espíritu Santo encontraba en él uno que podía ser amoldado y modelado como un templo para la morada de la divina Presencia. Las lecciones de la Biblia, al entretejerse en la vida diaria, tienen una profunda y perdurable influencia en el carácter. Estas lecciones las aprendía y practicaba Timoteo (Conflicto y valor, 6 de diciembre, p. 346).  Vemos la ventaja que tuvo Timoteo al recibir un ejemplo correcto de piedad y verdadera santidad. La religión era la atmósfera de su hogar. El poder espiritual manifiesto de la piedad en el hogar preservó la pureza de su lenguaje y lo mantuvo libre de todo sentimiento corruptor. Dios había ordenado a los hebreos que enseñaran a sus hijos lo que él requería y que les hicieran saber cómo había obrado con sus padres. Este era uno de los deberes especiales de todo padre de familia, y no debía ser delegado a otra persona. En vez de permitir que lo hicieran labios extraños, debían los corazones amorosos del padre y de la madre instruir a sus hijos. Con todos los acontecimientos de la vida diaria debían ir asociados pensamientos referentes a Dios. Las grandes obras que él había realizado en la liberación de su pueblo, y las promesas de un Redentor que había de venir, debían relatarse a menudo en los hogares de Israel... Las grandes verdades de la providencia de Dios y la vida futura se inculcaban en la mente de los jóvenes. Se la educaba para que pudiera discernir a Dios tanto en las escenas de la naturaleza como en las palabras de la revelación. Las estrellas del cielo, los árboles y las flores del campo, las elevadas montañas, los riachuelos murmuradores, todas estas cosas hablaban del Creador. El servicio solemne de sacrificio y culto en el Santuario y las palabras pronunciadas por los profetas, eran una revelación de Dios (Conflicto y valor, 5 de diciembre, p. 345). 

Visión Para Vivir
Un Llamado a la Pureza Moral II

Visión Para Vivir

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 30:00


Enero 23, 2026 - El sexo ilicito no es nada nuevo en el mundo. Vemos relatos en la Biblia y en toda la historia. Y tambien vemos que a pesar de lo que promete, nunca satisface. Al contrario, entrega dolor, pena, embarazos indeseados y enfermedades venereas. Hoy el pastor Carlos A. Zazueta seguira tocando el delicado, pero necesario, tema de la pureza con la continuacion del mensaje: "Un llamado a la pureza moral".

Radio HM
Un ancla en la tormenta- El genocidio armenio: Destrucción de los armenios 5/7

Radio HM

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 13:47


En las circunstancias más desesperadas, sale a flote todo lo que hay de más cruel, pero también de noble, en el corazón del hombre. Al contemplar las atrocidades cometidas durante «El genocidio armenio», nos podemos preguntar: ¿no había una forma de actuar distinta? ¿Era todo tragedia? Vemos en este programa de «Un ancla en la tormenta» que ciertamente hubo una intención clara de erradicar la presencia de la Armenia histórica, y lo consiguió, pues la vida armenia nunca se recuperó. Sin embargo, el Prof. Ricardo Ruiz de la Serna —profesor de Historia del Mundo Actual en CEU San Pablo (Madrid, España) y autor del libro «El genocidio armenio»— presentará también casos que matizarán la crueldad desenfrenada en el genocidio, destacando el comportamiento heroico de los otomanos que intentaron salvar las vidas de los armenios, y de los armenios que resistieron frente a tal injusticia. De las respuestas diversas ante esta situación extrema, queda patente que, aunque el ser humano es capaz de monstruosidades, está creado con una conciencia que le guía y para un amor capaz de dar la propia vida por el prójimo.

Mercado Abierto
Protagonistas del día en el Viejo Continente

Mercado Abierto

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 6:34


Vemos los nombres propios del día de la mano de Xavier Brun, responsable de RV europea de Trea AM: Volkswagen, Société Générale, Orange, Danone y Ubisoft.

Mercado Abierto
Análisis macroeconómico de la jornada

Mercado Abierto

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 8:03


Miramos a la macro con especial foco sobre el dato de PCE en EE.UU. Vemos eso y mucho más con Gonzalo Cañete, jefe de estratega de mercado global para ATFX.

