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No ‘Programa das Minas‘ você ouve bate-papo, descontração e interação com a audiência da Atlântida Santa Catarina. Acompanhe as lives dos programas no YouTube Atlântida SC.De segunda à sexta, das 14h às 15h, para toda Santa Catarina!
Pastor Nate continued our series, "Preach the Gospel, Die, and Be Forgotten," teaching from Luke 19 on the Parable of the Minas.For more info, visit thebridgebiblechurch.com.
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No episódio deste domingo (16), o Observatório Feminino fala sobre a suspensão do Discord no Brasil. Nesta semana a plataforma admitiu que aconteceu uma falha no sistema de proteção e uma live que transmitia uma cena sensível que envolveu a morte de uma adolescente de 13 anos de idade. Na última quarta-feira (12), a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) divulgou a determinação de suspender as lives no Brasil. Após o comunicado, foi estipulado um prazo de três dias úteis para que a medida seja aplicada efetivamente — passando a contar a partir de quinta-feira (13). Entretanto, vale destacar que a plataforma Discord não será bloqueada no país.Ainda neste episódio, as apresentadoras e convidadas fala sobre o caso de um idoso, de 71 anos, que viajou quase 4 mil quilômetros para encontrar uma mulher depois de ter visto os vídeos dela nas redes socias. Alberto da Costa, saiu de Manaus, no Amazonas, para Belo Horizonte, em Minas Gerais. Ele afirma ter interpretado as publicações como uma conversa direta com ele.O Mc Dia Feliz também foi assunto no podcast. No dia 22 de agosto, em Belo Horizonte, toda a renda obtida com a venda de Big Macs será revertida para projetos voltados ao cuidado integral de crianças e adolescentes em tratamento oncológico.Para compor a mesa de debate, as apresentadoras receberam a advogada, líder do Comitê pelo Fim da Violência Contra as Mulheres do Grupo Mulheres do Brasil, Keila Freitas. E também a Superintendente Geral da CAPE, Mônica Araújo.O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.
No Decor e Arte de hoje, Janina Ester fala sobre a 31ª edição da CASACOR Minas, que terá 40 ambientes assinados por 53 profissionais de arquitetura, design de interiores e paisagismo, reunidos em torno do tema "Mente e Coração".See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) confirmou que será candidato ao governo de Minas Gerais e usou a cadeira da presidência do Senado para reforçar sua pré-candidatura.A equipe do Meio-Dia em Brasília analisa se o gesto configura campanha extemporânea e traça um paralelo com o caso que tornou Jair Bolsonaro inelegível pelo uso da máquina pública.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Cleitinho #Senado #MinasGerais #PoliticaBrasileira #Eleicoes #PoliticaMG #Noticias #Podcast #AnalisePolitica #EmAlta
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El guitarrista Pablo Barrionuevo, nacido en La Unión, ha alcanzado el máximo reconocimiento para un instrumentista flamenco al ganar el Bordón Minero 2026 en el prestigioso Festival Internacional del Cante de las Minas. Este galardón tiene una profunda carga emocional para el músico, ya que es nieto de Esteban Bernal Velasco, exalcalde de La Unión y fundador del festival. Tras un año de intenso trabajo de composición y preparación, Barrionuevo logró imponerse con una actuación que defendió su identidad musical frente a la presión de tocar ante su familia y su gente. Actualmente, el artista compagina su labor como docente en el Conservatorio de Cartagena con la creación de su primer trabajo discográfico, para el cual ya tiene listos seis temas, con el objetivo de llevar su música a escenarios nacionales e internacionales.
No Papo Antagonista desta quarta-feira, 12, entrevistamos o governador de Minas Gerais e candidato à reeleição, Mateus Simões (PSD).Advogado, professor e ex-secretário-geral do Estado, Mateus Simões assumiu o comando do Executivo mineiro em março deste ano, após a renúncia de Romeu Zema.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.
