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Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Reportagem: Débora Infante, Raquel Bernardo, Maria Quadrada e Lúcia Palhoco.Edição: Débora Infante.Tema Central: - Saúde mental nos jovens estudantes.Notícias do mês: - Duas crianças encontradas sozinhas em Setúbal;- Novo surto de Ébola que provocou 177 mortes;- Visita de Donald Trump a Pequim;- Convocatória para o Mundial de 2026.Sonoplastia: Miguel Martins e Beatriz Correia.Design: Maria Almeida.
Portugal está pela quarta vez no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Um destaque que lhe é merecido por ser considerado um país que faz pontes das mais diversas entre números ‘tabuleiros' diplomáticos.Um tema tão abrangente, que acabou resultando numa conversa sobre o… campeonato do mundo de futebol.Na frente diplomática, destaque também para a visita do presidente chinês, Xi Jinping, à Coreia do Norte, o único país do mundo com que Pequim mantém um acordo de defesa.Na defesa mas não muito está o Irão, novamente acossado pelos Estados Unidos, com o alto patrocínio de Telavive – não vão os Estados Unidos esquecer-se de bombardear Teerão.
Este episódio do Podcast 15 Minutos analisa a recente atualização do Departamento de Guerra dos Estados Unidos que incluiu gigantes chinesas como Alibaba, Baidu e a fabricante de carros elétricos BYD em uma lista de corporações que colaboram com o complexo militar de Pequim.
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A Geedge Netwoks está a tentar desenvolver uma tecnologia baseada em Inteligência Artificial que permita prever quem se vai tornar um dissidente, no futuro. Esta empresa chinesa, que trabalha para o governo de Pequim, inspira-se em ficção cientifica distópica, como no filme Minority Report em que era possível prever os crimes que iam acontecer e prender os criminosos antes que o crime acontecesse. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Existe um tipo de elogio que devia acender o sinal amarelo de quem o recebe. O Brasil acaba de ganhar um desses. Em abril, segundo o levantamento do PRC Leader sobre a estratégia chinesa para o sul global, o país virou o segundo maior fornecedor de petróleo da China. Não por mérito comercial nosso. Foi porque o Estreito de Ormuz estava bloqueado, o Golfo travado, e Pequim precisava de barril rápido vindo de um lugar que não dependesse do humor de Washington, nem de Moscou. Thiago de Aragão, analista político Some a soja a isso. Desde que a China reativou o boicote aos grãos americanos, ela realocou pedidos para o Brasil e para o resto da América Latina e fez o trabalho burocrático fino de garantir que nossos exportadores cumprissem as exigências fitossanitárias para vender em escala. O resultado é um Brasil que, em 2026, acumulou duas funções ao mesmo tempo: o posto de gasolina e o celeiro de emergência da segunda maior economia do planeta. Para o investidor, o número de curto prazo seduz. A demanda chinesa firme sustenta o preço das commodities, o superávit comercial e o fluxo que mantém o real ancorado. Petrobras, as graníferas, o agronegócio do Centro-Oeste, todos colhem o prêmio de serem o fornecedor que apareceu quando o resto do mundo fechou a porta. O problema mora numa palavra: reposição A China não comprou petróleo brasileiro em abril porque escolheu o Brasil como parceiro estratégico de longo prazo. Comprou porque o fornecedor preferido estava indisponível. Reposição é o que se usa enquanto a peça original não chega. No dia em que Ormuz reabrir, e Ormuz sempre reabre, a pergunta é se o barril brasileiro continua na cesta de compras de Pequim no mesmo volume ou se volta a ser a segunda opção que era antes da crise. A Venezuela já viveu esse filme, e convém olhar para o final dele. Durante a Segunda Guerra, Caracas se tornou o grande supridor de petróleo dos Aliados, a ponto de expandir a produção em 42% só entre 1943 e 1944 para cobrir o que a guerra exigia. Parecia consagração. Durou enquanto durou a escassez alheia. Quando o petróleo do Oriente Médio entrou no mercado em peso na metade dos anos 1950 e os Estados Unidos impuseram cotas de importação, a Venezuela viu o preço desabar e descobriu que tinha construído um país inteiro sobre uma demanda que era circunstancial. A resposta veio em 1960, quando Juan Pablo Pérez Alfonzo ajudou a fundar a Opep justamente para não depender mais da bondade de comprador nenhum. O fornecedor de emergência tem poder de barganha exatamente enquanto dura a emergência. Depois, ele negocia do chão. Aqui está o ponto que Brasília celebra e não examina. Ser indispensável numa emergência alheia não é a mesma coisa que ser estratégico. O fornecedor de ocasião manda no preço enquanto o fogo está aceso. Apagado o fogo, sobra a capacidade que ele instalou, a logística que ele montou e a dependência fiscal que ele criou em cima de um pedido que nunca foi para ficar. E a dependência é a parte que ninguém quer discutir. Quanto mais o orçamento da Petrobras, a balança comercial e a arrecadação passam a contar com o comprador chinês, menos margem o Brasil tem para dizer não a Pequim em qualquer outra mesa, seja 5G, seja porto, seja a próxima licitação de metrô que uma estatal chinesa vai ganhar, como ganhou a Linha 1 de Bogotá. O comprador que te salva numa crise é o mesmo que apresenta a fatura política depois. Repare no padrão, porque a estatal chinesa não improvisa. Ela compra petróleo quando precisa de petróleo, compra soja quando precisa contornar Washington e financia infraestrutura quando precisa de presença. Cada movimento chega ao lado brasileiro com cara de oportunidade isolada. Vistos juntos, formam uma arquitetura de dependência que o Brasil ajuda a erguer, um contrato de cada vez. O governo Lula trata a aproximação com a China como contrapeso aos Estados Unidos, e há lógica nisso enquanto Trump mantém a tarifa de 40% e a investigação da Seção 301 sobre a mesa. Mas contrapeso pressupõe que você consiga equilibrar os dois lados. Quem vira peça de reposição de um deles perde exatamente o equilíbrio que dizia procurar. Fica então a pergunta para quem olha o Brasil de fora com o cheque na mão. Você está comprando um país que diversificou seus compradores ou um país que está trocando uma dependência por outra e chamando isso de soberania? A China sabe a diferença. Falta saber se Brasília também sabe.
Neste episódio do CNA News, você acompanha os principais destaques da elite masculina e feminina que vai disputar a Maratona de Porto Alegre neste domingo, com direito a um bônus de R$ 100 mil para quem quebrar o recorde histórico em solo brasileiro. Além disso, o programa traz os novos e rigorosos índices de qualificação para o Mundial de Atletismo de Pequim, as restrições inéditas para corridas de rua em Caruaru e a nova exigência de laudo médico para atletas em João Pessoa.Tópicos abordados:- Elite e bônus de R$ 100 mil na Maratona de Porto Alegre.- Novos índices rígidos para o Mundial de Atletismo de Pequim.- Caruaru limita o número de corridas de rua e treinos por mês.- João Pessoa passa a exigir laudo médico para maratonas e meias.- Leitura de comentários e interações da comunidade.Nossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Neste episódio do Kafé com Kinea, Maurício Santoro analisa a ascensão da China e seus impactos estratégicos para o Brasil e o cenário global. O episódio explora a expansão histórica das relações comerciais entre os dois países, os desafios da dependência brasileira de commodities e o avanço da influência chinesa em setores como infraestrutura, energia e tecnologia. A conversa também aborda as diferenças culturais e os modelos de desenvolvimento de China e Brasil, além dos desafios diplomáticos diante das tensões entre Pequim e Washington em um mundo cada vez mais multipolar.Por Ruy Alves, Sócio e Gestor de Investimentos.
Jorge Rodrigues considera que Pequim aproveita a distração dos EUA para se consolidar como uma potência mediadora. Ainda sublinha que a ameaça nuclear de Putin atingiu o nível seis numa escala de noveSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Trump e Putin passaram por Pequim com poucos dias de intervalo. A investigadora Cátia Miriam Costa explica o que esta coreografia diz sobre o lugar que a China quer ocupar na nova ordem internacional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os velhos amigos Xi e Putin voltaram a encontrar-se em Pequim. A flotilha para Gaza e as eleições em Israel. Instabilidade na Bolívia. Cuba na mira de Trump. Edição de Mário Rui Cardoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares comenta a atualidade, com destaque para a política externa e as visitas de Trump e Putin à China. Entende que o Presidente dos EUA foi humilhado por Xi Jinping e que os chefes de Estado de Moscovo e Washington foram a Pequim numa "posição de inferioridade". Sobre a polémica da autorização portuguesa nas Lajes, acha que o Governo "se saiu muito mal" depois das palavras de Rubio. Falamos ainda do futuro e da possibilidade de não se cometerem erros do passado (com criticas a Cavaco Silva). O cronista do Expresso defende que se aposte nos jovens em vez de aumentar as pensões dos "velhos" (e não idosos - palavra que "cheira a doença"). Na discussão sobre o pacote laboral sobram criticas para os sindicatos, o Governo (que omitiu o tema no programa eleitoral), o PS ( falta uma "posição clara" a Carneiro) e o Presidente ("falou antes de tempo, quando disse que não aceitaria uma reforma sem o ok da UGT"). See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de Donald Trump, Vladimir Putin. O episódio desta semana do podcast Diplomatas olhou para o que saiu da visita da semana passada do Presidente dos Estados Unidos a Pequim e para mais uma viagem do chefe de Estado da Rússia à capital da República Popular da China, na quarta-feira. Carlos Gaspar e Luís Tomé analisaram os objectivos estratégicos dos líderes políticos das três potências e reflectiram sobre os avisos de Xi Jinping a Trump sobre Taiwan, território autónomo que o Governo chinês reivindica como parte integrante do país. O investigador e o professor e director do Departamento de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa, convidado desta semana do Diplomatas, discutiram ainda o mais recente capítulo sobre a utilização da base das Lajes pelos EUA durante os ataques contra o Irão. Marco Rubio, secretário de Estado norte-americano, diz que o Governo português autorizou o uso da base militar nos Açores antes ainda de ter sido informado do assunto e os ministros Paulo Rangel e Nuno Melo defendem a posição de Portugal. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Coronel José do Carmo afirma que a China não é neutral e admite que Pequim usa o cinismo para se vender como pacificadora enquanto alimenta a máquina de guerra russa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No 3 em 1 desta quarta-feira (20), o destaque foi o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) que iniciou hoje uma série de reuniões com grandes empresários e lideranças do setor produtivo em São Paulo. O objetivo é explicar sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro e evitar uma debandada de apoiadores financeiros após a queda nas pesquisas. A empresária Roberta Luchsinger prestou depoimento à Polícia Federal nesta quarta-feira (20/05) e negou qualquer repasse de valores a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Investigada por supostas irregularidades em contratos de tecnologia no INSS, ela afirmou que as citações ao filho do presidente são fruto de "exploração política" para desestabilizar o governo Lula (PT-SP). A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro chamou o ministro do STF, Alexandre de Moraes, de "irmão em Cristo" após o magistrado autorizar a ida de Jair Bolsonaro ao cabeleireiro. Ao ser questionada sobre os áudios de Flávio Bolsonaro e o Caso Master, Michelle preferiu o silêncio, aumentando os rumores de um racha familiar. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), faltou nesta quarta-feira (20) ao evento de 100 dias do pacto contra a violência feminina no Palácio do Planalto. A ausência, justificada por "compromissos marcados", ocorre em meio à crise pela rejeição de Jorge Messias ao STF. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou hoje (20) que os EUA estão nos "estágios finais" de negociação com o Irã. Trump alertou que, caso um acordo não seja selado rapidamente para encerrar o conflito e garantir a desnuclearização, Washington tomará "medidas um pouco desagradáveis". Em encontro oficial em Pequim nesta quarta-feira (20/05), Vladimir Putin e Xi Jinping assinaram mais de 20 acordos bilaterais e divulgaram um manifesto conjunto contra o “Domo de Ouro”, projeto de defesa antimísseis de Donald Trump. O advogado de defesa de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, anunciou que deixou o caso em meio às negociações de um acordo de delação premiada no Caso Master. Em uma votação relâmpago e sem alarde, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que limita punições financeiras e flexibiliza regras de prestação de contas de partidos. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, saiu publicamente em defesa de Flávio Bolsonaro após o senador oscilar negativamente nas pesquisas devido ao Caso Master. O Congresso Nacional prepara para amanhã (21/05) a derrubada de um veto estratégico do presidente Lula (PT-SP) na LDO de 2026. A manobra visa liberar a doação de bens, dinheiro e benefícios durante o período eleitoral. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (20): A campanha de Flávio Bolsonaro acionou o Tribunal Superior Eleitoral contra pesquisa da AtlasIntel que apontou queda nas intenções de voto do senador para 2026. A defesa pede suspensão da divulgação, esclarecimentos sobre a metodologia e multa ao instituto. O PL também quer barrar perguntas ligadas ao Banco Master e ao banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo os advogados, o questionário teria induzido percepção negativa sobre o candidato. A divulgação do parecer da PEC que prevê o fim da escala 6x1 foi adiada para a próxima segunda-feira (25). O principal impasse envolve o prazo de transição para reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas. Enquanto o governo de Luiz Inácio Lula da Silva defende implementação mais rápida, parlamentares do Centrão querem prazo maior para adaptação das empresas. O debate envolve negociações entre o Planalto, Hugo Motta e o relator Leo Prates. A China confirmou que trabalhará com os Estados Unidos para reduzir tarifas comerciais entre os dois países. O anúncio ocorreu após a visita de Donald Trump a Pequim. Segundo o Ministério do Comércio chinês, foi criado um conselho comercial para discutir um acordo-quadro de redução recíproca de tarifas. A medida busca diminuir as tensões da guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo. A Polícia Federal concluiu que Rodrigo Bacellar exercia influência sobre decisões estratégicas do governo do Rio de Janeiro. A investigação faz parte da Operação Unha e Carne, que apura suspeitas de corrupção e loteamento político. Um dos desdobramentos levou à prisão do deputado Thiago Rangel. Segundo a PF, um vídeo encontrado mostra uma mala com R$ 500 mil em dinheiro vivo. Empresários da Faria Lima acompanham com cautela a crise envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. Integrantes do mercado financeiro avaliam que o desgaste pode crescer caso surjam novos fatos relacionados ao caso. Nos bastidores, alguns investidores passaram a considerar nomes como Ronaldo Caiado e Romeu Zema como alternativas para 2026. O cenário também pode beneficiar Luiz Inácio Lula da Silva na corrida pela reeleição. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pode voltar a atacar o Irã caso as negociações não avancem. Durante conversa com jornalistas na Casa Branca, Trump declarou esperar evitar um novo conflito, mas admitiu a possibilidade de um “grande golpe” contra Teerã. O republicano também revelou ter cancelado uma ofensiva militar após pedidos de países árabes. A tensão segue elevada no Oriente Médio. O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Edinho Silva, confirmou que Rodrigo Pacheco não disputará o governo de Minas Gerais em 2026. A decisão encerra as tentativas do partido de construir uma aliança em torno do senador. Segundo Edinho, o PT buscará outras lideranças para fortalecer o palanque de Lula no estado. Minas Gerais é considerado estratégico por ser o segundo maior colégio eleitoral do país. A aprovação de Donald Trump caiu para 35%, segundo pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nesta semana. O índice representa queda em relação ao levantamento anterior e se aproxima do pior nível registrado desde o início do atual mandato. O estudo aponta redução do apoio inclusive entre eleitores republicanos. A queda ocorre em meio às tensões internacionais e ao cenário político interno dos Estados Unidos. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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A histórica visita de Trump a Pequim já passou à história, agora as imagens que percorrem o mundo são de Putin na capital chinesa para se encontrar com Xi Jinping. A diplomacia da China mostra o seu poder ao mundo e assume uma centralidade que beneficia do facto da diplomacia norte-americana ser hostil até com a maioria dos seus aliados. Neste episódio conversamos com o jornalista Hélder Gomes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Flávio Bolsonaro admitiu que visitou Daniel Vorcaro no fim do ano passado. O dono do Master cumpria medidas restritivas e usava tornozeleira eletrônica. O senador afirmou que fez uma reunião para tratar do filme sobre Jair Bolsonaro. Em mensagem de áudio enviada a Vorcaro, o deputado do PL Mário Frias agradeceu apoio financeiro ao filme sobre o ex-presidente. Conselhos de Justiça e do Ministério Público identificaram quase 700 penduricalhos retroativos. A Organização Mundial da Saúde discute vacinas experimentais contra o surto de ebola, no Congo. Depois de Donald Trump, o presidente da China recebeu Vladimir Putin, em Pequim.
Trump desembarca em Pequim nesta semana para a cúpula mais importante do seu segundo mandato. Do outro lado da mesa, Xi Jinping — que na semana anterior recebeu o chanceler do Irã e, dias depois, deve receber Vladimir Putin. A China se posiciona, literalmente, no centro do tabuleiro.Neste vídeo, eu analiso tudo o que está em jogo no encontro entre os líderes das duas maiores potências do planeta: o impasse no Estreito de Ormuz e a pressão americana para a China entrar numa operação internacional de reabertura; a guerra comercial que já viu tarifas chegarem a 145%; a questão de Taiwan, que Trump colocou na mesa ao dizer que pretende discutir vendas de armas à ilha; a disputa por terras raras e semicondutores; e um tema que pode surpreender — a cooperação em segurança de inteligência artificial, com os dois lados sinalizando disposição para discutir os riscos da tecnologia que ambos lideram e que nenhum dos dois quer ver fora de controle.Xi chega confiante, projetando a China como alternativa estável à volatilidade americana. O que sai dessa reunião pode definir os rumos da geopolítica global pelos próximos anos.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (16): O mercado financeiro encerrou mais uma semana em forte instabilidade, impactado por tensões internacionais e ruídos políticos no Brasil. A falta de acordo entre Estados Unidos e Irã elevou os preços do petróleo e gerou temores inflacionários globais, enquanto o cenário doméstico foi sacudido pela repercussão de conversas entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro. Como resultado, o dólar disparou para a maior cotação em um mês, superando os R$ 5,06, e a Bolsa de Valores registrou nova queda relevante. Os Estados Unidos intensificaram significativamente as operações de espionagem aérea nas proximidades de Cuba, realizando pelo menos 25 missões com aeronaves de inteligência e drones de alta altitude desde o início do ano. A movimentação militar ocorre em meio a uma grave crise energética e de combustíveis na ilha caribenha. Especialistas apontam que o caráter público e incomum das missões funciona como uma demonstração de força e uma clara mensagem de intimidação de Washington a Havana. O presidente Lula defendeu a proibição do uso de Inteligência Artificial nas eleições de 2026, classificando a medida como uma "questão de caráter". No entanto, os comentaristas Acacio Miranda e Thulio Nassa alertam que uma restrição total pode abrir precedentes para a censura prévia no debate político. Enquanto o TSE tenta impor limites às deep fakes, o uso da tecnologia por partidos e governistas escancara a complexidade de se regulamentar a inovação no país. O Supremo Tribunal Federal (STF) validou a lei que assegura a igualdade salarial entre homens e mulheres no Brasil, exigindo que empresas com mais de 100 funcionários publiquem relatórios de transparência. A medida visa combater a disparidade de gênero no setor privado, onde mulheres ainda ganham, em média, 21% menos que os homens exercendo as mesmas funções. Em entrevista ao programa Jornal da Manhã deste sábado (16), o advogado Jackson Passos explica que a nova legislação endurece as penalidades, prevendo indenizações por danos morais para além do pagamento das diferenças salariais. O presidente dos EUA, Donald Trump, indicou Kevin Warsh como substituto de Jerome Powell no comando do Federal Reserve. O economista e jurista, de linha liberal, assume em meio a questionamentos da imprensa norte-americana sobre o risco de interferência política na instituição. Especialistas debatem os impactos dessa transição para o cenário global e traçam um paralelo com a autonomia do Banco Central no Brasil, alertando sobre as consequências do populismo nas decisões econômicas. A Polícia Federal prendeu Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro (proprietário do Banco Master), em uma nova fase da Operação Compliance Zero. A investigação aponta que Henrique atuava como o financiador do grupo criminoso "A Turma", envolvido em fraudes financeiras de grande escala. O desdobramento da operação revela ainda o suposto envolvimento de cinco agentes da PF, que teriam recebido propina e ameaçado desafetos do esquema. O programa Jornal da Manhã deste sábado (16) conversou com o advogado criminalista Felipe Carrijo para entender o tema. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encerrou a sua visita oficial à China sem alcançar grandes acordos em temas sensíveis, evidenciando impasses em áreas como inteligência artificial, defesa e na questão de Taiwan. O encontro com o líder chinês, Xi Jinping, ocorre em um momento de forte pressão interna sobre o governo norte-americano devido aos impactos inflacionários da guerra contra o Irã. Enquanto Washington tenta redefinir a sua política bilateral para reduzir os prejuízos das empresas, Pequim consolida a sua relevância geopolítica global e já se prepara para receber o presidente russo, Vladimir Putin. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A Polícia Federal investiga Cláudio Castro por suspeita de fraude no setor de combustíveis e afirmou que o ex-governador do Rio usou a máquina do Estado para facilitar crimes da refinaria Refit. O ministro Alexandre de Moraes decretou a prisão do controlador do grupo, Ricardo Magro. O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro admitiu que assinou documento como produtor-executivo do filme sobre o pai. A Justiça de Santa Catarina arquivou a investigação sobre a morte do cão Orelha. O desmatamento na Mata Atlântica atingiu o menor nível em 40 anos. Israel e Líbano prorrogaram o cessar-fogo por 45 dias. Donald Trump e Xi Jinping celebraram as relações entre China e Estados Unidos, mas o presidente americano deixou Pequim sem anúncio de acordos.
No país das reformas: Lei laboral, contratos públicos, Constituição. A fé do governo no Parlamento, o Tribunal de Contas que vai ao Instagram. E Trump foi a Pequim perceber que há coisas que não estão à venda.See omnystudio.com/listener for privacy information.
PAUTA:1) OS DOIS GIGANTES EM PEQUIM2) A RÚSSIA VOLTA AOS ATAQUES3) ESTAMOS DE OLHO4) BOA NOTÍCIA
Confira na edição do Jornal da Record desta quinta-feira (14): PF prende pai de Daniel Vorcaro e suspeitos de ameaçar adversários do banqueiro. PF também investiga se em pagamentos de Vorcaro a Flávio Bolsonaro existem repasses para o irmão Eduardo, nos EUA. O senador diz que não há irregularidade no contato com o banqueiro e no financiamento do filme sobre a vida do pai. Na visita de estado mais esperada do ano, em Pequim, Donald Trump afirma que Xi Jinping e a China podem ajudar na saída da crise do petróleo. E os dois presidentes concordam que o Irã não pode ter armas nucleares. Morre o segundo morador atingido por explosão de gás na capital paulista. Está presa a maior quadrilha de roubo de joias do centro de SP. Contrabando do Paraguai movimenta R$ 60 bi em produtos ano após ano.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Em seu último dia em Pequim, Trump participa de almoço oficial com Xi Jinping. Desemprego sobe em 15 estados brasileiros no primeiro trimestre de 2026. Secretaria de Saúde de SP confirma mais duas mortes por febre amarela em 2026. Saldo do FGTS para pagamento de dívidas poderá ser consultado em 25 de maio. SP Innovation Week: tecnologia ajuda polícia a prevenir crimes virtuais contra crianças.
No momento em que Donald Trump desembarca em Pequim, uma reportagem do UOL Prime mostra que jovens americanos agora estão bebendo água quente, jogando mahjong, vestindo camisas com botões de nó e incorporando hábitos do cotidiano da China. É o avanço do soft power chinês, a capacidade de influenciar comportamentos, valores e imaginários por meio da cultura. É sobre a chamada "chinamaxxing", a maximização do estilo de vida chinês, que o apresentador José Roberto de Toledo conversa com o colunista e correspondente do UOL na China Nelson de Sá. "É algo que acontece nos Estados Unidos e também começa a acontecer no Brasil", diz Nelson de Sá. Ele viajou ao maior complexo de estúdios da China, em Hengdian, a Hollywood chinesa, e ouviu atores e especialistas em política internacional, videogame e moda para apresentar os avanços nessa nova frente de competição com os EUA.
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Trump chegou ontem a Pequim para a cimeira com Xi Jinping. Está muita coisa em jogo e os aliados da América temem que Trump os sacrifique, se daí houver ganhos para os Estados Unidos. Guerra no Irão, comércio bilateral, Taiwan, Inteligência Artificial e Fentanil são os cinco temas apontados como mais importantes da cimeira. Neste episódio, conversamos com Raquel Vaz Pinto, comentadora da SIC e investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trump desembarca em Pequim nesta semana para a cúpula mais importante do seu segundo mandato. Do outro lado da mesa, Xi Jinping — que na semana anterior recebeu o chanceler do Irã e, dias depois, deve receber Vladimir Putin. A China se posiciona, literalmente, no centro do tabuleiro.Neste vídeo, eu analiso tudo o que está em jogo no encontro entre os líderes das duas maiores potências do planeta: o impasse no Estreito de Ormuz e a pressão americana para a China entrar numa operação internacional de reabertura; a guerra comercial que já viu tarifas chegarem a 145%; a questão de Taiwan, que Trump colocou na mesa ao dizer que pretende discutir vendas de armas à ilha; a disputa por terras raras e semicondutores; e um tema que pode surpreender — a cooperação em segurança de inteligência artificial, com os dois lados sinalizando disposição para discutir os riscos da tecnologia que ambos lideram e que nenhum dos dois quer ver fora de controle.Xi chega confiante, projetando a China como alternativa estável à volatilidade americana. O que sai dessa reunião pode definir os rumos da geopolítica global pelos próximos anos.
Miguel Baumgartner afirma que Trump foi "enfraquecido" a Pequim e com a necessidade de ter uma parceria económica efetiva com a China. Garante que encontro foi “ muito mais comercial do que político".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trump e Xi encontram-se em Pequim e ambos sabem que têm de cooperar apesar dos interesses contraditórios. O que esperar desta cimeira em que os dois líderes chegam menos fortes do que gostariam?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (13): O comentarista José Maria Trindade afirmou que a posse de Kassio Nunes Marques na presidência do Tribunal Superior Eleitoral representa uma “mudança de paradigma” na Corte Eleitoral. Nesta terça-feira (12), Nunes Marques assumiu oficialmente o comando do tribunal, enquanto André Mendonça tomou posse como vice-presidente. É a primeira vez que ministros indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro passam a liderar o TSE, responsável pela condução das eleições de 2026. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou ser “radicalmente contra” pedidos de indenização ou compensação feitos por empresas diante da proposta de fim da escala de trabalho 6x1. Durante audiência pública na comissão especial da Câmara dos Deputados que debate o tema, Durigan declarou que mudanças trabalhistas desse tipo fazem parte de “ganhos geracionais” já adotados em outros países sem compensações ao setor empresarial. O senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas, afirmou nesta terça-feira (12) que as acusações feitas contra ele na investigação sobre o Banco Master são um “roteiro absurdo de ficção”. A declaração foi publicada em vídeo divulgado nas redes sociais do parlamentar, que voltou a negar irregularidades após ser alvo de investigações relacionadas ao caso. A Sabesp e a Comgás anunciaram nesta terça-feira (12) o aumento do auxílio emergencial destinado às famílias afetadas pela explosão no Jaguaré, na Zona Oeste de São Paulo. O valor passou de R$ 2 mil para R$ 5 mil após reclamações dos moradores atingidos pela tragédia causada pelo rompimento de uma tubulação de gás durante uma obra. A Defesa Civil também concluiu a vistoria em mais de 50 imóveis e autorizou o retorno de 48 famílias às residências após avaliação das condições estruturais das casas. O deputado Paulinho da Força, relator do projeto que criou a Lei da Dosimetria na Câmara, afirmou ter ouvido do ministro Alexandre de Moraes que o Supremo Tribunal Federal deve liberar para votação, no fim de maio, as ações que questionam a constitucionalidade da norma. A tendência, segundo interlocutores, é que a Corte mantenha a validade da lei, permitindo sua aplicação para reduzir penas de condenados relacionados aos atos de 8 de janeiro e à ação penal sobre a tentativa de golpe, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira (12) uma Medida Provisória que zera o imposto federal de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, medida conhecida popularmente como fim da “taxa das blusinhas”. Apesar da mudança, o ICMS estadual continua sendo cobrado nas encomendas internacionais, com alíquotas entre 17% e 20%. Para analisar os impactos da decisão no consumo e na arrecadação, a Jovem Pan entrevista o ex-secretário da Receita Federal Marcos Cintra. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (12) que não precisa da ajuda do presidente da China, Xi Jinping, para encerrar a guerra que os EUA trava contra o Irã no Oriente Médio. Ao deixar a Casa Branca para embarcar no Air Force One com destino a Pequim, Trump declarou que não acredita precisar de qualquer apoio de Xi Jinping e afirmou que o Irã “fará a coisa certa” ou os Estados Unidos “terminarão o trabalho”. O governo do Irã declarou que a proposta de paz enviada aos Estados Unidos é a “única alternativa” para encerrar as tensões no Oriente Médio. A posição foi reafirmada pelo presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, que classificou a oferta de 14 pontos como legítima. Segundo o governo iraniano, as negociações travadas aumentam os temores de uma escalada do conflito na região. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Com a tensão sobre as tarifas comerciais, sobre a crise no Golfo Pérsico e a questão de Taiwan latentes - para não falar da intensa disputa tecnológica - os chefes das duas grandes potências da atualidade vão se encontrar em Pequim . Será que Trump e Xi Jinping conseguirão minimamente estabilizar o conturbado relacionamento entre seus países?Esse é o principal tema da Live, que tratará também da interminável crise no Irã, da "fraquejada" de Putin no Dia da Vitória, e muito mais!Espero vocês!Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/paulofilho90Siga-nos no Twitter - https://x.com/PauloFilho_90Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK
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O historiador Bruno Cardoso Reis acredita que o Presidente norte-americano chega a Pequim fragilizado perante uma China que soube aproveitar a guerra comercial dos EUA com o Mundo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trump e Xi encontram-se em Pequim e ambos sabem que têm de cooperar apesar dos interesses contraditórios. O que esperar desta cimeira em que os dois líderes chegam menos fortes do que gostariam?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trump viaja para Pequim no final da semana. Na capital chinesa terá uma cimeira de dois dias com Xi Jinping em que a guerra no Irão e as relações comercias são temas destacados na agenda. Os aliados dos Estados Unidos na zona temem que Trump acabe por facilitar na questão da segurança, para obter ganhos no comércio. Neste episódio, conversamos com o comentador da SIC Jorge Botelho Moniz.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidado: Larissa Wachholz, especialista do núcleo de Ásia do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais) A China passa por uma transformação que afeta diretamente o Brasil. Como explica Larissa Wachholz, especialista do núcleo de Ásia do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais), a potência asiática busca reduzir sua dependência externa — especialmente de importações como soja e proteínas brasileiras. Pequim acelera uma estratégia de autossuficiência alimentar porque a fome, historicamente presente no país, é tratada hoje como uma "vulnerabilidade". Por isso, o 15º Plano Quinquenal, que orienta o desenvolvimento do gigante asiático, projeta um crescimento mais moderado e maior foco no fortalecimento do mercado interno. Nesse contexto, segurança alimentar e segurança nacional passam a caminhar juntas. Esse movimento já aparece nos indicadores: na última década, a participação das importações no PIB chinês caiu de 22% para menos de 18%. Na área de alimentos, a estratégia combina tecnologia, subsídios, expansão da produção doméstica e estoques elevados — um cenário que tende a pressionar exportadores no longo prazo. Hoje, o Brasil responde por 25% de tudo o que a China importa do agronegócio global. Diante disso, analistas avaliam que a relação bilateral permanece sólida no curto prazo, mas impõe um desafio estratégico: como o Brasil deve se posicionar diante de uma China que continua investindo aqui, mas busca depender cada vez menos do mundo? Para Wachholz, o país também precisa ficar atento a possíveis acordos entre Estados Unidos e China e ampliar seu leque de parceiros comerciais.
No 3 em 1 desta segunda-feira (11), o destaque foi que o senador Ciro Nogueira (PP-PI) oficializou a troca de sua equipe jurídica após ser alvo da Operação Compliance Zero. O presidente Donald Trump desembarca na China nesta quarta-feira (11) para uma reunião crucial com Xi Jinping. O objetivo é pressionar Pequim a cortar o suporte financeiro ao Irã, isolando o regime de Teerã para forçar a aceitação do acordo de paz. O ministro Alexandre de Moraes (STF) suspendeu a aplicação da nova dosimetria para condenados, travando a redução de penas em diversos processos. A decisão gerou revolta na oposição, que já articulam o retorno imediato da PEC da Anistia. O ministro Flávio Dino (STF) saiu em defesa de Alexandre de Moraes (STF) após a decisão que suspendeu a nova dosimetria de penas. Dino afirmou que o uso de decisões monocráticas é essencial para evitar o "colapso da Corte". A decisão de Alexandre de Moraes (STF) de suspender a dosimetria de penas uniu presidenciáveis da oposição em críticas severas. Líderes da direita classificaram o ato como uma interferência no Legislativo. O presidente Lula (PT-SP) apresentou nesta segunda-feira o programa "Brasil Contra o Crime Organizado", com previsão de R$ 11,1 bilhões em investimentos. O plano foca na asfixia financeira de facções e no combate ao tráfico de armas. Uma forte explosão no bairro do Jaguaré, Zona Oeste de São Paulo, atingiu diversas residências e causou pânico no final da tarde desta segunda-feira (11). Uma auditoria do TCU revelou que o governo Lula (PT-SP) desperdiçou R$ 260 milhões com a compra de doses da CoronaVac. O relatório indica que o Ministério da Saúde, comandado por Nísia Trindade (RJ), demorou sete meses para fechar o contrato, resultando no descarte de 7,9 milhões de imunizantes vencidos. O PT iniciou movimentos para atrair o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) como candidato ao governo de Minas Gerais com o apoio de Lula (PT-SP). A estratégia ganhou força após a resistência do Senado em aceitar o nome de Jorge Messias para o STF, o que forçou o Planalto a reorganizar suas peças políticas. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Para entender a disputa entre Estados Unidos e China é preciso recuar até 1776. Essa é a tese de Pedro Costa Jr., editor de Geopolítica e Relações Internacionais do jornal GGN, doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo e autor do recém-lançado Estados Unidos versus China, a luta pelo poder global, publicado pela Editora Escuta. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório Político dos Estados Unidos, Tatiana Teixeira, editora-chefe do OPEU, e Yasmin Reis, pesquisadora do OPEU e doutoranda em Relações Internacionais pelo Programa Interinstitucional Santiago Dantas, recebem Pedro para uma conversa que articula teoria do poder global, história de longa duração e conjuntura contemporânea. A entrevista atravessa o encontro secreto entre Henry Kissinger e Zhou Enlai em 1971, a histórica visita de Nixon a Mao Tse Tung em 1972, o trauma do Vietnã, a reforma e abertura conduzida por Deng Xiaoping, a entrada da China na Organização Mundial do Comércio em 2001, o pivô fracassado de Barack Obama para a Ásia e o consenso bipartidário em Washington em torno da contenção global da China. Pedro discute por que Washington despertou tarde demais para o que Giovanni Arrighi chamou de transferência da fábrica e do cofre do mundo do Atlântico para o Pacífico e o que a aliança sem limites entre China e Rússia, firmada vinte dias antes da invasão da Ucrânia, sinaliza sobre o fim da velha ordem mundial liberal. Aperte o play. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Tatiana Teixeira (OPEU), Yasmin Reis (OPEU; PPGRI Santiago Dantas), Pedro Costa Jr. (GGN; USP). Capa do episódio: FT Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio ANDERSON, Perry. “Balanço do neoliberalismo”. In: SADER, Emir; GENTILI, Pablo (orgs.). Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o Estado democrático. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. ARRIGHI, Giovanni. O longo século XX: dinheiro, poder e as origens do nosso tempo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996. ARRIGHI, Giovanni. Adam Smith em Pequim: origens e fundamentos do século XXI. São Paulo: Boitempo, 2008. ARRIGHI, Giovanni; SILVER, Beverly J. Caos e governabilidade no moderno sistema mundial. Rio de Janeiro: Contraponto, 2001. COSTA JR., Pedro. Estados Unidos versus China: a luta pelo poder global. São Paulo: Editora Escuta, 2025. FUKUYAMA, Francis. O fim da história e o último homem. Rio de Janeiro: Rocco, 1992. HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos: o breve século XX (1914-1991). São Paulo: Companhia das Letras, 1995. KAGAN, Robert. The World America Made. New York: Knopf, 2012. KISSINGER, Henry. Sobre a China. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011. VELASCO E CRUZ, Sebastião C. Os Estados Unidos no desconcerto do mundo. São Paulo: Editora Unesp, 2010. WALLERSTEIN, Immanuel. O declínio do poder americano. Rio de Janeiro: Contraponto, 2004. Capítulos: 00:00 Introdução e apresentação do convidado 02:30 Por que os anos 1970 são o ponto nevrálgico da relação sino-americana 09:00 De fábrica a cérebro do mundo, a transferência geoeconômica para o Pacífico 17:00 A viagem secreta de Kissinger e o jantar com Mao Tse Tung 27:00 O atropelo diplomático, o tempo milenar do império do meio 40:00 A janela perdida, por que os Estados Unidos não pararam a China em 1989 55:00 O consenso bipartidário em Washington pela contenção da China 1:01:00 A aliança sem limites entre Pequim e Moscou e o fim da velha ordem liberal The post EUA x China: A luta pelo poder global appeared first on Chutando a Escada.
Sua vida teve um início marcado por um episódio decisivo. Durante o parto, uma complicação grave colocou em risco a vida dele e da mãe. Em meio à situação, o pai foi chamado a decidir e indicou que a prioridade fosse salvar a mãe. Ao final, os dois sobreviveram. Sua infância foi marcada pela vida ao ar livre e, desde cedo, teve contato com o esporte, influenciado especialmente pelo pai, que participou das primeiras maratonas e provas de triathlon realizadas no Brasil. Dos 7 aos 14 anos, nadou pelo Fluminense, onde teve destaque nas categorias de base. Com o passar do tempo, o aumento da cobrança o fez perder o interesse na natação. No início da década de 90, mudou-se para a Barra da Tijuca e passou a viver mais próximo ao ambiente de praia. Praticou surfe e jiu-jitsu. Mais tarde, retomou a natação e iniciou a participação em provas de biathlon. Em 1994, estreou no triathlon. Apenas dois anos depois, decidiu competir profissionalmente. Nos anos seguintes, investiu em temporadas de treinamento em Boulder, nos Estados Unidos. A partir daí, foi construindo uma carreira com resultados consistentes. O auge veio em 2007, com o título de campeão brasileiro, o campeonato sul-americano e a medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos. Quatro anos depois, durante o ciclo para os Jogos de Pequim, uma lesão interrompeu a tentativa de classificação olímpica. No mesmo período, nasceu seu filho, marcando uma nova fase de vida. Já em 2008, fez sua estreia em uma prova de Ironman, em Florianópolis e no ano seguinte, conquistou a nona colocação. Paralelamente à carreira como atleta, já vinha se envolvendo na organização de eventos esportivos. Entre 2004 e 2007, colaborou com o Fast Triathlon. Em seguida, participou da criação do Run for Water e do Rei do Mar. Pouco depois, decidiu abrir sua própria empresa de eventos para organizar o Circuito Rio Antigo de corridas de rua. Anos mais tarde, retornou ao Ironman Brasil como atleta amador. Conquistou a classificação para o Mundial do Havaí naquele mesmo ano. Na temporada seguinte, alcançou o terceiro lugar no Ironman da Flórida. A partir de 2017, assumiu a missão de se tornar diretor-geral da Confederação Brasileira de Triathlon. Ao longo dos ciclos olímpicos de Tóquio e Paris, atuou na estruturação de governança, processos institucionais e no relacionamento com entidades do esporte. Nesse período, o Brasil conquistou resultados inéditos na modalidade. Mais recentemente, passou a integrar a área de relações institucionais do Comitê Olímpico do Brasil. Também esteve à frente da coordenação da candidatura conjunta Rio–Niterói para os Jogos Pan-Americanos de 2031. Conosco aqui, o educador físico e futuro advogado, ex-triatleta profissional que se tornou o cartola dos cartolas da modalidade, um dedicado homem de família, o carioca Virgílio de Castilho Barbosa Filho. Inspire-se! Race Smart - check your heart Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Em abril de 2026, depois de 16 anos no poder, Viktor Orbán foi derrotado nas urnas húngaras pelo deputado Péter Magyar e seu partido Tisza. Para Aline Burni, Research Fellow no ODI Global (Bruxelas) e pesquisadora do Observatório da Extrema Direita, o resultado é histórico. Mas o desafio de desmontar a “democracia iliberal” construída ao longo de quatro mandatos consecutivos é incomparavelmente mais complexo do que vencer uma eleição. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema Direita, David Magalhães (UFU; OED) e Guilherme Casarões (FIU) recebem Aline para discutir o legado de Orbán como “vitrine” e laboratório da direita radical, a coalizão negativa que viabilizou a vitória de Magyar e os impactos da queda do principal aliado de Moscou na União Europeia sobre a guerra na Ucrânia, as redes transnacionais reacionárias e a articulação geopolítica entre Trump, Bruxelas e Pequim. No segundo bloco, em substituição ao tradicional boletim de notícias, David traça um perfil de Peter Thiel após sua visita a Javier Milei na Casa Rosada, recorrendo a Quinn Slobodian (Crack-Up Capitalism) para situar o cofundador da Palantir na constelação de figuras (Patri Friedman, Curtis Yarvin, Hans-Hermann Hoppe) que pavimentam um projeto de “fuga da democracia” pela via da fragmentação jurisdicional. O episódio fecha com uma dica cultural crítica sobre Por Dentro da Machosfera, documentário recém-lançado na Netflix por Louis Theroux. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Aline Burni (ODI Global; OED), David Magalhães (UFU; OED), Guilherme Casarões (FIU). Inserção musical no final: “The Day the Nazis Died”, interpretação de Sarah Hester Ross. Capa do episódio: Cepa.org Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio: HOPPE, Hans-Hermann. Democracia: O Deus que Falhou — A economia e a política da monarquia, da democracia e da ordem natural. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2014. POR DENTRO da Machosfera. Direção: Louis Theroux. Estados Unidos/Reino Unido: Netflix, 2026. Documentário (streaming). SLOBODIAN, Quinn. Crack-Up Capitalism: market radicals and the dream of a world without democracy. New York: Metropolitan Books, 2023. THIEL, Peter. The Education of a Libertarian. Cato Unbound, 13 abr. 2009. Disponível em: https://www.cato-unbound.org/2009/04/13/peter-thiel/education-libertarian/ Capítulos: 00:00 Introdução 03:00 Aline Burni: o legado de 16 anos de Viktor Orbán 09:00 Por que o modelo iliberal ruiu nas urnas 14:00 A coalizão negativa por trás de Péter Magyar 21:00 Reconstruir a democracia: os obstáculos institucionais 26:00 A internacional reacionária sem o Orbán 37:00 Quem é Peter Thiel? Perfil de um arquiteto antidemocrático 55:00 Dica cultural: Por Dentro da Machosfera The post A vitória de Péter Magyar na Hungria appeared first on Chutando a Escada.
Do turbilhão de notícias referentes ao estreito de Ormuz, o que parece sair da confusão é o facto de Trump ter passado a dizer que não tem pressa e que não são as eleições intercalares de novembro que vão mudar alguma coisa no braço de ferro com o Irão. À Assembleia da República está de regresso Pedro Nuno Santos. O ex-líder do PS volta como deputado socialista e já deixou recados internos. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 23 de abril. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Mais de cinco décadas após o último passo de um astronauta em solo lunar, a humanidade volta seus olhos novamente para o nosso satélite natural. Mas por que, com smartphones mais potentes que os computadores da NASA em 1969, demoramos tanto para retornar? Neste vídeo, analisamos a missão Ártemis II, o projeto mais ambicioso da exploração espacial contemporânea. Exploramos a fundo a nova dinâmica geopolítica: se nos anos 60 a disputa era entre Washington e Moscou, hoje o cenário envolve o avanço constante de Pequim e a entrada de gigantes do setor privado como SpaceX e Blue Origin. Descubra o valor estratégico do Polo Sul lunar e por que a água congelada nas crateras se tornou o "petróleo" do espaço profundo. Enfrentamos também os questionamentos técnicos e as teorias da conspiração que ainda cercam o programa Apollo. Da análise das sombras paralelas às provas físicas trazidas pelos astronautas, detalhamos por que a ciência e a própria espionagem soviética confirmam o feito de 1969. Entenda os riscos reais da radiação solar, os desafios do Cinturão de Van Allen e o que esperar do futuro da presença humana permanente no cosmos.