Semilla Podcast
Lucas 7-9

Semilla Podcast

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 78:19


En este episodio de A través de la Biblia, avanzamos por Lucas capítulos 7 al 9, donde vemos con mayor claridad quién es Jesús y cómo responde el corazón humano ante Él.Jesús demuestra su autoridad sobre la enfermedad, la muerte y la naturaleza misma. Vemos su compasión hacia los marginados, su poder al resucitar al hijo de la viuda, y su llamado directo a seguirle con una fe genuina. También observamos diferentes reacciones ante Cristo: asombro, rechazo, duda y fe sincera.Estos capítulos nos confrontan con una pregunta central: ¿Quién es Jesús realmente para nosotros? Y nos invitan a evaluar si lo seguimos solo por lo que puede darnos, o por quien Él es.

Semilla Podcast
Lucas 7-9

Semilla Podcast

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 78:19


En este episodio de A través de la Biblia, avanzamos por Lucas capítulos 7 al 9, donde vemos con mayor claridad quién es Jesús y cómo responde el corazón humano ante Él.Jesús demuestra su autoridad sobre la enfermedad, la muerte y la naturaleza misma. Vemos su compasión hacia los marginados, su poder al resucitar al hijo de la viuda, y su llamado directo a seguirle con una fe genuina. También observamos diferentes reacciones ante Cristo: asombro, rechazo, duda y fe sincera.Estos capítulos nos confrontan con una pregunta central: ¿Quién es Jesús realmente para nosotros? Y nos invitan a evaluar si lo seguimos solo por lo que puede darnos, o por quien Él es.

Spanish Lessons
Clase de español A2: expresiones temporales | hace… que, desde hace, desde, ya no, todavía, cuando, si | trabajo en grupo

Spanish Lessons

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 66:47


En esta clase de español A2, nuestro grupo practica expresiones temporales.Vemos cómo usar hace… que, desde hace, desde, ya no, todavía, cuando y si.Video de grupo para aprender español fácil. Join the Live Spanish Zoom Class!• $20 per class• Small group lessons focused on speaking, listening, and reading• Ideal for A1–A2 learners who want to improve quickly in a fun, supportive environment Book a FREE consultation session:https://calendly.com/davidalexandercantu Follow me for more Spanish learning content:YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCl-umo0w-yVjyfYz5zUcRvgInstagram: https://www.instagram.com/davidalexandercantu/TikTok: https://www.tiktok.com/@davidalexanderspanishFacebook: https://www.facebook.com/davidalexandercantu/LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/davidalexandercantu/

Capital
Consultorio de bolsa con Javier Alfayate: “Vemos un comportamiento mejor en Europa que en Estados Unidos.”

Capital

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 26:01


En el consultorio de hoy Javier Alfayate presenta una visión claramente alcista del mercado, apoyada en la amplitud de mercado y en la participación mayoritaria de los valores en las subidas. La idea principal es que no se trata de un avance sostenido solo por unos pocos grandes componentes, sino de un movimiento respaldado por una base amplia, lo que refuerza la solidez de la tendencia. Mientras esta amplitud se mantenga positiva y no aparezcan señales claras de agotamiento, el escenario de fondo sigue siendo favorable para la renta variable. Otro eje central es la gestión del riesgo y del momento de entrada. Se insiste de forma reiterada en que no basta con que un activo sea bueno o pertenezca a un sector atractivo: el precio de entrada y la distancia respecto a niveles de control son determinantes. Entrar tarde, cuando el recorrido ya está muy avanzado, incrementa el riesgo y reduce la rentabilidad esperada. Por ello, se priorizan situaciones con una ecuación riesgo-recompensa equilibrada frente a movimientos excesivamente extendidos. También se subraya la importancia de la fortaleza relativa y la selección sectorial. El análisis pone el foco en identificar qué sectores lideran el mercado y, dentro de ellos, qué activos muestran estructuras técnicas más limpias y consistentes. Se recomienda evitar valores débiles, en tendencia bajista o en simples rebotes, aunque pertenezcan a sectores populares o tengan expectativas futuras atractivas. El criterio dominante es seguir al precio y al dinero, no anticiparse a posibles giros. Por último, el mensaje general es de disciplina y adaptación al contexto. El mercado puede generar vértigo tras subidas prolongadas, pero mientras la tendencia se mantenga intacta, la estrategia pasa por acompañarla y vigilar señales objetivas de deterioro. No se busca adivinar techos ni suelos, sino reaccionar a lo que el mercado va confirmando, combinando paciencia, control del riesgo y una selección exigente de activos.

