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A doença cardiovascular tende a ser associada a um problema masculino, no entanto, é a primeira causa de morte nas mulheres, muito acima do cancro da mama. Mas, afinal, quais são as particularidades do coração feminino? A cardiologista Cristina Gavina dá a conhecer os fatores de risco que são exclusivos das mulheres e explica porque é que continuam a chegar mais tarde a um diagnóstico. Ao longo da conversa, a especialista fala também sobre a revolução que a cardiologia está a atravessar. As cirurgias de peito aberto estão a dar lugar às intervenções menos invasivas por cateter, a medicação passa a poder ser feita mais espaçadamente no tempo e já decorrem ensaios clínicos em que se modifica o gene associado ao colesterol, um dos principais riscos da doença cardiovascular.E numa altura em que já temos relógios de pulso a monitorizar o coração e dispositivos cardíacos ligados à internet, que oportunidades e riscos trazem as novas tecnologias?Para aprender a ler os sinais, colocar as perguntas certas e agir a tempo, este é um episódio [IN]Pertinente a não perder.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISBIOSCristina GavinaCristina Gavina é cardiologista, presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (2025-2027) e diretora de Cardiologia do Hospital Pedro Hispano (ULS Matosinhos). Professora na Faculdade de Medicina do Porto, onde se doutorou, fez o Mestrado em Ensaios Clínicos em Oxford. Fellow da ESC e do ACC, é autora de mais de 80 artigos e investigadora principal em ensaios clínicos internacionais. Dedica-se à insuficiência cardíaca, à prevenção cardiovascular e à equidade no acesso aos cuidados.Filipa GalrãoA Filipa vive no campo, mas é à cidade que vai quando precisa de euforia, seja em festivais de música ou no Estádio da Luz. Estudou Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica. Em pequena, gravava o diário em K7, em graúda agarrou-se aos microfones da Rádio. Depois da Mega Hits e da Renascença, é agora uma das novas vozes da Rádio Comercial. Já deu à luz 1 livro infantil - “Que Estranho!” - e 2 filhos.
Um médico que percebe de cérebros como poucos em Portugal atirou-se de cabeça à empreitada de defender porque 'escrever à mão' é importante. Num mundo onde os teclados e os ecrãs estão sempre presentes, Alexandre Castro Caldas foi coerente. Primeiro escreveu o livro 'à mão', só depois se atirou às teclas.Neste Da Capa à Contracapa vamos debater o seu novo livro «Escrever à Mão», editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos. Será que as crianças e jovens estão a perder competências por trocarem demasiado o lápis pelo telemóvel? Os nossos cérebros ressentem-se da falta da escrita em papel na nossa vida? Como isto se liga à educação que temos ?As respostas nesta conversa com o neurologista Alexandre Castro Caldas e com a psicóloga da educação Joana Rato, moderada por José Pedro Frazão. O programa Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
Perspectivas vertiginosas, efeitos dramáticos de luz, pinceladas rápidas e uma liberdade criativa que desconcertava seus contemporâneos. Em cartaz a partir de 11 de setembro no Museu Jacquemart-André, em Paris, a exposição Tintoretto Eterno revisita a trajetória de Jacopo Robusti, um dos grandes nomes da Renascença. Com cerca de 40 obras, a mostra demonstra como o artista permaneceu uma referência para sucessivas gerações de pintores e por que sua obra continua surpreendentemente atual. Entre os gigantes da pintura italiana do século 16, Tintoretto ocupa uma posição singular. Admirado por alguns, criticado por outros, ele construiu uma obra marcada pela velocidade de execução, pela teatralidade das composições e por uma liberdade formal que frequentemente escapava às convenções de seu tempo. Mais de quatro séculos após sua morte, essa mesma capacidade de desconcertar continua no centro da exposição Éternel Tintoret (Tintoretto Eterno), que o Museu Jacquemart-André apresenta entre setembro de 2026 e janeiro de 2027. A mostra reúne cerca de 40 pinturas e obras gráficas provenientes de coleções francesas, italianas e internacionais e propõe um panorama amplo da carreira de Jacopo Robusti, nascido em Veneza em 1518 ou 1519. Conhecido pelo apelido Tintoretto, derivado da profissão de tintureiro exercida por seu pai, o artista se tornaria uma das figuras centrais da Renascença veneziana, autor de alguns dos mais ambiciosos ciclos decorativos do período e responsável por levar a pintura da cidade a um de seus momentos de maior intensidade criativa. Para Neville Rowley, curador da exposição, o principal mérito da iniciativa é justamente recolocar Tintoretto no centro da narrativa. “É a primeira exposição que volta a oferecer um panorama completo da arte de Tintoretto na França”, explica. Segundo ele, embora o artista tenha sido tema de mostras importantes em Veneza, Roma ou Madri, e embora uma exposição dedicada ao jovem Tintoretto tenha sido apresentada em Paris em 2018, o pintor veneziano frequentemente aparece diluído em exposições coletivas dedicadas aos grandes mestres da Sereníssima. “Durante muito tempo ele foi apresentado ao lado de seus rivais, Ticiano ou Veronese. Aqui, o objetivo é explicar ao público francês a arte de Tintoretto e mostrar aspectos de sua produção que nem sempre são conhecidos.” A escolha faz sentido em um país que mantém uma longa relação com sua obra. Como lembra Rowley, o pintor era apreciado na França desde o século 17. Luís XIV possuía obras suas na coleção real, e parte desse diálogo histórico reaparece