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A Biblioteca Nacional de França organiza uma exposição sobre mapas, mostrando alguns exemplares portugueses do século XVI. São mapas que mostram o Mundo conhecido, mas que representam também o desconhecido, com todos os mitos e já algumas marcas de crenças que se vão perpetuar nos séculos seguintes marcados pelo colonialismo. Um mapa serve para orientar, guiar e percorrer um caminho até ao ponto de chegada. Olhamos para os mapas, agora nos nossos telemóveis, para nos assegurarmos que fazemos o percurso mais curto ou traçamos a rota mais directa. Mas tempos houve em que os mapas misturavam mundos fantásticos, certezas matemáticas e vontades políticas. Na exposição “Cartes Imaginaires” ou “Mapas Imaginários”, patente na Biblioteca Nacional de França, ou BnF, em Paris, até 19 de Julho, o departamento de mapas desta instituição retraça os primórdios dos nossos mapas modernos, com exemplares desde o século XIV até aos mapas reinterpretados por artistas contemporâneos. Na primeira parte da exposição, chamada “Mundos Inexplorados” figuram grandes cartógrafos portugueses ou ao serviço dos reis portugueses. Entre o acervo mostrado ao público está o Atlas Miller, um atlas que data de 1519 e foi elaborado pelos cartógrafos Lopo Homem, Pedro Reinel e Jorge Reinel ilustrado pelo miniaturista António de Holanda. Este mapa exaustivo para a sua época traça o Oceano Atlântico Norte, a Europa do Norte, Madagáscar, ou ainda o Brasil. Terá sido oferecido pelo Rei D.Manuel a Francisco I de França. Para as comissárias da exposição Julie Garel-Grislin et Cristina Ion, este é um trabalho de precisão, confirmado com certezas matemáticas e também imaginação à mistura. “Eles faziam bem o seu trabalho. O que é interessante sobre esta exposição, e falando especificamente sobre os mapas portugueses e, em particular, temos o Atlas de Miller, que foi produzido em 1519, é que podemos ver que há mapas que são muito precisos e outros que são muito menos. É verdade que a precisão dos mapas que apresentamos é muito desigual No entanto, por exemplo, no que diz respeito às linhas costeiras, exploradas já há muitos anos pelos ocidentais, temos uma linha bastante precisa e ela também é o resultado do trabalho colaborativo de todos os navegadores”, explicou a comsisária Julie Garel-Grislin. “Esta cartografia marítima era, acima de tudo, uma cartografia de experiências, portanto não era, estritamente falando, uma cartografia matemática, como a cartografia que seria herdada da chegada ao Ocidente da geografia de Ptolomeu. Mas isso não significa que as duas tradições sejam mutuamente exclusivas; pelo contrário, a tradição da cartografia matemática e a tradição da cartografia, digamos, empírica, realmente complementam-se e enriqueceram-se mutuamente. Elas interagiam e os atlas que circularam com a geografia de Ptolomeu tinham ido buscar referências da cartografia marítima. Já os mapas náuticos foram buscar à geografia matemática questões de escala ou o clima”, complementou Cristina Ion. “Se pensarmos no continente africano, é preciso saber que os mapas feitos pelos portugueses, em particular, foram retomados, reformulados e assim por diante. E isto aconteceu até ao período moderno. Os mapas feitos pelos portugueses tinham uma enorme influência, o que significa que teríamos um mapa que seria copiado e disseminado entre todos os cartógrafos europeus. Portanto, no que diz respeito ao Ocidente, os mapas portugueses não são influentes, é algo diferente, Eles são como uma matriz para os outros cartógrafos”, reforçou Julie Garel-Grislin. Mais do que indicar caminhos, o Atlas Miller mostra a fauna e a flora dos continentes assim como as projecções mais ou menos correctas sobre os habitantes de terras longínquas. Estas interpretações do outro levaram a preconceitos que se cristalizaram durante séculos sobre a estratificação dos seres humanos e a capacidades dos povos europeus a reconhecerem a humanidade dos povos autóctones sobretudo em África e na América. “Estas representações não foram produzidas inicialmente para justificar ou legitimar a escravidão, pois elas são muito mais antigas do que esse flagelo. Obviamente, essas representações têm outras origens. Elas derivam de textos antigos, mas é verdade que elas ajudaram a construir uma certa maneira de olhar para a África, para as pessoas que vivem lá, e, claro, num certo sentido, a tornar a escravidão talvez mais fácil de pensar, de aceitar, de praticar para os países colonizadores”, afirmou Julie Garel-Grislin. “A presença dessas criaturas híbridas nos mapas deve-se principalmente a textos antigos, particularmente à “História Natural” de Plínio, o Velho, escrita no I século depois de Cristo e que foi transmitida pelo enciclopedismo medieval e que levou a colocar monstros nos mapas. Isso não era, de forma alguma, uma maneira de desumanizar os seres humanos, mas, ao contrário, de mostrar como os monstros faziam parte da criação. Eles não estavam fora do Mundo, estavam no Mundo. Depois, durante o período conhecido como as Grandes