El Menos Común de los Sentidos
Mirar personas, no las etiquetas - 3/12

El Menos Común de los Sentidos

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 21:05


Vemos personas todo el tiempo, pero no siempre las miramos. Con facilidad reducimos al otro a una palabra: “el difícil”, “el flojo”, “el exagerado”, “el que nunca cambia”. Las etiquetas simplifican, tranquilizan… y nos ahorran implicarnos. Pero también empobrecen la relación y nos hacen perder de vista a la persona real que tenemos delante.En este episodio hablamos de la diferencia entre ver y mirar, de cómo una mirada que no reduce puede abrir espacio para el cambio, y de esas pequeñas etiquetas cotidianas que ponemos en la familia, la amistad o el trabajo sin darnos cuenta.

Jair Tenorio
El engaño | Ep. 130

Jair Tenorio

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 43:51


Vemos una escritura que nos enseña acerca del engaño más grande que podemos experimentar en nuestra vida

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | UM SIMPLES PEDIDO

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jan 11, 2026 4:33


LEITURA BÍBLICA DO DIA: JOÃO 21:17-24 PLANO DE LEITURA ANUAL: GÊNESIS 27–28; MATEUS 8:18-34   Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  “Por favor, limpe a sala de estar antes de ir dormir”, disse a uma de minhas filhas. A resposta foi imediata: “Por que ela não faz isso?”. Quando nossas filhas eram menores, essa resistência era frequente em nossa casa. Minha resposta era a mesma: “Não se preocupe com suas irmãs. Eu pedi a você”. Vemos essa tendência humana presente nos discípulos (JOÃO 21). Jesus havia restaurado Pedro após ele o negar três vezes (JOÃO 18:15-18,25-27). Em seguida, Jesus lhe disse: “Siga-me!” (21:19), uma ordem simples, mas dolorosa, uma vez que Pedro o seguiria até a morte (vv.18-19). Pedro mal havia compreendido as palavras de Jesus e perguntou--lhe sobre outro discípulo: “Senhor, e quanto a ele?” (v.21). Jesus respondeu: “Se eu quiser que ele permaneça vivo até eu voltar, o que lhe importa? Quanto a você, siga-me” (v.22). Quantas vezes somos iguais a Pedro! Perguntamo-nos sobre os outros e não sobre o que Deus faz conosco. Mais tarde, quando a morte anunciada por Jesus em João 21 estava próxima, Pedro escreveu este mandamento de Cristo: “Sejam filhos obedientes. Não voltem ao seu antigo modo de viver […] sejam santos em tudo que fizerem, como é santo aquele que os chamou” (1 PEDRO 1:14-15). Isso é o suficiente para manter cada um de nós com os olhos fixa dos em Jesus e não nas pessoas ao nosso redor.  Por:  MATT LUCAS 

Tradiciones Sabias
144: Cuánto dependemos de los seres que muchas veces no vemos en nuestros ecosistemas, con Raimundo Labbe de Yo Regenero

Tradiciones Sabias

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 50:03


Este es el episodio #144 de "Tradiciones Sabias", el podcast en español de la Fundación Weston A. Price. Algunos de los temas de este episodio - -Cuánto dependemos de ecosistemas biodiversos -A qué llamamos plagas y qué nos indican de nuestro manejo de los ecosistemas -Los diferentes roles que juegan los seres que muchas veces no vemos a nuestro alrededor -Cuánto influyen nuestras decisiones diarias en la salud de nuestros ecosistemas Datos del invitado - Raimundo es Científico de la Universidad Waikato, de Nueva Zelanda. Sus estudios son en Ciencias de la Tierra con Especialización en Suelos, Permacultura, Agricultura Sintrópica y Manejo Holístico. Raimundo se dedica a aplicar estos conocimientos en un ex terreno forestal altamente degradado, descubriendo a diario el gran potencial de la Restauración Agroecosistema, realizando Consultorías prediales a lo largo de todo Chile y el mundo. Contacto - Web: www.yoregenero.org  Instagram: instagram.com/yo_regenero Preguntas, comentarios, sugerencias - tradicionessabias@gmail.com       Recursos en español de la Fundación Weston A. Price -   Página web WAPF en Español: https://www.westonaprice.org/espanol/ Cuenta de Instagram: westonaprice_espanol Guía alimentación altamente nutritiva, saludable y placentera: 11 principios dietéticos Paquete de Materiales GRATIS: https://secure.westonaprice.org/CVWEBTEST_WESTON/cgi-bin/memberdll.dll/openpage?wrp=customer_new_infopak_es.htm  Folleto "La Leche Real", de Sally Fallon:  https://www.westonaprice.org/wp-content/uploads/La-leche-real.pdf  Música de Pixabay - Sound Gallery y SOFRA  

