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******Support the channel******Patreon: https://www.patreon.com/thedissenterPayPal: paypal.me/thedissenterPayPal Subscription 3 Dollars: https://tinyurl.com/ybn6bg9lPayPal Subscription 5 Dollars: https://tinyurl.com/ycmr9gpzPayPal Subscription 10 Dollars: https://tinyurl.com/y9r3fc9mPayPal Subscription 20 Dollars: https://tinyurl.com/y95uvkao ******Follow me on******Website: https://www.thedissenter.net/The Dissenter Goodreads list: https://shorturl.at/7BMoBFacebook: https://www.facebook.com/thedissenteryt/Twitter: https://x.com/TheDissenterYT This show is sponsored by Enlites, Learning & Development done differently. Check the website here: http://enlites.com/ THIS INTERVIEW IS IN PORTUGUESE.O Dr. Nuno Pessoa Gil é médico psiquiatra no Centro Hospitalar de Tondela-Viseu, membro da Unidade Terapêutica de Dor Crónica do CHTV, assim como Diretor do Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental do CHTV. É também Ex-Vice-Presidente da Sociedade Portuguesa de Suicidologia. Neste episódio, falamos sobre suicídio e eutanásia do ponto de vista da psiquiatria. Começamos por discutir como o suicídio é abordado e os fatores de risco associados a ele. Discutimos também se o suicídio deve ter sempre uma abordagem médica, e como o contexto sociocultural e a moralidade influenciam como pensamos sobre o suicídio. Falamos sobre a Lei da Saúde Mental de 2023, as questões que os tratamentos e os internamentos involuntários levantam, assim como o papel da autodeterminação. Discutimos o que é uma decisão “racional”. Falamos também sobre a Lei da Morte Medicamente Assistida de 2023, e o acesso de pessoas com problemas psiquiátricos à eutanásia. Exploramos os casos da Zoraya ter Beek dos Países Baixos e da Noelia Castillo da Espanha. Debatemos se existe um “dever de viver” social ou medicamente imposto às pessoas e se deveria existir um direito à morte. Finalmente, discutimos se as pessoas devem poder tomar decisões médicas irreversíveis.--A HUGE THANK YOU TO MY PATRONS/SUPPORTERS: PER HELGE LARSEN, BERNARDO SEIXAS, ADAM KESSEL, MATTHEW WHITINGBIRD, ARNAUD WOLFF, TIM HOLLOSY, HENRIK AHLENIUS, ROBERT WINDHAGER, RUI INACIO, ZOOP, MARCO NEVES, COLIN HOLBROOK, PHIL KAVANAGH, SAMUEL ANDREEFF, FRANCIS FORDE, TIAGO NUNES, FERGAL CUSSEN, HAL HERZOG, NUNO MACHADO, JONATHAN LEIBRANT, JOÃO LINHARES, STANTON T, SAMUEL CORREA, ERIK HAINES, MARK SMITH, JOÃO EIRA, TOM HUMMEL, SARDUS FRANCE, DAVID SLOAN WILSON, YACILA DEZA-ARAUJO, ROMAIN ROCH, YANICK PUNTER, CHARLOTTE BLEASE, NICOLE BARBARO, PAWEL OSTASZEWSKI, NELLEKE BAK, GUY MADISON, GARY G HELLMANN, SAIMA AFZAL, ADRIAN JAEGGI, JOÃO BARBOSA, JULIAN PRICE, HEDIN BRØNNER, FRANCA BORTOLOTTI, GABRIEL PONS CORTÈS, URSULA LITZCKE, SCOTT, ZACHARY FISH, TIM DUFFY, SUNNY SMITH, JON WISMAN, WILLIAM BUCKNER, LUKE GLOWACKI, GEORGIOS THEOPHANOUS, CHRIS WILLIAMSON, PETER WOLOSZYN, DAVID WILLIAMS, DIOGO COSTA, ALEX CHAU, CORALIE CHEVALLIER, BANGALORE ATHEISTS, LARRY D. LEE JR., OLD HERRINGBONE, DAN SPERBER, ROBERT GRESSIS, JEFF MCMAHAN, JAKE ZUEHL, MARK CAMPBELL, TOMAS DAUBNER, LUKE NISSEN, KIMBERLY JOHNSON, JESSICA NOWICKI, LINDA BRANDIN, VALENTIN STEINMANN, ALEXANDER HUBBARD, BR, JONAS HERTNER, URSULA GOODENOUGH, DAVID PINSOF, SEAN NELSON, MIKE LAVIGNE, JOS KNECHT, LUCY, MANVIR SINGH, PETRA WEIMANN, CAROLA FEEST, MAURO JÚNIOR, TONY BARRETT, NIKOLAI VISHNEVSKY, STEVEN GANGESTAD, TED FARRIS, HUGO B., JORDAN MANSFIELD, CHARLOTTE ALLEN, PETER STOYKO, DAVID TONNER, LEE BECK, PATRICK DALTON-HOLMES, NICK KRASNEY, RACHEL ZAK, DENNIS XAVIER, CHINMAYA BHAT, RHYS, ALEX MACLEOD, HAIDAR, JULIEN PORCHER, ROBERT SUNDSTRÖM, JON STEWART, AND JENNY M!A SPECIAL THANKS TO MY PRODUCERS, YZAR WEHBE, JIM FRANK, ŁUKASZ STAFINIAK, TOM VANEGDOM, BERNARD HUGUENEY, CURTIS DIXON, THOMAS TRUMBLE, KATHRINE AND PATRICK TOBIN, JONCARLO MONTENEGRO, NICK GOLDEN, CHRISTINE GLASS, IGOR NIKIFOROVSKI, PER KRAULIS, ADAM HUNT, ANTHONY DI LORENZO, AND JOÃO BARBOSA!AND TO MY EXECUTIVE PRODUCERS, MATTHEW LAVENDER,SERGIU CODREANU, AND GREGORY HASTINGS!
No primeiro episódio do podcast O Prazer é Todo Meu, Marta Crawford fala sobre o que ficou por ensinar na escola: sexo, prazer, consentimento e comunicação. Ouça aqui o novo podcast do Expresso. Alguma vez se perguntou porque se sente assim, como dizer “não” ou se deve falar sobre o que o magoa? Associamos a educação sexual apenas a infeções sexualmente transmissíveis, contraceção ou ao funcionamento do corpo. Mas é muito mais do que isso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sente-se constantemente inchado, tem gases, dor de barriga, sente certos que alimentos lhe fazem mal e já fez daqueles teste de mais quatrocentos euros que lhe dizem que tem intolerância ao glúten, ao leite e a mais uma data de coisas que somam a uma lista infindável? Para descomplicar tudo isto, Margarida Graça Santos convida ao podcast a Dra. Mónica Velosa, gastroenterologista e presidente do Núcleo de Neuro Gastroenterologia da Sociedade Portuguesa de Gastroenterologia. Neste episódio, vão falar de dois temas que se ouve cada vez mais falar mas que nem sempre são bem explicados: a síndrome do intestino irritável ou a SIBO (ou sobre crescimento bacteriano no intestino delgado).See omnystudio.com/listener for privacy information.