O governador de Minas Gerais, Mateus Simões, defendeu o rigor fiscal absoluto e criticou a postura do governo Lula na repactuação da dívida mineira.Entenda o impacto da disputa sobre as finanças do estado. A declaração do governador insere-se no impasse em torno da dívida de Minas Gerais com a União, estimada em mais de R$ 160 bilhões.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.
O governador de Minas Gerais, Mateus Simões, voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal, afirmando que a Corte atua com "justiça de mão própria".A declaração do chefe do Executivo mineiro ocorre no contexto da repercussão do caso do jornalista afetado por medidas de quebra de sigilo de fontes autorizadas em investigações no Supremo.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.
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Convidados: Valdo Cruz, comentarista da GloboNews e colunista do g1, e Carlos Ranulfo Melo, cientista político, professor e pesquisador da UFMG. O líder nas pesquisas de intenção de votos disse que seria candidato ao governo do estado de Minas Gerais, mas seu partido disse que não. Ele insistiu e, mais de uma semana depois, conseguiu: na sexta-feira (7), o Republicanos confirmou que o senador Cleitinho Azevedo irá concorrer. A indefinição sobre a candidatura de Cleitinho embaralhou os arranjos políticos no estado e deixou rastros que podem interferir nas eleições presidenciais – Minas é o segundo maior colégio eleitoral do país e, desde 1989, o candidato a presidente que ganhou no estado venceu a eleição nacional. Sem a chance de contar com o apoio do candidato do Republicanos, partido que anunciou neutralidade na disputa presidencial, Lula e Flávio Bolsonaro terão palanques mais tímidos: o PT lançou Patrus Ananias e o PL, Flávio Roscoe. Neste episódio, Natuza Nery conversa com dois analistas da eleição em Minas Gerais. Primeiro, ela fala com o jornalista Valdo Cruz sobre os bastidores e sobre os acordos que culminaram na formação das candidaturas ao governo e ao Senado no estado. Depois, ela entrevista o cientista político Carlos Ranulfo Melo, que analisa o comportamento do eleitor mineiro.
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Neste episódio, Paulo, Thiago, Domica, Arthur e Vivacqua falam de He-Man, Mestres do Universo (2026), 1987, desenhos animados, anos 80, brinquedos, bonecos, action figures, Hot Wheels, Matchbox, Gi Joe, Comandos em Ação, Falcon, Morbius, Esqueleto, Jared Leto, Moebius, Orko, Gorpo, filmes da Cannon, Dolph Lundgreen, Meg Foster, Maligna, Fisto, She-Ha, Idris Elba, Morena Baccarin, Panthor, Os Impossíveis, Os Jetsons, Os Flintstones, Space Ghost, Hannah Barbera, Corrida Maluca, The Great Race, Superamigos, Caverna do Dragão, D&D, Turboman, Tutubarão, Tutu de Minas, Papai Não Sabe Nada, Silverhawks, Samurai Jack, Nickelodeon
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O governador Romeu Zema (Novo) apresentou seu programa de governo com foco no Supremo Tribunal Federal: idade mínima de 60 anos para ministros, fim das decisões monocráticas que suspendam leis do Congresso e uma corregedoria independente para fiscalizar a Corte.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Spotify #ApplePodcasts #AmazonMusic #TuneInRádio #PapoAntagonista #PolíticaBrasileira #BastidoresDoPoder #economia #jornalismo #RomeuZema #GovernoZema #PlanoDeGoverno #PoliticaBrasileira #NoticiasPolitica #PodcastPolitica #DebatePolitico #AnalisePolitica #MinasGerais #EmAlta
Seguimiento en Vivo del Dato del #NFP Viernes 7 de Agosto 2026 Mercado Laboral de EEUU
Dans ce premier épisode de notre série exclusive en collaboration avec les Roses de Montréal, on prend le temps de découvrir Chloé Minas, milieu de terrain montréalaise au parcours impressionnant. Après avoir été capitaine à l'Université de Pittsburgh pendant quatre saisons et avoir évolué professionnellement en Suède, elle est revenue dans sa ville natale pour contribuer à l'histoire de la première équipe professionnelle féminine de soccer à Montréal. On parle de son parcours, de ses ambitions, de son retour à la maison et de la personne derrière l'athlète (dont la youtubeuse!!)Cette entrevue fait partie de notre série bonus exclusive réalisée avec les Roses de Montréal, dans laquelle nous allons à la rencontre des joueuses afin de découvrir leur histoire, leur personnalité et ce qui les anime, sur le terrain comme à l'extérieur.Cette série est présentée par La Vie en Rose, fière partenaire des Roses de Montréal
