Os grandes temas da actualidade em debate aos sábados, às 9h30. Uma parceria da Renascença com a Fundação Francisco Manuel dos Santos.

Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos conclui que tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público. No "Da Capa à Contracapa" desta semana, convidamos Luís Catela Nunes, coordenador do estudo "Ensino Superior e Emprego Jovem em Portugal" e Luis Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos para refletir sobre os resultados deste policy paper.

Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos conclui que tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público. No "Da Capa à Contracapa" desta semana, convidamos Luís Catela Nunes, coordenador do estudo "Ensino Superior e Emprego Jovem em Portugal" e Luis Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos para refletir sobre os resultados deste 'policy paper'.

Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos conclui que tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público. No "Da Capa à Contracapa" desta semana, convidamos Luís Catela Nunes, coordenador do estudo "Ensino Superior e Emprego Jovem em Portugal" e Luis Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos para refletir sobre os resultados deste 'policy paper'.

Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos conclui que tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público. No "Da Capa à Contracapa" desta semana, convidamos Luís Catela Nunes, coordenador do estudo "Ensino Superior e Emprego Jovem em Portugal" e Luis Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos para refletir sobre os resultados deste 'policy paper'.

Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos conclui que tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público. No "Da Capa à Contracapa" desta semana, convidamos Luís Catela Nunes, coordenador do estudo "Ensino Superior e Emprego Jovem em Portugal" e Luis Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos para refletir sobre os resultados deste 'policy paper'.

Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos conclui que tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público. No "Da Capa à Contracapa" desta semana, convidamos Luís Catela Nunes, coordenador do estudo "Ensino Superior e Emprego Jovem em Portugal" e Luis Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos para refletir sobre os resultados deste 'policy paper'.

Os convidados do "Da Capa à Contracapa" são Paulo Miguel Rodrigues, autor de "Regiões Autónomas" agora publicado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos e Teresa Ruel, politóloga e especialista em questões autonómicas.

Um ano após o apagão que afetou a Península Ibérica, causado por uma sucessão de falhas técnicas iniciadas em Espanha, o "Da Capa à Contracapa" retoma o debate sobre os desafios energéticos europeus - que são também portugueses. O recente estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos, em parceria com a Brookings Institution, defende uma maior integração de sistemas que inclui a melhoria de interligações como a sempre difícil "travessia energética" dos Pirenéus, ligando a Península Ibérica a França. Como superar esses obstáculos ? A integração energética implica maior federalização das políticas? O que é do interesse português e ibérico neste debate? Os convidados do "Da Capa à Contracapa" são Andreia Melo Carreiro, diretora de Inovação da "Cleanwatts" e Nuno Ribeiro da Silva , ex- Secretário de Estado da Energia e antigo diretor-geral da ENDESA em Portugal.

Em 1961, estalava a guerra colonial. Em 1986, Portugal aderia à então Comunidade Económica Europeia. Entre estas duas datas estão 25 anos, atravessados a meio pelo 25 de Abril de 1974, um acontecimento chave da História recente de Portugal que o historiador José Miguel Sardica diz ter autores, mas não dever ter donos. No "Da Capa à Contracapa" desta semana, o debate em torno do seu livro" Em Torno de Abril: 25 anos que mudaram Portugal" centra-se nos sinais que, no final do salazarismo e do marcelismo, encaminharam a História para o golpe militar seguido de revolução. Que figuras e factos podiam ter alterado o filme dos acontecimentos noutro sentido? Que papel teve a dinâmica militar, social e económica do final do Estado Novo no processo que levou à Revolução de Abril? Que lugar reservam os historiadores para o período revolucionário de 74 a 76? E o que pensam os académicos dos debates acalorados de hoje sobre os tempos quentes da transição para a democracia? Os convidados são os historiadores José Miguel Sardica e António Costa Pinto.

Depois das tempestades na zona centro do país, há muitos verbos para conjugar com urgência: recuperar, apoiar, proteger ou prevenir. Neste "Da Capa à Contracapa" queremos saber como podemos preparar territórios para eventos extremos e , sobretudo e desde já, como prevenir incêndios florestais nas zonas atingidas pelas tempestades. Quão desprotegidas estão as zonas afetadas no Inverno? Como recuperar ao mesmo tempo a economia local e o património natural? São questões para colocarmos a Paulo Fernandes, Presidente da Estrutura de Missão de Reconstrução da Região Centro e Teresa Andresen, arquiteta paisagista e engenheira agrónoma. Um tema a marcar a atualidade ainda mais depois da primeira Presidência Aberta de António José Seguro.

