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Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (14): O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sugeriu um rompimento político com o Partido Novo e subiu o tom contra o pré-candidato a presidencia, Romeu Zema (NOVO-MG). O parlamentar afirmou que o governador mineiro gostaria de ocupar a posição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no cenário nacional. A declaração acirra os bastidores da oposição e reacende o debate sobre as alianças e o protagonismo da direita para os próximos pleitos. Repórtagem: André Anelli. O relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal aponta uma piora considerável nas crises de soluço do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), exigindo doses extras de medicamentos no limite de segurança. Embora o quadro cardiovascular siga estável, o documento assinalado pelo cardiologista Brasil Caiado acende o alerta para a necessidade de novos exames digestivos. Repórtagem: André Anelli. O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que o acordo de cessar-fogo com o Irã pode ser selado neste domingo, mas o governo de Teerã nega a assinatura imediata do texto e pede cautela nas negociações. A nova rodada de conversas ocorre após uma escalada de ataques recentes na região do Estreito de Ormuz. Repórtagem:Teressa Morrone. O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) assumiu o papel de mediador político e trabalha nos bastidores para tentar reconstruir as pontes e reaproximar o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da República, Lula (PT). Diante de atritos recentes que travam pautas cruciais, Pacheco usa de seu bom trâmite com o Executivo para pacificar a relação e destravar as negociações. Repórtagem: Beatriz Souza. O Supremo Tribunal Federal formou maioria para fixar o prazo de 60 dias para que as plataformas digitais se adaptem às novas regras de responsabilidade civil sobre conteúdos publicados por terceiros. O plenário definirá na próxima quarta-feira (17) a redação final da tese consolidada. Entrevista: Matheus Puppe. A videoconferência entre representantes dos governos do Brasil e dos Estados Unidos terminou sem consenso sobre as novas diretrizes de tarifas comerciais entre as duas nações. A equipe do presidente Lula busca mitigar os impactos econômicos das taxações propostas pela gestão do presidente Donald Trump. Repórtagem: André Anelli. A advogada Florence Rosa deixou a defesa de Monique Medeiros, ré pelo homicídio do filho Henry Borel. A profissional esclareceu que o seu contrato previa atuação exclusiva durante a sessão plenária do júri e que o ciclo foi encerrado. Repórtagem: Rodriga Viga. As Forças de Defesa de Israel realizaram um ataque preciso contra um centro de comando e infraestruturas do grupo extremista Hezbollah na região de Dahiyeh, nos subúrbios ao sul de Beirute. A investida militar é uma retaliação direta aos recentes disparos de projéteis e drones contra as comunidades do norte israelense, intensificando a tensão regional no Oriente Médio. Repórtagem: Elieseu Caetano. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou a PEC 14/2021, que garante aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. O texto fixa critérios de idade mínima e tempo de contribuição, e agora segue para votação em dois turnos no Plenário sob forte debate sobre os impactos fiscais. Sobre esse assunto o Jornal da Manhã entrevista o senador Irajá Silvestre (PSD-TO). Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
On this Aloha Friday, it's "Match Day" for the United States against Paraguay in the FIFA World Cup. How many people in the US are going to be watching the game? Plus, talk on the NBA in two ways - one of course being the finals, but there's also some talk on LeBron and where he might stir up some action in the coming days.
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Jos Pacheco and Chris Hart on ESPN Honolulu.
Olá pessoal! :) Thais por aqui ✨Live especial mês dos namorados
Josh Pacheco and Chris Hart on ESPN Honolulu
En este episodio de Designaholic conversamos con Guillermo Flores, ilustrador, diseñador y fundador de Orbe Studio. Guillermo comparte la historia detrás de su trayectoria como diseñador e ilustrador, desde sus primeros años trabajando en agencias y desarrollando proyectos web hasta convertirse en uno de los creativos mexicanos seleccionados por Adobe para desarrollar la imagen de Photoshop. Una conversación sobre disciplina, procesos creativos, comunidad y la importancia de construir una carrera a largo plazo.Escucha este episodio si estás...- construyendo una carrera creativa independiente- interesado en ilustración y dirección de arte- trabajando entre diseño, branding y comunicación visual- buscando desarrollar una metodología creativa propia- aprendiendo a equilibrar creatividad, disciplina y negocioPuedes Seguir a Guillermo Flores Pachecohttps://www.instagram.com/orbehstudio/No te pierdas nuestros episodios, publicamos todos los Martes.Síguenos en: Instagram https://www.instagram.com/designaholic.mxFacebook https://www.facebook.com/designaholicmx/X https://x.com/designaholicmx Suscríbete a nuestro newsletter semanal “Las 5 de la Semana” aquí: https://embeds.beehiiv.com/b98191c1-e91e-4e8c-bf49-e4ff0603f851Nuestra página web es: http://designaholic.mxTambién te dejo mi cuenta personal donde además de publicar sobre mi estudio y los proyectos que hacemos, comparto mucho más sobre Arte, Arquitectura y Diseño. Instagram https://www.instagram.com/jd_etienneX https://x.com/jd_etienne Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Sergio Fernández-Pacheco (Azvalor) advierte sobre el "cóctel explosivo" demográfico y la pérdida del 25% del poder adquisitivo bajo el sanchismo. El actual escenario económico y demográfico en España se ha convertido en una carrera de obstáculos para el ahorrador tradicional. Entre una inflación que devora el poder adquisitivo de las familias y un sistema de pensiones cuya sostenibilidad está en entredicho, la receta del ahorro estático ha quedado obsoleta. En la última