León de Judá
Amando Como Jesus

León de Judá

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 67:17


Puntos Clave del Mensaje:La Tensión del León de Judá: Cómo manejar el equilibrio entre la confrontación/autoridad y la reconciliación/misericordia.El Propósito de los Dones: La llenura del Espíritu Santo existe para capacitarnos a amar efectivamente. Sin amor, los dones (incluso el martirio) no sirven de nada.Redefiniendo el Amor (Agape): El amor bíblico no es una emoción de "Spotify o Netflix". Es la decisión difícil y "desafiante" de amar a los enemigos, a los que nos traicionan y a los "inamables".El Papel del Quebranto: Entendemos cómo amar a otros solo cuando reconocemos nuestro propio quebranto y cuánto Dios nos ha perdonado a nosotros. Vemos a los demás a través del lente de la misericordia que hemos recibido.Lo Único que Permanece: Al final, las profecías se acabarán y las lenguas cesarán, pero el amor nunca deja de ser.

El Garaje Hermético de Máximo Sant
Guía de compra 2026: ¡CORRE!

El Garaje Hermético de Máximo Sant

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 17:51


Este podcast es, básicamente, vuestra carta a los Reyes Magos anticipada. En el mundo de los aficionados al motor, a menudo nos atormenta una pregunta: "¿He llegado tarde?". Vemos las subastas millonarias, vemos cómo se disparan los precios de los GTI de los 80 y pensamos que todo lo que tiene alma ya es inaccesible. Pero eso es un error. El mercado es un organismo vivo y nunca duerme. Lo que hoy consideramos un "coche viejo" de quinta mano, mañana será una pieza de colección. Pasó con los japoneses de los 90, pasó con los BMW pre-Bangle y está pasando ahora mismo delante de tus narices con los coches que vamos a analizar hoy. En esta guía de inversión 2025 bajamos al mundo real. Nada de Paganis ni coches de museo. Hemos seleccionado 10 joyas ocultas que la mayoría ignora, pero que reúnen los ingredientes sagrados para revalorizarse: tacto analógico, cambios manuales y carácter. Aquí tienes la lista ordenada por presupuesto, desde la opción más accesible hasta la inversión seria: 1. Mazda MX-5 (NB) 1.8 Sport (7.000 € - 11.000 €) Olvídate del básico. La inversión está en el motor 1.8 de 146 CV, caja de 6 velocidades y, lo más importante: el Diferencial Autoblocante Torsen. Es la escuela de conducción perfecta y su configuración de motor atmosférico y peso pluma está en peligro de extinción. 2. Audi TT Mk1 1.8T Quattro 225 CV (8.000 € - 12.000 €) La Bauhaus con Turbo. Un icono de diseño con una calidad interior que humilla a los coches modernos. La clave es buscar la unidad de 225 CV (mismo motor que el S3, turbo K04) y tracción Quattro. Si encuentras uno con tapicería "Mocassin", no lo dejes escapar. 3. Toyota MR2 W30 (8.000 € - 13.000 €) El "Lotus Elise" japonés. Un incomprendido genial con motor central-trasero y menos de 1.000 kg. Fracasó por no tener maletero, pero hoy es un juguete puro. Busca unidades post-2003 para evitar problemas de precatalizadores. 4. Renault Clio Sport 182 (9.000 € - 14.000 €) El último samurái de los compactos. Motor 2.0 atmosférico rabioso y un chasis vivo que se insinúa. El "Santo Grial" es la unidad con "Chassis Cup" o Pack Racing y asientos Recaro. Incómodo, ruidoso y maravilloso. 5. BMW E46 330Ci (10.000 € - 16.000 €) El M3 del hombre sensato. El motor M54B30 (3.0 litros, 6 cilindros, 231 CV) es pura seda y fiabilidad. Es el equilibrio perfecto. Imprescindible manual y carrocería Coupé. El último BMW clásico antes de la digitalización total. 6. Honda Civic Type R EP3 (11.000 € - 17.000 €) No te dejes engañar por su forma de monovolumen. Esconde el motor K20A2, uno de los mejores 4 cilindros de la historia, capaz de aullar a 8.000 vueltas. Encontrar una unidad de estricta serie es cada vez más difícil, y eso se paga. 7. Alfa Romeo GTV (916) 3.0 V6 24v (12.000 € - 18.000 €) "La macchina più bella". Aunque sea tracción delantera, su eje trasero direccional y, sobre todo, el motor V6 "Busso", lo convierten en arte. Posiblemente el mejor sonido V6 de la historia. 8. Mercedes-Benz CLK 55 AMG W208 (15.000 € - 22.000 €) El "tapado" de la lista. Parece el coche de un jubilado, pero bajo el capó lleva un V8 atmosférico de 5.4 litros y 347 CV. Un muscle car fabricado en Stuttgart que ha tocado suelo en su depreciación. 9. Porsche Boxster S 986 (16.000 € - 22.000 €) El coche que salvó a Porsche. Dinámicamente más equilibrado que el 911 gracias a su motor central. Busca el "S" (3.2 litros, 252 CV) manual. No dejes que el pánico al IMS te frene; la mayoría ya están solucionados. 10. Ford Focus RS Mk1 (22.000 € - 30.000 €) El unicornio. Solo 4.501 unidades fabricadas. Un coche de homologación con diferencial autoblocante Quaife que tira hacia el interior de las curvas con violencia. Su curva de valor es vertical: es el caballo ganador absoluto. Conclusión: Invertir en estos coches no es especular, es comprar "valor" para disfrutarlo. El mercado pagará caro mañana lo que hoy te hace sonreír al volante. Y recuerda la regla de oro: compra siempre la mejor unidad que puedas permitirte, porque aquí lo barato sale muy caro.