Descobertas, começou a haver um encontro real e efectivo entre os europeus e os povos indígenas, especialmente do continente americano. Com toda a ambiguidade e o debate que surgia já nos textos da época, à volta da natureza, desses povos que eram ao mesmo tempo adornados com todas as virtudes da antiguidade e considerados como selvagens que comiam carne humana e ignoravam a salvação da alma. Mesmo nessa altura já havia debates que denunciam a violência da colonização europeia e, paradoxalmente, em última análise, a escravidão em larga escala e a exploração colonial maciça de outros continentes pelos europeus”, explicou Cristina Ion. Se no início do período das grandes descobertas, estas representações tinham um sentido quase religioso e a necessidade de representar o desconhecido, rapidamente, e com a prática da escravatura em massa, muitos destes mapas foram sendo alterados e substituídos por grandes espaços brancos. Espaços brancos convidavam à aventura, à conquista, ou seja, à colonização. Nos séculos XV e XVI, os mapas constituíam um símbolo de conhecimento e estatuto de um país, mas sobretudo uma ferramenta de poder para os monarcas em pleno período de Descobertas. “É um facto. Sabemos muito bem que os mapas, especialmente naquela época, eram um instrumento essencial de poder. Claro que os vemos como obras de prestígio, mas eles são instrumentos de Estado, instrumentos de poder, e também podemos ver isso, por exemplo, na questão do Tratado de Tordesilhas. Agora sabemos que, aparentemente, os portugueses estavam mais bem informados do que aparentavam estar”, detalhou Julie Garel-Grislin. “Os mapas eram estritamente controlados pelos Estados e pelos reinos ibéricos, que estavam envolvidos numa competição aguerrida pelo controlo das rotas marítimas. E os mapas eram segredos de Estado. De facto, eles eram guardados a sete chaves e protegidos de espiões, sendo copiados, transmitidos e transportados em segredo”, indicou Cristina Ion. Para a exposição “Mapas Imaginários”, foi preciso escolher entre cerca de um milhão de mapas, 10 mil atlas e 300 globos. Um trabalho de supressão permanente com explica a comissária Julie Garel-Grislin. “Organizar uma exposição foi uma experiência de privação e supressão. Portanto, foi extremamente difícil escolher. Foi mesmo muito complicado. A ideia era encontrar mapas que fossem suficientemente inteligíveis em si mesmos, que também tivessem um apelo estético interessante e que os mapas pudessem interagir uns com os outros. Ou seja, que se encaixassem no itinerário da exposição, que se encaixassem no objectivo intelectual que definimos com a Cristina e que, colocados lado a lado, constituíssem esse diálogo”, declarou Julie Garel-Grislin. A Biblioteca Nacional de França faz um esforço quotidiano de preservação destas obras, muitas delas com mais de cinco séculos, o que significa um investimento permanente nas condições de acondicionamento, no restauro e na conservação. Recentemente, o Departamento de Mapas e Planos mudou-se para as novas instalações, na renovada Biblioteca Richelieu. Esta obra custou quase 270 milhões de euros e as obras duraram 12 anos, com a mudança das colecções para este palácio a ser chamada “a mudança do século” já que foi preciso transportar 42 milhões de objectos entre mapas, moedas ou livros raros e preciosos. “Tem sido um grande esforço nos últimos 10 anos na configuração de um lugar de armazenamento. O departamento de mapas e planos foi transferido para a recém-restaurada Biblioteca Richelieu e aí, nessas novas instalações temos 14 quilómetros para armazenar e bem acondicionar os nossos mapas”, concluiu Cristina Ion. A exposição “Mapas Imaginários”, que inclui também a história de como muitos autores de ficção e não só criaram os Mundos para os seus livros, está patente na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, até dia 19 de Julho.
A final era a que se esperava, mas e agora? Neste episódio do 5 para 4 é feito o lançamento das finais entre Benfica e Sporting. Olhamos também para as temporadas feitas pelas duas equipas eliminadas nas meias-finais, o SC Braga e o Leões de Porto Salvo
“Não tenha medo. Venha.”Foram essas as palavras de Jesus a Simão Pedro naquela noite escura e turbulenta. Diante das ondas e dos ventos, Pedro não pediu garantias, não exigiu explicações. Apenas respondeu ao chamado do Mestre. Enquanto manteve os olhos fixos em Jesus, caminhou sobre aquilo que parecia impossível. Mas quando desviou o olhar para as circunstâncias e para os próprios pés, começou a afundar.Quantas vezes fazemos o mesmo? Olhamos para os problemas, para os medos, para as limitações, e esquecemos de olhar para a luz que nos guia. O grande ensinamento dessa passagem é simples e poderoso: não fixe sua atenção nas dificuldades do caminho. Mantenha seus olhos na direção daquilo que Deus preparou para você.Hoje, independentemente da tempestade que esteja enfrentando, siga em frente com fé, foco e determinação. Não olhe para baixo. Olhe para Jesus de Nazaré, a luz que ilumina nossa jornada. E, sem hesitar, caminhe ao encontro do Mestre e Amigo.
