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“Veio-me à cabeça a imagem do general Garibaldi quando, ao partirem de Roma, disse aos soldados que lhes oferecia sede e calor durante o dia, fome durante a noite e perigo a toda a hora…” Isto serve como impulso se nos viramos para aquele outro lado do qual só recebemos notícias quando algo da ordem da catástrofe nos faz sentir como a realidade é hoje outro nome para o esquecimento. Esses lugares por onde anda a monte, sem prece que o alcance, e a coçar-se contra tudo o deus dos secretos, senhor de vidas inesperadas, que não quadram, não encontram rima neste mundo, mas são contíguos a desertos, serras floridas, e mato agreste, afiados instintos de tanta dar caça a bichos difíceis de explicar, enumerar, armar ciladas aos pássaros, naças aos peixes no mais fundo rio, pescarias ali onde o rio faz d'água uma mansa colheita, e às vezes distraído num gesto mais largo, molhava n'água amara, e compelia/ a recolher a roxa tarde e breve”, depois servia-se da capela abandonada como despensa, usava os santos quebrados para esfacelar a carne. Chamam casa a estes lugares que começam onde se chama campo ao que mais ninguém quis. Tudo saqueado, vendido, traído, tudo roído por uma angústia esfomeada. “Vês o tempo como foge/ que parece que não toca?” Como querem então fazer deste tempo qualquer coisa que se sinta, que de si possa fazer exemplo, deixar algo em conserva, penetrar com um perfume apenas seu esses esforços de memória? “Correm os nossos tempos de maneira,/ Antes no mal parece que estão quedos,/ por mais que mude o sol sua carreira,/ Tantos os males são, tantos os medos,/ Que não há vale cá, não há ribeira,/ Por onde soem já cantares ledos;/ Dos tristes ouvi esses, entretanto/ Dará o céu matéria a melhor canto.”… Há tanto tempo já que não cantamos, e parece até que grão mal adivinhamos. Parece que erram buscando saber o que vão por aí inda dizendo os poetas, mas estes, pior que as silvas, têm só esta estratégia de viverem virados para si mesmos, fazendo o seu, como quem oferece caução, sem levantar ondas, e depois esperar que se insista nesse triste enredo que foi o da eternidade, como se eles disso tivessem notícias mais do que as enfermidades de retardo que nos servem de quotidiano. “O vosso Tejo vai de sangue tinto./ Tal vai o nosso Douro, tal o Lima,/ E vão ainda pior do que te pinto./ Aquele que mais pode não estima/ Entrar por onde quer, saqueia tudo,/ O fogo traz na mão, a maça e a lima./ O dono do curral há-de ser mudo,/ Se não quer, em soltando uma só fala,/ Provar com dano seu, seu aço agudo.” Só vagos ventos sem origem nem nenhuma espécie de sentido andam pelos fundos da língua, a fazer que vivam antigas imagens, muito repetidas, muito usadas para ajudar a despertar fantasmas um pouco mais doces, como o dessa Leanor descalça, que vai pela verdura até à fonte e… “A talha leva pedrada,/ pucarinho de feição,/ sai de cor de limão,/ beatilha soqueixada; cantando de madrugada,/ pisa as flores na verdura:/ Vai fermosa e não segura.” O campo hoje é mais um enredo que o ouvido capta escutando os ecos na sua intimidade ajeitados a modos bravios fazendo por se reproduzirem. “O maravilhoso move-se tão próximo/ das casas sujas e decrépitas…” E o que temos nós ainda de ligação com isto, ainda somos capazes com o nosso peso de assentá-lo em qualquer pegada que faça florescer a verdura? Somos vistos lá onde o tempo se faz outro de tão longe, e temos alguma semelhança muito lavada com esses de olhos castanhos, a tez soleada, a fala cantada de só saber das coisas o recorte emprestado pelo ar. Outros ouvirão falar de um país esquecido, entregue à sua bárbara implosão, num mundo entregue ao desaire de envelhecer, enrijar, ossificar-se sem mais distracção que a própria destruição… Essa é a sua musa, e desperta nele uma intenção terrível, a de um mundo que deita um olhar envilecido a tudo o que de fora só vem para roubar-lhe a paz, incomodá-lo. Eram mentira os idílios, e mesmo desses lendas cheias do unto verboso foi tendo outra impressão… “Um dia vi o amor – era medonho:/ tinha olhos convulsos de anjo bêbado/ e a máscara do ódio.” Os que eram daqui, de tanto se desfazerem contra os trabalhos ordinários que aos demais serviam de ilustração, impulsos para que a lira se entregasse às suas perras entoações, tão fartos de terra, de séculos sentindo os ossos lentamente esmagados contra ela, com vergões e cicatrizes herdadas na pele, e nenhum entusiasmo por esses nomes que a nós nos sabem a mel e cheiram a madressilva. Mal se puderam ver livres de tudo isto, deram cabo dela e de tudo o que lhes lembrasse, nesse crime passional de que fala o Rui Lage. Preferem-lhe tudo o que sirva para enforcar a vista, essas grandes casas, edifícios que fecham a vista, escondem o horizonte, empurram o olhar para longe de todo o céu, fartos-fartos da terra, das infinitas extensões que lhes causavam vertigem pois só viam o imenso trabalho que tudo isso lhes dava. Se nós