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Amorosidade Estrela da Manhã
QUANTO MAIS GRANDE SE ACHA, MAIS SOMBRA SE TEM, SE SE OPÕE À LUZ. QUANTO MAIOR, MAIOR O TOMBO, E SUA SOMBRA NÃO AMORTECE A QUEDA

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 0:25


Abertura dos trabalhos na Amorosidade

Dia a dia com a Palavra
Um dia vale mais do que mil. O que você acha disso?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 1:17


Veja o que diz o Salmo 84 no verso 10: "Pois um dia nos teus átrios vale mais que mil; prefiro estar à porta da casa do meu Deus a permanecer nas tendas da perversidade."De forma geral as pessoas se preocupam muito com a quantidade: mais dinheiro, mais atrações, mais curtidas, mais e mais.O salmista me faz pensar que a quantidade nem sempre é importante e com certeza ela não é o fator mais importante em muitas relações. Ao invés de se preocupar com a quantidade, você deveria se preocupar com a qualidade ou com a intencionalidade.De que adianta viver uma vida inteira e não desfrutar da presença de Deus? Talvez seja isso que muitos estão fazendo. Dormem, acordam, levantam, fazem suas muitas tarefas e não conseguem encontrar prazer e alegria porque lhes falta o mais importante: Deus.Deus é a fonte de todo prazer e por isso a preocupação do salmista é aproveitar cada segundo diante Dele. Que grande lição! De nada adianta correr e fazer tantas coisas e não usufruir da presença de Deus. Que cada minuto diante de Deus valha muito a pena.

Nação dos Montes
VOCÊ ACHA SIMPLES? Adalberto Braglia

Nação dos Montes

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 51:11


VOCÊ ACHA SIMPLES? Adalberto Braglia

Semana em África
Guiné-Bissau: a semana em que Domingos Simões Pereira voltou para a prisão

Semana em África

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 7:56


Sejam bem-vindos ao magazine Semana em África, a rúbrica onde recapitulamos os principais acontecimentos da semana no continente africano. Esta semana fica marcada por uma nova reviravolta na Guiné-Bissau com o principal líder da oposição, Domingos Simões Pereira, a ter sido colocado em prisão preventiva, esta sexta-feira.  Simões Pereira vai cumprir uma ordem decretada por um Juiz de Instrução Criminal, no âmbito de uma investigação sobre a sua alegada participação num golpe de Estado que teria ocorrido em outubro de 2025. A defesa diz tratar-se de uma "cabala política".  De acordo com os advogados de defesa e fontes familiares, Simões Pereira foi conduzido por volta das 10 horas, hora de Bissau, para as instalações da Segunda Esquadra, onde vai cumprir a prisão preventiva. A medida teria sido decretada na quinta-feira, pelo Juiz de Instrução Criminal, Mamadu Embalo, dando deferimento a um pedido nesse sentido que tinha sido formulado pela Promotoria da Justiça Militar. O opositor Fernando Dias da Costa, que reclama ter vencido as eleições presidenciais de Novembro passado, entretanto interrompidas pelo golpe de Estado militar, denunciou o que considera ser uma perseguição política a Simões Pereira. Dias da Costa afirma que Pereira é vítima de perseguição unicamente por ter apoiado a sua candidatura às eleições de Novembro. Entretanto, os advogados de defesa do líder do PAIGC e presidente eleito do parlamento guineense, não compareceram ao Tribunal Militar, onde Simões Pereira, está a ser investigado, por considerarem que o seu processo ganhou contornos políticos e não judiciais. Portanto, dizem, não valia a pena ir ao Tribunal, instância da qual não receberam nenhuma notificação. Seja como for, é facto que Domingos Simões Pereira está detido na Segunda Esquadra, onde já esteve de 26 Novembro de 2025 a 31 Janeiro deste ano. Desde essa altura, Pereira encontrava-se em prisão domiciliária, sob forte vigilância policial. Após ser ouvido pelo Tribunal Militar na quarta-feira, o responsável político tinha sido notificado ontem à noite para tornar a comparecer perante a justiça nesta sexta-feira. Uma situação perante a qual as eurodeputadas portuguesas Catarina Martins e Marta Temido, bem como a diplomata Ana Gomes, manifestaram o seu repúdio denunciando o que qualificaram de inacção da comunidade internacional.  Guiné-Bissau: referendo a 30 de Agosto sobre nova Constituição Ainda na Guiné-Bissau, os cidadãos serão chamados no próximo dia 30 de Agosto a pronunciar-se sobre a nova Constituição do país. A sociedade civil insurge-se contra esta iniciativa, que apelida de "teatro". Cada guineense com capacidade eleitoral activa vai dizer “sim” ou “não” como resposta. A consulta popular será feita por sufrágio universal, directo, secreto e pessoal, sobre a entrada em vigor da nova Constituição da República aprovada pelo Conselho Nacional de Transição. O decreto presidencial, assinado por Horta Inta-a esclarece que “o Supremo Tribunal de Justiça emitiu parecer favorável” à realização do referendo. A questão que se coloca é saber o que diz a própria Constituição já que a maioria dos guineenses desconhece as novas formulações que constam do texto revisto pelo Conselho Nacional de Transição, órgão que exerce as competências do parlamento guineense. Os militares tomaram o poder a 26 de novembro de 2025, num golpe de Estado e uma das primeiras acções foi a alteração da Constituição da República da Guiné-Bissau que passa a dar mais poderes ao Presidente da República. A oposição e as organizações da sociedade civil têm criticado todo o processo que conduziu à alteração da Constituição que dizem foi feita por via da força. Seja como for, no próximo dia 30 de agosto, os guineenses serão chamados a dizer se concordam ou não com a nova Constituição da República. Armando Lona, coordenador da Frente popular, representando a sociedade civil, denuncia um "teatro".  "Não passa de uma aberração crónica, uma fuga para a frente por parte de um grupo que, todos nós sabemos que assaltou as instituições, que instalou uma ditadura sanguinária na Guiné-Bissau nos seis últimos anos. Apesar da derrota que sofreu nas eleições de 23 de novembro de 2025, não se acomodou, não se convenceu. Continua a multiplicar encenações, golpes cerimoniais, teatros, como agora estamos a assistir com esse pseudo referendo que não passa de um autêntico teatro no circo. Porque um referendo constitucional, em qualquer parte do mundo, é um acto de soberania popular. Acontece dentro de um quadro histórico duma realidade histórica interpretada pelo povo sobre a necessidade ou não de proceder a um referendo. E quando acontece, acontece dentro dos parâmetros legais, devidamente legitimado pelo povo do país. Na Guiné-Bissau temos leis que indicam claramente como é que se deve proceder perante um referendo popular. Qualquer revisão constitucional tem que decorrer dentro desses parâmetros legais. Portanto, o que está a acontecer nesse momento é um autêntico teatro de um bando que capturou as instituições da Guiné-Bissau, que tenta a todo o custo salvaguardar o regime que já está desmoronado. Um regime que está completamente à deriva, portanto. E tudo isso não passa de um teatro"." Neste contexto, acha que, porventura, muitos guineenses já tomaram conhecimento das alterações que a transição preconiza? Acha que as pessoas estão esclarecidas sobre o que vai ser o objecto deste referendo? Os guineenses não avaliam essas mudanças oportunísticas, essas mudanças ilegais. O que os guineenses avaliam é a tentativa da sua confiscação, da vontade exprimida nas urnas. O povo da Guiné-Bissau escolheu um presidente no dia 23 de Novembro de 2025 e aconteceu um falso golpe para poder impedir que este presidente assumisse as funções presidenciais. Tudo o que nós estamos a assistir até agora faz parte desse projecto de confiscação da vontade popular. E o povo da Guiné-Bissau não reconhece esse grupo, esse bando. O povo da Guiné-Bissau está determinado a lutar para fazer valer a vontade expressa soberanamente nas urnas. Moçambique: Igreja quer esclarecimentos sobre assassinato de bispo de Quelimane A igreja católica, realça o presidente da conferência episcopal de Moçambique, Dom Inácio Saúre, está preocupada e busca respostas para o que aconteceu na madrugada dia 06 de Junho na residência pastoral na cidade de Quelimane onde sabe-se apenas que Dom Osório Citora foi morto a tiro. "Ficando apenas o que foi dito publicamente pela imprensa de que o bispo foi morto a tiro, por uma arma de fogo sem nenhuma referencia as possíveis respostas para as perguntas cruciais tais como: quem matou exactamente Dom Osório, quem foi o mandante e quais seriam as motivações do assassinato". A Conferência Episcopal de Moçambique pede, diz o arcebispo de Maputo Dom Carlos Nunes, que seja levado a cabo uma nova linha de investigação ao assassinato do bispo de Quelimane. "Ali não é fábrica de armas. Veio de algum sítio, alguém trouxe essa arma. Então que se abra mais o campo porque o modo como agora está sendo orientado parece que é uma coisa de casa, caseira. A igreja tem problemas então é vitima dos seus próprios problemas". A preocupação dos bispos católicos foi manifestada em conferência de imprensa na capital moçambicana. Os arcebispos de Nampula, Dom Inácio Saúre, de Maputo, Dom João Carlos, e o emérito da Beira, Dom Claúdio Dalla Zuanna, mantiveram encontros no dia 04 deste mês de Julho, em Roma, com o Papa Leão XIV e com o Cardeal Pietro Parolin - Secretário de Estado do Vaticano onde onde foi condenado o baleamento do bispo da diocese de Quelimane, Dom Osório Citora. Entretanto, cerca de 1.400 moçambicanos foram repatriados pelas autoridades nacionais após a violência xenófoba na África do Sul. O anúncio foi feito pelo Governo que garante estar a acompanhar a situação e a criar condições para o enquadramento profissional destes cidadãos. O porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, revelou, esta semana, os números de moçambicanos regressados da África do Sul. Em São Tomé e Príncipe, a missão de observação às eleições presidenciais em São Tomé e Príncipe deverá chegar ao país entre dia 14 e 15 de Julho e deverá ser liderada pelo antigo ministro angolano, João Bernardo Miranda. Estas precisões foram feitas por Maria de Fátima Jardim, secretária-executiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu cinco candidatos às presidenciais de 19 de julho, nomeadamente Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas D'Abreu, Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim, Carlos Manuel Vila Nova, que é recandidato ao cargo, e Jorge Bom Jesus, que anunciou a sua desistência já fora do prazo legal. É o ponto final deste magazine Semana em África. Nós, já sabe, estamos de volta na próxima semana. Até lá, fique bem.

Convidado
Economia mundial estará a caminho da terceira crise em vinte anos?

