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Enquanto Donald Trump surpreende com declarações contraditórias sobre um possível acordo com o Irão — anunciando primeiro bombardeamentos e depois uma assinatura iminente —, em Portugal o discurso do Presidente da República no 10 de Junho, nas comemorações do Dia de Portugal nos Açores, recolhe elogios transversais. Diogo Feio e Pedro Delgado Alves analisam as mensagens de Seguro sobre as Forças Armadas, a autonomia regional e o papel de Portugal no multilateralismo. Sobre o diploma das bandeiras, os dois comentadores convergem: é uma guerra cultural que desvia o debate do essencial. Na Prestação Social Única, o PS e o Governo continuam sem acordo, com Pedro Delgado Alves a alertar para os riscos de um “cheque em branco” sobre quem fica de fora e quais os valores a praticar. Já Diogo Feio critica a estratégia socialista de oposição sistemática e apela a uma maior disponibilidade negocial. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 12 de junho. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foi apresentado em finais de Maio em Paris, o terceiro e último volume do livro "Memórias em tempo de amnésia" de Álvaro Vasconcelos, especialista de relações internacionais e voz bem conhecida das nossas antenas. Nesta obra em três partes, o autor relata as épocas que atravessou, o salazarismo, o colonialismo português em África, nomeadamente em Moçambique onde viveu, os anos de militância política na África do Sul, em França e em seguida em Portugal, onde regressou na altura do 25 de Abril. No terceiro volume das suas memórias intitulado "O futuro para além do apocalipse", Álvaro Vasconcelos recorda a conquista da independência das ex-colónias, assim como os primórdios da democratização de Portugal e a sua adesão à União Europeia. O antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e fundador em Portugal do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais também evoca a viragem autoritária a que se assiste actualmente em várias partes do mundo, a que ele chama de «brutalismo» e que tem a ver com a corrente 'tecno-totalitarista', encabeçada nomeadamente por alguns magnatas da Silicon Valley. Álvaro Vasconcelos fala também da urgência ambiental, da urgência de não nos esquecermos que somos humanos, numa época em que tendemos a colocar tudo nas mãos da Inteligência Artificial. No fundo, ele fala da urgência de pensarmos. Neste livro denso que é uma chamada de atenção, ele começa cada capítulo com uma espécie de guião de filme e fala com um gosto não dissimulado de todas as fitas que o fizeram reflectir de outra forma sobre o mundo, porque este texto, ainda mais do que os anteriores, é uma declaração de amor à sétima arte. E evidentemente não podíamos deixar de falar -antes de mais- da importância que o cinema tem para Álvaro Vasconcelos. "O cinema é algo que me formou porque eu vivia na África colonial, na Beira, em Moçambique. E como era lá no fundo do Império, a ditadura era certamente muito mais suave para os brancos, para os negros era mais brutal do que em Portugal era para os portugueses. E os brancos da cidade da Beira, onde eu vivia, tinham acesso ao Cineclube da Beira, às grandes obras do cinema mundial, por exemplo, nós vimos o ‘Couraçado Potemkin', que em Portugal era absolutamente proibido. (…) E como o cinema, começamos a vê-lo mesmo muito, desde muitos miúdos, não só nos cineclubes, os cinemas eram a maravilha da época, era aquilo que nos educava, nos abria novos horizontes, que nos fazia rir com Charlot, com os irmãos Marx, que nos ensinava os problemas graves do mundo, como ‘Hiroshima mon amour', o neo-realismo italiano, ‘Os ladrões de bicicletas', etc. Evidentemente que o cinema teve para a minha geração e em particular para aquela que viveu no Império, mas não só, também também em Portugal, um impacto enorme, portanto, foi formativo. E ao escrever o último livro da minha trilogia, senti a necessidade de fazer um livro que fosse mais de reflexão que apenas descritivo da minha vida e de reflexão. Não sou filósofo, portanto, não podia ser uma reflexão filosófica. Mas era uma reflexão à volta das ideias que são veiculadas pelo cinema, que foram veiculadas pela grande literatura que eu li desde miúdo, que sempre me apaixonou e continuo a ler e que me ensinou imenso sobre o mundo. Eu descobri muitas coisas no cinema e na literatura que não era capaz de descobrir com o mesmo grau de profundidade dos ensaios", explica o autor. Nas suas memórias, Álvaro Vasconcelos fala da época colonial e também de uma descolonização das mentes que ainda não foi totalmente feita. "Em África, descobri a violência colonial e que a palmatória é um símbolo absoluto dessa violência. Palmatória com que iam castigar os empregados negros por coisas, não importa o quê. Mas mesmo que fossem coisas graves, era a mesma palmatória que era usada contra os