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O número de habitantes em Portugal é o mais elevado de sempre. E a revisão das estimativas da população residente fez elevar para 14% o peso dos estrangeiros.A população idosa tem crescido a um ritmo cinco vezes superior ao da população em idade ativa. Num país que já é o terceiro país mais envelhecido da UE, quais são os riscos desta tendência demográfica? Que políticas sociais são prioritárias? E quão dependentes estamos dos imigrantes?O tema vai a debate com Luísa Loura, diretora da Pordata, e com o sociólogo David Justino.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
A temporada 2026 do Fronteiras Invisíveis do Futebol, o podcast de História que você ama, é um oferecimento exclusivo @petlovebrasil!Um dos jogos antepassados do atual futebol era disputado em Florença, o Calcio Fiorentino (ou Storico), e neste nono episódio te contaremos um pouco não apenas da modalidade medieval, mas da História desta cidade e da região da Toscana!Desde os tempos etruscos até os partisanos da Segunda Guerra Mundial, passando pela Renascença e pelos grandes artistas que inspiraram as Tartarugas Ninja!Tudo com muita leveza, cultura e informação, além da coluna O Livro, do nosso amigo Ubiratan Leal. Compartilhe e divulgue nosso retorno!Use o cupom XADREZVERBAL50 para ter 50% de desconto no primeiro mês do plano de saúde do seu pet na Petlove!*Exceto Plano Leve. Promoção por tempo limitado, cupom válido até 31/07/2026. Não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove.
Pelo terceiro ano consecutivo, o actor Lionel Cecílio volta a colocar o 25 de Abril de 1974 no calendário do Festival Off Avignon, com o espectáculo que ele escreveu e que interpreta, intitulado “La Fleur au Fusil”. Sozinho em palco, Lionel desdobra-se em várias personagens para nos contar a história da Revolução dos Cravos. Fomos conversar com ele depois do espectáculo. Oiça aqui a entrevista. O espectáculo “La Fleur au Fusil” é apresentado no Théâtre des Luciolles, no Festival Off Avignon, até 25 de Julho. É o terceiro ano consecutivo que este solo autoral está em Avignon e foi apresentado mais de 200 vezes pela França fora. A história conta a luta pela liberdade e a Revolução dos Cravos, a 25 de Abril de 1974, em Portugal, partindo da vida da sua avó Celeste e da busca das suas próprias raízes. Sozinho em palco, Lionel viaja entre passado presente, entre realidade e ficção e desdobra-se, de forma impressionante, em 16 personagens: ele próprio e a avó Celeste, o avô Zé, o tio-avô Chico, torcionários da PIDE, e muitos outros. As personagens que ele incarna, incarnam outras personagens anónimas e históricas: Celeste é a avó, mas também representa a mulher que distribuiu cravos no 25 de Abril, assim como as mulheres que foram torturadas pela PIDE e as mulheres que emigraram para França. O futuro marido dela, Zé, incarna vários capitães do Movimento das Forças Armadas que estiveram na guerra colonial, que fizeram o 25 de Abril nos bastidores, nas ruas, na tomada da Rádio Renascença ... O irmão da avó, Chico, representa um capitão que deserta da guerra colonial, que vive “a viagem a salto” para França e que entra na história da gravação da Grândola Vila Morena no Château de Hérouville. Como no seu espectáculo anterior, “Mémoires dans les voyages d'un fou”, mais uma vez, Lionel Cecílio homenageia a sua dupla cultura franco-portuguesa, com as suas ausências e silêncios. O actor/autor quebra silêncios íntimos e colectivos e reclama simbolicamente a transmissão da memória familiar. Lionel fala, por exemplo, da miséria dos portugueses nos bairros de lata em França nos anos 60 e 70, mas também aborda a deserção e a luta clandestina contra a ditadura, dentro e fora de Portugal, assim como a implacável tortura da PIDE, nomeadamente sobre as mulheres, um tema ainda hoje difícil de abordar para muitas. “Não hei-de morrer sem saber qual a cor da liberdade” é uma das frases mais simbólicas do espectáculo. Oiça a entrevista sobre a peça neste programa.
Com 4 anos e meio de guerra na Ucrânia e uma conturbada relação com a administração do presidente Donald Trump, a Europa está a aumentar os seus investimentos em segurança e defesa. No contexto da Cimeira da NATO, os aliados europeus procuram desenvolver uma base industrial de defesa mais forte e coordenada. O que está a mudar nas relações de poder entre os mais influentes países europeus? Que papel está reservado para Portugal neste novo cenário geopolítico? Como apoiar a Ucrânia enquanto se abrem canais de diálogo com a Rússia? Os convidados deste programa são o major-general João Vieira Borges, presidente da Comissão Portuguesa de História Militar, e Patrícia Daehnhardt, investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
André Maia, enviado especial da Renascença ao Mundial 2026, revela como entrou no estádio para assistir ao jogo Argentina x Cabo Verde. No Extremamente Desagradável conhecemos a Márcia, da LiveMode TV. E em dia de Portugal x Espanha, tivemos o regresso de “La Professora”, com direito a relato em espanhol.
O enviado especial da Renascença ao Mundial de Futebol, André Maia, queixa-se do cabelo que perdeu ontem ao narrar o jogo de Portugal, a Ana e a Joana revelam que têm saudades de quando os seus filhos eram pequenos. Recemos ainda a visita de Fernando Alvim e no Buraca Radio Show falámos do Campeonato Regional de Leitura de Poesia que ficou seriamente a comprometido devido a uma multidão a êxtase por causa do jogo da Seleção.
250 anos depois da declaração de independência, celebrada com vinho da Madeira, os Estados Unidos são a nação militarmente mais poderosa do mundo. No entanto, vivem também um momento de polarização social e política, a par do desafio de preservar os direitos civis e as liberdades individuais conquistados nos últimos dois séculos.Como olham os norte-americanos que vivem em Portugal para o seu país? As desigualdades sociais e económicas internas e a concorrência tecnológica da China pode abalar a América? Estará a sociedade americana a deslaçar-se?Para debater o tema são convidados Michael Baum, norte-americano residente em Portugal, também professor da Universidade Católica e administrador da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), e o luso-americano Miguel Moniz, investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
A enxaqueca atinge cerca de 15% da população em Portugal e no mundo. Apesar do enorme impacto pessoal, social e económico, esta condição neurológica continua a ser frequentemente desvalorizada e confundida com uma ‘dor de cabeça comum'.No último episódio desta série, a neurologista explica o que é a enxaqueca, por que existem cérebros mais predispostos para a doença e que tipos existem - com aura e sem aura, crónica ou episódica. Entre os principais gatilhos e sintomas associados, a especialista destaca que há tratamento e que é importante intervir precocemente.A dupla aborda ainda o que distingue as cefaleias primárias das secundárias, os sinais de alarme que exigem avaliação médica e alerta para a importância de não desvalorizar a enxaqueca nas crianças.A terminar a conversa, ficamos a conhecer dois tipos raros de dor de cabeça: a «cefaleia em salvas» - mais frequente nos homens -, e a «nevralgia do trigémeo», ambas descritas como duas das dores mais intensas que o ser humano pode ter.Para evitar dores de cabeça maiores quando a cabeça dói, não perca este [IN]Pertinente.REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISSACKS, Oliver, «Migraine» (Pan MacMillan, 2023)MACGREGOR, Anne «Compreender a Enxaqueca e Outras Cefaleias» (Porto Editora, 2006)«Gestão das Cefaleias em Portugal: Consenso das Sociedades Portuguesas de Cefaleias e Neurologia», Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar e MiGRA»«What happens to your brain during a migraine?», Marianne Schwarz (TED Talk)«What causes headaches?», Dan Kwartler (TED Talk)«Migraine (What Can't You See)», Rita Red ShoesBIOSRaquel Gil-GouveiaDiretora do serviço de Neurologia do Hospital da Luz Lisboa, professora na Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa e investigadora clínica.Filipa Galrão Estudou Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica. Depois da Mega Hits e da Renascença, é agora uma das novas vozes da Rádio Comercial. Já deu à luz 1 livro infantil - Que Estranho! - e 2 filhos.
"As escalas estão feitas" para o verão, "mas estamos longe de estar tranquilos", afirma o presidente Unidade Local de Saúde (ULS) Almada-Seixal, em entrevista ao programa Hora da Verdade, da Renascença e Público. Pedro Correia Azevedo comenta ainda as declarações da ministra da Saúde sobre a falta de médicos de família. Admite que a imigração pressiona, mas "não é o culpado exclusivo".