Leitura Bíblica Do Dia: SALMO 42:1-5 Plano De Leitura Anual: 2 CRÔNICAS 21–22; JOÃO 14 O devocional de hoje está uma bênção! Marque um amigo aqui nos comentários para ler com você! Meus amigos e eu cumpríamos uma meta de nossa lista de desejos: fazer uma trilha por um grande desfiladeiro. Ficamos na dúvida se tínhamos água suficiente no início da caminhada, mas ela acabou logo. Estávamos sem água e ainda faltava muito para chegar ao nosso destino. A respiração ofegante, misturada com a oração, começou. Então nos viramos e o que consideramos um milagre aconteceu. Vimos três garrafas de água enfiadas em uma fenda na rocha com um bilhete: “Sabia que você precisaria disso. Aproveite!". Olhamos um para o outro, incrédulos, em sussurros agradecemos a Deus, tomamos alguns goles muito necessários e partimos para o último trecho. Nunca senti tanta sede e gratidão em toda a minha vida. O salmista não conheceu aquela trilha, mas é claro que ele sabia como uma corça age quando está com sede e possivelmente assustado. Este animal “anseia” (SALMO 42:1), uma palavra que remete a tal sede e fome que, se algo não mudar, você teme a morte. O salmista comparou o grau de sede do cervo ao seu desejo por Deus: “assim minha alma anseia por ti, ó Deus” (v.1). Da mesma forma que a água é tão necessária, Deus é nossa ajuda sempre presente. Ansiamos por Sua presença porque Ele nos renova e revigora nossa vida cansada, capacitando-nos para qualquer que seja a jornada do dia. Por: JOHN BLASE
#pibpenha #nossodomingo #celebração #adoraçãopibpenha #cultoaovivo Tema da Mensagem: Unidos para Crescer | Unidos Na Missão - Crescemos quando olhamos para foraTexto bíblico base: Marcos 5.1-20Pr. Eliezer Victor_____________Mensagem da Celebração da Manhã, de 24.05.2026._____________A Celebração da Manhã é um encontro da igreja para adoração e proclamação com foco no ensino edificante, serviço amoroso, comunhão contagiante; num ambiente de especial cuidado com todas as faixas etárias e famílias._____________''Ser uma igreja bíblica que faz discípulos de Jesus e os ajuda a crescer na direção de Deus, da igreja e do mundo; transformando pessoas, sociedade e cultura através da proclamação do evangelho de Jesus Cristo'' é a identidade da Primeira Igreja Batista da Penha._____________Siga os nossos perfis oficias no Instagram:@pibpenha.sp@aponte.pibpenhaQuer conhecer mais a PIB Penha ou tirar alguma dúvida? Entre em contato através do Fale Conosco do nosso site ou aplicativo.
Ao celebrarmos a solenidade dePentecostes, com a qual encerramos o tempo pascal, tomamos consciência de umaconsequência decisiva da Páscoa: o Senhor ressuscitado concede-nos o EspíritoSanto e confia à Igreja a missão de evangelizar. “Assim como o Pai Me enviou,também Eu vos envio a vós.” A Igreja reconhece aqui a sua origem e a sua razãode ser: continuar, no mundo, a missão de Cristo.Mas esta missão não se realizaapenas com as nossas forças, capacidades ou qualidades. Assim como o Espíritoguiou Jesus Cristo, também agora guia a Igreja. Somos enviados, sim, masenviados com a força do Espírito Santo.Impõe-se, então, perguntar: que éo Espírito Santo? Poderíamos fazer uma longa reflexão teológica. Mas oEvangelho ajuda-nos de modo mais simples: Jesus “soprou” sobre os discípulos edisse-lhes: “Recebei o Espírito Santo.” Este gesto remete-nos para a criação,quando Deus soprou no ser humano o sopro da vida. Agora, Cristo ressuscitadosopra de novo. É como uma nova criação. Já não vivemos apenas animados pelavida biológica; somos chamados a viver animados pela vida que vem do Espírito.E como sabemos que esse sopro nosanima? O sopro, como o vento, não se vê diretamente. Vemos os seus efeitos.Olhamos para as árvores e percebemos que há vento porque as folhas se movem eos ramos se inclinam. Assim acontece com o Espírito Santo. Não o vemosdiretamente, mas reconhecemos a sua presença pelas consequências que provoca nanossa vida, na comunidade e na Igreja.Se sou dominado pelo medo ou,pelo contrário, encontro coragem para anunciar Jesus Cristo, que sopro meanima? Se vivo centrado em mim, nos meus interesses e apetites, ou se medescentro de mim para cuidar do outro, que sopro me conduz? Se a minha opçãopor Cristo é vivida por obrigação, ou se nasce de uma alegria profunda e de umaserenidade interior, então posso perguntar-me: é o Espírito que me anima, ou éoutra coisa?Quando o Senhor constitui aIgreja e a envia, concede-lhe o Espírito Santo. E isso tem consequênciasconcretas. A vida no Espírito manifesta-se em carismas e vocações. Os carismassão dons que Deus concede à sua Igreja para o bem dos outros. Não sãopropriedade privada, nem instrumentos de afirmação pessoal. Também osministérios, incluindo o ministério ordenado, existem para o serviço. Se aquiloque recebemos não promove a vida em Cristo nos outros, então não está a servivido segundo o Espírito.Podemos aplicar isto à nossavida. Aquilo que digo, aquilo que escrevo, aquilo que faço, serve apenas paraalimentar o meu orgulho, ou ajuda alguém a viver melhor a sua vocação cristã?Também uma homilia deve ser avaliada assim: não pela sua elaboração, mas pelasua capacidade de ajudar quem a escuta a viver melhor a sua opção por Cristo.Há ainda uma marca clara dapresença do Espírito: a paz. Depois da ressurreição, Jesus repete aosdiscípulos: “A paz esteja convosco.” Não se trata apenas da ausência de guerraou de conflito. A paz cristã é uma harmonia profunda, uma vida reconciliada quevem de Deus e nos permite harmonizar aquilo que sabemos, sentimos, desejamos efazemos; o modo como nos relacionamos e tratamos os outros.Por isso, nas nossas comunidadesdevemos perguntar: promovemos apenas a paz para fora, com declarações contra aguerra e contra os atentados à dignidade humana, ou vivemos essa paz dentro daIgreja, nas paróquias, nos grupos, nas relações concretas?Quando rezamos, quandoparticipamos na Eucaristia, quando celebramos os sacramentos, quando realizamosuma ação apostólica, saímos mais pacificados, mais harmonizados, maisreconciliados com Deus, connosco e com os outros? Se sim, então estamos adeixar que a nossa vida seja conduzida pelo sopro do Espírito Santo. Esse é ogrande dom de Pentecostes: sermos recriados por Deus para continuarmos, nomundo, a missão de Cristo.
