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Abra sua conta na COINBASE e ao comprar R$1000 ganhe $10 USDC:https://coinbase-consumer.sjv.io/c/7081608/3861328/9251Xi Jinping não precisa necessariamente invadir Taiwan para colocar a ilha sob o controle de Pequim. Neste vídeo, eu explico como a estratégia chinesa pode combinar pressão política, econômica e militar com uma tentativa de destruir a confiança de Taiwan nos Estados Unidos.Também analiso como Donald Trump pode se tornar uma peça central nesse plano. As negociações entre Washington e Pequim, as vendas de armas para Taiwan, o futuro das alianças americanas na Ásia e a possibilidade de uma quarentena marítima fazem parte de uma disputa que pode mudar o equilíbrio de poder no Indo-Pacífico.Eu mostro ainda por que Taiwan é tão importante para a segurança regional, para a produção mundial de semicondutores e para a credibilidade dos Estados Unidos diante de aliados como Japão, Coreia do Sul, Filipinas e Austrália.Talvez a principal pergunta já não seja quando a China vai invadir Taiwan, mas se Xi Jinping conseguirá alcançar seu objetivo sem precisar disparar um único tiro.Você já conhece o meu aplicativo? No HOC ACADEMY você tem acesso a cursos e aulas exclusivas, além do BUNKER DO HOC, um feed de notícias e análises em tempo real sobre as coisas mais importantes que acontecem no mundo. Clica no link e não fique de fora dessa!LINK HOC ACADEMY:https://lp.hocacademy.com.br/home-nova/#coinbase #taiwan #china #usa #xijinping #trump
Em 2025, o Uzbequistão conquistou a primeira vaga da história de um país da Ásia Central em uma Copa do Mundo, um feito que o governo de Shavkat Mirziyoyev rapidamente incorporou à narrativa do “novo Uzbequistão”. Em parceria com o GEsEu, Grupo de Estudos da Eurásia (UNIPAMPA), Flávio Lira (UNIPAMPA/GEsEu) recebe Guilherme Geremias da Conceição (UNESP/CIRE), um dos maiores especialistas brasileiros no país, para usar essa classificação como ponto de partida de uma leitura de longo prazo sobre o Uzbequistão contemporâneo. Guilherme percorre dois mil anos de história da região, da Rota da Seda ao império de Tamerlão, até a delimitação nacional soviética de 1924, que deu origem ao Uzbequistão como Estado. A conversa revisita a política externa de Islam Karimov, guiada por um único princípio, a defesa da soberania recém-conquistada, mesmo ao custo de aproximações e afastamentos sucessivos entre Moscou, Washington e Pequim. Já sob Mirziyoyev, o país transformou sua condição de duplamente sem litoral, característica que divide apenas com o Liechtenstein, em estratégia diplomática deliberada, equilibrando simultaneamente Rússia, China, Estados Unidos, Turquia, União Europeia e os países do Golfo. Aperte o play. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Flávio Lira (UNIPAMPA/GEsEu) e Guilherme Geremias da Conceição (UNESP/CIRE). Capa do episódio: Reuters Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Capítulos: 00:00 Abertura e a vaga inédita do Uzbequistão na Copa do Mundo 04:00 Apresentação do convidado e o significado da classificação 11:00 Onde fica o Uzbequistão e por que a região foi sempre disputada 18:00 Da Rota da Seda a Tamerlão, dois mil anos antes da URSS 24:00 A criação soviética do Estado uzbeque em 1924 36:00 Independência e o pragmatismo de Islam Karimov 47:00 Andijan e os limites da política externa isolacionista 58:00 Mirziyoyev e a diplomacia multivetorial entre grandes potências The post Uzbequistão entra em campo appeared first on Chutando a Escada.
A instabilidade do comércio com os Estados Unidos desde a volta de Donald Trump à Casa Branca reduziu a fatia das exportações brasileiras para o país ao menor patamar em 200 anos, mas impulsionou a diversificação de parceiros. O choque provocado por Trump também serviu de alerta para os riscos da dependência de um número limitado de grandes compradores – a começar pela China, destino de 31,5% dos produtos vendidos pelo Brasil. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O impacto do vai e vem das tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos ainda está sendo assimilado pelos setores não beneficiados por isenções. Muitos haviam estruturado suas cadeias produtivas em torno do mercado americano, como o de metais, da madeira e de diversas manufaturas. "No setor de café solúvel, 50% da exportação brasileira ia para os Estados Unidos. Eles aumentaram as vendas para outros destinos, mas mesmo assim a participação era muito grande. A mesma coisa ocorre com aço, alumínio e cobre", explica Welber Barral, especialista em comércio internacional com vasta experiência na pasta. "Os Estados Unidos eram um grande comprador há muitas décadas, então você não consegue diversificar imediatamente. Para os calçados, por exemplo, os EUA não são um grande destino para o setor como um todo, mas algumas empresas em particular dependiam muito do mercado americano", observa. As barreiras comerciais prejudicam também os importadores. Grandes empresas como Coca-Cola e Tesla sinalizaram que não é tão simples substituir o café, o suco de laranja e os metais raros que costumavam comprar do Brasil com tarifas baixas. O consumidor americano acaba pagando essa conta. A confiança abalada acelera o afastamento Do lado dos parceiros do país, a confiança sai abalada. “No caso do Brasil, a consequência imediata é apressar um divórcio ou um processo de decoupling que já está sendo feito nos últimos 20 anos. É claro que a conjuntura afeta, mas é a continuação de uma tendência de um país que era o maior parceiro comercial brasileiro em muitas décadas, e que deixou de ser e vem em queda constante”, salienta Carlos Frederico Coelho, professor de comércio internacional da PUC Rio. "O tarifaço não inaugurou esse movimento, mas ele certamente o acelera.” Os anúncios intempestivos de Trump amplificaram no mundo um movimento de abertura de novas parcerias e intensificação das existentes. Desde 2025, junto com o Mercosul, cinco frentes avançaram para o Brasil: os acordos comerciais com a União Europeia, o EFTA (Noruega, Suíça, Liechtenstein e Islândia) e Singapura foram fechados, além da abertura de negociações com o Japão e a reativação diplomática para a conclusão das tratativas com Emirados Árabes Unidos, Canadá, Índia, Vietnã e Indonésia. O resultado é que, até 2024, apenas 12% das exportações brasileiras eram cobertas por acordos comerciais, e a parcela subiu para 31%. No ano passado, os números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) confirmam a diversificação, com recordes de exportações para 42 países. A Alemanha, por exemplo, se consolidou como a quarta maior parceira e pretende dobrar as trocas com o Brasil nos próximos cinco anos. “Um efeito indireto e provavelmente não desejado por Trump foi o aumento desses acordos do Brasil e de vários outros países, para tentar diversificar do mercado americano. E não é só o Mercosul”, sublinha Welber Barral, ex-secretário brasileiro de Comércio Exterior. “Se você olhar, países como Indonésia avançaram muito em novos acordos. A própria União Europeia avançou no acordo com a Índia”, aponta. O risco chinês A queda de 6,6% nas importações do Brasil pelos Estados Unidos foi compensada pelo aumento equivalente para a China e a Argentina, respectivamente o primeiro e o terceiro principais parceiros comerciais do Brasil. Hoje, Pequim absorve quase um terço das exportações brasileiras. "Diversificar é um pouco mais complexo do que se fala. O que preocupa nas trocas comerciais com a China é que, quando você analisa essa pauta, quase 90% está concentrado em quatro produtos: carnes, minério, soja e petróleo”, adverte Coelho. "Isso deveria nos assustar, porque se a China desacelerar, o Brasil vai sofrer imensamente. Não é desejável, para países tão distantes, que o Brasil tenha 30% das exportações indo para um só país." Barral concorda com os riscos dessa nova dependência, mas pondera que as trocas com os países asiáticos em geral também estão em alta, a exemplo da Índia, Indonésia e Vietnã. "Outros países asiáticos também podem se tornar grandes importadores no futuro, principalmente de commodities agrícolas”, afirma.
Num Leste/Oeste marcado pela análise dos principais focos de tensão internacional, Nuno Rogeiro acompanha os desenvolvimentos no Irão após o funeral de Ali Khamenei e explica o significado político e estratégico de uma cerimónia que mobiliza líderes, milícias e aliados regionais, num momento de grande incerteza sobre o futuro do regime. Enquanto Portugal enfrenta mais uma época de incêndios devastadores, Rogeiro defende a criação de um conceito estratégico europeu de proteção civil que envolva os países vizinhos. No programa, analisa ainda o reforço militar da China no Indo-Pacífico, a crescente preparação de Taiwan, Japão e Coreia do Sul para um cenário de crise e as mudanças no equilíbrio de forças entre Pequim e Washington. Na guerra da Ucrânia, avalia a nova vaga de ataques, a evolução tecnológica no campo de batalha e o impacto das operações sobre território russo. Há também uma análise detalhada da próxima cimeira da NATO, dos desafios à segurança europeia e das prioridades da Aliança, sem esquecer Portugal, onde se discutem a resposta às emergências, o reforço das capacidades de proteção civil e os novos meios das Forças Armadas. O Leste/Oeste foi emitido na SIC Notícias a 05 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tatiana Teixeira (OPEU/UFU) recebe os professores Marcos Cordeiro Pires, livre-docente da UNESP e pesquisador do INCT-INEU, e Thais Caroline Ataide Lacerda, doutora em Ciências Sociais pela UNESP, para uma análise sobre da China contemporânea. A conversa parte da experiência concreta: dezessete viagens à China, dois meses de estudo em Wuhan e Pequim, consultorias em empresas estatais chinesas no Brasil. O que emerge é um retrato da China que contraria a imagem cinzenta e autoritária projetada pelos meios de comunicação ocidentais; um país que erradicou a pobreza extrema, lidera a produção científica global e planeja seu desenvolvimento por décadas. O debate percorre a relação da academia chinesa com o Estado, o papel dos Livros Brancos na formulação da política externa, a visão de Pequim sobre a América Latina como parceira estratégica no mundo multipolar e os mitos que ainda persistem no Ocidente sobre o país. No clipping, Yasmim Reis, doutoranda pelo Programa San Tiago Dantas (UNESP/UNICAMP/PUC-SP) e pesquisadora do OPEU, traz as principais notícias dos EUA: a resposta de Marco Rubio à carta de Flávio Bolsonaro, as decisões da Suprema Corte sobre imigração e os desdobramentos do cessar-fogo entre os EUA e o Irã. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Tatiana Teixeira (OPEU/UFU), Marcos Cordeiro Pires (UNESP/INCT-INEU), Thais Caroline Ataide Lacerda (UNESP) e Yasmim Abril Monteiro Reis (OPEU/San Tiago Dantas). Inserção musical no final: @2krispii, “Make Conservatives Conservative Again”. Capa do episódio: AFP-JIJI Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio ALLISON, Graham. Destined for War: Can America and China Escape Thucydides’s Trap? Boston: Houghton Mifflin Harcourt, 2017. Capítulos: 00:00 Introdução: A China de 1,4 bilhão de habitantes 03:00 Parcerias acadêmicas Brasil-China e o Instituto Confúcio na UNESP 14:00 Como a China enxerga a América Latina e os EUA 23:00 Os Livros Brancos e a integração entre academia e governo 34:00 A China como epicentro da ciência global 44:00 A rotina nas universidades chinesas 48:00 Derrubando mitos sobre a China 53:00 O futuro da disputa China-EUA 59:00 Clipping OPEU: Brasil-EUA, Suprema Corte e cessar-fogo no Oriente Médio 01:04:00 Encerramento The post A China que o ocidente não conta appeared first on Chutando a Escada.
Em setembro de 2025, durante uma parada militar em Pequim, um microfone aberto captou uma conversa inesperada entre Vladimir Putin e Xi Jinping. O assunto não era Ucrânia, Taiwan ou petróleo. Era a possibilidade de prolongar a vida humana indefinidamente por meio da substituição de órgãos.O episódio parecia apenas uma curiosidade. Mas por trás daquela conversa existe um programa real do Estado russo, lançado por Putin, voltado a novas tecnologias de preservação da saúde, bioimpressão de tecidos, xenotransplantes, terapia genética e pesquisas sobre longevidade.Neste vídeo, contamos a história desse projeto de 26 bilhões de dólares, os nomes próximos a Putin envolvidos nele, o papel da filha do presidente russo, Maria Vorontsova, e de Mikhail Kovalchuk, chefe do Instituto Kurchatov.Também mostramos como a obsessão de Putin pela longevidade se conecta ao medo da decadência física, ao isolamento do Kremlin, à paranoia com drones, à guerra na Ucrânia e à fragilidade de um regime construído em torno de um único homem.A morte, ao contrário das eleições, não dá para fraudar.
Veja nesta edição que subiu para 920 o número de mortos após terremotos na Venezuela. Entre as vítimas está uma brasileira de 44 anos, natural do Distrito Federal. Veja ainda que Estados Unidos, Líbano e Israel chegaram a um acordo para pôr fim ao conflito com o grupo terrorista Hezbollah. E um avião de pequeno porte bateu contra o prédio mais alto de Pequim, na China.
Visto da China, o G7 parecia girar em torno de uma questão: será que as economias mais avançadas do Ocidente podem reduzir sua dependência de Pequim? Thomás Zicman de Barros, analista político Foi-se o tempo em que os carros chineses pareciam feitos de papelão. Em Xangai, a regra são os modernos veículos elétricos que cruzam silenciosamente as avenidas da cidade. Ao mesmo tempo, milhões de pagamentos são feitos por QR Code e trens de alta velocidade ligam metrópoles distantes em poucas horas. O presente chinês parece, de fato, coisa do futuro. Foi dessa China que acompanhei as notícias do G7 – o clube das economias mais avançadas do Ocidente – reunido em Évian, na França. Sim, mesmo estando longe de Paris, onde moro, continuo falando da atualidade francesa. Mas agora a observo pelo olhar chinês. Oficialmente, a China não era o tema central do encontro. Mas ela estava presente em quase todas as conversas. A principal iniciativa econômica anunciada pelos líderes do G7 foi o reforço da cooperação para reduzir dependências em áreas consideradas estratégicas, especialmente os minerais críticos e as chamadas terras raras, indispensáveis para baterias, carros elétricos, semicondutores e equipamentos militares. O comunicado do G7 evitou apontar um alvo. Ainda assim, ninguém teve dúvidas sobre quem estava sendo discutido. A China ocupa uma posição dominante em diversas etapas da cadeia de produção desses materiais. Para a Europa, sobretudo, o equilibro não é fácil: diante da administração errática na Washington de Donald Trump, os europeus observam a China, por um lado, como parceiro mais confiável do que os Estados Unidos, mas com o qual se estabelece cada vez mais uma relação de dependência. Nos últimos meses, restrições impostas por Pequim às exportações de alguns deles aumentaram a preocupação de governos e empresas ocidentais. O objetivo do G7 é simples: reduzir vulnerabilidades e diminuir a dependência em relação à China. Neste imbróglio, a reação de Pequim foi clara. Autoridades chinesas acusaram o G7 de politizar questões econômicas e defenderam seus controles de exportação como uma prática legítima para proteger interesses nacionais. O episódio revela uma inversão histórica interessante Durante décadas, a ascensão chinesa foi interpretada como consequência de sua integração a uma ordem econômica internacional dominada pelo Ocidente. A rigor, se formos mais atrás na história, a China parecia ocupar uma posição subalterna no arranjo das nações desde as Guerras do Ópio, em meados do século XIX, que inauguraram o chamado Século das Humilhações. Derrotas militares, tratados desiguais e intervenções estrangeiras reduziram drasticamente a autonomia do país diante das potências ocidentais. Mesmo nas últimas décadas, a China dependia dos mercados externos, dos investimentos estrangeiros e do acesso às cadeias globais de comércio para sustentar seu desenvolvimento. A ironia é observar, em Évian, o que parece ser uma inversão de papéis. As potências que durante muito tempo moldaram as regras da economia internacional discutem hoje como reduzir sua dependência em relação à China. Pequim não substituiu o Ocidente no comando do mundo, mas conquistou uma posição estratégica em setores considerados essenciais para a economia do futuro. Observando os carros elétricos que cruzam as ruas chinesas, fica difícil não pensar que essa é uma das questões centrais do nosso tempo. Não apenas quem produz mais ou quem cresce mais, mas quem depende de quem.
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Este episódio do Podcast 15 Minutos analisa a recente atualização do Departamento de Guerra dos Estados Unidos que incluiu gigantes chinesas como Alibaba, Baidu e a fabricante de carros elétricos BYD em uma lista de corporações que colaboram com o complexo militar de Pequim.
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A Geedge Netwoks está a tentar desenvolver uma tecnologia baseada em Inteligência Artificial que permita prever quem se vai tornar um dissidente, no futuro. Esta empresa chinesa, que trabalha para o governo de Pequim, inspira-se em ficção cientifica distópica, como no filme Minority Report em que era possível prever os crimes que iam acontecer e prender os criminosos antes que o crime acontecesse. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do CNA News, você acompanha os principais destaques da elite masculina e feminina que vai disputar a Maratona de Porto Alegre neste domingo, com direito a um bônus de R$ 100 mil para quem quebrar o recorde histórico em solo brasileiro. Além disso, o programa traz os novos e rigorosos índices de qualificação para o Mundial de Atletismo de Pequim, as restrições inéditas para corridas de rua em Caruaru e a nova exigência de laudo médico para atletas em João Pessoa.Tópicos abordados:- Elite e bônus de R$ 100 mil na Maratona de Porto Alegre.- Novos índices rígidos para o Mundial de Atletismo de Pequim.- Caruaru limita o número de corridas de rua e treinos por mês.- João Pessoa passa a exigir laudo médico para maratonas e meias.- Leitura de comentários e interações da comunidade.Nossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Jorge Rodrigues considera que Pequim aproveita a distração dos EUA para se consolidar como uma potência mediadora. Ainda sublinha que a ameaça nuclear de Putin atingiu o nível seis numa escala de noveSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Os velhos amigos Xi e Putin voltaram a encontrar-se em Pequim. A flotilha para Gaza e as eleições em Israel. Instabilidade na Bolívia. Cuba na mira de Trump. Edição de Mário Rui Cardoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares comenta a atualidade, com destaque para a política externa e as visitas de Trump e Putin à China. Entende que o Presidente dos EUA foi humilhado por Xi Jinping e que os chefes de Estado de Moscovo e Washington foram a Pequim numa "posição de inferioridade". Sobre a polémica da autorização portuguesa nas Lajes, acha que o Governo "se saiu muito mal" depois das palavras de Rubio. Falamos ainda do futuro e da possibilidade de não se cometerem erros do passado (com criticas a Cavaco Silva). O cronista do Expresso defende que se aposte nos jovens em vez de aumentar as pensões dos "velhos" (e não idosos - palavra que "cheira a doença"). Na discussão sobre o pacote laboral sobram criticas para os sindicatos, o Governo (que omitiu o tema no programa eleitoral), o PS ( falta uma "posição clara" a Carneiro) e o Presidente ("falou antes de tempo, quando disse que não aceitaria uma reforma sem o ok da UGT"). See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de Donald Trump, Vladimir Putin. O episódio desta semana do podcast Diplomatas olhou para o que saiu da visita da semana passada do Presidente dos Estados Unidos a Pequim e para mais uma viagem do chefe de Estado da Rússia à capital da República Popular da China, na quarta-feira. Carlos Gaspar e Luís Tomé analisaram os objectivos estratégicos dos líderes políticos das três potências e reflectiram sobre os avisos de Xi Jinping a Trump sobre Taiwan, território autónomo que o Governo chinês reivindica como parte integrante do país. O investigador e o professor e director do Departamento de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa, convidado desta semana do Diplomatas, discutiram ainda o mais recente capítulo sobre a utilização da base das Lajes pelos EUA durante os ataques contra o Irão. Marco Rubio, secretário de Estado norte-americano, diz que o Governo português autorizou o uso da base militar nos Açores antes ainda de ter sido informado do assunto e os ministros Paulo Rangel e Nuno Melo defendem a posição de Portugal. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Coronel José do Carmo afirma que a China não é neutral e admite que Pequim usa o cinismo para se vender como pacificadora enquanto alimenta a máquina de guerra russa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No 3 em 1 desta quarta-feira (20), o destaque foi o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) que iniciou hoje uma série de reuniões com grandes empresários e lideranças do setor produtivo em São Paulo. O objetivo é explicar sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro e evitar uma debandada de apoiadores financeiros após a queda nas pesquisas. A empresária Roberta Luchsinger prestou depoimento à Polícia Federal nesta quarta-feira (20/05) e negou qualquer repasse de valores a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Investigada por supostas irregularidades em contratos de tecnologia no INSS, ela afirmou que as citações ao filho do presidente são fruto de "exploração política" para desestabilizar o governo Lula (PT-SP). A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro chamou o ministro do STF, Alexandre de Moraes, de "irmão em Cristo" após o magistrado autorizar a ida de Jair Bolsonaro ao cabeleireiro. Ao ser questionada sobre os áudios de Flávio Bolsonaro e o Caso Master, Michelle preferiu o silêncio, aumentando os rumores de um racha familiar. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), faltou nesta quarta-feira (20) ao evento de 100 dias do pacto contra a violência feminina no Palácio do Planalto. A ausência, justificada por "compromissos marcados", ocorre em meio à crise pela rejeição de Jorge Messias ao STF. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou hoje (20) que os EUA estão nos "estágios finais" de negociação com o Irã. Trump alertou que, caso um acordo não seja selado rapidamente para encerrar o conflito e garantir a desnuclearização, Washington tomará "medidas um pouco desagradáveis". Em encontro oficial em Pequim nesta quarta-feira (20/05), Vladimir Putin e Xi Jinping assinaram mais de 20 acordos bilaterais e divulgaram um manifesto conjunto contra o “Domo de Ouro”, projeto de defesa antimísseis de Donald Trump. O advogado de defesa de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, anunciou que deixou o caso em meio às negociações de um acordo de delação premiada no Caso Master. Em uma votação relâmpago e sem alarde, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que limita punições financeiras e flexibiliza regras de prestação de contas de partidos. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, saiu publicamente em defesa de Flávio Bolsonaro após o senador oscilar negativamente nas pesquisas devido ao Caso Master. O Congresso Nacional prepara para amanhã (21/05) a derrubada de um veto estratégico do presidente Lula (PT-SP) na LDO de 2026. A manobra visa liberar a doação de bens, dinheiro e benefícios durante o período eleitoral. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (20): A campanha de Flávio Bolsonaro acionou o Tribunal Superior Eleitoral contra pesquisa da AtlasIntel que apontou queda nas intenções de voto do senador para 2026. A defesa pede suspensão da divulgação, esclarecimentos sobre a metodologia e multa ao instituto. O PL também quer barrar perguntas ligadas ao Banco Master e ao banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo os advogados, o questionário teria induzido percepção negativa sobre o candidato. A divulgação do parecer da PEC que prevê o fim da escala 6x1 foi adiada para a próxima segunda-feira (25). O principal impasse envolve o prazo de transição para reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas. Enquanto o governo de Luiz Inácio Lula da Silva defende implementação mais rápida, parlamentares do Centrão querem prazo maior para adaptação das empresas. O debate envolve negociações entre o Planalto, Hugo Motta e o relator Leo Prates. A China confirmou que trabalhará com os Estados Unidos para reduzir tarifas comerciais entre os dois países. O anúncio ocorreu após a visita de Donald Trump a Pequim. Segundo o Ministério do Comércio chinês, foi criado um conselho comercial para discutir um acordo-quadro de redução recíproca de tarifas. A medida busca diminuir as tensões da guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo. A Polícia Federal concluiu que Rodrigo Bacellar exercia influência sobre decisões estratégicas do governo do Rio de Janeiro. A investigação faz parte da Operação Unha e Carne, que apura suspeitas de corrupção e loteamento político. Um dos desdobramentos levou à prisão do deputado Thiago Rangel. Segundo a PF, um vídeo encontrado mostra uma mala com R$ 500 mil em dinheiro vivo. Empresários da Faria Lima acompanham com cautela a crise envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. Integrantes do mercado financeiro avaliam que o desgaste pode crescer caso surjam novos fatos relacionados ao caso. Nos bastidores, alguns investidores passaram a considerar nomes como Ronaldo Caiado e Romeu Zema como alternativas para 2026. O cenário também pode beneficiar Luiz Inácio Lula da Silva na corrida pela reeleição. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pode voltar a atacar o Irã caso as negociações não avancem. Durante conversa com jornalistas na Casa Branca, Trump declarou esperar evitar um novo conflito, mas admitiu a possibilidade de um “grande golpe” contra Teerã. O republicano também revelou ter cancelado uma ofensiva militar após pedidos de países árabes. A tensão segue elevada no Oriente Médio. O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Edinho Silva, confirmou que Rodrigo Pacheco não disputará o governo de Minas Gerais em 2026. A decisão encerra as tentativas do partido de construir uma aliança em torno do senador. Segundo Edinho, o PT buscará outras lideranças para fortalecer o palanque de Lula no estado. Minas Gerais é considerado estratégico por ser o segundo maior colégio eleitoral do país. A aprovação de Donald Trump caiu para 35%, segundo pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nesta semana. O índice representa queda em relação ao levantamento anterior e se aproxima do pior nível registrado desde o início do atual mandato. O estudo aponta redução do apoio inclusive entre eleitores republicanos. A queda ocorre em meio às tensões internacionais e ao cenário político interno dos Estados Unidos. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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A histórica visita de Trump a Pequim já passou à história, agora as imagens que percorrem o mundo são de Putin na capital chinesa para se encontrar com Xi Jinping. A diplomacia da China mostra o seu poder ao mundo e assume uma centralidade que beneficia do facto da diplomacia norte-americana ser hostil até com a maioria dos seus aliados. Neste episódio conversamos com o jornalista Hélder Gomes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Flávio Bolsonaro admitiu que visitou Daniel Vorcaro no fim do ano passado. O dono do Master cumpria medidas restritivas e usava tornozeleira eletrônica. O senador afirmou que fez uma reunião para tratar do filme sobre Jair Bolsonaro. Em mensagem de áudio enviada a Vorcaro, o deputado do PL Mário Frias agradeceu apoio financeiro ao filme sobre o ex-presidente. Conselhos de Justiça e do Ministério Público identificaram quase 700 penduricalhos retroativos. A Organização Mundial da Saúde discute vacinas experimentais contra o surto de ebola, no Congo. Depois de Donald Trump, o presidente da China recebeu Vladimir Putin, em Pequim.
Trump desembarca em Pequim nesta semana para a cúpula mais importante do seu segundo mandato. Do outro lado da mesa, Xi Jinping — que na semana anterior recebeu o chanceler do Irã e, dias depois, deve receber Vladimir Putin. A China se posiciona, literalmente, no centro do tabuleiro.Neste vídeo, eu analiso tudo o que está em jogo no encontro entre os líderes das duas maiores potências do planeta: o impasse no Estreito de Ormuz e a pressão americana para a China entrar numa operação internacional de reabertura; a guerra comercial que já viu tarifas chegarem a 145%; a questão de Taiwan, que Trump colocou na mesa ao dizer que pretende discutir vendas de armas à ilha; a disputa por terras raras e semicondutores; e um tema que pode surpreender — a cooperação em segurança de inteligência artificial, com os dois lados sinalizando disposição para discutir os riscos da tecnologia que ambos lideram e que nenhum dos dois quer ver fora de controle.Xi chega confiante, projetando a China como alternativa estável à volatilidade americana. O que sai dessa reunião pode definir os rumos da geopolítica global pelos próximos anos.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (16): O mercado financeiro encerrou mais uma semana em forte instabilidade, impactado por tensões internacionais e ruídos políticos no Brasil. A falta de acordo entre Estados Unidos e Irã elevou os preços do petróleo e gerou temores inflacionários globais, enquanto o cenário doméstico foi sacudido pela repercussão de conversas entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro. Como resultado, o dólar disparou para a maior cotação em um mês, superando os R$ 5,06, e a Bolsa de Valores registrou nova queda relevante. Os Estados Unidos intensificaram significativamente as operações de espionagem aérea nas proximidades de Cuba, realizando pelo menos 25 missões com aeronaves de inteligência e drones de alta altitude desde o início do ano. A movimentação militar ocorre em meio a uma grave crise energética e de combustíveis na ilha caribenha. Especialistas apontam que o caráter público e incomum das missões funciona como uma demonstração de força e uma clara mensagem de intimidação de Washington a Havana. O presidente Lula defendeu a proibição do uso de Inteligência Artificial nas eleições de 2026, classificando a medida como uma "questão de caráter". No entanto, os comentaristas Acacio Miranda e Thulio Nassa alertam que uma restrição total pode abrir precedentes para a censura prévia no debate político. Enquanto o TSE tenta impor limites às deep fakes, o uso da tecnologia por partidos e governistas escancara a complexidade de se regulamentar a inovação no país. O Supremo Tribunal Federal (STF) validou a lei que assegura a igualdade salarial entre homens e mulheres no Brasil, exigindo que empresas com mais de 100 funcionários publiquem relatórios de transparência. A medida visa combater a disparidade de gênero no setor privado, onde mulheres ainda ganham, em média, 21% menos que os homens exercendo as mesmas funções. Em entrevista ao programa Jornal da Manhã deste sábado (16), o advogado Jackson Passos explica que a nova legislação endurece as penalidades, prevendo indenizações por danos morais para além do pagamento das diferenças salariais. O presidente dos EUA, Donald Trump, indicou Kevin Warsh como substituto de Jerome Powell no comando do Federal Reserve. O economista e jurista, de linha liberal, assume em meio a questionamentos da imprensa norte-americana sobre o risco de interferência política na instituição. Especialistas debatem os impactos dessa transição para o cenário global e traçam um paralelo com a autonomia do Banco Central no Brasil, alertando sobre as consequências do populismo nas decisões econômicas. A Polícia Federal prendeu Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro (proprietário do Banco Master), em uma nova fase da Operação Compliance Zero. A investigação aponta que Henrique atuava como o financiador do grupo criminoso "A Turma", envolvido em fraudes financeiras de grande escala. O desdobramento da operação revela ainda o suposto envolvimento de cinco agentes da PF, que teriam recebido propina e ameaçado desafetos do esquema. O programa Jornal da Manhã deste sábado (16) conversou com o advogado criminalista Felipe Carrijo para entender o tema. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encerrou a sua visita oficial à China sem alcançar grandes acordos em temas sensíveis, evidenciando impasses em áreas como inteligência artificial, defesa e na questão de Taiwan. O encontro com o líder chinês, Xi Jinping, ocorre em um momento de forte pressão interna sobre o governo norte-americano devido aos impactos inflacionários da guerra contra o Irã. Enquanto Washington tenta redefinir a sua política bilateral para reduzir os prejuízos das empresas, Pequim consolida a sua relevância geopolítica global e já se prepara para receber o presidente russo, Vladimir Putin. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No país das reformas: Lei laboral, contratos públicos, Constituição. A fé do governo no Parlamento, o Tribunal de Contas que vai ao Instagram. E Trump foi a Pequim perceber que há coisas que não estão à venda.See omnystudio.com/listener for privacy information.
PAUTA:1) OS DOIS GIGANTES EM PEQUIM2) A RÚSSIA VOLTA AOS ATAQUES3) ESTAMOS DE OLHO4) BOA NOTÍCIA
Confira na edição do Jornal da Record desta quinta-feira (14): PF prende pai de Daniel Vorcaro e suspeitos de ameaçar adversários do banqueiro. PF também investiga se em pagamentos de Vorcaro a Flávio Bolsonaro existem repasses para o irmão Eduardo, nos EUA. O senador diz que não há irregularidade no contato com o banqueiro e no financiamento do filme sobre a vida do pai. Na visita de estado mais esperada do ano, em Pequim, Donald Trump afirma que Xi Jinping e a China podem ajudar na saída da crise do petróleo. E os dois presidentes concordam que o Irã não pode ter armas nucleares. Morre o segundo morador atingido por explosão de gás na capital paulista. Está presa a maior quadrilha de roubo de joias do centro de SP. Contrabando do Paraguai movimenta R$ 60 bi em produtos ano após ano.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Em seu último dia em Pequim, Trump participa de almoço oficial com Xi Jinping. Desemprego sobe em 15 estados brasileiros no primeiro trimestre de 2026. Secretaria de Saúde de SP confirma mais duas mortes por febre amarela em 2026. Saldo do FGTS para pagamento de dívidas poderá ser consultado em 25 de maio. SP Innovation Week: tecnologia ajuda polícia a prevenir crimes virtuais contra crianças.
No momento em que Donald Trump desembarca em Pequim, uma reportagem do UOL Prime mostra que jovens americanos agora estão bebendo água quente, jogando mahjong, vestindo camisas com botões de nó e incorporando hábitos do cotidiano da China. É o avanço do soft power chinês, a capacidade de influenciar comportamentos, valores e imaginários por meio da cultura. É sobre a chamada "chinamaxxing", a maximização do estilo de vida chinês, que o apresentador José Roberto de Toledo conversa com o colunista e correspondente do UOL na China Nelson de Sá. "É algo que acontece nos Estados Unidos e também começa a acontecer no Brasil", diz Nelson de Sá. Ele viajou ao maior complexo de estúdios da China, em Hengdian, a Hollywood chinesa, e ouviu atores e especialistas em política internacional, videogame e moda para apresentar os avanços nessa nova frente de competição com os EUA.
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Trump chegou ontem a Pequim para a cimeira com Xi Jinping. Está muita coisa em jogo e os aliados da América temem que Trump os sacrifique, se daí houver ganhos para os Estados Unidos. Guerra no Irão, comércio bilateral, Taiwan, Inteligência Artificial e Fentanil são os cinco temas apontados como mais importantes da cimeira. Neste episódio, conversamos com Raquel Vaz Pinto, comentadora da SIC e investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trump desembarca em Pequim nesta semana para a cúpula mais importante do seu segundo mandato. Do outro lado da mesa, Xi Jinping — que na semana anterior recebeu o chanceler do Irã e, dias depois, deve receber Vladimir Putin. A China se posiciona, literalmente, no centro do tabuleiro.Neste vídeo, eu analiso tudo o que está em jogo no encontro entre os líderes das duas maiores potências do planeta: o impasse no Estreito de Ormuz e a pressão americana para a China entrar numa operação internacional de reabertura; a guerra comercial que já viu tarifas chegarem a 145%; a questão de Taiwan, que Trump colocou na mesa ao dizer que pretende discutir vendas de armas à ilha; a disputa por terras raras e semicondutores; e um tema que pode surpreender — a cooperação em segurança de inteligência artificial, com os dois lados sinalizando disposição para discutir os riscos da tecnologia que ambos lideram e que nenhum dos dois quer ver fora de controle.Xi chega confiante, projetando a China como alternativa estável à volatilidade americana. O que sai dessa reunião pode definir os rumos da geopolítica global pelos próximos anos.
Miguel Baumgartner afirma que Trump foi "enfraquecido" a Pequim e com a necessidade de ter uma parceria económica efetiva com a China. Garante que encontro foi “ muito mais comercial do que político".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trump e Xi encontram-se em Pequim e ambos sabem que têm de cooperar apesar dos interesses contraditórios. O que esperar desta cimeira em que os dois líderes chegam menos fortes do que gostariam?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (13): O comentarista José Maria Trindade afirmou que a posse de Kassio Nunes Marques na presidência do Tribunal Superior Eleitoral representa uma “mudança de paradigma” na Corte Eleitoral. Nesta terça-feira (12), Nunes Marques assumiu oficialmente o comando do tribunal, enquanto André Mendonça tomou posse como vice-presidente. É a primeira vez que ministros indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro passam a liderar o TSE, responsável pela condução das eleições de 2026. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou ser “radicalmente contra” pedidos de indenização ou compensação feitos por empresas diante da proposta de fim da escala de trabalho 6x1. Durante audiência pública na comissão especial da Câmara dos Deputados que debate o tema, Durigan declarou que mudanças trabalhistas desse tipo fazem parte de “ganhos geracionais” já adotados em outros países sem compensações ao setor empresarial. O senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas, afirmou nesta terça-feira (12) que as acusações feitas contra ele na investigação sobre o Banco Master são um “roteiro absurdo de ficção”. A declaração foi publicada em vídeo divulgado nas redes sociais do parlamentar, que voltou a negar irregularidades após ser alvo de investigações relacionadas ao caso. A Sabesp e a Comgás anunciaram nesta terça-feira (12) o aumento do auxílio emergencial destinado às famílias afetadas pela explosão no Jaguaré, na Zona Oeste de São Paulo. O valor passou de R$ 2 mil para R$ 5 mil após reclamações dos moradores atingidos pela tragédia causada pelo rompimento de uma tubulação de gás durante uma obra. A Defesa Civil também concluiu a vistoria em mais de 50 imóveis e autorizou o retorno de 48 famílias às residências após avaliação das condições estruturais das casas. O deputado Paulinho da Força, relator do projeto que criou a Lei da Dosimetria na Câmara, afirmou ter ouvido do ministro Alexandre de Moraes que o Supremo Tribunal Federal deve liberar para votação, no fim de maio, as ações que questionam a constitucionalidade da norma. A tendência, segundo interlocutores, é que a Corte mantenha a validade da lei, permitindo sua aplicação para reduzir penas de condenados relacionados aos atos de 8 de janeiro e à ação penal sobre a tentativa de golpe, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira (12) uma Medida Provisória que zera o imposto federal de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, medida conhecida popularmente como fim da “taxa das blusinhas”. Apesar da mudança, o ICMS estadual continua sendo cobrado nas encomendas internacionais, com alíquotas entre 17% e 20%. Para analisar os impactos da decisão no consumo e na arrecadação, a Jovem Pan entrevista o ex-secretário da Receita Federal Marcos Cintra. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (12) que não precisa da ajuda do presidente da China, Xi Jinping, para encerrar a guerra que os EUA trava contra o Irã no Oriente Médio. Ao deixar a Casa Branca para embarcar no Air Force One com destino a Pequim, Trump declarou que não acredita precisar de qualquer apoio de Xi Jinping e afirmou que o Irã “fará a coisa certa” ou os Estados Unidos “terminarão o trabalho”. O governo do Irã declarou que a proposta de paz enviada aos Estados Unidos é a “única alternativa” para encerrar as tensões no Oriente Médio. A posição foi reafirmada pelo presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, que classificou a oferta de 14 pontos como legítima. Segundo o governo iraniano, as negociações travadas aumentam os temores de uma escalada do conflito na região. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Com a tensão sobre as tarifas comerciais, sobre a crise no Golfo Pérsico e a questão de Taiwan latentes - para não falar da intensa disputa tecnológica - os chefes das duas grandes potências da atualidade vão se encontrar em Pequim . Será que Trump e Xi Jinping conseguirão minimamente estabilizar o conturbado relacionamento entre seus países?Esse é o principal tema da Live, que tratará também da interminável crise no Irã, da "fraquejada" de Putin no Dia da Vitória, e muito mais!Espero vocês!Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/paulofilho90Siga-nos no Twitter - https://x.com/PauloFilho_90Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK
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O historiador Bruno Cardoso Reis acredita que o Presidente norte-americano chega a Pequim fragilizado perante uma China que soube aproveitar a guerra comercial dos EUA com o Mundo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trump viaja para Pequim no final da semana. Na capital chinesa terá uma cimeira de dois dias com Xi Jinping em que a guerra no Irão e as relações comercias são temas destacados na agenda. Os aliados dos Estados Unidos na zona temem que Trump acabe por facilitar na questão da segurança, para obter ganhos no comércio. Neste episódio, conversamos com o comentador da SIC Jorge Botelho Moniz.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidado: Larissa Wachholz, especialista do núcleo de Ásia do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais) A China passa por uma transformação que afeta diretamente o Brasil. Como explica Larissa Wachholz, especialista do núcleo de Ásia do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais), a potência asiática busca reduzir sua dependência externa — especialmente de importações como soja e proteínas brasileiras. Pequim acelera uma estratégia de autossuficiência alimentar porque a fome, historicamente presente no país, é tratada hoje como uma "vulnerabilidade". Por isso, o 15º Plano Quinquenal, que orienta o desenvolvimento do gigante asiático, projeta um crescimento mais moderado e maior foco no fortalecimento do mercado interno. Nesse contexto, segurança alimentar e segurança nacional passam a caminhar juntas. Esse movimento já aparece nos indicadores: na última década, a participação das importações no PIB chinês caiu de 22% para menos de 18%. Na área de alimentos, a estratégia combina tecnologia, subsídios, expansão da produção doméstica e estoques elevados — um cenário que tende a pressionar exportadores no longo prazo. Hoje, o Brasil responde por 25% de tudo o que a China importa do agronegócio global. Diante disso, analistas avaliam que a relação bilateral permanece sólida no curto prazo, mas impõe um desafio estratégico: como o Brasil deve se posicionar diante de uma China que continua investindo aqui, mas busca depender cada vez menos do mundo? Para Wachholz, o país também precisa ficar atento a possíveis acordos entre Estados Unidos e China e ampliar seu leque de parceiros comerciais.
No 3 em 1 desta segunda-feira (11), o destaque foi que o senador Ciro Nogueira (PP-PI) oficializou a troca de sua equipe jurídica após ser alvo da Operação Compliance Zero. O presidente Donald Trump desembarca na China nesta quarta-feira (11) para uma reunião crucial com Xi Jinping. O objetivo é pressionar Pequim a cortar o suporte financeiro ao Irã, isolando o regime de Teerã para forçar a aceitação do acordo de paz. O ministro Alexandre de Moraes (STF) suspendeu a aplicação da nova dosimetria para condenados, travando a redução de penas em diversos processos. A decisão gerou revolta na oposição, que já articulam o retorno imediato da PEC da Anistia. O ministro Flávio Dino (STF) saiu em defesa de Alexandre de Moraes (STF) após a decisão que suspendeu a nova dosimetria de penas. Dino afirmou que o uso de decisões monocráticas é essencial para evitar o "colapso da Corte". A decisão de Alexandre de Moraes (STF) de suspender a dosimetria de penas uniu presidenciáveis da oposição em críticas severas. Líderes da direita classificaram o ato como uma interferência no Legislativo. O presidente Lula (PT-SP) apresentou nesta segunda-feira o programa "Brasil Contra o Crime Organizado", com previsão de R$ 11,1 bilhões em investimentos. O plano foca na asfixia financeira de facções e no combate ao tráfico de armas. Uma forte explosão no bairro do Jaguaré, Zona Oeste de São Paulo, atingiu diversas residências e causou pânico no final da tarde desta segunda-feira (11). Uma auditoria do TCU revelou que o governo Lula (PT-SP) desperdiçou R$ 260 milhões com a compra de doses da CoronaVac. O relatório indica que o Ministério da Saúde, comandado por Nísia Trindade (RJ), demorou sete meses para fechar o contrato, resultando no descarte de 7,9 milhões de imunizantes vencidos. O PT iniciou movimentos para atrair o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) como candidato ao governo de Minas Gerais com o apoio de Lula (PT-SP). A estratégia ganhou força após a resistência do Senado em aceitar o nome de Jorge Messias para o STF, o que forçou o Planalto a reorganizar suas peças políticas. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Para entender a disputa entre Estados Unidos e China é preciso recuar até 1776. Essa é a tese de Pedro Costa Jr., editor de Geopolítica e Relações Internacionais do jornal GGN, doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo e autor do recém-lançado Estados Unidos versus China, a luta pelo poder global, publicado pela Editora Escuta. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório Político dos Estados Unidos, Tatiana Teixeira, editora-chefe do OPEU, e Yasmin Reis, pesquisadora do OPEU e doutoranda em Relações Internacionais pelo Programa Interinstitucional Santiago Dantas, recebem Pedro para uma conversa que articula teoria do poder global, história de longa duração e conjuntura contemporânea. A entrevista atravessa o encontro secreto entre Henry Kissinger e Zhou Enlai em 1971, a histórica visita de Nixon a Mao Tse Tung em 1972, o trauma do Vietnã, a reforma e abertura conduzida por Deng Xiaoping, a entrada da China na Organização Mundial do Comércio em 2001, o pivô fracassado de Barack Obama para a Ásia e o consenso bipartidário em Washington em torno da contenção global da China. Pedro discute por que Washington despertou tarde demais para o que Giovanni Arrighi chamou de transferência da fábrica e do cofre do mundo do Atlântico para o Pacífico e o que a aliança sem limites entre China e Rússia, firmada vinte dias antes da invasão da Ucrânia, sinaliza sobre o fim da velha ordem mundial liberal. Aperte o play. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Tatiana Teixeira (OPEU), Yasmin Reis (OPEU; PPGRI Santiago Dantas), Pedro Costa Jr. (GGN; USP). Capa do episódio: FT Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio ANDERSON, Perry. “Balanço do neoliberalismo”. In: SADER, Emir; GENTILI, Pablo (orgs.). Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o Estado democrático. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. ARRIGHI, Giovanni. O longo século XX: dinheiro, poder e as origens do nosso tempo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996. ARRIGHI, Giovanni. Adam Smith em Pequim: origens e fundamentos do século XXI. São Paulo: Boitempo, 2008. ARRIGHI, Giovanni; SILVER, Beverly J. Caos e governabilidade no moderno sistema mundial. Rio de Janeiro: Contraponto, 2001. COSTA JR., Pedro. Estados Unidos versus China: a luta pelo poder global. São Paulo: Editora Escuta, 2025. FUKUYAMA, Francis. O fim da história e o último homem. Rio de Janeiro: Rocco, 1992. HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos: o breve século XX (1914-1991). São Paulo: Companhia das Letras, 1995. KAGAN, Robert. The World America Made. New York: Knopf, 2012. KISSINGER, Henry. Sobre a China. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011. VELASCO E CRUZ, Sebastião C. Os Estados Unidos no desconcerto do mundo. São Paulo: Editora Unesp, 2010. WALLERSTEIN, Immanuel. O declínio do poder americano. Rio de Janeiro: Contraponto, 2004. Capítulos: 00:00 Introdução e apresentação do convidado 02:30 Por que os anos 1970 são o ponto nevrálgico da relação sino-americana 09:00 De fábrica a cérebro do mundo, a transferência geoeconômica para o Pacífico 17:00 A viagem secreta de Kissinger e o jantar com Mao Tse Tung 27:00 O atropelo diplomático, o tempo milenar do império do meio 40:00 A janela perdida, por que os Estados Unidos não pararam a China em 1989 55:00 O consenso bipartidário em Washington pela contenção da China 1:01:00 A aliança sem limites entre Pequim e Moscou e o fim da velha ordem liberal The post EUA x China: A luta pelo poder global appeared first on Chutando a Escada.
Sua vida teve um início marcado por um episódio decisivo. Durante o parto, uma complicação grave colocou em risco a vida dele e da mãe. Em meio à situação, o pai foi chamado a decidir e indicou que a prioridade fosse salvar a mãe. Ao final, os dois sobreviveram. Sua infância foi marcada pela vida ao ar livre e, desde cedo, teve contato com o esporte, influenciado especialmente pelo pai, que participou das primeiras maratonas e provas de triathlon realizadas no Brasil. Dos 7 aos 14 anos, nadou pelo Fluminense, onde teve destaque nas categorias de base. Com o passar do tempo, o aumento da cobrança o fez perder o interesse na natação. No início da década de 90, mudou-se para a Barra da Tijuca e passou a viver mais próximo ao ambiente de praia. Praticou surfe e jiu-jitsu. Mais tarde, retomou a natação e iniciou a participação em provas de biathlon. Em 1994, estreou no triathlon. Apenas dois anos depois, decidiu competir profissionalmente. Nos anos seguintes, investiu em temporadas de treinamento em Boulder, nos Estados Unidos. A partir daí, foi construindo uma carreira com resultados consistentes. O auge veio em 2007, com o título de campeão brasileiro, o campeonato sul-americano e a medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos. Quatro anos depois, durante o ciclo para os Jogos de Pequim, uma lesão interrompeu a tentativa de classificação olímpica. No mesmo período, nasceu seu filho, marcando uma nova fase de vida. Já em 2008, fez sua estreia em uma prova de Ironman, em Florianópolis e no ano seguinte, conquistou a nona colocação. Paralelamente à carreira como atleta, já vinha se envolvendo na organização de eventos esportivos. Entre 2004 e 2007, colaborou com o Fast Triathlon. Em seguida, participou da criação do Run for Water e do Rei do Mar. Pouco depois, decidiu abrir sua própria empresa de eventos para organizar o Circuito Rio Antigo de corridas de rua. Anos mais tarde, retornou ao Ironman Brasil como atleta amador. Conquistou a classificação para o Mundial do Havaí naquele mesmo ano. Na temporada seguinte, alcançou o terceiro lugar no Ironman da Flórida. A partir de 2017, assumiu a missão de se tornar diretor-geral da Confederação Brasileira de Triathlon. Ao longo dos ciclos olímpicos de Tóquio e Paris, atuou na estruturação de governança, processos institucionais e no relacionamento com entidades do esporte. Nesse período, o Brasil conquistou resultados inéditos na modalidade. Mais recentemente, passou a integrar a área de relações institucionais do Comitê Olímpico do Brasil. Também esteve à frente da coordenação da candidatura conjunta Rio–Niterói para os Jogos Pan-Americanos de 2031. Conosco aqui, o educador físico e futuro advogado, ex-triatleta profissional que se tornou o cartola dos cartolas da modalidade, um dedicado homem de família, o carioca Virgílio de Castilho Barbosa Filho. Inspire-se! Race Smart - check your heart Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Em abril de 2026, depois de 16 anos no poder, Viktor Orbán foi derrotado nas urnas húngaras pelo deputado Péter Magyar e seu partido Tisza. Para Aline Burni, Research Fellow no ODI Global (Bruxelas) e pesquisadora do Observatório da Extrema Direita, o resultado é histórico. Mas o desafio de desmontar a “democracia iliberal” construída ao longo de quatro mandatos consecutivos é incomparavelmente mais complexo do que vencer uma eleição. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema Direita, David Magalhães (UFU; OED) e Guilherme Casarões (FIU) recebem Aline para discutir o legado de Orbán como “vitrine” e laboratório da direita radical, a coalizão negativa que viabilizou a vitória de Magyar e os impactos da queda do principal aliado de Moscou na União Europeia sobre a guerra na Ucrânia, as redes transnacionais reacionárias e a articulação geopolítica entre Trump, Bruxelas e Pequim. No segundo bloco, em substituição ao tradicional boletim de notícias, David traça um perfil de Peter Thiel após sua visita a Javier Milei na Casa Rosada, recorrendo a Quinn Slobodian (Crack-Up Capitalism) para situar o cofundador da Palantir na constelação de figuras (Patri Friedman, Curtis Yarvin, Hans-Hermann Hoppe) que pavimentam um projeto de “fuga da democracia” pela via da fragmentação jurisdicional. O episódio fecha com uma dica cultural crítica sobre Por Dentro da Machosfera, documentário recém-lançado na Netflix por Louis Theroux. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Aline Burni (ODI Global; OED), David Magalhães (UFU; OED), Guilherme Casarões (FIU). Inserção musical no final: “The Day the Nazis Died”, interpretação de Sarah Hester Ross. Capa do episódio: Cepa.org Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio: HOPPE, Hans-Hermann. Democracia: O Deus que Falhou — A economia e a política da monarquia, da democracia e da ordem natural. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2014. POR DENTRO da Machosfera. Direção: Louis Theroux. Estados Unidos/Reino Unido: Netflix, 2026. Documentário (streaming). SLOBODIAN, Quinn. Crack-Up Capitalism: market radicals and the dream of a world without democracy. New York: Metropolitan Books, 2023. THIEL, Peter. The Education of a Libertarian. Cato Unbound, 13 abr. 2009. Disponível em: https://www.cato-unbound.org/2009/04/13/peter-thiel/education-libertarian/ Capítulos: 00:00 Introdução 03:00 Aline Burni: o legado de 16 anos de Viktor Orbán 09:00 Por que o modelo iliberal ruiu nas urnas 14:00 A coalizão negativa por trás de Péter Magyar 21:00 Reconstruir a democracia: os obstáculos institucionais 26:00 A internacional reacionária sem o Orbán 37:00 Quem é Peter Thiel? Perfil de um arquiteto antidemocrático 55:00 Dica cultural: Por Dentro da Machosfera The post A vitória de Péter Magyar na Hungria appeared first on Chutando a Escada.
Do turbilhão de notícias referentes ao estreito de Ormuz, o que parece sair da confusão é o facto de Trump ter passado a dizer que não tem pressa e que não são as eleições intercalares de novembro que vão mudar alguma coisa no braço de ferro com o Irão. À Assembleia da República está de regresso Pedro Nuno Santos. O ex-líder do PS volta como deputado socialista e já deixou recados internos. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 23 de abril. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Mais de cinco décadas após o último passo de um astronauta em solo lunar, a humanidade volta seus olhos novamente para o nosso satélite natural. Mas por que, com smartphones mais potentes que os computadores da NASA em 1969, demoramos tanto para retornar? Neste vídeo, analisamos a missão Ártemis II, o projeto mais ambicioso da exploração espacial contemporânea. Exploramos a fundo a nova dinâmica geopolítica: se nos anos 60 a disputa era entre Washington e Moscou, hoje o cenário envolve o avanço constante de Pequim e a entrada de gigantes do setor privado como SpaceX e Blue Origin. Descubra o valor estratégico do Polo Sul lunar e por que a água congelada nas crateras se tornou o "petróleo" do espaço profundo. Enfrentamos também os questionamentos técnicos e as teorias da conspiração que ainda cercam o programa Apollo. Da análise das sombras paralelas às provas físicas trazidas pelos astronautas, detalhamos por que a ciência e a própria espionagem soviética confirmam o feito de 1969. Entenda os riscos reais da radiação solar, os desafios do Cinturão de Van Allen e o que esperar do futuro da presença humana permanente no cosmos.