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Viver é experimentar tudo o que a vida tem para nos mostrar.
O verão ainda nem chegou no hemisfério norte e diversos países europeus acabaram de suportar uma semana de temperaturas escaldantes, algo inédito para o período do ano. Com o aumento da intensidade e da frequência das ondas de calor, potências como França, Reino Unido e Países Baixos, acostumadas a lidar com o frio na maior parte do ano, encaram o desafio de ter de se preparar para conviver com as altas temperaturas. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O impacto econômico desses períodos antes raros, mas agora repetidos devido às mudanças climáticas, é brutal. Um levantamento recém-divulgado pela seguradora Allianz Trade estimou que o prejuízo acumulado no PIB de 2026 a 2030 pode chegar a 7% nos países mais expostos, como a França, onde o custo das ondas de calor poderá atingir US$ 240 bilhões no período. O forte calor afeta as condições de uso dos transportes, indústrias, instituições, escolas e empresas, mal preparados para os dias de altas temperaturas. Ao ar livre, a agricultura, a construção civil e a logística estão na linha de frente. O impacto na produtividade é direto e já pode ser mensurado. A partir de 30°C, a produção horária de um trabalhador diminui em média 3% a cada grau adicional, e é ainda maior quando os termômetros ultrapassam 35°C. Em paralelo, aumentam significativamente os gastos de saúde e seguridade social, em especial das pessoas mais vulneráveis, como idosos e pessoas em situação precária, salienta Mireille Chiroleu, professora de Economia do Meio Ambiente na Universidade Panthéon-Sorbonne. “As perdas de produção não são os únicos impactos: os na saúde são muito significativos. Estudos mostram que os custos decorrentes das ondas de calor na França entre 2015 e 2020 variaram entre € 22 bilhões e € 37 bilhões”, afirma ela, que também é diretora de pesquisas da Paris School os Economics. “É um valor altíssimo e muito maior do que o de perdas diretas de produção.” Risco de choque macroeconômico Em 2025, um estudo da universidade alemã de Mannheim em conjunto com o Banco Central Europeu trouxe um alerta grave: as ondas anormais de calor têm o potencial de causar um choque macroeconômico nos países do bloco. Somadas às secas e inundações, os fenômenos climáticos poderão custar € 126 bilhões à economia europeia até 2029. Os países mais expostos são Espanha, Itália e França. Em Paris, uma coletiva de imprensa da ministra da Transição Ecológica, Monique Barbut, sobre o tema na última semana foi sintomática: com os termômetros marcando 36°C à sombra, ela recebeu os jornalistas em uma sala “fervendo”, relatou Le Monde, com ventiladores circulando ar quente para os participantes molhados de suor. O Alto Conselho para o Clima, que orienta o governo francês para as medidas de enfrentamento da crise climática, adverte que o país deve se preparar para um cenário de alta de 4°C na média das temperaturas até o fim deste século. 19% de prédios adaptados na Europa Mudanças estruturais devem ser implementadas, observou a Allianz Trade em seu relatório: com “uma população envelhecida, um parque imobiliário pensado para reter o calor e infraestruturas de resfriamento do ar subdesenvolvidas”, a Europa tem uma média de apenas 19% dos prédios adaptados para enfrentar o calor. “As possibilidades estão em constante evolução e vêm apresentando avanços significativos. Recomenda-se a implementação de soluções para controlar a demanda energética ao mesmo tempo em que se combate as mudanças climáticas”, ressalta Chiroleu. “O ar-condicionado pode criar ilhas de calor na área externa a que é climatizada, e assim agravar as desigualdades, principalmente nos centros urbanos. Ele deve ser apenas um elemento da política de adaptação, afinal existe toda uma hierarquia de intervenções, como isolamento térmico de edifícios, arborização, etc.” Este ano, a Espanha instaurou uma licença climática de até quatro dias por ano em caso de eventos climáticos extremos, como enchentes, que impossibilitem o trabalho presencial. Na vizinha França, os ecologistas defendem a ideia e sugerem incluir as ondas de calor como uma razão de afastamento do trabalho, às custas dos cofres públicos. Faltam recursos para a adaptação até nos países ricos Organizações ambientalistas salientam que, antes disso, os países precisariam cumprir os seus planos de adaptação, ampliando as proteções contra o sol nas empresas e residências. A agência francesa de Meio Ambiente e Energia (Ademe) aponta que a instalação de janelas e venezianas adequadas pode diminuir de 20% a 60% a necessidade de ar-condicionado no interior dos prédios. Na prática, entretanto, a maioria dos países está atrasada na aplicação das medidas, principalmente por não disponibilizarem os recursos necessários. “As restrições orçamentárias particularmente fortes da França significam que os fundos destinados a essa adaptação, o Fundo Verde para o Clima, foram drasticamente reduzidos”, aponta. Em 2024, foram alocados € 2,5 bilhões para o mecanismo, que inclui os gastos para adaptação. No ano seguinte, o valor caiu para € 1,1 bilhão em 2025. “Isso é realmente muito pouco. Acho que outros países europeus estão enfrentando as mesmas deficiências de planejamento”, constata a professora francesa.
Entre canais, Café Défilé e muitas bicicletas, o Ricardo e o Tomás mergulharam no charme de Maastricht. Desde peripécias inesperadas, acidentes e conversas sem filtro, exploram uma das cidades mais internacionais dos Países Baixos. Um episódio repleto de dicas, gargalhadas e histórias que toda a gente quer ouvir!