WGospel.com
Falso evangelho da prosperidade

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 5:35


TEMPO DE REFLETIR 01632 – 2 de janeiro de 2026 Hebreus 11:35-38 – Alguns foram torturados, […] apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio da espada; andaram peregrinos, vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados […], errantes pelos desertos, pelos montes, pelas covas, pelos antros da Terra. Milhões de pessoas foram seduzidas pela pregação de uma heresia recente conhecida como “teologia da prosperidade”. A convicção central do movimento da prosperidade é a ideia de que é plano de Deus que os cristãos, sempre e em cada caso, tenham saúde física, riqueza e sucesso material. Assim, o alvo da vida cristã seria atingir ilimitado bem-estar materialista. Vemos nisso uma radical mudança de ênfase: da providência centralizada em Deus, tradicionalmente afirmada pelo cristianismo, para a prosperidade centralizada no ser humano. A implicação é desastrosa para cristãos pobres e enfermos. Por falta de fé ou por não estarem utilizando as fórmulas corretas para “torcer” o braço de Deus, eles estariam fora do ideal divino. Neste “evangelho”, Deus é reduzido a um tipo de “gênio da lâmpada” a serviço dos caprichos humanos. Ele e Seu Universo giram ao redor do conforto pessoal. Isso dá a esses pretensos cristãos a “liberdade” de se aproximarem dEle com a imposição de suas fantasias de sucesso e prosperidade, como se a realização materialista fosse a marca de verdadeira espiritualidade, e a solução final de todos os problemas do homem. Tudo o que se precisa é “balançar” o dedo atrevido na face de Deus e “reclamar” aquilo que foi “visualizado”, falar “palavras de fé” ou “dar testemunho positivo” para que automaticamente alcancem aquilo que supostamente foi prometido. O neopaganismo da prosperidade, com base na ignorância da Palavra de Deus, não passa de uma teoria herética, uma versão piorada do hedonismo e materialismo do capitalismo ocidental. O texto de hoje fala de pessoas que não se ajustam às noções fantásticas da prosperidade aqui e agora. A vida delas, com enormes dificuldades, mas em submissão a Deus, envergonha o superficialismo da religiosidade de milhões em busca de “pão e circo”. Ser um discípulo de Cristo não significa que não temos dias ruins. Significa apenas que, em meio à perplexidades e aos desencantos, podemos olhar além e ver que Deus é bom. O que de fato nunca falha é Sua graça, mesmo em nossos vales de sombras e tribulações. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, obrigado porque pela Tua Palavra podemos discernir e entender os enganos daqueles que estão somente interessados em ludibriar as pessoas que desconhecem a Tua graça e Teu plano de salvação. Ajuda-nos a viver de acordo com a Tua vontade! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Buscadores de sentido
1994. Vivimos lo que vemos (Parte 2)

