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Entrevistas Jornal Eldorado
SP diz que reserva de água preocupa e pede economia, mas afasta racionamento de imediato

Entrevistas Jornal Eldorado

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 12:33


O Sistema Integrado Metropolitano, que abrange sete mananciais e abastece de água a Região Metropolitana de São Paulo, opera com 26,2% de sua capacidade de armazenamento. É o menor nível dos últimos dez dias. Dois dos principais reservatórios do Estado, o Alto Tietê e o Cantareira, registram volumes próximos de 20%. Além de falta de chuva nas áreas dos reservatórios, a situação foi agravada pela onda de calor recorde que atinge São Paulo. Em entrevista à Rádio Eldorado, a secretária estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natalia Resende, disse que as chuvas estão abaixo da média num cenário em que o consumo teve aumento de 60%. Ela reforçou a necessidade de economia de água pela população e relatou investimentos previstos pela Sabesp contra as perdas de água e para a troca de redes antigas. “Quando eu estou na faixa 3, que é a faixa em que a gente está agora, a gente tem uma gestão de demanda noturna. Aquela diminuição da pressão durante principalmente o período noturno — agora a gente está fazendo 10 horas porque está na faixa 3, das 19h às 5h — de forma a ter melhoria de economia, redução de consumo. E longe ainda do rodízio, que é a faixa 7 — a última faixa — mas com essa atenção, essa preocupação que a gente inclusive tem falado muito por conta das altas temperaturas e baixas chuvas. Por conta dessa prevenção, desse planejamento que a gente fez, hoje a gente chega com uma economia de 57 bilhões de litros de água. Então são 10 milhões de pessoas abastecidas durante um mês por conta só dessa economia”, afirmou.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Túnel Santos-Guarujá: obra estratégica de infraestrutura terá impacto no acesso à saúde pública no litoral paulista

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 1:57


Projeto emblemático de infraestrutura para São Paulo, o futuro Túnel Santos-Guarujá, que sairá do papel depois de 100 anos de espera, representa um avanço estratégico também para a saúde pública da Baixada Santista ao garantir mais rapidez, previsibilidade e segurança no deslocamento de pacientes, profissionais e insumos entre as duas margens do canal.

Governo do Estado de São Paulo
Discurso: Secretária Natália Resende (Infraestrutura) | Início da Operação do Reservatório de Contenção de Cheias

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 10:52


Discurso: Secretária Natália Resende (Infraestrutura) | Início da Operação do Reservatório de Contenção de Cheias by Governo do Estado de São Paulo

Arauto Repórter UNISC
Direto ao Ponto - Francisco Carlos Smidt, Secretário de Obras e Infraestrutura de SCS

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 31:32


Francisco Carlos Smidt, secretário de Obras e Infraestrutura de Santa Cruz do Sul, participou do Direto ao Ponto e fez uma avaliação do trabalho no Executivo em 2025 e projetos para 2026.

Assunto Nosso
Direto ao Ponto - Francisco Carlos Smidt, Secretário de Obras e Infraestrutura de SCS

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 31:32


Francisco Carlos Smidt, secretário de Obras e Infraestrutura de Santa Cruz do Sul, participou do Direto ao Ponto e fez uma avaliação do trabalho no Executivo em 2025 e projetos para 2026.

O Assunto
A ameaça final à Enel em SP

O Assunto

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 29:23


Convidados: Léo Arcoverde, repórter da GloboNews; e Joísa Dutra, professora da FGV do Rio e ex-diretora da Aneel. Mais de 2,2 milhões de imóveis ficaram sem luz em São Paulo depois de uma tempestade com ventos de mais de 90 km/h atingirem a cidade. Centenas de árvores caíram e atingiram a rede elétrica, sob responsabilidade da Enel - concessionária fornecedora de energia da capital e de cidades da Grande São Paulo. O episódio trouxe à tona um problema antigo – desde 2020 a Enel já recebeu R$ 374 milhões em multas aplicadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por causa da má prestação de serviço. Depois de mais um episódio em que milhões de pessoas ficaram sem luz e de centenas de milhões de reais em prejuízo, uma reunião entre governo federal, estadual e municipal resolveu iniciar o processo de extinção do contrato com a Enel. Em conversa com Natuza Nery, o repórter da GloboNews Léo Arcoverde explica como a empresa chegou a um ponto crítico do fornecimento de serviço em São Paulo. Ele relembra o apagão de novembro de 2023, quando milhões de pessoas ficaram sem luz – em alguns pontos, a falta de fornecimento durou uma semana. Ele detalha a diferença entre os processos de intervenção e de caducidade e conta o que a Enel alega ao justificar os apagões. Depois, Natuza recebe Joísa Dutra, professora da FGV do Rio e diretora do Centro de Regulação em Infraestrutura da mesma instituição, o FGV CERI. Joísa, que foi diretora da Aneel entre 2005 e 2009, explica como funcionam os processos de fim de contrato com concessionárias de energia. Ela responde também o que pode acontecer com a Enel e quais as garantias aos clientes com a perspectiva de fim da concessão.

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
São Ludgero é campeã nacional no Prêmio Band Cidades Excelentes 2025

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 9:55


São Ludgero escreveu um dos capítulos mais marcantes de sua história administrativa ao conquistar o 1º lugar nacional no Prêmio Band Cidades Excelentes 2025, no pilar de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, na categoria destinada a municípios com até 30 mil habitantes. A cerimônia de premiação foi realizada em Brasília e reuniu autoridades, especialistas em gestão pública e representantes de todos os estados brasileiros. Em meio a municípios de todo o país, São Ludgero se destacou como um dos grandes nomes da noite, consolidando-se como referência nacional em desenvolvimento urbano. O resultado ganha ainda mais relevância quando analisada a trajetória recente do município na premiação. Em 2024, São Ludgero já havia demonstrado alto desempenho ao alcançar o 2º lugar na etapa estadual, ficando muito próxima do topo. Já em 2025, o avanço foi expressivo: o município conquistou o 1º lugar em Santa Catarina e, na sequência, coroou a evolução com o título nacional. A conquista reconhece os avanços implementados em obras estruturantes, mobilidade segura e planejamento urbano eficiente. A avaliação considerou diversos indicadores relacionados ao desenvolvimento urbano, evidenciando o comprometimento da administração municipal com soluções que impactam positivamente o dia a dia da população. De acordo com os critérios do prêmio, o reconhecimento nacional é resultado de um conjunto de estratégias bem estruturadas, pautadas pelo planejamento, responsabilidade administrativa e continuidade das ações. A gestão municipal adotou uma visão integrada de desenvolvimento urbano, investindo em soluções modernas e eficientes para acompanhar o crescimento da cidade de forma sustentável. Esse conjunto de iniciativas fortaleceu a infraestrutura local, qualificou os espaços urbanos e aprimorou a mobilidade, garantindo uma evolução consistente e alinhada às necessidades da comunidade. O prefeito de São Ludgero, Paulinho Lorenzetti, destacou a importância da conquista em entrevista concedida ao programa Cruz de Malta Notícias, nesta quinta-feira (18), ressaltando que o prêmio é fruto do trabalho coletivo e do compromisso permanente com o desenvolvimento e a qualidade de vida da população.

Oxigênio
#208 – A infraestrutura da IA: o que são datacenters e os riscos que eles representam