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La escultora lorquina y académica de la Real Academia de Bellas Artes Santa María de la Arrixaca, Lola Arcas, presenta en la Casa del Piñón de La Unión su exposición titulada "En lo hondo", la cual permanecerá abierta al público hasta el 15 de septiembre. Esta propuesta de escultura figurativa reúne 20 piezas realizadas entre 1995 y 2026, funcionando como un homenaje a la expresividad de las bailadoras y cantadoras, tanto anónimas como figuras de renombre, entre las que destaca un retrato de la unionense Encarnación Fernández. Arcas utiliza materiales como el bronce, aplicando en sus obras más recientes pátinas de tonos terrosos y rojizos que buscan conectar estéticamente con el paisaje minero de La Unión. La artista, cuya vinculación con el Festival del Cante de las Minas comenzó tras un "flechazo" creativo en 1995, logra capturar en sus figuras la potencia expresiva y la energía que los artistas flamencos proyectan cuando suben al escenario, explorando especialmente la rotundidad de la forma femenina.
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A Inteligência Artificial (IA) entrou no centro das estratégias de negócio. Agentes inteligentes, hiperpersonalização, cibersegurança, computação quântica, blockchain e o uso de dados já fazem parte das decisões que transformam empresas, mercados e a vida das pessoas.Conversamos sobre esse e outros destaques do Febraban Tech 2026, o maior evento de tecnologia e inovação do setor financeiro, que será realizado nos dias 24, 25 e 26 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo.Com o tema “Agentes Inteligentes, Liderança Humana”, a edição deste ano propõe uma reflexão sobre como a IA avança da automação para a transformação dos negócios, redefinindo a relação entre tecnologia, produtividade, experiência do cliente e tomada de decisão.Em conversa com João Borges, diretor de Comunicação da Febraban, Maurício Minas, presidente do Conselho do Febraban Tech e conselheiro do Bradesco e da B3, este episódio faz uma análise do atual momento de reinvenção tecnológica das organizações e dos assuntos que pautarão o evento, que reúne líderes, executivos, especialistas, empresas de tecnologia, startups e referências globais em inovação e economia.Neste episódio, você vai entender:•Como a inteligência artificial evoluiu da recomendação à criação autônoma por meio de agentes inteligentes•Por que a IA está se tornando uma infraestrutura essencial para empresas, governos e sociedades•O impacto da geopolítica nos negócios, na inovação e na economia global•Quais são os principais temas das trilhas do Febraban TECH 2026•O avanço de áreas como ativos digitais, tokenização, blockchain e computação quântica•O papel estratégico da cibersegurança em um mundo cada vez mais conectado e exposto a riscos•Como o sistema financeiro brasileiro se tornou referência internacional em tecnologia e inovação•A importância do networking e da troca de conhecimento entre líderes, especialistas e empresas do ecossistema financeiro.Maurício Minas também compartilha reflexões sobre os debates que acompanham fóruns internacionais como Davos e explica como essas discussões ajudam a definir as pautas que movimentarão o setor financeiro nos próximos anos.Assista no YouTube ou ouça no Spotify.Confira a programação completa e todas as informações do evento em: https://febrabantech.com/homeFicha Técnica:Apresentadora e Editoria-chefe: Mona DorfSupervisão Geral e Co-apresentação: Carlos Cidra e Majory Marcelino Supervisão e Produção: Bianca Braga, Julia Alcassa e Leandro Lemella Roteiro, edição e produção: Rachel Cardoso, Lizely Naoum, Patrícia Travassos e Clovis TravassosEdição de vídeo: Leo Reali e Kris ArrudaVideomaker backstage: Kris ArrudaGravação: Supernova Cinematográfica