vamos ao campo em passeio, gozar do prazer de ver a terra presa aos astros, alguns vêm a ígnea tela bárbara de espanto, conhecem os infinitos cansaços de “um povo que vivia a suicidar-se, arando a terra, abrindo a derradeira cama”. Esse povo que hoje nos custa reconhecer como a nossa mais funda tradição, povo para quem o trigo é pão em flor, povo para quem a verdadeira flor era o pão. E é deles sobre nós que sentimos assentarem como uma esparsa maldição esses olhos rasos de um espanto podre, vozes misturadas ao silêncio, um engolir a seco nas serras onde irá a enterrar por estes dias o último pastor, lugares à morte entregues todo-ouvidos. Esta a corografia que se apropriará dos nossos restos, o país das “cabras e carrascos”… “É no teu chão dorido/ Que gasto, em paz, os cascos/ Deu fauno envelhecido…” Escreva-se o requiem, então, sendo certo que de nós nada irá notar-se que não comece ali, que se esboce entre aquela névoa: “A morte/ em flor/ dos camponeses/ tão chegados à terra/ que são folhas/ e ervas de nada/ passa no vento/ e eu julgo ouvir/ ao longe/ nos recessos da névoa/ os animais feridos/ do Início.” Tão poucas páginas daquilo que se resolve antologias fazem ferida como esta. Um pó que soa, um brilho que nos chama para a infinidade dessas noites em que não havia mais que acumular o resíduo de estrelas, vê-lo pairar, como uma essência estranha àquela terra que se fazia sentir com a sua imensidão nos corpos, o peso deles também a decompor-se, sem dar notícia, nesse pouco som enfrentando os currais sem gado que ruíram de pobreza. O sofrimento é a única história, mas desta talvez só o musgo dê, “em seu discurso esquivo de água e indiferença alguma ideia disto”. E, por isso, neste tempo que é sempre depois, só nos resta passar por lá em prosa, para não nos entregarmos a essa inane torpeza de quem canta seja o que for, e se põe a soprar aos pés de um enforcado a ver se o faz balouçar… O enforcado de quem ainda alguns têm muita vergonha… “No gesto suspensivo de um sobreiro,/ o enforcado.// Badalo que ninguém ouve,/ espantalho que ninguém vê,/ suas botas recusam o chão que o rejeitou.// Dele sobra o cajado.” É uma forma de dizer mal disto tudo, outra é lançar um fósforo e rir-se ao vê-los naquela dança dos noticiários, estes que só sabem soletrar o desastre quando o campo, a paisagem deles, surge carbonizado. Quando já não é possível trocar coisa nenhuma por nada que valha. Um fim muito claro, muito fácil de entender, traduzindo em cinzas aquilo que de outro modo não era senão “um pó que nem se palpa/ na peneira do mundo”. E de toda aquela história resta o quê? Além da dúvida de um tempo incerto, sem ciclos, sem estações sequer, os campos tão sós… “Tão longe/ dos homens, as largas plantações, ermos/ sem lar, sem fumos, sequer sem espectros/ dos antigos habitantes vivos.” Aos poucos o bucolismo já não aguenta canto seja de que espécie for, morrem as espécies e só se gera já “crias das bestas e dos homens”, um hálito desolador e “oposto ao antigo sopro do Génesis; que gera/ criaturas como se meramente simulasse/ a vida. E a paisagem torna-se aparência,/ semente simulacro e armadilha”. Teremos, então, de nos contar não tanto com os resíduos de estrelas, que já quase não se vêem, mas com os resíduos do campo: “É o oco interior de alguns/ quintais. O bailado surdo/ e brusco das asas/ da galinha./ A caleira podre aonde/ chora um pingo/ – o derradeiro.// É o mundo minúsculo/ dos canteiros; a vida/ nos degraus da planta; a sesta/ de uma gata que por acaso/ insiste em ser novelo.// É este chão cinzento./ A carne entumescida das paredes./ As espinhas reunidas/ do que foi um peixe.// E as armas toscas de matar/ o tempo: colheres, comida, insectos que tentam/ (ao menos) um mundo/ irrequieto./ É a noite que tem as mãos/ suspensas sobre um alguidar/aonde bóia o dia/ pequeno/ de todas as crianças.// Em certas casas constroem-se/ filhos: a música suave/ que se ouve nas camas./ Resíduos da canção/ a única/ que este povo/ ainda sabe/ e canta.” E com este balanço todo que levamos, colhido na mais recente antologia da poesia portuguesa que nos ofereceu Rui Lage, aquela que reza sobre os campos afinal tão infelizes que foram mantidos até meados do século passado num epílogo do Neolítico, parece que deste lado já estamos safos. Mas, entretanto, se a natureza só é vista em trânsito, cada vez mais embaraçada, a vida cedeu toda ela a um comércio passageiro, e se antes Deus se pagava com o seu próprio dinheiro (lombarda, vinho, feijão-verde e batata nova entre outras espécies), agora parece que a própria vida lírica está inteiramente nos velhos, os que tendo memória de outro mundo, estão invadidos de um infinita suspeita, e tossem, conspiram contra este com uma militância certamente desencantada, mas talvez já só haja algum encanto em ser contra. “Sempre se busca alguma espécie de/ mortal eternidade e a escolha/ da terra é a melhor// forma de amar um tempo destinado/ a mostrar que a linguagem por mais/ ninguém usada// como poesia/ o mortal corpo de quem/ a usou há-de por fim dilacerar”. De resto, que resta? Talvez já só esse resíduo de alvoroço, andar para trás e recompor com toda a dificuldade uma pequena porção de toda aquela dor, emocionar-se diante de algo como um arado, que hoje adquire as feições de um passado remoto, mais parecendo o seu esqueleto. Contra a tecnologia toda que se alimenta de nós, espantar-se diante desse ser já sem mundo… “A mecânica do arado é rudimentar,/ clarividente e sóbria. Nada tem/ em demasia: o que a função requer/ e nada mais.