ao longo do percurso expositivo. O artista que se recusava a obedecer Se há uma palavra capaz de resumir Tintoretto, talvez seja independência. A exposição recupera uma observação célebre de Giorgio Vasari, que definiu o veneziano como “o espírito mais terrível que a pintura jamais conheceu”. A frase pode soar exagerada, mas ajuda a entender a reputação construída pelo artista entre seus contemporâneos. Para Rowley, Tintoretto era alguém que se recusava a seguir modelos estabelecidos, mesmo quando os modelos eram os maiores artistas de seu século. “Ele tinha diante de si duas referências gigantescas. De um lado, Ticiano, que provavelmente foi seu mestre por um breve período. De outro, Michelangelo, que ele admirava profundamente. Mas, em vez de seguir qualquer um deles, decidiu fazer tudo à sua maneira.” O curador observa que a ruptura não era apenas estética. Tratava-se também de uma atitude diante da própria prática artística. “Ele queria pintar mais rápido, de maneira mais livre, em formatos maiores que os de Ticiano. E copiava Michelangelo do jeito dele, reinterpretando o mestre segundo sua própria lógica. Isso era algo que Vasari simplesmente não conseguia aceitar.” Essa independência se tornou uma marca de toda a sua trajetória. Enquanto outros artistas buscavam equilíbrio e acabamento, Tintoretto avançava em direção "ao excesso, à velocidade e à experimentação". A velocidade como assinatura Uma das características mais comentadas de sua produção era a chamada prestezza, termo italiano utilizado para descrever a rapidez de sua execução. Os críticos da época viam essa velocidade com desconfiança. Alguns interpretavam a pincelada livre como sinal de descuido. Tintoretto, porém, jamais alterou sua maneira de trabalhar. “Um amigo de Ticiano chegou a reconhecer que ele pintava muito bem, mas sugeriu que talvez devesse desacelerar um pouco”, conta Rowley. “Tintoretto nunca desacelerou”. O resultado foi uma produtividade rara, mesmo para os padrões da Renascença. “São aproximadamente 650 pinturas conhecidas, provavelmente mais. É uma produção excepcional.” Para o curador, essa energia quase inesgotável explica parte da reação provocada por sua obra. Quando surgia uma encomenda monumental, Tintoretto não demonstrava qualquer hesitação. “Havia projetos gigantescos, telas de mais de 20 metros de largura, e sua reação era simplesmente dizer: ‘Sem problema, eu faço'.” Essa audácia ajudou a construir uma imagem de artista indomável, incapaz de se enquadrar nos parâmetros valorizados pelos setores mais conservadores da pintura italiana. Um pintor teatral Vista hoje, a obra de Tintoretto impressiona pela sensação constante de movimento. Personagens parecem atravessar o espaço em diagonais abruptas, corpos se projetam em profundidade e a luz corta a cena como um refletor teatral. Não por acaso, Rowley identifica uma forte dimensão cenográfica em sua produção. “Suas pinturas estão profundamente ligadas à ideia de encenação”, afirma. Segundo o curador, Tintoretto elaborava pequenas maquetes, montava figuras em miniatura e construía composições tridimensionais antes de transferi-las para a tela. “Isso permitia refletir sobre a posição dos personagens e sobre a organização do espaço.” O resultado continua surpreendendo o espectador contemporâneo. Ao mesmo tempo, a modernidade de sua obra não reside apenas na composição, mas também na superfície da pintura. As pinceladas visíveis, os contornos por vezes imprecisos e a sensação de inacabamento chamaram a atenção de artistas séculos depois. “Essa maneira extremamente livre de pintar foi justamente o que encantou os artistas franceses do século 19”, observa Rowley. “Delacroix, Manet e Cézanne acabaram encontrando em Tintoretto uma liberdade que parecia muito mais próxima de suas preocupações do que de muitos pintores de sua própria época.” A segunda parte da exposição explora exatamente essa recepção francesa do artista, mostrando como seu legado atravessou gerações e influenciou alguns dos nomes centrais da modernidade. Um artista impossível de aprisionar A permanência de Tintoretto no imaginário contemporâneo talvez esteja ligada também à dificuldade de reduzi-lo a uma única interpretação. Diferentemente de muitos intelectuais da Renascença, ele não deixou tratados nem textos explicando sua visão da arte. “Tintoretto não deixou escritos. Ele pensava por imagens”, resume Rowley. Para o curador, essa ausência de teoria abre espaço para múltiplas leituras. Em suas cenas mitológicas e representações femininas, por exemplo, convivem erotismo, ironia e ambiguidades difíceis de resolver. “Podemos olhar essas obras como imagens eróticas, nas quais a mulher aparece como objeto de desejo. Mas há sempre alguma coisa que devolve o olhar ao espectador, que o coloca em questão. É o gênio de Tintoretto embaralhar as pistas.” Segundo Rowley, é justamente essa capacidade de desafiar interpretações definitivas que explica a permanência do artista ao longo dos séculos. “Ele fascina pessoas interessadas em coisas às vezes contraditórias. Seus quadros têm uma instabilidade que dá a impressão de que estamos descobrindo a pintura no exato momento em que a observamos.” Essa característica chamou a atenção até de Jean-Paul Sartre. O filósofo francês dedicou páginas importantes à obra do veneziano e chegou a identificar nela uma dimensão quase existencialista. “É uma leitura anacrônica, evidentemente, mas revela algo importante: Tintoretto continua falando ao olhar moderno.” A exposição fica em cartaz no Museu Jacquemart-André, em Paris, até 24 de janeiro de 2027.