Um dia depois de anunciar em vídeo que desistia da disputa ao governo de Minas Gerais, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) voltou a pedir, na convenção do partido, para ser mantido como candidato.Wilson Lima, Rodolfo Borges e Ricardo analisam o vai-e-volta que constrangeu a cúpula do Republicanos, a resposta dura de Marcos Pereira, que declarou o tema "página virada", e o risco de confusão do eleitor nas urnas em outubro.Uma disputa que virou "escolhambação" às vésperas do prazo das convenções.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Cleitinho #MinasGerais #GovernoDeMinas #Eleicoes2026 #Politica #SenadorCleitinho #Noticias #Podcast #Jornalismo #DebatePolitico #NoticiasHoje #PoliticaBrasileira #Informacao #EmAlta #Minas #Gerais #Eleicao2026 #Brasil #Atualidades #Destaque
Falo sobre decisão recente da Justiça do Trabalho de Minas que condenou uma empresa por não ter coibido/punido ações de discriminação contra empregada trans. Discuto as implicações jurídicas da transfobia e os fundamentos da decisão.Para saber mais: https://portal.trt3.jus.br/internet/conheca-o-trt/comunicacao/noticias-juridicas/justica-do-trabalho-condena-empresa-a-indenizar-mulher-trans-por-restricao-do-uso-de-banheiro-feminino-e-praticas-discriminatoriasSobre o autor do canal: https://linktr.ee/AlexandreBahia
Romeu Zema levou para o governo de Minas Gerais a visão prática de quem é administrador de empresas formado pela FGV e se tornou um empresário de sucesso. Aos 61 anos, ele busca a Presidência da República após comandar o estado de Minas Gerais por dois mandatos — com direito a uma reeleição no primeiro turno em 2022. Posicionado na direita e com forte viés liberal, Zema traz para a campanha deste ano a bandeira da máquina pública enxuta, das privatizações, das atrações de investimentos e do rigor fiscal. Mais recentemente, o ex-governador agregou a sua plataforma política o combate ao que classifica como os “intocáveis” de Brasília, representados principalmente na figura dos ministros do STF, que se tornaram protagonistas da política nacional nos últimos anos. É a promessa de um modelo de gestão privada e responsável na Presidência da República.Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #zema #antagonista #sabatina #eleicoes2026 #politica #entrevista #governo #minas #direita #economia #noticias #debate #analise #liberalismo #podcast #youtube #emalta #presidencia #opiniao
Há palavras que o poder aprendeu a tolerar: sustentabilidade, transição, economia verde. Ele as repete em cúpulas climáticas, as imprime em relatórios corporativos e as financia com mercados de carbono. Enquanto isso, a Amazônia arde. No oitavo episódio da série Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, o LatitudeCast recebe o economista e ativista equatoriano Alberto Acosta. Ex-ministro de Energia e Minas e ex-presidente da Assembleia Constitinte do Equador — onde contribuiu para inscrever, pela primeira vez na história, os Direitos da Natureza em uma Constituição —, Acosta é autor de uma das obras mais influentes do pensamento latino-americano contemporâneo: O Bem Viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos. No livro Utopias Amazônicas, Acosta assina o ensaio “A Amazônia na armadilha do progresso: violência, resistência, transformações, utopias”, abrindo seu texto com o anjo da história de Walter Benjamin para mostrar que o progresso não é uma promessa, mas uma catástrofe que acumula ruínas. Conversamos sobre a ilusão do desenvolvimento sustentável, o extrativismo que sobrevivera a governos neoliberais e progressistas, a violência como condição estrutural do capital, a proposta Waorani e Kichwa do Kawsak Sacha (Selva Viva) e a urgência de "yasunizar" o mundo para desmercantilizar a vida. Utopia não é um sonho distante. É a coragem de incomodar o poder, abandonar a religião do crescimento econômico e construir alternativas reais de existência em harmonia com a Terra.