// No perfil eficiente do arado/ há qualquer coisa de navalha, qualquer coisa/ de falo em riste, em transe de fecundar.// de facto, noutros tempos,/ era o arado que rasgava a terra,/ fazia dela um ventre aconchegado –/ cenário certo para o deflagrar da vida/ que vai dentro das sementes.// isto foi no tempo em que havia agricultura/ nos gestos quotidianos dos homens/ e das mulheres.” Agora, o campo na linguagem parece também ele algo que se trafica na sua versão transgénica. Vemos aquele talento para combinar os termos e favorecer um apelo rústico, na poesia como na gastronomia ou nos empreendimentos de turismo-rural… Os poemas dos nossos neo-bucólicos, estão cheios de tojo, restolho e urze, giestas, estalidos, de folhas secas, água a correr, das vozes distantes que chamam dos quintais, e das “casinhas/ com papás, vovós e manos, talvez/ com uma sentida perda/ de um talher à mesa e uma/ horta, couves, alfaces, a doméstica/ economia dos quintalórios/ com um cão cativo a ladrar/ à sina e à honestidade das batatas/ que as mães ou avós ainda esmagam/ na sopa com uns pingos de azeite e/ enfado. Pequeno país do/ gasóleo e futebol, memórias/ de mercados e feiras buliçosas,/ de escolinhas rústicas, agora desertas,/ com a cruz e os presidentes na parede,/ pequeno país de bravia/ palavra, sofrida crueza/ de mato ardido e estrumes, sucatas,/ detritos, o hábito endurecido dos/ pequenos holocaustos/ diários.” E para que mais queremos o espaço, a terra, o país propriamente, esse que serve de luxo de passagem, com todas essas aldeias com abismos e alguma ribeira ao fundo. Carbonizadas aldeias que parece que se deitaram para sempre, e estão por aí como ruínas de embalar, “como se nenhum de nós conseguisse entrar nesse obscuro mundo de leis e direcções invisíveis”. E olhamos para tudo isso e aqueles que lhe escaparam de algum modo talvez se sintam como se reconfortados, como se não pudesse mesmo haver volta, e não quisessem daquele mundo outra coisa além desse “mecanismo triste/ movendo a boca breve”. E o fogo talvez seja a última honestidade de que somos capazes. Talvez, de algum modo, nós sejamos toda a destruição que sonharam e convocaram essas tantas gerações que ali no campo “nasciam, penavam e pereciam no anonimato e no isolamento mais cru”, como nos diz Rui Lage. “A luta pelo pão de cada dia exauria a força vital, conduzida para o braço que fazia descer a enxada e o mangual, que pilotava o arado, que cegava as espigas no braseiro do estio e tocava o gado pelos montes. Do berço à cova, a existência do camponês compunha-se de agruras e privações inumeráveis. Ninguém disse tal condição em verso tão cortante quanto Gil Vicente, pela voz do lavrador da Barca do Purgatório (1518): ‘Sempre é morto quem do arado/ há-de viver'. Afinal, nesse auto medial da trilogia das barcas, o Lavrador anuncia-se ao Anjo não como debutante da morte, mas como seu veterano: ‘Da morte venho eu cansado'. Séculos a fio, o adeus aos campos infelizes foi um gesto vedado. A aldeia fazia as vezes de um cativeiro sem grades.”
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Fala, jovens! Falar bonito não significa comunicar bem.E, nesse episódio, eu mostro como muitos líderes estão perdendo conexão com seus times justamente por acharem que já se comunicam bem.Eu falo sobre os erros silenciosos da comunicação na liderança: reuniões que não geram clareza, orientações que confundem, excesso de formalidade, falta de escuta e um tom que não se adapta a quem está ouvindo.Também explico por que liderar é aprender a traduzir — ajustar linguagem, ritmo e abordagem para que a mensagem realmente chegue e gere ação, não só informação.Se você sente que as pessoas te escutam, mas não se engajam, esse episódio vai te ajudar a transformar fala em influência e comunicação em confiança.Dá o play e reflete comigo.Nos vemos no próximo Spoilers da Vida.Seguem os links das minhas outras redes sociais:Instagram - https://www.instagram.com/brunobribeiro/ TikTok - https://www.tiktok.com/@brunoribeiro.oficialFacebook - www.facebook.com/brunobr.oficial Youtube - www.youtube.com/brunobribeiro LinkedIn - https://www.linkedin.com/in/brunobribeiro/Blog - www.brunobr.com.br/
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Um postal que não é político, sendo político. Fala-se de amor, do que fazer e do modo como se alimenta a relação com alguém, talvez até a relação com os outros e com o país.