A IA entrou nas escolas, nas universidades, no trabalho e na vida quotidiana. Pode ser uma ferramenta extraordinária, mas também nos obriga a levantar questões. Como se aprende quando há respostas automáticas à mão de todos? Como se estimula a criatividade quando a tentação é saltar todas as etapas do processo? E que lugar continuam a ter os livros, a leitura lenta, a escrita, o desenho, a página em branco?Neste episódio, a escritora Patrícia Portela e o filósofo Paulo Pires do Vale conversam sobre criação, educação e pensamento no tempo da inteligência artificial. O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
O que fazer em caso de enfarte? E de AVC? Até que ponto se pode recuperar de um destes episódios? À conversa com Filipa Galrão, a cardiologista Cristina Gavina explica o que acontece quando o coração e o cérebro falham - e como a vida pode continuar, mesmo depois de um evento agudo.Sabia que, há 30 anos, em Portugal, 30% dos casos de enfarte eram fatais e que hoje a mortalidade se situa abaixo dos 5%? Neste episódio, a cardiologista Cristina Gavina descodifica as várias dimensões da doença cardiovascular em Portugal, explica por que razão o país se destaca pela positiva no tratamento - mas não na prevenção -, e alerta para o que se deve fazer nos minutos que decidem tudo.Além de desmontar mitos recorrentes, a dupla esclarece qual a relação entre doença cardiovascular, depressão e ansiedade e como o código postal influencia o prognóstico.No fim, fica a mensagem: reconhecer (e não desvalorizar) os sintomas, ligar o 112 sem hesitar, não largar a medicação, cuidar do corpo e da mente, são gestos simples que mudam e salvam vidas.Um episódio [IN]Pertinente, a não perder, para ver e partilhar.Referências úteisSaver JL. «Time Is Brain – Quantified» (Stroke; 37(1):263-266, 2006)Anderson L, Thompson DR, Oldridge N, et al. «Exercise-Based Cardiac Rehabilitation for Coronary Heart Disease: Cochrane Systematic Review and Meta-Analysis» (J Am Coll Cardiol. 2016;67(1):1-12)Bansilal S, Castellano JM, Garrido E, et al. «Adherence Tradeoff to Multiple Preventive Therapies and All-Cause Mortality After Acute Myocardial Infarction» (J Am Coll Cardiol. 2017;70(15):1290-1301)Lichtman JH, Froelicher ES, Blumenthal JA, et al. «Depression as a Risk Factor for Poor Prognosis Among Patients With Acute Coronary Syndrome: Systematic Review and Recommendations - A Scientific Statement From the American Heart Association» (Circulation, 2014;129(12):1350-1369)Havranek EP, Mujahid MS, Barr DA, et al. «Social Determinants of Risk and Outcomes for Cardiovascular Disease: A Scientific Statement From the American Heart Association» (Circulation. 2015;132(9):873-898.) BiosCristina GavinaCristina Gavina é cardiologista, presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (2025-2027) e diretora de Cardiologia do Hospital Pedro Hispano (ULS Matosinhos). Professora na Faculdade de Medicina do Porto, onde se doutorou, fez o Mestrado em Ensaios Clínicos em Oxford. Fellow da ESC e do ACC, é autora de mais de 80 artigos e investigadora principal em ensaios clínicos internacionais. Dedica-se à insuficiência cardíaca, à prevenção cardiovascular e à equidade no acesso aos cuidados.Filipa GalrãoA Filipa vive no campo, mas é à cidade que vai quando precisa de euforia, seja em festivais de música ou no Estádio da Luz. Estudou Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica. Em pequena, gravava o diário em K7, em graúda agarrou-se aos microfones da Rádio. Depois da Mega Hits e da Renascença, é agora uma das novas vozes da Rádio Comercial. Já deu à luz 1 livro infantil - “Que Estranho!” - e 2 filhos.
Quarenta anos após a adesão de Portugal à União Europeia, a Europa vive novo momento de encruzilhada.Num contexto de grande mudança tecnológica, com as grandes economias em plena concorrência, mais protecionismo e divisão em esferas de influência regional, a Europa procura um novo rumo do plano da competitividade económica.Dois anos depois da publicação dos relatórios de Mário Draghi e Enrico Letta, sobre competitividade e o mercado único europeu, o que avançou realmente na Europa? Portugal deve apostar em áreas específicas ou avançar em todas as direções? Devemos mudar a nossa estrutura económica e fiscal?Os convidados deste programa são João Leão, professor do ISCTE e ex-ministro das Finanças, e João Duarte, investigador da Nova SBE.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
Sabia que a doença cardíaca pode ser silenciosa durante anos? No primeiro episódio dedicado à saúde cardiovascular, a cardiologista Cristina Gavina e Filipa Galrão entram no coração da ciência para descodificar este órgão vital: como funciona, o que o põe em risco e como o devemos proteger. A doença cardiovascular continua a ser a principal causa de morte no mundo, e Portugal não é exceção. Embora a evolução da doença não dê sinais evidentes, a boa notícia é que grande parte das patologias é evitável.Neste episódio, ficamos a saber como funciona o aparelho cardiovascular e quais são as doenças que afetam o coração, tais como o enfarte do miocárdio ou o AVC. Para apostar na prevenção, sabia que há três números mágicos que importa conhecer - o da tensão, o do colesterol e o da glicemia?A conversa não termina sem uma viagem pelos efeitos da ansiedade na saúde cardiovascular e pela derradeira pergunta: é verdade que podemos morrer de «coração partido»?Porque um coração saudável exige escolhas conscientes, e informadas ao longo da vida, não perca este [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISYusuf S, et al. «Effect of potentially modifiable risk factors associated with myocardial infarction in 52 countries» (the INTERHEART study). Lancet. 2004;364(9438):937–52) Nordestgaard BG, et al. «Fasting is not routinely required for determination of a lipid profile» (EAS/EFLM joint consensus. Eur Heart J. 2016;37(25):1944–58) Ference BA, et al. «Low-density lipoproteins cause atherosclerotic cardiovascular disease» (EAS Consensus Statement. Eur Heart J. 2017;38(32):2459–72) SCORE2 working group and ESC Cardiovascular Risk Collaboration. «SCORE2 risk prediction algorithms: new models to estimate 10-year risk of cardiovascular disease in Europe». Eur Heart J. 2021;42(25):2439–54. Visseren FLJ, et al. «Guidelines on cardiovascular disease prevention in clinical practice» Eur Heart J. ESC 2021;42(34):3227–3337) Vogel B, et al. «The Lancet women and cardiovascular disease Commission: reducing the global burden by 2030» (Lancet. 2021;397(10292):2385–2438) Howard JP, Wood FA, Francis DP, et al. «Side Effect Patterns in a Crossover Trial of Statin, Placebo, and No Treatment» (SAMSON). J Am Coll Cardiol. 2021;78(12):1210–22. BIOSCristina GavinaCardiologista, presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (2025-2027) e diretora de Cardiologia do Hospital Pedro Hispano (ULS Matosinhos). É professora na Faculdade de Medicina do Porto.Filipa Galrão Estudou Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica. Depois da Mega Hits e da Renascença, é agora uma das novas vozes da Rádio Comercial. Já deu à luz 1 livro infantil - Que Estranho! - e 2 filhos.