Empreendedora da Mantiqueira de Minas fala sobre cafés especiais, baunilha, sustentabilidade e os desafios de inovar no campo.
Empreendedora da Mantiqueira de Minas fala sobre cafés especiais, baunilha, sustentabilidade e os desafios de inovar no campo.
O senador Cleitinho afirmou que será candidato ao governo de Minas Gerais horas depois de o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, dizer que ele estava fora.A bancada do Meio-Dia em Brasília destrincha o racha: a aposta do partido em Marcelo Aro pelo tempo de TV e o fundo eleitoral da federação, o histórico de rompimentos que marca a política mineira e como toda essa confusão pode beneficiar Patrus Ananias, do PT.Um debate sobre a eleição mais imprevisível do país, com Cleitinho liderando as pesquisas mas dependendo da legenda para disputar.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br#Cleitinho #MinasGerais #Politica #Eleicoes2026 #Republicanos #Noticias #Podcast #Atualidades #Bastidores #Brasil
O Republicanos confirmou que o senador Cleitinho não será candidato ao governo de Minas Gerais, mesmo liderando as pesquisas de intenção de voto.A expectativa agora é uma composição com o PL em torno do ex-secretário Marcelo Aro, que até então integraria a chapa do governador Mateus Simões. Ricardo Kertzman, mineiro, Wilson Lima e Rodolfo Borges analisam o cenário inédito na política de Minas — marcado pela indecisão que já derrubou Rodrigo Pacheco — e discutem o embrião de uma aliança PL-Republicanos com olho no segundo turno presidencial.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br#Republicanos #Cleitinho #MarceloAro #MinasGerais #PoliticaMG #Eleicoes #BastidoresPoliticos #Noticias #Politica #Podcast
Entrevistamos a Ana Graciani, directora de La ventana abierta, un thriller psicológico que juega con el suspense, la incertidumbre y el miedo cotidiano a partir de una desaparición. Pedro Torrijos nos descubre la sorprendente historia del monasterio segoviano trasladado piedra a piedra hasta Miami, una historia de patrimonio, expolio y magnates que parece ficción. Viajamos al Festival Internacional de Teatro Clásico de Mérida, donde Juan Luis Iborra estrena su adaptación de La comedia de la olla de Plauto, con Carlos Sobera como protagonista. Además, comienza el Festival Internacional del Cante de las Minas de La Unión, que reunirá a artistas como Yerai Cortés, Israel Fernández y Arcángel antes de entregar la Lámpara Minera. También celebramos el 150.º aniversario del Festival de Bayreuth con la gira de su orquesta dirigida por Pablo Heras-Casado, visitamos el Festival de Clunia junto a su coordinador cultural, Miguel Ángel Vieira, y despedimos al músico francés Kavinsky, figura clave de la electrónica y autor del icónico Nightcall.Escuchar audio
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (28):No editorial desta terça-feira (28), André Marsiglia analisa a denúncia contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, após ser acionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-BR) por suposta calúnia em uma publicação nas redes sociais. Flávio prestaria depoimento à Polícia Federal nesta terça, mas a oitiva foi cancelada pela corporação. O comentarista destaca que um Presidente da República deveria ser o primeiro a se permitir ser criticado, avaliando que as leis e a liberdade de expressão têm sido relativizadas no país. A Casa Branca publicou nesta terça-feira (28) um aviso oficial prorrogando por mais um ano a emergência nacional declarada em relação ao Brasil. A medida não cria uma nova emergência nem anuncia novas sanções. Trata-se da renovação da emergência decretada em 30 de julho de 2025, por meio da Executive Order 14323, que, pela legislação americana, precisa ser renovada anualmente para continuar em vigor. O ex-ministro de Minas e Energia Adolfo Sachsida participou do programa Os Pingos Nos Is para analisar a atual situação econômica e social do Brasil. Durante a entrevista, Sachsida criticou o aumento da inflação, a elevação da carga tributária e a expansão dos gastos públicos. A Polícia Federal (PF) mantém em sigilo os registros e informações detalhadas sobre as visitas recebidas por Daniel Vorcaro em suas instalações. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, confirmou a negativa. Integrantes do governo e aliados do presidente Lula manifestam preocupação com a possibilidade de interferência estrangeira nas eleições presidenciais de 2026. O temor aumentou após manifestações de apoio de líderes internacionais, como Donald Trump e Javier Milei, ao pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL). Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Em entrevista exclusiva ao Meio-Dia em Brasília, o presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, afirma que Romeu Zema pode repetir o feito de 2018 e furar a polarização entre lulismo e bolsonarismo nas eleições 2026.Na sequência, Ricardo Kertzman, Rodolfo Borges e Wilson Lima desmontam o otimismo: relembram que Zema só decolou em 2018 após apoiar Bolsonaro, discutem o peso do tempo de TV para um partido pequeno e sem coligações, e apontam por que o candidato do Novo aparece atrás de Caiado e Renan Santos nas pesquisas.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #RomeuZema #PartidoNovo #Zema #PoliticaBrasileira #Eleicoes #MinasGerais #Politica #Noticias #AnalisePolitica #EstrategiaEleitoral #Brasil #Votos #Estatistica #Podcast #PodcastBrasil #Audio #EmAlta #Trends #DebatePolitico #Opiniao
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral: Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio. Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso… Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo. No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração. Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo. Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor. Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período. Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas. Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais. Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade. Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto neoliberal tem como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política. Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU. Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU. Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar. Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas: Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista. Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos: Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional. Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando: Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo. Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado. A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação: Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano. Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”. Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet. Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021. Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China. Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas. Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai. Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis. Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos. Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube. Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!
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¿Llegas a casa calculando qué bronca toca hoy — los platos, los cereales, algo del niño? Así vivía el protagonista de este Caso Real: más de 20 años casado con la única mujer que ha conocido en su vida, y un hogar convertido en un campo de minas, con discusiones por tonterías varias veces por semana y un malestar constante que él mismo describe sin filtros. En esta conversación escucharás: — Por qué las broncas constantes por tonterías casi nunca van de la tontería en cuestión — y de qué van en realidad. — El giro de su historia: cómo convirtió todo ese dolor en combustible para levantar una empresa. — Qué cambió para pasar del campo de minas a dormir tranquilo todas las noches, sin excepción — sin que cambiara ella. — La metáfora del hilo tenso: por qué tu paz no puede depender del humor de tu pareja. — Y la parte honesta que casi nadie cuenta: lo que todavía le queda por girar de esa ""tortilla de 800 kilos"". ¿Tu casa también se parece a veces a un campo de minas? Te leo en los comentarios. Si quieres dar un paso más allá del podcast, tengo un curso gratuito adaptado a tu situación (soltero, en pareja o recién salido de una ruptura). Lo recibes aquí: https://www.hombrealfa.top/curso-gratis/
Programa especial de Las mañanas de RNE desde La Unión por el Festival del Cante de las Minas. Hablamos con Joaquín Zapata García, presidente de la Fundación Cante de las Minas y alcalde de La Unión, y nuetsros oyentes nos hablan, junto a él, de sus vacaciones.Escuchar audio
