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Convidados: Ana Flor, comentarista da GloboNews; e Eduardo Sincofsky, psicólogo, diretor do projeto Plaza Pública e autor do livro “A Polarização no Divã”. Há uma parcela do eleitorado que não está fidelizada a nenhum campo político, candidato ou partido. O instituto de pesquisa Quaest estima que cerca de um terço dos eleitores pode mudar de lado de uma eleição para outra. É um perfil menos ideológico e mais pragmático na tomada de decisão diante da urna – e que se abstém muito mais do que a média geral dos eleitores. As pesquisas indicam que a corrida presidencial está afunilada em dois candidatos mais competitivos, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), mas os votos daqueles que não se identificam como de esquerda ou direita serão decisivos – e ainda mais os dos eleitores que ainda não definiram seus votos. Neste episódio, Natuza Nery recebe dois convidados. Primeiro, ela conversa com a jornalista Ana Flor, que passou dois meses percorrendo o país para conhecer de perto quem é este eleitor chamado de independente. Depois, Natuza entrevista Eduardo Sincofsky, que vem conduzindo pesquisas políticas qualitativas para entender o que pensam os eleitores indecisos.
[Thriller] Resenha do livro "The Silent Patient" (tradução livre: "A paciente silenciosa"), de Alex Michaelide. O texto escrito está nesse link.Um thriller que eu duvido que você vá descobrir o que realmente aconteceu antes do final. Pensa num plot twist de mestre!Se você gosta de histórias assim, recomendo muito.Está para sair um filme, mas sempre acho melhor ler o livro primeiro! Então clique aqui e compre o seu exemplar em português na Amazon do Brasil!Lembrando que você pode ouvir todos os episódios, fazer buscas, comentar e comprar o livro nesse link: www.minhaestantecolorida.com
São Tomé e Príncipe foi a votos no passado domingo, nomeadamente para eleger 55 deputados. Nesta segunda-feira, a Comissão Eleitoral anunciou resultados preliminares colocando o MLSTP, na oposição, em posição dianteira, mas com uma vantagem de apenas algumas centenas de votos em relação à ADI no poder, havendo agora indicação de que estariam numa situação de quase empate. A abstenção, o apelo ao boicote do escrutínio, os critérios para a indigitação de um governo e o futuro relacionamento institucional com quem irá governar, foram alguns dos assuntos que a RFI abordou em entrevista exclusiva nesta terça-feira com o Presidente São-Tomense, Carlos Vila Nova. RFI: Qual é a avaliação que faz da forma como decorreram as eleições? Carlos Vila Nova: É um exercício que se vai tornando cada vez mais frequente em São Tomé e Príncipe. Há cerca de 35 anos, optámos por viver em democracia e temos feito de cada acto eleitoral uma forma de consolidar a democracia em São Tomé. Nos últimos actos eleitorais, felizmente, vamos melhorando. Prevaleceu a serenidade neste concretamente, no dia 27 de Setembro. Penso que optou-se por muito mais mensagens do que outro tipo de comunicação. Por vezes a comunicação costuma ser mais folclórica, mais músicas, enfim. Há várias formas e em todas elas, o apelo à serenidade e à estabilidade. Portanto, foram panos de fundo que me deixaram bastante agradado. E quando vejo por parte dos observadores também que para São Tomé e Príncipe, não foram poucos, que quase os requisitos todos foram cumpridos e que, portanto, a transparência também faz parte, a Comissão Eleitoral Nacional já se pronunciou, embora não seja sua competência definir os mandatos. Já se pronunciou, o que mostra também celeridade. Também há algum profissionalismo e os meus apelos também têm sido sempre neste sentido e estou positivamente agradado com o acto eleitoral. RFI: Apesar dos apelos para uma grande participação dos eleitores. Estas eleições foram marcadas por uma abstenção de mais de 62%. Como é que interpreta este dado? Carlos Vila Nova: Bom, aí já não há regozijo. Pelo contrário, os apelos foram muitos, mas também, se recuarmos a actos eleitorais anteriores, a abstenção, sempre foi muito elevada. É verdade, desta vez ultrapassou. Mas quando nós olharmos para aquilo que é todo o processo eleitoral, nós olhamos para os progressos que temos feito em matéria de consolidação dos dados eleitorais. Repare que nas eleições presidenciais de 19 de Julho foi quando nós conseguimos fazer uma reconciliação entre os registos eleitorais, os dados existentes de forma electrónica com a Comissão Eleitoral Nacional. Nas presidenciais detectou-se um bocado mais de problemas técnicos e essa parte foi melhorada. Mas eu creio que a emigração também afectou. Não tenho a certeza, mas é algo que nesta legislatura vamos ter que trabalhar muito, entrar na lei eleitoral, fazer melhorias. Eu próprio pedi aos nossos parceiros da União Europeia que recebi para nos acompanharem neste processo, porque, ao que tudo indica, nem toda a movimentação emigratória para fora de São Tomé e Príncipe tomou-se em conta e os registos continuam nos cadernos eleitorais em São Tomé. Isto já é de si um motivo. E depois, politicamente, também houve apelos. Isto é antidemocrático. Deixe-me dizer-lhe que não vejo como é que alguém em perfeito estado normal, possa fazer apelo à abstenção. Portanto, não só é antidemocrático, mas é incorrer em erro enganar pessoas, eleitores. Nem todos nós temos o mesmo discernimento, mas temos de lidar com a questão. E nós vamos lidar positivamente com a questão. Eu tenho esperança que nesta legislatura conseguiremos, porque as forças políticas activas entenderam que não é um apelo que se faça. Tanto é que todos eles apelaram à votação em massa. Não aconteceu. Vamos lidar com a questão. Vamos olhar para ele e tentar corrigir para que os próximos actos sejam melhores. RFI: Precisamente, falou do apelo ao boicote a estas eleições. Pensa que Patrice Trovoada pode tirar algum benefício político desta situação? Carlos Vila Nova: Bom, eu nem consideraria boicote, porque quando num acto eleitoral um partido político quer boicotar, não é desta forma. Portanto, eu olho para os partidos políticos, para os seus dirigentes, para os seus representantes e não vejo a pessoa que falou. Portanto, não, não me diz nada. RFI: Ontem, a Comissão Eleitoral Nacional deu os primeiros resultados. São resultados provisórios destas eleições. E desde então, os partidos políticos têm andado a especular sobre o número de mandatos que têm, respectivamente. Inicialmente falou-se do MLSTP estar à frente e de ter mais mandatos do que a ADI. Depois, evoluiu para um empate e agora é um quase empate. Como é que avalia a forma como actuaram estes partidos políticos desde ontem? Carlos Vila Nova: Com alguma precipitação. Mas pronto, não vou entrar em muitos pormenores quanto a isso. Mas reconheço que com alguma precipitação da parte e de outra. Na mensagem que eu fiz à Nação, apelei à serenidade. A serenidade também diz aguardar calmamente pelo anúncio dos resultados. Eles ainda não são oficiais. A Comissão Eleitoral fez o seu papel, anunciou e nota-se que realmente há uma aproximação entre dois dos principais partidos. Há uma diferença. Respeitei. Agora cabe ao Tribunal Constitucional de facto, quem tem a competência de validar não só os mandatos, o vencedor das eleições e a partir deste momento, trabalharemos na Constituição, na formação e na organização de todas as instituições que foram democraticamente eleitas para que elas entrem em funcionamento. Falo da Assembleia Nacional, a sua composição, e dos governos. Sobretudo o Governo central, que é uma emanação directa do resultado das eleições. Portanto, eu penso que nos próximos dias, há um prazo legal a cumprir, o Tribunal Constitucional vai se pronunciar e a partir daí nós saberemos exactamente quem é o vencedor. Quais são os mandatos distritais, nacionais, para então constituirmos os órgãos democraticamente eleitos. RFI: Não receia que, dado o nervosismo que há entre certos partidos políticos, possa haver também alguma suspeita em relação ao Tribunal Constitucional que, ao longo deste processo, foi acusado de alguma parcialidade política? Carlos Vila Nova: Tem sido comum. Mas repare que eu dou-lhe um exemplo: qualquer cidadão individual ou, digamos, qualquer entidade individual ou colectiva, mas que encontra resposta nos culpados, que os terceiros são sempre os culpados dos seus problemas. Não é verdade. A lei não existe só quando ela nos é favorável. Ela existe para com serenidade, aceitarmos as decisões dos tribunais. E quando não concordamos, temos que encontrar espaço para recorrer e interpretar. Mas tudo quanto vier a acontecer, para responder directamente à sua pergunta, nada disso não poderá ser resolvido se continuarmos com o espírito aberto. O engajamento para o diálogo. Resolve-se tudo isso. Portanto, as suspeições, elas podem existir, mas é preciso respeitar as instituições e agirmos com base nas decisões que são de lei. RFI: Neste processo todo, tendo em conta que há um quase empate, pelo menos por enquanto, tem havido contactos políticos entre as várias forças para construir eventuais coligações para formar governo. Como é que vê precisamente esta perspectiva? Quais vão ser os seus critérios para aceitar uma ou outra coligação para governar? Carlos Vila Nova: Vejo como bom tom essa aproximação entre os partidos. Portanto, demonstra algum espírito de concertação e de diálogo que é bom. Não quer dizer que todos os contactos sejam traduzidos em resultados concretos. Pela minha parte, acompanho desde já com muita atenção. Se puder influenciar alguma coisa, todos os partidos sabem que estou à disposição para o fazer, mas a entrada em acção do Presidente da República é exactamente quando tiver o anúncio oficial dos dados, convidar o partido vencedor, ter uma conversa e pedir -eu sempre disse- a sustentabilidade do Parlamento. Ela tem que ser garantida. Antes de nomear o próximo governo, não é de todo factível que o próximo governo, no primeiro