escravos, como eu vi no Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo. Infelizmente não temos em Portugal, nenhum museu sobre a escravatura. Temos um pequeno museu em Lagos, mas não temos um grande museu, como têm os brasileiros. E essa palmatória era usada também pelo professor primário para nos manter. Identifico a violência brutal de que era vítima pelo professor primário, que tinha um poder absoluto sobre mim, com a violência, de que eram vítimas os negros, que não tinham direitos nenhuns, nem direito à vida. E para que isso pudesse ter acontecido, foi preciso criar uma narrativa de que eles não eram gente civilizada. E essa narrativa perdurou no pós 25 de Abril, porque nunca se fez um trabalho verdadeiro de descolonização das mentalidades. E hoje, quando os imigrantes são tratados como são tratados com desumanidade, é porque não são considerados humanos iguais a nós. E como não são considerados humanos iguais a nós, podem ser vítimas da arbitrariedade. Não têm os direitos iguais. Isso é uma questão fundamental", considera o estudioso. "Quando se deu o 25 de Abril, podia-se ter feito uma coisa extraordinária e teria ficado para a história. Era considerar que toda a gente que reside em Portugal tem os mesmos direitos. Há um país no mundo em que isso, pelo menos já acontece, que é na Nova Zelândia. E, portanto, se os imigrantes tivessem o direito do voto, seriam tratados de forma completamente diferente ", diz ao referir que, em vez disso, "são vítimas da desigualdade mais absurda da escravatura às vezes da violência da morte no Mediterrâneo. Em vez de irem socorrer, acham que é uma forma dissuasiva que eles morram no Mediterrâneo. Isso, evidentemente, é feito posto em prática por políticos democráticos, mas evidentemente que estão a abrir o caminho à extrema-direita que fará disso uma doutrina de poder." No capítulo que reserva a estes aspectos, o autor escreve que “o silêncio sobre a verdadeira natureza do colonialismo é um dos grandes fracassos da democracia portuguesa” e que “a Europa assumir que o colonialismo foi um crime contra a humanidade tornaria o seu discurso sobre a democracia muito mais legítimo.” "O 25 de Abril foi uma revolução extraordinária. Libertou os portugueses da ditadura e criou um sistema de liberdades públicas, de Estado de Direito. Isso deve ser sublinhado e eu sublinho no livro, porque é único no século XX, uma revolução que não foi só uma libertação, mas trouxe a liberdade. Podemos pensar, por exemplo, que a Revolução de Outubro libertou os russos do Czarismo, que era um regime terrível. Mas não construiu um regime de liberdade. Isso aconteceu em Portugal. Simplesmente, Portugal era ao mesmo tempo uma ditadura e um império. E quando se construiu a democracia, fez-se um trabalho mais ou menos profundo sobre o que era a ditadura, o que é que era o fascismo. Existem vários museus, o Museu do Aljube, um museu em Peniche, existe um trabalho de memória. Existem nos livros de História. Conta-se o 25 de Abril, todo esse passado ditatorial. As pessoas sabem que houve a tortura, que havia a PIDE, que as pessoas não tinham direito à palavra. Tudo isso faz parte da memória colectiva dos portugueses", constata Álvaro Vasconcelos. "O que não se fez nenhum trabalho. O que é que era o colonialismo? Não se explicou o que é que era a tortura em África, o que era o trabalho forçado. Qual era a origem que isso tinha na escravatura? Manteve-se um mito do lusotropicalismo, ou seja, que Portugal tinha contribuído para criar um mundo diferente, um mundo não racista, um mundo multiétnico. Até se dizia isso : ‘Deus criou os homens e os portugueses criaram as mulatas' escondendo que as mulatas nasciam muitas vezes de actos de violação absoluta, porque as mulheres negras não tinham direitos e, portanto, o senhor tinha um direito de pernada sobre a mulher negra. Isso acontecia frequentemente. Eu, aliás, entrevistei para um dos meus livros uma senhora africana que conta exactamente a história de uma mulher que, depois do 25 de Abril, andava à procura do homem branco, que tinha sido o pai dos seus filhos e que o homem branco tinha desaparecido. Tinha regressado a Portugal e que nunca mais soube dele. E as crianças queriam conhecer o pai. Mas isto é um caso de uma pessoa que se movimentou. A maior parte das vezes ficaram e são vítimas de toda a discriminação. Isso é o aspecto em que o 25 de Abril não fez esse trabalho", diz o politólogo. "Quando em Portugal surge um movimento de sociedade civil poderoso, hoje formado por intelectuais afro-descendentes que defendem o direito à igualdade, que tem voz no espaço público, quando nos lembramos, por exemplo, da Joacine Katar Moreira que foi deputada na Assembleia da República, a campanha racista contra ela. No Parlamento, a extrema-direita dizia ‘Volta para o teu país'. Estou a falar numa deputada, membro do Parlamento. Mas depois as intelectuais todas que são