Convidado

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 12:03


Nesta quinta-feira, o economista do organismo de consultoria Novaminds, Pascal de Lima, uma voz conhecida das nossas antenas, publicou um artigo de opinião no jornal português Expresso com um título em forma de interrogação: "Estaremos a caminhar directamente para uma nova crise financeira?". Nesta crónica, Pascal de Lima passa em revista as crises mais recentes a que assistimos, a crise de 2007 / 2008 desencadeada depois da falência do banco americano Lehman Brothers, a crise de 2010-2012 das dívidas públicas de países como a Grécia e Portugal e agora os sinais que surgiram durante a pandemia de Covid 19 e têm vindo a acumular-se cada vez mais com os conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente. Nestes últimos dias, desvaneceram as esperanças que poderiam ter existido sobre uma diminuição da tensão no Irão, com o cessar-fogo a ser quebrado por Washington e Teerão. Um dos pontos que continuam a provocar estes choques é o estatuto do Estreito de Ormuz, via comercial estratégica, que o Irão pretende gerir. Isto evidentemente não deixa de ter consequências a nível económico, refere Pascal de Lima que começa por recordar o historial das crises pelas quais passamos nestes últimos vinte anos. RFI: Como poderíamos descrever as três crises que conhecemos desde 2007? Pascal de Lima: As três crises têm naturezas diferentes. A crise de 2007 / 2009 foi sobretudo uma crise do crédito privado e do sistema bancário. Nasceu do excesso de crédito imobiliário e também da titularização e da ilusão de que os riscos tinham sido totalmente dispersos quando, na realidade, tinham sido amplificados. Isto é a primeira característica da crise de 2007 / 2009. Desde a crise de 2010 / 2012 foi diferente. Foi uma crise da dívida soberana. Depois de se salvarem os bancos e apoiarem a economia, os Estados ficaram mais endividados e, na zona Euro, isso revelou uma fragilidade estrutural. É que tínhamos uma moeda comum, mas não uma verdadeira união orçamental. E aqui começaram as divergências entre países do Norte e países do Sul, por exemplo a crise da Grécia. E a última crise, que é uma crise um pouco diferente, que foi uma crise aberta a partir dos anos 2020. Não é uma crise financeira clássica, é uma espécie de vulnerabilidade macrofinanceira híbrida. Começou com a pandemia, continua com a inflação, a guerra na Ucrânia e a subida das taxas de juro, da energia, a dívida pública, a dívida privada também. E, de modo geral, a finança não bancária. Portanto, a grande diferença é esta: que em 2008 o risco estava sobretudo nos bancos e no crédito privado. Em 2010 deslocou-se para o Estado e hoje está mais espalhado, mais difuso e mais difícil de ler. RFI: Depois da crise provocada pela falência em 2007 da Lehman Brothers, houve uma série de países que prometeram e inclusivamente adoptaram dispositivos supostamente para proteger os seus respectivos sistemas económicos da especulação bolsista. Aprendeu-se alguma coisa? Pascal de Lima: Houve muita regulamentação bancária contra os excessos da especulação. A especulação bolsista continua. Mas a regulamentação financeira, particularmente sobre as transacções financeiras, aumentaram muito no mundo, claro, e mais particularmente com a impulsão dos Estados Unidos para a Europa, porque claramente houve excessos no domínio financeiro, excessos da especulação. Portanto, houve muitas regulamentações financeiras e também taxas em certos países, taxas sobre transacções financeiras um pouco excessivas, que pôde criar variações importantes nos mercados financeiros. RFI: Entretanto, há outro aspecto que tem vindo a ter cada vez mais importância, é concentração cada vez maior de grupos que engolem outras empresas que estejam no mesmo ramo. O que significa também que há uma maior fragilidade. Pascal de Lima: Sim, dizemos em inglês 'too big to fail' para dizer que normalmente um grande grupo com fusões e aquisições não pode falhar. Mas, evidentemente, com essas crises constatamos exactamente o contrário. Portanto, observamos que quanto maior é o grupo financeiro, quanto mais internacional é um grupo financeiro, claramente concentra também muitos riscos. E, portanto, se há uma parte do sistema financeiro que sente fraqueza, os grandes bancos claramente vão impactar directamente sobre os consumidores nas taxas de juros. RFI: O que dizer sobre as criptomoedas, que são um 'player' cada vez mais importante? Pascal de Lima: As criptomoedas são outro sinal também desta nova fragilidade financeira. Não são hoje o coração mesmo do sistema, como os bancos em 2008, mas mostram uma financeirização mais dispersa, mais tecnológica e, por vezes menos regulada. Portanto, temos a regular cada vez mais os bancos. Estamos a regular cada vez mais o mercado financeiro, mas aparecem outras tecnologias que vão contornar as regulamentações e, portanto, em caso de stress no mercado, as criptomoedas podem simplificar ainda mais a volatilidade e a perda de confiança. RFI: Outro aspecto que também tem estado a ter cada vez mais importância é tudo o que tem a ver com as novas tecnologias. Pascal de Lima: A contribuição destas empresas é enorme em termos de inovação, produtividade e novos modelos económicos, mas também cria novas dependências, dependências tecnológicas, dependências perante o 'cloud', dependência dos dados, dependências das plataformas que muitas vezes são plataformas americanas com dados europeus. A tecnologia é ao mesmo tempo uma solução, mas também cria novas fontes de vulnerabilidade. RFI: Relativamente à última crise a que se refere no seu artigo no Expresso, a crise vigente desde 2020, como é que tem evoluído nestes últimos seis anos? Pascal de Lima: Desde 2020, o que podemos observar são sinais, sinais fracos. Portanto, o primeiro sinal foi claramente a pandemia. Isso é o ponto inicial. Provocou uma contracção brutal da actividade económica, obrigou todos os Estados, os bancos centrais, a intervir de forma excepcional. Mas houve depois outros sinais que foi também o aumento da dívida pública, que sempre continua e portanto, houve a pandemia com as despesas públicas da amortização da crise económica e das empresas. E agora também o aumento da dívida pública e o crescimento muito significativo do balanço dos bancos centrais. Portanto, evitou-se, de certa forma, uma grande depressão, mas ficou uma economia mais endividada e mais dependente das condições monetárias. Esse é o segundo sinal. Houve dois outros sinais que acabam por chegar em 2026. O sinal apareceu em 2021, com as tensões nas cadeias de abastecimento e os estrangulamentos logísticos e mostrou a fragilidade realmente da globalização, da modernização. E acabamos com a guerra da Ucrânia, que tem impactos até hoje com o choque energético, a inflação e a amplificação do choque energético com a questão do Irão. Portanto, o sinal principal é que entramos num regime económico e financeiro muito mais instável, com muitos critérios, com a dívida aumentando, inflação, taxas de juro, energia aumentando e profundamente ligada com a geopolítica. RFI: Temos estado num conflito 'on / off' entre os Estados Unidos e o Irão. O que é que se pode antever para a economia mundial se este conflito continua? Pascal de Lima: Hoje, não estamos perante um risco político isolado. O problema é que quando há uma tensão no Médio Oriente, rapidamente se transforma num choque económico com um choque energético e depois um choque inflacionista, depois um choque da taxa de juro e finalmente um choque financeiro. É por isso que no artigo falo de uma possível crise financeira. O ponto central é o Estreito de Ormuz. Se houver uma ameaça séria à circulação do petróleo e também do gás nessa zona, os mercados antecipam imediatamente uma subida dos preços da energia. Isso reacende a inflação e obriga outra vez os bancos centrais a manter taxas de juro mais elevadas, enquanto as taxas estavam bastante baixas há pouco tempo. Portanto, isso é muita volatilidade financeira e torna-se mais difícil o refinanciamento dos Estados e das empresas. E, portanto, o Irão mostra bem que o risco financeiro contemporâneo é híbrido. Primeiro, geopolítico, energético, monetário. E esperamos que não seja como 2008. Mas o risco financeiro é também real. RFI: Relativamente ainda a outro conflito que mencionou há pouco o conflito da Ucrânia. O que é que se pode antever para os países europeus, uma vez que tem havido cada vez mais aquele discurso de se virar para uma 'economia de guerra'? Pascal de Lima: A economia de guerra, economia de soberania, de limitar as dependências críticas é exactamente isso o objectivo da Europa, é o objectivo do Ministério da Economia (francês). O conflito na Ucrânia teve também um impacto muito forte na Europa, provocou o choque energético com a subida do gás, do petróleo e dos custos de produção e depois alimentou a inflação. Portanto, obrigou os bancos centrais à subida das taxas de juro e fragilizou o crescimento europeu. Isso é o primeiro aspecto. Depois, antecipando o que se pode passar efectivamente é difícil, mas é possível identificar cenários de dependência energética europeia, de tensões geopolíticas com a Rússia, vulnerabilidade das cadeias de abastecimento e falta de autonomia estratégica da Europa. Não conseguimos antecipar quase nada. E agora pede-se para antecipar outras coisas enquanto não conseguimos fazer com que os políticos antecipem crises geopolíticas de que muitos economistas já falaram já há dez, 20, ou 30 anos. Portanto, isso é o problema número um. RFI: Qual é o seu sentimento precisamente sobre o facto dos dirigentes políticos e nomeadamente os dirigentes europeus, anteciparem ou não estas crises? Acha que efectivamente eles têm estado à altura destes desafios? Pascal de Lima: Nenhum dos políticos tomou em consideração os conselhos dos economistas. Eu acho que é incrível, porque tudo isto são reformas estruturais. É um erro dizer que não foi nada antecipado. Era possível antecipar e, portanto, o problema é que os políticos antecipam muitas vezes demasiado pouco. Vêm os sinais fracos, mas reagem tarde, porque a decisão política é geralmente de curto prazo, enquanto os riscos económicos e geopolíticos se acumulam a longo prazo. Por isso, têm comissões de peritos, economistas internacionais, que falam sempre essas questões. Mas não tomam em consideração a opinião dos peritos no domínio da geopolítica e da antecipação de factos de longo prazo.

Concursos e Experiências Compartilhadas
#211 - Os pequenos milagres e algo maior que está no seu coração - Ps: se você acha que esse concurso não é pra você.

Concursos e Experiências Compartilhadas

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 10:29


.Mentoria Professor Particular⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://felipeduque11.wixsite.com/website⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Canal do Youtube sobre Concursos:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.youtube.com/channel/UCdUEy1gaVD7AO_URPUZrLtw⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Canal do Youtube sobre Religião e Filosofia na prática:https://www.youtube.com/@felipeduque2342Livro da Reforma Tributáriahttps://www.editorajuspodivm.com.br/reforma-tributaria-esquematizada-ec-1322023-e-lc-2142025-comentadas-2025Livro Manual de Processo Tributáriohttps://www.editorajuspodivm.com.br/manual-de-processo-tributario-administrativo-e-judicial-20252Link do nosso grupo 2 no Whatsapp de Dicas Gratuitas (mensagens só pelo Adm) ⁠⁠⁠⁠https://chat.whatsapp.com/ERebr5tqthl8dNBDaK3Ixq⁠⁠⁠⁠ Mais informações sobre cursos: ⁠⁠⁠⁠www.raioxdoedital.com.br⁠Mais informações sobre mim:https://linktr.ee/felipeduqueLink do nosso podcast no Spotify:https://open.spotify.com/show/0cyIQ7i3edtRlIhH9U5Q7i.

College Hockey SW Weekly
ACHA Summer 2026 Coaches Series: Ep 1 July 8, 2026

College Hockey SW Weekly

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 58:21


We kick off our newest series, as Scott visits with University of Georgia Head Coach John Camp!  Don't miss ITHSWpodcasts Summer Series, ACHA Conversations With A Coach!  Join Scott on ITHSWpodcasts.Podbean.com, or wherever you get your favorite podcast! For more, click like and subscribe and go to ITHSWpodcasts.podbean.com  

Soundbite
Fernando Alexandre acha mesmo que tem condições para continuar?