embate, seja um governo praticamente com os pés na rua. Não faz sentido. Nós não estaríamos a promover aquilo que todos apelamos, que é a estabilidade, um princípio de coesão nacional, um princípio de diálogo onde as pessoas conversem, tragam os problemas e pensem todos o país. Eu não vi nenhuma força política desde as eleições de 19 de Julho para as presidenciais e agora em Setembro, que não usasse um slogan que reflectisse ou colocasse São Tomé e Príncipe em primeiro lugar. Todos. E então temos que na prática demonstrar isso. Portanto, o próximo governo será uma emanação da sustentabilidade parlamentar que me for garantida. RFI: O que espera do futuro governo com o qual vai trabalhar, senhor Presidente? Carlos Vila Nova: Lealdade institucional. A primeira das condições. Espírito aberto para o diálogo permanente. Disponibilidade para trabalhar e coragem para reformar. Vamos ter que, de facto, introduzir muitas reformas para melhorar o funcionamento do país e a capacidade, ao nível da Assembleia, de se discutir honestamente, com sinceridade, as grandes questões do país. E não escondo, inclusive, a possibilidade de a revisão constitucional neste quadro, nesta legislatura. Através do diálogo. RFI: Uma das reformas que enunciou como sendo prioritárias quando tomou posse para o seu novo mandato foi precisamente a Justiça. Como é que encara essa reforma? Carlos Vila Nova: A justiça, de facto, tem sido meu denominador comum durante cinco anos. Foi onde eu mais intervim. Foi onde eu mais trabalhei, foi onde eu mais contribuí. Continuarei. Cheguei a fazer conselhos de Estado temáticos sobre a Justiça. Reuniões de alto nível. Várias delas. Mas repare. Ela é tão transversal, ela é tão importante para o Estado de Direito democrático e para a atracção de investimentos no nosso país que todos nós temos que nos dedicar. E foi também com bastante satisfação que eu vi nos programas e nas mensagens de muitos partidos políticos também o apelo à contribuição para melhorar a Justiça. Portanto, conto com o próximo governo para que juntos possamos melhorar ainda mais. Não é uma situação que pontualmente há um assunto concreto que se resolva. Ela é abrangente. Nós vamos ter que abordar de forma que ela seja mais célere, ela seja mais justa e que ela possa, sobretudo, ser mais orientada para a solução dos problemas, para o bem do país e do seu povo e dos investimentos. RFI: Tem havido muitos problemas aqui em São Tomé e Príncipe, nomeadamente no que tange ao fornecimento da electricidade, à saúde, ao acesso a água potável. O que é que pensa que se pode fazer juntamente com o futuro novo governo? Carlos Vila Nova: Sabe se ao longo desses anos tivéssemos pensado o país mais, digamos, nas pessoas, muitos destes problemas estariam resolvidos, porque São Tomé e Príncipe, como Estado, não é diferente de qualquer outro Estado. A nossa dimensão territorial não retira a capacidade de sermos um Estado com todas as suas instituições, todos os seus dados estatísticos, Mas a verdade é que há descontinuidade governativa. Houve diferentes interrupções, um factor que nos prejudicou bastante nos últimos anos. Em democracia, já temos conseguido uma estabilidade governativa melhor. Os últimos governos têm cumprido o seu mandato. Espero que este também o faça e que haja uma continuidade das acções do Estado. Eu recordo-me já com alguns dirigentes da oposição, com dirigentes ainda do actual governo, ter pedido uma lista de todos os projectos em curso, sobretudo no domínio das infra-estruturas, no domínio da saúde e da educação, para que, de facto, nós olhemos um bocado mais para dentro e não termos aquele apetite de criar coisas novas quando temos coisas em curso e que podem resolver o problema das pessoas. Isto é um primeiro passo. O segundo é preciso adaptar os recursos disponíveis às necessidades mais prioritárias das pessoas, das populações e do país. E é possível. A energia em concreto é algo que ao longo destes anos todos não conseguimos resolver. Mas é por aí. Não pode haver uma divergência de fundo entre as diferentes forças. O facto de eu estar na oposição, eu não posso estar contra um programa que o governo que está no poder queira fazer e que vá resolver o problema. Tenho que encontrar a forma de dar a minha contribuição. Eu também costumo dizer que o poder crítico dos cidadãos não deve ser usado para bloquear. Ele deve ser usado para construir. E é isso que eu espero. Sem a transição energética, este país não dará passos nenhuns. Sem olharmos devidamente para a saúde, repare, o nosso sistema Nacional de Saúde não é propriamente o que está em causa. É olharmos para o sector, porque o sistema que eu até considero bom em termos sustentabilidade económico-financeira e social para garantir. Este sistema a educação, nós temos índices muito bons, internacionalmente reconhecidos, mas será que a qualidade do ensino é aquela que desejamos? Portanto, são coisas que, dentro do poder, fora do poder, as forças políticas, que são o alicerce da democracia, têm que encontrar pontos de convergência para nós podermos avançar neste processo. RFI: Todo o país tem recebido o apoio do FMI e do Banco Mundial, que também fazem, preconizações. Até que ponto é que o futuro governo não vai estar bastante condicionado pelas preconizações das instituições internacionais? Carlos Vila Nova: Temos parceiros multilaterais que nos têm acompanhado ao longo desses anos, assim como os bilaterais. Há um conjunto, um quadro próprio que temos que respeitar para que possamos continuar a ter esses parceiros ao nosso lado. Não creio que qualquer que seja o governo que venha, que ponha directamente em causa, pode rever, pode encontrar outros mecanismos e, como digo, pode e deve sempre conversar. Se fechámos as portas do diálogo, então aí não avançaremos para lado nenhum. E este diálogo tem que ser com os parceiros e internamente também. Eu velarei para que internamente se abra um novo capítulo na história deste país, que é um diálogo mais permanente, mais sincero, mais directo. E depois, a partir daí, encontrarmos pontos de convergência para termos uma estratégia que possa pôr o país na rota do desenvolvimento. RFI: Por fim, senhor Presidente, qual é o seu apelo neste momento político que o país está a viver? Carlos Vila Nova: Serenidade, Confiança. O futuro é nosso. Depende de nós. Vamos construí-lo.
Da stamattina Eni vende la verde a 1,99 euro e il diesel a 2,19; Socar, l'azienda azera che controlla Ip, annuncia misure per calmierare i prezzi ma le pompe bianche (i distributori indipendenti) valutano azioni a tutela del mercato; la Marina militare Usa ha bisogno di 200 miliardi di euro circa per i suoi cantieri navali, ma il Congresso trema: per completare i lavori ci vorranno 50 anni e più; il lavoro nero vale quasi 200 miliardi di euro, l'allarme in uno studio Censis-Confcooperative Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Ser bombera encara
Massimo Giannini, editorialista e opinionista di Repubblica, racconta dal lunedì al venerdì il suo punto di vista sullo scenario politico e sulle notizie di attualità, italiane e internazionali. "Circo Massimo - Lo spettacolo della politica" lo puoi ascoltare sull'app di One Podcast, sull'app di Repubblica, e su tutte le principali piattaforme.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu em Guimarães e começou o seu percurso na dança. É diretor do Teatro Nacional de São João, no Porto, uma arte que passou a integrar a sua vida. Pensa o palco como um espaço vivo, agregador e de responsabilidade social. A sua gentileza e disponibilidade para os outros reflete-se muitas vezes na forma como se emociona a ver a arte que o rodeia.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
No momento, ritmo de vendas no mercado interno é lento e pontual
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Os utentes do SNS (que aguentam tudo), José Luís Carneiro (que está a reescrever a História) e os artistas sectários (que não querem estar ao lado de Jerry Seinfeld) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma mudança de perspectiva pode mudar completamente a forma como vivemos a mesma realidade.
Deputado António Rodrigues do PSD considera que o PR faz bem em manter-se "longe da praça pública". Já a deputada Cristina Rodrigues do Chega diz que posição de António José Seguro tem sido clara.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Answers:1. Si chiama Marco.2. La mattina, quando si sveglia.3. Controlla l'ora e il meteo.4. Lo usa per lavoro.5. Ascolta la musica o guarda un breve video.6. Parla con la sua famiglia e con i suoi amici.7. Sul comodino.8. Pensa che sia molto utile, ma che sia importante anche avere del tempo senza tecnologia.
Answers:1. Perché molte attività quotidiane sono diventate più semplici grazie alla tecnologia.2. Possiamo fare la spesa, pagare le bollette, prenotare viaggi e parlare con persone lontane.3. Perché permette a molte persone di lavorare da casa e partecipare a riunioni online.4. Non è necessario andare in ufficio.5. Può essere difficile staccare dal lavoro, rilassarsi e dedicare tempo alle relazioni personali e alle attività all'aria aperta.6. Perché essere sempre connessi può mantenerci legati al lavoro.7. Possiamo dedicare meno tempo alle relazioni personali e alle attività all'aperto.8. Pensa che sia molto utile, ma che debba essere usata in modo equilibrato e consapevole.
Pensa num homem que trabalha: só nos últimos 10 anos, marcou presença em séries como "O Mecanismo", "Pico da Neblina", "Ilha de Ferro", "A Divisão" e "Rota 66", em novelas como "Três Graças" e "Beleza Fatal" e filmes como "Bingo: o rei das manhãs", "A menina que matou os pais", "Turma da Mônica: Lições", "Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa" e "Os Enforcados". ::Já venceu prêmios nos festivais de Los Angeles, Recife, Brasília e Gramado e tá aqui pra abrilhantar nosso programa de hoje.::Vale a pena sentar e ouvir Augusto Madeira!
