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A convidada do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (10) é a presidente da ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica) e vice-presidente da GWEC (Global Wind Energy Council), Elbia Gannoum. À jornalista Lívia Veiga, ela falou sobre a posição estratégica do Brasil na corrida global pela transição energética, destacando que o país possui uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo. Segundo Gannoum, o Brasil vive hoje um “bônus verde” que precisa ser transformado em vantagem competitiva real para atrair investimentos e impulsionar a economia.Gannoum explica que, embora o Brasil utilize fontes renováveis há décadas, a valorização global desses recursos ganhou força após o Acordo de Paris, em 2015. Com a Europa passando a exigir produtos de baixo carbono a partir de 2026, o Brasil tem uma oportunidade estratégica única. “O Brasil é o país mais renovável do mundo. Estamos num processo de construção para transformar a vantagem comparativa em vantagem competitiva”, afirmou a especialista durante a entrevista.Um dos pontos centrais da discussão foi o paradoxo da sobra de energia durante o dia. Com o avanço da geração solar em telhados, o sistema produz em excesso entre as 10h e 16h, o que muitas vezes força o desligamento de grandes usinas por segurança. Para corrigir esse desperdício, ela defende o uso de baterias para armazenar o excesso e a adoção de tarifas mais baratas que incentivem o consumo nesse horário.O impacto socioeconômico do setor também foi pauta, com foco no Nordeste, que concentra 95% da produção eólica do país. Gannoum apresentou números que comprovam o alto retorno desses investimentos para a sociedade. “A cada R$ 1 que você investe em energia renovável, você devolve R$ 3 para a economia brasileira”. Esse fluxo financeiro foi fundamental para que o PIB (Produto Interno Bruto) da região crescesse 21% nos últimos 15 anos e o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) local saltasse 20% nas áreas que abrigam os parques eólicos.Apesar do otimismo, há um alerta sobre a perda de liderança para países como a China, que hoje domina o mercado global de transição energética. Elbia aponta que o Brasil está relativamente atrasado na regulamentação de leis cruciais, como as de eólicas offshore e hidrogênio verde, o que gera insegurança jurídica. Ela também criticou o descompasso entre o Executivo e o Legislativo, que por vezes aprova leis que contrariam o planejamento técnico e encarecem o sistema.Para o futuro, a aposta do setor reside na descarbonização da indústria e na atração de centros de dados de alta tecnologia. Gannoum reforça que a energia deve ser vista como uma alavanca de industrialização e crescimento do PIB. “O Brasil tem todas as condições para ocupar esse espaço... ele não precisa mais discutir o que tem que ser feito, ele precisa fazer”, concluiu, enfatizando a “urgência do presente” para que o país não perca a janela de oportunidade global.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.
Esta semana, com o nosso Oliveira de regresso, o prato forte é a Seleção. Analisamos a prestação dos homens de Martinez nos particulares frente ao Chile e à Nigéria e perguntamos: quem esteve em destaque pela positiva e pela negativa? Qual será o primeiro 11 de Portugal no Mundial? O Bernardo joga? Vai ser Inácio ou Veiga? Dalot ou Cancelo? Falamos da ida de Mourinho para o Real Madrid e, claro está, da iminente chegada de Marco Silva ao Benfica. Abordamos também a chave de distribuição das receitas da centralização no futebol, aprovada por 80% dos clubes. Terminamos com mais um ecléctico fora-de-jogo, onde recomendamos uma série, um livro e um documentário.
O convidado do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (3) é o jurista Welber Barral. À jornalista Lívia Veiga, ele falou sobre a decisão dos Estados Unidos de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas, o avanço do acordo entre Mercosul e União Europeia e a disputa tecnológica entre China e Índia no âmbito da OMC.Barral explicou que a inclusão de grupos como o PCC e o CV (Comando Vermelho) na lista de organizações terroristas estrangeiras amplia as sanções e cria um “risco sistêmico” para a economia brasileira. Segundo ele, o perigo atinge investidores com relações mesmo que indiretas com essas entidades. “Um investidor estrangeiro, por exemplo, que compre uma empresa no Brasil e essa empresa se abasteça num posto do PCC, ele pode ser processado nos Estados Unidos”, afirmou.O jurista alertou que a medida deve elevar drasticamente os custos de fiscalização, afetando especialmente instituições financeiras e fintechs. “Vai aumentar o custo de compliance, vai aumentar o custo de diligências para comprovar que não há nenhuma relação com essas organizações agora terrorísticas”, disse. Ele lembrou que setores como a mineração são particularmente vulneráveis por ainda carecerem de mecanismos rígidos de controle e transparência.Ao comentar o acordo entre Mercosul e União Europeia, Barral destacou que a negociação avançou porque a Europa buscou alternativas comerciais às políticas protecionistas de Washington. Ele observou que o agronegócio brasileiro será o maior beneficiado com a queda imediata de barreiras tarifárias, enquanto o setor industrial nacional deverá se preparar para uma concorrência europeia mais agressiva em áreas como máquinas e equipamentos.Barral também ressaltou sua recente indicação para um painel de arbitragem na OMC (Organização Mundial do Comércio), onde analisará uma disputa entre China e Índia sobre subsídios em carros elétricos e energias renováveis. Para ele, o caso é um marco para a economia do futuro. “A discussão jurídica sobre a validade ou não dessas políticas industriais vai estar em causa e, por isso, vai ser um precedente bastante importante”, declarou.O especialista criticou a lentidão do processo decisório no Brasil, o que pode fazer o país perder oportunidades estratégicas em áreas como a transição energética e a exploração de terras raras. Para Barral, o país precisa de uma estratégia de Estado que supere a polarização política. “Agora é um momento de geoeconomia. É um momento em que a economia se tornou um problema geopolítico”, observou.Ao encerrar a entrevista, o jurista concluiu que o cenário internacional se tornou mais complexo e voltado para a segurança nacional, exigindo que o Brasil profissionalize suas relações externas. “Todo o tema comercial se tornou mais complexo porque ele envolve cada vez mais questões estratégicas”, finalizou, citando que fatores como inteligência artificial e logística marítima agora definem o sucesso das nações.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.