No 3 em 1 desta terça-feira (14), o destaque foi que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ter desistido de aplicar a taxa de 20% sobre a carga dos navios que trafegarem pelo Estreito de Ormuz. A medida havia sido anunciada na última segunda-feira (13), e será substituída por acordos comerciais e investimentos em países do Golfo Pérsico. Reportagem: Luca Bassani. Em coletiva de imprensa concedida nesta terça-feira (14), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), afirmou que, caso haja consenso, a MP do Frete poderá ser votada antes do recesso parlamentar. O texto, que foi enviado para o Congresso em março e aprovado pela Câmara dos Deputados em junho, perde a validade na próxima quinta-feira (16). O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino deu um prazo de 30 dias para as comissões de saúde da Câmara e do Senado esclarecerem a distribuição e transparência na execução das emendas parlamentares. Dino também criticou o que ele chamou de “mercado de terceirização de emendas”. Reportagem: Bruno Pinheiro. A Ordem dos Advogados do Brasil encaminhou nesta terça-feira (14) um ofício ao Supremo Tribunal Federal solicitando a revisão da medida que proíbe as visitas do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por 90 dias. Procurada por Flávio, a OAB encaminhou o pedido formal para que os dois possam se encontrar para tratar de temas estritamente profissionais. Reportagem: André Anelli. Em encontro na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro, o senador e pré -candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), definiu o senador Carlos Portinho (PL) como pré-candidato ao senado pelo estado. Portinho ocupa posição deixada após desistência do ex-governador Cláudio Castro (PL). O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Kassio Nunes Marques propôs a criação de um selo para premiar os institutos de pesquisa que mais se aproximarem do resultado das eleições. A medida enfrenta resistência e parte das entidades manifestaram serem contrárias à ideia. Reportagem: Thais Sprovieri. O governo brasileiro já trabalha na lógica de que o tarifaço americano de 25% é inevitável e planeja agora negociações para aumentar a lista de exceções às tarifas. A decisão do governo norte-americano deve sair na próxima quarta-feira (15). Reportagem: André Anelli. A Polícia Federal concluiu a primeira investigação da Operação Sem Desconto, que mira o esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS. Nesta primeira fase, 48 pessoas foram indiciadas, entre elas o ex-presidente do Instituto, Alessandro Stefanutto, o ex-procurador geral do órgão, Virgílio de Oliveira Filho e o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o careca do INSS. O ex-governador do estado de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), voltou a criticar seu concorrente Flávio Bolsonaro (PL). Caiado afirmou que Flávio não pode ficar “à margem do pai”, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e que ele deve construir a “própria liderança”. Reportagem: Misael Mainetti. O Conselho Nacional de Política Energética aprovou o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%. Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD) , a medida deve diminuir a necessidade de importação de gasolina e também trazer uma redução de até três centavos por litro. Reportagem: Beatriz Souza. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
El 14 y 15 de Julio en Cali 450 asistentes de las comunidades MInero-Energéticas llegaron procedentes desde todos los territorios a la Presentación del proyecto: CONSTRUYENDO TERRITORIOS Ministerio de Minas y Energía y el Centro de Pensamiento para la Transición Energética Justa con la Fundación PARES. Actualización Julio 16 En esta cumbre, que se hizo de la mano del Ministerio de Minas, se llegó a acuerdos históricos. Estos son: Federación Nacional de Mujeres Mineras:creada para organizar y fortalecer el rol de la mujer en la minería de los territorios.Federación Nacional de Comunidades Energéticas:una iniciativa para articular y organizar a las comunidades en la generación y gestión de sus propios recursos energéticos.Plataforma Nacional Minera:una red destinada a mejorar la organización y los procesos del sector minero a nivel territorial. Aunque el gobierno entrante ha mostrado un interés marcado de alejarse, lo más que pueda, de las políticas del gobierno que termina este 7 de agosto, la transición energética es un hecho, y no puede cesar en su empeño de conseguir que el país se mueva a través de energías limpias. Incluso se ha visto un cambio en el discurso, pues al inicio de la campaña se hablaba, por ejemplo, de que habría fracking donde se tuviera que hacerlo. Esto ha cambiado. Sin embargo, hay lugares en donde se podría dar un escenario de explotación minera que sería devastador para ciudades como Bucaramanga, como es el Páramo de Santurbán, repleto de oro y acosado por el ansia milenaria de los hombres por explotarlo.