Continuamos em modo Mundial e fomos à descoberta de curiosidades de Países Baixos, Suécia, Tunísia e Japão.
Edició què repassem resultats del Moto Junior disputat al circuit de Barcelona-Catalunya i de la prova al circuit de la ronda de Països Baixos a la Fórmula Regional Europea i DTM, amb Fran Lucas analitzem les 500 Milles de Indianápolis a la Indycar, amb Alexia Ramos l'anàlisi del GP Canadà de Fórmula 1, a més la prèvia del GP Itàlia de Moto GP. Motor a punt és el repàs a l'actualitat del món del motor de dos i quatre rodes, amb noticies, resultats, classificacions, anàlisi dels grans premis i circuits, tertúlia amb un extens planter de col·laboradors i molt més. Presentat i dirigit per Iñaki Martínez.
Crise nos relacionamentos parece ser algo comum. Os altos e baixos dos relacionamentos trazem consigo sintomas e sinais que precisam ser vistos e analisados. Se as coisas vão mal, você deve cuidar para melhorar e não simplesmente ignorar. Se as coisas vão bem, você é responsável por manter as coisas assim.Seu relacionamento com Deus também pode passar por altos e baixos. Não é o ideal, mas acontece.Veja o que diz o Salmo 74 nos versos 1 e 9: "Ó Deus, por que nos rejeitas para sempre? Por que se acende a tua ira contra as ovelhas do teu pasto?Já não vemos os nossos sinais; já não há profeta; nem há, entre nós, quem saiba até quando isso vai durar."O salmista deixa claro que algo estava errado. Deus parecia rejeitar seu povo. Não existia mais profecia e nem sinais da parte de Deus. Existia um claro problema. Mas onde? E por que?Nenhum relacionamento simplesmente acaba. Os relacionamentos são destruídos aos poucos, lentamente, com falas, gestos, brigas e falta de atitude. Falando do relacionamento com Deus, pode ser que hoje você esteja distante do Pai. Já não ora, já não o busca, já não se interessa pelas coisas que Ele gosta. E o que espera? Que Ele continue agindo? Pensar assim seria pura ingenuidade. Então, cuide do seu relacionamento com Deus como algo importante!
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aixe o material deste episódio: https://forms.gle/hT5RCd4985R5ueej8Seja bem-vindo ao Geopolítica em Campo, o podcast dedicado a analisar o mundo através das quatro linhas. Por aqui, geopolítica, história, cultura e atualidades são exploradas a fundo, revelando as relações de poder que movem o planeta.Se você deseja uma visão ainda mais aprofundada sobre a geopolítica mundial e assuntos da atualidade – seja você estudante, educador, professor ou entusiasta – considere apoiar o nosso trabalho. Nossos assinantes têm acesso a aulas e materiais exclusivos dentro do curso Geopolítica e Atualidades, um conteúdo riquíssimo e aprofundado.Acesse https://pay.hotmart.com/P104984502P?checkoutMode=10 e junte-se a nós!Neste episódio, o nosso Airbus da geopolítica decola para desvendar os segredos do Grupo F, analisando a fundo dois gigantes globais da tecnologia, da história e do futebol: os Países Baixos e o Japão. Embarque conosco nessa viagem onde cruzamos as quatro linhas para entender como os holandeses desafiaram o oceano com uma engenharia admirável, construíram o porto de Rotterdam e se tornaram uma potência agrícola e tecnológica com a gigante dos chips ASML. Também relembramos as grandes batalhas históricas da seleção laranja contra o Brasil em 94 e 98, a genialidade tática de Johan Cruyff e a mística da "Laranja Mecânica", consolidada como uma verdadeira potência do futebol mesmo sem levantar uma taça de Copa do Mundo. Do outro lado do mapa, desvendamos o renascimento econômico do Japão no pós-guerra através do modelo toyotista, do Plano Colombo e de uma automação industrial cirúrgica criada para enfrentar seus complexos desafios demográficos. Por fim, debatemos a impressionante resiliência da sociedade japonesa diante de vulcões, tufões e abalos tectônicos, analisando os desdobramentos geopolíticos globais provocados pelo desastre nuclear de Fukushima nas matrizes energéticas mundiais.Prepare o seu bilhete alaranjado e venha "farmar aura" de conhecimento com os professores João Marcelo, Juninho Lopes e Bernardo Mesquita.
A Eunice Costa chegou a Eindhoven em 2019 para começar a escrever a sua história de portuguesa no mundo. Uma experiência que lhe ensinou a ser resiliente e a não desisitr. E que se resume na palavra saudade!See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Eunice Costa chegou a Eindhoven em 2019 para começar a escrever a sua história de portuguesa no mundo. Uma experiência que lhe ensinou a ser resiliente e a não desisitr. E que se resume na palavra saudade!See omnystudio.com/listener for privacy information.