O mês de março é dedicado à prevenção do cancro colorretal. Por isso, neste episódio de Consulta Aberta, vamos falar sobre saúde intestinal. E, em particular, sobre um tema que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, mas que ainda hoje é pouco compreendido: a doença inflamatória intestinal. O que é, afinal, esta doença? Quando me devo preocupar? Como prevenir um possível cancro colorretal? E que cuidados ter para garantir que a minha alimentação não prejudica a saúde dos meus intestinos? Para responder a todas estas questões, Margarida Graça Santos convida a médica Ana Rafael, gastroenterologista e membro da Comissão de Doença Inflamatória da Sociedade Portuguesa de Gastroenterologia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal é o segundo país com maior prevalência de doenças psiquiátricas da Europa.Quando olhamos apenas para as perturbações mentais graves, os dados da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental apontam para 4% da população afetados por patologias como a esquizofrenia e a doença bipolar.Como é viver com a psicose? Que apoios existem? Que resposta dão as instituições e as famílias?Para debater o tema, chamamos à conversa a jornalista Margarida David Cardoso, autora do retrato «Aquilo que Vi no Escuro, Histórias sobre psicose» e a psiquiatra Manuela Silva, responsável pela área de Psiquiatria Comunitária no Hospital Santa Maria, em Lisboa.O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.
Portugal é o segundo país com maior prevalência de doenças psiquiátricas da Europa. Quando olhamos apenas para as perturbações mentais graves, os Dados da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental apontam para 4% da população afetados por patologias como a esquizofrenia e a doença bipolar. Como é viver com a psicose? Que apoios têm? Que resposta dão as instituições e as famílias? As convidadas do “Da Capa à Contracapa” são a jornalista Margarida David Cardoso, autora de “Aquilo que vi no escuro - Histórias sobre psicose” e a psiquiatra Manuela Silva, responsável pela psiquiatria comunitária no Hospital Santa Maria em Lisboa.
Nesta entrevista de 26 de setembro de 2025 que é aqui republicada, António José Seguro abre-se sobre o seu percurso pessoal e profissional. Viaja pelas memórias de infância, valores familiares, experiências de juventude, envolvimento no desporto e cultura local, bem como a sua carreira política e candidatura à presidência da república. Dizia, à época, que ”queria ser um Presidente da República capaz, com a descrição que o cargo exige, de mobilizar os atores políticos para resolver problemas que não podem estar dependentes dos Governos de cada momento”. Reflete sobre a importância do diálogo, da moderação e do compromisso cívico, destacando o papel da família e dos valores éticos na sua vida. Oiça aqui a entrevistaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Cristina Gavina, presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, indica que as mortes por doenças cardiovasculares reduziram na última década. Mas população mais jovem continua a preocupar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em fevereiro deste ano, conversámos com Marco da Silva Ferreira a propósito da sua "Carcaça". Em 2023, o espetáculo valeu ao coreógrafo português o prémio de Melhor Coreografia, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores. Em fevereiro deste ano, "Carcaça" brilhou em Perth, na Austrália, e foi um sucesso.
[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 24 de novembro de 2025.] A notícia do internamento de Nuno Markl leva-nos a falar da principal causa de morte no país. Vítor Tedim Cruz, neurologista e presidente da Sociedade Portuguesa do AVC, é o convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 24 de novembro de 2025.] A notícia do internamento de Nuno Markl leva-nos a falar da principal causa de morte no país. Vítor Tedim Cruz, neurologista e presidente da Sociedade Portuguesa do AVC, é o convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 24 de novembro de 2025.] A notícia do internamento de Nuno Markl leva-nos a falar da principal causa de morte no país. Vítor Tedim Cruz, neurologista e presidente da Sociedade Portuguesa do AVC, é o convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 24 de novembro de 2025.] A notícia do internamento de Nuno Markl leva-nos a falar da principal causa de morte no país. Vítor Tedim Cruz, neurologista e presidente da Sociedade Portuguesa do AVC, é o convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A medicação é a única abordagem eficaz para as neurodivergências? No último episódio da dupla, a psiquiatra Rute Cajão e o Rui Maria Pêgo exploram terapias, tratamentos e comportamentos que, em conjunto, podem fazer a diferença na qualidade de vida dos pacientes.Com uma visão integrada, a especialista desmistifica a ideia de que «a medicação é a única solução» e sublinha a importância da psicoterapia e de terapias complementares para controlar a ansiedade causada pela PHDA. Sem esquecer o papel do sono como um importante regulador da atenção, da impulsividade e do equilíbrio emocional.Ao abordar as Perturbações do Espectro do Autismo, a dupla analisa os benefícios de várias terapias, da musicoterapia à terapia ocupacional, com resultados comprovados na promoção da comunicação, interação social e desenvolvimento cognitivo.Durante a conversa, há ainda espaço para esclarecer mitos recorrentes: 'Será que a medicação muda a personalidade'? ou 'poderão os psicofármacos deixar-nos apáticos'?Não perca este episódio do [IN]Pertinente.REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISHvolby A. «Associations of sleep disturbance with ADHD: implications for treatment.» (Atten Defic Hyperact Disord. 2015 Mar; Epub 2014 Aug)Stahl SM. «Prescriber's Guide: Stahl's Essential Psychopharmacology» (Cambridge University Press; 2024)Wenxin Sun, Mingxuan Yu, Xiaojing Zhou. «Effects of physical exercise on attention deficit and other major symptoms in children with ADHD: A meta-analysis» (Psychiatry Research, Volume 311, 2022)Zhang Z, Chang X, Zhang W, Yang S, Zhao G. «The Effect of Meditation-Based Mind-Body Interventions on Symptoms and Executive Function in People With ADHD: A Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials.» (Atten Disord. 2023 Apr)Sprich SE, Knouse LE, Cooper-Vince C, Burbridge J, Safren SA.«Description and Demonstration of CBT for ADHD in Adults.» (Cogn Behav Pract. 2012 Feb)Resources - «Intervention and Therapies» (Autism Society)BIOSRUTE CAJÃOMédica psiquiatra, é assistente hospitalar de psiquiatria na Unidade Local de Saúde Arco Ribeirinho, EPE. Cofundadora da equipa multidisciplinar e consulta de jovens adultos com patologia grave de início precoce na mesma unidade. Vice-presidente da Secção de Perturbações do Neurodesenvolvimento da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental. RUI MARIA PÊGOTem 36 anos, 17 deles passados entre a rádio, o teatro e a televisão. Licenciado em História pela Universidade Nova de Lisboa, e mestre em Fine Arts in Professional Acting pela Bristol Old Vic Theatre School. Já apresentou programas nos três canais generalistas de televisão, é autor da série satírica «Filho da Mãe» (Canal Q, 2015), e está hoje na Rádio Comercial, com o podcast «Debaixo da Língua».
Pela primeira vez, a Organização Mundial de Saúde sugere o uso de um medicamento para o tratamento da obesidade. A OMS diz que os medicamentos desenvolvidos para controlo da diabetes, mas que têm sido amplamente utilizados para a perda de peso, devem estar cada vez mais acessíveis à população em geral e pressiona os diferentes países a assumirem políticas públicas que permitam o uso generalizado destes medicamentos. Neste episódio, conversamos com João Jácome de Castro, presidente cessante da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia Diabetes e Metabolismo, endocrinologista no Hospital das Forças Armadas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A notícia do internamento de Nuno Markl leva-nos a falar da principal causa de morte no país. Vítor Tedim Cruz, neurologista e presidente da Sociedade Portuguesa do AVC, é o convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma médica foi detida por passar receitas a falsos diabéticos. Como são tratados diabetes e obesidade? Paula Freitas, presidente da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, é a convidada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma médica foi detida por passar receitas a falsos diabéticos. Como são tratados diabetes e obesidade? Paula Freitas, presidente da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, é a convidada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
"O doente tem de manter o plano de recuperação sem interrupções", diz Vítor Tedim Cruz, presidente da Sociedade Portuguesa do AVC, e alerta para o maior número de pessoas a precisar de reabilitação. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que caracteriza a Perturbação do Espectro do Autismo? E quais são as causas e os mitos associados a esta perturbação? Neste episódio, a psiquiatra Rute Cajão e Rui Maria Pêgo mergulham no universo do autismo, com a bússola da Ciência. Em Portugal, uma em cada 1000 crianças terá autismo. Sendo uma neurodivergência, esta perturbação gera-se in utero, manifesta-se na infância e é crónica. Por esse motivo, Rute Cajão destaca: o diagnóstico precoce é fundamental para reduzir obstáculos e aumentar a qualidade de vida.Ao longo da conversa, a dupla aborda os mitos e enigmas que continuam a pairar sobre esta ‘forma de ser diferente' – nas várias gradações do espectro –, e debate o olhar da sociedade perante o autismo.Como podem as famílias apoiar e ajudar quem sofre desta perturbação? Com uma forte carga genética – 80 a 90% dos casos são hereditários –, quais são os fatores de risco que podem aumentar a probabilidade de se nascer com autismo?Descubra as respostas para estas e outras questões, neste episódio do [IN]Pertinente.REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISHalpern, C, et al. «A Perturbação do Espetro do Autismo na Primeira Infância: O Modelo do Centro de Estudos do Bebé e da Criança de Avaliação Diagnóstica e Intervenção Terapêutica», Acta médica Portuguesa. Volume 34(10): páginas 657-663, 2021Xavier Ferreira e Guiomar Oliveira. «Autismo e Marcadores Precoces do Neurodesenvolvimento», Acta Médica Portuguesa. Volume 29(3): páginas 168-175, 2016.)Oliveira, Guiomar «Epidemiologia do Autismo em Portugal» (2005)Hutter, Carolyn. «Genome Wide Association Studies (GWAS)», National Human Genome Research Institute (atualizado a 30 de Setembro 2025)Lord, C., Brugha, T.S., Charman, T. et al. «Autism Spectrum Disorder. Nature Reviews. Disease Primers», 2020. Volume 6, artigo número 5Legislação Inclusividade Empresas: Lei 4/2019 de 10 de JaneiroEstatuto NEE Universidades: Despacho n.º 6255/2016, de 11 de maio, publicado no Diário da República n.º 91/2016, Série II, de 11 de maio de 2016, pp. 14812-14814.BIOSRUTE CAJÃOMédica psiquiatra, é assistente hospitalar de psiquiatria na Unidade Local de Saúde Arco Ribeirinho, EPE. Cofundadora da equipa multidisciplinar e consulta de jovens adultos com patologia grave de início precoce na mesma unidade. Vice-presidente da Secção de Perturbações do Neurodesenvolvimento da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental. RUI MARIA PÊGOTem 36 anos, 17 deles passados entre a rádio, o teatro e a televisão. Licenciado em História pela Universidade Nova de Lisboa, e mestre em Fine Arts in Professional Acting pela Bristol Old Vic Theatre School. Já apresentou programas nos três canais generalistas de televisão, é autor da série satírica «Filho da Mãe» (Canal Q, 2015), e está hoje na Rádio Comercial, com o podcast «Debaixo da Língua».
Cristina Gavina, presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, defende a reorganização do circuito do doente cardiovascular entre os centros de saúde e os hospitais. É preciso investir mais na prevenção e no diagnóstico precoce.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, a Isabel, utilizando um número da Gazeta de Física da Sociedade Portuguesa de Física, apresenta a vida de Manuel Valadares, físico português do século XX, que se doutorou em Paris sob a orientação de Marie Curie. Posteriormente, voltou a Portugal e trabalhou para desenvolver a física nuclear no país, muito atrasado pela ditadura, até à sua expulsão da universidade em 1947 por razões políticas. Regressou a Paris após convite de Irène Joliot-Curie, filha de Marie Curie, onde acabou por passar o resto da sua vida. No programa, também se fala da mulher de Valadares, Maria de Lourdes, uma mulher muito interessante, bióloga e escultora.
Sousa Tavares fala da imigração e das polémicas a envolver Ventura que acusa de fazer "um exercício de desonestidade intelectual" num país de "muitos católicos e poucos cristãos". O cronista critica os portugueses que não gostam da liberdade que não "valorizam como valor absoluto". Em análise ainda a "gestão desastrosa e a superioridade moral" de Mortágua no BE. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Será que existem cada vez mais casos de PHDA? Como é que uma pessoa com esta condição interpreta a vida? A Perturbação de Hiperatividade e/ou Défice de Atenção é diferente na infância e na idade adulta?A psiquiatra Rute Cajão e o comunicador Rui Maria Pêgo definem as fronteiras desta neurodivergência, exploram estratégias para lidar com a patologia, na idade adulta, e falam sobre a importância do acompanhamento médico para amenizar o impacto da PHDA na vida familiar, laboral e social.Nos últimos anos, fizeram-se importantes avanços no estudo da patologia. Durante décadas, acreditou-se que a PHDA era uma ‘doença pediátrica'. Só em 2013 é que a comunidade científica reconheceu a sua prevalência no adulto. A ciência também mostra que a PHDA é biológica e altamente hereditária – 70 a 80% dos casos têm origem genética.Ao longo da conversa, a especialista explica como é que, hoje em dia, se faz o diagnóstico na idade adulta, alerta para a importância do diagnóstico precoce e destaca o papel essencial da medicação e das terapias complementares. A dupla aborda ainda o impacto desta perturbação nas famílias, bem como as estratégias de inclusão nos locais de trabalho e nas relações sociais.Um episódio do [IN]Pertinente a não perder, para combater mitos e opiniões desinformadas.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISSong P, Zha M, Yang Q, Zhang Y, Li X, Rudan I; Global Health Epidemiology Reference Group (GHERG). «The prevalence of adult attention-deficit hyperactivity disorder: A global systematic review and meta-analysis». Journal of Global Health. 2021Madeira, N., França G., e Jesus G., et al. «Perturbação de Hiperatividade/Défice de Atenção no Adulto: Um Posicionamento de Peritos Portugueses sobre Diagnóstico eTratamento». Acta médica portuguesa. 38(3):187-196Lange KW, Reichl S, Lange KM, Tucha L, Tucha O. «The history of attention deficit hyperactivity disorder. Attention Deficit Hyperactivity Disorders» 2010 Dec; 2(4):241- 55Faraone, S.V., Bellgrove, M.A., Brikell, I. et al. «Attention-deficit/hyperactivity disorder». Nature Revision Disease Primers 10, 11 (2024)BIOSRUTE CAJÃOMédica psiquiatra, é assistente hospitalar de psiquiatria na Unidade Local de Saúde Arco Ribeirinho, EPE. Cofundadora da equipa multidisciplinar e consulta de jovens adultos com patologia grave de início precoce na mesma unidade. Vice-presidente da Secção de Perturbações do Neurodesenvolvimento da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental. RUI MARIA PÊGOTem 36 anos, 17 deles passados entre a rádio, o teatro e a televisão. Licenciado em História pela Universidade Nova de Lisboa, e mestre em Fine Arts in Professional Acting pela Bristol Old Vic Theatre School. Já apresentou programas nos três canais generalistas de televisão, é autor da série satírica «Filho da Mãe» (Canal Q, 2015), e está hoje na Rádio Comercial, com o podcast «Debaixo da Língua».
Joaquim Faria, Presidente da Sociedade Portuguesa de Química, explica o que são as estruturas metal-orgânicas, hoje premiadas pela Real Academia Sueca de Ciências. E destaca o trabalho de Omar Yaghi. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Todos podemos temos 'manias' e hábitos peculiares, mas quererá isso dizer que somos neurodivergentes? No primeiro de quatro episódios dedicados ao tema, a psiquiatra Rute Cajão e Rui Maria Pêgo conversam sobre as patologias do neurodesenvolvimento, desde o diagnóstico aos seus impactos.Em Portugal, mais de um quinto dos portugueses sofre de uma perturbação psiquiátrica e somos o segundo país europeu, a seguir à Irlanda do Norte, a ter mais diagnósticos de doença mental.A partir da noção de ‘neurodiversidade', a especialista Rute Cajão explica o que é a doença mental, da vertente biológica à dimensão normativa, passando pela evolução do diagnóstico e pelos tratamentos adequados a cada patologia.Em plena era digital, a conversa também alerta para os riscos do autodiagnóstico e do recurso à inteligência artificial para interpretar sintomas, destacando a importância do acompanhamento especializado em ambiente clínico.A dupla aborda ainda o impacto da perturbação mental em contexto familiar, refletindo sobre o papel da família, da escola e do mercado de trabalho na integração de quem sofre de pertubações do foro psiquiátrico.Porque é urgente combater estigmas e encarar a doença mental como um dos grandes desafios da saúde pública da atualidade, não perca este episódio do [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISSinger, Judith. 2023. «The mother of neurodiversity: how Judy Singer changed the world», The GuardianDurães, Mariana. 2025. «Eles usam o ChatGPT como psicólogo porque 'não julga' e não se cansa. Mas quais os riscos?», Público.ICD-11 for Mortality and Statistics, 2025. Secção 6 «Mental, behavioural or neurodevelopmental disorders», capítulo «Neurodevelopmental Disorders»«Perturbação Mental em Números», Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde MentalSites de centros especializados para fazer diagnóstico de perturbações do neurodesenvolvimento (adultos e crianças):CADin - neurodesenvolvimento e inclusãoAssociação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo (APPDA Lisboa)Partners in Neuroscience (PIN)BIOSRUTE CAJÃOMédica psiquiatra, é assistente hospitalar de psiquiatria na Unidade Local de Saúde Arco Ribeirinho, EPE. Cofundadora da equipa multidisciplinar e consulta de jovens adultos com patologia grave de início precoce na mesma unidade. Vice-presidente da Secção de Perturbações do Neurodesenvolvimento da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental. RUI MARIA PÊGOTem 36 anos, 17 deles passados entre a rádio, o teatro e a televisão. Licenciado em História pela Universidade Nova de Lisboa, e mestre em Fine Arts in Professional Acting pela Bristol Old Vic Theatre School. Já apresentou programas nos três canais generalistas de televisão, é autor da série satírica «Filho da Mãe» (Canal Q, 2015), e está hoje na Rádio Comercial, com o podcast «Debaixo da Língua».
A Rádio Observador celebra: o Pop Up foi eleito pela Sociedade Portuguesa de Autores o melhor programa de rádio do ano, pelo impacto e criatividade que marcam cada episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Adelina Pereira, presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina de Urgência e Emergência, explica o que leva ao agravamento da crise nas urgências. Deixa uma possível solução para o problema.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O podcast descreve o contexto histórico-social de Portugal no final do século XVIII, marcado pelo reinado de D. Maria I e a ascensão de Pina Manique, que instaurou um estado policial e controlava a circulação de ideias iluministas. É abordada a sua trajetória biográfica, desde a infância marcada por adversidades até à experiência na Índia e o regresso a Lisboa, onde se integrou no meio literário da Nova Arcádia. Os excertos detalham a evolução temática da sua poesia, do lirismo à sátira, e a influência das suas prisões no aprofundamento existencial da sua escrita, sublinhando a sua inovação formal e a aparente sinceridade poética. Por fim, destacam o legado de Bocage na literatura posterior e a construção do seu mito como figura central na transição para a modernidade cultural portuguesa.
Mais do que calor e dias longos, as férias trazem consigo tempo para parar, descansar e usufruir de momentos descontraídos, jantares com amigos, e para sair da rotina. É nesta pausa, tantas vezes aguardada durante meses, que arriscamos a dizer que estamos mais felizes, longe das urgências do dia-a-dia. E é também esta pausa que nos convida a refletir, a fazer balanços. Serão os portugueses felizes? O World Happiness Report, estudo anual que mede o índice de felicidade entre mais de 140 países no mundo, publicado pela ONU em conjunto com a Universidade de Oxford, tem valido a Portugal neste tema posições medianas. Este ano, os portugueses ocuparam o 60.º lugar no ranking de países mais felizes do mundo, tendo caído cinco lugares em relação ao ano anterior, numa tabela que a Finlândia lidera há oito anos consecutivos. Outro estudo, o Global Flourishing Study, indica que as pessoas se sentem mais felizes hoje por volta dos 50 anos. Já os jovens, pelo contrário, estão cada vez menos felizes e confiantes. Neste episódio do POD Pensar, o podcast com ideias para consumir da DECO PROteste, Aurélio Gomes mergulha no tema da felicidade em tempo de férias com as suas convidadas. Com ele estão Paula Senra, especialista em psicologia positiva e presidente da Associação de Psicologia Positiva e Florescimento Humano e Societal, e Rita Coelho do Vale, professora de Marketing na Universidade Católica e uma das autoras dos estudos sobre felicidade e bem-estar dos portugueses para o Observatório da Sociedade Portuguesa.
Alguns estudos sugerem que Lisboa é a segunda cidade europeia mais exposta ao risco sísmico, a seguir a Istambul. Uma vulnerabilidade à ameaça sísmica que levanta preocupações sérias quanto à capacidade de resposta do Estado e dos cidadãos, perante abalos de maior magnitude. Por essa razão, desde 2010 que se discute a criação de um fundo sísmico, que garanta mais proteção a todos, embora continue sem avançar. Tanto a Associação Portuguesa de Seguradores (APS) como a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) lutam pela criação de um sistema de proteção de riscos catastróficos, com cobertura de fenómenos sísmicos nos seguros multirriscos-habitação, proposta que já foi entregue ao Governo. Atualmente, apenas cerca de 20% das habitações portuguesas estão protegidas das perdas decorrentes dos abalos sísmicos, uma vez que estes são seguros de contratação facultativa e que encarecem o prémio. Também a DECO PROteste reivindica a obrigatoriedade da cobertura dos fenómenos sísmicos e a criação de um sistema de mutualização do risco, em caso de catástrofe. Será agora que irá avançar? Neste episódio do POD Pensar, o podcast de ideias para consumir da DECO PROteste, Aurélio Gomes reflete sobre o tema com os seus convidados: José Galamba de Oliveira, engenheiro mecânico e presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS); Luís Guerreiro, engenheiro civil, professor no Instituto Superior Técnico e presidente da Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica; e Sandra Justino, especialista em seguros na DECO PROteste.
“Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário” é a exposição que desfaz os mitos construidos pelos colonos para “justificar a ocupação e a exploração das terras e dos Homens de África e identificar legados que hoje permanecem no imaginário português”. Concebida e coordenada pela historiadora Isabel Castro Henriques, a exposição contribui para que seja lançado um novo olhar sobre a História, sobre o colonialismo português. “Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário” é a exposição que, em contradição com as narrativas europeias que rebaixam África, reconhece o devido poder das culturas africanas.A exposição, que vai ter uma versão itinerante, pode ser vista no Museu Nacional de Etnologia, em Lisboa, até 2 de Novembro.Link para Museu Nacional de Etnologia: https://museudeetnologia.pt/2024/10/23/exposicao-desconstruir-o-colonialismo-descolonizar-o-imaginario-o-colonialismo-portugues-em-africa-mitos-e-realidades/
Neste episódio especial, gravado ao vivo na Biblioteca Nacional, exploramos as raízes intelectuais que moldaram a Revolução de 25 de Abril de 1974. Com a moderação de Victor Pereira, o debate reúne os ilustres convidados João Leal, Jorge Pedreira, Maria de Lurdes Rosa e Miriam Halpern Pereira para discutir as influências e inovações historiográficas que desafiaram o regime ditatorial do Estado Novo. O ponto de partida é o manifesto de Ernesto Melo Antunes, lido em Cascais a 5 de março de 1974, onde se defende que a solução para o problema ultramarino é política e não militar. Esta ideia, também expressa por António de Spínola em "Portugal e o Futuro", reflete os verdadeiros interesses do povo português e os seus ideais de justiça e paz. Durante o Estado Novo, muitos cientistas sociais, tanto em Portugal como no exílio, desafiaram a visão imposta pela ditadura. Eles investigaram a história e a sociedade portuguesa, desvendando os bloqueios e desigualdades, e desconstruindo a propaganda do regime. Apesar das adversidades, as suas obras circularam amplamente, influenciando o pensamento crítico e preparando o terreno para a revolução. Neste episódio, discutimos as contribuições de António Borges Coelho, António Henrique de Oliveira Marques, Miriam Halpern Pereira e Vitorino Magalhães Godinho, e como as suas pesquisas moldaram a compreensão da história de Portugal durante um período de grandes mudanças sociais e económicas. Também exploramos a recepção dessas obras nas vésperas do 25 de Abril e o impacto duradouro que tiveram na sociedade portuguesa. Oiça aqui o debate gravado na Biblioteca Nacional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O convidado deste programa é José Moura, professor catedrático jubilado de Química na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, onde foi presidente do Departamento de Química e do Conselho Científico. Especializado em Química Bioinorgânica, tem mais de 400 artigos, em particular sobre proteínas com átomos metálicos. Ganhou o Prémio Ferreira da Silva da Sociedade Portuguesa de Química, é membro da Academia das Ciências de Lisboa e da European Academy of Sciences. Actualmente é comissário das actividades culturais para o Campus da FCT NOVA, onde tem desenvolvido uma notável actividade cultural, incluindo a curadoria de exposições de arte. Falámos de química, da cultura científica e da ciência em Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina de Urgência e Emergência, Adelina Pereira, diz que foi seguido o protocolo no caso do doente que se sentiu mal junto ao hospital de Évora.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O psicólogo Eduardo Sá acredita que a sociedade portuguesa foge às responsabilidades e que se vitimizam. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Escreveu um dos mais importantes livros de culinária em Portugal, fundou a Sociedade Portuguesa de Gastronomia, mas também teve uma longa carreira política e terá sido o responsável pela chegada de Salazar ao Governo. Conheça a história incrível de António Maria de Oliveira Bello.
Desde 2004 que, em Portugal, a obesidade é considerada uma doença crónica mas, ao contrário das restantes doenças crónicas, aos obesos não é dada a oportunidade de serem tratados com todo o armentário que o Serviço Nacional de Saúde tem ao seu dispor. Neste episódio, conversamos com o médico José Silva Nunes, presidente da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade See omnystudio.com/listener for privacy information.
