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História FM
242 Rússia na Primeira Guerra Mundial: os últimos anos da dinastia Romanov

História FM

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 83:58


A participação da Rússia na Primeira Guerra Mundial foi marcada por enormes desafios militares, econômicos e políticos que contribuíram para transformar profundamente o destino do país. Desde os primeiros anos do conflito, o Exército Imperial Russo enfrentou sucessivas derrotas, dificuldades de abastecimento e graves problemas de organização, enquanto o esforço de guerra agravava a crise econômica e aumentava o descontentamento da população. O desgaste provocado pelo conflito alimentou a instabilidade interna que culminou nas Revoluções de 1917, na queda da monarquia dos Romanov, na ascensão dos bolcheviques ao poder e, posteriormente, na assinatura do Tratado de Brest-Litovsk, que retirou a Rússia da guerra. A experiência russa demonstra como um conflito internacional pode acelerar transformações políticas profundas, alterando não apenas o rumo da guerra, mas também a história do século XX. Convidamos Delmo Arguelhes para analisar a atuação da Rússia na Primeira Guerra Mundial, os fatores que levaram ao colapso do regime czarista, a relação entre guerra e revolução e as consequências da saída russa do conflito para o equilíbrio de forças na Europa.Roteiro: Icles RodriguesEdição: Samuel GambiniInstagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@iclesrodrigues⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠PIX: leituraobrigahistoria@gmail.comAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Adquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Adquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Colabore com nosso trabalho em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠apoia.se/obrigahistoria⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Inverno mais confortável é com a Insider! Use meu cupom HISTORIAFM ou acesse o site pelo link ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e aproveite! #insiderstore

Filosofia Socran
O Problema DIFÍCIL da Filosofia

Filosofia Socran

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 92:13


O Maior Problema da Filosofia - Aporias da contingência absoluta e necessidade absoluta - Uma hipótese Conciliadora - Referências:1. Metafísica e Ontologia Brasileira*MÁRIO FERREIRA DOS SANTOSObra: Filosofia concreta, Filosofia e Cosmovisão ou Tratado de Simbólica (Editora Logos / É Realizações).Conceitos: Dialética Decadialética (a tensão entre o ser e o devir), a tese de que "algo há" (ponto arquimediano contra o nada) e a tensionalidade ontológica.2. Tradição Escolástica e Medieval*SANTO TOMÁS DE AQUINOObra: Suma Teológica (Editora Loyola / Ecclesiae).Conceitos: Causas secundárias (autonomia do mundo físico), Ato Puro (Deus como fundamento), Hilemorfismo (união forma e matéria) e a distinção entre Necessidade da Consequência e do Consequente.*BOÉCIOObra: A Consolação da Filosofia (Editora Martins Fontes).Conceitos: A visão de Deus na eternidade como um presente contínuo e a distinção lógica entre os tipos de necessidade.3. Racionalismo Moderno*BARUCH SPINOZAObra: Ética (Editora Autêntica / Companhia das Letras).Conceitos: Necessitarismo absoluto (o "Deus que devora o mundo") e o monismo substancial, usados como contraponto negativo em sua tese.4. Existencialismo*ALBERT CAMUSObra: O Mito de Sísifo, onde ele explora a absurdidade da vida. Conceito de Absurdo (ou Absurdo Contingencial): Para Camus, a existência é um absurdo porque o ser humano é produto de inúmeras acidentalidades e o universo não oferece uma resposta ou razão para o nosso ser. O Problema do Suicídio: Camus postula que a questão filosófica fundamental é decidir por que não se deve cometer suicídio diante de um mundo sem sentido. Ele defende que o indivíduo deve criar seu próprio sentido e fazer a vida valer a pena, mesmo ciente da sua absurdidade.*JEAN-PAUL SARTREObra: O Ser e o Nada, onde afirma que a Existência precede a Essência. Sartre defende que o homem não possui uma natureza ou "molde" pré-definido (diferente da sua tese de alma como possibilidade ideal); ele primeiro existe e depois se inventa do zero. Há pois, Liberdade Radical e o Nada, pois ele dissolve a necessidade e admite a contingência absoluta, onde o ser humano é definido pelo que ele faz com o que as circunstâncias fizeram dele.5. Filosofia Contemporânea*VIKTOR FRANKLObra: Em Busca de Sentido (Editora Vozes).Conceitos: Logoterapia e a capacidade do espírito humano de se sobrepor às circunstâncias materiais.6. Teologia *WILSON, KENNETH M. Augustine's Conversion from Traditional Free Choice to "Non-free Free Will": A Comprehensive Methodology. Editora: Mohr Siebeck (ou reimpressões pela Regnum Books).*NICOLAU DE CUSAObra: A Douta Ignorância (Editora UNICAMP / Fundação Calouste Gulbenkian).Conceitos: Coincidentia Oppositorum (coincidência dos opostos) e o Possest (Deus como unidade de potência e ato).*SANTO AGOSTINHOObra: O Livre-Arbítrio e Confissões (Editora Paulus / Vozes).Conceitos: A tensão entre presciência divina e liberdade, e a influência do pensamento agostiniano na Reforma (Calvino e Lutero).7. Filosofia Analítica e Ciência Moderna*WILLIAM LANE CRAIGObra: Time and Eternity (Editora Crossway / Vida Nova).Conceitos: Teoria A e Teoria B do tempo (presentismo vs. universo bloco) e o Molinismo (conhecimento médio de Deus) Heisenberg, Schrödinger e EinsteinConceitos: Colapso da função de onda, Princípio da Incerteza e Variáveis Ocultas, usados como analogia física para a liberdade e a concreção de possibilidades.***Quer Ajudar o canal? Veja como:*Link do meu Livro: https://amzn.to/4dbsdhK*Pix: https://widget.livepix.gg/embed/e47d6b80-f832-4fc2-a6af-ee6fa4c9ad9a*Apoie o Canal: https://apoia.se/canaldosocran

Noticentro
Sheinbaum respalda el Tratado del Canal de Panamá

Noticentro

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 1:40 Transcription Available


Defensa formaliza la Comandancia de la Guardia Nacional en Lomas de Sotelo  Aumentan personas en prisión sin sentencia: INEGIIrán rompe acuerdo con Estados Unidos  Más información en nuestro podcast#grc

Capital, la Bolsa y la Vida
Claves del miércoles: Desaparece la "verja" de Gibraltar

Capital, la Bolsa y la Vida

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026


El presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, asiste a la demolición de la Verja de la Línea de la Concepción, día en el que entra en vigor el Tratado entre la UE y Reino Unido sobre de Gibraltar. Irán responde con bombardeos a Kuwait y Bahréin tras siete horas de ataque de EEUU contra diferentes objetivos y el bloqueo de Ormuz. El Ministerio de Hacienda llevarla al Consejo de Ministros del próximo martes la senda de déficit para el periodo 2027-2029.

ABC da Geopolitica
Hungria: entre Moscou e Bruxelas

ABC da Geopolitica

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 60:15


Como um país que já perdeu dois terços do seu território se tornou uma das vozes mais nacionalistas da Europa? A resposta está em uma história marcada pela ocupação otomana, pelo domínio austríaco, pelo trauma do Tratado de Trianon e pela escolha de lutar ao lado do Eixo na Segunda Guerra Mundial.   Gravado em julho de 2026.PIX: abcdageopolitica@gmail.comInstagram e Tik Tok : @abcdageopoliticaApoio pela plataforma da ORELO ou PIXLivro: A casa dos segredos.  mondru.com/loja   mondru.com/produto/a-casa-dos-segredos/Vinheta musical: Longzijuan  

Radio Castellón
El portavoz del PSPV-PSOE en la Diputació de Castelló, Samuel Falomir, en su intervención ha tratado de desmontar lo que ha calificado como "un relato triunfalista" del equipo de gobierno

Radio Castellón

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 0:41


La Diez Capital Radio
Informativo (13-07-2026)

La Diez Capital Radio

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 17:03


Miguel Ángel González Suárez te presenta el Informativo de Primera Hora en 'El Remate', el programa matinal de La Diez Capital Radio que arranca tu día con: Las noticias más relevantes de Canarias, España y el mundo, analizadas con rigor y claridad. El próximo martes 14 de julio a las 20:00 horas semifinales del mundial entre Francia y España. AT&T Stadium (Estadio Dallas), Arlington, Texas, Estados Unidos. Las apuestas están: Francia: 39-40% de probabilidad implícita. España: 29-30%. La segunda semifinal del Mundial 2026 entre Inglaterra y Argentina se jugará: Miércoles, 15 de julio de 2026. Hora: 21:00 (hora peninsular española) / 20:00 en Canarias Estadio: Mercedes-Benz Stadium, Atlanta, Georgia (Estados Unidos). Las probabilidades implícitas se sitúan aproximadamente en: Argentina: 52-54% de opciones de clasificarse para la final. Inglaterra: 46-48%. Hoy se cumplen 1.606 días de guerra entre Rusia y Ucrania. 4 años y 138 días. Hoy es lunes 13 de julio de 2026. Día Internacional del Sarcoma. El 13 de julio se celebra el Día Internacional del Sarcoma, un tipo de cáncer que es frecuente en la etapa de la niñez y en adultos, que se desarrolla en los huesos y tejidos blandos del organismo. Se pretende informar y sensibilizar a la población mundial acerca de este tipo de cáncer, que posee más de 150 variedades reconocidas por la Organización Mundial de la Salud (OMS). 1713: España pierde el peñón de Gibraltar y la isla de Menorca con la firma del Tratado de Utrecht. 1908.- Apertura en Londres de los IV Juegos Olímpicos de la Era Moderna. 1936: Es asesinado José Calvo Sotelo en Madrid, lo que supuso el caldo de cultivo de la Guerra Civil Española. 1941.- Parte desde Madrid el primer grupo de voluntarios de la División Azul para incorporarse al Ejército alemán en la II Guerra Mundial y luchan contra los soviéticos. 1985: Día Mundial del Rock. Fue declarado en esta fecha con motivo del concierto benéfico Live Aid, llevado a cabo de forma simultánea en Londres, Inglaterra, en Filadelfia, Pensilvania, en Estados Unidos de América, en Sídney, Australia y Moscú, antigua Unión Soviética. 1997: Miguel Ángel Blanco, concejal del Partido Popular en Ermua (País Vasco, España), es asesinado por la banda terrorista ETA, después de tres días de secuestro, provocando una movilización ciudadana contra el terrorismo sin precedentes en el país. 2014.- Pedro Sánchez es elegido secretario general del PSOE en la consulta a la militancia. Sucedió a Alfredo Pérez Rubalcaba. 2016: en el Reino Unido, Theresa May es elegida primera ministra. Es la segunda mujer que desempeña ese cargo en ese país. Patrocinio del santo de cada día por gentileza de la Casa de las Imágenes, en la calle Obispo Perez Cáceres, 17 en Candelaria. Santos Enrique, Anacleto, Serapio y Sara. Irán lanza ataques contra Qatar, Emiratos, Bahréin y Kuwait tras los bombardeos de EE.UU. Estados Unidos e Irán prosiguen en su escalada bélica y los ayatolás anuncian el cierre del estrecho de Ormuz. El incendio de Los Gallardos está estabilizado y los evacuados pueden volver a sus casas. Las claves del incendio de Los Gallardos: qué se sabe, cómo se originó y por qué avanzó con tanta rapidez. Las rentas más altas en Canarias crecen a un ritmo del 12,7% anual, el doble que la clase media. El grupo de los 'ultrarricos', con ingresos superiores a 600.000 euros, ha experimentado un aumento del 37% solo entre 2023 y 2024 en Canarias. Canarias gasta 3.455 euros por habitante en políticas sociales, un 24% más en cinco años La mayor parte de la inversión se dedica a Sanidad. En Educación las islas se sitúan por debajo de la media estatal. Casi la mitad de los niños entre 6 y 9 años de Canarias, con obesidad o sobrepeso, la mayor tasa del país. Las autoridades insisten en la necesidad de fomentar estilos de vida saludables desde la infancia para evitar complicaciones futuras y mejorar la calidad de vida de los menores. Rescatadas 134 personas, 50 posibles menores, a bordo de un cayuco próximo a Canarias. Los migrantes desembarcaron en el puerto de Arguineguín, donde fueron atendidos por el personal del Servicio de Urgencias Canario y Cruz Roja. Día Mundial del Rock. Chuck Berry With Bruce Springsteen & The E Street Band - Johnny B. Goode

Calamares en su tinta
El horror del Congo Belga: La verdad oculta de Leopoldo II

Calamares en su tinta

Play Episode Listen Later Jul 12, 2026 48:26 Transcription Available


Bienvenidos a Calamares en su Tinta! El fútbol y el Mundial de la Selección Colombia son el pretexto perfecto para abrir el mapa del mundo y analizar la geopolítica, la literatura y la historia profunda. En este episodio, viajamos a las raíces de la identidad de Bélgica —desde los conflictos religiosos entre católicos y protestantes, el Tratado de Utrecht y el Congreso de Viena de 1815— para entender cómo surge esta monarquía constitucional y cómo el rey Leopoldo II terminó convirtiendo al Congo en su "finca privada". Hablamos de la exploración de Henry Morton Stanley, el cinismo del Congreso de Berlín (1884-1885) convocado por Bismarck, y los horrores de la explotación del caucho y el marfil que inspiraron a Joseph Conrad a escribir su obra maestra: El corazón de las tinieblas. Además, analizamos el papel clave de Roger Casement al revelar al mundo la verdad de este infierno y cómo el territorio pasó de ser el "Estado Libre" al "Congo Belga" en 1908. Una historia desgarradora de poder, codicia y la falsa doctrina de la "misión civilizadora" del hombre blanco que aún hoy genera debates morales en Europa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

La Diez Capital Radio
Informativo (09-07-2026)

La Diez Capital Radio

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 19:28


Miguel Ángel González Suárez te presenta el Informativo de Primera Hora en 'El Remate', el programa matinal de La Diez Capital Radio que arranca tu día con: Las noticias más relevantes de Canarias, España y el mundo, analizadas con rigor y claridad. Hoy hace un año: Clavijo pide elecciones si Sánchez no conserva sus apoyos: «El pueblo no se equivoca» Coalición Canaria esperará a escuchar en el Congreso a Pedro Sánchez y, a partir de ahí, tomará su decisión sobre si mantiene o retira su apoyo. Hoy hace 365 días: Intersindical Canaria cifra en un millar el número de pacientes que viven en los hospitales pese a tener el alta médica. El sindicato señala que la falta de camas sociosanitarias y geriátricas tiene “un carácter endémico” en Canarias por “la inexistencia de una política mínimamente sensible a la tercera edad y a la dependencia” en los diferentes gobiernos. Hoy se cumplen 1.602 días de guerra entre Rusia y Ucrania. 4 años y 134 días. Hoy es jueves 9 de julio de 2026. Día Internacional De La Destrucción De Armas De Fuego. Cada 9 de julio se celebra en el mundo el Día Internacional De La Destrucción De Armas De Fuego, una fecha que se vio impulsada a raíz de la Conferencia General sobre el Comercio Ilícito de Armas Pequeñas y Ligeras, que se realizó en el año 2001 en la sede de Naciones Unidas. Desde entonces son muchas las armas de fuego que los ciudadanos han entregado para su destrucción y sin embargo, hoy en día el número de rifles, revólveres y pistolas parecen haber aumentado en gran cuantía. En promedio se estima que cada año el 9 de julio se logran destruir ochocientas mil armas de fuego, pero, cada vez que se destruye una, se fabrican diez que vienen a ocupar su lugar. El problema de fondo es que son las naciones y los gobiernos quienes deberían plantearse el reducir o detener la fabricación de armas, ya que mientras esta industria perviva, nunca se podrá eliminar la violencia y las muertes que acarrean consigo las armas ilícitas. 1829.- Se constituye en Madrid el Banco Español de San Fernando, luego Banco de España. 1871.- Se inaugura el Museo Arqueológico de Madrid. 1900.- Australia se constituye en Estado Federal mediante la "Commonwealth of Australia Act". 1934.- Heinrich Himmler, jefe de las SS y la Gestapo, se hace cargo de los campos de concentración en Alemania. 1964.- Entra en funcionamiento la mayor central hidroeléctrica de Europa, en Aldeadávila de la Ribera (Salamanca). 1984.- Los ministros de Defensa de RFA, Francia, Gran Bretaña Italia y España firman en Madrid un acuerdo para la fabricación de un avión de combate europeo. 1991.- Felipe González y Mijail Gorbachov firman en Moscú un Tratado de Amistad y Cooperación entre España y la URSS. 1997.- Concluye en Madrid la mayor cumbre de la historia de la OTAN, con la firma de un tratado con Ucrania y el acuerdo de integración en la Alianza de Polonia, Hungría y la República Checa.Patrocinio del santo de cada día por gentileza de la Casa de las Imágenes, en la calle Obispo Perez Cáceres, 17 en Candelaria. Santoral para hoy 9 de julio: Santos Cirilo, Alejandro, Audaz y Verónica. Rutte afirma que la cumbre de la OTAN en Ankara muestra "una Alianza más fuerte y unida" EE.UU. lanza ataques contra Irán tras acusarlo de agredir barcos comerciales en el estrecho de Ormuz. Le Pen confirma que se presentará a las elecciones presidenciales de 2027 y que recurrirá la sentencia. Trump amenaza con cortar todo el comercio con España por su papel en la OTAN: "No quiero ningún negocio con ellos" Sánchez defiende a España tras las críticas de Trump: "Somos un país fiable y que cumplimos con nuestros compromisos" Absentismo en España: por qué no es lo mismo faltar al trabajo por baja médica, permiso de maternidad o urgencia. El Gobierno califica la propuesta de Feijóo de "involución" y el PP les acusa de hacer "demagogia barata" Los constructores canarios reconocen que el Plan de Vivienda isleño es solo papel. Los empresarios recuerdan que hacen falta unos Presupuestos Generales del Estado para que cuente con ficha financiera real. Tenerife se conecta directamente con Canadá: Air Canada operará cuatro vuelos semanales a Toronto y Montreal. Air Canada operará cuatro vuelos semanales directos entre Tenerife Sur, Toronto y Montreal a partir de octubre con su nuevo avión Airbus A321XLR. Vuelve el refugio del Teide, el más alto de España después de permanecer siete años cerrado por obras. La renovada instalación con capacidad para 49 personas reabre el día 20 para quienes hagan su reserva a partir de este jueves. Llega por primera vez a Lanzarote una neumática con más de cien personas migrantes hacinadas. La embarcación salió de Marruecos y ha sorprendido esta madrugada a los equipos de emergencia de la isla, que nunca habían visto llegar una zódiac tan sobrecargada. Un día como hoy pero en 1935 nace Mercedes Sosa, cantante argentina que falleció en 2009. Alfonsina y el Mar se publicó en 1969. La canción es un homenaje a la poeta argentina, Alfonsina Storni, que se suicidó en 1938 en Mar del Plata, saltando al agua desde una escollera, aunque, según la canción, se internó lentamente en el mar.

DESDE MI PUNTO DE VISTA

En este episodio hablo de iberismo, de ese sueño que el tiempo terminará por hacer realidad: la integración económica y política de los dos principales países de la península ibérica.

DESDE MI PUNTO DE VISTA

En este episodio hablo de iberismo, de ese sueño que el tiempo terminará por hacer realidad: la integración económica y política de los dos principales países de la península ibérica.

PodCast IDEG
Atualiza e Revisa #30 - Escócia e Japão no CACD: Da Independência ao PRODECER

PodCast IDEG

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 16:54


Escócia e Japão no CACD | Lord Cochrane, Kasato Maru, PRODECER e Política Externa Brasileira O que a Escócia, o Japão, Lord Cochrane, o Kasato Maru, a Embrapa e o PRODECER têm em comum? Neste episódio do Atualiza e Revisa – Versão Copa, Luiza Bringel transforma dois adversários da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 em uma revisão estratégica para o CACD e o Instituto Rio Branco. Ao longo do episódio, você revisa temas clássicos de História do Brasil, Política Internacional, Geografia, cooperação internacional e atualidades, entendendo como a Escócia contribuiu para a consolidação da Independência brasileira e como o Japão se tornou um dos principais parceiros estratégicos do Brasil em áreas como agricultura, ciência, tecnologia e política externa. Neste episódio, você revisa: • Lord Thomas Cochrane e a consolidação da Independência; • Charles Miller e a influência escocesa no futebol brasileiro; • Tratado de Amizade Brasil–Japão (1895); • Kasato Maru e a imigração japonesa; • Comunidade nikkei e dekasseguis; • PRODECER e a transformação do Cerrado; • Embrapa e cooperação técnica internacional; • G4 e a reforma do Conselho de Segurança da ONU; • FOCALAL; • JUSBE; • Parceria Estratégica e Global Brasil–Japão; • Cooperação triangular e o ProSAVANA; • Atualidades da política externa brasileira. Se você está se preparando para o CACD, este episódio conecta acontecimentos históricos e atuais aos principais temas cobrados pelo Cebraspe, mostrando como transformar notícias em revisão estratégica para o Instituto Rio Branco.

Noticentro
Sheinbaum felicita a Estados Unidos

Noticentro

Play Episode Listen Later Jul 5, 2026 1:38 Transcription Available


Clima extremo deja víctimas en EE.UU. Brugada llama a mantener limpia la ciudadPortugal y España, de la historia a la canchaMás información en nuestro podcast#grc

Luis Cárdenas
Marcelo Ebrard revela plan ante rechazo de EU al TMEC - 03 julio 2026

Luis Cárdenas

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 16:41


El secretario de Economía, Marcelo Ebrard, aclaró la situación actual de la relación comercial con Estados Unidos tras la negativa del gobierno de Donald Trump para renovar de forma automática el Tratado entre México, Estados Unidos y Canadá (TMEC) hasta el año 2042. Pese a la incertidumbre generada en los mercados, el funcionario federal lanzó un mensaje de certidumbre y reveló que se activará un mecanismo de revisiones anuales para ajustar las diferencias operativas entre ambas naciones.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticentro
Alerta por riesgos de deslaves e inundaciones por lluvias

Noticentro

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 1:56 Transcription Available


Pronostican lluvias intensas en gran parte del país Sheinbaum recibirá a los presidentes de Suiza y Corea del SurTribunal europeo confirma multa récord contra Google por AndroidMás información en nuestro podcast#grc

Noticias de América
T-MEC: nuevas y arduas conversaciones entre México, Canadá y Estados Unidos

Noticias de América

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 3:48


La administración Trump declinó extender el tratado de libre comercio entre Canadá, México y Estados Unidos (T-MEC) en su formato actual, y anunció que necesita más tiempo para resolver los diferendos con sus socios. México y Canadá esperaban, en cambio, que se mantuviera intacto. Las nuevas negociaciones se anuncian arduas. El economista Adolfo Chiri explica por qué. Desde que nació en 2020 por iniciativa del presidente Donald Trump, el T-MEC ha permitido a Estados Unidos reducir la entrada de bienes chinos y mantener el enorme intercambio de bienes con Canadá y México. Sin embargo, la Casa Blanca rechazó prorrogar el pacto comercial hasta 2042, como pedían canadienses y mexicanos. En cambio, optó por revisar algunos aspectos del texto. El economista Adolfo Chiri, presidente de la consultora Cambridge Insight, detalla cuáles. “Estados Unidos quiere tratar tres temas. Uno de ellos tiene que ver con las reglas de origen, porque hay muchos países, por ejemplo China, que estarían utilizando a México como plataforma para producir los automóviles que llegan a Estados Unidos con un alto componente chino. En la actualidad, el tratado establece que debe haber un 75 % de origen nacional. Lo que quisieran es elevar ese porcentaje al 100 %”, explica Chiri. La pregunta es cuánto se podría elevar ese porcentaje para evitar que China utilice a México o Canadá como puente para seguir entrando al mercado estadounidense, agrega el economista, quien destaca otro punto. “¿Quiénes se van a beneficiar de las empresas que hacen negocios utilizando el Tratado? Hay empresas de países con los que Estados Unidos no tiene una buena relación política, llámese China, Rusia, Irán o Corea del Norte. Esos países podrían obtener beneficios, a través de terceras empresas, gracias a los negocios que hagan México y Canadá en Estados Unidos. Un tercer punto, polémico, es el salario mínimo. Quieren establecer un salario mínimo regional, por ejemplo en la industria automotriz, para evitar que haya empresas que se trasladen de Estados Unidos a Canadá o a México porque los salarios son más bajos”. México tratará de conservar las condiciones comerciales que le permitieron superar a China como principal exportador de bienes a Estados Unidos, observa Óscar Ocampo, del Instituto Mexicano para la Competitividad.

Noticias de América
T-MEC: nuevas y arduas conversaciones entre México, Canadá y Estados Unidos

Noticias de América

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 3:48


La administración Trump declinó extender el tratado de libre comercio entre Canadá, México y Estados Unidos (T-MEC) en su formato actual, y anunció que necesita más tiempo para resolver los diferendos con sus socios. México y Canadá esperaban, en cambio, que se mantuviera intacto. Las nuevas negociaciones se anuncian arduas. El economista Adolfo Chiri explica por qué. Desde que nació en 2020 por iniciativa del presidente Donald Trump, el T-MEC ha permitido a Estados Unidos reducir la entrada de bienes chinos y mantener el enorme intercambio de bienes con Canadá y México. Sin embargo, la Casa Blanca rechazó prorrogar el pacto comercial hasta 2042, como pedían canadienses y mexicanos. En cambio, optó por revisar algunos aspectos del texto. El economista Adolfo Chiri, presidente de la consultora Cambridge Insight, detalla cuáles. “Estados Unidos quiere tratar tres temas. Uno de ellos tiene que ver con las reglas de origen, porque hay muchos países, por ejemplo China, que estarían utilizando a México como plataforma para producir los automóviles que llegan a Estados Unidos con un alto componente chino. En la actualidad, el tratado establece que debe haber un 75 % de origen nacional. Lo que quisieran es elevar ese porcentaje al 100 %”, explica Chiri. La pregunta es cuánto se podría elevar ese porcentaje para evitar que China utilice a México o Canadá como puente para seguir entrando al mercado estadounidense, agrega el economista, quien destaca otro punto. “¿Quiénes se van a beneficiar de las empresas que hacen negocios utilizando el Tratado? Hay empresas de países con los que Estados Unidos no tiene una buena relación política, llámese China, Rusia, Irán o Corea del Norte. Esos países podrían obtener beneficios, a través de terceras empresas, gracias a los negocios que hagan México y Canadá en Estados Unidos. Un tercer punto, polémico, es el salario mínimo. Quieren establecer un salario mínimo regional, por ejemplo en la industria automotriz, para evitar que haya empresas que se trasladen de Estados Unidos a Canadá o a México porque los salarios son más bajos”. México tratará de conservar las condiciones comerciales que le permitieron superar a China como principal exportador de bienes a Estados Unidos, observa Óscar Ocampo, del Instituto Mexicano para la Competitividad.

Bitácora de Negocios con Mario Maldonado
CCE: Tenemos T-MEC vigente hasta 2036 y da certidumbre a inversiones en México pese a revisión anual del tratado

Bitácora de Negocios con Mario Maldonado

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 7:53


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Bitácora de negocios
CCE: Tenemos T-MEC vigente hasta 2036 y da certidumbre a inversiones en México pese a revisión anual del tratado

Bitácora de negocios

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 7:53


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El Noti
EP 759: El Tri hace historia, hay quinto partido, Estados Unidos negaría extender tratado comercial y Exhiben contratos de empresa de Maru Campos

El Noti

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 23:00


* El Tri hace historia, hay quinto partido* Estados Unidos negaría extender tratado comercial* Exhiben contratos de empresa de Maru Campos

El Brieff
¿El fin del T-MEC? Las noticias para este miércoles

El Brieff

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 11:13


Aquí están las noticias que debes conocer para mañana. Sheinbaum anuncia debate sobre regulación de redes sociales e inteligencia artificial en menores después del Mundial de Fútbol. La ASF, que es la Auditoría Superior de la Federación, presenta 21 denuncias penales por 600 millones en sus primeros 100 días. El ISR, que es el Impuesto Sobre la Renta, cayó 5.8 por ciento por menores pagos en declaraciones anuales. EE.UU. podría anunciar que no prorrogará el T-MEC, que es el Tratado entre México, Estados Unidos y Canadá. EE.UU. sanciona esquema de huachicol del CJNG, que es el Cartel de Jalisco Nueva Generación. La Corte Suprema permite prohibir atletas trans en deportes femeninos. Reino Unido prohíbe redes a menores de 16 años. Anthropic lanza Claude Science para científicos y la Corte Suprema bloquea intento de Trump de negar ciudadanía por nacimiento.Recibe gratis nuestro newsletter con las noticias más importantes del día.Si te interesa una mención en El Brieff, escríbenos a arturo@strtgy.ai Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Broojula
01 Julio, 2026 - Llegó la fecha

Broojula

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 29:56


Se cumplen exactamente seis años de la entrada en vigor del Tratado entre México, Estados Unidos y Canadá, el T-MEC. Pero, lo verdaderamente importante es que hoy entra en operación una disposición que fue polémica desde que el acuerdo fue firmado: la llamada cláusula sunset o cláusula de revisión y caducidad. ¿Qué podemos esperar de este proceso? Antonio Ortíz-Mena, Fundador y presidente de AOM Advisors, nos habla al respecto. Links a los artículos de Antonio Ortíz-Mena: https://www.atlanticcouncil.org/dispatches/whats-at-stake-in-the-usmca-review-is-a-stronger-safer-and-more-prosperous-north-america/ https://www.americasquarterly.org/article/getting-the-china-dimension-of-usmca-right/

Ana Francisca Vega
T-MEC: los 3 escenarios ante la administración Trump

Ana Francisca Vega

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 8:03


La reciente postura de la Casa Blanca sobre el Tratado entre México, Estados Unidos y Canadá (T-MEC) ha generado diversas interrogantes sobre la estabilidad económica de la región. En entrevista para MVS Noticias, Antonio Ortiz Mena, CEO de AOM Advisors y presidente del Comité T-MEC del COMCE, señaló que el escenario actual no es una sorpresa, ya que las opciones eran una renovación limpia por 16 años, la salida total o el proceso de revisión que se está gestando.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticentro
Cumbre T-MEC esta semana

Noticentro

Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 1:44 Transcription Available


México se mantiene como el principal socio comercial de Estados Unidos  IMSS fortalece hospitales con 17 nuevos resonadores magnéticosJueza permite avanzar demanda contra Meta por presunta adicción en menoresMás información en nuestro podcast#grc

O Mundo Agora
Copa 2026 expõe fissuras do tratado comercial entre EUA, México e Canadá

O Mundo Agora

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026 6:04


A Copa de 2026 carrega uma coincidência geográfica que ninguém na FIFA planejou e que, ainda assim, diz muito sobre o momento da América do Norte. O torneio é disputado exatamente sobre o mapa do único tratado comercial que costura Estados Unidos, México e Canadá, o acordo que substituiu o antigo Nafta, e acontece justamente quando esse arranjo passa pela revisão mais profunda desde que foi assinado. Thiago de Aragão, analista político O torcedor que cruzar de San Diego para Tijuana, ou de Detroit para Toronto, estará atravessando a fronteira interna de um bloco econômico que segue formalmente de pé, mas cuja lógica de integração já não se sustenta da mesma maneira na prática. Vale começar pelo que o próprio evento pressupõe, porque é nele que a tensão aparece com mais clareza. Uma Copa repartida entre três países só funciona se a circulação entre eles for fluida, já que seleções, torcedores, equipes de transmissão e equipamento precisam transitar entre as cidades-sede como se as três jurisdições formassem um território contínuo. A premissa do megaevento é a integração, e é precisamente essa premissa que a política comercial e migratória do principal anfitrião vem relativizando ao longo do último ano, à medida que tarifas e controles de fronteira retornam ao vocabulário das relações regionais. A dimensão histórica torna o contraste ainda mais interessante, e poucos se lembram dela. Em 11 de março de 1983, quando a Colômbia desistiu de sediar a Copa de 1986 alegando dificuldades financeiras, foram exatamente três países que se apresentaram para assumir a vaga: México, Estados Unidos e Canadá, com o México escolhido em 20 de maio daquele ano. Os mesmos três protagonistas que em 1983 competiam entre si por um torneio dividem agora a organização de outro, o que sugere que a vizinhança norte-americana é uma constante de longa duração, enquanto o que efetivamente oscila, de uma década para outra, é o grau de confiança e de previsibilidade que sustenta a cooperação entre eles. O quadro atual ilustra bem essa oscilação. Ao longo do último ano, as travessias terrestres entre os três países passaram a operar com triagem biométrica e tecnologia de comparação facial funcionando no limite da capacidade nos principais portos de entrada, o que revela um anfitrião que, no mesmo gesto, abre as portas para o maior espetáculo esportivo do planeta e reforça o escrutínio sobre quem circula dentro dele. A leitura analítica que interessa não é moral, e sim estrutural: o evento exige fluidez, ao passo que a política regional caminha na direção do filtro, e essa divergência entre o que o calendário esportivo pede e o que a agenda econômica oferece é o dado central a observar. Vocação original comprometida A contradição que merece ser nomeada, porque é dela que decorre tudo o mais, está na própria natureza do tratado que une os anfitriões. O acordo nasceu para permitir que mercadorias e pessoas circulassem com o mínimo de fricção, e a revisão tarifária em curso opera em sentido contrário a essa vocação original, de modo que a Copa, ao exigir circulação intensa entre as três jurisdições, acaba expondo na prática a distância entre o discurso da integração e a realidade da fragmentação. Os três países demonstram que conseguem coordenar a logística do maior evento esportivo do mundo, e demonstram, simultaneamente, que coordenar a manutenção do tratado que deveria uni-los é tarefa de outra ordem de dificuldade. Para o México, a posição é particularmente delicada, na medida em que o país é coanfitrião e, ao mesmo tempo, o alvo mais direto tanto da pressão tarifária quanto do endurecimento da retórica de fronteira, o que produz a imagem de uma nação que recebe jogos em três de suas cidades enquanto vê seus cidadãos submetidos a controles reforçados para assistir às partidas do outro lado da linha. Para o Canadá, o desconforto é menos visível, porém igualmente concreto, já que Toronto e Vancouver sediam jogos ao mesmo tempo em que Ottawa absorve tarifas e processa uma retórica de Washington que oscila entre a parceria e a rivalidade, convivendo com a tarefa de organizar em conjunto um torneio com o vizinho de quem depende e do qual, ao mesmo tempo, busca se proteger. Controle e desconfiança É nesse ponto que a análise interessa diretamente a quem investe e observa a região de fora, e é também onde o Brasil entra. O que a Copa de 2026 revela, para o capital, é que a América do Norte deixou de funcionar como o bloco previsível que o investidor leu durante três décadas, aquele espaço econômico integrado de regras estáveis, cadeia produtiva costurada e fronteira funcional, e passou a operar sob uma camada de aparente continuidade institucional que esconde uma dinâmica real de desconfiança, tarifa e controle. A diferença é decisiva para quem aloca recursos, porque um bloco genuinamente integrado se planeja com horizonte de uma década, enquanto um bloco que oscila entre cooperação e atrito precisa ser navegado trimestre a trimestre, com prêmios de risco e horizontes de decisão inteiramente distintos. Daí a lição que o Brasil pode extrair, e que tem valor estratégico evidente. O país que aposta na previsibilidade da relação com os Estados Unidos, seja em comércio, em minerais críticos ou em cooperação de segurança, precisa incorporar à sua análise o fato de que mesmo os sócios formais do USMCA, vinculados por um tratado em vigor, estão sujeitos a revisões tarifárias e a controles de fronteira mais rígidos a depender do ciclo político de Washington. Se a estabilidade da regra oscila até para quem assinou o acordo, é razoável que o Brasil, que sequer dispõe de um tratado de livre comércio com os Estados Unidos, calibre suas expectativas e trate qualquer entendimento bilateral como uma variável sensível ao calendário político americano, e não como um dado permanente sobre o qual se possa planejar a longo prazo. Mudança geopolítica Essa é, no fundo, a mensagem geopolítica que a Copa de 2026 oferece a quem souber ler além do placar. A integração regional ganhou um caráter mais cerimonial do que estrutural, o tratado funciona hoje tanto como moldura simbólica quanto como instrumento operante, e o país que organiza o evento mais universal do mundo o faz num momento em que a previsibilidade das próprias regras regionais se tornou ela mesma objeto de negociação. A imagem que fica não exige estádio para ser compreendida, porque três países se uniram para sediar a maior Copa da história sobre o mapa de um tratado que atravessa sua revisão mais incerta, e o desafio analítico, para o Brasil e para qualquer observador externo, está em medir qual das duas forças prevalece no médio prazo, a que pede a fronteira aberta do torneio ou a que reintroduz o filtro, porque é dessa medida que dependerá tanto o rumo da América do Norte quanto o peso real que se deve atribuir às promessas que dela vierem.

La Diez Capital Radio
Informativo (29-06-2026)

La Diez Capital Radio

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026 17:21


Miguel Ángel González Suárez te presenta el Informativo de Primera Hora en 'El Remate', el programa matinal de La Diez Capital Radio que arranca tu día con: Las noticias más relevantes de Canarias, España y el mundo, analizadas con rigor y claridad. Más de 68.000 personas siguen desaparecidas en Venezuela tras los devastadores terremotos. Hoy hace tres años: Aléxei Navalni afirma que Putin es "la mayor amenaza para Rusia" …y hoy hace tres años: CC y PP proponen a Clavijo para presidente y Torres renuncia, “consciente” de la realidad. Así lo han comunicado los portavoces a la presidenta del Parlamento de Canarias, Astrid Pérez, que ha iniciado este miércoles la ronda de consultas de cara a la investidura … y hoy hace tres años: Vox demandará a los candidatos que abandonaron la lista al Congreso por Santa Cruz de Tenerife. Hoy se cumplen 1.592 días de guerra entre Rusia y Ucrania. 4 años y 124 días. Hoy es lunes 29 de junio de 2026. Día Mundial del Diseño Industrial. El 29 de junio se celebra el Día Mundial del Diseño Industrial, con la finalidad de enaltecer la labor de aquellos profesionales dedicados al diseño industrial que contribuyen a la mejora de la calidad de vida de las personas y al desarrollo integral de las sociedades. Con ello se pretende reconocer los beneficios y el valor del diseño industrial, en productos y servicios versátiles y eficientes. El Diseño Industrial es una disciplina que se encarga de crear, desarrollar y transformar productos y materiales. Se origina en la conceptualización de una idea, que se materializa con el proceso de fabricación y producción masiva de un determinado producto en función de las necesidades de los consumidores. 1890.- Tratado franco-español por el que se reconoce a España un territorio en el golfo de Guinea, actual Guinea Ecuatorial. 1900.- Comienza a regir la Fundación Nobel que otorga los premios de este nombre. 1912.- Se inauguran en Estocolmo los V Juegos Olímpicos. 1917.- Se proclama la República Autónoma de Ucrania. 1940.- Segunda Guerra Mundial: los alemanes llegan a la frontera franco-española y ocupan las islas anglo-normandas. 1970.- España y la Comunidad Económica Europea firman en Luxemburgo un acuerdo comercial preferente. 1989.- Agustín Rodríguez Sahagún (CDS) es elegido alcalde de Madrid al triunfar la moción de censura presentada por su partido y el Partido Popular contra el socialista Juan Barranco. 2001.- Kofi Annan es reelegido secretario general de la ONU. 2002.- Entra en vigor en España la nueva Ley de Partidos Políticos. 2005: la Unesco declara a la isla Gran Canaria como «reserva de la biosfera». 2008.- La selección de fútbol de España gana la segunda Eurocopa de su historia al vencer a Alemania 1-0, en Viena (Austria). Patrocinio del santo de cada día por gentileza de la Casa de las Imágenes, en la calle Obispo Perez Cáceres, 17 en Candelaria: santos Pedro, Pablo, Marcelo, Siro y Casio. Estados Unidos e Irán intercambian ataques pese al alto el fuego. Ucrania ataca 2 refinerías rusas mientras mantiene la presión sobre la energía de Moscú. Venezuela apura la búsqueda de supervivientes entre los escombros: "Cada segundo cuenta" Los socialistas sacan pecho tras el Comité Federal del PSOE y el PP reprocha a Sánchez su "autoritarismo" Los canarios gastan la mitad de su presupuesto en comida y vivienda. Las familias de las Islas destinaron el año pasado una media de 5.593 euros a compras de alimentación y otros 10.050 al pago de la vivienda; el gasto por hogar fue de 32.921 euros. Once migrantes roban un pesquero en Agadir y se quedan a la deriva a 100 kilómetros de Lanzarote. La embarcación fue localizada por otro buque y rescatada por Salvamento Marítimo tras sufrir una avería. Un 29 de junio de 1980 nació Katherine Jenkins, soprano y actriz británica.

Solo Documental
El Oeste Americano - Caballo Loco Vs. Caballo De Hierro

Solo Documental

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 41:20


Tasunka Witko (1840-5 de septiembre de 1877) era el jefe de los siux oglala, una tribu indígena de América del Norte notable por el valor de sus guerreros en las batallas. Reconocido por su propio pueblo como un dirigente visionario comprometido con la preservación de las tradiciones y los valores siux, indujo a su pueblo a una guerra contra los blancos para recuperar sus tierras. Cuando los colonos y el ejército de Estados Unidos se lanzaron a la invasión del territorio indígena en las llanuras centrales, Caballo Loco, junto con Toro Sentado y Nube Roja, formó una alianza con otros pueblos nativos para combatir a los invasores estadounidenses. Dotado de gran capacidad táctica y destreza en el combate, infligió una dura derrota a los soldados estadounidenses en la denominada masacre de Fetterman (1866). La presión de los colonos (buscadores de oro, cazadores de búfalos) y los constantes enfrentamientos que provocaron con los indígenas, indujeron al Gobierno de Estados Unidos a firmar un tratado de paz (Tratado del fuerte Laramie en 1868), por el que asignaba a lakotas y cheyenes terrenos propios bajo su jurisdicción autónoma. Sin embargo, Caballo Loco no aceptó el acuerdo, marchando con su pueblo fuera de la gran reserva sioux fijada por el gobierno. Para someter a este y otros pueblos situados fuera de los límites, el gobierno emprendió una amplia campaña militar en 1876, en la que se produjeron las victorias indígenas de Rosebud River y Little Bighorn (1876), en la que moriría el famoso general Custer. La presión del ejército estadounidense obligó a Caballo Loco a rendirse, siendo confinado en Fort Robinson. A las pocas semanas, el 5 de septiembre de 1877, murió asesinado a bayonetazos.

El Noti
EP 745: Fan Fest del Zócalo, en el limbo por las protestas, Partidos del Mundial estrenan reglas y Trump amenaza otra vez con salirse del tratado comercial

El Noti

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 21:58


* Fan Fest del Zócalo, en el limbo por las protestas* Partidos del Mundial estrenan reglas* Trump amenaza otra vez con salirse del tratado comercial

BELLUMARTIS PODCAST
LA TERCERA GUERRA DE CUBA 1895 a 1898: del Grito de Baire al Tratado de París.

BELLUMARTIS PODCAST

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 85:16


** VIDEO EN NUESTRO CANAL DE YOUTUBE ** https://youtube.com/live/mk8RzQQzVhQ +++++ Hazte con nuestras camisetas en https://www.bhmshop.app +++ Bienvenidos a una sesión de estado mayor donde diseccionamos el fin del Imperio español en América. Basándonos en el exhaustivo análisis de José Antonio López Fernández, autor de "LAS GUERRAS DE PRESTIGIO, CUBA Y PUERTO RICO" ** https://amzn.to/41KePMx **, recorremos tres años de lucha fratricida, tácticas de guerrilla y el choque final contra la potencia emergente: Estados Unidos. En este programa analizamos: El Grito de Baire: El renacer de la rebelión con José Martí, Máximo Gómez y Antonio Maceo. La Estrategia de Weyler: La construcción de la Trocha y la polémica política de Reconcentración. ¿Estaba España ganando la guerra sobre el terreno? El Factor Maine: La explosión en La Habana y la intervención de EE. UU. como punto de inflexión geopolítico. Heroísmo en el Infierno: La gesta de Vara de Rey en El Caney (527 españoles contra 6.000 americanos) y los combates en las Lomas de San Juan. El Fin de una Era: El desastre naval de Santiago de Cuba y las consecuencias del Tratado de París. Un programa imprescindible para entender el sacrificio del soldado español y la tragedia diplomática que marcó a una generación. SUSCRÍBETE para no perderte ningún programa y únete a nuestra comunidad de apasionados por la historia militar, la geopolítica y los conflictos del mundo. Apóyanos para seguir creando contenido riguroso e independiente: Patreon: https://www.patreon.com/bellumartis PayPal: https://www.paypal.me/bellumartis Bizum: 656 778 825 Síguenos también en redes: Instagram: https://www.instagram.com/bellumartis Twitter / X: https://twitter.com/Bellumartis #GuerraDeCuba #DesastreDel98 #HistoriaMilitar #Bellumartis #España #Cuba1898 #Weyler #VaraDeRey 00:00 - Introducción y bienvenida. 05:30 - El contexto político y social en la Cuba de finales del XIX. 12:15 - El Grito de Baire y el estallido de la guerra (febrero de 1895). 25:40 - Estrategias militares: De Martínez Campos a Valeriano Weyler. 45:10 - La "Reconcentración" y el giro en la opinión pública internacional. 1:02:20 - La intervención de Estados Unidos y la explosión del Maine. 1:18:45 - El fin del conflicto: Batallas clave y el Tratado de París. 1:35:00 - Conclusiones y debate con la comunidad.

Solo con Adela / Saga Live by Adela Micha
Adela Micha con todas las noticias en La Saga 8 junio 2026

Solo con Adela / Saga Live by Adela Micha

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 156:58


¿México necesita un nuevo acuerdo con Estados Unidos para enfrentar la inseguridad? En esta emisión de Me lo dijo Adela, analizamos la propuesta de Larry Rubin de impulsar un “Tratado de Lucha contra el Crimen” entre ambos países, así como la denuncia presentada por Germán Martínez ante la Corte Penal Internacional contra el expresidente Andrés Manuel López Obrador por presuntos crímenes de lesa humanidad. Además, desde Coahuila, Magda Guardiola examina el panorama político tras el contundente avance del PRI y la crisis que enfrentan PAN y Movimiento Ciudadano. La emisión también incluye recomendaciones gastronómicas de Pedro Cotto para disfrutar el Mundial y un repaso por la información deportiva más destacada de la semana. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Me lo dijo Adela con Adela Micha
Adela Micha con todas las noticias en La Saga 8 junio 2026

Me lo dijo Adela con Adela Micha

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 156:58


¿México necesita un nuevo acuerdo con Estados Unidos para enfrentar la inseguridad? En esta emisión de Me lo dijo Adela, analizamos la propuesta de Larry Rubin de impulsar un “Tratado de Lucha contra el Crimen” entre ambos países, así como la denuncia presentada por Germán Martínez ante la Corte Penal Internacional contra el expresidente Andrés Manuel López Obrador por presuntos crímenes de lesa humanidad. Además, desde Coahuila, Magda Guardiola examina el panorama político tras el contundente avance del PRI y la crisis que enfrentan PAN y Movimiento Ciudadano. La emisión también incluye recomendaciones gastronómicas de Pedro Cotto para disfrutar el Mundial y un repaso por la información deportiva más destacada de la semana. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Milenio Opinión
Diego Fernández. México es carbón que ha sido lumbre

Milenio Opinión

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 3:44


Lo patriótico sería que, conforme al Tratado vigente, nuestras autoridades ejecutaran sin pretextos las detenciones provisionales solicitadas por las autoridades de EU, pero el horror las paraliza

El Brieff
AMLO critica a Trump y tenemos problemas a horas del mundial

El Brieff

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 16:07


En este episodio de El Brieff, maestros de la CNTE, Coordinadora Nacional de Trabajadores de la Educación, toman casetas de ingreso a CDMX y exigen pensiones tradicionales del ISSSTE, no Afore. AMLO, Andrés Manuel López Obrador, reaparece para criticar a Donald Trump y Sheinbaum lo agradece. EE.UU. marca reglas más duras para autos y acero en el TMEC, Tratado entre México, Estados Unidos y Canadá. Remesas superan inversión de 23 estados con 4,978 millones de dólares. Déficit público es el segundo mayor del siglo con 217 mil millones de pesos. Informalidad vale 25% del PIB, 8.95 billones de pesos. Transportistas de AMOTAC pararán por inseguridad con 22 conductores desaparecidos. Zelensky propone reunión con Putin. SpaceX busca 75,000 millones en OPI. EE.UU. retira activos de OTAN.Escríbeme a arturo@strtgy.ai para agendar una conversación.Recibe gratis nuestro newsletter con las noticias más importantes del día.Si te interesa una mención en El Brieff, escríbenos a arturo@strtgy.ai Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Noticentro
Productos mexicanos no pagarán arancel por trabajo forzoso que propone EU

Noticentro

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 1:52 Transcription Available


Reforma judicial incluiría exámenes para aspirantes: Sheinbaum Coahuila renovará su Congreso estatalEuropa busca proteger ruta clave para el petróleo mundialMás información en nuestro podcast#grc

Lo que hay que saber
Habilitan a talleres particulares a realizar la VTV; Argentina se sumará al Tratado Transpacífico

Lo que hay que saber

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 2:04


Resumen de noticias de LA NACION de la mañana del 3 de junio de 2026

Masters of Privacy (ES)
Leandro Núñez: ¿Se puede exigir la creación de cuentas de usuario en comercio electrónico?

Masters of Privacy (ES)

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 43:34


Hoy vamos a comentar las recientes Recomendaciones del Comité Europeo de Protección de Datos (EDPB) sobre la base jurídica para exigir la creación de cuentas de usuario en sitios web de comercio electrónico. Y desde ahí vamos a explorar diversos mundos colindantes.Leandro Núñez es abogado y socio de Audens, despacho especializado en derecho tecnológico, privacidad, propiedad intelectual y derecho publicitario. Con más de 20 años de experiencia en el asesoramiento jurídico en materias vinculadas a la tecnología y la economía digital, desarrolla su práctica principalmente en el ámbito de la protección de datos, la propiedad intelectual, la publicidad digital y la regulación de nuevos modelos de negocio tecnológicos.Antes de incorporarse a Audens, Leandro fue asesor en relaciones internacionales en la Agencia Española de Protección de Datos (AEPD), institución a la que representó en distintos foros y organizaciones internacionales, como el Grupo de Trabajo del Artículo 29 de la Unión Europea, el Comité Consultivo del Convenio 108 del Consejo de Europa y la Conferencia Internacional de Autoridades de Protección de Datos y Privacidad.Letrado en ejercicio del Ilustre Colegio de Abogados de Madrid, es máster en Derecho de las Telecomunicaciones y Tecnologías de la Información por la Universidad Carlos III de Madrid. Es ponente habitual en másteres, seminarios y conferencias sobre privacidad, marketing digital, cloud computing e inteligencia artificial, e imparte docencia en centros como IE, la Universidad Carlos III de Madrid y la Universidad Autónoma de Madrid. Es también coautor de diversas obras colectivas, entre ellas Reglamento general de protección de datos: hacia un nuevo modelo europeo de protección de datos (Reus, 2017), Tratado de Protección de Datos (Tirant lo Blanch, 2019) y Aspectos jurídicos de la ciberseguridad (Ra-Ma, 2020).Referencias:* José Leandro Núñez García en LinkedIn* Leandro Núñez en Audens* Recomendaciones CEPD/EDPB 2/2025 sobre la base jurídica para exigir la creación de cuentas de usuario en sitios web de comercio electrónico (inglés, consulta cerrada el 26 de febrero de 2026)* Leandro Núñez: En las profundidades del Privacy by Design (Masters of Privacy, abril 2020).* Luis Gallego: nuevas oportunidades en comercio electrónico bajo un uso ético de los datos (Masters of Privacy, mayo de 2023)* Pablo Segura: Comercio electrónico, inteligencia artificial y protección de datos en Latinoamérica (Masters of Privacy, mayo de 2024). This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.mastersofprivacy.com/subscribe

Solo con Adela / Saga Live by Adela Micha
¡PREDIJO SU FIN! Anticipó caída de Rocha Moya y ahora revela quién sigue | Esquina Balderas

Solo con Adela / Saga Live by Adela Micha

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 55:52


¿Narcopolítica en México? En esta emisión de Esquina Valderas por La Saga, el especialista en seguridad Eduardo Cerón conversa con Óscar Balderas sobre el impacto de la Operación Enjambre, una estrategia que busca desmantelar las redes de complicidad entre el crimen organizado y funcionarios públicos en distintos municipios del país. Analizan la caída de alcaldes, alcaldesas y regidores presuntamente vinculados con estructuras criminales, el papel de la estrategia de pacificación impulsada por Omar García Harfuch y el futuro judicial de Rubén Rocha Moya ante los señalamientos provenientes de Estados Unidos. Además, examinan cómo la gobernanza criminal ha permitido alianzas entre autoridades y grupos delictivos para controlar territorios y facilitar actividades ilícitas como el tráfico de fentanilo y precursores químicos. En un contexto marcado por la fragmentación del Cártel de Sinaloa, la expansión del CJNG y la creciente presión de Estados Unidos a través de su estrategia de disuasión, también se debate una propuesta innovadora: la creación de un Tratado de Libre Comercio en materia de seguridad regional que fortalezca la cooperación internacional, proteja las instituciones y blinde los procesos electorales frente a la influencia del narcotráfico. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Me lo dijo Adela con Adela Micha
¡PREDIJO SU FIN! Anticipó caída de Rocha Moya y ahora revela quién sigue | Esquina Balderas

Me lo dijo Adela con Adela Micha

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 55:52


¿Narcopolítica en México? En esta emisión de Esquina Valderas por La Saga, el especialista en seguridad Eduardo Cerón conversa con Óscar Balderas sobre el impacto de la Operación Enjambre, una estrategia que busca desmantelar las redes de complicidad entre el crimen organizado y funcionarios públicos en distintos municipios del país. Analizan la caída de alcaldes, alcaldesas y regidores presuntamente vinculados con estructuras criminales, el papel de la estrategia de pacificación impulsada por Omar García Harfuch y el futuro judicial de Rubén Rocha Moya ante los señalamientos provenientes de Estados Unidos. Además, examinan cómo la gobernanza criminal ha permitido alianzas entre autoridades y grupos delictivos para controlar territorios y facilitar actividades ilícitas como el tráfico de fentanilo y precursores químicos. En un contexto marcado por la fragmentación del Cártel de Sinaloa, la expansión del CJNG y la creciente presión de Estados Unidos a través de su estrategia de disuasión, también se debate una propuesta innovadora: la creación de un Tratado de Libre Comercio en materia de seguridad regional que fortalezca la cooperación internacional, proteja las instituciones y blinde los procesos electorales frente a la influencia del narcotráfico. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

BITE
Lucy Hutchinson: la mujer que escribió un tratado teológico en el siglo XVII… para su hija

BITE

Play Episode Listen Later May 26, 2026 12:26


Con amor, fe y perseverancia, esta madre puritana moldeó el legado espiritual familiar de su hija y sus nietas. Por medio de un tratado teológico que ella misma se encargó de escribir dejó una herencia espiritual incluso para otras generaciones.

Noticentro
México y la UE renuevan tratado comercial

Noticentro

Play Episode Listen Later May 22, 2026 1:29 Transcription Available


Moody's mantiene calificación de Pemex Continúa abierta convocatoria ambiental en CDMXOMS eleva alerta por brote de ébola en RDCMás información en nuestro podcast#grc

La Estrategia del Día
México y Europa: la firma que tardó años, bancos, CFE, Nvidia y minutas

La Estrategia del Día

Play Episode Listen Later May 22, 2026 13:15


Muy buenos días, una buena con el Tratado de Libre Comercio entre México y la Unión Europea que se firma este viernes y antes de que toda la atención se ponga el lunes sobre el T-MEC. Además, lo que estima México que le pueda beneficiar este acuerdo modernizado  y una que otra curiosidad que involucra hasta el chile habanero de Yucatán y la cajeta de Celaya. Tal y como lo adelantamos, ya vino la rebaja de Moody's a los bancos -y por ahora- solo a CFE. ¿Por qué Nvidia decepcionó al mercado en su último reporte? Tampoco nos olvidamos de las minutas de la Fed y Banxico, las pistas que dan hacia delante. 

E o Resto é História
Trianon: o tratado que humilhou a Hungria em 1920

E o Resto é História

Play Episode Listen Later May 19, 2026 51:33


Um ano e meio após o fim da Primeira Guerra, a assinatura do tratado de Trianon conduziu à perda de dois terços do território húngaro. Que tratado foi este, cujo impacto ainda hoje se faz sentir?See omnystudio.com/listener for privacy information.

tratado hungria trianon primeira guerra
The Milk Check
Volatilidad, leche y mercados globales

The Milk Check

Play Episode Listen Later May 15, 2026 21:46


En este episodio de The Milk Check en Español, Diego, Yara y Miguel analizan uno de los mercados lácteos más inciertos de los últimos años. El equipo conversa sobre la limitada disponibilidad de leche en algunas regiones de Estados Unidos, la fuerte demanda de leche ultrafiltrada, el sólido mercado de exportación de quesos y por qué el mercado de leche descremada en polvo sigue desconectado de los fundamentos tradicionales. También hablan sobre el incremento en los costos de flete, la creciente necesidad de SMP en México, el cambio en el comportamiento de compra de los clientes al construir inventarios de seguridad y cómo las tensiones geopolíticas, negociaciones comerciales y la volatilidad global están impactando los mercados lácteos alrededor del mundo. Desde NFDM y quesos hasta fletes, futuros y comercio internacional, este episodio cubre los factores más importantes que están definiendo el mercado lácteo actual. ¿Tienes preguntas? Nos encantaría escucharlas. Envíalas abajo y podríamos responderlas en el pódcast. Pregúntale a The Milk Check Diego Carvallo: Buenas tardes a todos nuestros queridos clientes y, proveedores. Los saludamos desde la ciudad de San Luis, donde estamos Miguel, yo, y Yara esta semana reuniéndonos con el equipo para reuniones de estrategia y análisis de mercado. Y bueno, bienvenidos al pódcast de esta semana. Estamos a mediados del mes de mayo con muchísima incertidumbre, muchísimas, eh, comentarios y preguntas sobre el mercado. Yara Morales: Sí, saludos a todos. Miguel Aragón: Así es, sí nos estamos reuniendo aquí en nuestra reunión trimestral, viendo, tratando de, ver la bola de cristal, pero no, no, no, no, está, está- no aparece, no aparece. Yara Morales: Sí, yo creo que las mismas preguntas que nosotros tenemos las tienen todos los clientes y los proveedores también. La verdad, es una incertidumbre todo lo que está pasando con el mercado. Es un año de verdad muy a-atípico, muy diferente a todos los años. O sea, ya, ya muchos clientes hasta nos dicen: «Pues ya no me sirven las referencias que tenemos de todos los estadísticas que teníamos anteriormente». La verdad, ya no, no. Ha sido un año muy difícil para todos. Así es. Diego Carvallo: Si quieren, podemos comenzar hablando un poquito de, de la parte de fluidos y después pasar a, a los productos. Eh, así entendemos un poquito cómo, cómo se sienten los fundamentos. Em, bueno, hemos tenido varias reuniones con el equipo de fluidos y, eh, a pesar de que el número de producción de, de leche de Estados Unidos sigue estando bastante bien, eh, seguimos teniendo un crecimiento bastante sano en la producción de leche, em, estamos viendo, eh, que para el medio del spring flush, que estamos actualmente, no pareciera haber sobrantes de leche, eh, a descuentos tan significativos como lo que había en los años anteriores. Y, eh, eh, la verdad es que ha creado algo de, eh, dudas, algo de preocupación, sobre todo para el equipo de fluidos, porque en estos momentos usualmente estamos viendo la, las cargas de leche descontadas a, a unos descuentos muy importantes y este año no ha sido el caso. Entonces, eh, hay mucha discusión y mucha, eh, como conversaciones sobre la demanda, sobre todo la demanda de lo que son, eh, las cargas ultrafiltradas, que está muy, muy fuerte esa demanda y pareciera que las plantas todavía tienen más capacidad para absorber leche. Em, por el otro lado, la parte de la crema sí está bastante larga, hay bastante producto disponible, pero lo que es la ultrafiltrada y la leche líquida, pareciera que con toda la capacidad nueva que agregamos este año, em… Hay suficiente planta para absorber ese crecimiento. Miguel Aragón: Así es, así es. Eh, un comentario importante que nos hacían los-nuestros compañeros es el de que en estos tiempos las– usualmente las cargas se compran o se mueven a descuento y este año no, se están moviendo a la par, lo cual está causando una incertidumbre bastante alta en el mercado. Diego Carvallo: Si, si ese es el caso ahora en el pleno flush, pues el mercado debería sentirse muy ajustado una vez salgamos del flush. Exacto. Y entremos en periodos de baja producción. Miguel Aragón: Exactamente. Eso lo, lo estamos empezando a ver en, en, en el mercado de futuros, eh, por lo pronto en el lado de lo queso. No sabemos qué tanto se ajuste, pero nos da algo de, de, de pausa ahí de- Sí. Yara Morales: Porque si siguen, este, mandando la leche para la clase uno, que es para toda la leche fortificada, para lo que es el, el, el yogur griego y, y lo que es el cottage, pues la verdad es que mucha leche se va a ir para allá. Eh, va a estar todavía muy escasa. Clase uno y clase tres. Diego Carvallo: Clase tres. Mhm. Exactamente. Clase uno y clase tres. Es importante aclarar también que e-e-ese panorama que estábamos describiendo es sobre todo lo que es, eh, al este de las montañas, de los Rockies. Todo lo que es California y la costa oeste, sí tengo entendido que hay bastante leche. Hay bastante leche. Que la leche sigue bien larga. Sí, así es. De hecho, uno, ayer coment– eh, estaba en plática con un-uno de nuestros proveedores y nos decían que tienen suficiente leche para las plantas de queso, en, por lo menos en California. Eh, y lo que comentabas, Diego, definitivamente esto se está viendo para el lado este y para el, el, de hecho, plantas en el centro del suroes– en el sureste. Sí, sí. El caso de la costa este ha estado muy ajustado de hace muchos años. Bueno, este año, eh, ese nivel, ese tightness, esa falta de leche, se ve aún más, eh, pronunciada. Em, bueno, con eso podemos entonces hacer como un, un cambio y empezar a hablar un poquito más de los, de los subproductos. Eh, Miguel, ¿quieres hablar un poquito de la parte de quesos antes de entrar en, en los polvos? Sí, sí. De hecho, ah, es, el– aunque el mercado doméstico sigue teniendo suficiente producto para la demanda que tenemos, el mercado de exportación es completamente otro tema. Eh, más que u– esta semana estamos viendo algo de movimiento en los mercados de Asia y, este, y Oceanía, con la, una demanda que se está incrementando. Miguel Aragón: Ojo, cuando eso es, esos mercados se llevan bastante producto. Habían estado algo dormidos, eh, las últimas Seis semanas, ocho semanas. Pero estamos viendo que ahora al parecer la están ya buscando producto otra vez. Eso tal vez nos va a poner algo de, de restricciones de producto para México, Centroamérica, Suramérica, porque al parecer lo pagan mejor, eh- Estados Unidos es el país más competitivo en este momento para lo que son quesos, ¿no? Sigue siendo el más competitivo. Así es, así es. Aunque hay algo de, de sobre todo mozzarella, de, de, de– hubo algo de producción en Europa, pero no, seguimos siendo los más competitivos, Diego Carvallo: sobre todo en los cheddar. Ya, ya, ya. Okey, interesante. ¿Y si están viendo, eh, en lo que va de año un aumento en todo lo que son exportaciones a esas regiones? Sí, todo, Miguel Aragón: sí, los, los mercados a los que hemos exportado siguen creciendo, sigue creciendo la demanda. Eh, aún no podemos ver, eh, cómo, se desparrama la demanda o cómo, cómo se– cuándo es más demanda y menos demanda, porque ha sig– ha seguido creciendo constantemente. ¿Y Diego Carvallo: cuál es, eh, tu outlook para el resto del año? ¿Estás– tú sientes que el mercado ha conseguido un soporte bastante claro y que la demanda puede mantener los precios actuales o, o sientes más bien que en algún momento podemos volver a caer? No, la, creo que Miguel Aragón: estamos en un, en un, tenemos un piso. Ya. Y aunque hemos creído que vamos a estar en un rango, al contrario, creemos que tal vez, eh, el mercado empiece a tratar de, de, de, de subir un poco, de apuntar para arriba- De romper esa resistencia. De romper esa resistencia hacia arriba. Pero, ah, todo depende cómo, cómo siga la demanda doméstica, porque eso es lo que nos va, nos va a marcar Diego Carvallo: la pauta. ¿Y el tema de la guerra en Irán está afectando en algo la demanda de los clientes de ustedes en el sureste asiático? Miguel Aragón: Definitivamente, definitivamente. De hecho, tuvimos algo de cargas nosotros que, que anduvieron dando vueltas. Hasta en la India teníamos cargas que, que iban a, a Arabia Saudita, eh, y nos, nos afecta a nosotros, pero está afectando a todos los productores también. Eh, y es un mercado por varias cosas. U-una, porque no podemos entrar, pero otra, la más importante, es porque las aseguradoras no nos están asegurando las cargas que van para ese mercado. Nadie las asegura y si no las aseguran El mercado claro no puede, no puede tomarlo, no puede tomar ese producto Es demasiado riesgo. Ya, Diego Carvallo: ya, ya. Miguel Aragón: Imagínate Yara Morales: el transporte, cómo se está incrementando también Diego Carvallo: con todo eso. Eso es lo siguiente, eso es lo siguiente. Es un tema que vamos a hablar también, que está afectando sobre todo a los productos más económicos, porque representan un porcentaje más alto del, del costo del producto. Sé que ahorita todo el mundo quiere hablar mucho de nonfat, así que si quieren pasamos un poquito a hablar ese tema- Nos dedicamos al nonfat. Que es el más complicado en este momento. Eh, mira, en pocas palabras, yo diría, en este momento estamos viendo un mercado que está de cierta manera desconectado entre lo que es lo, lo que estamos viendo en los fundamentos con lo que estamos viendo en la realidad del mercado físico. Los fundamentos, eh, apuntan y todos los reportes del USDA apuntan a que hay un crecimiento en la producción de nonfat, hay un crecimiento en la producción de SMP y hay inventarios relativamente sanos. Sin embargo, lo que estamos viendo en el mercado spot, en el mercado actual, es algo bastante distinto. Y puede ser por algunos factores como los de los recalls que tuvimos, eh, ¿cómo se dice un recall en español? La- Reclamos. Un reclamo de producción que tuvimos durante los últimos meses que ajustaron el mercado, pero la realidad es que el mercado spot, el mercado físico actualmente sigue estando sumamente ajustado. Hay muy poco producto, la mayoría de las plantas siguen completamente sobrevendidas. Eh, los traders y revendedores tienen muy poco inventario en mano. Y también vemos ese mismo patrón desde el punto de vista de los clientes. La mayoría de los clientes siguen todavía bastante cortos de producto y necesitan may-mayor, mayor volumen para saciar sus inventarios de seguridad y su producción. Entonces, eh, yo diría, en el corto plazo todavía vemos un mercado bastante bien sostenido, pero creemos que una vez pase el spring flush, después de estos dos próximos dos meses, deberíamos ver una mejor correlación entre lo que es el mercado físico o el CME Cash y el mercado de futuros. Y creemos que principalmente el CME Cash debería hacer gran parte de ese trabajo para llegar a un nivel más cercano a donde están los futuros. Es decir, creemos que debería haber cierta, eh, corrección y consolidación en un nivel posiblemente cercano a, a los cuatro mil quinientos, cuatro mil seiscientos, para de ahí poder buscar, eh, opciones de moverse para más arriba o mantenerse firme el resto del año. Sí somos, eh, creyentes de que el resto del año el polo va a seguir bastante ajustado, pero no creemos que nos podamos mantener en los precios que estamos actualmente, que son dos dólares treinta por libra, que es un precio en el que ya empezamos a ver que la demanda se frena un poco Okey. Em, todo lo que son MPC, eh, MPC setenta y MPC ochenta han seguido mucho ese patrón en el que el mercado está muy ajustado, no hay suficiente producto y hay mucha demanda que ha venido de sports nutrition, de otras aplicaciones a buscar, eh, sustitutos en el mercado del MPC. Em, Yarita, cuéntanos un poquito cómo has visto tú la demanda, cómo has visto a tus clientes en México, eh, ¿cuál es la expectativa de mercado desde el punto de vista del cliente mexicano? Yara Morales: Bueno, la, la verdad es que con toda la escasez que hubo en los primeros meses y que no podíamos surtirles la leche, porque todos los proveedores nos agarraron sin inventario y a México lo agarraron sin inventario. Afortunadamente, ya a partir de marzo, abril, ya empezaron a recibir producto. Entonces, ahorita los clientes en México tengo entendido que ya tienen un poquito más de inventario. Aparte, pues están cerrando contratos, eh, se está comprando SMP de, de Europa, los que tienen cupo y el producto va a empezar a llegar ya en mayo y son precios más competitivos. Los precios tan altos, los, eh, clientes finales, pues obviamente tienen una resistencia ya a pagar estos precios tan altos y empezaron a utilizar la leche fresca, que había bastante, ¿verdad? Este, podían encontrar hasta de cuatro pesos por litro. Ahorita ya no hay, se está escaseando. Todo el norte de México, ya la leche fresca está escaseando demasiado. Ahorita hay un poco más en el centro, que es donde también hay bastante producción de leche fresca, pero va a llegar el momento, como ya a finales de junio, julio, que empieza a escasear la leche fresca. Entonces, definitivamente va a haber una necesidad de leche descremada. Aparte de las formulaciones, pues ya las tienen con la leche descremada. Y la verdad es que todavía sigue habiendo, este, demanda. Ya no igual como en un principio que estaba todo mundo desesperado tratando de conseguir y recibir algo, pero de cualquier manera sigue la demanda, sigue todavía los clientes tratando de conseguir producto. Diego Carvallo: Y es difícil que no vengan a comprar a Estados Unidos. Por eso, por eso yo soy de la creencia que el mercado se va a mantener bastante firme por el resto del año, porque las importaciones de Europa sabemos que va a ser un volumen limitado, menos de diez mil toneladas, posiblemente para todo el año. Eh, si hay poca leche bronca en México, no van a tener otra opción que o, o consumir menos o, o venir a comprar a Estados Unidos, en pocas palabras. Entonces, eh, sí, yo creo que eso debería dar soporte. Debería marcar al menos un piso en los precios de, del nonfat. Quería Miguel Aragón: a-adherir un poco una reseña. En el– ahora que estuvimos en Chicago atendiendo el ADPI, estuvimos juntas con algunos, ah, productores de, de, de comida aquí en Estados Unidos y nos comentaban algo que tal, tal vez quisiera ver ustedes qué opinan. Eh, muchos Yo era de la creencia que nada más en México compraban al día, por decirlo así, y, y no había contratos largos. Resulta que en Estados Unidos era la misma situación y con varias de las empresas que nos juntamos nos dijeron: es que ahora estamos tratando de decidir si contratamos toda la segunda mitad del año, eh, a estos precios o nos esperamos. Es la gran cuestión ahí con las empresas que estuvimos platicando dentro de Estados Unidos. Y eso era nonfat Diego Carvallo: también o queso también. Nonfat. Ajá. Principalmente. Nosotros hemos visto exactamente ese mismo patrón. Los clientes en Estados Unidos tenían inventario al día, tenían una carga de, que tenían que utilizar esta semana y a la semana siguiente les llegaba otra carga y no tenían inventario. Ahora la tendencia es comenzar a construir inventario de seguridad, proteger para al menos dos o tres meses para protegerse de que una carga esté demorada o que no haya producto. Así es, exactamente. Miguel Aragón: Creo que Diego Carvallo: es una reseña muy Miguel Aragón: interesante Diego Carvallo: que, no la había Miguel Aragón: visto yo Diego Carvallo: y se ve ahora. Y eso resulta en demanda adicional, porque eso a la final, cuando todos los clientes de Estados Unidos, muchos, tratan de crear inventario de seguridad a la misma vez, cuando el mercado está muy ajustado, crea un crecimiento en la demanda que no es artif– no es orgánico, pero sí crea una subida en la Miguel Aragón: demanda. Así es. Y creo que alarga esta, esta cuestión que estamos viendo ahora. Está ajustado. Sí, Yara Morales: y lo hemos estado viendo con los clientes de México, los queseros, los que tienen plantas de queso, que han querido cuando menos tener la seguridad de que van a tener el producto, por eso pagan los precios. Entonces, han estado comprando con precios hasta meses adelantados. Y es, y era algo que no se veía. ¿Por qué? Pues porque estamos tan cerca que pueden llevarse el producto, pues en una semana o dos semanas y ya tienen la leche. Pero ahorita con esta escasez, pues la verdad que prefieren cerrar contratos largos, aunque sean meses más adelantados. Diego Carvallo: Correcto, correcto. Un punto también importante mencionar es el costo, cómo está afectando el mercado los altos costos de combustible y de flete, sobre todo para productos económicos. Hace poco estuvimos cotizando algunas cargas de permeato a México y a diferentes partes de Asia, y el costo del flete ha subido muchísimo. Eh, es algo que también está afectando a muchos clientes y viene dado a raíz del conflicto en Asia. Eh, ¿cómo está afectando eso a, a su, a la demanda de queso? Miguel Aragón: Definitivamente nos está afectando porque en, en, como saben, manejamos, eh, tres líneas de queso nosotros. Manejamos el queso de primera, eh, que tal vez es el que no, no refleja tanto, eh, el, el incremento en flete, pero lo refleja, pero lo puede absorber un poco más. Pero en el producto, ah, grado B que decimos nosotros, que se supone que era un poco más barato, eh, sí le afecta porque es un producto más barato. Y ahora el producto, eh, que manejamos para reproceso, que es el producto barato, es el producto para extender la proteína en el queso, eh, para hacer más queso, sobre todo queso análogo, ahí sí se sintió fuerte el i-el impacto del flete, porque a veces son– o sea, ha subido cuatro o cinco centavos por libra de diferentes lugares. Depende de, depende de la geografía de Estados Unidos, de donde estemos mandando el queso y es donde más nos ha afectado. Totalmente. En el Diego Carvallo: producto más barato. Igual que- Y, y no solo es en fletes marítimos, sino en fletes terrestres. La parte del transporte en camión en Estados Unidos ha subido mucho. Nosotros solíamos pagar cuatro o cinco centavos para mover una carga de California a El Paso. Hoy en día ese precio está cercano a los seis, o sea, ha subido un cerca de un 20 % En, en la– cuando movemos Miguel Aragón: produ– movemos queso de, de, de Washington a, a El Paso, estábamos pagando trece centavos la libra. Hoy día diecisiete centavos, a veces dieciocho centavos. Y de-dependiendo también si, si se empieza a mover algo como de, digamos, de, del sur, de, de, del suroeste, cuando empieza a moverse mucho melón o cosas así, o cuando viene la temporada de árboles de Navidad, depende de la temporada, esto va, va a incrementarse aún más. Sí. Yara Morales: Igual que el refrigerado. El refrigerado se estaban pagando doce centavos y ahorita ya están cerca de dieciocho centavos. Entonces sí ha Miguel Aragón: subido bastante. Sí, sí, sí, nos está afectando en el queso, en la, en el movimiento del queso y en el movimiento de la mantequilla, definitivamente. Yara Morales: También. El Diego Carvallo: último tema que nos ha preguntado mucho la gente. Cuéntenos un poquito sobre el tratado de libre comercio y qué expectativas hay ahora que se vuelve a negociar entre Estados Unidos y México Bueno, Yara, tú ya has escuchado porque- La verdad, Yara Morales: hay mucha incertidumbre, hay muchas preguntas. Eh, ahora en junio que viene la revisión, pues, mmm, son varios, varios factores, ¿no? Se viene el, la revisión del Tratado de Libre Comercio y se viene el Mundial de fútbol en los tres países. Entonces todo el mundo anda como que muy alterado con todo eso, porque no saben, no sabemos qué es lo que vaya a pasar, no sabemos cómo se vaya a, a mover ese Tratado de Libre Comercio, si se va a renegociar, qué porcentajes pudieran darse o si vamos a quedar en cero, que es lo que todo mundo pretende, porque pues es la economía de México. La economía de México realmente necesita ese Tratado de Libre Comercio. Y, este, y yo creo que todos, porque para todos es un beneficio, ¿no? Inclusive para Estados Unidos. Entonces hay mucha incertidumbre, ¿no? La verdad, mmm, yo pregunto y ando investigando y todos mis clientes pues no saben qué es lo que vaya a pasar. Miguel Aragón: Así es. Y nos está… esta incertidumbre nos afecta día a día, eh, sobre todo con México por la cuestión del tipo de cambio, porque sale un encabezado y se dispara el dólar, eh, sale otro encabezado y se fortalece el peso. Es cuestión de todos los días, todos los días, este, y las, la cuestión política nos, nos, sí nos está afectando bastante. No, Diego Carvallo: no hay certidumbre. Miguel Aragón: Claro. Eh, pero una cosa superimportante que, que, que creo que está, eh, afectando algo lo del tratado y muchas otras cosas es que se nos vienen las elecciones primarias en, en, aquí en noviembre- Estados Unidos. Estados Unidos. Y a eso tú sabes que- Es muy importante. Es muy importante, porque hay que mover el, el, el, el, el, el, lo que piensa el público. Claro, hay que ganar los votos. Y hay que ganar los votos y aquí vamos a ver si se va a hacer cosas para, para tratar de tener algún efecto sobre eso. Y muchas veces no tiene nada que ver con México, Diego Carvallo: obviamente, también las de Irán, pero el mercado, básicamente, yo creo que va a mantener mucha volatilidad, va, va a haber mucha incertidumbre y, eh, las, las monedas van a tener, obviamente, como resultado una variación bastante violenta. Los bancos nos afectan. Exactamente. Yara Morales: Sí. ¿ Diego Carvallo: Qué otro punto importante? Definitivo, Yara Morales: definitivo. Ay, pues yo creo que todo esto es bien interesante. Vamos a ver qué sucede. Este, no sé qué otra cosa podemos Diego Carvallo: manejar. Voy a estar, yo voy a estar en Antad la próxima semana. Eh, lastimosamente, esta vez no me van a poder acompañar Yara y Miguel Pero yo voy a estar en Antalas, así que con mucho gusto, eh, me, me encantaría conocer y encontrarme con algunos de nuestros clientes estando allá. Así que no duden en, en contactarnos. Así es, así es. Desafortunadamente, Miguel Aragón: yo Diego Carvallo: no Miguel Aragón: voy. Sí. Ah, pero yo voy a estar en, en, en Alimentec, en Bogotá, creo que es. Entonces, si alguien nos está viendo en Colombia o que vaya a estar en Alimentec, por ahí estamos. Excelente, excelente. Que Yara Morales: por cierto también va a haber elecciones en Colombia. Miguel Aragón: También. Así es. Sí, Yara Morales: también va a haber elecciones en Colombia. Hay que ver cómo, cómo se- Más volatilidad. Se ve todo. Más volatilidad todavía. Más Diego Carvallo: gasolina al fuego, sí. Bueno, mil gracias a todos. Gracias, Miguel y Yara. Gracias. Gracias, gusto en Yara Morales: saludarlos a todos. Bye

Noticentro
Ebrard busca impulsar negocios mexicanos en Canadá

Noticentro

Play Episode Listen Later May 6, 2026 1:25 Transcription Available


Segob abrirá mesas de diálogo con colectivos de desaparecidosMorelia inaugurará primera etapa de su teleférico en septiembreDenuncian daño a geoglifo por muro fronterizo en Arizona Más información en nuestro Podcast#grc

Enfoque internacional
Santa Marta pone sobre la mesa la salida de los combustibles fósiles

Enfoque internacional

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 1:31


Al cierre de la primera conferencia internacional sobre la salida de las energías fósiles nuestra enviada especial a Santa Marta, Najet Benrabaa, subraya algunos puntos clave que deja este encuentro inédito: la creación de un panel científico dedicado a la eliminación de los combustibles fósiles, el desarrollo de hojas de ruta nacionales para planificar la transición energética y el análisis de los obstáculos financieros, en particular la deuda y las subvenciones a las energías fósiles. "El futuro, colegas, es sin fósiles, ni en los combustibles ni en la política". Con estas palabras cerró su intervención la ministra colombiana de Medio Ambiente, Irene Vélez Torres, entre aplausos, en esta conferencia inédita con participación de 56 países.  Fue un tono directo que encontró eco entre los participantes, como Andrea Cardoso, profesora de la Universidad del Magdalena y especialista en la industria del carbón, que forma parte del panel científico creado para el evento. "Es un buen comienzo, con muy buena energía y muy buenas intenciones de colaborar entre países y entre distintos delegados. El objetivo no era negociar nada, a diferencia de la COP. Queremos seguir trabajando en ello. El entusiasmo compartido aquí ha sido contagioso", señala. El reto ahora es convertir ese impulso en acciones concretas. Es justamente lo que espera Alexandre Naulot, responsable del Tratado de No Proliferación de los Combustibles Fósiles. "La próxima conferencia será organizada por Tuvalu, copatrocinada por Irlanda. Y, sobre todo, Tuvalu es parte de las discusiones sobre el tratado. Esperamos que, junto con los otros 17 países que participan en las negociaciones, centre los debates de la conferencia en un nuevo tratado". Mil quinientos participantes, cinco días de debates. Santa Marta estuvo a la altura. Las palabras están sobre la mesa. Ahora falta darles vida, de aquí a 2027 y más allá.

HistoCast
HistoCast 339 - 40 años de España en la Unión Europea

HistoCast

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 415:06


Esto es HistoCast. No es Esparta pero casi. Con motivo de las 4 décadas de pertenencia de España a la Unión Europea, @cerveranavas nos acerca este programa que repasa dicha adhesión. Le acompañan @danigalpe, @HugoACanete y @goyix_salduero.Secciones Historia: - Introducción - 0:07:36 - Entrevista con el autor de Aurora Europa, José María Valls Xufré - 0:36:51 - Breve resumen de la historia de la UE hasta la adhesión de España (1945-1986) - 0:50:43 - España y la UE durante el franquismo (1945-1977) - 1:22:40 - Entrevista a Carlos María Bru Purón - 1:38:47 - Las negociaciones de adhesión - 1:59:44 - Los orígenes y la naturaleza del europeismo español - 2:49:39 - El efecto Unión Europea en España en cifras - 2:59:20 - Los primeros años en la UE y la primera presidencia del Consejo - 3:13:20 - Entrevista a Enrique Barón - 3:26:39 - España en la UE en los 90 y el Tratado de Maastricht - 4:16:12 - Entrevista a José María Gil Robles - 4:37:02 - El siglo XXI español en la UE - 4:55:26 - Conclusiones y debate histórico - 5:27:44 - Bibliografía - 6:48:08

Calamares en su tinta
¿Cómo llegó Hitler al poder? El grave error de la República de Weimar

Calamares en su tinta

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026 48:38 Transcription Available


¿Cómo fue posible que una de las naciones más educadas y prósperas de Europa cayera en el horror del Nazismo? En este episodio de Calamares en su Tinta, desentrañamos uno de los grandes enigmas de la historia contemporánea. A partir del magistral libro "Los irresponsables" del historiador francés Johann Chapoutot, analizamos cómo la dictadura nazi no fue una fatalidad inevitable, sino el resultado de la complicidad y la ingenuidad de las élites políticas, militares y económicas de la República de Weimar. Descubre cómo estos "dueños del poder" creyeron que podían manipular a Adolf Hitler y utilizar su movimiento para hacer el trabajo sucio, cometiendo un error fatal que terminó por destruir la democracia desde adentro e instaurar el totalitarismo. Hablamos de la Primera Guerra Mundial, el Tratado de Versalles, la crisis del 29 y cómo el odio se convirtió en una estrategia política.See omnystudio.com/listener for privacy information.