Podcasts about Unisinos

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Unisinos

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Aconteceu no RS
Como ficaram os Sete Povos após a saída dos jesuítas

Aconteceu no RS

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 34:02


Os jesuítas deixaram as Missões em 1768 e retornaram à Europa. Os religiosos cumpriram uma ordem do monarca espanhol Carlos III. Chegava ao fim o projeto missionário nos Sete Povos das Missões, no atual território do Rio Grande do Sul, e em outros pontos da América do Sul.A professora Maria Cristina Bohn Martins, da Unisinos, é a entrevistada do oitavo e último episódio da temporada do Aconteceu no RS. Ela explica as razões da expulsão dos jesuítas e como ficaram os povoados, cidades e estâncias guaranis após a saída dos missionários.Oferecimento: Colégio Anchieta e UnisinosFicha técnica:Produção: Lucas Vieira e Laura PontinEdição: Lucas VieiraOperação: Leandro MoccaArtes e vinheta: Laura MelchiorSupervisão: Rafael Manito e Fernando Salvador Coordenação: Larissa Guerra

Aconteceu no RS
Como era o modelo econômico nas Missões

Aconteceu no RS

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 31:54


Os jesuítas e guaranis montaram um complexo modelo produtivo nas Missões. O sétimo episódio da temporada do programa Aconteceu no RS conta como eram a economia e as relações de trabalho. O entrevistado é o professor Daniel Oliveira, de História e Relações Internacionais da Unisinos.Oferecimento: Colégio Anchieta e UnisinosFicha técnica:Produção: Lucas Vieira e Luiza ZenobiniEdição: Luiza ZenobiniOperação: Leandro MoccaArtes e vinheta: Laura MelchiorSupervisão: Rafael Manito e Fernando Salvador Coordenação: Larissa Guerra

Direto ao Ponto
Entenda o que causa a epidemia de ebola e quais são os riscos para o Brasil

Direto ao Ponto

Play Episode Listen Later May 20, 2026 21:03


A epidemia de ebola na República Democrática do Congo (RDC) já marou mais de 100 pessoas e deixa as autoridades internacionais de saúde em alerta. A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou emergência de saúde pública de importância internacional para enfrentar a doença. A entidade chama atenção para “a escala e a velocidade” do avanço da doença. O ebola provoca uma febre hemorrágica extremamente contagiosa e causou mais de 15 mil mortes na África nos últimos 50 anos.O Direto ao Ponto conversou com Mellanie Dutra, biomédica virologista e professora da Unisinos, que nos ajuda a entender melhor que doença é essa, qual a situação da epidemia no Congo e se há risco de uma pandemia. A apresentação é de Matheus Chaparini.

Oxigênio
#219 – Sinais de vida (passada) em Marte?