edición del programa Tu Dinero Nunca Duerme, conducido por Luis Fernando Quintero y con la participación de colaboradores habituales como Manuel Llamas y Domingo Soriano, el invitado especial Sergio Fernández-Pacheco, socio y director financiero y de Operaciones de Azvalor, analizó con crudeza los retos que afrontan los españoles en plena campaña de la declaración de la renta. Quintero inició la tertulia con un dato demoledor sobre la gestión económica actual: desde que Pedro Sánchez llegó al poder, el poder adquisitivo de los ciudadanos se ha reducido un 25% debido exclusivamente al efecto de la inflación. Un "plumazo" a las rentas reales que obliga a replantear la estrategia financiera doméstica. El fin de la "tasa de sustitución" privilegiada Uno de los puntos clave de la intervención de Fernández-Pacheco fue la insostenibilidad del sistema público de pensiones. España disfruta actualmente de una de las tasas de sustitución más altas de la OCDE (un 80% del último salario), pero el directivo de Azvalor advirtió que esta cifra tiene "muy mala pinta" a largo plazo. "Hay un cóctel explosivo demográfico: para 2050 habrá solo 1,3 personas trabajando por cada pensionista", señaló. Los datos son alarmantes: en el año 2025 se jubilarán unas 355.000 personas frente a solo 321.000 nacimientos. Este gap de 54.000 personas se ha multiplicado por nueve en solo tres años. Según Fernández-Pacheco, se espera que el número de pensionistas pase de los 10 millones actuales a más de 15 millones en apenas dos décadas, mientras que el peso de los mayores de 65 años sobre el total de la población se duplicará. Invertir o morir (financieramente) Ante este panorama, el mensaje de los expertos en Libre Mercado fue unánime: ahorrar es el primer paso, pero no es suficiente. Mantener el dinero en una cuenta corriente o en depósitos con rentabilidades inferiores a la inflación es, en la práctica, aceptar una pérdida patrimonial constante. Incluso en un escenario optimista con una inflación del 2-3%, el socio de Azvalor recordó que 10.000 euros guardados hoy valdrán apenas 7.500 euros en términos de poder adquisitivo real en una década. La solución pasa inevitablemente por la inversión en activos financieros que ayuden a capitalizar la "magia" del interés compuesto, garantizando que el nivel de vida durante la jubilación no sufra un colapso frente a la incapacidad del Estado para mantener sus promesas actuales.
Se as perdêssemos de vista por umas horas, não saberíamos reencontrar as nossas vidas pelo cheiro, nem pelo gemido que fazem, nem daríamos com esses corpos tão abatidos que só de um certo ângulo, a poucos palmos do espelho, nos parece que sim, serão os nossos, porque repetem vagamente os mesmos gestos ou expressões. Mas mesmo nisso parece instalar-se um certo desfasamento, algum atraso, e são poucos aqueles que nalgum dos seus rastros se mostram firmemente fiéis à sua juventude. Reserva-se esse elogio hoje a tão poucos: “Pouco antes de morrer, o que ele escrevia, o modo como continuava a viver, conservavam a virulência, a agressividade e a independência dos seus 25 anos.” Em certa medida a poesia era uma resistência da juventude pela vida fora, o doloroso alarme mantido na relação com o mundo, a impossibilidade de se saciar com aquele pão com que os demais empurram seja o que for. Chega uma altura em que o abandono parece a nossa melhor arma. Quem ama não faz contas, mas hoje tudo se guia por esses sinais: soma: multiplicação… “O mundo moderno”, escrevia Péguy, “não é universalmente prostituível por luxúria. É totalmente incapaz disso. Ele é universalmente prostituível porque é universalmente intercambiável”. Queremos dizer-nos alguma coisa, mas até as nossas palavras parece que tilintam mais do que soam, estão cheias da frieza do cálculo, não passam de fracções. Ora, o dinheiro não exprime outra coisa senão a desolação do infinitamente reconvertível. Assim, cada palavra vale tanto ou tão pouco como outra qualquer. “Quando o dinheiro vale alguma coisa, a palavra não vale nada. Quando a palavra vale, o dinheiro não vale nada” (comité invisível). Por estes dias, olhando à volta, até isso a que chamam luta já pouco se distingue do conformismo, da resignação. “Quando a História for escrita como deve ser, os homens ficarão admirados do comedimento e da grande paciência das massas e não da sua ferocidade”, assevera o autor de Os Jacobinos Negros. Chega-se a uma altura em que se percebe que o tempo está decididamente contra nós, mas em vez de isso reverter a favor dessa doença mortal, dessa razão desesperada, todos ainda aguardam que a sua situação se resolva. E vamos sair mais algumas vezes e reivindicar esses salários de fome, gratos pela nossa miséria, dando por nós tão longe de qualquer ambição existencial, a qual teria de passar por “repelir para o mais longe possível as relações hostis urdidas na esfera do dinheiro, da contabilidade, da medida, da avaliação”. Os do comité invisível adiantam que, por esta altura, a economia já não é somente aquilo de que devemos sair para deixarmos de ser esfomeados, mas é aquilo de que é necessário sair para viver, para simplesmente estar presente no mundo. O mais grave, assim, é que a cada dia que passa se colhem cada vez mais provas da impossibilidade de dois ou mais se encontrarem num lugar e num tempo, pois mesmo os nossos ímpetos aventurosos estão distribuídos por frequências de onda que só por um acaso milagroso se combinam e enredam. “Após uma ausência de que ninguém teve a culpa/ ficamos acanhados um ao pé do outro/ e as nossas palavras parecem mais recentes do que nós,/ como se tivéssemos de voltar ao momento em que nos conhecemos/ e recuperar-nos até ao presente”, lê-se nuns versos de Linda Pastan, num poema em que ela reconhece como o maior perigo que enfrentam os amantes é “toda essa ressaca/ da vida quotidiana, oculta mas perigosa,/ que tão depressa nos puxa a ambos para o fundo”. De resto, quem ainda se sujeita aos destratos de andar sem rumo, aprender com dificuldade os idiomas do acaso pela hipótese de provar o néctar da beira da estrada, dos fins de mundo, dessas zonas limite? “A economia, é este o seu princípio, faz-nos correr como ratos, para que não estejamos nunca lá, a descobrir o segredo da sua usurpação: a presença./ Sair da economia é fazer emergir o plano da realidade que ela esconde. A troca mercantil e tudo o que ela comporta de dura negociação, de desconfiança, de engano”… Aquele brilhante judeu que se matou por receio de ser entregue à Gestapo, quando tentava escapar pelos Pirenéus, notou que articular o passado historicamente não significa conhecê-lo “como ele de facto foi”, mas apoderar-se de uma recordação, tal como ela relampeja no instante de perigo. O pior do nosso tempo é que os perigos se multiplicam, e se tantos fazem questão de os registar, diagnosticar, se passamos boa parte do nosso tempo comovidos com a nossa infindável capacidade de sofrermos com as dores mais distantes, depois ninguém faz nada em relação àquilo que está mais próximo. Falta aquela capacidade própria dos poetas que, no entender de Cortázar, se reconheciam menos pelo que os trancava em si mesmos e mais naquilo que lhes era próximo, que os fazia sentir implicados no que tinham ao seu redor. “Falo da responsabilidade do poeta, esse irresponsável por direito próprio, esse anarquista enamorado de uma ordem solar e nunca da nova ordem ou do slogan que faz marchar ao mesmo passo cinco ou setecentos milhões de homens numa paródia de ordem. Falo de algo que desagradará profundamente aos comissários, aos jovens turcos ou aos guardas vermelhos; falo de uma condição que ninguém descreveu melhor do que John Keats numa carta a que, há muitos anos, chamei a carta do camaleão e que mereceria ser tão célebre como a ‘Lettre du voyant'. O seu prelúdio deixa-se perceber numa frase escrita um ano antes e quase de passagem. Keats diz ao seu amigo Bayley que nunca esperou outra felicidade além da do puro presente e acrescenta, como quem não quer a coisa: ‘Se um pardal pousa junto da minha janela, tomo parte na sua existência e debico no chão…'” Por estas bandas, ninguém merece um reflexo na carne dos outros, um eco seu que floresça a tempo de lhe dar algum sinal, e tudo o que de mais verdadeiro e sensível acontece, perde-se como se não tivesse acontecido. Vamos fazendo a crónica de “uma pequena nação de pequenos assassinos caseiros” (Luiz Pacheco), por incapacidade de nos sujeitarmos às exigências da admiração, que implicam desde logo deixar de lado o cálculo. É a típica condenação a que nos sujeita um tempo medíocre. Envelheces tão cedo, por essa impossibilidade de escolher, por nos sairmos sempre pior num registo impetuoso, quando toda a eloquência é sentida como uma ofensa. Alheios ao seu próprio sonho, decalca o Pacheco no António Sérgio, para falar de nós, seres caídos nesta espiral vagabunda, num país aos bocados, que se reconhece por este cheiro a despegado, que se mantém colado apenas para favorecer algum esquema. E o Pacheco foi vendo, com o acumular dos anos, este desamparo de “tantos de nós ludibriando os próprios sonhos da sua juventude, anquilosando ambições mais do que legítimas, minguando-se, limitando-se (…) sem horizontes já para inventar algo melhor. Pendurados na fezada de um futuro, que já não vai ser para eles, isto é, que já os apanha disformes: gordos, apatetados, com cirroses… envelhecidos prematuramente por dentro, e muito sono nas almas, leia-se consciências.” E talvez porque não há luta em comum que nos arranque desse casulo, dessa clausura, desse castigo de se ver a definhar para fazer carreira como “eu”, e nos devolva uns aos outros. “Há qualquer coisa de prostituível em todo o lado em que domina o nosso ‘valor social', em todo o lado onde se troca uma parte de nós pela mínima retribuição, seja ela, financeira, simbólica, política, afectiva ou sexual” (comité invisível). E, neste ponto, vale a pena retomar a correspondência de Keats, que, numa carta a Richard Woodhouse, trocou o pardal pelo camaleão: “Quanto ao carácter poético em si... não tem um eu; é tudo e é nada: não tem carácter; deleita-se tanto com a luz como com a sombra; vive naquilo de que gosta, seja horrível ou belo, excelso ou humilde, rico ou pobre, mesquinho ou elevado. Sente tanto prazer em conceber um Iago como uma Imogena. Aquilo que choca o filósofo virtuoso deleita o poeta-camaleão... Um poeta é a coisa menos poética que existe; como não tem identidade, tende continuamente a encarnar-se noutros corpos... O poeta não possui nenhum atributo invariável; é, certamente, a menos poética de todas as criaturas de Deus.” Neste episódio, o David voltou para nos dar uma hipótese de tirarmos a barriga de misérias e saltarmos da greve geral para umas luxuriantes patuscadas, conseguidas na base de todo um arsenal de poções e fórmulas científicas aplicadas à exploração gastronómica, sem abdicar, no entanto, daquela elementar dose de porrada e humilhações sem as quais nunca se faz nada, além dos gerais iscos que convencem os lorpas de que têm muita sorte em ter um chulo a ocupar-se deles. Vamos também dar um passeio pela feira do livro de Lisboa pela mão do Pacheco e ouvir as últimas quanto a editores a quem, por maior que seja a crise, nunca há-de faltar um tremendo jeito para o negócio.
La ciudad de Murcia refuerza su estrategia de dinamización turística y económica mediante la vinculación del deporte y la cultura, según ha explicado el concejal de Turismo, Comercio y Consumo, Jesús Pacheco. Los dos eventos centrales de esta iniciativa son la duodécima edición de la Carrera Nocturna Murcia 2026, que se celebra este sábado 6 de junio con más de 3.000 corredores de 20 nacionalidades, y la primera gala de los premios Raimundo González Frutos el próximo 11 de junio. Según ha detallado Pacheco, la prueba deportiva contará con el respaldo internacional de Winter y proyectará una imagen de ciudad moderna con gran capacidad organizativa. Por otro lado, la gala en el Teatro Circo reconocerá la excelencia gastronómica en honor al legado del chef Raimundo González, premiando el talento en categorías como la investigación e innovación y fusionando las raíces tradicionales murcianas con la vanguardia contemporánea.