O convidado do JR ENTREVISTA desta segunda-feira (25) é o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia. À jornalista Lívia Veiga, ele fala sobre as ações do governo federal para combater o crime organizado nos presídios brasileiros, ampliar o controle sobre lideranças criminosas e impedir a comunicação de facções de dentro das cadeias.Durante a entrevista, André Garcia afirmou que uma das prioridades da Senappen (Secretaria Nacional de Políticas Penais) para os próximos anos será o programa Padrão Segurança Máxima, voltado para o controle das principais lideranças criminosas do país.“O planejamento foca no Pena Justa e no programa Padrão Segurança Máxima, que busca controlar 80% das lideranças criminosas locais e regionais”, afirmou o secretário.Segundo ele, 138 presídios estaduais passarão a adotar protocolos inspirados no sistema penitenciário federal. O governo pretende doar equipamentos como georradar, ampliar o videomonitoramento e reforçar mecanismos de controle interno para evitar a entrada de ilícitos.André Garcia também detalhou as operações Modo Avião e Mute, realizadas dentro do programa Brasil contra o Crime Organizado. As ações utilizam equipamentos de varredura para localizar celulares e retirar os aparelhos das celas.“Na semana passada, empregamos mais de 4.000 policiais penais com foco nas unidades identificadas pela inteligência como as mais importantes na atuação do crime organizado. Apreendemos quase 700 celulares em pouco mais de quatro dias”, disse.O secretário afirmou que a meta do governo é realizar duas operações nacionais desse porte por mês. Segundo ele, além da apreensão dos aparelhos, as ações têm impacto direto na redução da atuação criminosa fora dos presídios.Questionado sobre como os celulares continuam entrando nas unidades prisionais, André Garcia apontou falhas estruturais, falta de equipamentos e corrupção interna como alguns dos principais problemas enfrentados pelo sistema.“O diagnóstico aponta falta de equipamento, falhas estruturais, ausência de protocolos adequados e também a questão da corrupção”, declarou o secretário, acrescentando que o governo federal tem investido na doação de scanners corporais, aparelhos de raio X e capacitação de policiais penais estaduais.André Garcia também destacou a superlotação como um dos maiores desafios do sistema penitenciário brasileiro. Segundo ele, o país possui cerca de 727 mil presos para um déficit aproximado de 220 mil vagas. “A superlotação dificulta o controle, a vigilância e as revistas”, afirmou.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.
Catarina Camacho vem falar sobre o seu livro "Simone e Beatriz - Volto Já" juntamente com Paulo Veiga, o ilustrador.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Recibiremos a The Brassieres para repasar sus 10 añinos de vida, que nos presenten su segundo EP "Seguimos quemando" y proponeros una cita para este próximo sábado, el segundo Girls Night Out en el que ademas de ellas, estarán Hekate Heads y Superpuestas. Y además, todo este percal: The Rumjacks, La Tarrancha, A VEIGA ROCK, El Reno Renardo Oficial, El Altar Del Holocausto, LEIZE, Bloodhunter, Crisix, Toundra, Boikot, Erik Gronwall, The Darkness, Carnation Dead Pony, Deville&Lafuerza, Balmog, The Twin Stoners, The Midnight Calls y Scorpions.
Criado em 2019, o Informação e Conhecimento ultrapassou mil episódios, somando mais de 125 mil downloads. Este especial recupera produções que marcaram a trajetória do informativo, contribuindo para o combate à desinformação e para a cobertura de grandes eventos científicos e culturais. Para contar como o programa foi concebido e como ele é produzido, envolvendo uma equipe de mais de 80 pessoas, ouvimos o professor Marcelo Kischinhevsky, diretor do Núcleo de Rádio e TV, órgão do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, e um dos criadores do Informação e Conhecimento, e a jornalista e doutora em Comunicação Patrícia da Veiga, que coordena o projeto de extensão Laboratório de Jornalismo Sonoro.Reportagem: Lara Mansur e Giovana ErthalTrabalhos técnicos: Thiago Kropf
Investigadores da Universidade do Minho estão à procura de novos alvos terapêuticos para o tratamento da malária.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesse episódio recebemos a maravilhosa Doutora em História Suzana Veiga, para falar sobre o que nós podemos aprender com o movimento feminista coreano! Com ela, aprendemos o conceito de patriarcado confucionista, entramos em mais detalhes sobre a cultura misógina do país e entendemos qual é o problema de idealizá-la. Nossa maior referência foi o livro "Flores de Fogo" da Hawon Jung, um relato jornalístico incrível sobre o movimento de mulheres da Coreia que você pode comprar aqui na nossa lista.Siga a gente no Instagram e no Substack e acompanhe o trabalho da Suzana também no Instagram e no Substack dela!
En Capital Intereconomía, la Tertulia de Mercados analiza las claves macroeconómicas y bursátiles de la semana con Carlos de Andrés de WisdomTree , Rafael Ximénez de Embún de Muzinich & Co , Gonzalo Rengifo de Pictet Asset Management y Juan Pita da Veiga de Generali Investments . El debate pone el foco en el último dato de empleo en Estados Unidos y en la inflación, gran referencia para los mercados esta semana. También se analiza la llegada de Kevin Warsh a la Reserva Federal y qué puede suponer su nuevo enfoque en política monetaria para los tipos de interés y los mercados globales. Sobre la mesa, además, el balance de la temporada de resultados empresariales, la incertidumbre política en Reino Unido tras el debilitamiento de Keir Starmer y las oportunidades de inversión en renta variable, sectores y estrategias de rotación de carteras en un entorno de volatilidad y cambio de ciclo monetario. Terminamos la hora con el análisis de preapertura de las bolsas europeas junto a Patricia García, socia fundadora de MacroYield y directora del máster en finanzas de ESIC Business & Marketing School.
Sexcentésima decimotercera Noche de Llobos, y venimos con todo este percal: Ramones, Pista extra A Veiga, SOZIEDAD ALKOHOLIKA, Sound Of Silence, Macías, EDEN - Metal Band, Rockvera - Asociación Monorock, Valkyria_Oficial, Saratoga, BOIKOT, Impactrones, Sixstrings, Balsa de Piedra, Airbourne, Gus G, Grimner, Afterlife, Without The Sun y B-52's
Nesta mensagem, somos chamados a revisitar um fundamento inegociável: santidade. Pra. Mayara Veiga expõe como raízes invisíveis definem destinos e por que não é possível sustentar a presença sem alinhamento interno. Ouça agora!
Uma fé que não custa nada, talvez não valha nada.Nesta mensagem, o pastor Matheus Veiga nos chama para sair da superficialidade e viver uma entrega real a Jesus e entender o que é ser a Igreja do Senhor. Ouça agora!
Nesta mensagem, o pastor Matheus Veiga ensina o significado do pão, vinho, cordeiro e ervas amargas à luz da ressurreição de Jesus. Uma palavra sobre redenção, nova vida e transformação em Cristo. Ouça agora!
Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Professor de Teologia, Mestre em Filosofia Unioeste/PR, Psicanalista Clínico e Neuropedagogo. Graduou-se no Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF).Seja um Cooperador Fiel!
durée : 00:02:44 - Football : Ryan Da Veiga la "tête" et les jambes de Longueau Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
Guilherme Veiga construiu uma trajetória sólida nas Cortes Superiores ao longo de mais de duas décadas de atuação.Vindo de uma família com forte tradição jurídica, desenvolveu uma advocacia marcada por intensidade, disciplina e profundo compromisso com o ofício. Homenageado com a Medalha do Mérito Judiciário pelo TJPE.Autor de obras relevantes sobre a prática nos tribunais, especialmente no STJ, reúne formação acadêmica consistente: mestre, doutor e especialista em Direito Constitucional Internacional pela Universidade de Pisa. Seus trabalhos têm amplo reconhecimento, com obras prefaciadas por autoridades da Suprema Corte.Defendeu seu doutorado em uma banca histórica, reunindo nomes de grande relevância do pensamento jurídico e da vida institucional brasileira.Na conversa, fica evidente algo que marca sua trajetória: propósito. Como ele próprio sintetiza, quem não tem propósito não suporta o processo.