La investigadora lloretenca Laura Pérez Crespo ha desenvolupat una trajectòria acadèmica i científica centrada en la salut poblacional i l'epidemiologia. Els resultats de la seva feina han estat reconeguts en diverses ocasions. Però aquesta vegada, en el marc de la Fira Femenina de la Ciència i la Tecnologia, deixa enrere la cortina de la professió per humanitzar la seva experiència i encoratjar a les joves que volen ser científiques. El grau en Biologia Humana, un màster en Salut Pública i el doctorat en Biomedicina amb menció cum laude han estat els primers passos de Pérez a l’univers científic. La seva tesi doctoral, realitzada a l'ISGlobal, va analitzar l'impacte de la contaminació de l'aire i el soroll en el neurodesenvolupament i el son infantil, amb una estada internacional a l'Erasmus Medical Center dels Països Baixos. Actualment, treballa a l'IDIAP Jordi Gol, on ha rebut una beca Sara Borrell de l'Instituto de Salud Carlos III i centra la seva recerca en dades del món real per millorar la prevenció i els resultats en salut, amb projectes sobre exposició ambiental i risc de càncer colorectal. En primera persona, la investigadora destaca el sentit profund de la seva feina: “ser epidemiòloga m'aporta sobretot la sensació d'estar contribuint en la vida de les persones” i recorda que darrere de cada dada “hi ha persones, famílies i comunitats senceres” que es poden beneficiar de la recerca. També anima les joves a mantenir viva la curiositat i la valentia científica: “la ciència necessita dones amb inquietuds, valentes i amb ganes de pensar”. I afegeix un missatge inspirador: “els resultats poden semblar petits, però poden acabar tenint un impacte enorme”, reivindicant així el poder transformador de la recerca.
CAMISETA E REGATAS DO CORRIDA NO ARCamiseta Masculina – https://cnoar.run/CamisetaCNAmascCamiseta Feminina – https://cnoar.run/CamisetaCNAfemRegata Masculina – https://cnoar.run/RegataMasculinaCNARegata Feminina – https://cnoar.run/RegataFemininaCNAQuem faz as nossas camisetas e regatas é a Ecco Bolsas e Camisetas. Fale que você que vc recebeu indicação do Corrida no Ar para conseguir 10% de desconto no seu primeiro pedido.Site https://eccobolsas.com.br/ Instagram https://www.instagram.com/eccobolsas/Whatsapp – 47 99920-0248 Telefone – 47 3209-9999Corra a ASICS RUN CHALLENGE | Use o cupom CORRIDANOAR10 para ter 10% de descoto | https://runchallenge.com.brNesta edição do programa, revelamos em detalhes o novo percurso de 42 km e a altimetria da Maratona do Rio , e também conhecemos a nova mascote da prova, a Mara! Comentamos sobre o caso inusitado do corredor flagrado peladão no frio extremo de Curitiba e trazemos a triste notícia do falecimento de uma adolescente na meia maratona de Leiden, nos Países Baixos.Nossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Ver menos outdoors de hambúrguer levaria você a comer menos carne? Amsterdã se juntou à lista de cidades que proíbem a publicidade de produtos com alto impacto ambiental, como medida de combate ao aquecimento global. A decisão levanta questionamentos sobre a forma mais eficaz de estimular a população a reduzir o consumo desses produtos. A capital dos Países Baixos se tornou a primeira do mundo a banir do espaço público anúncios de carne e combustíveis fósseis, como o petróleo. A medida inclui fabricantes de aviões e companhias aéreas. A lei, apresentada pelos partidos Ecologista e Dos Animais, argumenta que o espaço público deve estar alinhado com os objetivos de Amsterdã de atingir a neutralidade de carbono até 2050 e diminuir pela metade o consumo de carne bovina – altamente emissora de gases de efeito estufa como CO2 e, principalmente, metano. “A reflexão em Amsterdã foi que a publicidade cria um impasse entre o se pede para os consumidores fazerem – ou seja, respeitarem o meio ambiente –, e os sinais contraditórios que elas vêem por todos os lados”, observa o publicitário francês Sylvain Burquier, membro da Convenção Cidadã para o Clima, criado pelo governo da França em 2019 para auxiliar na orientação das políticas ambientais francesas. “No espaço público, tem publicidade de carne e de hamburguer triplo de grandes anunciantes, e ao mesmo tempo as autoridades pedem que as pessoas andem menos de avião. Existe um duplo discurso e podemos evitar isso." Eficiência da medida Na França, a Convenção participou da elaboração de uma lei para proibir as campanhas ligadas ao setor petroleiro, aprovada em 2021, mas cujo decreto ainda não foi publicado pelo presidente Emmanuel Macron. Na Europa, Estocolmo, Edimburgo e Florença estão entre as cidades que já implementaram a medida. Representante do mercado publicitário, Burquier é favorável à regulação dos anúncios, mas não à sua interdição. Ele avalia que o veto é menos eficaz do que mensagens de esclarecimento que podem ser associadas à publicidade. “Fazer pedagogia, com campanhas que promovam formas alternativas de alimentação e desestimulem as pessoas a ficarem comendo coisas que não são muito boas, é o básico. Não tenho certeza de que retirar as bebidas alcoólicas das páginas de publicidade impeça as pessoas de beber, mas talvez as incite menos a beber”, ressalta. “Proibir as campanhas a favor ou contra a carne não terá efeito direto. Mas mensagens sobre a pegada de carbono do produto mostrado