Já provou jiló?Poder comer é algo maravilhoso. São muitos alimentos nutritivos e diferentes que estão à nossa disposição. Cada alimento tem uma textura e sabor diferentes.Começamos a vida experimentando leite materno, depois legumes e frutas. Cenoura, batata, batata doce, beterraba, chuchu, banana, maçã, tudo vai sendo devidamente apresentado a nós. Alguns sabores vão sendo apreciados e outros completamente rejeitados.Nesse sentido, veja o que diz o Salmo 34, verso 8: "Provem e vejam que o Senhor é bom; bem-aventurado é quem nele se refugia."O salmista faz um convite interessante demais: "provem"! E como faz sentido dizer isso. Como alguém pode dizer que não gosta de chuchu até que tenha experimentado seu sabor? Mas é interessante que sem provar, deduzimos sabores e somos encantados até pelo que nos faz mal. Falo isso pensando nos biscoitos de péssima qualidade que são vendidos por aí, cheios de gordura e açúcar. As embalagens se vendem! E o pior? Nós compramos!Provar jiló é uma decisão. Eu já provei e não gostei. Provar um relacionamento com Deus também é uma decisão. Se você só fala que não quer, mas nunca experimentou, tá falando do que não conhece. Mas eu te digo que deveria experimentar! Eu posso dizer que provei desse relacionamento e foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida.
O ego do almirante está ferido depois das suspeitas levantadas a seu respeito. Já Marques Mendes será que está a esfregar as mãos? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ana Gomes e Rui Moreira analisam o debate entre Seguro e Marques Mendes. Próximos na justiça, separados na lei laboral. Seguro pisca o olho "à base do PS". Marques Mendes sabe afastar-se do Governo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alexandre Garcia comenta truques de quem não quer depor na CPMI do INSS, julgamento de denúncia contra Eduardo Tagliaferro, e reação internacional a massacre de cristãos na Nigéria.
Aproveita a Black Friday Insider : https://creators.insiderstore.com.br/ADULTABF Cupom: ADULTA Canal com Flash Promos: https://creators.insiderstore.com.br/ADULTAWPPBF Neste episódio, eu explico por que algumas pessoas precisam provar o tempo todo que são queridas — seja postando prints de conversas, presentes, mensagens ou qualquer gesto de carinho. Vamos falar sobre validação emocional, inseguranças escondidas, necessidade de aprovação, autoestima instável e como tudo isso transforma a vida pessoal em uma espécie de vitrine. Você vai entender: • o que está por trás da necessidade de exposição constante • como o cérebro busca validação e prova social • por que algumas relações só parecem sólidas quando têm plateia • o impacto desse comportamento na autoestima e nos vínculos • sinais de que você pode estar buscando aprovação sem perceber Este é um episódio para quem quer compreender melhor as dinâmicas emocionais por trás da superexposição e aprender a construir relações mais seguras, profundas e reais — sem precisar provar para ninguém. Assista até o final para uma reflexão que pode mudar a forma como você enxerga afeto, validação e intimidade.
Pessoal esqueci-me de pôr o ep na terça, falha minha xDBILHETES DOUBLES: https://ticketline.sapo.pt/evento/freakshow-doubles-97629BILHETES LABS:https://ticketline.sapo.pt/evento/freakshow-labs-97913CUBINHO, o podcast do colectivo CUBO. António Azevedo Coutinho, Ricardo Maria e Vítor Sá arrancam com a segunda parte deste projecto a três frentes. CUBINHO, um podcast em que se garante boa disposição e alguém a embirrar com o Ricardo.António Azevedo Coutinho https://www.instagram.com/antonioacoutinho/https://twitter.com/antonioacoutinhRicardo Mariahttps://www.instagram.com/ricardotaomaria/https://twitter.com/ricardotaomariaVítor Sáhttps://www.instagram.com/savitorsa/https://twitter.com/savitorsa
Den sista utvägen vid en allvarlig katastrof till sjöss är livbåtar och livflottar. För att överleva där mitt ute på havet finns både mat och vatten i flottarna. Fartygspodden har fått chansen att prova maten. Hör våra reaktioner. Dessutom snackar vi om jättebomben – att Stena Line köper Wasalines driftbolag. Vi pratar också om att Birger Jarl kan vara på väg till skrot och att Go Nordic Cruise Line nu firar 1 år. Välkomna ombord! /Christopher & Patrik
O LIDE volta suas atenções para Belém, que se tornará o centro das discussões globais ao sediar a COP 30. A conferência do clima tem como objetivo definir ações concretas de combate às mudanças climáticas. Nas plataformas digitais do LIDE, o Negócios que Regeneram reúne uma programação especial com entrevistas exclusivas mostram como a COP 30 vai redefinir o papel do setor produtivo brasileiro.Neste episódio, Roberto Giannetti, economista e head do LIDE Comércio Exterior, fala das chances que o Brasil tem, durante a COP 30, de mostrar que ser ver é um bom negócio.
E a longevidade das empresas hein ? empresas ficam longevas ?inovadoras ? sim, ficam e muito e eu posso provar isso !
La UE Sitges s'enfronta demà a un Viladecans que aquesta temporada es perfila com un dels favorits a l'ascens, mentre que el filial visita a un Sant Sadurní líder imbatut. El Bàsquet Sitges vol el seu primer triomf a Pins Vens i el CP Subur Sitges tractarà d'allargar el seu bon inici amb una victòria davant el Valls, a Pins Vens. Aquesta setmana parlem amb Jaume Morales, jugador del filial de la UE Sitges, i amb Roger Pérez, jugador i únic fitxatge aquesta temporada del Bàsquet Sitges. L'entrada ESPORTS (la prèvia): la UE Sitges es provarà davant el Viladecans i el filial visita a un Sant Sadurní imbatut. El Bàsquet Sitges vol estrenar-se a casa i el CP Subur Sitges no vol un excés de confiança davant el Valls ha aparegut primer a Radio Maricel.