Oxigênio

Play Episode Listen Later May 14, 2026 38:08


O jipe Perseverance encontra possíveis bioassinaturas na superfície de uma rocha e dá mais um motivo para que a missão de retorno de amostras de Marte não seja cancelada. As análises sobre a habitabilidade marciana é uma vertente dos estudos na área, que buscam responder: quais são as condições encontradas no planeta hoje e como ele já deve ter sido no passado? O episódio faz parte de um conjunto de reportagens sobre A busca por vida extraterrestre e se essa estaria esquentando. A série é desenvolvida por Danilo Albergaria, bolsista do Programa Mídia Ciência, da FAPESP. Este episódio contou com a participação de Gabriel Gonçalves Silva (pós-doutorando na UNISINOS), Fernanda Jamel (doutoranda – USP e MIT), Roberta Vincenzi (pós-doutoranda no IO-USP) e Isabella Gaião (doutoranda – USP). [Introdução] Danilo: No primeiro episódio da série que trata da astrobiologia, aqui no podcast Oxigênio, a gente falou da alegação de detecção de uma possível bioassinatura num planeta fora do sistema solar. Uma bioassinatura é um sinal produzido por seres vivos – um possível vestígio de atividade biológica. Mas essa notícia de um potencial sinal de vida num exoplaneta não foi a única ocasião em que uma possível bioassinatura em um ambiente extraterrestre gerou manchetes no ano passado. Em setembro de 2025, a NASA anunciou um resultado que foi descrito pela agência aeroespacial americana como: “pode bem ser o sinal mais claro de vida que já encontramos em Marte”. A novidade foi um estudo publicado na revista Nature que apontou a existência de uma “potencial bioassinatura” numa rocha marciana – sim, uma pedra em Marte, coletada e analisada pelo jipe Perseverance, da NASA. A rocha marciana tem algumas características que aqui na Terra são encontradas em rochas que exibem rastros deixados por micróbios. Mas ainda não dá para saber se essas características encontradas na pedra marciana tiveram origem em atividade biológica ou se foram formadas por processos naturais sem o envolvimento de seres vivos. Os equipamentos do jipe, por melhores que sejam, não conseguem produzir resultados claros o suficiente para que os cientistas tirem essa dúvida. Para distinguir se os sinais encontrados são biogênicos (ou seja, foram originados por atividade biológica) ou se são abióticos (ou seja, sem o envolvimento de seres vivos), é preciso trazer as amostras para a Terra.  Eu sou Danilo Albergaria, jornalista e historiador pesquisando a comunicação da astrobiologia, essa área que estuda a origem, a evolução e a distribuição da vida no universo. Neste episódio, vou conversar com quatro cientistas associados ao Laboratório de Astrobiologia da Universidade de São Paulo para entender um pouco melhor de quê se trata essa possível bioassinatura e o que sabemos sobre se Marte pode ou não pode oferecer condições para a existência de vida, ou se já pode em algum momento do passado distante.  [Vinheta] Danilo: Vamos começar pelo que a gente sabe sobre esses resultados anunciados com grande entusiasmo pela NASA no ano passado. O jipe Perseverance está em Marte desde 2021 explorando a região de uma cratera chamada Jezero. A gente sabe que Marte teve água líquida em sua superfície há mais de 3,5 bilhões de anos, e essa cratera já foi um lago nesse passado remoto. Só para vocês terem uma ideia dessa região marciana, para atravessar essa cratera, de borda a borda, é preciso percorrer 45 quilômetros, pouco mais do que a distância entre Campinas e Jundiaí ou de Jundiaí a São Paulo. Em uma parte da borda da cratera existem marcas características de um delta de um rio que desaguava ali. Foi nas margens do leito desse rio, medindo 400 metros de margem a margem, que o jipe encontrou algumas rochas interessantes em julho de 2024. Em uma delas, o Perseverance identificou compostos orgânicos, moléculas compostas de carbono, e o mais importante: marcas que foram apelidadas de “pintas de leopardo”, que são manchas mais claras do que o restante da rocha, circundadas por linhas bem mais escuras. A rocha é formada principalmente de argila e lodo, materiais que costumam preservar rastros de vida microbiana, e fazem da rocha algo tipicamente encontrado no fundo de rios. Essas marcas, as “pintas de leopardo”, são compostas de fosfato de ferro e sulfeto de ferro. Aqui na Terra, esses compostos são associados a rastros químicos causados por reações produzidas por microrganismos em rochas. Essas foram as pistas analisadas para ver se as manchas poderiam ter sido geradas por micróbios há bilhões de anos. O Gabriel Gonçalves Silva é pós-doutorando na UNISINOS, químico associado ao Laboratório de Astrobiologia da USP, e estuda geobiologia. Eu pedi para ele me explicar por que esses sinais foram considerados possíveis vestígios de vida microbiana passada em Marte neste último estudo feito pelos pesquisadores da NASA. Gabriel: Eles analisaram uma amostra que se chama de mudstone, que seria algo como uma rocha formada de uma antiga lama. Marte é muito rico em ferro e foi observado principalmente nessa rocha pequenos pontinhos que eles observaram com mais detalhes e nele foi encontrado o ferro que a gente chama de ferro mais reduzido, que é o ferro 2+, que é interessante porque contrapõe ao ferro que a gente encontra mais em Marte, que é o ferro 3+, que é aquele que tem a cor de ferrugem. E não só essas manchinhas apresentavam principalmente um mineral, que é a vivianita, que é um fosfato de ferro II e a greigita, que é um sulfeto de ferro II. O ferro II na Terra, por exemplo, pode ser formado por processos na ausência de vida ou na presença de microrganismos. Eles conseguiram observar que não havia nessas rochas nenhum indício de grandes mudanças de pH nem de temperatura, mas junto da vivianita e da greigita tinha matéria orgânica. Na Terra, a gente sabe que a matéria orgânica pode acoplar reações onde a oxidação da matéria orgânica resulta na redução do ferro e aí, pela presença de sulfeto e do fosfato, a formação desses minerais. Porém, eles observaram que, por mais que a vivianita possa se formar em condições de temperatura, pressão e pH próximos do que nós consideramos normais, geralmente a formação de sulfeto de ferro dependeria de uma temperatura mais alta, então não só a oxidação da matéria orgânica, levando à redução do ferro, necessitaria de outros elementos para a formação desse mineral, desse sulfeto de ferro II. E graças a observações da composição ali da rocha, ausência de fosfato de alumínio, ausência de outros componentes, eles perceberam que não houve nem aquecimento, nem uma mudança drástica de pH durante esse processo de formação desses minerais. Isso faz com que a causa mais provável para a formação desses minerais, pelo menos se a gente pensasse na Terra, seria a ação da vida como nós conhecemos. Danilo: Vamos entender um pouco mais da química envolvida na produção das “pintas de leopardo”. Algumas bactérias formam minerais usando e transformando compostos químicos, como diferentes tipos de óxidos de ferro, formados por ligações entre ferro e oxigênio. O chamado ferro II (um íon de ferro) é muito importante para atividade biológica porque se liga facilmente ao oxigênio – por exemplo, ele é fundamental para o transporte do oxigênio no nosso sangue por meio da hemoglobina. A Fernanda Jamel, doutoranda no AstroLab da USP e que fez parte de suas pesquisas atuais no MIT (o Massachusetts Institute of Technology, nos EUA), explica a química da formação dos minerais encontrados na rocha marciana como possível explicação biológica, comparando com o que acontece na Terra. Fernanda: Aqui a gente tem formação de vivianita com bactérias que usam o ferro III, o óxido de ferro III, e transforma em ferro II. Por isso que a gente fala que é a redução de ferro. Então, quando as bactérias fazem isso, ela libera o ferro II no ambiente ao redor e aquilo ali vai formando camadas, vai se ligando com o que tem ali, e vai formando camadas que vão se mineralizando. A greigita também, da mesma forma, só que seria bactérias redutoras de sulfato, elas usam o sulfato como receptor de elétrons, o SO4, e elas produzem H2S, que é sulfeto de hidrogênio. E aí esse sulfeto reage com o ferro II disponível no sedimento. Depois vão formando essa combinação de sulfeto de ferro que vai se formando em greigita também dessa mesma forma, no sentido de que isso vai se expandindo: vem de um núcleo e vai se expandindo ao redor.” “É difícil dizer que existe um padrão exatamente igual a esse que a gente encontrou em Marte, mas esses nódulos que se formaram são condizentes com formações que a gente encontra aqui.” Danilo: Além dos compostos orgânicos, os instrumentos do Perseverance também identificaram, na região em que a rocha foi encontrada, alguns compostos químicos ricos em enxofre, ferro oxidado ou ferrugem, e fósforo. Se micróbios existiram ali, esses compostos podem ter fornecido fontes de energia para o metabolismo desses microrganismos, reforçando a hipótese de origem biológica para os vestígios. Porém, o fato de que esses vestígios podem ter sido formados por vida microbiana não quer dizer que dê para descartar outros processos que não envolvam seres vivos – também chamados de processos abióticos. Os próprios autores do artigo que avalia a possível origem biológica das “pintas de leopardo” propõem alguns processos abióticos como explicações alternativas. Até agora, as alternativas abióticas, sem o envolvimento da vida, não parecem muito promissoras para explicar as marcas nas rochas, mas ainda não dá para descartá-las. Talvez estejam faltando algumas peças do quebra-cabeças para uma explicação abiótica convincente. O Gabriel de novo vai nos ajudar a entender isso. Gabriel:  Eles tentaram investigar o máximo possível de reações na ausência de vida, e nenhuma que nós conhecemos hoje poderia sustentar esse tipo de reação. Isso não quer dizer que a vida é sempre necessária para que essas reações aconteçam. A gente pode estar ignorando alguma coisa. Pode não estar percebendo alguma coisa. Podem existir reações que a gente não estudou hoje e que poderia estar fomentando essa formação desses minerais na ausência de vida, ou até mesmo as grandes escalas – a gente está falando aí de bilhões de anos – poderiam permitir que houvesse a formação desses minerais na ausência de vida. Mas de tudo que a gente conhece hoje, essa condição de formação de fosfato de ferro II, formação de sulfeto de ferro II acoplado à presença de matéria orgânica, como nós conhecemos, seria mais bem explicado pela ação da vida. Então eles fizeram um estudo muito minucioso de várias hipóteses. E a que melhor responde hoje é a ação da vida, em contrapartida a reações abióticas, sem a presença de vida.  Danilo: É justamente pela possibilidade de que as “pintas de leopardo” tenham sido formadas por mecanismos abióticos, sem o envolvimento de seres vivos, que os sinais são classificados de “potenciais bioassinaturas”. Ou seja, podem ter sido, como podem não ter sido causados por seres vivos. Para que uma potencial bioassinatura seja considerada um sinal de vida inequívoco, é preciso estabelecer com segurança a sua origem biológica e descartar os mecanismos plausíveis que não envolvam processos biológicos em sua formação – ou seja, é preciso eliminar essas hipóteses abióticas alternativas. É uma barra bem alta, difícil de ser alcançada. Para complicar, os instrumentos a bordo do Perseverance são versões miniaturizadas, simplificadas, de ferramentas que se usa em laboratórios terrestres para buscar bioassinaturas de vida do passado remoto da Terra, como o espectroscópio Raman. Gabriel: Para quem tem um olho um pouco mais treinado nessas questões científicas, quando a gente observa, por exemplo, no próprio artigo, os espectros Raman que foram publicados, a gente leva um pouco de susto, porque a gente vê que são dados muito ruidosos, que isso tem a ver com a forma com que a amostra é tratada lá no espaço. O laser não é tão preciso. O aumento não é tão grande. Você tem a grande influência da iluminação natural. Isso faz com que o espectro fique extremamente ruidoso e dificulta a análise daquilo que se espera estar sendo estudado. Se esse material pudesse ser trazido para a Terra num ambiente muito mais controlado, a gente poderia trabalhar com lasers com focos muito menores, ou seja, na escala de micrômetros, com uma precisão muito grande do que está sendo selecionado para ser estudado. E aí a gente tem alternativas: trocar lasers, trocar aparatos para garantir que o ruído seja minimizado e outros efeitos que atrapalham possam ser minimizados. [música]  Danilo: Da forma como eu e o Gabriel falamos, pode parecer que o Perseverance é um aparelho meio limitado, mas a verdade é que o jipe é uma grande realização da engenharia. O Gabriel me explicou que os engenheiros e cientistas da NASA bolaram soluções muito criativas para poder, por exemplo, em um único espectro separar a fluorescência de raio-X, que permite saber a composição elementar do material analisado, da difração de raio-X, que dá uma informação da estrutura cristalográfica dos minerais – ou seja, permite ver a organização interna dos átomos nas amostras. Apesar da criatividade, esses mini-aparelhos que o jipe carrega nem de longe se comparam com os dos laboratórios aqui na Terra. Por exemplo, o espectroscópio Raman que o Gabriel mencionou e que tem lá no AstroLab, ocupa boa parte de uma sala ao lado do laboratório, enquanto que as dimensões do SHERLOC, o instrumento que inclui o Raman no Perseverance, tem 26cm de comprimento por 20cm de largura (isso porque o SHERLOC carrega ainda outros instrumentos, como a câmera WATSON… sim, os cientistas são bons em dar nomes para os aparelhos… Elementar). Se der para trazer essas amostras para o nosso planeta, daria para trabalhar com radiação síncrotron, por exemplo, que consegue focar e fazer esse tipo de análise em escalas nanométricas. E também fazer a observação de microscopia eletrônica, onde a gente vai ver a estrutura daquela amostra com aumentos entre mil e dez mil vezes. Por isso, o jipe vem colhendo amostras que poderão, no futuro, ser trazidas para cá e analisadas em laboratório. É a única maneira de eliminar algumas incertezas e filtrar as hipóteses da origem das possíveis bioassinaturas. A missão de retorno dessas amostras estava em desenvolvimento pela NASA, mas extrapolou as estimativas de custo iniciais, chegando a 11 bilhões de dólares, e agora está cancelada devido aos cortes profundos no orçamento da NASA propostos pelo governo de Donald Trump. Mas um detalhe mostra que o caro, em ciência, é quase sempre barato quando comparado com gastos militares. Os 11 bilhões previstos para o desenvolvimento de toda a missão de retorno de amostra são os mesmos 11 bilhões que os Estados Unidos gastaram só nos primeiros seis dias de ataques ao Irã entre fevereiro e março deste ano.  [música] Danilo: Com os cortes no orçamento, a situação atual da NASA é complicada, para dizer o mínimo, por isso ainda não dá para saber quando e se vamos um dia analisar as tais “pintas de leopardo” em laboratório e distinguir se elas são biogênicas ou se foram formadas por processos abióticos. Mas dá para saber muita coisa sobre as condições que Marte oferece – e não oferece – para a existência da vida, além das condições que o planeta enferrujado já deve ter oferecido a possíveis seres vivos num passado muito distante. A Isabella Gaião e a Roberta Vincenzi, pesquisadoras associadas ao Laboratório de Astrobiologia da USP, vão me ajudar a entender melhor se Marte é ou já foi habitável um dia. Elas estudam um mesmo microrganismo, a bactéria Staphylococcus nepalensis. O micróbio é adaptado a ambientes hipersalinos, repletos de sal, como as lagoas de Araruama, no estado do Rio de Janeiro, onde elas encontraram essa espécie de bactéria em meio a outros microrganismos que sobrevivem a concentrações de sal nocivas à maior parte dos seres vivos. A superfície de Marte está cheia de sais que são nocivos à vida, como sulfato de magnésio e o perclorato de magnésio. Esses sais são muito mais nocivos do que o cloreto de sódio que predomina nos oceanos terrestres. A Roberta explicou porque esses sais são tão prejudiciais à vida. Roberta: Os principais danos dos percloratos, na verdade, são dois. Eles são muito oxidantes, mas hoje, e essa era uma das principais preocupações na época da descoberta desses sais lá, mas hoje, do que a gente entende, aparentemente, se você pega a parte termodinâmica do negócio, não é tão relevante o fato de eles serem oxidantes, mas eles são extremamente caotrópicos. E esse vai ser um conceito bastante importante para a gente entender os problemas da vida nessas soluções, porque um agente caotrópico é aquele agente que tem o potencial de desestabilizar macromoléculas. Macromoléculas são basicamente tudo que a vida precisa para existir, como proteínas, lipídios, material genético. Então, se você tem agentes caotrópicos em uma solução, essas moléculas que precisam se manter em determinada forma vão ter dificuldade de permanecer assim. E a gente sabe que a forma dessas macromoléculas hoje estão intimamente ligadas à função que elas exercem. Então, quando a gente tem esses agentes caotrópicos, é basicamente uma função de desestabilizar a vida como a gente conhece ali. E esses sais são extremamente caotrópicos. Danilo: A Isabella também me ajudou a entender como a caotropicidade desses sais pode desestruturar o arranjo de grandes moléculas orgânicas, como as proteínas. Isabella: Basicamente um agente caotrópico é qualquer coisa química que desestruture macromoléculas. Aí o que seriam macromoléculas? Qualquer molécula importante para a vida. Então a vida é baseada em células. Células têm principalmente proteínas, que é o arranjado de várias moléculas orgânicas ali e que elas se rearranjam de uma forma 3D. Então, a forma 3D de uma proteína é muito importante para ela executar a função. E função de proteína é tudo. Tudo que envolve uma célula funcionar, você precisa de uma proteína ali trabalhando para ela funcionar. E para essa proteína funcionar, ela tem que estar na forminha dela 3D, ela não pode ser uma linha, ela tem que ter três dimensões. E agentes caotrópicos vão quebrar esse 3D. E se você quebra esse 3D e ela fica, por exemplo, linear, uma proteína, aí ela não tem mais função. Se ela não tem função, a célula não funciona. Se uma célula não funciona, a vida por si não funciona.  Danilo: Como a Roberta já tinha mencionado, os percloratos da superfície marciana desestruturam a química da vida não só por serem caotrópicos, mas também por serem oxidantes. Roberta: Porque quando a gente fala que um composto ele é muito oxidante ou muito oxidativo, significa que ele reage muito fácil com outras coisas ao redor. Então, aquela estrutura que a Isabela falou, que precisa ser mantida, dessas proteínas, para que elas funcionem, quando você tem algo que é muito reativo ao redor… Isso também, ela vai reagir com esse agente oxidativo, que no caso é esse sal, e quando ela reage assim, todas as outras ligações que ela tem para manter essa estrutura específica, para ela funcionar, podem se desorganizar também, e isso vai prejudicar a função, seja das proteínas, como também dos lipídios, por exemplo, que são aquelas gorduras que constroem a membrana biológica das células, que é muito importante para manter um ambiente interno, mas também os próprios materiais genéticos, o DNA e o RNA, que são essenciais pra manter e passar a informação da vida como a gente a conhece. Danilo: a bactéria que a Roberta e a Isabella estudam gosta de alta concentração de sal. É, por isso, considerada um extremófilo, uma espécie adaptada a condições extremas em que a maioria dos seres vivos terrestres não teria condição de sobreviver. Extremófilos que se dão bem com alta concentração de sal são chamados de halófilos. Os halófilos são importantes para entender a possibilidade da existência de vida hoje em Marte. Caso a vida tenha um dia existido no planeta vermelho, ela poderia, talvez, ter se adaptado para sobreviver em bolsões de água debaixo da superfície, algo que provavelmente existe segundo os modelos mais aceitos da estrutura de Marte. Isabella: Mas existem locais na Terra em que de alguma forma a água evaporou demais e concentrou muito sal, então a gente tem um aumento dessa concentração comparado com o mar. E existem principalmente microrganismos nesses ambientes que se adaptaram e desenvolveram para esse tipo de ambiente. Então eles têm uma resposta ao sal, NaCl, cloreto de sódio, diferente dos que vivem no mar, por exemplo. Então eles resistem a concentrações maiores. Roberta: E isso seria interessante porque, como a gente falou, qualquer tipo de água líquida presente em Marte seria o que a gente chamaria de uma salmoura. Então, teria uma concentração alta de sal dissolvida nesses ambientes. Portanto, qualquer tipo de vida presente ali deveria ser capaz de lidar com isso, ou seja, a gente poderia chamar de halófilo. Danilo: esses bolsões subterrâneos de água têm a vantagem de estarem protegidos da alta radiação ultravioleta que castiga a superfície marciana. O nó é que deve haver outras barreiras para a sobrevivência de microrganismos nesses bolsões. A Roberta começa explicando isso e a Isabella depois completa a explicação. Roberta: Porque é possível. Se a gente tem água líquida, as reações são possíveis. Mas a gente vai ter diversas outras características. …desses ambientes que continuam sendo problemáticos. Um deles é, por exemplo, a própria disponibilidade de água que você vai ter numa solução aquosa com muita concentração de sal. Quando você tem uma solução com muita concentração de sal, as moléculas de água estão ligadas ao íon. Então, ela não está disponível para reação. Apesar da água estar líquida, você tem muito mais dificuldade de a reação acontecer. E a gente precisa de reação para que a vida aconteça. Isabella: Ela acabou de introduzir um termo extremamente importante, que ela só não deu o nome, mas é extremamente importante para esse tipo de pesquisa, que é a atividade da água. É o quanto de água está disponível para a vida reagir, para as reações acontecerem e a vida conseguir acontecer. Hoje, é meio arbitrário, esse número vai de zero a um, é um número, enfim, mas a gente sabe que a vida consegue sobreviver até 0,6 de atividade da água. Abaixo disso, não. E aí, quanto maior a atividade da água, ou seja, mais próximo de um, mais água disponível tem. Quanto menor, mais água está retida. Ela está ali, mas ela está se fazendo ligação com outro grupo químico, no caso, o que ela falou, são os sais. Então, os sais estão ligando com aquela água, ela não está disponível para a reação. Então, quanto mais sal, mais você tem a diminuição da atividade da água e menor chance de ter água disponível ali para a vida poder fazer reações químicas. Danilo: Então, no índice de 0 a 1 de atividade da água, a vida consegue existir se este índice estiver acima de 0.6, aproximadamente. O índice estimado de atividade da água nos aquíferos subterrâneos em Marte é 0.57 – ou seja, a bola bate na trave, mas não entra. [música de transição] Danilo: A atividade da água no passado remoto de Marte era, provavelmente, muito acima do mínimo requerido para a existência de vida. Se a superfície de Marte parece hoje inabitável, há mais de 3,5 bilhões de anos o planeta pode ter oferecido condições mais amenas à vida, especialmente a microbiana. O Gabriel publicou recentemente, como primeiro autor e junto com outra pesquisadora do AstroLab – a Ana Paula Schiavo, uma especialista em microrganismos halófilos – um estudo na conceituada revista internacional Astrobiology. Eles exploraram como o lago que existia na cratera Jezero há mais de 3,5 bilhões de anos pode ter sido habitável, pois deve ter sido rico em um íon de ferro capaz de proteger microrganismos da radiação ultravioleta. Ele mesmo explicou esse trabalho interessantíssimo para este podcast. Gabriel: Cada vez mais a gente descobre que Marte é muito mais heterogêneo do que a gente pensa como uma coisa uniforme. Existiam lagos onde você tinha pH muito baixo, que a gente tem uma ideia disso, principalmente por esses depósitos, como sulfatos de magnésio ou sulfatos de ferro, como mineral jarosita, detectado por satélites que orbitam Marte. A presença de jarosita demonstra que essa água, em algum momento, era extremamente abundante de ferro III e extremamente ácida, condições onde a gente possui vida aqui na Terra. Então a gente queria demonstrar que Marte tinha semelhanças com a Terra mas tinha algumas características também que eram um pouco diferentes. E poxa, Marte também estava recebendo uma grande quantidade de radiação do Sol, e eu falo principalmente da radiação ultravioleta, que é aquela que a camada de ozônio protege hoje em dia. Mas ainda assim, a gente tem um pouco de ultravioleta que chega por isso que a gente precisa passar protetor solar. E a gente pensou no ferro como também um protetor solar. Já havia estudos que demonstravam que o próprio solo marciano, por ser muito rico em ferro (por isso, aquela cor de ferrugem) ele já é capaz de proteger fisicamente organismos que eventualmente poderiam estar presentes ali no planeta. A gente queria poder quantificar essa proteção, principalmente nesses lagos.  Danilo: Usando algumas leis químicas que já são bem conhecidas, os pesquisadores do AstroLab desenvolveram um modelo matemático para tentar estimar qual seria o efeito protetivo do ferro em solução nos lagos que existiam no passado remoto de Marte. Pela composição das rochas encontradas no que era o fundo, o assoalho desses lagos, já sabia que eles poderiam ser ricos em ferro. Os pesquisadores do AstroLab fizeram experimentos em laboratório testando o quanto microrganismos poderiam sobreviver com diferentes taxas de radiação ultravioleta e soluções com mais e menos íons de ferro. Eles compararam os resultados dos experimentos com o modelo matemático e viram que o modelo era capaz de prever com uma boa precisão qual seria o efeito protetivo do ferro contra o ultravioleta.  Gabriel: E aí, com isso, a gente pôde modelar como esses lagos poderiam proteger a vida, pelo menos a vida como nós a conhecemos. Aí, claro, a gente tem que assumir várias questões. Por exemplo, a gente não sabe quais eram as concentrações de ferro nesse ambiente. Se existia vida ou não, qual seria a resistência dessa vida naturalmente ao ultravioleta, mas usando exemplos da Terra, a gente conseguiu demonstrar que lagos com pouco ferro, em algumas profundidades relativamente rasas na casa de alguns centímetros, até alguns poucos metros, esse ferro já seria capaz de proteger a vida como nós conhecemos. Então esses lagos marcianos poderiam estar protegidos dessa ação do ultravioleta do Sol. Mesmo não tendo uma camada de proteção de camada de ozônio, ainda assim a vida como nós conhecemos poderia se desenvolver nesse tipo de ambiente que a gente sabe que existiu no passado marciano. Danilo: Se o ouvinte quiser saber um pouco mais sobre esse estudo, pode dar uma olhada na matéria que eu publiquei na Folha de S. Paulo no final do ano passado, com o título “Novo modelo simula condições de habitabilidade de antigos lagos de Marte”. Vamos deixar o link da matéria e do artigo do Gabriel na descrição do episódio. [música de transição] Danilo: A gente viu que a superfície de Marte é inóspita para a vida como a gente a conhece, mas resta alguma esperança de que os aquíferos subterrâneos marcianos sejam habitáveis. Agora, para encontrar água embaixo da superfície, em grande quantidade e com potencial para ser habitável, a gente vai ter que ir para bem mais longe, lá na vizinhança dos planetas gigantes gasosos. No próximo episódio o assunto vai ser as luas de Júpiter e Saturno que têm grandes oceanos debaixo de uma espessa camada de gelo. Essas luas geladas têm se tornado o assunto mais quente da astrobiologia quando se trata da procura por condições e ingredientes para a vida no sistema solar. O roteiro, pesquisa, produção e narração foram feitos por mim, Danilo Albergaria; a revisão do roteiro foi feita pela Simone Pallone. Os entrevistados foram o Gabriel Gonçalves Silva, a Fernanda Jamel, a Roberta Vincenzi e a Isabella Gaião. A edição do episódio foi da Carolaine Cabral. As músicas são do Blue Dot Sessions,  são Creative Commons. E esse podcast foi produzido com o apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídia Ciência, com o projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no universo, o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP.

Filosofia Pop
#246 – Filosofia no Direito, com Lenio Streck

Filosofia Pop

Play Episode Listen Later May 4, 2026 70:23


No episódio 246 do Filosofia Pop, recebemos o jurista Lenio Streck para uma conversa sobre filosofia no direito, a importância da hermenêutica jurídica e os riscos do decisionismo. A conversa aborda os limites da interpretação, o papel crítico da doutrina e a necessidade de fundamentação teórica para fortalecer práticas jurídicas mais democráticas. Palavras-chave: Este episódio também marca os 11 anos do podcast. Ao final, você ouve a canção “Não Cabem em uma Kombi”, do acervo de Pedro Ivo, do canal Ateu Informa. Aproveitamos para indicar também o canal Esquerda Goiana, Uai!, de Murilo Ferraz e Analu Oliveira, além do curta-metragem Você Não Vai Me Entender, lançado por Murilo em novembro passado. Lenio Luiz Streck, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) Mestre e Doutor em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina. Pós-doutor pela Universidade de Lisboa. Professor titular do Programa de Pós-Graduação em Direito (Mestrado e Doutorado) da UNISINOS, na área de concentração em Direito Público. Professor permanente e pesquisador da UNESA-RJ, Professor visitante da Universidade Javeriana – CO. 3 Jurista mais citado na América Latina e 4 nos países do BRICS – conforme Índice Científico Alper-Döğer) (AD). Membro catedrático da Academia Brasileira de Direito Constitucional ABDConst. Presidente de Honra do Instituto de Hermenêutica Jurídica IHJ (RS-MG). Membro da comissão permanente de Direito Constitucional do Instituto dos Advogados Brasileiros – IAB, do Observatório da Jurisdição Constitucional do Instituto Brasiliense de Direito Público – IDP, da Revista Direitos Fundamentais e Justiça, da Revista Novos Estudos Jurídicos, entre outros. Coordenador do DASEIN Núcleo de Estudos Hermenêuticos. Ex-Procurador de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. Autor, entre outras obras, de Jurisdição Constitucional e Decisão Jurídica (6. ed.); Hermenêutica Jurídica e(m) Crise (11. ed.); Verdade e Consenso (6. ed.), Dicionário de Hermenêutica, 2a. edição, além dos livros, em espanhol: Verdad y Consenso, Hermenéutica y Decisión Judicial, e Hermenéutica Jurídica: estudios de teoría del derecho, Dicionario de Hermenéutica, Lla llamada conciencia de los jueces. Tem experiência na área do Direito, com ênfase em Direito Constitucional, Hermenêutica Jurídica e Filosofia do Direito.Vem lecionando disciplinas de direito em cursos de pós-graduação lato sensu EAD desde 2017: Pós Graduação UNISC EAD, da Universidade de Santa Cruz do Sul, 2018; Direito Eleitoral EAD, da Fundação Escola do Ministério Público, Porto Alegre/RS), 2017; Curso de Pós-Graduação em Direito Constitucional EaD, da Academia Brasileira de Direito Constitucional ABDCONST, 2018-2019; e Curso de Pós-Graduação em Direito e Processo Penal EaD, da Academia Brasileira de Direito Constitucional ABDCONST, 2019 (a lecionar). Temas tratados na entrevista (em tópicos) Diferença entre “filosofia no direito” e “filosofia do direito”Defesa da ideia de que a filosofia não deve ser mero ornamento externo ao campo jurídico, mas condição de possibilidade para compreender conceitos, práticas e decisões jurídicas. A filosofia como modo de ser no mundoInfluência de Martin Heidegger: a filosofia aparece como forma de existência e de compreensão prévia do mundo, não apenas disciplina acadêmica. Linguagem, nomes e realidadeDebate sobre como se dão nome às coisas, relação entre palavras e mundo, usando referências como Crátilo e Vidas Secas. Crítica ao positivismo jurídico e ao cientificismoDiscussão sobre o século XIX, quando a filosofia teria sido afastada como “metafísica”, deixando o direito empobrecido teoricamente. Contradições filosóficas nas decisões judiciaisExemplo de juízes que invocam ao mesmo tempo “livre convencimento” (subjetivismo) e “verdade real” (objetivismo), misturando paradigmas incompatíveis. Crítica ao decisionismo judicial brasileiroRejeição da ideia de que “direito é aquilo que os tribunais dizem que é”, vista como destruição da autonomia do direito. Hermenêutica jurídica e limites da interpretaçãoDefesa de limites interpretativos contra arbitrariedades e superinterpretações. A interpretação jurídica deve ser constrangida por tradição, linguagem e institucionalidade. Conceito de “constrangimento epistemológico”Tese de Lenio Streck de que a doutrina e a teoria jurídica devem limitar interpretações arbitrárias e impor padrões racionais ao direito. Direito e literaturaA literatura como fonte privilegiada para compreender dilemas jurídicos e políticos. Exemplos usados: Orestéia, As Viagens de Gulliver, William Shakespeare. Superinterpretação e relativismoDiscussão do debate entre Umberto Eco e Richard Rorty sobre limites da interpretação e riscos do relativismo. Crítica à cultura digital e redes sociaisReflexão sobre banalização do conhecimento, culto à superficialidade e perda da vergonha pública na era das redes. Inteligência artificial e atalhos cognitivosPreocupação com IA como instrumento de simplificação excessiva, respostas prontas e fuga da angústia do pensamento. Hierarquia, autoridade e educaçãoDebate sobre a importância de hierarquias legítimas na formação intelectual e no aprendizado, contrapondo-se ao igualitarismo simplificador. Filosofia brasileira e reconhecimento de Ernildo SteinStreck aponta Ernildo Stein como o filósofo brasileiro que mais o impressionou. Filósofos preferidosDeclara preferência por Hans-Georg Gadamer, com forte referência também a Heidegger. Referências citadas na entrevista Filósofos / Teóricos Martin Heidegger Hans-Georg Gadamer Ernildo Stein Richard Rorty Umberto Eco Charles Sanders Peirce William James Ludwig Wittgenstein (implícito no tema linguagem privada) Søren Kierkegaard Gaston Bachelard Thomas Hobbes William of Ockham Marcílio de Pádua Dante Alighieri Obras literárias / Livros Crátilo Vidas Secas As Viagens de Gulliver Dom Casmurro O Nome da Rosa O Pêndulo de Foucault O Pato Selvagem A Festa da Insignificância A Brincadeira Autores literários William Shakespeare Jonathan Swift Graciliano Ramos Machado de Assis Henrik Ibsen Milan Kundera Obras de Lenio Streck mencionadas Dicionário de Hermenêutica Dicionário de Senso Comum Ensino Jurídico em Crise Robô Não Desce Escada Hermenêutica, Jurisdição e Decisão “Fatos, relatos e interpretações”. In:Trindade, André Karam. e Karan, Henrieta. (ed.). Por dentro da Lei. Direito, narrativa e ficção. (na entrevista erroneamente atribui esse texto a Ernildo Stein, quando queria enfatizar que funciona como um resumo da perspectiva de Lenio Streck) Obras de Ernildo Stein mencionadas: Aproximações sobre Hermenêutica Anamnese: a Filosofia e o Retorno do Reprimido Pensar é Errar: um Ajuste com Heidegger Diferença e Metafísica Racionalidade e Existência: uma Introdução à Filosofia O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #246 – Filosofia no Direito, com Lenio Streck apareceu primeiro em filosofia pop.

Edu Voices
#96 - Rodrigo Sabiah

Edu Voices

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 38:41


Rodrigo Sabiah é líder social, palestrante motivacional e fundador da ONG Reciclando Vidas. Egresso do sistema prisional, atua em processos de ressocialização, conectando periferia e centro com propósito e impacto social. É estudante de Serviço Social pela Universidade Estácio de Sá e já participou de iniciativas como TEDx Talks e o Global Freedom Fellowship.Neste episódio, conversamos sobre trajetória, recomeço e transformação social a partir da própria experiência. Rodrigo compartilha como sua vivência atravessa o trabalho com educação, empreendedorismo social e políticas públicas, mostrando caminhos possíveis para a reconstrução de vidas e comunidades.O host desse episódio é o Prof. Dr. Gustavo Borba.Acompanhe também o Instituto para Inovação em Educação da Unisinos!

Filhologico
Vai fazer o concurso da prefeitura de Caxias?