É uma das etnias que mais sofrem de discriminação em Portugal. Os ciganos em Portugal são mais de 70 mil e vivem muitas vezes em condições precárias, rodeados de obstáculos e incompreensões. Mas os tempos estão também a mudar na comunidade. Há novas vozes e atitudes que contrastam com versões mais conservadoras dentro da própria população cigana. São rostos que rompem os círculos fechados em que ainda vivem muitos ciganos.Neste programa, Ana Cristina Pereira, autora do livro «Portugueses Ciganos, Cinco séculos de resistência», junta-se à conversa com Vanessa Lopes, presidente da Associação RIZOMA, que promove a inclusão de pessoas ciganas.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
O Olivier traz uma canção de parabéns do Uzbequistão, a Inês substitui os trocadilhos da Ana Galvão, Branco Ramirez traz os desportos de idosos mais violentos e conhecemos a nova cara da Renascença, Asize Topal
Despontando na infância e confirmados na adolescência, os talentos jovens do futebol português nem sempre superaram a transição para o escalão sénior e sobretudo no alto rendimento. Muitas futuras estrelas ficaram aquém do que deles se esperava e afastaram-se da ribalta dos melhores clubes e da seleção nacional.Porque é que estes craques não passaram de grandes promessas? Faltou-lhes sorte, apoio familiar ou empresários certos? Que diferença fazem as lesões e as opções dos treinadores em momentos decisivos das curtas carreiras do futebol profissional?Este é o tema do livro «Promessas do Futebol», de Rui Passos Rocha, que o debate numa edição gravada ao vivo na Feira do Livro de Lisboa, com o ex-selecionador nacional Paulo Bento e o antigo jogador João Tomás.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
O novo líder da Agência de Gestão dos Fogos Rurais avisa que vai “demorar anos” para limpar as árvores caídas na zona Centro. Em entrevista à Renascença e ao Público, Paulo Mateus elogia o trabalho dos bombeiros, sarando feridas abertas pelo seu antecessor.
Não há dados sobre o futuro. Ainda assim, o exercício de projeção de tendências e cenários é essencial para decisores políticos, empresas e instituições.Que resultados concretos existem da aplicação do pensamento prospetivo? Com que ferramentas de análise trabalham estes especialistas? Antecipar cenários é mais difícil em determinadas áreas sociais ou escalas temporais e geográficas? E Portugal, para que cenários se deve preparar?É esse o trabalho de Ricardo Borges de Castro, autor do ensaio «Pensar o Futuro, Portugal e o Mundo em Prospetiva Estratégica».Numa edição gravada ao vivo na Feira do Livro de Lisboa, contamos com as reflexões da especialista em assuntos europeus Sónia Ribeiro e do economista José Maria Pimentel.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
No livro «Energia e Digitalização», Hugo Martins de Carvalho junta os desafios da transição energética aos do aprofundamento digital da sociedade.O que deve a política pública garantir para guiar o país nesta transformação? Como garantir a segurança do abastecimento, o acesso das populações e a sustentabilidade ambiental?Estas e outras questões vão a debate com o autor e com o ex-ministro do ambiente Duarte Cordeiro.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
Da pobreza de Proença a Nova, onde os vizinhos juntavam dinheiro para ligar os motores e ouvir relatos de futebol na rádio, até à Rádio Renascença, onde entrou com 39 de febre no dia 2 de fevereiro, depois de meses a apanhar o barco das 9h00 de Alcochete para Lisboa à procura de emprego. A conversa com António Ribeiro Cristóvão sobre uma vida feita de tenacidadeSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O PSD ainda não atirou a toalha ao chão na reforma laboral e confia que, passados os "vendavais" no posicionamento do Chega sobre o tema, ainda seja possível aprovar uma nova lei do trabalho. Em entrevista à Renascença e ao Público, Alexandre Poço, vice-presidente do PSD e da bancada parlamentar do partido, não adianta que cedências concretas poderão ser feitas na negociação, mas deixa o aviso: "Não podemos sacrificar as nossas convicções no altar do diálogo." Pelo meio, critica o partido de André Ventura citando Pedro Passos Coelho: "Não podemos ter posições postiças."
Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar
O Jogo de Palavra gravado ao vivo esta quinta-feira, durante a 4.ª Conferência Bola Branca, no auditório da Renascença, em Lisboa reuniu os campeões Fernando Santos, António Simões e Ribeiro Cristóvão. A edição especial reuniu nomes do futebol e da vida pública como Luís Montenegro, André Villas-Boas, Pepijn Lijnders, Antonio Gagliardi, Pedro Proença e Reinaldo Teixeira.
Sabia que 45% dos casos de demência podem ser evitados? Será que viver mais anos implica perder capacidades cognitivas? A neurologista Raquel Gil-Gouveia e Filipa Galrão analisam os processos cerebrais – naturais e patológicos - à medida que a idade avança.Estima-se que, em 2050, cerca de 90 milhões de pessoas no mundo terão Alzheimer. Numa população cada vez mais envelhecida, o aumento de casos de demência parece inevitável. Mas qual é a fronteira entre o envelhecimento normal e as doenças neurodegenerativas?Nesta conversa, a neurologista explora os sinais de alerta dos processos patológicos do cérebro e explica o que distingue a demência das doenças neurodegenerativas.Entre fatores genéticos e a influência do estilo de vida, a especialista fala sobre a importância da alimentação, do exercício físico, do controlo cardiovascular e da estimulação cognitiva na redução do risco de demência.Além do impacto nos doentes, a dupla aborda também o peso emocional e físico sentido por cuidadores e familiares. São milhares os casos de exaustão e cerca de um terço desenvolve sintomas depressivos.Entre conselhos práticos, há ainda espaço para revelar os avanços científicos mais recentes e as novas terapêuticas que estão a transformar o tratamento do Alzheimer, a doença neurodegenerativa mais comum.Para saber como proteger a saúde cerebral não perca este episódio [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEIS«Alzheimer – os avanços da ciência contra a doença do esquecimento» (Segredos do Cérebro, National Geographic, 2024)«Annual U.S. Dementia Cases projected to rise to 1 million by 2060» (Scientific American)«Dementia prevention, intervention, and care: 2024 report of the Lancet standing Commission» (The Lancet, 2024)«Controversial New Alzheimer's Drugs Offer Hope—But at a High Cost» (Nature, 2025)«Still Alice», Filme sobre Alzheimer, de Richard Glatzer«Robin's Wish», Documentário sobre Doença Corpos Lewy, de Tylor NorwoodAssociações de doentes: - https://alzheimerportugal.org/- https://parkinson.pt/BIOSRaquel Gil-GouveiaDiretora do serviço de Neurologia do Hospital da Luz Lisboa, professora na Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa e investigadora clínica.Filipa Galrão Estudou Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica. Depois da Mega Hits e da Renascença, é agora uma das novas vozes da Rádio Comercial. Já deu à luz 1 livro infantil - Que Estranho! - e 2 filhos.
Ser bancário foi durante décadas sinónimo de prestígio e influência na comunidade. Também os suplementos das remunerações eram fatores de atração de uma carreira cujo florescimento começou a ser travado na viragem do século.Entre 2008 e 2018, encerraram cerca de 2000 balcões em Portugal. No final da década passada, o número de trabalhadores da banca já era o mais baixo desde 1990.Como começou a erosão do prestígio da profissão bancária? Pode a banca subsistir quase sem bancários? Para debater o tema, são convidados Luís Bento, autor do livro «Bancários, Retratos com data-valor», e António Fonseca, presidente do Mais Sindicato, que congrega o maior número de quadros e técnicos bancários em Portugal.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
Em jeito de balanço sobre o início de mandato de António José Seguro como Presidente da República, o antigo ministro do Trabalho e ex-dirigente socialista Paulo Pedroso afirma, em entrevista ao PÚBLICO e Rádio Renascença, que "arriscou entrar em territórios não cartografados" ao lançar um Pacto Estratégico para a Saúde.Esta é uma entrevista que pode ler de forma completa aqui: https://www.publico.pt/2026/05/21/politica/entrevista/pedroso-seguro-entrou-territorios-desde-general-eanes-nao-entrava-2175441See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos, mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público, revela o novo policy paper da Fundação.Para refletir sobre os resultados, juntam-se à conversa Luís Catela Nunes, autor e coordenador do estudo «Ensino superior e emprego jovem em Portugal», e Luís Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos. O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
Em entrevista à Renascença e jornal Público, o presidente-executivo da Brisa faz as contas ao prejuízo causado pelas tempestades e diz que ainda espera que o Estado pague a sua parte. António Pires de Lima avança que o tráfego diminuiu em fevereiro, pela primeira vez desde a pandemia, e está de novo a abrandar com a crise energética. As mortes nas autoestradas caíram para metade em seis anos. No verão, espera ter novidades sobre a renovação das concessões e a ligação ao novo aeroporto de Lisboa.
O escandaloso roubo de mousse na Renascença, o sorteio para escolher o Papa, os melhores cheiros, o ouvinte que se vestiu de radiologista, as assaltantes que cozinham e a gritaria em estúdio, porque uma empresa portuguesa ganhou um processo à Louis Vuitton
Em entrevista à Renascença e ao jornal Público, o antigo primeiro-ministro espanhol critica a ausência de um acordo entre PSOE e PP sobre política externa. Rajoy considera “disparatado” que Sánchez tenha afirmado que Espanha não vai cumprir a meta acordada na NATO sobre gastos em defesa. “O melhor para Espanha e Portugal é que existam dois grandes partidos ao centro e moderados”, afirma Mariano Rajoy.
Mariana Vieira da Silva e Duarte Pacheco antecipam a última ronda de negociações na Concertação Social sobre a Lei Laboral e analisam a promulgação da Lei da Nacionalidade pelo Presidente da República. Noutro plano, os convidados do "Casa Comum" comentam as detenções de agentes da PSP suspeitos de alegados atos de tortura sobre imigrantes em Lisboa e reajam ao recente relatório sobre a rede SIRESP. No plano europeu, os comentadores da Renascença fazem o balanço do primeiro ano de Friedrich Merz como chanceler alemão e comentam ainda os ataques verbais dirigidos por Donald Trump ao Papa Leão XIV.
As Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores cumprem este ano 50 anos.Nas últimas cinco décadas, viveram-se crises políticas, financeiras e até constitucionais. Mas há questões que permanecem nas agendas políticas madeirenses e açorianas para além do que se discute em Lisboa nos Palácios de São Bento e de Belém.Faz sentido ainda a figura de um Representante da República nas Regiões Autónomas? Que questões autonómicas são prementes na próxima revisão da Constituição?Neste programa, juntam-se em debate Paulo Miguel Rodrigues, autor do novo ensaio «Regiões Autónomas» e Teresa Ruel, politóloga e especialista em questões autonómicas.O Da Capa à Contracapa é uma parceira da Fundação com a Renascença.
O cérebro está sempre ligado – mesmo quando dormimos, continua ativo e a regular o organismo. No episódio de estreia da neurologista Raquel Gil-Gouveia, a especialista explora as principais funções do cérebro – da memória ao movimento e ao processamento das emoções.Sabia que nascemos com cerca de 86 mil milhões de neurónios e morremos com um número idêntico? Perceber estas células singulares passa por conhecer a sua estrutura e a forma como comunicam através de complexas redes de sinais elétricos e químicos.Nesta viagem pelo cérebro, Raquel Gil-Gouveia explica também como se formam as memórias e o que distingue as de curto e de longo prazo. Sem esquecer o que é a «memória de trabalho» e porque é que a atenção é importante.Ao longo da conversa, analisam-se ainda os fatores que influenciam o bom (e o mau) funcionamento do cérebro e as mudanças que ocorrem ao longo da vida.Para pensar, aprender e lembrar – e entender como tudo isto funciona – não perca este episódio [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISEAGLEMAN, David, «O Cérebro – à descoberta de quem somos» (Lua de Papel, 2017)Série documental «The Brain with David Eagleman» (BBC, 2016)«David Eagleman: O cérebro moldável» (Entrevista FFMS, 2021)PARSHALL, Allison, «Brains Remember Stories Differently Based on How They Were Told» (Mind&Brain, Scientific American, 2025)HOPKIN, Karen & DELVISCIO, Jeffrey «Trying to Train Your Brain Faster? Knowing This Might Help with That» (Scientific American, 2023)Coleção «Segredos do Cérebro» (National Geographic): «A Química do Cérebro»; «A Ciência da Aprendizagem»; «A Idade do Cérebro»Filme «Divertida Mente» de Kelsey Mann (Pixar, 2015)Documentário «Resumindo: A Mente» (Netflix, 2019)BIOSRaquel Gil-GouveiaDiretora do serviço de Neurologia do Hospital da Luz Lisboa, professora na Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa e investigadora clínica.Filipa Galrão Estudou Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica. Depois da Mega Hits e da Renascença, é agora uma das novas vozes da Rádio Comercial. Já deu à luz 1 livro infantil - Que Estranho! - e 2 filhos.
Em entrevista à Renascença e ao Público, João Vieira Lopes, presidente da Confederação do Comércio e Serviços, avisa que já não há margem para negociar a Lei Laboral. Critica o “documento amplo” apresentado pelo Governo, o “ruído mediático” e o “preconceito ideológico e político de todas as partes”, que têm impedido um entendimento na Concertação Social.
Um ano após o apagão que afetou a Península Ibérica, causado por uma sucessão de falhas técnicas iniciadas em Espanha, o Da Capa à Contracapa retoma o debate sobre os desafios energéticos europeus – que são também portugueses.O novo estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos, em parceria com a Brookings Institution, defende uma maior integração de sistemas que inclui a melhoria de interligações como a sempre difícil «travessia energética» dos Pirenéus, ligando a Península Ibérica a França.Como superar esses obstáculos? A integração energética implica maior federalização das políticas? O que é do interesse português e ibérico neste debate? Os convidados deste episódio são Andreia Melo Carreiro, diretora de Inovação da Cleanwatts e Nuno Ribeiro da Silva, ex- secretário de Estado da Energia e antigo diretor-geral da ENDESA em Portugal.O Da Capa à Contracapa é uma parceira da Fundação com a Rádio Renascença.
Em 1961, estalava a guerra colonial. Em 1986, Portugal aderia à então Comunidade Económica Europeia. Entre estas duas datas estão 25 anos, atravessados a meio pelo 25 de Abril de 1974, um acontecimento-chave da história recente de Portugal que o historiador José Miguel Sardica diz ter autores, mas não dever ter donos.No episódio desta semana, o debate parte do seu livro, «Em Torno de Abril: 25 anos que mudaram Portugal», e centra-se nos sinais que, no final do salazarismo e do marcelismo, encaminharam a história para o golpe militar seguido de revolução.Que figuras e factos podiam ter alterado o filme dos acontecimentos noutro sentido? Que papel teve a dinâmica militar, social e económica do final do Estado Novo no processo que levou à Revolução de Abril? Que lugar reservam os historiadores para o período revolucionário de 74 a 76? E o que pensam os académicos dos debates acalorados de hoje sobre os tempos quentes da transição para a democracia?Os convidados são José Miguel Sardica e o politólogo e historiador António Costa Pinto.O Da Capa à Contracapa é uma parceira da Fundação com a Rádio Renascença.
Depois das tempestades na zona centro do país, há muitos verbos para conjugar com urgência: recuperar, apoiar, proteger ou prevenir.Neste episódio, ficamos a saber como podemos preparar territórios para eventos extremos e como prevenir incêndios florestais nas zonas atingidas pelas tempestades. Quão desprotegidas estão? E como é que se recupera ao mesmo tempo a economia local e o património natural?São questões às quais vão responder o engenheiro florestal Paulo Fernandes, também presidente da Estrutura de Missão de Reconstrução da Região Centro, e a arquiteta paisagista Teresa Andresen.Um tema a marcar a atualidade, depois da primeira Presidência Aberta de António José Seguro.O Da Capa à Contracapa é uma parceira da Fundação com a Rádio Renascença.
A sustentabilidade do sistema de Segurança Social é um dos principais desafios intergeracionais em Portugal. Ausente dos debates do mais recente ciclo de eleições, o tema exige reflexão permanente face aos desequilíbrios demográficos e à necessidade de diversificação das fontes de financiamento.Quais são as decisões urgentes a tomar para prevenir impactos negativos futuros no sistema? A sustentabilidade financeira do sistema está garantida? Estamos cada vez mais dependentes das contribuições dos imigrantes? A despesa social tem de aumentar de forma significativa?Para debater estas e outras questões são convidados Amílcar Moreira, especialista em Políticas Sociais, e Gabriel Rodrigues Bastos, ex-secretário de Estado da Segurança Social.O Da Capa à Contracapa é uma parceira da Fundação com a Rádio Renascença
Sabia que o intestino é a base do equilíbrio hormonal da mulher? No quarto e último episódio dedicado à saúde feminina, Ricardo Rangel e Filipa Galrão explicam como a microbiota influencia o equilíbrio hormonal ao longo do ciclo, e nas diferentes fases da vida.O endocrinologista e a comunicadora exploram a ligação entre intestino, sistema imunitário e regulação metabólica, mostrando como o equilíbrio entre estrogénios e progesterona depende da função intestinal. O especialista esclarece o que é a «disbiose» – o desequilíbrio entre bactérias «boas» e «más» – e como esta desregulação tem impacto no nosso organismo.Ficamos também a saber porque é que o excesso de estrogénio, quando não é devidamente expelido, pode causar patologias como a endometriose, quistos mamários ou a síndrome de ovário poliquístico (SOP).Pelo caminho, descobrimos como a alimentação e os nutrientes são determinantes para a saúde intestinal, e o que pode provocar sintomas como o inchaço abdominal ou alterações digestivas em diferentes fases hormonais.A dupla partilha ainda pistas práticas para avaliar a saúde intestinal, como o aspeto da língua, e revela por que razão este órgão é muitas vezes chamado de «segundo cérebro».Para saber porque é que «tudo começa e acaba no intestino» não perca este episódio [IN]Pertinente.REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISATTIA, Peter, «Outlive – A Ciência e a Arte da longevidade» (Marcador Editora, 2023)BUETTNER, Dan, «A Solução das Zonas Azuis - comer e viver como as pessoas mais saudáveis do mundo» (Vogais, 2016)ENDERS, Giulia, «A Vida Secreta dos Intestinos» (Lua de Papel, 2018)FOLCH, Montse, «A Enzima Mediterrânica» (Self PT, 2015)MATVEIKOVA, Irina, «O Intestino Feliz» (A Esfera dos Livros, 2015)Entrevista: «Dan Buettner: Zonas Azuis não é assim tão simples» (FFMS, 2023) BIOSRicardo RangelMédico, licenciado pela Universidade do Porto, especialista em Endocrinologia e Nutrição. Com foco na saúde da mulher, integra nutrição, estilo de vida para restaurar a função endócrina e metabólica: «do intestino às hormonas».Filipa Galrão Estudou Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica. Depois da Mega Hits e da Renascença, é agora uma das novas vozes da Rádio Comercial. Já deu à luz 1 livro infantil - Que Estranho! - e 2 filhos.
O ataque israelo-americano ao Irão deu lugar a um conflito regional que abrange os países do Golfo Pérsico e do Levante. Lugar cíclico de guerras e tensões, esta zona do mundo é palco de interesses económicos, nacionalismos, poderes étnicos e tribais e divisões religiosas.Como definir a relação do Irão com os outros países do Médio Oriente? Qual a responsabilidade dos poderes ocidentais no estado da região? Onde é que a religião se cruza com a geopolítica regional?Para responder a estas e outras questões, o «Da Capa à Contracapa» recebe Paulo Mendes Pinto, especialista em História das Religiões, e José Tomaz Castello Branco, Professor da Universidade Católica Portuguesa.O Da Capa à Contracapa é uma parceira da Fundação com a Rádio Renascença
Durante vários meses, Frederico Batista conversou com dezenas de pais de várias origens geográficas para recolher impressões sobre o exercício da paternidade.Quem são os pais modernos? Partilham cada vez mais as tarefas parentais? A expressão «ser pai e mãe ao mesmo tempo» faz algum sentido?Neste episódio, o autor do livro «Pais Nossos, Conversas sobre paternidade» conversa com o psicólogo Ricardo Peixoto, também autor da FFMS com o livro «Avós e Netos».O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.
O selecionador, em entrevista à Renascença, TSF, Antena 1 e Rádio Observador, fecha-se em copas sobre se renova, garante ter boa relação com Proença e não põe as mãos no fogo sobre o estado físico de Ronaldo.
Criado em 1971, o primeiro e único Parque Nacional do país surge quase um século depois do nascimento da Mata Nacional do Gerês. Tem uma área equivalente a sete vezes a área do concelho de Lisboa, mas a sua grandeza não parece ser suficiente para travar as ameaças que pairam sobre aquele território.No livro «Peneda-Gerês, Parque Nacional de Portugal», Miguel Brandão Pimenta avisa para o património natural em perigo, descuidado e desprotegido, a que se junta uma tendência de descaracterização das aldeias.É possível restaurar valores naturais perdidos? Qual o papel das autarquias e do Instituto de Conservação da Natureza? Há um problema de gestão e de regulação do uso do território? O autor do retrato publicado pela Fundação conversa com a bióloga Helena Freitas, professora catedrática de Biodiversidade e Ecologia na Universidade de Coimbra.O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.
O estúdio com a nova imagem Renascença enche-se de energia e humor com a Inês Nogueira, o Daniel Leitão - que faz um Extremamente Desagradável especial com a Joana - e o Eduardo Madeira
Neste vídeo da Brasil Paralelo, você vai conhecer a história e o simbolismo do nome “Leão” ao longo da história da Igreja: de papas que enfrentaram invasores bárbaros e reformaram a doutrina, a mecenas da Renascença e arquitetos da doutrina social da Igreja – até chegar ao atual Papa Leão XIV (Robert Prevost), eleito em 8 de maio de 2025. _______________ quem foram os papas leão por que tantos papas escolheram o nome leão significado do nome papal leão história dos papas chamados leão papa leão x e a reforma protestante leão xiii e a rerum novarum simbolismo do nome papal na igreja católica quem é o papa leão xiv robert privito doutrina social da igreja origem
As Três da Manhã falam dos seus Natais. N'As Aventuras dos Cinco, descobrimos o espírito natalício surpreendente do filho da Ana e de um dos filhos da Joana, que ainda receou ser despedida devido a um comentário do filho na Festa de Natal da Renascença. A Ana recebeu uma carta inesperada. O que dirá? E a Inês partilha uma dica para reaproveitar as sobras de comida desta época no Hoje há Cozido
Joana Marques faz amigos dentro de casa: Sandra Torres e Paulino Coelho, da Renascença, foram os visados desta vez.
"Vou continuar a ser a Amiga Olga de todos". Voz histórica da Renascença morre aos 91 anos
O consumo de "true crime", em podcasts e produções audiovisuais, as nuances da história de "Tremembé", da Prime Video, e as experiências de interpretar duas das criminosas retratadas na série. A conversa entre Marcela Ceribelli e as atrizes Carol Garcia e Letícia Rodrigues, que fazem os papéis de Elize Matsunaga e Sandrão, respectivamente, aborda também o referencial do público quando a ficção é palco para casos assombrosos do mundo do crime.Para conteúdo exclusivo deste episódio, assine a newsletter da ObviousReferências citadas neste episódio:Livro "Prisioneiras", Drauzio VarellaLivro "A Suíça", Jen BeaginLivro "O Livro do Amor - vol. 1: Da Pré-História a Renascença", Regina Navarro LinsLivro "Elize Matsunaga: a mulher que esquartejou o marido", Ullisses CampbellLivro "Tremembé - o presídio dos famosos", Ullisses CampbellNos acompanhe também: Instagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaMarcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliCarol Garcia no Instagram: @carolgarciabarboloLetícia Rodrigues no Instagram: @famosatrizOuça outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionouAurora: O despertar da mulher exaustaMarcela veste:Blazer: @misci__Regata: @anselmiCalça: @lesclochesScarpin: @schutzoficial
Objetos inesperados que as Três da Manhã têm em casa (o vídeo está nas redes da Renascença), fobias de ouvintes e um especial “Hoje há cozido”, dedicado a Francisco Pinto Balsemão.
O que disse Pinto Balsemão no programa "A Três Dimensões" da Renascença?1f9e9a43-59af-f
D. Matteo Zuppi à Renascença: “A guerra é o contrário da humanidade”4b76c846-a1a6-f
Como se vota, como se contam os votos e o que fariam os mais novos se mandassem no país? As respostas estão no “Pensar Pequenino”. Vasco Pereira Coutinho estreia-se na Renascença e quem assina o novo espaço de comentário de quinta-feira às 9h15 é a Tia Bli, porque… “As pessoas têm de se acalmar, imediatamente!”
Um Anda Paula com muito rock and roll, o mistério das cócegas desvendado, com a médica Margarida Graça Santos e uma conversa com um escritor premiado, que é comentador da Renascença: Henrique Raposo.
Ana Galvão recorda "Simplesmente Maria", uma radionovela portuguesa transmitida pela Renascença na década de 70. Neste episódio, há ainda espaço para recordar dois anúncios dos anos 20 e 30 do século passado.Simplesmente Maria - As Descobertas da Analógica