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A primeira parte do podcast “Ministério Público e Constituinte: o fim da epopeia?” está no ar. O tema "Antecedentes da Constituinte" aborda o Ministério Público e o trabalho do promotor de Justiça antes da Constituinte de 1988.Nesta edição, o entrevistado é o procurador de Justiça do MPSP Walter Sabella.André Pascoal, promotor de Justiça do MPSP e assessor descentralizado da ESMPSP, é o apresentador.
A última parte do podcast “Os bastidores da Constituição de 1988 e o papel do MP” está no ar. Com o tema “Um novo pensamento”, o episódio encerra a reflexão sobre o papel da Constituinte e os debates que marcaram a elaboração da Constituição de 1988.Nesta edição, o entrevistado é o procurador de Justiça do MPSP Plínio Gentil.André Pascoal, promotor de Justiça do MPSP e assessor descentralizado da ESMPSP, é o apresentador.
Desde a passada quinta-feira, está lançada na Guiné-Bissau a campanha de informação em torno da nova Constituição a ser submetida a referendo no próximo dia 30 de Agosto. Enquanto o Conselho Nacional de Transição tem apelado ao voto 'Sim' alegando que o texto garante uma maior estabilidade politica ao país, algumas vozes da sociedade civil têm levantado dúvidas sobre o texto e a própria legalidade da organização desta consulta popular. Nesta segunda-feira, Carmelita Pires, jurista e antiga Ministra da Justiça da Guiné-Bissau, publicou nas redes sociais um apelo ao boicote do referendo, ou em segunda instância, ao voto 'Não', após expor as suas reservas sobre a legitimidade da organização do referendo por emanar de uma entidade que tomou o poder pela força, os moldes da fiscalização da consulta e ainda o universo de eleitores que abrange. Na sua publicação, Carmelita Pires sublinha também e sobretudo não ver a utilidade de se organizar um referendo, dado que a nova Constituição -a que chama de 'Constituição Militar'- já foi adoptada pelo Conselho Nacional de Transição e inclusivamente está inscrita no Boletim Oficial da República da Guiné-Bissau desde finais de Fevereiro. RFI: Antes de abordarmos o conteúdo da nova Constituição, o que se pode dizer sobre os moldes do referendo? Carmelita Pires: Estamos perante uma ruptura da ordem constitucional. Nós temos uma Constituição vigente na Guiné-Bissau. Um golpe de Estado que, de repente, quer-se transformar em poder constituinte. E como se não bastasse, já que se refere à questão da organização, a verdade é que, tendo isto tudo na base, nós até nem sabemos o que é que vamos votar. Porque veja bem, se é que vamos votar um referendo, mas de uma Constituição que, entretanto, já está no nosso Boletim Oficial que dá vigor e eficácia a esse acto supostamente jurídico desde 24 de Fevereiro de 2026. A organização é o poder de facto que está a controlar tudo mesmo. Não há hipótese de fiscalização nenhuma porque, em última análise, aquilo que é a fiscalização prévia cabe ao Supremo Tribunal de Justiça, que foi assaltado por militares, como nós sabemos. A participação da diáspora está fora. Completamente. Nós nem sequer conseguimos saber o que é o número de eleitores. E caricatamente, nas vésperas, a semana passada, eles resolveram substituir o cartão dos eleitores por uma espécie de segunda via. Tudo isto indicia uma fraude. RFI: Citou uma série de textos que prevêem, nomeadamente, que não se possa organizar uma consulta popular entre a data em que se marquem eleições e a própria realização de eleições. Menciona igualmente que também não possa haver uma nova remodelação da Lei Suprema guineense antes do prazo de dez anos. Carmelita Pires: Refere-se a duas questões diferentes. Refere-se à própria Constituição que supostamente vai ser submetida a um referendo popular. Eles nessa Constituição, dizem que são dez anos. Ou seja, a própria Constituição, nós estamos a falar, desde a sua origem, que a nossa Constituição de proclamação unilateral do Estado de 1973 e todas as outras, mesmo depois de nós aderirmos à democratização do nosso país, um sistema multipartidário tem os seus mecanismos próprios de prever a revisão. Ora, isto é um bloqueio total do Estado. Isto é, conforme o sistema que eles estão a prever neste tal texto da 'Constituição Militar', é bloquear mesmo o próximo poder que possa surtir das tais eleições que eles próprios também marcaram. A outra questão é na própria lei de referendo. A lei de referendo prevê um prazo de marcação do referendo. Quer dizer que durante um determinado período que a própria lei reconhece, não é possível a convocação e realização do referendo. Refiro-me concretamente ao Artigo 9.º n.°1. Quando este referendo foi convocado, as eleições já estavam formalmente marcadas há quase seis meses. Portanto, tanto a convocação como a realização prevista do referendo situa-se num período que o Artigo 9.º n.°1 da própria lei que eles fizeram, proíbe. RFI: Também menciona no seu 'post' a questão da fiscalização das entidades que vão estar a vigiar este referendo. Carmelita Pires: Efectivamente é mais complicado. Porque qual é que é a fiscalização? Mandou-se a fiscalização prévia para o Supremo Tribunal de Justiça. Volto a dizer, os órgãos de soberania foram todos assaltados antes do tal golpe de Estado. Este Conselho Nacional de Transição vem só confirmar tudo o que já tinha sido apropriado. Então, eles dizem que dá-se ao Supremo Tribunal a fiscalização prévia na veste do Tribunal Constitucional que não existe, veja só. Mas a iniciativa tem que ser requerida pelo Presidente da República de Transição, o militar Presidente da República. Existem também, na própria lei, mecanismos de reclamação e recurso de participação civil, mas muito ténues. Quando, todavia, permanece a questão de que há fiscalização autónoma efectiva, não existe por parte das forças políticas, de organizações independentes do poder que estão a promover este referendo. Tudo suscita muitas dúvidas. Não está nada clara a questão da fiscalização. RFI: E lá está, em simultâneo com o lançamento da campanha de sensibilização sobre este referendo, também se dá posse aos novos juízes conselheiros do Supremo Tribunal. Isto é um mero acaso de calendário, a seu ver? Carmelita Pires: Não, a meu ver, não é um mero acaso. É deliberado. E voltamos sempre a essa questão no Supremo Tribunal ter sido assaltado por homens armados, compulsivamente retirado o seu presidente. Depois, engenharias foram feitas para que se pusesse no topo da cadeia da magistratura do nosso país magistrados que sejam simpatizantes do 'status quo'. E ainda por cima são doze. Mas neste momento, estão empossados oito e parece que se fecha assim. Portanto, não se está a observar sequer a lei do Conselho Superior de Magistratura sobre estas