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Previsão indica fenômeno moderado a forte a partir do inverno, com aumento de chuvas no Sul e estiagens e ondas de calor mais intensas no interior do país; pico do El Niño é esperado entre novembro e janeiro, aponta a NOAA. Conab eleva a safra 2025/26 de soja do Brasil e mantém perspectiva de recorde de grãos; produção da oleaginosa é estimada em 178 milhões de toneladas, principal commodity agrícola do país. No MS, a redução das pastagens degradadas é impulsionada por tecnologia, políticas públicas e expansão de sistemas produtivos sustentáveis. Ciência que transforma o agro: mulheres ganham protagonismo no campo da inovação.
AcriPará confirma redução na oferta , mas garante que ainda tem bezerros para serem negociados
Eldorado” é o novo trabalho do autor brasileiro de banda desenhada Marcello Quintanilha, lançado em Janeiro pela editora belga Le Lombard. Através da história de dois irmãos, a BD esboça um retrato social do Brasil, dos anos 50 aos anos 70, ritmado pela paixão do futebol, pela música, pelas desigualdades sociais, pela criminalidade e por uma política autoritária. Poderá o sonho da bola sobreviver à dureza do terreno fora das quatro linhas ou estará destinado a ficar fora de jogo num Brasil sem ilusões? “Eldorado” cruza o destino de dois irmãos, Hélcio e Luís Alberto: um sonha com uma carreira de futebol profissional e o outro é apanhado nas malhas da delinquência. Através deles, é a própria história do Brasil, dos anos 50 aos anos 70, que acompanhamos. A música é omnipresente, numa banda desenhada marcada pelo movimento, planos cinematográficos, um espectro de cores nostálgicas e uma palete de emoções que pinta a complexidade das personagens. “Esse livro recupera o mito do filho pródigo inserido no contexto da classe trabalhadora brasileira da metade do século XX e é uma história de erros, é uma história de afrontar os erros, é uma história de repensar os erros e de tentar solucionar tudo aquilo que dissemos, tudo aquilo que fizemos e que não pode mais ser refeito a não ser ser compreendido e ser um ponto de partida para um novo futuro”, conta Marcello Quintanilha à RFI. “Eldorado” começa com uma introdução sobre a história do Brasil, a preto e branco, inspirada nas gravuras dos folhetos de cordel do nordeste do país. Aí se conta como o futebol, introduzido no país como um desporto de ricos, foi tomado pelas classes populares e se tornou numa revolução silenciosa com uma “faceta jovem, igualitária, impetuosa e transgressiva”. Aí também se conta como, ao longo do século XX, a criminalidade se alimentou da ausência de políticas públicas de inclusão e das desigualdades económicas e sociais e como o contexto político e histórico agravou essas mesmas desigualdades e mergulhou o país numa crise que continua a ameaçar a democracia brasileira até hoje. Nesta obra descrita como um policial neo-realista, as personagens de Hélcio e Luís Alberto vão incarnar a complexidade desse Brasil, entre os anos 50 e 70, na cidade de Caxias, na região do Rio de Janeiro. Esta é também uma história que se inspira no pai de Marcello Quintanilha, um antigo jogador profissional que teve de parar de jogar muito jovem, o que levou a que o tema do futebol fosse, durante muito tempo, um tabu na família. “Metade do livro é baseada na história real dele e a outra metade do livro é uma história ficcional, policial, que serve como espelho entre as duas vertentes: a real e a ficcional”, explica o autor. A influência do pai e a personagem de Hélcio já apareciam noutro trabalho de Marcello Quintanilha, "Luzes de Niterói" (2018). O lado humano das personagens é uma linha de força da obra do autor, em que o passar do tempo, a arquitectura e o próprio Brasil são também personagens. “Eu acho que os meus livros tratam de coisas que eu considero muito humanas. Acho que é, por isso, que o meu trabalho vem despertando tanto interesse fora do Brasil, porque eu trato dos personagens de uma maneira muito humana e a condição humana é algo compartilhado universalmente. Então, Eldorado insere-se no mesmo contexto, na mesma concepção de personagens, na mesma concepção do mundo”, acrescenta. Uma concepção do mundo que tem conquistado o mercado editorial de banda desenhada na Europa, nomeadamente o Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême, em França. Aí venceu, em 2022, o prémio de melhor álbum, Fauve d'Or, com “Escuta, formosa Márcia” e também ganhou, em 2016, na categoria de melhor história policial com “Tungsténio”, uma BD que também foi adaptada a filme. Nascido em Niterói, no Brasil, em 1971, Marcello Quintanilha passou de autodidacta a um dos maiores autores da BD brasileira contemporânea. Começou a trabalhar para uma editora aos 16 anos e publicou em 1999 a sua primeira novela gráfica, "Fealdade de Fabiano Gorila", que já se inspirava na vida do pai. Instalou-se em Barcelona há 23 anos, graças à série "Sept balles pour Oxford", da editora Le Lombard, com argumento do argentino Jorge Zentner e do espanhol Montecarlo, e fez ilustração para jornais espanhóis como El País e La Vanguardia. Desde então, não parou de desenhar, escrever e publicar. Editou "Salvador" (2005), "Sábado dos meus amores" (2009), "Almas públicas" (2011), "O ateneu" (2012), "Tungsténio" (2014), "Talco de vidro" (2015), "Hinário nacional" (2016), "Luzes de Niterói" (2018), "Escuta, formosa Márcia" (2021) e, agora, “Eldorado”. Em 2020, Marcello Quintanilha estreou-se na ficção com "Desereama".
Subiu a bola para mais um Cultura Pop. Abrimos o episódio com aspas do técnico Mitch Johnson e o diagnóstico do que o Spurs precisa ajustar na segunda metade da temporada: consistência, defesa, volta do intervalo e fechamento de quartos. Também debatemos o lado “positivo” citado por ele: o espírito competitivo e os novos papéis dentro do elenco, sem sinais de vestiário tóxico. Na sequência, o foco foi Carter Bryant, que finalmente ensaia um despertar com mais minutos e impacto defensivo, e já mira ser “o segundo melhor defensor do mundo” (atrás só do Wemby). E pra fechar, exaltamos Victor Wembanyama como titular do Oeste no All-Star Game e discutimos se a escolha foi justa - e se dá pra sonhar com mais algum Spur entre os reservas. É isso, vem com a gente! Índice do episódio:Agora você tem o índice do episódio gerado automaticamente pelo Spotify. Cultura Pop nas redes sociais:twitter.com/culturapoppodtwitch.tv/culturapoppodinstagram.com/culturapoppodyoutube.com/@CulturaPopPod tiktok.com/@culturapoppod
Benfica-Estrela "foi um dos jogos com menos tempo útil da época". Pedro Henriques fala de um "problema cultural" e diz que os árbitros "têm parte da responsabilidade". Nota 6 para David Silva.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, o Cyrille Aloísio e o Gonçalo Ferreira juntaram-se para mais um episódio de NBA.Falou-se da jornada da Liga Betclic Feminina, bem como dos prémios individuais da NBA com a temporada a meio e da terrível lesão de Jimmy Butler e o impacto que a mesma terá na equipa dos Warriors.
Está previsto decorrer na Guiné-Bissau um projecto clínico que está a suscitar polémica e a levantar muitas questões. Trata-se de um estudo, financiado por fundos americanos - 1,600 milhões de dólares pagos pelo Centro de Controlo das Doenças americano (CDC) - sobre os efeitos não específicos da vacina contra a Hepatite B. Em entrevista à RFI, a antiga ministra da Saúde da Guiné-Bissau, Magda Robalo, manifesta sérias reservas em relação ao estudo, alerta para fragilidades éticas, científicas e comunicacionais. O estudo, liderado pelo Projecto de Saúde de Bandim, pretende acompanhar 14.000 recém-nascidos ao longo de cinco anos, comparando dois grupos: um que recebe a vacina contra a Hepatite B nas primeiras 24 horas de vida e outro que segue a prática actual do país, recebendo a vacina apenas a partir das seis semanas de idade. E assim estudar os efeitos associados à vacinação contra a Hepatite B em função da data de administração da vacina. As recomendações da Organização Mundial da Saúde são claras: a vacina contra a Hepatite B é segura, sem efeitos adversos, e é mais eficaz quando administrada à nascença, sobretudo num país como a Guiné-Bissau, onde a prevalência da Hepatite B é elevada (18% da população está infectada). Actualmente, a Guiné-Bissau não administra a vacina contra a Hepatite B à nascença. No entanto, o Governo decidiu adoptar a vacinação universal de recém-nascidos a partir de 2028, em linha com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo os investigadores do Projecto de Saúde de Bandim, esta transição cria uma “janela de oportunidade” para comparar a política actual com a futura política já decidida, mas ainda não implementada. Durante o ensaio, todas as crianças recebem a vacina contra a Hepatite B às 6, 10 e 14 semanas, respeitando o plano nacional de vacinação. Metade, 7.000 recém-nascidos, vão receber uma dose adicional nas primeiras 24h de vida. Para alguns elementos da comunidade médica internacional, o interesse deste ensaio clínico é mais político do que sanitário, como demonstra o financiamento americano de 1,6 milhões de dólares, numa altura em que o secretário norte-americano da Saúde, Robert Kennedy, é conhecido pelas suas posições antivacinação. O Centro Africano de Controlo das Doenças anunciou, na semana passada, o cancelamento do ensaio clínico com base nas questões éticas. Todavia, a equipa que se encontra a liderar a investigação, contactada pela RFI, desmente o cancelamento ou a suspensão. Em entrevista à RFI, a antiga ministra da Saúde da Guiné-Bissau, Magda Robalo, manifesta sérias reservas em relação ao estudo proposto pelo Projecto de Saúde de Bandim, alertando para fragilidades éticas, científicas e comunicacionais que podem ter consequências negativas duradouras na confiança da população nas vacinas. Segundo a ex-governante, o Comité de Ética da Guiné Bissau terá analisado o protocolo “com a maior das boas vontades”, mas condicionado por uma relação histórica de proximidade com o Projecto de Saúde de Bandim, que actua no país há cerca de 45 anos. Essa proximidade poderá, na sua opinião, ter limitado uma avaliação mais crítica e abrangente do impacto do estudo. Para Magda Robalo, faltou ao Comité de Ética uma análise da “dimensão externa” do protocolo, nomeadamente do seu alcance internacional e da real necessidade científica de testar uma vacina amplamente utilizada. “Estamos a falar de uma vacina contra a Hepatite B que é utilizada há 40 anos e que não precisa de ser testada nos recém-nascidos da Guiné-Bissau”, afirma. A antiga ministra acrescenta que a eficácia da vacina administrada à nascença está solidamente comprovada e é recomendada pela Organização Mundial de Saúde. Num país onde se estima que 18% da população esteja infectada com Hepatite B e onde cerca de 11% das crianças já estejam infectadas aos 18 meses, Magda Robalo considera que o estudo pode ter um efeito contraproducente. “O grande efeito nefasto deste estudo é exactamente criar na mente das populações, nomeadamente das mães, a desconfiança relativamente a esta vacina.” A ex-ministra relata que já ouviu no terreno perguntas que revelam esse receio: “Mas porque é que nós vamos introduzir uma vacina que nunca foi testada na Guiné-Bissau?”