Soundbite

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 7:00


O adiamento da divulgação das classificações dos exames nacionais do ensino secundário para 17 de Julho, devido a problemas informáticos na plataforma de classificação electrónica, levou PS, Livre e Bloco de Esquerda a acusarem o Governo de ter ignorado os sucessivos alertas sobre o novo sistema. O ministro Fernando Alexandre devia tirar consequências políticas deste caos nos exames?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Soundbite
Sebastião Bugalho acha que a imigração está a pôr em causa a "coesão social portuguesa"?

Soundbite

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026 10:51


Ao lado do busto de Francisco Sá Carneiro, na entrada da sede nacional do PSD, Sebastião Bugalho começou nesta segunda-feira a sua nova tarefa de porta-voz do partido. Com as bandeiras de Portugal, da União Europeia e do PSD atrás de si, o vice-presidente social-democrata anunciou que o grupo parlamentar vai chamar antigos governantes do PS ao Parlamento para explicar o aumento “sem precedente” da população estrangeira em Portugal revelado pela actualização das estatísticas oficiais do país. Sem detalhar a lista de personalidades que os deputados vão querer ouvir, “é natural” que José Luís Carneiro seja um dos nomes a ser chamado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Amorosidade Estrela da Manhã
QUAIS AS DORES QUE HOJE JOGAM AO FOGO (DA PIRA) PARA PERMITIR QUE SEUS ESPÍRITOS SE FORTALEÇAM? QUAL DE VOCÊS TÊM A CORAGEM DE OLHAR PARA SI MESMO E ENTREGAR AQUILO QUE ACHA QUE SÃO?

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 28, 2026 3:56


Economia dia a dia
As medidas do Governo para a habitação podem estar a fazer subir os preços? O FMI acha que sim

Economia dia a dia

Play Episode Listen Later Jun 27, 2026 8:52


O Fundo Monetário Internacional alerta que algumas das medidas do Governo para a habitação poderão estar a aumentar a procura sem resolver a falta de oferta. Entre as críticas estão a garantia pública para os jovens e a redução do IVA na construção. Mas porque é que o FMI considera que estas medidas podem estar a agravar o problema? A análise deste tema foi feita pela jornalista da secção de Economia do Expresso Eunice ParreiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O Bom, o Mau e o Vilão
Afinal, o PS já acha que a “escravidão social” é ótima

O Bom, o Mau e o Vilão

Play Episode Listen Later Jun 25, 2026 8:31


A Justiça (que prova o que já sabíamos), o PS (que aprova o que antes criticava) e o Chega (que anda a tropeçar nas próprias pernas) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alquimia da Mente
942 - Como Sua Infância Decidiu o Que Você Acha Que Merece Hoje

Alquimia da Mente

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 11:29


Harvest Bible Chapel Pittsburgh North Sermons - Harvest Bible Chapel Pittsburgh North