Filhologico

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 2:39


A principal referência acadêmica sobre a historiografia de Caxias, Maranhão, associada ao nome Mariângela é Mariangela Santana Guimarães Santos, autora de uma tese de doutorado (2018) focada na memória da cidade. Pontos-chave da obra de Mariangela Santana Guimarães Santos:Tese: "Fragmentos da memória: contribuições à história da cidade de Caxias do Maranhão" (Unisinos, 2018).Abordagem: A pesquisa utiliza a memória material e imaterial para analisar a história de Caxias, abordando como as relações pessoais e cotidianas moldaram as complexas relações sociais e o uso do espaço urbano.Temas: A obra explora "Fragmentos da memória", "Ecos da história" e a "incursão pelas memórias da cidade".Foco: Contribuições para a história urbana, arquitetura e memória social de Caxias-MA. Outros achados historiográficos em Caxias, Maranhão:A historiadora Mercilene é citada como referência no Memorial da Balaiada.O Instituto Histórico e Geográfico de Caxias (IHGC) é o principal órgão de preservação da memória local.A história de Caxias é frequentemente estudada em relação à Balaiada, aos povos indígenas Timbiras e Gamelas, e à herança comercial do Rio Itapecuru.

Carta Podcast
Após decisão de Gilmar Mendes, Congresso lança ofensiva para restringir poderes do STF | #FechamentoCarta

Carta Podcast

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 67:34


Neste episódio, Fabíola Mendonça, Maurício Thuswohl e Rodrigo Martins entrevistam o advogado Lenio Streck, procurador de Justiça aposentado e professor de Direito Constitucional da Unisinos, sobre a crise entre os Poderes. Ao determinar que apenas o procurador-geral da República pode apresentar pedidos de impeachment contra ministros do STF, Mendes tenta criar uma espécie de vacina contra o vírus autoritário ainda presente nas fileiras bolsonaristas e alimentado pelo oportunismo do “Centrão”. A reação do Congresso, porém, foi imediata: a tramitação de projetos que restringem a atuação dos ministros do STF ganhou velocidade.O programa também traz os principais destaques da edição semanal de CartaCapital. Da Carbono Oculto à Refit, as digitais do senador Ciro Nogueira, presidente do PP, aparecem nos maiores escândalos do País. As fake news antivacinas avançam até mesmo entre médicos. São os doutores da mentira. E mais: afogado em uma dívida de 193 bilhões de reais, o governador do Rio de Janeiro decidiu promover uma liquidação de bens do estado. A “Black Friday” de Cláudio Castro inclui o Estádio do Maracanã, a gare da Central do Brasil e prédios que abrigam entidades históricas de direitos humanos, como o Tortura Nunca Mais e o Grupo Arco-Íris.

Vivendo e Empreendendo
T4:EP 42 - A nova geração e o empreendedorismo: transformando ideias em ação.

Vivendo e Empreendendo

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 31:32


Neste episódio do Vivendo e Empreendendo, vamos conversar sobre a nova geração no empreendedorismo. Nos últimos anos, vimos um movimento crescente de jovens que decidiram começar a empreender muito antes do que era comum há uma ou duas décadas. Se antes era natural esperar a faculdade, a especialização, a “experiência de mercado”, agora muitos jovens estão dando seus primeiros passos aos 20, 18, às vezes até antes — testando ideias, criando negócios, trabalhando com propósito e encontrando novas maneiras de fazer as coisas acontecerem. Essa geração chega com uma forma diferente de olhar para o mundo: é curiosa, questionadora, conectada e disposta a criar novos modelos. Hoje, a gente quer entender esse movimento de perto: o que leva esses jovens a empreender tão cedo? Como eles encontram oportunidades em um mercado tão competitivo? Para essa conversa, recebemos dois convidados que representam muito bem esse novo jeito de empreender: Douglas Corso, 27 anos, administrador pela ESPM e fundador da OFFICINA 21st, uma empresa que estuda o comportamento das novas gerações e ajuda o mercado de hotelaria a se preparar para o futuro. E Pedro Montagna, 22 anos, acadêmico de Gestão de Inovação e Liderança na UNISINOS e Co-fundador da OFFICINA 21st.

Assunto Nosso
Direto ao Ponto - Maurício Gewehr, Advogado Especialista em Direito do Agronegócio

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 23:55


Maurício Gewehr, sócio do escritório Kipper Gewehr, advogado especialista em Direito do Agronegócio e doutorando em Gestão e Negócios pela Unisinos, falou no Direto ao Ponto sobre as desmotivações do produtor rural por trás da não contratação de seguro rural.

Arauto Repórter UNISC
Direto ao Ponto - Maurício Gewehr, Advogado Especialista em Direito do Agronegócio

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 23:55


Maurício Gewehr, sócio do escritório Kipper Gewehr, advogado especialista em Direito do Agronegócio e doutorando em Gestão e Negócios pela Unisinos, falou no Direto ao Ponto sobre as desmotivações do produtor rural por trás da não contratação de seguro rural.

Lutz Podcast
Filósofo Explica Por Que Você Está Destruindo Sua Mente (e como mudar) - Paulo Teston | Lutz Podcast #378

Lutz Podcast

Play Episode Listen Later Sep 22, 2025 85:01


Naruhodo
Naruhodo Entrevista #51: Mellanie Fontes-Dutra

Naruhodo

Play Episode Listen Later Sep 15, 2025 93:07


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Biomédica, Mestra e Doutora em Neurociências, com Pós-Doutorados em Bioquímica e em Virologia, professora e divulgadora científica, Mellanie Fontes-Dutra, a @mellziland.Só vem!>> OUÇA (93min 08s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Mellanie Fontes Dutra da Silva é graduada em Biomedicina (UFRGS), com as habilitações em Bioquímica, Patologia Clínica e Virologia. Mestre e Doutora em Neurociências (UFRGS), com Pós-Doutorado em Bioquímica (UFRGS) e em Virologia (Feevale).Atualmente, é professora da Escola de Saúde da Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos), para os cursos de Medicina, Biomedicina e Engenharia Biomédica. É coordenadora dos cursos Biomedicina, modalidade presencial e híbrido/EaD (Unisinos), e professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Alimentos, Nutrição e Saúde, situado no ittNutrifor-TECNOSINOS.É coordenadora do Núcleo de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas e Saúde Única - UNISINOS, e do Núcleo de Pesquisa em Neuropsiquiatria Nutricional - UNISINOS. Também é membro do Comitê de Ética em Pesquisa (Unisinos), da Comissão Interna de Biossegurança (CIBio - Unisinos), e participa do GT Curricularização Saúde Única da Rede Saúde do Rio Grande do Sul e da Rede de Saúde Humana, Animal e Ambiental Rede Saúde Única da FIOCRUZ RS.Estuda, atualmente, os impactos de eventos climáticos extremos sobre a saúde física (explorando agentes infecciosos e resposta imunológica, bem como doenças crônicas não transmissíveis - DCNTs) e mental das populações atingidas, bem como agentes infecciosos de emergentes de importância para a saúde pública e as interrelações entre as microbiotas do organismo em diversos contextos fisiológicos e patológicos, com enfoque no sistema imunológico.Tem experiência em neurodesenvolvimento e seus transtornos, com atuação no campo de pesquisa desde 2010. Trabalhou no Laboratório de Plasticidade NeuroGlial (PNG), situado no Grupo de Estudo Translacional do Transtorno do Espectro do Autismo (GETTEA), assim como no Autism Well-Being Awareness and Research Development Institute (A.W.A.R.D. Institute), tendo como foco a pesquisa sobre os transtornos do espectro do autismo (TEA).Divulgação científica: Foi uma das principais vozes da ciência no twitter, em 2020 e 2021 (IBPAD/SciencePulse). É organizadora do Pint of Science de Porto Alegre, que tem o objetivo de divulgar e popularizar a ciência.É idealizadora e coordenadora da Rede Análise (@redeanalise no twitter) e membro da rede #TodosPelasVacinas (www.todospelasvacinas.info). Durante o ano de 2021, participou como membro do grupo InfoVid e como guia da equipe Halo, uma iniciativa global que faz parte do projeto Verificado das Nações Unidas.Atualmente, é embaixadora da World Wide Fund for Nature (WWF) Brasil.Lattes: http://lattes.cnpq.br/6219326679133695*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

Carta Podcast
O motim bolsonarista no Congresso e a prisão do capitão, por ora só em casa... | Fechamento Carta

Carta Podcast

Play Episode Listen Later Aug 8, 2025 61:16


Neste episódio, André Barrocal, Mariana Serafini e Rodrigo Martins entrevistam o jurista Lenio Streck, professor de Direito Constitucional da Unisinos e pós-doutor pela Universidade de Lisboa, sobre a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, decretada pelo ministro Alexandre de Moraes na segunda-feira 4. Em breve, no entanto, o endereço do cárcere pode ser atualizado. Em setembro, o Supremo Tribunal Federal julgará o ex-presidente e seus comparsas na trama golpista. Réu por cinco crimes, entre eles golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, o capitão pode ser condenado a 37 anos de reclusão em regime fechado.O programa apresenta, ainda, os principais destaques da edição semanal de CartaCapital. Reduto eleitoral de Lula, o Nordeste será a região mais prejudicada pelo tarifaço de Donald Trump, aponta estudo do BNB. Em reação aos movimentos de França, Reino Unido e outros países pelo reconhecimento do Estado palestino, o premiê israelense Benjamin Netahyahu acelera seu plano de ocupação total da Faixa de Gaza. E mais: Justiça derruba resolução do Conselho Federal de Medicina que restringia o acesso de crianças e adolescentes transgêneros a procedimentos hormonais.O Fechamento é transmitido ao vivo, no canal de CartaCapital no YouTube, a partir das 18h. Na tevê aberta, a TVT exibe uma reprise às 22h30. Acompanhe e participe do debate pelo nosso chat.

Jones Manoel
STF, Congresso e governo: penas menores para o golpe | Haddad: ode ao neoliberalismo | 29.4

Jones Manoel

Play Episode Listen Later Apr 29, 2025 240:46


O Manhã Brasil desta terça (29), com o jornalista Mauro Lopes como âncora, tem os seguintes destaques: 1) saiu o acordão entre governo, STF e Congresso para aliviar a pena dos condenados pelo golpe do 8 de janeiro. Uma vez aprovado, eles serão libertados -os “peixes pequenos”. Há uma versão de que haveria aumento das penas para os líderes, mas ela não é confirmada e nem possível, pois não se pode retroagir em penas que agravem a situação de réus; 2) Haddad e Galípolo foram ao “Safra Day” do Banco Safra e fizeram uma ode ao neoliberalismo radical; 3) Hugo Motta anunciou que a reforma do IR ficará para o segundo semestre e já coloca dúvidas se a isenção para que ganha até R$ 5 mil será aprovada ainda este ano Pessoas convidadas:Lenio Streck, advogado, jurista e professor. Doutor e Pós-Doutor em Direito. Membro catedrático da Academia Brasileira de Direito Constitucional. Professor titular da Unisinos e Unesa e visitante em universidades estrangeiras. Matheus Leal, historiador e professor de História, estudante de Jornalismo, dirigente do PCBR no Pará e criador de conteúdo de esquerda radical no perfil @historiacanhota.

Edu Voices
#95 - Mike Palmer

Edu Voices

Play Episode Listen Later Apr 11, 2025 28:15


O convidado deste episódio é Mike Palmer.O host deste episódio é Gustavo Borba.Acompanhe também o Instituto para Inovação em Educação da Unisinos!

Carta Podcast
Denúncia da PGR: Bolsonaro Liderou Organização Criminosa Para Dar um Golpe de Estado | Fechamento Carta

Carta Podcast

Play Episode Listen Later Feb 21, 2025 62:25


Neste episódio, André Barrocal, Mariana Serafini e Rodrigo Martins entrevistam o jurista Lenio Streck, professor de Direito Constitucional da Unisinos e pós-doutor pela Universidade de Lisboa, sobre a denúncia da Procuradoria Geral da República contra Jair Bolsonaro, apontado como líder de uma tentativa de golpe de Estado após perder as eleições de 2022. O ex-presidente foi acusado de praticar os crimes de tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito e de golpe de Estado, de dano qualificado pela violência e grave ameaça contra patrimônio da União, deterioração de patrimônio tombado e participação em uma organização criminosa. As penas, somadas, podem chegar a 43 anos de prisão.O programa apresenta ainda os principais destaques da edição semanal de CartaCapital. O Brasil ingressa em fórum da Opep e Lula pressiona o Ibama pela liberação dos estudos da Petrobras na Margem Equatorial. A direita elege a ADPF das Favelas como bode expiatório da crise de segurança no Rio de Janeiro. E mais: a fraude da moeda virtual $Libra provoca o primeiro grande escândalo de Milei na Argentina. O “libertário” tem sido comparado a Madoff, famoso golpista de Wall Street.

Edu Voices
#94 - Jociele Rodrigues e Marco Plá

Edu Voices

Play Episode Listen Later Jan 2, 2025 35:58


Jociele é atriz, diretora artística e professora de teatro, além de graduanda em licenciatura em dança na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. Com 12 anos dedicados ao estudo e à pesquisa teatral, ela soma experiências em cursos e oficinas pelo Rio Grande do Sul e São Paulo. Atualmente, aprofunda seus conhecimentos no Teatro de Máscaras por meio de cursos de extensão na UFRGS. Marco é diretor artístico e professor de teatro. Ele é licenciado em Ciências Sociais e Teatro, tem especialização em Ensino de Teatro no Instituto Federal do Rio Grande do Norte, é mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e, atualmente, doutorando em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Uberlândia. Jociele e Marco são os fundadores da Teatraria ao Cubo, uma escola de teatro de Porto Alegre que já movimentou mais de 6 mil artistas através de cursos, oficinas e espetáculos. Neste episódio, conversamos sobre como a arte e a educação formal e informal moldaram suas trajetórias e o impacto que o teatro pode ter na sociedade. A conversa explora o papel do ensino na vida de ambos e apresenta exemplos do potencial transformador da arte na educação e na formação humana. A host desse episódio é Bruna Roxo. Acompanhe também o Instituto para Inovação em Educação da Unisinos!

Direto ao Ponto
“Brain rot”: entenda como o consumo de conteúdo breve na internet pode afetar seu cérebro

Direto ao Ponto

Play Episode Listen Later Dec 18, 2024 29:16


O consumo exagerado de conteúdo rápido e sem profundidade na internet pode estar prejudicando sua atividade cerebral e sua saúde mental. Já ouviu falar em “brain rot”? O termo que em português significa “cérebro apodrecido” foi escolhido como a palavra do ano de 2024 pela universidade de Oxford, em uma votação pública que reuniu mais de 37 mil participantes.“Brain rot” pode ser definido como uma exaustão ou deterioração do estado mental ou intelectual de uma pessoa, em função do consumo excessivo de material. Neste caso, conteúdos disponíveis online em aplicativos como Tik Tok, Instagram, Youtube e outros.O Direto ao Ponto conversou com dois especialistas para entender como podemos perceber que esse consumo de conteúdo está deixando de ser saudável e dar dicas de como termos uma melhor relação com as telas. Os entrevistados desta episódio são o doutor em neuropsicologia e professor da Escola de Saúde da Unisinos, Chrystian Kroeff, e o coordenador do curso de Jornalismo e Relações Públicas da Universidade Feevale, Alisson Coelho. A apresentação é de Matheus Chaparini.

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#91: Ana Thomé - Criança e Natureza

Edu Voices

Play Episode Listen Later Nov 29, 2024 52:37


Se você fosse lembrar das suas primeiras experiências com natureza, que cenários aparecem pra você? No quintal da sua casa? Na praça da sua cidade? No sítio do seu familiar? Na rua? Quais são as cenas e o seu imaginário de encontro com a natureza? O que pode acontecer e o que pode emergir do encontro das crianças com a natureza? Essas e outras questões vamos explorar neste episódio da temporada Criança e Natureza. A convidada deste episódio é Ana Thomé. Pedagoga especialista em educação e natureza, pós-graduada em educação lúdica, psicomotricidade e educação inclusiva, mestranda em Educação pelo PPG em Educação da Unisinos. Idealizou, e coordena o Ser Criança é Natural, reconhecida como Inspiring Leader in the Children and Nature Movement no Children & Nature Network. Co-autora do livro Arte e Natureza: Ateliê os Quatro Elementos.  Também trabalhou em escolas da floresta no Reino Unido  e pesquisa iniciativas que relacionam educação e natureza pelo mundo. Participou do documentário O Começo da Vida 2 - Lá Fora. Estuda cultura da infância, desenvolvimento infantil e processos de aprendizagem pela experiência.Desde 2017, realiza a brincadeira Caixas da Natureza que conecta crianças de todo o Brasil com a natureza do seu entorno e já atingiu diretamente mais de 80 mil crianças. Atua como formadora de professores e assessora pedagógica em escola pública e privada com educadores da América Latina. Como professora da rede pública atuou na educação infantil, na educação inclusiva e na formação de professores.  O host desse episódio é Paulo Fochi. Acompanhe também o Instituto para Inovação em Educação da Unisinos!

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#92: Bebel Barros - Criança e Natureza

Edu Voices

Play Episode Listen Later Nov 29, 2024 52:40


Quais iniciativas na sua cidade você conhece que sejam criadas para criar conexão entre infância e natureza? Quais iniciativas estão dialogando ou se preocupando com justiça climática? O que você pensa sobre o papel que tem o poder público e as iniciativas privadas nas ações voltadas ao clima? Você sente falta de estar na natureza? Essas e outras questões vamos explorar neste episódio da temporada Criança e Natureza. A convidada deste episódio é Bebel Barros. Engenheira Florestal e mestre em Conservação pela ESALQ/USP, é cofundadora da Outward Bound Brasil e atuou na Fundação Florestal. Especialista em infâncias e natureza no Instituto Alana desde 2015. Desde 2019, coordena o GT Natureza, Crianças e Adolescentes da Sociedade Brasileira de Pediatria. O host desse episódio é Paulo Fochi. Acompanhe também o Instituto para Inovação em Educação da Unisinos!

Edu Voices
#93: Julia Berro - Criança e Natureza

Edu Voices

Play Episode Listen Later Nov 29, 2024 51:30


Que materiais você lembra colecionar quando você era criança? Que objetos ficavam escondidos embaixo da cama porque faziam parte das suas brincadeiras? Que coisas você encontrava na rua e entrava pra dentro dos seus bolsos? Quais são os objetivos da tua cultura? Quais são os materiais que lembram a manualidade e os saberes dos povos que você faz parte? Essas e outras questões vamos explorar neste episódio da temporada Criança e Natureza. A convidada deste episódio é Julia Berro. Quintaleira, brincante e observadora de crianças livres com suas naturezas. Co-articuladora do Coletivo Taboa e do Movimento dos Quintais Brincantes. Prepara espaços para pessoas adultas e crianças brincarem em praças, parques, ruas, calçadas, quintais, creches e escolas. Seus acervos, objetos e artesanias de brincar vem de mercados centrais, feiras livres, artistas brasileiros e de coletas de elementos da natureza. Facilita percursos de aprendizagem sobre as culturas das infâncias e as práticas quintaleiras em educação. Co-coordena implantação de pátios naturalizados na sensibilização e diálogo com a equipe pedagógica de escolas e creches públicas. Pesquisa as brincadeiras brasileiras compartilhadas por mestres e mestras brincantes da cultura brasileira. O host desse episódio é Paulo Fochi. Acompanhe também o Instituto para Inovação em Educação da Unisinos!

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#90: Marieta Colucci - Criança e Natureza

Edu Voices

Play Episode Listen Later Nov 11, 2024 69:47


A convidada deste episódio é Marieta Colucci. Ela é Arquiteta e Urbanista formada pela USP, com atuação na intersecção entre infância, educação e planejamento urbano. Seu trabalho busca construir cidades pensadas para as crianças e com a participação delas. É assessora de projetos e consultora em urbanismo na iniciativa Urban95 no Brasil e no Centro de Criação de Imagem Popular (CECIP). Também cofundou e atua como educadora no APE - Estudos em Mobilidade. Entre 2015 e 2018, trabalhou como técnica no Departamento de Urbanismo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano de São Paulo e foi educadora e facilitadora no programa Educação e Território da Associação Cidade Escola Aprendiz. Neste episódio, Paulo Fochi e Marieta conversam sobre criar espaços nas cidades que permitam condições climáticas e lúdicas para crianças brincarem e se desenvolverem plenamente. Na sua cidade, há espaços verdes onde as crianças podem brincar livremente? Como esses lugares são organizados e equipados? Você costuma ver esses espaços ocupados por crianças e suas famílias? Eles estão concentrados apenas em áreas nobres ou também chegam às regiões periféricas? Essas e outras questões vamos explorar na temporada Criança e Natureza. Saiba mais e acompanhe o Instituto para Inovação em Educação da Unisinos: ⁠⁠unisinos.br/institutoinovacao /⁠⁠ @institutoinovaedu

Edu Voices
#89 - Maricia Ferri

Edu Voices

Play Episode Listen Later Sep 27, 2024 26:58


A convidada deste episódio é Maricia Ferri. Mestre e Doutora em Educação pela PUCRS, Maricia é especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional pela Universidade La Salle e possui licenciatura em Pedagogia pela Unisinos. Atualmente, atua como diretora geral do Colégio Farroupilha e é co-criadora e curadora da Escola de Professores Inquietos. Com uma trajetória diversificada, sempre contribuindo para a transformação na educação no RS, já passou por espaços como na Secretaria de Educação do RS e na diretoria educacional do Colégio Santa Inês, entre outros. Neste episódio, Maricia fala sobre os desafios e a importância da educação básica na formação integral das pessoas. Ela analisa as novos movimentos que vêm transformando a interação com os alunos. Também destaca a relevância das habilidades socioemocionais, o valor da interdisciplinaridade, da pesquisa e do trabalho em projetos para promover o protagonismo dos estudantes.

Rádio Gaúcha
#4 Como e quando a gente aprende?

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Aug 20, 2024 31:04


No episódio desta semana do podcast Educação do Amanhã, discutimos as transformações na educação superior. As convidadas abordam como a universidade está se adaptando para oferecer uma educação que conecta teoria e prática, a importância da inovação na formação dos alunos, e o impacto da tecnologia no ensino. Larissa Guerra recebe no estúdio a coordenadora do curso de administração da Unisinos, Janaína Lemos, e a professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Unisinos Betina Schuler.

Direto ao Ponto
Mpox: por que o novo surto da doença é diferente e quais os riscos no Brasil

Direto ao Ponto

Play Episode Listen Later Aug 16, 2024 18:37


A Mpox voltou aos holofotes depois que a Organização Mundial da Saúde decretou emergência de saúde pública internacional. O novo surto da doença é mais preocupante que os anteriores porque envolve uma nova variante do vírus, chamada C1, a mais perigosa que já se viu até então. No Brasil, foram notificados 709 casos e 16 mortes em decorrência da Mpox até este momento. O Ministério afirmou que está negociando a aquisição emergencial de 25 mil doses de vacina juntamente à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).Com a intenção de entender o que essa nova variante da Mpox representa para o Brasil e o mundo, o Direto ao Ponto conversou com a biomédica, pesquisadora e professora da escola de saúde da Unisinos, Mellanie Fonte Dutra. A apresentação é de Lucas Keske.

Edu Voices
#87 - Alyne Jobim

Edu Voices

Play Episode Listen Later Aug 2, 2024 27:42


Nossa convidada neste episódio é Alyne Jobim, administradora de empresas e pós-graduada em Varejo e E-commerce, com formação executiva em Advocacy e Políticas Públicas. Alyne é gestora de projetos de educação empreendedora, inovação social e diversidade, com 20 anos de atuação no mercado da moda em gestão comercial no varejo. Ela também é consultora em inclusão e acessibilidade, e dedicou 12 anos como voluntária no Instituto C&A, planejando ações de educação e leitura para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Atualmente, Alyne é Diretora de Articulação e Relacionamento da Superintendência de Educação Profissional do RS. Além disso, é co-fundadora da Odabá e sócia-fundadora da Iwosan. Saiba mais e acompanhe o Instituto para Inovação em Educação da Unisinos: ⁠⁠unisinos.br/institutoinovacao/⁠⁠ @institutoinovaedu

Podcast ABELHA
Valor econômico da polinização

Podcast ABELHA

Play Episode Listen Later Jul 28, 2024 5:48


Já parou para pensar em quanto vale o trabalho silencioso das abelhas e outros polinizadores para a nossa economia? Prepare-se para se surpreender com os números! Neste episódio do Podcast A.B.E.L.H.A., a bióloga Patrícia Nunes-Silva, pesquisadora no Vizlab | X-Reality and GeoInformatics Lab na UNISINOS, nos apresenta o fascinante mundo da polinização, revelando o valor bilionário que ela gera para o Brasil. Vamos entender como os cientistas calculam esse valor e alguns exemplos de contribuições das abelhas para culturas agrícolas. Descubra como a polinização impacta o seu dia a dia e por que proteger os polinizadores é crucial para o futuro do nosso planeta. FICHA TÉCNICA Depoimento: Patrícia Nunes-Silva, pesquisadora no Vizlab | X-Reality and GeoInformatics Lab na UNISINOS Edição e mixagem: Guilherme Castellar Trilha: Hang love 1, by Patrizio from Pixabay Imagens: Abelha-africanizada (Apis mellifera) em flor de macieira (foto de Patrícia Nunes-Silva)

Edu Voices
#86 - Ana Godoy e Leonardo da Costa

Edu Voices

Play Episode Listen Later Jul 19, 2024 45:07


Os convidados deste episódio são a Ana Godoy e o Leonardo da Costa. A Ana é fotógrafa, escritora e publicitária formada pela UniRitter. Ela é autora dos livros Com Verso e Anagrama, foi idealizadora do Expressões da Aldeia, projeto que oportunizou um espaço de exposição para artistas de Gravataí. Atualmente, ela leva palestras sobre arte para escolas de Ensino Fundamental através do projeto Da Poesia à Melodia e ela também está atuando para reconstrução das bibliotecas atingidas pela enchente através do projeto Novas Histórias. O Leonardo é ambientalista, professor de História formado pela UFRGS, mestrando em Ciência Política também pela UFRGS e representante do Coletivo Mato do Júlio, um movimento criado para atuar na defesa da última Floresta de Cachoeirinha (RS), mas que também atua na cidade, através de trabalho voluntário, com outras atividades como resgate de animais e palestras sobre educação ambiental em escolas. Neste episódio, nós conversamos sobre a atuação dos dois como voluntários, membros do Coletivo Mato do Júlio, nas enchentes do Rio Grande do Sul. Nós exploramos temas como memória, manifestos, educação, ideologia e ambientalismo. Acompanhe o Coletivivo Mato do Júlio e o Novas Histórias: @matodojulio @novashistorias.rs Conheça também o projeto "Doe livros e ajude a reconstruir sonhos nas escolas gaúchas", um projeto do Unisinos Education em parceria com o Instituto para Inovação em Educação. Saiba mais e acompanhe o Instituto para Inovação em Educação da Unisinos: ⁠⁠unisinos.br/institutoinovacao/⁠⁠ @institutoinovaedu

Perimetral Podcast
Afinal, o Guaíba é rio ou lago?