Oxigênio

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 34:08


A inteligência artificial, em seus múltiplos sentidos, tem dominado a agenda pública e até mesmo o direcionamento do capital das grandes empresas de tecnologia. Mas você já parou para pensar na infraestrutura gigantesca que dê conta de sustentar o crescimento acelerado das IAs? O futuro e o presente da inteligência artificial passa pela existência dos datacenters. E agora é mais urgente que nunca a gente discutir esse assunto. Estamos vendo um movimento se concretizar, que parece mais uma forma de colonialismo digital: com a crescente resistência à construção de datacenters nos países no norte global, empresas e governos parecem estar convencidos a trazer essas infraestruturas imensas com todos os seus impactos negativos ao sul global. Nesse episódio Yama Chiodi e Damny Laya conversam com pesquisadores, ativistas e atingidos para tentar aprofundar o debate sobre a infraestrutura material das IAs. A gente conversa sobre o que são datacenters e como eles impactam e irão impactar nossas vidas. No segundo episódio, recuperamos movimentos de resistência a sua instalação no Brasil e como nosso país se insere no debate, seguindo a perspectiva de ativistas e de pesquisadores da área que estão buscando uma regulação mais justa para esses grandes empreendimentos.  ______________________________________________________________________________________________ ROTEIRO [ vinheta da série ] [ Começa bio-unit ] YAMA: A inteligência artificial, em seus múltiplos sentidos, tem dominado a agenda pública e até mesmo o direcionamento do capital das grandes empresas de tecnologia. Mas você já parou para pensar na infraestrutura gigantesca que dê conta de sustentar o crescimento acelerado das IA? DAMNY: O futuro e o presente da inteligência artificial passa pela existência dos data centers. E agora é mais urgente que nunca a gente discutir esse assunto. Estamos vendo um movimento se concretizar, que parece mais uma forma de colonialismo digital: com a crescente resistência à construção de datacenters nos países no norte global, empresas e governos parecem estar convencidos a trazer os datacenters com todos os seus impactos negativos ao sul global. YAMA: Nós conversamos com pesquisadores, ativistas e atingidos e em dois episódios nós vamos tentar aprofundar o debate sobre a infraestrutura material das IAs. No primeiro, a gente conversa sobre o que são datacenters e como eles impactam e irão impactar nossas vidas. DAMNY: No segundo, recuperamos movimentos de resistência a sua instalação no Brasil e como nosso país se insere no debate, seguindo a perspectiva de ativistas e de pesquisadores da área que estão buscando uma regulação mais justa para esses grandes empreendimentos. [ tom baixo ] YAMA: Eu sou o Yama Chiodi, jornalista de ciência e pesquisador do campo das mudanças climáticas. Se você já é ouvinte do oxigênio pode ter me ouvido aqui na série cidade de ferro ou no episódio sobre antropoceno. Ao longo dos últimos meses investiguei os impactos ambientais das inteligências artificiais para um projeto comum entre o LABMEM, o laboratório de mudança tecnológica, energia e meio ambiente, e o oxigênio. Em setembro passado, o Damny se juntou a mim pra gente construir esses episódios juntos. E não por acaso. O Damny publicou em outubro passado um relatório sobre os impactos socioambientais dos data centers no Brasil, intitulado “Não somos quintal de data center”. O link para o relatório completo se encontra disponível na descrição do episódio. Bem-vindo ao Oxigênio, Dam. DAMNY: Oi Yama. Obrigado pelo convite pra construir junto esses episódios. YAMA: É um prazer, meu amigo. DAMNY: Eu também atuo como jornalista de ciência e sou pesquisador de governança da internet já há algum tempo. Estou agora trabalhando como jornalista e pesquisador aqui no LABJOR, mas quando escrevi o relatório eu tava trabalhando como pesquisador-consultor na ONG IDEC, Instituto de Defesa de Consumidores. YAMA: A gente começa depois da vinheta. [ Termina Bio Unit] [ Vinheta Oxigênio ] [ Começa Documentary] YAMA: Você já deve ter ouvido na cobertura midiática sobre datacenters a formulação que te diz quantos litros de água cada pergunta ao chatGPT gasta. Mas a gente aqui não gosta muito dessa abordagem. Entre outros motivos, porque ela reduz o problema dos impactos socioambientais das IA a uma questão de consumo individual. E isso é um erro tanto político como factual. Calcular quanta água gasta cada pergunta feita ao ChatGPT tira a responsabilidade das empresas e a transfere aos usuários, escondendo a verdadeira escala do problema. Mesmo que o consumo individual cresça de modo acelerado e explosivo, ele sempre vai ser uma pequena fração do problema. Data centers operam em escala industrial, computando quantidades incríveis de dados para treinar modelos e outros serviços corporativos. Um único empreendimento pode consumir em um dia mais energia do que as cidades que os abrigam consomem ao longo de um mês. DAMNY: Nos habituamos a imaginar a inteligência artificial como uma “nuvem” etérea, mas, na verdade, ela só existe a partir de data centers monstruosos que consomem quantidades absurdas de recursos naturais. Os impactos sociais e ambientais são severos. Data centers são máquinas de consumo de energia, água e terra, e criam poluição do ar e sonora, num modelo que reforça velhos padrões de racismo ambiental. O desenvolvimento dessas infraestruturas frequentemente acontece à margem das comunidades afetadas, refazendo a cartilha global da injustiça ambiental. Ao seguir suas redes, perceberemos seus impactos em rios, no solo, no ar, em territórios indígenas e no crescente aumento da demanda por minerais críticos e, por consequência, de práticas minerárias profundamente destrutivas. YAMA: De acordo com a pesquisadora Tamara Kneese, diretora do programa de Clima, Tecnologia e Justiça do instituto de pesquisa Data & Society, com quem conversamos, essa infraestrutura está criando uma nova forma de colonialismo tecnológico. Os danos ambientais são frequentemente direcionados para as comunidades mais vulneráveis, de zonas rurais às periferias dos grandes centros urbanos, que se tornam zonas de sacrifício para o progresso dessa indústria. DAMNY: Além disso, a crescente insatisfação das comunidades do Norte Global com os data centers tem provocado o efeito colonial de uma terceirização dessas estruturas para o Sul Global. E o Brasil não apenas não é exceção como parece ser um destino preferencial por sua alta oferta de energia limpa. [pausa] E com o aval do governo federal, que acaba de publicar uma medida provisória chamada REDATA, cujo objetivo é atrair data centers ao Brasil com isenção fiscal e pouquíssimas responsabilidades. [ Termina Documentary] [tom baixo ] VOICE OVER: BLOCO 1 – O QUE SÃO DATA CENTERS? YAMA: Pra entender o que são data centers, a gente precisa antes de tudo de entender que a inteligência artificial não é meramente uma nuvem etérea que só existe virtualmente. Foi assim que a gente começou nossa conversa com a pesquisadora estadunidense Tamara Kneese. Ela é diretora do programa de Clima, Tecnologia e Justiça do instituto de pesquisa Data & Society. TAMARA: PT – BR [ Eu acho que o problema da nossa relação com a computação é que a maioria parte do tempo a gente não pensa muito sobre a materialidade dos sistemas informacionais e na cadeia de suprimentos que permitem que eles existam. Tudo que a gente faz online não depende só dos nossos aparelhos, ou dos serviços de nuvem que a gente contrata, mas de uma cadeia muito maior. De onde ver o hardware que a gente usa? Que práticas de trabalho são empregadas nessa cadeia? E então, voltando à cadeia de suprimentos, pensar sobre os materiais brutos e os minerais críticos e outras formas de extração, abusos de direitos humanos e trabalhistas que estão diretamente relacionados à produção dos materiais que precisamos pra computação em geral. ] So I think, you know, the problem with our relationship to computing is that, most of the time, we don’t really think that much about the materiality of the computing system and the larger supply chain. You know, thinking about the fact that, of course, everything we do relies not just on our own device, or the particular cloud services that we subscribe to, but also on a much larger supply chain. So, where does the hardware come from, that we are using, and what kind of labor practices are going into that? And then be, you know, further back in the supply chain, thinking about raw materials and critical minerals and other forms of extraction, and human rights abuses and labor abuses that also go into the production of the raw materials that we need for computing in general. DAMNY: A Tamara já escreveu bastante sobre como a metáfora da nuvem nos engana, porque ela dificulta que a gente enxergue a cadeia completa que envolve o processamento de tantos dados. E isso se tornou uma questão muito maior com a criação dos chatbots e das IAs generativas. YAMA: Se a pandemia já representou uma virada no aumento da necessidade de processamento de dados, quando passamos a ir à escola e ao trabalho pelo computador, o boom das IA generativas criou um aumento sem precedentes da necessidade de expandir essas cadeias. DAMNY: E na ponta da infraestrutura de todas as nuvens estão os data centers. Mais do que gerar enormes impactos sócio-ambientais, eles são as melhores formas de enxergar que o ritmo atual da expansão das IAs não poderá continuar por muito tempo, por limitações físicas. Não há terra nem recursos naturais que deem conta disso. YAMA: A gente conversou com a Cynthia Picolo, que é Diretora Executiva do LAPIN, o Laboratório de Políticas Públicas e Internet. O LAPIN tem atuado muito contra a violação de direitos na implementação de data centers no Brasil e a gente ainda vai conversar mais sobre isso. DAMNY: Uma das coisas que a Cynthia nos ajudou a entender é como não podemos dissociar as IAs dos data centers. CYNTHIA: Existe uma materialidade por trás. Existe uma infraestrutura física, que são os data centers. Então os data centers são essas grandes estruturas que são capazes de armazenar, processar e transferir esses dados, que são os dados que são os processamentos que vão fazer com que a inteligência artificial possa acontecer, possa se desenvolver, então não existe sem o outro. Então falar de IA é falar de Datacenter. Então não tem como desassociar. YAMA: Mas como é um datacenter? A Tamara descreve o que podemos ver em fotos e vídeos na internet. TAMARA: [ Sim, de modo geral, podemos dizer que os data centers são galpões gigantes de chips, servidores, sistemas em redes e quando você olha pra eles, são todos muitos parecidos, prédios quadrados sem nada muito interessante. Talvez você nem saiba que é um data center se não observar as luzes e perceber que é uma estrutura enorme sem pessoas, sem trabalhadores. ] Yeah, so, you know, essentially, they’re like giant warehouses of chips, of servers, of networked systems, and, you know, they look like basically nondescript square buildings, very similar. And you wouldn’t really know that it’s a data center unless you look at the lighting, and you kind of realize that something… like, it’s not inhabited by people or workers, really. DAMNY: No próximo bloco a gente tenta resumir os principais problemas socioambientais que os data centers já causam e irão causar com muita mais intensidade no futuro. [tom baixo ] VOICE OVER: BLOCO 2 – A ENORME LISTA DE PROBLEMAS YAMA: O consumo de energia é provavelmente o problema mais conhecido dos data centers e das IAs. Segundo dados da Agência Internacional de Energia, a IEA, organização internacional da qual o Brasil faz parte, a estimativa para o ano de 2024 é que os data centers consumiram cerca de 415 TWh. A cargo de comparação, segundo a Empresa de Pesquisa Energética, instituto de pesquisa público associado ao Ministério das Minas e Energia, o Brasil consumiu no ano de 2024 cerca de 600 TWh. DAMNY: Segundo o mesmo relatório da Agência Internacional de Energia, a estimativa é que o consumo de energia elétrica por datacenters em 2030 vai ser de pelo menos 945 TWh, o que representaria 3% de todo consumo global projetado. Quando a gente olha pras estimativas de outras fontes, contudo, podemos dizer que essas são projeções até conservadoras. Especialmente considerando o impacto da popularização das chamadas LLM, ou grandes modelos de linguagem – aqueles YAMA: Ou seja, mesmo com projeções conservadoras, os data centers do mundo consumiriam em 2030, daqui a menos de cinco anos, cerca de 50% a mais de energia que o Brasil inteiro consome hoje. Segundo a IEA, em 2030 o consumo global de energia elétrica por data centers deve ser equivalente ao consumo da Índia, o país mais populoso do mundo. E há situações locais ainda mais precárias. DAMNY: É o caso da Irlanda. Segundo reportagem do New York Times publicada em outubro passado, espera-se que o consumo de energia elétrica por data centers por lá represente pelo menos 30% do consumo total do país nos próximos anos. Mas porquê os datacenters consomem tanta energia? TAMARA: [ Então, particularmente com o tipo de IA que as empresas estão investindo agora, há uma necessidade de chips e GPUs muito mais poderosos, de modo que os data centers também são sobre prover energia o suficiente pra todo esse poder computacional que demandam o treinamento e uso de grandes modelos de linguagem. Os data centers são estruturas incrivelmente demandantes de energia e água. A água em geral serve para resfriar os servidores, então tem um número considerável de sistemas de cooling que usam água. Além disso tudo, você também precisa de fontes alternativas de energia, porque algumas vezes, uma infraestrutura tão demandante de energia precisa recorrer a geradores para garantir que o data center continue funcionando caso haja algum problema na rede elétrica. ] So, you know, particularly with the kinds of AI that companies are investing in right now, there’s a need for more powerful chips, GPUs, and so Data centers are also about providing enough energy and computational power for these powerful language models to be trained and then used. And so the data center also, you know, in part because it does require so much energy, and it’s just this incredibly energy-intensive thing, you also need water. And the water comes from having to cool the servers, and so… So there are a number of different cooling systems that use water. And then on top of that, you also need backup energy sources, so sometimes, because there’s such a draw on the power grid, you have to have backup generators to make sure that the data center can keep going if something happens with the grid. YAMA: E aqui a gente começa a entender o tamanho do problema. Os data centers são muitas vezes construídos em lugares que já sofrem com infraestruturas precárias de eletricidade e com a falta de água potável. Então eles criam problemas de escassez onde não havia e aprofundam essa escassez em locais onde isso já era uma grande questão – como a região metropolitana de Fortaleza sobre a qual falaremos no próximo episódio, que está em vias de receber um enorme data center do Tiktok. DAMNY: É o que também relatam os moradores de Querétaro, no México, que vivem na região dos data centers da Microsoft. A operação dos data centers da Microsoft gerou uma crise sem precedentes, com quedas frequentes de energia e o interrompimento do abastecimento de água que muitas vezes duram semanas. Os data-centers impactaram de tal forma as comunidades que escolas cancelaram aulas e, indiretamente, foram responsáveis por uma crise de gastroenterite entre crianças. YAMA: E isso nos leva pro segundo ponto. O consumo de água, minerais críticos e outros recursos naturais. TAMARA: [O problema da energia tem recebido mais atenção, porque é uma fonte de ansiedade também. Pensar sobre o aumento da demanda de energia em tempos em que supostamente estaríamos transicionando para deixar de usar energias fósseis, o que obviamente pode ter efeitos devastadores. Mas eu acredito que num nível mais local, o consumo de água é mais relevante. Nós temos grandes empresas indo às áreas rurais do México, por exemplo, e usando toda a água disponível e basicamente deixando as pessoas sem água. E isso é incrivelmente problemático. Então isso acontece em áreas que já tem problemas de abastecimento de água, onde as pessoas já não tem muito poder de negociação com as empresas. Não têm poder político pra isso. São lugares tratados como zonas de sacrifício, algo que já vimos muitas vezes no mundo, especialmente em territórios indígenas. Então as consequências são na verdade muito maiores do que só problemas relacionados à energia. ] I think the energy problem has probably gotten the most attention, just because it is a source of anxiety, too, so thinking about, you know, energy demand at a time when we’re supposed to be transitioning away from fossil fuels. And clearly, the effects that that can have will be devastating. But I think on a local level, things like the water consumption can matter more. So, you know, if we have tech companies moving into rural areas in Mexico and, you know, using up all of their water and basically preventing people in the town from having access to water. That is incredibly problematic. So I think, you know, in water-stressed areas and areas where the people living in a place don’t have as much negotiating power with the company. Don’t have as much political power, and especially if places are basically already treated as sacrifice zones, which we’ve seen repeatedly many places in the world, with Indigenous land in particular, you know, I think the consequences may go far beyond just thinking about, you know, the immediate kind of energy-related problems. YAMA: Existem pelo menos quatro fins que tornam os data centers máquinas de consumir água. O mais direto e local é a água utilizada na refrigeração de todo equipamento que ganha temperatura nas atividades de computação, o processo conhecido como cooling. Essa prática frequentemente utiliza água potável. Apesar de já ser extremamente relevante do ponto de vista de consumo, essa é apenas uma das formas de consumo abundante de água. DAMNY: Indiretamente, os data centers também consomem a água relacionada ao seu alto consumo de energia, em especial na geração de energia elétrica em usinas hidrelétricas e termelétricas. Também atrelada ao consumo energético, está o uso nas estações de tratamento de água, que visam tratar a água com resíduos gerada pelo data center para tentar reduzir a quantidade de água limpa utilizada. YAMA: Por fim, a cadeia de suprimentos de chips e servidores que compõem os data centers requer água ultrapura e gera resíduos químicos. Ainda que se saiba que esse fator gera gastos de água e emissões de carbono relevantes, os dados são super obscuros, entre outros motivos, porque a maioria dos dados que temos sobre o consumo de água em data centers são fornecidos pelas próprias empresas. CYNTHIA: A água e os minérios são componentes também basilares para as estruturas de datacenter, que são basilares para o funcionamento da inteligência artificial. (…). E tem toda uma questão, como eu disse muitas vezes, captura um volume gigante de água doce. E essa água que é retornada para o ecossistema, muitas vezes não é compensada da água que foi capturada. Só que as empresas também têm uma promessa em alguns relatórios, você vai ver que elas têm uma promessa até de chegar em algum ponto para devolver cento e vinte por cento da água. Então a empresa está se comprometendo a devolver mais água do que ela capturou. Só que a realidade é o quê? É outra. Então, a Google, por exemplo, nos últimos cinco anos, reportou um aumento de cento e setenta e sete por cento do uso de água. A Microsoft mais trinta e oito e a Amazon sequer reporta o volume de consumo de água. Então uma lacuna tremenda para uma empresa desse porte, considerando todo o setor de Data centers. Mas tem toda essa questão da água, que é muito preocupante, não só por capturar e o tratamento dela e como ela volta para o meio ambiente, mas porque há essa disputa também com territórios que têm uma subsistência muito específica de recursos naturais, então existe uma disputa aí por esse recurso natural entre comunidade e empreendimento. DAMNY: Nessa fala da Cynthia a gente observa duas coisas importantes: a primeira é que não existe data center sem água para resfriamento, de modo que o impacto local da instalação de um empreendimento desses é uma certeza irrefutável. E é um dano contínuo. Enquanto ele estiver em operação ele precisará da água. É como se uma cidade de grande porte chegasse de repente, demandando uma quantidade de água e energia que o local simplesmente não tem para oferecer. E na hora de escolher entre as pessoas e empreendimentos multimilionários, adivinha quem fica sem água e com a energia mais cara? YAMA: A segunda coisa importante que a Cynthia fala é quando ela nos chama a atenção sobre a demanda por recursos naturais. Nós sabemos que recursos naturais são escassos. Mais do que isso, recursos naturais advindos da mineração têm a sua própria forma de impactos sociais e ambientais, o que vemos frequentemente na Amazônia brasileira. O que acontecerá com os data centers quando os recursos naturais locais já não forem suficientes para seu melhor funcionamento? Diante de uma computação que passa por constante renovação pela velocidade da obsolescência, o que acontece com o grande volume de lixo eletrônico gerado por data centers? Perguntas que não têm resposta. DAMNY: A crise geopolítica em torno dos minerais conhecidos como terra-rara mostra a complexidade política e ambiental do futuro das IA do ponto de vista material e das suas cadeias de suprimento. No estudo feito pelo LAPIN, a Cynthia nos disse que considera que esse ponto do aumento da demanda por minerais críticos que as IA causam é um dos pontos mais opacos nas comunicações das grandes empresas de tecnologia sobre o impacto de seus data centers. CYNTHIA: E outro ponto de muita, muita lacuna, que eu acho que do nosso mapeamento, desses termos mais de recursos naturais. A cadeia de extração mineral foi o que mais foi opaco, porque, basicamente, as empresas não reportam nada sobre essa extração mineral e é muito crítico, porque a gente sabe que muitos minérios vêm também de zonas de conflito. Então as grandes empresas, pelo menos as três que a gente mapeou, elas têm ali um trechinho sobre uma prestação de contas da cadeia mineral. Tudo que elas fazem é falar que elas seguem um framework específico da OCDE sobre responsabilização. YAMA: Quando as empresas falam de usar energias limpas e de reciclar a água utilizada, eles estão se desvencilhando das responsabilidades sobre seus datacenters. Energia limpa não quer dizer ausência de impacto ambiental. Pras grandes empresas, as fontes de energia limpa servem para gerar excedente e não para substituir de fato energias fósseis. Você pode ter um data center usando majoritariamente energia solar no futuro, mas isso não muda o fato de que ele precisa funcionar 24/7 e as baterias e os geradores a diesel estarão sempre lá. Além disso, usinas de reciclagem de água, fazendas de energia solar e usinas eólicas também têm impactos socioambientais importantes. O uso de recursos verdes complexifica o problema de identificar os impactos locais e responsabilidades dos data centers, mas não resolve de nenhuma forma os problemas de infraestrutura e de fornecimento de água e energia causados pelos empreendimentos. DAMNY: É por isso que a gente alerta pra não comprar tão facilmente a história de que cada pergunta pro chatGPT gasta x litros de água. Se você não perguntar nada pro chatGPT hoje, ou se fizer 1000 perguntas, não vai mudar em absolutamente nada o alto consumo de água e os impactos locais destrutivos dos data centers que estão sendo instalados a todo vapor em toda a América Latina. A quantidade de dados e de computação que uma big tech usa para treinar seus modelos, por exemplo, jamais poderá ser equiparada ao consumo individual de chatbots. É como comparar as campanhas que te pedem pra fechar a torneira ao escovar os dentes, enquanto o agro gasta em minutos água que você não vai gastar na sua vida inteira. Em resumo, empresas como Google, Microsoft, Meta e Amazon só se responsabilizam pelos impactos diretamente causados por seus data centers e, mesmo assim, é uma responsabilização muito entre aspas, à base de greenwashing. Você já ouviu falar de greenwashing? CYNTHIA: Essa expressão em inglês nada mais é do que a tradução literal, que é o discurso verde. (…)É justamente o que a gente está conversando. É justamente quando uma empresa finge se preocupar com o meio ambiente para parecer sustentável, mas, na prática, as ações delas não trazem esses benefícios reais e, pelo contrário, às vezes trazem até danos para o meio ambiente. Então, na verdade, é uma forma até de manipular, ou até mesmo enganar as pessoas, os usuários daqueles sistemas ou serviços com discursos e campanhas com esses selos verdes, mas sem comprovar na prática. YAMA: Nesse contexto, se torna primordial que a gente tenha mais consciência de toda a infraestrutura material que está por trás da inteligência artificial. Como nos resumiu bem a Tamara: TAMARA: [ Eu acredito que ter noção da infraestrutura completa que envolve a cadeia da IA realmente ajuda a entender a situação. Mesmo que você esteja usando, supostamente, energia renovável para construir e operar um data center, você ainda vai precisar de muitos outros materiais, chips, minerais e outras coisas com suas próprias cadeias de suprimento. Ou seja, independente da forma de energia utilizada, você ainda vai causar dano às comunidades e destruição ambiental. ] But that… I think that is why having a sense of the entire AI supply chain is really helpful, just in terms of thinking about, you know, even if you’re, in theory, using renewable energy to build a data center, you still are relying on a lot of other materials, including chips, including minerals, and other things that. (…) We’re still, you know, possibly going to be harming communities and causing environmental disruption. [ tom baixo ] YAMA: Antes de a gente seguir pro último bloco, eu queria só dizer que a entrevista completa com a Dra. Tamara Kneese foi bem mais longa e publicada na íntegra no blog do GEICT. O link para a entrevista tá na descrição do episódio, mas se você preferir pode ir direto no bloco do GEICT. [ tom baixo ] VOICE OVER: BLOCO 3 – PROBLEMAS GLOBAIS, PROBLEMAS LOCAIS YAMA: Mesmo conhecendo as cadeias, as estratégias de greenwashing trazem um grande problema à tona, que é uma espécie de terceirização das responsabilidades. As empresas trazem medidas compensatórias que não diminuem em nada o impacto local dos seus data centers. Então tem uma classe de impactos que são globais, como as emissões de carbono e o aumento da demanda por minerais críticos, por exemplo. E globais no sentido de que eles são parte relevante dos impactos dos data centers, mas não estão impactando exatamente nos locais onde foram construídos. CYNTHIA: Google, por exemplo, nesse recorte que a gente fez da pesquisa dos últimos cinco anos, ela simplesmente reportou um aumento de emissão de carbono em setenta e três por cento. Não é pouca coisa. A Microsoft aumentou no escopo dois, que são as emissões indiretas, muito por conta de data centers, porque tem uma diferenciação por escopo, quando a gente fala de emissão de gases, a Microsoft, nesse período de cinco anos, ela quadruplicou o tanto que ela tem emitido. A Amazon aumentou mais de trinta por cento. Então a prática está mostrando que essas promessas estão muito longe de serem atingidas. Só que aí entra um contexto mais de narrativa. Por que elas têm falado e prometido a neutralidade de carbono? Porque há um mecanismo de compensação. (…) Então elas falam que estão correndo, correndo para atingir essa meta de neutralidade de carbono, mas muito por conta dos instrumentos de compensação, compensação ou de crédito de carbono ou, enfim, para uso de energias renováveis. Então se compra esse certificado, se fazem esses contratos, mas, na verdade, não está tendo uma redução de emissão. Está tendo uma compensação. (…) Essa compensação é um mecanismo financeiro, no final do dia. Porque, quando você, enquanto empresa, trabalha na compensação dos seus impactos ambientais e instrumentos contratuais, você está ignorando o impacto local. Então, se eu estou emitindo impactando aqui o Brasil, e estou comprando crédito de carbono em projetos em outra área, o impacto local do meu empreendimento está sendo ignorado. YAMA: E os impactos materiais locais continuam extremamente relevantes. Além do impacto nas infraestruturas locais de energia e de água sobre as quais a gente já falou, há muitas reclamações sobre a poluição do ar gerada pelos geradores, as luzes que nunca desligam e até mesmo a poluição sonora. A Tamara nos contou de um caso curioso de um surto de distúrbios de sono e de enxaqueca que tomou regiões de data centers nos Estados Unidos. TAMARA: [ Uma outra coisa que vale ser lembrada: as pessoas que vivem perto dos data centers tem nos contado que eles são super barulhentos, eles também relatam a poluição visual causada pelas luzes e a poluição sonora. Foi interessante ouvir de comunidades próximas a data centers de mineração de criptomoedas, por exemplo, que os moradores começaram a ter enxaquecas e distúrbios de sono por viverem próximos das instalações. E além de tudo isso, ainda tem a questão da poluição do ar, que é visível a olho nu. Há muitas partículas no ar onde há geradores movidos a diesel para garantir que a energia esteja sempre disponível. ] And the other thing is, you know, for people who live near them, they’re very loud, and so if you talk to people who live near data centers, they will talk about the light pollution, the noise pollution. And it’s been interesting, too, to hear from communities that are near crypto mining facilities, because