superactivas na sociedade portuguesa, que é aquilo que há hoje de mais vibrante na sociedade portuguesa, mais criativo. Publicam, fazem filmes como a Pocas Pascoal e outros. Ainda recentemente a Kitty Furtado organizou na Gulbenkian um ciclo sobre o cinema africano produzido em Portugal, com numerosos filmes, numerosos realizadores. Portanto, na Bienal de Veneza, há dois anos, a representação de Portugal foram artistas negros. Portanto, temos um movimento extraordinário. Esse movimento choca com esta mentalidade dominante. E então são acusados de serem ‘wokistas'. ‘Wokistas, quer dizer que são pessoas com consciência", sublinha o universitário. Relativamente às lições que se podem tirar do pós 25 de Abril, Álvaro Vasconcelos faz um balanço agridoce : apesar de considerar que “os seus objectivos essenciais foram atingidos: liberdade, fim do colonialismo e um estado inspirado nos modelos sociais europeus”, ele constara que “o que triunfou não foram os mecanismos que permitiriam compatibilizar a democracia liberal com o desejo de participação dos cidadãos (...) com o tempo, os partidos tornaram-se organizações fechadas (...) foram-se impondo como actores únicos do sistema politico”. "Portugal fez uma revolução que permitiu a existência de partidos políticos que não existiam antes. Mas a revolução, no momento em que ela aconteceu, despertou uma vontade de participação enorme na sociedade portuguesa. Todos os portugueses queriam participar na vida política pública. Eu próprio participei na criação de um jornal que era a voz do trabalhador e aquilo vendia-se como pãezinhos quentes. Quer dizer, toda a gente cria jornais. Toda a gente queria ler. Toda a gente fazia um pequeno comício. Enchiam-se de pessoas. Criaram-se cooperativas, associações de bairro, associações, moradores, associações agrícolas, movimentos cooperativos por todo o lado. Ao mesmo tempo, os partidos políticos foram-se consolidando como forças dominantes da sociedade portuguesa. E esses movimentos participativos foram vistos pelos partidos que acabaram por triunfar como movimentos que eram contrários à consolidação da democracia representativa liberal, como havia no resto da Europa. E foram desaparecendo. E o sistema político português ficou concentrado nos partidos políticos. Esses anos todos passaram e as pessoas hoje, como têm acesso às redes sociais, já têm outra forma de expressão, sem passar pelos partidos políticos. Exprimem-se nas redes sociais. Muitas vezes, o que dizem alguns? Nós não gostamos nada. Mas outras coisas dizem coisas correctas. Estes movimentos que eu referi, ecológicos, anti-racistas, de solidariedade social, também usam as redes sociais. Mas há muita gente que usa as redes sociais e que diz coisas horríveis. Mas não interessa, diz. Acha que tem direito à palavra. E acha que os partidos não dão direito à palavra. Então vão atrás de um demagogo que diz ‘Eu dou vos a palavra. Eles não vos dão a palavra'. Os partidos políticos são organizações fechadas. Em Portugal nunca se fez a regionalização, porque os partidos acharam que aquilo era fugir ao controlo central dos partidos de Lisboa. Era abrir o controlo da sociedade a nível regional. E tudo isso foi enfraquecendo a democracia portuguesa", comenta. “Foi nas redes sociais, espaço sem regras, que descobri que estávamos perante um brutalismo neofascista. O significado das palavras e a verdade deixaram de ser facilmente reconhecíveis. O algoritmo privilegia a violência verbal, exponencia o número de visões e partilhas. Acreditei – e escrevi –, depois das revoluções árabes de 2011, que as redes sociais tinham potencial de empoderamento dos cidadãos e poderiam ser um factor de emancipação democrática, mas hoje sou obrigado a constatar que não tive em conta a capacidade de manipulação, seja pelos algoritmos ou ainda mais pela IA, dos Estados e grupos que controlam as empresas da indústria do mundo virtual", escreve Álvaro Vasconcelos no capítulo que dedica ao regresso do que chama de 'brutalismo'. "A nível europeu, nós não podemos separar de um fenómeno mundial, que é aquilo que atravessa bastante o meu livro, que é a ideia do colapso do pensamento. E esse colapso do pensamento. O que significa que quando os homens deixam de pensar, diz Hannah Arendt, são capazes dos piores crimes. E esses homens são capazes dos piores crimes. E o homem banal, o homem comum que pode seguir um líder que vai destruir as suas liberdades e a liberdade dos outros. E isso pode se chamar ‘tecno-totalitarismo'. Porquê tecno-totalitarismo? Porque grande parte da economia mundial hoje está a ser dominada pelas grandes empresas tecnológicas. Estamos numa nova revolução tecnológica. E as grandes empresas tecnológicas que dominam a inteligência artificial, que dominam as redes sociais, como o Musk, é o exemplo mais claro, defendem aquilo que eu chamei de ‘tecno-totalitarismo'», explica o autor das "Memórias em