Mariana Vieira da Silva e Duarte Pacheco criticam na Renascença a forma como o ministro da Educação geriu a polémica dos exames nacionais. Os comentadores do programa Casa Comum assinalam ainda a falta de esclarecimentos do ministro da Administração Interna sobre obras na sua casa e um atrelado associado a um construtor. E, por fim, fazem o balanço do PRR que termina no próximo mês.
Quarenta anos depois da entrada de Portugal na União Europeia, um novo alargamento está no horizonte do projeto europeu. A entrada da Ucrânia, da Moldova e dos países dos Balcãs Ocidentais deve implicar uma reorientação a leste da Europa, com impactos económicos, políticos e institucionais significativos. Que balanço se pode fazer das quatro décadas de Portugal na UE? Que papel pode Portugal desempenhar no novo quadro politico da Europa?Os convidados do programa desta semana são Carlos Coelho, ex-eurodeputado e Comissário para as Comemorações dos 40 Anos da Adesão de Portugal à União Europeia, e Tiago Antunes, investigador do European Council on Foreign Relations e ex-secretário de estado dos Assuntos Europeus.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
O número de habitantes em Portugal é o mais elevado de sempre. E a revisão das estimativas da população residente fez elevar para 14% o peso dos estrangeiros.A população idosa tem crescido a um ritmo cinco vezes superior ao da população em idade ativa. Num país que já é o terceiro país mais envelhecido da UE, quais são os riscos desta tendência demográfica? Que políticas sociais são prioritárias? E quão dependentes estamos dos imigrantes?O tema vai a debate com Luísa Loura, diretora da Pordata, e com o sociólogo David Justino.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
A temporada 2026 do Fronteiras Invisíveis do Futebol, o podcast de História que você ama, é um oferecimento exclusivo @petlovebrasil!Um dos jogos antepassados do atual futebol era disputado em Florença, o Calcio Fiorentino (ou Storico), e neste nono episódio te contaremos um pouco não apenas da modalidade medieval, mas da História desta cidade e da região da Toscana!Desde os tempos etruscos até os partisanos da Segunda Guerra Mundial, passando pela Renascença e pelos grandes artistas que inspiraram as Tartarugas Ninja!Tudo com muita leveza, cultura e informação, além da coluna O Livro, do nosso amigo Ubiratan Leal. Compartilhe e divulgue nosso retorno!Use o cupom XADREZVERBAL50 para ter 50% de desconto no primeiro mês do plano de saúde do seu pet na Petlove!*Exceto Plano Leve. Promoção por tempo limitado, cupom válido até 31/07/2026. Não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove.
Pelo terceiro ano consecutivo, o actor Lionel Cecílio volta a colocar o 25 de Abril de 1974 no calendário do Festival Off Avignon, com o espectáculo que ele escreveu e que interpreta, intitulado “La Fleur au Fusil”. Sozinho em palco, Lionel desdobra-se em várias personagens para nos contar a história da Revolução dos Cravos. Fomos conversar com ele depois do espectáculo. Oiça aqui a entrevista. O espectáculo “La Fleur au Fusil” é apresentado no Théâtre des Luciolles, no Festival Off Avignon, até 25 de Julho. É o terceiro ano consecutivo que este solo autoral está em Avignon e foi apresentado mais de 200 vezes pela França fora. A história conta a luta pela liberdade e a Revolução dos Cravos, a 25 de Abril de 1974, em Portugal, partindo da vida da sua avó Celeste e da busca das suas próprias raízes. Sozinho em palco, Lionel viaja entre passado presente, entre realidade e ficção e desdobra-se, de forma impressionante, em 16 personagens: ele próprio e a avó Celeste, o avô Zé, o tio-avô Chico, torcionários da PIDE, e muitos outros. As personagens que ele incarna, incarnam outras personagens anónimas e históricas: Celeste é a avó, mas também representa a mulher que distribuiu cravos no 25 de Abril, assim como as mulheres que foram torturadas pela PIDE e as mulheres que emigraram para França. O futuro marido dela, Zé, incarna vários capitães do Movimento das Forças Armadas que estiveram na guerra colonial, que fizeram o 25 de Abril nos bastidores, nas ruas, na tomada da Rádio Renascença ... O irmão da avó, Chico, representa um capitão que deserta da guerra colonial, que vive “a viagem a salto” para França e que entra na história da gravação da Grândola Vila Morena no Château de Hérouville. Como no seu espectáculo anterior, “Mémoires dans les voyages d'un fou”, mais uma vez, Lionel Cecílio homenageia a sua dupla cultura franco-portuguesa, com as suas ausências e silêncios. O actor/autor quebra silêncios íntimos e colectivos e reclama simbolicamente a transmissão da memória familiar. Lionel fala, por exemplo, da miséria dos portugueses nos bairros de lata em França nos anos 60 e 70, mas também aborda a deserção e a luta clandestina contra a ditadura, dentro e fora de Portugal, assim como a implacável tortura da PIDE, nomeadamente sobre as mulheres, um tema ainda hoje difícil de abordar para muitas. “Não hei-de morrer sem saber qual a cor da liberdade” é uma das frases mais simbólicas do espectáculo. Oiça a entrevista sobre a peça neste programa.