. A resposta é clara: “Várias vacinas, se não todas, que estão a ser administradas na Guiné-Bissau, nunca foram testadas particularmente na Guiné-Bissau. Não precisam de ser testadas na Guiné-Bissau, porque foram testadas em vários outros países e em populações muito maiores.” Magda Robalo insiste que as recomendações da OMS resultam sempre de estudos alargados e da avaliação de múltiplos peritos, antes de serem integradas nas políticas de saúde pública. Ainda assim, alerta para o perigo de as mães se sentirem usadas como “cobaias”, o que pode levar à rejeição da vacina. “É o risco que nós corremos, que as mães pensem que não se deve dar esta vacina às crianças”, afirma. Outra questão que se levanta prende-se com o processo de consentimento informado, num contexto de fraca literacia em saúde. “Na Guiné-Bissau, o consentimento informado é problemático”, garante Magda Robalo, lembrando que 14 mil mães teriam de ser esclarecidas no âmbito do estudo. Na sua opinião, é pouco provável que a maioria compreenda plenamente as diferenças entre os grupos e as implicações da decisão. “Posso arriscar a dizer que a maior parte das mães não irá perceber exactamente o que é que se passa”, esclarece. Em resposta escrita à RFI, Isaquel da Silva e Frederik Schaltz-Buchholzer, investigadores responsáveis pelo estudo no Projecto de Saúde de Bandim, salientam que o ensaio “não retira vacinas dos participantes, pelo contrário, metade dos participantes receberá uma vacina que, de outra forma, não teria recebido”. Explicam que se trata de “um ensaio clínico para avaliar os efeitos não específicos das vacinas administradas no período neonatal. (...) O estudo não questiona a eficácia da vacina contra Hepatite B na prevenção da doença. A lacuna científica está nos efeitos não específicos das vacinas - impactos sobre mortalidade geral, resistência a outras infecções e saúde global da criança. Há evidências de que o momento da vacinação pode influenciar esses efeitos, mas faltam dados robustos em contextos africanos.” Os investigadores acrescentam que “o ensaio resultará num maior número de recém-nascidos vacinados (e protegidos) contra a Hepatite B” e ressalvam que “o estudo segue protocolos éticos e científicos, foi aprovado pelo Comissão de Ética na Saúde de Guiné-Bissau, e vai responder perguntas importantes antes da implementação universal”. Questionados sobre as críticas éticas levantadas por alguns especialistas, explicam que essas críticas estão baseadas “mal-entendidos e em informação incompleta.” Apesar do Centro Africano de Controlo das Doenças ter anunciado o cancelamento do ensaio clínico, a equipa do Projecto de Saúde de Bandim desmente o cancelamento ou suspensão e reitera que os preparativos continuam e que será feito um anúncio aquando do arranque do projecto.
No 3 em 1 desta sexta-feira (26), o destaque foi a derrota significativa imposta pelo Congresso Nacional ao Palácio do Planalto, com a derrubada de cerca de 50% dos vetos presidenciais assinados por Lula (PT-SP) ao longo dos últimos anos. O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, foi preso na madrugada desta sexta-feira (26), no Aeroporto Internacional de Assunção, no Paraguai. Condenado recentemente pelo STF a 24 anos e 6 meses de prisão por participação na trama golpista, Vasques rompeu a tornozeleira eletrônica em Santa Catarina e tentava embarcar para El Salvador utilizando um passaporte paraguaio falso. O quadro de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) inspira novos cuidados após a cirurgia para correção de uma hérnia inguinal bilateral. Boletins médicos indicam que a equipe avalia a necessidade de um novo procedimento cirúrgico, problema recorrente desde o atentado sofrido em 2018. Um levantamento detalhado revelou que a Câmara dos Deputados desembolsou ao menos R$ 280 milhões para custear o aluguel de veículos, embarcações e aeronaves utilizados por parlamentares. Pesquisa do Paraná Pesquisas acendeu o alerta na oposição ao mostrar o presidente Lula (PT-SP) na liderança em todos os cenários da corrida presidencial. O petista mantém vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL-RJ), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP). A partir de 1º de janeiro de 2026, entra em vigor a nova tabela do Imposto de Renda, uma das principais promessas de campanha do presidente Lula. No cenário internacional, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou que se reunirá com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicanos), neste domingo (28), na Flórida, para tentar avançar em um acordo de paz com a Rússia. Ainda nos EUA, o governo Trump escalou a tensão com a Europa ao proibir a entrada de cinco figuras importantes no país. A Casa Branca afirma que os sancionados integram um suposto “complexo industrial de censura” que persegue empresas de tecnologia americanas e restringe a liberdade de expressão. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
"A despesa sempre se expande até ocupar toda a renda disponível." — Cyril N. Parkinson.Você já notou que, toda vez que você ganha um aumento, o dinheiro "some" em três meses? Isso não é coincidência, é uma lei econômica. E é ela que está impedindo você de chegar aos seus primeiros R$ 100 mil.Neste episódio decisivo, eu vou te ensinar a hackear a Lei de Parkinson.Você vai descobrir que a verdadeira riqueza não vem do quanto você ganha, mas do "Gap de Aceleração" que você cria entre sua renda e seu custo de vida. Vou te entregar as estratégias exatas para blindar seu dinheiro novo contra você mesmo, seja você um assalariado ou um profissional liberal.Se você quer parar de ser um "tubo de dinheiro" e começar a construir um império, este é o protocolo.------------------------
Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Eles chegaram aos Estados Unidos buscando segurança, estabilidade e o velho ideal do sonho americano. Mas, sob o endurecimento das operações migratórias do governo Donald Trump, muitos brasileiros agora fazem o caminho inverso: estão refazendo as malas, desfazendo planos e retornando ao Brasil antes da hora, movidos principalmente pelo medo de serem presos ou deportados. Luciana Rosa, correspondente da RFI de Nova York Medo, aumento do custo de vida e saudade dos que ficaram no Brasil. A história de Silvia Santos ajuda a ilustrar como fatores econômicos, familiares e emocionais têm pesado nas decisões de brasileiros que deixam os Estados Unidos. Moradora de Sarasota, na Flórida, ela embarca definitivamente no dia 10 de dezembro, levando consigo a filha de 9 anos. O destino é São Luís, no Maranhão, onde a mãe está gravemente doente e já perdeu movimentos, visão e parte da fala. O marido ficará nos EUA, trabalhando na área de logística, enquanto aguarda a aprovação do visto, um processo que se arrasta há meses. Silvia trabalhava fazendo entregas de comida nos horários de almoço e jantar, enquanto cuidava da casa, da filha pequena e mantinha uma filha adulta no Brasil, que depende da ajuda financeira da família. O orçamento, segundo ela, nunca fechou. “A gente vive para pagar conta. Não sobra”, diz. “E eu tenho a casa, as crianças, tudo nas minhas costas. Não tem comunidade aqui, não tem rede de apoio.” O medo das operações migratórias, no entanto, foi o que acelerou a decisão de voltar. Mesmo com número de Social Security e permissão de trabalho (work permit), Silvia conta que a insegurança só cresceu. “A gente já viu gente sendo deportada mesmo com processo em andamento. Eu não me vejo tão segura, sabe? Nesse momento, eu não ficaria ilegal aqui. Eu acredito que não vale a pena.” O temor maior é o de ser separada da filha em uma eventual abordagem. Ela cita casos recentes entre brasileiros na região. “A gente viu várias histórias de gente que já foi separada. Teve o caso de uma brasileira que foi presa e a filha não achava a mãe. Foi parar em outro lugar.” Para Silvia, o risco simplesmente “não vale a vida inteira”. A saúde da mãe, no Brasil, adicionou urgência ao plano. “Foi um conjunto de coisas. A doença da minha mãe, a família, tudo interferiu. Eu, hoje, não viria pra cá pra ficar na ilegalidade. Jamais”, reitera. Mesmo assim, Silvia diz compreender que os Estados Unidos precisam controlar suas fronteiras. “Eu concordo que tem que ter um controle, tem que ter critério”, afirma. “Mas a gente sabe que quem movimenta a economia é o imigrante: na construção, na limpeza, no delivery. E hoje até em áreas intelectuais. O meu marido é uma força intelectual que os Estados Unidos precisam.” Ela conta que tem visto, em Sarasota, sinais de deterioração social que antes não associava ao país. “Eu tenho percebido muito mais mendigo na rua. Muito mais do que quando cheguei”, observa. A decisão de voltar, diz Silvia, é também um gesto de proteção emocional. “Minha filha não tem infância aqui”, afirma. “A gente trabalha tanto que não vive. E eu quero que ela viva”, desabafa. ‘Eu saio de casa com medo' Geovanne Danioti desembarcou nos Estados Unidos em 2022. Ele vive com a esposa, que é brasileira com residência permanente, e os dois filhos pequenos no interior do estado de Nova York. No dia 1º de dezembro, a família embarca de volta para o Brasil. Com o visto expirado, Danioti relata viver sob tensão constante. “Eu saio de casa com medo. Vou só do trabalho para casa. Aqui onde eu moro você só vê carro do ICE. Todo dia prendem cinco ou seis pessoas”, conta. Ele diz ter sido parado várias vezes pela polícia por infrações de trânsito. O estopim foi o caso de um amigo que trabalhava no mesmo hotel e acabou deportado durante uma audiência por uma infração de trânsito, mesmo estando legalmente no país. O temor de ser detido e a possibilidade de perder a guarda dos filhos, ambos cidadãos americanos, fez a família decidir deixar o sonho americano para mais tarde. “A gente não quer que nossos filhos passem por isso. Vamos resolver tudo no Brasil e, quando estiver legal, voltamos no ano que vem. Começo de 2027 no máximo”, explica. Quando o sonho americano se desfaz Para além dos relatos individuais, pesquisas recentes ajudam a dimensionar o medo que tem levado muitos imigrantes, inclusive brasileiros, a reconsiderar a permanência nos Estados Unidos. Um levantamento nacional realizado pela KFF (Kaiser Family Foundation) em parceria com o The New York Times, e divulgado em novembro, mostra que o receio de ações migratórias deixou de ser pontual e passou a fazer parte do cotidiano. Segundo a pesquisa, um em cada cinco imigrantes afirma conhecer alguém que foi preso, detido ou deportado desde janeiro. O estudo também revela que quatro em cada dez dizem temer que eles próprios ou um familiar possam se tornar alvo de uma operação do ICE. O levantamento destaca ainda que imigrantes de diferentes perfis, incluindo cidadãos naturalizados e pessoas com visto válido, relatam se sentir menos seguros e passaram a evitar atividades fora de casa, algo que antes não fazia parte da rotina dessas comunidades. Ao mesmo tempo, a pesquisa mostra a força persistente do mito do sonho americano: cerca de 70% dos entrevistados disseram que, se pudessem voltar no tempo, fariam novamente a escolha de migrar para os Estados Unidos, apesar do clima atual. Entre brasileiros, os dados oficiais ainda são parciais, mas seguem na mesma direção. O Itamaraty registrou cinco repatriações em 2024, e o número de 2025 está em processamento. No cenário geral da imigração, o Departamento de Segurança Interna dos EUA estima que cerca de 1,6 milhão de pessoas solicitaram autodeportação ao longo deste ano, um mecanismo usado principalmente por quem teme uma detenção antes de conseguir regularizar sua situação. Apesar disso, nem todos que vivem sob risco decidem voltar ao país de origem. Uma reportagem recente da emissora pública npr.org mostra que muitos imigrantes em situação irregular estão optando por migrar internamente, mudando-se para estados onde a atuação do ICE é menos intensa. Trata-se de uma estratégia para ganhar tempo, manter o emprego e proteger os filhos nascidos nos EUA, ao menos, até que a próxima batida do ICE seja anunciada.
Um total de 44% de mulheres e meninas estão desamparadas no uso da internet; em 2025, 117 países relataram esforços para combater a violência digital; campanha da ONU Mulheres exige um mundo onde a tecnologia seja uma força para a igualdade.
Enquanto mais de 1 milhão de investidores que compraram títulos do Banco Master serão ressarcidos por recursos do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), os aportes feitos por entidades de Previdência de Estados e municípios estão expostos à liquidação do banco e correm risco de perdas. Segundo dados do Ministério da Previdência, 17 fundos de pensão de servidores públicos fizeram investimentos que somam quase R$ 2 bilhões em papéis do banco. "A proporção do caso é gigantesca e este já é considerado um dos maiores escândalos financeiros da história do Brasil. Mais da metade de todo fundo de ressarcimento está comprometido com uma única liquidação extrajudicial, que é do Master. E tem grandes conexões. Como o presidente Daniel Vorcaro, um cidadão que saiu do nada e, aos 42 anos, é milionário? É um enriquecimento estratosférico em pouco tempo. Isso envolve corrupção, leniência de quem deveria estar cuidando das movimentações e há suspeita da PF de investimentos ligados ao PCC no banco. Deixa as vísceras do sistema expostas", afirma Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 1980, as crianças representavam 23,6% da população paulista. Hoje, são cerca de 11,5%, com 5 milhões de crianças no Estado
Enquanto mais de 1 milhão de investidores que compraram títulos do Banco Master serão ressarcidos por recursos do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), os aportes feitos por entidades de Previdência de Estados e municípios estão expostos à liquidação do banco e correm risco de perdas. Segundo dados do Ministério da Previdência, 17 fundos de pensão de servidores públicos fizeram investimentos que somam quase R$ 2 bilhões em papéis do banco. "A proporção do caso é gigantesca e este já é considerado um dos maiores escândalos financeiros da história do Brasil. Mais da metade de todo fundo de ressarcimento está comprometido com uma única liquidação extrajudicial, que é do Master. E tem grandes conexões. Como o presidente Daniel Vorcaro, um cidadão que saiu do nada e, aos 42 anos, é milionário? É um enriquecimento estratosférico em pouco tempo. Isso envolve corrupção, leniência de quem deveria estar cuidando das movimentações e há suspeita da PF de investimentos ligados ao PCC no banco. Deixa as vísceras do sistema expostas", afirma Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Presença de facções cresce e chega a quase metade das cidades da Amazônia Legal, diz Fórum; VEJA MAPA. Gabarito do 2º dia de Enem 2025 é divulgado; veja as questões anuladas. Operação Contenção contra o Comando Vermelho deixa 2 mortos e 2 baleados na Vila Kennedy. Caminhão derruba passarela e motorista de carro morre esmagado na BR-116, em Guapimirim. Concurso do IBGE com mais de 9 mil vagas tem edital publicado; veja detalhes.
Metade das áreas garantem boa janela para o milho, 20% com risco e 30% totalmente fora
Angola assinalou esta terça-feira, 11 de Novembro, 50 anos da independência, o músico que deu voz à liberdade reflete sobre a esperança, a desilusão e o papel da música na construção de um país ainda por cumprir. Há meio século, a 11 de Novembro de 1975, Angola respirava o primeiro sopro de liberdade. Bonga, então exilado em Paris, recorda o dia com a nitidez de uma cicatriz. “Foi com a lágrima no canto do olho, muita emoção, abraços fraternos... e sobretudo o pensamento de qual seria o futuro da nossa terra, da nossa gente.” O futuro, diz agora, “foi aquilo que a gente menos esperou e menos queria. Uma turbulência tremenda, com a conivência de vários estrangeiros, que se imiscuíram nos assuntos internos de Angola. Sofremos bastante e continuamos a sofrer.” Aos 83 anos, Bonga mantém a voz firme, carregada de um lirismo rouco que continua a chamar o país à responsabilidade. “Tenho consciência de ser uma voz activa, hoje mais do que nunca, porque as coisas tendem a piorar em detrimento daquele grande povo.” Metade século depois, o músico que deu ritmo à luta pela independência e melodia à resistência não vê razões para festa. “Não temos motivo para comemorar”, afirma. A palavra “independência” soa-lhe agridoce, como um semba de compasso fragmentado. “Foi uma independência meio atribulada, mas foi um sinal de que tínhamos de tomar as rédeas da nossa própria terra.” Só que, logo depois, vieram “as ideologias importadas”, as divisões e a violência entre irmãos. “O 27 de maio de 77 é o inferno na terra. Nem sabemos quantas foram as vítimas. E isso continua a pesar nas famílias. Ficamos assim: enlutados e com medo. Esse ‘nós entre nós', como se diz em quimbundo, ficou cheio de dúvidas.” No exílio, Bonga cantou o país no qual não podia entrar. Angola 72, o seu primeiro disco, nasceu da urgência de respirar. “A primeira coisa que a gente faz quando sai do país de origem é respirar. Respirar democracia, liberdade, convivência salutar.” A música foi a sua forma de devolver o ar a um povo sufocado: “Foi um parente riquíssimo na participação, no chamamento à responsabilidade das massas populares. E continuo a fazer isso até hoje.” O semba, essa pulsação que liga o corpo ao chão, é para ele mais do que um género musical: é uma pátria possível. “É o nosso estilo de música. O brasileiro tem o samba, nós temos o semba. É a mais importante música da minha mente, da minha escritura. O povo entende, canta e dança comigo.” Entre o orgulho e o desencanto, Bonga fala com a ternura de quem não desistiu. Vê nos jovens “inovações boas”, desde que não se percam “em coisas supérfluas, só para satisfazer os chefes”. Ralha com eles: “ainda é possível ralhar”, e lamenta a perda dos encontros de outrora. “Antes havia convivência, irmandade. Hoje há divisão. É muito difícil. Eu faço parte de uma excepção: ainda recebo familiares e amigos em casa para grandes comidas, mas o mais importante é falarmos de nós, sabermos quem é quem, o que vamos fazer.” Mas há um fio de esperança que Bonga recusa cortar, o mesmo que atravessou as décadas de exílio e o manteve de pé entre a saudade e a revolta. “Todos os dias devíamos contribuir com alguma coisa: um telefonema, uma canção de intervenção, um aviso a quem procede mal. Qualquer contributo é fundamental.” É a ética do gesto, o compromisso do dia-a-dia, o humanismo simples de quem acredita que o país começa no cuidado com o outro. Cinquenta anos depois da bandeira ter subido no céu de Luanda, a liberdade continua um trabalho inacabado. “É triste saber que desconseguimos, por causa daqueles que se dizem nossos amigos e exploram Angola desencontrada. Mas ainda podemos desejar que bons ventos nos tragam um povo livre, com democracia, liberdade, amizade, amor, comida, escola e evolução. Fora disso, nada há a fazer.” A memória é o alicerce da sua lucidez. “É bom recordar os velhos que se foram, mesmo aqueles do tempo colonial, que eram dignos, zelavam pelos seus filhos e pelos seus entes queridos, progressistas sem ideologias nenhumas.” É essa Angola que Bonga canta; a das mulheres de lenço e dos homens de palavra, das casas abertas e das conversas longas à sombra da mangueira. Se tivesse de escolher uma para contar estes cinquenta anos, não hesita. “Mona Ki Ngi Xica”, diz, “a filha que eu deixo”. Um tema sobre a ausência, o amor e o destino, mas também sobre o país que ainda não regressou a si próprio. “É a minha filha, é Angola. Continua à espera, mas eu continuo a cantar-lhe.”
Cerca de 1,5 milhão de jamaicanos atingidos precisam de apoio; agências da ONU coordenam respostas e estratégias de longo prazo; US$ 74 milhões são necessários para prestar assistência vital a cerca de 1,1 milhão em toda a região.
Aprosoja PR alerta para necessidade de replantio diante de custos já elevados, falta de sementes e janela ideal encerrada
Previsões para o restante do ciclo seguem positivas e animam produtores
Faça sua assinatura! www.resumido.cc/assinatura--App cria férias falsas, plataformas alugam amigos sintéticos e campanhas usam pobreza fabricada. Vai ver por isso influenciadores abandonam redes atrás de CLT. OpenAI lança navegador mesmo sabendo que IA erra metade das notícias. Nem tente descansar, porque uma pane na AWS travou até camasÉ tudo simulação?No RESUMIDO #336: aplicativo cria fotos de férias que nunca existiram, plataforma aluga amigos digitais para solidão, campanhas humanitárias usam imagens falsas, influenciadores abandonam redes e voltam à CLT, assistentes de IA erram metade das notícias que resumem, pane na AWS trava até camas inteligentes e muito mais!--Ouça e confira todos os links comentados no episódio: https://resumido.cc/podcasts/alugue-um-amigo-online-para-ferias-falsas-ia-erra-metade-das-noticias-cama-inteligente-travada
Produtores também conseguem boa rentabilidade na comercialização
Um em cada dois portugueses admite estar insatisfeito com a sua vida sexual e muitos dizem mesmo sentir-se “desligados” do desejo. O que é que isso nos diz sobre o estado das relações?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Semeadura do arroz já começou no RS e safra de café 2026 já foi impactada pelo clima adverso
Primeiras áreas demoraram mais para germinar devido a terra fria, mas desenvolvimento das lavouras se normalizaram
Adultos portugueses não conseguem interpretar textos mais longos ou densos. O que é que isso nos diz da escola?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Segundo entre 30 países com o nível mais baixo de proficiência em literacia, 46% dos portugueses com idades entre os 25 e 64 anos tem muita dificuldade em interpretar textos e só consegue compreender textos muito curtos e com o mínimo de informação, diz a pesquisa.
Para saber mais sobre as iniciativas do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), apresentadas na editoria Energia da Evolução, visite alemdasuperficie.org Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Prisão domiciliar de Bolsonaro é considerada justa por maioria dos brasileiros, diz Quaest. Dino manda PF investigar R$ 694 milhões em emendas pix. Nova antologia de gravações dos Beatles chega aos fãs em novembro. Apple avalia possibilidade de usar Gemini em versão reformulada da Siri. ‘Cinco Tipos de Medo’ leva prêmio de melhor filme no Festival de Gramado. E morre cartunista Jaguar, um dos fundadores do Pasquim, aos 93 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O número oficial da dívida em relação ao PIB já preocupa. Mas o número é ainda mais preocupante se considerarmos os títulos em posse do Banco Central.Metade dessa dívida está atrelada à Selic e com vencimentos de curtíssimo prazo. Isso significa que cada alta de juros encarece ainda mais a fatura.Por que o mercado não confia mais no governo para emprestar a longo prazo? Quais são os sinais ocultos de que a situação pode sair do controle?Neste vídeo, você vai ver os 4 indicadores que revelam a real gravidade da dívida pública brasileira e o que precisa acontecer para mudar esse cenário.00:20 Dívida/PIB03:02 E se o Brasil der um calote?04:20 A composição da dívida pública federal08:28 Prazo médio da dívida10:55 Custo da dívida
Existem menos de três mil estruturas residenciais para idosos em Portugal, segundo os dados oficiais mais recentes. E a Associação do sector estima que existam mais de três mil lares ilegais em todo o país. O ministério da Segurança Social diz que o número está estabilizado, investigadores e associações dizem que está a crescer. Neste episódio, conversamos com a jornalista Helena Bento.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o 8 e a faixa! E hoje o Príncipe Vidane comenta o Brasileirão 2025 que está se encaminhando pra metade.Esse é um spin-off do Pelada na Net, e está disponível em vídeo no Spotify!Obrigado aos nossos atuais patrocinadores: IRON STUDIOS - Com o cupom PELADA10 você tem 10% de desconto nas estátuas do Maradona e Anderson Silva!site https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.br
Apoie o podcast: clique aqui para contribuir entre 3 e 10 dólares por mês.--Metade da matriz energética brasileira é renovável – e a eletricidade é particularmente limpa. Mais de 80% da eletricidade brasileira vem de fontes como hidrelétrica, eólica, solar e biomassa. Enquanto o mundo tenta se afastar dos combustíveis fósseis, isso deveria ser uma baita vantagem competitiva, certo? Os combustíveis brasileiros poderiam ser exportados. E indústrias inteiras deveriam se instalar no Brasil, onde produzir, de aço a painéis solares, emite menos carbono. Então, por que isso não está acontecendo? Pelo menos não no ritmo capaz de fazer do Brasil um grande protagonista da transição energética global.Quem responde essa pergunta é Rosana Santos, diretora executiva do think tank E+, Transição Energética. A Rosana trabalha exatamente para promover o potencial do Brasil entre empresas e governos estrangeiros – e entre os próprios brasileiros.Como você vai ver nessa conversa, o tema é complexo, porque nenhum país quer abrir mão de sua indústria – mesmo que ela seja suja e pouco competitiva. E, ao mesmo tempo, convenhamos: o Brasil também não se ajuda. Essa entrevista foi gravada dias depois de o Congresso ter derrubado alguns vetos do presidente Lula aos chamados jabutis da Lei das Eólicas Offshore. Ou seja, a lei que trata da geração de energia em alto-mar acabou incluindo uma série de subsídios para outras fontes e projetos específicos, que terão um impacto bilionário nos custos de energia para consumidores ao longo das próximas décadas.** Signals IQ: inteligência de mídia para entender como as empresas e os temas brasileiros são vistos no exterior. Acesse www.signals-iq.com e escreva para melina@signals-iq.com** Support the showO Economia do Futuro é publicado quinzenalmente às quintas. Para apoiar, clique em "support the show" e contribua mensalmente. Para entrar em contato, escreva para podcast@economiadofuturo.com
A primeira metade da temporada 2025 da Fórmula 1 já ficou para trás — e muita coisa aconteceu!
Levantamento feito pela AtlasIntel aponta que 51,8% dos entrevistados desaprovam a gestão do petista.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é reprovado por 46% dos deputados federais brasileiros, segundo aponta pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 2. Outros 27% dos parlamentares aprovam a gestão, enquanto 24% acham que o petista faz uma gestão regular e 3% dos entrevistados não sabem ou não responderam. "Metade dos deputados acha que a relação com o Executivo é ruim ou péssima. Isso reflete nas votações. A piora acontece, principalmente, entre os parlamentares do Centrão - que se consideram independentes (nem de oposição bolsonarista nem governistas). Tudo está em cima de emendas parlamentares que o Governo tentou segurar e, ao tentar, atraiu chuvas, trovoadas e raios para si. A consequência é que quase 60% dos deputados veem baixas chances de o Executivo aprovar suas agendas no segundo semestre; no primeiro, o Congresso não aprovou nada", diz Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é reprovado por 46% dos deputados federais brasileiros, segundo aponta pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 2. Outros 27% dos parlamentares aprovam a gestão, enquanto 24% acham que o petista faz uma gestão regular e 3% dos entrevistados não sabem ou não responderam. "Metade dos deputados acha que a relação com o Executivo é ruim ou péssima. Isso reflete nas votações. A piora acontece, principalmente, entre os parlamentares do Centrão - que se consideram independentes (nem de oposição bolsonarista nem governistas). Tudo está em cima de emendas parlamentares que o Governo tentou segurar e, ao tentar, atraiu chuvas, trovoadas e raios para si. A consequência é que quase 60% dos deputados veem baixas chances de o Executivo aprovar suas agendas no segundo semestre; no primeiro, o Congresso não aprovou nada", diz Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os pagamentos acima do teto constitucional a juízes somaram R$ 10,5 bilhões em 2024 no Brasil, de acordo com estudo do Movimento Pessoas à Frente. O crescimento foi puxado por verbas indenizatórias conhecidas como “penduricalhos”, que entram no contracheque dos magistrados sem respeitar o limite e sem pagar Imposto de Renda. "Essa reportagem aparece em um momento em que o Congresso diz não às propostas do Governo para equilibrar as contas públicas. Parlamentares aumentam os próprios gastos e o Executivo encontrou uma saída marqueteira, dos ricos contra os pobres. Nesta toada, o que conta, também, é o combate aos penduricalhos do Judiciário. Nos Tribunais, tem gente que chega a ganhar R$ 1 milhão no mês - em um país que tem gente miserável, que não tem educação e saúde. Isso é escandaloso além de inconsctitucional. Metade da crise do IOF seria resolvida com o fim dos penduricalhos", afima Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Solo: Complexity and the Universe https://pca.st/x3adm8t5 Breakthrough on 125 Year-Old Physics Problem https://youtu.be/mxWJJl44UEQ?si=lVjEtPsNKapZKK-U (via ChatGPT) Life as Non-Halting Program https://chatgpt.com/share/6863c09e-8ce8-8006-b328-26bd282159d1 (via ChatGPT) Basilica di Santa Pudenziana https://chatgpt.com/share/6863e4dd-c880-8006-bb1b-f95d9a29ad5f Santa Pudenziana https://en.wikipedia.org/wiki/Santa_Pudenziana canal do radinho no whatsapp! canal do radinho no telegram: http://t.me/radinhodepilha meu perfil no Threads: https://www.threads.net/@renedepaulajr meu perfil no BlueSky https://bsky.app/profile/renedepaula.bsky.social meu twitter http://twitter.com/renedepaula ... Read more The post metade já foi! a chave para o sentido da Vida? a Santa que não era santa appeared first on radinho de pilha.
Os pagamentos acima do teto constitucional a juízes somaram R$ 10,5 bilhões em 2024 no Brasil, de acordo com estudo do Movimento Pessoas à Frente. O crescimento foi puxado por verbas indenizatórias conhecidas como “penduricalhos”, que entram no contracheque dos magistrados sem respeitar o limite e sem pagar Imposto de Renda. "Essa reportagem aparece em um momento em que o Congresso diz não às propostas do Governo para equilibrar as contas públicas. Parlamentares aumentam os próprios gastos e o Executivo encontrou uma saída marqueteira, dos ricos contra os pobres. Nesta toada, o que conta, também, é o combate aos penduricalhos do Judiciário. Nos Tribunais, tem gente que chega a ganhar R$ 1 milhão no mês - em um país que tem gente miserável, que não tem educação e saúde. Isso é escandaloso além de inconsctitucional. Metade da crise do IOF seria resolvida com o fim dos penduricalhos", afima Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O premiê israelense Benjamin Netanyahi afirmou que o país destruiu pelo menos metade dos lançadores de mísseis iranianos. Segundo ele, o principal objetivo de Israel é impedir que o Irã tenha acesso a armas nucleares. O premiê também admitiu que a guerra pode levar a queda do regime do aiatolá Ali Khamenei. E ainda: Ministro Alexandre de Moraes manda investigar juiz Lourenço Ribeiro, de Uberlândia (MG).
Metade das mais de 400 milhões de toneladas de plástico, produzidas anualmente pelo globo, é projetada para ser usada apenas uma vez. Desse total, menos de 10% são recicladas; secretário-geral divulgou mensagem de vídeo pedindo ação rápida.
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho*Em Dia Mundial do Ambiente, Guterres pede tratado ambicioso contra plásticos*Resolução sobre cessar-fogo em Gaza é vetada no Conselho de Segurança*Metade do Haiti em situação emergencial de fome, mas só 8% do apelo foi recebido*Agência quer que países preparem sistemas de saúde para estação de furacões
Levantamento em 44 contextos de crise indica que 47% das instituições estão à beira do abismo; 51% já interromperam programas e 72% tiveram que demitir; crise de recursos agrava baixo financiamento crônico de ações de proteção feminina.
Pesquisa divulgada neste domingo mostra um crescimento da percepção de que a economia brasileira piorou, com o índice chegando a 55% da população.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Chegou o plano para quem é Antagonista de carteirinha. 2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* utilizando o voucher 10A-PROMO30. Use o cupom 10A-PROMO30 e assine agora: meio-dia ( https://bit.ly/promo-2anos-papo) (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual. Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. Promoção limitada às primeiras 500 assinaturas.