they will complain of things like migraine headaches and sleep deprivation from living near the facilities. And, you know, the other thing is that the air pollution is quite noticeable. So there’s a lot of particulate matter, particularly in the case of using diesel-fueled backup generators as an energy stopgap. DAMNY: E do ponto de vista dos impactos locais, há um fator importantíssimo que não pode ser esquecido: território. Data centers podem ser gigantes, mas ocupam muito mais espaço que meramente seus prédios, porque sua cadeia de suprimentos demanda isso. Como a água e a energia chegarão até os prédios? Mesmo que sejam usados fontes renováveis de energia, onde serão instaladas as fazendas de energia solar ou as usinas de energia eólica e de tratamento de água? Onde a água contaminada e/ou tratada será descartada? Quem vai fiscalizar? YAMA: E essa demanda sem fim por território esbarra justamente nas questões de racismo ambiental. Porque os territórios que são sacrificados para que os empreendimentos possam funcionar, muito frequentemente, são onde vivem povos originários e populações marginalizadas. Aqui percebemos que a resistência local contra a instalação de data centers é, antes de qualquer coisa, uma questão de justiça ambiental. É o caso de South Memphis nos Estados Unidos, por exemplo. TAMARA: [ Pensando particularmente sobre os tipos de danos causados pelos data centers, não é somente a questão da conta de energia ficar mais cara, ou quantificar a quantidade de energia e água gasta por data centers específicos. A verdadeira questão, na minha opinião, é a relação que existe entre esses danos socioambientais, danos algorítmicos e o racismo ambiental e outras formas de impacto às comunidades que lidam com isso a nível local. Especialmente nos Estados Unidos, com todo esse histórico de supremacia branca e a falta de direitos civis, não é coincidência que locais onde estão comunidades negras, por exemplo, sejam escolhidos como zonas de sacrifício. As comunidades negras foram historicamente preferenciais para todo tipo de empreendimento que demanda sacrificar território, como estradas interestaduais, galpões da Amazon… quer dizer, os data centers são apenas a continuação dessa política histórica de racismo ambiental. E tudo isso se soma aos péssimos acordos feitos a nível local, onde um prefeito e outras lideranças governamentais pensam que estão recebendo algo de grande valor econômico. Em South Memphis, por exemplo, o data center é da xAI. Então você para pra refletir como essa plataforma incrivelmente racista ainda tem a audácia de poluir terras de comunidades negras ainda mais ] I think, the way of framing particular kinds of harm, so, you know, it’s not just about, you know, people’s energy bills going up, or, thinking about how we quantify the energy use or the water use of particular data centers, but really thinking about the relationship between a lot of those social harms and algorithmic harms and the environmental racism and other forms of embodied harms that communities are dealing with on that hyper-local level. And, you know, in this country, with its history of white supremacy and just general lack of civil rights, you know, a lot of the places where Black communities have traditionally been, tend to be, you know, the ones sacrificed for various types of development, like, you know, putting up interstates, putting up warehouses for Amazon and data centers are just a continuation of the what was already happening. And then you have a lot of crooked deals on the local level, where, you know, maybe a mayor and other local officials think that they’re getting something economically of value. In South Memphis, the data center is connected to x AI. And so thinking about this platform that is so racist and so incredibly harmful to Black communities, you know, anyway, and then has the audacity to actually pollute their land even more. DAMNY: Entrando na questão do racismo ambiental a gente se encaminha para o nosso segundo episódio, onde vamos tentar entender como o Brasil se insere na questão dos data centers e como diferentes setores da população estão se organizando para resistir. Antes de encerrar esse episódio, contudo, a gente traz brevemente pra conversa dois personagens que vão ser centrais no próximo episódio. YAMA: Eles nos ajudam a compreender como precisamos considerar a questão dos territórios ao avaliar os impactos. Uma dessas pessoas é a Andrea Camurça, do Instituto Terramar, que está lutando junto ao povo Anacé pelo direito de serem consultados sobre a construção de um data center do TIKTOK em seus territórios. Eu trago agora um trechinho dela falando sobre como mesmo medidas supostamente renováveis se tornam violações territoriais num contexto de racismo ambiental. ANDREA: A gente recebeu notícias agora, recentemente, inclusive ontem, que está previsto um mega empreendimento solar que vai ocupar isso mais para a região do Jaguaribe, que vai ocupar, em média, de equivalente a seiscentos campos de futebol. Então, o que isso representa é a perda de terra. É a perda de água. É a perda do território. É uma diversidade de danos aos povos e comunidades tradicionais que não são reconhecidos, são invisibilizados. Então é vendido como território sem gente, sendo que essas energias chegam dessa forma. Então, assim a gente precisa discutir sobre energias renováveis. A gente precisa discutir sobre soberania energética. A gente precisa discutir sobre soberania digital, sim, mas construída a partir da necessidade do local da soberania dessas populações. DAMNY: A outra pessoa que eu mencionei é uma liderança Indígena, o cacique Roberto Anacé. Fazendo uma ótima conexão que nos ajuda a perceber como os impactos globais e locais dos data centers estão conectados, ele observa como parecemos entrar num novo momento do colonialismo, onde a soberania digital e ambiental do Brasil volta a estar em risco, indo de encontro à violação de terras indígenas. CACIQUE ROBERTO: Há um risco para a questão da biodiversidade, da própria natureza da retirada da água, do aumento de energia, mas também não somente para o território da Serra, mas para todos que fazem uso dos dados. Ou quem expõe esses dados. Ninguém sabe da mão de quem vai ficar, quem vai controlar quem vai ordenar? E para que querem essa colonização? Eu chamo assim que é a forma que a gente tem essa colonização de dados. Acredito eu que a invasão do Brasil em mil e quinhentos foi de uma forma. Agora nós temos a invasão de nossas vidas, não somente para os indígenas, mas de todos, muitas vezes que fala muito bem, mas não sabe o que vai acontecer depois que esses dados estão guardados. Depois que esses dados vão ser utilizados, para que vão ser utilizados, então esses agravos. Ele é para além do território indígena na série. [ tom baixo ] [ Começa Bio Unit ] YAMA: A pesquisa, entrevistas e apresentação desse episódio foi feita pelo Damny Laya e por mim, Yama Chiodi. Eu também fiz o roteiro e a produção. Quem narrou a tradução das falas da Tamara foi Mayra Trinca. O Oxigênio é um podcast produzido pelos alunos do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp e colaboradores externos. Tem parceria com a Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e apoio do Serviço de Auxílio ao Estudante, da Unicamp. Além disso, contamos com o apoio da FAPESP, que financia bolsas como a que nos apoia neste projeto de divulgação científica. DAMNY: A lista completa de créditos para os sons e músicas utilizados você encontra na descrição do episódio. Você encontra todos os episódios no site oxigenio.comciencia.br e na sua plataforma preferida. No Instagram e no Facebook você nos encontra como Oxigênio Podcast. Segue lá pra não perder nenhum episódio! Aproveite para deixar um comentário. [ Termina Bio Unit ] [ Vinheta Oxigênio ] Créditos: Aerial foi composta por Bio Unit; Documentary por Coma-Media. Ambas sob licença Creative Commons. Os sons de rolha e os loops de baixo são da biblioteca de loops do Garage Band. Roteiro, produção: Yama Chiodi Pesquisa: Yama Chiodi, Damny Laya Narração: Yama Chiodi, Danny Laya, Mayra Trinca Entrevistados: Tamara Kneese, Cynthia Picolo, Andrea Camurça e Cacique Roberto Anacé __________ Descendo a toca do coelho da IA: Data Centers e os Impactos Materiais da “Nuvem” – Uma entrevista com Tamara Kneese: https://www.blogs.unicamp.br/geict/2025/11/06/descendo-a-toca-do-coelho-da-ia-data-centers-e-os-impactos-materiais-da-nuvem-uma-entrevista-com-tamara-kneese/ Não somos quintal de data centers: Um estudo sobre os impactos socioambientais e climáticos dos data centers na América Latina: https://idec.org.br/publicacao/nao-somos-quintal-de-data-centers Outras referências e fontes consultadas: Relatórios técnicos e dados oficiais: IEA (2025), Energy and AI, IEA, Paris https://www.iea.org/reports/energy-and-ai, Licence: CC BY 4.0 “Inteligência Artificial e Data Centers: A Expansão Corporativa em Tensão com a Justiça Socioambiental”. Lapin. https://lapin.org.br/2025/08/11/confira-o-relatorio-inteligencia-artificial-e-data-centers-a-expansao-corporativa-em-tensao-com-a-justica-socioambiental/ Estudo de mercado sobre Power & Cooling de Data Centers. DCD – DATA CENTER DYNAMICS.https://media.datacenterdynamics.com/media/documents/Report_Power__Cooling_2025_PT.pdf Pílulas – Impactos ambientais da Inteligência Artificial. IPREC. https://ip.rec.br/publicacoes/pilulas-impactos-ambientais-da-inteligencia-artificial/ Policy Brief: IA, data centers e os impactos ambientais. IPREC https://ip.rec.br/wp-content/uploads/2025/05/Policy-Paper-IA-e-Data-Centers.pdf MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1.318, DE 17 DE SETEMBRO DE 2025 https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/medida-provisoria-n-1.318-de-17-de-setembro-de-2025-656851861 Infográfico sobre minerais críticos usados em Data Centers do Serviço de Geologia do Governo dos EUA https://www.usgs.gov/media/images/key-minerals-data-centers-infographic Notícias e reportagens: From Mexico to Ireland, Fury Mounts Over a Global A.I. Frenzy. Paul Mozur, Adam Satariano e Emiliano Rodríguez Mega. The New York Times, 20/10/2025. https://www.nytimes.com/2025/10/20/technology/ai-data-center-backlash-mexico-ireland.html Movimentos pedem ao MP fim de licença de data center no CE. Maristela Crispim, EcoNordeste. 25/08/2025. https://agenciaeconordeste.com.br/sustentabilidade/movimentos-pedem-ao-mp-fim-de-licenca-de-data-center-no-ce/#:~:text=’N%C3%A3o%20somos%20contra%20o%20progresso’&text=Para%20o%20cacique%20Roberto%20Anac%C3%A9,ao%20meio%20ambiente%E2%80%9D%2C%20finaliza. ChatGPT Is Everywhere — Why Aren’t We Talking About Its Environmental Costs? Lex McMenamin. Teen Vogue. https://www.teenvogue.com/story/chatgpt-is-everywhere-environmental-costs-oped Data centers no Nordeste, minérios na África, lucros no Vale do Silício. Le Monde Diplomatique, 11 jun. 2025. Accioly Filho. https://diplomatique.org.br/data-centers-no-nordeste-minerios-na-africa-lucros-no-vale-do-silicio/. The environmental footprint of data centers in the United States. Md Abu Bakar Siddik et al 2021 Environ. Res. Lett. 16064017: https://iopscience.iop.org/article/10.1088/1748-9326/abfba1 Tecnología en el desierto – El debate por los data centers y la crisis hídrica en Uruguay. MUTA, 30 nov. Soledad Acunã https://mutamag.com/cyberpunk/tecnologia-en-el-desierto/. Acesso em: 17 set. 2025. Las zonas oscuras de la evaluación ambiental que autorizó “a ciegas” el megaproyecto de Google en Cerrillos. CIPER Chile, 25 maio 2020. https://www.ciperchile.cl/2020/05/25/las-zonas-oscuras-de-la-evaluacion-ambiental-que-autorizo-aciegas-el-megaproyecto-de-google-en-cerrillos/. Acesso em: 17 set. 2025. Thirsty data centres spring up in water-poor Mexican town. Context, 6 set. 2024. https://www.context.news/ai/thirsty-data-centres-spring-up-in-water-poor-mexican-town BNDES lança linha de R$ 2 bilhões para data centers no Brasil. https://agenciadenoticias.bndes.gov.br/industria/BNDES-lanca-linha-de-R$-2-bilhoes-para-data-centersno-Brasil/. Los centros de datos y sus costos ocultos en México, Chile, EE UU, Países Bajos y Sudáfrica. WIRED, 29 maio 2025. Anna Lagos https://es.wired.com/articulos/los-costos-ocultos-del-desarrollo-de-centros-de-datos-en-mexico-chile-ee-uu-paises-bajos-y-sudafrica Big Tech's data centres will take water from world's driest areas. Eleanor Gunn. SourceMaterial, 9 abr. 2025. https://www.source-material.org/amazon-microsoft-google-trump-data-centres-water-use/ Indígenas pedem que MP atue para derrubar licenciamento ambiental de data center do TikTok. Folha de S.Paulo, 26 ago. 2025. https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/indigenas-pedem-que-mp-atue-para-derrubar-licenciamento-ambiental-de-data-center-do-tiktok.shtml The data center boom in the desert. MIT Technology Review https://www.technologyreview.com/2025/05/20/1116287/ai-data-centers-nevada-water-reno-computing-environmental-impact/ Conferências, artigos acadêmicos e jornalísticos: Why are Tech Oligarchs So Obsessed with Energy and What Does That Mean for Democracy? Tamara Kneese. Tech Policy Press. https://www.techpolicy.press/why-are-tech-oligarchs-so-obsessed-with-energy-and-what-does-that-mean-for-democracy/ Data Center Boom Risks Health of Already Vulnerable Communities. Cecilia Marrinan. Tech Policy Press. https://www.techpolicy.press/data-center-boom-risks-health-of-already-vulnerable-communities/ RARE/EARTH: The Geopolitics of Critical Minerals and the AI Supply Chain. https://www.youtube.com/watch?v=GxVM3cAxHfg Understanding AI with Data & Society / The Environmental Costs of AI Are Surging – What Now? https://www.youtube.com/watch?v=W4hQFR8Z7k0 IA e data centers: expansão corporativa em tensão com justiça socioambiental. Camila Cristina da Silva, Cynthia Picolo G. de Azevedo. https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/ia-regulacao-democracia/ia-e-data-centers-expansao-corporativa-em-tensao-com-justica-socioambiental LI, P.; YANG, J.; ISLAM, M. A.; REN, S. Making AI Less “Thirsty”: Uncovering and Addressing the Secret Water Footprint of AI Models. arXiv, 2304.03271, 26 mar. 2025. Disponível em: https://doi.org/10.48550/arXiv.2304.03271 LIU, Y.; WEI, X.; XIAO, J.; LIU, Z.;XU, Y.; TIAN, Y. Energy consumption and emission mitigation prediction based on data center traffic and PUE for global data centers. Global Energy Interconnection, v. 3, n.3, p. 272-282, 3 jun. 2020. https://doi.org/10.1016/j.gloei.2020.07.008 SIDDIK, M. A. B.; SHEHABI, A.; MARSTON, L. The environmental footprint of data centers in the United States. Environmental Research Letters, v. 16, n. 6, 21 maio 2021. https://doi.org/10.1088/1748-9326/abfba1 Las Mentiras de Microsoft en Chile: Una Empresa No tan Verde. Por Rodrigo Vallejos de Resistencia Socioambiental de Quilicura. Revista De Frente, 18 mar. 2022. https://www.revistadefrente.cl/las-mentiras-de-microsoft-en-chile-una-empresa-no-tan-verde-porrodrigo-vallejos-de-resistencia-socioambiental-de-quilicura/. Acesso em: 17 set. 2025.