Introduction: What About Speaking in Tongues? It's Not That Important. (1 Corinthians 14:1-19) Tongues Are FRUITLESS. (1 Cor 14:1-5) Tongues Are USELESS. (1 Cor 14:6-12) Tongues Are MINDLESS. (1 Cor 14:13-19) Sermon Notes (PDF): BLANKHint: Highlight blanks above for answers! Questions and Answers: What About Speaking In Tongues? - Part 1 Jeff Miller Download Audio Transcript 00:36Open up those Bibles to 1 Corinthians chapter 14. When I was a very young Christian 30 years ago-ish, I had a very strong conviction. I had a very strong conviction that the death penalty was a horrible thing. Why?01:06Why in the world should the government determine if someone lives or dies? I thought the death penalty was an absolutely horrible thing. And then someone lovingly challenged me to see what the Bible says on the subject. Do you know what I found? The first man-to-man law that God gave was the death penalty. The death penalty is in the Mosaic law, and the death penalty is after the Mosaic law.01:36Law, Romans 13.01:39So my convictions about the death penalty radically changed.01:46And I'm saying all that to say, look, it's okay.01:52It's okay after a closer study of the Word of God to let the Bible change your mind.02:04And the subject we're looking at today is the gift of speaking in tongues. And there are some of you that maybe have a very strong conviction about it. And I'm sure there are a lot of you that maybe didn't think very much about the subject at all. But if you've been coming here for any period of time, you know that we want the Word of God to shape our beliefs and convictions. So by God's grace, let's go after His Word today to see what He has to say about it. So just please pray for me to communicate God's Word clearly and accurately, and I'll pray for you to have a heart open to see and receive what it is that the Bible actually says.03:04on the subject. All right? Let's take a moment and just go before the Lord together. Father, please open our hearts to what Your Word says. Not to what we experienced growing up or heard somebody say about Your Word, but let's take some time and really look and examine what it is that You actually said. Father, let us shape our convictions on that. We thank You, Father. We thank You for Your Word. And even when it's challenging for us living in a different culture and a different time, the truths of Your Word are eternal. And I pray that You would give us the wisdom by Your Spirit today.04:05to really grasp and embrace what it is that you've said here. Thank you ahead of time, Father. For what you're going to do today, we pray in Jesus' name. And all of God's people said, Amen. Amen. We go through God's Word verse by verse. Because context is important in anything you read. Especially.04:34the Word of God. And we're looking at one of the hardest chapters in the whole Bible today. This passage is so misquoted. And it is so misunderstood. But we're going to get through this together. Right? So before we look at the text, I want you to jot some things down. This isn't like the outline, but you can write it on your outline. But these are, I just want to give you four truths to help us understand 1 Corinthians.05:0414. With context in mind.05:11As we approach this, there's four absolute truths here that we have to keep in mind as we go to the text.05:21And this is the foundation that sets the stage.05:26All right?05:26So four truths.05:28First of all, we need to remind ourselves of the truth of what is the purpose of the gift of speaking in time?05:35It was a miracle, first of all, to affirm the apostles, and it was a sign of judgment against Israel. We talked about that last week, and we're going to talk about it again next week. But remember, tongues were real languages, not made-up gibberish words. They were actual real languages. And this is the way the gift operated in the early church.06:04The preacher gets up to preach and there are some unsaved Russians present. Well, the preacher never learned Russian, but he miraculously started speaking Russian. Well, the Russians were amazed. But then somebody else in the church had the gift of interpretation so they could translate what the preacher said for the non-Russian speakers in the church. That's the way the gift worked.06:34of tongues will cease. And we talked about that word means they will end by themselves.06:44Interestingly, tongues is never mentioned in the New Testament.06:48It's not mentioned at all after the book of Acts and after 1 Corinthians, which is the earliest epistle written.06:58It's just not mentioned at all.07:00But that was the purpose of the gift of tongues in the early church.07:04Second thing to help us understand this passage, let's talk about the gibberish prayer language. There are some people that believe the gift of tongues is speaking a gibberish prayer language, words that aren't any existing language. It's just a private, unknown language that you speak to the heavens. Where did that come from?07:34The truth is that practice came from paganism. And you can study this, but in Corinth, they had a temple to Diana, and that was how they worshipped. Everything there was about feeling and emotions. It wasn't about truth and engaging your mind. Everything in that worship was about experience and emotions. Right? Remember, the priestesses were prostitutes. It was about feeling something.08:02And part of their worship was shouting an ecstatic, gibberish language because they believed that was the way that you communicated to the gods. And church, that is never taught in the New Testament as a gift of the Holy Spirit. It's just not. Well, some people believe there are two kinds of tongues. You know, speaking known languages and them being interpreted and praying a gibberish.08:32language. But I can't see anywhere in the New Testament where tongues is redefined. From known languages to speaking gibberish. I just don't see it anywhere. So there was a gibberish prayer language that was part of paganism. All right? Third thing to keep in mind as we approach 1 Corinthians 14 is this truth. The Corinthians messed up just about everything. Have you noticed in our study?09:02They were like the Pittsburgh Pirates. Hitting, fielding, base running. Like, was there an aspect of their game that they didn't mess up? Well, if you've been through this study with us, that's what we have seen over and over and over. What the Corinthians did was they dragged paganism and worldliness into the church. That's been our whole year of studying this. Right?09:32Everything they did was from paganism and worldliness. Like hero worship, sexual sin, lawsuits, marriage fails, idolatry. Oh, and the pagan use of speaking gibberish language to communicate to the gods. They dragged that into church. Something else to keep in mind, very important. Last one. 1 Corinthians 11-14. These chapters are about church conduct, individual conducts. Do you notice that? People want to take these passages and sort of make them like an individual application, but these chapters are about the church collectively, the body of Christ. These chapters are more about us than me. So chapter 14 was written to correct the Corinthians, and Paul was saying the pagan way, the gibberish language isn't really a thing, and let me tell you how the real gift, the real spiritual gift of speaking in tongues works. Interesting thing to note. You're going to see throughout the passage here that sometimes Paul uses the word tongue singular and sometimes he uses the word tongues plural and he seems to be very specific and I spent so much time this past week studying this. He seems very specific about when it's plural and when it's singular.11:02scholars to believe that when Paul uses tongues in the plural, he's talking about the real spiritual gifts, speaking a real language that you never learn. Tongues, plural. Why? Because there's many languages, right? There's many languages, so tongues is plural. But when he speaks about tongue singular, he's talking about the pagan gibberish language because gibberish isn't something that can be plural. So just take a note of that. So this is going to feel like Sunday school today.11:32But this is so critically important to our understanding of a very sensitive subject to a lot of people. So on your outline, what about speaking in tongues? And here's the whole sermon. This is the whole sermon. You can leave after this statement if you want, but I'll unpack it for you. But here's what he says in chapter 14. What about speaking in tongues? He says, it's not that important. That's this whole passage. He says, it's not that important.12:05See, in Corinth, like in churches today, speaking in tongues was the thing. There are people today that believe unless you speak a gibberish prayer language, then you do not have the Holy Spirit. That is not true biblically. In this passage, you're going to see that Paul says, the gibberish really is nothing. And even the real gift of speaking known languages, the real spiritual gift that he's been talking about, he's like, even that's not that important. That's not that important. So let's look at it together. Number one, write this down. Paul says, first of all, tongues are fruitless. Meaning this, as far as accomplishing anything ministry-wise. He says it's fruitless. No spiritual fruit comes from speaking in tongues. That's the first point. That's the first five verses. What's the purpose of having a church service, by the way? The purpose of us having a church service is to edify believers. That's what church is for. The goal of church is to edify believers. Make note of that because he says that over and over.13:32and over in chapter 14. We'll talk about that in a few moments. Edification of believers. Look at chapter 14. He says pursue love. That's where we left off last week. Seek love. That's chapter 13. The love chapter. He gives your problem, church, is you're not loving each other. You need to go after that. Pursue love. Look at the rest of the verse. He says, and earnestly desire the spiritual gifts, especially that you may prophesy.14:06Paul says, yes, love each other, but also, yes, seek to use your spiritual gift, especially prophecy.14:13We talked about this.14:14Prophecy, the word literally means speak before.14:18It's just somebody that stands in front of people and says stuff.14:22And it's talking about saying the word of God, explaining the word of God.14:26That's what prophecy is.14:30See, Paul reminds us here again, church is to be the place where you hear the Word of God. If nothing else happens when we get together on Sunday morning, this has to happen. We have to get in the Word of God together. You see, tongues was never for that. That's why Paul comes right out of the gate and says it's better when you get together that you hear something that you can actually understand.14:59Look at verse 2. He says, For one who speaks in a tongue speaks not to men, but to God.15:11For no one understands him, that he utters mysteries in the Spirit.15:19Notice tongue is singular there.15:23He says, when you speak the gibberish language.15:25Oh, by the way, he says, speaks not to men, but to God.15:29That's really not a great translation. It literally should be translated to a God. Little g God.15:41When you speak in a tongue you're speaking to, you think you're speaking to a God.15:47Also interestingly in the verse, he says, but he utters mysteries in the spirit. That's not a great translation of that either.15:55The Word for Spirit, he's not talking about the Holy Spirit here. The Word for Spirit is pneumatai, which literally is breath. He's saying you're speaking into the air. And I believe that because he says the exact same thing later in this passage. You're going to see it. All right? So what's he saying? He's saying this. Spiritual gifts were to edify man. All right?16:25Common Good.16:26Chapter 12, verse 7.16:27Spiritual gifts are for the common good.16:30Spiritual gifts were never given to speak to God, a God, the God, who's ever up there.16:36He's like, that was never the purpose of the true God giving us spiritual gifts.16:47God never teaches us to speak to Him in an unknown language.16:54You just don't see that in the Bible. Look at every prayer in the New Testament. Every prayer and every teaching about prayer, there's nothing about speaking to God in an unknown language. And I would say, look at Jesus Himself. We have accounts of Jesus praying. Did Jesus have a private prayer language with God? Did He? No.17:24How do you know? Because the Bible writers told us exactly what Jesus prayed. Jesus used regular language and in all of Jesus' teaching about prayer, nothing says pray in a private prayer language. Actually, in Matthew 6, verse 7, Jesus said, don't heap up meaningless phrases.17:55So what you have here in Corinth is you had some of the people who considered themselves elite. And they said, you know, you pray in church and you speak Greek and all that. That's all well and good. But you know, I pray to God in my own private prayer language. Aren't I spiritual? And Paul's like, spiritual gifts.18:24Gifts aren't about you. Spiritual Gifts are given to edify everyone else. Look at verse 3. He comes back to it again. He says, on the other hand, the one who prophesies speaks to people for their upbuilding and encouragement and consolation. Paul says that's what needs to be happening in church. That's what prophesying is for. He says it's for edification. You're like, well, what's edification? He defines it right here.18:54upbuilding, encouraging you in your faith, encouragement, consolation. That word is comfort. You know, the Word of God should be challenging us and convicting us and encouraging us and comforting us. That happens when the Word of God is proclaimed. Look at verse 4. He says, the one who speaks in a tongue builds up himself. But the one who prophesies builds up the church. Again, he says, When you show up and you're just speaking your private prayer language to God, all you're doing is putting the spotlight on yourself. Look how spiritual I am. Look, I'm God's favorite. He gave me this super spiritual gift that I communicate to Him in our own private secret language. Now, the true gift of speaking in tongues has an interpreter that benefits others. Spiritual gifts aren't for God. They're not for you.19:54You, therefore, other people. Right? Again, verse 5. He keeps hammering the same point. You're going to see it again. He says, no, I want you all to speak in tongues. But even more to prophesy. The one who prophesies is greater than the one who speaks in tongues unless someone interprets so that the church may be built up.20:24Yes, this is the Pentecostal's favorite verse here. Look, right there, right there. Paul says, I want you all to speak in tongues. Paul was being sarcastic. He was saying, I wish you all did the real thing, but more so, I wish you all prophesied. You're like, wait, wait, wait, time out. Time out, Pastor Jeff. How do you know Paul's being sarcastic? How do you know that? Well, just go back a page. Look at chapter 12 and verses 29 and 30. Look at this. Paul says, are all apostles? Are all prophets? Are all teachers? Do all work miracles? Do all possess gifts of healing? Do all speak with tongues? Do all interpret? What's the answer to that? No. No. Paul just said in chapter 12, everyone doesn't possess one particular gift. He just said, do all speak with tongues?21:24No, obviously not. So Paul's not going to turn around and say, okay, now I want you all to do this. He's not contradicting himself. He's making a point in comparing. What he's saying in this verse is this. He goes, oh, I could wish that you all actually used the real spiritual gift and spoke in other languages. I could wish you all did that. But you know what's way more important than that? You know what would be so much better for the church than that?21:52is if you all were able to preach a real sermon. That would be better than everyone speaking other languages. He's being sarcastic here. So this private prayer gibberish language, Paul says here it's fruitless. He says, what does anyone get out of it? There's no edification, nothing's learned, no knowledge is given. It's fruitless because No one is being built up. And that is what has to happen in the church. All right? So what about speaking in tongues? He says, it's not that important. First of all, tongues are fruitless. They don't accomplish ministry purposes. But then he digs even deeper. Number two, he says tongues are useless. Tongues are useless. Look at verse 6.22:52He says, Now brothers, if I come to you speaking in tongues, how will I benefit you?23:00Unless I bring you some revelation or knowledge or prophecy or teaching.23:08He says, If I came speaking a foreign language, and again, assuming there's no interpreter when he does it, he says, What good would that do you?23:17If I came speaking Russian, you all speak Greek, it's not going to accomplish anything.23:22Verse 7, he says, he's illustrating his point. He says, if even lifeless instruments, such as the flute or the harp, do not give distinct notes, how will anyone know what is played? See the illustration? He says, even musical instruments have to play a melody or it doesn't make sense, right?23:51Didn't the worship team do a fantastic job today? Yeah. Yeah. They absolutely did. But you know, let's pick on my man Miles up here. So good at the guitar. When Miles plays the guitar, he can play a melody. And did you notice when Miles played, we were all able to sing along because we recognized the song. It was a tune, right?24:22What would happen if you went back to Harvest Academy and brought a toddler out and gave that toddler Miles' guitar and says, okay, now you're leading worship.24:31How would that go?24:33Whang! Whang! Whang! Whang!24:36Like, would we be able to worship together?24:39No.24:40And that's Paul's point.24:42He goes, even musical instruments have to play a melody or you don't know what's going on.24:46But if it's just meaningless noise, he's like, nothing is happening.24:49It's useless. Right? Another illustration. He wants to make sure we get this. Look at verse 8. He says, and if the bugle gives an indistinct sound, who will get ready for battle? Okay, now it's like a military illustration. Like the guy blowing the bugle for the military. It's like you better play a song that the soldiers recognize. Right? Because there's like a song for get up, a song for go to bed, a song for time to eat. How about a song for, It's time for battle. And if he just gets up there blasting the trumpet and nobody knows, wait a minute, what are we supposed to do now? I think we're either supposed to fight or go to breakfast. I'm not sure which sound that is. He goes, they're going to be so confused. It has to be a melody. You see, he's making a comparison between languages we can hear and understand versus any language.25:49We have no idea what's going on. What's his point? What's his point in all this? He explains in verse 9. He says, so with yourselves, if with your tongue you utter speech that is not intelligible, how will anyone know what is said? For you will be speaking into the air. There it is again.26:18You'll be speaking into the air. Paul's saying, look, gibberish is useless. Look, tongues are useless unless the real spiritual gift is used and someone is present that speaks that and someone interprets for the rest, it's useless. Do I believe that tongues happen today?26:48I do. I have heard many stories of people on the mission field that they were asked to get up and speak. And they're like, well, I don't speak their language. And they're like, well, just get up and say something in English and they'll just be glad to hear from you. And the guy got up and spoke and everybody heard it in their own language. I believe that. That's not what he's talking about here. And even that gift that I mentioned is not normative.27:18He's like the gibberish is useless. You show up in church and you just scream a bunch of syllables that aren't words. What are you doing? What are you accomplishing? Look at verse 10. He keeps hammering the same point. He says, there are doubtless many different languages in the world and none is without meaning. But if I do not know the meaning of the language, I will be a foreigner to the speaker and the speaker, Same point. Paul's like, if you don't talk to people in a language that they understand, it's kind of useless, right? We had dinner with Barnabas last Wednesday. If you were here, that was so fun. Our missionary in Thailand, Barnabas, he speaks ten languages. Ten. Seven fluently, and he says three about half. And I think he's being modest.28:18Why does he know ten languages? Because when he goes all over to these tribes, the Lisu, the Lahu, the Acha, he goes to China, he goes all over that area of the world, and he knows when he goes, he's going to have to speak a language that they understand. Otherwise, they're just making sounds at each other. That's Paul's point here. Right? Look at verse 12. He says, so with yourselves. Look at this. Since you are eager for manifestations of the Spirit, to excel in building up the church. He's back to the exact same thing he said in verse 5. He goes, do you want the Holy Spirit to work through you? Christian, do you want the Holy Spirit to work through you? All in favor? Yeah! Like, isn't that the number one thing that a Christian desires? Is it the Holy Spirit? Is it work through them? That's what any true Christian wants. Paul's like, is that what you want? You want the Holy Spirit to manifest through you? Great!29:19Because whether it's a foreign language or whether it's speaking gibberish, speaking anything people don't understand is useless. Paul says in this section, if real communication isn't happening, it's just noise. It's useless. The tongues are useless. And finally, number three, Paul says tongues are mindless. Mindless. More sarcasm. Look at verse 13. He says, therefore, one who speaks in a tongue should pray for the power to interpret. Again, that's sarcasm. How do you know that's sarcasm? Because of what he already said. Didn't he just say that the Holy Spirit is the one who gives people gifts as he wills?30:18He just said that.30:20So we don't see any example in the Bible of, you know, God, this is the spiritual gift that I want.30:25Please give that one to me.30:26He made it clear.30:27The Holy Spirit determines who gets what.30:30So He's obviously being sarcastic here.30:32He's saying, hey, if you speak gibberish, you better pray that you can explain what you're saying.30:41Verse 14, He says, for if I pray in a tongue, my spirit prays, but my mind is unfruitful.30:47What am I to do? He says, I will pray with my spirit, but I will pray with my mind also. I will sing praise with my spirit, but I will sing with my mind also. Otherwise, if you give thanks with your spirit, how can anyone in the position of an outsider say amen to your thanksgiving when he does not know what you are saying?31:17Here, Paul's just saying, look, prayer and praise must be done with our whole being, spirit and truth. We've talked about that before, spirit and truth. Jesus said the Father is seeking those to worship Him in spirit and truth. And for that to happen, your mind has to be engaged. Your mind has to be engaged. You know, people that believe in private prayer language will say, well, no, My mind is just kind of shut off and it just comes from my spirit. And I would push back on that and say, when has God ever told us to turn our minds off? You have to have your mind engaged in what's happening. I think a little humor on Paul's part. He's like, you just get up and you speak as she speaks something people don't understand. He's like, how are you going to get an amen? Who's going to amen that? Somebody gets up and just says a bunch of nonsense words. Paul's like, that's not a good way to get an amen. Verse 17, he says, for you may be giving thanks well enough, but the other person is not being built up. Again, you see, he keeps driving that nail down.32:47Again, there's no edification happening. You can't do that, church. You have to go to church with the mindset of edifying others with spiritual gifts. And someone would say, but prayer language is a private thing. Spiritual gifts aren't meant to be private. Spiritual gifts are to be used for the body. Verse 18. See, I heard an amen because somebody understood what I was saying.33:17saying. See how that works? Again, the Word of God is coming, just being fulfilled in your eyes. He says, I thank God that I speak in tongues more than all of you. Paul had the true gift. Paul had the true gift. You think that came in handy on his missionary journeys? Traveling around all these different people. He had the true gift. God gave him the ability to speak in languages he didn't know. He says that he speaks in tongues.33:48And I'm so glad he said that here because what Paul's doing with that statement, he's like, look, look, look, I'm not saying the true gift isn't legit. I'm not saying the true gift isn't useful. Verse 19, he says, nevertheless, in church, I would rather speak five words with my mind in order to instruct others than 10,000 words in a tongue.34:20Back to that same point. He says, in the church, five regular words are greater than 10,000 words that no one understands. You know, the 10,000. In the Greek, that was the largest number that had a word. You know what I mean by that? What I mean is, that would be today like somebody saying, a bajillion. Is that a real number? No, it's just like a bajillion.34:47like a figure of speech. Like, oh, you know, I must have seen a bajillion of them. Like, 10,000 was their biggest word for a number. And Paul says five regular words. What he's saying is five regular words are greater than an infinite number of words that nobody understands. Right? You get that. I mean, if two guys get up here on a Sunday morning, And one guy speaks gibberish for an entire hour. Words that nobody understands. But for a whole hour you listen to gibberish words. Then you have the other guy get up and he says five words. Jesus died for your sins. Which person benefited the church?35:49The one that wasted everybody's time making his noises? Or the one that actually communicated the most glorious truth that there is? Jesus Christ died for your sins. If you'll turn from them and receive Him, you can be a child of God. That's the benefit.36:17here saying any edification is better than many words that no one understands. So some have made gibberish, unknown languages, private prayer language. Some people have really made that the thing. And after countless hours of studying these chapters, I'm less confused.36:47that it's a thing.36:50But look, here's the thing.36:55You can believe completely different than me about this.36:58And that's okay.36:58I don't want to fight with you.36:59I really don't.37:01And I'm not, I don't, I don't get any kind of like excitement trying to shot block people or pound people down.37:12I'm not at all.37:15All I want to do is clearly communicate the Word of God. If you want to have a nice discussion about this section and talk about some of these phrases and words and what it means, I'm always happy to do that. But I don't want to fight with you. Listen, whatever, whatever you believe about tongues. I think it's pretty obvious what Paul is saying about it.37:46Whether it's speaking gibberish privately in prayer to God, the pagan practice, or the biblical gift of speaking a known language, a real language that the speaker never studied or learned, whatever. I think it's pretty clear in this section. Paul's stance is, it's just It's not that important. Here's the thing, church. Tongues isn't even the real issue here. Sometimes I think we can look at this passage, we can quote this passage, or we can misquote this passage, and we miss what's really going on here. Tongues is not the real issue in this passage at all.38:45Do you see what the real issue is? The real issue is this. What do you go to church for? That's the issue. Why did you come here today? If you're like, well, I'm not coming here anymore. Okay. So if you go to another church next week, why would you go there? What do you go to church for?39:21This is the real point of this passage. Church is the place you go to give, not go to get. Church is the place you go to give, not go to get. You had to have noticed how repetitious this passage was. Do you notice how many times Paul talked about this passage?39:45He talked about edifying, building up. Did you notice? I went back several times and was counting. How many times in this passage did He keep going back to that concept? It's in verse 1, verse 3, verse 4, verse 5, verse 6, verse 9, verse 12, verse 13, verse 16, verse 17, and verse 19. Just in the passage we read today. All of those verses have something to say about the us thing in church. Building up.40:14Every one of those verses has something in them to emphasize serving other people. And look, I've been in ministry for a very long time, and this is the thing that we keep hitting in this culture, especially in this culture, as we have brought the consumer mentality into church. See, that was the problem in Corinth. They showed up to church to say, hey, hey, Church is a place where it's about me, more spotlight on me, look at me, what's in it for me. And we're like, oh, shame on those people. No, shame on us because we have brought the consumer mentality into church. We evaluate churches based on what is in it for me. You know, we've heard so many things, haven't we, Pastor Taylor? We've heard so many things. We've heard people say, well, yeah, oh, I love her.41:14and people there are super nice. But you know, we go to such and such church because they have a concert atmosphere. Okay. I guess if that's what you're looking for, a concert atmosphere. We want smoke machines and laser lights and I haven't been to a concert in a while. What else happens? They still do mosh pits, t-shirt cannons.41:44We want that stuff. People hop from church to church looking for the one that meets their needs. Another one that I've heard, oh, Pastor Jeff, we love this church, but you know, we go to such and such church now because they have better playground equipment for the kids.42:16I can't compete with that. Someday we're going to have a church on this property, New Swickly, and someday we're going to have like, what, 10 acres of green space for the kids to run around on. Someday we're going to have that. I hope it's someday sooner than later. We're praying. We're seeking the Lord. Things are in motion on that. But right now, I can't offer you great playground equipment. We can, you know what the kids do. They go out here and play David and Goliath and throw rocks at each other. They play Humpty Dumpty and get on that wall. They did fix the wall. That is not a pass. Don't tell your kids, hey, they fixed the wall. Let's see how many of you we can get up there. But that's how some people evaluate church. They've got better playground equipment. You know why people do that is because of the consumer mentality. Church is the place.43:15where I should get something.43:20Why go to such and such church?43:22Because they have better coffee.43:23Okay, whatever.43:25Whatever.43:28Church is where you go to give, not where you go to get.43:32Look, that's the problem in Corinth, and that's the problem in Wexford.43:41In church, we need to get to the place where we're like, The Church needs to be about how can I serve others? Not, hey, I'm here for what I can get. And do you know what the beautiful thing is about that? When everybody shows up to church with this mindset of, I came here to give. Do you know what's so beautiful about that? Is when everybody gives, everybody gets. Look, you have a spiritual gift.44:13a few weeks ago. We all need you to be pouring into the rest of us. Your knowledge of the Word of God, we need that. Your experience in walking with Jesus Christ, we need that. On Sunday morning, in our small groups, in our youth group, all of these little people back here, they need to see in you what it looks like to follow Jesus.44:43you married couples. They need to see from you what it looks like to love your spouse. They need to see from you what it looks like to have a Holy Spirit gift that is used in the church. These little people back here need to see what it looks like to live a life serving other people, not constantly seeking to be served. So if our worship team would make their way back up front, Yeah.45:19I pray that this passage changes your mind.45:25Maybe about tongues.45:29But definitely about why you come to church.45:35Let's pray.45:38Father in heaven Father we're sorry For all of the times we try to make it about us, that we can look at the Corinthians and we can wag our heads and we can tsk, tsk, and we're no better. We look at their worldliness. And so often, Father, we're no better. So I pray, Father, that we don't get So caught up in this one particular spiritual gift that we miss the point of this passage. The church should be a place where I go to build others up. Comforting, encouraging, loving one another. Father, you see the culture we live in. It's a consumer culture. And I pray, Father, that you would bring a great conviction on us. That we look at this as the place where we come to serve. Not just simply come to receive. We pray in Jesus' name. Amen. Small Group DiscussionRead 1 Corinthians 14:1-19What was your big take-away from this passage / message?Before studying this passage, what was your personal belief on speaking in tongues? Did this passage change anything you believe about tongues? Why or why not?The theme of this passage is “tongues aren't that important”. What exactly does Paul say is more important?BreakoutPray for one another.

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O que você acha da Taurus (TASA4)? - Live 374 (08/06/26) - Visão do Estrategista

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Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 1:21


Se sua resposta foi sim, tome cuidado, você pode estar deixando de crescer em seu relacionamento com Deus.A postura crítica se torna cansativa ao longo do tempo. Parece que nada é suficiente e nem atende às exigências.Veja o que diz o Salmo 78 no verso 32: "Apesar de tudo isso, continuaram a pecar e não creram nas maravilhas de Deus."Olho para esse relato bíblico e fico a pensar como tantas e tantas vezes tratamos o Senhor. Somos exigentes, detalhistas, sempre queremos mais e mais, como se nunca estivesse bom. Deus por outro lado sempre nos trata com bondade e misericórdia.Todos os dias a nossa vida está recheada de milagres, mas podemos nos tornar tão críticos e céticos que não percebemos um palmo à nossa frente.E ainda tem algo pior nisso tudo. Se por um lado queremos mais e mais de Deus, por outro não cobramos em nada a nossa atitude. Agimos como pecadores convictos muitas vezes!Se o coração está endurecido, não importa a quantidade de milagres e nem o tamanho deles. Por isso, ao invés de pedir mais provas pra Deus, peça um coração sensível. As provas já estão por aí diante de nossos olhos, só é preciso enxergá-las.

Sem Moderação
“Quando o PS não faz uma rendição total à posição do Governo, o Governo acha que o PS não está a ser colaborativo”

Sem Moderação

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 24:51


Enquanto Donald Trump surpreende com declarações contraditórias sobre um possível acordo com o Irão — anunciando primeiro bombardeamentos e depois uma assinatura iminente —, em Portugal o discurso do Presidente da República no 10 de Junho, nas comemorações do Dia de Portugal nos Açores, recolhe elogios transversais. Diogo Feio e Pedro Delgado Alves analisam as mensagens de Seguro sobre as Forças Armadas, a autonomia regional e o papel de Portugal no multilateralismo. Sobre o diploma das bandeiras, os dois comentadores convergem: é uma guerra cultural que desvia o debate do essencial. Na Prestação Social Única, o PS e o Governo continuam sem acordo, com Pedro Delgado Alves a alertar para os riscos de um “cheque em branco” sobre quem fica de fora e quais os valores a praticar. Já Diogo Feio critica a estratégia socialista de oposição sistemática e apela a uma maior disponibilidade negocial. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 12 de junho. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.

Vida em França
"Estamos todos no mesmo Mundo, Terra, Pátria"- Álvaro Vasconcelos

Vida em França

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 40:47


Foi apresentado em finais de Maio em Paris, o terceiro e último volume do livro "Memórias em tempo de amnésia" de Álvaro Vasconcelos, especialista de relações internacionais e voz bem conhecida das nossas antenas. Nesta obra em três partes, o autor relata as épocas que atravessou, o salazarismo, o colonialismo português em África, nomeadamente em Moçambique onde viveu, os anos de militância política na África do Sul, em França e em seguida em Portugal, onde regressou na altura do 25 de Abril. No terceiro volume das suas memórias intitulado "O futuro para além do apocalipse", Álvaro Vasconcelos recorda a conquista da independência das ex-colónias, assim como os primórdios da democratização de Portugal e a sua adesão à União Europeia. O antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e fundador em Portugal do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais também evoca a viragem autoritária a que se assiste actualmente em várias partes do mundo, a que ele chama de «brutalismo» e que tem a ver com a corrente 'tecno-totalitarista', encabeçada nomeadamente por alguns magnatas da Silicon Valley. Álvaro Vasconcelos fala também da urgência ambiental, da urgência de não nos esquecermos que somos humanos, numa época em que tendemos a colocar tudo nas mãos da Inteligência Artificial. No fundo, ele fala da urgência de pensarmos. Neste livro denso que é uma chamada de atenção, ele começa cada capítulo com uma espécie de guião de filme e fala com um gosto não dissimulado de todas as fitas que o fizeram reflectir de outra forma sobre o mundo, porque este texto, ainda mais do que os anteriores, é uma declaração de amor à sétima arte. E evidentemente não podíamos deixar de falar -antes de mais- da importância que o cinema tem para Álvaro Vasconcelos. "O cinema é algo que me formou porque eu vivia na África colonial, na Beira, em Moçambique. E como era lá no fundo do Império, a ditadura era certamente muito mais suave para os brancos, para os negros era mais brutal do que em Portugal era para os portugueses. E os brancos da cidade da Beira, onde eu vivia, tinham acesso ao Cineclube da Beira, às grandes obras do cinema mundial, por exemplo, nós vimos o ‘Couraçado Potemkin', que em Portugal era absolutamente proibido. (…) E como o cinema, começamos a vê-lo mesmo muito, desde muitos miúdos, não só nos cineclubes, os cinemas eram a maravilha da época, era aquilo que nos educava, nos abria novos horizontes, que nos fazia rir com Charlot, com os irmãos Marx, que nos ensinava os problemas graves do mundo, como ‘Hiroshima mon amour', o neo-realismo italiano, ‘Os ladrões de bicicletas', etc. Evidentemente que o cinema teve para a minha geração e em particular para aquela que viveu no Império, mas não só, também também em Portugal, um impacto enorme, portanto, foi formativo. E ao escrever o último livro da minha trilogia, senti a necessidade de fazer um livro que fosse mais de reflexão que apenas descritivo da minha vida e de reflexão. Não sou filósofo, portanto, não podia ser uma reflexão filosófica. Mas era uma reflexão à volta das ideias que são veiculadas pelo cinema, que foram veiculadas pela grande literatura que eu li desde miúdo, que sempre me apaixonou e continuo a ler e que me ensinou imenso sobre o mundo. Eu descobri muitas coisas no cinema e na literatura que não era capaz de descobrir com o mesmo grau de profundidade dos ensaios", explica o autor. Nas suas memórias, Álvaro Vasconcelos fala da época colonial e também de uma descolonização das mentes que ainda não foi totalmente feita. "Em África, descobri a violência colonial e que a palmatória é um símbolo absoluto dessa violência. Palmatória com que iam castigar os empregados negros por coisas, não importa o quê. Mas mesmo que fossem coisas graves, era a mesma palmatória que era usada contra os escravos, como eu vi no Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo. Infelizmente não temos em Portugal, nenhum museu sobre a escravatura. Temos um pequeno museu em Lagos, mas não temos um grande museu, como têm os brasileiros. E essa palmatória era usada também pelo professor primário para nos manter. Identifico a violência brutal de que era vítima pelo professor primário, que tinha um poder absoluto sobre mim, com a violência, de que eram vítimas os negros, que não tinham direitos nenhuns, nem direito à vida. E para que isso pudesse ter acontecido, foi preciso criar uma narrativa de que eles não eram gente civilizada. E essa narrativa perdurou no pós 25 de Abril, porque nunca se fez um trabalho verdadeiro de descolonização das mentalidades. E hoje, quando os imigrantes são tratados como são tratados com desumanidade, é porque não são considerados humanos iguais a nós. E como não são considerados humanos iguais a nós, podem ser vítimas da arbitrariedade. Não têm os direitos iguais. Isso é uma questão fundamental", considera o estudioso. "Quando se deu o 25 de Abril, podia-se ter feito uma coisa extraordinária e teria ficado para a história. Era considerar que toda a gente que reside em Portugal tem os mesmos direitos. Há um país no mundo em que isso, pelo menos já acontece, que é na Nova Zelândia. E, portanto, se os imigrantes tivessem o direito do voto, seriam tratados de forma completamente diferente ", diz ao referir que, em vez disso, "são vítimas da desigualdade mais absurda da escravatura às vezes da violência da morte no Mediterrâneo. Em vez de irem socorrer, acham que é uma forma dissuasiva que eles morram no Mediterrâneo. Isso, evidentemente, é feito posto em prática por políticos democráticos, mas evidentemente que estão a abrir o caminho à extrema-direita que fará disso uma doutrina de poder." No capítulo que reserva a estes aspectos, o autor escreve que “o silêncio sobre a verdadeira natureza do colonialismo é um dos grandes fracassos da democracia portuguesa” e que “a Europa assumir que o colonialismo foi um crime contra a humanidade tornaria o seu discurso sobre a democracia muito mais legítimo.” "O 25 de Abril foi uma revolução extraordinária. Libertou os portugueses da ditadura e criou um sistema de liberdades públicas, de Estado de Direito. Isso deve ser sublinhado e eu sublinho no livro, porque é único no século XX, uma revolução que não foi só uma libertação, mas trouxe a liberdade. Podemos pensar, por exemplo, que a Revolução de Outubro libertou os russos do Czarismo, que era um regime terrível. Mas não construiu um regime de liberdade. Isso aconteceu em Portugal. Simplesmente, Portugal era ao mesmo tempo uma ditadura e um império. E quando se construiu a democracia, fez-se um trabalho mais ou menos profundo sobre o que era a ditadura, o que é que era o fascismo. Existem vários museus, o Museu do Aljube, um museu em Peniche, existe um trabalho de memória. Existem nos livros de História. Conta-se o 25 de Abril, todo esse passado ditatorial. As pessoas sabem que houve a tortura, que havia a PIDE, que as pessoas não tinham direito à palavra. Tudo isso faz parte da memória colectiva dos portugueses", constata Álvaro Vasconcelos. "O que não se fez nenhum trabalho. O que é que era o colonialismo? Não se explicou o que é que era a tortura em África, o que era o trabalho forçado. Qual era a origem que isso tinha na escravatura? Manteve-se um mito do lusotropicalismo, ou seja, que Portugal tinha contribuído para criar um mundo diferente, um mundo não racista, um mundo multiétnico. Até se dizia isso : ‘Deus criou os homens e os portugueses criaram as mulatas' escondendo que as mulatas nasciam muitas vezes de actos de violação absoluta, porque as mulheres negras não tinham direitos e, portanto, o senhor tinha um direito de pernada sobre a mulher negra. Isso acontecia frequentemente. Eu, aliás, entrevistei para um dos meus livros uma senhora africana que conta exactamente a história de uma mulher que, depois do 25 de Abril, andava à procura do homem branco, que tinha sido o pai dos seus filhos e que o homem branco tinha desaparecido. Tinha regressado a Portugal e que nunca mais soube dele. E as crianças queriam conhecer o pai. Mas isto é um caso de uma pessoa que se movimentou. A maior parte das vezes ficaram e são vítimas de toda a discriminação. Isso é o aspecto em que o 25 de Abril não fez esse trabalho", diz o politólogo. "Quando em Portugal surge um movimento de sociedade civil poderoso, hoje formado por intelectuais afro-descendentes que defendem o direito à igualdade, que tem voz no espaço público, quando nos lembramos, por exemplo, da Joacine Katar Moreira que foi deputada na Assembleia da República, a campanha racista contra ela. No Parlamento, a extrema-direita dizia ‘Volta para o teu país'. Estou a falar numa deputada, membro do Parlamento. Mas depois as intelectuais todas que são superactivas na sociedade portuguesa, que é aquilo que há hoje de mais vibrante na sociedade portuguesa, mais criativo. Publicam, fazem filmes como a Pocas Pascoal e outros. Ainda recentemente a Kitty Furtado organizou na Gulbenkian um ciclo sobre o cinema africano produzido em Portugal, com numerosos filmes, numerosos realizadores. Portanto, na Bienal de Veneza, há dois anos, a representação de Portugal foram artistas negros. Portanto, temos um movimento extraordinário. Esse movimento choca com esta mentalidade dominante. E então são acusados de serem ‘wokistas'. ‘Wokistas, quer dizer que são pessoas com consciência", sublinha o universitário. Relativamente às lições que se podem tirar do pós 25 de Abril, Álvaro Vasconcelos faz um balanço agridoce : apesar de considerar que “os seus objectivos essenciais foram atingidos: liberdade, fim do colonialismo e um estado inspirado nos modelos sociais europeus”, ele constara que “o que triunfou não foram os mecanismos que permitiriam compatibilizar a democracia liberal com o desejo de participação dos cidadãos (...) com o tempo, os partidos tornaram-se organizações fechadas (...) foram-se impondo como actores únicos do sistema politico”. "Portugal fez uma revolução que permitiu a existência de partidos políticos que não existiam antes. Mas a revolução, no momento em que ela aconteceu, despertou uma vontade de participação enorme na sociedade portuguesa. Todos os portugueses queriam participar na vida política pública. Eu próprio participei na criação de um jornal que era a voz do trabalhador e aquilo vendia-se como pãezinhos quentes. Quer dizer, toda a gente cria jornais. Toda a gente queria ler. Toda a gente fazia um pequeno comício. Enchiam-se de pessoas. Criaram-se cooperativas, associações de bairro, associações, moradores, associações agrícolas, movimentos cooperativos por todo o lado. Ao mesmo tempo, os partidos políticos foram-se consolidando como forças dominantes da sociedade portuguesa. E esses movimentos participativos foram vistos pelos partidos que acabaram por triunfar como movimentos que eram contrários à consolidação da democracia representativa liberal, como havia no resto da Europa. E foram desaparecendo. E o sistema político português ficou concentrado nos partidos políticos. Esses anos todos passaram e as pessoas hoje, como têm acesso às redes sociais, já têm outra forma de expressão, sem passar pelos partidos políticos. Exprimem-se nas redes sociais. Muitas vezes, o que dizem alguns? Nós não gostamos nada. Mas outras coisas dizem coisas correctas. Estes movimentos que eu referi, ecológicos, anti-racistas, de solidariedade social, também usam as redes sociais. Mas há muita gente que usa as redes sociais e que diz coisas horríveis. Mas não interessa, diz. Acha que tem direito à palavra. E acha que os partidos não dão direito à palavra. Então vão atrás de um demagogo que diz ‘Eu dou vos a palavra. Eles não vos dão a palavra'. Os partidos políticos são organizações fechadas. Em Portugal nunca se fez a regionalização, porque os partidos acharam que aquilo era fugir ao controlo central dos partidos de Lisboa. Era abrir o controlo da sociedade a nível regional. E tudo isso foi enfraquecendo a democracia portuguesa", comenta. “Foi nas redes sociais, espaço sem regras, que descobri que estávamos perante um brutalismo neofascista. O significado das palavras e a verdade deixaram de ser facilmente reconhecíveis. O algoritmo privilegia a violência verbal, exponencia o número de visões e partilhas. Acreditei – e escrevi –, depois das revoluções árabes de 2011, que as redes sociais tinham potencial de empoderamento dos cidadãos e poderiam ser um factor de emancipação democrática, mas hoje sou obrigado a constatar que não tive em conta a capacidade de manipulação, seja pelos algoritmos ou ainda mais pela IA, dos Estados e grupos que controlam as empresas da indústria do mundo virtual", escreve Álvaro Vasconcelos no capítulo que dedica ao regresso do que chama de 'brutalismo'. "A nível europeu, nós não podemos separar de um fenómeno mundial, que é aquilo que atravessa bastante o meu livro, que é a ideia do colapso do pensamento. E esse colapso do pensamento. O que significa que quando os homens deixam de pensar, diz Hannah Arendt, são capazes dos piores crimes. E esses homens são capazes dos piores crimes. E o homem banal, o homem comum que pode seguir um líder que vai destruir as suas liberdades e a liberdade dos outros. E isso pode se chamar ‘tecno-totalitarismo'. Porquê tecno-totalitarismo? Porque grande parte da economia mundial hoje está a ser dominada pelas grandes empresas tecnológicas. Estamos numa nova revolução tecnológica. E as grandes empresas tecnológicas que dominam a inteligência artificial, que dominam as redes sociais, como o Musk, é o exemplo mais claro, defendem aquilo que eu chamei de ‘tecno-totalitarismo'», explica o autor das "Memórias em tempo de amnésia". "Há uma politóloga francesa, Asma Mhalla que diz que ‘este século não vos proíbe de pensar. Ele ocupa-vos até que já não se saiba como fazer. Isto vem, como eu digo aqui no livro, do desenvolvimento da Inteligência artificial. O desenvolvimento da inteligência artificial cria um mundo onde os humanos deixam de pensar. A banalidade do mal passa a ser a norma. Isso acontece em muitos actos quotidianos. Quando recorremos à inteligência artificial para tomarmos decisões. Quando manipulados por algoritmos, ficamos de tal forma hipnotizados que somos levados a acreditar nos líderes populistas como Trump, como Bardella em França como em Portugal, o André Ventura, como Bolsonaro no Brasil", diz Álvaro Vasconcelos. "Há um aspecto deste ‘tecno-totalitarismo' que também nos deve inquietar, que é menos presente em França, mas está presente em muitos países, que é a relação dele com uma determinada corrente religiosa. Ele é religioso na sua essência, porque ao mesmo tempo, fala de Apocalipse, destruição do mundo pelo aquecimento global, pela guerra nuclear e está a propor uma solução tecnológica para estes problemas. Ora, isto é típico da crença religiosa. A ideia do Apocalipse, se pensarmos no apoio dos evangélicos americanos a Trump e em cenas em que Trump se reúne com os evangélicos e os evangélicos rezam na Casa Branca a volta do Trump ou quando o Bolsonaro tomou posse rodeado pelos evangélicos, a primeira coisa que fizeram, foi um ato religioso. (…) Vemos que o ‘tecno-totalitarismo' muitas vezes é também uma ‘tecno-teocracia'. E, portanto, esse problema, que é um problema mundial, que é da criação do mundo em que os homens deixam de pensar, a inteligência artificial substitui o pensamento humano. É um mundo em que o brutalismo, que é o tema do meu livro, se torna possível. É possível que o Trump decida destruir o Irão, que o Netanyahu faça o genocídio de Gaza e agora esteja a fazer no Líbano o que fez em Gaza, no sul do Líbano. É exactamente a mesma coisa. Vai destruir o sul do Líbano completamente", diz o especialista em relações internacionais. No capítulo em que aborda o que chama de dever de hospitalidade, Álvaro Vasconcelos considera que é neste aspecto que a Europa pode fazer a diferença "para superar o brutalismo contemporâneo, porque, por um lado, é uma das regiões do mundo onde as democracias ainda resistem ao assalto da extrema‑direita neofascista, e por outro porque a hospitalidade é a essência da sua sobrevivência". "Estamos a falar da União Europeia, a que se podem juntar alguns Estados, como a Noruega, como hoje o Brasil do Lula. Têm a mesma ambição de escapar ao brutalismo de Putin, Trump, Netanyahu, ao ‘tecno-totalitarismo' que domina a China. Verdadeiramente o único sítio do mundo em que ainda há um grupo de Estados que pode e quer resistir é na União Europeia, mas que tem estes aliados muito importantes que tem que procurar no Canadá, já procura no Brasil. Por isso, o acordo com o Mercosul é tão importante, apesar de a Argentina do Milei estar completamente na mesma linha de brutalismo. Mas o Brasil é um país importantíssimo. Na Ásia, o Japão, a Coreia do Sul. (…) Portanto, a Europa é a nossa esperança. Mas para que essa esperança não passe de uma utopia não realizada, para ser uma utopia realizada, é preciso que a Europa integre toda a sua vitalidade num projecto comum, (…) é preciso uma mudança radical de política. Ou seja, é preciso uma política que seja alternativa à política da extrema-direita. Claramente. E o que é que se deve fazer? Os imigrantes que são grande parte da população europeia ou originários na imigração devem ser cidadãos plenos, activos, integrados nas nossas sociedades, dando-lhes o voto. Aqueles que ainda não têm, damos-lhe a palavra, ouvindo-os e tornando as nossas democracias muito mais participativas", preconiza o autor. No seu livro, Álvaro Vasconcelos estabelece um elo directo entre o ‘tecno-totalitarismo', a negação dos direitos de boa parte da humanidade e a destruição do meio ambiente. "Um dos temas que eu acho que é muito importante é a questão do ambiente. Eu, aliás, começo o meu livro com uma citação do Camus que diz ‘A minha geração quis mudar o mundo. Não o mudou, mas pelo menos lutou para preservar o que de melhor tinha sido conquistado'. (…) O aquecimento global está a ser um problema gravíssimo que pode pôr em causa a vida na terra. E aí é lembrarmo-nos de Edgar Morin, um grande pensador. Eu cito Edgar Morin dez ou 15 vezes no meu livro. Ele diz que nós não estamos só perante um mundo que destrói a vida humana. Estamos num mundo em que a globalização foi extremamente destrutiva do ponto de vista económico e social. Criou também a consciência de um destino comum da humanidade a consciência de que estamos todos no mesmo barco. Ou seja, no barco da vida. Nós sabemos que a vida não é eterna. Mas enquanto estamos no barco da vida, não vamos cair no niilismo. Nem vamos cair na melancolia de esquerda. Isto é uma conclusão que alguém tirou do meu livro que eu sou contra a melancolia de esquerda. A melancolia de esquerda é nós pensarmos em tudo aquilo por que a gente lutou está a desaparecer e já não podemos fazer nada. Vai tudo acabar. Vai acabar a democracia, a liberdade. Vai voltar o racismo como política de Estado. Vai desaparecer a ordem internacional. Vai desaparecer o multilateralismo", diz o universitário. "Estamos perante uma guerra cultural. É um tema central, porque a guerra cultural é algo que acompanha a civilização europeia desde o Iluminismo e desde a Revolução Francesa. Houve sempre uma corrente que se opôs às conquistas de liberdade, igualdade, fraternidade da Revolução Francesa. Considerou sempre que a compaixão pelo outro não fazia nenhum sentido, que o homem era um animal fundamentalmente egoísta e violento E que tinha que ser treinado desde criancinha para a competição. E por isso, a cooperação não é uma questão fundamental da aprendizagem. As pessoas não aprendem a cooperar, aprendem a competir. Já vimos no sistema escolar como é terrível a competição. A infância nas grandes escolas. O que é que é difícil chegar lá acima. Portanto, formam-se elites que foram treinadas para a competição e não foram treinadas para a cooperação. E se nós não cooperarmos neste barco da vida, se não percebermos que o clima não tem fronteiras, que o aquecimento é global, que os calores do Norte de África chegam à Europa, que as transformações da Amazónia transformam as correntes do Atlântico e nos atingem também como europeus. Então não perceberemos que estamos todos no mesmo mundo. Mundo, terra, pátria, como diz o Edgar Morin. E que neste mundo, terra pátria, nós somos todos cidadãos, mesmo quando não somos considerados cidadãos", conclui Álvaro Vasconcelos.