questões, nem sequer a nossa lei judiciária e todas as prerrogativas do Supremo Tribunal. Isto é dramático. O termo, acho que é mesmo esse. Isto é dramático, a forma como estão a ser destruídas as instituições da República, particularmente aquela que é o topo, o cimo da cadeia da Justiça da Guiné-Bissau. RFI: Sobre o conteúdo desse novo texto submetido a referendo, evocou-se muito no espaço público guineense o facto de se fazer algumas alterações no parlamento guineense, que passa a ter menos deputados do que na anterior Constituição. Carmelita Pires: Entrar nesta Constituição que eu chamo 'Constituição Militar', se a origem está viciada, por que razão nós vamos nos dar ao trabalho? Nós, particularmente, que temos esta formação específica de estar a analisá-la. Mas posso lhe só dizer que, enfim, nós estamos a falar de 30 e tal artigos na Constituição vigente e vamos para quatro ou cinco vezes mais do que isso. É uma espécie de "copié-collé" (copy-paste), pega-se no nosso sistema semipresidencial que, já por si, tinha pendor presidencial, em que o presidente já tinha uma série de prerrogativas. Uma delas é presidir o Conselho de ministros como bem entendesse, porque é uma Constituição também feita para uma transição democrática, mas em que estávamos num Estado de partido único, de um poder absoluto. Também já tem as suas anomalias e é natural que nós não estamos contra isto, de que já é chegado o momento, tanto mais que é uma manta de retalhos, para nós irmos para a liberação económica política. E queríamos fazer, mas não nestes termos, porque a sua origem está viciada à partida. E enfim, tem uma série de situações que saem logo ao de cima. Vê-se que é a preocupação do regime, como é o caso, de obrigar quem se candidatar à presidência, tem que estabelecer cinco anos de residência, no mínimo. Parece, aliás, caricatamente, que o próprio ex-presidente com o qual eles estão a trabalhar, também lhe apanha, se for o caso, quando falarmos das próximas eleições. Mantém no poder os órgãos instituídos pela Carta de Transição, nesta nova Constituição militar, até à posse dos futuros titulares dos órgãos de soberania. Ou seja, os órgãos nascidos depois de uma ruptura produzem um texto que é esta Constituição Militar que passa a fundamentar a sua própria permanência no poder. E vão mais longe ainda: impedem, conforme nós dissemos, qualquer nova revisão constitucional em dez anos. Alteram a Constituição depois de uma ruptura militar e pretendem impedir que futuros representantes democraticamente eleitos pelo povo possam revê-la numa década. Admite-se? Isto é, só trazendo ao de cima as coisas mais flagrantes. Mas quando a origem em si da própria Constituição Militar é imposta, é uma interrupção coerciva do processo eleitoral, porque o povo guineense votou a 23 de Novembro de 2025 e depois vem com esta justificação de que dão este golpe pelas imensas razões que eles próprios invocaram e não se sabe em que Constituição é que nós estamos neste momento a navegar. A 'Constituição Militar' é um Golpe de Estado que vai transformar-se em poder constituinte. Quem toma o poder pelas armas não adquire, por esse facto, legitimidade para substituir a Constituição da República e criar uma nova ordem constitucional. Isto é mais que evidente. RFI: Este fim-de-semana, o Presidente de transição, o general Horta Inta-A, disse que o referendo a esta Constituição não visa permitir o regresso de Sissoco Embaló ao poder. Carmelita Pires: Bom, isso são suspeições que caem sobre eles. É gente do Sissoco. O actual Presidente militar esteve em campanha, por Sissoco Embaló, o ex-Presidente. Quando viram que as pessoas estavam a falar por demais ali, puseram nas instituições públicas a fotografia do tal Presidente autoproclamado. E não é só isso. É que não só o próprio Presidente, porque aquilo é pequeno. O chefe de Estado das Forças Armadas, o ex-presidente o tinha posto como chefe de Estado-Maior particular das suas forças. Temos milícias que estão sob a tutela de comandos ou milícias constituídas pelo ex-presidente e temos 30 e tal pessoas que são nomeadas para este tal governo de transição, como para a tal Assembleia forjada, que são pessoas afectas -inclusive posso dizer isto- até do ponto de vista étnico, ao Presidente deposto. Portanto, é natural que ao guineense lhe surjam suspeições. Suspeições sérias. Mas acho que não é só os guineenses. A própria comunidade internacional, porque as Nações Unidas estão lá. A União Africana está lá, a CEDEAO está lá. Todos vêem estas questões porque são flagrantes. RFI: Por fim, no seu 'post', apela à resistência do povo guineense. Apela à abstenção. A seu ver, de que modo é que os eleitores guineenses deveriam actuar no dia 30 de Agosto? Carmelita Pires: Tivemos algumas dúvidas metódicas em relação a um bloqueio total perante tudo o que eu acabei de lhe dizer. Ou então dizer às pessoas vão votar e vão votar 'Não'. Isto porque, veja bem que naquela altura, também para as eleições que eles recusaram até hoje reconhecer, apesar de a CNE já estar outra vez a funcionar, porque é que eles deram um golpe e não protegeram a CNE? Mas agora, já se protege para o tal referendo, não é? Bom, acontece que já nessa altura nós dizíamos como é que vamos a eleições quando estavam a destruir os partidos, não aceitavam determinadas candidaturas. Foi o que foi. E mesmo assim fomos e ganhou-se com maioria. Foram as primeiras eleições na Guiné-Bissau em que, logo à primeira volta de umas presidenciais, já não haveria segunda volta porque se tinha atingido um resultado que nunca tinha sido atingido. Mesmo assim, foi o que foi. Então, é natural que, neste momento, a gente diga 'Não'. Se calhar é melhor bloquear já, porque temos estes dados todos. O reverso da medalha é assim: se a coisa já estiver feita e estiver tudo pronto, como é o caso, de se publicar uma Constituição que já está em vigor supostamente porque essa é a regra jurídica no nosso país, já está tudo arranjado. Então, talvez também sugerir às pessoas, as tais que não desobedecerem, as tais que não boicotarem, que continuem uma resistência cívica. Ou seja, se forem votar, que votem 'Não', com algum receio de que eles aproveitem as pessoas a ir votar no tal dia e possam beneficiar das imagens, para dizer que está tudo bem no nosso país, quando não está. Aí está o apelo à resistência. Não saiam de casa. Isto é tudo o que tem a ver com desvirtuar completamente a proclamação daquele Estado e tudo o que são as instituições e a soberania do país. Ao mesmo tempo, dizer também que se acharem mesmo que têm que ir votar, pelo menos votem 'Não'. 'Não' há Constituição militar, 'Não' ao referendo militar e 'Não' à substituição da Constituição pela força das armas.