A guerra colonial portuguesa acabou há mais de 50 anos. Além da História conhecida de todos, existem memórias e marcas em quem viveu como protagonista. Olhamos para a vida dos ex-combatentes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio desta semana, olhamos para os resultados da Lottery e o que isso pode significar para o futuro a curto/médio prazo da NBA. Olhamos ainda para a situação dos Lakers, que tem decisões importantes para tomar no verão. No final, focamos na série de playoff entre os Timberwolves e os Spurs.
No Ensaio Geral desta semana mergulhamos na Bienal de Veneza, onde este ano as águas têm sido agitadas pela política, mas onde no Pavilhão de Portugal o artista Alexandre Estrela mostra que a Terra treme por outras razões. Olhamos o cartaz do FIMFA – o festival que este mês leva as marionetas a Lisboa. No Porto, temos uma exposição do artista João Alexandrino e uma peça para crianças com assinatura da Capicua. Mas há mais, além das sugestões de Guilherme d'Oliveira Martins, do Centro Nacional de Cultura (CNC) temos um livro sobre apaixonados pela leitura e o novo disco dos Rolling Stones.
O Pedro Dias, o Miguel Gonçalves e o Miguel Maia analisam o E-Prix de Jarama, a vitória de Félix da Costa e o momento da Jaguar. Olhamos ainda para a ronda dupla de Berlim, fazemos as nossas apostas e falamos do lançamento do Gen4. Grupo de Whatsapp VFF1 Eléctrico: https://chat.whatsapp.com/Ge73EQyE0aVH7MnghUzlya Podcast: https://linktr.ee/VFF1 Patreon: https://www.patreon.com/vff1 Twitter: https://twitter.com/VamosFalardeFum Instagram: https://www.instagram.com/vamosfalardefum Substack Vamos Escrever de FUm: https://vff1.substack.com/ Canal de WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaDuq7KId7nTEUhbWq3R Subscreve o canal e apoia o Vamos Falar de FUm: https://www.youtube.com/channel/UCWgzFlfQqhYlRxfATnL2cjg/join
No último livro da Bíblia nós encontramos uma promessa maravilhosa feita por nosso Senhor. Um dia todas as lutas desta vida passarão e desfrutaremos de uma eterna felicidade. Precisamos confiar e aprender a olhar com fé para o futuro glorioso que o Senhor nos promete, assim vamos avançar com força, determinação e alegria a despeito de tudo que a vida coloca diante nós, as lutas, as dores, as perdas e tristezas. Olhamos para tudo que o Senhor prometeu com fé e esperança.
Nem sempre as séries positivas se medem apenas em vitórias. Às vezes, é nos empates, sobretudo em estádios complicados, que se percebe a real consistência de uma equipa. E este, em Amarante, teve muito mais do que um ponto para contar.Num cenário digno de Primeira Liga, com mais de 1300 vozes vindas de Coimbra a pintar de negro as bancadas, a Académica voltou a enfrentar um velho problema: a entrada em falso. A Briosa demorou a encontrar-se, voltou a correr atrás do prejuízo e podia ter pago caro essa hesitação inicial. Pelo meio, cumpriu-se a velha máxima da “lei do ex”, com Saint-Louis a deixar a sua marca frente à antiga equipa, num daqueles momentos que parecem quase inevitáveis quando se fala da Académica.Mas se há algo que começa também a fazer parte da narrativa da Briosa nesta fase de apuramento de campeão é o papel decisivo do VAR. O golo de Triana, inicialmente anulado, acabaria por ser validado, naquele que foi um lance determinante para impedir o Amarante de se distanciar na classificação e que garantiu, assim, o primeiro empate desta fase para a Académica.Neste episódio, analisamos um jogo que, não sendo perfeito, volta a evidenciar a capacidade competitiva desta equipa, mesmo quando não entra bem. Olhamos para o impacto deste empate na luta pelos lugares cimeiros e para os sinais que a Briosa continua a dar nesta fase decisiva da época.E porque o calendário não abranda, lançamos também o olhar para a próxima deslocação a Guimarães, onde a Académica vai defrontar a equipa B do Vitória, num jogo que terá uma ausência pesada nas bancadas: a da grande onda negra, limitada por um número muito reduzido de bilhetes.Neste episódio, Guilherme Imperial foi o moderador de serviço, com a participação do Ricardo Goucha e com o remate de meia distância do Zé David Lopes.
O conflito no Médio Oriente começou há quase um mês, provocando disrupções geopolíticas, nos mercados e, em última análise, na economia. Fazemos o balanço da guerra e dos seus efeitos globais. Na segunda parte colocamos o foco nas expectativas do setor turístico para a Páscoa. O clima é, nas principais regiões, moderadamente otimista: as reservas apontam para taxas de ocupação em linha com as do ano passado. Mas há hotéis que esperam chegar a quase 100%. Olhamos ainda para os orçamentos das famílias para as miniférias. Com Celso Filipe e Inês Pinto Miguel numa edição de Hugo Neutel.
Uma mulher a fazer história, um raro empate e uma corrida até ao fim. Olhamos para quem ganhou, quem perdeu e os melhores e piores momentos da noite dos Óscares.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na próxima sexta-feira joga-se a segunda mão dos quartos de final da UEFA Futsal Champions League entre Benfica e Sporting, no Pavilhão João Rocha, mas antes houve jornada da Liga Placard onde, com maior ou menor dificuldade, os dois fizeram por não deslizar. Olhamos ainda para os momentos mais positivos e menos felizes nas diferentes lutas.
Hoje dedicamos inteiramente o nosso programa aos “Melhores do Ano 2025” pela Revista de Vinhos. Olhamos para os produtores, enólogos, vinhos, chefs de cozinha, restaurantes e enoturismos premiados, espelho do que de melhor se faz em Portugal.
No episódio desta semana, olhamos para a vitória dos OKC Thunder contra os Denver Nuggets e o que significa para o futuro. Olhamos ainda para os All-Stars e para mais um pedido de troca de James Harden
A Lei do Mercado está de volta para acompanhar o mercado de janeiro. Olhamos para tudo aquilo que se pode perspetivar nesta janela de transferências a poucas horas de abrir o mercado.Ouve o podcast e confirma tudo com o Mário Cagica e o Luís Pinto Coelho.
Terça-feira, 30 de dezembro, é dia de falar do interesse do PSG em Diomande. Olhamos ainda para dois rumores no Benfica e algumas saídas do futebol português Lá por fora, o destaque vai para Yeremay Hernández, que estará mesmo a caminho do Barcelona.
Terça-feira, 30 de dezembro, é dia de falar do interesse do PSG em Diomande. Olhamos ainda para dois rumores no Benfica e algumas saídas do futebol portuguêsLá por fora, o destaque vai para Yeremay Hernández, que estará mesmo a caminho do Barcelona.
Este é o primeiro episódio de uma tríade dedicada à astrologia, três conversas, três temas essenciais: astrologia preditiva, saúde emocional e relacionamentos.Neste episódio do Somos Infinitos, recebo João Medeiros e Vasco Marques para uma conversa profunda, lúcida e transformadora sobre astrologia preditiva. Falamos sobre o que a astrologia é, e não é.Sobre previsões. Sobre trânsitos como convites evolutivos e não como sentenças.E sobre como podemos co-criar o futuro, individual e colectivamente.Olhamos ainda para os grandes ciclos da humanidade, os trânsitos de 2026, os desafios do mundo, e o que o mapa de Portugal revela sobre os próximos anos, sempre com uma pergunta de fundo:que tipo de humanos somos chamados a ser agora?Subscreve o Canal Somos Infinitos no Youtube para mais conversas como esta.
Uma crónica de Francisco Sena Santos.
Foi a última jornada antes do Natal e Benfica e Sporting não desiludiram nas prendas: 2-10 ao Rio Ave e 1-8 ao SC Braga, respetivamente. Goleadas que têm histórias por trás, assim como toda esta ronda da Liga Placard. Olhamos ainda para a II Divisão, que acaba a I Fase, para a Taça de Portugal e para a seleção antes do Euro.
O renovo justo Há de vir o dia em que escolherei um rei justo, da linhagem de David. Palavra do Senhor! Esse rei governará o país com sabedoria, cumprindo o direito e aplicando a justiça. No seu reinado, os habitantes de Judá estarão em segurança, o povo de Israel viverá em paz. Será chamado: “O Senhor é a nossa justiça”. Leitura bíblica em Jeremias 23:5-6 Que promessa extraordinária! Sabedoria, direito, justiça, segurança e paz. Judá vivia tempos atribulados: líderes fracos, corruptos e injustos tinham levado a nação à derrota, à sujeição ao domínio estrangeiro e ao exílio. Esta profecia era uma luz de esperança em tempos de grande sofrimento. Será 2025 assim tão diferente? Vivemos em sabedoria, direito, justiça, segurança e paz? Olhamos à nossa volta e dificilmente os encontramos. E se olharmos não para fora mas para dentro? Encontramos sabedoria nas nossas decisões, direito e justiça em todos os nossos gestos, paz e segurança nas nossas interacções com os outros? Jesus abriu a possibilidade de salvação não só para os Judeus mas também para os gentios. A mensagem deste texto messiânico é tão necessária e essencial hoje como no tempo de Jeremias. Jesus, a “nossa Justiça”, é imprescindível nas nossas vidas. No entanto, sabemos bem que a suprema graça da Sua encarnação e morte é tão fundamental como imerecida. Neste período do ano em que reflectimos sobre a Sua vinda, é tempo de baixarmos a cabeça em humildade e gratidão pela graça da salvação que nos foi concedida. Ao rejeitar a Sua condição divina para se fazer homem, convida-nos a fazermos o movimento inverso, a negarmos a nossa carne para acedermos a uma vida espiritual plena e em comunhão com Ele. Como podemos explicar tão grande gesto de amor? É este o verdadeiro presente de Natal e, para nós, ficou a parte mais fácil: estender a mão para o recebermos; abrir o nosso coração para que Ele o ocupe. Deus e o Seu Espírito farão o resto. Muito obrigada, Senhor Jesus! - Ana Valente Neste tempo pede a Deus força para esperar com confiança. Agradece pela alegria que Ele coloca no teu dia. Entrega-Lhe aquilo que te preocupa. Pergunta: o que queres que eu faça hoje para viver mais perto de Ti?
Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
O DUCENTÉSIMO QUINQUAGÉSIMO EPISÓDIO do Podcast Dar Voz A esQrever
Neste episódio especial do Itaú Views, recebemos André Lion, CIO e gestor da estratégia de ações da Ibiuna Investimentos, para uma conversa sobre a trajetória da gestora e os princípios que sustentam sua atuação ao longo de diferentes ciclos de mercado.Falamos sobre os bastidores da criação da Ibiuna, falando sobre como a casa integra a visão macro de seus fundadores a uma análise micro rigorosa para a construção de portfólios, e também como o time toma decisões diante de ruídos de mercado, mudanças de cenário e posições que desafiam o consenso.Olhamos também para 2026, conversando sobre política monetária, desafios fiscais, impactos das eleições e o que poderia destravar um ambiente mais favorável para a Bolsa. Moderação: Guilherme Gonçalves, SVP Equity Sales do Itaú BBA, e Thiago Macruz, Head do Research do Itaú BBA.InstagramTelegramYoutube
No Apito Final desta semana, fazemos um passeio completo pelos principais campeonatos de futebol, analisando resultados, destaques individuais e as equipas que estão a marcar o ritmo das competições. Olhamos para os momentos-chave da jornada, as surpresas, as quebras de forma e os candidatos ao título.Na segunda parte do programa, viramos holofotes para o aguardado Dérbi, com uma antevisão detalhada: o estado atual das equipas, os jogadores em melhor momento, potenciais baixas, dinâmicas táticas e os duelos individuais que podem definir o encontro.Moderador:Nuno GraveComentadores: Andre Neves, João Almeida e Guilherme Lopes
Que empregos ou tarefas vão desaparecer e ser substituídos pela IA? Olhamos para os factos e para o que nos dizem as tendências. Adam Neuman, fundador da WeWork, é a figura da semana.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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No episódio desta semana, o destaque vai para o regresso de Lebron James e a retirada de CP3. Olhamos ainda jogadores e equipas que nos estão a surpreender
No episódio desta semana, fala-se das lesões de Wemby, Giannis e Brunson. Olhamos ainda para o regresso de Lebron James e para o momento dos lakers. O tema principal são as equipas e os jogadores que estão a desapontar
No episódio desta sexta-feira o destaque vai para os Dallas Mavericks. A equipa texana despediu o GM Nico Harrison e pode estar a caminho de rebuilt, a começar já este ano. O que é isso significaria para jogadores como Kyrie Irving ou Anthony Davis? Olhamos para algumas possibilidades de trocas para o poste.
Neste episódio, analisamos a semana intensa do futebol português e europeu! Falamos das eleições no SL Benfica, com destaque para os candidatos, as propostas e o ambiente vivido entre os adeptos. Olhamos ainda para os jogos da Liga dos Campeões, avaliando o desempenho das equipas portuguesas, e as emoções da Taça de Portugal, com os primeiros jogos e surpresas.Tudo isto, com o debate, a análise e a paixão pelo futebol que marcam o Apito Final!Moderador: António ArnautComentadores: -Vasco Fonseca -Francisco Ferreira -Rodrigo Carvalho
O novo ano letivo arranca com a proibição do uso de telemóveis nas escolas do 1º e 2º ciclo. Olhamos, com especialistas, para as consequências desta nova medida.
No episódio desta semana, o destaque vai para os media days das equipas da NBA, com principal atenção para os Boston Celtics e para o que se diz sobre Neemias Queta. Olhamos ainda para o arranque da Liga Betclic e para o estado de Benfica, Sporting e FC Porto. No final, há ainda uma antevisão à Euroliga, com uma especial atenção para os jogadores ex-NBA
Olhamos para a gestão ativa da floresta e o seu papel na preservação da natureza. Falamos de viveiros, certificação, restauro ecológico, bioeconomia e de mosaicos agroflorestais com quem está a transformar a paisagem.