podem, sim, levar a uma maior conscientização.” Sem surpresa, o setor agrícola dos Países Baixos se opôs à proibição da publicidade sobre a carne. Já o do turismo alegou que a proibição de menções a voos pode prejudicar a liberdade comercial no país. Carne será o ‘novo cigarro'? Os defensores da medida alegam que ela visa mudar a visão dos consumidores sobre esses produtos e, como consequência, uma mudança de comportamento. Foi assim que o cigarro passou, aos poucos, a deixar de ser associado a benefícios para ter uma imagem negativa. Um em cada cinco adultos era fumante no mundo em 2020 – 27% a menos do que no ano 2000, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Carne e avião poderiam ser o cigarro de amanhã, no universo da publicidade? Os dois casos têm semelhanças, observa Débora Salles, coordenadora-geral do laboratório de pesquisa sobre internet e redes sociais da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NetLab-UFRJ). “Quando a gente pensa o quanto as empresas de cigarro atuaram conjuntamente para impedir que a opinião pública soubesse realmente dos impactos que o cigarro tem na saúde das pessoas, e que essas empresas já sabiam. Teve todo um trabalho do setor como um todo, para atrasar a regulamentação que, de alguma forma, limitasse a propaganda ou patrocínio merchandising”, relembra. “A gente vê isso acontecendo hoje em dia em vários outros setores econômicos que têm impacto socioambiental, como é o caso de mineradoras, de petroleiras, de empresas que muitas vezes sabem o impacto que podem ter ou que já têm nas mudanças climáticas, mas que estão se promovendo, como muitas vezes líderes da transição energética. Sem regulamentar, dificilmente esses setores vão, por conta própria, deixar de fazer publicidade que é problemática.” Combate ao greenwashing No Brasil, o debate sobre regulamentação ainda é incipiente, e tem se concentrado mais no combate às práticas de greenwashing, ou seja, quando as empresas exageram ou mentem sobre os supostos benefícios ambientais de seus produtos. “É interessante que a gente pense que o greenwashing não precisa ser solucionado apenas com a proibição. A gente poderia criar convenções de transparência e formas de auditar o que essa publicidade diz que faz, que a empresa faz”, avalia a pesquisadora. “Quando você tem um anúncio dizendo que esse carro é socialmente sustentável porque ele é elétrico, por exemplo, a gente precisa poder verificar esse argumento. Hoje em dia, isso não é possível”, adverte. O Instituto Akatu atua na promoção de boas práticas socioambientais e no aumento da transparência das cadeias produtivas – uma via que, na visão do diretor da entidade, Lúcio Vicente, é mais eficaz do que a simples proibição da publicidade. “É possível utilizar essa mesma publicidade para conseguir dar transparência sobre como os produtos são produzidos. Quais os impactos que eles têm para a vida das pessoas? Quais os impactos que eles têm para as questões socioambientais, econômicas?”, questiona. “O elemento regulatório tem que começar a exigir das empresas o processo de rastreabilidade. O processo de onde são feitos, como são feitos, porque todo o sistema produtivo tem boas e más práticas. O consumidor que tem mais detalhes dos sistemas produtivos pode fazer melhores escolhas e, consequentemente, impactar menos as questões de meio ambiente.” Vicente salienta ainda o papel das redes sociais neste contexto. “Uma celebridade que poste um vídeo sobre determinado tipo de consumo vai influenciar tanto quanto a publicidade. A gente vai fazer o quê? Proibir?”, alerta.
Neste episódio, Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit e VP de Energia e Sustentabilidade da MIT Technology Review Brasil, e o jornalista Thomaz Gomes discutem como governos podem mitigar os impactos da crise energética sobre os consumidores finais, especialmente os mais vulneráveis. A conversa parte de um artigo da Agência Internacional de Energia, que analisa os efeitos sociais e econômicos da alta dos preços da energia e as respostas adotadas por diferentes países. O episódio mostra que, enquanto famílias de renda média gastam cerca de 10% de sua renda com energia, esse percentual pode chegar a quase 25% entre famílias de baixa renda, tornando essencial a criação de políticas públicas mais direcionadas. Ao longo da discussão, são abordadas medidas como subsídios, redução de impostos, tetos de preço, transferências diretas, vouchers e campanhas de redução de consumo. Hudson destaca que ações universais podem gerar alto impacto fiscal e beneficiar quem menos precisa, enquanto iniciativas segmentadas tendem a ser mais eficientes e socialmente justas. O episódio também apresenta exemplos internacionais, como os auxílios energéticos nos Países Baixos, os vouchers na França, as transferências diretas na Nigéria, a revisão de subsídios na Indonésia e programas específicos no Reino Unido e no Paquistão. O Brasil é citado como referência em governo digital e em mecanismos como a tarifa social, que ajudam a identificar e apoiar públicos vulneráveis. Outro ponto central é o papel dos dados, da tecnologia e das GovTechs na construção de políticas mais eficazes, capazes de reduzir fraudes, melhorar a segmentação e fazer os recursos chegarem com rapidez a quem realmente precisa. Por fim, a conversa reforça a importância da comunicação pública clara e segmentada para ampliar o acesso aos programas de apoio, estimular a eficiência energética e mobilizar a sociedade em momentos de crise. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