La UE Sitges s'enfronta demà a un Viladecans que aquesta temporada es perfila com un dels favorits a l'ascens, mentre que el filial visita a un Sant Sadurní líder imbatut. El Bàsquet Sitges vol el seu primer triomf a Pins Vens i el CP Subur Sitges tractarà d'allargar el seu bon inici amb una victòria davant el Valls, a Pins Vens. Aquesta setmana parlem amb Jaume Morales, jugador del filial de la UE Sitges, i amb Roger Pérez, jugador i únic fitxatge aquesta temporada del Bàsquet Sitges. L'entrada ESPORTS (la prèvia): la UE Sitges es provarà davant el Viladecans i el filial visita a un Sant Sadurní imbatut. El Bàsquet Sitges vol estrenar-se a casa i el CP Subur Sitges no vol un excés de confiança davant el Valls ha aparegut primer a Radio Maricel.
"Nós nunca mais vamos escrever como antes, palavra atrás de palavra, diante de uma página em branco. Essa talvez seja o maior processo de transformação da escrita" - Felipe Iszlaji No oitavo episódio do Hipsters.Talks, PAULO SILVEIRA, CVO do Grupo Alun, conversa com FELIPE ISZLAJI, cofundador e CEO da Clarice.AI, a primeira IA para escritores em português, sobre os limites filosóficos das LLMs, linguística e o futuro da criatividade humana. Uma conversa que une filosofia da linguagem, tecnologia e empreendedorismo. Prepare-se para um episódio cheio de conhecimento e inspiração! Espero que aproveitem :) Sinta-se à vontade para compartilhar suas perguntas e comentários. Vamos adorar conversar com vocês!
Camilo Pinheiro Machado e Raphael Roque analisaram a expectativa em torno de atletas que precisam dar o salto na liga neste ano. Em situações distintas, craques como Wemby e Zion atraem os olhares para essa próxima temporada regular. Outros nomes também foram abordados, só dar play!
Neste episódio, o João Dinis e o Ricardo Brito Reis falam sobreos jogadores que mais têm a provar na época que aí vemEquipas na corda bambae muito maisTudo isto com o apoio da Betano.pt, Escolha do Consumidor e Marca 5 Estrelas em Apostas Desportivas.Vamos a isto? Bora!
Chegou aos cinemas brasileiros em 4 de setembro “O Rei da Feira", nova comédia estrelada por Leandro Hassum. Uma mistura de mistério, misticismo e humor que o próprio ator define como uma “Agatha Christie brasileira”. Mas, ao invés de mansões inglesas, a história se passa no lugar mais "nosso" possível: a feira livre. A película foi também uma maneira do comediante matar um pouco da saudade, já que vive nos EUA há quase uma década. Foi da casa dele, na Flórida, que o ator conversou com a RFI. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles “'O Rei da Feira' é um suco de Brasil. Para a gente que mora fora, acho que conseguimos até nos identificar mais. Essa saudade, essa memória olfativa, essa memória visual, essa memória das coisas que são muito nossas, sabe? Você se identificou com o churrasquinho, vai ter gente que vai se identificar com o pastel, outros com a feira, com o cara que aponta o bicho na porta do boteco. A minha comédia vem daí, do público se identificar com o que está vendo”, diz Leandro Hassum. Um detetive com ajuda do além Na trama, Hassum interpreta um policial do subúrbio do Rio de Janeiro. Ali ele conhece todo mundo, incluindo Bode (Pedro Wagner), que morre misteriosamente após ganhar uma bolada no jogo do bicho. Uma característica desse detetive é que ele vê, desde criança, pessoas mortas e tem essa conexão com o além. E é o próprio Bode que aparece para ele logo após o "possível assassinato" para tentar desvendar o caso. “Se quiser romantizar, eu sou uma espécie de Poirot, um detetive particular, que, na verdade, nada mais é do que um policial que, nas horas vagas, ele é segurança desta feira onde ele foi criado, onde a sua mãe trabalhou, namorou o cara da barraca. Era amigo do Bode e acaba tentando resolver o crime. E aí tem essa coisa do misticismo, que é uma coisa tão nossa também, de acreditar nessas crenças de tudo. Nós somos um país que tem isso. Ora, o cara vai na igreja católica, daqui a pouco toma um banho de sal grosso, acende uma vela para o anjo da guarda, lê a Bíblia e não sei o quê”, comenta. Da feira ao Costco Falando de feira, Hassum não esconde a paixão de andar entre barracas e provar de tudo um pouco. O Leandro que vai à feira no Brasil é o mesmo que vai ao supermercado dos Estados Unidos? “Com certeza. É aquele cara que evita ir com fome porque se eu for com fome na feira ou no mercado aqui, a compra sai o dobro. Quando você vai à feira, eu sou aquele cara que aceita amostras de tudo. É igual, a gente tem o Costco aqui, né? Que você vai, o cara vai com aquelas amostrinhas", afirma. Leia tambémComediante brasileira quebra estereótipos ao retratar desafios da mulher imigrante em Hollywood "A minha mulher vai para fazer compras e eu fico ali só pegando amostrinhas aqui e ali. No Brasil não é diferente. Eu adoro ir numa feira, comer um pastelzinho de feira. Só não tomo caldo de cana, mas o resto tudo eu adoro. Provar uma fruta, provar um salgadinho, provar um aipinzinho na manteiga que o cara está fazendo. Nem sei de onde vem a manteiga, de onde vem a faca, mas a gente não está nem aí. A gente prefere não saber, deixa quieto", sorri. O fantasma da comédia Já que o assunto são os espíritos que rondam a sua nova comédia, o ator também revelou qual o maior fantasma que já atordoou a sua vida. “Foi o fantasma de eu ter resolvido fazer minha cirurgia bariátrica e fazer as pessoas entenderem que meu humor não estava só na minha barriga", diz o ator. "Esse foi um fantasma que foi difícil de fazer as pessoas entenderem que era um fantasma que estava na cabeça delas, não na minha, nunca esteve. Nunca tive dúvida do meu talento. Mas durante uns dois, três anos, foi uma coisa que me perseguiu muito, das pessoas sempre me pararem pra me perguntar por que eu tinha feito isso, que eu tinha feito besteira e tudo mais, que eu estava acabado, que eu destruí minha carreira. Graças a Deus, sigo há 11 anos, continuo trabalhando mais do que nunca, produzindo mais do que nunca, sendo convidado mais do que nunca e levando alegria para a casa das pessoas", conclui.