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What happens when the thing you built no longer feels aligned with where you're meant to go? In this episode, Matt sits down with Rena Pacheco-Theard, CEO & Co-Founder of Boutiq, for an honest conversation about transformation, calculated risk, and the difficult decisions that come with growth. After years balancing technology, property management, and relentless entrepreneurship, Rena found herself asking a deceptively simple question: Is the juice worth the squeeze? Together, they explore what it means to let go of a successful chapter in order to create space for the next one. Navigating uncertainty, trusting intuition over external validation, and redefining leadership in a world increasingly shaped by AI, rapid change, and human complexity. From career pivots and ethical business building to community, motherhood, mentorship, and the search for meaningful impact, this conversation dives into what success really looks like when you stop measuring it by growth alone. Because sometimes the next level isn't doing more. It's getting honest about what's actually worth building.
El presidente del Tribunal Constitucional, Helder Domínguez Haro, argumentó que se priorizó la normativa en la decisión del pleno de mantener a Rodolfo Albán como director general de Administración de la institución, lo que originó la renuncia de la anterior titular del TC, Luz Pacheco. En declaraciones a Ampliación de Noticias, Domínguez sostuvo que en el Tribunal Constitucional las decisiones corresponden al pleno y no de manera individual al presidente.
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31.05.2026 | SP (PM) | 2 Tessalonicenses 1: 1-12
O post Decisão de Pacheco em não concorrer, obriga Lula e PT a correr atrás de um palanque forte em Minas Gerais apareceu primeiro em Conteúdo Brasil.
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Josh Pacheco and Chris Hart on ESPN Honolulu
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O que resta do bolsonarismo quando o próprio Bolsonaro está preso e inelegível? Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema-Direita, David Magalhães e Guilherme Casarões recebem Cláudio Gonçalves Couto (FGV-SP/OED), um dos principais especialistas em política brasileira, para discutir o bolsonarismo como governo-movimento, a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, o escândalo do Banco Master e o papel que os Estados Unidos de Trump desempenham na equação eleitoral de 2026. No boletim de notícias, David Magalhães analisa três episódios recentes que revelam as contradições internas da Rassemblement National: a fratura programática entre Marine Le Pen e Jordan Bardella sobre política econômica, a proposta de Le Pen de retirar a França do comando integrado da OTAN e a mais recente ofensiva do partido contra Kylian Mbappé — três janelas para compreender os limites da direita radical francesa às vésperas de 2027. Para encerrar, a dica cultural traz o livro Diálogos em Tempos Difíceis: Decifrando a Gramática da Nova Extrema-Direita, de Michel Gherman e Ronilso Pacheco (Editora Fósforo). Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: David Magalhães (UFU / OED), Guilherme Casarões (FIU / OED) e Cláudio Gonçalves Couto (FGV-SP / OED). Inserção musical no final: Interpretação de Sarah Hester Ross de “The Day the Nazi Died” (Chumbawamba, 1993). Capa do episódio: O globo Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio CAULCUTT, Clea. French far right misses big targets but says it is on track for presidency. Politico, 26 maio 2026. FIESCHI, Catherine. “The French Far-right’s Foreign Policy: Big Ambitions, Uncertain Directions”. In: The Populist Turn in Middle Power Diplomacy. Washington: Carnegie Endowment for International Peace, maio 2026. GHERMAN, Michel; PACHECO, Ronilso. Diálogos em Tempos Difíceis: Decifrando a Gramática da Nova Extrema-Direita. São Paulo: Fósforo, 2026. MUDDE, Cas. Distinção conceitual entre direita radical e extrema-direita. PIRRO, Andrea. Sobre o conceito de far right como categoria guarda-chuva. Universidade de Bolonha. Capítulos 00:00 Introdução 02:00 Bolsonarismo como governo-movimento 23:00 A candidatura de Flávio Bolsonaro e o escândalo do Banco Master 43:00 Trump e a influência americana nas eleições de 2026 54:00 O futuro do Congresso e a ultradireita no Legislativo 01:03:00 Boletim OED: a crise interna da Rassemblement National 01:17:00 Mbappé e o nativismo lepenista 01:24:00 Dica cultural e encerramento The post Bolsonarismo sem Bolsonaro nas eleições 2026 appeared first on Chutando a Escada.
El integrante del Tribunal Constitucional, Gustavo Gutiérrez Ticse, sostuvo en Ampliación de Noticias que la versión ofrecida por la magistrada Luz Pacheco sobre los motivos de su renuncia a la presidencia de la institución es “totalmente parcial” desde su perspectiva. Gutiérrez Ticse afirmó que él y otro magistrado si respaldaron las decisiones de Pacheco, quien afirmó haber renunciado a dirigir el Tribunal porque el pleno habría dejado sin efecto la salida del director general de administración, Rodolfo Aurelio Albán Guevara.
