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António Lobo Antunes foi um escritor “radical”, revolucionário, que “desmontou tudo” e “inventou um estilo próprio, uma língua sem equivalente". As palavras são de Dominique Nédellec, tradutor em França daquele que foi um dos maiores nomes da literatura portuguesa contemporânea e que morreu, esta quinta-feira, aos 83 anos. Ana Lima, editora e parceira da Livraria Portuguesa & Brasileira, em Paris, explica que António Lobo Antunes é “um dos autores portugueses mais conhecidos em França” e “uma presença em praticamente todas as livrarias francesas”. A morte de António Lobo Antunes, esta quinta-feira, marca o desaparecimento de uma das figuras maiores da literatura portuguesa contemporânea. António Lobo Antunes nasceu em Lisboa, em 1 de Setembro de 1942, licenciou-se em Medicina em 1969 e especializou-se em Psiquiatria, mas optou pela escrita a tempo inteiro em 1985. Foi aos 37 anos que publicou o seu primeiro romance, “Memória de Elefante”, em 1979, ano em que também lançou “Os Cus de Judas” e iniciou a sua revolução na literatura portuguesa pós-25 de Abril. A guerra colonial atravessou toda a sua obra, a partir da sua passagem por Angola entre 1971 e 1973 ao serviço do Exército colonial como médico. A sua forma de escrever e de explorar a condição humana no que tem de mais “terrível, cómico, ridículo e comovente” percorreu, como “um rio, uma tempestade”, os seus mais de três dezenas de romances, no entender de Dominique Nédellec, tradutor de António Lobo Antunes em França nos últimos quase 15 anos. O tradutor acrescenta que ele foi um escritor “radical”, revolucionário, que “desmontou tudo” e “inventou um estilo próprio, uma língua sem equivalente". “Ele frequentemente dizia que ninguém escrevia como ele, nem sequer ele próprio. Ele desmontou tudo, foi um golpe terrível no estilo normal, habitual, tradicional. Ele inventou um estilo próprio, conseguiu elaborar uma língua sem equivalente", resumiu. Lobo Antunes foi , sem dúvida, “um dos autores portugueses mais conhecidos em França”, sublinha Ana Lima, parceira da Livraria Portuguesa & Brasileira, em Paris, falando em “uma presença em praticamente todas as livrarias francesas, as grandes e as independentes”, ao lado de nomes como Fernando Pessoa e José Saramago. A editora fala de um escritor de “um grande modernismo”, com “um tipo de escrita que é um fluxo de consciência permanente” e “sem compromisso”. Dominique Nédellec: "Não é todos os dias que se tem a sensação de se traduzir um génio” RFI: O que representa António Lobo Antunes para a literatura portuguesa e mundial contemporânea? Dominique Nédellec, Tradutor de António Lobo Antunes: “O trunfo maior de Lobo Antunes foi este jeito de fazer uma revolução estilística. Ele frequentemente dizia que ninguém escrevia como ele, nem sequer ele próprio. Eu acho que ele desmontou tudo, foi um golpe terrível no estilo normal, habitual, tradicional, e ele inventou um estilo próprio, uma língua super tensa, uma língua que parece ao mesmo tempo um rio, uma tempestade, que mistura as histórias, que mistura os planos temporários, em que os mortos têm a mesma importância que os vivos, em que os mortos estão sempre a chegar, a falar, a participar na vida dos vivos. Ele conseguiu elaborar uma língua sem equivalente, carregada de sentimentos e da experiência humana no que tem de terrível, de cómico, de ridículo, de comovente. Para mim, o Lobo Antunes é isto tudo.” Como foi traduzir toda esta “experiência humana” no que tem de mais complexo? “É uma experiência única também porque exige um mergulho total na obra dele para ouvir principalmente. São livros que devem ser lidos com o ouvido. É muito sensorial, chama a atenção de todos os sentidos. Então, tentar traduzir a riqueza do estilo dele exige muito tempo, paciência, perseverança também. O paradoxo é que traduzir exige uma lentidão imensa para agenciar todo aquele esquema muito complexo, mas o objectivo final é que a última leitura seja tão fácil e tão fluida e rápida como no original. No dia a dia, eu avanço passo a passo, muito lentamente e só