Gustavo Jorge Veiga es un periodista, escritor, docente universitario y columnista en medios gráficos argentino. Autor del gran libro Deporte, desaparecidos y dictadura.Hoy nos presenta “Memorias para construir el futuro”, libro compilado por el periodista Gustavo Veiga, reúne 50 textos sobre atletas e hinchas desaparecidos.
Entrevista Completa==> https://youtu.be/rlLYa2EAaKoÉ com muito orgulho que compartilhamos a terceira apresentação oficial do IMXP 2025!Neste vídeo, recebemos Diego da Veiga, Consultor Geológico Sênior da Snowden Optiro, para um bate-papo técnico e estratégico imperdível. Uma oportunidade única para entender as soluções e a visão de uma das gigantes do setor para o futuro da mineração.
No final da semana passada, a cantora de fado Katia Guerreiro deu um concerto caritativo em Massy, na região parisiense, a favor da luta contra o cancro pediátrico. A artista que celebrou há alguns meses 25 anos de uma carreira que para muitos segue o caminho trilhado por Amália Rodrigues, falou com a RFI algumas horas antes deste concerto. Nesta conversa, a fadista evoca as suas andanças pelo mundo e algumas das suas colaborações marcantes, nomeadamente a que teve com o músico e produtor José Mário Branco, falecido em 2019, ou ainda com o escritor António Lobo Antunes que nos deixou há poucos dias. Katia Guerreiro aborda igualmente o seu olhar sobre o fado depois de 25 anos nos palcos e fala da necessidade que tem, por vezes, de cantar algo diferente, como aconteceu por exemplo no seu mais recente álbum, "Mistura", lançado em 2024. A artista evoca também a sua acção como comissária de "Ponta Delgada - capital portuguesa da Cultura 2026". Um activismo que encara como uma "retribuição" por tudo o que tem recebido dos Açores, onde cresceu. Uma conversa que é também um reencontro, passados mais de vinte anos sobre um primeiro contacto, quando então estava no começo do seu percurso no fado. RFI: No ano passado, comemoraste 25 anos de carreira. Isto passou num instante. Katia Guerreiro: Foi a correr. Nós estávamos a fazer contas. Já não nos víamos há 20 anos, não é? E de repente, olha-se para trás e. E faz-se aqui uma retrospectiva, é um momento retrospectiva e que tem de ser mesmo celebrado. Porque efectivamente, acho que tenho motivos de orgulho grandes por andar aqui há 25 anos. Tudo aquilo que eu já construí, que já dei, mas é também uma responsabilidade acrescida, porque daqui para diante terei de continuar dentro desta minha linha de coerência e de consistência naquilo que faço, porque acho que é isso que o público continua a esperar de mim. São 25 anos muito, muito felizes. E eu comecei a comemorar no dia 18 de Junho no CCB (Centro Cultural de Belém em Lisboa), porque foi essa a data que encontrámos disponível para fazer este concerto naquela sala de que eu gosto muito. Mas efectivamente, foi no dia 6 de Outubro a data oficial de comemoração. Mas continuo a prolongar isto porque me sabe muito bem. Neste ano em particular, que estou muito dedicada a uma outra causa que é a capital portuguesa da Cultura em Ponta Delgada, poder continuar a levar a palco um repertório que construí ao longo destes 25 anos. E o meu plano para este ano é cada concerto ser diferente, construir concertos diferentes cada vez que subir ao palco. E revisitar o repertório que eu deixei de cantar. Porque os repertórios vão-se renovando e vamos deixando alguns temas para trás. Mas já tinha saudades de cantar alguns e então vou sempre recuperando alguma coisa em cada concerto e construindo espectáculos diferentes, o que me dá particular gozo não ter de fazer sempre a mesma coisa. Nunca fiz, mas agora de uma forma mais consciente. RFI: Olhando para trás, como é que vês a tua evolução? O que é que talvez mudou na tua forma de encarar o fado, de encarar o canto? Katia Guerreiro: Eu acho que vou tendo uma cada vez maior maturidade na forma como canto e acho que isso se nota na minha voz. Quando vou revisitar os temas antigos, eu percebo que a minha maturidade na voz vai crescendo. Mas procuro sempre que as palavras sejam cantadas com muita verdade. Mas a minha verdade hoje não é a mesma verdade de há 20 anos atrás ou há 25 anos. Portanto, há sempre aqui camadas que se vão acrescentando de histórias de vida que vão fazendo com que haja mais coisas por detrás das palavras que eu canto e, portanto, uma maior intensidade, mas também uma maior maturidade emocional ao lidar com elas. RFI: Foram muitas viagens, muitas voltas, muitas voltas ao mundo e muitas voltas também interiores. Como é que estas viagens influenciaram o teu trabalho? Katia Guerreiro: Influenciam muito, porque quanto mais eu conheço o mundo, mais me fascino com ele. Também tenho algumas desilusões perante tudo aquilo que nós vamos assistindo, que é a realidade das guerras. Isto perturba-nos a todos. Mas estas viagens que vou fazendo e -repara- quando eu toco neste tema, a mim custa-me horrores. Eu fui cantar a Moscovo pouco tempo antes da guerra, com a Ucrânia rebentar. E a mim dá-me particular pena que o mundo não veja que já chega de ganância. Todos têm a sua quota-parte no mundo e não faz sentido nenhum que continuem a lutar por quererem ter mais. Isso é ganância. Fui a Israel antes de rebentar a guerra com a Palestina. Estive na Palestina. Custa horrores imaginar que aquela gente está a sofrer e que se está a perder vidas todos os dias. Essa é a parte triste da vida, nós conhecermos o mundo e percebemos que o mundo está a ser destruído pela ganância humana. Mas ao mesmo tempo, lá está, mais uma vez, o exemplo de Israel e Palestina. Eu andei a circular livremente no país. Estive na Palestina e estive em Israel e as pessoas são todas iguais. Não há diferença dentro do ser humano, por muito que haja uma cultura diferente e uma forma de viver diferente. A verdade é que as pessoas são todas iguais e isso é o que me encanta no mundo. Perceber que por muito que nós encontremos diferenças na língua, na postura social, na cultura, na religião, a verdade é que depois, por dentro, somos todos iguais. Isso é tão bonito de receber e de partilhar. RFI: Tens trabalhado com grandes nomes, grandes nomes da música, grandes nomes também da literatura, grandes nomes como José Mário Branco. Como é que foi? Katia Guerreiro: Foi das experiências mais ricas que eu tive na minha vida. Em primeiro lugar, porque efectivamente, por preconceito meu ou receio eventualmente, achei que o Zé Mário nunca aceitaria trabalhar comigo, porque nós não nos conhecíamos, não tínhamos nenhuma ligação, não havia nenhuma relação. Mas a verdade é que o Zé Mário era um homem muito grande, de espírito, de alma. E é. O Zé Mário acolheu o meu pedido de trabalhar com ele. E na verdade, se no início havia uma relação estritamente profissional, no fim chegámos ao ponto de termos uma relação quase familiar, de muito carinho, de muito respeito. E o Zé Mário no fim, dizer-me que ganhou uma filha e dois netos, isso foi muito, muito gratificante. Chegar