Perimetral Podcast

Play Episode Listen Later Jul 5, 2024 47:26


Num momento em que se fala tanto sobre o Guaíba, o Perimetral Podcast retoma um velho debate para tentar, enfim, encerrar essa discussão. O manancial que levou Porto Alegre, em maio, à maior enchente da sua história é um rio ou um lago? Ou não é uma coisa nem outra? Nina Simone Vilaverde Moura, professora titular do Departamento de Geografia da UFRGS, e Zeca Oliveira, geólogo e pesquisador da Unisinos, são os convidados desta semana.

Edu Voices
#85 - Irene Reis

Edu Voices

Play Episode Listen Later Jun 28, 2024 38:39


Nossa convidada neste episódio é Irene Reis. Ela é bacharel e licenciada em Letras português e espanhol pela USP, tem MBA em Gestão Escolar pela USP, é especialista em tradução de espanhol pela Universidade Gama Filho, especialista em Neurociência e Comportamento com Ênfase em Saúde Mental e Inteligência Emocional pela PUCRS e, atualmente, é Doutoranda em Saúde Mental pela Universidade de Montevideo.  Além disso, Irene é fundadora e CEO da plataforma Reinventando a Educação, é autora do livro infantil “Manulinda, o que você quer ser quando crescer?” e foi tradutora da obra Reinventar a Educação do Edgar Morin e Carlos Jesús Delgado Diaz.  Acompanhe a Irene e o Reinventando a Educação:  @reinventandoaeducacao  @irenereis_neuroeduca  @concluidadolider  @projetovidha  @eondgt  Saiba mais e acompanhe o Instituto para Inovação em Educação da Unisinos: ⁠⁠unisinos.br/institutoinovacao/⁠⁠  @institutoinovaedu

Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #82 Revolução Mexicana

Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Jun 26, 2024 95:50


Nova campanha de financiamento coletivo: https://apoia.se/fronteirasnotempo   Olá, amigos e amigas do Fronteiras no Tempo! Neste novo episódio do nosso podcast de História debatemos com o professor Dr. Ernando Brito (Unicentro/PR) acerca da história da Revolução Mexicana, que teve início em 1910 e se tornou um movimento de grande relevância para entendermos a história da América Latina como um todo, além do país onde ela ocorreu. Conversamos sobre as principais interpretações historiográficas acerca das causas e desdobramentos desta revolução e seus personagens. O México vinha passando por um período ditatorial desde o final do século XIX e, mesmo com crescimento econômico e certa estabilidade política, o clima era de revolta, especialmente entre as classes populares, que se viam sacrificadas para sustentar o país. Nomes como os de Pancho Villa e Emiliano Zapata ganharam notoriedade a partir deste movimento, e são até hoje lembrados como protagonistas desta trama. O professor Ernando nos convidou também a refletir sobre o papel das produções cinematográficas na consolidação da leitura histórica sobre o processo revolucionário e no estabelecimento dos heróis e vilões, algo que teve consequências na própria difusão dos ideais políticos que emergiram naquele período. Venham conosco nessa viagem ao México do início do século XX! Arte da Capa: Danilo Pastor Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE   O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos   Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #82 Revolução Mexicana. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto, Ernando Brito Gonçalves e Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 26/06/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=62854&preview=true Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba. Recordar é viver: Willian Spengler. Edição e Arte do Episódio: Danilo Pastor (Nativa Multimídia). Material Complementar BARBOSA, Carlos Alberto Sampaio; LOPES, Maria Aparecida de Souza. A historiografia da Revolução Mexicana no limiar do século XXI: tendências gerais e novas perspectivas. In: História, nº 20. São Paulo, 2001. BARBOSA, Carlos Alberto Sampaio; LOPES, Maria Aparecida de Souza. A Revolução Mexicana. São Paulo: Editora UNESP, 2010 CAPELATO, Maria Helena Rolin. Populismo latino-americano em discussão. In: FERREIRA, Jorge (org). O populismo e sua história: debate e crítica. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001, p.125-165. FERNANDES, L. E. de O. A comemoração do centenário da independência no México: o Paseo de la Reforma como palco para a pacificação do passado em 1910. História Unisinos, v. 15, n. 1, p. 50-59, jan./abr. 2011. Disponível em: http://revistas.unisinos.br/index.php/historia/article/view/960/164 GONÇALVES JÚNIOR, Ernando Brito. Luz, Câmera e Revolução: Francisco Villa no Cinema Mexicano. Revista Eletrônica da ANPHLAC, ISSN 1679-1061, Nº 35, p.175-198, jan./jun.., 2023. http://revista.anphlac.org.br MEYER, Jean. México: Revolución y reconstrucción en los años veinte. In: BETHEL, Leslie. Historia da América Latina v.9: México, América Central y el Caribe, c. 1870-1930. Barcelona: Crítica, 1992. RAMPINELLI, Waldir José. A Revolução Mexicana: seu alcance regional, precursores, a luta de classes e a relação com os povos originários. In: Revista Espaço Acadêmico, 2011. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/14401 WASSERMAN, Claudia. História da América Latina: cinco séculos (temas e problemas). 3. ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS. WOMACK. John. A Revolução Mexicana, 1910-1920. In: BETHELL, Leslie (org.). História da América Latina. Vol. 5 - de 1870 a 1930. São Paulo: Edusp, 2008. Pessoas que nos apoiam e que merecem nossos agradecimentos Apoios a partir de 12 de junho de 2024  Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Charles Calisto Souza, Erick Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Klaus Henrique de Oliveira, João Ariedi, Manuel Macias, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #82 Revolução Mexicana

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Jun 26, 2024 95:50


Nova campanha de financiamento coletivo: https://apoia.se/fronteirasnotempo   Olá, amigos e amigas do Fronteiras no Tempo! Neste novo episódio do nosso podcast de História debatemos com o professor Dr. Ernando Brito (Unicentro/PR) acerca da história da Revolução Mexicana, que teve início em 1910 e se tornou um movimento de grande relevância para entendermos a história da América Latina como um todo, além do país onde ela ocorreu. Conversamos sobre as principais interpretações historiográficas acerca das causas e desdobramentos desta revolução e seus personagens. O México vinha passando por um período ditatorial desde o final do século XIX e, mesmo com crescimento econômico e certa estabilidade política, o clima era de revolta, especialmente entre as classes populares, que se viam sacrificadas para sustentar o país. Nomes como os de Pancho Villa e Emiliano Zapata ganharam notoriedade a partir deste movimento, e são até hoje lembrados como protagonistas desta trama. O professor Ernando nos convidou também a refletir sobre o papel das produções cinematográficas na consolidação da leitura histórica sobre o processo revolucionário e no estabelecimento dos heróis e vilões, algo que teve consequências na própria difusão dos ideais políticos que emergiram naquele período. Venham conosco nessa viagem ao México do início do século XX! Arte da Capa: Danilo Pastor Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE   O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos   Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #82 Revolução Mexicana. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto, Ernando Brito Gonçalves e Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 26/06/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=62854&preview=true Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba. Recordar é viver: Willian Spengler. Edição e Arte do Episódio: Danilo Pastor (Nativa Multimídia). Material Complementar BARBOSA, Carlos Alberto Sampaio; LOPES, Maria Aparecida de Souza. A historiografia da Revolução Mexicana no limiar do século XXI: tendências gerais e novas perspectivas. In: História, nº 20. São Paulo, 2001. BARBOSA, Carlos Alberto Sampaio; LOPES, Maria Aparecida de Souza. A Revolução Mexicana. São Paulo: Editora UNESP, 2010 CAPELATO, Maria Helena Rolin. Populismo latino-americano em discussão. In: FERREIRA, Jorge (org). O populismo e sua história: debate e crítica. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001, p.125-165. FERNANDES, L. E. de O. A comemoração do centenário da independência no México: o Paseo de la Reforma como palco para a pacificação do passado em 1910. História Unisinos, v. 15, n. 1, p. 50-59, jan./abr. 2011. Disponível em: http://revistas.unisinos.br/index.php/historia/article/view/960/164 GONÇALVES JÚNIOR, Ernando Brito. Luz, Câmera e Revolução: Francisco Villa no Cinema Mexicano. Revista Eletrônica da ANPHLAC, ISSN 1679-1061, Nº 35, p.175-198, jan./jun.., 2023. http://revista.anphlac.org.br MEYER, Jean. México: Revolución y reconstrucción en los años veinte. In: BETHEL, Leslie. Historia da América Latina v.9: México, América Central y el Caribe, c. 1870-1930. Barcelona: Crítica, 1992. RAMPINELLI, Waldir José. A Revolução Mexicana: seu alcance regional, precursores, a luta de classes e a relação com os povos originários. In: Revista Espaço Acadêmico, 2011. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/14401 WASSERMAN, Claudia. História da América Latina: cinco séculos (temas e problemas). 3. ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS. WOMACK. John. A Revolução Mexicana, 1910-1920. In: BETHELL, Leslie (org.). História da América Latina. Vol. 5 - de 1870 a 1930. São Paulo: Edusp, 2008. Pessoas que nos apoiam e que merecem nossos agradecimentos Apoios a partir de 12 de junho de 2024  Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Charles Calisto Souza, Erick Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Klaus Henrique de Oliveira, João Ariedi, Manuel Macias, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Edu Voices
#84 - Alfredo Fedrizzi

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Play Episode Listen Later Apr 12, 2024 32:11


Nosso convidado neste episódio é Alfredo Fedrizzi. Com uma formação na área de comunicação, ele sempre esteve, de alguma maneira, conectado à educação. Há mais de 30 anos, dedica-se à Aldeia da Fraternidade, um espaço que não apenas educa e alimenta, mas também abre horizontes para mais de 400 pessoas em situação de risco social. Além disso, participou ativamente da criação da Aldeia Lumiar e é membro da escola sueca de educação executiva, Hyper Island. Como conselheiro executivo, contribui para vários espaços, incluindo o Centro Cultural do Instituto Ling. Atualmente, está cursando mestrado em Antropologia na Universidade de Lisboa e, recentemente, esteve na Amazônia realizando um estudo antropológico. Saiba mais sobre o Instituto para Inovação em Educação da Unisinos: ⁠unisinos.br/institutoinovacao/⁠

Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #78 Amazônia e economia da borracha

Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Oct 31, 2023 85:56


A floresta amazônica e sua economia são campos para diversos estudos na área da História, especialmente da chamada história ambiental que estuda as diversas interações humanas com diferentes biomas e realidades. Nesse episódio nos focamos na extração vegetal do látex, matéria prima básica da quase onipresente borracha e nas transformações sociais e do mundo do trabalho da região norte do Brasil ao longo do tempo. Para tanto, recebemos um convidado para lá de especial, o historiador Marcos Montysuma – docente da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), cuja trajetória de vida e de estudos estão intrinsicamente ligadas as histórias, memórias, resistências e sobrevivências dos seringueiros. Além disso, descubra como este professor teve papel importante no movimento político-social iniciado e liderado por Chico Mendes.   Arte da Capa Arte da Capa: Danilo Pastor INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE   O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Financiamento Coletivo   Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM  – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) https://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] fronteirasnotempo@gmail.com   Saiba mais do nosso convidado Marcos Montysuma   Programa de Pós-Graduação interdisciplinar em Ciências Humanas Currículo Lattes  [vídeo] Defesa para professor titular - Professor Doutor Marcos Fábio Freire Montysuma Selo saberes históricos   Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo Drops #78 Amazônia e economia da borracha. Locução Cesar Agenor F. da Silva, Rodolfo Grande Neto, Marcos Montysuma, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 31/10/2023. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=60444&preview=true Expediente Produção Geral e Hosts: C. A, Beraba, Rodolfo Grande Neto, Willian Spengler e Beatriz Molina. Arte do Episódio: Danilo Pastor, Edição: C. A. Material Complementar Produção do convidado sobre o tema abordado MONTYSUMA, Marcos; DOMINGUES, A. S. . Memórias de mulheres - Discursos de Exílio Interno em Tempos de Ditadura Brasileira. REVISTA PAGINAS, v. 15, p. 1-375, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.35305/rp.v15i38.765 MONTYSUMA, Marcos; CRUZ, Tereza Almeida. Perspectivas de gênero acerca de experiências cotidianas no seringal Cachoeira-Acre (1964-2006). História Unisinos, v. 12, p. 219-236, 2008. Disponível em: https://revistas.unisinos.br/index.php/historia/article/view/5432 MONTYSUMA, Marcos F F; COSTA, C. A. F. Racionalidade do dinheiro - contrapontos à racionalidade ambiental. 1. ed. Jundiai: Paco Editorial, 2016. v. 1. 184p  MONTYSUMA, Marcos; DUTRA, G. K. M. . A HISTÓRIA ORAL NAS PRÁTICAS DE PESQUISA ENTRE OS POVOS FLORESTAIS AMAZÔNICOS BRASILEIROS. In: Giovanni Seabra. (Org.). Educação Ambiental – atitudes e ações resilientes para o equilíbrio do planeta. 1ed.Ituiutaba: BARLAVENTO, 2022, v. 1, p. 14-1296. MONTYSUMA, Marcos; FACANHA, T. G. O protagonismos das mulheres contribuindo para formar o capital social no Acre. In: Artur Cesar Isaia Et al. (Org.). História, cultura e religiosidades afro-brasileiras. 1.ed.Canoas: Editora Unilasalle, 2020, v. 3, p. 5-162. MONTYSUMA, Marcos. Memória da Terra - Memória da Floresta. In: BROCADO, Daniele; DEBIASI, Rose Elke; ORBEN, Tiago Arcanjo. (Org.). Terra e Memórias - vivências, conflitos e conquistas no(s) rural(is) do Brasil. 1aed.Porto Alegre: Editora Fi, 2018, v. 1, p. 45-71. MONTYSUMA, M.; SILVEIRA, T. Memórias e paisagens do seringal na urbanidade amazônica. In: Diego Omar da Silveira; Izabel Cristina Leite; Mario Ayala. (Org.). Questões de América Latina Contemporânea: novos objetos, novas dimensões, novas temporalidades. 1aed.Belo Horizonte: Fino Traço Editora / FAPEAM, 2016, v. 1, p. 11-312. Madrinhas e Padrinhos Alexsandro De Souza Junior, Aline Lima, Anderson Paz, André Luís Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Carolina Pereira Lyon, Charles Calixto de Souza, Claudia Bovo, David Viegas Casarin, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes De Oliveira, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iara Grisi, João Carlos Ariedi Filho, Jackson Luiz de Marco, Klaus Henrique De Oliveira, Lucas Akel, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Marcos Sorrilha, Nel Adame, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Henrique, Rafael Henrique Dos Santos Silva, Rafael Machado Saldanha, Raphael Bruno Silva Oliveira, , Ramon Silva Santos, Renata Sanches, Ricardo Augusto da Silva Orosco, Rodrigo Alfieiro Rocha, Rodrigo Olaio Pereira, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira, Victoria Cavalcante Muniz, Thiarles Klaza e Wagner de Andrade AlvesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #78 Amazônia e economia da borracha

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Oct 31, 2023 85:56


A floresta amazônica e sua economia são campos para diversos estudos na área da História, especialmente da chamada história ambiental que estuda as diversas interações humanas com diferentes biomas e realidades. Nesse episódio nos focamos na extração vegetal do látex, matéria prima básica da quase onipresente borracha e nas transformações sociais e do mundo do trabalho da região norte do Brasil ao longo do tempo. Para tanto, recebemos um convidado para lá de especial, o historiador Marcos Montysuma – docente da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), cuja trajetória de vida e de estudos estão intrinsicamente ligadas as histórias, memórias, resistências e sobrevivências dos seringueiros. Além disso, descubra como este professor teve papel importante no movimento político-social iniciado e liderado por Chico Mendes.   Arte da Capa Arte da Capa: Danilo Pastor INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE   O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Financiamento Coletivo   Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM  – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) https://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] fronteirasnotempo@gmail.com   Saiba mais do nosso convidado Marcos Montysuma   Programa de Pós-Graduação interdisciplinar em Ciências Humanas Currículo Lattes  [vídeo] Defesa para professor titular - Professor Doutor Marcos Fábio Freire Montysuma Selo saberes históricos   Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo Drops #78 Amazônia e economia da borracha. Locução Cesar Agenor F. da Silva, Rodolfo Grande Neto, Marcos Montysuma, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 31/10/2023. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=60444&preview=true Expediente Produção Geral e Hosts: C. A, Beraba, Rodolfo Grande Neto, Willian Spengler e Beatriz Molina. Arte do Episódio: Danilo Pastor, Edição: C. A. Material Complementar Produção do convidado sobre o tema abordado MONTYSUMA, Marcos; DOMINGUES, A. S. . Memórias de mulheres - Discursos de Exílio Interno em Tempos de Ditadura Brasileira. REVISTA PAGINAS, v. 15, p. 1-375, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.35305/rp.v15i38.765 MONTYSUMA, Marcos; CRUZ, Tereza Almeida. Perspectivas de gênero acerca de experiências cotidianas no seringal Cachoeira-Acre (1964-2006). História Unisinos, v. 12, p. 219-236, 2008. Disponível em: https://revistas.unisinos.br/index.php/historia/article/view/5432 MONTYSUMA, Marcos F F; COSTA, C. A. F. Racionalidade do dinheiro - contrapontos à racionalidade ambiental. 1. ed. Jundiai: Paco Editorial, 2016. v. 1. 184p  MONTYSUMA, Marcos; DUTRA, G. K. M. . A HISTÓRIA ORAL NAS PRÁTICAS DE PESQUISA ENTRE OS POVOS FLORESTAIS AMAZÔNICOS BRASILEIROS. In: Giovanni Seabra. (Org.). Educação Ambiental – atitudes e ações resilientes para o equilíbrio do planeta. 1ed.Ituiutaba: BARLAVENTO, 2022, v. 1, p. 14-1296. MONTYSUMA, Marcos; FACANHA, T. G. O protagonismos das mulheres contribuindo para formar o capital social no Acre. In: Artur Cesar Isaia Et al. (Org.). História, cultura e religiosidades afro-brasileiras. 1.ed.Canoas: Editora Unilasalle, 2020, v. 3, p. 5-162. MONTYSUMA, Marcos. Memória da Terra - Memória da Floresta. In: BROCADO, Daniele; DEBIASI, Rose Elke; ORBEN, Tiago Arcanjo. (Org.). Terra e Memórias - vivências, conflitos e conquistas no(s) rural(is) do Brasil. 1aed.Porto Alegre: Editora Fi, 2018, v. 1, p. 45-71. MONTYSUMA, M.; SILVEIRA, T. Memórias e paisagens do seringal na urbanidade amazônica. In: Diego Omar da Silveira; Izabel Cristina Leite; Mario Ayala. (Org.). Questões de América Latina Contemporânea: novos objetos, novas dimensões, novas temporalidades. 1aed.Belo Horizonte: Fino Traço Editora / FAPEAM, 2016, v. 1, p. 11-312. Madrinhas e Padrinhos Alexsandro De Souza Junior, Aline Lima, Anderson Paz, André Luís Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Carolina Pereira Lyon, Charles Calixto de Souza, Claudia Bovo, David Viegas Casarin, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes De Oliveira, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iara Grisi, João Carlos Ariedi Filho, Jackson Luiz de Marco, Klaus Henrique De Oliveira, Lucas Akel, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Marcos Sorrilha, Nel Adame, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Henrique, Rafael Henrique Dos Santos Silva, Rafael Machado Saldanha, Raphael Bruno Silva Oliveira, , Ramon Silva Santos, Renata Sanches, Ricardo Augusto da Silva Orosco, Rodrigo Alfieiro Rocha, Rodrigo Olaio Pereira, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira, Victoria Cavalcante Muniz, Thiarles Klaza e Wagner de Andrade AlvesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Brasil Paralelo | Podcast
A FACE OCULTA DE CHE GUEVARA

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Oct 30, 2023 30:00


Queremos saber sua opinião sobre o Face Oculta: https://sitebp.la/opiniao-face-oculta Assine a Brasil Paralelo: https://sitebp.la/bp-face-oculta ___________ Por trás de aclamadas personalidades há um lado obscuro que ninguém está olhando. Neste programa documental e cheio de mistérios, abordaremos a face oculta das principais personalidades e instituições. Nesta edição: Che Guevara Estreia todos os sábados, às 20h. __________ Fontes: La Máquina de Matar: Biografía definitiva del Che Guevara. Nicolás Márquez. Grupo Unión, 2017. Che Guevara. Andrew Sinclair. The History Press, 2013. El Che, um argentino incômodo. Carlos E. Cué. El País, 2017. Che Guevara. IHU Online. 239 ed. Unisinos, 2007. __________ Precisa de ajuda para assinar? Fale com nossa equipe comercial: https://sitebp.la/yt-equipe-de-vendas _________ Já é assinante e gostaria de fazer o upgrade? Aperte aqui: https://sitebp.la/yt-equipe-upgrade __________ Siga a #BrasilParalelo: Site: https://bit.ly/portal-bp Instagram: https://www.instagram.com/brasilparalelo Facebook: https://www.facebook.com/brasilparalelo Twitter: https://twitter.com/brasilparalelo Produtos oficiais: https://loja.brasilparalelo.com.br/ ___________ Sobre a Brasil Paralelo: Somos uma empresa de entretenimento e educação fundada em 2016. Produzimos documentários, filmes, séries, trilogias, cursos, podcasts e muito mais. Nosso foco é o conteúdo informativo e educativo relacionado ao contexto social, político e econômico brasileiro. Transcrição

Sopa de Letras
Gabriel Othero – Estruturas Sintáticas (Chomsky) | Conversas com Tradutores

Sopa de Letras

Play Episode Listen Later Jul 12, 2023 4:22


No quinto episódio do Conversas com Tradutores, Gabriel Othero fala sobre a tradução do livro Estruturas Sintáticas, de Noam Chomsky, um clássico da linguística gerativa. Gabriel Othero é professor do curso de Letras e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFRGS. Graduado em Letras Português/Inglês pela Unisinos (2001); especialista em Estruturas da Língua Portuguesa pela ULBRA (2002); Mestre (2005) e Doutor (2009) em Linguística pela PUCRS; fez Pós-Doutorado na UFRGS, sob a orientação de Sergio Menuzzi  (2009-2010), e na Unicamp, sob a orientação de Sonia Cyrino (2017-2018). Atua nas áreas de sintaxe (e sua interface com semântica, estrutura informacional e prosódia), gramática do português brasileiro, história da linguística e Teoria da Otimidade. Acompanhe o PET Letras (UFRGS) nas redes sociais: Instagram: @petletras.ufrgs Twitter: @LetrasPet Website: https://www.ufrgs.br/pet-letras/

Vivendo e Empreendendo
T2:EP 21 - O papel das universidades para o empreendedorismo, com Guilherme Trez

Vivendo e Empreendendo

Play Episode Listen Later May 18, 2023 17:40


Fortalecer o empreendedorismo passa por muitas frentes — e as universidades também são essenciais nesse ecossistema. Seja pela própria formação dos profissionais, seja pelo estímulo às startups, essas instituições são muito importantes para o ambiente de negócios. Neste episódio, vamos entender um pouco mais desse assunto com o Guilherme Trez, que é professor, doutor em administração e Pró-Reitor Acadêmico e de Relações Internacionais da Unisinos. Saiba mais em:  https://www.instagram.com/sejavero/

Vivendo e Empreendendo
EP 76 - Usando o LinkedIn em favor dos negócios, com Luana Rambo

Vivendo e Empreendendo

Play Episode Listen Later Dec 13, 2022 14:50


Você está no LinkedIn? Ela é a principal rede social corporativa, sendo muito útil para fazer networking, conectar-se com potenciais clientes, parceiros e mesmo encontrar funcionários. Mas como usar essa rede em favor dos negócios? Quais as boas práticas a seguir por lá? Neste episódio do Vivendo e Empreendendo vamos falar sobre isso com a Luana Rambo, que é consultora de carreira na Unisinos. Saiba mais em: https://www.instagram.com/sejavero/

Roteirices
216 – A aliança da extrema-direita católica com o governo Bolsonaro, com Romero Venâncio

Roteirices

Play Episode Listen Later Oct 18, 2022 85:16


Nas últimas semanas viralizaram vídeos de fiéis católicos discutindo com padres, interrompendo missas e fazendo discursos de ódio dentro de igrejas. Essas manifestações são resultado de uma radicalização política promovida e estimulada por uma extrema-direita católica que se aliou ao governo Bolsonaro. Gente que enxerga comunista embaixo da cama, que pretende impor uma agenda de costumes reacionária, que não considera as discussões sobre aborto uma questão de saúde pública, que odeia homossexuais e tudo o que não se enquadra no que eles consideram comportamentos adequados ao tal cidadão de bem. E essa extrema-direita católica raivosa tem atuado fortemente nas redes sociais e em canais no YouTube para estimular esse tipo de atitude. Para falar sobre esse fenômeno, Carlos Alberto Jr. entrevista o teólogo Romero Venâncio, professor da Universidade Federal de Sergipe. Link para a entrevista com Romero Venâncio no portal da Unisinos: https://www.ihu.unisinos.br/categorias/159-entrevistas/614341-a-extrema-direita-catolica-e-anterior-ao-bolsonarismo-ela-participa-colabora-e-ajuda-o-governo-bolsonaro-entrevista-especial-com-romero-venancio Link para apoiar o Roteirices no Apoia.se: https://apoia.se/roteirices Link para apoiar o Roteirices no Catarse: https://www.catarse.me/roteirices_podcast?ref=user_contributed&project_id=138437&project_user_id=178775 Link para o canal do Roteirices no YouTube: https://youtube.com/playlist?list=PLWcnLFszvII9KdvOv7I1zY483cDdw68Cv Link para o podcast Roteirices: https://open.spotify.com/show/18ZOTUBCj6mE0AyUgDZcjH?si=f358843880b44829 Link para o Roteirices no Twitter: https://twitter.com/Roteirices_pod Link para o Roteirices no Telegram: https://t.me/roteirices_podcast Código para apoiar o Roteirices no PIX celular: 61994510183 Contato: roteirices@gmail.com

Rádio Gaúcha
João Melo, presidente da Abrasel no Rio Grande do Sul - 03/10/2022

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Oct 7, 2022 7:12


Agora nós vamos falar de uma competição de culinária para cozinheiros amadores e profissionais. É a segunda edição do Concurso Mistura Típica, que é uma homenagem aos 250 anos de Porto Alegre. A competição é uma parceria da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, a Abrasel, no Estado com a prefeitura de Porto Alegre e a Unisinos. E, por isso, nós conversamos agora com João Melo, presidente da Abrasel no Rio Grande do Sul.