tempo de amnésia". "Há uma politóloga francesa, Asma Mhalla que diz que ‘este século não vos proíbe de pensar. Ele ocupa-vos até que já não se saiba como fazer. Isto vem, como eu digo aqui no livro, do desenvolvimento da Inteligência artificial. O desenvolvimento da inteligência artificial cria um mundo onde os humanos deixam de pensar. A banalidade do mal passa a ser a norma. Isso acontece em muitos actos quotidianos. Quando recorremos à inteligência artificial para tomarmos decisões. Quando manipulados por algoritmos, ficamos de tal forma hipnotizados que somos levados a acreditar nos líderes populistas como Trump, como Bardella em França como em Portugal, o André Ventura, como Bolsonaro no Brasil", diz Álvaro Vasconcelos. "Há um aspecto deste ‘tecno-totalitarismo' que também nos deve inquietar, que é menos presente em França, mas está presente em muitos países, que é a relação dele com uma determinada corrente religiosa. Ele é religioso na sua essência, porque ao mesmo tempo, fala de Apocalipse, destruição do mundo pelo aquecimento global, pela guerra nuclear e está a propor uma solução tecnológica para estes problemas. Ora, isto é típico da crença religiosa. A ideia do Apocalipse, se pensarmos no apoio dos evangélicos americanos a Trump e em cenas em que Trump se reúne com os evangélicos e os evangélicos rezam na Casa Branca a volta do Trump ou quando o Bolsonaro tomou posse rodeado pelos evangélicos, a primeira coisa que fizeram, foi um ato religioso. (…) Vemos que o ‘tecno-totalitarismo' muitas vezes é também uma ‘tecno-teocracia'. E, portanto, esse problema, que é um problema mundial, que é da criação do mundo em que os homens deixam de pensar, a inteligência artificial substitui o pensamento humano. É um mundo em que o brutalismo, que é o tema do meu livro, se torna possível. É possível que o Trump decida destruir o Irão, que o Netanyahu faça o genocídio de Gaza e agora esteja a fazer no Líbano o que fez em Gaza, no sul do Líbano. É exactamente a mesma coisa. Vai destruir o sul do Líbano completamente", diz o especialista em relações internacionais. No capítulo em que aborda o que chama de dever de hospitalidade, Álvaro Vasconcelos considera que é neste aspecto que a Europa pode fazer a diferença "para superar o brutalismo contemporâneo, porque, por um lado, é uma das regiões do mundo onde as democracias ainda resistem ao assalto da extrema‑direita neofascista, e por outro porque a hospitalidade é a essência da sua sobrevivência". "Estamos a falar da União Europeia, a que se podem juntar alguns Estados, como a Noruega, como hoje o Brasil do Lula. Têm a mesma ambição de escapar ao brutalismo de Putin, Trump, Netanyahu, ao ‘tecno-totalitarismo' que domina a China. Verdadeiramente o único sítio do mundo em que ainda há um grupo de Estados que pode e quer resistir é na União Europeia, mas que tem estes aliados muito importantes que tem que procurar no Canadá, já procura no Brasil. Por isso, o acordo com o Mercosul é tão importante, apesar de a Argentina do Milei estar completamente na mesma linha de brutalismo. Mas o Brasil é um país importantíssimo. Na Ásia, o Japão, a Coreia do Sul. (…) Portanto, a Europa é a nossa esperança. Mas para que essa esperança não passe de uma utopia não realizada, para ser uma utopia realizada, é preciso que a Europa integre toda a sua vitalidade num projecto comum, (…) é preciso uma mudança radical de política. Ou seja, é preciso uma política que seja alternativa à política da extrema-direita. Claramente. E o que é que se deve fazer? Os imigrantes que são grande parte da população europeia ou originários na imigração devem ser cidadãos plenos, activos, integrados nas nossas sociedades, dando-lhes o voto. Aqueles que ainda não têm, damos-lhe a palavra, ouvindo-os e tornando as nossas democracias muito mais participativas", preconiza o autor. No seu livro, Álvaro Vasconcelos estabelece um elo directo entre o ‘tecno-totalitarismo', a negação dos direitos de boa parte da humanidade e a destruição do meio ambiente. "Um dos temas que eu acho que é muito importante é a questão do ambiente. Eu, aliás, começo o meu livro com uma citação do Camus que diz ‘A minha geração quis mudar o mundo. Não o mudou, mas pelo menos lutou para preservar o que de melhor tinha sido conquistado'. (…) O aquecimento global está a ser um problema gravíssimo que pode pôr em causa a vida na terra. E aí é lembrarmo-nos de Edgar Morin, um grande pensador. Eu cito Edgar Morin dez ou 15 vezes no meu livro. Ele diz que nós não estamos só perante um mundo que destrói a vida humana. Estamos num mundo em que a globalização foi extremamente destrutiva do ponto de vista económico e social. Criou também a consciência de um destino comum da humanidade a consciência de que estamos todos no mesmo barco. Ou seja, no barco da vida. Nós sabemos que a vida não é eterna. Mas enquanto estamos no barco da vida, não vamos cair no niilismo. Nem vamos cair na melancolia de esquerda. Isto é uma conclusão que alguém tirou do meu livro que eu sou contra a melancolia de esquerda. A melancolia de esquerda é nós pensarmos em tudo aquilo por que a gente lutou está a desaparecer e já não podemos fazer nada. Vai tudo acabar. Vai acabar a democracia, a liberdade. Vai voltar o racismo como política de Estado. Vai desaparecer a ordem internacional. Vai desaparecer o multilateralismo", diz o universitário. "Estamos perante uma guerra cultural. É um tema central, porque a guerra cultural é algo que acompanha a civilização europeia desde o Iluminismo e desde a Revolução Francesa. Houve sempre uma corrente que se opôs às conquistas de liberdade, igualdade, fraternidade da Revolução Francesa. Considerou sempre que a compaixão pelo outro não fazia nenhum sentido, que o homem era um animal fundamentalmente egoísta e violento E que tinha que ser treinado desde criancinha para a competição. E por isso, a cooperação não é uma questão fundamental da aprendizagem. As pessoas não aprendem a cooperar, aprendem a competir. Já vimos no sistema escolar como é terrível a competição. A infância nas grandes escolas. O que é que é difícil chegar lá acima. Portanto, formam-se elites que foram treinadas para a competição e não foram treinadas para a cooperação. E se nós não cooperarmos neste barco da vida, se não percebermos que o clima não tem fronteiras, que o aquecimento é global, que os calores do Norte de África chegam à Europa, que as transformações da Amazónia transformam as correntes do Atlântico e nos atingem também como europeus. Então não perceberemos que estamos todos no mesmo mundo. Mundo, terra, pátria, como diz o Edgar Morin. E que neste mundo, terra pátria, nós somos todos cidadãos, mesmo quando não somos considerados cidadãos", conclui Álvaro Vasconcelos.
Alexandre Garcia comenta pesquisa sobre aumento da corrupção no governo Lula, escândalos no Judiciário, e ação dos EUA contra facções.
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece
Nos últimos 50 anos, o país teve uma das maiores reduções. Porque é que Portugal tem poucas crianças? O que é que mudou para que sejam cada vez menos? Acha que é preciso mudar esta tendência? O que é que deve ser feito?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Baadhi ya wanawake wenye miaka 40 na zaidi, hujipata wana koma kupata hedhi. Hali hii huja na changamoto mbali mbali kwa wahusika.
No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Alexandre Roldao Roldão discutem as análises de Daron Acemoglu sobre os impactos da IA na economia, o avanço dos agentes inteligentes nas empresas e os desafios que ainda limitam a adoção dessas tecnologias.A conversa também aborda por que as previsões de demissões em massa ainda não se concretizaram e o que esperar da próxima fase da Inteligência Artificial.Você acredita que a IA vai substituir profissões ou transformar a forma como trabalhamos?
EPISODE 83 OUT NOW ON ALL PLATFORMS! Ft. Markus Jack - Poco Trailblazers (PJHL), GCU (ACHA D1) -Hockey Journey -Almost signed in Oceanside!? (VIJHL) -Rookie Season in Ridge -Trade to Hometown Expansion Team -Being Mr. Poco Trailblazer, Hometown Captain -Grand Canyon University commitment, what's next Hosted by: Owen Elson & Joe Kuchaslo Presented by: The Hockey Podcast Network Sponsored by Aperio Athletics @aperio_athletics -Use promo code jungle15 for 15% off your first order! https://aperioathletics.com Sponsored by Draft Kings - Use promo code THPN at sign-up for exclusive offers. https://tinyurl.com/DRAFTKINGSPROMOTHPN #pjhl #kijhl #vijhl #bchc #wijhl #nhl #hockey #hockeypodcast #jungle #junglehockey #junglehockeypod #aperioathletics Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Enquanto a polémica em torno da Base das Lajes continua a agitar o debate político, as declarações de Marco Rubio — apresentando Portugal como exemplo de submissão incondicional aos EUA — expõem o Governo às críticas da oposição. Daniel Oliveira considera que Portugal foi “apresentado como um exemplo de falta de exigência”, enquanto Francisco Mendes da Silva questiona a autenticidade do escândalo, lembrando que o PS sempre respeitou o costume diplomático atlântico. Luís Montenegro apresenta a sua moção de recandidatura à liderança do PSD declarando que “o não é não” ao chamado Bloco Central, equiparando PS e Chega. Na reforma laboral, o debate sobre se o Governo se entenderá com o PS ou com o Chega levanta questões incómodas sobre o papel da oposição socialista e a utilidade crescente da extrema-direita no jogo parlamentar. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 19 de maio. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Chanzo cha waafrika kukua na jina la kwanza la kingerezea ni ipi? Video hii inachambua usuli wa tabia hii ili kukufahamisha historia ambayo wengi wetu hatujapata kuelewa. Tazama ujifunze mengi.