A sustentabilidade do sistema de Segurança Social é um dos principais desafios intergeracionais em Portugal. Ausente dos debates do mais recente ciclo de eleições, o tema exige reflexão permanente face aos desequilíbrios demográficos e à necessidade de diversificação das fontes de financiamento. Quais são as decisões urgentes a tomar para prevenir impactos negativos futuros no sistema? A sustentabilidade financeira do sistema está garantida? Estamos cada vez mais dependentes das contribuições dos imigrantes? A despesa social tem de aumentar de forma significativa? Para debater estas e outras questões, os convidados do “Da Capa à Contracapa” são Amílcar Moreira, do Instituto Superior de Economia e Gestão, membro da extinta Comissão que elaborou Livro Verde para a Sustentabilidade do Sistema Previdencial e Gabriel Rodrigues Bastos, ex-Secretário de Estado da Segurança Social.

O ataque israelo-americano ao Irão deu lugar a um conflito regional que abrange os países do Golfo Pérsico e do Levante. Lugar cíclico de guerras e tensões, nesta zona do mundo confluem interesses económicos, nacionalismos, poderes étnicos e tribais e divisões religiosas. Como definir a relação do Irão com os outros países desta região? Qual a responsabilidade dos poderes ocidentais no estado da região? Onde é que a religião se cruza com a geopolítica regional? Para responder a estas e outras questões, o “Da Capa à Contracapa” recebe Paulo Mendes Pinto, especialista em História das Religiões, e José Tomaz Castello Branco, Professor da Universidade Católica Portuguesa.

Durante vários meses, Frederico Batista conversou com dezenas de pais de várias origens geográficas para recolher impressões sobre o exercício da paternidade nos dias de hoje. O que são os pais modernos? Partilham cada vez mais as tarefas parentais? A expressão “ser pai e mãe ao mesmo tempo” faz algum sentido? No “Da Capa à Contracapa”, o autor de “Pais Nossos - Conversas sobre Paternidade” conversa com o psicólogo Ricardo Peixoto, também autor da FFMS com “Avós e Netos”.

Criado em 1971, o primeiro e único Parque Nacional do país surge quase um século depois do nascimento da Mata Nacional do Gerês. Tem uma área equivalente a sete vezes a área do concelho de Lisboa, mas a sua grandeza não parece ser suficiente para travar as ameaças que pairam sobre aquele território. No livro” Peneda-Gerês”, Miguel Brandão Pimenta avisa para o património natural em perigo, descuidado e desprotegido, a que se junta uma tendência de descaracterização das aldeias. É possível restaurar valores naturais perdidos? Qual o papel das autarquias e do Instituto de Conservação da Natureza? Há um problema de gestão e de regulação do uso do território? No programa Da Capa à Contracapa, o autor do retrato agora publicado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos conversa com a bióloga Helena Freitas, professora catedrática de Biodiversidade e Ecologia na Universidade de Coimbra.

A aplicação simples da lógica pode levar a consequências tão absurdas que nos fazem rir. Nada parece tão humano e natural e, no entanto, paradoxal. O humor aproxima as pessoas, mas pode ser construído no desapego e até num sentimento autodepreciativo. O que há de comum entre o humor e a matemática? As sequências, padrões, e desvios fazem parte de ambos os discursos? Onde está a piada, por exemplo, do Teorema de Pitágoras? A economista Claúdia Custódio, autora de “Riso, Humor e…Matemática”, editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, junta-se ao físico Carlos Fiolhais para uma conversa divertida sobre o que nos fazem rir os números.

Portugal é o segundo país com maior prevalência de doenças psiquiátricas da Europa. Quando olhamos apenas para as perturbações mentais graves, os Dados da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental apontam para 4% da população afetados por patologias como a esquizofrenia e a doença bipolar. Como é viver com a psicose? Que apoios têm? Que resposta dão as instituições e as famílias? As convidadas do “Da Capa à Contracapa” são a jornalista Margarida David Cardoso, autora de “Aquilo que vi no escuro - Histórias sobre psicose” e a psiquiatra Manuela Silva, responsável pela psiquiatria comunitária no Hospital Santa Maria em Lisboa.