Vivendo e Empreendendo
EP 50 - Empreender na Geração Z: qual caminho devo seguir? com Luciane Linden

Vivendo e Empreendendo

Play Episode Listen Later Sep 6, 2022 15:28


Você sabe o que é a geração Z? É essa geração que nasceu a partir de 1995, trazendo muitas mudanças na nossa sociedade. E, claro, a questão do trabalho e dos negócios não poderia ficar de fora. Para os jovens, a ideia de empreender pode ter uma série de desafios e dúvidas. Para a gente esclarecer essas questões, vamos conversar neste episódio com Luciane Linden, que é psicóloga, professora universitária e orientadora de carreiras da Unisinos. Saiba mais em: https://www.instagram.com/sejavero/

Guilhotina | Le Monde Diplomatique Brasil
#166: Militares e política no Brasil, com Rodrigo Lentz

Guilhotina | Le Monde Diplomatique Brasil

Play Episode Listen Later May 19, 2022 60:12


Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com o cientista político Rodrigo Lentz, autor do livro “República de segurança nacional: militares e política no Brasil” (https://bit.ly/3FzOyV7), publicado em abril pela coleção Emergências, da Fundação Rosa Luxemburgo e da editora Expressão Popular. A obra investiga como as Forças Armadas têm influenciado as políticas de Estado brasileiras, desde a sua formação no período colonial até o protagonismo retomado no governo Bolsonaro. Falamos sobre a relação ora de subordinação, ora de protagonismo dos militares com as classes dominantes; a participação castrense em importantes marcos históricos do país, como a Proclamação da República, os golpes de 1964 e 2016 e a redemocratização; o debate a respeito da atuação em conflitos externos ou internos; a presença de membros progressistas nas Forças Armadas ao longo do século XX e o processo de homogeneização ideológica dos militares até os dias de hoje; a relação com os Estados Unidos e o projeto nacional; a tensão entre golpismo e legalismo nas vésperas do golpe de 1964; o legado da doutrina de segurança nacional nos governos civis pós-1985; a participação no governo Bolsonaro e muito mais! Rodrigo é doutor em Ciência Política pela Universidade de Brasília (UnB), mestre em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e advogado, com graduação na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). Pesquisa sobre o pensamento político dos militares brasileiros e a justiça de transição, com artigos científicos, capítulos de livros, artigos de opinião e entrevistas. Foi consultor da Organização das Nações Unidas (Pnud), coordenador da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça e membro da 8ª Pesquisa Legislativa Brasileira (FGV/Oxford). Atualmente integra o grupo de pesquisa “Democracia e Sociedade” (Demodê/Unb), é pesquisador sênior do observatório sobre Defesa e Soberania Nacional do Instituto Tricontinental de Pesquisa Social e professor convidado do curso de Especialização em Direitos Humanos e Políticas Públicas da Unisinos. Links: episódios do Guilhotina comentados durante a entrevista: João Roberto Martins Filho (https://bit.ly/3L2T5kb); Ana Penido e Miguel Stedile (https://bit.ly/3PdvHnu); e Luis Felipe Miguel (https://bit.ly/3ytV2n3). Trilha: Cuscobayo, “O Brasil vai acabar” (Rafael Froner); e BaianaSystem e BNegão, “Reza forte” (BNegão, Marcelo Monteiro Santana e Roosevelt Ribeiro de Carvalho).

O Assunto
A hepatite misteriosa em crianças

O Assunto

Play Episode Listen Later Apr 29, 2022 18:24


Os casos começaram a assustar no Reino Unido. Em questão de dias, 12 países já registravam mais de uma centena de crianças com um quadro hepático incomum: em nenhum dos pacientes foram encontrados os vírus que causam as hepatites já conhecidas até aqui. Enquanto autoridades sanitárias nacionais investigam as causas, a Organização Mundial da Saúde fez um alerta global de que está monitorando a doença. O médico hepatologista Mario Kondo, professor da Escola Paulista de Medicina, afirma que, apesar desta “hepatite misteriosa” ter sintomas semelhantes aos casos convencionais, ela apresenta incidência muito maior de quadros graves. “A do tipo A, mais comum onde não há vacinas, tem 1 caso grave para 100 crianças”, lembra. “Agora, a proporção sobe para 1 caso a cada 10 crianças”. Entrevistado por Julia Duailibi neste episódio, Kondo explica que a relação entre o coronavírus e o adenovírus, identificados em várias das crianças testadas, parece mais “coincidência do que causa”. A pesquisadora Mellanie Fontes-Dutra, professora da Escola de Saúde da Unisinos, reforça esta hipótese: “Mecanismos não infecciosos também podem ser importantes para fechar o quebra-cabeça”. Enquanto as respostas não vêm, Mellanie atua para combater as fake news que relacionam a inflação no fígado ao uso de vacinas. “Não há relação justamente porque as crianças não haviam recebido vacina da Covid”, conclui.

Boletim de Tecnologia
Rafael Grohmann: A questão do trabalho plataformizado

Boletim de Tecnologia

Play Episode Listen Later Apr 8, 2022 50:12


Na semana em que a Agência Pública revelou o trabalho sujo do iFood em sabotar o movimento dos entregadores que demandam melhores condições de trabalho, Jacqueline Lafloufa e Rodrigo Ghedin recebem o pesquisador Rafael Grohmann, professor da Unisinos, diretor do laboratório de pesquisas Digilabour e coordenador da Fairwork no Brasil, para falar de trabalho plataformizado. É possível que as plataformas ofereçam trabalhos decentes? Quais alternativas temos às comerciais? E o que nós, pessoas preocupadas com essa deteriorização da condição trabalhista, podemos fazer para ajudar? Apoie o Manual pelo preço de um cafezinho Nesta semana, o Manual do Usuário ganhou 15 novos apoiadores: Lucas Schutz, Thiago Corrêa, Eduardo Souza, Erivan Filho, Filipe Marques Sathler Guimarães, Flavio Bragança, Amanda Calazans, Pedro Saliba, Raquel Ritter Longhi, William Cesar Braga, José Eduardo de Oliveira Silva, Rafael Tanaka, Tamires Carvalho, Daniel de Azevedo Gimigliano e um que pediu para permanecer anônimo. Obrigado! Gosta do podcast? Toque aqui e torne-se um(a) apoiador(a). A partir do plano II (R$ 16/mês), você acompanha as gravações ao vivo e ganha outros mimos. Indicações culturais Grohmann: A série Years and years [HBO Max], de Russell T. Davies; o livro Platform socialism: How to reclaim our digital future from big tech [Amazon]1, de James Muldoon; e o livro Platforms and Cultural Production [Amazon]1, de Thomas Poell, David B Nieborg e Brooke Erin Duffy. Jacque: O livro Fumaça e espelhos: Contos e ilusões, de Neil Gaiman. Ghedin: A série Hilda Furacão [Globoplay], de Glória Perez. Recados Quer mandar seu alô para nós? Escreva para podcast@manualdousuario.net. O Guia Prático é editado pelo estúdio Tumpats. Links citados na conversa A máquina oculta de propaganda do iFood, na Agência Pública. Trabalho em plataformas digitais está longe de ser justo no Brasil. Ao comprar por estes links, o Manual do Usuário recebe uma pequena comissão das lojas. O preço final para você não muda. ↩

Rádio Gaúcha
Ilana Andretta, professora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Unisinos

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Apr 2, 2022 16:54


Ilana Andretta, professora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Unisinos. Fala causas e implicações da Mitomania, a compulsão por mentir.

Chutando a Escada
África 2063

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Aug 27, 2021 86:06


Convidamos o Guilherme Ziebell de Oliveira (FURG) e o Anselmo Otávio (UNISINOS) para nos contar um pouco sobre a Agenda 2063 para o continente africano, elaborada em 2015 pela União Africana. O documento nos ajuda não apenas a vislumbrar os novos caminhos da integração regional na África, mas também a entender o histórico de estratégias de desenvolvimento adotadas pelos países na sua inserção no sistema internacional. Aperte o play! Para apoiar o Chutando a Escada, acesse chutandoaescada.com.br/apoio Comentários, críticas, sugestões, indicações ou dúvidas existenciais, escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram desse podcast: Filipe Mendonça – twitter.com/filipeamendonca Carolina Pavese – facebook.com/carol.pavese.7 Anselmo Otavio – facebook.com/anselmo.otavio Guilherme Ziabell de Oliveira Conheça o CEBRAFRICA e leia aqui o artigo discutido no episódio! Conheça um pouco da pesquisa do Guilherme e do Anselmo: Dissertação de mestrado: A África do Sul Pós-Apartheid: A Inserção continental como prioridade da nova Geopolítica Mundial Tese de doutoramento:  A Dimensão do Atlântico Sul para Brasil e África do Sul (1415-2015): Uma contribuição para o Estudo de um Espaço Estratégico Dissertação de mestrado: A política externa da Nigéria: desafios de um gigante africano (1960-2014) Tese de doutoramento: A Securitização do Terrorismo Internacional após 11 de setembro de 2001: o caso da África Outros citados no episódio: Pixley ka Isaka Seme – African Renaissance: The Regeneration of Africa (Discurso) Nnamdi Azikiwe – Renascent Africa Jeffrey Herbst – Crafting regional cooperation in Africa Naomi Chazan, Peter Lewis, Robert Mortimer, Donald Rothchild, Stephen John Stedman – Politics and Society in Contemporary Africa Kwame Nkrumah – Africa Must Unite Trilha sonora: Emicida – Mufete CESARIA EVORA – Sodade. Live In Paris at Le Grand Rex Mayra Andrade – PLANET AFROPUNK – Tan Kalakatan A-mi N Kre-u Txeu The post África 2063 appeared first on Chutando a Escada.

IPACast
IPACast #034 Imigração subsidiada na Argentina e a Crise econômica de 1890

IPACast

Play Episode Listen Later Jun 28, 2021 13:17


No Ipacast de hoje, o aluno Pedro Lino nos conta um pouco sobre como se deu o processo de imigração de Europeus para a Argentina no século 19 e qual foi a participação do Estado no desenvolvimento desse movimento histórico populacional. O Episódio de hoje foi baseado no artigo "La inmigración subsidiada en la Argentina y la crisis económica de 1890", escrito por Alejandro Fernández e publicado na Revista História Unisinos, em 2018. Para conferir o texto completo basta acessar ao link: Vista do La inmigración subsidiada en la Argentina y la crisis económica de 1890 (unisinos.br) Sigam nossas redes sociais, no Twitter, Instagram, Facebook e Youtube.

Infiltrados No Cast
O hino racista do Rio Grande do Sul

Infiltrados No Cast

Play Episode Listen Later Jan 12, 2021 31:46


Um pequeno trecho do hino do estado de Rio Grande do Sul está diretamente ligado ao racismo científico e as hierarquias raciais e culturais criadas durante a colinização. Para investigar isso conversei com Gleidson Renato Martins Dias, Mestrando em Direito pela UNISINOS e Dirigente Nacional do MNU – Movimento Negro Unificado e com Matheus Gomes, um dos vereadores que protestaram contra a execução do hino durante sua posse em Porto Alegre. Apoie o podcast - http://apoia.se/InfiltradosNoCast Canal do Telegram - https://t.me/infiltradosnocast Livro do Ale, Rastros de resistência: Histórias de luta e liberdade do povo negro- https://amzn.to/2o9hDnb