Com 4 anos e meio de guerra na Ucrânia e uma conturbada relação com a administração do presidente Donald Trump, a Europa está a aumentar os seus investimentos em segurança e defesa. No contexto da Cimeira da NATO, os aliados europeus procuram desenvolver uma base industrial de defesa mais forte e coordenada. O que está a mudar nas relações de poder entre os mais influentes países europeus? Que papel está reservado para Portugal neste novo cenário geopolítico? Como apoiar a Ucrânia enquanto se abrem canais de diálogo com a Rússia? Os convidados deste programa são o major-general João Vieira Borges, presidente da Comissão Portuguesa de História Militar, e Patrícia Daehnhardt, investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
André Maia, enviado especial da Renascença ao Mundial 2026, revela como entrou no estádio para assistir ao jogo Argentina x Cabo Verde. No Extremamente Desagradável conhecemos a Márcia, da LiveMode TV. E em dia de Portugal x Espanha, tivemos o regresso de “La Professora”, com direito a relato em espanhol.
O enviado especial da Renascença ao Mundial de Futebol, André Maia, queixa-se do cabelo que perdeu ontem ao narrar o jogo de Portugal, a Ana e a Joana revelam que têm saudades de quando os seus filhos eram pequenos. Recemos ainda a visita de Fernando Alvim e no Buraca Radio Show falámos do Campeonato Regional de Leitura de Poesia que ficou seriamente a comprometido devido a uma multidão a êxtase por causa do jogo da Seleção.
250 anos depois da declaração de independência, celebrada com vinho da Madeira, os Estados Unidos são a nação militarmente mais poderosa do mundo. No entanto, vivem também um momento de polarização social e política, a par do desafio de preservar os direitos civis e as liberdades individuais conquistados nos últimos dois séculos.Como olham os norte-americanos que vivem em Portugal para o seu país? As desigualdades sociais e económicas internas e a concorrência tecnológica da China pode abalar a América? Estará a sociedade americana a deslaçar-se?Para debater o tema são convidados Michael Baum, norte-americano residente em Portugal, também professor da Universidade Católica e administrador da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), e o luso-americano Miguel Moniz, investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
A enxaqueca atinge cerca de 15% da população em Portugal e no mundo. Apesar do enorme impacto pessoal, social e económico, esta condição neurológica continua a ser frequentemente desvalorizada e confundida com uma ‘dor de cabeça comum'.No último episódio desta série, a neurologista explica o que é a enxaqueca, por que existem cérebros mais predispostos para a doença e que tipos existem - com aura e sem aura, crónica ou episódica. Entre os principais gatilhos e sintomas associados, a especialista destaca que há tratamento e que é importante intervir precocemente.A dupla aborda ainda o que distingue as cefaleias primárias das secundárias, os sinais de alarme que exigem avaliação médica e alerta para a importância de não desvalorizar a enxaqueca nas crianças.A terminar a conversa, ficamos a conhecer dois tipos raros de dor de cabeça: a «cefaleia em salvas» - mais frequente nos homens -, e a «nevralgia do trigémeo», ambas descritas como duas das dores mais intensas que o ser humano pode ter.Para evitar dores de cabeça maiores quando a cabeça dói, não perca este [IN]Pertinente.REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISSACKS, Oliver, «Migraine» (Pan MacMillan, 2023)MACGREGOR, Anne «Compreender a Enxaqueca e Outras Cefaleias» (Porto Editora, 2006)«Gestão das Cefaleias em Portugal: Consenso das Sociedades Portuguesas de Cefaleias e Neurologia», Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar e MiGRA»«What happens to your brain during a migraine?», Marianne Schwarz (TED Talk)«What causes headaches?», Dan Kwartler (TED Talk)«Migraine (What Can't You See)», Rita Red ShoesBIOSRaquel Gil-GouveiaDiretora do serviço de Neurologia do Hospital da Luz Lisboa, professora na Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa e investigadora clínica.Filipa Galrão Estudou Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica. Depois da Mega Hits e da Renascença, é agora uma das novas vozes da Rádio Comercial. Já deu à luz 1 livro infantil - Que Estranho! - e 2 filhos.
"As escalas estão feitas" para o verão, "mas estamos longe de estar tranquilos", afirma o presidente Unidade Local de Saúde (ULS) Almada-Seixal, em entrevista ao programa Hora da Verdade, da Renascença e Público. Pedro Correia Azevedo comenta ainda as declarações da ministra da Saúde sobre a falta de médicos de família. Admite que a imigração pressiona, mas "não é o culpado exclusivo".
É uma das etnias que mais sofrem de discriminação em Portugal. Os ciganos em Portugal são mais de 70 mil e vivem muitas vezes em condições precárias, rodeados de obstáculos e incompreensões. Mas os tempos estão também a mudar na comunidade. Há novas vozes e atitudes que contrastam com versões mais conservadoras dentro da própria população cigana. São rostos que rompem os círculos fechados em que ainda vivem muitos ciganos.Neste programa, Ana Cristina Pereira, autora do livro «Portugueses Ciganos, Cinco séculos de resistência», junta-se à conversa com Vanessa Lopes, presidente da Associação RIZOMA, que promove a inclusão de pessoas ciganas.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
O Olivier traz uma canção de parabéns do Uzbequistão, a Inês substitui os trocadilhos da Ana Galvão, Branco Ramirez traz os desportos de idosos mais violentos e conhecemos a nova cara da Renascença, Asize Topal
Despontando na infância e confirmados na adolescência, os talentos jovens do futebol português nem sempre superaram a transição para o escalão sénior e sobretudo no alto rendimento. Muitas futuras estrelas ficaram aquém do que deles se esperava e afastaram-se da ribalta dos melhores clubes e da seleção nacional.Porque é que estes craques não passaram de grandes promessas? Faltou-lhes sorte, apoio familiar ou empresários certos? Que diferença fazem as lesões e as opções dos treinadores em momentos decisivos das curtas carreiras do futebol profissional?Este é o tema do livro «Promessas do Futebol», de Rui Passos Rocha, que o debate numa edição gravada ao vivo na Feira do Livro de Lisboa, com o ex-selecionador nacional Paulo Bento e o antigo jogador João Tomás.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
O novo líder da Agência de Gestão dos Fogos Rurais avisa que vai “demorar anos” para limpar as árvores caídas na zona Centro. Em entrevista à Renascença e ao Público, Paulo Mateus elogia o trabalho dos bombeiros, sarando feridas abertas pelo seu antecessor.