A segunda parte do podcast “Os bastidores da Constituição de 1988 e o papel do MP” vai falar sobre a história não oficial da Constituinte.Nesta edição, o entrevistado é o procurador de Justiça do MPSP Plínio Gentil.André Pascoal, promotor de Justiça do MPSP e assessor descentralizado da ESMPSP, é o apresentador.
A primeira parte do podcast “Os bastidores da Constituição de 1988 e o papel do MP” vai falar sobre os desafios da Constituinte.Nesta edição, o entrevistado é o procurador de Justiça do MPSP Plínio Gentil.André Pascoal, promotor de Justiça do MPSP e assessor descentralizado da ESMPSP, é o apresentador.
Pedro Delgado Alves e José Eduardo Martins analisam o caso do ministro da Administração Interna, Luís Neves, fragilizado politicamente após uma conferência de imprensa que não trouxe novidades relevantes. O debate estende-se ao caso de vandalismo e assalto no gabinete de André Ventura no Parlamento, descrito pelos comentadores como um crime grave e sem precedentes na democracia portuguesa. Ouça este episódio do Antes pelo Contrário em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na última parte do podcast “Da Constituinte à Segurança Pública: uma trajetória”, o entrevistado vai falar sobre Mário Covas, que foi governador de São Paulo de 1995 a 2001.Marco Vinicio Petrelluzzi é procurador de Justiça do MPSP aposentado e ex-secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo.André Pascoal, promotor de Justiça do MPSP e assessor descentralizado da ESMPSP, é o apresentador.
A segunda parte do podcast “Da Constituinte à Segurança Pública: uma trajetória” vai falar sobre a construção da nova segurança pública em São Paulo.Nesta edição, o entrevistado é o procurador de Justiça do MPSP aposentado e ex-secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo Marco Vinicio Petrelluzzi.André Pascoal, promotor de Justiça do MPSP e assessor descentralizado da ESMPSP, é o apresentador.
A primeira parte do podcast “Da Constituinte à Segurança Pública: uma trajetória” vai falar dos bastidores da Constituinte.Nesta edição, o entrevistado é o procurador de Justiça aposentado e ex-secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo Marco Vinicio Petrelluzzi.André Pascoal, promotor de Justiça do MPSP e assessor descentralizado da ESMPSP, é o apresentador.
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Você conhece bem uma das vertentes do Cristianismo que mais cresceu nas últimas décadas? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a história do Pentecostalismo.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaViaje comigo, com o Vogalizando a História e com o Operação Barbarussa pra Grécia e Roma!https://partiu.vip/historiaecinema2026Ouça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okAssista meu outro podcast, o História pros brother!https://open.spotify.com/show/04a8C8gXTLj68lmZiQD8vmCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8Compre a camisa do História em Meia Hora: https://www.blablalogia.com/blablalojinha/akiralampiaoh30PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- CAMPOS, Leonildo Silveira. Pentecostalismo e Protestantismo "Histórico" no Brasil: um século de conflitos, assimilação e mudanças. Horizonte, Belo Horizonte, v. 9, n. 22, p. 504-533, jul./set. 2011.- MARIANO, Ricardo. Neopentecostais: os pentecostais estão mudando. São Paulo: Loyola, 1999.- MENDONÇA, Antonio Gouvêa. O celeste porvir: a inserção do protestantismo no Brasil. 3. ed. São Paulo: Edusp, 2008.- ALVES, Rubem. Protestantismo e repressão. São Paulo: Ática, 1979.- HOLLENWEGER, Walter. El pentecostalismo: história e doutrinas. Buenos Aires: La Aurora, 1972.- FRESTON, Paul. Protestantes e política no Brasil: da Constituinte ao Impeachment. Tese de Doutorado. Campinas: Unicamp, 1993.- BERGER, Peter. O dossel sagrado: elementos para uma teoria sociológica da religião. São Paulo: Paulinas, 1985.