Camada 8
#71 - A Construção da Internet no Brasil: Memórias e Bastidores com Antonio Tavares

Camada 8

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 41:09


No novo episódio do Camada 8, convidamos Antonio Tavares, fundador e primeiro presidente da Abranet, além de ex-conselheiro do CGI.br, para uma conversa sobre sua trajetória empreendedora que volta às origens da Internet comercial no país.CEO da Total Linx e um dos pioneiros da Internet no Brasil, Tavares relembra como foi montar um dos primeiros provedores corporativos nacionais. Ele também conta sobre os bastidores da fundação da Abranet, sobre a sua participação no CGI.br e sobre a consolidação do modelo multissetorial de governança da Internet, que fez do Brasil uma referência internacional.Dê o play e confira agora mesmo o novo episódio do quadro Fluxo Empreendedor do Camada 8!#Camada8 #FluxoEmpreendedor #Empreendedorismo #CGI #CGIbr #Governança #GovernançaDaInternet #Tecnologia #Internet #RedesParticipantes:Eduardo Barasal Morales (Host) - Coordenador da área de formação de sistemas autônomos do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/eduardo-barasal-moralesLucas Jorge da Silva (Host) - Analista de Projetos do Ceptro.br no NIC.br ⁠https://www.linkedin.com/in/lucasjorge Antonio Tavares (Convidado) - CEO na Total Links https://www.linkedin.com/in/antonio-a-v-tavares/Links citados:Semana de Infraestrutura da Internet no Brasil: https://semanainfra.nic.br/Agenda de cursos do Ceptro|NIC.br: https://ceptro.br/cursos-eventosRedes Sociais:https://www.youtube.com/nicbrvideos/https://x.com/comuNICbr/https://www.telegram.me/nicbr/https://www.linkedin.com/company/nic-br/https://www.instagram.com/nicbr/https://www.facebook.com/nic.br/https://www.flickr.com/NICbr/Contato:Equipe Ceptro.brcursosceptro@nic.brDireção e áudio:Equipe Ceptro.brEquipe de Comunicação do NIC.brEdição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/Veja também:https://nic.br/https://ceptro.br/