Os convidados do "Da Capa à Contracapa" são Óscar Afonso, diretor da Faculdade de Economia da Universidade do Porto e co-autor de "Economia, Inovação e Inteligência Artificial" e Bernardo Caldas, especialista em Inteligência Artificial e Ciência de Dados.

Os ecrãs marcam a vida das crianças desde cedo. A OCDE estima que, em média, cerca de 70% das crianças de 10 anos já têm um smartphone. O debate contemporâneo centra-se frequentemente nas dependências e nos riscos do contacto continuado dos mais novos com conteúdos digitais, até mesmo apenas com os próprios ecrãs. Dos telefones aos tablets, passando por computadores e consolas de jogos, os aparelhos digitais são males inevitáveis no crescimento das crianças? Que efeitos positivos podem ser explorados no mundo digital infantil? Precisamos de mais filtros ou mais auto-regulação dentro de cada família? São convidados: Ioli Campos, investigadora e professora universitária, com doutoramento em Media Digitais; e Tito de Morais, Fundador do projeto «MiudosSegurosNa.Net», uma iniciativa que ajuda famílias, escolas e comunidades a promover a utilização ética, responsável e segura das tecnologias de informação e comunicação por crianças e jovens.

Exigir maior transparência na vida pública pode prevenir comportamentos irregulares de pessoas ou entidades a quem os cidadãos atribuem a sua confiança. Onde se estabelecem os limites entre a transparência e o voyeurismo? A informação apurada na regulação da transparência deve ser automaticamente do domínio público? Há efeitos negativos numa transparência extrema? São convidados: Susana Coroado, politóloga e investigadora (Dublin City University / ICS-UL), ex-presidente da Transparência Internacional Portugal (2020–2022), especialista em corrupção e boa governação. António Delicado, jurista, vogal do Conselho de Administração do MENAC (Mecanismo Nacional Anticorrupção) e vice-presidente do GRECO (Conselho da Europa).

Exigir maior transparência na vida pública pode prevenir comportamentos irregulares de pessoas ou entidades a quem os cidadãos atribuem a sua confiança. Onde se estabelecem os limites entre a transparência e o 'voyeurismo'? A informação apurada na regulação da transparência deve ser automaticamente do domínio público? Há efeitos negativos numa transparência extrema? São convidados: Susana Coroado, politóloga e investigadora (Dublin City University / ICS-UL), ex-presidente da Transparência Internacional Portugal (2020–2022), especialista em corrupção e boa governação. António Delicado, jurista, vogal do Conselho de Administração do MENAC (Mecanismo Nacional Anticorrupção) e vice-presidente do GRECO (Conselho da Europa).

Exigir maior transparência na vida pública pode prevenir comportamentos irregulares de pessoas ou entidades a quem os cidadãos atribuem a sua confiança. Onde se estabelecem os limites entre a transparência e o 'voyeurismo'? A informação apurada na regulação da transparência deve ser automaticamente do domínio público? Há efeitos negativos numa transparência extrema? São convidados: Susana Coroado, politóloga e investigadora (Dublin City University / ICS-UL), ex-presidente da Transparência Internacional Portugal (2020–2022), especialista em corrupção e boa governação. António Delicado, jurista, vogal do Conselho de Administração do MENAC (Mecanismo Nacional Anticorrupção) e vice-presidente do GRECO (Conselho da Europa).

A tensão entre Europa e Estados Unidos a propósito da Gronelândia recolocou no espaço público o debate em torno da importância geopolítica do Ártico. A riqueza em recursos naturais daquela região associa-se ao degelo que abre novas rotas de acesso a essas reservas. No Polo Sul, também há recursos importantes mas é a cooperação científica inscrita em Tratado que rege o quarto maior continente do mundo. Quais os recursos mais procurados nos dois pólos? Para onde caminha a tensão geopolítica nestes territórios? Qual o papel da Europa neste debate? E o que faz Portugal nos polos? Os convidados do programa " Da Capa à Contracapa" são João Canário, investigador do Instituto Superior Técnico que lidera diversos projectos científicos no Ártico e na Antártida e Bruno Oliveira Martins, investigador no Peace Research Institute Oslo, onde coordena o Grupo de Investigação em Segurança.