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Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (05): O ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL), pré-candidato ao Senado em Santa Catarina, visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro, neste sábado (4/7), e fez um relato nas redes sociais. Ele reclamou da prisão domiciliar, chamou o local de “cárcere” e disse que o pai “está ciente de tudo que se passa aqui fora”. O comentarista Jesualdo Almeida analisa. Reportagem: Janaína Camelo. No Jornal da Manhã, o cientista político Paulo Niccoli Ramirez analisa as causas e os desdobramentos da instabilidade na relação entre Brasil e Estados Unidos neste domingo (5). O cenário atual de tensão comercial é marcado por ameaças de novas tarifas aduaneiras que colocam em risco o mercado exportador nacional. O governo de coalizão da Alemanha anunciou nesta quinta-feira (2) um pacote de reformas para tentar reaquecer a economia e aumentar a competitividade do país. As medidas incluem redução de impostos para trabalhadores de baixa renda, mudanças no sistema de aposentadoria e a diminuição da burocracia para empresas. Reportagem: Luca Bassani. A camisa amarela da Seleção Brasileira voltou a unir torcedores de todos os espectros políticos durante a Copa do Mundo. Pesquisas mostram que o sentimento de orgulho pelo uniforme canarinho retornou com força. Esse resgate devolve o símbolo às suas raízes esportivas e culturais, superando a polarização dos últimos anos. Com o jogo decisivo contra a Noruega se aproximando, os torcedores demonstram forte otimismo, mas já preveem dificuldades contra o adversário europeu. Reportagem: Matheus Dias. Faltando apenas 10 dias para o fim do prazo (15 de julho), o governo Trump ameaça impor tarifas de até 37,5% sobre produtos brasileiros, alegando práticas "desleais" e mirando até o funcionamento do PIX. Auxiliares do presidente Lula admitem reservadamente que não acreditam mais em uma reversão completa do tarifaço americano, enquanto equipes técnicas correm contra o tempo em uma última tentativa de negociação. Reportagem de Eliseu Caetano. No Jornal da Manhã, o advogado especializado em Direito Agrário, Ruy Ramos de Toledo Piza, analisa os impactos e a distribuição do novo montante bilionário. São R$ 525 bilhões de recursos destinados diretamente para impulsionar a agricultura empresarial no país. O montante representa um acréscimo de R$ 9 bilhões em relação ao ciclo anterior. Durante as comemorações históricas dos 250 anos de Independência dos Estados Unidos, celebradas no 4 de julho. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exaltou neste domingo (5) os EUA e o povo norte-americano, afirmando que são "luz, esperança e liberdade" no mundo, e disse que "não queremos comunistas no nosso país". Reportagem: Eliseu Caetano. Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (3) indica que a parcela de brasileiros que associa a pobreza à "preguiça de pessoas que não querem trabalhar" quase dobrou nos últimos quatro anos, saltando de 22% em 2022 para 40% em 2026. Os comentaristas Jesualdo Almeida e José Maria Trindade analisam. Reportagem: Matheus Dias. No Jornal da Manhã deste domingo (5), o pré-candidato do PSB em Minas Gerais, Jarbas Soares, avalia os bastidores das alianças regionais, as estratégias partidárias e as projeções para o pleito que será realizado no dia 4 de outubro.Faltando poucos meses para a votação, o pré-candidato do PSB ao governo de Minas, participa do programa para projetar o tabuleiro eleitoral no estado. Após o terremoto que atingiu a Venezuela, em meio ao rastro de destruição, equipes de resgate correm contra o tempo e conseguem salvar diversos animais de estimação com vida. Cães, gatos e outros bichos que haviam ficado soterrados sob as estruturas colapsadas recebem os primeiros atendimentos médicos. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Durante um evento da Confederação Nacional das Indústrias, o pré-candidato à presidência Romeu Zema fez uma crítica ao comportamento das novas gerações em relação ao trabalho. A fala, que rapidamente viralizou nas redes sociais, gerou debate entre apoiadores e oposição.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Zema #BolsaFamilia #Politica #Polêmica #Noticias #MinasGerais #DebatePolitico #PodcastBrasil #GiroDeNoticias #Urgente