António José Seguro já defendeu a demissão de ministros à mínima suspeita. O ministro da Administração Interna, Luís Neves, tem cinco investigações a correr sobre a sua atuação sobretudo como diretor da Polícia Judiciária e, na última, semana juntou -se mais um caso: a utilização de um carro apreendido pela Polícia Judiciária. O Presidente pede rapidez nas conclusões. Com a sua atitude perante os casos de Luís Neves, Seguro parece calar o que defendia antes de ser sequer candidato a Belém. Na Comissão Política debatemos a atitude e o pensamento do Presidente, numa conversa que conta com o comissário residente Vítor Matos e os jornalistas Rita Dinis e Hélio Carvalho. A ilustração é de Carlos Paes e a sonoplastia de Salomé Rita.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A realizadora angolana Pocas Pascoal, foi distinguida a 9 de Agosto com o 'The Open Doors - OIF Francophonie Award', no âmbito do Festival de Cinema de Locarno na Suíça que decorreu de 5 a 15 de Agosto. Durante o festival, a cineasta, autora nomeadamente de fitas como 'Memórias de Infância' em 2000, ou ainda 'Alda e Maria' em 2011, projectou a sua curta-metragem 'Time to Change', um filme sob forma de denúncia do colonialismo e apresentou o projecto pelo qual foi premiada, em torno da figura da cineasta francesa Sarah Maldoror, conhecida designadamente por ter acompanhado em imagem a luta de libertação de Angola. Em entrevista à RFI, a realizadora, a viver em Portugal há cerca de nove anos, partilhou a sua alegria por ter sido distinguida, falou da sua experiência como cineasta em Portugal e também evocou o que pretende contar na fita sobre Sarah Maldoror. RFI: Como se sente com o prémio que recebeu em Locarno? Pocas Pascoal: Sinto-me muito bem! Acho que é um grande impulso também para a minha carreira, que já começou há muitos anos, mas continua a crescer. É um prémio que vai valorizar também o projecto que eu estou a escrever sobre a Sarah Maldoror, que vai de certeza permitir-me concluir o projecto que estou a escrever e espero eu que vai ajudar também a ter financiamentos. Portanto, eu acho que é assim uma coisa muito, muito importante, o que me aconteceu. Tive muita gente a contactar-me interessada no projecto depois deste prémio. Isto é um grande impulso. O Festival de Locarno em si, é um grande programa de encontro e que nos permite fazer contactos e relações que ficaram até para o resto da vida, de certeza. Portanto, já isso é muito, muito importante como festival, como plataforma mesmo de formação. Nunca aprendi tanta coisa sobre cinema em tão pouco tempo e nunca fiz tantos encontros em tão pouco tempo também. Portanto, o facto de estar no Festival de Locarno em 'Open Doors' já é um grande presente e um grande prémio, porque permite-nos projectar o meu projecto internacionalmente. Estive lá com o filme e, sim, há já algumas coisas que estão a avançar bem e penso que vamos assinar um contrato de co-produção. RFI: A curta-metragem que lhe deu essa chave para a próxima etapa é 'Time to Change'. O que é 'Time to Change'? Pocas Pascoal: É uma crítica à colonização, à colonização em geral, mas sobretudo à colonização portuguesa, que foi aquela que Angola viveu. Tento denunciar através deste filme aquilo que se passou. E faço uma ponte entre o passado e o presente, hoje, criticando a relação que os portugueses tiveram, que foi uma relação de repressão e de exploração. Em Portugal há uma mentalidade ainda que, infelizmente, continua. Continuam a pensar que a colonização portuguesa foi uma boa colonização, que foi uma colonização 'soft', que misturaram-se muito e que não foi assim tão grave. Mas foi grave, Foi muito grave. Este filme denuncia aquilo que foi a colonização e também denuncia o desequilíbrio dos ecossistemas que começaram naquele momento. Portanto, quando os portugueses chegaram, havia um equilíbrio, uma maneira de viver que os angolanos, o ser humano teve que modificar, teve que se adaptar àquilo que esses colonos quiseram que eles se tornassem. Mesmo a nível de habitação, a nível da arquitectura, tivemos que sair da nossa casa feita de madeira e de palha, que era uma coisa local. Houve várias coisas que se podem aprofundar em relação a isso e mudaram-nos completamente, a nossa maneira de ser, a nossa cultura, a nossa linguagem mesmo. A língua que tivemos que falar foi a portuguesa. E também a natureza, os animais. Para mim, esta alteração climática começou já nesse momento. Portanto, eu faço esta ligação do passado ao presente para denunciar as consequências desta colonização ainda hoje. RFI: Como é que é estruturado este filme? Portanto, é um filme que vai buscar imagens documentais. Por exemplo, uma imagem muito forte, muito simbólica, de caçadores. Pocas Pascoal: Eu utilizei imagens de arquivo no filme e não só. Também tem imagens dos dias de hoje. Essas imagens do caçador são imagens horríveis e acho que apercebemo-nos que naquela altura caçava-se muito de forma recreativa. Caçava-se para o homem se sentir mais forte, o mais forte do universo, mais forte do que os animais, mais forte do que o elefante, que é um animal gigante. Numa das fotografias, tem uns três caçadores com uns cinco ou seis Elefantes. é uma coisa horrível. E são animais que hoje em dia estão a desaparecer por causa disso. Por foram tão caçados às vezes só para poderem pôr um troféu na parede. E às vezes para poder se sentirem fortes. E para poderem utilizar o marfim. É uma coisa absurda, porque é uma mentalidade que infelizmente destruiu. E isto, acho que temos que tomar consciência. E lembrarmo-nos, continuarmos a lembrar o que foi e o que é que está a acontecer hoje. Portanto, é uma maneira para mim também de reavivar a memória. RFI: Falou da forma como Portugal encara o período colonial. Como é que ele é encarado em Angola? Pocas Pascoal: Ai, eu já não estou em Angola há 40 anos! E vou muito raramente a Angola. Seria difícil falar sobre este tema. Sei que em relação aos angolanos que estão na diáspora, é uma luta constante contra o racismo. Eu vivi vários anos em França e nunca vivi tanto racismo como vivo aqui em Portugal, infelizmente. Há coisas maravilhosas, mas há um racismo muito básico. Na verdade, é uma coisa que foi impregnada na mente das pessoas, que as pessoas negras são pessoas inferiores, que são pessoas que não têm instrução, que são pessoas que não têm meios financeiros, que são pobres também. Isto aconteceu-me. O racismo que eu tive aconteceu-me com várias pessoas de vários meios sociais. Por isso é uma coisa que está impregnada na mente das pessoas portuguesas e que não sai. E que eu acho que é um trabalho que se deve fazer. É um trabalho que talvez não tenha sido feito. Eu penso que não foi feito um trabalho que deve começar a nível das escolas, com as crianças, para tentar mudar esta mentalidade e é um trabalho político também. Eu acho que a Europa e Portugal, sobretudo, que é o país onde eu vivo, tem uma grande dívida com esses países que colonizaram. Mas esta dívida devia ser paga através de um trabalho de memória, de um trabalho de formação e de informação. É um trabalho que deve ser começado pelas crianças nas escolas, porque só a partir daí é que as mentalidades das pessoas brancas vão começar a mudar e a reconhecer que nós somos iguais. RFI: Como é que é fazer cinema em Portugal? Aquilo que acaba de me descrever também entra em linha de conta para a sua vivência em termos de trabalho? Pocas Pascoal: Claro, uma grande influência, infelizmente, é terrível. Eu vou contar-lhe uma coisa que eu por acaso falo muito raramente e não estou a falar do lado financeiro, porque o lado financeiro é realmente um problema com as mulheres, porque nós temos estado a lutar contra isso também. Eu faço parte de um grupo de mulheres no cinema que se chama 'Mutim' (Associação de Mulheres Trabalhadoras das Imagens em Movimento em Portugal). A 'Mutim' lutou muito para que haja nos júris do ICA (Instituto de Cinema e do Audiovisual) mulheres, que as mulheres sejam representadas também nos júris. Portanto, isto já muda muito, os financiamentos. E depois? Agora é chegar a mulheres negras, porque também é um problema de imaginar um filme onde só haja pessoas negras. Mesmo se eu não faço filmes só com pessoas negras, mas um filme onde haja uma maioria de pessoas negras, os júris podem ver aquilo muito mal. É um filme que não vai ter público. Um filme que vai ser mal distribuído, se calhar, porque se há uma mentalidade que ainda pensa que as pessoas negras não têm