Podcasts about fundo monet

  • 97PODCASTS
  • 197EPISODES
  • 22mAVG DURATION
  • ?INFREQUENT EPISODES
  • Dec 24, 2025LATEST

POPULARITY

20192020202120222023202420252026


Best podcasts about fundo monet

Latest podcast episodes about fundo monet

Economia
Eleições e Copa do Mundo impactarão a agenda econômica no Brasil em 2026

Economia

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 11:30


Em um contexto geopolítico de tantas incertezas, o que esperar da economia em 2026? Com o mundo ainda sob o impacto da gestão agressiva do presidente Donald Trump, reconfigurando suas antigas alianças, o aumento do protecionismo e a ameaça das guerras levam o crescimento mundial a continuar fraco, antecipa o FMI. No Brasil, a perspectiva de eleições embaralha ainda mais as cartas. Mesmo assim, há razões para otimismo. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Segundo o Fundo Monetário Internacional, o crescimento do PIB mundial em 2026 será quase o mesmo que em 2025: 3,1%. As tarifas comerciais mais elevadas, a instabilidade das políticas econômicas, a começar pelos Estados Unidos, e os conflitos geopolíticos impactam no comércio e nos investimentos, aponta também a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). “Será, acima de tudo, um ano de surpresas, porque assim é o governo americano. Muitas coisas podem acontecer, desde as mais assustadoras até as mais pitorescas”, observa Jorge Arbache, professor de Economia da Universidade de Brasília e ex-economista sênior do Banco Mundial. “É possível que o que está aí se aprofunde e a gente tenha uma ainda maior polarização em nível global. E, para um país como o Brasil, que procura manter uma certa neutralidade política e econômica, vai exigir, num ano de eleições, um certo malabarismo para não elevar tensões ou não criar dificuldades num ambiente muito frágil e sensível. O país, obviamente, vai adiar grandes decisões, esperando um novo governo – qualquer que seja ele”, afirma Arbache. Impacto das eleições e da Copa do Mundo “A gente fala que é um ano mais curto porque tem eleições e também a Copa do Mundo, que é algo muito importante no Brasil”, lembra ainda a economista Patricia Krause, especialista na economia da América Latina da Coface, líder mundial de seguro de crédito. “A agenda no Congresso fica reduzida e, no segundo semestre, tudo fica mais focado nas eleições. Elas podem trazer sempre alguma volatilidade cambial – e câmbio é a pior variável que tem para tentar fazer previsões”, frisa. No ano que passou, a desigualdade caiu ao menor índice em 10 anos no Brasil, e o país atingiu o pleno emprego. No segundo semestre, o crescimento econômico desacelerou, o que era esperado há meses pela maioria dos especialistas, preocupados com a inflação. “A economia brasileira, de modo geral, tem surpreendido para cima nos últimos anos, com crescimento mais resiliente do que esperado e os economistas revisando para cima as projeções. E este ano, de fato, ocorreu essa desaceleração do crescimento que há muito era esperada”, indica Patricia Krause. Queda dos juros? Com uma taxa Selic de 15% ao ano, num contexto de inflação de 4,5%, a projeção de crescimento da Coface para 2026 é de 1,9%. Mas a perspectiva agora é de queda da inflação. “Com isso, a grande questão é a esperança de que o Banco Central brasileiro comece a reduzir juros no começo do próximo ano”, salienta Krause. Ano eleitoral costuma ser sinônimo de aumento de gastos – e, no caso do Brasil, este é um dos aspectos mais delicados que ficam de 2025 para 2026. A situação das contas públicas se deteriora ano após ano e o descontrole fiscal é hoje a maior preocupação da economia do país, com o déficit e a dívida pública em curva ascendente. A alta da taxa de juros, aplicada pelo Banco Central para controlar o aumento dos preços, joga ainda mais lenha nesta fogueira, ao corroer a fraca margem de manobra dos gastos do governo federal. Se nada for feito, o orçamento tende a ficar cada vez mais estrangulado, com o peso das despesas em saúde e previdência também em crescimento. “O aumento significativo dos gastos já está contratado. Ele não vai nos surpreender”, adverte o professor da UnB, que foi secretário para Assuntos Internacionais do Ministério do Planejamento. “Hoje, 95% dos gastos públicos são praticamente definidos. O espaço de manobra efetivo é muito menor do que as pessoas imaginam.” Brasil em posição favorável no mundo O economista pondera, entretanto, que, do ponto de vista relativo, o Brasil hoje está melhor em relação à maioria dos outros países, inclusive as potências. “Não que o Brasil tenha feito o dever de casa, mas porque o mundo piorou. Fazer negócios hoje nos Estados Unidos é muito mais arriscado do que no Brasil”, diz Arbache. “Muita coisa tem mudado também na Europa, e a guerra cria uma insegurança brutal. O mundo hoje não está para peixe, e do ponto de vista relativo, o Brasil está melhor.” Os dois economistas avaliam que, em meio à guerra comercial de Donald Trump contra os antigos parceiros, o Brasil demonstrou resiliência. “O fato de o Brasil ser uma economia ainda muito fechada ao comércio nesse momento acabou ajudando. Isso não é algo positivo, mas neste momento em que o comércio internacional preocupa, você está menos exposto”, sublinha a especialista da Coface. “Teve queda nas exportações para os Estados Unidos, porém o Brasil conseguiu aumentar vendas para outros mercados. Isso foi, de certa forma, algo positivo.” No plano interno, a aprovação das reformas fiscal e tributária trouxe avanços. O arcabouço legal relativo à economia verde, com um imenso potencial para o Brasil, coloca o país na rota de investimentos em setores como energia renovável, mercado de carbono e combustíveis limpos. Em 2025, o Brasil demonstrou que entendeu qual é o seu lugar nesta promissora economia, constata Jorge Arbache. “Eu acho que não existe outra estratégia para o país, do ponto de vista econômico e de desenvolvimento. É essa ou nenhuma”, destaca. “Não só a capacidade de atração de investimentos no âmbito do powershoring, mas também aquilo que é pertinente aos minerais críticos para a transição e às terras raras, que vêm atraindo uma crescente atenção, especialmente da Europa, dos Estados Unidos e da China. Muita coisa deverá se passar nos próximos meses e anos. Esse caminho é sem volta.” Acordo UE-Mercosul  Neste ponto, o economista chama a atenção para as falhas do acordo comercial negociado entre a União Europeia e o Mercosul, que esteve prestes a ser ratificado em 2025. Travado devido a resistências na questão agrícola, o texto sequer aborda o potencial de cooperação na área da transição energética. Os europeus deixam passar a oportunidade de serem parceiros privilegiados dos países latino-americanos neste comércio. “O maior ganho, para a Europa, nem está nas manufaturas. Eu acho que é tudo aquilo que tem a ver com a abertura de novas fronteiras e possibilidades de negócios para ajudar a solucionar muitos dos mais graves problemas econômicos que a Europa tem, associados à energia e à produção de vários produtos manufaturados e insumos a custos muito menores, fundamentais para dar maior competitividade para a própria indústria europeia”, explica. “Essas coisas passam ao largo do acordo atual.” Ainda na área de energia, mas também das commodities, as perspectivas são positivas. “A gente tem uma produção de petróleo em alta e pode ter um ano importante, em termos de volume. A estimativa de safra indica recorde, além de uma demanda por proteína aquecida”, antecipa Patricia Krause. “Eu diria que o canal de exportação e também um consumo resiliente podem trazer alguma sustentação para o PIB brasileiro no próximo ano.”

ONU News
São Tomé e Príncipe deve potenciar infraestruturas resilientes e planos de adaptação ao clima

ONU News

Play Episode Listen Later Aug 22, 2025 1:20


Estudo divulgado pelo Fundo Monetário Internacional incentiva mais investimento público nessas áreas; medida garantiria uso mais eficiente de recursos limitados do país lusófono que faz parte dos Estados insulares em desenvolvimento.

Macro Review
#158 | O alerta do FMI sobre as tarifas

Macro Review

Play Episode Listen Later Apr 28, 2025 19:11


Ouça nesta edição do Macro Review, o podcast da equipe econômica do C6 Bank:  As novas projeções econômicas do Fundo Monetário Internacional (FMI) reforçam aquilo que já era esperado: não há vencedores em um cenário de aumento de tarifas comerciais. O PIB global deve crescer menos do que o esperado neste ano, enquanto a inflação pode voltar a ganhar fôlego em alguns países.  Há uma preocupação, também, com as finanças dos governos, diante de um crescimento menor e de gastos mais elevados. Quais países serão mais afetados? E por que o relatório do FMI é um alerta para o mundo? Entenda também: - O desempenho das empresas no primeiro mês de tarifas dos EUA; - Os possíveis caminhos para os juros e inflação no Brasil; - O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management. No minuto 10:09, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, analisa a reação dos investidores ao discurso mais moderado da Casa Branca sobre a guerra comercial com a China e sobre a atuação do Federal Reserve. 

A soma dos dias
As previsões do FMI, Trump vs Powell e António Mota

A soma dos dias

Play Episode Listen Later Apr 25, 2025 17:29


Neste episódio analisamos as previsões do Fundo Monetário Internacional para a economia mundial. As estimativas do FMI já incorporam os possíveis efeitos das tarifas de Donald Trump. O presidente norte-americano está em conflito aberto com o presidente da Reserva Federal – e falamos sobre os motivos que explicam esse clima de crispação. Na segunda parte olhamos para o legado de António Mota na Mota-Engil. O vice-presidente do conselho de administração está de saída do cargo. Com Susana Paula, Carla Pedro e Maria João Babo numa edição de Hugo Neutel.

JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 22/04/2025

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Apr 23, 2025 51:42


Confira na edição do Jornal da Record desta terça (22): Polícia encontra garrafas de bebida alcoólica em carro depois de atropelamento em São Paulo. Supremo Tribunal Federal decide tornar réus integrantes de grupo que teria participado de tentativa de golpe de Estado. Cerca de 200 chefes de estado devem participar do funeral do papa Francisco. Fundo Monetário Internacional alerta para um crescimento menor da economia mundial este ano. Polícia analisa imagens que mostram abordagem de suspeito a estudante da USP. Estudo confirma que excesso de açúcar aumenta o risco de câncer de pulmão. No futebol, técnico Tite diz não ao Corinthians, e o clube segue em busca de um novo treinador. E você vai ver quem são os jogadores estrangeiros que se destacaram nas primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro. 

Reconversa
André Roncaglia, “nosso homem no FMI”, com Reinaldo e Walfrido: contra catastrofismos. Reconversa 88

Reconversa

Play Episode Listen Later Apr 17, 2025 112:33


O economista e professor André Roncaglia é o diretor-executivo do Brasil no Fundo Monetário Internacional. À sua maneira, com rigor e sem alarde, nunca teve receio de andar na contramão. Estudava a “Escola Austríaca”, a preferida hoje de 10 entre 10 reacionários, especialmente porque nunca a entenderam, quando poucos por aqui davam bola à teoria. E, hoje, desafia a “doxa” conservadora, que sai por aí tonitruando: “O Brasil está na UTI“. A metáfora médica costuma ser a antessala dos chamados “remédios amargos”, que, claro!, têm sempre de ser ministrados contra os pobres. Numa entrevista iluminada, afirma Roncaglia: “É preciso, sim, que haja algum sacrifício para o país avançar, mas não o de quem está no andar de baixo”. E acrescenta: “Eu adoraria que os nossos ricos tivessem disciplina de mercado — a disciplina que eles gostam de empurrar aos outros. E eu acho que uma das maneiras de disciplinar a nossa elite é por meio de um programa de desenvolvimento, obrigando-a a se encaixar nesse programa. E ela vai ganhar! Olhem que punição!”. Uma das conversas mais fascinantes em 88 edições de “Reconversa”.

JR 15 Minutos com Celso Freitas
Mudança radical: o novo câmbio da Argentina e seus efeitos no dia a dia

JR 15 Minutos com Celso Freitas

Play Episode Listen Later Apr 17, 2025 15:18


A Argentina vive uma transformação econômica profunda. O governo de Javier Milei adotou o câmbio flutuante, em uma tentativa ousada de conter a inflação e atrair investimentos. A medida veio acompanhada de um novo acordo com o Fundo Monetário Internacional, no valor de 20 bilhões de dólares. Mas, na prática, o que muda para os argentinos? Como essa decisão afeta o poder de compra, o cotidiano das famílias, as empresas e a relação comercial com o Brasil? E qual tem sido o impacto do tarifaço de Donald Trump no país vizinho? Neste episódio, o economista André Perfeito e o repórter do Jornal da Record, Fábio Menegatti, analisam os desdobramentos dessa guinada econômica e o que vem pela frente.

SBS Portuguese - SBS em Português
Portugal a 5 semanas das eleições: estabilidade financeira mas políticos que não se entendem

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Apr 10, 2025 8:31


Onze anos depois da saída dos gestores internacionais da troika (Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Europeu) que puseram ordem nas contas de Portugal com mais martelo do que bisturi, Portugal surge, juntamente com Espanha, como país de referência na gestão pública na União Europeia. Portugal escapa à maior parte dos problemas internos resultantes da guerra na Ucrânia.

Estadão Notícias
Carlos Andreazza: "Lula afia o discurso"

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Apr 8, 2025 41:11


No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 08, Carlos Andreazza comenta sobre falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que relativizou o efeito, sobre o Brasil, das medidas do presidente dos EUA, Donald Trump, que vêm assombrando os mercados com o temor de recessão mundial e afirmou que o País continuará crescendo. “Mesmo (o presidente dos EUA, Donald) Trump falando o que ele quer falar, o País está seguro hoje porque nós temos um colchão de US$ 350 bilhões, que dá ao Brasil e ao (ministro da Fazenda) Fernando Haddad uma certa tranquilidade”, disse, nesta segunda-feira, 7, na cerimônia de anúncio de investimentos e contratações do Mercado Livre em Cajamar, na Grande São Paulo. Lula destacou ainda que, antes de assumir a presidência pela primeira vez, em 2003, o Brasil estava “quebrado” e devia ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Ele voltou a expressar o desejo de impulsionar a indústria automobilística. “Quando nós deixamos o governo em 2010, a indústria automobilística vendeu 3,6 milhões de carros. Eu voltei 15 anos depois, e a indústria automobilística estava vendendo 2 milhões de carros a menos. E agora já recuperou e queremos terminar o mandato vendendo o mesmo que vendia em 2010″, afirmou. Leia mais: https://www.estadao.com.br/economia/lula-quero-pais-classe-media-tem-gente-que-acha-queremos-comer-carne-segunda/ Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Pós-produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.

ONU News
Inteligência artificial impactará menos da metade dos empregos na América Latina

ONU News

Play Episode Listen Later Mar 29, 2025 1:49


Pesquisa do Fundo Monetário Internacional, FMI, rela que alguns países da região poderão não aproveitar os benefícios econômicos da IA por causa do grande número de atividades no setor informal.

CNN Poder
Trump dá início à sua guerra política e econômica

CNN Poder

Play Episode Listen Later Mar 5, 2025 44:02


Com tarifas anunciadas, os EUA de Donald Trump afetam aliados. Roberto Dumas, professor de Economia do Insper, Otaviano Canuto, economista e ex-diretor do Fundo Monetário Internacional, Rubens Barbosa, ex-embaixador do Brasil em Washington e Londres e Thais Herédia, analista de Economia da CNN, comentam o assunto.

Economia dia a dia
Três anos depois, como a invasão da Ucrânia pela Rússia impactou a economia dos dois países?

Economia dia a dia

Play Episode Listen Later Feb 24, 2025 4:24


Em 2022, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), a economia ucraniana caiu 28,8%, a maior descida desde 1991, (o ano em que o país se tornou independente). Já do lado da Rússia, nesse mesmo ano, o Produto Interno Bruto (PIB) encolheu 1,2%See omnystudio.com/listener for privacy information.

Economia
Economia mundial entrará em 2025 em suspenso à espera do “imprevisível” Trump

Economia

Play Episode Listen Later Dec 25, 2024 7:23


O ano de 2025 chega recheado de incertezas na economia global, pontuadas pela guinada protecionista prometida por Donald Trump nos Estados Unidos, a partir de janeiro. No Brasil, a expectativa é se o governo vai conseguir convencer os agentes econômicos sobre a solidez fiscal do país, em meio a uma disparada dos juros ao patamar mais alto em uma década. Instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a OCDE preveem que o crescimento do PIB mundial permanecerá estável, acima de 3%. O economista Renato Baumann, do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), resume o quadro para o começo do ano: com a volta de Trump, a única certeza é um conjunto de incertezas.“A questão é que ele é imprevisível. Muito provavelmente a gente vai ver, nos primeiros meses, uma proatividade de mandar imigrantes ilegais de volta para os seus países e um discurso contra o multilateralismo, mas eu não afastaria a possibilidade de uma acomodação a médio prazo”, pondera o pesquisador. “Os custos de adotar tarifas, como ele fala, são custos que não serão menores”, salienta.O futuro presidente americano promete importar menos da China, e o país asiático deve crescer menos em 2025. Pequim já planejou a sua reação e vai se voltar para dentro: o governo chinês anunciou um ambicioso plano de estímulos para aquecer o consumo, aumentar os investimentos e enfrentar a crise imobiliária crônica.Este cenário tem tudo para afetar as importações do Brasil, uma vítima colateral da retomada da provável guerra comercial entre as duas maiores potências globais. Mas também pode representar uma oportunidade para as vendas de minério de ferro, que hoje respondem por cerca de um quarto da pauta de exportações brasileiras para o país.Leia tambémOs setores na França que não veem a hora de o acordo comercial com o Mercosul sairDólar alto vai continuarReginaldo Nogueira, economista e diretor nacional do Ibmec, ressalta ainda que a volta de Trump favorece a moeda americana e a China pode buscar fortalecer o yuan em contrapartida. Resultado: a cotação do dólar não deve baixar tão cedo em relação ao real.“Teremos um período em que o dólar vai continuar forte, e os países vulneráveis, entre eles o Brasil aparece disparado em 2025, serão aqueles que vão sofrer mais”, observa. “A pressão cambial sobre o Brasil vai continuar porque nós estamos com a jugular exposta, com déficit fiscal e déficit externo, simultaneamente. Isso deixa o país como um alvo muito claro para pressões cambiais.”No cenário interno, 2025 começa com desconfiança sobre os rumos da política fiscal, depois que o governo anunciou um pacote de ajuste considerado tímido demais, ao prever R$ 70 bilhões de economias em dois anos. Nogueira vê sinais de uma economia superaquecida pelo consumo, que têm levado o país a se afastar cada vez mais da meta de inflação, de 3%.Choque de jurosPara frear esse ciclo, o Banco Central antecipou que a subida da taxa básica de juros não deve parar tão cedo. O atual índice em dezembro, de 12,25%, alça o Brasil ao país à posição de segundo maior juro real do mundo, atrás apenas da Turquia, e à frente da Rússia.“Acho que a pergunta que fica para 25 é o quão alto os juros precisarão chegar para que a gente tenha um cenário de inflação mais estável. Isso vai depender fundamentalmente da política fiscal”, afirma o diretor do Ibmec. “Se o governo seguir com um ajuste de 30 bilhões em 2025, provavelmente os juros terão que ir para perto de 15%, isso vai despencar o investimento privado e a gente vai ter uma situação, em termos de crescimento, muito mais complicada – não só em 25, mas também em 26”, antecipa.A previsão atual de crescimento brasileiro no próximo ano gira em torno de 2%, bem abaixo dos 3,3% projetados para 2024. Alguns economistas, como na Fundação Dom Cabral, avaliam que um quadro de estagflação pode estar se desenhando – ou seja, crescimento fraco, inflação elevada e desemprego em alta. Mas Renato Baumann, do Ipea, prefere olhar o futuro com mais otimismo.“Eu não sei se chega a estagflação. A expectativa é de um desempenho da economia brasileira menos brilhante, se é que esse ano foi brilhante. Mas nos últimos dois anos, sempre houve uma superação de expectativas para o lado positivo”, ressalta. “Há quem diga que isso foi inflado por um excesso de transferências de renda que não é sustentável, mas está por ver-se como vai ser. A economia brasileira é muito diversificada e sempre surpreende – para cima ou para baixo.”

ONU News
Criminalidade e instabilidade econômica custam caro à América Latina, diz FMI

ONU News

Play Episode Listen Later Dec 17, 2024 2:20


Crime rouba mais de 3% do PIB da região que concentra quase um terço de todos os homicídios globais; para Fundo Monetário Internacional, governos podem tomar medidas para romper esse ciclo.

A soma dos dias
Ep. 78 - Um ano de Milei e os cortes de juros do BCE

A soma dos dias

Play Episode Listen Later Dec 13, 2024 15:14


Neste episódio, olhamos para a Argentina. Um ano após tomar posse como Presidente, Javier Milei ainda não conseguiu o "milagre económico" para o país, continua nas mãos do Fundo Monetário Internacional, mas há mudanças a assinalar. Olhamos ainda para mais um corte das taxas de juro do Banco Central Europeu que aconteceu ontem, quinta-feira. O BCE decidiu cortar 25 pontos base para 3%. Na próxima semana há reunião da Reserva Federal norte-americana e é esperado também um corte nos juros. Com o diretor adjunto Celso Filipe e Leonor Mateus Ferreira. A edição é de Cláudia Arsénio.

Macro Review
#137 | Uma questão de US$ 100 trilhões

Macro Review

Play Episode Listen Later Nov 25, 2024 13:49


O crescimento da dívida pública brasileira está no centro das discussões econômicas por aqui. Mas fato é que esse não é um problema exclusivo do Brasil: o endividamento dos governos está muito alto mundo afora.  O alerta mais recente partiu do Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo relatório da autoridade, a dívida pública global deve passar de US$ 100 trilhões ao fim de 2024, o que equivale a 93% do PIB mundial.   Afinal, qual é o risco dessa dívida trilionária para o futuro?  Entenda também:  -Inflação maior no Reino Unido;  -Brasil: as preocupações para 2026.  No minuto 05:35, a Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura internacional no time de economia do C6 Bank, vai explicar por que a dívida alta é um grande problema para os países. 

Novus Capital
PODCAST NOVUS CAPITAL | FMI - ANNUAL MEETINGS 2024

Novus Capital

Play Episode Listen Later Oct 28, 2024 21:57


O sócio e economista-chefe da Novus Capital, Tomás Goulart, esteve em Washington DC na última semana participando do encontro anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. Gravamos um podcast especial trazendo os destaques do encontro, as principais pautas discutidas e, principalmente, as expectativas para o evento mais importante da próxima semana: a eleição presidencial americana. Confira!

Contas do Dia
O Fundo Monetário Internacional

Contas do Dia

Play Episode Listen Later Oct 28, 2024 6:24


Quais os diagnósticos feitos para a economia portuguesa? Hoje com Helena Garrido.

Semana em África
Moçambique: Daniel Chapo eleito Presidente, oposição não reconhece os resultados

Semana em África

Play Episode Listen Later Oct 25, 2024 6:50


As eleições gerais em Moçambique estão no centro da actualidade desta semana. O candidato da Frelimo, Daniel Chapo, sucede a Filipe Nyusi na presidência do país, depois de uma semana de eleições, de protestos e do homicídio de dois membros do partido Podemos.   As eleições gerais em Moçambique estão no centro da actualidade desta semana. O candidato da Frelimo, Daniel Chapo, sucede a Filipe Nyusi na presidência do país, com cerca de 70% dos votos, Venâncio Mondlane chegou em segundo lugar com cerca de 20% dos escrutínios, e em terceiro lugar ficou Ossufo Momade, da Renamo, com apenas cerca de 6% dos votos. Esta sexta-feira, Daniel Chapo, eleito presidente de Moçambique, dirigiu-se à nação. Vamos passar a ser presidente de todos os moçambicanos, incluindo aqueles que estão a manifestar.Os partidos políticos da oposição PODEMOS, RENAMO e MDM não reconhecem os resultados e Venâncio Mondlane lançou um desafio a Daniel Chapo, exigindo a publicação dos editais.  VE 2 O mandatário do candidato presidencial da Renamo, Geraldo de Carvalho, denunciou fraudes eleitorais (VE 2) e Lutero Simango, candidato do MDM, exigiu a "reposição da legalidade", ou alertou para uma "revolta eleitoral". (VE 2)A oposição denuncia fraudes eleitorais e a Missão de Observação Eleitoral da União Europeia afirmou ter constatado “irregularidades durante a contagem e alterações injustificadas” dos resultados eleitorais.O processo eleitoral ficou manchado pelo duplo homicídio de Elvino Dias, advogado do candidato Presidencial Venâncio Mondlane e Paulo Guambe, mandatário do partido Podemos. Os dois membros da oposição foram assassinados em Maputo a 18 de Outubro por pessoas cuja identidade ainda se desconhece.Venâncio Mondlane, candidato presidencial do partido Podemos acusou as Forças de Defesa e Segurança de serem responsáveis pelo duplo homicídio, e apelou a uma manifestação pacífica.Foram as forças de Defesa e Segurança de Moçambique que fizeram isto, temos provas disso, portanto, não se isentem. Está a jorrar sangue de dois jovens agora. Segunda-feira, todos jovens, todos nós vamos sair à rua, vamos nos manifestar com os nossos cartazes. Na segunda-feira, centenas de cidadãos saíram às ruas em todo o país. A capital moçambicana foi palco de confrontos entre manifestantes, que atiraram pedras e incendiaram pneus nas ruas perto da Avenida Joaquim Chissano, e a polícia que dispersou populares com recurso a gás lacrimogéneo e tiros para o ar.  O descontentamento aumentou e na terça-feira, Venâncio Mondlane em directo nas redes sociais, convocou dois dias de paralisação do país a partir de quinta-feira, dia de anúncio dos resultados das eleições gerais pela Comissão Nacional de Eleições (CNE).Vamos decretar a abertura das portas da revolução. A partir do dia 24, vamos reactivar a segunda etapa das manifestações e do roteiro revolucionário de Moçambique. No mesmo dia, a Renamo criticou a violência e a brutalidade policial sobre cidadãos indefesos, considerando que se tratou de uma verdadeira afronta à democracia.Na quarta-feira, o presidente cessante Filip Nyusi finalmente reagiu aos acontecimentos, exigindo uma investigação séria para o esclarecimento do assassínio dos dois opositores políticos.Ainda esta semana, São Tomé e Príncipe e o Fundo Monetário Internacional (FMI) chegaram a um entendimento para assinatura do acordo que possibilita a facilidade de crédito alargado. Isto, depois de o FMI ter considerado que o programa contém as reformas necessárias para restabelecer a estabilidade macroeconómica do país. Ainda no arquipélago lusófono, os médicos iniciaram na quinta-feira uma greve por tempo indeterminado, melhorias de condições de trabalho, com destaque para medicamentos e consumíveis que o Sindicato da classe médica, faltam para garantir os serviços mínimos.Em Angola, os camionistas dizem que voltaram a ser proibidos de circular na vizinha República Democrática do Congo. As autoridades desse país agora exigirem visto de imigração para os camiões angolanos entrarem em Kinshasa, à semelhança do que seria exigido aos cidadãos do antigo Zaire desde há alguns anos, quando almejam chegar a território angolano. A Associação angolana dos Transportadores de Mercadorias, apelou o governo a elaborar um documento de facilitação de entrada para os camionistas da RDC. Na Guiné Bissau, continua a incerteza à volta da realização das eleições legislativas, previstas para 24 de Novembro. A sociedade civil exige o adiamento das eleições. Os partidos políticos preferem manter o escrutínio a 24 de Novembro. Até sexta-feira, a CNE não se tinha pronunciado.

A soma dos dias
Ep. 71 - Os encontros do Banco Mundial e FMI e o dia mundial da poupança

A soma dos dias

Play Episode Listen Later Oct 25, 2024 24:46


Neste episódio destacamos os encontros anuais do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, que decorreram nos Estados Unidos. A inflação, a geopolítica – incluindo os dois conflitos militares na Ucrânia e no Médio Oriente – e as tensões comerciais entre blocos económicos estiveram em foco. Na segunda parte falamos de poupança. Como está afinal o aforro em Portugal? Qual o papel dos certificados? A 31 de outubro é assinalado o dia mundial da Poupança e o Negócios vai publicar um conjunto de trabalhos sobre o tema. Com Paulo Ribeiro Pinto e Leonor Mateus Ferreira, numa edição de Hugo Neutel.

Fora da Política Não há Salvação
Política na Veia | 91 | Rússia preside 16ª Cúpula dos BRICS

Fora da Política Não há Salvação

Play Episode Listen Later Oct 22, 2024 59:27


O primeiro encontro do Brics com novos países membros | Política na Veia No POLÍTICA NA VEIA desta semana, Sergio Lirio, Luis Nassif e Claudio Couto discutem as expectativas para a 16ª Cúpula do Brics que acontece entre esta terça, 22 de outubro, e quinta-feira, 24, em Kazan, na Rússia. Este será o primeiro encontro do bloco com os novos membros que ingressaram neste ano. Formado até então por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o Brics agora conta também com Irã, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito e Etiópia como membros plenos. 32 países e 23 líderes de Estado estarão presentes no evento – o presidente Lula, que cancelou sua viagem após sofrer um acidente no sábado, 19 de outubro, participa por videoconferência. Na pauta, está a discussão de medidas para reduzir a dependência do dólar no comércio entre os países, além de ações para fortalecer instituições financeiras alternativas ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e ao Banco Mundial, controlados principalmente por potências ocidentais O POLÍTICA NA VEIA⁠ é transmitido ao vivo toda terça-feira, sempre às 11 horas, com a participação dos jornalistas Sergio Lirio (redator-chefe de CartaCapital) e Luis Nassif (Jornal GGN), e do cientista político Cláudio Couto, do canal do YouTube e podcast Fora Da Política Não Há Salvação. Siga o Fora da Política Não Há Salvação - BlueSky: https://bsky.app/profile/claudio-couto.bsky.social - Facebook: https://www.facebook.com/foradapoliticanaohasalvacao - Instagram: https://instagram.com/fora_politica_nao_salvacao - Mastodon: https://mastodon.social/@claudio_couto - Threads: https://www.threads.net/@fora_politica_nao_salvacao Seja membro do Clube do Canal de CartaCapital e tenha acesso a benefícios exclusivos: https://bit.ly/ClubeDoCanal Inscreva-se em nossos canais! https://www.youtube.com/@ForadaPoliticaNaohaSalvacao https://www.youtube.com/cartacapital https://www.youtube.com/@TVGGN Siga CartaCapital nas redes sociais: - Facebook: http://www.facebook.com/CartaCapital - Twitter: http://www.twitter.com/cartacapital - Instagram: http://www.instagram.com/cartacapital Siga o GGN nas redes sociais -Twitter: https://twitter.com/JornalGGN -Twitter: https://twitter.com/LuisNassif -Facebook: https://facebook.com/JornalGGN -Instagram: https://instagram.com/JornalGGN Assine e apoie CartaCapital: https://bit.ly/CartaYoutube Apoie o #ForadaPolíticaNãoháSalvação: https://benfeitoria.com/ApoioForadaPoliticaNaohaSalvacao Apoie a TV GGN Catarse: http://www.catarse.me/jornalggn #Eleições #PolíticaInternacional #BRICS #Geopolítica #OrienteMédio #EleiçõesAmericanas #EstadosUnidos #Rússia #Ucrânia #Guerra

ONU News
FMI prevê crescimento econômico de Timor-Leste este ano e no próximo

ONU News

Play Episode Listen Later Oct 14, 2024 0:59


Fundo Monetário Internacional destaca aumento dos gastos públicos e forte crescimento do crédito; economia continua pouco diversificada e altamente dependente do setor público, previsões apontam para contínua queda de preços dos alimentos no país lusófono.

Semana em África
Censo vai “permitir obter uma radiografia actualizada de Angola”

Semana em África

Play Episode Listen Later Sep 20, 2024 15:09


Esta semana arrancou em Angola o censo geral da população e habitação, que vai decorrer em todo o território nacional durante 30 dias. Na Guiné-Bissau a actualidade ficou marcada pelo regresso do presidente do parlamento dissolvido, Domingos Simões Pereira, ao país e em São Tomé e Príncipe o primeiro-ministro, Patrice Trovoada, afirmou que as negociações com o Fundo Monetário Internacional estão no bom caminho, sublinhado que espera “fechar o acordo”com a instituição financeira em Outubro. Arrancou em Angola o censo geral da população e habitação, que vai decorrer em todo o território nacional durante 30 dias, com mais de 79 mil agentes recenseadores. As autoridades angolanas acreditam que o processo vai permitir obter uma radiografia actualizada do país, desde idades, sexo, tipo de habitação, trabalho e o rendimento das famílias.Ainda em Angola, a Amnistia Internacional pediu às autoridades angolanos que libertem quatro pessoas detidas em 2023 à margem dos protestos dos moto-taxistas em Luanda A organização não governamental fala em injustiça e denuncia a degradação do estado de saúde de alguns dos detidos.Na Guiné-Bissau, o presidente do parlamento dissolvido da Guiné-Bissau regressou esta semana à capital, após sete meses no estrangeiro. Em declarações aos jornalistas, Domingos Simões Pereira pediu uma clarificação sobre a apreensão de um avião com mais de 2,6 toneladas de cocaína no aeroporto de Bissau e lamentou a falta de segurança no país, que afecta todos os cidadãos.Por seu lado, a representante do escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime na Guiné-Bissau, Ana Cristina Andrade, mostrou-se satisfeita com “a forma transparente” como as autoridades do país procederam à destruição da droga apreendida no aeroporto da capital.Recorde-se que a Polícia Judiciária incinerou, numa propriedade industrial de produção de aguardente, mais de 2,6 toneladas de cocaína.  Segundo as autoridades, a droga transportada, da Venezuela, num jacto privado, foi apreendida no aeroporto internacional Osvaldo Vieira de Bissau no passado dia 7 de Setembro.Entretanto, o Presidente guineense reagiu à agressão de um jornalista da agência portuguesa de notícias Lusa, por parte da polícia em Bissau, no domingo. Umaro Sissoco Embaló disse que houve “excesso de zelo” por parte da polícia, mas notou que ninguém pode desobedecer a uma ordem dos agentes de segurança pública.Em Cabo Verde, o chefe de Estado considerou que a Cimeira do Futuro, organizada pelas Nações Unidas e na qual vai representar o país, em Nova Iorque, como uma oportunidade para estabelecer novos consensos no processo global de desenvolvimento. José Maria Neves disse ser importante que "todos os espaços geoestratégicos estejam representados no seio das Nações Unidas" e que se criem "condições para que a ONU tenha um papel mais determinante nos processos de negociação, visando a paz e estabilidade no mundo".Em São Tomé e Príncipe, o primeiro-ministro Patrice Trovoada afirmou que as negociações com o Fundo Monetário Internacional estão a ir no bom sentido, sublinhado que espera “fechar o acordo” em Outubro. Todavia, o chefe do executivo lembrou que “a vida dos são-tomenses só vai mudar” com investimentos privados.Em Moçambique, na altura em que decorre a campanha eleitoral para as sétimas eleições gerais de 9 de Outubro, várias organizações de defesa dos direitos humanos, democracia e liberdades alertam que a crescente desinformação ameaça a integridade e transparência do processo e a democracia do país.

SBS Portuguese - SBS em Português
Notícias da Austrália e do Mundo | Quarta-feira 17 de julho

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Jul 17, 2024 6:47


Embaixador da Austrália nos Estados Unidos, Kevin Rudd diz que a Austrália está preparada para um possível segundo mandato de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos; Fundo Monetário Internacional alerta que as taxas de juro em países como a Austrália poderão permanecer mais elevadas por longo período; Estado Islâmico (ISIS) reaparece e assume a responsabilidade por um ataque mortal a uma mesquita muçulmana xiita em Omã; Pelo menos 23 pessoas morreram num acidente de ônibus numa zona montanhosa do Peru; No Brasil, dos 55 incêndios no Pantanal, 31 já estão extintos e 22 controlados.

Semana em África
Situação económico-social tensa em São Tomé e Príncipe

Semana em África

Play Episode Listen Later Jun 14, 2024 11:56


Sejam bem-vindos a mais uma Semana em África. A actualidade desta semana ficou marcada por uma situação económico-social tensa em São Tomé e Príncipe. Desde logo porque o governo anunciou que o aeroporto internacional da capital vai começar a ser privatizado pela empresa turca FB Group por um período de 49 anos. O ministro das Infraestruturas, José Carvalho de Rio, considera que o projecto vai trazer uma nova dinâmica à economia nacional. Já o líder do principal partido de oposição, o MLSTP-PSD, Jorge Bom Jesus, fala em “falta de transparência” e defende existirem “dúvidas”, defendendo que a privatização do aeroporto internacional deve ser escrutinada pelos órgãos de soberania e sociedade civil.Entretanto, ainda sobre São Tomé e Príncipe, Jorge Bom Jesus, criticou a falta de acordo com o Fundo Monetário Internacional. O líder da oposição defende que o país está “em colapso económico” pela falta de acordo com este organismo, apontando o dedo à “irresponsabilidade” do executivo.Na actualidade moçambicana, a Comissão Nacional de Eleições está com um défice orçamental para custear, na íntegra, as eleições gerais marcadas para o dia 9 de Outubro, avaliadas em cerca de 300 milhões de dólares. A informação foi avançada pelo respectivo porta-voz do órgão de gestão e administração eleitoral, Paulo Cuinica.Na Guiné-Bissau, esta quinta-feira, a Justiça libertou dois dos detidos acusados de tentativa de golpe de Estado em 2022. Os advogados de defesa dos acusados continuam a exigir o cumprimento de ordens de libertação que o Juiz de Instrução Criminal emitiu, em Junho de 2022, a favor de 17 dos 50 detidos. O Tribunal Militar Regional de Bissau começou o julgamento de 25 pessoas, mas desde 4 de Junho tem vindo a suspender as sessões e ainda não se conhece uma data para a retoma dos trabalhos. Mussá Baldé tem mais pormenores.Em Angola, o Governo, associações empresariais e as Centrais Sindicais chegaram a acordo nesta quarta-feira, 12 de Junho, para o estabelecimento do salário mínimo nacional na ordem dos 100 mil kwanzas, cerca de 100 euros. Avelino Miguel tem mais pormenores.Em Cabo Verde, o Presidente José Maria Neves, convidou, esta sexta-feira, o Papa Francisco, para visitar o país, no âmbito das comemorações dos 500 anos da diocese de Santiago. José Maria Neves foi nesta sexta-feira, recebido pelo Sumo Pontífice e ambos falaram sobre mudanças climáticas, conflitos armados em África, a necessidade de se construir “uma rota para a paz” e de se criarem condições internas para se evitar que as pessoas sejam obrigadas a emigrar. Odair Santos tem mais pormenores.Em França, começou, esta sexta-feira, aqui em Paris a conferência do IDC, Internacional democrata centrista, nomeadamente a sua componente para África. Adalberto Costa Júnior é o presidente da UNITA, maior força da oposição angolana.Ainda neste evento, Patrice Trovoada, primeiro-ministro são tomense e líder da ADI, partido no poder, estima que o acordo militar firmado com a Rússia não entra em choque com a postura da IDC, no que diz respeito à condenação da invasão russa da Ucrânia.É o ponto final desta Semana em África. Obrigada por ter estado na nossa companhia. Nós, já sabe, estamos de regresso na próxima semana.

Novus Capital
PODCAST NOVUS CAPITAL | FMI - SPRING MEETINGS 2024

Novus Capital

Play Episode Listen Later Apr 23, 2024 22:28


O sócio e economista-chefe da Novus Capital, Tomás Goulart, esteve no Spring Meetings de 2024, em Washington DC, evento organizado pelo Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial. Esse é um encontro caracterizado por reunir diversos agentes econômicos e políticos relevantes, para debater temas de grande importância a nível global. Para acompanhar um resumo do que foi discutido por lá, confira o podcast que acabamos de divulgar!

Rádio PT
BOLETIM | Efeito Lula: Brasil deve ser a 8ª maior economia do mundo em 2024

Rádio PT

Play Episode Listen Later Apr 19, 2024 4:11


Com esse crescimento, o PIB brasileiro deve chegar a US$ 2,331 trilhões. O relatório publicado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) aponta que o crescimento se dá com base na consolidação fiscal e reflete as atuais políticas econômicas em vigor.  Sonoras:  Fernando Haddad (Ministro da Fazenda) [51'']  Gleisi Hoffmann (Presidenta Nacional do PT) [1'03'']

Novus Capital
NovusCast - 19 de Abril 2024

Novus Capital

Play Episode Listen Later Apr 19, 2024 16:26


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Yara Cordeiro debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠ ⁠ ⁠No cenário internacional, foram divulgados dados de varejo nos EUA mais fortes que o esperado, e revisão altista para projeção do PIB, consolidando o cenário de atividade pujante por lá. No Reino Unido, os dados de inflação trouxeram surpresa altista, mas o presidente e outros membros do banco central reafirmaram que os números estão em linha com a expectativa da entidade. Além disso, ocorreu a reunião anual do Fundo Monetário Internacional (FMI), que contou com a presença de diversas autoridades monetárias que, no geral, trouxeram tom de cautela a respeito da condução dos juros. A semana também foi marcada por elevação das tensões geopolíticas, com ataques entre Irã e Israel. ⁠ No Brasil, foi divulgado o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, que trouxe rebaixamento da meta fiscal para os próximos anos, contando com premissas macroeconômicas aparentemente otimistas e metas desafiadoras. Ainda no encontro do FMI, o presidente do BCB, Roberto Campos Neto, levantou uma série de cenários possíveis para a condução de política monetária, trazendo incerteza ao guidance da reunião anterior – o que foi corroborado por outros diretores. Entretanto, sua posterior aparição conjunta com Haddad trouxe tom mais otimista. ⁠ Nos EUA, o juro de 5 anos abriu mais 11 bps, enquanto as bolsas tiveram uma realização que não se observava há um tempo – S&P500 -3,05% e Nasdaq -5,36%. Por aqui, os juros também tiveram abertura relevante (jan/25 +30 bps), e o Ibovespa desvalorizou 0,65%. ⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠Na próxima semana será importante acompanhar dados de atividade (PMIs e PIB) e inflação (PCE) nos EUA, a reunião do Banco Central do Japão, e a divulgação do IPCA-15 por aqui. ⁠ Não deixe de conferir!⁠

O Antagonista
Cinco Minutos: Quem é o articulador político do governo Lula?

O Antagonista

Play Episode Listen Later Apr 18, 2024 6:56


O podcast Cinco Minutos desta quinta-feira, 17, comenta o acirramento do embate entre o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o Palácio.Novamente o chefe da Casa Civil, Rui Costa entrou em cena para colocar panos quentes sobre as insatisfações de Lira com Alexandre Padilha, ministro de Relações Institucionais, e o fez a pedido de Lula.Mas a pergunta que fica é: quem de fato é o articulador político do governo? Ainda neste episódio: Alexandre de Moraes comenta sobre o uso de redes sociais em visita ao Congresso e Fundo Monetário Internacional projeta alta da dívida pública do Brasil.Ser Antagonista é fiscalizar o poder. Apoie o jornalismo Vigilante: https://bit.ly/planosdeassinatura   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp.  Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.   https://whatsapp.com/channel/0029Va2S...   Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast.  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Notícia no Seu Tempo
Investimento deve crescer, mas cenário incerto persiste

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Mar 11, 2024 8:56


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo' desta segunda-feira (11/03/2024): Depois de recuar em 2023, os investimentos devem voltar a crescer neste ano no País. Segundo projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI), a taxa de investimento deve chegar a 17,6% do Produto Interno Bruto (PIB), ante os 16,5% registrados no ano passado. Na avaliação de economistas ouvidos pelo Estadão, a queda dos juros e a redução das incertezas com os rumos da política econômica favorecem a melhoria do cenário. Isso não deve ser suficiente, porém, para reverter o quadro de fragilidade estrutural do Brasil na área, que dificulta um crescimento mais robusto da economia nos próximos anos. Na média, a taxa de investimento nos países emergentes supera os 30% ao ano.  E mais: Política: Ministério da Saúde contrata empresa acusada de garimpo ilegal na Amazônia Internacional: Centro-direita vence, mas não obtém maioria para liderar em Portugal Economia: Preço em condomínios no entorno de SP tem valorização de 40% Metrópole: Recorde de casos de dengue coloca moradores da Vila Jaguara em alerta  Caderno 2: Zac Efron surpreende no drama ‘Garra de Ferro'See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Antagonista
Latitude#66 Teaser: a confusão mental sobre o G20

O Antagonista

Play Episode Listen Later Feb 24, 2024 6:52


O diplomata e professor Paulo Roberto de Almeida, colunista da revista Crusoé, é o convidado do podcast Latitude desta semana.O ministro de Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, afirmou em um discurso que o G20 deveria se envolver mais na solução dos conflitos na Ucrânia e na Faixa de Gaza. O G20, contudo, não serve para isso. De acordo com o diplomata e professor Paulo Roberto de Almeida, colunista da revista Crusoé, isso não é função do G20."Vamos lembrar claramente o que é o G20. Depois de crises econômicas e financeiras em países emergentes no final dos anos 1990, formou-se um órgão vinculado ao Fundo Monetário Internacional e ao Banco Mundial, o Fórum Global para a Estabilidade.Era um fórum formado apenas por ministros de economia, finanças e comércio exterior, além de presidentes de bancos centrais", disse Almeida em entrevista para o podcast Latitude.Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo... e muito mais. Link do canal: https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Ser Antagonista é fiscalizar o poder. Aqui você encontra os bastidores do poder e análises exclusivas. Apoie o jornalismo independente assinando O Antagonista | Crusoé: https://hubs.li/Q02b4j8C0 Não fique desatualizado, receba as principais notícias do dia em primeira mão se inscreva na nossa newsletter diária: https://bit.ly/newsletter-oa Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br

Canaltech Podcast
40% dos empregos em todo mundo podem ser afetados pela inteligência artificial

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Feb 24, 2024 15:16


O relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional destacou que cerca de 40% dos empregos em todo o mundo podem ser afetados pelo crescente uso da Inteligência Artificial. Ainda segundo o documento, em economias mais desenvolvidas, até 60% dos empregos podem ser atingidos; já em mercados emergentes e nos países de menor renda estima-se que 40% e 26% sejam impactados, respectivamente. Para falar sobre esse assunto eu recebo hoje aqui no Podcast Canaltech a Caroline Capitani, VP de Estratégia e Inovação da ilegra. Este é o Podcast Canaltech, publicado de terça a sábado, às 7h da manhã no nosso site e nos agregadores de podcast. Conheça o Porta 101. Entre nas redes sociais do Canaltech buscando por @Canaltech nelas todas. Entre em contato pelo nosso e-mail: podcast@canaltech.com.br Entre no Canaltech Ofertas. Este episódio foi roteirizado e apresentado por Gustavo Minari. O programa também contou com reportagens de Jucyber, Vinicius Moschen, Fabrício Calixto e Bruno De Blasi. Edição por Samuel Oliveira. A revisão de áudio é do Wallace Moté. A trilha sonora é uma criação de Guilherme Zomer e a capa deste programa é feita por Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícia no Seu Tempo
PIB cresceria 0,6 ponto porcentual a mais se o Brasil reduzisse crime

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Feb 5, 2024 8:46


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo' desta segunda-feira (05/02/2024): A insegurança custa caro ao País. Segundo estudo realizado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro poderia crescer 0,6 ponto porcentual a mais por ano se o nível de criminalidade recuasse para a média mundial. Em 2021, o Brasil registrou 45.562 homicídios, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o equivalente a uma taxa de 21,26 assassinatos por 100 mil habitantes, quase quatro vezes a média global, de 5,8 por 100 mil habitantes. Em São Paulo, na rua Santa Ifigênia, no centro, o número de empresas caiu de 15 mil para 2,5 mil, conforme a associação de moradores e comerciantes da região, por causa da violência. “O crime afeta a vida de milhões de pessoas e impõe grandes custos sociais”, dizem Rodrigo Valdés, diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental do FMI, e Rafael Machado Parente, economista da instituição.  E mais: Política: Centrão no governo dá pouco retorno para o Planalto no Congresso Economia: Socorro às aéreas será fechado com a Fazenda só depois do carnaval Metrópole: Estudo identifica 15 fatores de risco associados à demência precoce  Internacional: Incêndios florestais causam maior tragédia no Chile em 14 anos Esportes: São Paulo vence o Palmeiras e leva a taça See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os Sócios Podcast
Os Sócios Podcast 174 - OS PRINCIPAIS RISCOS POLÍTICOS DE 2024 (com Oliver Stuenkel)

Os Sócios Podcast

Play Episode Listen Later Jan 24, 2024 125:19


Lista de espera Viver de Renda: https://r.vocemaisrico.com/7ec2772af2 Quais são os principais riscos políticos para 2024? O ano que se inicia sinaliza vários motivos para ser marcado por fortes tensões geopolíticas com possíveis consequências significativas para a economia global. Embora o Fundo Monetário Internacional preveja um crescimento econômico mundial, os riscos políticos podem afetar essa previsão. Eleições nos EUA e forte polarização, guerra entre Israel e Hamas e possível expansão além de EUA e China, riscos de escalada da guerra entre Rússia e Ucrânia e questões climáticas apenas são alguns dos pontos de alerta que podem mudar os rumos da política e da economia ao redor do mundo. Afinal, quais são as principais consequências destes riscos? Como isso pode impactar a sua vida financeira? De que forma o Brasil poderá ser afetado? Como se proteger economicamente? Estes conflitos podem se alastrar a nível de uma guerra mundial? Para responder estas e mais perguntas, convidamos Oliver Stuenkel para o episódio 174 do podcast Os Sócios. Ele será transmitido ao vivo nesta quarta-feira (24/01), às 12h, no canal Os Sócios Podcast. Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperini Convidado: Oliver Stuenkel @oliverstuenkel

Semana em África
Moçambique à espera dos resultados das autárquicas

Semana em África

Play Episode Listen Later Oct 13, 2023 11:29


Neste programa, voltamos aos temas que marcaram a semana. Destaque para as eleições autárquicas em Moçambique e para o sorteio do CAN2024. Por outro lado, olhamos para as reacções africanas à guerra entre Israel e o Hamas. A guerra entre Israel e o Hamas preocupa África, mas poucos países se pronunciaram abertamente sobre o tema. A União Africana apelou ao fim do conflito e pediu à comunidade internacional para assumir as suas responsabilidades na paz e para garantir os direitos dos povos israelita e palestiniano.Também a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral apelou à contenção entre as partes envolvidas no conflito. O posicionamento da SADC consta de uma Declaração assinada pelo Chefe de Estado angolano, João Lourenço, na qualidade de presidente em exercício da organização regional. A SADC pediu à comunidade internacional para apoiar Israel e a Palestina com ajuda humanitária, especialmente junto das vítimas e dos deslocados internos abrigados nos centros de refugiados ou de deslocados. A organização também manifestou profunda preocupação com a perda de centenas de vidas de pessoas civis inocentes em ambos os lados. Em reacção, o embaixador israelita em Angola, Shimon Solomon, manifestou-se “profundamente desapontado” por Angola por não ter tomado directamente posição e não ter condenado o ataque do Hamas e disse que os amigos se conhecem em tempos difíceis.Quarta-feira foi dia de eleições autárquicas em Moçambique. Mais de 4,8 milhões de eleitores foram chamados a escolher 65 presidentes dos Conselhos Municipais e eleitos às Assembleias Municipais, incluindo em 12 novas autarquias, num total de 1.747 membros a eleger.Entretanto, o Secretariado Técnico da Administração Eleitoral lembrou que a Comissão Nacional de Eleições tem até 15 dias após a votação para publicar os resultados finais. Enquanto o país aguarda os resultados oficiais, Adriano Nuvunga, director do Centro para a Democracia e Direitos Humanos, sublinha que a não publicação rápida das contagens pode levantar suspeitas de fraude. A Sala da Paz, plataforma da sociedade civil moçambicana de observação eleitoral, apontou algumas irregularidades que podem manchar as eleições autárquicas de 11 de Outubro, contou à RFI Crispim Amaral, membro da plataforma.Moçambique também assinalou o dia do professor esta semana. Uma jornada de reflexão que acontece num contexto "penoso" do ponto de vista de Avatar Cuamba, presidente da Associação dos Professores Unidos de Moçambique, que se queixa dos baixos salários e espera que o governo meta mãos à obra para mudar o cenário.Na Guiné-Bissau, foi anunciada a composição do renovado Conselho de Estado, enquanto o presidente da Assembleia Nacional Popular, Domingos Simões Pereira, começou a primeira etapa do chamado "Parlamento Aberto".Angola precisa de investimento privado porque as finanças públicas estão "no limite". Quem o diz é a ministra angolana das finanças, Vera Daves de Sousa que, esta semana, participou nos Encontros do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, em Marrocos.Ainda em Angola, na quinta-feira, o grupo parlamentar da UNITA entregou uma proposta para destituição do Presidente da República. Esta sexta-feira, a Assembleia Nacional reunia os deputados membros da comissão permanente para analisar o documento. A UNITA justifica com a subversão de regras de execução orçamental, da economia de mercado e do sistema republicano, bem como por alegada prática de corrupção, peculato, tráfico de influências e nepotismo.Ainda em Angola, centenas de pessoas foram detidas e outras feridas no domingo em Saurimo, na Lunda Sul, em tumultos com a polícia durante a repressão de uma manifestação a favor da autonomia da região. Neste programa ouvimos a reportagem de Francisco Paulo.Em Cabo Verde, a saúde mental deve merecer prioridade por parte do governo e ser alargada à cobertura pela Previdência Social. A declaração foi feita, esta semana, pelo Presidente da República, José Maria Neves.No futebol, já se conhecem os grupos do Campeonato Africano das Nações que vai decorrer na Costa do Marfim, entre 13 de Janeiro e 11 de Fevereiro de 2024. A Guiné-Bissau integra o Grupo A, com a Costa do Marfim, a Nigéria e a Guiné Equatorial. Os djurtus vão disputar o jogo inaugural contra a Costa do Marfim em Abidjan. Angola está no Grupo D com a Argélia, o Burkina Faso e a Mauritânia. Cabo Verde e Moçambique estão no Grupo B com o Egipto e o Gana.

Meio Ambiente
Cúpula Africana do Clima evidencia potenciais do continente e antigas barreiras para os avanços

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Sep 6, 2023 6:18


A realização da primeira Cúpula Africana do Clima nesta semana representou um passo histórico da mobilização do continente contra as mudanças climáticas. O evento buscou um entendimento comum sobre como os países podem ter mais força para exigir o cumprimento das promessas feitas pelos países ricos nas negociações internacionais sobre o tema, mas também estimulou o papel de protagonista que a África pode desempenhar. Na fronteira entre estes dois aspectos, está a questão crucial do financiamento climático – um compromisso assumido pelas nações desenvolvidas no Acordo de Paris, em 2015, e que até hoje não se concretizou plenamente. Sem recursos, nem acesso a financiamento justo, a África não consegue tirar do papel objetivos como dar acesso à energia limpa aos 600 milhões de africanos que sequer têm luz em casa.“Os países africanos querem mudar um pouco o paradigma, exigindo um pouco mais daquilo que se refere aos próprios programas de ação dos países que fazem parte da Convenção-Quadro sobre as Mudanças Climáticas, portanto têm objetivos e compromissos”, alega Rafael Neto, secretário-geral da Rede Ambiental Maoimbe, de Angola, em entrevista à redação em português da RFI. “O objetivo central da cúpula passou necessariamente por essa discussão e por encontrar uma solução para o financiamento climático.”Potencial desperdiçadoCerca de 20 chefes de Estado africanos participaram do evento realizado em Nairóbi, no Quênia, além de lideranças mundiais convidadas, como a presidente da Comissão Europeia, Ursula Van der Leyen, ou o enviado especial dos Estados Unidos para as questões climáticas, John Kerry.O secretário-geral da ONU, António Guterres, ressaltou que o continente – brindado com sol e ventos abundantes – tem o potencial de “se tornar uma superpotência das energias renováveis”. Mas, atualmente, apenas 2% dos investimentos globais no setor ocorrem na África.Desde a assinatura do Acordo de Paris, o continente desenvolveu 56 gigawatts de capacidade instalada em renováveis, segundo a agência internacional do setor. A expectativa é multiplicar esse número por mais de cinco até o fim desta década.‘Risco África' atrasa projetosO problema é que, hoje, os custos para a instalação de parques eólicos ou solares são financiados por meio de dívidas, que rapidamente sufocam ainda mais as economias africanas. Com frequência, as taxas de empréstimo são superiores ao crescimento econômico dos países beneficiados.O “risco África”, alegado pelos países ricos e pelo sistema financeiro, inclusive o Fundo Monetário Internacional (FMI), acaba por atrasar o avanço dos países africanos rumo a um crescimento verde. Adia também o desejo dos africanos de não serem apenas vítima das consequências das mudanças do clima, mas também atores protagonistas da transição para um mundo mais sustentável.“Quase todos os países da União Europeia assinaram e ratificaram o Acordo de Paris. O compromisso está, portanto, escrito. Falta comprometimento e ação prática. Devemos sair da teoria para a prática”, insiste Rafael Neto. “É basicamente isso que os países africanos estão a exigir. Há de ser possível um dia, afinal água mole em pedra dura tanto bate até que fura”, brinca.Na Declaração de Nairóbi, divulgada nesta quarta-feira (6) no final do evento na capital queniana, os líderes africanos lembraram a dívida de US$ 100 bilhões anuais que deveriam ser disponibilizados pelos países desenvolvidos para os mais pobres a partir de 2020, para o financiamento climático. Eles também pediram à comunidade internacional para “ajudá-los a alavancar o potencial do continente, com investimentos e uma reforma do sistema financeiro internacional, (...) incluindo a reestruturação e o alívio da dívida".Especialista em adaptação climática e membro do IPCC, o painel da ONU sobre as mudanças do clima, Edmond Totin diz que o acesso aos recursos permanece muito mais difícil para a África do que para o resto dos países do mundo.  “Os países da África subsaariana têm as taxas mais elevadas de rejeição de projetos para o Fundo Verde do Clima. Além disso, mais da metade dos fundos que são obtidos são realmente disponibilizados”, afirma. “São aspectos que tornam a questão toda complexa e expõem ainda mais os países africanos. Precisamos simplificar os mecanismos de acesso ao financiamento, aumentar a disponibilidade de recursos e reduzir os prazos envolvidos”, observa o professor da Universidade Nacional de Agricultura do Benim, à RFI.  Promessas de US$ 23 bilhõesEmbora a África contribua com apenas 2 a 3% das emissões mundiais de gases de efeito estufa despejados na atmosfera, o continente é o que mais sofre com os impactos do aquecimento global, já que as infraestruturas deficientes e a pobreza elevada tornam os episódios de seca e enchentes ainda mais dramáticos.Durante os três dias de reuniões, um total de US$ 23 bilhões em investimento internacional foi prometido para a região, disse o presidente do Quênia, William Ruto. Neste valor, estão incluídos os US$ 4,5 bilhões oferecidos pela presidência da próxima Conferência do Clima das Nações Unidas, que será realizada em dezembro em Dubai (Emirados Árabes Unidos).A Cúpula Africana do Clima ocorreu a 100 dias da COP28. Até lá, os países africanos pretendem continuar as negociações com vistas a chegar à principal reunião sobre clima do ano com um posicionamento afinado, enquanto bloco, nas negociações comandadas pela ONU.O consenso não tem sido fácil num continente onde 1,4 mil milhões de pessoas vivem em 54 países política e economicamente diversos, entre os quais alguns ainda fortemente dependentes dos combustíveis fósseis.

Rádio Gaúcha
Carro pega fogo após acidente envolvendo ônibus com crianças em Porto Alegre e mais - 22/08/2023

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Aug 22, 2023 4:27


Um carro pegou fogo após acidente envolvendo ônibus que levava crianças. O ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional general Gonçalves Dias será ouvido na Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga os atos golpistas de 8 de janeiro na quinta-feira da próxima semana, dia 31 de agosto. A Polícia Civil agiu contra uma gangue envolvida em agiotagem e extorsão na Região Metropolitana, com helicópteros apoiando a operação em Cachoeirinha e Gravataí. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje, em programa na África do Sul, que o bloco dos Brics quer ter um banco maior do que o Fundo Monetário Internacional. O Hospital Geral em Caxias do Sul inaugurou seu novo prédio após nove anos de construção e investimento de mais de R$ 44 milhões. Mais notícias em gzh.com.br

Kellen Severo Podcast
239. Argentina dá exemplo do que não fazer no agro

Kellen Severo Podcast

Play Episode Listen Later Jul 29, 2023 12:57


A Argentina criou nesta semana mais uma taxa de câmbio para tentar incentivar as exportações e elevar a entrada de dólares no país. Depois do “dólar soja”, “dólar coldplay” e o “dólar Catar“, agora o governo de Alberto Fernandez criou o “dólar agro”. O pacote de medidas deve permitir que os argentinos fechem acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Nos últimos anos, o país vizinho tem dado o exemplo do que não fazer na economia e na agropecuária, como a criação de taxa e proibição de exportações e até o congelamento de preços. Veja a análise do comentarista da Jovem Pan Gustavo Segré!

DW em Português para África | Deutsche Welle
21 de Julho de 2023 – Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jul 21, 2023 19:58


Angola aposta em novas refinarias para reduzir a dependência dos combustíveis estrangeiros. Analistas em Moçambique explicam se há eficácia nos apoios do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial. No Qúenia, polícia diz que recebeu ordens para não relatar mortes em protestos.

Clube da Micha
Sydney Teixeira - Carreira Profissional no MINFIN e CMC | Clube da Micha | S02E66

Clube da Micha

Play Episode Listen Later Jul 3, 2023 62:41


Bem-vindo(a) ao podcast "Master Key Talks" apresentado por Luis Costa! Neste episódio especial, intitulado "Carreira profissional no MINFIN e CMC", temos o privilégio de receber Sydney Júlio Pereira Teixeira, Administrador Executivo da Comissão do Mercado de Capitais. Sydney, de nacionalidade angolana e com uma trajetória impressionante, compartilhará conosco sua jornada profissional e suas contribuições significativas no setor financeiro. Nomeado pelo Despacho Presidencial nº 233/22 de 28 de Setembro, Sydney é responsável pelo pelouro da Promoção na Comissão do Mercado de Capitais. Durante nossa conversa, exploraremos sua experiência como Consultor do Ministro das Finanças, Dr. Archer Mangueira, assim como suas funções anteriores como Chefe do Departamento de Estatística das Finanças Públicas e Chefe do Departamento de Estudos e Estatística. Além disso, discutiremos seus papéis como Presidente do Conselho Fiscal da TAAG - Linhas Aéreas de Angola e do Instituto Regulador dos Derivados do Petróleo. Sydney também desempenhou um papel importante nos Comitês de Investimentos dos Fundos de Abandono dos Blocos 14 e 15, bem como no Comitê de Investimentos do Fundo Soberano de Angola. Além disso, ele é co-fundador da TUPUCA, trazendo sua visão empreendedora para o setor. Com um impressionante currículo acadêmico, Sydney é Mestre em Finanças pela HULT Escola Internacional de Negócios (São Francisco) e licenciado em Finanças, com distinção, pela Universidade Estatal de Pensilvânia. Ele também possui formações em Programação Financeira, Instrumentos e Mercados Financeiros e Gestão Macroeconómica de Países Ricos em Recursos Naturais pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Prepare-se para uma conversa enriquecedora, repleta de insights e experiências valiosas, enquanto Sydney Júlio Pereira Teixeira compartilha seu conhecimento sobre sua carreira no MINFIN e CMC. Não perca este episódio inspirador do "Master Key Talks"!

Meio Ambiente
Cúpula em Paris: por que o financiamento climático não sai do papel?

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Jun 21, 2023 20:01


A presidência francesa organiza nesta quinta (22) e sexta-feira (23) uma cúpula internacional para acelerar as negociações de acesso a mecanismos a financiamento, principalmente pelos países do sul global. O encontro tem a crise climática como pano de fundo e a urgência de colocar em prática recursos bilionários para os países em desenvolvimento serem capazes de enfrentar o desafio da transição ecológica. Cerca de 100 líderes estarão presentes, entre eles o brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. O assunto azeda há anos o diálogo nas Conferências do Clima da ONU (COPs), nas quais os países definem um caminho comum a seguir para combater as mudanças climáticas. Desde 2009, pelo menos, o que não faltam são compromissos não respeitados: até hoje os US$ 100 bilhões por ano prometidos pelos países desenvolvidos a partir de 2020 não saíram totalmente do papel, embora tenham sido oficializados no Acordo de Paris, com o Fundo Verde do Clima. Esse valor – que já se mostrou subestimado – deveria ser disponibilizado ao longo de ao menos cinco anos para ajudar as nações mais vulneráveis.“Primeiro foi muito difícil de determinar de onde viria esse dinheiro. Os países mais endividados, com as economias menos avançadas e mais dependentes dos fluxos internacionais de financiamento climático, cobraram ao longo do tempo que esses recursos fossem públicos, dos contribuintes dos países ricos – enquanto estes, que têm responsabilidade maior em relação ao aquecimento global, alegavam que os recursos privados também tinham que ser contabilizados”, explica Natalie Unterstell, especialista em financiamento climático e presidente do Instituto Talanoa. Retomada da confiança entre Norte e SulO aumento da transparência é o ponto-chave para desbloquear as ajudas financeiras: os países ricos alegam não ter as garantias necessárias quanto ao destino dos recursos. Neste contexto, a confiança entre ricos e pobres se rompeu, o que tem levado a COPs cada vez mais travadas para a chegada de acordos em outros temas cruciais, a começar pela redução de emissões de gases de efeito estufa. “Na verdade, para os países ricos, é muito interessante que as nações em desenvolvimento avancem, porque se não tiver mitigação por parte de todos, nós todos vamos sofrer os efeitos. Por isso é tão importante que eles coloquem o dinheiro na mesa”, complementa Unterstell. Na tentativa de restabelecer os laços perdidos entre o Norte e o Sul, durante o evento o governo da França deve anunciar, enfim, o cumprimento da promessa dos US$ 100 bilhões neste ano. Entretanto, os cálculos atualizados elevam os valores necessários a pelo menos cinco vezes mais, podendo chegar a US$ 2,4 trilhões por ano a partir de 2050, conforme apontou um relatório encomendado pela presidência da COP do Egito, em 2022. O tema tem tudo para se transformar em uma nova ‘novela', que a Cúpula para o Novo Pacto Global de Financiamento almeja começar a desenrolar. O encontro em Paris visa reformular a estrutura financeira internacional em vigor, adotada há 60 anos com os acordos de Bretton Woods. O funcionamento e o acesso às instituições multilaterais como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial são considerados obsoletos para atenderem às necessidades de recursos para os países enfrentarem a pobreza, promoverem o desenvolvimento e, ao mesmo tempo, encararem o desafio da transição ecológica. Até hoje, a maior parte da transferência dos recursos ocorreu por meio de empréstimos, muitas vezes com taxas altas, que os países pobres têm dificuldades de honrar. A renegociação dessas dividas, à luz dos impactos que essas economias já sofrem devido às mudanças climáticas, será um ponto delicado dos debates. “O problema central a atacar é que os mais pobres pagam mais para acessar ao capital. É isso que os mais pobres querem mudar: eles acham que o sistema está quebrado”, diz a especialista. “A verdade é que uma reforma depende bastante dos países que têm assento e mais poder de mudança dessas grandes instituições, como a França e os Estados Unidos. Além disso, essas instituições multilaterais precisam promover um desenvolvimento que seja resiliente ao novo clima e compatível com a transição para baixo carbono. Muitas vezes, elas ainda estão financiando um tipo de desenvolvimento em infraestrutura, por exemplo, que não é compatível com o desafio climático”, salienta.  Papel dos bancos de desenvolvimentoA diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, o novo presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, e os presidentes de cerca de 150 bancos públicos de desenvolvimento estão entre os participantes do evento. “Nós vamos falar bastante dos compromissos já assumidos. Ninguém duvida que muitos dos chefes de Estado presentes vão perguntar: ‘afinal, onde está o dinheiro?'”, afirma o diretor-geral da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), Rémy Rioux. “Espero que consigamos nos reaproximar porque o tema da cúpula também é ir além: é abrir novas discussões de financiamento internacional, num diálogo global, estrutural. Queremos uma discussão sobre como podemos entrar em um novo pacto financeiro, incluindo todos os bancos públicos de ajuda ao desenvolvimento, e com uma arquitetura financeira mais vasta, que mobilize também mais investimentos privados”, detalhou Rioux. A ideia de criação de um imposto internacional, possivelmente sobre o transporte marítimo e com o objetivo de bancar as ações climáticas, também estará sobre a mesa. As reuniões previstas na cúpula visam a costurar propostas para os próximos encontros multilaterais, em especial do G20, na Índia, e na COP 28, nos Emirados Árabes Unidos, além das assembleias gerais do FMI e do Banco Mundial. Paris vê Brasília como um aliado de peso nessa agenda, de olho na presidência brasileira do G20, no ano que vem, e na realização da COP 30 em Belém, em 2025.

Os Economistas Podcast
A POLÍTICA ECONÔMICA DOS 100 DIAS DE LULA FUNCIONOU? (Com Fernando Ulrich) | Os Economistas 65

Os Economistas Podcast

Play Episode Listen Later Jun 2, 2023 100:08


Evento Online e Gratuito! Dos dias 19 a 22 de junho. Descubra o caminho para ser um desses investidores e prepare-se para o seu maior retorno como investidor.

Estadão Notícias
As provocações econômicas de Lula na China

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Apr 14, 2023 35:08


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva começou nesta quinta-feira (12) sua terceira visita de Estado à China. O objetivo do governo brasileiro é retomar as relações com o país asiático, que desde 2009 é o principal parceiro comercial do Brasil, mas que no governo de Jair Bolsonaro foi alvo de críticas. Em seu primeiro discurso em território asiático, o mandatário defendeu o combate à pobreza e as reformas de organismos multilaterais, como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional. Mas o presidente foi além, questionando o motivo pelo qual os países precisam do dólar para fazer seus negócios. Lula participou da posse de sua aliada, Dilma Rousseff (PT), no novo Banco de Desenvolvimento, o banco dos Brics. A petista voltou a ocupar um cargo público sete anos depois de ter sido afastada da Presidência em contexto político de perda de governabilidade do Executivo. Este é um dos temas que guiam o ‘Poder em Pauta', segmento do ‘Estadão Notícias' que analisa os principais fatos da semana. Nesta edição, os repórteres de Política do Estadão, Felipe Frazão e Pedro Venceslau, ainda analisam o pedido do Ministério Público Eleitoral de tornar Jair Bolsonaro (PL) inelegível; a convocação de militares do antigo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) para prestar esclarecimentos sobre o 8 de janeiro a Polícia Federal; e o papel de Geraldo Alckmin (PSB) à frente da Presidência enquanto Lula viaja. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Antagonista
Campos Neto: baixar juro depende de inflação seguir em queda

O Antagonista

Play Episode Listen Later Apr 13, 2023 7:31


Em encontro com investidores nesta quarta-feira (12) em Washington (EUA), Roberto Campos Neto (foto) afirmou ter visto com bons olhos o IPCA abaixo do esperado em março, mas disse que o Banco Central quer ver uma tendência de queda antes de mudar a política monetária —ou seja, antes de baixar os juros. A informação é da agência Bloomberg, que ouviu três pessoas "familiarizadas com as conversas", sob condição de anonimato. No mês passado, a inflação anual medida pelo IPCA atingiu 4,65%, menos do que o mercado estimava e dentro do intervalo da meta para 2023.  Apesar disso, o presidente do BC disse que a autoridade monetária espera as expectativas de inflação de longo prazo caírem antes de começar a baixar os juros. O evento com a participação de Campos Neto ocorreu em paralelo à reunião do Fundo Monetário Internacional na capital americana. Inscreva-se e receba a newsletter:  https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site:  https://oantagonista.uol.com.br/ https://crusoe.uol.com.br/ Acompanhe nossas redes sociais:  https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista ​https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

O Antagonista
Lula empossa Dilma no banco dos Brics com discurso velho

O Antagonista

Play Episode Listen Later Apr 13, 2023 3:39


Três semanas depois do planejado, o presidente Lula acompanhou nesta quinta-feira (13) a cerimônia de posse da ex-presidente Dilma Rousseff no comando do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), mais conhecido como banco dos Brics, em Xangai. "É um sonho dos países em desenvolvimento ter um instrumento que invista no seu desenvolvimento. Durante os 8 anos que estive na presidência, tentei criar um banco do Sul, que permitisse investimento nas coisas necessárias da nossa região sem nos submetermos às regras do Fundo Monetário Internacional", disse Lula, repetindo um desgastado discurso do passado. Segundo o petista, "quando um banco empresta a um país do terceiro mundo, se sente no direito de administrar as contas do país". "Era como se os países virassem refém daquele que emprestou o dinheiro", comparou, dizendo que o banco dos Brics será forte e emprestará dinheiro "na perspectiva de ajudar os países, e não de asfixiar os países". Lula aproveitou para criticar os grandes bancos do mundo, em especial o Credit Suisse,  que esteve próximo da quebra neste ano. "Quem é que decidiu que era o dólar a moeda depois que desapareceu o ouro como paridade? Por que não foi o iene, o real, o peso? Porque as nossas moedas eram fracas, não têm valor em outros países. Se escolheu uma moeda sem levar em conta a necessidade de transformar os países numa situação mais tranquila", divagou, criticando a necessidade de buscar dólar "para poder exportar". Brasil e China firmaram recentemente acordo para driblar o dólar em suas transações. "O banco dos Brics já atraiu quatro novos membros: Bangladesh, Egito, Emirados Árabes Unidos e Uruguai", destacou o presidente brasileiro, que teve de adiar sua viagem por causa de uma pneumonia. "Pela primeira vez, um banco de desenvolvimento de alcance global é estabelecido sem a participação de países desenvolvidos em sua fase inicial. Livre, portanto, das amarras das condicionalidades impostas pelas instituições tradicionais às economias emergentes", disse. Em seu discurso de posse, Dilma agradeceu a presença do mentor político e dos parlamentares que o acompanham na viagem à China, além de fazer menção direta a representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). "Vamos desenvolver modelos de financiamento inovadores", disse a nova presidente do NBD, prometendo financiar projetos em moedas locais, para "diminuir a exposição às variações cambiais". Ela mencionou a pretensão de fazer parcerias com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), entre outras instituições de países do Sul. Boa sorte para o banco dos Brics. Inscreva-se e receba a newsletter:  https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site:  https://oantagonista.uol.com.br/ https://crusoe.uol.com.br/ Acompanhe nossas redes sociais:  https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista ​https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

Abertura de Mercado
Em sinal de unidade, equipe econômica toma café com banqueiros na Febraban

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Jan 31, 2023 20:57


Depois de receber a visita de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central (BC), e atravessar a Avenida Paulista para encontrar empresários da indústria na Fiesp, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estará na Faria Lima nesta terça-feira (31) com os maiores banqueiros do país.E não estará sozinho. Junto dele, Simone Tebet, do Planejamento, Esther Dweck, da Gestão, Carlos Fávaro, da Agricultura, e Aloizio Mercadante, do BNDES, estarão no café da manhã na sede da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em São Paulo.Não é coincidência de agenda, é estratégia -- e uma boa estratégia, como dito por executivos do setor financeiro à âncora do CNN Money, Thais Herédia.A presença dos ministros demonstra prestígio e esforço de firmar pontes e diálogos com agentes econômicos. E logo com banqueiros, tão criticados por dirigentes petistas, a começar pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva.É a segunda vez que Haddad vai à sede da Febraban em poucos meses. Em novembro do ano passado, o ex-prefeito de São Paulo nem era confirmado como ministro ainda, mas já falava como tal, e, diante dos representantes da Febraban, se comprometeu com responsabilidade fiscal e reforma tributária.Agora, a expectativa é por uma demonstração de unidade de propósito entre os fortes da equipe econômica. Não é segredo que há divergências entre eles, o que reforça o gesto num ambiente que não esconde mau-humor com as bravatas políticas do PT.O espírito geral dos dois lados é de ouvidos abertos, colaboração e consonância sobre as prioridades do país.No episódio desta terça, o CNN Money se volta aos temas que devem ser tratados nesse encontro -- entre eles, a reforma tributária --, e as perspectivas dos mercados quanto à economia global, considerando previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) e as decisões de juros dos principais BCs do mundo.Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Crise no Reino Unido preocupa, enquanto FMI vê possibilidade de recessão global

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Oct 12, 2022 18:47


As bolsas globais têm tentado operar no azul nos últimos dias, mas o cenário continua sendo de muita cautela. O pessimismo parece ser alimentado por todos os lados, com o aumento das taxas de juros mundo afora, a escalada da guerra na Ucrânia e, principalmente, a crise no Reino Unido deflagrada por um pacote de medidas econômicas proposto por Liz Truss, a nova primeira-ministra britânica. O pacote consiste em um corte agressivo de impostos e a imposição de um teto nas contas de luz, cujo tom expansionista de aumento de gastos públicos em meio a uma crise econômica sem precedentes na Europa desagradou -- e muito -- o mercado. Os títulos de dívida pública, chamado de "gilts", e a libra despencaram em resposta, forçando o Reino Unido a colocar a medida sob revisão.  Na última terça-feira (11), o presidente do Banco da Inglaterra (o banco central britânico), Andrew Bailey, porém, sinalizou que não iria mais estender a compra de títulos em curso, proposta para estancar as quedas. A libra despencou às mínimas em duas semanas em resposta, e, embora esteja se recuperando na manhã desta quarta, ainda é um termômetro do desequilíbrio no Reino Unido. A cereja do bolo foi a divulgação do PIB britânico do mês de agosto, que apresentou queda de 0,3%. A expectativa era de crescimento perto de zero.  O resfriamento da economia do Reino Unido não vem isolado: o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu a previsão de crescimento do PIB global para o ano que vem, de 2,9% a 2,7%, citando efeitos da guerra na Ucrânia, aumento das taxas de juros e até crise imobiliária na China. Os choques, na visão do órgão financeiro, podem levar o mundo a uma recessão e a uma forte instabilidade no mercado financeiro.  Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Durma com essa
O silêncio dos militares sobre a auditoria nas urnas

Durma com essa

Play Episode Listen Later Oct 11, 2022 18:05


O TCU (Tribunal de Contas da União) deu ao Ministério da Defesa 15 dias para a divulgação do relatório da auditoria das urnas eletrônicas, realizadas pelas Forças Armadas no primeiro turno das eleições de 2022, no dia 2 de outubro. De acordo com o jornal O Globo, o presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro barrou a divulgação do documento porque não foram encontradas irregularidades, o que não corrobora com seu discurso de fraude nas eleições. O Durma com essa desta terça-feira (11) explica como foi realizada a auditoria militar e fala da próxima relação de Bolsonaro com as Forças Armadas. O episódio tem também o redator Marcelo Roubicek falando sobre o novo relatório do Fundo Monetário Internacional a respeito da economia global e a educadora e documentarista Renata Meirelles falando sobre a importância do ato de brincar.

Abertura de Mercado
FMI faz alertas para recessão e estima perda global em US$ 4 trilhões até 2026

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Oct 11, 2022 22:29


Kristalina Georgieva, diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), avisou que todos os gatos subiram no telhado no cenário internacional. Em discursos recentes da dirigente búlgara, é praticamente dado como certo que o mundo deverá enfrentar um período de recessão em breve. A incerteza, agora, recai sobe a intensidade que irá atingir os países desenvolvidos, que não só são o esteio da economia mundial, como também o motor do crescimento. Quando enfrentam uma forte desaceleração na atividade econômica, como é o caso de agora, o mundo inteiro padece junto deles -- embora o impacto difira de região para região. Também por isso, o momento é de uma sincronicidade inédita da crise econômica que começou na pandemia e tem sido levada ao limite com os efeitos da Guerra na Ucrânia. O FMI projeta uma perda de US$ 4 trilhões até 2026 em função dessa forte desaceleração, o equivalente a mais de dois PIBs anuais do Brasil, hoje perto em US$ 1,7 trilhão. Falando em Brasil, é muito provável que não saiamos ilesos da crise, apesar de haver a leitura de que, como começamos a subir os juros mais cedo, também sairemos dessa mais cedo. No episódio desta terça-feira (11), o CNN Money traz um estudo da Tendências Consultorias, divulgado com antecedência à equipe da CNN, sobre os cenários possíveis da economia internacional e do crescimento do PIB brasileiro, além do que esperar da agenda de hoje, como a divulgação do IPCA de setembro e as participações do ministro Paulo Guedes nos eventos do FMI. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Dados de atividade global fazem otimismo sair de cena; FMI alerta para recessão

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Sep 16, 2022 20:45


O mercado financeiro sempre funcionou como uma espécie de termômetro da economia, em tentativa de antecipar o que está por vir. A alta volatilidade das bolsas, presente já há algum tempo no noticiário, pode causar a pergunta: o termômetro quebrou ou é o mercado que está lendo errado a temperatura? Os dados de atividade norte-americanos, chineses e europeus colocam uma terceira hipótese à mesa: talvez o termômetro estivesse funcionando, e a leitura, correta, mas investidores decidiram apostar contra ele.  Na quinta-feira (15), tanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) quanto o Banco Mundial emitiram alertas sobre essa postura de quem nada contra a maré. O pessimismo voltou de vez, conforme as autoridades concordaram que os riscos de queda da economia global continuam a dominar as perspectivas e que alguns países perigam entrar em recessão em 2023. O episódio desta sexta trata das expectativas para as decisões dos Bancos Centrais e o que o futuro reserva para a economia global. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.