a esse lugar de conquista, não foi uma conquista, porque eu não trabalhei para ela. Foi muito natural, tal como ele é. Mas poder ter o privilégio de trabalhar com um homem maior, como era o José Mário Branco, que me transmitiu tanto conhecimento, tanta sabedoria, tanta maturidade, foi de facto muito enriquecedor e transformou-me profundamente. RFI: E como é que foi com António Lobo Antunes que nos deixou recentemente? Katia Guerreiro: Essa foi uma grande pena que tive também com esta perda, o António Lobo Antunes. A história com ele é muito engraçada. Em 2022, eu estava já a preparar o meu novo álbum e foi o João Mário Veiga que me mostrou um livrinho pequenino de poemas que ele tinha lançado como oferta de um dos romances que ele lançou, não me lembro qual. Tinha poemas absolutamente extraordinários. Tinha coisas muito cantáveis, porque eram formas poéticas muito usadas no fado, mas ele não escreveu para fado. Mas aquilo era tudo muito apetecível. E apeteceu-me imenso cantar aquilo. Mas eu, como sempre, tenho sempre o cuidado de sempre que há um autor vivo -já não posso pedir autorização ao Fernando Pessoa, nem ao Camões- mas quando há um autor vivo, eu tenho o cuidado de abordar o autor e de pedir autorização, porque acho que isso é o mínimo de respeito e educação. E andei atrás do António Lobo Antunes a tentar chegar até ele e tive meses nessa tentativa. Tive vários amigos que o conheciam, que lhe escreveram cartas, que lhe telefonaram. E a determinada altura, há uma carta que chega a bom porto e eu estava a gravar um documentário para o Japão -foram a Portugal gravar um documentário comigo- e estava no camarim a arranjar-me antes de ir gravar. E recebo um telefonema que começa assim "Boa tarde Katia Guerreiro. Daqui é António Lobo Antunes". E a minha resposta foi imediatamente "António!!!!!!". Parecia uma criança! Parecia que estava a ver o Mickey Mouse! Estivemos a conversar algum tempo e foi deliciosa aquela conversa. E a determinada altura eu disse-lhe "António, já sabe que eu quero cantar uns poemas seus, identifiquei este e este e este. Apetecia-me cantar tudo, mas tenho estes preparados. O António autoriza-me?". E ele diz "A menina pode cantar tudo!". E portanto, a partir daí, o António caiu nas boas graças e conhecemo-nos depois pessoalmente, muito pouco tempo depois, porque o Júlio Pomar lançou um livro que tinha o prefácio escrito pelo António Lobo Antunes. O livro ia ser apresentado pelo António Lobo Antunes e então conheci-o nesse dia de apresentação e cantei os poemas do António nessa noite. E pronto, fiquei assim com um carinho muito especial pelo António. Voltei a gravar poemas dele e continuo a cantar António Lobo Antunes sempre e com muito orgulho. E agora canto ainda com mais privilégio na alma. Era de facto um ser superior, com uma visão muito interessante da vida e do mundo, com um realismo muito profundo. E eu vou manter esta alegria de poder ter tido contacto com o António. Foi mesmo uma grande honra. RFI: Nas entrevistas que vais dando, falas muito de "fugir" ou não ao fado. Volta e meia também foges um pouco. Como é que encaras essa "fuga"? Katia Guerreiro: Não é bem fugir. Quando eu faço coisas diferentes, é dar um bocadinho azo à minha liberdade criativa. Eu sou fadista de corpo e alma. Mas eu sofro inspirações várias. Eu não oiço só fado. Eu não cresci, sequer a ouvir fado. Portanto, eu tenho outras referências musicais e elas também me inspiram, também me alimentam. E é uma sensação de respirar fundo e poder fazer diferente. Eu, no fundo, sou um espírito livre e vou fazendo aquilo que me apetece. Não vou só à procura de respeitar os cânones ou de ser uma artista metida dentro de uma caixa. Eu tenho as minhas asas soltas e vou voando em vários territórios musicais. E eu gosto muito disso. Dá-me muito prazer e enriquece-me também. Este ano, tenho feito precisamente aquilo que eu me predispus a fazer, que é não ter planos nenhuns e portanto, vou gravando aquilo que me apetece. Apresentam-me canções, apresentam-me temas que não têm nada a ver com fado e se me apetece gravá-los, eu gravo. Tenho tido esta liberdade criativa e artística. Acho que não tenho nada a provar a ninguém. Sou muito fadista e isso vê-se muito bem em cima das tábuas de um palco. RFI: Tens cantado músicas com o espírito do fado, mas que não são propriamente fados. Introduziste também o piano. Isto é uma novidade. Como é que isto surgiu? Katia Guerreiro: Foi surgindo exactamente pelos cruzamentos artísticos que nós vamos tendo. De repente, tenho o Toli César Machado, dos GNR, que me oferece um tema, o "Capitães da Areia" com letra do Helder Moutinho. Eles oferecem-me esta música e aquela música remete-me efectivamente para um ambiente intimista, acompanhado por um piano. Eu não conseguia ouvir guitarra portuguesa naquela história que cantei e, portanto, ainda mais conhecendo o João Bernardo, que é um pianista extraordinário, o meu conterrâneo açoriano. Apeteceu-me muito criar esta linguagem, com aquele tema, com aquela história que é tão bonita. Uma história de amor lindíssima. E apeteceu-me criar isto. Entretanto, aconteceu com outros temas que foram aparecendo. O Carlos Leitão oferece me o "É tão longe a minha casa", que é uma declaração de amor também à minha terra. E aí criou-se um ambiente muito misto, onde estão as violas da terra dos Açores. Fui voltar às minhas origens. Aparece o piano também aqui a fazer um contorno às violas da terra. Mas também tenho os meus músicos de fado a tocar, portanto, misturei aqui os diversos ambientes que me trouxeram todo o universo musical em que eu vou andando. Agora, mais recentemente, lancei o "Gracias a la Vida", porque acabo de celebrar 50 anos de vida. E eu tinha este tema há muitos anos. Cantei há muitos anos, num jantar oficial oferecido à Presidente Bachelet, em Lisboa. Quis oferecer-lhe esse mimo e fiquei, desde essa altura com vontade de gravar isto. Já lá vão 18 anos por aí. Fiquei com vontade de gravar este tema, não sabia quando. E fui guardando. E depois, entretanto, fui fazer uma turnê na América Latina. Cantei o "Gracias a la Vida" e foi um sucesso nos espectáculos que o público me pedia para gravar. Ainda assim, fui adiando, adiando. Até que agora, estava chegar aos meus 50 anos, há uns meses atrás e pensei "Sim, vou gravar o "Graças a la vida"". E então fui buscar não só o piano como a guitarra portuguesa, o contrabaixo, a viola. Mas depois trago um elemento da América Latina para compor este ambiente de uma canção que é da grande Violeta Parra. Lancei-o no Dia Internacional da Mulher, como uma homenagem a uma mulher muito inspiradora como a Violeta Parra, com um espírito muito livre. E sim, acho que é o momento de dar graças à vida por existir. RFI: Falaste do regresso às raízes, aos Açores. Participas este ano em 'Ponta Delgada, capital portuguesa da Cultura 2026'. Como é que é? Katia Guerreiro: É um grande desafio, mas uma enorme honra ter esta missão entre mãos. Há quem ache que eu sou embaixadora e que dou a cara pela capital portuguesa da Cultura. É um bocadinho mais do que isso. Sou mesmo programadora de todo o evento que decorre durante todo este ano de 2026, em Ponta Delgada, e que abraça todas as áreas da cultura ou pelo menos quase todas, porque a cultura é um conceito muito lato. Temos eventos na área das artes visuais, da arquitectura, da gastronomia, que é tão forte, tão importante, é uma identidade cultural muito forte nos Açores. A religiosidade também é uma das áreas que nós abraçamos. A antropologia e a etnografia porque, efectivamente há um lado de tradições muito importante. Mas depois a música, a dança, o teatro, as artes inclusivas. E temos ainda um programa muito importante na área do serviço educativo, que é de oferecer projectos culturais às crianças, às novas gerações, mas não só desde a primeira infância até aos mais velhos. Passamos pela universidade, temos projectos culturais em protocolo com a Universidade dos Açores e também para os seniores, e estamos a desenvolver projectos muito importantes que vão ficar para o futuro, porque é mais isso que me importa. No fundo, quando eu recebo este convite, eu não consegui voltar-lhe as costas, mesmo isso implicando eu reduzir alguma actividade artística minha. Porque é a minha terra. Tenho um grande amor pela minha terra e senti que era o momento de eu retribuir à minha terra tudo aquilo que ela me deu e me dá enquanto construção da minha identidade individual. É aquilo que eu me propus fazer. Foi levar toda a minha experiência, toda a minha visão do que eu tenho recebido pelo mundo fora, daquilo que a cultura pode oferecer e pode contribuir para um melhor desenvolvimento humano. E sim, eu acredito que a educação e a cultura são dois dos pilares fundamentais para o desenvolvimento humano. E neste momento, acho que acho que todos nós temos consciência da crise que existe, com uma certa aculturação das novas gerações que acabam por conduzir a seres humanos com menos sentido crítico, menos pensamento próprio, menos capacidade de decisão. Com a minha equipa -tenho uma equipa maravilhosa que constituí- tenho desenvolvido um trabalho que procura precisamente ir à raiz do problema, tentando deixar sementes para que as crianças, os jovens, tenham uma perspectiva de futuro diferente. Não nos esqueçamos que estamos a falar de um território ultraperiférico, muito isolado no meio do Atlântico, que tem menos acessibilidade a tudo aquilo que acontece no continente. E aquilo que nós nos propomos fazer é não só valorizar e projectar aquilo que se produz culturalmente no território que é muito rico, mas também promover no território projectos que dificilmente conseguem chegar, porque os custos para conseguir chegar, fazer levar projectos de grande envergadura ao território são muito, muito elevados. São quatro vezes superiores a fazer qualquer coisa no território continental. São as viagens, são os alojamentos, são as refeições. Tudo isto custa quatro vezes mais. E, portanto, este é o ano em que nós temos de aproveitar para oferecer à comunidade nos Açores uma programação diferenciadora e estamos muito orgulhosos pelo trabalho que estamos a desenvolver. O público está a aderir. Estão a querer acompanhar toda a nossa programação e mais do que isso, é chegar ao fim e dizerem "a vossa programação está a ser de excelência. Obrigada por isto". E portanto, ficamos mesmo muito felizes. O convite é: visitem Ponta Delgada, porque há muita oferta cultural a par da maravilha que é aquele lugar mágico em natureza e natureza humana também. RFI: Isto é o começo de um novo percurso. Katia Guerreiro: Não sei, não me parece. Eu acho que esta é uma experiência muito rica, muito enriquecedora. E acontece precisamente por eu querer, no fundo, contribuir para a minha terra, poder com tudo aquilo que eu tenho vivido, aprendido e crescido, poder contribuir, oferecer, devolver à minha terra um pouco daquilo que eu tenho ganho na vida. Não me parece que esse seja o percurso que eu vá seguir. Eu gosto muito do palco. Eu gosto muito de cantar e estar hoje aqui a cantar na ópera de Massy é de facto muito libertador, porque hoje tenho a possibilidade de libertar-me da responsabilidade de todo este trabalho, que é um trabalho minucioso, quase um trabalho de filigrana, que envolve muitas questões, nomeadamente contratação pública, temas com os quais eu nunca achei que ia ter de lidar na minha vida. Mas pronto, também estou a crescer com isto. Estou a aprender muita coisa, está a ser muito bonito. E mais do que tudo, é cruzar-me com pessoas maravilhosas. Tenho tido contacto com projectos culturais absolutamente incríveis. Acho que estou a crescer muito. Estou a ficar mais crescida ainda. RFI: Apesar de não haver planos. Há um plano relativamente, por exemplo, a essas gravações que vais fazendo. Há algo novo, que está a crescer, que está a nascer? Katia Guerreiro: Eu acho que sim. Este ano em que eu estou a seguir o não ter planos acaba por me ir ajudando a construir alguma coisa que é um caminho um bocadinho errático ou desconhecido. Agora apetece-me fazer isto. É o que eu vou fazer. Eu acabo de gravar o "Graças a la Vida" e cruzo-me com um fado tradicional que eu nunca tinha ouvido, porque são centenas de melodias tradicionais e já estou com vontade de explorá-lo e de encontrar palavras para ele e quiçá possa vir a ser o próximo tema que eu vou gravar. Mas é isto que eu estou a fazer e se calhar chego ao fim e gravo mais algumas coisas e posso lançar um álbum que é o resultado de tudo isto. Vamos ver se é coerente, se faz sentido. Mas eu acho que eu, estando neste momento com esta missão, quero dar asas de facto à minha criatividade, porque preciso muito dela para me alimentar e para ser feliz. Mas eu creio que também estou aos poucos a criar dentro de mim um plano para que depois eu volte à minha actividade regular artística. Eu não quero sair dos palcos, eu não quero desaparecer. Quero mesmo muito que as pessoas confiem que eu estou a fazer este caminho com um propósito. Ele está-se a definir. RFI: Quais são os próximos encontros no palco nestas próximas semanas, nestes próximos meses? Katia Guerreiro: Bom, agora estou aqui e estou muito feliz com o espectáculo que vou apresentar, mas tenho agora o que está previsto. Vou fazer uma turnê nas ilhas dos Açores. Não tem nada a ver com a programação da 'capital portuguesa da Cultura'. Foi um convite que me foi feito e vou cantar em sete ilhas dos Açores, o que é lindo, porque vou fazê-lo na minha terra. Aliás, vou cantar em ilhas onde nunca cantei e essa é uma turnê que me vai obrigar a estar de férias da capital, mais ou menos de férias porque nunca consigo estar de férias totalmente. Mas vou fazer essa turnê. Tenho várias coisas planeadas. Tenho também um concerto no Porto que me tem dado algum trabalho também, porque é algo complexo, mas depois disso tenho concertos pelo país. Vou a Roma também, vou voltar à Roma e vou seguindo!