formação, não são instruídas, etc, no cinema também é uma coisa muito às vezes inconsciente. No cinema também, portanto, há uma luta contra isso. Há uma vitória pequenina, é verdade. Já se vê alguns filmes distribuídos nos cinemas com pessoas negras, mas são filmes americanos. É verdade. Negro e americano. Ok, já é melhor aceite. Mas o que eu queria contar há bocado é que aconteceu-me. Há uns anos atrás, fiz um telefilme. Fui convidada porque era uma mulher. E aceitei porque era uma oportunidade para mim de trabalhar na indústria portuguesa. Eu tinha acabado de chegar a Portugal e eu tinha feito um casting com pessoas negras, porque o filme passava-se nos subúrbios de Lisboa e aquilo foi uma luta. Foi horrível. Não consegui ter um casting só com pessoas negras. Foi uma luta terrível. Mas há um público e é um erro enorme, porque há um público, porque quando passa um filme na televisão com pessoas negras, as pessoas vêem os filmes. Há estatísticas, as pessoas vêm e é muito visto. Portanto, há um erro enorme em relação a isso. Isso também faz parte do trabalho para modificar isso. Faz parte deste trabalho, que é muito político e que as pessoas têm que fazer. Como eu disse há bocado, tem que começar nas escolas com as crianças, porque senão as coisas não vão mudar. RFI: Estava a mencionar o facto de ter também a expectativa de que o facto de ganhar esta visibilidade com este prémio também possa dar um impulso ao seu próximo projecto, que tem a ver com a figura da Sarah Maldoror, que faz a ponte entre a francofonia, porque ela era das Antilhas, com o mundo lusófono, uma vez que ela focou o seu olhar sobre a África lusófona, sobre Angola, sobre a Guiné-Bissau. O que é que a levou a interessar se por esta realizadora? Pocas Pascoal: É uma figura muito importante em Angola. Ela até é considerada angolana em Angola. Ela fez os dois primeiros filmes em Angola. A primeira vez que eu vi pessoas negras no cinema, era muito jovem, foi através de filmes da Sarah, o filme 'Sambizanga'. Portanto, eu era muito, muito jovem. Eu devia ter nove ou dez anos e foi a primeira vez que eu também começo a descobrir a história do meu país em relação à colonização. Eu tive a sorte de ter conhecido a Sarah. Eu estive com Sarah duas vezes. A primeira vez que eu ouvi a Sarah foi numa residência em França, na Normandia, onde a Sarah tinha a melhor amiga dela. Era proprietária da residência. Portanto, eu estava lá. Sarah veio visitar a amiga e eu conheci a Sarah. Eu era muito tímida naquela altura, portanto eu quase nem falei com ela. E a segunda vez que estive com Sarah, foi durante uma viagem para Angola. Nós fomos convidadas, várias pessoas foram convidadas, para um festival em Luanda. Acho que foi o segundo ano desse festival e a Sarah foi homenageada nesse festival. E como viajamos juntas, devem ter comprado os nossos bilhetes ao mesmo tempo. Estávamos sentadas uma ao lado da outra e foi muito engraçado. Fizemos sete horas juntas, uma ao lado da outra. Tivemos a oportunidade de conversar. A Sarah contou-me a história deste filme, que deveria ter sido o primeiro filme dela, a primeira longa-metragem ('Armas para Banta', Guiné-Bissau, 1970). E eu me interessei muito naquela altura. Interessei-me muito pela vida dela, porque tinha visto vários filmes feitos por ela. E, sobretudo, interessei-me muito por essa história, que é uma coisa de injustiça. A Sarah, que lutou a vida toda pela justiça social e pela igualdade de direitos. Este filme foi uma grande injustiça para ela. Eu nem sei se já tinha perguntado isso, mas o meu filme é sobre a Sarah nesse momento, quando ela vai à Guiné-Bissau, vai documentar a luta armada dos guineenses contra a colonização portuguesa. E ela, em vez de falar de um herói no filme, ela faz uma heroína. E quando ela volta para a Argélia, o filme não é aceite. Ela é expulsa da Argélia. Bom, estou a resumir, mas ela é expulsa da Argélia. E o filme lhe é retirado e desaparece até hoje. Portanto, eu interessei-me muito por este este momento da vida da Sarah, que também é o início da carreira dela. E também, para mim, é a oportunidade de falar dessas mulheres, porque ela vai filmar aquelas mulheres que foram realmente resistentes e estiveram na guerrilha durante muitos anos a lutar contra a colonização portuguesa. Portanto, para mim também, é a oportunidade de falar dessas mulheres. É claro que o foco é na Sarah e a Sarah interessa-me muito. Eu estudei muito, vi os filmes dela todos e interessam-me porque é uma pessoa que foi íntegra. Ela lutou a vida toda, fez mais de 40 filmes e através do cinema, ela lutou pela igualdade de direitos. Ela foi uma grande resistente. Ela foi uma grande activista e é uma para mim, um exemplo e uma referência de uma pessoa negra que conseguiu e sempre foi honesta com ela mesmo e com aquilo que ela fez. Íntegra. Portanto, para mim, é uma grande referência e um grande exemplo. E eu gosto do cinema dela. E também, eu penso muito no cinema dela, vejo filmes dela, quando faço os meus filmes. É uma grande referência. RFI: Essa história de Sarah Maldoror na Guiné-Bissau a tentar retratar as mulheres que participaram na luta de libertação e que foi um filme rejeitado. Isto, no fundo, também vai tocar na sua fibra feminista. Pocas Pascoal: Não vou generalizar porque a África é muito diferente, mas as mulheres em Angola são mulheres que foram muito valorizadas e que o são até hoje, que têm um grande poder na família e não só, também no trabalho. É claro que estamos a falar também de um sistema patriarcal. É evidente. Eu vivi depois da colonização, esta valorização das mulheres. As mulheres que lutaram contra a colonização portuguesa são mulheres que, muitas vezes, é verdade, pensando bem, são mulheres que ficaram na sombra. São mulheres que não foram muito faladas. Houve uma que se tornou heroína, mas falava-se muito pouco das mulheres. Portanto, a Sarah, ela tem este lado também feminista, mesmo se ela não se dizia feminista. Ela tem esse lado feminista porque ela, os personagens dela, no início da carreira dela, eram mulheres. Ela quis pôr em evidência as mulheres africanas, as mulheres negras, porque essas mulheres nunca eram os personagens principais nos filmes. Eu faço filmes sobre mulheres. É uma coincidência, mas porque são pessoas com quem eu me identifico mais facilmente, mais rapidamente, e são temas que me tocam imenso. RFI: Em que fase está? Pensa que este projecto em torno da Sarah Maldoror vai vingar quando? Pocas Pascoal: Francamente, eu penso que o filme agora e com este prémio também, que está a valorizar o projecto e que estava lá o Instituto de Cinema no Locarno, também eles viram, assistiram a isso, eu espero que não somente o ICA, mas outros fundos se interessem pelo projecto e já se estão a interessar. Espero rodar o filme em 2027 e espero que o filme em início de 2028 esteja acabado. Realmente, acredito que agora vai avançar rapidamente. Eu levei muito tempo a fazer pesquisa, vi e falei muito com as filhas da Sarah. Estive a tentar procurar qual era o melhor momento da vida da Sarah para eu poder pôr no cinema, porque não quis fazer um 'biopic' sobre a vida da Sarah, mas quis fazer sobre uma parte da vida dela que é enorme. O momento em que ela vai fazer este filme é o início da carreira dela também. Por isso passei muitos anos em pesquisa a tentar encontrar como é que eu ia falar sobre esta pessoa, que também não é muito fácil. Se seria documentário, ficção, falar desta pessoa que é uma pessoa que eu admiro muito e não me quero enganar. Portanto, acho que tenho um bom filme, foi aquilo que eu escolhi. Espero que nos próximos dois anos o filme esteja acabado. RFI: Tem outros projectos na forja ou é uma pessoa de um só projecto de cada vez? Pocas Pascoal: Não. Eu sou hiperactiva, portanto tenho vários projectos. Estou a acabar agora um filme, mas é uma curta também. Quando falo de hiperactividade não faço várias longas ao mesmo tempo, infelizmente. É uma questão financeira, mas enquanto estou à espera de financiamento para uma longa, estou a fazer curtas-metragens e tento fazer também instalações. Não faço muitas, mas tento participar em exposições e fazer instalações. E neste momento estou a fazer uma curta-metragem que, espero eu, estará nos festivais. Acho que no fim do ano já vou começar a mostrar o filme e também há uma curta-metragem feita com arquivos. Não vou revelar ainda a história porque ainda estou a montar e as coisas podem evoluir. Gosto de fazer várias coisas ao mesmo tempo.