Chegou aos cinemas brasileiros em 4 de setembro “O Rei da Feira", nova comédia estrelada por Leandro Hassum. Uma mistura de mistério, misticismo e humor que o próprio ator define como uma “Agatha Christie brasileira”. Mas, ao invés de mansões inglesas, a história se passa no lugar mais "nosso" possível: a feira livre. A película foi também uma maneira do comediante matar um pouco da saudade, já que vive nos EUA há quase uma década. Foi da casa dele, na Flórida, que o ator conversou com a RFI. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles “'O Rei da Feira' é um suco de Brasil. Para a gente que mora fora, acho que conseguimos até nos identificar mais. Essa saudade, essa memória olfativa, essa memória visual, essa memória das coisas que são muito nossas, sabe? Você se identificou com o churrasquinho, vai ter gente que vai se identificar com o pastel, outros com a feira, com o cara que aponta o bicho na porta do boteco. A minha comédia vem daí, do público se identificar com o que está vendo”, diz Leandro Hassum. Um detetive com ajuda do além Na trama, Hassum interpreta um policial do subúrbio do Rio de Janeiro. Ali ele conhece todo mundo, incluindo Bode (Pedro Wagner), que morre misteriosamente após ganhar uma bolada no jogo do bicho. Uma característica desse detetive é que ele vê, desde criança, pessoas mortas e tem essa conexão com o além. E é o próprio Bode que aparece para ele logo após o "possível assassinato" para tentar desvendar o caso. “Se quiser romantizar, eu sou uma espécie de Poirot, um detetive particular, que, na verdade, nada mais é do que um policial que, nas horas vagas, ele é segurança desta feira onde ele foi criado, onde a sua mãe trabalhou, namorou o cara da barraca. Era amigo do Bode e acaba tentando resolver o crime. E aí tem essa coisa do misticismo, que é uma coisa tão nossa também, de acreditar nessas crenças de tudo. Nós somos um país que tem isso. Ora, o cara vai na igreja católica, daqui a pouco toma um banho de sal grosso, acende uma vela para o anjo da guarda, lê a Bíblia e não sei o quê”, comenta. Da feira ao Costco Falando de feira, Hassum não esconde a paixão de andar entre barracas e provar de tudo um pouco. O Leandro que vai à feira no Brasil é o mesmo que vai ao supermercado dos Estados Unidos? “Com certeza. É aquele cara que evita ir com fome porque se eu for com fome na feira ou no mercado aqui, a compra sai o dobro. Quando você vai à feira, eu sou aquele cara que aceita amostras de tudo. É igual, a gente tem o Costco aqui, né? Que você vai, o cara vai com aquelas amostrinhas", afirma. Leia tambémComediante brasileira quebra estereótipos ao retratar desafios da mulher imigrante em Hollywood "A minha mulher vai para fazer compras e eu fico ali só pegando amostrinhas aqui e ali. No Brasil não é diferente. Eu adoro ir numa feira, comer um pastelzinho de feira. Só não tomo caldo de cana, mas o resto tudo eu adoro. Provar uma fruta, provar um salgadinho, provar um aipinzinho na manteiga que o cara está fazendo. Nem sei de onde vem a manteiga, de onde vem a faca, mas a gente não está nem aí. A gente prefere não saber, deixa quieto", sorri. O fantasma da comédia Já que o assunto são os espíritos que rondam a sua nova comédia, o ator também revelou qual o maior fantasma que já atordoou a sua vida. “Foi o fantasma de eu ter resolvido fazer minha cirurgia bariátrica e fazer as pessoas entenderem que meu humor não estava só na minha barriga", diz o ator. "Esse foi um fantasma que foi difícil de fazer as pessoas entenderem que era um fantasma que estava na cabeça delas, não na minha, nunca esteve. Nunca tive dúvida do meu talento. Mas durante uns dois, três anos, foi uma coisa que me perseguiu muito, das pessoas sempre me pararem pra me perguntar por que eu tinha feito isso, que eu tinha feito besteira e tudo mais, que eu estava acabado, que eu destruí minha carreira. Graças a Deus, sigo há 11 anos, continuo trabalhando mais do que nunca, produzindo mais do que nunca, sendo convidado mais do que nunca e levando alegria para a casa das pessoas", conclui.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
On this episode, we're going to learn the difference between three verbs that you might easily get mixed up: tentar / provar / experimentar.
O Presidente da ProVar, Associação Nacional de Restaurantes considera que a sugestão da subida do IVA é uma provocação ao setor e alerta para os perigos. Daniel Serra pede uma redução do IVA para 6%.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Site da Insider:https://creators.insiderstore.com.br/MENOSEMAISCupom de desconto: MENOSEMAIS#insiderstore*Links importantes:*✦ Assine gratuitamente nossa Newsletter: https://quandomenosemais.com.br/subscribe✦ Torne-se um Apoiador e tenha acesso a cursos e conteúdos exclusivos:https://www.quandomenosemais.com.br/upgrade✦ Comunidade Vida Leve: https://comunidade.quandomenosemais.com✦ Ebook Mentalidade para ser Rico: https://quandomenosemais.com/ebookctmsr-yt✦ Clube do Livro: https://quandomenosemais.com/clubedolivroVocê gasta dinheiro errado e nem percebe!Neste podcast, vamos explorar a dismorfia financeira e como ela impacta sua vida.Aprenda a identificar padrões de consumo que estão te endividando.Descubra o minimalismo como ferramenta de liberdade financeira.Entenda como os bancos lucram com suas dívidas e como escapar desse ciclo.Prepare-se para reflexões profundas sobre seu relacionamento com o dinheiro.Deixe seus comentários e compartilhe suas experiências!Com menos, conseguimos viver mais.--- *** ---E-mail: contato@quandomensemais.comBlog: https://quandomenosemais.comYouTube: https://youtube.com/c/quandomenosemaisInstagram: https://instagram.com/quandomenosemaisFacebook: https://fb.me/quandomenosemaisPodcast / Spotify: https://quandomenosemais.com/podcastFacebook: https://fb.me/quandomenosemais--- *** ---Nossa lojinha: https://quandomenosemais.com/lojaAqui você encontrará vários dos produtos que eu comento nos vídeos como: - Arrumação, organização e limpeza da casa; - Decoração; - Plantas; - Feng Shui contemporâneo; - Livros. OBS MINIMALISTA: Lembre-se de comprar apenas o que realmente está precisando e terá de fato utilidade em sua vida.--- --- #Minimalismo #Minimalista #Essencialismo
Se você nos acompanha aqui no canal, já sabe: o passado não é residência, é referência.Mas há momentos em que faz bem lembrar como Deus esteve com você em cada luta que parecia impossível… e que você venceu! Hoje, você está aqui, mais forte, com histórias para contar e isso é prova de que o que você está enfrentando agora também vai passar.Assista até o fim e seja revigorado para enfrentar mais esse vale.
O julgamento do século começa hoje. Quantos crimes prescreveram? Quantos vão ser julgados? Se Sócrates está acusado de ter sido corrompido, quem o corrompeu? Este é o único julgamento em que vai ter de responder? Ainda se lembra do que está em causa? À procura de respostas, neste episódio, conversamos com o jornalista Rui Gustavo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sua equipe se sente ofendida? Injustiçada? Rejeitada?E você? Quanto busca aprovação? E quanto fica tentando se provar?O ciclo da aprovação termina onde começa a verdadeira liderança.Muitos líderes caem na armadilha da vitimização: “Por que não me veem?”, “Por que não me valorizam?”.
Milhares de brasileiros são vítimas, todos os dias, de abusos bancários que causam prejuízos reais e afetam diretamente a vida financeira das pessoas. Neste episódio especial, você vai entender como a advocacia pode ser uma poderosa aliada contra essas práticas ilegais.Vamos falar de forma clara e prática sobre:O que são abusos bancários e quais são os mais comunsJuros abusivos, venda casada, tarifas indevidas e muito maisComo identificar as 7 maiores ilegalidades nos contratos bancáriosQuais provas são essenciais para vencer uma ação revisionalComo proteger seus clientes de golpes e práticas lesivas dos bancosSe você atua no Direito Bancário, Revisional ou Cível, este episódio é essencial para turbinar sua atuação e conquistar mais clientes.
Informações sobre os Cruzeiros italianos no Brasil - Costa Crociere: https://www.costacruzeiros.com/ (11) 2123-3692Episódio totalmente em italiano. Se preferir, ative as legendas automáticas do YouTube em português. Provavelmente o melhor lugar onde apreciar a cozinha regional italiana no Brasil é um cruzeiro italiano e dessa vez a fome bateu forte de verdade! :)Nesse episódio especial do Buongiorno San Paolo a bordo da Costa Crociere, entrevistamos o chef Gianluca Aliotta, Executive Chef do navio Costa Diadema.Diretamente das cozinhas em alto-mar, Gianluca originario de Palermo, nos conta como é possível manter a tradição e a excelência da gastronomia italiana a bordo de um gigante flutuante. Falamos sobre logística, ingredientes, receitas típicas e, claro, o sabor da Itália que viaja com os passageiros por todos os mares. Bateu fome? Faça um cruzeiro ;) L'ITALIA È QUI.
AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS estão confirmando profecias que a Palavra de Deus já havia anunciado há séculos!Se o FIM DOS TEMPOS te causa medo ou incerteza, assista a este vídeo até o final.Referências: https://futurism.com/the-byte/former-google-ceo-ai-escape-humansSe este vídeo te ajudou, deixe seu like , comente e compartilhe!
Em 1983, Kenneth Waters foi condenado à prisão perpétua por um crime que ele nunca cometeu. Por anos, sua irmã Betty Anne Waters lutou para que ele finalmente conseguisse a liberdade no ano de 2001. Conheça a história real por trás do filme “Conviction”
Maslow se distinguiu das correntes em voga apostando em abordagem humanista: 'Queria provar que humanos são capazes de algo maior que guerra, preconceito e ódio'.
Provar a Deus não tem nada a ver com tentar a Deus. No entanto, há momentos de profunda necessidade em que somente a intervenção Divina pode transformar a situação. A prova com Deus está aberta a todos. Confira no vídeo três exemplos de pessoas na Bíblia que fizeram essa prova e tome a decisão de provar o Único Deus, que pode tirar você dessa situação!
Neste episódio do Alta Definição, Victoria Guerra partilha as suas experiências de vida e carreira, fala sobre a influência da sua família, o apoio que teve dos pais, mas também o luto - do pai e de dois irmãos bebés. A atriz sublinha a importância da liberdade e da criatividade, e como a estabilidade pode ser um inimigo do crescimento. Vitória também reflete sobre a pressão da aparência na indústria do entretenimento. Em conversa com Daniel Oliveira, aborda ainda a influência das redes sociais nas gerações mais novas e a importância de manter os pés no chão. O Alta Definição foi emitido a 30 de novembro de 2024.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você treina horas na academia e ainda não vê os resultados que esperava? Pode ser que você esteja cometendo um erro comum: exagerando no volume de séries!
Gabriel Mafra e João Maurício Souza estreiam o novo formato de bate-papo no BrFF falando de Joe Burrow, Drake London, Jordan Love e o novo HC dos Panthers, Dave Canales.
Kamala Harris terá hoje um momento de aclamação, quando fizer o seu discurso na Convenção de Chicago. Será a segunda candidata mulher à Presidência dos EUA em apenas oito anos mas, tal como a primeira, vê o seu adversário usar de todos os recursos para a diminuir. Neste episódio, falamos com Alexandra Leitão, uma das mulheres mais influentes da política portuguesa, sobre Kamala e as dificuldades das mulheres em encontrar um necessário plano de igualdade na luta política, em pleno século XXI.See omnystudio.com/listener for privacy information.
EP794 - Como Provar seu Valor em Tecnologia Entre no nosso canal do Telegram para receber conteúdos Exclusivos sobre Banco de dados Oracle: https://t.me/joinchat/AAAAAEb7ufK-90djaVuR4Q
"Trazei todos os dízimos à Casa do Tesouro, para que haja Mantimento na Minha Casa, E DEPOIS FAZEI PROVA DE MIM NISTO, diz o Senhor dos Exércitos, se EU não vos abrir as janelas do Céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes." Malaquias 3:10
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Quem será o ‘sub-cão' no debate da próxima segunda-feira entre Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos? (Calma, o intuito não é ofensivo; trata-se apenas de um tradução abaixo de cão da expressão inglesa ‘underdog'.) Ou seja, na gestão de expectativas qual dos dois candidatos terá mais a perder e qual dos dois terá mais a provar? Os frente-a-frente estão a chegar ao fim e começa a ser altura de perguntar que percepção pública ficou de duas semanas de despiques televisivos. Um tema que demorou a ser discutido mas que entretanto se impôs é o da Justiça. Depois de um juiz de instrução ter determinado que, no processo que fez cair o governo da Madeira, “não há qualquer indício de crime”, o Ministério Público está agora em xeque. E a Procuradora-Geral da República em silêncio. Que efeito terá isto na campanha ainda ninguém sabe. Por último mas não menos importante: na semana em que Trump anunciou que, se for presidente, encorajará Putin a atacar os países da NATO com quotas em atraso na Aliança Atlântica, o principal opositor do presidente russo morreu numa cadeia de alta segurança. Como dizia o outro: agora pensem.See omnystudio.com/listener for privacy information.
27. díl sezóny 2023/2024
Você sabe o que está por trás do carnaval? É muito além do que só uma festa, entenda e tome a sua decisão.
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De Cabeça: Marketing Digital | Empreendedorismo | Vendas Online
*****Acompanhe o SinceroCast no feed do De Cabeça para aprender ainda mais sobre marketing digital***** Como uma agência de marketing, a responsabilidade é ajudar clientes. para isso, é preciso ser capaz de provar o valor do trabalho e da equipe. Existem muitas maneiras de fazer isso e, neste episódio, Murilo Favero, fundador da agência paranaense Every.Pub, revela como apresentar resultados para que o cliente entenda e valorize a parceria. Tópicos ● Qual o cenário mais comum que um cliente chega até a agência ● Como apresentar resultados ● Como o cliente enxerga o valor de uma parceria ● Como envolver os clientes no processo de acompanhamento dos resultados ● Como garantir a compreensão dos resultados ● Como é o processo de apresentação dos trabalhos
"Porque, assim como desce a chuva e a neve dos céus, e para lá não tornam, mas regam a terra, e a fazem produzir, e brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come, Assim será a Minha Palavra, que sair da Minha boca; Ela não voltará para Mim vazia, antes fará o que Me apraz, e prosperará naquilo para que A enviei." Isaías 55:10-11
QUEM CRÊ VERÁ DEUS NA SUA VIDA.PROVAI, E VEDE que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que nele confia. Salmos 34:8Trazei todos os dízimos à Casa do Tesouro, para que haja mantimento na Minha casa, e DEPOIS FAZEI PROVA DE MIM NISTO, diz o Senhor dos Exércitos, se EU não vos abrir as janelas do Céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes. Malaquias 3:10