José Gameiro nasceu em Lisboa, em 1949. Licenciou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina de Lisboa, com especialidade em psiquiatria, e doutorou-se em Psicologia e Saúde Mental na Universidade do Porto. É membro fundador da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. Assina, no Expresso, a crónica «Diário de um psiquiatra», onde fala sobretudo de relações e terapia de casais. É autor de vários livros sobre estes temas, o último dos quais, publicado este ano, provocadoramente chamado «Manual de Infidelidade». Foi uma grande conversa. O convidado é conversador espirituoso (como vão ver) e é talvez a pessoa em Portugal com mais experiência a lidar com casais: desde os problemas mais comuns ao que distingue os casais que funcionam bem. (Episódio apenas audio.) -> Apoie este podcast e faça parte da comunidade de mecenas do 45 Graus em: 45grauspodcast.com -> Workshops de Pensamento Crítico. _______________ Índice: (0:00) Introdução (3:57) O que ser terapeuta conjugal ensina sobre as relações. | O maior desafio no casal é lidar com as diferenças (18:18) O dinheiro e a carreira (28:24) Como funciona, na prática, a terapia de casal? Carl Whitaker. Cultura EUA vs Portugal (39:57) O terapeuta, com a experiência, constroi uma intuição sobre os casais? (44:30) Diferenças no casal e papeis de género. | Casais do mesmo sexo. | Estudo de Masters and Johnson (52:21) Infidelidade: padrões e diversidade (1:08:31) Os casais não devem dizer e discutir tudo? | A “verdadaça” (1:16:26) Lições para a vida conjugal de uma vida de terapeuta de casais (1:21:46) O mais importante numa relação é sentir-se compreendido | E o mais devastador é a crítica sistemática (1:26:32) O modelo de guarda partilhada de casais separados continua a discriminar os homens? (1:31:53) “Somos sobretudo amigos” ______________ Esta conversa foi editada por: Hugo Oliveira
Neste Momento, a Diana Cruz fala-nos de como as relações tóxicas deturpam o amor e o usam para enredar e destruir, como sair de uma relação desta natureza e como os filhos servem a causa tóxica. A Diana Cruz é «psicóloga clínica e terapeuta familiar formada pela Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar e doutorada em Psicologia Clínica da Família pela Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. Grande parte da sua atividade clínica é dirigida a adultos e famílias. Tem-se dedicado à investigação e publicação de artigos científicos em livros na área da psicologia e saúde mental.» A Diana também é autora do livro «Não é amor. É uma relação Tóxica». Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas. Se não ouviste o episódio completo, podes fazê-lo, porque este foi mesmo só um momento… #134 Diana Cruz: não é amor. é uma relação tóxica Podes ouvir o Podcast no Spotify ou noutra plataforma de distribuição de Podcasts, como a Apple Podcasts, Anchor, Amazon Music, YouTube…
Um monge, um bruxo, um curandeiro ou só um tarado? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a biografia de Grigori Rasputin. - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora Compre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"! https://www.loja.literatour.com.br/produto/pre-venda-livro-historia-em-meia-hora-grandes-civilizacoesversao-capa-dura/ Compre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão": https://amzn.to/4a4HCO8 Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/ PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre) REFERÊNCIAS USADAS: Rasputin: quem era o “monge louco” na realidade? | Russia Beyond Rasputin | Enciclopédia Britânica VALÉRIO, Maria Júlia. Rasputine — o assédio desejado. Revista Portuguesa de Psicossomática, vol. 6, núm. 1, janeiro-junho, 2004, pp. 69-73. Sociedade Portuguesa de Psicossomática. Porto, Portugal. Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=28760110. WELCH, Frances. Rasputine: uma vida curta. Tradução: Miguel Coutinho e Nanci Marcelino. Carcavelos: Estação imaginária, 2015.
Psiquiatra desde 1980, José Gameiro acaba de editar o livro: Manual de Infidelidade. É membro fundador da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. Ouve casais há décadas. Se os homens traem muito, as mulheres são mais hábeis na hora de trair, mas esta é uma conversa onde também se fala de amor.
Fernando Alvim conversa sobre obesidade com Carlos Oliveira, presidente da Associação de Doentes Obesos e Ex-Obesos de Portugal, e com o Prof. Silva Nunes, presidente da Sociedade Portuguesa da Obesidade.
É seguramente um dos talentos maiores da composição em língua portuguesa e toda ela é um caminho bonito de música e letra, a tocar e a narrar vistas bonitas.Ao EP A Pele Que Há em Mim, seguiu-se Dá, Casulo, Quarto Crescente e Vai e Vem editado em 2018. Picos e vales é o mais recente trabalho da viagem da compositora, que já escreveu para artistas como Ana Moura, António Zambujo e Sérgio Godinho, entre outros. Já conquistou o Prémio José da Ponte da Sociedade Portuguesa de Autores e celebrou a sua década de trabalho no Coliseu dos Recreios, Lisboa. Nomeada duas vezes para os Globos de Ouro, Márcia iniciou o seu percurso formando-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e relata, no seu primeiro livro, alguns dos caminhos que a levaram a ser hoje uma das artistas mais reconhecidas no panorama nacional. Tem um livro maravilhoso que guardo com carinho em minha casa e me conquistou logo pela capa chamado “As estradas são para ir”. E são tanto para ir que tenho N'A Caravana para irmos e a descobrirem, Márcia.Podem seguir a Márcia: https://www.instagram.com/marcia__ig/?hl=enProdução e Agenciamento: Draft Media https://www.draftmediaagency.comMerchandising N'A Caravana: https://loja.ritaferroalvim.com/Obrigada a todos meus patronos por me permitirem fazer o que gosto e beneficiarem e acreditarem nos meus projetos. Um agradecimento especial aos patronos Premium: Rossana Oliveira, Mónica Albuquerque, Raquel Garcia, Sofia Salgueiro, Sofia Custódio, Patrícia Francisco, Priscilla, Maria Granel, Margarida Marques, Ana Moura, Rita Teixeira, Ana Reboredo, Rita Cabral, Tânia Nunes, Rita Nobre Luz, Leila Mateus, Bernardo Alvim, Joana Gordalina Figueiredo, Mónica Albuquerque, Rita Pais, Silvia, Raquel Garcia, Mariana Neves, Madalena Beirão, Rita Dantas, Ana Rita Barreiros, Maria Castel-Branco, Filipa Côrte-Real, Margarida Miguel Gomes, Rita Mendes, Rita Fijan Fung, Luísa Serpa Pimentel, Rita P, Mónica Canhoto, Daniela Teixeira, Maria Gaia, Sara Fraga, Cláudia Fonseca, Olga Sakellarides, Rafaela Matos, Ana Ramos, Isabel Duarte, Joana Sotelino, Ana Telles da Silva, Carolina Tomé, Patrícia Dias, Raquel Pirraca, Luisa Almeida, Filipa Roldão, Inês Cancela, Carina Oliveira, Maria Correia de Sá.
A minha convidada de hoje é a Diana Cruz. A Diana Cruz é «psicóloga clínica e terapeuta familiar formada pela Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar e doutorada em Psicologia Clínica da Família pela Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. Grande parte da sua atividade clínica é dirigida a adultos e famílias. Tem-se dedicado à investigação e publicação de artigos científicos em livros na área da psicologia e saúde mental.» A Diana também é autora do livro «Não é amor. É uma relação tóxica». Um livro que recomendo vivamente, já que não só apresenta de forma clara e interessante o que é e como funciona uma relação tóxica, como também partilha um plano para acabar com a toxicidade emocional nas nossas vidas. «O amor não deve doer.» Não deve fazer-nos sentir esgotadas, em constante estado de alerta, confusas e culpadas… Conteúdos abordados: · a vítima e a vitimização; . a esperança e o optimismo vs o positivismo tóxico; · quem se questiona se estará numa relação tóxica, é porque está; · do conto de fadas ao inferno; . o afastamento da rede de suporte; . definição de relações tóxicas; · a separação e o divórcio; . as relações “satélites”, as seduções e as ameaças; · relações de coparentalidade com um pai/mãe tóxico/tóxica; . há saída. Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas. O episódio está disponível no Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts... e nas outras plataformas de distribuição de Podcasts habituais. Também podes ver o vídeo do episódio no Spotify ou no nosso canal do Youtube https://youtu.be/-CxbmWiG7Rk Podes adquirir o livro “Não é amor. É uma relação tóxica” em qualquer livraria física ou online e seguir a Diana Cruz nas Redes Sociais @diana_cruz_psi Para saberes mais sobre nós: > na página https://www.gp3sdivorcioconsciente.com/ > nas redes sociais @gp3s.divorcioconsciente; e > no Youtube https://www.youtube.com/@gp3s.divorcioconsciente382 Podes adquirir o nosso livro através do nosso site https://www.gp3sdivorcioconsciente.com/livro directamente da editora ou qualquer outra livraria física ou online
Nasceu no Porto. É cantor, letrista, compositor, produtor, editor, administrador, mentor de projetos musicais e descobridor de talentos. É autor de êxitos que todos trauteamos, tem 6 pseudónimos e responsável pelo sucesso de artistas de várias gerações, com mais de 500 canções escritas.Foi executivo das editoras Universal Music Portugal e BMG. No momento , é director e vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Autores.Forma o seu primeiro grupo aos quatorze anos.Começou pelo piano, passou para a viola e de lá até cá passaram 71 anos de vida e de histórias com muitos sucessos e calculo também de alguns insucessos .Não é amanhã de manhã, é já hoje que abri a porta a este mito porque bonito bonito é eu ter N'a Caravana Tóze Brito. Podem seguir o ToZé Brito: https://www.instagram.com/tozebritooficial/Produção e Agenciamento: Draft Media https://www.draftmediaagency.comMerchandising N'A Caravana: https://loja.ritaferroalvim.com/Obrigada a todos meus patronos por me permitirem fazer o que gosto e beneficiarem e acreditarem nos meus projetos. Um agradecimento especial aos patronos Premium: Rossana Oliveira, Mónica Albuquerque, Raquel Garcia, Sofia Salgueiro, Sofia Custódio, Patrícia Francisco, Priscilla, Maria Granel, Margarida Marques, Ana Moura, Rita Teixeira, Ana Reboredo, Rita Cabral, Tânia Nunes, Rita Nobre Luz, Leila Mateus, Bernardo Alvim, Joana Gordalina Figueiredo, Mónica Albuquerque, Rita Pais, Silvia, Raquel Garcia, Mariana Neves, Madalena Beirão, Rita Dantas, Ana Rita Barreiros, Maria Castel-Branco, Filipa Côrte-Real, Margarida Miguel Gomes, Rita Mendes, Rita Fijan Fung, Luísa Serpa Pimentel, Rita P, Mónica Canhoto, Daniela Teixeira, Maria Gaia, Sara Fraga, Cláudia Fonseca, Olga Sakellarides, Rafaela Matos, Ana Ramos, Isabel Duarte, Joana Sotelino, Ana Telles da Silva, Carolina Tomé, Patrícia Dias, Raquel Pirraca, Luisa Almeida, Filipa Roldão, Inês Cancela, Carina Oliveira, Maria Correia de Sá.
Deputada do PS Isabel Moreira diz que limitações seriam "atentado à liberdade". António Morais, presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, lembra que medidas são de restrição e não proibição.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luísa Lopes é neurocientista e dedica-se ao estudo dos mecanismos que causam o envelhecimento cognitivo precoce, em particular ao nível da memória. A convidada é actualmente coordenadora do grupo de investigação em “neurobiologia do envelhecimento e doença” no Instituto de Medicina Molecular e Professora Convidada na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. -> Apoie este projecto e faça parte da comunidade de mecenas do 45 Graus em: 45graus.parafuso.net/apoiar _______________ Índice da conversa: (5:59) Como o nosso cérebro envelhece — e porque não acontece igual em toda a gente. | Mais educação = envelhecimento mais lento | Ressonância magnética funcional | Blue zones | A importância do sono. Estatísticas de sono em Portugal. As crianças. | Diminuição da incidência da demência nas últimas décadas. (23:29) Relação com o envelhecimento sistémico do corpo. | O papel da oxidação. | Organóides (39:09) Por onde começa o envelhecimento: neurónios vs sinapses | O hipocampo e o estranho caso dos soldados da guerra do Iraque (49:07) O que distingue o envelhecimento normal do patológico (neurodegenerativo)? E porque afecta sobretudo o hipocampo? | Parkinson vs Alzeimer (57:52) Tratamentos para doenças neurodegenerativas | Causas últimas: danos no genoma; perda de irrigação sanguínea (1:06:55) Tratamentos de ponta: transfusão de sangue de indivíduos novos (paper). | Patient H.M. (1:15:19) Os benefícios da cafeína. Estudo citado (estudo, notícia) (1:20:04) Livro recomendado: O Homem que Confundiu a Mulher com um Chapéu, de Oliver Sacks _______________ Todos sabemos que, infelizmente, com a idade vamos perdendo gradualmente capacidade cognitiva, desde a memória à capacidade de aprender coisas novas. Mas a experiência diz-nos também que existe muita variabilidade entre as pessoas: há quem numa idade avançada se mantenha grande acuidade intelectual, e continue inclusive a trabalhar, mesmo em trabalhos criativos e desafiantes. E, no sentido contrário, há pessoas em que o envelhecimento cognitivo é acelerado e surge prematuramente, por norma associado a doenças neurodegenerativas. Por isso, é provável que todos nós em algum momento nos tenhamos perguntado: porque é que o nosso cérebro envelhece? É simplesmente uma consequência do envelhecimento geral do corpo? E, já agora, será possível evitar sermos assolados por doenças de envelhecimento cognitivo prematuro e, além disso, abrandar o mais possível o envelhecimento natural? Foram estas e outras perguntas que fiz à convidada deste episódio, a neurocientista Luísa Lopes. Começámos por falar sobre o que acontece exactamente no nosso corpo (e no cérebro em particular) que causa a diminuição de funções cognitivas. Falámos dos neurónios (as células fundamentais do cérebro, de dendrites (o imenso conjunto de ramos que liga um neurónio a outros neurónios) e de sinapses (a ponta desses ramos, onde ocorre a transferência de informação para o outro neurónio). Falámos também sobre que hábitos devemos ter para retardar esse processo, como dormir bem, fazer exercício, comer bem, manter a mente activa e -- o que pode ser menos óbvio -- socializar. Discutimos também o que distingue as doenças neurodegenerativas do envelhecimento normal, e os tratamentos que existem para elas -- bem como das suas limitações. Mas dormir bem, comer bem, fazer exercício não só dá trabalho como apenas serve para adiar o problema; o que gostaríamos todos era de poder reverter o envelhecimento. Por isso, no final, falámos também de alguns tratamentos revolucionários (mas também ainda pouco certos e com algumas barreiras éticas, como normalmente acontece); por exemplo, experiências recentes feitas com ratos em que se fez a transfusão de sangue de um animal novo num velho, conseguindo com isso reverter o envelhecimento cognitivo. Foi uma conversa bem interessante. _______________ Obrigado aos mecenas do podcast: Julie Piccini, Ana Raquel Guimarães Galaró family, José Luís Malaquias, Francisco Hermenegildo, Nuno Costa, Abílio Silva, Salvador Cunha, Bruno Heleno, António llms, Helena Monteiro, BFDC, Pedro Lima Ferreira, Miguel van Uden, João Ribeiro, Nuno e Ana, João Baltazar, Miguel Marques, Corto Lemos, Carlos Martins, Tiago Leite Tomás Costa, Rita Sá Marques, Geoffrey Marcelino, Luis, Maria Pimentel, Rui Amorim, RB, Pedro Frois Costa, Gabriel Sousa, Mário Lourenço, Filipe Bento Caires, Diogo Sampaio Viana, Tiago Taveira, Ricardo Leitão, Pedro B. Ribeiro, João Teixeira, Miguel Bastos, Isabel Moital, Arune Bhuralal, Isabel Oliveira, Ana Teresa Mota, Luís Costa, Francisco Fonseca, João Nelas, Tiago Queiroz, António Padilha, Rita Mateus, Daniel Correia, João Saro João Pereira Amorim, Sérgio Nunes, Telmo Gomes, André Morais, Antonio Loureiro, Beatriz Bagulho, Tiago Stock, Joaquim Manuel Jorge Borges, Gabriel Candal, Joaquim Ribeiro, Fábio Monteiro, João Barbosa, Tiago M Machado, Rita Sousa Pereira, Henrique Pedro, Cloé Leal de Magalhães, Francisco Moura, Rui Antunes7, Joel, Pedro L, João Diamantino, Nuno Lages, João Farinha, Henrique Vieira, André Abrantes, Hélder Moreira, José Losa, João Ferreira, Rui Vilao, Jorge Amorim, João Pereira, Goncalo Murteira Machado Monteiro, Luis Miguel da Silva Barbosa, Bruno Lamas, Carlos Silveira, Maria Francisca Couto, Alexandre Freitas, Afonso Martins, José Proença, Jose Pedroso, Telmo , Francisco Vasconcelos, Duarte , Luis Marques, Joana Margarida Alves Martins, Tiago Parente, Ana Moreira, António Queimadela, David Gil, Daniel Pais, Miguel Jacinto, Luís Santos, Bernardo Pimentel, Gonçalo de Paiva e Pona , Tiago Pedroso, Gonçalo Castro, Inês Inocêncio, Hugo Ramos, Pedro Bravo, António Mendes Silva, paulo matos, Luís Brandão, Tomás Saraiva, Ana Vitória Soares, Mestre88 , Nuno Malvar, Ana Rita Laureano, Manuel Botelho da Silva, Pedro Brito, Wedge, Bruno Amorim Inácio, Manuel Martins, Ana Sousa Amorim, Robertt, Miguel Palhas, Maria Oliveira, Cheila Bhuralal, Filipe Melo, Gil Batista Marinho, Cesar Correia, Salomé Afonso, Diogo Silva, Patrícia Esquível , Inês Patrão, Daniel Almeida, Paulo Ferreira, Macaco Quitado, Pedro Correia, Francisco Santos, Antonio Albuquerque, Renato Mendes, João Barbosa, Margarida Gonçalves, Andrea Grosso, João Pinho , João Crispim, Francisco Aguiar , João Diogo, João Diogo Silva, José Oliveira Pratas, João Moreira, Vasco Lima, Tomás Félix, Pedro Rebelo, Nuno Gonçalves, Pedro , Marta Baptista Coelho, Mariana Barosa, Francisco Arantes, João Raimundo, Mafalda Pratas, Tiago Pires, Luis Quelhas Valente, Vasco Sá Pinto, Jorge Soares, Pedro Miguel Pereira Vieira, Pedro F. Finisterra, Ricardo Santos _______________ Esta conversa foi editada por: Hugo Oliveira _______________ Bio: Luísa Lopes é neurocientista, coordenadora de um grupo de investigação no Instituto de Medicina Molecular e Professora Convidada na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Estudou na Escola Secundária do Bombarral, licenciou-se em Bioquímica na Faculdade de Ciências de Lisboa e mais tarde doutorou-se em Neurociências na Faculdade de Medicina da mesma Universidade. Trabalhou em Cambridge, no Reino Unido, em Estocolmo, na Suécia e em Lausanne, Suiça, antes de regressar a Lisboa, onde a partir de 2008 estabeleceu a sua própria equipa de investigação, tendo em 2013 e 2018 obtido posições de Investigador da Fundação para Ciência e Tecnologia. O seu trabalho centra-se nos mecanismos que causam o envelhecimento precoce das funções associadas à memoria, e o desenvolvimento de modelos animais de envelhecimento para estudar o défice cognitivo e neurodegeneração. Tem múltiplos artigos e capítulos de livros publicados em revistas científicas internacionais, incluindo revistas de referência na área, tal como Nature Neuroscience, Science Immunology ou Molecular Psychiatry e doutorou 8 estudantes na sua equipa. Em 2010, Luísa recebeu um prémio da Dana Alliance for Brain pelas actividades de divulgação científica enquanto coordenadora das actividades da Semana do Cérebro em Lisboa. Pertence a várias sociedades científicas portuguesas e internacionais, destacando-se ter sido membro da Direcção da Sociedade Portuguesa de Neurociências entre 2008 e 2011. É membro Conselho Científico da Faculdade de Medicina e da equipa de cordenação do Mestrado em Investigação Biomédica. Em 2017 recebeu uma menção honrosa da Universidade de Lisboa pelo seu currículo científico na área de Biomedicina, em 2018 o Prémio Mantero Belard – Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, em 2020 o prémio Pfizer em Investigação Biomédica, e em 2022 o Prémio Interstellar Initiative para “Healthy Aging and Longevity” da Academia de Ciências de Nova Iorque. Em 2021 recebeu o seu grau de Agregação na Faculdade de Medicina de Lisboa.