A antropomorfização já foi muitas vezes utilizada sob o pretexto de facilitar a compreensão de coisas. Mas, na IA, ela acaba facilitando mesmo é o entendimento equivocado de diversos conceitos. Por exemplo: a IA pensa? Se sim, como? O que IA e cérebro tem em comum? Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. >> OUÇA (59min 16s) CONVIDADO ESPECIAL: André Cravo André Cravo possui graduação em Psicologia pela Universidade de São Paulo (2005) e doutorado em Neurofisiologia pela Universidade de São Paulo (2011) com um estágio na Universidade de Oxford. Atualmente é professor associado da Universidade Federal do ABC e coordenador do programa em Pós-Graduação em Neurociência e Cognição. * SOBRE O NARUHODO Naruhodo! (@naruhodopodcast) é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka (@kenfujioka), e o cientista PhD, Altay de Souza (@altayals). Edição: Reginaldo Cursino (@reginaldocursino) Ilustração e Capa: Felipe Cruz (@felipecruzart) http://naruhodo.b9.com.br * REFERÊNCIAS Conscious Processing and the Global Neuronal Workspace Hypothesis https://www.cell.com/neuron/fulltext/S0896-6273(20)30052-0?_returnURL=https%3A%2F%2Flinkinghub.elsevier.com%2Fretrieve%2Fpii%2FS0896627320300520%3Fshowall%3Dtrue Conscious artificial intelligence and biological naturalism https://www.cambridge.org/core/journals/behavioral-and-brain-sciences/article/conscious-artificial-intelligence-and-biological-naturalism/C9912A5BE9D806012E3C8B3AF612E39A LINEARITY OF RELATION DECODING IN TRANSFORMER LANGUAGE MODELS https://arxiv.org/pdf/2308.09124 A neuronal model of a global workspace in effortful cognitive tasks https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.95.24.14529 Is artificial consciousness achievable? Lessons from the human brain https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0893608024006385 Verbalizable Representations Form a Global Workspace in Language Models https://transformer-circuits.pub/2026/workspace/index.html#methods Subliminal Learning: Language models transmit behavioral traits via hidden signals in data https://arxiv.org/abs/2507.14805 On the Biology of a Large Language Model https://transformer-circuits.pub/2025/attribution-graphs/biology.html Towards Monosemanticity: Decomposing Language Models With Dictionary Learning https://transformer-circuits.pub/2023/monosemantic-features/index.html The Severe Electrician Shortage in America: Is There an End in Sight? https://qmerit.com/blog/electrician-shortage-what-it-means-for-electrical-contractors/ The full-length interview with Elon Musk | The Economist https://www.youtube.com/watch?v=XuoqKYxDHVc&t=2s TikTok inicia obra de mega data center no Ceará https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2026/01/16/obras-do-mega-data-center-do-tiktok-comecam-no-ceara.ghtml Entre sistemas e discursos https://www.youtube.com/watch?v=kW21iEryZvY Jacobian Conjecture is False https://x.com/__alpoge__/status/2079028340955197566 Terence Tao – How the world's top mathematician uses AI https://www.youtube.com/watch?v=Q8Fkpi18QXU Naruhodo #443 - Quais os impactos dos robôs em nossas vidas? Parte 1 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=tCUsvZ9hQ60 Naruhodo #444 - Quais os impactos dos robôs em nossas vidas? Parte 2 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=yLVhdONlrug Naruhodo #450 - A inteligência artificial afeta nossa capacidade cognitiva? https://www.youtube.com/watch?v=YjMTEGrgHDw Naruhodo #377 - Aprendemos melhor fazendo pausas? https://www.youtube.com/watch?v=PZVVN9lHeno Naruhodo #109 - O cérebro humano é um computador? https://www.youtube.com/watch?v=s3RCSFfV-OQ Naruhodo #461 - O que é a teoria da Incompletude de Godel? https://www.youtube.com/watch?v=XQRu2ogFvMQ Naruhodo #222 - Existe cognição quântica? https://www.youtube.com/watch?v=J3jjmo7ly18 Naruhodo #379 - Como nós nos tornamos nós? https://www.youtube.com/watch?v=fI9rqAJfcUU Naruhodo #469 - Temos livre arbítrio? - Parte 1 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=nwPwrLeZrRA Naruhodo #470 - Temos livre arbítrio? - Parte 2 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=rPnl-FJrVbs Naruhodo #435 - Jogar videogame pode ajudar a curar doenças? https://www.youtube.com/watch?v=7Ob___Y97d4 Naruhodo #263 - O que é transumanismo? https://www.youtube.com/watch?v=Ni9JH0IzxBY Naruhodo #277 - O que é singularidade? - Parte 1 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=7-5xGhHrpKs Naruhodo #278 - O que é singularidade? - Parte 2 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=euBpSfbX3lk Naruhodo #267 - O que é dissonância cognitiva? https://www.youtube.com/watch?v=1xJwqmir5Uw Naruhodo #268 - O que é dissonância cognitiva? - Parte 2 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=--OHlHmOQTM Naruhodo Entrevista #33: André Cravo https://www.youtube.com/watch?v=8qbsSI-uECQ * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
"E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades.E foi, e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos, a apascentar porcos.E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada.E, tornando em si, disse: Quantos empregados de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti;Já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus empregados." Lucas 15:14-19
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Convidado: Renato Meirelles, autor do livro "Brasil da Maioria", presidente do Instituto Locomotiva e fundador do Data Favela. Começou neste domingo (16) a corrida eleitoral para o pleito que será realizado no dia 4 de outubro. A partir desta semana, candidatos e partidos podem pedir voto aos eleitores – e, nesta missão, vão encontrar um país bastante complexo. Trata-se de um eleitorado de quase 160 milhões de brasileiros, mas há um grupo muito grande e heterogêneo que é fundamental para definir o rumo do Brasil que sairá das urnas: a Classe C. De acordo com o Instituto Locomotiva, a população que está nessa faixa (brasileiros que têm renda familiar per capita de R$ 610 a R$ 1.250 por mês) é mais da metade dos eleitores e tem um perfil de voto menos ideológico e mais pragmático. Neste episódio, Victor Boyadjian entrevista Renato Meirelles, autor do livro "Brasil da Maioria", que analisa 25 anos da Classe C. O especialista descreve as principais características desse grupo que vão além da renda: a visão que tem sobre o Estado, o mercado de trabalho e o empreendedorismo e quais são seus valores culturais e religiosos. Ele também explica quem são as figuras políticas que melhor se comunicam com essa parcela da população.
António José Seguro mantém-se em silêncio sobre o caso Luís Neves. Mas o que pensa o Presidente, o que tem feito e o que mais o preocupa em toda esta polémica?See omnystudio.com/listener for privacy information.
António José Seguro mantém-se em silêncio sobre o caso Luís Neves. Mas o que pensa o Presidente, o que tem feito e o que mais o preocupa em toda esta polémica?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Getting sued, or even just the fear of it, is one of the greatest hidden drivers of physician stress, burnout, and career dissatisfaction, yet almost no one teaches doctors how to survive it. A malpractice lawsuit can shake your confidence, challenge your identity, and strain your relationships long before you ever step into a deposition. The good news is that preparation, practice, and the right mindset can transform litigation from an overwhelming threat into something you can navigate with confidence. In this episode, we explore what every physician should know about medical malpractice lawsuits and malpractice litigation,, how to navigate a deposition, the conversations that can sabotage your defense, and the emotional toll of being sued, along with practical ways to prepare before you're ever named in a lawsuit. Finally, we share the tools, resources, and hard-earned lessons that help doctors protect their careers without losing themselves in the process.Why getting sued changes the way physicians practice medicine long after the case is over.How preparation can take you from feeling like you're on the chopping block to walking into a deposition with confidence.What you should and shouldn't say while a malpractice lawsuit is ongoing.Why understanding plaintiff attorneys' tactics makes you a stronger defendant.The communication mistakes that can undermine your credibility.How to prepare for a deposition.Why shame and isolation can make malpractice harder than the lawsuit itself.Practical ways to protect your confidence, career, and mental health after being sued.Resources MentionedBooksWhen Good Doctors Get SuedHow to Survive a Medical Malpractice Lawsuit - Eileen BrennerDepositions Are TrialPodcastsDoctors and Litigation: The L WordSeason 1: Approaching D-DaySeason 3: The Educated DefendantCourses & ToolsLEAP (Litigation Education and Performance).Use the code STIMULUS100 for $100 off.Guest: Dr. Gita Pensa is an emergency physician, educator, and litigation performance coach who helps clinicians navigate malpractice lawsuits with greater confidence and less emotional distress. Through speaking, coaching, and her LEAP (Litigation Education and Performance) courses, she works with healthcare organizations, insurers, defense attorneys, and physicians to transform how clinicians experience litigation.Mentioned in this episode:Distilled Kickassery Every Other SaturdaySign up for our NewsletterThe Out-On-Time CourseBuilt for emergency clinicians who are tired of chart debt and getting derailed by interruptions and overwhelm. Learn practical, real-time documentation and shift-efficiency strategies to finish your shift and actually leave on time.Learn More About The Out-On-Time Course
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Casas de apostas fabricam partidas de futebol falsas só para gerar mais jogos. Uso de IA sem critério pode levar à perda da capacidade de pensar sozinho. Streaming sem anúncio virou artigo de luxo.Até onde o controle ainda é seu?No RESUMIDO #372: fazenda de aposta fabrica jogos de mentira, loja falsa vende o que não existe, apostas na mira do governo, o chatbot está pensando por você, streaming sem anúncio vira artigo de luxo e muito mais!--Assine a newsletter da inovabra "Do hype ao ROI":https://inovabra.substack.com--Aproveite os descontos da Insider Store com o cupom RESUMIDO: https://creators.insiderstore.com.br/RESUMIDOGrupo oficial da Insider no WhatsApp com Flash Promos: https://creators.insiderstore.com.br/RESUMIDOWPPBF--RESUMIDO #372, apresentado por Bruno Natal--Loja RESUMIDO (camisetas, canecas, casacos, sacolas): https://www.studiogeek.com.br/resumido -- Faça sua assinatura! https://resumido.cc/assinatura
O plano da palantir para dominar o mundo | Cian Barbosa | Programa 20 Minutos
Você já se concentrou em todas as coisas que faz de errado? Aprenda a amar a si mesmo e pensar em si mesmo da maneira que Deus faz.
La terza stagione inizia – e questo podcast ora si chiama UNFRAME THE BRAIN.In questo primo breve episodio introduttivo, Janet Braun racconta perché da “Sensitiv erfolgreich” è nato un nuovo spazio per il podcast, cosa c'entrano i viaggi, gli incontri e nuove prospettive – e perché da ora in poi la neurodiversità viene pensata in modo più chiaro, più accessibile e più internazionale.Perché un semplice aggiornamento non bastava?Che cosa ha dato il via a questo nuovo inizio?Perché questo avvio è più di una nuova copertina?Un breve ingresso nella nuova stagione.Con una direzione chiara, una brezza fresca e un primo sguardo a ciò che sta arrivando.
Os pensamentos que você tem sobre si mesmo são positivos e estão de acordo com a Palavra de Deus? Hoje, Joyce compartilha como atualizar a maneira como você pensa sobre VOCÊ!
O que fez o homem deixar de se enxergar apenas como parte de um coletivo e passar a se compreender como um indivíduo singular? Neste programa da Brasil Paralelo, mergulhamos na tese monumental de "A Cultura do Renascimento na Itália", do historiador suíço Jacob Burckhardt. Publicado em 1860, o clássico transformou permanentemente a nossa compreensão sobre a transição da Idade Média para a era moderna. Viaje pelas cidades-estado da Itália entre os séculos XIV e XVI, como Florença, Veneza, Milão e Roma, e descubra como a intensa ambição política, a genialidade de figuras como Leon Battista Alberti e Leonardo da Vinci, e a ascensão ao poder de homens que se fizeram por conta própria criaram o "laboratório da modernidade".