Neste episódio, analisamos a audição de Álvaro Santos Pereira, que se sentou na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública, um passo obrigatório para assumir o cargo de governador do Banco de Portugal. Olhamos ainda para a regulação de criptoativos, depois de esta semana ter dado entrada no Parlamento a proposta de lei para transpor a regulação europeia para Portugal. Com Susana Paula e Leonor Mateus Ferreira, numa edição de Cláudia Arsénio.
No episódio desta semana, olhamos para a conquista alemã no EuroBasket e fazemos a ponte para a NBA. Olhamos ainda para os novos detalhes do caso Kawhi Leonard e para as recentes declarações de Adam Silver sobre o estado da NBA.
Incêndio que começou em Arganil extinto, 11 dias depois. Paulo Fernandes, autarca do Fundão, avisa que "ainda é cedo" para baixar os braços. "Vamos estar totalmente em alerta", assegura.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ninguém vê o mundo da mesma maneira. Fomos criados por Deus à Sua imagem e semelhança, todos nós. Contudo, tudo à nossa volta influencia a forma como vemos o mundo, pelo que temos diferentes maneiras de compreender o mundo e as pessoas. E, consequentemente, maneiras diferentes de agir. O que é que tem moldado a nossa visão do mundo e dos outros? Olhamos para nós, e para os outros, de acordo com o valor pré-estabelecido por Deus? Será este valor imutável e igual para cada pessoa? Que nos questionemos de forma intencional, moldando o nosso pensar e atuar ao conceito original. Passemos a apagar os “eus” e dar lugar a Deus. Da razão para a ação, com um coração centrado no perdão. Detalhes sobre a celebração 17 agosto @Bible.com Disponível no canal do YouTube.
Ana Matos, mais conhecida como Capicua, apresenta-nos o novo álbum, “Um gelado antes do fim do mundo”, um disco que reflete a transformação social atual e “as questões do nosso tempo” ou uma proposta para “limparmos as lentes com que olhamos o mundo”. Nesta entrevista, a artista recorda também o percurso como rapper em Portugal. Ficam aqui as datas para os próximos concertos da Capicua: 13 de agosto – Festival Paredes de Coura 6 de setembro – Festa do Avante 7 de setembro – Noite Branca de Braga 25 de outubro – Matosinhos, Teatro Constantino Nery Uma entrevista de Leticia Balsa e Leonardo Aguiar dos Santos no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da licenciatura de Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Depois de escutarmos o Evangelho e a Primeira Leitura, o tema que sobressai é o da oração. Muitas vezes entendemos a oração como petição, como um pedir a Deus. E de facto, no nosso dia-a-dia, muitas das nossas orações são pedidos que fazemos a Jesus.Por isso, é tão importante o modo como Jesus ensina os discípulos a orar. Quando eles dizem “Senhor, ensina-nos a orar”, qual é a primeira palavra que Jesus pronuncia? “Pai”. A oração cristã começa sempre por aí: reconhecer que temos um Pai, que somos filhos, que entramos na relação filial que Jesus tinha com Deus.Ao rezar o Pai-Nosso, entramos na comunhão de amor que Deus é. Este é o primeiro sentido da oração: saborear essa relação. Rezar é mergulhar nessa comunhão. E isso é transformador, é isso que converte.A oração não é uma obrigação nem um sacrifício. É um dom. É um luxo espiritual. É algo de bom, de saboroso, porque nos põe em contacto com o amor de Deus. Rezar é usufruir da graça de poder estar com Ele. Mesmo que nem sempre seja fácil ou imediato, a oração alimenta a nossa alma.Claro que, na oração, também desabafamos. Como fazemos com um amigo, falamos com Jesus sobre o que nos inquieta, o que nos entristece, o que desejávamos que fosse diferente. Mas a oração não é um negócio: “se me deres, eu dou-te”. É um diálogo amoroso. É colocar as nossas necessidades nas mãos de Deus, com confiança, e deixar que Ele nos transforme, nos converta e nos ensine a ver a vida com o olhar d'Ele.É por isso que é tão importante apresentar a Deus as nossas preocupações, mas também deixarmo-nos formar por Ele. Deixá-Lo moldar o nosso coração, purificar os nossos desejos, dar-nos paz mesmo quando as coisas não mudam por fora.Hoje, vemos crescer uma falsa espiritualidade — a chamada “teologia da prosperidade” — que diz: se fores bom, generoso, tudo te correrá bem. E se estás mal, é porque fizeste algo errado. Isto é um engano perigoso. Deus não nos castiga. Deus ama-nos. E, mesmo quando falhamos, a nossa dívida foi anulada por Cristo na cruz. A cruz não é sinal de castigo, mas de amor. Olhamos para o crucifixo para nos lembrarmos disso.Sofremos porque somos limitados. Não porque somos maus. O sofrimento faz parte da nossa condição humana. Só Deus é infinito. Nós somos pequenos, frágeis. E é na oração que encontramos consolo, luz e força para viver com sentido.A Primeira Leitura mostra-nos Abraão, que parece estar a negociar com Deus, como num mercado. Mas na verdade, ele está a descobrir um Deus profundamente misericordioso. Começa com 50 justos, acaba com 10, e Deus responde sempre: “Não destruirei.” Basta um gesto, um justo, um desejo de salvação, e Deus mostra a Sua infinita misericórdia.Por isso cantamos: “Quando vos invoco, sempre me atendeis, Senhor.” Sim, Deus atende-nos. Não apenas porque ouve, mas porque nos molda. Ensina-nos a desejar o que é bom, a valorizar o que temos, a discernir o que é verdadeiramente necessário.Neste domingo, convido-vos — e convido-me — a rezarmos o Pai-Nosso com mais atenção. Devagar. Pensando no que estamos a dizer. Porque, ao rezarmos o Pai-Nosso, estamos a aprender a rezar como Jesus: confiando, louvando, abrindo o coração, recebendo de Deus tudo o que Ele tem para nos dar.Rezar é saborear o amor de Deus.