As ameaças no ambiente digital nem sempre se fazem à frente de todos. Da manipulação de imagens em perfis públicos nas redes sociais, as agressões passam muitas vezes para a dimensão privada de grupos de conversação e de mensagens diretas. Num tempo em que a dimensão digital ganha força nas nossas sociedades, importa perceber qual a dimensão do problema e as soluções de resposta. O que pode uma pessoa fazer quando é digitalmente perseguida ou difamada? Como são punidos comportamentos como a importunação sexual, roubos de identidade digital, perseguição ou tentativas de extorsões? Como detectar e como responder a quadros de bullying digital? As agressões também transitam da vertente digital para o contacto físico? As convidadas do "Da Capa à Contracapa" são Carolina Esteves Soares - Especialista na área do apoio a vítimas de cibercrime e violência digital na APAV - Associação Portuguesa de Apoio à Vítima e Carla Costa, Inspetora-Chefe na Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e Criminalidade Tecnológica da Polícia Judiciária.

Venezuela, Gaza, Ucrânia, Gronelândia. As coordenadas mais agitadas da política externa americana são conhecidas. Mas no território dos Estados Unidos da América, há muitas batalhas sociais e políticas em curso ao cabo de 365 dias da administração Trump. Da economia à imigração, passando por fraturas na base eleitoral de Trump e pelos desafios da oposição democrata, a América de hoje entra no segundo ano do mandato presidencial com diversos pontos de interrogação. As operações anti-imigração ICE poderão ter impacto nas eleições intercalares para o Congresso em 2026? O caso Epstein vai continuar a ensombrar Trump? Os tribunais são as únicas arenas de resistência às decisões tomadas na Casa Branca? Os convidados do “Da Capa à Contracapa” são Daniela Melo, investigadora de ciência política da Universidade de Boston, e Nuno Garoupa, professor de Direito na Universidade George Mason.

A eletrificação das sociedades é uma realidade cada vez mais intensa. A procura global de eletricidade continua a aumentar de forma persistente em especial desde 2010, de acordo com os dados da Agência Internacional de Energia. A transição energética pressiona esta tendência, bem como usos contemporâneos tão diversos como a expansão de centros de dados, o arrefecimento de edifícios em contextos de temperaturas crescentes ou a explosão do mercado de veículos elétricos. Estamos realmente preparados para esta dependência da eletricidade nas nossas vidas? Que investimentos e planeamentos são necessários para evitar disrupções como o recente apagão ibérico? Quais os poderes que estão associados ao domínio das companhias elétricas? Podemos dar-nos ao luxo de viver sem ligar uma tomada de corrente elétrica?

Carlos Freitas, diretor desportivo com 25 anos de carreira em Portugal e no estrangeiro, e Miguel Farinha, country managing partner da EY Portuguese Cluster, entidade que elabora o Anuário do Futebol Profissional em parceria com a Liga Portugal, são os convidados do Da Capa à Contracapa desta semana.

Para falar do Portugal de hoje, de ontem e de amanhã, de sempre, o último Da Capa à Contracapa de 2025 junta António Araújo, diretor de publicações da FFMS, e o antropólogo José Manuel Sobral, que escreveu o livro "Portugal, Portugueses: uma identidade Nacional", para a coleção de ensaios da Fundação Francisco Manuel dos Santos.

São matérias-primas essenciais para a economia, para a energia e para a segurança e defesa. As chamadas “terras raras” e as "matérias críticas" são disputadas pelos grandes poderes mundiais, em busca de vantagens competitivas na arena tecnológica que fornece diversas áreas económicas. A China é o maior produtor e processador mundial de terras raras. Será que Pequim está a ganhar esta “guerra”? O que fazem os países para assegurar estes fornecimentos e como condiciona as suas políticas externas, de segurança e de defesa? Quais os desafios reais para Portugal e para a Europa ? Os convidados do "Da Capa à Contracapa" são António Costa Silva, antigo ministro da Economia, e Raquel Vaz-Pinto, investigadora e professora de relações internacionais da Universidade Nova de Lisboa.