La corte suprema boccia Trump - Meloni pensa al Quirinale
Minha irmã veio me visitar em Londres e vocês mandaram tanta pergunta na caixinha que a gente precisou de um vídeo inteiro para responder tudo, né?Ela tem 40 anos, mora no Brasil e não tem filhos e vocês tinham MUITA curiosidade sobre as escolhas dela. Será que ela vai largar tudo e vir morar em Londres? Ela ainda pensa em ter filhos? E como é ser irmã morando em continentes diferentes?A gente fala também sobre como mantemos nossa relação de irmãs com a distância, como ela se mantém próxima das meninas morando tão longe, nossas personalidades, se a gente briga (rs), nossas semelhanças e diferenças, e muito mais.LINK DO VÍDEO MENCIONADOhttps://youtu.be/Q76YYTBeHcURede SociaisYoutube: https://www.youtube.com/@MorganaSeccoInstagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Facebook: https://www.facebook.com/morganaseccoTiktok: https://www.tiktok.com/@morganaseccoTwitter: https://twitter.com/morganaseccoThreads: https://www.threads.net/@morganasecco☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade: https://morganasecco.com.br/essencialCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630
Fluent Fiction - Catalan: Castle Secrets: Unveiling Hidden Treasures of Catalunya Find the full episode transcript, vocabulary words, and more:fluentfiction.com/ca/episode/2026-06-28-07-38-19-ca Story Transcript:Ca: A la tarda d'un càlid dia d'estiu, el Castell de Montjuïc mostrava tota la seva majestuositat.En: On the afternoon of a warm summer day, Castell de Montjuïc displayed all its majesty.Ca: Les pedres antigues reflectien els raigs del sol mentre el vent suau acariciava les fulles verdes dels arbres.En: The ancient stones reflected the sun's rays while the gentle wind caressed the green leaves of the trees.Ca: En aquest entorn històric, Jordi, un apassionat historiador amb ulls de nen curiós, passejava pels camins del castell.En: In this historic setting, Jordi, a passionate historian with the eyes of a curious child, strolled along the castle's paths.Ca: Somiava amb els secrets que s'amagaven entre aquelles parets antigues.En: He dreamed of the secrets hidden within those ancient walls.Ca: De cop, Jordi es va aturar.En: Suddenly, Jordi stopped.Ca: A l'entrada del castell hi havia un paquet estrany.En: At the entrance of the castle, there was a strange package.Ca: Estava embolicat amb paper marró i lligat amb un cordill vell.En: It was wrapped in brown paper and tied with an old string.Ca: “Què pot ser això?” va murmurar Jordi amb entusiasme descontrolat.En: “What could this be?” murmured Jordi with uncontrolled enthusiasm.Ca: En aquell moment, Núria, l'oficial de seguretat del castell, es va apropar.En: At that moment, Núria, the castle's security officer, approached.Ca: "No hauríem de tocar-ho. Podria ser perillós," va advertir amb fermesa.En: "We shouldn't touch it. It could be dangerous," she warned firmly.Ca: Els seus ulls mostraven preocupació.En: Her eyes showed concern.Ca: Pere, un periodista freelance que sempre buscava el proper gran reportatge, es va unir a ells.En: Pere, a freelance journalist always looking for the next big story, joined them.Ca: "Això podria ser espectacular! Pensa en la història que podríem escriure," va exclamar, somrient amb ganes.En: "This could be spectacular! Think of the story we could write," he exclaimed, smiling eagerly.Ca: Jordi es trobava entre dues forces contràries: el desig de descobrir el secret del paquet i la responsabilitat d'escoltar el seny de Núria.En: Jordi found himself between two opposing forces: the desire to discover the secret of the package and the responsibility to heed Núria's wisdom.Ca: Després d'un moment de dubte, va decidir intentar investigar pel seu compte, però ràpidament es va adonar que necessitava ajuda.En: After a moment of doubt, he decided to try to investigate on his own but quickly realized he needed help.Ca: “D'acord, obrim-lo junts, però amb precaució,” va proposar finalment Jordi.En: “Okay, let's open it together, but with caution,” Jordi finally proposed.Ca: Tots tres es van ajupir sobre el paquet.En: All three crouched over the package.Ca: Amb molta cura, van deslligar el cordill i van retirar el paper.En: Carefully, they untied the string and removed the paper.Ca: El que van trobar a dins els va deixar sense paraules: eren documents històrics de gran valor per a Catalunya, relats antics que parlaven de llegendes i fets oblidats.En: What they found inside left them speechless: they were historical documents of great value for Catalunya, ancient tales speaking of legends and forgotten events.Ca: Aquella descoberta va captivar la premsa gràcies a un article detallat de Pere.En: That discovery captivated the press thanks to a detailed article by Pere.Ca: Els documents van assegurar el reconeixement de Jordi en el món dels historiadors.En: The documents secured Jordi's recognition in the world of historians.Ca: Núria va guanyar respecte per la seva decisió valenta de col·laborar en la investigació, malgrat les seves pors inicials.En: Núria gained respect for her brave decision to collaborate in the investigation, despite her initial fears.Ca: El trio va aprendre que treballar en equip i respectar els punts de vista dels altres era essencial.En: The trio learned that working as a team and respecting each other's viewpoints was essential.Ca: Jordi va entendre la importància del treball conjunt i de considerar les precaucions.En: Jordi understood the importance of joint work and considering precautions.Ca: Núria va descobrir que, de vegades, cal arriscar-se una mica per desvelar la veritat.En: Núria discovered that sometimes, you have to take a little risk to unveil the truth.Ca: Així, sota les ombres d'aquell antic castell i entre els calfreds d'un estiu inoblidable, la troballa del misteriós paquet es va convertir en una gran història, una que tothom recordaria al llarg del temps.En: Thus, under the shadows of that ancient castle and amidst the chills of an unforgettable summer, the finding of the mysterious package became a great story, one that everyone would remember throughout time. Vocabulary Words:the majesty: la majestuositatthe historian: l'historiadorthe entrance: l'entradathe package: el paquetthe string: el cordillthe security officer: l'oficial de seguretatthe journalist: el periodistathe viewpoint: el punt de vistathe historian: l'historiadorthe recognition: el reconeixementthe investigation: la investigacióthe truth: la veritatthe detail: el detallthe precaution: la precaucióthe doubt: el dubtethe chills: els calfredsthe legend: la llegendathe discovery: la descobertathe fear: la porthe stone: la pedrathe document: el documentthe tale: el relatthe press: la premsathe shadow: l'ombrathe value: el valorthe child: el nenthe setting: l'entornthe summer: l'estiuthe secret: el secretthe collaboration: la col·laboració
Pensi di avere un livello avanzato di italiano? In questo articolo metterai alla prova il tuo vocabolario con un quiz speciale di 15 parole. Se ne conosci almeno 12, hai raggiunto il livello C2, cioè il livello più alto di competenza linguistica. Vocabolario C2 - Quanto lo Conosci? Prima Categoria: Emozioni e Stati d'Animo Il livello C2 richiede di saper esprimere sfumature emotive molto precise, non solo "felice", "triste" o "arrabbiato". Vediamo cinque parole che ti permetteranno di descrivere stati emotivi complessi con la precisione di un madrelingua. 1^ Parola Immagina questa situazione: una persona ha appena perso il lavoro, il suo cane è scappato e ha scoperto che deve pagare una multa salata. Come si sente? ... AVVILITO Essere avvilito significa sentirsi profondamente scoraggiato, quasi umiliato dalle circostanze. È più forte di "triste" o "deluso" e indica uno stato di abbattimento morale intenso. Esempio d'uso: "Dopo l'ennesimo rifiuto, Marco si sentiva completamente avvilito e non sapeva più cosa fare." Pronuncia: av-vi-LÌ-to, con l'accento sulla terza sillaba. 2^ Parola Pensa a qualcuno che non riesce a stare fermo, che cammina avanti e indietro per la stanza, che controlla continuamente il telefono perché aspetta una risposta importante. Come si sente? ... INQUIETO Una persona inquieta è agitata, nervosa, incapace di trovare pace interiore. Questo aggettivo descrive uno stato di irrequietezza persistente che si manifesta sia fisicamente che mentalmente. Esempio d'uso: "La notte prima dell'esame, Giulia era così inquieta che non riuscì a chiudere occhio." Curiosità linguistica: In italiano abbiamo anche il sostantivo "inquietudine", che indica quello stato persistente di agitazione. Puoi dire: "Provava una strana inquietudine, come se qualcosa di brutto stesse per succedere." 3^ Parola Immagina una persona che si sente superiore agli altri, che guarda tutti dall'alto in basso con un sorrisetto di superiorità. Come si sente? ... SPREZZANTE Sprezzante indica un atteggiamento di disprezzo aperto, quasi ostentato, verso qualcuno o qualcosa. È una parola che esprime un sentimento di superiorità manifestato in modo evidente e talvolta offensivo. Esempio d'uso: "Il critico ha liquidato il film con un commento sprezzante: 'Roba da dilettanti.'" Curiosità etimologica: "Sprezzante" viene dal verbo "sprezzare", che significa disprezzare apertamente. È una parola che troverai spesso nei romanzi o nei giornali, meno nella conversazione quotidiana. 4^ Parola Descriviamo una persona che ha vissuto tante esperienze negative e ormai non crede più in nulla di buono. Ha perso ogni illusione sulla vita, sull'amore, sul mondo. Come si sente? ... DISILLUSA Una persona disillusa ha perso le sue illusioni, spesso dopo esperienze dolorose o deludenti. È uno stato profondo e permanente, una perdita di speranza generale nella vita. Esempio d'uso: "Dopo anni di politica, era diventato completamente disilluso e non andava più nemmeno a votare." Attenzione: Differenza tra "Disilluso" e "Deluso" Non confondere "disilluso" con "deluso"! "Deluso" è temporaneo: puoi essere deluso da un film o da una cena. "Disilluso" invece è uno stato più profondo e permanente, una perdita di speranza generale che cambia la tua visione del mondo. 