Nelson Jobim no Direito de Resposta: os bastidores da Constituição de 1988, o STF de ontem e de hoje, e o que mudou na política brasileiraNeste episódio especial de aniversário de 6 anos do Direito de Resposta, Renato Sapiro recebe o Ministro Nelson Jobim — um dos personagens mais completos da história recente do Brasil. Advogado de formação, Jobim foi deputado federal constituinte, Ministro da Justiça no governo Fernando Henrique Cardoso, Ministro do Supremo Tribunal Federal (com passagem pela presidência da Corte entre 2004 e 2006), e Ministro da Defesa no governo Lula. Hoje atua como parecerista e conselheiro do BTG Pactual.Nessa conversa rara, Jobim abre os bastidores da Assembleia Constituinte de 1988 — como foi a disputa pela relatoria entre Fernando Henrique Cardoso e Bernardo Cabral, o papel de Ulisses Guimarães na condução dos consensos, e por que a Constituição brasileira é tão extensa. Também fala sobre a radicalização política no Brasil, a crise de funcionamento do STF, o impacto da TV Justiça no comportamento dos ministros, e o que separa o advogado com biografia do que vai ao Supremo para construí-la.Para advogados, sócios e gestores de escritórios que querem entender o funcionamento real das instituições brasileiras — esse episódio é imperdível.Temas abordados:Planejamento de carreira: por que Jobim nunca fez projetosA formação jurídica e o papel do humanismo na advocaciaOs bastidores da Constituinte de 1988A diferença entre o STF de 1997 e o STF de hojeTV Justiça e a transformação do comportamento dos ministrosA radicalização política e o fim do diálogo entre adversáriosAdvocacia e inteligência artificial: o que a IA não substituiO Ministério da Defesa e a subordinação dos militares ao poder civilA teoria do "arrependimento eficaz" nas decisões de carreira
Nesta quarta-feira (11), às 16h, será lançado no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, o livro 'A Cidadania Começa com o Alfabeto': O Direito à Alfabetização na Assembleia Nacional Constituinte de 1987-1988, escrito por Jefferson Chaves. Em entrevista, o autor discute a importância da alfabetização no contexto da nova democracia após duas décadas de ditadura. Ele também fala sobre como o cidadão pode adquirir ou acessar o livro em versão digital.
Projeto que libera a divulgação dos documentos do caso Epstein foi aprovado na Câmara e no Senado, seguindo agora para assinatura de Donald Trump. E mais:- Príncipe saudita Mohammed bin Salman diz que só assina os Acordos de Abraão se houver um caminho concreto para criar um Estado palestino- População equatoriana diz não no plebiscito em que o presidente Daniel Noboa pedia a criação de uma Constituinte e a instalação de bases militares estrangeiras no país para ajudar os Estados Unidos no combate ao narcotráfico- Vaso sanitário feito de ouro maciço 18 quilates por um artista italiano foi vendido por mais de 12 milhões de dólares Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
A anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro reacendeu um debate central sobre os limites da Constituição e o papel do Congresso Nacional. Afinal, crimes contra a democracia podem ser perdoados? Neste vídeo, a Brasil Paralelo analisa documentos históricos, decisões judiciais e o texto constitucional para responder a essa pergunta que divide o país.
Conheça a maior comunidade de criminalistas do Brasil: https://mindjuscriminal.com.br/comunidade-form-yt/?utm_source=yt_aragaoNo podcast do Portal Mindjus, Murillo Aragão – advogado, cientista político, jornalista e referência em análise de risco político – compartilha sua trajetória desde a Constituinte, passando pelo impeachment de Collor, até sua atuação na leitura estratégica de cenários que impactam empresas, advogados e o próprio país. Uma conversa profunda sobre Direito, política e advocacia estratégica que abre horizontes para qualquer profissional que deseja pensar fora do óbvio.
Missivas do século passado, revisitadas hoje No primeiro ato: as histórias enterradas numa avalanche de sugestões. Por Flora Thomson-DeVeaux. No segundo ato: uma carta sob sigilo de 30 anos. Por Natália Silva. [Reprise] A transcrição do episódio está disponível no site da Rádio Novelo: https://bit.ly/transcriçãoep132 Ter ideia de presente pro Dia dos Namorados não é o seu maior talento? Nossa parceira Insider pode ajudar. Com peças elegantes, confortáveis e inteligentes, fica mais fácil deixar o mozão feliz (e aliviado que você não escolheu o carro de som com declarações românticas). Em junho, a entrega é super rápida e os ouvintes Novelo têm desconto especial. Para aproveitar, insira o cupom RADIONOVELO ao final da sua compra pelo site: https://creators.insiderstore.com.br/RADIONOVELO #insiderstore Quer conhecer as mais de 100 opções de pratos e porções individuais que te ajudam a manter uma dieta equilibrada com preço justo? Clique aqui e insira o cupom RADIONOVELO para ganhar 10% de desconto na sua primeira compra com a Liv Up. Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/ Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/ Palavras-chave: Carta, Cartas da Constituinte, SAIC Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
As eleições para a Constituinte de 1975 marcaram a história da democracia portuguesa. 50 anos depois, surge a reflexão: afinal, como poderá o passado refletir alicerces para o presente?See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Reconversa” recebeu Simone Schreiber, desembargadora do Tribunal Regional Federal da Segunda Região, para um bate-papo sobre justiça, essa instituição “demasiadamente humana“, para apelar a um filósofo, no que ela pode ter de horror, mas também de maravilha. Professora de direito da Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio), Simone reflete sobre a neutralidade do juiz — que, afinal, existe neste mundo, não no éter — e sobre a “solução justa”. Apelando ao bom humor, diz de si mesma pertencer à “galera dos direitos humanos”, expressão depreciativa que reacionários tentam pespegar nos defensores das garantias fundamentais. Sua dissertação de mestrado tem 34 anos e, vejam vocês!, conserva impressionante atualidade: “A Força do Argumento e o Argumento da Força - O Lobby dos Militares na Constituinte da Nova República”. Obteve o doutorado em 2007, sob a orientação de Roberto Barroso, que ora preside o STF, com uma tese que virou livro: “A Publicidade Opressiva nos Julgamentos Criminais”. Também esse tema está aí, candente: com alguma frequência, espera-se que o togado produza mais justiçamento do que justiça. Ninguém melhor do que Simone para esconjurar tanto a omissão como a espetacularização do Judiciário. Imperdível.