A eleição do novo Papa é histórica para os EUA, mas Leão XIV não se esconde das críticas a Trump. Olhamos ainda para importância do Dia da Vitória e o escalar do conflito entre a Índia e o Paquistão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Entrevista a Frei Bento Domingos e ao jornalista argentino Ariel Palácios. Olhamos ainda para os desafios do hemisfério sul com a investigadora brasileira Nathalie Xavier Scutz. Edição de José Guerreiro
Trump é imprevisível, mas uma coisa é certa: os EUA passaram a assumir um dos lados do conflito em Gaza ou na Ucrânia. Olhamos ainda para a Europa e a crescente urgência para investir em defesa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta foi uma semana agitada. Afinal não foi Vini, foi Rodri quem ganhou o Ballon D'Or! Ao saber antecipadamente disto, o Real Madrid... amuou! O Sporting segue imparável em casa e na Europa, não é? Mas o Manchester United despediu Erik Ten Hag e Amorim está nos seus planos... E agora? Olhamos para o calendário europeu que se avizinha e falamos também das diferentes sortes Europeias dos Portugueses: o tropeção do Benfica, a vitória (finalmente!) do Porto, o 8º triunfo Europeu seguido do Vitória, e o autêntico golpe de teatro Norueguês em Braga. Em terras de nuestros hermanos, foi jornada de El Clásico e o revigorado Barcelona de Flick atropelou o Real Madrid no Bernabéu, perante um impotente e confuso Mbappé! Em Inglaterra, outro clássico: o Arsenal empatou a 2 golos com o Liverpool, o que empurrou o Manchester City para onde já costuma estar: o topo da tabela. Senta-te, ouve e relaxa. De nada.
Miguel Sousa Tavares analisa os dias que marcam a Justiça: o recurso às escutas que "em Portugal se tornou no primeiro instrumento de investigação", as polémicas propostas do pacote anticorrupção, sem esquecer as declarações recentes da ministra Rita Júdice. O cronista vê sinais positivos na aproximação entre Montenegro e Pedro Nuno Santos para uma reforma, mas conclui que o medo da opinião pública domina as ações dos políticos. Olhamos ainda para o desempenho da seleção no Euro. Para Sousa Tavares, "o futebol é um jogo simples que os treinadores tentam complicar o mais que podem". See omnystudio.com/listener for privacy information.
#229 Nazaré, Kelly Slater e Gabriel Medina! Três assuntos que nem tocamos nesse episodio do Boia. João Valente, Bruno Bocayuva e Júlio Adler convidam Bruno Pesca para aquele bate-papo sem pé e com cabeça sobre tudo que não interessa. Olhamos pra frente, sem tirar os olhos do retrovisor. A trilha sonora teve Ben Sidran com Picture Him Happy (Sisyphus Goes To Work), Jake Holmes com Dazed and Confused, Garoto com Beira Mar e El Mató a un Policía Motorizado com Un Segundo Plan. Demorô ? --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/boia/message
Nós somos chamados, não a uma fé privada, mas pública, prática! Enquanto cristãos, somos influenciadores, bem-aventurados, servimos ao mundo e glorificamos a Deus. Olhamos para o nosso Senhor, Jesus Cristo, o ideal que se tornou real. É este poder ideal que invade a nossa vida real e nos transforma completamente para sermos semelhantes a Jesus, sal e luz para este mundo. Em uma era decadente, o Senhor nos encoraja sob a Sua Palavra a preservarmos a terra (sal), bem como iluminá-la (luz) e a proclamarmos a essência do cristianismo – não um otimismo triunfalista, nem um pessimismo fatalista, mas uma boa notícia: as boas novas do Evangelho. Há uma realidade superior que invadiu a terra e nos enche de esperança dia após dia. __ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEAVIDANOREINO Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Conheça nossa escola: http://escolanovamente.com Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
A única seleção sul-americana viva na Copa do Mundo é a Colômbia, que superou a Jamaica e chega às quartas de final, o que já é o melhor resultado da história da seleção cafetera. Olhamos para os duelos das quartas de final, com o que esperar de cada um deles. Quem chega como favorito? Quem pode surpreender?