Na minha cabeça, quanto mais poder, mais a pessoa tem possibilidade de se desviar da vontade de Deus. O poder é tentador, sedutor, traiçoeiro.Veja o que diz o Salmo 72 nos versos 8 e 9: "Domine ele de mar a mar e desde o rio até os confins da terra. Curvem-se diante dele os habitantes do deserto, e os seus inimigos lambam o pó."O Salmo 72 é uma oração pelo rei. Orar pelas autoridades políticas é uma prática bíblica. Não digo que é algo fácil, mas é algo extremamente necessário. Afinal, como eles governarão com sabedoria se não forem guiados pelo Espírito de Deus?Mas há nessa oração do Salmo 72 alguns detalhes que ainda mexem muito comigo e um deles é a relação com o poder.O salmista ora para que o rei tenha mais poder. Eu oraria o contrário, como já expliquei. Mas o problema, de verdade, não é o poder, mas a relação que temos com ele.Se o poder for bem exercido ele será benção. O salmista não tem medo do poder. Ele sabe que se Deus está à frente, tudo ficará bem. Eu e você podemos ter medo do poder que os políticos têm, mas confiar em Deus deve ser maior do que isso.
Lambda lambda lambda, Hell's Kitchen! Hora de reunir o tribunal para o julgamento da segunda temporada de Demolidor: Renascido. Neste NerdCast, os nobres catedráticos Rex (saído da geladeira), Sr. K, Carlos Voltor, Marcelo Bassoli e Azaghal avaliam se o retorno de Matt Murdock à porradaria valeu a pena, ou será que a Marvel continua complicada até na TV? Hostinger Crie seu site com facilidade e 10% de desconto utilizando o cupom JOVEMNERD: https://jovemnerd.short.gy/hostinger_nc1 NerdStore Pijamas Cthulhu, moletons e mais produtos do universo Jovem Nerd com o cupom NERD20 (LIMITADO!): https://jovemnerd.short.gy/sp2_nerdstore NerdCast 20 Anos - CAÇA AO TESOURO Ouça a dica na leitura de e-mails e vá até o post do NerdCast que você ACHA ser a solução da charada. Abra o link escondido na página em questão e salve o seu selo. ATENÇÃO: Cada pista levará até o post no SITE/APP de um programa clássico do NerdCast. O selo constará apenas no SITE/APP do Jovem Nerd. Regulamento Caça aos Selos: https://bit.ly/494oQbz OZOB: A CYBERPUNK BOARD GAME Atualize/confira seu endereço em ozob.com.br. Assista à live de atualizações da produção: https://www.youtube.com/watch?v=IzXA0R0Q4VA CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store ARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da vitrine EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Dini hizi ambazo zimechukua sehemu kubwa ya maisha yetu, zilitoka wapi? Video hii inagusia ujio wa dini ya kiislamu na kikristo kwenye ukanda wa East Africa. Tazama kisha ushiriki mawazo yako. Asante
WE APPRECIATE EACH AND EVERY ONE OF YOU! If you wouldn't mind please go leave us a review on Apple Podcasts! Thanks!!Welcome back to Episode 417 of On the Spot Sports and in today's episode we have a very special guest, professional hockey player, Chad Purdy! Chad and I talk about his season with the Twin City Thunderbirds in the FPHL. We also talk about his mentality through the season and how he manages the highs and the lows, his journey from ACHA with McKendree University to playing in the FPHL, his development through junior hockey, getting his first few pro starts and so much more! We hope you guys enjoy this episode!!Thank you Chad for coming on the show! I had a blast!!Follow us on Instagram @on_the_spot_sports and take a listen on YouTube, Spotify and Apple/Google Podcasts @ On The Spot SportsGet $25 off our guy Jamie Phillips Nutrition book for Hockey Players with the discount code "ONTHESPOT" on victoremnutrition.comLiving Sisu link: https://livingsisu.com/app/devenirmem.... BECOME A MEMBER TODAY
Karibu kwenye msururu mpya wa vipindi vya uchambuzi wangu wa maudhui tofauti tofauti katika maisha yetu. Natumai utafurahia
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Passagens Complementares:Jeremias 29,13
Se uma criança responde mal a alguma pessoa, geralmente um adulto intervém na situação, corrigindo a fala da criança.Casais brigam por conta da "forma" com que se comunicam. Pessoas se desentendem por conta da "forma" com que as palavras foram usadas. Com todos esses exemplos eu quis mostrar algo básico: a forma como falamos é importante sim!Veja como o salmista fala com Deus no Salmo 67, versos 1 e 2: "Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o seu rosto; para que se conheça na terra o teu caminho e, em todas as nações, a tua salvação."O salmista entende sua posição de servo e de criação de Deus. Ele sabe que não pode exigir coisa alguma de Deus. Por isso ele usa uma derivação da palavra graça.Ser gracioso é ser alguém que faz as coisas não por obrigação, mas de boa vontade. Ser gracioso é ato voluntário. Ninguém é gracioso por imposição.Deus tem sido gracioso com você. Sua provisão, sua fidelidade e sua bondade estão identificadas por toda a criação. Não há como questionar isso. Não fale com Deus como se Ele fosse um empregado ou alguém submisso a você. A forma como você fala é importante, pois ela expressa algo que está em seu coração, não esqueça disso.