Buscadores de sentido

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 9:49


Los puntos más importantes de este audio son: • Las personas que “ven más” impulsan la transformación • No hace falta ser líder ni héroe. • Basta con vivir de acuerdo con lo que uno ve y siente. • No caer en el nihilismo ni en la negación • Participar es la parte central del cambio • La transformación no será reconocida • Nadie reconocerá los pequeños actos sensibles, aun así, esos gestos transforman a la humanidad. Música: 1. soundcloud.com/nhamer-garcia/hamer-metamorphosis 2. Valkiria. Nhamer García. https://www.youtube.com/watch?v=IwSu1nKgAo Si quieres invitarme a algo, puedes hacerlo aquí: 1. https://www.ivoox.com/support/36379 2. Paypal: contacto@buscadoresdesentido.es 3. Transferencia a nombre de Álvaro Gómez Contreras en la cuenta: ES98 1491 0001 2930 0007 5447 Si quieres contactarme puedes hacerlo en : contacto@buscadoresdesentido.es

Buscadores de sentido
1993. Vivimos lo que vemos (Parte 1)

Buscadores de sentido

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 13:15


Los puntos más importantes de este audio son: • Las personas tienden a negar o rechazar la situación actual: la democracia, la humanidad, la política, el mundo. Esta negación suele venir del desencanto y la frustración • Se confunde la pérdida de fe en algunas personas con la pérdida de fe en la humanidad • El ego quiere cambiar el mundo entero o no hacer nada • La evolución humana es lenta y progresiva • El nivel de conciencia determina la realidad que vivimos • La insensibilidad es el principal problema Música: 1. soundcloud.com/nhamer-garcia/hamer-metamorphosis 2. Valkiria. Nhamer García. https://www.youtube.com/watch?v=IwSu1nKgAo Si quieres invitarme a algo, puedes hacerlo aquí: 1. https://www.ivoox.com/support/36379 2. Paypal: contacto@buscadoresdesentido.es 3. Transferencia a nombre de Álvaro Gómez Contreras en la cuenta: ES98 1491 0001 2930 0007 5447 Si quieres contactarme puedes hacerlo en : contacto@buscadoresdesentido.es

idearVlog

idearVlog

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 20:06 Transcription Available


Qué tal, queridos amigos, queridos Curiosinautas. En este CuriosiMartes nos metemos de lleno en algo que ya vengo anticipando hace semanas: la burbuja de la inteligencia artificial está a punto de estallar. Vemos caídas de servicios críticos, decisiones políticas desesperadas, fusiones millonarias y una guerra brutal entre las grandes empresas de IA por tu atención… y por tu mente.Analizamos el éxodo de ejecutivos de Apple hacia Meta, el fracaso del metaverso, la presión de gobiernos como Rusia e India sobre la tecnología, la caída de suscriptores de ChatGPT frente al avance de Gemini, las demandas por copyright contra empresas de IA y algo todavía más delicado: chatbots que pueden cambiar opiniones, influir decisiones e incluso reemplazar el duelo con bots de personas fallecidas.Pero también hay lugar para la esperanza: te muestro avances increíbles en salud y biotecnología, como córneas impresas en 3D, tratamientos robóticos mínimamente invasivos contra el cáncer, la reversión del Parkinson con células madre, IA que analiza radiografías y un brazo biónico conectado directamente al sistema nervioso.Y, por supuesto, en medio de todo esto, anunciamos al ganador de la licencia de CleanMyMac, con el clásico sorteo en vivo entre los comentarios del canal.