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Homilia sobre o Evangelho de Mateus 10,26-33, pregada pelo Pe. André Delvaux.Nesta reflexão, Jesus nos dirige uma das expressões mais repetidas em todo o Evangelho: “Não tenhais medo.”Quantas decisões deixamos de tomar por medo? Quantos passos deixamos de dar? Quantas vezes permitimos que o medo conduza a nossa vida mais do que a confiança em Deus?Cristo nos recorda que somos conhecidos e amados pelo Pai. Nada escapa ao seu olhar, e nossa vida está em suas mãos.A verdadeira liberdade nasce quando deixamos de viver guiados pelo medo e aprendemos a confiar naquele que cuida de nós em cada instante.Uma profunda reflexão sobre a confiança, a liberdade interior e a coragem de viver como filhos de Deus.
“Entre eles havia um homem que era doente fazia trinta e oito anos. Jesus viu o homem deitado e, sabendo que fazia todo esse tempo que ele era doente, perguntou: — Você quer ficar curado? Ele respondeu: — Senhor, eu não tenho ninguém para me pôr no tanque quando a água se mexe. Cada vez que eu tento entrar, outro doente entra antes de mim.” João 5:5-7 NTLH A quanto tempo você tem vivido e mesma história por dependência de alguém?Este homem tinha um passado de trinta e oito anos de sofrimento, onde sua única esperança estava depositada em alguém, que poderia colocá-lo no tanque quando supostamente o anjo passaria e o curaria.Quantos de nós temos vivido um passado e um presente na esperança de alguém, um dia, nos notar e fazer um milagre para mudar a nossa vida.Para aquele homem, o encontro de Jesus mudou sua história que estava paralisada há trinta e oito anos. Que possamos não ficar preso ao passado, com falsas esperanças de que o nosso sucesso está no outro e não em nós através da benção do Senhor.Pensamento do dia:Do que você tem dependido para mudar a história da sua vida?Oração: Senhor nos ajude a depositar a esperança, de tudo aquilo que não depende de nós, em ti, pois sabemos que ela não será frustada.Em nome de Jesus Amém!Que você tenha um dia abençoado!Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo#MinhaEsperançaEstaNoSenhor#ubiratanpaggio@ubiratanpaggio@ubiratan.paggio
Todas as sextas a Ana Garcia Martins respondem a perguntas de ouvintes. Achas que vamos ganhar o mundial? Quantos livros compraste para oferecer aos teus colegas na Feira do Livro? Em que ponto está o processo da Deslandes contra o Luís?
150 episódios depois, o regresso do primeiro convidado da história de watch. Richie Campbell, acabado de lançar o 6º/7º projeto musical da carreira e o 1º documentário da vida, vem falar com Pedro sobre essas duas situações e também outras.(00:00) Intro(00:23) Não entender nada do que alguém está a dizer, mas fingir entender tudo(03:18) Iniciar carreira agora vs antigamente(06:14) Van Zee atinge pico de sucesso em menos de 2 anos(08:18) Como surge primeiro contacto com Fat Joe?(12:57) Não ambicionar bater nos Estados Unidos(15:56) Pessoas que não estão a ouvir nada durante uma conversa(17:38) Participação de Gentleman no documentário(21:04) Quantos sons estavam planeados sair e quantos saíram na realidade?(22:22) C'est La Vie não era para ter feito parte do álbum(25:13) Richie revela sample que inspirou C'est La Vie(27:16) 2º verso das músicas do Richie é o sempre o melhor?(30:11) Importância da música Obeah Me(35:02) Bad trips na Jamaica(36:19) Favoritas do álbum para Pedro(39:34) Favoritas do álbum para Richie(40:25) Como foi fazer C'est La Vie com Plutonio?(43:39) Nomes mais estranhos que já chamaram ao Richie(45:40) Análise de capa do álbum(48:38) O que era a Optimus Discos?(50:44) PTM e Richie fazem previsão sobre resultado de Portugal no mundial(52:56) O que Richie acha sobre uso de AI na música(01:02:59) PTM triste por Richie não introduzir uma música no álbum(01:08:24) Participar em diferentes podcasts e as principais diferenças entre eles(01:10:50) Como decidir o que se vai tocar ao vivo?(01:12:53) Como é usar acontecimentos de vida para escrever na comédia vs na música(01:16:58) Videoclipe de C'est La Vie com Plutonio(01:19:18) Será que Richie sabe quantas vezes já disse Bridgetown nos seus sons?(01:20:13) Experiência de fazer um documentário(01:23:13) Ouvir música quando já está lançada soa diferente?
Adriellen ficou conhecida nacionalmente após uma gravidez rara de gêmeos com pais diferentes. Anos depois, seu nome voltou às manchetes da pior forma possível: morta dentro da casa da cunhada, com um tiro no peito, enquanto a própria bebê também saiu ferida. O ex-marido fugiu, permaneceu em silêncio e agora a investigação tenta entender o que realmente aconteceu naquela noite. Quantos sinais foram ignorados antes dessa tragédia?Assista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAN4HeD8Xh_QQV1QyDpBzJeSe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
“O mundo não pode continuar com a política da inimizade.” É desta forma que o Presidente de Cabo Verde enquadra a realização da Cimeira das Nações Crioulas, que decorre entre 28 e 30 de Maio, na cidade da Praia. Numa altura marcada por guerras, intolerância e profundas desigualdades, José Maria Neves defende um novo humanismo assente no diálogo, na cooperação e na valorização das identidades crioulas. O que representa esta Cimeira das Nações Crioulas num momento em que o mundo atravessa tantas tensões e conflitos? Essencialmente, este é um espaço de encontro. Vivemos num mundo disruptivo, de rupturas. Há muitas guerras, muitos confrontos e alguma desumanidade. Nós queremos recuperar a ideia do encontro, do diálogo, da busca de soluções negociadas e da cooperação para o desenvolvimento. As nações crioulas são nações que resultam de encontros entre culturas, entre povos, e mostram que o diálogo é possível. Precisamos de criar um movimento que defenda um novo humanismo. É por isso que estamos a realizar este encontro: para discutirmos, sobretudo, os novos caminhos para o futuro. Quantos países participam nesta primeira cimeira? Estarão presentes mais de três dezenas de países. A sessão de abertura contará com intervenções do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, do presidente da Aliança das Civilizações, ex-ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha, Miguel Ángel Moratinos e do Presidente de Portugal, António José Seguro, De que forma é que a cooperação entre as nações crioulas pode traduzir-se em ganhos concretos nas áreas da cultura, educação e economia? Nós vamos mostrar a enorme riqueza cultural das nações crioulas e isso contribui não só para o desenvolvimento das economias criativas, mas também para o crescimento económico e para a competitividade dos diferentes espaços. O que se pode ver nas nações crioulas é talento, criatividade, resiliência e uma enorme disponibilidade para as trocas. Ao realizarmos uma cimeira em que mostramos não só o percurso histórico das nações crioulas, mas também toda a sua riqueza cultural, as suas potencialidades económicas e os recursos disponíveis para que as pessoas vivam com mais dignidade, estamos naturalmente a criar uma cultura voltada para o desenvolvimento humano, para o crescimento económico e para o progresso. As línguas crioulas continuam, em muitos casos, a enfrentar dificuldades de reconhecimento institucional. Esta cimeira poderá contribuir para reforçar essa valorização? Espero que sim. No caso de Cabo Verde, o consenso tem sido difícil. Desde a Claridade, ou mesmo antes, com o movimento literário protagonizado, por exemplo, por Pedro Cardoso e Eugénio Tavares, houve um esforço de dignificação do crioulo. Depois, o próprio movimento da Claridade, com Baltasar Lopes da Silva, também ele filólogo, escreveu sobre a língua cabo-verdiana. Há hoje um novo momento de valorização da língua cabo-verdiana. Mas não tem sido fácil alcançar consenso, sobretudo por causa da riqueza do crioulo cabo-verdiano, que assenta na existência de várias variantes. Essa pluralidade dificulta um pouco, pelo menos no plano das ideias, a padronização da língua cabo-verdiana. Mas espero que, com este debate, com este encontro, com as discussões que vão ter lugar e com as perspectivas que se abrem para novos debates e novos temas relacionados com o crioulo, a língua cabo-verdiana possa afirmar-se cada vez mais. Cabo Verde pode afirmar-se como uma referência diplomática e cultural no espaço crioulo internacional? A ideia é precisamente essa: criar um movimento. Um pequeno Estado, como é o caso de Cabo Verde, tem de liderar pelo exemplo. Cabo Verde é um país que tem a ambição de ser útil à comunidade internacional. Nós podemos mostrar que o mundo, quando assente no racismo, na violência e nos confrontos, tem de encontrar novos caminhos. E as nações crioulas mostram um pouco esses caminhos. São povos que vieram de várias origens e que formaram outras culturas, outras nações. Independentemente da violência ou das rupturas iniciais, o importante é o caminho que foi feito no sentido de esses países e dessas nações criarem novas pontes de diálogo e espaços de entendimento. O não-racismo, a não-violência - estes encontros acabam por mostrar que há novas possibilidades, outras formas de viver. Nós podemos olhar para a dignidade da pessoa humana e não assentar o mundo no racismo, na violência, nas guerras e num confronto permanente. Penso que este é o contributo das nações crioulas e Cabo Verde pode liderar esse movimento. Não há alternativa: existem outras formas de viver e outras formas de pensar. A cooperação solidária para o desenvolvimento é possível. A cimeira surge também como uma mensagem política em defesa do diálogo e da paz? Exactamente. Temos de perceber que não podemos continuar com a política da inimizade. Achille Mbembe escreve precisamente sobre a política da inimizade, que se aproxima, de certa forma, da biopolítica de que fala Foucault. O que queremos aqui é mostrar que é preciso respeitar o outro e abandonar uma perspectiva permanente de intolerância, destruição ou eliminação do outro. Portanto, a amizade, o diálogo, a paz e a cooperação são fundamentais. O que encontramos hoje é uma grande desigualdade nos termos de intercâmbio. Mas devemos construir intercâmbios entre os Estados, entre o Norte e o Sul, em novas bases - bases mais igualitárias, com mais tolerância e com os olhos postos na dignidade da pessoa humana.
Quantos votos vale nas eleições brasileiras uma foto com Donald Trump? O presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) acha que vale alguma coisa. O âncora da CNN William Waack, Thaís Herédia, analista de Economia, Caio Junqueira, analista de Política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, e Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, debatem sobre o encontro entre o senador e o presidente dos EUA, em Washington. Também participam desta edição Renato Buranello, presidente do IBDA e vice-presidente da Abag, e Hussein Kalout, professor de Relações Internacionais e pesquisador de Harvard.
Neste episódio impactante do Podcast de Vendas do Diego Maia, você vai mergulhar nas principais lições do livro “Mais Esperto Que o Diabo”, de Napoleon Hill, uma das obras mais provocativas sobre comportamento humano, medo, disciplina, sucesso e controle mental.Mas este não é apenas um resumo do livro “Mais Esperto Que o Diabo”.Neste episódio, Diego Maia conecta os ensinamentos de Napoleon Hill com sua própria trajetória no mundo das vendas, dos negócios e do empreendedorismo, mostrando como venceu inseguranças, rejeições, dificuldades e construiu autoridade nacional no mercado brasileiro de palestras, treinamentos e vendas.Se você procura um episódio sobre:Mais Esperto Que o Diabo resumo;Napoleon Hill vendas;medo de vender;como vencer o medo;mentalidade de sucesso;disciplina em vendas;desenvolvimento pessoal para vendedores;como controlar a mente;vendas e comportamento;sucesso profissional;motivação em vendas;como ter disciplina;mindset de vendas;liderança pessoal;inteligência emocional em vendas;…este conteúdo foi feito para você.Napoleon Hill escreveu “Mais Esperto Que o Diabo” em 1938, mas o livro ficou décadas sem ser publicado. O motivo? Suas ideias eram consideradas fortes demais para a época. Na obra, Hill cria uma entrevista fictícia com o próprio Diabo, revelando como milhões de pessoas vivem presas ao medo, à procrastinação, à insegurança e ao que ele chama de “deriva”.Segundo Hill, pessoas em deriva vivem sem direção. Apenas reagem à vida. Não assumem controle da própria mente. Não desenvolvem disciplina. Não tomam decisões claras.E Diego Maia faz uma reflexão poderosa neste episódio:Quantos vendedores vivem exatamente assim?Quantos profissionais deixam de prospectar por medo da rejeição?Quantos empreendedores deixam de crescer por medo da opinião dos outros?Quantas pessoas talentosas vivem pequenas porque têm medo de se expor?Neste episódio do Podcast de Vendas, Diego Maia mostra que o verdadeiro jogo das vendas começa na mente.Antes da técnica…Antes do fechamento…Antes da negociação…Existe a postura mental.Diego Maia compartilha como construiu sua carreira através da disciplina, da constância e da decisão de não viver “em deriva”. Ele relembra o início da trajetória, quando ainda não possuía autoridade, audiência ou reconhecimento, mas já tinha clareza sobre onde queria chegar.Hoje, Diego Maia é reconhecido como um dos maiores especialistas em vendas do Brasil, autor de 8 livros, palestrante de vendas e fundador da CDPV — Companhia de Palestras, agência que conecta palestrantes aos maiores eventos corporativos do país desde 2003.Neste episódio, ele mostra que grandes vencedores não são pessoas sem medo. São pessoas que aprenderam a agir apesar do medo.Você vai entender:O verdadeiro significado de viver em deriva;Como o medo destrói resultados em vendas;Por que disciplina vale mais do que talento;Como assumir controle da própria mente;O que vendedores de alta performance fazem diferente;Como desenvolver mentalidade vencedora;Por que o sucesso depende de decisão e atitude;Como aplicar os ensinamentos de Napoleon Hill nas vendas e na vida.Se você trabalha com vendas, liderança, empreendedorismo ou deseja desenvolver uma mentalidade mais forte para crescer profissionalmente, este episódio pode provocar mudanças profundas na sua forma de pensar e agir.
Alexandre Garcia comenta denúncia de Renan Calheiros sobre ligação de Hugo Motta com Banco Master, caso de abuso de autoridade em Cuiabá, e demora para exploração de fosfato no Brasil.
Nesta república de sonsos, em breve o ódio terá o melhor de nós, a parcela que, num acesso revoltoso, se esforça ainda por compreender o estado das coisas, e será a última expressão contendo um verdadeiro sinal de fervor, uma paixão indomesticada, e o melhor de um antigo anseio confessional, que, vendo-se livre das peias da civilização, se mostrará tomado por essa virulência de ordem mais ou menos espasmódica, impetuosa, capaz de introduzir algum nível de contraste neste mundo. De resto, à nossa volta tudo é cada vez mais cruel e frio, desapaixonado, incapaz de justificar-se senão com essa lógica desprezível daqueles que parecem dispostos a sacrificar tudo em seu nome, de forma que as existências mais degradantes estão defendidas pelo mais rasteiro dos propósitos, que é o da auto-preservação. De qualquer modo, naquele mundo que hoje temos diante de nós, todo o bem é demasiado relativo, e só no mal se acha ainda algum empenho em direcção ao absoluto. Ansiamos por um tempo que já não nos foi dado viver a não ser por vislumbres, visitações em que certos estados fricativos pareciam apossar-se de nós, e tomávamos o embalo de fúrias que foram sendo vistas sempre como o sinal de que um ser se desatrelou, perdeu o eixo, a noção, danou-se, deu a sua carne e espírito de alimento àquelas regiões mais sórdidas, baixas, infernosas… Por isso se pressente como só em horas perdidas os seres se entregam às explorações dessa dimensão de treva que temos sempre trancada nos fundos. Mas se o ódio às vezes tem em si o melhor de um tipo, e somos levados a livrar-nos desse manancial, a tê-lo como uma substância de que devemos envergonhar-nos, seria bom pensar porque é assim. Num mundo em que de qualquer modo, “cada um, de seu próprio passo, vai para o Diabo à sua maneira” (William Hazlitt), não deixa de ser curioso como ódio se tornou uma reserva íntima, sendo-lhe recusado qualquer papel na vida pública, e o seu efeito no campo político é sempre encarado como algo que os espíritos lúcidos devem contrariar, exorcisar. Como assinala David Graeber, hoje tendemos a assumir que a expressão “política do ódio” possui necessariamente conotações de direita (uma vez que normalmente é aplicada ao racismo, ao ódio étnico ou à homofobia) e, por consequência, que o tabu em torno da expressão do ódio político representa uma vitória de sensibilidades essencialmente de esquerda. Mais à frente, nesse ensaio em que este ensaísta comprometido com o anarquismo nos diz que o ódio foi transformado num tabu político, ele nota como a própria ideia de “crime de ódio” inverte o princípio jurídico tradicional segundo o qual um crime passional deve ser punido menos severamente do que um crime motivado por cálculo frio e interesse pessoal.” Talvez não seja coincidência que a vaga de legislação contra crimes de ódio nos anos 90 tenha sido rapidamente seguida por legislação ‘antiterrorista', a qual igualmente estipula penas mais pesadas para crimes motivados por paixões políticas (e, dada a forma como as leis costumam ser redigidas, essas paixões podem incluir o mais benevolente idealismo ou amor pela humanidade ou pela natureza) do que para os mesmos crimes cometidos por lucro económico ou interesse privado.” O capitalismo não é senão o triunfo daqueles que dominam uma violência tremenda mas carregada de subterfúgios, de ordem sempre excepcional, o que faz vigorar uma espécie de burocracia torcionária, que consegue sempre construir as excepções que acabam por tornar nulas todas as funções de justiça, e, desse modo, são precisamente os miseráveis que triunfam e impõem as suas funções de ordem escatológica. "Fizeram-se leis, morais, estéticas, para vos impor o respeito pelas coisas frágeis”, dizia Louis Aragon, antes de desferir o seu golpe: “O que é frágil é para partir." Vemos como por toda a parte estamos imersos nos rigores processionais dessa liturgia pública dos sentimentos bondosos, dos valores que são esgrimidos virtuosamente nos discursos, mas que exprimem sempre uma certa dose de consternação diante do mundo, como se alguma coisa tivesse ido contra os planos. Enquanto isso é o ódio que parece levantar suspeitas, como se fosse uma excrescência arcaica, um resto tóxico da animalidade histórica, algo a evacuar por via higiénica, farmacológica ou policial. O ódio tornou-se o afecto interdito. Já não apenas um vício, mas uma espécie de crime atmosférico, e, desse mesmo modo, tudo deve ser moderado, reciclado, transformado em “desconforto”, “mal-estar”, “polarização”. Contudo, por detrás desta moral desinfectada, o ressentimento alastra por toda a parte, tantas vezes acicatado pelas zonas onde a regulação dinamiza um quotidiano em que vamos à procura uns dos outros nessa Cybéria, a fossa da internet 2.0, contaminada pela estimulação nevrótica das burocracias quando aplicadas à gestão de humores para fins de rentabilidade, esse limbo onde cada vez mais os paraísos se artificializam e os infernos animam os mecanismos administrativos de humilhação num tempo que se esburacou e perdeu toda a fantasia e graça ociosa, instalando-se numa ferocidade passivo-agressiva em que tudo cede a outra coisa, em que se articulam os planos e níveis de um infindável enredo distractivo, uma miragem que dissolve tudo, e a própria inteligência definha e perde todo o sentido e alcance. “A única intimidade que nunca vi vacilar ou esmorecer foi a de carácter puramenrte intelectual”, escrevia faz mais de dois séculos Hazlitt. “Não havia nesta nada de hipócrita ou enfadonho, nada dos queixumes de uma sensibilidade lamurienta. Os nossos conhecidos mútuos eram considerados meramente como sujeitos de conversa e de saber, e não de afecto. Não eram vistos nas nossas experiências senão como ‘ratos de laboratório': ou, como malfeitores, eram regularmente abatidos e deitados na mesa de dissecação. Não poupávamos amigos nem inimigos. Sacrificávamos as deficiências humanas ao altar da verdade. Os esqueletos do carácter podiam ser vistos, depois de extraído o sumo, esvoaçando ao vento como moscas em teias de aranha: ou eram conservados para futura inspecção num frasco de ácido decantado. A demonstração era tão bela quanto nova. Não havia excedente de rancor: nada se conserva tão bem como uma decocção de amargura. Vamos ficando cansados de tudo menos de ridicularizar os outros e de nos congratularmos pelos seus defeitos.” Também Freud terá afirmado que a civilização começou quando um homem, em vez de uma pedra, atirou um insulto. Assim nos foi lembrado por Ricardo Norte, num excelente ensaio sobre as propriedades exaltantes do insulto, em que notava que, ao contrário do que se tornou habitual ouvir da boca dos nossos troca-tintas que gozam até ao limite da tal liberdade de expressão, sem nunca realmente levarem a algum extremo que justifique ou ilustre o vigor desse exercício, as palavras podem magoar muito mais do que um acto. Insultar, etimologicamente, lembrava o Norte, quer dizer saltar sobre, atacar. “Quantos insultos não foram o despertar de obras e gestos memoráveis ao longo da história? Diria mesmo, que a maioria das vezes, é a resposta demorada e reflectida a um insulto que está na génese de muitas obras-primas da literatura. (…) Além disso, o insulto está presente em todo o lado, mesmo entre amigos é recorrente a alcunha insultuosa como demonstração de afecto. A centralidade do insulto no fundamento dos laços humanos é incontestável, ao ponto de Lacan dizer: ‘Há um certo número de funções produzidas pelo facto de o homem habitar na linguagem [...] o ponto de partida da grande poesia, [...] essa relação fundamental estabelecida pela linguagem e que não devemos ignorar: é o insulto. O insulto não é agressão, o insulto é outra coisa completamente diferente, o insulto é grandioso, é a base das relações humanas, não é? Como dizia Homero... Podem ver como cada um obtém o seu estatuto a partir dos insultos que recebe. De que serve tentar camuflar isso com uma tinta qualquer, rosada, chamando-lhe emoção?' Como ninguém leu e nem soube digerir essa engenhosa licença para a bordoada que o Norte andou empenhadamente a montar, e sempre a nossa favor, não daqueles que têm o prestígio de uma proferição feita apartir de uma destacada tribuna, mas que, por isso, mesmos e tornam mais engenhosos no que toca a ensaiar golpes de rins, golpes baixos e assim por diante, até o Drummond ele apanhou por aí barafustar entredentes, praguejando lá com os seus botões: "Nada acontece/ na cidade. O último crime/ foi cometido no tempo dos bisavós. Ninguém foge de casa, ninguém trai./ Repetição de cores e casos, /ó bolor/ da vida longa, no chão pregada a oitenta/ pregos!/As pessoas se cumprimentam, se perguntam/ sempre as mesmas coisas, esperando /lentas confirmações/ milimetricamente conhecidas./ Ai, tão bem-educadas, as pessoas./ Que fazer para não morrer de paz?” Por tudo isto estamos tão necessitados dos efeitos curativos do ódio, esse que Bernhard manejou e elevou a uma razão infrene, provando que está longe de ser uma emoção descontrolada, um ânimo demencial, mas que é, na verdade, uma ferramenta de precisão, um meio para desconstruir e aniquilar o que é falso, medíocre e opressor. Num momento em que, sob o pretexto de "combater o ódio", tem havido lugar a toda essa proliferação de regulamentos, decretos, leis, que têm como efeito real a criminalização do discurso e são totalmente contrárias àquilo que se chamava democracia, como bem vincou o Norte, é preciso reconhecer que a própria inteligência tem um custo, comporta riscos, sobretudo porque nos compromete com as suas resoluções. E aqui vamos arrancar outra dessas traças imundas coleccionadas naquele ensaio pelo Norte, traças dessas que sujam tudo, servem mesmo para nos mostrar como os seres dedicados a construir ilações profundas parece que sobrecarregam as suas sombras de movimentos, concentram possibilidades de uma acção diferida, como se entender fosse criar sequelas, repetir infinitamente a mesma cena, concebendo essas frases com um poder que leva o leitor a desaprender as letras, como se fosse obrigado a voltar ao período em que tinha de gaguejar as sílabas antes de se achar na posse de uma palavra, e depois da frase. Temos de voltar a isso, a citações que se debatem nas nossas mãos e causam uma certa repulsa, enchendo-as da tinta dessas asas acumuladoras de sombras. Jean-Luc Nancy: "Pensar, ou querer pensar, é pesado. [....] Que peso é esse? Em geral, o peso consiste em estar fora de si, em ter o seu ponto de aterragem ou lugar de presença, a sua terra, chão ou vazio, a sua pertença ou abismo, fora de si. Peso significa cair fora de si mesmo." Neste episódio, quisemos dar expressão à figadeira, virar os frascos e dar alguns sinais dessa linhagem estarrecedora dos seres capazes de pegar em banais escaramuças e transformá-las em contendas lendárias, e nisto fomos incentivados pelas explorações do Ricardo Mangerona, que além de uma estreia com um romance que recoloca esta forma em cena de um modo que nos lembra o vigor das suas soluções, a propriedade muito particular desse enredo cumulativo, generoso, capaz de articular uma crónica ponderosa, e que deixava as suas marcas emocionais, tem feito ainda um percurso invulgar enquanto tradutor, e, depois do estupendo volume dedicado a Hazlitt, “Do Prazer de Odiar e Outros Ensaios”, anda agora a braços com uma reunião das intervenções de David Graeber, que em grande medida ilustram porque a tradição anarquista consegue dar respostas num tempo em que outras linhagens se enredam e se mostram incapazes de qualquer convicção.
Você sabe realmente como funciona um funil de vendas? Neste episódio do Podcast de Vendas do Diego Maia, você vai entender de forma simples, prática e objetiva como funciona uma das ferramentas mais importantes do mundo comercial moderno. Se você trabalha com vendas, lidera equipes comerciais, é empreendedor ou deseja aumentar seu faturamento com mais previsibilidade, este conteúdo pode transformar sua visão sobre vendas.Muita gente ainda vende no improviso. Vive correndo atrás de clientes desesperadamente, sem planejamento, sem estratégia e sem previsibilidade. O problema é que empresas que dependem apenas da sorte acabam sofrendo com oscilações constantes no faturamento. É aí que entra o funil de vendas: um modelo estratégico que organiza o processo comercial e ajuda vendedores e empresas a entenderem exatamente em que etapa cada cliente está.Neste episódio, Diego Maia — considerado o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, autor de 8 livros, especialista em vendas e CEO da CDPV Companhia de Palestras — explica de maneira clara como o funil de vendas funciona na prática e por que ele é indispensável para qualquer negócio que queira crescer de forma estruturada.Você vai entender o significado do topo, meio e fundo do funil de vendas, além de aprender como cada etapa influencia diretamente no fechamento de negócios. O episódio mostra como atrair clientes, gerar relacionamento, criar confiança, conduzir negociações e aumentar a taxa de conversão comercial.No topo do funil, você descobrirá a importância da geração de atenção. Redes sociais, indicações, marketing digital, networking, conteúdo e presença digital são fundamentais para atrair potenciais clientes. Afinal, ninguém compra de quem não conhece.No meio do funil, Diego Maia fala sobre relacionamento, acompanhamento e construção de confiança. É aqui que muitos vendedores perdem vendas importantes por falta de processo, disciplina ou acompanhamento adequado. Quantas vendas morrem simplesmente porque o vendedor desapareceu? Quantos negócios deixam de acontecer por falta de conexão?Já no fundo do funil, entra a etapa da proposta, negociação e fechamento. Mas este episódio deixa claro um ponto importante: fechamento não começa na proposta. O fechamento começa muito antes, na forma como o cliente foi atraído e conduzido ao longo da jornada de compra.Além disso, Diego Maia mostra como usar métricas simples para entender a performance comercial. Quantas pessoas entram no funil? Quantas avançam? Quantas recebem proposta? Quantas compram? Quem entende essas métricas consegue prever crescimento, identificar gargalos e melhorar resultados de vendas de maneira inteligente.Este episódio é ideal para:vendedores iniciantes;profissionais comerciais;empresários;gestores de equipes de vendas;representantes comerciais;autônomos;empreendedores;pessoas que desejam entender funil de vendas;quem busca vender mais com estratégia.Se você procura conteúdos sobre:funil de vendas explicado;como funciona funil de vendas;etapas do funil de vendas;processo comercial;gestão de vendas;técnicas de vendas;vendas consultivas;conversão de clientes;pipeline comercial;prospecção de clientes;fechamento de vendas;vendas B2B;vendas B2C;marketing e vendas;previsibilidade comercial;como vender mais;…este episódio foi feito para você.Diego Maia é referência nacional em vendas, liderança comercial e motivação para equipes de alta performance. Há anos impacta empresas, vendedores e empreendedores em todo o Brasil através de palestras, treinamentos, conteúdos digitais e do tradicionalSiga Diego Maia no Instagram clicando aqui.
“E ele disse-lhes: Quantos pães tendes? Ide ver. E, sabendo-o eles, disseram: Cinco pães e dois peixes.” Marcos 6:38 ARC O que você tem é o suficiente para alcançar o que almeja?Nesta história havia uma multidão caminhando com Jesus que precisavam se alimentar, com apenas cinco pães e dois peixes houve o milagre da multiplicação, onde milhares de pessoas foram alimentadas.Muitas vezes quando olhamos a nossa capacidade diante do desafio que está a frente, preferirmos desistir, ao enfrentar a situação com o melhor daquilo que temos.“Em nós não há nada que nos permita afirmar que somos capazes de fazer esse trabalho, pois a nossa capacidade vem de Deus.” 2Coríntios 3:5 NTLH O nosso limite como homem pode ser finito, com Deus ele é sobrenatural e sem fim. Que você possa crer em Deus e na capacidade que tem lhe dado para enfrentar e aproveitar as oportunidades da vida.Pergunte a si mesmo:Estando você com Deus qual é o limite da sua vida?Oração: Senhor, nos ajude a ter a coragem de enfrentar situações que julgamos além da nossa capacidade, nos capacite para que possamos ser mais fortes em ti.Em nome de Jesus, amém !Que você tenha um dia abençoado!Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo#DeusMeCapacita#emtieutudoposso#ubiratanpaggio@ubiratanpaggio@ubiratan.paggio
As altas tensões na região do Golfo continuam. Project Freedom é o nome que o Comando Central dos EUA dá à nova operação militar que pode vir a ter um capítulo ofensivo, como de escolta naval armada para permitir o desbloqueamento do Golfo e do Estreito de Ormuz. Quantos navios de combate têm as forças norte-americanas na área? Podemos estar à beira da Segunda Guerra do Golfo, agora com o nome de Projecto Liberdade? Ouça o comentário de Nuno Rogeiro na versão podcast do programa Jogos de Poder, emitido na SIC Notícias a 5 de maio.Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Quantos bugs você descobre tarde demais, quando corrigi-los já virou um pesadelo de retrabalho? Neste Snippet, Henrique Oliveira, Quality Assurance na dti digital, explica como a mentalidade Shift Left transforma problemas de última hora em decisões conscientes tomadas no momento certo, ainda no início do ciclo de desenvolvimento. Você vai entender por que qualidade deixa de ser uma etapa final e se torna algo construído desde o refinamento. Dê o play e ouça agora!Assuntos abordados:O que é Shift Left em QA;Evolução do papel do QA;Engajamento precoce em refinamentos;Análise de risco focada;Consequências de testar apenas no final.Links importantes:Vagas disponíveisNewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: entrechaves@dtidigital.com.brO Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP
No último vídeo do canal sobre a possível ameaça de um computador quântico à criptografia do Bitcoin, vimos como o tema já vem sendo tratado por desenvolvedores e pesquisadores desde o início da rede, e como o risco é limitado. Hoje vamos ver qual é a porcentagem da rede Bitcoin exposta a um eventual risco quântico e o que pode ser feito hoje mesmo para reduzir essa exposição, sem nenhuma mudança no protocolo. Proteção quântica já!Vídeo sobre a Ameaça Quânticahttps://youtu.be/cBJM6kq6FiIWicked Smart Bitcoinhttps://x.com/w_s_bitcoinhttps://wickedsmartbitcoin.com/Painel de Exposição Quântica do Bitcoinhttps://wickedsmartbitcoin.com/quantum_exposurehttps://github.com/w-s-bitcoin/webapps-quantum-exposurePlaylist Privacidade no Bitcoinhttps://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmhS94ynhdPIK6quG_OcprXfGravado no bloco 944868________________APOIE O CANALhttps://bitcoinheiros.com/apoie/⚡ln@pay.bitcoinheiros.comPara agendar uma CONSULTA PRIVADA com o Dov: https://consultorio.bitcoinheiros.com/Consulta pública: https://ask.arata.se/bitdov00:00 Introdução00:27 Guia para autocustódia segura de Bitcoin07:12 A computação quântica pode quebrar o Bitcoin?09:25 Como os bitcoins estão protegidos na rede 15:11 Quantos endereços estão expostos?22:45 O que torna uma carteira vulnerável a ataques quânticos23:42 A origem do problema: Os endereços mais inseguras da rede27:28 O canário na mina para a segurança do Bitcoin30:37 Histórico de vulnerabilidades e exposição de chaves33:45 Quanto tempo levaria para transacionar os Bitcoins em risco?37:40 O perigo nas corretoras e o risco quântico44:37 Baleias anônimas de Bitcoin sob risco quântico50:47 Por que você JAMAIS deve reutilizar endereçosEscute no Fountain Podcasts (https://fountain.fm/join-fountain)para receber e enviar satoshinhos no modelo Value4ValueSIGA OS BITCOINHEIROS:Site: https://www.bitcoinheiros.comTwitter: https://www.x.com/bitcoinheirosAllan - https://www.x.com/allanraicherDov - https://x.com/bitdovBecas - https://x.com/bksbk6Instagram: https://www.instagram.com/bitcoinheirosFacebook: https://www.fb.com/bitcoinheirosPodcast: https://anchor.fm/bitcoinheirosMedium: https://medium.com/@bitcoinheirosCOMO GUARDAR SEUS BITCOINS?Bitcoinheiros recomendam o uso de carteiras Multisig com Hardware Wallets de diferentes fabricantes ou próprias.Para ver as carteiras de hardware que recomendamos, acesse https://www.bitcoinheiros.com/carteirasVeja os descontos e clique nos links de afiliados para ajudar o canalPor exemplo, para a COLDCARD - https://store.coinkite.com/promo/bitcoinheirosCom o código "bitcoinheiros" você ganha 5% de desconto na ColdCardPlaylist "Canivete Suíço Bitcoinheiro"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmg-KH5bwzMU4sdyMbVMPqwbPlaylist "Carteiras Multisig de Bitcoin"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmi74PiIUSnGieNIPqmtmdjWISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE:Este conteúdo foi preparado para fins meramente informativos.NÃO é uma recomendação financeira nem de investimento.As opiniões apresentadas são apenas opiniões.Faça sua própria pesquisa.Não nos responsabilizamos por qualquer decisão de investimento que você tomar ou ação que você executar inspirada em nossos vídeos.P.S. para os buscadoresSomos bitcoinheiros, não bitconheiros, nem bitconheros, bitcoinheros, biticonheiros, biticonheros ou biticoinheros.O Dov é bitcoinheiro, não bitconheiro, nem bitconhero, bitcoinhero, biticonheiro, biticonhero ou biticoinhero.É Bitcoin, não Bitcon e nem Biticoin :)
É a polémica histórica do momento: quantos presos políticos havia, afinal, antes do 25 de Abril e depois do 25 de Abril? Procuramos responder a essa questão sem paixões e com os dados disponíveisSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Participe do Circuito Asics Run Challenge - https://cnoar.run/RunchallengeUse o cupom CORRIDANOAR10 para ter 10% offAtleta homem pode puxar uma atleta mulher em uma prova? Mulher pode puxar mulher? Homem pode puxar homem? Quantos atletas estrangeiros podem correr provas oficiais? Falando em atletas estrangeiros World Athletics barrou a farra de tranferência de nacionalidade.Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
A União Europeia anunciou que tem pronta uma aplicação para verificar a idade de quem acede às redes sociais. A ideia é proteger crianças e adolescentes da violência, sexualização e desinformaçãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Quantos sonhos você já colocou em pausa esperando o “momento certo”? E se esse momento for agora? No episódio #303 do SNICAST, o Preletor Marcos Antonio de Carvalho Guedes conduz uma reflexão profunda e transformadora sobre o poder da decisão e da ação imediata. Inspirado nas obras O Livro dos Jovens e Todos podem ter sucesso este episódio é um verdadeiro chamado para você sair da inércia e assumir o protagonismo da sua vida.Mais do que um episódio, este é um convite para você olhar para dentro, despertar seu potencial infinito e dar o primeiro passo rumo à realização dos seus sonhos: hoje, não amanhã.| Os livros-textos deste episódio são: O Livro dos Jovens / Todos podem ter sucesso / Vida Vigorosa / Base para uma família feliz; Para adquirir e estudar ainda mais, acesse: https://snibr.org/livrariapod;| Conheça as Revistas da Seicho-No-Ie! Para saber mais sobre essas publicações e como realizar a assinatura, acesse: https://snibr.org/Revistas_SNI| Para encontrar a Associação Local mais próxima de você, acesse: https://snibr.org/pod_onde_encontrar;| Quer começar a praticar a Meditação Shinsokan, mas não sabe como? Conheça a Meditação Shinsokan guiada: https://rebrand.ly/shinsokan_7min;| Acompanhe também as nossas redes sociais para mais conteúdos e novidades: https://rebrand.ly/FaceSNI (Facebook) e https://rebrand.ly/instaSNI (Instagram)
Quanto de dinheiro a sua empresa está perdendo todos os dias? Quantos clientes a sua empresa está perdendo? Quanto de talento a sua empresa está perdendo? Quantos clientes deveriam voltar neste mês e não voltaram? Todas essas perguntas tem impacto direto no caixa da empresa e tem relação direta com a gestão da experiência do cliente. Para falar mais sobre esse tema, o Prof. Dr. Fernando Coelho, autor do Livro Gestão de Vendas e Experiência do cliente, e diretor do Instituto Experiência do Cliente, comenta e traz insights importantes para os empresários. Dá o play e confere! Leve a Palestras Gestão de Vendas e Experiência do Cliente, do Professor Fernando Coelho, para sua empesa:https://www.institutoexperienciadocliente.com/Livro Gestão de Vendas e Experiência do Cliente:https://www.amazon.com.br/Gest%C3%A3o-vendas-experi%C3%AAncia-cliente-Encante-ebook/dp/B0FJYF325Z Siga o Professor Fernando Coelho, no Linkedin: https://www.linkedin.com/in/fernando-coelho-experi%C3%AAncia-do-cliente-%F0%9F%8F%B3%EF%B8%8F%E2%80%8D%F0%9F%8C%88%F0%9F%92%9B-bab71425/
10 de abril, Sexta-feira na Oitava da Páscoa -
Quantos problemas de comunicação se transformam em crises custosas dentro dos times sem ninguém perceber? Neste Enzimas, recebemos Marcely Vitória Alves Ferreira, do time de pessoas da dti digital, que reflete sobre como a escuta ativa é uma ferramenta fundamental para transformar a colaboração e os resultados em ambientes corporativos. Ela traz dicas práticas e explica como pequenos ajustes na forma de ouvir podem gerar grandes diferenças na performance organizacional. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:O que é escuta ativa estratégica;Escutar para compreender x escutar para responder;Liderança jardineira;Construção de segurança psicológica em times;Técnicas práticas de escuta ativa;Criação de ambientes seguros de conversa;One-on-Ones e retrospectivas eficazes.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #enzimas #lideranca
Protocolo que facilita entrada de imigrantes em Portugal está prestes a cumprir um ano. Mais de três mil já receberem vistos e o executivo faz uma balanço positivo da "via verde" para a imigração. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Rafael Arinelli, Daniel Cury e Edu Sacer dissecam o Oscar 2026, a cerimônia em que o Brasil bateu recorde com cinco indicações mas voltou de mãos vazias. E tá tudo bem.A noite foi dominada pelo duelo entre Pecadores (16 indicações, recorde histórico) e Uma Batalha Após a Outra, que levou seis estatuetas incluindo Melhor Filme e finalmente deu o Oscar de Direção para Paul Thomas Anderson. Michael B. Jordan se tornou apenas o sexto ator negro a vencer Melhor Ator em quase 100 anos, enquanto Jess Buckley (Hamnet) foi a primeira irlandesa a levar Melhor Atriz.Mas tem polêmica: a produção cortou discursos de vencedores asiáticos com música, mas deixou americanos falarem à vontade. Guerreiras do K-pop fez história levando Animação e Canção Original (Golden), provando que o K-pop dominou até a Academia. E a Noruega ganhou seu primeiro Oscar de Filme Internacional com Valor Sentimental, derrotando Agente Secreto numa disputa apertada.Conan O'Brien voltou como anfitrião, 19,7 milhões assistiram, e Brigitte Bardot ficou de fora do In Memoriam. Ah, e o Oscar pode ir pro YouTube em 2029.• 04m47: Pauta Principal• 1h16m56: Plano Detalhe• 1h30m26: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Junior• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Edu): Série: Paradise• (Edu): Filme: Encontros e Despedidas• (Dani): Podcast: Rádio Novelo Apresenta - Na Roda• (Dani): Livro: Sobre Meninos E Lobos• (Dani): Série: Rivalidade Ardente• (Rafa): Documentário: Quantos dias. Quantas Noites.Edição: ISSOaí
É frequente ouvirmos a frase “cortei nos hidratos”, a moda está cada vez mais presente no dia-a-dia. Mas porquê? Existe algum fundamento em acabar com todos os hidratos da nossa alimentação? E a cozinha portuguesa aguenta-se bem sem isso? Se formos a ver, nem por isso. A nossa gastronomia é assente na batata, no arroz, no grão, no pão. E está tudo bem com isso. Quantos orçamentos familiares resistem a uma dieta de salmão, de entrecôte e vazia? O bitoque acompanha com o quê? O problema é que a ciência parece concordar com a diminuição dos hidratos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Qual o tamanho do coração? Quantos ossos tem o esqueleto? Como os sistemas interagem no organismo? Todo mundo já se perguntou pelo menos uma vez: como somos por dentro? Localizado no Laboratório Anatômico do Centro de Ciências da Saúde da UFRJ, o Museu de Anatomia da UFRJ responde essas perguntas de forma inovadora. Conversamos com a estudante de Biomedicina da UFRJ Maggie Mariad sobre a técnica de plastinação, que permite que o público toque em órgãos humanos reais.Produção e apresentação: Louise Fillies e Luisa ScorzelliEdição: Thiago Kropf
Seja bem-vindo ao meu canal.➤ Dê um passo de fé e invista na expansão do Reino de Deus!Saiba mais e veja como contribuir: https://academiadafe.com.br/nova-sede/➤ Instagram: @heliopeixotofilho➤ Telegram: https://t.me/heliopeixoto_oficial➤ Devocional: https://especial.heliopeixoto.com/cadastro-devocional➤ Facebook: http://www.facebook.com/HelioPeixotoFilho
Quantos projetos digitais da sua operação nunca saíram do projeto piloto? Neste episódio, recebemos Cassiano Ebert, CIO Global, e Lilian Melo, Gerente Executiva do CENPES, ambos da Petrobras. Eles detalham os bastidores do projeto “Ativo 360” e como transformaram operações complexas vencendo o desafio que mais atrasa a inovação: fazer a solução ser realmente adotada em escala. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Projeto Ativo 360; Digitalização de operações críticas; Escalonamento de pilotos para resultados reais; Gestão de mudança; Adoção organizacional de iniciativas inovadoras; Segurança operacional e redução de exposição humana. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Assessoria esportiva online e cursos | E-book "Dieta Inteligente - Para Perder Gordura e Ganhar Massa Muscular" – só R$ 39,90 | Curso de Treino – Monte seu próprio treino ainda hoje | Curso de Emagrecimento – Como emagrecer e nunca mais engordar | Curso Sobre Esteroides Anabolizantes – Não use esteroides antes de fazer este curso | Curso de Suplementação para Praticantes de Musculação | Grupo do Telegram com promoções | Instagram | Facebook | Growth | Oficialfarma
O fecho do tráfego no estreito de Ormuz provocou ondas de choque nos mercados financeiros e de matérias primas, com as bolsas a caírem e o preço do gás liquefeito a disparar. Vem mesmo aí uma crise?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O fecho do tráfego no estreito de Ormuz provocou ondas de choque nos mercados financeiros e de matérias primas, com as bolsas a caírem e o preço do gás liquefeito a disparar. Vem mesmo aí uma crise?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na ressaca física e emocional dos espetáculos de Conversas de Miguel, Kiko is Hot vem esclarecer a sua perspetiva enquanto convidado residente. Além disso, fala com Pedro sobre a maravilha que são desumidificadores, não ser nomeado para Globos de Ouro, o que é ter asma, analisar cores e texturas de vomitado imediatamente após vomitar e ainda a sensação de ter empatia por criminosos.(00:00) Intro(00:23) A magia do desumidificador(05:04) Será que sabemos fazer testes do 3°ano?(07:47) Kiko fez 6 datas de Conversas de Miguel(10:14) Sensação de atuar num espetáculo ao vivo pela primeira vez(14:24) Sentir-se mais novo do que a idade que se tem(17:07) Eileen Gu responde a jornalista de forma honesta ou convencida?(22:05) Admitir que se está a trair a mulher em direto(25:03) Ter empatia por criminosos(29:40) O que é que Kiko gostou mais e menos em Conversas de Miguel?(34:04) Pânico antes de entrar em palco(39:21) Ressaca emocional pós show(43:39) Participação traumática no Vale Tudo(48:42) O que se ganha em ser nomeado para Globos de Ouro?(52:17) Aceitar desafios para provar que se é capaz(57:54) Kiko tem solução para os buracos nas estradas(59:44) Quantos anos vão ser precisos para recuperar as estradas?(1:02:35) Importância de saber gozar connosco(1:05:43) O que é ter asma?(1:07:40) Ir a consulta de imunoalergologia(1:11:10) Jorge Batista indignado por não poder ser javardo à vontade(1:18:50) Nuno Homem de Sá lança série “Crónicas de um Inocente Arguido”(1:27:33) Analisar vómito imediatamente após vomitar
TEMPO DE REFLETIR 01676 – 15 de fevereiro de 2026 Efésios 4:25 – Cada um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade ao seu próximo. Começavam nas lojas dos Estados Unidos os lançamentos de primavera. Quatro garotas alunas de um colégio chegaram atrasadas porque decidiram que, antes das aulas, passariam pelo shopping para ver as novidades. Por isso, perderam uma prova que tinha sido dada nos primeiros períodos da manhã. As meninas foram falar com a professora, pedindo que ela fosse gentil e lhes permitisse a realização da prova. Argumento: “Professora, o pneu furou. Não havia socorro por perto e não deu para chegar antes. Eu sei que a senhora entende. Podemos fazer a prova? Por favor, prô, a senhora é boazinha! Sem problemas?” A professora admitiu e disse: “Sentem-se cada uma num canto da sala. A prova de vocês vai ter apenas uma pergunta: Qual pneu furou: dianteiro ou traseiro, e de que lado?” Quantas vezes nos colocamos em encrencas porque não tivemos a coragem de ser honestos e de falar a verdade? Esse é um assunto ao qual devemos dedicar vigilância e cuidado porque a mentira tem sua esfera de atuação não apenas naquilo que falamos. Dessa forma, qualquer coisa que eu disser ou fizer com a intenção de enganar, é mentira. Sem perceber, podemos passar uma ideia ou dar uma impressão que não seja a verdadeira. Por que não podemos mentir uma ou outra vez para evitar uma situação embaraçosa, se não vamos prejudicar ninguém, e não há perigo de que a mentira seja descoberta? Quantos nomes usamos para justificar a falsidade? Mentira branca, meia verdade, mentira social, etc. Assim, há filhos que mentem para seus pais. Há esposos que mentem para as esposas e vice-versa. Há outros que mentem para os vizinhos e colegas de trabalho. E na vida pública existem aqueles que mentem diante das câmeras de televisão, sem gaguejar nem enrubescer. A mentira pode tomar sutilmente várias formas: fazer citações deturpadas, tirando palavras e frases do contexto; fazer generalizações exageradas de pessoas ou situações … Ellen White complementa: “A intenção de enganar é o que constitui falsidade. Por um relance de olhos, por um movimento da mão, uma expressão do rosto, pode-se dizer falsidades tão eficazmente como por palavras” (Patriarcas e Profetas, p. 309) Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, nossa oração hoje é a mesma do salmista: Que tudo aquilo que eu falar e pensar seja agradável a Ti, ó Senhor, minha rocha e redentor [Salmo 19:14]. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Episódio analisa a atuação do Vasco no empate com a Chapecoense. Por que o ataque falhou tanto? Por que a defesa ficou tão exposta no fim? Quantos reforços ainda vão chegar? Dá o play!
Quantos pilotos de tecnologia sua empresa já testou sem que nenhum chegasse à escala real? Neste Enzimas, recebemos Matheus Calderário, Gestor de Projetos de Inovação na MRS Logística. Ele compartilha critérios práticos para diferenciar tecnologias com potencial genuíno de transformação daquelas movidas apenas por hype, revelando o que realmente faz uma solução sair do papel e gerar retorno. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Identificação de dores reais; Análise de ecossistema e concorrência; Maturidade tecnológica; Validação com usuários; Alinhamento estratégico; Inovação real x hype. Ficou curioso? Então, dê o play! Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Episódio analisa a atuação vascaína na derrota para o Mirassol na estreia no Brasileirão. Por que o time insiste nos mesmos erros defensivos? Por que o sistema ofensivo foi tão pobre? Quantos reforços ainda vão chegar? Dá o play!
Miguel Costa Matos, com Seguro, defende o debate na rua, com o povo, de um candidato do país e não de quadrantes políticos. Rui Cardoso, do lado de Ventura, diz que é sinal de medo do adversário.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Episódio analisa a atuação do Vasco no mercado de transferências e a vitória na estreia no Carioca. Rayan vai sair agora? E Vegetti? Quantos jogadores vão chegar? O que deu certo e o que deu errado contra o Maricá? Dá o play!
Episódio analisa a atuação vascaína no mercado de transferências. Rojas e Saldivia chegam com qual status no elenco? Quantos jogadores vão chegar? Vegetti vai sair? Dá o play!
Um fluxo de pensamento um tanto enlouquecido para tentar responder à questão: estamos perdendo nossa capacidade de imaginar futuros?Apoie este podcast: alinevalek.com.br/apoieAssine nossa newsletter: alinevalek.substack.comFale comigo: escreva@alinevalek.com.brEncontro ao vivo Clube Bobagens ImperdíveisEvento com Carol Chiovatto: “Mulheres na Literatura Fantástica: sobre utopias e mundos resplandecentes”, garanta seu ingresso: https://www.sympla.com.br/evento-online/mulheres-na-literatura-fantastica-entre-utopias-mundos-resplandecentes/3258574Clube de Leitura Bobagens ImperdíveisConfira a programação e participe gratuitamente do nosso grupo de WhatsApp: https://alinevalek.com.br/clubedeleitura/Links relacionadosInsetos são o alimento do futuro? https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62ryw9lrnyo“Quantos livros restam dentro de você?”, texto de Antonio Xerxenesky: https://antonioxerxenesky.substack.com/p/quantos-livros-restam-dentro-de-voceAtriz de “As Visões de Raven” acredita ser clarividente na vida real: https://www.disney.com.br/novidades/9-coisas-que-voce-nao-sabia-sobre-as-visoes-da-ravenEpisódio “As previsões de Lovelock, o profeta de Gaia”: https://open.spotify.com/episode/0HMlRNjGS8ghbSw9SRgJ1L?si=fb297ccb1bf4412dLivro “O oráculo da noite”, de Sidarta Ribeiro: https://amzn.to/4pYA4ViLivro “A interpretação dos sonhos”, de Sigmund Freud: https://amzn.to/4sumpanTrilha sonora: “Bass Soli - Rollin at 5”, Kevin MacLeod; “Minor Lament for Solo Bass”, John Patitucci; “PELAGIC”, Density & Time; “Subterranean Howl”, ELPHNT1; “Gamela”, E's Jammys Jams; “Little Samba”, Quincas Moreira
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NÍVEL AVANÇADOCom mais de 200 milhões de habitantes, o Brasil tem como língua oficial o português. Mas, de norte a sul, esses milhões de pessoas falam de um modo particular. Hoje o Português em 5 minutos vai te ajudar a conhecer alguns dos sotaques brasileiros.Pergunta do episódio:Quantos países tem o português como língua oficial ou dominante?a) 5b) 8c) 12O episódio de hoje vai responder.Vocabulário:• sotaques pronúncias características de um país, de uma região ou de um indivíduo• lusófono país ou povo que tem o português como língua oficial ou materna
Quantos “nãos” são necessários para transformar uma ideia simples em uma empresa bilionária? Nesse episódio, vamos destrinchar a saga do Canva, a plataforma que redefiniu o design para milhões no mundo todo — começando com um produto de nicho, muitos rejeitos e uma visão disruptiva.Pedro Waengertner, CEO da ACE Ventures, recebe Pedro Carneiro, sócio da ACE Ventures, para uma conversa profunda sobre a trajetória da empresa australiana que hoje tem mais de 240 milhões de usuários e vale cerca de 42 bilhões de dólares. Eles discutem desde a importância de entender a real dor do cliente até os bastidores da captação marcada por 100 nãos, passando pelos momentos decisivos que levaram o Canva a se tornar uma força global fora dos centros tradicionais de inovação.Neste episódio, você vai entender:Como a fundadora Melanie Perkins transformou um problema simples em um produto que conquistou o mundoO papel das conexões, do talento e da execução para virar o jogo contra gigantes como AdobeA evolução constante do produto, incluindo a incorporação estratégica da inteligência artificialE o que empreendedores podem aprender com a cultura, as decisões difíceis e o mindset de “comece pequeno, pense grande” do CanvaSe você quer tirar lições práticas para aplicar no seu negócio, aumentar sua resiliência e pensar globalmente desde o começo, esse é o episódio. Dá o play e vem com a gente!
Confira mais um episódio do PFC Debate. Falamos de todos os assuntos possíveis, sobre corrida ou não, de um jeito que você não vai acreditar.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!Duda completou 42 anos correndo.Há quantos anos você corre?Tudo o que aconteceu com a Thaianara durante a ultramaratona de 24 horas.Camila está sofrendo no ciclismo.Tudo isso e muito mais no cardápio variado, com aquela mistura de informação, humor e opinião que só o PFC Debate sabe entregar. Escute, informe-se e divirta-se.Compre o livro da CamilaGrupo de promoções da ThainaraSiga quem faz o PFC Debate: Enio, Gigi, Marcos, Camila, Duda, Ana e Thainara.Use nossos cupons de desconto:KEEP RUNNING BRASIL - PFCCARAMELO - PFC10FOCO RADICAL - PFC10SPORTBR - PFC10CLUBE DE AUTORES - PFC10LIVE! RUN XP - PFC15MARATONA MONUMENTAL DE BRASÍLIA - PFC10CORRIDA INTEGRAÇÃO - PFC10MARATONA DE CRICIÚMA - PFC10MOUNTAIN DO - PFC20RSF PRO EVENTOS - PFC10
Num programa em família na calada da noite, matamos a vontade do Alan e corremos pro cinema para encontrar o Mickey! Mas não é o Mickey que você está pensando, meu amooor! Nosso encontro foi com o Mickey da classe trabalhadora, o Mickey oprimido, o Mickey revolucionário! Se você ainda não viu Mickey 17, pode ouvir o programa até uma certa parte, mas fica tranquilo que a gente avisa quando chegarmos na zona de spoilers! Grandes atuações, temática crítica ao capitalismo, putaria com cópias… o filme é bom e vai te pegar também! Aperte o play e fique ciente de que qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência! WIZKIDS Inglês para cada fase da infância. É Wizard. É WizKids. É WOW! Clique no link e ganhe 4 aulas grátis: https://mamicas.page.link/WIZARD_WIZKIDS_CDM OZOB: A CYBERPUNK BOARDGAME Faça parte do Financiamento Coletivo Internacional de OZOB: A Cyberpunk Boardgame: https://jovemnerd.page.link/Ozob_Gamefound_NerdCast REDES SOCIAIS Alan Dubox - @alandubox Andreia Pazos - @deiaduboc Agatha Ottoni - @agathaottoni ARTE DA VITRINE: Felipe Camêlo Baixe Versão Wallpaper da Vitrine CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD Mande suas histórias, críticas, elogios e sugestões para: canecademamicas@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store