Não há dados sobre o futuro. Ainda assim, o exercício de projeção de tendências e cenários é essencial para decisores políticos, empresas e instituições.Que resultados concretos existem da aplicação do pensamento prospetivo? Com que ferramentas de análise trabalham estes especialistas? Antecipar cenários é mais difícil em determinadas áreas sociais ou escalas temporais e geográficas? E Portugal, para que cenários se deve preparar?É esse o trabalho de Ricardo Borges de Castro, autor do ensaio «Pensar o Futuro, Portugal e o Mundo em Prospetiva Estratégica».Numa edição gravada ao vivo na Feira do Livro de Lisboa, contamos com as reflexões da especialista em assuntos europeus Sónia Ribeiro e do economista José Maria Pimentel.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
No livro «Energia e Digitalização», Hugo Martins de Carvalho junta os desafios da transição energética aos do aprofundamento digital da sociedade.O que deve a política pública garantir para guiar o país nesta transformação? Como garantir a segurança do abastecimento, o acesso das populações e a sustentabilidade ambiental?Estas e outras questões vão a debate com o autor e com o ex-ministro do ambiente Duarte Cordeiro.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
Da pobreza de Proença a Nova, onde os vizinhos juntavam dinheiro para ligar os motores e ouvir relatos de futebol na rádio, até à Rádio Renascença, onde entrou com 39 de febre no dia 2 de fevereiro, depois de meses a apanhar o barco das 9h00 de Alcochete para Lisboa à procura de emprego. A conversa com António Ribeiro Cristóvão sobre uma vida feita de tenacidadeSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar
O Jogo de Palavra gravado ao vivo esta quinta-feira, durante a 4.ª Conferência Bola Branca, no auditório da Renascença, em Lisboa reuniu os campeões Fernando Santos, António Simões e Ribeiro Cristóvão. A edição especial reuniu nomes do futebol e da vida pública como Luís Montenegro, André Villas-Boas, Pepijn Lijnders, Antonio Gagliardi, Pedro Proença e Reinaldo Teixeira.
O PSD ainda não atirou a toalha ao chão na reforma laboral e confia que, passados os "vendavais" no posicionamento do Chega sobre o tema, ainda seja possível aprovar uma nova lei do trabalho. Em entrevista à Renascença e ao Público, Alexandre Poço, vice-presidente do PSD e da bancada parlamentar do partido, não adianta que cedências concretas poderão ser feitas na negociação, mas deixa o aviso: "Não podemos sacrificar as nossas convicções no altar do diálogo." Pelo meio, critica o partido de André Ventura citando Pedro Passos Coelho: "Não podemos ter posições postiças."
Sabia que 45% dos casos de demência podem ser evitados? Será que viver mais anos implica perder capacidades cognitivas? A neurologista Raquel Gil-Gouveia e Filipa Galrão analisam os processos cerebrais – naturais e patológicos - à medida que a idade avança.Estima-se que, em 2050, cerca de 90 milhões de pessoas no mundo terão Alzheimer. Numa população cada vez mais envelhecida, o aumento de casos de demência parece inevitável. Mas qual é a fronteira entre o envelhecimento normal e as doenças neurodegenerativas?Nesta conversa, a neurologista explora os sinais de alerta dos processos patológicos do cérebro e explica o que distingue a demência das doenças neurodegenerativas.Entre fatores genéticos e a influência do estilo de vida, a especialista fala sobre a importância da alimentação, do exercício físico, do controlo cardiovascular e da estimulação cognitiva na redução do risco de demência.Além do impacto nos doentes, a dupla aborda também o peso emocional e físico sentido por cuidadores e familiares. São milhares os casos de exaustão e cerca de um terço desenvolve sintomas depressivos.Entre conselhos práticos, há ainda espaço para revelar os avanços científicos mais recentes e as novas terapêuticas que estão a transformar o tratamento do Alzheimer, a doença neurodegenerativa mais comum.Para saber como proteger a saúde cerebral não perca este episódio [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEIS«Alzheimer – os avanços da ciência contra a doença do esquecimento» (Segredos do Cérebro, National Geographic, 2024)«Annual U.S. Dementia Cases projected to rise to 1 million by 2060» (Scientific American)«Dementia prevention, intervention, and care: 2024 report of the Lancet standing Commission» (The Lancet, 2024)«Controversial New Alzheimer's Drugs Offer Hope—But at a High Cost» (Nature, 2025)«Still Alice», Filme sobre Alzheimer, de Richard Glatzer«Robin's Wish», Documentário sobre Doença Corpos Lewy, de Tylor NorwoodAssociações de doentes: - https://alzheimerportugal.org/- https://parkinson.pt/BIOSRaquel Gil-GouveiaDiretora do serviço de Neurologia do Hospital da Luz Lisboa, professora na Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa e investigadora clínica.Filipa Galrão Estudou Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica. Depois da Mega Hits e da Renascença, é agora uma das novas vozes da Rádio Comercial. Já deu à luz 1 livro infantil - Que Estranho! - e 2 filhos.
Ser bancário foi durante décadas sinónimo de prestígio e influência na comunidade. Também os suplementos das remunerações eram fatores de atração de uma carreira cujo florescimento começou a ser travado na viragem do século.Entre 2008 e 2018, encerraram cerca de 2000 balcões em Portugal. No final da década passada, o número de trabalhadores da banca já era o mais baixo desde 1990.Como começou a erosão do prestígio da profissão bancária? Pode a banca subsistir quase sem bancários? Para debater o tema, são convidados Luís Bento, autor do livro «Bancários, Retratos com data-valor», e António Fonseca, presidente do Mais Sindicato, que congrega o maior número de quadros e técnicos bancários em Portugal.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
Em jeito de balanço sobre o início de mandato de António José Seguro como Presidente da República, o antigo ministro do Trabalho e ex-dirigente socialista Paulo Pedroso afirma, em entrevista ao PÚBLICO e Rádio Renascença, que "arriscou entrar em territórios não cartografados" ao lançar um Pacto Estratégico para a Saúde.Esta é uma entrevista que pode ler de forma completa aqui: https://www.publico.pt/2026/05/21/politica/entrevista/pedroso-seguro-entrou-territorios-desde-general-eanes-nao-entrava-2175441See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos, mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público, revela o novo policy paper da Fundação.Para refletir sobre os resultados, juntam-se à conversa Luís Catela Nunes, autor e coordenador do estudo «Ensino superior e emprego jovem em Portugal», e Luís Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos. O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
Em entrevista à Renascença e jornal Público, o presidente-executivo da Brisa faz as contas ao prejuízo causado pelas tempestades e diz que ainda espera que o Estado pague a sua parte. António Pires de Lima avança que o tráfego diminuiu em fevereiro, pela primeira vez desde a pandemia, e está de novo a abrandar com a crise energética. As mortes nas autoestradas caíram para metade em seis anos. No verão, espera ter novidades sobre a renovação das concessões e a ligação ao novo aeroporto de Lisboa.
O escandaloso roubo de mousse na Renascença, o sorteio para escolher o Papa, os melhores cheiros, o ouvinte que se vestiu de radiologista, as assaltantes que cozinham e a gritaria em estúdio, porque uma empresa portuguesa ganhou um processo à Louis Vuitton
Em entrevista à Renascença e ao jornal Público, o antigo primeiro-ministro espanhol critica a ausência de um acordo entre PSOE e PP sobre política externa. Rajoy considera “disparatado” que Sánchez tenha afirmado que Espanha não vai cumprir a meta acordada na NATO sobre gastos em defesa. “O melhor para Espanha e Portugal é que existam dois grandes partidos ao centro e moderados”, afirma Mariano Rajoy.
As Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores cumprem este ano 50 anos.Nas últimas cinco décadas, viveram-se crises políticas, financeiras e até constitucionais. Mas há questões que permanecem nas agendas políticas madeirenses e açorianas para além do que se discute em Lisboa nos Palácios de São Bento e de Belém.Faz sentido ainda a figura de um Representante da República nas Regiões Autónomas? Que questões autonómicas são prementes na próxima revisão da Constituição?Neste programa, juntam-se em debate Paulo Miguel Rodrigues, autor do novo ensaio «Regiões Autónomas» e Teresa Ruel, politóloga e especialista em questões autonómicas.O Da Capa à Contracapa é uma parceira da Fundação com a Renascença.
Mariana Vieira da Silva e Duarte Pacheco antecipam a última ronda de negociações na Concertação Social sobre a Lei Laboral e analisam a promulgação da Lei da Nacionalidade pelo Presidente da República. Noutro plano, os convidados do "Casa Comum" comentam as detenções de agentes da PSP suspeitos de alegados atos de tortura sobre imigrantes em Lisboa e reajam ao recente relatório sobre a rede SIRESP. No plano europeu, os comentadores da Renascença fazem o balanço do primeiro ano de Friedrich Merz como chanceler alemão e comentam ainda os ataques verbais dirigidos por Donald Trump ao Papa Leão XIV.
Em entrevista à Renascença e ao Público, João Vieira Lopes, presidente da Confederação do Comércio e Serviços, avisa que já não há margem para negociar a Lei Laboral. Critica o “documento amplo” apresentado pelo Governo, o “ruído mediático” e o “preconceito ideológico e político de todas as partes”, que têm impedido um entendimento na Concertação Social.
O cérebro está sempre ligado – mesmo quando dormimos, continua ativo e a regular o organismo. No episódio de estreia da neurologista Raquel Gil-Gouveia, a especialista explora as principais funções do cérebro – da memória ao movimento e ao processamento das emoções.Sabia que nascemos com cerca de 86 mil milhões de neurónios e morremos com um número idêntico? Perceber estas células singulares passa por conhecer a sua estrutura e a forma como comunicam através de complexas redes de sinais elétricos e químicos.Nesta viagem pelo cérebro, Raquel Gil-Gouveia explica também como se formam as memórias e o que distingue as de curto e de longo prazo. Sem esquecer o que é a «memória de trabalho» e porque é que a atenção é importante.Ao longo da conversa, analisam-se ainda os fatores que influenciam o bom (e o mau) funcionamento do cérebro e as mudanças que ocorrem ao longo da vida.Para pensar, aprender e lembrar – e entender como tudo isto funciona – não perca este episódio [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISEAGLEMAN, David, «O Cérebro – à descoberta de quem somos» (Lua de Papel, 2017)Série documental «The Brain with David Eagleman» (BBC, 2016)«David Eagleman: O cérebro moldável» (Entrevista FFMS, 2021)PARSHALL, Allison, «Brains Remember Stories Differently Based on How They Were Told» (Mind&Brain, Scientific American, 2025)HOPKIN, Karen & DELVISCIO, Jeffrey «Trying to Train Your Brain Faster? Knowing This Might Help with That» (Scientific American, 2023)Coleção «Segredos do Cérebro» (National Geographic): «A Química do Cérebro»; «A Ciência da Aprendizagem»; «A Idade do Cérebro»Filme «Divertida Mente» de Kelsey Mann (Pixar, 2015)Documentário «Resumindo: A Mente» (Netflix, 2019)BIOSRaquel Gil-GouveiaDiretora do serviço de Neurologia do Hospital da Luz Lisboa, professora na Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa e investigadora clínica.Filipa Galrão Estudou Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica. Depois da Mega Hits e da Renascença, é agora uma das novas vozes da Rádio Comercial. Já deu à luz 1 livro infantil - Que Estranho! - e 2 filhos.