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On Wednesday, May 27, the Detroit Lions Podcast Daily opened with a quick curveball. Michael Grey recalled being at Cleveland Stadium the night Jose Canseco took a home run off his head. Then it was straight to the Detroit Lions and the NFL's running back puzzles at OTAs. Gibbs locked in as RB1 Jameer Gibbs is RB1. No debate. Expect more work than he saw down the stretch last season. The staff cut the RB2 load late in the year to about 10 to 12 touches. That let Gibbs tilt the field. It could be even more pronounced now. If you care about fantasy, Gibbs belongs at the top tier. The conversation is Gibbs or Bijan for the first running back off the board. That is where this usage is pointing. RB2 picture: Pacheco's role and a Vaki push The Lions signed Isaiah Pacheco to take the late-season David Montgomery assignment. Between the tackles. Third and three. Move the chains. It is not 15 to 20 touches. It is 10 to 12 and hard yards. That is the brief. Will someone push him? Keep an eye on Vaki. He has been the fourth back because he is invaluable on special teams. This is his third season playing running back exclusively. At Utah he was a safety who ran well when handed the ball. Now the question is simple. Can he take on more on offense and still deliver on teams? Depth, roster math, and OTAs notes Craig Reynolds, the best RB3 in football by last season's standard, is no longer in Detroit. That opens real snaps for hungry backs. Jacob Sailors is in the mix. So are holdovers Kai Robicheaux and Jabari Small. Both flashed last summer. Robicheaux did before he got hurt. Small had moments in camp. How many backs make it? Three or four. Recent history says four, with Vaki as the fourth because of special teams. But the staff could keep three on the 53 and flex a practice squad back on game weeks. OTAs will start to sort it out. Media availability does not open until Friday. Grey will not be on site this week due to the commute. The depth chart jockeying will still matter. Short yardage. Pass protection. Special teams. Those jobs decide RB3 and RB4 in June, not just big runs in August. One final note on a familiar face. David Montgomery looks good in Houston. The first thing mentioned down there is his feet. Quick and clean. That matches what Detroit saw when he carried the late-season load. Now the Lions move forward with Gibbs atop the room and Pacheco slotted for the bruising work. The rest will be won on the margins. #detroitlions #lions #detroitlionspodcast #jahmyrgibbs #davidmontgomery #isiahpacheco #jabarismall #kyerobichaux #craigreynolds #lionsotas #runningbacks #joshjacobs Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
En conversación con El Diario de Cooperativa, Aquiles Cubillos, fiscal de O'Higgins que lidera la indagatoria por la sobreestimación de cifras de producción de cobre en diciembre de 2025, señaló que espera citar pronto al expresidente del directorio de Codelco, Máximo Pacheco. Conduce Verónica Franco.Escucha este y otros episodios en Cooperativapodcast.cl
En esta emisión de Chequia en 30': Conversamos con la escritora peruana Karina Pacheco sobre su novela El año del viento, que será traducida al checo | Todos los detalles de la Conferencia República Checa-Iberoamérica.
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En este martes de ExpresArte
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The Heavyweights decided to take this show a little bit easier because of the negative eneryg surrounding the Detroit Pistons and talk Detroit Lions and SI Swimsuit additon instead lmao
Josh Pacheco and Chris Hart on ESPN Honolulu
El documental “Torturas: el crimen mejor escondido” (EiTB) vuelve a poner bajo el foco mediático las denuncias de prácticas policiales de tortura en el País Vasco entre 1960 y 2014. “Me pasaron una barra que daba descargas eléctricas y al mismo tiempo me apretaban la capucha que llevaba puesta para que no viera nada y entonces no podías respirar”. Este es uno de los testimonios que aparecen en el documental “Torturas: el crimen mejor escondido”, el de Encarni Blanco, detenida y torturada en 1992. El documental, producido por la televisión pública vasca, recoge numerosos testimonios, tanto de víctimas de tortura, como de forenses, periodistas, políticos, familiares y otras entrevistas. Los informes de entidades como la Coordinadora para la Prevención de la Tortura, integrada por organizaciones contra la tortura y por los derechos humanos, contabiliza 7.500 casos de denuncias por torturas, trato inhumano o degradante por parte de funcionarios públicos en el País Vasco hasta 2014. De parte del Estado se señala que si en el período 2008-2013 6.903 agentes de Policía y Guardia Civil estuvieron implicados en casos de malos tratos y torturas, solo hay 47 condenas en firme, lo que los lleva a afirmar que el resto se trata de denuncias falsas. A pesar de ello, el documental señala que hasta en 9 ocasiones el Tribunal de Derechos Humanos de Estrasburgo ha fallado en contra del Estado español por algunos de casos, sobre todo por no investigarlos, sin obtener respuesta. En el documental, Nekane Txapartegi relata como en 1999 fue detenida en la calle y de camino a Madrid con la cabeza cubierta por una bolsa sufre una ejecución simulada. “Al llegar me dijeron, ¿conoces a Gurutze Yanzi (muerta en esa misma comisaría)? Puedes ser la siguiente.” Su testimonio también señala la violencia sexual como patrón que se repite en numerosos de los casos recopilados. Como nos contaba el historiador David Ballester hace unos meses en una entrevista, en “materia de torturas”, especialmente en el contexto vasco, la democracia se quedó con el “pack completo” de la dictadura y eso perpetuó las prácticas de violencia institucional. Hasta comienzos de los 80 no comienzan a descender los muertos en manifestaciones y el gatillo fácil no comenzó a bajar hasta 1983. El documental señala como los casos de tortura tienen sus picos en los estados de excepción del franquismo y se mantienen en niveles altos y estables a lo largo de toda la década de los 80. Esto sin contar, como describía algo que se consideraba aún muy habitual, que en un enfrentamiento entre un policía y un delincuente, aunque no fuese armado, se le abatiera y matara. Algo que deberíamos también contar como gatillo fácil, ya que según las resoluciones del Consejo de Europa sobre la utilización de armas de fuego, no es motivo suficiente que un ciudadano, sea o no delincuente, huya como para utilizarlas. Es posible encontrar que policías que han matado a ciudadanos en manifestaciones o por gatillo fácil, aparecen en el BOE condecorados pocos meses después. Por ejemplo, Jesús Martínez Torres, torturador de la ex-Brigada Político Social fue nombrado Jefe de la Brigada de Información en 1985 por el Ministro del Interior del PSOE José Barrionuevo, imputado por desviar fondos públicos al GAL. En la Brigada de Información también estuvieron Roberto Conesa y Antonio González Pacheco, alias Billy el niño, ambos reconocidos torturadores, director de la BPS y número dos del mismo en los 70 respectivamente, con petición de extradición para juicio. Con la disolución de la BPS en 1981, buena parte de los altos cargos integraron la Brigada de Información de la Policía Nacional, y del resto se desviaron especialmente hacia los cuerpos policiales locales y autonómicos. De esta manera se muestra que la impunidad no es sólo “hacer la vista gorda”, sino que forma parte de un modus operandi que excede los límites del franquismo y que está en el ADN del Régimen del 78, concentrándose especialmente hacia la izquierda abertzale, en tanto que se ubicaba por fuera del consenso “atado y bien atado” de la Transición. Si bien, el documental mostraba como las torturas se hicieron extensiva a militantes de CCOO, EKP, LKI, ORT y otras muchas organizaciones políticas y sociales. La persecución a la izquierda abertzale ha continuado pasando por el encarcelamiento de activistas mediante la ilegalización de partidos, agrupaciones juveniles o gestoras jurídicas, amparándose en la Ley de Partidos de 2002 que permite ilegalizar cualquier organización de la que el Estado sospeche de ser terrorista. Estos ejemplos se suman a las legislaciones de excepción puestas en marcha, los sumarios en la Audiencia Nacional, las políticas penitenciarias vulneradoras de los más mínimos derechos humanos o la misma guerra sucia de los GAL y la impunidad con que fue saldada.