Hannah Veiga is a pyrography (wood burning) artist from Southeastern Ontario, Canada. In her practice she creates intricate designs burned into salvaged live-edge wood that compliment the shape and natural beauty of the wood itself. She strives to create wood burnings that are a reflection of her love for the outdoors, offering sanctuary, moments of peace, and an invitation to stay curious for the everyday wonders of nature. Website: hannahveiga.com IG: https://www.instagram.com/hannahveiga Youtube: https://www.youtube.com/@hannahveiga
Você não foi criado apenas por Deus, mas para Deus.Nesta mensagem, o pastor Matheus Veiga nos leva de volta ao princípio para confrontar uma verdade esquecida: existe um desejo no coração do Pai que não mudou, porém nós ainda estamos respondendo a ele? Ouça agora!
Send a textIt's Oscar Time! And instead of the usual "here's our predictions" nonsense, we're joined by the How'd You Like That Movie? podcast (Kris Langford and Scott Veiga) to vote on the best and worst Best Picture nominee of the 21st Century. All determinations are final.
O entusiasmo com a inteligência artificial generativa tem levado muitas empresas a adotarem a tecnologia sem um propósito claro. No entanto, usar IA apenas porque ela existe pode gerar iniciativas dispersas e pouco eficazes. O verdadeiro valor surge quando a tecnologia está conectada a problemas reais do negócio e a resultados mensuráveis. Processos bem estruturados continuam sendo essenciais para que a IA funcione de forma eficiente. No fim, a inteligência artificial deve ser ferramenta estratégica — não um fim em si mesma.Participantes:Marcelo Veiga, VP de Finanças e Eficiência, Rentcars.Host(s):Cassio Politi, Apresentador, Tracto.Ceres Mussnich, Business Development Manager, Forvis Mazars.
América se tomó en serio su duelo contra Philadelphia y salió a comérselos desde los primeros minutos. Veiga mandó tremendo golazo y todo parecía miel sobre hojuelas hasta la dura lesión de Malagón. Los muchachos encendieron micrófonos para repasar lo que nos dejó este partido en un capitulazo exprés de media semana. ¡No te lo pierdas!
Cuidado com as perspectivas terrenas.Nesta mensagem, o pastor Matheus Veiga provoca a igreja a abandonar a mentalidade de medo e assumir sua cidadania no Reino. Se Deus já fez a parte dEle, qual é o nosso próximo passo? Ouça agora!
Adorar a Deus não é só quando está tudo bem.No primeiro episódio da série “A Prioridade da Presença”, somos levados a encarar uma verdade desconfortável: o convite do Evangelho é sobre permanecer. Ouça agora!
Música pode ser um canal, mas adoração é muito mais profunda do que um som.Nesta mensagem da Série Global, a pastora Mayara Veiga nos conduz a redescobrir que adorar envolve entrega, obediência e alinhamento com a verdade de Deus. Quando o coração se rende, até uma canção simples se torna um instrumento para que o Céu toque a Terra. Ouça agora!
América volvió a ganar y dejó mejores sensaciones, aunque nada para tirar cohetes. Brian volvió a ser el diferencial con gol y asistencia y Patogol por fin debutó como perforador de redes. Los muchachos encendieron micrófono y repartieron leña a aquellos indignos del Club América y alabaron a aquellos que siguen defendiendo la camiseta. Fue un partido medio sin chiste, pero sin duda, fue un capitulazo. ¡No te lo pierdas!
Nesta quinta-feira (12), a F1 realizou o segundo dia de testes pré-temporada no Bahrein, com oito horas dedicadas à ação de pista no circuito do Oriente Médio. E o Motorsport.com chega com uma análise completa de tudo que rolou no Sakhir. Guilherme Longo (@gglongo) comanda a ação ao lado dos comentaristas Isa Fernandes (@isamfer_) e Lívia Veiga (@liiv.andrade).
Mañana el Atlético de Madrid vuelve a enfrentarse al Real Betis, en este caso en el Metropolitano y en LaLiga. La principal duda es quién sustituirá a Pablo Barrios, que estará fuera un mes. Lo comentamos en esta previa. Además, analizamos al Barça como rival del Atleti en las semifinales de la Copa del Rey y hablamos de las informaciones sobre En-Nesyri, Fernández-Pardo, Grimaldo o Gabri Veiga, en De Padres a Hijos. Conviértete en miembro de este canal para disfrutar de ventajas: https://www.youtube.com/channel/UCl_X6QI3mnJsttsp96OsCZQ/join Correo: depadresahijoscontacto@gmail.com Twitch: https://www.twitch.tv/depadresahijos Instagram: https://www.instagram.com/depadresahijos1903/ Twitter: https://twitter.com/DPaH1903 TikTok: https://www.tiktok.com/@depadresahijos1903 Youtube: https://www.youtube.com/@DPaH1903 Spotify: https://open.spotify.com/show/6WcodO17ASqRfxYNrjhVGD #atleticomadrid #atleti #futbol #laliga #football
El América pinta una nueva cara con 2 triunfos al hilo y la llegada de Raphael Veiga. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Los expertos de Futbol Picante debaten el panorama para las Águilas, luego de la sacudida en su plantel rumbo a la Jornada 5 de la Liga MX. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
This is episode 75 of the Love, Hope, Lyme podcast. To get your free pdf of "Love, Hope, Lyme: What Family Members, Partners, and Friends Who Love a Chronic Lyme Survivor Need to Know," reach out to Fred Diamond on social media. [NOTE: This podcast does not replace medical treatment. If you struggle with Lyme care, please see a Lyme Literate Medical Doctor.] In this powerful episode of the Love, Hope, Lyme podcast, host Fred Diamond is joined by Lyme advocate Marjorie Veiga for an honest, practical conversation about managing the overwhelm of Lyme disease and tickborne illnesses. Marjorie shares her personal journey with tickborne illness, which began in 1999, and her experience caring for her daughter through years of Lyme coinfections. Drawing on her background as a senior manager at Verizon and her deep involvement in the Lyme community, Marjorie explains why organization, documentation, and support systems are critical to healing. At the center of the conversation is "My Lyme Guide," the comprehensive resource Marjorie created to help Lyme patients and caregivers track medications, appointments, symptoms, insurance, school accommodations, and more especially when brain fog and fatigue make daily management overwhelming. Together, Fred and Marjorie discuss:
O Palmeiras estreou no Brasileirão com um empate em 2 a 2 com o Atlético-MG, e a grande questão que ficou do confronto foi a vulnerabilidade do setor defensivo. Neste episódio, João Pedro Brandão, Eduardo Rodrigues e Leandro Bocca analisam o confronto e os problemas enfrentados pela defesa neste início de temporada. Eles também comentam a iminente saída de Veiga por empréstimo para o América, do México.