5^ Parola Questa parola descrive una sensazione molto particolare: quando vedi qualcosa di così bello, così perfetto, così emozionante che ti senti quasi sopraffatto. Pensa al momento in cui vedi per la prima volta la Cappella Sistina o ascolti un pezzo musicale che ti tocca l'anima. Come ti senti? ... ESTATICO Estatico significa essere in uno stato di estasi, di rapimento totale davanti a qualcosa di straordinario. È quella sensazione di meraviglia che ti fa dimenticare tutto il resto. Esempio d'uso: "Alla vista del panorama dalle Dolomiti, i turisti rimasero estatici per diversi minuti." Curiosità etimologica: La parola viene dal greco "ekstasis", che significa letteralmente "stare fuori da sé stessi". Ecco perché l'estasi è quello stato in cui ci si dimentica di tutto il resto! Tabella Riepilogativa: Emozioni e Stati d'Animo ParolaSignificatoSinonimiContesto d'usoAvvilitoProfondamente scoraggiato, abbattutoDemoralizzato, abbattuto, prostratoSituazioni di fallimento o umiliazioneInquietoAgitato, nervoso, senza paceIrrequieto, ansioso, nervosoAttesa, preoccupazione, ansiaSprezzanteChe mostra disprezzo apertoSdegnoso, altezzoso, beffardoAtteggiamenti di superioritàDisillusoChe ha perso ogni illusioneDisincantato, cinico, scetticoPerdita permanente di speranzaEstaticoIn stato di rapimento, estasiRapito, incantato, estasiatoBellezza, arte, emozioni intense Seconda Categoria: La Cucina Italiana Passiamo ora al cibo! E no, non parleremo di pizza e pasta. Al livello C2 devi conoscere i termini più specifici della gastronomia italiana, quelli che usano gli chef professionisti e i critici culinari. 6^ Parola Quando cucini la carne e sul fondo della padella rimangono quei residui caramellizzati, marroni e saporiti, cosa fai per recuperarli? Aggiungi del vino o del brodo per staccarli e creare una salsa! Come si definisce questo metodo? ... DEGLASSARE Deglassare significa aggiungere un liquido (vino, brodo, aceto) in una padella calda per sciogliere i succhi caramellizzati della cottura. È una tecnica fondamentale nella cucina professionale per creare salse ricche di sapore. Esempio d'uso: "Dopo aver rosolato la carne, ho deglassato con un bicchiere di vino rosso." 7^ Parola Guarda un pezzo di formaggio con tanti piccoli buchi, come l'Emmental o certi formaggi svizzeri. Come chiamiamo questi buchi nel linguaggio gastronomico? ... OCCHIATURA L'occhiatura indica i buchi caratteristici di alcuni formaggi. Questi buchi si formano durante il processo di fermentazione grazie all'azione dei batteri che producono anidride carbonica. Esempio d'uso: "Un buon Emmental si riconosce dalla sua occhiatura regolare e ben distribuita." Curiosità: I buchi del formaggio hanno un nome ufficiale! L'occhiatura può essere piccola, media o grande a seconda del tipo di formaggio e del processo di stagionatura. 8^ Parola Immagina di addentare un grissino o una fetta di pane ben tostato. Che suono fa? Che sensazione provi in bocca? ... CROCCANTE Croccante descrive quella consistenza che emette un suono secco quando viene morsa. Ma sai qual è il suo contrario nel mondo culinario? Quando qualcosa dovrebbe essere croccante ma invece è diventato molle perché ha assorbito umidità? La parola più precisa è MOLLICCIO. Esempio d'uso: "Questi biscotti erano croccanti ieri, ma oggi sono diventati tutti mollicci." 9^ Parola Quando un piatto è preparato senza cura, in modo disordinato e con fretta, con una presentazione trasandata, come lo descriviamo? ... SCIATTO Un piatto sciatto è preparato senza attenzione, in modo trascurato e approssimativo. La presentazione manca di cura e di attenzione ai dettagli. Esempio d'uso: "La presentazione del piatto era sciatta: il sugo schizzato ovunque e le verdure ammassate senza criterio." Altri usi: "Sciatto" si usa anche per descrivere una persona vestita in modo trasandato o un lavoro fatto male. È un aggettivo versatile che indica sempre mancanza di cura e attenzione. 10^ Parola Quando assaggi qualcosa e senti in bocca quella sensazione astringente, un po' ruvida, come quando mangi un caco acerbo o bevi del tè troppo forte, come si chiama questa sensazione? ... ALLAPPANTE Allappante descrive quella sensazione di secchezza e ruvidità in bocca causata dai tannini, sostanze presenti nel vino, nel tè e in alcuni frutti acerbi. Esempio d'uso: "Questo vino rosso giovane è ancora un po' allappante, deve maturare ancora." Nota enologica: Nel mondo del vino, un vino troppo allappante è considerato non ancora pronto per la degustazione. I tannini si ammorbidiscono con l'invecchiamento, rendendo il vino più piacevole al palato. Tabella Riepilogativa: Vocabolario Culinario ParolaSignificatoAmbito d'usoDeglassareAggiungere liquido per sciogliere i succhi caramellizzatiTecniche di cotturaOcchiaturaI buchi caratteristici del formaggioCaseificio, formaggiCroccanteConsistenza secca che emette un suono quando morsaTexture degli alimentiMolliccioDiventato molle per assorbimento di umiditàTexture degli alimentiSciattoPreparato senza cura, trasandatoPresentazione dei piattiAllappanteSensazione astringente causata dai tanniniDegustazione vini, frutti Terza Categoria: Il Mondo del Lavoro Ultima categoria! Qui vedremo parole che si usano in contesti professionali, nelle riunioni, nelle email formali. Se lavori con italiani o vuoi lavorare in Italia, queste sono fondamentali! 11^ Parola Immagina di essere in una riunione dove il capo parla per un'ora senza mai arrivare al punto. Usa tante parole complicate, fa giri immensi, ma alla fine non dice nulla di concreto. Come definiamo il tutto? ... AMPOLLOSITÀ L'ampollosità è uno stile di comunicazione gonfio, ridondante, pieno di parole altisonanti ma povero di contenuto reale. È il contrario della comunicazione efficace e diretta. Esempio d'uso: "Il discorso del direttore era di un'ampollosità insopportabile: dopo mezz'ora, nessuno aveva capito cosa volesse dire." Aggettivo correlato: L'aggettivo corrispondente è "ampolloso". Puoi dire: "Quel professore ha uno stile ampolloso che rende difficile seguire le sue lezioni." 12^ Parola Quando un'azienda attraversa un periodo difficile e deve tagliare i costi riducendo il numero dei dipendenti, spesso usa parole più "morbide" per non dire direttamente "licenziamenti". Come si definisce questo processo? ... RIDIMENSIONAMENTO Ridimensionamento indica questa riduzione dell'organi
On this episode of Talking Guitars on Johnny Beane TV... The guitar world just got a whole lot more interesting. In a shocking escalation of Fender's ongoing Stratocaster body-shape controversy, Thomann—the world's largest music retailer and home of Harley Benton guitars—has officially filed legal action against Fender. Why? Thomann says Fender's recent cease-and-desist campaign isn't just affecting one company—it's threatening the future of innovation, competition, and diversity across the entire guitar industry. Thomann CEO Hans Thomann says the company is taking a stand not only for itself, but for smaller builders and manufacturers who may not have the resources to fight back. The retailer specifically mentions respected brands such as Suhr, Tom Anderson, Tyler, PRS, LsL, Maybach, Pensa, and FGN as companies that could be impacted by Fender's legal actions. At the heart of the dispute is a major question: Can the Stratocaster body shape really be protected as a work of art, or is its iconic design simply the result of practical ergonomics that have inspired generations of guitar builders? Thomann believes this fight is bigger than one company, one guitar, or even one lawsuit. They argue that the Stratocaster's legacy was built by musicians, luthiers, and innovators worldwide—and that the freedom to build upon classic designs is essential to the future of the guitar industry. Meanwhile, Fender maintains that it is working directly with companies to find solutions, but the backlash continues to grow. Several prominent guitar YouTubers have criticized the move, and some have even cut ties with the company altogether. So what do YOU think? Is Fender protecting its intellectual property—or trying to control a guitar shape that has become part of music history? Let us know in the comments! #Fender #Stratocaster #GuitarNews
A Taranto, la vicenda dell'acciaieria ex Ilva, continua a intrecciare giustizia, lavoro e salute. L'ultimo capitolo è la sentenza del Tribunale di Milano che dispone la chiusura dell'area a caldo dello stabilimento: una decisione che, salvo ulteriori sviluppi, diventerà effettiva ad agosto.Un provvedimento che richiama precedenti decisioni rimaste però senza effetti concreti, mentre gli impianti hanno continuato a funzionare. È in questo contesto che si inserisce l'Uno Maggio Libero e Pensante 2026, l'evento politico e culturale nato nel 2013, all'indomani del sequestro dell'acciaieria disposto nel 2012. Da allora, il palco di Taranto è diventato uno spazio di confronto sui temi del lavoro, dell'ambiente e dei diritti. In questo audio reportage ascolteremo le voci dei direttori artistici dei membri del Comitato Cittadini e Lavoratori Liberi e Pensanti e di chi continua a vivere ogni giorno le conseguenze di una città sospesa tra produzione industriale e richiesta di giustizia ambientale.
On this weeks episode of RAOP we bring on Duval songstress NASYAE. We chop it up with her about her radio hit "Rain Down On Me", her musical creative process, pullin up on the hip hop legend HAVOC in New York for his store opening, balancing motherhood with music and a ton more. This was an extremely hilarious episode, salute to NASYAE for pullin up on us. Enjoy!