Há 50 anos, as eleições de 25 de Abril de 75 deram origem à Assembleia Constituinte, que em menos de um ano iria aprovar a primeira Constituição da democracia portuguesa. Esta é a história desses diasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A alegria libertadora dos abraços a desconhecidos no 1º de Maio e nas filas para votar nas primeiras eleições livres. Os dilemas antes de aderir ao PPD e os boicotes da esquerda aos comícios. As perguntas bizarras nas sessões de esclarecimento em que ensinava como se votava. O plano insensato para defender a sede do PSD no 11 de março, em que adormeceu de cansaço. As discussões épicas e os bastidores dos meses na Assembleia Constituinte, sem receber salário nos primeiros meses. O privilégio de ajudar a escrever a Constituição. E o encontro inesperado com os outros deputados esfomeados no Leitão da Mealhada, depois do cerco ao parlamento, quando iam levar a Constituinte para o Porto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A alegria libertadora dos abraços a desconhecidos no 1º de Maio e nas filas para votar nas primeiras eleições livres. Os dilemas antes de aderir ao PPD e os boicotes da esquerda aos comícios. As perguntas bizarras nas sessões de esclarecimento em que ensinava como se votava. O plano insensato para defender a sede do PSD no 11 de março, em que adormeceu de cansaço. As discussões épicas e os bastidores dos meses na Assembleia Constituinte, sem receber salário nos primeiros meses. O privilégio de ajudar a escrever a Constituição. E o encontro inesperado com os outros deputados esfomeados no Leitão da Mealhada, depois do cerco ao parlamento, quando iam levar a Constituinte para o Porto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quem Conversa Bem Viver nesta quarta-feira (12) é a deputada federal Benedita da Silva, a única mulher parlamentar negra presente na Assembleia Constituinte, em 1988. Ela faz um balanço sobre esses anos na política, comenta o sucesso de Ainda Estou Aqui nos evangélicos e também as mudanças ministeriais no governo.
Brasil ficou independente! E agora? Era a hora de criar um Estado, tentar manter a unidade territorial, costurar acordos entre as diferentes elites regionais, formar uma assembleia constituinte e coroar o primogênito da coroa portuguesa como o primeiro Imperador do Brasil. Acompanhe o papo entre C. A. e Beraba e entenda o turbilhão de conflitos e reviravoltas no período que ficou conhecido como Primeiro Reinado! Nova campanha de financiamento coletivo: https://apoia.se/fronteirasnotempo Arte do Episódio: Danilo Pastor Mencionado no episódio Episódios ligados diretamente ao atual Fronteiras no Tempo Drops #00 7 de Setembro [episódio piloto] Fronteiras no Tempo #9 – Independência do Brasil Fronteiras no Tempo: Historicidade #54 Independência do Brasil e Humanidades Digitais Fronteiras no Tempo #68 Independências na América Espanhola Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #86 Primeiro Reinado. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 30/10/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=63752&preview=true Expediente Produção Geral e Hosts: C. A. e Beraba. Recordar é viver: Willian Spengler. Edição e Arte do Episódio: Danilo Pastor (Nativa Multimídia). Material Complementar Artigos e livros acadêmicos CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. O longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. Constituições Brasileiras: 1824 e 1988. Constituições brasileiras: 1824 e 1988 (senado.leg.br) FRAGOSO, João Luís. Homens de grossa aventura: acumulação e hierarquia na praça mercantil do Rio de Janeiro (1790-1830). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1992. FRAGOSO, João Luís; FLORENTINO, Manolo. O arcaísmo como projeto: mercado atlântico, sociedade agrária e eleite mercantil no Rio de Janeiro (1790-1840). Rio de janeiro: Diadorim, 1993. LUSTOSA, Isabel. D. Pedro I, os Andrada e a dissolução da Constituinte. Almanack, n.37, 2024. Disponível em: https://www.scielo.br/j/alm/a/yRDfq6T8Ydb8xSYykGpLTKR/?lang=pt LUSTOSA, Isabel. Insultos Impressos: a guerra dos jornalistas na independência (1821-1823). São Paulo: Cia das Letras, 2000, 497p. SOUZA, Iara Lis Carvalho. Pátria Coroada: o Brasil como corpo político autônomo (1780-1831). São Paulo: UNESP, 1999, 396p. Links Impressões Rebeldes - Confederação do Equador 1824 Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, João Luiz Farah Rayol Fontoura, Juliana Zweifel, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Brasil ficou independente! E agora? Era a hora de criar um Estado, tentar manter a unidade territorial, costurar acordos entre as diferentes elites regionais, formar uma assembleia constituinte e coroar o primogênito da coroa portuguesa como o primeiro Imperador do Brasil. Acompanhe o papo entre C. A. e Beraba e entenda o turbilhão de conflitos e reviravoltas no período que ficou conhecido como Primeiro Reinado! Nova campanha de financiamento coletivo: https://apoia.se/fronteirasnotempo Arte do Episódio: Danilo Pastor Mencionado no episódio Episódios ligados diretamente ao atual Fronteiras no Tempo Drops #00 7 de Setembro [episódio piloto] Fronteiras no Tempo #9 – Independência do Brasil Fronteiras no Tempo: Historicidade #54 Independência do Brasil e Humanidades Digitais Fronteiras no Tempo #68 Independências na América Espanhola Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #86 Primeiro Reinado. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 30/10/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=63752&preview=true Expediente Produção Geral e Hosts: C. A. e Beraba. Recordar é viver: Willian Spengler. Edição e Arte do Episódio: Danilo Pastor (Nativa Multimídia). Material Complementar Artigos e livros acadêmicos CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. O longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. Constituições Brasileiras: 1824 e 1988. Constituições brasileiras: 1824 e 1988 (senado.leg.br) FRAGOSO, João Luís. Homens de grossa aventura: acumulação e hierarquia na praça mercantil do Rio de Janeiro (1790-1830). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1992. FRAGOSO, João Luís; FLORENTINO, Manolo. O arcaísmo como projeto: mercado atlântico, sociedade agrária e eleite mercantil no Rio de Janeiro (1790-1840). Rio de janeiro: Diadorim, 1993. LUSTOSA, Isabel. D. Pedro I, os Andrada e a dissolução da Constituinte. Almanack, n.37, 2024. Disponível em: https://www.scielo.br/j/alm/a/yRDfq6T8Ydb8xSYykGpLTKR/?lang=pt LUSTOSA, Isabel. Insultos Impressos: a guerra dos jornalistas na independência (1821-1823). São Paulo: Cia das Letras, 2000, 497p. SOUZA, Iara Lis Carvalho. Pátria Coroada: o Brasil como corpo político autônomo (1780-1831). São Paulo: UNESP, 1999, 396p. Links Impressões Rebeldes - Confederação do Equador 1824 Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, João Luiz Farah Rayol Fontoura, Juliana Zweifel, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Saudações pessoas! a Professora e pesquisadora Renata Nagamine (o nome é um pouco maior, mas isso vocês verão depois!!) está conosco essa semana. Bolsista de pós-doutoramento no Cebrap com pesquisa sobre "Pluralismo religioso e diversidades no Brasil pós-Constituinte", chega para um papo profundo sobre o entrelaçamento entre religião e política, poder e espaço(s) público(s) no nosso país - com tempo para ponderar sobre os discursos típicos da nossa era neoliberal miserável (e o que um ethos ou um campo simbólico tem de 'religioso'). Taca o play e prepara o bloco de notas!
Seja bem-vindo! Nós somos o podcast Falar Português Brasileiro. Quero dar as boas-vindas a você que está chegando agora e para você que sempre escuta os episódios, mais uma vez: seja muito bem-vindo. Você ouviu nos episódios passados que todo dia um pouquinho está de volta? Não perca tempo! Venha Falar Português Brasileiro. Acesse o link da minha página e faça a sua inscrição! Combinado? Estamos começando livro novo no nosso Clube de Leitura – Ideias para adiar o fim do mundo – literatura indígena; Sim! Isso mesmo! É sobre isso este episódio! Você também pode adquirir o exemplar gratuito da revista FPB e o segundo exemplar por aproximadamente 2 dólares. Menos do que um cafezinho. Se pensarmos em conhecimento, o valor é irrisório. Veja essa palavra no dicionário. Seja um apoiador do podcast e também participe do Clube de Leitura! Este episódio é de apresentação da biografia de Ailton Krenak, ativista do movimento socioambiental e defensor dos direitos dos povos indígenas, participou da fundação da Aliança dos Povos da Floresta e da União das Nações Indígenas (UNI). Como uma liderança histórica no movimento indígena, exerceu um papel crucial na conquista dos Direitos Indígenas na Constituinte de 1988. É ambientalista, filósofo, poeta, escritor e também doutor honoris causa pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Farei a leitura na íntegra do artigo publicado na página Cartas indígenas ao Brasil .com.br. O link está aqui a descrição. Para ler o material: https://cartasindigenasaobrasil.com.br/biografia/ailton-krenak/ --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/falar-portuguesbrasileiro/support
No Jornal PT Brasil, Amanda Guerra entrevistou José Genoíno, deputado federal Constituinte e ex-presidente nacional do PT, que falou sobre a decisão do STF sobre o poder moderador das Forças Armadas.
O presidente Lula (PT) participou na manhã desta segunda-feira, 18, da posse do novo procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, em Brasília. Lula discursou após afirmar que não faria um discurso. Diante da plateia, o petista disse que o chefe do Ministério Público Federal (MPF) “não deve se submeter a um presidente ou a qualquer outro chefe de Poder da República”. “Doutor Paulo, eu só queria lhe pedir uma coisa. O Ministério Público é uma instituição tão grande, que nenhum procurador tem o direito de brincar com ela. O MP é de tamanha relevância para a sociedade brasileira e para o processo democrático deste país que um procurador não pode se submeter a um presidente da República, ao presidente da Câmara, ao presidente do Senado, não pode se submeter aos presidentes de outros poderes, mas não pode se submeter à manchete de nenhum jornal ou de um canal de televisão”, disse Lula. Além disso, Lula criticou o que chamou de “acusações levianas” e disse que o Ministério Público “não pode achar que todo político é corrupto”. “Trabalhe com aquilo que o povo espera do MP. As acusações levianas não fortalecem a democracia, não fortalecem as instituições. Muitas vezes se destrói uma pessoa antes de dar a ela a chance de se defender”, disse. O petista disse ainda que se criou um conceito na sociedade de que “qualquer denúncia contra qualquer político já parte do pressuposto de que é verdadeira. E nem sempre é”. “Houve um momento em que aqui neste país as denúncias das manchetes de jornais falaram mais alto do que os autos dos processos. Muitas vezes. E, quando isso acontece, se negando a política, o que vem depois é sempre pior do que a política. Não existe a possibilidade de o MP achar que todo o político é corrupto”, afirmou Lula. Qual o papel do PGR? O PGR é legitimado a propor ações diretas de inconstitucionalidade, representação para intervenção federal nos estados e no DF, e ações penais públicas e cíveis no STF. Para processar criminalmente o presidente da República por crime comum, a Procuradoria-Geral da República deve apresentar uma denúncia ao Supremo, a quem cabe julgar o caso. Em seu discurso, Paulo Gonet afirmou que é preciso “resgatar” do papel institucional do MPF. O indicado de Lula vai comandar a instituição pelos próximos dois anos. Ele assume o posto na vaga deixada por Augusto Aras, que havia sido indicado por Jair Bolsonaro (PL). “No nosso agir técnico, não buscamos palco nem holofotes. Mas, com destemor, havemos de ser fiéis e completos, ao que nos delega o Constituinte e nos outorga o legislador democrático. Devemos ser inabaláveis diante dos ataques dos interesses contrariados e constantes diante da efervescência das opiniões ligeiras. Devemos sobretudo ter a audácia de sermos bons, justos e corretos”, disse. Ainda durante a sua fala, Gonet afirmou que o papel PGR não é o de “formular políticas públicas, mas de garantir que os poderes eleitos efetivem essas políticas. “Temos um passado a resgatar, um presente a nos dedicar e um futuro a preparar. O Ministério Público vive um momento crucial na cronologia da nossa República democrática. O instante é de reviver na instituição os altos valores constitucionais que inspiraram a sua concepção única na história e no direito comparado”, completou. Processos no MPF À frente do Ministério Público Federal (MPF), o novo PGR será responsável por dar andamento a centenas de investigações envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e ao ministro das Comunicações, Juscelino Filho. No caso de Bolsonaro, Gonet vai atuar nas investigações que apuram as doações via Pix feitas ao ex-presidente. Também deve dar pareceres sobre o inquérito das milícias digitais, que envolve uma série de frentes de apuração como a das supostas fraudes no cartão de vacinação do ex-presidente e as tentativas de venda das joias sauditas. Nessa esfera, também vai se manifestar sobre a delação do ex-ajudante de ordens coronel Mauro Cid. Já no caso envolvendo o atual ministro das Comunicações do governo do presidente Lula, Gonet vai atuar nas investigações na Operação Benesse, que apura o envolvimento de Juscelino Filho em uma suposta quadrilha responsável por fraudes em licitações, lavagem de dinheiro e desvio de verbas federais da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Os processos dos atos do 8 de janeiro, atualmente sob responsabilidade do Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos (GCAA), também passarão pela mesa do novo Procurador-Geral. Além de investigar a omissão de autoridades perante às tentativas de golpe, o grupo já apresentou 1,4 mil denúncias e também analisa a possibilidade de réus fecharem acordos de não persecução penal com o MPF. Quem é Paulo Gonet? Com 62 anos, o doutor em Direito Constitucional pela Universidade de Brasília (UnB), Paulo Gonet é procurador-geral eleitoral interino e já atuou como vice-procurador-geral eleitoral e subprocurador-geral da República. Ele foi responsável pelo parecer favorável do Ministério Público Federal (MPE) à inelegibilidade de Jair Bolsonaro na ação sobre a reunião com embaixadores, na qual o então presidente contestou o sistema eleitoral sem provas em julho de 2022, a semanas do início oficial da campanha eleitoral. Durante as eleições de 2022, Paulo Gonet foi ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e apresentou uma representação contra Bolsonaro por suas falas contestando o sistema eleitoral brasileiro. Além disso, solicitou a exclusão do vídeo da reunião com os embaixadores de veículos da imprensa. O nome do subprocurador à PGR recebeu apoio dos ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo... e muito mais. Link do canal: https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Ser Antagonista é fiscalizar o poder. Aqui você encontra os bastidores do poder e análises exclusivas. Apoie o jornalismo independente assinando O Antagonista | Crusoé: https://hubs.li/Q02b4j8C0 Não fique desatualizado, receba as principais notícias do dia em primeira mão se inscreva na nossa newsletter diária: https://bit.ly/newsletter-oa Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O programa 20 MINUTOS desta terça-feira (13/10) recebe o deputado federal pelo PT de São Paulo, Rui Falcão. Quer contribuir com Opera Mundi via PIX? Nossa chave é apoie@operamundi.com.br (Razão Social: Última Instância Editorial Ltda.). Desde já agradecemos! Assinatura solidária: www.operamundi.com.br/apoio Siga Opera Mundi no Twitter: https://twitter.com/operamundi
Boa terça, angulers! Para comemorar os QUATRO ANOS do nosso Angu de Grilo, uma conversa com o gigante Ailton Krenak, um dos maiores líderes indígenas do Brasil. O papo foi inspirador, leve, firme. Inesquecível! Falamos sobre a disputa pela cadeira na ABL, Março Temporal, seu discurso na Constituinte, as consequências do desastre de Mariana para o povo Krenak, a importância de ouvir e sentir a terra e muito mais. E vamos para mais quatro anos! Sirvam-se! Ailton Krenak é ativista do movimento socioambiental e de defesa dos direitos indígenas. É representante da etnia Krenak e um dos maiores líderes indígenas do Brasil, com reconhecimento internacional. É autor de seis livros que já foram traduzidos e publicados em mais de dez países e candidato à cadeira cinco na Academia Brasileira de Letras. É comendador da Ordem de Mérito Cultural da Presidência da República e doutor honoris causa pela Universidade Federal de Minas Gerais e pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Edição e mixagem: Tico Pro - Indicações do #201: - Apoie o Angu no apoia.se/angudegrilo - Apoie o Angu na Orelo.cc/angudegrilo - “Ideias para adiar o fim do mundo”, de Ailton Krenak (livro) - Discurso de Ailton Krenak na Assembleia Constituinte, em 1987: https://youtu.be/kWMHiwdbM_Q?si=B1_3KcPfm3SkT9Xl
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Conversamos com a Talita São Thiago Tanscheit (Universidad Diego Portales) sobre os primeiros meses do governo Borić no Chile, as razões da derrota do texto da nova constituição e as...
Conversamos com a Talita São Thiago Tanscheit (Universidad Diego Portales) sobre os primeiros meses do governo Borić no Chile, as razões da derrota do texto da nova constituição e as perspectivas de um governo progressista em um estado subsidiário. The post A Constituinte e o governo Borić no Chile appeared first on Chutando a Escada.
Já avisei aqui antes e repito. Quer entender como será um novo governo do PT? Basta olhar para o que está acontecendo nos vizinhos latino-americanos de esquerda. Quanto mais antigo o governo, mais dramática é a situação política, econômica e social. São todos regimes de força, travestidos de democracias. Para ficar no exemplo mais recente. Nicolás Maduro, sobre quem não pairam dúvidas, sugeriu ontem a Cristina Kirchner que adote na Argentina a "Lei contra o ódio", que prevê penas de até 20 anos de cadeia e que vem sendo aplicada sem dó na Venezuela contra opositores e veículos de comunicação críticos. Travestida de regulação da mídia -- ideia que não sai da cabeça de Lula --, a lei também oficializa a censura, permitindo que o governo retire licenças de TVs e rádios, bloqueie sites e delete conteúdos. Em relatório publicado no ano passado, a ONG Espacio Público alertou para os tipos "penais vagos e amplos" do texto aprovado pela Constituinte de 2017. "Foram registrados ao menos 45 casos em que se invocou a 'lei contra o ódio', derivando em 101 violações à liberdade de expressão e opinião." Além do assédio judicial, foram realizadas 36 prisões e 10 ações de censura. As vítimas de arbítrio somam mais de 60 pessoas, entre jornalistas, ativistas e cidadãos em geral. Maduro justifica sua ideia, afirmando que o atentado contra Kirchner é resultado de uma "guerra psicológica" por parte "dos que possuem grandes meios de comunicação e grandes redes sociais". Segundo ele, é preciso construir uma "nova hegemonia cultural, política, de paz, tolerância e democracia". "Depois de tanto tempo, posso dizer que hoje a Venezuela é outra", comemora. Em entrevista a uma rádio argentina, ele disse que o chavismo "construiu uma consciência crítica no povo da Venezuela sobre os conteúdos dos meios de comunicação e das redes". "Uma consciência cheia de valores, para que a sociedade entre no combate das ideias, da simbologia, defenda os valores da paz, da democracia, e denuncie campanhas pornográficas e de ódio, de exclusão e de morte." Depois, vocês nem poderão dizer que eu não avisei. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
100 anos do 18 do Forte; 60 anos da Independência da Argélia; 40 anos da Tragédia do Sarriá; 7 anos da Dora. Não dá pra negar que o dia 5 de julho é especial. E é esse dia que traz pra você o episódio 307 do Bate-Papo, com os principais temas da Política Internacional e da Economia. Hoje falamos sobre o cenário da guerra na Ucrânia, agora com foco em Donetsk; o derretimento do Euro, a inflação na Turquia; a crise profunda vivida pelo governo de Boris Johnson; as movimentações diplomáticas de EUA, China e Rússia; e a queda vertiginosa de popularidade do presidente chileno Gabriel Boric. Pra finalizar, a Polônia-potência e a Suíça fingindo que pune os oligarcas russos. Vem com a gente! Quer conhecer nossos cursos e aulas gratuitas? Acesse www.petitcursos.com.br Se você quiser contribuir com o nosso projeto em reais, acesse: https://escute.orelo.audio/petit/apoios Se você vive no exterior: https://www.patreon.com/petitjournal Prefere fazer o Pix? A chave é o e-mail: petitjournal.pj@gmail.com Que tal um PicPay? Link: picpay.me/daniel.henrique.sousa Quer apoiar pelo Youtube? Clique em “Valeu”, logo abaixo do vídeo e deixe seu apoio Aos nossos apoiadores, nosso muitíssimo obrigado!
Estamos nos aproximando das eleições, e para entender melhor a urgência da necessidade da ocupação do espaço político por mulheres (feministas!) batemos um papo com a Bibiana Terra (EMD). Ela nos contou sobre a pesquisa desenvolvida ao longo do mestrado a respeito da participação das mulheres na Assembleia Constituinte de 1988 e como isso nos ajuda a pensar sobre o histórico de conquistas políticas das mulheres no Brasil. The post O movimento feminista e a constituinte appeared first on Chutando a Escada.
Estamos nos aproximando das eleições, e para entender melhor a urgência da necessidade da ocupação do espaço político por mulheres (feministas!) batemos um papo com a Bibiana Terra (EMD). Ela nos contou sobre a pesquisa desenvolvida ao longo do mestrado a respeito da participação das mulheres na Assembleia Constituinte de 1988 e como isso nos ajuda a pensar sobre o histórico de conquistas políticas das mulheres no Brasil. Para apoiar o Chutando a Escada, acesse chutandoaescada.com.br/apoio Comentários, críticas, sugestões, indicações ou dúvidas existenciais, escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram do episódio: Carolina Pavese – www.facebook.com/carol.pavese.7 Débora Prado – www.twitter.com/debfbp Bibiana Terra – www.instagram.com/bibianaaterra Conheça o livro da Bibiana discutido no episódio: A Carta das Mulheres Brasileiras aos Constituintes: o movimento feminista e a participação das mulheres no processo constituinte de 1987-1988 Outros trabalhos da Bibiana sobre o tema: Bibiana Terra e Letícia Maria de Maia Resende – Paridade na política: o uso de ações afirmativas como meio de combate à desigualdade de gênero no Brasil Bibiana Terra – DA LEGÍTIMA DEFESA DA HONRA AO CRIME DE FEMINICÍDIO: uma análise feminista ao enfrentamento à violência contra as mulheres no Brasil Bibiana Terra e Letícia Faria de Souza – Interseccionalidade e Movimento Feminista: uma análise entre os conceitos de gênero, raça e classe Trilha Sonora: Pagu- Rita Lee Anti patriarca- Ana tijoux The post O movimento feminista e a constituinte appeared first on Chutando a Escada.
Estamos nos aproximando das eleições, e para entender melhor a urgência da necessidade da ocupação do espaço político por mulheres (feministas!) batemos um papo com a Bibiana Terra (EMD). Ela nos contou sobre a pesquisa desenvolvida ao longo do mestrado a respeito da participação das mulheres na Assembleia Constituinte de 1988 e como isso nos ajuda a pensar sobre o histórico de conquistas políticas das mulheres no Brasil.
Estamos nos aproximando das eleições, e para entender melhor a urgência da necessidade da ocupação do espaço político por mulheres (feministas!) batemos um papo com a Bibiana Terra (EMD). Ela nos contou sobre a pesquisa desenvolvida ao longo do mestrado a respeito da participação das mulheres na Assembleia Constituinte de 1988 e como isso nos ajuda a pensar sobre o histórico de conquistas políticas das mulheres no Brasil. The post O movimento feminista e a constituinte appeared first on Chutando a Escada.
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Pauta: CONFLITO DA UCRANIA – SEMANA 9 MACRON DEVERA SER REELEITO PRESIDENTE NA FRANÇA. ESTAMOS DE OLHO: a) Crise no Afeganistão; b) Negociações do Programa Nuclear do Irã c) A política do COVID Zero na China segue afetando o comércio internacional d) Eleições na Colômbia e a Constituinte no Chile. BOAS NOTÍCIAS