La pareja de actores presenta una función en la que el público será quien decidirá cuál de los dos miembros de la pareja se queda con la casa después de la separación.
January 16, 2026 LOU VEIGA,Pastor of Covenant PresbyterianChurch (PCA) of Houston, Texas,whose family fled to the UnitedStates from Cuba in the 1950sshortly before the fall of Cuba toFidel Castro & the CommunistsANDDr. ERIC PATTERSON,President & CEO of Victims ofCommunism Memorial Founda-tion & Museum, who will bothaddress:“The FORGOTTEN VICTIMSof COMMUNISM, & the DEVAS-TATING RESULTS of the MASSIGNORANCE of THEIR PERSE-CUTION” Subscribe: iTunes TuneIn Android RSS Feed Listen:
Queenie Love catches up with the dynamic storyteller, Diana Veiga after the "Fall, Fallen and Falling" storytelling brunch. Diana shares her love for storytelling, creating spaces to share one's truth and how to "tell your story from scars and not from wounds."Follow Diana Veiga all over social media, today.https://www.instagram.com/dianaveigatells?utm_source=ig_web_button_share_sheet&igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==
In this episode of the Award-winning PRS Journal Club Podcast, 2025 Resident Ambassadors to the PRS Editorial Board – Christopher Kalmar, Ilana Margulies, and Amanda Sergesketter- and special guest, Bradley Calobrace, MD, discuss the following articles from the December 2025 issue: "Single-Dose versus 24-Hour Antibiotic Prophylaxis in Reduction Mammaplasty: A Randomized Controlled Trial" by Veiga, Garcia, Veiga-Filho, et al. Read the article for FREE: https://bit.ly/SingleDose24 Special guest, Dr. Calobrace is a nationally recognized plastic surgeon, an accomplished researcher, and a trusted educator whose work has shaped best practices in breast surgery and aesthetic medicine. Dr. Calobrace is a graduate of Indiana University Medical School and completed residencies in both general surgery and plastic surgery at the University of Southern California in Los Angeles. Subsequently, he completed a cosmetic and breast surgery fellowship with Dr. Pat Maxwell and began practice in Louisville, Kentucky. Although most known for aesthetic breast surgery nationally and internationally, Dr. Calobrace has a thriving aesthetic practice and fellowship in aesthetic surgery comprising an equal mix of breast, body, and facial aesthetic surgery. READ the articles discussed in this podcast as well as free related content: https://bit.ly/JCDec25Collection The views expressed by hosts and guests are their own and do not necessarily reflect the official policies or positions of ASPS.
CULTO DE CELEBRAÇÃO I Seis Razões porque Você Precisa ser Grato I 09.11.25 - Pr. Nino Veiga by Renovada Internacional
Goals from Federico Gatti and Chico Conceicao earned Juventus a 2-2 draw with Villarreal for whom Georges Mikautadze and Renato Veiga scored. Carlo Garganese and Nima Tavallaey analyse and react to the main highlights from the Champions League match at El Madrigal on Wednesday. Is Gatti the most unlikely bicycle kick scorer ever? Which other unlikely wondergoal scorers can you remember? Do you want to buy tickets for a Serie A match but don't know how? Well, Live Football Tickets is THE best place to find Serie A tickets. Tickets are often available for as little as £25, and sometimes for even less. Buying from LiveFootballTickets.com is totally secure and they even offer a 150% refund guarantee on ticket authenticity. So if you want to watch Juventus, or Inter, or Milan or Napoli, OR if you want to join Nima at a Pisa vs Lecce relegation dogfight, then Live Football Tickets is for you. To buy tickets to any Serie A match, simply click LiveFootballTickets.com This is an extended clip from this weeks midweek review episode of The Italian Football Podcast available only to YouTube members & patrons on Patreon. To listen to this & all other full episodes of The Italian Football Podcast (and support the show), go to Patreon.com/TIFP OR now also available on Spotify OR YouTube Memberships and sign up. Your support makes The Italian Football Podcast possible. Follow us: Twitter, Facebook, Instagram, YouTube, TikTok Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Após a estreia do podcast “O Professor e os Meninos: uma História de Abusos”, as repórteres Paula Sacchetta e Camila Brandalise receberam dezenas de mensagens e e-mails de pessoas falando sobre Carlos Veiga Filho, 62, atualmente preso por abuso sexual contra menores. No podcast, elas detalham como Veiga usou sua influência como professor de teatro e história e se valeu de um suposto misticismo para aliciar alunos e abusar sexualmente deles por quase 40 anos. A narrativa fez com que pessoas relembrassem outros casos. No novo episódio do podcast UOL Prime, Camila fala ao apresentador José Roberto de Toledo sobre outras mensagens recebidas, inclusive de novas vítimas, e conta bastidores da apuração. #uolprime #PodcastUOLPrime
Join us for daily coverage of the Vuelta a España recorded on the road as the race makes its way from Turin to Madrid. Our daily coverage features race analysis, interviews and daily postcards from Spain. OUR SPONSORS, LLOYDS The Cycling Podcast is proudly supported by Lloyds. Last year, Lloyds began a multi-year partnership with British Cycling, which includes becoming title sponsors of the Lloyds Tour of Britain races for men and women. Lloyds also sponsors the Great Britain team and National Championships across a range of disciplines – road racing, track cycling, mountain biking, BMX and cyclo-cross. Thanks to sponsorship from Lloyds, The Cycling Podcast will be covering the Lloyds Tour of Britain Men with daily episodes for the first time. Check out the full route of the race on the British Cycling website. Follow us on social media: Twitter @cycling_podcast Instagram @thecyclingpodcast Friends of the Podcast Sign up as a Friend of the Podcast at thecyclingpodcast.com to listen to new special episodes every month plus a back catalogue of more than 300 exclusive episodes. The Cannibal & Badger Friends of the Podcast can join the discussion at our new virtual pub, The Cannibal & Badger. A friendly forum to talk about cycling and the podcast. Log in to your Friends of the Podcast account to join in. The 11.01 Cappuccino Our regular email newsletter is now on Substack. Subscribe here for frothy, full-fat updates to enjoy any time (as long as it's after 11am). The Cycling Podcast is on Strava The Cycling Podcast was founded in 2013 by Richard Moore, Daniel Friebe and Lionel Birnie.
Welcome to the Always Bayern Chelsea show. Football season is well underway now and the 120th episode is a complete recap of the summer 2025 transfer window. Danny and Jim break down the incomings, outgoings, and more as well as rate the entire window for both Chelsea Football Club and Bayern Munich. Buckle up because this was one of the most crazy windows in recent memory. And don't worry YES we will be streaming the Champions League match between Bayern Munich and Chelsea. As always Chelsea did A LOT of business. Key incomings for Enzo Maresca included. Jamie Gittens, Alejandro Garnacho, Liam Delap, Joao Pedro, Estevao, Buonanotte, Dario Essugo, Andrey Santos, Jorrel Hato, Paez, Penders, and Sarr. Outgoings were Nico Jackson, Broja, Felix, Madueke, Christo, Ugochukwu, Mathis Amougou. Carney, KDH, Matos, Chilwell, Gilchrist, Humphreys, Veiga, Beach, Bergstrom, Bettinelli, Kepa, and Petrovic while players loaned out including partner club Strasburg were Paez, Penders, Sarr, Anselmino, Castledine, Kellyman, Samuels-Smith, Wiley, and Nicolas Jackson to Bayern Munich of course. Chelsea netted about 5 million euros in profit this window. Pretty impressive business. Bayern Munich's transfer window was less desirable. The club notably struck out on their main transfer target dating back many years Florian Wirtz, other key misses were Nico Williams, Bradley Barcola, and sadly many more. The lack of alignment between the supervisory board, sporting board, and even coaching staff made this a difficult window for Vincent Kompany and the Bavarians. Luckily there were some key incomings including Diaz, Tah, and Bischof. With Nicolas Jackson joining on loan from Chelsea. Sadly Bayern Munich lost key players who are already missed by the club, some of which left on a free transfer including Sane, Dier, and Thomas Muller. Other outgoings were Tel, Coman, Wanner, Aznou, Kratzig, and Vidovic. Players that left on loan were Palhinha, Kusi-Asare, Zaragoza, Peretz, Ibrahimovic, Zvonarek, and Buchmann. It's yet to be seen if this window will improve the squad for the long run but Bayern did net roughly 10 millions euros in addition to massive savings in the wage depart. The football season is just getting started so be sure to subscribe to the Always Bayern Chelsea YouTube channel to stay up to date with all of the upcoming videos, coverage, and news. Join our community of football fans! Drop us a comment with your thoughts. Thanks for listening/watching. YouTube: http://www.youtube.com/@AlwaysBayernChelsea Twitter: https://twitter.com/AlwaysBayChe Spotify: https://open.spotify.com/show/42Vj80ldTbbBYMtR0IO146 Apple: https://podcasts.apple.com/us/podcast/always-bayern-chelsea/id1737637405 Timecodes: Intro 00:00 Chelsea Transfer Window 01:19 Bayern Transfer Window 17:10 Intro music audio license code: UYNUULTKSLNBJMDV
No episódio de estreia, quem é Carlos Veiga Filho, criador do personagem Navarre De La Vega, um mago que domina e encanta seus pupilos. Ele está presente no livro "As Crônicas de Zandripur", escrito por Veiga. A trajetória de La Vega, que é inspirada na do autor, se mistura à realidade de décadas de crimes sexuais cometidos por ele enquanto dava aulas de teatro para crianças e adolescentes. O episódio mostra como o professor Carlos Veiga usava do esoterismo e relações de confiança, também presentes na obra, para cometer abusos contra meninos até ser finalmente preso em 2024, em Hortolândia, no interior de São Paulo.
In this episode the team are shining the spotlight on Chelsea's Academy and looking ahead to the 2025/26 season. Which Cobham graduates could make the leap into the first team? Who are the names you need to know before they become household stars? And how do these young talents fit into Enzo Maresca's vision for Chelsea?The team also talk the latest from this week's news and as always also answer some listener questions.RUNNING ORDER:00:00 The Start & Shevva's Shoutouts16:50 News: Wesley Fofana's Latest Drama & Renato Veiga's Huge Sale25:33 Previewing Chelsea's 25/26 Academy Season46:40 West Ham United Preview54:31 Quaresma's QuestionsIf you have a question for the team then contact them on Twitter at @AtTheBridgePod(This episode was recorded on 21st August 2025)*** Please take the time to rate and review us on Apple Podcasts or wherever you get your pods. It means a great deal to the show and will make it easier for other potential listeners to find us. Thanks!*** Join our Discord: https://discord.gg/b3arBztQjnThis episode is proudly supported by Head In The Game, a charity using football to support mental health and wellbeing. Check out their free programs at headinthegame.co.uk and follow them on social media to learn more._______________________________________________Get In Touch With Us:Twitter - twitter.com/AtTheBridgePodInstagram - Instagram.com/AtTheBridgePod#CFC #CHELSEA
Let's talk about sex! Featuring author of The Talk, Amber Da Veiga, together we unpack the meaning of purity, celibacy, and abstinence to gain more clarity in our walks with Christ. Yes, we are talking about sex through a Biblical lens, it's not a sin, but instead an invitation to unlearn, transform, and grow deeper in the knowledge of who you are and those deep sexy feelings we ALL carry. So, get in our business, so you can handle yours!Resources:National Sexual Assault Hotline: 1-800-656-4673988 Suicide and Crisis Lifeline
Afternoon all,Welcome to the latest episode of The Si Phillips Talks Chelsea Podcast with Si & Jai!We have a transfer special for you today covering it all!New info on Simons, Hato, and more!Si&Jai This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit siphillipstalkschelsea.substack.com/subscribe
In this episode, the team tackles the pressing question of who Chelsea should keep, sell, or loan from their roster of midfielders. We'll break down each player's performance, potential, and fit within the squad. The team also talk the latest from this week's news and as always also answer some listener questions.RUNNING ORDER:00:00 The Start & Shevva's Shoutouts16:50 News: Nicolas Jackson, Xavi Simons & More30:42 Keep, Sell or Loan: Midfielders53:08 Quaresma's Questions1:01:37 Footballer 20 QuestionsIf you have a question for the team then contact them on Twitter at @AtTheBridgePod(This episode was recorded on 21st July 2025)*** Please take the time to rate and review us on Apple Podcasts or wherever you get your pods. It means a great deal to the show and will make it easier for other potential listeners to find us. Thanks!*** Join our Discord: https://discord.gg/b3arBztQjnThis episode is proudly supported by Head In The Game, a charity using football to support mental health and wellbeing. Check out their free programs at headinthegame.co.uk and follow them on social media to learn more._______________________________________________Get In Touch With Us:Twitter - twitter.com/AtTheBridgePodInstagram - Instagram.com/AtTheBridgePod#CFC #CHELSEA
Faça parte da plateia: https://form.typeform.com/to/kybwh05nScaymon Veiga revela como foi ser diagnosticado com TDAH já na fase adulta. Do caos à consciência, ele compartilha sua trajetória com vícios, autoconhecimento e persistência. Um episódio necessário para quem convive ou sofre com transtornos invisíveis.