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Fluent Fiction - Italian: From Cappuccino to Courage: A Tuscan Tale of New Beginnings Find the full episode transcript, vocabulary words, and more:fluentfiction.com/it/episode/2026-05-25-22-34-01-it Story Transcript:It: Il sole splendeva dolcemente su San Gimignano, un piccolo paese in Toscana.En: The sun shone gently over San Gimignano, a small town in Tuscany.It: Era primavera, e l'aroma del gelsomino in fiore si mescolava con quello del caffè appena fatto.En: It was spring, and the aroma of blooming jasmine mingled with that of freshly made coffee.It: In un angolo del caffè "Il Giardino", Giulia sedeva con una tazza di cappuccino in mano, contemplando la vita frenetica che non aveva mai vissuto.En: In a corner of the café "Il Giardino," Giulia sat with a cup of cappuccino in hand, contemplating the hectic life she had never lived.It: Era una mattinata tranquilla, ma dentro di lei si agitava un desiderio di libertà e avventura.En: It was a quiet morning, but inside her was a stirring of desire for freedom and adventure.It: Marco, il suo vecchio amico, era seduto di fronte a lei.En: Marco, her old friend, was sitting across from her.It: Lui era sempre stato l'amico avventuroso, quello con storie da raccontare di terre lontane.En: He had always been the adventurous friend, the one with stories to tell of faraway lands.It: Si erano persi di vista per un po', ma ora l'occasione della Festa della Repubblica li aveva riavvicinati.En: They had lost touch for a while, but the occasion of the Festa della Repubblica had brought them back together.It: Mentre parlavano, si aprì la porta del caffè ed entrò Sofia, una comune amica dei tempi dell'università.En: As they talked, the café door opened, and Sofia, a mutual friend from their university days, walked in.It: "Sofia!En: "Sofia!It: Che sorpresa!"En: What a surprise!"It: esclamò Marco, invitandola a sedersi con loro.En: exclaimed Marco, inviting her to sit with them.It: Giulia era contenta di rivederla.En: Giulia was happy to see her again.It: Sofia era sempre stata una persona spontanea, sempre pronta a viaggiare e a cercare nuove esperienze.En: Sofia had always been a spontaneous person, always ready to travel and seek new experiences.It: Parlarono delle loro vite, delle profondità della routine e del fascino delle avventure.En: They talked about their lives, the depths of routine, and the allure of adventures.It: Fu allora che Marco, con un sorriso malizioso, parlò di un'opportunità che aveva appena scoperto: una scuola italiana in Thailandia cercava un insegnante di lingua.En: It was then that Marco, with a mischievous smile, spoke of an opportunity he had just discovered: an Italian school in Thailand was looking for a language teacher.It: "Giulia, è perfetta per te," disse Marco, "Pensa all'avventura e alla cultura!"En: "Giulia, it's perfect for you," said Marco, "Think of the adventure and culture!"It: Giulia sentì il cuore cominciare a battere più veloce.En: Giulia felt her heart start to beat faster.It: Era un'offerta intrigante, ma pensò ai suoi doveri nella piccola città.En: It was an intriguing offer, but she thought about her obligations in the small town.It: La sicurezza di una vita stabile contro la promessa dell'ignoto.En: The safety of a stable life versus the promise of the unknown.It: La conversazione continuò, e Giulia si trovò sospesa tra il desiderio e la paura.En: The conversation continued, and Giulia found herself suspended between desire and fear.It: Il caffè intorno a loro sembrava avvolgerli in una bolla di tranquillità.En: The café around them seemed to envelop them in a bubble of tranquility.It: La decisione, pensò Giulia, era come il caffè: forte ma confortante.En: The decision, Giulia thought, was like the coffee: strong yet comforting.It: Fu Sofia a suscitare una scintilla con le sue parole spontanee.En: It was Sofia who sparked a thought with her spontaneous words.It: "A volte, prendere una decisione è come saltare in una piscina fredda: la parte più difficile è il momento in cui decidi."En: "Sometimes, making a decision is like jumping into a cold pool: the hardest part is the moment you decide."It: Giulia rise.En: Giulia laughed.It: "Perché no?"En: "Why not?"It: disse infine, con una luce negli occhi che non si vedeva da tempo.En: she finally said, with a light in her eyes that hadn't been seen for a long time.It: "Forse è ora di cambiare e cercare di nuovo l'avventura."En: "Maybe it's time to change and seek adventure again."It: Quella semplice frase era il culmine della sua lotta interna.En: That simple sentence was the culmination of her internal struggle.It: Marco e Sofia le sorrisero come chi sa che un grande passo è stato fatto.En: Marco and Sofia smiled at her like those who know a great step has been taken.It: Alla fine, Giulia decise di accettare il lavoro, fiduciosa di potere bilanciare doveri e sogni.En: In the end, Giulia decided to accept the job, confident she could balance duties and dreams.It: Camminando per le vie tranquille del suo paese, sentì che una nuova primavera era sbocciata nel suo cuore.En: Walking through the quiet streets of her town, she felt that a new spring had blossomed in her heart.It: Con ogni passo, si sentiva più libera.En: With each step, she felt freer.It: La sua avventura stava per iniziare, spingendola oltre i confini conosciuti con coraggio e speranza, pronta ad abbracciare tutto ciò che la vita aveva da offrire.En: Her adventure was about to begin, pushing her beyond known boundaries with courage and hope, ready to embrace all that life had to offer. Vocabulary Words:the sun: il solethe aroma: l'aromablooming: in fioretrance: trancehectic: freneticastirring: agitavaadventure: avventurathe friend: l'amicofaraway: lontanemutual: comunespontaneous: spontaneaintriguing: intriganteobligations: doveriunknown: ignotothe bubble: la bolladecision: decisionecomforting: confortantesparked: suscitareculmination: culminethe struggle: la lottaconfident: fiduciosablossomed: sbocciataboundaries: confinicompassion: compassioneembrace: abbracciarestable: stabilestories: storiethe opportunity: l'opportunitàteacher: insegnanteadventures: avventure
La terza stagione inizia – e questo podcast ora si chiama UNFRAME THE BRAIN. In questo primo breve episodio introduttivo, Janet Braun racconta perché da “Sensitiv erfolgreich” è nato un nuovo spazio per il podcast, cosa c'entrano i viaggi, gli incontri e nuove prospettive – e perché da ora in poi la neurodiversità viene pensata in modo più chiaro, più accessibile e più internazionale. Perché un semplice aggiornamento non bastava? Che cosa ha dato il via a questo nuovo inizio? Perché questo avvio è più di una nuova copertina? Un breve ingresso nella nuova stagione. Con una direzione chiara, una brezza fresca e un primo sguardo a ciò che sta arrivando.
Chame a Laila e descubra como eu posso te ajudar: https://bit.ly/laila-otrabalhodevolveSe você tivesse 15 minutos por dia, o que mudaria na sua vida?
Saudações, ouvinte! Seja bem-vindo ao Takinobori Podcast, o novo projeto da Rádiofobia Podcast Network! Neste novo podcast, Leo Lopes apresenta histórias reais de pessoas que enfrentaram grandes desafios e os superaram, no intuito de trazer mais positividade e inspiração às nossas vidas! Neste episódio Leo bate um papo com o amigo Ricardo Gregman, do Quem Você Pensa que É Podcast, que é um verdadeiro Wolverine na podosfera brasileira! Sobrevivente de 31 dias internado com Covid-19, dos quais 11 em coma induzido na UTI com zero atividade pulmonar, ele também superou duas cirurgias de hérnia de disco, uma antes e outra depois do corona vírus. Ainda que ter sobrevivido possa ser considerado um milagre, Divino ou da ciência, você vai entender por que para ele o verdadeiro milagre é ser amado pelas pessoas que o ajudaram a superar isso tudo! Ouça o Quem Você Pensa que É Podcast Quem Você Pensa que É Ep#43 - Do Rádio Ao Podcast, Histórias Do Universo Da Comunicação Feat: Leo Lopes (Rádiofobia) Você pode assistir o Takinobori Podcast no YouTube e no Spotify e ouvir em todas as plataformas de áudio: YouTube Spotify Apple Podcasts Deezer Amazon Music Pocket Casts Clique para contratar os serviços da Rádiofobia Podcast e Multimídia! Ouça os podcasts da Rádiofobia Podcast Network!See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Todo aquele, pois, que escuta estas Minhas Palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a ROCHA; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a ROCHA. E aquele que ouve estas Minhas Palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a AREIA; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda." Mateus 7:24-27
O mundo gosta de mulheres que falam o que pensam? Neste episódio de Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli conversa com a atriz e escritora Maria Ribeiro sobre o que significa, para uma mulher, sustentar a própria voz em um contexto social que ainda privilegia muito as imagens, mas não tanto as vozes das mulheres. Em uma conversa descontraída, elas falam sobre a liberdade de ser quem se é, relacionamentos, filhos, casamento, sexo, exposição, erros e o exercício de dizer não. Um episódio sobre as dores e as delícias de bancar os próprios desejos. Para receber em primeira mão a pré-venda do Clube do Livro, clique aqui.Nos acompanhe também: Marcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliInstagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou: AQUIAurora: O despertar da mulher exausta: AQUIInstagram de Maria Ribeiro: AQUI Livros de Maria Ribeiro: AQUI Livro de Rick Rubin, citado por Marcela Ceribelli no episódio: AQUI
Have you ever thought, "If I got sued, I don't think I could survive it?" Malpractice litigation is one of medicine's unspoken fears. We know it's possible — but we rarely talk about the shame, isolation, sleepless nights, and identity-shaking stress that can come with it. In this powerful episode, I'm joined by Dr. Gita Pensa — emergency physician, coach, and podcast host of Doctors and Litigation: The L Word. Dr. Pensa shares her experience enduring a 12-year malpractice lawsuit that included two trials. What began as one of the most traumatic chapters of her life ultimately became the catalyst for meaningful advocacy and support for other physicians facing litigation. If you've ever been sued, fear being sued, or want to better understand this hidden side of medicine, this conversation is essential listening. In this episode we're talking about: What it felt like to be named in a $28 million malpractice lawsuit early in her career The emotional toll of enduring 12 years of litigation — including two trials The moment her verdict was overturned and how she found the strength to keep going Why litigation stress and shame often remain hidden Practical strategies for coping and learning how the legal system works Common mistakes physicians make during the litigation process How Gita is turning her experience into advocacy, coaching, and culture change in medicine Links for this episode: Doctors and Litigation Website Find 'Doctors and Litigation' on Instagram, Facebook and LinkedIn Doctors and Litigation Podcast Thank you for listening!