No 3 em 1 desta segunda-feira (04), o destaque foi que o presidente Lula deve se reunir com o mandatário norte-americano, Donald Trump, nesta semana em Washington. O encontro terá um formato pragmático e sem cerimônias, em meio à um cenário de impopularidade de ambas as lideranças. O governo lançou o Desenrola 2.0, programa de renegociação de dívidas que agora foca em brasileiros com renda de até cinco salários mínimos. A medida busca elevar a popularidade do presidente Lula após derrotas no Congresso, oferecendo diversos benefícios aos devedores e inadimplentes. Especialistas analisam se a iniciativa é uma solução estrutural ou apenas um "paliativo" eleitoral. O presidente Lula se reuniu com o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, em meio aos rumores que Jorge Messias pode assumir a pasta após a rejeição ao STF. A base do governo e aliados defendem que o advogado comande a pasta. Em entrevista exclusiva à Jovem Pan, o pré-candidato Romeu Zema revelou convidar Flávio Bolsonaro para ser seu vice nas eleições de 2026. A declaração gerou um debate entre os comentaristas Fábio Piperno e Alan Ghani do programa 3 em 1, que analisaram a viabilidade da chapa, as críticas de Zema ao STF e as estratégias de marketing do governador de Minas Gerais. O Irã afirmou ter impedido a entrada de navios de guerra dos EUA no Estreito de Ormuz, alegando um ataque com mísseis, o que foi veementemente negada pelo comando norte-americano. O impasse agrava a crise geopolítica, elevando o preço do petróleo para a casa dos US$110 e gerando atritos diplomáticos entre o governo Trump e aliados da OTAN. Aliados pressionam os senadores Cleitinho e Rodrigo Pacheco por uma definição sobre a disputa ao governo de Minas Gerais em 2026. Enquanto Cleitinho lidera as pesquisas com um discurso antissistema, Pacheco, nome favorito de Lula, enfrenta incertezas e possíveis articulações para o TCU. A indefinição trava alianças estratégicas e deixa os palanques da esquerda e da direita em estado de atenção ao segundo maior colégio eleitoral do país. Após a derrubada do veto ao Projeto de Lei da Dosimetria, o disse que deve respeitar a decisão do Congresso. O relator do PL, Paulinho da Força, já havia conversado com ministros do Supremo, entre eles Alexandre de Moraes, e o presidente Lula afirmou que não quer promulgar a proposta, já que assim, a decisão cabe a Davi Alcolumbre. A Câmara dos Deputados acelera o passo para votar a PEC que prevê o fim da escala 6x1. O presidente da Casa, Hugo Motta, convocou sessões extraordinárias para agilizar a tramitação e tentar aprovar a proposta ainda este mês. O debate ganha força em meio a uma disputa política por protagonismo entre o Congresso e o Palácio do Planalto, enquanto setores produtivos alertam para os riscos à economia e à produtividade nacional. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Bom dia 247_ Xandão trai Messias_ Pacheco trai Lula _2_5_26_ by TV 247
No 3 em 1 desta sexta-feira (01), o destaque foi o acordo entre Mercosul e União Europeia que entrou em vigor provisoriamente após mais de duas décadas de negociação. O governo federal definiu regras e cotas para importação e exportação, permitindo que empresas tenham acesso a benefícios tarifários e ampliem o comércio entre os blocos. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não está satisfeito com a proposta apresentada pelo Irã para um possível acordo de paz. Apesar disso, ele indicou que novas negociações ainda podem acontecer, mantendo a tensão no conflito no Oriente Médio. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não participou dos atos do Dia do Trabalhador neste 1º de Maio, repetindo a ausência registrada no ano passado. A decisão ocorre em meio a um momento de pressão política para o governo, após derrotas recentes no Congresso Nacional e desgaste em pautas estratégicas. O candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou que uma “lavagem cerebral” ajuda a explicar cenários de empate entre o presidente Lula (PT) e o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL). No mesmo cenário de debates nacionais, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, afirmou que o fim da escala 6x1 não deve gerar impactos negativos para a economia brasileira. Segundo informações de bastidores, o senador Rodrigo Pacheco (PSD) afirmou que uma possível ida ao Supremo Tribunal Federal (STF) é, para ele, uma “página virada”. O movimento também reacendeu discussões sobre o cenário eleitoral de 2026, já que Pacheco chegou a ser citado como possível nome para a disputa estadual, embora até o momento não tenha anunciado pré-candidatura. Comentaristas analisam os impactos para o presidente Lula (PT) em Minas. Após derrotas recentes no Congresso Nacional, a oposição passou a articular novos movimentos para aumentar a pressão sobre o governo do presidente Lula (PT). Nos bastidores de Brasília, o governo tenta virar a página e apostar em novos projetos legislativos. Reportagem: Janaína Camelo. O secretário de Agricultura de São Paulo, Geraldo Melo Filho, destacou a importância da regularização fundiária durante a Agrishow 2026. Segundo ele, a medida garante segurança jurídica no campo, reduz conflitos e permite que produtores tenham acesso a crédito e investimentos para ampliar a produção. Após ter a indicação ao STF rejeitada pelo Senado, o advogado-geral da União, Jorge Messias, pode deixar o governo federal. Nos bastidores, há a possibilidade de mudança para outro ministério, como o da Justiça, mas a decisão final ainda depende de uma conversa com o presidente Lula. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou por uma cirurgia no ombro direito que terminou sem intercorrências, segundo boletim médico. Ele segue internado para controle de dor e observação clínica, sem previsão oficial de alta até o momento. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
durée : 00:05:08 - Le 13/14 - par : Frédéric Pommier - Ancien membre du collectif Saïan Supa Crew, il vient de sortir "Mr. Johnson", un album qu'il présentera le 30 avril à la Maroquinerie à Paris. Au micro de Frédéric Pommier, le chanteur et rappeur Sly Johnson témoigne de sa affection pour le morceau de musique latine "Alto Songo" de Johnny Pacheco. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
In this week's episode, we'll be talking about an alien encounter that took place in the skies of Mexico in 1976. Rafael Perez was flying his first solo route to obtain his pilot's license when something took over his plane. He passed out and when he woke, he found that he was in Acapulco, three hours away from his training flight in Mexico City. The bizarre fact is that it only took him an hour to get there and his fuel tank was still nearly full. He had a 42 minute conversation with the tower, wherein an alien species used him as a microphone to convey its message.Tune in to hear the astounding facts of this case.If you have any comments, questions or stories you would like to share, or if you'd like to be on the show, email us at cryptidfanatic@gmail.com.Send us Fan MailSupport the show
Según un nuevo informe del Consorcio de Protección de Cisjordania, los colonos israelíes estarían sometiendo a los palestinos a violencia sexual y otras formas de abuso de género como herramienta para desplazar a las comunidades palestinas en Cisjordania. El Consorcio de Protección de Cisjordania publicó un nuevo informe, según él cual los colonos israelíes estarían sometiendo a los palestinos a violencia sexual y otros abusos para desplazarlos. Para dicho documento se realizaron 83 entrevistas en 10 comunidades palestinas afectadas por violencia de colonos que tienen restricciones de movimiento. Allegra Pacheco, jefe de misión del Consorcio de Protección de Cisjordania a cargo de este estudio, señaló en entrevista con RFI que encontraron un patrón de uso de violencia sexual. “Este tipo de violencia incluye el acoso sexual, la exhibición indecente, amenazas de violación, vigilancia de espacios íntimos, hostigamiento, humillación y, en el caso de los hombres, desnudo forzado e incluso intentos de agresión sexual”, indicó. Pacheco asegura que realizaron la investigación de campo en 10 comunidades y allí descubrieron que el principal detonante que les obligaba a abandonar sus hogares y comunidades era la violencia de los colonos. “El 70% afirmó que la violencia sexual era la más agresiva hacia ellos y el motor que les impulsaba a abandonar sus comunidades. Más de 5.600 palestinos se han visto obligados a desplazarse debido a la violencia de los colonos; 38 comunidades han desaparecido", aseguró. Según el Consorcio, que es liderado por la ONG Consejo Noruego para los Refugiados (NRC, por sus siglas en inglés), se trata de las comunidades palestinas en la zona más grande de Cisjordania, llamada Zona C, bajo control total de Israel y donde la Autoridad Palestina no puede entrar, según los acuerdos de Oslo. El informe menciona que los incidentes de violencia ocurren frecuentemente en presencia de fuerzas israelíes, que no intervienen. "Uno de los mayores problemas que vemos en la violencia de los colonos es la falta de rendición de cuentas por parte de las autoridades israelíes para detener a los perpetradores, arrestarlos y exigirles responsabilidades. Esto fortalece a los agresores y los dejan allí”, indicó Pacheco. El organismo también denuncia que a los agresores no los sacan de los asentamientos y puestos de avanzada que están al lado de la comunidad. “Es como dejar al atracador de bancos, al presunto atracador, dentro del banco. Por lo tanto, la comunidad internacional tiene que ejercer más presión sobre los israelíes para que detengan y retiren a los perpetradores, pero la comunidad internacional también tiene la obligación de proteger a estas comunidades. En este momento, bajo la ocupación, se supone que el ejército israelí debe proteger, pero no lo hace”. Indicó.