Governo do Estado de São Paulo
Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente Infraestrutura e Logística - Primeiro ano e desestatização da Sabesp

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 2:22


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística -

Governo do Estado de São Paulo
Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente Infraestrutura e Logística - Segurança hídrica

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 2:13


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística -

Governo do Estado de São Paulo
Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente Infraestrutura e Logística - Redução de emissões e descarbonização

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 2:53


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística -

Governo do Estado de São Paulo
Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente Infraestrutura e Logística - Entregas na área de logística

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 3:11


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística -

Kinea Investimentos
Kafé com Kinea #EP.49 - Horizontes 2026

Kinea Investimentos

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 97:17


Onde investir em 2026?O investidor brasileiro conta hoje com um universo de possibilidades entre Multimercados, Renda Fixa, Crédito, Ações, Fundos Imobiliários, Infraestrutura e Private Equity.No nosso especial Horizontes 2026, reunimos os gestores líderes de todas essas estratégias para debater cenários, a direção da indústria e onde estão as reais oportunidades em cada segmento. Trazemos a você a visão mais completa do mercado de investimentos brasileiro.

Editorial - Gazeta do Povo
Editorial: O PIB do terceiro trimestre e o potencial futuro

Editorial - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 7:22


Governo do Estado de São Paulo
Discurso: Secretária Natália Resende (Infraestrutura) | Cerimônia de Entrega de Benefícios aos Municípios Paulistas

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 14:00


Discurso: Secretária Natália Resende (Infraestrutura) | Cerimônia de Entrega de Benefícios aos Municípios Paulistas by Governo do Estado de São Paulo

Governo do Estado de São Paulo
Renato Feder - Secretário da Educação - Infraestrutura

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 0:44


Renato Feder - Secretário da Educação

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Governo de SP assina 13 convênios e inaugura 15 obras para fortalecer a infraestrutura dos municípios em pacote da Operação Chuvas

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 3:33


O Governo de São Paulo assinou 13 convênios e inaugurou 15 obras que visam fortalecer a infraestrutura e aumentar a segurança da população em várias regiões do Estado de São Paulo na última segunda-feira (dia 1º). As ações fizeram parte do lançamento do plano SP Sempre Alerta – Operação Chuvas, que também entregou viaturas, caminhões-pipas e equipamentos para a Defesa Civil.

ONU News
Dezenas de crianças mortas em ataques a civis e infraestrutura no Sudão

ONU News

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 2:04


Locais atingidos recentemente incluem jardim de infância e hospital que tratava vítimas da violência; chefe da ONU pede que todas as partes envolvidas cumpram suas obrigações ditadas por leis internacionais.

Falando de Saneamento - Instituto Trata Brasil
O futuro da demanda hídrica no Brasil - com Fernando Garcia

Falando de Saneamento - Instituto Trata Brasil

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 29:38


Neste novo episódio do Falando de Saneamento, videocast do Instituto Trata Brasil, recebemos Fernando Garcia, sócio-diretor da Ex Ante Consultoria Econômica e pesquisador do Instituto Trata Brasil. O tema da conversa é o estudo "Demanda Futura por Água em 2050: Desafios da Eficiência e das Mudanças Climáticas”, trazendo projeções importantes sobre consumo de água, perdas, mudanças climáticas e risco de racionamento.Siga o Trata Brasil nas redes sociais: @tratabrasilwww.tratabrasil.org.br www.painelsaneamento.org.brEstudo: https://tratabrasil.org.br/demanda-futura-por-agua-em-2050

MIT Technology Review Brasil
Financiamento à inovação e o protagonismo do Brasil na transição energética

MIT Technology Review Brasil

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 19:21


Neste episódio, o jornalista Thomaz Gomes conversa com Newton Hamatsu, superintendente da Área de Transição Energética e Infraestrutura da FINEP, sobre o avanço da transição energética no país e o papel da FINEP no apoio a projetos de inovação. Newton apresenta um panorama das iniciativas em renováveis, hidrogênio, biocombustíveis, economia circular e descarbonização da indústria e do transporte.Ele explica como a combinação de subvenção econômica, crédito com taxas competitivas e investimento em fundos tem permitido viabilizar projetos de alto impacto que já são cerca de 280 iniciativas apoiadas desde 2023, somando mais de 8 bilhões de reais.A conversa traz exemplos de tecnologias disruptivas financiadas pela FINEP, como o desenvolvimento de um micro reator nuclear brasileiro, sementes sintéticas de cana, produção de etanol em áreas degradadas com agave, enzimas nacionais para etanol de segunda geração e aerogeradores supercondutores.Por fim, Newton antecipa novas chamadas focadas em combustíveis sustentáveis, SAF, transmissão, captura de carbono e descarbonização dos transportes.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

Governo do Estado de São Paulo
Sonora: Natália Resende - Secretária da SEMIL - Mesmo com investimento maior, tarifa da SABESP não terá aumento real para consumidor em 2026

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 1:25


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística

CBN Vitória - Entrevistas
BR-101 na Serra terá trecho municipalizado; prefeito explica!

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 23:53


Após a Ecovias Capixaba, concessionária que administra a BR 101 no Espírito Santo, anunciar que vai assumir a gestão do Contorno do Mestre Álvaro, o trecho urbano da rodovia – do km 247,8 ao km 278,3 – que passa por bairros movimentados da Serra, será municipalizado este mês. A informação foi confirmada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) à reportagem de A Gazeta. Em entrevista à CBN Vitória, o prefeito da cidade, Weverson Meireles, fala sobre o assunto.

Governo do Estado de São Paulo
Sonora: Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística - Abastecimento de água em São Paulo ganha importante reforço com antecipação de obra de transposição para o Alto Tietê

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 2:07


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Sabesp alia tecnologia de ponta para ampliar a eficiência e fortalecer a infraestrutura

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Nov 29, 2025 1:09


A Sabesp está conduzindo uma das maiores modernizações tecnológicas já realizadas por uma empresa de saneamento no mundo, impulsionada por um plano de investimentos de R$ 70 bilhões até 2029. O conjunto de inovações inclui a instalação de hidrômetros inteligentes com tecnologia IoT, inteligência artificial aplicada à fiscalização de obras e à detecção de vazamentos, soluções inéditas de atendimento digital, impressoras 3D para fabricação de peças, sistemas de ultrafiltração da água e um novo método sustentável de controle de odores em estações de esgoto.

Radioagência
Câmara aprova projeto que permite a execução de obras de infraestrutura, sem licitação, pelo Exército

Radioagência

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025


CBN Vitória - Entrevistas
Saiba o que prevê o novo projeto de duplicação da BR-262

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 21:16


Antigo gargalo da mobilidade no Espírito Santo, a BR-262 está com o seu projeto de engenharia para duplicação sendo finalizado. Esse projeto terá seu início no entroncamento com a BR-101 em Viana e chega ao seu final no km 196,5, em Iúna, na divisa entre o Espírito Santo e Minas Gerais. A duplicação da BR será dividida em cinco lotes, sendo que três deles serão contemplados numa primeira fase de execução. São eles: de Viana até o Posto do Café (após Marechal Floriano); Marechal Floriano até Pedra Azul e Pedra Azul até a entrada de Conceição do Castelo. Os últimos dois lotes chegam à divisa com MG, em Pequiá. A licitação acontece até abril de 2026  e contempla, por exemplo, 50 viadutos e passagens inferiores, 28 pontes, quatro túneis e seis passarelas exclusivas de pedestres. As informações são do deputado federal Josias da Vitória, coordenador da Bancada Capixaba no Congresso Nacional, em contato com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Em entrevista à CBN Vitória, o deputado fala sobre o assunto. 

Rádio UFS
Ônibus elétrico põe Aracaju na rota da eletrobilidade, mas gera desafios de custo e infraestrutura

Rádio UFS

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 8:56


Ouça a reportagem de Josafá Neto e Juliana Almeida sobre os avanços e perspectivas da implantação dos ônibus elétricos na Grande Aracaju. Foto: Karla Tavares/PMA

MIT Technology Review Brasil
IA, eficiência computacional e os novos rumos da infraestrutura energética

MIT Technology Review Brasil

Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 20:49


Neste episódio, o jornalista Thomaz Gomes, especialista em tecnologia e inovação, conversa com Marcio Gomes de Aguiar, Diretor de Vendas para Empresas na América Latina da NVIDIA, sobre como a inteligência artificial está impulsionando uma transformação estrutural na demanda por computação e, consequentemente, em consumo energético.Ao longo da conversa, Márcio relembra a trajetória da evolução das GPUs, que saíram do universo dos games para se tornarem plataformas computacionais centrais em setores como energia, saúde, finanças e mobilidade. Ele explica como a explosão da IA generativa não é uma moda, mas o início de uma mudança profunda e irreversível na economia digital.Márcio detalha como cada nova geração de hardware, com mais poder computacional e menos consumo energético, exige também avanços equivalentes em software. Essa combinação tem permitido que data centers cresçam com mais eficiência e sustentabilidade.A conversa mergulha também no impacto direto dessa revolução no setor de energia, com destaque para o uso de análise preditiva, simulações avançadas, otimização de poços e Digital Twins industriais, que já fazem parte de projetos de P&D no país, reduzindo riscos ambientais e aumentando a segurança operacional.Por fim, ele aponta tendências que vão moldar os próximos anos, como a era da IA agêntica e o avanço da IA física, com robôs colaborativos atuando lado a lado com humanos em ambientes industriais.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: DER-SP inicia operação para feriado da Consciência Negra

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 1:34


O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-SP), órgão vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), realiza, entre os dias 19 e 23 de novembro, a Operação Especial Consciência Negra.

Economia do Futuro
COP 30 na reta final: as negociações, as manifestações e os problemas de infraestrutura

Economia do Futuro

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 26:21


Este é o segundo episódio da cobertura conjunta do Economia do Futuro e do Reset sobre a COP 30.  Falamos sobre as manifestações, a confusão e a infraestrutura precária da COP; o que já se sabe sobre o andamento das negociações e o plano de criar um mapa do caminho para deixar os combustíveis fósseis no passado. *O episódio é um oferecimento da Axia Energia.**Para saber mais sobre a análise da mídia da Signals IQ, escreva para melina@signals-iq.com*** Para participar do webinar do Reset, acesse aquiSupport the showPara entrar em contato, escreva para podcast@economiadofuturo.com

Notícias Agrícolas - Podcasts
A infraestrutura que limita o agro e os riscos da má gestão na armazenagem.

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 44:05


Por que o futuro do agro depende de onde e como armazenamos nossos grãos.

LowOpsCast
#39 Hackeando a carreira em tecnologia: da infraestrutura à cibersegurança – com Denis Alonso

LowOpsCast

Play Episode Listen Later Nov 15, 2025 79:18


No novo episódio do LowOpsCast, recebemos Denis Alonso (https://www.linkedin.com/in/denis-alonso-barbosa/), gerente de cibersegurança na PwC, Microsoft Certified Trainer, mentor, criador de conteúdo e um dos profissionais referência no Brasil quando o assunto é segurança em nuvem, carreira e impacto social com tecnologia.Com mais de 14 anos de experiência passando por suporte, infraestrutura, nuvem e agora liderando projetos de segurança de alto impacto, o Denis é aquele cara que joga o jogo técnico e humano ao mesmo tempo — e compartilha tudo com quem tá chegando agora.Neste papo direto, você vai ouvir sobre:- Como crescer na carreira em segurança partindo de infraestrutura- A real de liderar projetos críticos em grandes empresas- O valor da comunidade e da mentoria na formação de novos profissionais- Por que ensinar é uma das formas mais poderosas de aprender- Bastidores por trás do que é ser um líder técnico com propósitoSe você trabalha com segurança, nuvem, arquitetura ou quer entender como construir uma carreira sólida sem perder o lado humano, esse episódio é obrigatório.Dá o play, compartilha com aquele(a) amigo(a) que só fala de certificação mas nunca contribuiu na comunidade, e comenta aqui o que mais te inspirou no papo#LowOpsCast #CyberSecurity #CarreiraEmTI #SegurançaDaInformação #Cibersegurança #HackeandoACarreira #DenisAlonso #HackerEtico #DevSecOps #Pentest #CarreiraTI #TechPodcast #PodcastBrasil #ProfissionaisDeTI

Filhologico
Aprovação em concurso público

Filhologico

Play Episode Listen Later Nov 15, 2025 5:20


Minha vida é um testemunho de que a conquista exige suor, luta e trabalho. Nada,absolutamente nada, foi fácil. Minha jornada rumo à aprovação em um concurso público foi umcaminho longo e árduo, que se estendeu por oito anos, recheado de estudos intensivos e,inevitavelmente, reprovações, até que o sucesso finalmente chegasse.A luta começou em meados de 2010. Naquela época, eu estava concluindo o Ensino Médio naEscola Estadual Dr. Fontes Ibiapina e, naquele mesmo ano, obtive a aprovação no vestibularda UFPI (o antigo PSIU Geral) para o curso de Licenciatura em Matemática.Motivado, iniciei a empreitada nos concursos públicos. O primeiro que prestei foi o concursomunicipal da Cidade de União, no Piauí, com a banca Machado de Assis, resultando naprimeira reprovação. Em seguida, fiz o concurso municipal para a cidade de Esperantina, PI. Abanca continuava sendo a mesma e, mais uma vez, fui reprovado.O concurso de Esperantina, no entanto, foi peculiar e marcou profundamente minha memória.Viajei para a cidade apenas com o dinheiro da passagem. Chegando lá, sem condições depagar um hotel, pedi informações aos policiais sobre um local público para passar a noite. Elesme acolheram, permitindo que eu dormisse na delegacia. No dia seguinte, tomei café com ospoliciais, e eles me levaram até o local de prova. Mesmo com todo esse esforço e ajuda, fuireprovado.As tentativas continuaram. No concurso municipal de Luzilândia, PI, havia 15 vagas e 3.000pessoas disputando o meu cargo. Conquistei o 16º lugar, ficando fora da quantidade de vagasofertadas e, novamente, sendo reprovado. Prestei o concurso do Banco do Brasil com lotaçãopara Teresina-PI e não obtive êxito.Avançando para as esferas federal e estadual, fiz o concurso público para a Polícia RodoviáriaFederal, com lotação em Teresina-PI, onde fui classificado, mas nunca fui convocado. Prestei oconcurso público municipal da Câmara de Piripiri-PI, sendo classificado, mas igualmente nuncaconvocado. A decepção se repetiu no concurso público estadual do Conselho Federal deMedicina do Maranhão, com lotação para Caxias, Maranhão. Eram apenas quatro vagas e aprova foi realizada em São Luís. Fiquei empatado em quarto lugar, mas os critérios dedesempate me levaram a mais uma reprovação.Finalmente, o ano de 2018 chegou. Nesse mesmo ano, fui aprovado no vestibular específico doIFPI para o curso técnico em contabilidade. Foi então que saiu o edital do concurso públicomunicipal da prefeitura de Caxias, Maranhão. Adivinha a banca? Era a mesma, a Machado deAssis, que já havia me reprovado diversas vezes.Desta vez, minha estratégia foi diferente. Resolvi as provas dos anos anteriores, dediquei maisde seis horas de estudo por dia, assisti a todas as aulas disponíveis no YouTube e pesquiseiexaustivamente assuntos relacionados à prova.Mesmo com toda a preparação, o destino tentou me impedir de realizar a prova. O ano foimarcado pela greve dos caminhoneiros, que paralisou o país. Lembro-me de ter passado o diatodo trabalhando e, ao final do expediente, ter que viajar para Caxias-MA. A dificuldade parachegar à rodoviária de Timon, Maranhão, foi terrível. Encontrei a mesma dificuldade paracomprar a passagem e chegar a Caxias, pois as estradas estavam sendo paralisadas. Mesmoassim, com imensa dificuldade, consegui a passagem e cheguei em Caxias à meia-noite.A prova aconteceria no domingo pela manhã. Eu estava muito confiante, apesar da alta concorrência para o cargo de Operador de Infraestrutura (50 vagas). Desta vez, foi diferente:eu já conhecia a banca, e o esforço foi recompensado. Fiquei classificado na 36ª posição,obtendo a tão sonhada aprovação.Oito anos de luta encontraram seu final, mas a espera não havia terminado. Tive que aguardarlongos quatro anos pela nomeação. Finalmente, no dia 2 de março de 2023, tomei posse noauditório da prefeitura municipal de Caxias, no Maranhão, concluindo a jornada com a certezade que cada reprovação, cada noite mal dormida....

Resumão Diário
JN: ONU envia carta ao governo brasileiro cobrando melhoras em segurança e infraestrutura na COP30; PF prende ex-presidente do INSS

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 5:30


A Polícia Federal prendeu o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto. Também está na cadeia o ex-procurador-geral do instituto, Virgílio de Oliveira Filho. A operação investiga o esquema de desvio bilionário contra aposentados e pensionistas. No Rio, outra ação da PF teve como alvo bancários que teriam roubado dinheiro do FGTS de treinadores e jogadores de futebol. Em Fortaleza, houve drama em uma maternidade pública: pacientes e bebês foram retirados às pressas depois de um incêndio. Em Washington, Brasil e Estados Unidos negociaram as tarifas impostas por Donald Trump. O Ibama destruiu um avião do garimpo ilegal no santuário de árvores gigantes na Amazônia. A ONU enviou uma carta ao governo federal e cobrou um plano para melhorar a segurança e a infraestrutura na COP30.

FECOAGRO/SC - Programa de Rádio
AGRONEGÓCIO HOJE 14-11-2025

FECOAGRO/SC - Programa de Rádio

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 11:18


*Fique bem-informado com as notícias do Programa Agronegócio Hoje de 14/11/2025*  

Camada 8
#70 - Automação de Redes em ambientes de Hyperscale com Leonardo Furtado

Camada 8

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 72:13


No novo episódio do Camada 8, convidamos Leonardo Furtado, Engenheiro de Desenvolvimento de Redes, para uma conversa sobre automação de redes em ambientes hyperscale.Furtado explica o que diferencia as infraestruturas desses ambientes das redes tradicionais, como elas operam em escala global e por que a automação se tornou indispensável para garantir disponibilidade, agilidade e segurança. Ele também fala sobre como a programabilidade está transformando a forma de projetar e operar redes críticas, como provedores de todos os tamanhos podem aplicar esses conceitos no dia a dia, e muito mais!Dê o play e confira agora mesmo o novo episódio do quadro Roteamento de Ideias do Camada 8!#Camada8 #Hyperscale #Infraestrutura #NetworkAutomation #AutomaçãoDeRedes #Programabilidade #programmability #NetworkingParticipantes:Antonio Marcos Moreiras (Host) - Gerente de projetos e desenvolvimento no NIC.br https://www.linkedin.com/in/moreirasEduardo Barasal Morales (Host) - Coordenador da área de formação de sistemas autônomos do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/eduardo-barasal-moralesLeonardo Furtado (Convidado) - Engenheiro de Desenvolvimento de Redes https://www.linkedin.com/in/leofurtadonyc/Links citados:Semana de Infraestrutura da Internet no Brasil: https://semanainfra.nic.br/Curso BCOP EaD: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop-ead/Agenda de cursos do Ceptro|NIC.br: https://ceptro.br/cursos-eventosRedes Sociais:https://www.youtube.com/nicbrvideos/https://x.com/comuNICbr/https://www.telegram.me/nicbr/https://www.linkedin.com/company/nic-br/https://www.instagram.com/nicbr/https://www.facebook.com/nic.br/https://www.flickr.com/NICbr/Contato:Equipe Ceptro.brcursosceptro@nic.brDireção e áudio:Equipe Ceptro.brEquipe de Comunicação do NIC.brEdição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/Veja também:https://nic.br/https://ceptro.br/

Passando a Limpo
Investimentos, orçamento e planejamento para 2026

Passando a Limpo

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 22:40


Passando a Limpo: Nesta terça-feira (11), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com a dra. em Engenharia de Produção, professora do Programa de Pós-Graduação e Administração da Universidade da Amazônia - UNAMA, Regina Cleide Teixeira. Na pauta, a COP30. O Secretário de Mobilidade e Infraestrutura de Pernambuco, André Teixeira Filho, conversa sobre os investimentos do Metrô do Recife. O Secretário de Planejamento e Gestão de Pernambuco, Fabrício Marques, conversa sobre o orçamento de 2026 para o Estado.

Papo de CEO
Rodrigo Falcão: O Universo dos FIDCs e os Desafios do Mercado Financeiro | Papo de CEO #179

Papo de CEO

Play Episode Listen Later Nov 4, 2025 67:36


Acesse a ContrataPJ agora!https://4soci.al/contratapj-papo-ceoNo 179º episódio do Papo de CEO, recebemos Rodrigo Falcão, Diretor de Gestão da Apuama Capital. Formado em Engenharia de Infraestrutura pelo ITA e Mestre em Economia pela FGV-SP, Rodrigo acumula mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro, com passagens por instituições como Rio Bravo Investimentos, Itaú Unibanco, ICAP e CM Capital.Neste episódio, ele explica de forma clara e prática o funcionamento dos FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios), suas oportunidades e riscos, além de discutir como esse modelo vem impulsionando o crédito e o crescimento de empresas no Brasil.Se você quer entender o futuro do crédito estruturado e como os FIDCs se tornaram uma das principais ferramentas do mercado financeiro, esse episódio é pra você!

ONU News
Ataques russos à infraestrutura energética da Ucrânia podem gerar “crise dentro da crise”

ONU News

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 2:02


O coordenador humanitário da ONU no país expressou grave preocupação com onda contínua de ataques russos a centrais de energia e instalações de distribuição; chegada do inverno preocupa organização.

ONU News
Agência anuncia redução de 45% de emissões de gases em projetos de infraestrutura

ONU News

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 1:41


Com a proximidade da COP30, Unops lançou nova estratégia climática; abordagem pretende garantir que 95% dos fornecedores da agência tenham planos de redução de emissões de gases do efeito estufa em vigor até 2030. 

Notícia no Seu Tempo
#36 - Rumo a COP-30 entrevista Luciano Machado, CEO da MMF Projetos de Infraestrutura

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 35:00


Luciano Machado, CEO da MMF Projetos de Infraestrutura, é categórico: o ritmo da preparação do Brasil deve aumentar. Era do Clima: Rumo à COP-30 é apresentado por Ajinomoto, BNDES, Governo Federal, Governo do Pará, Hydro e JBS e patrocinado por Zurich.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Estadão Notícias
Start #399 com Daniel Gonzales: redes, nuvem e dados 360° na Salvador smart city

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Oct 18, 2025 23:42


Projetos e iniciativas de cidades inteligentes avançam pelo Brasil: uma das principais capitais do País, Salvador aposta na digitalização e inteligência de serviços e dispositivos com base em três pilares: redes robustas e resilientes que trazem conectividade de alto desempenho a devices de IoT e prédios públicos, praças e pontos turísticos, conectando serviços; uso intensivo de nuvem; e um grande observatório de dados responsável por transformá-los em motores para soluções, planejamento e políticas de gestão. O apresentador Daniel Gonzales conversa com Wlader Peres, diretor técnico de Infraestrutura da SEMIT (Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia)/COGEL (Companhia de Governança Eletrônica de Salvador) e com Luiz Karlos Ribeiro Barbosa, diretor de Vendas Governo da Fortinet Brasil. O Start vai ao ar às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 (para toda Grande SP), site, apps, canais digitais e assistentes de voz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Camada 8
#69 - Segurança em ambientes digitais com Adriano Cansian

Camada 8

Play Episode Listen Later Oct 8, 2025 42:07


No episódio de outubro do Camada 8, mês dedicado à conscientização sobre Segurança Cibernética, recebemos Adriano Cansian, professor e pesquisador de segurança cibernética na UNESP, para uma conversa sobre como ter mais segurança em ambientes digitais.Durante a conversa, o professor Cansian explica quais são os vetores de ataques mais comuns como softwares desatualizados, anexos maliciosos, engenharia social, e reforça que muitas vezes medidas simples podem se tornar grandes barreiras. Ele também comenta sobre os desafios e oportunidades do mercado de segurança cibernética e muito mais.Dê o play e confira agora mesmo o novo episódio do quadro Roteamento de Ideias do Camada 8!#Camada8 #cibersegurança #CyberSecurity #SegurancaDigital #Phishing #EngenhariaSocial #AIParticipantes:Eduardo Barasal Morales (Host) - Coordenador da área de formação de sistemas autônomos do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/eduardo-barasal-moralesTiago Jun Nakamura (Host) - Analista de Projetos do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/tiago-nakamura-96052278/Adriano Cansian (Convidado) - Professor e pesquisador de segurança cibernética na UNESP https://www.linkedin.com/in/adrianocansian/ Links citados:Semana de Infraestrutura da Internet no Brasil: https://nic.br/semanainfrabr/Cidadão na Rede: https://cidadaonarede.nic.br/pt/Cartilha de Segurança para Internet: https://cartilha.cert.br/Curso BCOP Presencial: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop/Curso BCOP EaD: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop-ead/Agenda de cursos do Ceptro|NIC.br: https://ceptro.br/cursos-eventosRedes Sociais:https://www.youtube.com/nicbrvideos/https://x.com/comuNICbr/https://www.telegram.me/nicbr/https://www.linkedin.com/company/nic-br/https://www.instagram.com/nicbr/https://www.facebook.com/nic.br/https://www.flickr.com/NICbr/Contato:Equipe Ceptro.brcursosceptro@nic.brDireção e áudio:Equipe Ceptro.brEquipe de Comunicação do NIC.brEdição YouProjectSonorização Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/Veja também:https://nic.br/https://ceptro.br/

EmpreendaCast Brasil
Self‑Storage como Infraestrutura Urbana: A Revolução da GoodStorage

EmpreendaCast Brasil

Play Episode Listen Later Oct 3, 2025 114:40


Self‑Storage como Infraestrutura Urbana: A Revolução da GoodStorage | #podcast #empreendedorismo #podcastbrasil

Podcasts epbr
Erik Trench, Diretor de Gases Renováveis da Ultragaz | Videocast gas week #010

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Oct 2, 2025 63:25


O governo publicou o decreto do biometano, passo decisivo para o mandato do combustível do futuro. Como isso muda a oferta, a demanda e os preços? André Ramalho recebe Erik Trench, diretor de Gases Renováveis da Ultragaz, para um raio-X do mercado: do crescimento do biometano no Brasil ao papel do CGOB, passando por indústria, mobilidade pesada, certificação e rastreabilidade (GHG Protocol), além de desafios de infraestrutura e harmonização regulatória. Destaques do episódio: - “Foto” do mercado de biometano antes do mandato - Estratégia da Ultragaz: histórico no GLP, aquisição da Neogás e atuação em GNC - Portfólio e clientes (indústria e transporte) - Oferta: aterros (Caieiras, Dois Arcos, Minas do Leão), sucroenergético e agro - CGOB, mercado voluntário e convivência com o mercado “obrigado” - Certificação, rastreabilidade e GHG Protocol - Competitividade vs. gás natural e diesel; frotas a gás - Infraestrutura, hubs, swap e pluralidade de modais - Mercado livre de gás: oportunidades Inscreva-se no canal da agência eixos e ative o sininho.

Podcasts epbr
Heloísa Borges, Diretora da EPE - Videocast gas week #008

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Sep 23, 2025 47:09


No videocast gas week, o editor de Gás da agência eixos, André Ramalho, recebe Heloísa Borges — diretora de Estudos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis da EPE — para detalhar o Plano Nacional Integrado de Infraestrutura de Gás Natural e Biometano (PNIGB), peça central da nova governança do setor prevista no Decreto 153/2024. Heloísa explica como o PNIGB vai além dos planos indicativos (PIG/PIPE), o que entra na consulta pública e qual é o cronograma para a versão final. No papo, ela antecipa a lógica dos hubs de biometano (dois projetos concretos em SP e PR, com conexão à malha de transporte/Gasbol), comenta as rotas de integração gasífera latino-americana (com destaque para a Argentina) e como o Plano Integrado se conecta ao Plano Coordenado do Transporte. Também fala das chamadas públicas de autorização na ANP (competição pela menor tarifa), da figura do operador independente em escoamento/UPGN, do swap transporte↔distribuição (e suas barreiras tributárias) e do papel da EPE na metodologia de valoração do acesso às infraestruturas no leilão do gás da União. Por fim, amarra tudo com o PDE e o PNE, destacando o papel de gás e biometano na transição energética.

O Antagonista
Cortes do Papo - Tarcísio faz o ‘bingo' bolsonarista

O Antagonista

Play Episode Listen Later Sep 8, 2025 37:49


O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que “ninguém aguenta mais a tirania de um ministro como Moraes”. O ex-ministro da Infraestrutura do governo Bolsonaro deu a declaração durante discurso em ato na Avenida Paulista no domingo, 7 de setembro.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do   dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.     Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.     Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.     Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.    Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista  https://bit.ly/papoantagonista  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

NerdCast
Nerd na Cloud 18 - Programação Vibes com a Segurança da Terraform

NerdCast

Play Episode Listen Later Aug 29, 2025 29:16


Neste Nerd na Cloud, vamos aprofundar na Infraestrutura com Código (IaC) e suas ferramentas para modernizar e automatizar os seus projetos com nuvem com a Terraform. MAGALU CLOUD Conheça o Magalu Cloud: https://jovemnerd.short.gy/Magalu_Cloud_NNC ARTE DA VITRINE: Randall Random EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices