Podcasts about tratado

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Sonar Global
Una nueva clase de historia con el Profesor Peralta sobre la relación entre Chile y Perú.

Sonar Global

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 15:45


Como todos los jueves, el Profesor Peralta llega con una nueva clase de historia sobre la relación entre Chile y Perú, a raíz de un nuevo aniversario del Tratado de Lima que definió la soberanía de Tacna y Arica.

Solo Documental
El Oeste Americano - Caballo Loco Vs. Caballo De Hierro

Solo Documental

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 41:20


Tasunka Witko (1840-5 de septiembre de 1877) era el jefe de los siux oglala, una tribu indígena de América del Norte notable por el valor de sus guerreros en las batallas. Reconocido por su propio pueblo como un dirigente visionario comprometido con la preservación de las tradiciones y los valores siux, indujo a su pueblo a una guerra contra los blancos para recuperar sus tierras. Cuando los colonos y el ejército de Estados Unidos se lanzaron a la invasión del territorio indígena en las llanuras centrales, Caballo Loco, junto con Toro Sentado y Nube Roja, formó una alianza con otros pueblos nativos para combatir a los invasores estadounidenses. Dotado de gran capacidad táctica y destreza en el combate, infligió una dura derrota a los soldados estadounidenses en la denominada masacre de Fetterman (1866). La presión de los colonos (buscadores de oro, cazadores de búfalos) y los constantes enfrentamientos que provocaron con los indígenas, indujeron al Gobierno de Estados Unidos a firmar un tratado de paz (Tratado del fuerte Laramie en 1868), por el que asignaba a lakotas y cheyenes terrenos propios bajo su jurisdicción autónoma. Sin embargo, Caballo Loco no aceptó el acuerdo, marchando con su pueblo fuera de la gran reserva sioux fijada por el gobierno. Para someter a este y otros pueblos situados fuera de los límites, el gobierno emprendió una amplia campaña militar en 1876, en la que se produjeron las victorias indígenas de Rosebud River y Little Bighorn (1876), en la que moriría el famoso general Custer. La presión del ejército estadounidense obligó a Caballo Loco a rendirse, siendo confinado en Fort Robinson. A las pocas semanas, el 5 de septiembre de 1877, murió asesinado a bayonetazos.

Artes
Biblioteca Nacional de França mostra mapas portugueses como objectos de poder, imaginação e controlo

Artes

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 9:51


A Biblioteca Nacional de França organiza uma exposição sobre mapas, mostrando alguns exemplares portugueses do século XVI. São mapas que mostram o Mundo conhecido, mas que representam também o desconhecido, com todos os mitos e já algumas marcas de crenças que se vão perpetuar nos séculos seguintes marcados pelo colonialismo. Um mapa serve para orientar, guiar e percorrer um caminho até ao ponto de chegada. Olhamos para os mapas, agora nos nossos telemóveis, para nos assegurarmos que fazemos o percurso mais curto ou traçamos a rota mais directa. Mas tempos houve em que os mapas misturavam mundos fantásticos, certezas matemáticas e vontades políticas. Na exposição “Cartes Imaginaires” ou “Mapas Imaginários”, patente na Biblioteca Nacional de França, ou BnF, em Paris, até 19 de Julho, o departamento de mapas desta instituição retraça os primórdios dos nossos mapas modernos, com exemplares desde o século XIV até aos mapas reinterpretados por artistas contemporâneos.  Na primeira parte da exposição, chamada “Mundos Inexplorados” figuram grandes cartógrafos portugueses ou ao serviço dos reis portugueses. Entre o acervo mostrado ao público está o Atlas Miller, um atlas que data de 1519 e foi elaborado pelos cartógrafos Lopo Homem, Pedro Reinel e Jorge Reinel ilustrado pelo miniaturista António de Holanda. Este mapa exaustivo para a sua época traça o Oceano Atlântico Norte, a Europa do Norte, Madagáscar, ou ainda o Brasil. Terá sido oferecido pelo Rei D.Manuel a Francisco I de França. Para as comissárias da exposição Julie Garel-Grislin et Cristina Ion, este é um trabalho de precisão, confirmado com certezas matemáticas e também imaginação à mistura. “Eles faziam bem o seu trabalho. O que é interessante sobre esta exposição, e falando especificamente sobre os mapas portugueses e, em particular, temos o Atlas de Miller, que foi produzido em 1519, é que podemos ver que há mapas que são muito precisos e outros que são muito menos. É verdade que a precisão dos mapas que apresentamos é muito desigual No entanto, por exemplo, no que diz respeito às linhas costeiras, exploradas já há muitos anos pelos ocidentais, temos uma linha bastante precisa e ela também é o resultado do trabalho colaborativo de todos os navegadores”, explicou a comsisária Julie Garel-Grislin. “Esta cartografia marítima era, acima de tudo, uma cartografia de experiências, portanto não era, estritamente falando, uma cartografia matemática, como a cartografia que seria herdada da chegada ao Ocidente da geografia de Ptolomeu. Mas isso não significa que as duas tradições sejam mutuamente exclusivas; pelo contrário, a tradição da cartografia matemática e a tradição da cartografia, digamos, empírica, realmente complementam-se e enriqueceram-se mutuamente. Elas interagiam e os atlas que circularam com a geografia de Ptolomeu tinham ido buscar referências da cartografia marítima. Já os mapas náuticos foram buscar à geografia matemática questões de escala ou o clima”, complementou Cristina Ion. “Se pensarmos no continente africano, é preciso saber que os mapas feitos pelos portugueses, em particular, foram retomados, reformulados e assim por diante. E isto aconteceu até ao período moderno. Os mapas feitos pelos portugueses tinham uma enorme influência, o que significa que teríamos um mapa que seria copiado e disseminado entre todos os cartógrafos europeus. Portanto, no que diz respeito ao Ocidente, os mapas portugueses não são influentes, é algo diferente, Eles são como uma matriz para os outros cartógrafos”, reforçou Julie Garel-Grislin. Mais do que indicar caminhos, o Atlas Miller mostra a fauna e a flora dos continentes assim como as projecções mais ou menos correctas sobre os habitantes de terras longínquas. Estas interpretações do outro levaram a preconceitos que se cristalizaram durante séculos sobre a estratificação dos seres humanos e a capacidades dos povos europeus a reconhecerem a humanidade dos povos autóctones sobretudo em África e na América.  “Estas representações não foram produzidas inicialmente para justificar ou legitimar a escravidão, pois elas são muito mais antigas do que esse flagelo. Obviamente, essas representações têm outras origens. Elas derivam de textos antigos, mas é verdade que elas ajudaram a construir uma certa maneira de olhar para a África, para as pessoas que vivem lá, e, claro, num certo sentido, a tornar a escravidão talvez mais fácil de pensar, de aceitar, de praticar para os países colonizadores”, afirmou Julie Garel-Grislin. “A presença dessas criaturas híbridas nos mapas deve-se principalmente a textos antigos, particularmente à “História Natural” de Plínio, o Velho, escrita no I século depois de Cristo e que foi transmitida pelo enciclopedismo medieval e que levou a colocar monstros nos mapas. Isso não era, de forma alguma, uma maneira de desumanizar os seres humanos, mas, ao contrário, de mostrar como os monstros faziam parte da criação. Eles não estavam fora do Mundo, estavam no Mundo. Depois, durante o período conhecido como as Grandes Descobertas, começou a haver um encontro real e efectivo entre os europeus e os povos indígenas, especialmente do continente americano. Com toda a ambiguidade e o debate que surgia já nos textos da época, à volta da natureza, desses povos que eram ao mesmo tempo adornados com todas as virtudes da antiguidade e considerados como selvagens que comiam carne humana e ignoravam a salvação da alma. Mesmo nessa altura já havia debates que denunciam a violência da colonização europeia e, paradoxalmente, em última análise, a escravidão em larga escala e a exploração colonial maciça de outros continentes pelos europeus”, explicou Cristina Ion. Se no início do período das grandes descobertas, estas representações tinham um sentido quase religioso e a necessidade de representar o desconhecido, rapidamente, e com a prática da escravatura em massa, muitos destes mapas foram sendo alterados e substituídos por grandes espaços brancos. Espaços brancos convidavam à aventura, à conquista, ou seja, à colonização. Nos séculos XV e XVI, os mapas constituíam um símbolo de conhecimento e estatuto de um país, mas sobretudo uma ferramenta de poder para os monarcas em pleno período de Descobertas. “É um facto. Sabemos muito bem que os mapas, especialmente naquela época, eram um instrumento essencial de poder. Claro que os vemos como obras de prestígio, mas eles são instrumentos de Estado, instrumentos de poder, e também podemos ver isso, por exemplo, na questão do Tratado de Tordesilhas. Agora sabemos que, aparentemente, os portugueses estavam mais bem informados do que aparentavam estar”, detalhou Julie Garel-Grislin. “Os mapas eram estritamente controlados pelos Estados e pelos reinos ibéricos, que estavam envolvidos numa competição aguerrida pelo controlo das rotas marítimas. E os mapas eram segredos de Estado. De facto, eles eram guardados a sete chaves e protegidos de espiões, sendo copiados, transmitidos e transportados em segredo”, indicou Cristina Ion. Para a exposição “Mapas Imaginários”, foi preciso escolher entre cerca de um milhão de mapas, 10 mil atlas e 300 globos. Um trabalho de supressão permanente com explica a comissária Julie Garel-Grislin. “Organizar uma exposição foi uma experiência de privação e supressão. Portanto, foi extremamente difícil escolher. Foi mesmo muito complicado. A ideia era encontrar mapas que fossem suficientemente inteligíveis em si mesmos, que também tivessem um apelo estético interessante e que os mapas pudessem interagir uns com os outros. Ou seja, que se encaixassem no itinerário da exposição, que se encaixassem no objectivo intelectual que definimos com a Cristina e que, colocados lado a lado, constituíssem esse diálogo”, declarou Julie Garel-Grislin. A Biblioteca Nacional de França faz um esforço quotidiano de preservação destas obras, muitas delas com mais de cinco séculos, o que significa um investimento permanente nas condições de acondicionamento, no restauro e na conservação. Recentemente, o Departamento de Mapas e Planos mudou-se para as novas instalações, na renovada Biblioteca Richelieu. Esta obra custou quase 270 milhões de euros e as obras duraram 12 anos, com a mudança das colecções para este palácio a ser chamada “a mudança do século” já que foi preciso transportar 42 milhões de objectos entre mapas, moedas ou livros raros e preciosos. “Tem sido um grande esforço nos últimos 10 anos na configuração de um lugar de armazenamento. O departamento de mapas e planos foi transferido para a recém-restaurada Biblioteca Richelieu e aí, nessas novas instalações temos 14 quilómetros para armazenar e bem acondicionar os nossos mapas”, concluiu Cristina Ion. A exposição “Mapas Imaginários”, que inclui também a história de como muitos autores de ficção e não só criaram os Mundos para os seus livros, está patente na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, até dia 19 de Julho.

La Diez Capital Radio
Informativo (16-06-2026)

La Diez Capital Radio

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 21:30


Miguel Ángel González Suárez te presenta el Informativo de Primera Hora en 'El Remate', el programa matinal de La Diez Capital Radio que arranca tu día con: Las noticias más relevantes de Canarias, España y el mundo, analizadas con rigor y claridad. Decepción para el equipo Español de fútbol con Cabo Verde. Una España lenta empata con Cabo Verde, primera gran sorpresa del Mundial 2026. Ilia Topuria pierde el título del peso ligero de la UFC ante el estadounidense Justin Gaethje. Hoy hace tres años: Muere en Tenerife la ventrílocua ‘Mari Carmen y sus muñecos' La actriz nacida en Cuenca, muy popular gracias a sus muñecos Doña Rogelia o Rodolfo, falleció en el Puerto de la Cruz tras una caída. Hoy se cumplen 1.579 días de guerra entre Rusia y Ucrania. 4 años y 111 días. Hoy es martes 16 de junio de 2026. Día Mundial de la Tapa. El 16 de junio se celebra el Día Mundial de la Tapa, una de las tradiciones más populares en España, país donde se estima que un 60% de los establecimientos ofrecen una tapa gratuita como acompañamiento de la bebida. La iniciativa del Día Mundial de la Tapa proviene de la Asociación Saborea España, que cada año anima a los hosteleros a participar en este evento precisamente para difundir la cultura de la tapa, ya sea con degustaciones, concursos, presentación de una tapa especial, etc. La tapa es un aperitivo que se sirve en muchos bares españoles como acompañamiento de la bebida. La tapa es una seña de identidad de la gastronomía española que cada año atrae a millones de turistas. Referencia de la cocina en miniatura, es objeto de atención por parte de grandes chefs y cocineros de todo el mundo. 1802.- La isla de Menorca vuelve a ser tierra española, tras 72 años de dominación extranjera, por el Tratado de Amiens. 1950.- Aprobación definitiva del Opus Dei y de la sociedad sacerdotal de la Santa Cruz. 1961: en el aeropuerto Le Bourget, en París (Francia), el bailarín de ballet soviético Rudolf Nuréyev deserta de su país. 1963.- La astronauta rusa Valentina Tereshkova se convierte en la primera mujer que realiza un viaje espacial. 1976.- Decenas de niños son asesinados en Soweto, Sudáfrica, por negarse a aprender "afrikkaans", la lengua de los blancos que ostentaban el poder, y se inician las protestas que acaban con la vida de unas 700 personas en las siguientes semanas. 2011: Italia reabre la Torre de Pisa después de 10 años de trabajo para su consolidación. Santos Aureliano, Aureo y Quirico; santas Justina y Julita. Trump anuncia un acuerdo marco con Irán que se firmará el viernes: "¡Qué fluya el petróleo!" Claves del acuerdo entre EE.UU. e Irán: qué ganan las partes, qué cambia en Ormuz y qué riesgos persisten. La UE celebra el acuerdo entre EE.UU. e Irán y Macron anuncia una misión para reabrir Ormuz. Estas son las grandes capitales de la cocaína en Europa. Zapatero pide que se aplace su declaración sobre el origen de las joyas halladas en su despacho. Santos Cerdán niega haber montado "ninguna trama" ni haber hecho "nada ilegal" Las jubilaciones aceleran al máximo: 37 canarios abandonan cada día el mercado laboral. El Archipiélago suma 4.469 altas de jubilación entre enero y abril, la cifra más elevada para un primer cuatrimestre desde 2005. Canarias, de farolillo rojo a liderar las altas en dependencia: más ayudas reconocidas y menos espera. El Archipiélago es la comunidad donde más ha aumentado el número de dependientes con prestación, pero sigue estando entre las regiones con más lista de espera y más personas en el limbo. Canarias acelera la construcción industrializada para paliar la crisis de vivienda. El Gobierno de Canarias y las patronales del sector firman un protocolo para impulsar la construcción industrializada y reducir los tiempos de ejecución de viviendas. Canarias y Estado se citan el 2 de julio para abordar la gestión aeroportuaria. El Gobierno regional ya ha dejado claro que quiere simplemente «un asiento» en AENA, sino que reclama tener voz y voto en planes y cuentas. La Audiencia de Cuentas de Canarias considera que existe una posible responsabilidad contable de carácter administrativo en el Gobierno autonómico por la devolución de 46 millones de euros a las compañías eléctricas por haber tramitado mal las multas generadas por apagones, anuladas en los tribunales. Canarias registra casi 8.000 solicitudes de asilo en 2025 pese a las “políticas hostiles” de la UE. El Archipiélago ha registrado un aumento de las solicitudes de un 2% respecto al año anterior que contrasta con el descenso generalizado en todo el país del 13,7%. Un nuevo rescate eleva a 153 las personas auxiliadas de 2 barcazas y llevadas a Lanzarote. Salvamento socorrió este domingo a 85 personas, entre ellas 19 menores, que viajaban a bordo de una patera localizada a unos 64 kilómetros al este de esta isla. El 16 de junio de 1978, se estrenó en Estados Unidos Grease, película musical con John Travolta y Olivia Newton-John que fue un éxito de taquilla y se convirtió en una de las mejores películas de la década.

La Diez Capital Radio
Eduardo Pintado; tratado de paz con Irán (16-06-2026)

La Diez Capital Radio

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 23:23


️ Sección en La Diez Capital Radio En el programa El Remate, dentro de su espacio de análisis político internacional, interviene el profesor de Ciencia Política de la Universidad de La Laguna, Eduardo Pintado. Trump anuncia un acuerdo marco con Irán que se firmará el viernes

El Noti
EP 745: Fan Fest del Zócalo, en el limbo por las protestas, Partidos del Mundial estrenan reglas y Trump amenaza otra vez con salirse del tratado comercial

El Noti

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 21:58


* Fan Fest del Zócalo, en el limbo por las protestas* Partidos del Mundial estrenan reglas* Trump amenaza otra vez con salirse del tratado comercial

BELLUMARTIS PODCAST
LA TERCERA GUERRA DE CUBA 1895 a 1898: del Grito de Baire al Tratado de París.

BELLUMARTIS PODCAST

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 85:16


** VIDEO EN NUESTRO CANAL DE YOUTUBE ** https://youtube.com/live/mk8RzQQzVhQ +++++ Hazte con nuestras camisetas en https://www.bhmshop.app +++ Bienvenidos a una sesión de estado mayor donde diseccionamos el fin del Imperio español en América. Basándonos en el exhaustivo análisis de José Antonio López Fernández, autor de "LAS GUERRAS DE PRESTIGIO, CUBA Y PUERTO RICO" ** https://amzn.to/41KePMx **, recorremos tres años de lucha fratricida, tácticas de guerrilla y el choque final contra la potencia emergente: Estados Unidos. En este programa analizamos: El Grito de Baire: El renacer de la rebelión con José Martí, Máximo Gómez y Antonio Maceo. La Estrategia de Weyler: La construcción de la Trocha y la polémica política de Reconcentración. ¿Estaba España ganando la guerra sobre el terreno? El Factor Maine: La explosión en La Habana y la intervención de EE. UU. como punto de inflexión geopolítico. Heroísmo en el Infierno: La gesta de Vara de Rey en El Caney (527 españoles contra 6.000 americanos) y los combates en las Lomas de San Juan. El Fin de una Era: El desastre naval de Santiago de Cuba y las consecuencias del Tratado de París. Un programa imprescindible para entender el sacrificio del soldado español y la tragedia diplomática que marcó a una generación. SUSCRÍBETE para no perderte ningún programa y únete a nuestra comunidad de apasionados por la historia militar, la geopolítica y los conflictos del mundo. Apóyanos para seguir creando contenido riguroso e independiente: Patreon: https://www.patreon.com/bellumartis PayPal: https://www.paypal.me/bellumartis Bizum: 656 778 825 Síguenos también en redes: Instagram: https://www.instagram.com/bellumartis Twitter / X: https://twitter.com/Bellumartis #GuerraDeCuba #DesastreDel98 #HistoriaMilitar #Bellumartis #España #Cuba1898 #Weyler #VaraDeRey 00:00 - Introducción y bienvenida. 05:30 - El contexto político y social en la Cuba de finales del XIX. 12:15 - El Grito de Baire y el estallido de la guerra (febrero de 1895). 25:40 - Estrategias militares: De Martínez Campos a Valeriano Weyler. 45:10 - La "Reconcentración" y el giro en la opinión pública internacional. 1:02:20 - La intervención de Estados Unidos y la explosión del Maine. 1:18:45 - El fin del conflicto: Batallas clave y el Tratado de París. 1:35:00 - Conclusiones y debate con la comunidad.

Solo con Adela / Saga Live by Adela Micha
Adela Micha con todas las noticias en La Saga 8 junio 2026

Solo con Adela / Saga Live by Adela Micha

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 156:58


¿México necesita un nuevo acuerdo con Estados Unidos para enfrentar la inseguridad? En esta emisión de Me lo dijo Adela, analizamos la propuesta de Larry Rubin de impulsar un “Tratado de Lucha contra el Crimen” entre ambos países, así como la denuncia presentada por Germán Martínez ante la Corte Penal Internacional contra el expresidente Andrés Manuel López Obrador por presuntos crímenes de lesa humanidad. Además, desde Coahuila, Magda Guardiola examina el panorama político tras el contundente avance del PRI y la crisis que enfrentan PAN y Movimiento Ciudadano. La emisión también incluye recomendaciones gastronómicas de Pedro Cotto para disfrutar el Mundial y un repaso por la información deportiva más destacada de la semana. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Me lo dijo Adela con Adela Micha
Adela Micha con todas las noticias en La Saga 8 junio 2026

Me lo dijo Adela con Adela Micha

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 156:58


¿México necesita un nuevo acuerdo con Estados Unidos para enfrentar la inseguridad? En esta emisión de Me lo dijo Adela, analizamos la propuesta de Larry Rubin de impulsar un “Tratado de Lucha contra el Crimen” entre ambos países, así como la denuncia presentada por Germán Martínez ante la Corte Penal Internacional contra el expresidente Andrés Manuel López Obrador por presuntos crímenes de lesa humanidad. Además, desde Coahuila, Magda Guardiola examina el panorama político tras el contundente avance del PRI y la crisis que enfrentan PAN y Movimiento Ciudadano. La emisión también incluye recomendaciones gastronómicas de Pedro Cotto para disfrutar el Mundial y un repaso por la información deportiva más destacada de la semana. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Milenio Opinión
Diego Fernández. México es carbón que ha sido lumbre

Milenio Opinión

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 3:44


Lo patriótico sería que, conforme al Tratado vigente, nuestras autoridades ejecutaran sin pretextos las detenciones provisionales solicitadas por las autoridades de EU, pero el horror las paraliza

El Brieff
AMLO critica a Trump y tenemos problemas a horas del mundial

El Brieff

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 16:07


En este episodio de El Brieff, maestros de la CNTE, Coordinadora Nacional de Trabajadores de la Educación, toman casetas de ingreso a CDMX y exigen pensiones tradicionales del ISSSTE, no Afore. AMLO, Andrés Manuel López Obrador, reaparece para criticar a Donald Trump y Sheinbaum lo agradece. EE.UU. marca reglas más duras para autos y acero en el TMEC, Tratado entre México, Estados Unidos y Canadá. Remesas superan inversión de 23 estados con 4,978 millones de dólares. Déficit público es el segundo mayor del siglo con 217 mil millones de pesos. Informalidad vale 25% del PIB, 8.95 billones de pesos. Transportistas de AMOTAC pararán por inseguridad con 22 conductores desaparecidos. Zelensky propone reunión con Putin. SpaceX busca 75,000 millones en OPI. EE.UU. retira activos de OTAN.Escríbeme a arturo@strtgy.ai para agendar una conversación.Recibe gratis nuestro newsletter con las noticias más importantes del día.Si te interesa una mención en El Brieff, escríbenos a arturo@strtgy.ai Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Noticentro
Productos mexicanos no pagarán arancel por trabajo forzoso que propone EU

Noticentro

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 1:52 Transcription Available


Reforma judicial incluiría exámenes para aspirantes: Sheinbaum Coahuila renovará su Congreso estatalEuropa busca proteger ruta clave para el petróleo mundialMás información en nuestro podcast#grc

Lo que hay que saber
Habilitan a talleres particulares a realizar la VTV; Argentina se sumará al Tratado Transpacífico

Lo que hay que saber

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 2:04


Resumen de noticias de LA NACION de la mañana del 3 de junio de 2026

Masters of Privacy (ES)
Leandro Núñez: ¿Se puede exigir la creación de cuentas de usuario en comercio electrónico?

Masters of Privacy (ES)

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 43:34


Hoy vamos a comentar las recientes Recomendaciones del Comité Europeo de Protección de Datos (EDPB) sobre la base jurídica para exigir la creación de cuentas de usuario en sitios web de comercio electrónico. Y desde ahí vamos a explorar diversos mundos colindantes.Leandro Núñez es abogado y socio de Audens, despacho especializado en derecho tecnológico, privacidad, propiedad intelectual y derecho publicitario. Con más de 20 años de experiencia en el asesoramiento jurídico en materias vinculadas a la tecnología y la economía digital, desarrolla su práctica principalmente en el ámbito de la protección de datos, la propiedad intelectual, la publicidad digital y la regulación de nuevos modelos de negocio tecnológicos.Antes de incorporarse a Audens, Leandro fue asesor en relaciones internacionales en la Agencia Española de Protección de Datos (AEPD), institución a la que representó en distintos foros y organizaciones internacionales, como el Grupo de Trabajo del Artículo 29 de la Unión Europea, el Comité Consultivo del Convenio 108 del Consejo de Europa y la Conferencia Internacional de Autoridades de Protección de Datos y Privacidad.Letrado en ejercicio del Ilustre Colegio de Abogados de Madrid, es máster en Derecho de las Telecomunicaciones y Tecnologías de la Información por la Universidad Carlos III de Madrid. Es ponente habitual en másteres, seminarios y conferencias sobre privacidad, marketing digital, cloud computing e inteligencia artificial, e imparte docencia en centros como IE, la Universidad Carlos III de Madrid y la Universidad Autónoma de Madrid. Es también coautor de diversas obras colectivas, entre ellas Reglamento general de protección de datos: hacia un nuevo modelo europeo de protección de datos (Reus, 2017), Tratado de Protección de Datos (Tirant lo Blanch, 2019) y Aspectos jurídicos de la ciberseguridad (Ra-Ma, 2020).Referencias:* José Leandro Núñez García en LinkedIn* Leandro Núñez en Audens* Recomendaciones CEPD/EDPB 2/2025 sobre la base jurídica para exigir la creación de cuentas de usuario en sitios web de comercio electrónico (inglés, consulta cerrada el 26 de febrero de 2026)* Leandro Núñez: En las profundidades del Privacy by Design (Masters of Privacy, abril 2020).* Luis Gallego: nuevas oportunidades en comercio electrónico bajo un uso ético de los datos (Masters of Privacy, mayo de 2023)* Pablo Segura: Comercio electrónico, inteligencia artificial y protección de datos en Latinoamérica (Masters of Privacy, mayo de 2024). This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.mastersofprivacy.com/subscribe

Solo con Adela / Saga Live by Adela Micha
¡PREDIJO SU FIN! Anticipó caída de Rocha Moya y ahora revela quién sigue | Esquina Balderas

Solo con Adela / Saga Live by Adela Micha

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 55:52


¿Narcopolítica en México? En esta emisión de Esquina Valderas por La Saga, el especialista en seguridad Eduardo Cerón conversa con Óscar Balderas sobre el impacto de la Operación Enjambre, una estrategia que busca desmantelar las redes de complicidad entre el crimen organizado y funcionarios públicos en distintos municipios del país. Analizan la caída de alcaldes, alcaldesas y regidores presuntamente vinculados con estructuras criminales, el papel de la estrategia de pacificación impulsada por Omar García Harfuch y el futuro judicial de Rubén Rocha Moya ante los señalamientos provenientes de Estados Unidos. Además, examinan cómo la gobernanza criminal ha permitido alianzas entre autoridades y grupos delictivos para controlar territorios y facilitar actividades ilícitas como el tráfico de fentanilo y precursores químicos. En un contexto marcado por la fragmentación del Cártel de Sinaloa, la expansión del CJNG y la creciente presión de Estados Unidos a través de su estrategia de disuasión, también se debate una propuesta innovadora: la creación de un Tratado de Libre Comercio en materia de seguridad regional que fortalezca la cooperación internacional, proteja las instituciones y blinde los procesos electorales frente a la influencia del narcotráfico. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Me lo dijo Adela con Adela Micha
¡PREDIJO SU FIN! Anticipó caída de Rocha Moya y ahora revela quién sigue | Esquina Balderas

Me lo dijo Adela con Adela Micha

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 55:52


¿Narcopolítica en México? En esta emisión de Esquina Valderas por La Saga, el especialista en seguridad Eduardo Cerón conversa con Óscar Balderas sobre el impacto de la Operación Enjambre, una estrategia que busca desmantelar las redes de complicidad entre el crimen organizado y funcionarios públicos en distintos municipios del país. Analizan la caída de alcaldes, alcaldesas y regidores presuntamente vinculados con estructuras criminales, el papel de la estrategia de pacificación impulsada por Omar García Harfuch y el futuro judicial de Rubén Rocha Moya ante los señalamientos provenientes de Estados Unidos. Además, examinan cómo la gobernanza criminal ha permitido alianzas entre autoridades y grupos delictivos para controlar territorios y facilitar actividades ilícitas como el tráfico de fentanilo y precursores químicos. En un contexto marcado por la fragmentación del Cártel de Sinaloa, la expansión del CJNG y la creciente presión de Estados Unidos a través de su estrategia de disuasión, también se debate una propuesta innovadora: la creación de un Tratado de Libre Comercio en materia de seguridad regional que fortalezca la cooperación internacional, proteja las instituciones y blinde los procesos electorales frente a la influencia del narcotráfico. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Governo do Estado de São Paulo
Sonora : Natália Resende - Secretária do Meio Ambiente,Infraestrutura e Logistica - Conheça as quatro cidades da Grande SP que saíram de 0 para 70% de esgoto tratado

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later May 29, 2026 0:32


Natália Resende - Secretária do Meio Ambiente,Infraestrutura e Logistica - Conheça as quatro cidades da Grande SP que saíram de 0 para 70% de esgoto tratado.

La Diez Capital Radio
Informativo (27-05-2026)

La Diez Capital Radio

Play Episode Listen Later May 27, 2026 22:08


Miguel Ángel González Suárez te presenta el Informativo de Primera Hora en 'El Remate', el programa matinal de La Diez Capital Radio que arranca tu día con: Las noticias más relevantes de Canarias, España y el mundo, analizadas con rigor y claridad. …y hoy hace dos años: Feijóo pide elecciones anticipadas en una manifestación con miles de personas en Madrid. Hoy hace un año: Trump se frustra con Putin: "No estoy contento con lo que está haciendo" en Ucrania. Hoy hace 365 días: La insoportable realidad de Canarias: los salarios han caído un 6,8% mientras que el alquiler ha subido un 40,2%. En Canarias, el precio de la vivienda en alquiler se encareció un 5,6% respecto al año anterior. Hoy se cumplen 1.559 días de guerra entre Rusia y Ucrania. 4 años y 91 días y …40 días de Guerra en Oriente Próximo y 49 días de Alto el fuego. Hoy es miércoles 27 de mayo de 2026. Día de Sensibilización de las Colagenopatías Tipo II. Fue la Asociación de Familiares y Afectados por el Síndrome de Stickler, SEDC y otras Colagenopatías Tipo II (AFASCOL) quien proclamó esta celebración, ya que fue un 27 de mayo cuando se celebraron en el Hospital de La Paz (Madrid) las Primeras Jornadas de Colagenopatías Tipo II. Estas enfermedades se producen cuando hay una mutación del gen COL2A1, que causa anomalías en la producción del colágeno y ello afecta directamente al cartílago y al hueso causando trastornos y displasias esqueléticas. 1895.- Oscar Wilde es condenado a dos años de cárcel con trabajos forzados al ser considerado culpable de practicar la homosexualidad. 1933.- Inauguración de la Exposición Universal de Chicago. 1940.- Segunda Guerra Mundial. El rey Leopoldo acepta la rendición de Bélgica ante Alemania después de 18 días de combates. 1941.- El acorazado alemán "Bismarck" es hundido por barcos de guerra británicos. 1947.- En Alemania son ejecutados 22 de los condenados en el proceso de Mauthausen. 1952.- Se firma en París el Tratado de la Comunidad Europea de Defensa, que incluye a la RFA. 1999.- La alpinista gallega Chus Lago se convierte en la segunda mujer en la historia y la primera española en coronar el Everest sin ayuda de bombonas de oxígeno. 2005.- El Parlamento de Turquía aprueba la reforma del Código Penal, una de las condiciones impuestas por la Unión Europea para iniciar los trámites de adhesión. 2014.- El papa Francisco afirma que el celibato sacerdotal no es un dogma y se puede hablar de ello. 2018.- Un 68,42 % de las bases de Podemos apoyan a Pablo Iglesias e Irene Montero en la polémica compra de su chalet. Santa Restituta y santos Agustín de Cantorbery y Julio. EE.UU. ataca embarcaciones y bases de lanzamiento de misiles en Irán, mientras siguen las negociaciones de paz. La OMS eleva a 220 las "muertes sospechosas" por el brote de ébola en el Congo: "La epidemia nos supera" El Gobierno sigue confiando en la "presunción de inocencia" de Zapatero mientras los socios piden "total transparencia" Feijóo cree que el caso Plus Ultra sitúa a España en el "centro de la corrupción mundial" y critica la inacción de los socios. Peinado ve "riesgo de eludir la justicia" y obliga a Begoña Gómez a acudir a una vista preliminar "bajo amenaza" Jonathan Andic deja la vicepresidencia de Mango para centrarse en su defensa por la muerte de su padre. Fuentes del partido indican que la formación no se sitúa en ningún bloque y que entienden que ahora es momento de que la Justicia haga su trabajo, solo un día después de dar por “finiquitada” la legislatura y pedir elecciones. PP y PSOE permiten aprobar una iniciativa en las Cortes para incluir a Canarias y Baleares en la cogestión aeroportuaria. La Comisión Mixta insta al Gobierno a incluir a Canarias y Baleares en la cogestión de sus aeropuertos en un plazo de seis meses, replicando el modelo vasco. El Parlamento aprueba definitivamente cambiar el himno de Canarias para sumar a La Graciosa. En la letra se incluirá a la octava isla en coherencia con la reforma del Estatuto de Autonomía de Canarias de 2018. Los apicultores canarios, en alerta por la avispa asiática: “Estamos rezando” Los apicultores canarios temen que la llegada de la avispa asiática, con un aguijón mayor y más veneno, pueda reducir la producción de miel hasta un 40%. Cuenta atrás para la selectividad en Canarias: 5.284 estudiantes la harán en la ULPGC y 5.466 en la ULL. La PAU se celebra la semana que viene, del 2 al 5 de junio. La mayor parte del alumnado que se presenta en la universidad grancanaria procede del Bachillerato de Ciencias y Tecnología. Un día como hoy en 1951 nace María Pilar Cuesta (Ana Belén), actriz y cantante española.

BITE
Lucy Hutchinson: la mujer que escribió un tratado teológico en el siglo XVII… para su hija

BITE

Play Episode Listen Later May 26, 2026 12:26


Con amor, fe y perseverancia, esta madre puritana moldeó el legado espiritual familiar de su hija y sus nietas. Por medio de un tratado teológico que ella misma se encargó de escribir dejó una herencia espiritual incluso para otras generaciones.

Vida en el Planeta
Glifosato, energías renovables, fracking…¿Cúal es el balance ambiental de Gustavo Petro?

Vida en el Planeta

Play Episode Listen Later May 25, 2026 17:45


En vísperas de las elecciones colombianas, RFI conversó en exclusiva con Susana Muhamad, figura prominente de la acción climática. La exministra de Ambiente del gobierno de Gustavo Petro repasó los grandes temas de la agenda ambiental del mandato que concluye, las promesas que se cumplieron y las que no; así como aspectos más personales de su trayectoria. En menos de dos meses concluye el mandato de Gustavo Petro, el presidente colombiano de izquierda que llegó al poder con la promesa de instaurar la"paz total" en su país y de hacer de Colombia una "potencia de la vida". La exministra de Medio Ambiente de Colombia (de 2022 a 2025) Susana Muhamad, hoy activista medioambiental reconocida por la revista Time como una de las 100 mujeres más influyentes en materia de acción climática, se ha convertido en una figura de la política ambiental con varios logros: la deforestación disminuyó en el país y para frenar la expansión petrolera, el gobierno no ha firmado nuevos acuerdos petroleros. Colombia organizó además la COP de Biodiversidad y la Cumbre de Santa Marta sobre la eliminación de los combustibles fósiles. Otras promesas, en cambio, no se cumplieron. En esta entrevista exclusiva con RFI, Muhamad repasa el balance ambiental del gobierno de Petro, reflexiona sobre el pulso en torno al uso de combustibles fósiles y comparte recuerdos personales sobre su experiencia en la petrolera Shell. RFI: Usted estuvo a cargo de la cartera de Ambiente y Desarrollo Sostenible del gobierno colombiano de 2022 a 2025. ¿Qué han logrado hacer en materia de transición energética? Susana Muhamad: La responsabilidad nuestra era generar  las condiciones de la transición, que consiste en una una triple transición. Una transición fiscal, una transición de la balanza comercial y una transición energética. El gobierno del presidente Petro ha logrado aumentar de 2% de participación de capacidad instalada de los renovables al último dato, que es 17% en la matriz energética de capacidad instalada. Y esto creo que es muy importante especialmente, es como una especie de revolución solar que se ha ido generando y también en términos de diversificación económica. El gobierno del presidente Petro, al plantearse otros sectores que debían, en vez de estar o fomentando la inversión en la misma lógica del extractivismo. El presidente Petro y el Gobierno logró avanzar en una política de reforma agraria que ha llevado a un 10% en la participación del Producto Interno Bruto de la agricultura. Y tercero, se ha promovido a partir de la promoción de la biodiversidad del país, de sus activos culturales en el exterior, una industria muy vibrante de turismo. Se amplió de 2 millones de visitantes anuales a Colombia a 7 millones de visitantes en el año 2025, donde esto ha llevado a un reemplazo de las divisas de exportación de petróleo. Por lo menos empezar a hacer una transición a empoderar a otros sectores económicos. Y ese proceso llevó a que, en el 2025, por ejemplo, la exportación de café y en uno de los trimestres y de carbón juntos generaró menos ingresos para Colombia que las divisas generadas por el turismo.  Escuche la entrevista: RFI: A pesar del avance de las energías renovables, el petróleo y el carbón siguen representando cerca de la mitad de las exportaciones colombianas... Susana Muhamad: Así es. Y es un tiro en el pie por dos razones. Primero, al carbón colombiano ya se le han cerrado mercados, y lo único que lo ha reavivado son las guerras. Lo que también explica mucho de por qué estamos en un momento bélico. Y segundo, el petróleo no es infinito, ni se siembra. Además, el petróleo colombiano es un petróleo pesado, costoso, de extraer y costoso de refinar. No va a ser el más demandado. Así que Colombia urgentemente necesita salir de esa dependencia. RFI: ¿Por qué no han prohibido el fracking? Hubo una propuesta en el Congreso colombiano en este sentido... Susana Muhamad: Las organizaciones ambientales presentaron el primer día del gobierno el 7 de agosto del del 2022, el proyecto en el Congreso de la República para prohibir el fracking. El proyecto se presentó con todo el apoyo del Gobierno y llegó hasta el tercer debate. Sin embargo, presiones políticas en el Congreso no permitieron que se aprobara. No se aprobó la prohibición, pero el gobierno sí desescaló. No invirtió en fracking. Y frenó los contratos de los proyectos pilotos. Pero ahí, en el debate electoral, otra vez la propuesta de todos los partidos de la derecha es regresar al fracking. Pero es una ilusión económica que lo único que realmente traería es ruina territorial. RFI: Otra gran promesa del presidente Petro hacia el sector rural y ambiental fue evitar el uso del glifosato, este herbicida muy tóxico para combatir los cultivos ilícitos. Pero hubo un viraje. El gobierno colombiano, en conversaciones con la Casa Blanca anunció la reanudación de las aspersiones aéreas con drones de glifosato. ¿Cuál es su lectura de esta decisión? Susana Muhamad: El presidente Petro manejó las presiones de Washington con mucha inteligencia. Hay que recordar esta narrativa de que Colombia es un narcoestado y que Petro era el jefe del cartel de narcotraficantes:  le construyeron al presidente Trump en su cabeza una imagen casi de película de Hollywood, de un país lleno de laboratorios de coca con selvas inhóspitas y un presidente narcotraficante. No hay que negar que Colombia es el mayor exportador y mayor productor de coca. Pero no es eso lo único que es el país. El país es mucho más complejo, mucho más rico, es un país serio, es un país con instituciones. Y hay que recordar que tuvimos una semana muy tensa en donde después del secuestro del presidente Maduro en Venezuela prácticamente se estaba planteando una operación militar en Colombia contra estos laboratorios, lo que hubiera sido un desastre. Entonces el presidente Petro, creo que, en medio de todas esas tensiones, logró una política de concertación con el gobierno de Estados Unidos sin ceder soberanía.  Yo, como ambientalista, no estoy de acuerdo con el uso del glifosato. No creo que sea la solución y que sigue siendo un espejismo de que el problema de la droga se acaba fumigando la mata cuando. Pero también creo que el gobierno no ha renunciado a la política [de evitar el uso del herbicida] y entonces ahí generó una especie de balance. RFI:  A finales de abril, Colombia organizó la cumbre de Santa Marta para salir de los combustibles fósiles. La cumbre reunió a más de 50 países ambiciosos para luchar contra el cambio climático, pero en ausencia de los grandes emisores de gases de efecto invernadero como China o Estados Unidos, ¿qué impacto tendrá esta cumbre en la diplomacia climática? Susana Muhamad: En estos tiempos geopolíticos, la realización de esta cumbre con la presencia de más de 50 países es un éxito total. Nos costó por lo menos tres años que se pudiera poner una frasecita para mencionar los combustibles fósiles en algún texto de la COP. Es importantísimo que ahora fueran parte central de una discusión de una conferencia diplomática. Se trata de darle contenido al objetivo de salida de los combustibles fósiles [nota del redactor: objetivo plasmado en la declaración final de la Cop28 de Dubái]. Es muy importante porque en la Cop30 de Brasil buscaron revertir ese avance que hubo en Dubái. Y en el momento geopolítico donde estamos en una guerra con Irán, de tensión energética y de inflación en el mundo por esa guerra, es un mensaje fundamental de no comprometer las agendas estratégicas por las coyunturas. Y es una fuerza también de resistencia política frente a las imposiciones geopolíticas de aquellos que tienen la fuerza militar; que incluye el gobierno de Donald Trump, cuya agenda, o parte de su agenda, es la revitalización permanente de los combustibles y el capital fósil e imponer eso a un mundo que está avanzando a un proceso de descarbonización. La Conferencia Santa Marta dio un paso muy importante hacia adelante. Pero creo que países pioneros deben lograr, por fuera de la Convención Marco de Naciones Unidas sobre Cambio Climático (CMNUCC), crear un régimen de salida pragmática de los combustibles fósiles en una nueva organización económica. RFI: Usted es parte de la campaña del Tratado de No Proliferación de Energías Fósiles. ¿Cuál sería la próxima etapa para avanzar hacia este tratado? Susana Muhamad: Lo pensamos como un acuerdo económico para salir de los fósiles, no como un tratado ambiental. Tiene 17 países interesados que lo apoyan. Estamos buscando una masa crítica de entre 25 y 30 países. Esos países de diferentes tipos de economías y regiones podrían, por ejemplo, hacer un plan conjunto para generar una demanda agregada de renovables; negociar con los países industrializados un acceso a capital y un precio justo; fijar un precio al petróleo durante la transición para hacer un acuerdo comercial de petróleo; acordar no expandir la frontera petrolera, pero garantizar ese precio de petróleo para tener los ingresos fiscales. Y presentarse al FMI con un marco macroeconómico conjunto que respalde las monedas para un acceso a capital estratégico. Es como una capacidad de negociación de las condiciones que te permitan una transición. RFI: Actualmente, ¿cuáles son los obstáculos que enfrentan los países del sur global para acelerar la transición energética para desarrollar buses y autos eléctricos? Susana Muhamad: Europa accede al capital al 2% o al 1%. Colombia accede a capital con tasas de intereses de entre 10% y 12%. RFI: Estamos a pocos días de las elecciones colombianas. Usted apoya al candidato de la coalición de izquierda, Iván Cepeda, ¿Cuál sería la prioridad del próximo mandatario en materia ambiental? Susana Muhamad: Yo creo que es acelerar la transición energética, o sea, el aumento de la participación de renovables en la matriz. Además, porque más de 60% de nuestra matriz energética es agua que también es vulnerable al cambio climático. El “súper Niño” [nota: que podría iniciar en junio] nos puede generar problemas de energía impresionantes. Entonces nosotros tenemos que generar resiliencia y soberanía energéticas con un proceso que llama Iván Cepeda, “revolución agraria”, que es un proceso de diversificación de la producción agrícola, de profundización de la reforma agraria y de generar las capacidades y los activos para un valor agregado en términos sostenibles de la agricultura en Colombia. RFI: ¿Teme algún tipo de injerencia de Estados Unidos en las elecciones Colombia? Susana Muhamad: Sí. Puede pasar sobre todo hacia la segunda vuelta. Por eso tenemos un empeño y -creemos que es una posibilidad real- de que ganemos en la en primera vuelta y estamos haciendo un esfuerzo grande para que así sea. Eso disminuye el riesgo de intervención. Pero sí tenemos intervención de alguna forma. Ya, por ejemplo, hay unas presiones totalmente indebidas del gobierno ecuatoriano, que es un gobierno servil al gobierno de Donald Trump, donde, por ejemplo, unilateralmente decidieron aumentar los aranceles a los productos colombianos en un 100% en plena época electoral. Aumentaron la tasa que le cobra Ecuador a Colombia por usar el oleoducto Esmeraldas para sacar el petróleo del Putumayo al Pacífico de 3 dólares por barril a 30 dólares por barril con la excusa del narcotráfico. Es la la misma narrativa de Donald Trump. Son ya presiones e injerencias. RFI: ¿Si gana Iván Cepeda, podría usted desempeñar algún cargo en su gobierno? Susana Muhamad: Es imposible de responder ahora. Si gana, el presidente tendrá que definir su equipo. Lo que te  puedo decir es que estoy coordinando la campaña en Bogotá y estoy obviamente ayudando al equipo programático a recoger muchos de los aprendizajes del primer gobierno del presidente Gustavo Petro del que fui parte. Y seguiremos trabajando por este proceso político progresista en Colombia. RFI: En el plano más personal, antes de involucrarse en la política, usted trabajó varios años en la petrolera en Shell. ¿Cómo nació luego su compromiso político?  Susana Muhamad: Desde muy joven, mi pasión por el tema de sostenibilidad ambiental estaba muy presente. Me fascinaba buscar cómo podríamos vivir sin destruir la naturaleza. Eso fue una pregunta que no fue solo intelectual, sino vital. Y esa pasión me llevó a mí a un viaje casi de nueve años fuera de Colombia y que incluyó 5 años de trabajo en la Shell. Fue casi que mi primer trabajo después de la universidad. En ese momento yo pensaba -porque esa era publicidad de esa empresa - que iban a contribuir a una transición energética, así se vendían. Entonces yo entré al programa de nuevos reclutas de la Shell. Entré a trabajar en la consultora de sostenibilidad de la empresa. Duraron dos años para encontrarme el trabajo. Mientras tanto, yo me fui a hacer una maestría en desarrollo sostenible en Sudáfrica. Viví en una ecoaldea, trabajé con mineros. Fui parte del movimiento antiglobalización. Estuve en Shell casi cinco años pero, cuando decidieron invertir el presupuesto de innovación en nuevas prácticas como fracking, entendí que todo era una ilusión. Cuando la unidad de la izquierda colombiana se generó, fundé un capítulo en Holanda del partido político. Y hacia el segundo congreso nacional del Polo democrático, vine a Bogotá y terminamos en el sector de Gustavo Petro. En estos nueve años fuera de Colombia, entendí que el tema del modelo de desarrollo hacia la sostenibilidad era un problema de poder y que eso se tenía que resolver desde la política.

Noticentro
México y la UE renuevan tratado comercial

Noticentro

Play Episode Listen Later May 22, 2026 1:29 Transcription Available


Moody's mantiene calificación de Pemex Continúa abierta convocatoria ambiental en CDMXOMS eleva alerta por brote de ébola en RDCMás información en nuestro podcast#grc

La Estrategia del Día
México y Europa: la firma que tardó años, bancos, CFE, Nvidia y minutas

La Estrategia del Día

Play Episode Listen Later May 22, 2026 13:15


Muy buenos días, una buena con el Tratado de Libre Comercio entre México y la Unión Europea que se firma este viernes y antes de que toda la atención se ponga el lunes sobre el T-MEC. Además, lo que estima México que le pueda beneficiar este acuerdo modernizado  y una que otra curiosidad que involucra hasta el chile habanero de Yucatán y la cajeta de Celaya. Tal y como lo adelantamos, ya vino la rebaja de Moody's a los bancos -y por ahora- solo a CFE. ¿Por qué Nvidia decepcionó al mercado en su último reporte? Tampoco nos olvidamos de las minutas de la Fed y Banxico, las pistas que dan hacia delante. 

E o Resto é História
Trianon: o tratado que humilhou a Hungria em 1920

E o Resto é História

Play Episode Listen Later May 19, 2026 51:33


Um ano e meio após o fim da Primeira Guerra, a assinatura do tratado de Trianon conduziu à perda de dois terços do território húngaro. Que tratado foi este, cujo impacto ainda hoje se faz sentir?See omnystudio.com/listener for privacy information.

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Vida en el Planeta
"La Antártida se está convirtiendo en un resort para millonarios”

Vida en el Planeta

Play Episode Listen Later May 18, 2026 13:41


A pesar de que la Antártida no pertenece a ninguna nación y que, según el Tratado de Washington de 1959, debe ser dedicado exclusivamente a actividades pacíficas y científicas, el turismo en el continente helado se ha triplicado en la última década. Entrevista con el científico y climatólogo Raúl Cordero que llama a poner coto a un turismo que amenaza con convertir a la Antártida en un balneario para ricos.   Admirar paisajes helados que serán cada vez más excepcionales con el calentamiento global, avistar pingüinos y cachalotes y experimentar los atardeceres polares son algunas de las experiencias únicas que atraen a cada vez más turistas en la Antártida. A pesar de que este continente al sur de nuestro planeta no pertenece a ninguna nación y que, según el Tratado internacional de Washington de 1959, debe ser dedicado exclusivamente a actividades pacíficas y científicas, se observa un boom del turismo en el continente helado. Y es que, además de los cruceros para admirar los icebergs, las agencias de viajes se proponen hacer kayak entre los icebergs, bucear o incluso tomarse una copa de champaña en la banquisa. El elevado costo de los viajes - entre 5.000 $ y 100.000 $ para los tours más lujosos- no impide el aumento sustancial del turismo en este continente. Durante la temporada 2024-2025, se registraron cerca de 118.162 visitas en la Antártida -principalmente estadounidenses -, una cifra que se ha triplicado en una década. Y de estos miles de turistas, cerca de 90.000 de ellos pisaron el continente blanco. Este boom del turismo antártico, sin embargo, ya tiene impactos en la nieve y pone en riesgo la tranquilidad y la salud de la fauna. En este contexto, varias voces piden poner coto al turismo en este continente que pertenece a todos y a nadie al mismo tiempo. Aunque en la última temporada, la Asociación de Turoperadores de la Antártida (IAATO) observa una disminución del 5% del número de turistas, el científico Raúl Cordero teme que la curva siga aumentando de forma exponencial si no se pone límites al turismo. Desde la Universidad de Groningen, en Holanda, el climatólogo monitorea la contaminación y la calidad del aire en la Antártida gracias a datos de una de las estaciones científicas ubicadas en este continente. “En la Antártida, de acuerdo, al texto del Tratado Antártico, es el continente de la paz y de la ciencia. Yo creo que tiene que mantenerse de esa manera y convertirlo en el continente de los ricos sería un error”, alerta Cordero, en entrevista telefónica con Radio Francia International. “Todos los que van a la Antártica como turistas son personas ricas, observa el climatólogo”. “Entonces, convertir en Antártica en un resort de lujo es, digamos, no va en el espíritu del Tratado Antártico. El turismo antártico tiene que ser racionalmente acotado para minimizar los impactos”, recomienda el Cordero, quien ha realizado cerca de 15 misiones de exploración en la Antártida. La huella de los combustibles fósiles En 2022, el científico demostró -junto con otros colegas- que el continente blanco ya no era tan virgen como se pensaba. En un estudio publicado en la revista Nature, él y sus colegas demostraron la presencia de carbono negro de origen humano en la Antártica. “Actividades humanas en general en Antártica, relacionadas con el turismo y la investigación, son muy intensivas en el uso de energía y utilizan mucho combustible fósil diésel, una fuente de carbono negro”, detalla Cordero. “El carbono negro es material particulado fino que está al depositarse sobre la nieve oscureciéndola, y acelerando su derretimiento”. Los científicos calcularon que cada turista en promedio es responsable de acelerar el derretimiento de hasta 200 toneladas de nieve. Una cifra que alcanza las mil toneladas para los científicos que visitan la Antártida. Los científicos per cápita contaminamos cada vez que vamos en la Antártica, porque nosotros nos quedamos mucho más tiempo que un turista, y además utilizamos a veces equipo y maquinaria pesada para diversas actividades científicas”, concede Cordero. “Esa es una de las razones por las que yo no he ido a la Antártica personalmente en años recientes, porque lo que nosotros hemos tratado de hacer en los últimos años, es mandar solo el número de científicos que realmente es necesario”, asegura. El riesgo de transmisión de enfermedades Por su lado, las empresas turísticas aseguran que tratan de minimizar sus emisiones de carbono con el uso de barcos híbridos. Interrogada por RFI, la Asociación de Turoperadores de la Antártida (IAATO) afirma tomarse “muy en serio” el riesgo potencial de transmisión de enfermedades a la fauna silvestre antártica. Sobre todo desde la epidemia de Covid y el brote global de influenza aviar. “Además de las normas de distancia mínima para garantizar que los pasajeros y la fauna silvestre no entren en contacto directo, las medidas de bioseguridad en la zona del Tratado Antártico incluyen procedimientos de desinfección obligatorios antes y después de cada desembarque, utilizando desinfectantes biodegradables de amplio espectro”, indica la IAATO. Los turistas que desembarcan en la Antártida deben limpiar a fondo su calzado, su ropa y su equipo para desinfectar y eliminar cualquier material orgánico para evitar traer agentes patógenos. La detección de una cepa del virus de la gripe aviar H5N1 -altamente letal- en aves y mamíferos antárticos en los últimos años ha despertado las alarmas de la comunidad científica. “Si el contacto entre humanos y animales es masivo, eso aumenta el riesgo de que haya también la posibilidad de que se traspase un virus entre la población animal y la población humana”, teme Raúl Cordero. Un tema polémico La protección de la Antártida será nuevamente un tema de discusión en la conferencia internacional del Tratado Antártico, que tiene lugar este año en Japón. La limitación del número de turistas - tema que aún no genera consensos - y la suerte del pingüino emperador, una especie amenazada que las ONG ambientales llaman a proteger mejor, serán unos de los asuntos en la mesa de los representantes de los países firmantes del tratado.

The Milk Check
Volatilidad, leche y mercados globales

The Milk Check

Play Episode Listen Later May 15, 2026 21:46


En este episodio de The Milk Check en Español, Diego, Yara y Miguel analizan uno de los mercados lácteos más inciertos de los últimos años. El equipo conversa sobre la limitada disponibilidad de leche en algunas regiones de Estados Unidos, la fuerte demanda de leche ultrafiltrada, el sólido mercado de exportación de quesos y por qué el mercado de leche descremada en polvo sigue desconectado de los fundamentos tradicionales. También hablan sobre el incremento en los costos de flete, la creciente necesidad de SMP en México, el cambio en el comportamiento de compra de los clientes al construir inventarios de seguridad y cómo las tensiones geopolíticas, negociaciones comerciales y la volatilidad global están impactando los mercados lácteos alrededor del mundo. Desde NFDM y quesos hasta fletes, futuros y comercio internacional, este episodio cubre los factores más importantes que están definiendo el mercado lácteo actual. ¿Tienes preguntas? Nos encantaría escucharlas. Envíalas abajo y podríamos responderlas en el pódcast. Pregúntale a The Milk Check Diego Carvallo: Buenas tardes a todos nuestros queridos clientes y, proveedores. Los saludamos desde la ciudad de San Luis, donde estamos Miguel, yo, y Yara esta semana reuniéndonos con el equipo para reuniones de estrategia y análisis de mercado. Y bueno, bienvenidos al pódcast de esta semana. Estamos a mediados del mes de mayo con muchísima incertidumbre, muchísimas, eh, comentarios y preguntas sobre el mercado. Yara Morales: Sí, saludos a todos. Miguel Aragón: Así es, sí nos estamos reuniendo aquí en nuestra reunión trimestral, viendo, tratando de, ver la bola de cristal, pero no, no, no, no, está, está- no aparece, no aparece. Yara Morales: Sí, yo creo que las mismas preguntas que nosotros tenemos las tienen todos los clientes y los proveedores también. La verdad, es una incertidumbre todo lo que está pasando con el mercado. Es un año de verdad muy a-atípico, muy diferente a todos los años. O sea, ya, ya muchos clientes hasta nos dicen: «Pues ya no me sirven las referencias que tenemos de todos los estadísticas que teníamos anteriormente». La verdad, ya no, no. Ha sido un año muy difícil para todos. Así es. Diego Carvallo: Si quieren, podemos comenzar hablando un poquito de, de la parte de fluidos y después pasar a, a los productos. Eh, así entendemos un poquito cómo, cómo se sienten los fundamentos. Em, bueno, hemos tenido varias reuniones con el equipo de fluidos y, eh, a pesar de que el número de producción de, de leche de Estados Unidos sigue estando bastante bien, eh, seguimos teniendo un crecimiento bastante sano en la producción de leche, em, estamos viendo, eh, que para el medio del spring flush, que estamos actualmente, no pareciera haber sobrantes de leche, eh, a descuentos tan significativos como lo que había en los años anteriores. Y, eh, eh, la verdad es que ha creado algo de, eh, dudas, algo de preocupación, sobre todo para el equipo de fluidos, porque en estos momentos usualmente estamos viendo la, las cargas de leche descontadas a, a unos descuentos muy importantes y este año no ha sido el caso. Entonces, eh, hay mucha discusión y mucha, eh, como conversaciones sobre la demanda, sobre todo la demanda de lo que son, eh, las cargas ultrafiltradas, que está muy, muy fuerte esa demanda y pareciera que las plantas todavía tienen más capacidad para absorber leche. Em, por el otro lado, la parte de la crema sí está bastante larga, hay bastante producto disponible, pero lo que es la ultrafiltrada y la leche líquida, pareciera que con toda la capacidad nueva que agregamos este año, em… Hay suficiente planta para absorber ese crecimiento. Miguel Aragón: Así es, así es. Eh, un comentario importante que nos hacían los-nuestros compañeros es el de que en estos tiempos las– usualmente las cargas se compran o se mueven a descuento y este año no, se están moviendo a la par, lo cual está causando una incertidumbre bastante alta en el mercado. Diego Carvallo: Si, si ese es el caso ahora en el pleno flush, pues el mercado debería sentirse muy ajustado una vez salgamos del flush. Exacto. Y entremos en periodos de baja producción. Miguel Aragón: Exactamente. Eso lo, lo estamos empezando a ver en, en, en el mercado de futuros, eh, por lo pronto en el lado de lo queso. No sabemos qué tanto se ajuste, pero nos da algo de, de, de pausa ahí de- Sí. Yara Morales: Porque si siguen, este, mandando la leche para la clase uno, que es para toda la leche fortificada, para lo que es el, el, el yogur griego y, y lo que es el cottage, pues la verdad es que mucha leche se va a ir para allá. Eh, va a estar todavía muy escasa. Clase uno y clase tres. Diego Carvallo: Clase tres. Mhm. Exactamente. Clase uno y clase tres. Es importante aclarar también que e-e-ese panorama que estábamos describiendo es sobre todo lo que es, eh, al este de las montañas, de los Rockies. Todo lo que es California y la costa oeste, sí tengo entendido que hay bastante leche. Hay bastante leche. Que la leche sigue bien larga. Sí, así es. De hecho, uno, ayer coment– eh, estaba en plática con un-uno de nuestros proveedores y nos decían que tienen suficiente leche para las plantas de queso, en, por lo menos en California. Eh, y lo que comentabas, Diego, definitivamente esto se está viendo para el lado este y para el, el, de hecho, plantas en el centro del suroes– en el sureste. Sí, sí. El caso de la costa este ha estado muy ajustado de hace muchos años. Bueno, este año, eh, ese nivel, ese tightness, esa falta de leche, se ve aún más, eh, pronunciada. Em, bueno, con eso podemos entonces hacer como un, un cambio y empezar a hablar un poquito más de los, de los subproductos. Eh, Miguel, ¿quieres hablar un poquito de la parte de quesos antes de entrar en, en los polvos? Sí, sí. De hecho, ah, es, el– aunque el mercado doméstico sigue teniendo suficiente producto para la demanda que tenemos, el mercado de exportación es completamente otro tema. Eh, más que u– esta semana estamos viendo algo de movimiento en los mercados de Asia y, este, y Oceanía, con la, una demanda que se está incrementando. Miguel Aragón: Ojo, cuando eso es, esos mercados se llevan bastante producto. Habían estado algo dormidos, eh, las últimas Seis semanas, ocho semanas. Pero estamos viendo que ahora al parecer la están ya buscando producto otra vez. Eso tal vez nos va a poner algo de, de restricciones de producto para México, Centroamérica, Suramérica, porque al parecer lo pagan mejor, eh- Estados Unidos es el país más competitivo en este momento para lo que son quesos, ¿no? Sigue siendo el más competitivo. Así es, así es. Aunque hay algo de, de sobre todo mozzarella, de, de, de– hubo algo de producción en Europa, pero no, seguimos siendo los más competitivos, Diego Carvallo: sobre todo en los cheddar. Ya, ya, ya. Okey, interesante. ¿Y si están viendo, eh, en lo que va de año un aumento en todo lo que son exportaciones a esas regiones? Sí, todo, Miguel Aragón: sí, los, los mercados a los que hemos exportado siguen creciendo, sigue creciendo la demanda. Eh, aún no podemos ver, eh, cómo, se desparrama la demanda o cómo, cómo se– cuándo es más demanda y menos demanda, porque ha sig– ha seguido creciendo constantemente. ¿Y Diego Carvallo: cuál es, eh, tu outlook para el resto del año? ¿Estás– tú sientes que el mercado ha conseguido un soporte bastante claro y que la demanda puede mantener los precios actuales o, o sientes más bien que en algún momento podemos volver a caer? No, la, creo que Miguel Aragón: estamos en un, en un, tenemos un piso. Ya. Y aunque hemos creído que vamos a estar en un rango, al contrario, creemos que tal vez, eh, el mercado empiece a tratar de, de, de, de subir un poco, de apuntar para arriba- De romper esa resistencia. De romper esa resistencia hacia arriba. Pero, ah, todo depende cómo, cómo siga la demanda doméstica, porque eso es lo que nos va, nos va a marcar Diego Carvallo: la pauta. ¿Y el tema de la guerra en Irán está afectando en algo la demanda de los clientes de ustedes en el sureste asiático? Miguel Aragón: Definitivamente, definitivamente. De hecho, tuvimos algo de cargas nosotros que, que anduvieron dando vueltas. Hasta en la India teníamos cargas que, que iban a, a Arabia Saudita, eh, y nos, nos afecta a nosotros, pero está afectando a todos los productores también. Eh, y es un mercado por varias cosas. U-una, porque no podemos entrar, pero otra, la más importante, es porque las aseguradoras no nos están asegurando las cargas que van para ese mercado. Nadie las asegura y si no las aseguran El mercado claro no puede, no puede tomarlo, no puede tomar ese producto Es demasiado riesgo. Ya, Diego Carvallo: ya, ya. Miguel Aragón: Imagínate Yara Morales: el transporte, cómo se está incrementando también Diego Carvallo: con todo eso. Eso es lo siguiente, eso es lo siguiente. Es un tema que vamos a hablar también, que está afectando sobre todo a los productos más económicos, porque representan un porcentaje más alto del, del costo del producto. Sé que ahorita todo el mundo quiere hablar mucho de nonfat, así que si quieren pasamos un poquito a hablar ese tema- Nos dedicamos al nonfat. Que es el más complicado en este momento. Eh, mira, en pocas palabras, yo diría, en este momento estamos viendo un mercado que está de cierta manera desconectado entre lo que es lo, lo que estamos viendo en los fundamentos con lo que estamos viendo en la realidad del mercado físico. Los fundamentos, eh, apuntan y todos los reportes del USDA apuntan a que hay un crecimiento en la producción de nonfat, hay un crecimiento en la producción de SMP y hay inventarios relativamente sanos. Sin embargo, lo que estamos viendo en el mercado spot, en el mercado actual, es algo bastante distinto. Y puede ser por algunos factores como los de los recalls que tuvimos, eh, ¿cómo se dice un recall en español? La- Reclamos. Un reclamo de producción que tuvimos durante los últimos meses que ajustaron el mercado, pero la realidad es que el mercado spot, el mercado físico actualmente sigue estando sumamente ajustado. Hay muy poco producto, la mayoría de las plantas siguen completamente sobrevendidas. Eh, los traders y revendedores tienen muy poco inventario en mano. Y también vemos ese mismo patrón desde el punto de vista de los clientes. La mayoría de los clientes siguen todavía bastante cortos de producto y necesitan may-mayor, mayor volumen para saciar sus inventarios de seguridad y su producción. Entonces, eh, yo diría, en el corto plazo todavía vemos un mercado bastante bien sostenido, pero creemos que una vez pase el spring flush, después de estos dos próximos dos meses, deberíamos ver una mejor correlación entre lo que es el mercado físico o el CME Cash y el mercado de futuros. Y creemos que principalmente el CME Cash debería hacer gran parte de ese trabajo para llegar a un nivel más cercano a donde están los futuros. Es decir, creemos que debería haber cierta, eh, corrección y consolidación en un nivel posiblemente cercano a, a los cuatro mil quinientos, cuatro mil seiscientos, para de ahí poder buscar, eh, opciones de moverse para más arriba o mantenerse firme el resto del año. Sí somos, eh, creyentes de que el resto del año el polo va a seguir bastante ajustado, pero no creemos que nos podamos mantener en los precios que estamos actualmente, que son dos dólares treinta por libra, que es un precio en el que ya empezamos a ver que la demanda se frena un poco Okey. Em, todo lo que son MPC, eh, MPC setenta y MPC ochenta han seguido mucho ese patrón en el que el mercado está muy ajustado, no hay suficiente producto y hay mucha demanda que ha venido de sports nutrition, de otras aplicaciones a buscar, eh, sustitutos en el mercado del MPC. Em, Yarita, cuéntanos un poquito cómo has visto tú la demanda, cómo has visto a tus clientes en México, eh, ¿cuál es la expectativa de mercado desde el punto de vista del cliente mexicano? Yara Morales: Bueno, la, la verdad es que con toda la escasez que hubo en los primeros meses y que no podíamos surtirles la leche, porque todos los proveedores nos agarraron sin inventario y a México lo agarraron sin inventario. Afortunadamente, ya a partir de marzo, abril, ya empezaron a recibir producto. Entonces, ahorita los clientes en México tengo entendido que ya tienen un poquito más de inventario. Aparte, pues están cerrando contratos, eh, se está comprando SMP de, de Europa, los que tienen cupo y el producto va a empezar a llegar ya en mayo y son precios más competitivos. Los precios tan altos, los, eh, clientes finales, pues obviamente tienen una resistencia ya a pagar estos precios tan altos y empezaron a utilizar la leche fresca, que había bastante, ¿verdad? Este, podían encontrar hasta de cuatro pesos por litro. Ahorita ya no hay, se está escaseando. Todo el norte de México, ya la leche fresca está escaseando demasiado. Ahorita hay un poco más en el centro, que es donde también hay bastante producción de leche fresca, pero va a llegar el momento, como ya a finales de junio, julio, que empieza a escasear la leche fresca. Entonces, definitivamente va a haber una necesidad de leche descremada. Aparte de las formulaciones, pues ya las tienen con la leche descremada. Y la verdad es que todavía sigue habiendo, este, demanda. Ya no igual como en un principio que estaba todo mundo desesperado tratando de conseguir y recibir algo, pero de cualquier manera sigue la demanda, sigue todavía los clientes tratando de conseguir producto. Diego Carvallo: Y es difícil que no vengan a comprar a Estados Unidos. Por eso, por eso yo soy de la creencia que el mercado se va a mantener bastante firme por el resto del año, porque las importaciones de Europa sabemos que va a ser un volumen limitado, menos de diez mil toneladas, posiblemente para todo el año. Eh, si hay poca leche bronca en México, no van a tener otra opción que o, o consumir menos o, o venir a comprar a Estados Unidos, en pocas palabras. Entonces, eh, sí, yo creo que eso debería dar soporte. Debería marcar al menos un piso en los precios de, del nonfat. Quería Miguel Aragón: a-adherir un poco una reseña. En el– ahora que estuvimos en Chicago atendiendo el ADPI, estuvimos juntas con algunos, ah, productores de, de, de comida aquí en Estados Unidos y nos comentaban algo que tal, tal vez quisiera ver ustedes qué opinan. Eh, muchos Yo era de la creencia que nada más en México compraban al día, por decirlo así, y, y no había contratos largos. Resulta que en Estados Unidos era la misma situación y con varias de las empresas que nos juntamos nos dijeron: es que ahora estamos tratando de decidir si contratamos toda la segunda mitad del año, eh, a estos precios o nos esperamos. Es la gran cuestión ahí con las empresas que estuvimos platicando dentro de Estados Unidos. Y eso era nonfat Diego Carvallo: también o queso también. Nonfat. Ajá. Principalmente. Nosotros hemos visto exactamente ese mismo patrón. Los clientes en Estados Unidos tenían inventario al día, tenían una carga de, que tenían que utilizar esta semana y a la semana siguiente les llegaba otra carga y no tenían inventario. Ahora la tendencia es comenzar a construir inventario de seguridad, proteger para al menos dos o tres meses para protegerse de que una carga esté demorada o que no haya producto. Así es, exactamente. Miguel Aragón: Creo que Diego Carvallo: es una reseña muy Miguel Aragón: interesante Diego Carvallo: que, no la había Miguel Aragón: visto yo Diego Carvallo: y se ve ahora. Y eso resulta en demanda adicional, porque eso a la final, cuando todos los clientes de Estados Unidos, muchos, tratan de crear inventario de seguridad a la misma vez, cuando el mercado está muy ajustado, crea un crecimiento en la demanda que no es artif– no es orgánico, pero sí crea una subida en la Miguel Aragón: demanda. Así es. Y creo que alarga esta, esta cuestión que estamos viendo ahora. Está ajustado. Sí, Yara Morales: y lo hemos estado viendo con los clientes de México, los queseros, los que tienen plantas de queso, que han querido cuando menos tener la seguridad de que van a tener el producto, por eso pagan los precios. Entonces, han estado comprando con precios hasta meses adelantados. Y es, y era algo que no se veía. ¿Por qué? Pues porque estamos tan cerca que pueden llevarse el producto, pues en una semana o dos semanas y ya tienen la leche. Pero ahorita con esta escasez, pues la verdad que prefieren cerrar contratos largos, aunque sean meses más adelantados. Diego Carvallo: Correcto, correcto. Un punto también importante mencionar es el costo, cómo está afectando el mercado los altos costos de combustible y de flete, sobre todo para productos económicos. Hace poco estuvimos cotizando algunas cargas de permeato a México y a diferentes partes de Asia, y el costo del flete ha subido muchísimo. Eh, es algo que también está afectando a muchos clientes y viene dado a raíz del conflicto en Asia. Eh, ¿cómo está afectando eso a, a su, a la demanda de queso? Miguel Aragón: Definitivamente nos está afectando porque en, en, como saben, manejamos, eh, tres líneas de queso nosotros. Manejamos el queso de primera, eh, que tal vez es el que no, no refleja tanto, eh, el, el incremento en flete, pero lo refleja, pero lo puede absorber un poco más. Pero en el producto, ah, grado B que decimos nosotros, que se supone que era un poco más barato, eh, sí le afecta porque es un producto más barato. Y ahora el producto, eh, que manejamos para reproceso, que es el producto barato, es el producto para extender la proteína en el queso, eh, para hacer más queso, sobre todo queso análogo, ahí sí se sintió fuerte el i-el impacto del flete, porque a veces son– o sea, ha subido cuatro o cinco centavos por libra de diferentes lugares. Depende de, depende de la geografía de Estados Unidos, de donde estemos mandando el queso y es donde más nos ha afectado. Totalmente. En el Diego Carvallo: producto más barato. Igual que- Y, y no solo es en fletes marítimos, sino en fletes terrestres. La parte del transporte en camión en Estados Unidos ha subido mucho. Nosotros solíamos pagar cuatro o cinco centavos para mover una carga de California a El Paso. Hoy en día ese precio está cercano a los seis, o sea, ha subido un cerca de un 20 % En, en la– cuando movemos Miguel Aragón: produ– movemos queso de, de, de Washington a, a El Paso, estábamos pagando trece centavos la libra. Hoy día diecisiete centavos, a veces dieciocho centavos. Y de-dependiendo también si, si se empieza a mover algo como de, digamos, de, del sur, de, de, del suroeste, cuando empieza a moverse mucho melón o cosas así, o cuando viene la temporada de árboles de Navidad, depende de la temporada, esto va, va a incrementarse aún más. Sí. Yara Morales: Igual que el refrigerado. El refrigerado se estaban pagando doce centavos y ahorita ya están cerca de dieciocho centavos. Entonces sí ha Miguel Aragón: subido bastante. Sí, sí, sí, nos está afectando en el queso, en la, en el movimiento del queso y en el movimiento de la mantequilla, definitivamente. Yara Morales: También. El Diego Carvallo: último tema que nos ha preguntado mucho la gente. Cuéntenos un poquito sobre el tratado de libre comercio y qué expectativas hay ahora que se vuelve a negociar entre Estados Unidos y México Bueno, Yara, tú ya has escuchado porque- La verdad, Yara Morales: hay mucha incertidumbre, hay muchas preguntas. Eh, ahora en junio que viene la revisión, pues, mmm, son varios, varios factores, ¿no? Se viene el, la revisión del Tratado de Libre Comercio y se viene el Mundial de fútbol en los tres países. Entonces todo el mundo anda como que muy alterado con todo eso, porque no saben, no sabemos qué es lo que vaya a pasar, no sabemos cómo se vaya a, a mover ese Tratado de Libre Comercio, si se va a renegociar, qué porcentajes pudieran darse o si vamos a quedar en cero, que es lo que todo mundo pretende, porque pues es la economía de México. La economía de México realmente necesita ese Tratado de Libre Comercio. Y, este, y yo creo que todos, porque para todos es un beneficio, ¿no? Inclusive para Estados Unidos. Entonces hay mucha incertidumbre, ¿no? La verdad, mmm, yo pregunto y ando investigando y todos mis clientes pues no saben qué es lo que vaya a pasar. Miguel Aragón: Así es. Y nos está… esta incertidumbre nos afecta día a día, eh, sobre todo con México por la cuestión del tipo de cambio, porque sale un encabezado y se dispara el dólar, eh, sale otro encabezado y se fortalece el peso. Es cuestión de todos los días, todos los días, este, y las, la cuestión política nos, nos, sí nos está afectando bastante. No, Diego Carvallo: no hay certidumbre. Miguel Aragón: Claro. Eh, pero una cosa superimportante que, que, que creo que está, eh, afectando algo lo del tratado y muchas otras cosas es que se nos vienen las elecciones primarias en, en, aquí en noviembre- Estados Unidos. Estados Unidos. Y a eso tú sabes que- Es muy importante. Es muy importante, porque hay que mover el, el, el, el, el, el, lo que piensa el público. Claro, hay que ganar los votos. Y hay que ganar los votos y aquí vamos a ver si se va a hacer cosas para, para tratar de tener algún efecto sobre eso. Y muchas veces no tiene nada que ver con México, Diego Carvallo: obviamente, también las de Irán, pero el mercado, básicamente, yo creo que va a mantener mucha volatilidad, va, va a haber mucha incertidumbre y, eh, las, las monedas van a tener, obviamente, como resultado una variación bastante violenta. Los bancos nos afectan. Exactamente. Yara Morales: Sí. ¿ Diego Carvallo: Qué otro punto importante? Definitivo, Yara Morales: definitivo. Ay, pues yo creo que todo esto es bien interesante. Vamos a ver qué sucede. Este, no sé qué otra cosa podemos Diego Carvallo: manejar. Voy a estar, yo voy a estar en Antad la próxima semana. Eh, lastimosamente, esta vez no me van a poder acompañar Yara y Miguel Pero yo voy a estar en Antalas, así que con mucho gusto, eh, me, me encantaría conocer y encontrarme con algunos de nuestros clientes estando allá. Así que no duden en, en contactarnos. Así es, así es. Desafortunadamente, Miguel Aragón: yo Diego Carvallo: no Miguel Aragón: voy. Sí. Ah, pero yo voy a estar en, en, en Alimentec, en Bogotá, creo que es. Entonces, si alguien nos está viendo en Colombia o que vaya a estar en Alimentec, por ahí estamos. Excelente, excelente. Que Yara Morales: por cierto también va a haber elecciones en Colombia. Miguel Aragón: También. Así es. Sí, Yara Morales: también va a haber elecciones en Colombia. Hay que ver cómo, cómo se- Más volatilidad. Se ve todo. Más volatilidad todavía. Más Diego Carvallo: gasolina al fuego, sí. Bueno, mil gracias a todos. Gracias, Miguel y Yara. Gracias. Gracias, gusto en Yara Morales: saludarlos a todos. Bye

Con Su Permiso
Ep. 263 - Caso Rubén Rocha Moya: la prueba de ácido para Sheinbaum

Con Su Permiso

Play Episode Listen Later May 7, 2026 28:06


La solicitud de detención provisional con fines de extradición contra Rubén Rocha Moya y nueve funcionarios y exfuncionarios más, acusados en Estados Unidos de presuntos vínculos con el narcotráfico, abre uno de los frentes políticos y diplomáticos más delicados para el gobierno de Claudia Sheinbaum. ¿Es este un punto de quiebre en la relación México–Estados Unidos? ¿Qué implica jurídicamente una solicitud de extradición de esta magnitud? ¿Qué efectos puede tener en la estabilidad interna de Morena, en la estrategia de seguridad federal y en la próxima revisión del Tratado entre México, Estados Unidos y Canadá (T-MEC)? En este episodio, Azucena Rojas Parra conversa con Rodrigo Peña y Beata Wojna sobre el alcance político, jurídico y estratégico de un caso que podría redefinir la cooperación bilateral en seguridad, alterar el tablero político rumbo a las elecciones y tensar aún más la agenda con Donald Trump.

Noticentro
Ebrard busca impulsar negocios mexicanos en Canadá

Noticentro

Play Episode Listen Later May 6, 2026 1:25 Transcription Available


Segob abrirá mesas de diálogo con colectivos de desaparecidosMorelia inaugurará primera etapa de su teleférico en septiembreDenuncian daño a geoglifo por muro fronterizo en Arizona Más información en nuestro Podcast#grc

Enfoque internacional
Santa Marta pone sobre la mesa la salida de los combustibles fósiles

Enfoque internacional

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 1:31


Al cierre de la primera conferencia internacional sobre la salida de las energías fósiles nuestra enviada especial a Santa Marta, Najet Benrabaa, subraya algunos puntos clave que deja este encuentro inédito: la creación de un panel científico dedicado a la eliminación de los combustibles fósiles, el desarrollo de hojas de ruta nacionales para planificar la transición energética y el análisis de los obstáculos financieros, en particular la deuda y las subvenciones a las energías fósiles. "El futuro, colegas, es sin fósiles, ni en los combustibles ni en la política". Con estas palabras cerró su intervención la ministra colombiana de Medio Ambiente, Irene Vélez Torres, entre aplausos, en esta conferencia inédita con participación de 56 países.  Fue un tono directo que encontró eco entre los participantes, como Andrea Cardoso, profesora de la Universidad del Magdalena y especialista en la industria del carbón, que forma parte del panel científico creado para el evento. "Es un buen comienzo, con muy buena energía y muy buenas intenciones de colaborar entre países y entre distintos delegados. El objetivo no era negociar nada, a diferencia de la COP. Queremos seguir trabajando en ello. El entusiasmo compartido aquí ha sido contagioso", señala. El reto ahora es convertir ese impulso en acciones concretas. Es justamente lo que espera Alexandre Naulot, responsable del Tratado de No Proliferación de los Combustibles Fósiles. "La próxima conferencia será organizada por Tuvalu, copatrocinada por Irlanda. Y, sobre todo, Tuvalu es parte de las discusiones sobre el tratado. Esperamos que, junto con los otros 17 países que participan en las negociaciones, centre los debates de la conferencia en un nuevo tratado". Mil quinientos participantes, cinco días de debates. Santa Marta estuvo a la altura. Las palabras están sobre la mesa. Ahora falta darles vida, de aquí a 2027 y más allá.

BELLUMARTIS PODCAST
RUSIA E IRÁN AL LÍMITE ¿Aliados o Compañeros de Desgracias? *Martín Tuitero*

BELLUMARTIS PODCAST

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 66:48


** VIDEO EN NUESTRO CANAL DE YOUTUBE **** https://youtu.be/oSbByL-2qKY +++++ Hazte con nuestras camisetas en https://www.bhmshop.app +++++ ¿Rusia e Irán son verdaderos aliados estratégicos o simplemente compañeros de desgracias que se unen por pura necesidad? Analizamos con rigor histórico y geopolítico su cooperación militar real (drones Shahed, tecnología rusa, posible entrega de Su-35), el Tratado de Asociación Estratégica de 2025, sus graves problemas económicos bajo sanciones y los fracasos militares que los han acercado más que cualquier ideología. ------------------------------------- LIBRO "UN MUNDO CONVULSO" ** https://amzn.to/4s6UrRc ** Firmado y dedicado en https://franciscogarciacampa.com/libros/ ------------------------------------- Una alianza pragmática de supervivencia entre dos regímenes que comparten enemigo (Occidente) pero también debilidades estructurales profundas. Análisis serio, objetivo y sin filtros: pro-ucraniano y pro-occidental, pero siempre con honestidad y datos. Programa completo ya disponible en el canal. ¿Aliados reales o solo náufragos en el mismo bote? Déjame tu opinión en comentarios #Bellumartis #RusiaIran #ActualidadMilitar #Geopolitica #Ucrania SUSCRÍBETE a a @BELLUMARTISHISTORIAMILITAR y @BELLUMARTISACTUALIDADMILITAR y apoya a Bellumartis Historia Militar: Patreon: https://www.patreon.com/bellumartis PayPal: https://www.paypal.me/bellumartis Bizum: 656 778 825 Síguenos: Instagram: https://www.instagram.com/bellumartis_historia_militar X / Twitter: https://twitter.com/Bellumartis Compra en Amazon con el enlace de BHM y apóyanos: https://amzn.to/3ZXUGQl Libros de Paco firmados y dedicados: https://franciscogarciacampa.com/

HistoCast
HistoCast 339 - 40 años de España en la Unión Europea

HistoCast

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 415:06


Esto es HistoCast. No es Esparta pero casi. Con motivo de las 4 décadas de pertenencia de España a la Unión Europea, @cerveranavas nos acerca este programa que repasa dicha adhesión. Le acompañan @danigalpe, @HugoACanete y @goyix_salduero.Secciones Historia: - Introducción - 0:07:36 - Entrevista con el autor de Aurora Europa, José María Valls Xufré - 0:36:51 - Breve resumen de la historia de la UE hasta la adhesión de España (1945-1986) - 0:50:43 - España y la UE durante el franquismo (1945-1977) - 1:22:40 - Entrevista a Carlos María Bru Purón - 1:38:47 - Las negociaciones de adhesión - 1:59:44 - Los orígenes y la naturaleza del europeismo español - 2:49:39 - El efecto Unión Europea en España en cifras - 2:59:20 - Los primeros años en la UE y la primera presidencia del Consejo - 3:13:20 - Entrevista a Enrique Barón - 3:26:39 - España en la UE en los 90 y el Tratado de Maastricht - 4:16:12 - Entrevista a José María Gil Robles - 4:37:02 - El siglo XXI español en la UE - 4:55:26 - Conclusiones y debate histórico - 5:27:44 - Bibliografía - 6:48:08

Calamares en su tinta
¿Cómo llegó Hitler al poder? El grave error de la República de Weimar

Calamares en su tinta

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026 48:38 Transcription Available


¿Cómo fue posible que una de las naciones más educadas y prósperas de Europa cayera en el horror del Nazismo? En este episodio de Calamares en su Tinta, desentrañamos uno de los grandes enigmas de la historia contemporánea. A partir del magistral libro "Los irresponsables" del historiador francés Johann Chapoutot, analizamos cómo la dictadura nazi no fue una fatalidad inevitable, sino el resultado de la complicidad y la ingenuidad de las élites políticas, militares y económicas de la República de Weimar. Descubre cómo estos "dueños del poder" creyeron que podían manipular a Adolf Hitler y utilizar su movimiento para hacer el trabajo sucio, cometiendo un error fatal que terminó por destruir la democracia desde adentro e instaurar el totalitarismo. Hablamos de la Primera Guerra Mundial, el Tratado de Versalles, la crisis del 29 y cómo el odio se convirtió en una estrategia política.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticentro
Arranca Tren Buenavista–AIFA este 26 de abril

Noticentro

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 1:28 Transcription Available


Guanajuato destaca como potencia en trasplantes renales Seguridad federal atiende caso LeBarón en ChihuahuaEU presiona a México por Tratado de Aguas vía T-MECMás información en nuestro podcast#grc

Podcast La Biblioteca Perdida
593 - El Archivo de Indias, legado de un imperio - La Biblioteca Perdida - 21 abr 26

Podcast La Biblioteca Perdida

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 144:06


Titulamos con uno de los tesoros patrimoniales de Sevilla: el Archivo General de Indias. Un edificio que asombra por su continente y conmueve por su contenido, y es que cuenta con más de 800 millones de páginas y más de 8.000 mapas e ilustraciones procedentes, fundamentalmente, de los organismos encargados de la administración de los territorios de ultramar de aquel imperio donde por un largo tiempo jamás se puso el sol. Alberga documentos como el Tratado de Tordesillas, o cartas manuscritas por Colón, Cortés o Pizarro. De todo esto nos hablará nuestro inquisidor, Mikel Carramiñana, que tuvo la suerte de visitar el archivo recientemente. En el segundo contenido, partimos de una premisa interesante. ¿Cómo se mantenía el orden público antes de la creación de los primeros cuerpos policiales? A lo largo de esta pieza vamos a conocer, en el ámbito del País Vasco, quién y cómo se encargaba de esta labor y qué tipo de faltas tenían que abordar. Esto nos servirá de preámbulo a una segunda entrega donde trataremos la creación de esas primeras fuerzas policiales. Todo esto correrá a cargo de Mikel Larrinaga, divulgador y doctor por la Universidad del País Vasco, quien se estrena ante nuestros micrófonos. Y lo hace de la mano de otro doctor de la misma institución académica, nuestro insigne Pello Larrinaga. Y de su mano correrá también la sección que repetimos, porque os ofrecemos la segunda parte de la Guerra mahdista. Tras la muerte del general Gordon en el desastre de Jartum, el Gobierno británico reaccionó y organizó una poderosa campaña plenamente decidido a acabar con la rebelión organizada por el Mahdi. Conoceremos su final en la mesa de Lord Horatio Kitchener. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

PodCast IDEG
Atualiza e Revisa #24 - A Nova Corrida Espacial

PodCast IDEG

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 22:59


A volta da humanidade à Lua não é apenas um marco científico — é um dos temas mais estratégicos da política internacional contemporânea. Neste episódio do Atualiza e Revisa, a Luiza Bringel analisa a missão Artemis muito além da superfície: como geopolítica, Direito Internacional e estratégia nacional. O que está em jogo não é só exploração espacial, mas disputa por recursos, poder e influência em um ambiente ainda pouco regulado. Você vai entender: ● Como a nova corrida espacial difere da lógica da Guerra Fria ● O papel de empresas privadas como SpaceX e Blue Origin ● Os limites do Tratado do Espaço Exterior e a lacuna sobre exploração de recursos ● A controvérsia em torno dos Acordos Artemis ● A estratégia do Brasil, incluindo Centro de Lançamento de Alcântara e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Além disso, o episódio traduz tudo isso para o formato exigido pelo Instituto Rio Branco, com foco em como o tema aparece na prova do CACD — tanto na objetiva quanto na discursiva.

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La Tercera Cruzada: Crónica de un Imperio, dos Reinos y un Objetivo Sagrado

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Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 136:22


En este nuevo programa de Antena Historia, nos sumergimos en el corazón de la Edad Media para analizar el conflicto más legendario de las Cruzadas. Tras la caída de Jerusalén en manos de Saladino tras la batalla de Hattin, la Cristiandad responde con una movilización sin precedentes liderada por las tres figuras más poderosas de Europa. Analizamos en profundidad la figura de Ricardo Corazón de León, cuya audacia militar definió el conflicto; el pragmatismo político de Felipe Augusto de Francia; y el trágico destino del emperador Federico Barbarroja en las aguas del río Salef. ¿Qué vas a descubrir en este audio? Geopolítica Medieval: Las tensiones internas entre los monarcas europeos y sus consecuencias en el Levante. Grandes Batallas: El asedio de Acre y la victoria táctica en la batalla de Arsuf. Diplomacia y Honor: Los fascinantes intercambios y el mutuo respeto entre Ricardo y Saladino. El Desenlace: Los términos del Tratado de Ramla y por qué Jerusalén permaneció bajo control musulmán. Un análisis con el rigor habitual, huyendo de los mitos románticos para comprender la logística, la estrategia y el impacto real de esta "Cruzada de los Reyes". ------------------------------------------------------------------------------------ 🎧 Antena Historia te regala 30 días PREMIUM Disfruta de todo el contenido sin interrupciones y con ventajas exclusivas en iVoox: 👉 https://www.ivoox.com/premium?affiliate-code=b4688a50868967db9ca413741a54cea5 📻 Producción y realización: Antonio Cruz 🎙️ Edición: Antena Historia 📡 Antena Historia forma parte del sello iVoox Originals 🌐 Visita nuestra web: https://antenahistoria.com 📺 YouTube: Podcast Antena Historia 📧 Correo: antenahistoria@gmail.com 📘 Facebook: Antena Historia Podcast 🐦 Twitter: @AntenaHistoria 💬 Telegram: https://t.me/foroantenahistoria 💰 Apoya el proyecto: Donaciones en PayPal 📢 ¿Quieres anunciarte en Antena Historia? Ofrecemos menciones, cuñas personalizadas y programas a medida. Más información en 👉 Antena Historia – AdVoices

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 01/04/2026 | 1ª EDIÇÃO: Guerra no Oriente Médio pode estar perto do fim | 2ª EDIÇÃO: Guerra no Irã vai acabar?

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Apr 1, 2026 301:44


Confira os destaques do Jornal da Manhã dessa quarta-feira (01): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar o aumento dos combustíveis no Brasil e afirmou que o país não deve sofrer os efeitos da guerra no Oriente Médio. Durante discurso em São Paulo, Lula disse que o governo está adotando medidas para conter a alta do diesel, mas apontou que os reajustes feitos por distribuidoras impedem que a redução de preços chegue ao consumidor final. O presidente também criticou a venda da BR Distribuidora no governo anterior e responsabilizou o cenário internacional, além de cobrar ação das potências globais para encerrar o conflito. O preço da gasolina nos Estados Unidos disparou e ultrapassou US$ 4 por galão, atingindo o maior nível em quase quatro anos, segundo dados da Associação Automobilística Americana (AAA). A alta é impulsionada pela guerra com o Irã, que elevou os preços do petróleo no mercado internacional. O Tribunal de Contas da União identificou um cenário preocupante na infraestrutura brasileira, com cerca de 11,5 mil a 11,9 mil obras públicas federais paralisadas até meados de 2025. O número representa aproximadamente metade de todos os contratos de obras em andamento com recursos federais. As áreas mais afetadas são educação e saúde. A seleção da Itália, tetracampeã mundial, está fora da Copa do Mundo de 2026 após ser eliminada pela Bósnia e Herzegovina na repescagem das eliminatórias europeias. Após empate por 1 a 1 no tempo normal, a decisão foi para os pênaltis, onde os italianos acabaram derrotados. Com o resultado, a Azzurra alcança um recorde negativo histórico: é a primeira vez que uma campeã do mundo fica fora de três edições consecutivas do torneio. Wanderley Nogueira comentou. O Reino Unido decidiu enviar tropas e sistemas adicionais de defesa aérea ao Oriente Médio para ações defensivas contra possíveis ataques do Irã. O deslocamento elevará para cerca de 1.000 o número de militares britânicos na região, incluindo operações no Golfo e em Chipre. Segundo o secretário de Defesa, John Healey, equipamentos serão enviados à Arábia Saudita, Bahrein e Kuwait. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem criticado a posição do Reino Unido em relação à guerra, assim como a de outros aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Os fertilizantes comprados pelo Brasil de empresas iranianas não serão impedidos de embarcar para o país, informou o embaixador do Irã, Abdollah Nekounam, nesta terça-feira (31). Segundo ele, algumas cargas já foram enviadas. “Alguns meses atrás nós começamos a exportar fertilizante de ureia para o Brasil com algumas empresas na atividade. Até o presente momento e no cenário atual, os produtos que foram adquiridos pelo Brasil não terão nenhum problema de ser exportados”, declarou. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que solicitou à Receita Federal a informatização do sistema de declaração do Imposto de Renda para que os contribuintes deixem de fazer a declaração anual. A declaração foi feita durante reunião ministerial convocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira (31). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que prevê o fim da guerra contra o Irã dentro de duas a três semanas. “Eu diria que dentro de duas semanas, talvez duas semanas, talvez três”, disse Trump a repórteres na Casa Branca nesta terça-feira (31). “Nós vamos sair porque não há razão para continuarmos fazendo isso”, completou. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, anunciou nesta quarta-feira (1º) que o país organizará uma reunião com mais de 30 países para discutir a restauração da segurança do transporte marítimo no Estreito de Ormuz, afetado pela guerra no Oriente Médio. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Antena Historia
La Tercera Cruzada: Crónica de un Imperio, dos Reinos y un Objetivo Sagrado

Antena Historia

Play Episode Listen Later Mar 30, 2026 136:22


En este nuevo programa de Antena Historia, nos sumergimos en el corazón de la Edad Media para analizar el conflicto más legendario de las Cruzadas. Tras la caída de Jerusalén en manos de Saladino tras la batalla de Hattin, la Cristiandad responde con una movilización sin precedentes liderada por las tres figuras más poderosas de Europa. Analizamos en profundidad la figura de Ricardo Corazón de León, cuya audacia militar definió el conflicto; el pragmatismo político de Felipe Augusto de Francia; y el trágico destino del emperador Federico Barbarroja en las aguas del río Salef. ¿Qué vas a descubrir en este audio? Geopolítica Medieval: Las tensiones internas entre los monarcas europeos y sus consecuencias en el Levante. Grandes Batallas: El asedio de Acre y la victoria táctica en la batalla de Arsuf. Diplomacia y Honor: Los fascinantes intercambios y el mutuo respeto entre Ricardo y Saladino. El Desenlace: Los términos del Tratado de Ramla y por qué Jerusalén permaneció bajo control musulmán. Un análisis con el rigor habitual, huyendo de los mitos románticos para comprender la logística, la estrategia y el impacto real de esta "Cruzada de los Reyes". ------------------------------------------------------------------------------------ 🎧 Antena Historia te regala 30 días PREMIUM Disfruta de todo el contenido sin interrupciones y con ventajas exclusivas en iVoox: 👉 https://www.ivoox.com/premium?affiliate-code=b4688a50868967db9ca413741a54cea5 📻 Producción y realización: Antonio Cruz 🎙️ Edición: Antena Historia 📡 Antena Historia forma parte del sello iVoox Originals 🌐 Visita nuestra web: https://antenahistoria.com 📺 YouTube: Podcast Antena Historia 📧 Correo: antenahistoria@gmail.com 📘 Facebook: Antena Historia Podcast 🐦 Twitter: @AntenaHistoria 💬 Telegram: https://t.me/foroantenahistoria 💰 Apoya el proyecto: Donaciones en PayPal 📢 ¿Quieres anunciarte en Antena Historia? Ofrecemos menciones, cuñas personalizadas y programas a medida. Más información en 👉 Antena Historia – AdVoices Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

El Noti
EP 687: Sheinbaum manda el Plan B de reforma electoral, Empieza negociación de tratado comercial e Incendio en Dos Bocas deja cinco muertos

El Noti

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 21:09


* Sheinbaum manda el Plan B de reforma electoral* Empieza negociación de tratado comercial* Incendio en Dos Bocas deja cinco muertos

Noticentro
Ebrard inicia negociaciones comerciales en EU

Noticentro

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 1:31 Transcription Available


Inicia colecta de Cruz Roja en EdomexActivan Alerta Amarilla por frío en TlalpanEl Salvador aprueba cadena perpetua para delitos gravesMás información en nuestro Podcast

El Faro
El Faro | Piscina

El Faro

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 140:27


¿Te imaginas bañarte con un Picasso? En 1961, Picasso le regaló a Antonio El Bailarín un dibujo con su firma y este decidió plasmarlo en la piscina que se estaba construyendo en su nueva villa que sería lugar de paso de aristocracia y la jet set, y una de las mansiones más lujosas de Europa. Hemos hablado con la periodista Anabel Vázquez, autora del ensayo 'Piscinosofía: Tratado acuático y desordenado sobre piscinas reales e imaginadas", publicado en el año 2023. Como cada martes, Alejandro Pelayo se asoma al piano de la ser y, esta vez, habla de un lugar muy especial para la música conocido como 'Las piscinas'.

Noticentro
¡Este lunes tu bici viaja en el Metro!

Noticentro

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026 1:38 Transcription Available


Red de Movilidad Integrada con horario de día festivo Banxico ve mejora económica, pero alerta por incertidumbreCanadá defiende mantener el T-MEC trilateralMás información en nuestro Podcast

Luis Cárdenas
T-MEC: Marcelo Ebrard revela los 3 pilares estratégicos para la revisión del tratado

Luis Cárdenas

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 19:14


En entrevista para MVS Noticias con Luis Cárdenas, Marcelo Ebrard, secretario de Economía, habló sobre que México se prepara para la revisión del T-MEC.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Botepronto
Mejor con tratado que sin tratado

Botepronto

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 22:32


La pregunta que seguirá sobrevolando y es por qué no crecemos a pesar de la vecindad con la mayor potencia económica del mundo. China ya descontó lo que va a suceder con el T-Mec. México pensó que íbamos a estar en peores condiciones de las que estamos. Canadá espera una posición más dura de Estados Unidos. En materia migratoria, México ha hecho su parte. Incluso en materia de fentanilo. Después de muerto El Mencho, ¿qué se le puede ofrecer a Estados Unidos? Trump siempre querrá el display. En la escaramuza del Escudo de las Américas, Trump colocó a México como el epicentro porque le revive un punto crucial del combate al crimen organizado.   Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Documentos RNE
Documentos RNE - Referéndum sobre la OTAN, la última batalla de la Transición - 09/03/26

Documentos RNE

Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 57:35


Hace cuatro décadas, el 12 de marzo de 1986, el pueblo español ratificó en referéndum la permanencia en la Organización del Tratado del Atlántico Norte, donde nuestro país había ingresado apenas cuatro años antes. El debate generó gran polémica, despertó una implicación social masiva y, al mismo tiempo, algunos cambios políticos tan drásticos como inesperados.Cuando Leopoldo Calvo-Sotelo se comprometió durante su investidura a que España entrara en la Alianza Atlántica, encontró en la izquierda una oposición tajante y unánime. Las movilizaciones contra la organización y las bases estadounidenses en suelo español partieron de formaciones extraparlamentarias, pero fue la implicación del PSOE con su famosa campaña "OTAN, de entrada no" la que condujo a la opinión pública a percibir la incorporación como algo negativo.Una vez en el Gobierno, bien por una reevaluación de la realidad, bien por presiones externas, bien por ambas cosas, el presidente Felipe González varió su posición y apostó por quedarse en la Alianza. Pero mantuvo su compromiso electoral de someterlo a votación popular. Ese giro de postura radical dividió a los españoles, enfrentó a las izquierdas y decepcionó profundamente a muchos militantes y votantes socialistas. En la convocatoria de la consulta, la permanencia quedaba condicionada por tres cláusulas: la no pertenencia a la estructura militar integrada, la reducción de bases estadounidenses y la prohibición de armas nucleares en nuestro país. El PSOE fue el único que defendió el "sí", pues los partidos de la derecha que en 1981 habían votado a favor del ingreso de España en la OTAN optaron por inhibirse con distintos matices.En este documental sonoro, escrito por Luis Zaragoza y realizado por Mayca Aguilera, participan los historiadores Giulia Quaggio, coordinadora del libro 'Imaginando la Guerra Fría desde los márgenes: la sociedad española y la OTAN', y Javier Muñoz Soro, especialista en historia intelectual y cultural del franquismo y la Transición. También aportan su testimonio personas que vivieron las distintas etapas del referéndum: Javier Rupérez, primer embajador de España ante la OTAN, miembro primero de UCD y luego de uno de los partidos integrados en Coalición Popular; Jaime Pastor, politólogo y dirigente de la Liga Comunista Revolucionaria; Ignacio Varela, consultor político que participó en el diseño de campañas socialistas; y Antonio García Santesmases, dirigente de la corriente Izquierda Socialista. Los sonidos de la época, procedentes del Archivo RTVE, completan el caleidoscopio de la evolución social y política en torno a esta cuestión.Escuchar audio

Cinegarage
Los incentivos al cine y la producción audiovisual ¿sí, o no?

Cinegarage

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 40:15


Los incentivos al cine y la producción audiovisual ¿sí, o no? Hace apenas unos días el gobierno de México convocó a la comunidad cinematográfica nacional y a varios medios (ahí estuvimos) para anunciar un conjunto de incentivos económicos y fiscales para impulsar la producción audiovisual nacional y, sobre todo, la internacional que quiera trabajar en México. Como siempre ocurre ante anuncios como este, al inicio hubo recelo. La industria cinematográfica mexicana ya ha sido descuidada e incluso maltratada (basta recordar el hoyo en que la sumió el Tratado de Libre Comercio de América del Norte). A ello hay que sumar que el sector cultural ha sufrido un marcado descuido de parte de las autoridades correspondientes, especialmente en los últimos años. ¿Cómo debemos tomar entonces este anuncio? Con cuidado y buscando el mejor enfoque. En especial porque tampoco se debe caer en situación de falsa alarma y mucho menos ser parte de la desinformación, como lo hicieron medios muy pocos serios que dicen cubrir las actividades de la industria cinematográfica. Por eso, para conocer detalles y opiniones sobre estos incentivos, es que a este podcast sobre el tema invitamos a Abril Alzaga, comunicadora, ex directora del FICUNAM y actualmente Directora General de PROCINE, Fideicomiso para la Promoción y Desarrollo del Cine Mexicano en la Ciudad de México. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

En Casa de Herrero
Editorial Luis Herrero: Sánchez es tratado por una dolencia cardiovascular desde hace meses en el Hospital Ramón y Cajal

En Casa de Herrero

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 30:48


Luis Herrero analiza la exclusiva publicada por Libertad Digital sobre el estado de salud del presidente del Gobierno.

La ContraHistoria
Puerto Rico: la isla del milagro

La ContraHistoria

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 90:21


Puerto Rico, la cuarta isla más grande del Caribe, fue durante cuatro siglos uno de los baluartes más importantes de la corona española en América. A diferencia de la práctica totalidad de la América hispana, no participó en las guerras de independencia del siglo XIX. Se mantuvo primero como una capitanía general remota y luego como una provincia. En 1897, ya en plena guerra de Cuba, el gobierno español le otorgó la Carta Autonómica, un estatuto de autogobierno muy avanzado para la época. Pero aquello duró apenas unos meses, el estallido de la guerra con Estados Unidos puso fin repentina e inesperadamente a una prolongada y tranquila etapa de la historia de la isla. El 25 de julio de 1898 tropas estadounidenses desembarcaron en Guánica. Ese sería el comienzo de una ocupación militar que culminaría con la entrega de la isla. Con el Tratado de París España cedió formalmente un territorio que los nuevos dueños consideraban un botín de guerra. Tras dos años de control militar directo la Ley Foraker de 1900 estableció un gobierno civil que dependía por completo de Estados Unidos. Era de facto una colonia, algo inaceptable para un país como Estados Unidos que se habían sacudido el yugo colonial solo un siglo antes. El Tribunal Supremo tuvo que intervenir creando una singularidad jurídica. Puerto Rico pasaría a pertenecer, pero no formaría parte de Estados Unidos. En ese limbo los puertorriqueños se mantendrían durante años. Los planes que tenían en Washington para Puerto Rico pasaban por convertir la isla en una gigantesca plantación de azúcar controlada por empresas estadounidenses que se beneficiaban de una mano de obra abundante y barata. Con la Ley Jones de 1917 se concedió la ciudadanía estadounidense a sus habitantes y se intensificó una política de americanización acelerada. Los gobernadores, nombrados por el presidente, trataron de asimilar a los puertorriqueños suprimiendo la lengua española de la enseñanza y de la vida pública. Eso y la miseria en la que vivía la mayor parte de los puertorriqueños generó mucha resistencia y allanó el camino para que surgiesen movimientos nacionalistas como el de Pedro Albizu Campos. Albizu cuestionaba abiertamente la soberanía estadounidense. Estaba convencido de que la lucha armada seguida de una revolución era el único camino posible. Terminó en la cárcel y los nacionalistas fueron puestos fuera de la ley. A finales de los años 30 emergió la figura de Luis Muñoz Marín y su Partido Popular Democrático, que, partiendo del independentismo, proponía una solución pragmática a los problemas de la isla. Con el apoyo del gobierno de Roosevelt y el impulso de la Operación Manos a la Obra, Puerto Rico fue abandonando el monocultivo azucarero y se industrializó con gran rapidez gracias a una serie de incentivos fiscales para las empresas estadounidenses. Esas reformas alumbraron una nueva clase media pero también provocaron la emigración de muchos puertorriqueños hacia ciudades como Nueva York. Ya en 1952, tras reprimir la revolución nacionalista de 1950, se proclamó el Estado Libre Asociado. Este nuevo estatus permitió a la isla tener su propia constitución y un autogobierno muy amplio. Ese fue el origen del Puerto Rico actual, un país un tanto peculiar, a caballo entre dos mundos, que tras medio siglo viviendo peligrosamente, supo conservar su idioma, su cultura y sus costumbres frente al país más poderoso del mundo. Ya sólo por eso lo de Puerto Rico, que es conocida como la isla del Encanto, debería llamarse la isla del milagro. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 4:05 La isla del milagro 26:53 Clásicos Gredos 1:26:03 El "tränenpalast" de Berlín Bibliografía: - "Puerto Rico: historia de una nación" de Jorell A. Meléndez-Badillo - https://amzn.to/4tRsNJt - "Breve Historia de Puerto Rico" de José Carlos Arroyo - https://amzn.to/3OcbuCo - "Historia de Puerto Rico" de Luis E. González Vales - https://amzn.to/4bYxnPz - "La isla de la fantasia" de Ed Morales - https://amzn.to/3OdXnN2 · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva #FernandoDiazVillanueva #puertorico Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

SBS Spanish - SBS en español
Slow Spanish | Se firmará un histórico tratado de seguridad con Indonesia

SBS Spanish - SBS en español

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 6:41


¡Hola! Welcome to SBS Slow Spanish, a podcast designed in Australia specifically for those interested in learning the second most spoken language in the world. This is our weekly news flash in Spanish for 2 February 2026.

Así las cosas
Vence tratado de control de armas nucleares entre EE. UU. y Rusia

Así las cosas

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 8:12


Benjamín Ruiz, Químico por la UNAM y formo parte del grupo internacional de inspectores de armas de destrucción masiva en Irak

Solo con Adela / Saga Live by Adela Micha
Kim Armengol y Max Espejel con toda la información en Saga Noticias 3 febrero 2026

Solo con Adela / Saga Live by Adela Micha

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 34:27


En esta edición de Saga Noticias con Kim Armengol analizamos la sacudida política que provocó la renuncia de Adán Augusto López a la coordinación de Morena en el Senado, mientras la presidenta Claudia Sheinbaum responde a los señalamientos de corrupción y descarta investigaciones en su contra, en medio de cuestionamientos de la oposición y figuras como Fernández Noroña sobre el impacto de este relevo en la agenda legislativa. También revisamos la polémica en Jalisco por los antecedentes del diputado del PT Leonardo Castañeda y el surgimiento del Frente Amplio Democrático contra la Reforma Electoral. En el ámbito internacional, abordamos la tensión con Donald Trump, quien vincula el Tratado de Guadalupe Hidalgo con su política migratoria y condiciona aranceles a la entrega de agua por parte de México, además del reporte del Financial Times sobre presuntos financiamientos históricos de Hugo Chávez a AMLO y el plan de inversión de 722 mil millones de pesos para fortalecer la economía mexicana en 2026. No olvides suscribirte, dejar tus “colorcitos” en el chat y contarnos: ¿crees que la salida de Adán Augusto debilita a Morena o es una jugada rumbo al 2027? Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.