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O pau está comendo na segunda rodada dos playoffs da Conferência Oeste. Na série entre San Antonio Spurs e Minnesota Timberwolves, a franquia texana fez uma estreia abaixo da expectativa e acabou derrotada em casa, perdendo o mando de quadra. No segundo jogo, contudo, Victor Wembanyama e companhia contaram com uma ajudinha de Gregg Popovich (ele mesmo!) e passaram por cima dos lobos. Neste episódio, discutimos o que vem dando certo e o que vem dando errado na série até aqui, além dos ajustes necessários para que os comandados de Mitch Johnson avancem para a próxima fase. É isso, vem com a gente!Índice do episódio:Agora você tem o índice do episódio gerado automaticamente pelo Spotify. Cultura Pop nas redes sociais:twitter.com/culturapoppodtwitch.tv/culturapoppodinstagram.com/culturapoppodyoutube.com/@CulturaPopPod tiktok.com/@culturapoppod
Já conta com mais de 50 anos de carreira, alimentada a canções multigeracionais como ‘Mariquinha’ ou ‘Olhos Fechados’. Embaixador da música de Angola no mundo, Bonga é o mais recente convidado do Posto Emissor. No podcast da BLITZ recorda a vinda para Portugal, como atleta do Benfica, antes de se dedicar à música e à luta pela independência de Angola. Falámos ainda dos encontros do músico com estrelas como Charles Aznavour, o exílio em França e Países Baixos e o futuro do país que o viu nascer.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Antes de se tornar um dos artistas mais influentes da história, Vincent van Gogh foi o produto de um entrelaçamento improvável de fé rigorosa, mercado de arte, boemia parisiense e um pequeno vilarejo transformado em laboratório pictórico. Uma exposição no Castelo de Auvers‑sur‑Oise, nos arredores de Paris, propõe revisitar esse percurso, mostrando como religião, autodidatismo, excessos e territórios específicos moldaram um pintor que, mesmo após mais de um século, continua impossível de ser ignorado. Márcia Bechara, enviada especial da RFI a Auvers-sur-Oise Antes de se tornar um “influenciador” — termo que hoje circula livremente para designar quem molda gostos, estilos e comportamentos — Vincent van Gogh foi, ele próprio, profundamente influenciado. A exposição Van Gogh, influencer, Heranças em Movimento, em Auvers‑sur‑Oise, nos arredores de Paris, parte justamente dessa inversão de perspectiva: a mostra recua no tempo para investigar o caldo cultural, religioso e artístico que moldou o pintor antes de ele se tornar o ícone incontornável da arte moderna. Misturando facsímiles raros de obras do gênio holandês (as obras do período francês estão em sua maior parte reunidas no Museu d'Orsay, na capital francesa) e obras de artistas vivos, a mostra contempla, em efeito de espelho, os ecos da força do pintor nas gerações futuras. “Entre as primeiras influências de Vincent van Gogh, há algo que costuma ser subestimado, mas que é fundamental: a religião”, afirma Wouter van der Veen, pesquisador holandês especializado em história da arte, um dos maiores especialistas internacionais em Vincent van Gogh e diretor científico do Instituto Van Gogh, sediado em Auvers‑sur‑Oise, além de curador da exposição. “Ele nasce filho de um pastor protestante, dentro de uma tradição marcada por uma profunda desconfiança em relação às imagens”. Na Holanda do século 19, o protestantismo calvinista ainda carregava os efeitos de um longo processo de iconoclastia. A produção e o culto às imagens eram vistos, nessas comunidades, como distrações perigosas da fé considerada verdadeira. “A lógica era eliminar as representações visuais, porque elas desviariam o fiel do essencial”, observa Van der Veen. “Isso era vivido de forma bastante concreta nas comunidades de onde Van Gogh veio”. Leia tambémExposição em Paris retraça últimos meses de Van Gogh em 'vilarejo dos impressionistas' Ao mesmo tempo, a família de Vincent reunia um paradoxo social e simbólico. “Os tios de Van Gogh eram marchands de arte. Três deles atuavam no mercado, todos em um nível social elevado”, destaca o curador. Em uma mesma linhagem conviviam, portanto, o rigor moral calvinista e a circulação constante de obras de arte. “As obras passavam de casa em casa, eles se visitavam, trocavam quadros e gravuras. Vincent cresce nesse ambiente”, diz. Desde cedo, Van Gogh demonstra uma relação intensa com a imagem. “Ele recebe uma educação muito sólida, bastante rígida, mas também extremamente completa: aprende quatro línguas, literatura, cultura geral, e, naturalmente, arte”, relata o diretor científico do Instituto Van Gogh. Essa formação cria um terreno fértil. “Ele manifesta muito cedo uma inclinação artística muito clara”, afirma. O aprendizado silencioso do mercado de arte Aos 16 anos, um dos tios aceita acolher Vincent como aprendiz em sua empresa. “Ele entra no mercado de arte muito jovem”, conta Van der Veen, retomando esse período pouco lembrado da biografia do pintor. Não se trata ainda de uma vocação como artista, mas de um trabalho. “Ele não será particularmente bom como marchand, mas passa sete anos nesse meio.” Durante esse período, algo decisivo acontece. “Milhares de gravuras passam pelas mãos dele. Centenas de pinturas”, enumera o curador. Van Gogh observa, compara, memoriza. “Ele tem uma memória visual extraordinária. Tudo isso constrói o que eu chamo de seu ‘catálogo interno'.” O olhar do artista começa a se formar antes mesmo de ele considerar a possibilidade de criar. “Entre os 16 e os 23 anos, ele trabalha nesse comércio de arte sem jamais pensar em se tornar artista”, prossegue o pesquisador holandês. O contato cotidiano com imagens cria um repertório denso, silencioso, acumulado. “Quando ele olha uma imagem mais tarde, ela nunca é neutra: está sempre atravessada por tudo o que ele já viu”. Depois de anos nesse universo, surge a frustração. “Ele passa a achar o mercado de arte um pouco vazio, sem sentido”, observa Van der Veen. Vincent busca outra trajetória. “Ele decide seguir os passos do pai e se tornar pastor”. Essa tentativa ocupa quatro anos de sua vida. “Ele tenta estudar teologia, mas não consegue. Procura trabalhos como evangelizador ou pregador, e não encontra”, relata o curador. Ao final desse percurso errático, a constatação se impõe: “É então que ele se diz: não, eu sou artista”. “Ele combina três coisas fundamentais: a cultura visual acumulada ao longo dos anos, o amor pela literatura e pelas línguas, e uma vontade profunda de dar sentido à existência”, analisa Van der Veen. Dessa combinação emerge o artista que conhecemos. “Mas é importante lembrar: ele começa a pintar seriamente aos 27 anos, o que é muito tarde”. Um autodidata contra todas as regras “A formação artística de Van Gogh é, em grande parte, autodidata”, afirma o curador da mostra. “Ele não entra no ateliê de um mestre, não segue uma escola.” Frequenta cursos esporádicos, aqui e ali, mas nada se sustenta. “O problema é o caráter: ele é absolutamente impossível”. O resultado é um aprendizado solitário, feito por tentativa e erro. “A imensa maioria da formação dele aconteceu sozinho”, diz Van der Veen. Até 1885 ou 1886, Van Gogh desenvolve um estilo muito pessoal, ainda ancorado no ambiente em que vive. Leia tambémNunca exibido em público, quadro de Van Gogh é leiloado por R$ 93 milhões em Paris Até então, ele praticamente não havia saído dos Países Baixos. “É uma região com um clima específico: céu baixo, luz difusa, tons mais fechados”, descreve o pesquisador. As cores de sua chamada fase holandesa refletem isso. “São tonalidades mais cinzentas, mais terrosas, e é isso que ele explora”. A virada ocorre quando Theo, seu irmão mais novo, já estabelecido em Paris como marchand de arte, convida-o a se mudar. “Theo seguiu o caminho que Vincent abandonou: o do mercado de arte”, lembra Van der Veen. Paris, naquele final do século 19, era o epicentro da vida artística europeia — e, em muitos sentidos, mundial. Vincent aceita o convite e passa dois anos vivendo com o irmão. Na capital francesa, ele é confrontado com um universo totalmente novo. “Ele descobre as gravuras japonesas, que o marcam profundamente”, observa o curador. O japonismo era uma moda entre artistas e intelectuais parisienses, mas, no caso de Van Gogh, a paixão assume outra escala. “Ele coleciona centenas e centenas dessas estampas”. Além disso, conhece pessoalmente figuras centrais da vanguarda. “Paul Signac, Émile Bernard, Paul Gauguin, Georges Seurat”, enumera Van der Veen. E vê de perto obras de Monet, Degas, Pissarro. “Há, de um lado, a força gráfica e cromática da arte japonesa; de outro, a abordagem científica da cor, como a de Signac.” Tudo isso se mistura. “Esse conjunto de influências vai construir o estilo Van Gogh.” Montmartre: a pintura mergulha no excesso Há, porém, outra influência decisiva, muitas vezes esquecida: a festa. “E todos os excessos que vêm com ela”, ressalta Van der Veen. Montmartre, naquele período, era um território híbrido. “Metade urbano, metade rural”, descreve o curador. Havia jardins, hortas e pequenos campos ainda ativos. “Van Gogh busca motivos tanto desse lado agreste quanto do outro”. Esse outro lado era o da vida noturna. “Os cabarés, os cafés: a Nouvelle Athènes, o Chat Noir, o Rat Mort”, lista Van der Veen. Espaços históricos onde a boemia parisiense se reunia. “A vida não parava, a festa não parava.” Esses lugares reuniam intelectuais, escritores, pintores, atores e poetas. “Era um mundo lendário”, diz o pesquisador holandês. Paris, à época, era amplamente reconhecida como a capital cultural do planeta. “E Montmartre funcionava como o lado alternativo desse grande palco: o espaço da ousadia, do risco, de ir longe demais.” Van Gogh estava no centro disso tudo. “Sua maneira de repensar a pintura, de romper fronteiras, deve muito a essa imersão no caldeirão cultural francês”, conclui o curador. Leia tambémProvável revólver usado em suicídio de Van Gogh é leiloado por € 162,5 mil Auvers‑sur‑Oise, o "país dos quadros" Ao se aproximar do fim da entrevista, o foco se desloca para Auvers‑sur‑Oise, pequena cidade a cerca de 30 quilômetros de Paris. Para o leitor brasileiro, o nome pode soar discreto. Mas, na história da arte, trata‑se de um território decisivo. “Muito antes de chegar a Auvers‑sur‑Oise, Vincent já conhecia a importância do lugar”, explica Van der Veen. “Quando trabalhava no comércio de arte, ele via constantemente obras criadas ali.” Isso se deve à presença, desde 1860, de Charles‑François Daubigny. “Ele era uma espécie de papa da pintura ao ar livre”, observa o curador. Ao se instalar em Auvers, Daubigny cria uma verdadeira colônia artística. “Isso acontece 30 anos antes da chegada de Van Gogh”. O efeito é duradouro. “Corot vem, depois Pissarro, Cézanne”, lembra Van der Veen. Grandes nomes se instalam naquele vilarejo para desenvolver suas pesquisas pictóricas. “São artistas hoje presentes nos maiores museus do mundo.” Auvers torna‑se um laboratório. “É ali que surgem manifestações iniciais de uma abordagem diferente da pintura”, afirma o diretor científico do Instituto Van Gogh. Cézanne, em particular, deixa marcas profundas que repercutiriam mais tarde na arte abstrata. Van Gogh chega consciente dessa herança. “E, ao final de sua vida, ele tem a certeza de que vai morrer”, relata o curador. Convencido de sofrer de sífilis e atormentado por crises mentais recorrentes, toma uma decisão. “Ele não quer morrer em um hospital ou em uma casa de saúde. Ele quer morrer à sua maneira. E quer fazê‑lo no país dos quadros”, diz Van der Veen. Esse país, para ele, era Auvers‑sur‑Oise. Nos últimos 70 dias de vida, pinta mais de 70 telas. “Qualquer um pode pintar um quadro por dia”, ironiza o curador, “mas não com essa qualidade”. Quando percebe a aproximação de uma nova crise, toma a decisão final e “ele decide assumir o controle da própria vida”. Depois da morte, a influência inevitável A exposição se encerra olhando para o que vem depois. “O que Vincent van Gogh fez foi realmente disruptivo”, afirma o pesquisador. Autodidata, ele criou suas próprias soluções formais. “Inventou coisas que ninguém tinha visto antes”. “Mas muito rapidamente, sobretudo após sua morte, os artistas percebem que ele abriu uma via totalmente nova”, explica o curador. Poucos tentaram pintar como ele, mas o impacto mais profundo foi outro. “Muitos passaram a querer viver como ele.” O exemplo de entrega absoluta à arte se torna, então, um modelo ético. Ao mesmo tempo, sua obra começa a circular intensamente. “É um momento de expansão da indústria da imagem”, observa Van der Veen. Livros ilustrados, fotografia. “As obras de Van Gogh são fotografadas e distribuídas, em preto e branco”. Mesmo assim, o impacto é imenso. Artistas absorvem, transformam, reutilizam. “Eles não podem ignorá‑lo”, afirma o curador. "Esse é o eixo central da exposição. Mesmo quem tenta fugir de Van Gogh não consegue. Depois de Van Gogh, pintar girassóis nunca mais será um gesto neutro”, conclui Van der Veen. A mostra Van Gogh, influencer, Heranças em Movimento, fica em cartaz até 3 de janeiro de 2027, no Castelo de Auvers, em Auvers‑sur‑Oise.
En l'edició d'aquesta setmana repassem resultats del passat cap de setmana com la Ronda de Països Baixos de Superbikes, les 6h de Imola al WEC i les 24h de Le Mans al EWC, amb Fran Lucas analitzem el Ral·li de Croàcia i la prèvia del Ral·li Illes Canàries, a mes amb Vicent Chirlaque repassem el mes destacat del inici de la F1, i la prèvia del GP Espanya MGP. Motor a punt és el repàs a l'actualitat del món del motor de dos i quatre rodes, amb noticies, resultats, classificacions, anàlisi dels grans premis i circuits, tertúlia amb un extens planter de col·laboradors i molt més. Presentat i dirigit per Iñaki Martínez.
En aquest episodi de La Nova Mobilitat Actual repassem les notícies més destacades del sector després del nostre esdeveniment "The Robots Are Us". Temes tractats:
As clássicas ardenas começaram com a Amstel Gold Race neste domingo. Remco Evenepoel e Paula Blasi foram os grandes campeões. Vamos falar sobre essa prova e todos os principais temas da semana em um RADIO recheado de atrações.Chegue junto com Ana Lidia Borba, Leandro Bittar e o nosso convidado especial Fabio Mollica, direto dos Países Baixos. O RADIO é um oferecimento de Fabio.naEstrada. Assista e pedale no melhor do ciclismo mundial com Fabio.naEstrada.
Finalmente, há um veículo homologado para ser conduzido sem mãos em todas as condições. Fomos aos Países Baixos perceber como funciona o sistema, quais os seus trunfos e o que falta corrigir.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Diogo, conhecido nas ruas por ter comido um candeeiro durante o intervalo do jogo Países Baixos x Turquia do Euro 2024 AO QUAL partiu os dois dentes da frente, expõe a sua maior insegurança e reflete acerca do seu estado de vida deplorável.Design: Ângela Salgueiro.Sonoplastia: Maria Inês Jorge.
Con su autor, Pau Subirós Bardera, acompañado de Cristina De Pedro y Rubén Pallol. La historia del Garrigal sirve para explicar un fenómeno que, si bien fue global, se puede redimensionar a partir de las especificidades particulares de las periferias geográficas. El hecho fronterizo, la Costa Brava, la presencia militar (española y norteamericana), o los debates iniciales del turismo convierten el caso del Garrigal en un fenómeno único y especial. Escrito en formato de crónica, el libro El Garrigal i el carrer de La Jonquera: històries dels baixos Fons de Figueres (1880-2003) coquetea con los formatos del periodismo, la crónica negra o el anecdotario, sin renunciar a una extensa investigación de archivo y a la recopilación de testimonios orales, proporcionando una visión poliédrica a la historia del barrio.
Relatório da emigração portuguesa em 2024 indica que Suíça, Espanha, França e Alemanha mantêm-se no top. Sobe a Bélgica, descem os Países Baixos. IL recomenda mudança de horários de exames nacionais no estrangeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Chegou a edição número 21 do Troca Fitas Recomenda, desta vez com uma paulada de sons incríveis que recebemos no primeiro trimestre de 2026 no Divulguei.art, no NovosFlows e no Groover. Quer estar nessa lista? Vai lá e MANDE! 1- Dan Fernandes – “Agoras” (Brasil)2 - Brsk Gene – “O Futuro Que Poderia Ser” (Brasil – Massaranduba, SC)3 - Sara Diana – “Diabolical Stranger” (Estados Unidos)4- FVRIA – “Trash Mob” (Itália)5 - Raging Lines – “Yamaha 237” (Reino Unido)6 - Dam CPH – “In My Head” (Dinamarca – Copenhague)7 - PJ Far-West Selecta & Ras Mundele – “Jah Jah Riddims” (França)8 - TH/S /S SH/T – “Nexus” (França)9 - CFA – “A New Wave…” (França)10 - Lova Lois – “Amén” (Espanha – País Basco)11 - Regenizer – “2112” (Países Baixos)12 - Christine Valença & Caetana – “Coco do Recado” (Brasil)13 -Headfooter – “boo hoo” (Estados Unidos – Brooklyn, NY)Abertura por Artie OliveiraApoio: Mutante Estúdio
Teresa da Silva Marcos é muito ativa como política, mas também nas causas sociais e nas artes. Foi reeleita em Velsen. «Portugueses no Luxemburgo: 60 anos, 30 histórias», livro acaba de sair.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Jorge Natan recebe Emanuelle Ribeiro e Luiza Sá para analisar duelo em São Paulo, marcado por polêmicas de arbitragem. Confira os debates sobre Arrascaeta e Plata, além do sorteio da Copa do Brasil.
Viver fora de Portugal é, muitas vezes, aprender a lidar com novos climas. Para a Matilde Pinto, na China, e para o Ricardo Pedrosa nos Países Baixos, qual foi o clima mais difícil de enfrentar?See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Começou por ser advogado, mas é hoje um dos mais reconhecidos produtores de televisão do país. Veio dos Países Baixos para Portugal para um projeto de três meses... Mas já cá está há 32 anos. Pai de quatro filhas, é apaixonado por cães e tem o sonho de vir a construir um hotel para eles.
Preços baixos do cacau deixam produtores insatisfeitos e mercado interno em alerta
Luís Neves: "Não é possível continuar a ter salários tão baixos" na PSPf694e093-360f-
Cotações devem chegar a 12 cents, avalia Safras & Mercado
Atenção aos níveis da paridade de exportação. Chicago sobe com suporte importante do óleo e monitora demanda da China, que pode voltar a acontecer nos EUA.
O terceiro governo do presidente Lula acaba de completar três anos. Nesse período, coleciona números relativamente bons na economia, mas que não se reflete na popularidade do governo. Convidado desta edição, Erich Decat, coordenador de análise política da Warren, faz um balanço da gestão Lula 3 e comenta os impactos da queda de Nicolas Maduro na Venezuela nas eleições brasileiras. Entre os Touros e Ursos, as apostas de altas e quedas na política e na economia neste ano e o resultado da enquete sobre os destaques positivos e negativos de 2025.
Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
O DUCENTÉSIMO QUINQUAGÉSIMO PRIMEIRO EPISÓDIO do Podcast Dar Voz A esQrever
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Neste episódio falamos do viajante neerlandês Jan Huygen van Linschoten (1563-1611), que publicou uma extensa descrição do império português na Ásia. Tentamos perceber o seu percurso, como obteve as suas informações e a importância da sua obra na expansão colonial dos Países Baixos.Sugestões de leitura:1. Itinerário, viagem ou navegação de Jan Huygen van Linschoten para as Índias Orientais ou Portuguesas. Ed. Arie Pos e Rui Manuel Loureiro. Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, 1997.2. Nuno Vila-Santa - "A Spy or a Go-between? Jan Huygen van Linschoten, the Itinerario and the Rise of Dutch Overseas Expansion (1583–1611)" in Knowledge Exchanges Between Portugal and Europe. Routledge, 2025. Disponível online: https://www.jstor.org/stable/jj.16148238.9-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Vidal, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carla Pinelas, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, António J. R. Neto, António Silva , Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Freitas, Eugenia Capela, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Gonçalo Pedro, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro Mourão, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
A dupla feminina foi a que chegou mais longe na competição entre os brasileiros. Solberg usou o discurso após a vitória para celebrar a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em quadra, conversamos com o técnico brasileiro Lucas Palermo, campeão olímpico em 2024 e atual treinador das duplas femininas dos Países Baixos. Ele elogia a estrutura de Adelaide para sediar a competição, e diz que a sazonalidade é um fator pela fase mais baixa do vôlei do país nos últimos anos.
Neste episódio eu comento tudo o que vem acontecendo na minha vida - online, especialmente - nos últimos tempos. Também reflito sobre envelhecer, mudar de opinião e estar adepto às transformações sem alienação. -
Democratas vencem em toda a linha. Geert Wilders derrotado nos Países Baixos. A COP30. Edição de Mário Rui Cardoso.
Depois de uma semana intensa pela Ásia, Trump afasta-se de Putin e a cimeira de Budapeste já é uma realidade distante. A violência no Sudão, a viragem política nos Países Baixos e a vitória de Milei.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com Ana Lidia Borba direto do Mundial de Gravel, nos Países Baixos, o RADIO traz as principais notícias da semana, que incluem o imparável sucesso de Tadej Pogacar, os recordes da UAE e uma Volta de Santa Catarina que fez todo brasileiro voltar a sonhar (e se orgulhar).