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo
Brasileiro acha que corrupção aumentou com Lula. Nem podia ser diferente

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 4:59


Alexandre Garcia comenta pesquisa sobre aumento da corrupção no governo Lula, escândalos no Judiciário, e ação dos EUA contra facções.

Eduardo Oinegue
08/06/2026 - Quanto você acha que vale o espaço? Com a palavra, Elon Musk

Eduardo Oinegue

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 17:30


Entendendo a Notícia
#1126 - RUBIO ACHA QUE PAÍSES AMIGOS SÃO OS QUE SE CURVAM AOS ESTADOS UNIDOS

Entendendo a Notícia

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 28:17


Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece

Antena Aberta
Portugal é dos países com menos crianças da UE. Porquê? O que deve mudar?

Antena Aberta

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 47:20


Nos últimos 50 anos, o país teve uma das maiores reduções. Porque é que Portugal tem poucas crianças? O que é que mudou para que sejam cada vez menos? Acha que é preciso mudar esta tendência? O que é que deve ser feito?See omnystudio.com/listener for privacy information.

SBS Swahili - SBS Swahili
Christine "baadhi ya wanawake wame acha kazi kwa sababu yakushindwa kuamuka"

SBS Swahili - SBS Swahili

Play Episode Listen Later May 29, 2026 16:13


Baadhi ya wanawake wenye miaka 40 na zaidi, hujipata wana koma kupata hedhi. Hali hii huja na changamoto mbali mbali kwa wahusika.

acha kazi wanawake baadhi
MIT Technology Review Brasil
O que o prêmio Nobel de economia acha sobre o impacto da IA no mercado de trabalho

MIT Technology Review Brasil

Play Episode Listen Later May 26, 2026 24:22


No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Alexandre Roldao Roldão discutem as análises de Daron Acemoglu sobre os impactos da IA na economia, o avanço dos agentes inteligentes nas empresas e os desafios que ainda limitam a adoção dessas tecnologias.A conversa também aborda por que as previsões de demissões em massa ainda não se concretizaram e o que esperar da próxima fase da Inteligência Artificial.Você acredita que a IA vai substituir profissões ou transformar a forma como trabalhamos?

Jungle Hockey Podcast
Ft. Markus Jack - Poco Trailblazers (PJHL), GCU (ACHA D1) - Episode 83

Jungle Hockey Podcast

Play Episode Listen Later May 25, 2026 54:06


EPISODE 83 OUT NOW ON ALL PLATFORMS!   Ft. Markus Jack - Poco Trailblazers (PJHL), GCU (ACHA D1)    -Hockey Journey -Almost signed in Oceanside!? (VIJHL) -Rookie Season in Ridge -Trade to Hometown Expansion Team -Being Mr. Poco Trailblazer, Hometown Captain -Grand Canyon University commitment, what's next   Hosted by: Owen Elson & Joe Kuchaslo   Presented by: The Hockey Podcast Network   Sponsored by Aperio Athletics @aperio_athletics -Use promo code jungle15 for 15% off your first order! https://aperioathletics.com Sponsored by Draft Kings - Use promo code THPN at sign-up for exclusive offers. https://tinyurl.com/DRAFTKINGSPROMOTHPN   #pjhl #kijhl #vijhl #bchc #wijhl #nhl #hockey #hockeypodcast #jungle #junglehockey #junglehockeypod #aperioathletics Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Sem Moderação
“A comparação entre o Chega e o PS de Carneiro já é do domínio do delírio. Montenegro acha que por estar no governo é o centro”

Sem Moderação

Play Episode Listen Later May 20, 2026 20:24


Enquanto a polémica em torno da Base das Lajes continua a agitar o debate político, as declarações de Marco Rubio — apresentando Portugal como exemplo de submissão incondicional aos EUA — expõem o Governo às críticas da oposição. Daniel Oliveira considera que Portugal foi “apresentado como um exemplo de falta de exigência”, enquanto Francisco Mendes da Silva questiona a autenticidade do escândalo, lembrando que o PS sempre respeitou o costume diplomático atlântico. Luís Montenegro apresenta a sua moção de recandidatura à liderança do PSD declarando que “o não é não” ao chamado Bloco Central, equiparando PS e Chega. Na reforma laboral, o debate sobre se o Governo se entenderá com o PS ou com o Chega levanta questões incómodas sobre o papel da oposição socialista e a utilidade crescente da extrema-direita no jogo parlamentar. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 19 de maio. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.

Investir com SIM
Você acha que as varejistas sofreriam com a retirada da "taxa das blusinhas"? - Live 370 (11/05/26)

Investir com SIM

Play Episode Listen Later May 19, 2026 5:15


Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 370 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/T6I2QHaxPSA

Kiswahili, Lugha Ya Afrika
Acha Niseme - (ep3) - Je, unajua kwa nini jina lako la kwanza ni la kingereza au kikristo?

Kiswahili, Lugha Ya Afrika

Play Episode Listen Later May 17, 2026 35:03


Chanzo cha waafrika kukua na jina la kwanza la kingerezea ni ipi? Video hii inachambua usuli wa tabia hii ili kukufahamisha historia ambayo wengi wetu hatujapata kuelewa. Tazama ujifunze mengi.

NerdCast
NerdCast 1030 - Demolidor Renascido 2: Vida Que Segue

NerdCast

Play Episode Listen Later May 15, 2026 96:41


Lambda lambda lambda, Hell's Kitchen! Hora de reunir o tribunal para o julgamento da segunda temporada de Demolidor: Renascido.  Neste NerdCast, os nobres catedráticos Rex (saído da geladeira), Sr. K, Carlos Voltor, Marcelo Bassoli e Azaghal avaliam se o retorno de Matt Murdock à porradaria valeu a pena, ou será que a Marvel continua complicada até na TV? Hostinger Crie seu site com facilidade e 10% de desconto utilizando o cupom JOVEMNERD: https://jovemnerd.short.gy/hostinger_nc1 NerdStore Pijamas Cthulhu, moletons e mais produtos do universo Jovem Nerd com o cupom NERD20 (LIMITADO!): https://jovemnerd.short.gy/sp2_nerdstore NerdCast 20 Anos - CAÇA AO TESOURO Ouça a dica na leitura de e-mails e vá até o post do NerdCast que você ACHA ser a solução da charada. Abra o link escondido na página em questão e salve o seu selo. ATENÇÃO: Cada pista levará até o post no SITE/APP de um programa clássico do NerdCast. O selo constará apenas no SITE/APP do Jovem Nerd. Regulamento Caça aos Selos: https://bit.ly/494oQbz OZOB: A CYBERPUNK BOARD GAME Atualize/confira seu endereço em ozob.com.br. Assista à live de atualizações da produção: https://www.youtube.com/watch?v=IzXA0R0Q4VA CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store ARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da vitrine EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Kiswahili, Lugha Ya Afrika
Acha Niseme - (ep2) - Ujio wa Dini kwenye Ukanda wa Afrika Mashariki

Kiswahili, Lugha Ya Afrika

Play Episode Listen Later May 10, 2026 20:55


Dini hizi ambazo zimechukua sehemu kubwa ya maisha yetu, zilitoka wapi? Video hii inagusia ujio wa dini ya kiislamu na kikristo kwenye ukanda wa East Africa. Tazama kisha ushiriki mawazo yako. Asante

On The Spot Sports
Chad Purdy | Twin City Thunderbirds (Ep. 417)

On The Spot Sports

Play Episode Listen Later May 3, 2026 48:43


WE APPRECIATE EACH AND EVERY ONE OF YOU! If you wouldn't mind please go leave us a review on Apple Podcasts! Thanks!!Welcome back to Episode 417 of On the Spot Sports and in today's episode we have a very special guest, professional hockey player, Chad Purdy! Chad and I talk about his season with the Twin City Thunderbirds in the FPHL. We also talk about his mentality through the season and how he manages the highs and the lows, his journey from ACHA with McKendree University to playing in the FPHL, his development through junior hockey, getting his first few pro starts and so much more! We hope you guys enjoy this episode!!Thank you Chad for coming on the show! I had a blast!!Follow us on Instagram @on_the_spot_sports and take a listen on YouTube, Spotify and Apple/Google Podcasts @ On The Spot SportsGet $25 off our guy Jamie Phillips Nutrition book for Hockey Players with the discount code "ONTHESPOT" on victoremnutrition.comLiving Sisu link: ⁠⁠https://livingsisu.com/app/devenirmem.... BECOME A MEMBER TODAY

spotify purdy acha thunderbirds twin city on the spot mckendree university fphl become a member today
Kiswahili, Lugha Ya Afrika
Acha Niseme - Utangulizi

Kiswahili, Lugha Ya Afrika

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 5:07


Karibu kwenye msururu mpya wa vipindi vya uchambuzi wangu wa maudhui tofauti tofauti katika maisha yetu. Natumai utafurahia

Café & Corrida
QUANDO o SELO da WORLD ATHLETICS não é O QUE VOCÊ ACHA QUE É

Café & Corrida

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 14:43


Compre a regata oficial do Corrida no ArMasculina - https://cnoar.run/RegataMasculinaCNAFeminina - https://cnoar.run/RegataFemininaCNAFaça camisetas, regatas, sacochilas e muito mais com a Ecco Bolsas e Camisetas - https://eccobolsas.com.br/Participe da Asics Run Challenge (use o cupom CORRIDANOAR10 para ter 10% de desconto na inscrição) - https://cnoar.run/Runchallenge10 Milhas Garoto recebe selo da World Athletics, Meia de Balneario Camburiu também, só que um selo é diferente do outro e vou explicar pra vocês; Maratona do Paraná recebeu o selo ouro da CBAt e só falta a de Aracaju pra deixar o circuito Brasil Gigante "ourificado"; Apple virou parceira da MAratona de Londres. Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.

Frei Gilson Podcast - Oficial
Quem procura, acha | (Atos 8, 26-40) #2689 | Meditação da Palavra

Frei Gilson Podcast - Oficial

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 6:58


Passagens Complementares:Jeremias 29,13

Portugalex
Também acha que a Artemis é tanga?

Portugalex

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 2:59


Sociedade protetora das betas que andam bronzeadas o ano inteiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sports Wednesday
Celebrating the Bobcat's Hockey Championship with OU player Graham Broadfoot...plus MLB two weeks in...March Madness recap...The Masters on tap and the Cavs head for the playoffs

Sports Wednesday

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 51:05


Celebrating the Bobcat's Hockey Championship with OU player Graham Broadfoot...plus MLB two weeks in...March Madness recap...The Masters on tap and the Cavs head for the playoffs

Investir com SIM
O que acha de Boa Safra Sementes (SOJA3) atualmente? - Live 364 (30/03/26) - Visão do Estrategista

Investir com SIM

Play Episode Listen Later Apr 3, 2026 5:46


Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 364 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/bcm1-oDYINE

Cuéntame de economía
Evasión de impuestos, el deporte nacional que le cuesta millones a México

Cuéntame de economía

Play Episode Listen Later Mar 30, 2026 32:21


Pagar impuestos en México suele sentirse como un castigo que muchos buscan evitar con atajos, omisiones y “estrategias”, y ahí es donde la evasión fiscal deja de ser excepción y se vuelve costumbre. En este episodio, Luis Pérez de Acha, experto en Derecho Constitucional, Fiscal y Administrativo, Alberto Verdusco, jefe de Información, y Mónica Alfaro, editora de Broadcasting en Expansión, explican cómo se evaden impuestos –desde prácticas que muchos ven como normales hasta esquemas más complejos–, el impacto que esto tiene en el país y las consecuencias de intentar ganarle al SAT. Escucha un episodio nuevo cada lunes en todas las plataformas.

Receios Obscuros
Ele acha que a gente morreu - Bug na Matrix

Receios Obscuros

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 38:41


Fala galera, tudo certo? Trago mais um quadro novo, de um assunto que é tratado faz tempo aqui no Podcast: Bug na Matrix. Para quem não está familiarizado, Bug na Matrix consiste em situações que não tem lógica e sugerem que a realidade é uma simulação. Depois me digam o que acharam do assunto e se é válido trazer mais episódios assim.

Palavra Amiga do Bispo Macedo
O sábio busca e acha uma mulher sábia... - Meditação Matinal 08/03/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 30:27


"TODA MULHER SÁBIA EDIFICA A SUA CASA; mas a tola a derruba com as próprias mãos." Provérbios 14:1"O TEMOR DO SENHOR é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo a prudência." Provérbios 9:10

Portugalex
Acha bem que Seguro continue a viver nas Caldas?

Portugalex

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 3:16


Sócrates sente-se abandonado e agarra-se a peluche.

Portugalex
Acha que os ETs são bons ou maus?

Portugalex

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 2:59


Nova camisola do Benfica vai ter gola alta.

Pediheart: Pediatric Cardiology Today
Pediheart Podcast #372: 30+ Year Follow-Up After The Arterial Switch Operation - The Melbourne Experience

Pediheart: Pediatric Cardiology Today

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 30:34 Transcription Available


This week we review a fascinating very long-term surgical follow-up study from the team at Royal Children's Hospital in Melbourne reviewing over 30 year follow-up following the arterial switch operation for the treatment of transposition of the great vessels. What percentage of patients need reintervention by 30 years post neonatal repair? What anatomical sub-types are more likely to be associated with a need for reintervention and why? When intervention is required for neo-aortic or aortic root problems, can these usually be repaired or do they require replacement? Professor Igor Konstantinov from Melbourne shares his deep insights into this complex patient group. DOI: 10.1016/j.jtcvs.2025.09.008

Portugalex
Acha que o Vhils fará um bom retrato de Marcelo?

Portugalex

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 2:25


Nova MAI.

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
“Trump acha que é uma espécie de jogador de casino. É um caso notável de demência. Gostava de lhe perguntar: Qual é o objetivo final?”

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 46:06


Miguel Sousa Tavares e Ricardo Costa foram os protagonistas de um episódio extra dos podcasts "De Viva Voz" e "Esta Semana" que decorreu no festival de Podcasts do Expresso. A nova ordem mundial (ou será desordem? perguntava um dos oradores) o papel da Europa e de Portugal estiveram em debate. A conversa não deixou de fora as presidenciais: Ventura ou Seguro, o que esperar da politica caseira daqui em diante?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo
STF blinda ministros, torra dinheiro público e acha que está tudo normal

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 6:13


Alexandre Garcia comenta sobre situação de Toffoli em relação ao Banco Master e de inconsistências em discurso de Fachin

Inteligência para a sua vida
#1460: MEDO DE AGIR: Por Que Você Não Se Acha SUFICIENTE

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 9:41


Esse medo, muitas vezes, nasce do excesso de vozes que você escuta.Quando se ouve demais, surge a síndrome do medo de errar.A pessoa passa a se sentir incapaz, insegura e sempre despreparada para sair da teoria e ir para a prática.Mas a verdade é simples, ninguém nasce sabendo.Aprendemos fazendo, errando e acertando.Esse é o segredo das pessoas bem-sucedidas.Elas não esperam se sentir prontas, elas começam.Saber leva ao fazer, e fazer leva ao saber.Não tenha medo de errar.Tenha medo de ficar parado.Escreva nos comentários: EU VOU AGIR.

Gunnars Filmsnack
#198 - Specialavsnitt Sam David Acha

Gunnars Filmsnack

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 117:47


Sport, film och musik formade den här personens uppväxt. Här är en djupare inblick i kreatören Sam David Achas liv. Hör David eller Hitrecordsam berätta om sin uppväxt och hur sport, musik och film formade honom som person. Detta blev ett enormt djupt och fint Filmsnack som alla borde lyssna på. STOOORT tack för att du ställde upp och berättade så öppet om dig själv. Följ för att inte missa kommande filmsnack! Ett nytt Filmsnack i veckan!