fico contente quando, no final, na altura da última leitura, eu recupero aquela naturalidade, aquela fluidez da mistura que ele consegue e da pungência do estilo dele. É uma tarefa complicada, mas ao mesmo tempo muito gratificante porque não é todos os dias que se tem a sensação de se traduzir um génio.” Dos livros que traduziu de António Lobo Antunes ou da sua obra em geral, qual é aquele que mais o tocou pessoalmente? “Há um que realmente faz a súmula de tudo o que ele sabe fazer e dos temas de predileção do autor. Se calhar seria ‘Até que as Pedras se Tornem Mais Leves que a Água” porque está lá tudo ao mesmo tempo. Está lá ‘Os Cus de Judas' com o tema da guerra em Angola, o que foi obviamente fundamental para ele, mas é um livro que vai muito mais longe do que ‘Os Cus de Judas'. Tem uma mestria, um domínio total da técnica que ele elaborou ao longo dos anos. Então, para mim é uma soma, realmente é uma obra-prima total e para quem nunca leu o Lobo Antunes está lá tudo com uma virtuosidade ímpar.” António Lobo Antunes fala da guerra colonial e dos seus fantasmas de uma forma muito particular e, também, se calhar, revolucionária. Quer falar-nos sobre sobre esse tema e outros que atravessem a obra dele? “Bom, obviamente é central na vida dele e na obra dele. E, aliás, é possível reparar que são temas que voltaram sempre na cabeça dele e tem imagens ou episódios que se encontram logo em ‘Os Cus de Judas', mas que também se encontram contados nas cartas que enviou para a mulher durante a guerra e que voltam nos últimos livros. Ou seja, na vida toda houve episódios que nunca conseguiu eliminar, que ficaram lá para sempre gravados na cabeça dele, na vida dele, no corpo dele. Ele conseguiu fazer desta matéria-prima traumatizante o motivo de uma obra e através destes temas conseguiu dar uma dimensão diferente daquela tragédia. Este tema alimentou a obra dele, mas também queria salientar que é preciso não limitar a obra do Lobo Antunes à guerra e a Angola. Depois, cada vez mais, ficou longe dos primeiros volumes muito autobiográficos e cada vez mais aprofundou uma pesquisa estilística. Também queria que as pessoas entendessem que há humor, há muito humor na obra dele, humor negro, mas também humor burlesco, há coisas muito divertidas, sem cinismo, humor também leve. Há de tudo, obviamente e também é uma das marcas dele passar de uma coisa leve e engraçada e infantil, pueril até, a uma coisa gravíssima ou negra ou deprimente. É aquela fornalha toda sem equivalente.” Por que é que António Lobo Antunes não teve o Prémio Nobel da Literatura? “Eu acho que, se calhar, porque é demasiado fora das categorias normais, não é liso o suficiente se calhar. É demasiado abrupto, demasiado inclassificável, demasiado exigente com ele próprio. Ele nunca fez nada para facilitar o acesso dos leitores à obra dele. É demasiado radical, se calhar. Se calhar é esta a explicação. Nos últimos anos, foi sempre complicado perceber o raciocínio dos júris do Prémio Nobel, mas não temos de chorar por isso. Até seria uma marca de nobreza porque claro que ele merecia o prémio, mas será que o prémio merecia o Lobo Antunes? Não tenho a certeza porque ele estava acima disto tudo.” Falou na “sensação de traduzir um génio”. E a pessoa? Como é que era António Lobo Antunes? “Também foi uma surpresa para mim porque fui sempre avisado que ele era uma personagem complicada, abrupta, mas comigo foi sempre de uma grande ternura, uma grande generosidade. Acho que ele gostava do meu trabalho e ele repetiu isso várias vezes, em privado, mas também em público e foi sempre um incentivo e uma honra enormes. Eu lembro-me desta ternura, era capaz de dar uma piscadela, um abraço forte e são as imagens que vou lembrar.” Quais foram os livros de Lobo Antunes que traduziu em França? “Eu traduzo-o desde 2011, ou seja, quase 15 anos, e acabo de entregar a décima tradução de Lobo Antunes, que é o ‘Dicionário da linguagem das Flores'. Os nove anteriores fui eu que traduzi. Comecei com ‘O Meu Nome é Legião' e desde então fui eu a traduzi-lo.” Ana Lima: António Lobo Antunes é “uma presença em