Um ano após o apagão que afetou a Península Ibérica, causado por uma sucessão de falhas técnicas iniciadas em Espanha, o Da Capa à Contracapa retoma o debate sobre os desafios energéticos europeus – que são também portugueses.O novo estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos, em parceria com a Brookings Institution, defende uma maior integração de sistemas que inclui a melhoria de interligações como a sempre difícil «travessia energética» dos Pirenéus, ligando a Península Ibérica a França.Como superar esses obstáculos? A integração energética implica maior federalização das políticas? O que é do interesse português e ibérico neste debate? Os convidados deste episódio são Andreia Melo Carreiro, diretora de Inovação da Cleanwatts e Nuno Ribeiro da Silva, ex- secretário de Estado da Energia e antigo diretor-geral da ENDESA em Portugal.O Da Capa à Contracapa é uma parceira da Fundação com a Rádio Renascença.
O selecionador, em entrevista à Renascença, TSF, Antena 1 e Rádio Observador, fecha-se em copas sobre se renova, garante ter boa relação com Proença e não põe as mãos no fogo sobre o estado físico de Ronaldo.
O estúdio com a nova imagem Renascença enche-se de energia e humor com a Inês Nogueira, o Daniel Leitão - que faz um Extremamente Desagradável especial com a Joana - e o Eduardo Madeira
Neste vídeo da Brasil Paralelo, você vai conhecer a história e o simbolismo do nome “Leão” ao longo da história da Igreja: de papas que enfrentaram invasores bárbaros e reformaram a doutrina, a mecenas da Renascença e arquitetos da doutrina social da Igreja – até chegar ao atual Papa Leão XIV (Robert Prevost), eleito em 8 de maio de 2025. _______________ quem foram os papas leão por que tantos papas escolheram o nome leão significado do nome papal leão história dos papas chamados leão papa leão x e a reforma protestante leão xiii e a rerum novarum simbolismo do nome papal na igreja católica quem é o papa leão xiv robert privito doutrina social da igreja origem
As Três da Manhã falam dos seus Natais. N'As Aventuras dos Cinco, descobrimos o espírito natalício surpreendente do filho da Ana e de um dos filhos da Joana, que ainda receou ser despedida devido a um comentário do filho na Festa de Natal da Renascença. A Ana recebeu uma carta inesperada. O que dirá? E a Inês partilha uma dica para reaproveitar as sobras de comida desta época no Hoje há Cozido
Joana Marques faz amigos dentro de casa: Sandra Torres e Paulino Coelho, da Renascença, foram os visados desta vez.
"Vou continuar a ser a Amiga Olga de todos". Voz histórica da Renascença morre aos 91 anos
O consumo de "true crime", em podcasts e produções audiovisuais, as nuances da história de "Tremembé", da Prime Video, e as experiências de interpretar duas das criminosas retratadas na série. A conversa entre Marcela Ceribelli e as atrizes Carol Garcia e Letícia Rodrigues, que fazem os papéis de Elize Matsunaga e Sandrão, respectivamente, aborda também o referencial do público quando a ficção é palco para casos assombrosos do mundo do crime.Para conteúdo exclusivo deste episódio, assine a newsletter da ObviousReferências citadas neste episódio:Livro "Prisioneiras", Drauzio VarellaLivro "A Suíça", Jen BeaginLivro "O Livro do Amor - vol. 1: Da Pré-História a Renascença", Regina Navarro LinsLivro "Elize Matsunaga: a mulher que esquartejou o marido", Ullisses CampbellLivro "Tremembé - o presídio dos famosos", Ullisses CampbellNos acompanhe também: Instagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaMarcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliCarol Garcia no Instagram: @carolgarciabarboloLetícia Rodrigues no Instagram: @famosatrizOuça outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionouAurora: O despertar da mulher exaustaMarcela veste:Blazer: @misci__Regata: @anselmiCalça: @lesclochesScarpin: @schutzoficial
Objetos inesperados que as Três da Manhã têm em casa (o vídeo está nas redes da Renascença), fobias de ouvintes e um especial “Hoje há cozido”, dedicado a Francisco Pinto Balsemão.
Como se vota, como se contam os votos e o que fariam os mais novos se mandassem no país? As respostas estão no “Pensar Pequenino”. Vasco Pereira Coutinho estreia-se na Renascença e quem assina o novo espaço de comentário de quinta-feira às 9h15 é a Tia Bli, porque… “As pessoas têm de se acalmar, imediatamente!”
Um Anda Paula com muito rock and roll, o mistério das cócegas desvendado, com a médica Margarida Graça Santos e uma conversa com um escritor premiado, que é comentador da Renascença: Henrique Raposo.
Ana Galvão recorda "Simplesmente Maria", uma radionovela portuguesa transmitida pela Renascença na década de 70. Neste episódio, há ainda espaço para recordar dois anúncios dos anos 20 e 30 do século passado.Simplesmente Maria - As Descobertas da Analógica