Em cada mil pessoas, há pelo menos 3 seres humanos sujeitos a trabalho forçado em todo o mundo. As estimativas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam para 236 mil milhões de dólares de lucros obtidos a partir de formas modernas de escravatura. As mulheres representam a maioria destes trabalhadores, numa realidade detetada maioritariamente no setor privado e na Ásia e Pacífico. Não sendo um problema do passado, como podem as políticas públicas travar o trabalho forçado? Qual o papel da tecnologia e das próprias empresas neste combate? A aprovação de um regulamento europeu pode fazer a diferença? Um programa com Mafalda Troncho, Diretora do Escritório da OIT em Portugal e o Professor e Investigador Miguel Bandeira Jerónimo como convidados.

A pandemia instalou o trabalho remoto em muitas rotinas profissionais. A tecnologia, a demografia e a geopolítica aceleraram a transformação dos mercados de trabalho , com desafios na regulação da flexibilidade das relações laborais. Afinal, o que representa o trabalho hoje para as novas gerações? A conciliação entre trabalho, família e lazer está acima do salário e das regalias associadas ao contrato de trabalho? Como se organiza hoje o trabalho nas empresas? Ainda há espaço para conceitos como ‘cultura de empresa' ou ‘amor à camisola'? São nossos convidados Sílvia Nunes, diretora na Michael Page, consultora multinacional na área do recrutamento e Sara Aguiar, gestora de marca e produtos de inovação digital na Procter & Gamble e co-fundadora de projetos de impacto social, como o Ponto Zero e o Coletivo Matéria.

Portugal está entre os países europeus com pior desempenho da redução das mortes na estrada nos últimos 10 anos. A diminuição da mortalidade faz-se a um ritmo inferior à média europeia. Os acidentes com velocípedes e motociclos estão a aumentar em Portugal e os motociclistas têm mesmo 48 vezes maior probabilidade de morrer num acidente do que os condutores de automóveis. O que deve ser feito no domínio das políticas públicas para acelerar a diminuição destes números negros? O que cabe aos cidadãos neste combate? São nossos convidados João Pereira Dias, Departamento Engenharia Mecânica, ISTécnico em Lisboa. E Rosa Pita, vice-presidente da Prevenção Rodoviária Portuguesa.

Portugal prepara-se para comemorar os 50 anos da Constituição nascida em democracia em 1976. Ao longo dos anos, o texto foi revisto para acentuar a natureza civil do regime, adequar Portugal a novos ciclos económicos e consolidar direitos, liberdades e garantias fundamentais num país democrático. Mas ao longo dos tempos, a Constituição colidiu também com leis e decisões de Governos e Parlamentos. Será a Constituição a derradeira válvula de segurança dos regimes democráticos? Será um terreno de ambição nacional ou de meras utopias? Quão flexíveis e atuais são os textos constitucionais? Os convidados do “Da Capa à Contracapa” são Tiago Fidalgo de Freitas e Mariana Melo Egídio, assistentes convidado na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e investigadores do Lisbon Public Law Centre.

Um novo barómetro da Fundação Francisco Manuel dos Santos revela que os portugueses valorizam o turismo, mas querem gestão mais controlada e sustentável do setor. Mais de dois terços dos inquiridos reconhecem que o turismo é benéfico para a economia mas apenas um terço sente que esses benefícios se traduzem em ganhos concretos nas suas vidas. Para discutir os resultados do Barómetro o "Da Capa à Contracapa" recebe um painel composto por Zélia Breda, doutorada em Turismo e professora da Universidade de Aveiro e co-autora do estudo e ainda o arquiteto Tiago Mota Saraiva e o ex-Secretário de Estado do Turismo Bernardo Trindade.

A tensão parece estar sempre latente no dia-a-dia. No trânsito, nas filas de serviços públicos e privados, em muitas notícias que escutamos e em tanto que lemos nas redes sociais. Vivemos mesmo numa sociedade cada vez mais violenta ou será apenas uma percepção? A que se deve esta irritabilidade que parece generalizada? Onde acaba a tensão e começa a violência? As redes sociais e o contexto político são alheios a esta realidade? Para responder a estas questões, o "Da Capa à Contracapa" recebe o psicólogo social André Mata e o psiquiatra Gustavo Jesus.

Mais de mil milhões de pessoas em todo o mundo vivem em pobreza multidimensional, que inclui dimensões como as privações materiais e sociais, a saúde ou a habitação. Os dados do mais recente Índice publicado pelo Programa de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas apontam para cerca de 887 milhões de pessoas expostas a pelo menos um risco climático, entre secas, calor extremo, inundações ou poluição do ar. A cooperação internacional tem sido identificada como uma ferramenta chave para ajudar os países mais pobres a superarem este quadro. É apenas uma questão de transferência de tecnologia e de dinheiro para os países menos desenvolvidos ? Qual o papel do reforço das sociedades civis nestes países? Um programa com Nelvina Barreto, ex-ministra da agricultura da Guiné Bissau, dirigente do Gabinete do Ambiente para as Nações Unidas na Guiné-Bissau; E Sílvia Santos, representante da FEC em Angola.

No livro “ Um Tesouro no Deserto”, o jornalista Rui Araújo percorre montes e lugares do interior do Algarve, em particular no concelho de Alcoutim, conversando com quem ali vive num cenário marcado pela solidão e pelo despovoamento. Longe do mar, este é um Algarve que raramente vem às notícias. Como se vive nestes lugares? Como valorizar estes territórios? Como convive com a região mais turística do país? Neste Da Capa à Contracapa conversamos com o autor e com o antigo Reitor da Universidade do Algarve, João Pinto Guerreiro.

Pelo segundo ano consecutivo, assinala-se o Dia Nacional da Banda Desenhada a 18 de Outubro, a poucos dias também do lançamento mundial do álbum “Asterix na Lusitânia”. São apenas dois pretextos entre muitos para debater a relevância da banda desenhada no mundo das artes, na sociedade e até na educação de milhões de seguidores desta área criativa. Quem são os leitores e criadores de hoje e o que mudou neste mundo particular? Como se vive a banda desenhada no ambiente digital? O “Da Capa à Contracapa” recebe o investigador e especialista em BD, Pedro Vieira de Moura, e a artista visual e autora de Banda Desenhada Joana Mosi.

Recuperado da pandemia, o mundo da aviação retomou desafios antigos como a sustentabilidade e mais modernos como a inteligência artificial. De que forma a tecnologia está a mudar o setor? De que forma os desafios geopolíticos se refletem na indústria? E o que tem mudado no ato de viajar de avião? Para uma conversa do cockpit aos gabinetes de gestão, o “Da Capa à Contracapa” recebe José Correia Guedes, comandante da TAP na reforma, e Pedro Castro, especialista em aviação comercial.

É muito mais que a presença francesa no nosso país. É a língua que nos leva a África, ao Caribe e até à América do Norte, num cruzamento de culturas e artes que também chega a Portugal. De que forma os fluxos migratórios mexeram com o peso da língua francesa em Portugal? O francês é uma língua em perda ou em alta no quotidiano português? O Da Capa à Contracapa recebe a jornalista Helena Tecedeiro, autora de “ A Francofonia em Portugal” numa conversa a que se junta Laetitia Casanova, uma consultora francesa que vive há mais de 20 anos em Portugal.

A pergunta está à cabeça do novo ensaio publicado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, da autoria de Nélson Nunes, intitulado “O tanto que grita este silêncio”. É um retrato que dá voz aos abstencionistas que traz rostos a uma realidade geralmente circunscrita a estatísticas e percentagens. É nesse cruzamento entre números e vozes que o “Da Capa à Contracapa” se centra esta semana, juntando os resultados do estudo “Abstenção Eleitoral em Portugal : Mecanismos, Impactos e Soluções” que pretende analisar a evolução da participação, os mecanismos que explicam a decisão de não votar e os efeitos políticos dessa escolha. Um dos co-autores do estudo, João Cancela, junta-se a Nélson Nunes nesta conversa sobre abstenção em Portugal.

Portugal tem das mais baixas taxas de associativismo na Europa. Há estudos europeus que colocam Portugal também abaixo da média europeia em prática de voluntariado. Apesar de tudo, mecanismos como os orçamentos participativos generalizaram-se pelo país ao longo dos últimos vinte anos. Será que há um “problema português” em matéria de participação cívica? Devemos começar a olhar para a qualidade da intervenção cidadã mais do que para a quantidade? Os convidados do “Da Capa à Contracapa” desta semana são José Carlos Mota, professor na Universidade de Aveiro e autor do ensaio “ A participação cívica em Portugal”, editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, e Nelson Dias, coordenador da Rede de Autarquias Participativas.