praticamente todas as livrarias francesas” RFI: O que representa António Lobo Antunes nas livrarias em França? Ana Lima, Parceira da Librairie Portugaise & Brésilienne: “António Lobo Antunes é, pelo menos em França, um dos autores mais conhecidos do século XX e início do século XXI e talvez o que conseguiu que a literatura portuguesa, com Fernando Pessoa e Saramago, tivesse uma presença em praticamente todas as livrarias francesas, as grandes e as independentes. É um dos autores mais conhecidos portugueses, mesmo se não foi necessariamente lido pelos que o conhecem, e os autores contemporâneos portugueses, também traduzidos em França actualmente, muitos também se reivindicam dele. Portanto, há um contínuo e há uma presença dele bastante importante.” Qual é o ADN que compõe a literatura de António Lobo Antunes que faz dele um dos grandes autores do século XX e XXI? “Antes de mais, foram umas temáticas muito importantes sobre a guerra colonial, sobre o Portugal pós-25 de Abril, sobre uma descrição da sociedade sempre sem compromisso, sempre com uma visão entre ironia e uma visão muito clara que era, às vezes, um bocado feroz e também um tipo de escrita que é um fluxo de consciência permanente, um texto sempre a fluir, que era uma maneira de escrever um bocado nova na literatura portuguesa, que teve um impacto muito grande, um grande modernismo.” Que livros de António Lobo Antunes recomenda? “Desde logo ‘Os Cus de Judas' que foi mesmo um marco na literatura portuguesa, o ‘Fado Alexandrino', ‘O Regresso das Caravelas', ‘A Morte de Carlos Gardel'. Quer dizer, há assim estes que eu pessoalmente gostei muito e que foram importantes para mim. Agora, ele produziu muito, muito. Aconselho a ler tudo, mas se se tiver que ler alguns é ‘Os Cus de Judas', ‘Fado Alexandrino', ‘O Regresso das Caravelas' e talvez ‘A Morte de Carlos Gardel'. Mas isso é a minha escolha.” Por que é que ele nunca chegou a ter o Prémio Nobel da Literatura? “Isso é uma história bastante complicada. O Saramago teve o Prémio Nobel, sabe-se que era um bocado uma competição no prémio entre os dois. O Saramago teve o prémio e foi o primeiro Prémio Nobel de Literatura em língua portuguesa e antes que se desse outro sabíamos que íamos esperar um bocadinho, portanto era uma questão de tempo, o que é uma injustiça porque de língua portuguesa há autores enormes, também brasileiros que não tiveram e que deveriam ter tido.”
Alberto Gonçalves comenta o diploma que impede o acesso de menores de 16 às redes sociais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pequenos textos, contos, histórias, lendas, pensamentos ou apenas uma frase que sirvam de reflexão para todos os que nos ouvem na RLX-Rádio Lisboa. No mundo em que vivemos faz-nos falta parar e refletir sobre tudo o que nos rodeia…
A aguardada continuação de O Regresso de Larry Miller surpreende com revelações sombrias e um final de cortar a respiração.Quando os inspectores Thomas e Lauriane julgavam ter encerrado o caso Larry Miller, descobrem uma carta com pistas para encontrar uma jovem desaparecida — o jogo acabou de começar. E há um psicopata determinado a ditar as regras.O caso revela-se cada vez mais complexo e perigoso, à medida que o assassino envia novas cartas, cada uma com jogos infantis tornados macabros.Carlos Miguel Ferreira volta à ESCSFM para nos falar sobre o seu mais recente thriller. À conversa com João Pedro e Teresa Vieira Edição: Teresa Vieira Design: Maria Soares de Almeida Coordenação: Filipa Gala
Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
O DUCENTÉSIMO QUINQUAGÉSIMO QUINTO EPISÓDIO do Podcast Dar Voz a esQrever
Sabia que David Lynch esteve quase para realizar O Regresso de Jedi? Mas, se tivesse aceitado, já não ia a tempo de realizar o Dune (e nunca teríamos aquela cena com o Sting de cueca...)
O último episódio do Conexão Criminal foi publicado em junho de 2024.A pausa era para ser curta. Tornou-se quase dois anos.Este vídeo não é um Q&A nem um anúncio tradicional.É um capítulo da minha vida — com viagens, amor, luto, família e um casamento pelo meio.O silêncio teve razões.O regresso também.
Hoje, segunda-feira dia 19, é considerado o dia mais triste do ano... mas o que o define? Será que é mesmo? Primeiro episódio do Somos Todos Malucos- Intermédios de 2026. Quarta-feira, o primeiro convidado!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Pedro Dias e Miguel Gonçalves analisam a estreia agridoce de António Félix da Costa em São Paulo . E olham para o próximo e-prix no México, questionando se a Porsche vai continuar a ditar as regras no Hermanos Rodriguez? Grupo de Whatsapp VFF1 Eléctrico: https://chat.whatsapp.com/Ge73EQyE0aVH7MnghUzlya Podcast: https://linktr.ee/VFF1 Patreon: https://www.patreon.com/vff1 Twitter: https://twitter.com/VamosFalardeFum Instagram: https://www.instagram.com/vamosfalardefum Substack Vamos Escrever de FUm: https://vff1.substack.com/ Canal de WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaDuq7KId7nTEUhbWq3R Subscreve o canal e apoia o Vamos Falar de FUm: https://www.youtube.com/channel/UCWgzFlfQqhYlRxfATnL2cjg/join Subscreve o canal e apoia o Vamos Falar de FUm: https://www.youtube.com/channel/UCWgzFlfQqhYlRxfATnL2cjg/join
Um episódio para se ouvir a x1 sobre a nossa presença na internet e nas redes sociais, a era analógica e como podemos recuperar o nosso cérebro de apodrecer. Espero que gostem! ♥️
Dois atiradores, pai e filho, atacaram em Sidneyuma festa onde famílias judias celebravam o Hanucá, a Festa das Luzes, um massacre que nos recorda como o antissemitismo continua a assombrar os judeus.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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É válido e importante reafirmar: já faz um tempo que a franquia Predador não trata mais apenas de brucutus fortões lutando contra o caçador alienígena na selva. Após sucessivas tentativas que fracassaram com crítica e público, a franquia Predador foi completamente revitalizada nas mãos do diretor Dan Trachtenberg. Aproveitando a estreia nos cinemas do mais novo título, Predador: Terras Selvagens, o RdMCast desta semana olha também para O Predador: A Caçada (Prey), além do também lançado em 2025 Predador: Assassino de Assassinos, para analisar a fórmula de sucesso que expandiu enormemente os horizontes da franquia. Entre discussões sobre o papel social da caça, crossovers com a franquia Alien e os vários easter eggs que conectam a franquia, finalmente aprendemos a pronunciar o nome de Dan Trachtenberg. Então dê play neste RdMCast especial sobre a nova onda da franquia Predador.O RdMCast é produzido e apresentado por: Thiago Natário, Gabriel Braga e Gabi Larocca.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:O Predador: A Caçada (2022)Predador: Assassino de Assassinos (2025)Predador: Terras Selvagens (2025)Citações off topic:Rua Cloverfield, 10 (2016)Predadores (2010)O Predador (2018)O Predador (1987)O Regresso (2015)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #372 – Especial Predador: brucutus, caçadores implacáveis e os Estados Unidos dos anos 80O QUE ACHAMOS | TELEFONE PRETO E PREDADOR: A CAÇADA(teaser) Cabana RdM #84 – Predador: Assassino de AssassinosRdMCast #522 – Alien Earth: o recomeço que a franquia precisavaRdMCast #529 – Frankenstein de Guillermo del ToroRdMCast #495 – Mickey 17 e o Horror social em Bong Joon-hoSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br
Neste episódio, o João Dinis e o Ricardo Brito Reis conversam sobre:Os surpreendentes Toronto RaptorsA onda de lesões que tem afetado a ligaO regresso do “velhote”e muito mais, claroTudo isto com o apoio da Betano.pt, Escolha do Consumidor e Marca 5 Estrelas em Apostas Desportivas.Vamos a isto? Bora!
Neste episódio, olhamos para a conferência de aniversário do Negócios e #O Poder de fazer Acontecer como ponto de partida para falarmos sobre o poder em 2025. Analisamos o crescimento do populismo, os desafios da democracia e a forma como tudo isto também apresenta desafios às empresas. Depois, olhamos para a próxima semana porque vai regressar a Web Summit a Lisboa. É considerado um dos maiores encontros de tecnologia e inovação à escala global, mas ainda será mesmo assim? Com Celso Filipe e Inês Pinto Miguel e edição de Cláudia Arsénio.
Mais de mil casas ocupadas nos bairros municipais de Lisboa e 27 bairros de barracas. Será que ainda vamos a tempo de travar este regresso ao passado em versão filme de terror?See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 153 falo de merdas aleatórias perdidas nos últimos 6 meses.
Joana Marques traz de volta Olivier, o homem que criou todos os conceitos que há no mundo, inclusive o conceito de conceito.
Well well... Parece meme, e na verdade acaba por ser. O nosso último episódio foi publicado há quase um ano, e já tinha sido um regresso. Será que é desta?Um ano depois, estamos de volta para trazer ainda mais caos do que já nos era habitual. Um episódio que traz um pouco de tudo, convidamo-vos a embarcar nesta viagem do que é navegar em temas como as eleições autárquicas, tomates e como é que a nossa sociedade lida com a solidão e o aborrecimento.No meio desta panóplia de temas, o objetivo era simples: recomendarmos livros para vocês lerem nesta spooky season. Será que conseguimos?Até ao próximo episódio! (Por volta de 31 de fevereiro).
Mariana Mortágua, Sofia Aparício, Miguel Duarte e Diogo Chaves, os portugueses que integraram a Flotilha Global Sumud, que levava ajuda humanitária à população palestiniana em Gaza e foi interceptada pelas forças israelitas, aterraram no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, pelas 22h40 deste domingo. Saíram pelas portas das chegadas deste aeroporto mais de uma hora depois, perante a euforia das centenas de pessoas que os esperavam. Durante mais de um mês, a líder do Bloco esteve fora do país. Foi uma aposta certeira para o partido? Nesta Série Autárquicas do Soundbite é ainda tema a aprovação quase garantida do PS ao Orçamento, nas palavras de José Luís Carneiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os políticos não se cansam de fazer campanhas eleitorais, o Guilherme Geirinhas não se cansa de conversar com eles sobre tudo menos a campanha eleitoral. A 4ª temporada do Bom Partido regressa a tempo das Autárquicas, e vai passar pelos dois principais municípios do país (Lisboa e Porto), o mais pequeno, com cerca de 400 habitantes (Ilha do Corvo), e também aquele cujo critério é ser o local de residência do apresentador (Oeiras), que prefere não se afastar muito de casa para trabalhar. Mais uma vez, os políticos portugueses vão mostrar o seu lado menos conhecido, e partilhar as suas lições de vida. “Aprendi a rir com Isaltino Morais, a ressuscitar os mortos com Manuel Pizarro, e a escavacar placas de esferovite à martelada com Carlos Moedas”, confessa Guilherme. Estreia-se no dia 25 de Setembro no YouTube, e no dia seguinte em podcast no Expresso. Também sairá na SIC Notícias, ainda em data a anunciar. Esta temporada tem o apoio do Meo e da Sword, e é uma produção KILT FILM. NOTA: Todos os partidos com representação nas câmaras municipais foram convidados.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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As novidades sobre a indústria dos videojogos, análises aos jogos do momento, retrogaming, os temas de fundo e até um quiz musical sobre videojogos. Com Pedro Moreira Dias, Élio Salsinha, Rui Gonçalves e Gonçalo Santos
A gravidez é um momento de alegria, mas também pode trazer muitas dúvidas sobre o futuro da carreira. Em hora do Dia Mundial da Grávida (celebrado a 9 de setembro), desmistificamos os principais medos e as preocupações das futuras mães no mercado de trabalho.Neste episódio, conversamos com a Joana Gonçalves, senior manager da área de finance, hr, tax & legal da Randstad Portugal e recente mãe de 3, que nos dá uma visão completa sobre:os teus direitos como trabalhadora grávida em Portugal.o melhor timing e as melhores práticas para comunicar a gravidez ao empregador.como enfrentar os desafios e mitos sobre a produtividade e a gravidez no local de trabalho.estratégias para manter a tua progressão de carreira antes e depois da licença de maternidade.o papel das empresas e os setores que mais apoiam a parentalidade.Se sentes que a maternidade pode comprometer as tuas oportunidades profissionais, este episódio vai dar-te a confiança e as ferramentas de que precisas para navegá-lo com sucesso.Encontra a Randstad nas seguintes plataformas: Website | LinkedIn | Instagram | Facebook | TikTok
Mochilas, cadernos e lápis: a lista já é bem conhecida e repete-se anualmente. A despesa pesa nas carteiras das famílias que tentam "reutilizar" os materiais escolares e apenas "comprar o essencial".See omnystudio.com/listener for privacy information.
As novidades sobre a indústria dos videojogos, análises aos jogos do momento, retrogaming, os temas de fundo e até um quizz musical sobre videojogos. Com Pedro Moreira Dias, Élio Salsinha, Rui Gonçalves e Gonçalo Santos
O Afunda de 3 está de volta e, no primeiro episódio, vamos olhar para o Eurobasket e para a participação portuguesa. Estão também abertas as inscrições para as Ligas de Fantasy do Afunda de 3 e ainda há algumas vagas. Quem quiser participar pode enviar email para Igor.goncalves@zerozero.pt
O podcast de filmes e de séries da Rádio Comercial
Dois génios voltam a juntar-se: Tiago Grila voltou ao podcast do mestre e, por consequência, ao Extremamente Desagradável.
We are back. Tinham saudades minhas?
Ricardo Araújo Pereira faz anos e está de regresso às Manhãs da Comercial com a Mixórdia de Temáticas!
Ricardo Araújo Pereira veio às Manhãs da Comercial colocar um ponto final nos boatos. AS MIXÓRDIAS VÃO MESMO VOLTAR! Dia 28 de abril, às 8h40, começa a série Cardoso!
Noites Sem Fim é a coleção de micro contos originais escritos por Leo Marques e interpretado por Camillo Borges e Muriel Vieira=== ACESSE NOSSO CANAL NO YOUTUBE ===https://www.youtube.com/@paranormalfm=== LOJA DE CAMISAS OFICIAS PNFM ===https://reserva.ink/paranormalfm=== APOIE O PARANORMAL FM ===Quer se tornar um apoiador deste projeto e nos ajudar a continuar melhorando a qualidade, além e se tornar uma peça importante na viabilização muitos outros projetos em diferentes mídias? Entre no nosso Apoia-se e faça parte da família Paranormal FM!https://apoia.se/paranormalfm=== Siga Paranormal FM nas redes sociais ===Instagram, Twitter e Facebook: @ParanormalFMEmail: paranormalfmpodcast@gmail.comSiga e avalie o Paranormal FM nas plataformas de streaming!Apresentação: Fernando Ribas e Leonardo MarquesVinhetas e Formato: Fernando RibasEdição: Fernando RibasNarração: Camillo Borges e Muriel Vieira Pauta: Elizabeth FariasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No terceiro e último capítulo da festa dos 32 anos da TVI Joana Marques fala-nos do tão aguardado regresso de João Catarré, e das lições aprendidas em "Morangos com açúcar".
Segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025
"Não vão incomodar nenhum tubarão". Trump aprova o regresso das palhinhas de plásticod2
A primeira semana de Donald Trump na Casa Branca. A autobiografia do Papa Francisco. Entrevista com Adela Cortina. Edição de Mário Rui Cardoso.
Pouco depois de tomar posse como 47.º Presidente dos Estados Unidos, na segunda-feira, Donald Trump declarou que “o declínio da América terminou”. Ouviu, seguramente, os últimos episódios do Diplomatas, e não terá gostado de saber que a tese vigente neste podcast sobre a capacidade norte-americana de defender e impor os seus interesses em qualquer parte do globo aponta, precisamente, para a conclusão oposta. Percepções à parte, é possível mergulhar no mar de decretos e de perdões presidenciais que transbordou nos últimos dias da Casa Branca e encontrar um projecto político coerente e de longo prazo? E o que é nos dizem as companhias e as ameaças do novo Presidente dos EUA sobre a sua forma de olhar para o exercício do poder?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Joana Marques traz-nos de volta o casal mais marcante de "Casados no Paraíso".
Só falta voltarem os BAN.
A culpa é das mulheres parideiras? Nova temporada marcada por uma fuga de presos e por uma mulher que se queixa de haver muitas mulheres no ministério público. Edição de Natália Carvalho.
Miguel Sousa Tavares está de regresso ao podcast em "dias de verão", sem esquecer os temas que marcam a atualidade. O cronista critica as medidas ("a despropósito") anunciadas pelo PM este mês. Pelo mundo, o foco vai para Israel que, para o comentador, "quer a continuação da guerra". Sobre a candidata democrata às eleições nos EUA, Sousa Tavares entende que trouxe "uma certa alegria", onde havia "uma depressão absoluta".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um pónei no supermercado. Ou terá sido um cavalo e um porco? E ainda... Os fantasmas existem?