Sociedade protetora das betas que andam bronzeadas o ano inteiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Celebrating the Bobcat's Hockey Championship with OU player Graham Broadfoot...plus MLB two weeks in...March Madness recap...The Masters on tap and the Cavs head for the playoffs
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 364 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/bcm1-oDYINE
Pagar impuestos en México suele sentirse como un castigo que muchos buscan evitar con atajos, omisiones y “estrategias”, y ahí es donde la evasión fiscal deja de ser excepción y se vuelve costumbre. En este episodio, Luis Pérez de Acha, experto en Derecho Constitucional, Fiscal y Administrativo, Alberto Verdusco, jefe de Información, y Mónica Alfaro, editora de Broadcasting en Expansión, explican cómo se evaden impuestos –desde prácticas que muchos ven como normales hasta esquemas más complejos–, el impacto que esto tiene en el país y las consecuencias de intentar ganarle al SAT. Escucha un episodio nuevo cada lunes en todas las plataformas.
Fala galera, tudo certo? Trago mais um quadro novo, de um assunto que é tratado faz tempo aqui no Podcast: Bug na Matrix. Para quem não está familiarizado, Bug na Matrix consiste em situações que não tem lógica e sugerem que a realidade é uma simulação. Depois me digam o que acharam do assunto e se é válido trazer mais episódios assim.
"TODA MULHER SÁBIA EDIFICA A SUA CASA; mas a tola a derruba com as próprias mãos." Provérbios 14:1"O TEMOR DO SENHOR é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo a prudência." Provérbios 9:10
Sócrates sente-se abandonado e agarra-se a peluche.
Nova camisola do Benfica vai ter gola alta.
This week we review a fascinating very long-term surgical follow-up study from the team at Royal Children's Hospital in Melbourne reviewing over 30 year follow-up following the arterial switch operation for the treatment of transposition of the great vessels. What percentage of patients need reintervention by 30 years post neonatal repair? What anatomical sub-types are more likely to be associated with a need for reintervention and why? When intervention is required for neo-aortic or aortic root problems, can these usually be repaired or do they require replacement? Professor Igor Konstantinov from Melbourne shares his deep insights into this complex patient group. DOI: 10.1016/j.jtcvs.2025.09.008
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 358 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/o1ILmGNICSs
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 357 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/xtJK93-pH-I
Miguel Sousa Tavares e Ricardo Costa foram os protagonistas de um episódio extra dos podcasts "De Viva Voz" e "Esta Semana" que decorreu no festival de Podcasts do Expresso. A nova ordem mundial (ou será desordem? perguntava um dos oradores) o papel da Europa e de Portugal estiveram em debate. A conversa não deixou de fora as presidenciais: Ventura ou Seguro, o que esperar da politica caseira daqui em diante?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares e Ricardo Costa foram os protagonistas de um episódio extra dos podcasts "De Viva Voz" e "Esta Semana" que decorreu no festival de Podcasts do Expresso. A nova ordem mundial (ou será desordem? perguntava um dos oradores) o papel da Europa e de Portugal estiveram em debate. A conversa não deixou de fora as presidenciais: Ventura ou Seguro, o que esperar da politica caseira daqui em diante?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido', com Caio Mello, você escuta essas e outras notícias: Autoridades com foro especial, cujos nomes não foram revelados, não estariam ligadas às fraudes com carteiras de crédito, o que permitiria desmembrar o processo. Em sua primeira declaração sobre o Master, o ministro do STF Dias Toffoli defendeu a própria atuação e disse que pode mandar o caso para a primeira instância. Tribunais no país ignoram orientação do Supremo e não equiparam homofobia a racismo. Tesla vai encerrar produção dos modelos S e X para fabricar robôs Optimus. E confira a agenda cultural do fim de semana no Rio e em São Paulo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alexandre Garcia comenta sobre situação de Toffoli em relação ao Banco Master e de inconsistências em discurso de Fachin
Esse medo, muitas vezes, nasce do excesso de vozes que você escuta.Quando se ouve demais, surge a síndrome do medo de errar.A pessoa passa a se sentir incapaz, insegura e sempre despreparada para sair da teoria e ir para a prática.Mas a verdade é simples, ninguém nasce sabendo.Aprendemos fazendo, errando e acertando.Esse é o segredo das pessoas bem-sucedidas.Elas não esperam se sentir prontas, elas começam.Saber leva ao fazer, e fazer leva ao saber.Não tenha medo de errar.Tenha medo de ficar parado.Escreva nos comentários: EU VOU AGIR.
Sport, film och musik formade den här personens uppväxt. Här är en djupare inblick i kreatören Sam David Achas liv. Hör David eller Hitrecordsam berätta om sin uppväxt och hur sport, musik och film formade honom som person. Detta blev ett enormt djupt och fint Filmsnack som alla borde lyssna på. STOOORT tack för att du ställde upp och berättade så öppet om dig själv. Följ för att inte missa kommande filmsnack! Ett nytt Filmsnack i veckan!
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 352 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/BaR6zALMxQI
Autora e sexóloga que adotou relacionamento não monogâmico há 5 anos conta como foi experiência e quais os passos para quem deseja iniciar essa mudança.
No mesmo dia, um desembargador foi preso pela PF por supostamente vazar informações para o ex-deputado estadual TH JoiasMeio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
José Alberto Carvalho vai ser substituído nos debates.
Będzie krach finansowy. Acha. Przetrwacie, dzięki mnie. O co chodzi? Wyjaśniam. Ale klikbajcior! Nie? Godny najlepszych portali na prestiżowych witrynach. Krach finansowy, najogólniej rzecz ujmując, jest to sytuacja, że no, nie zygniesz za bardzo z forsą. Zakup nowego taboretu będzie musiał poczekać. Robert Kiyosaki, guru finansów osobistych straszy wielkim krachem, który ma uderzyć w najbliższym czasie w rynki nieruchomości, akcji i tradycyjnych walut. Zdaniem Kiyosakiego uratować choć część majątku pozwolą jedynie inwestycje w metale. U nas w Polsce na szczęście są inwestorzy w metale. Kradną metale, trakcje kolejowe, szyny, kable, mówimy o nich złomiarze. Ci mogą się czuć bezpiecznie. Co z resztą społeczeństwa?
WE APPRECIATE EACH AND EVERY ONE OF YOU! If you wouldn't mind please go leave us a review on Apple Podcasts! Thanks!!Welcome back to Episode 380 of On the Spot Sports and in today's episode we have a very special guest, professional hockey goaltender, Bryn Sommerfeldt! Sommer and I talk about his time with the Indiana Sentinels and Motor City Rockers of the FPHL. We also talk about growing up in Farmington Hills and playing youth hockey in Michigan, attending and playing college hockey in the ACHA with Michigan State, his path to play Michigan High School hockey, scoring goals, lessons learned through pro hockey and learning good habits and so much more! We hope you guys enjoy this episode!!Thank you Sommer for coming on the show! I had a blast!!Follow us on Instagram @on_the_spot_sports and take a listen on YouTube, Spotify and Apple/Google Podcasts @ On The Spot SportsGet $25 off our guy Jamie Phillips Nutrition book for Hockey Players with the discount code "ONTHESPOT" on victoremnutrition.comLiving Sisu link: https://livingsisu.com/app/devenirmem.... BECOME A MEMBER TODAY
1 section- based on Rav Acha bar Yaakov's explanation of debate in Beraitta (brought along with 4 others) it is clear he retracted from his understanding of R' Yehuda's distinction between Jew and non-Jews/hekdesh chametz
1 section- based on Rav Acha bar Yaakov's explanation of debate in Beraissa (brought along with 4 others) it is clear he retracted from his understanding of R' Yehuda's distinction between Jew and non-Jews/hekdesh chametz
RSV 7 so that you became an example to all the believers in Macedo′nia and in Acha′ia. 8 For not only has the word of the Lord sounded forth from you in Macedo′nia and Acha′ia, but your faith in God has gone forth everywhere, so that we need not say anything. 9 For they themselves report concerning us what a welcome we had among you, and how you turned to God from idols, to serve a living and true God, 10 and to wait for his Son from heaven, whom he raised from the dead, Jesus who delivers us from the wrath to come.