From the COVID-19 pandemic to debates over vaccines and the Make America Healthy Again movement, politics and medicine are intertwined in ways not seen in previous generations. When politics enters the doctor's office, what does it mean for the health of our democracy? Julianna Pacheco is working to answer that questions and joins Democracy Works host Chris Beem for a conversation about medicine and politics. They also discuss deaths of despair and how feeling hopeless can lead to political disengagement. Pacheco is professor and department chair of political science at the University of Iowa. She received a Ph.D. in political science from Penn State and postdoctoral training as a Robert Wood Johnson Foundation Health and Society Scholar at the University of Michigan. She is currently a Carnegie Fellow and part of the Robert Wood Johnson Foundation's Interdisciplinary Research Leaders Program. Her research sits at the nexus of political science and population health. She is currently working on a book looking at the role of physicians on the polarization of health. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Sixteen year old Jennifer Persia had everything going for her. She played saxophone in the school band, was on the color guard and was becoming a breakout athlete. As a freshman, she was on the varsity track team and medaled in a competition against mostly seniors.Then one quiet, Monday night, someone stole away everything she hoped to be, shattered a family and rocked a small town. On April 4th, 1994, an unknown killer, or killers, entered Jennifer's home and brutally murdered the sixteen year old over a matter of just $200.UPDATE After more than 30 years, DNA has conclusively identified Jennifer's killer. Not only has her case been solved through the use of genetic genealogy, but it was also discovered that Jennifer was not the monster's only victim. Twenty-four year old Marebeth Welsh, murdered five months before Jennifer, has also been identified as the victim of thirty-nine year old Francis Schooley.Submit a Tip - https://camdencountypros.org/unit/49Use promo code "Trace" to save 10% on your pass at CrimeCon.comFollowTEPod.comFollow Trace Evidence on Social MediaTwitter --- Instagram --- TikTok --- YouTube --- Like Facebook Page --- Join Facebook Group --- Threads --- Like MeWe Page --- Join MeWe Group --- BlueskySuppport Trace EvidencePatreon --- Paypal --- Cash App --- Buy Me A CoffeeTrace Evidence Merch ShopsTeePublic --- ShopTEPod --- SpreadshopAll Other LinksOfficial Trace Evidence Website --- LinkTreeMusic Courtesy of:"Lost Time" Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/"Chasing Time" Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/"Galactic Rap" Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/#truecrimepodcast #unsolvedmysteries #coldcase #coldcaseinvestigation #murder #murdermystery #missingperson #missingpersons #truecrimecommunity #mysterypodcast #truecrime #coldcasefiles #truecrimestories #crimelovers #truecrimeaddict #truecrimejunkie #crimescene #justiceforall #missing #crimesquad #podcastcommunity #sleuthsunite #darkhistories #criminalmindset #detective #detectivediaries #forensics #forensicfiles #crimestories #crimepodcast #traceevidence #traceevidencepodcast #criminalinvestigation #justiceforvictims #detectivework #truecrimediscussion #podcastfamily #listenandsolve #crimefans #listentotraceevidence #uncoverthetruth #podcastrecommendations #podcastlove #podcastlife #truecrimeobsessed #followtheclues #cluefinders #podcastaddict #unsolvedmurders #unsolveddisappearances #detectiveatheart #jointheinvestigation #disappearance #vanishing #abduction #gonemissing #upandvanished #pacheco #stevenpacheco #podcasting #crimetalk #crimeanalysis #theories #jenniferpersia #persia #magnolia #nj #newjersey #marebethwelsh #welsh #schooley #solved #DNABecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/trace-evidence--3207798/support.
Episode 185 Doe ID 'Blue Pacheco' Patricia 'Patsy' Skiple A murdered Jane Doe was found at a truck turnout in Santa Clara county, CA in 1993. Remaining unidentified, she became known as Blue Pacheco, after her clothing and dump site location. She remained unidentified for decades, long after a famous serial killer was prosecuted for her murder. Even though justice was served, investigators were determined to give Blue Pacheco her name back – and finally, IGG allowed them to provide answers to her family. Her name is Patsy Skiple, a victim of the Happy Face Killer, Keith Hunter Jesperson. To listen to every episode of DNA: ID ad-free and get other benefits, simply visit our channel page on Apple Podcasts to get started with an AbJack Insider subscription. Of course, you can also support DNA: ID with a Patreon subscription. Follow us on social media; find all of our social media links in one spot at our Linktree: linktr.ee/dnaidpodcast Visit this link to buy DNA ID Merch ©2026 AbJack Entertainment -All rights reserved. This content is the sole property of AbJack Entertainment. Any unauthorized re-selling, re-purposing, or re-distribution, is strictly prohibited, and will be subject to legal action.
Draft Runway and Roster Posture The Detroit Lions Podcast turned spring break into roster talk as Jeff Risdon sat down with Nick Baumgartner two weeks before the NFL Draft. They opened with Michigan basketball's national title and a nod to John Beilein getting his overdue moment. Then they pivoted hard to the Detroit Lions and the NFL calendar. The tone was steady. The message was clear. Detroit is in good shape. Baumgartner said the front office did what it needed to do. The approach was careful. The only gripe raised was not giving Frank Regnal bonus money. Everything else from Brad Holmes and Dan tracked with the plan. The roster now lets Detroit enter the first round with freedom. Best player available is back on the table. That likely points to the trenches. An offensive lineman sits high on the board. It does not have to be a pure tackle. Guard or tackle both fit the current path. Free Agency Adds Reshape the Board The Detroit Lions Podcast highlighted several additions that tighten depth and raise the floor. Cade Maze drew praise as a value signing. Pacheco did too. Corrao landed as a swing tackle who can cover short term needs. He can start in a pinch if a rookie needs time. Those moves matter when the NFL Draft starts to slide. They buy patience. They keep the board honest. Detroit can wait for its guy instead of forcing a reach. With those pieces in place, the Lions can let the draft come to them. If a tackle falls, they can pounce. If the board tilts to an interior mauler, they can plug that in and roll. Either way, the goal stays the same. Protect the quarterback. Keep the run game on schedule. Own the line of scrimmage. Secondary Competition Tightens Inside Risdon pushed a point he thinks the fan base has overlooked. Roger McCreary and Tyler Conklin were called out as signings who will play and help right away. They were framed as upgrades over the players they replace. The slot comparison was direct. McCreary was labeled a better cover guy than Amiek Robertson on the inside. The versatility note followed. McCreary can do more. That flexibility changes matchups and pressures route timing. Chris Isiom came up as another under-the-radar pickup. The theme continued. Holmes keeps finding defensive backs off the scrap Wheat and making them fit. More bodies. More traits. More competition. It all stacks to a cleaner picture on draft night. Detroit can target the best player instead of scrambling to fill a hole. That is the difference between chasing and controlling. The NFL rewards control. The Detroit Lions Podcast made that point plain. #detroitlions #lions #detroitlionspodcast #jeffrisdon #nickbaumgartner #nfldraft #offensivelineman #swingtackle #guardortackle #bradholmes #frankregnal #cademaze #pacheco #corrao #rogermccreary #tylerconklin #amiekrobertson Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices