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Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Pavimentação da Rodovia dos Mineiros ainda depende de etapas burocráticas

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 18:16


A prefeita de Urussanga, Stela Talamini (MDB), atualizou as informações sobre os trâmites burocráticos para a pavimentação da Rodovia dos Mineiros. A obra tem sido alvo de questionamentos da comunidade, especialmente após a visita do governador Jorginho Mello (PL) ao município, no dia 8 de janeiro, quando foi anunciado o convênio entre o Governo do Estado e a prefeitura. Em entrevista ao Cruz de Malta Notícias, a prefeita esclareceu que o evento realizado na data não representou a assinatura oficial do convênio, mas sim a assinatura da ata de início do processo. “Ficou um pouco confuso para todos nós, inclusive para nós, né? Mas passado a data do dia 8, então a gente pôde entender melhor o ato. Estamos caminhando, é um processo diferente para a prefeitura. A prefeitura de Urussanga nunca teve um aporte tão grande, de um volume tão grande do Estado para uma obra desse porte. É um processo complexo, mas a gente está caminhando, estamos vencendo todas as datas e todas as demandas que estão sendo requisitadas”, explicou. Segundo Stela, diversos órgãos estaduais estão envolvidos na tramitação, entre eles o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), a Secretaria de Infraestrutura e o setor jurídico do Estado. “São vários segmentos públicos envolvidos e todos muito comprometidos para que dê certo”, acrescentou. A prefeita destacou ainda que a equipe técnica trabalha para cumprir todas as etapas até o dia 3 de julho, prazo considerado limite para o início das obras antes do período eleitoral. A expectativa da administração municipal é concluir os trâmites dentro do cronograma e viabilizar o começo da pavimentação ainda no primeiro semestre.

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Governo de SP avança na infraestrutura de novas unidades escolares na região de Campinas

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 3:02


O governador em exercício Felício Ramuth visitou unidades de ensino em construção na região de Campinas nesta terça-feira (3). Em São João da Boa Vista, vistoriou as obras da nova escola estadual de São João da Boa Vista, viabilizada por meio da parceria público-privada (PPP) Novas Escolas

os agilistas
#336 - EcoRodovias: da experimentação à infraestrutura de IA escalável

os agilistas

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 33:53


Como sair dos experimentos soltos de IA e construir uma estratégia estruturada que realmente escale? Neste episódio, Afrânio Lamy Spolador Junior, Diretor de Tecnologia no Grupo EcoRodovias, mostra como a empresa organizou sua jornada de IA em quatro domínios estratégicos, passando da experimentação para um programa que gera resultados mensuráveis. Ele compartilha o processo de transição, os desafios de governança e como alinhar tecnologia aos objetivos corporativos, incluindo cases pioneiros no Brasil. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Estratégia estruturada de IA; 4 domínios de atuação; Visão computacional; Case real da pesagem em movimento; Manutenção preditiva; Gestão de mudança; Métricas de resultado; Orquestração de agentes. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Teletime
02/03/26 | AIA vira DIG.IA, associação de infraestrutura digital | Estratégia da Nokia | MWC 2026

Teletime

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 11:16


Esta é uma edição especial do Boletim TELETIME, com uma cobertura especial do MWC 2026 e os principais fatos que movimentam o mercado de telecomunicações durante o evento, em Barcelona. As matérias completas estão disponíveis no site www.teletime.com.brTELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se aqui (shorturl.at/juzF1) e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/teletimenews/Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Telegram: https://t.me/teletimenews Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Agrocast
Dedo No Pulso: Análise Macroeconômica e Agronegócio 03/02 a 08/03/2026 com Antônio da Luz

Agrocast

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 69:59


O episódio do Dedo No Pulso desta semana traz uma análise abrangente sobre os principais fatores que afetam a economia brasileira e o agronegócio. Antônio da Luz destaca a decisão do governo de aumentar impostos de importação, medida que, segundo ele, reduz a produtividade e a competitividade nacional. Além disso, aborda os entraves logísticos como a paralisação da Ferrogrão e o recuo na concessão de hidrovias, reforçando como infraestrutura deficiente compromete o escoamento de grãos e a eficiência do setor. O cenário internacional também entra em pauta, com os possíveis impactos econômicos do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, que podem afetar preços de petróleo e comércio global.No campo dos indicadores, o episódio analisa a desaceleração do PIB no quarto trimestre de 2025, a queda da confiança do consumidor para 86,1 pontos, e os dados fiscais que revelam aumento da dívida bruta para 78,66% do PIB. A inflação surpreendeu com alta de 0,84% no IPC-15, puxada pelo setor de educação, evidenciando a inércia inflacionária brasileira. No crédito rural, a inadimplência subiu para 7,33%, enquanto o mercado de capitais se fortalece como alternativa de financiamento ao agro. Por fim, Antônio ressalta que problemas complexos exigem soluções estruturais, e não medidas simplistas que apenas agravam os desafios da economia e do agronegócio. ➡

Governo do Estado de São Paulo
Natália Resende - Semil - Garantia de transparência e eficiência e continuidade

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 1:37


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística - Garantia de transparência e eficiência e continuidade

Governo do Estado de São Paulo
Natália Resende - Semil - Aumento nos investimentos em saneamento

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 1:07


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística - Aumento nos investimentos em saneamento

Governo do Estado de São Paulo
Natália Resende - Semil - Impacto da desestatização da Sabesp nos investimentos

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 0:52


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística - Impacto da desestatização da Sabesp nos investimentos

Governo do Estado de São Paulo
Natália Resende - Semil - Principais obras previstas para 2026

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 1:14


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística - Principais obras previstas para 2026

Governo do Estado de São Paulo
Natália Resende - Semil - Papel do Na Rota da Água na universalização

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 0:57


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística - Papel do Na Rota da Água na universalização

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Governo de SP libera R$ 9,5 milhões do FID para obras de mobilidade, meio ambiente e infraestrutura urbana em 12 cidades

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 1:42


Projetos priorizam mobilidade ativa, sustentabilidade urbana, prevenção de danos ambientais e ampliação de áreas de convivência, fortalecendo a infraestrutura local e impulsionando o desenvolvimento regional

Rádio Assembleia - ALMG Novidades
Norte de Minas - Visita a Grão Mogol apura infraestrutura da população

Rádio Assembleia - ALMG Novidades

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 1:17


A Comissão de Participação Popular leva o Projeto Assembleia Fiscaliza - Tema em Foco, biênio 2025-2026, à cidade, nesta 6ªf (27/2).

Agrocast
Dedo No Pulso: Especial: Razões principais para a baixa produtividade do trabalho no Brasil - Análise Macroeconômica e Agronegócio 23/02 a 01/03/2026 com Antônio da Luz

Agrocast

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 65:16


Você já ouviu que o brasileiro produz pouco porque trabalha pouco?Os dados mostram exatamente o contrário. No novo episódio do Dedo no Pulso – Panorama Macroeconômico, analisamos números recentes do PISA (OCDE), do Banco Mundial (Doing Business), da Organização Mundial do Comércio (OMC) e do The Conference Board, para entender por que o Brasil gera apenas cerca de US$ 21 por hora trabalhada, enquanto países como os Estados Unidos e a Alemanha superam os US$ 80 por hora.

15 Minutos - Gazeta do Povo
A infraestrutura brasileira do caso Epstein explicada

15 Minutos - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 16:06


*) Este episódio do Podcast 15 Minutos da Gazeta do Povo analisa a prisão do príncipe Andrew, irmão do rei Charles III, que reacende o escândalo internacional envolvendo Jeffrey Epstein e amplia a crise na monarquia britânica.

Governo do Estado de São Paulo
Natália Resende - Secretária do Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística - Obras hídricas

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 3:21


Natália Resende - Secretária do Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística

Governo do Estado de São Paulo
Discurso: Natália Resende - secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil),l Entrega do Primeiro Trecho da Adutora da Alça Sudoeste

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 8:47


Linhas Vermelhas
Perante as tempestades, “não houve, da parte do Governo, consciência imediata nas primeiras 24 horas da gravidade do que se estava a passar”

Linhas Vermelhas

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 20:04


Os danos causados pelas tempestades que assolaram o país continuam a fazer sentir-se nas zonas mais afetadas. Em plena crise, a ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, demitiu-se do cargo deixando o primeiro-ministro temporariamente com a pasta. Depois de críticas à gestão inicial do Governo, os partidos políticos parecem menos desagradados com a ação do executivo de Luís Montenegro. Ouça o comentário de Cecília Meireles e Miguel Prata Roque no Linhas Vermelhas em podcast, emitido na SIC Notícias a 16 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Carnaval 2026: SP reforça operação com 34% mais embarcações em travessias litorâneas

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 2:25


A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) intensificou o plano operacional das oito travessias litorâneas de São Paulo para o feriado de Carnaval. A ação integra a Operação Verão e ocorre até 18 de fevereiro. A expectativa é de alta de 10% no fluxo de passageiros em relação à baixa temporada.

Notícias MP
Procurador-geral do MPAC recebe superintendente regional do DNIT

Notícias MP

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 1:11


O procurador-geral de Justiça, Oswaldo D'Albuquerque Lima Neto, reuniu-se, nesta terça-feira, 10, com o superintendente regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Ricardo Araújo, que se colocou à disposição da nova administração do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) para o fortalecimento de ações de cooperação institucional.

DW Brasil Notícias
Alemanha tenta solucionar crise histórica nos trens

DW Brasil Notícias

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 17:30


O que era orgulho nacional virou dor de cabeça para população, governo e Deutsche Bahn (DB), a empresa ferroviária do país. Em 2025, somente cerca de 60% dos trens rápidos alemães, os chamados ICE e IC, chegaram pontualmente aos destinos. Sob nova direção desde outubro, a DB planeja uma ampla reestruturação para 2026. Mas o que é preciso fazer e quanto tempo isso pode levar?

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Governo de SP vai investir R$ 75 milhões em infraestrutura urbana de Guarulhos

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 2:13


O Governo de São Paulo vai investir cerca de R$ 75 milhões em modernização e melhorias da infraestrutura urbana de Guarulhos, com contrapartidas da prefeitura que irão ampliar o valor total do aporte. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (12) pelo governador Tarcísio de Freitas, durante a liberação de três convênios com a prefeitura da segunda cidade mais populosa do estado.

CBN Vitória - Entrevistas
Mortes e quedas na Terceira Ponte acendem alerta sobre muretas de proteção

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 22:10


A segurança na Terceira Ponte, o principal elo entre Vitória e Vila Velha, vive um momento crítico que desafia a engenharia das novas obras de ampliação, entregues em agosto de 2023. Em um intervalo alarmante, pelo menos três motociclistas foram arremessados para fora da pista após colisões laterais. O caso mais recente, no último dia 04 de fevereiro, vitimou José Antônio Dallapicola Tardin, de 60 anos, que morreu após ser atingido por um carro e lançado sobre a Ciclovia da Vida.O histórico de perigo na Linha Verde — faixa exclusiva criada para agilizar o fluxo — acumula outras tragédias, como a morte de Glênio Alves em agosto de 2024 e o grave acidente de Paulo César Santana, que sobreviveu à queda, mas enfrentou semanas de recuperação. A dinâmica dessas ocorrências levanta uma dúvida urgente: a altura das barreiras de proteção é suficiente para conter o impacto de veículos de duas rodas?Para detalhar os planos do Governo do Estado na revisão da segurança da via, o monitoramento do fluxo e as possíveis adequações técnicas na estrutura, conversamos agora com o secretário de Estado de Mobilidade e Infraestrutura, Fábio Damasceno.

Momento Investidor
Olhar de Especialista #115 Infraestrutura em movimento na agenda de crédito e investimentos.

Momento Investidor

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 68:47


Resumão Diário
Piloto é preso dentro de avião em Congonhas suspeito de manter rede de abuso sexual infantil; Professora assassinada a facadas distribuiu chocolates e bilhetes motivacionais antes do crime em RO

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 4:40


Piloto é preso dentro de avião no aeroporto de Congonhas suspeito de manter rede de abuso sexual infantil. Professora assassinada a facadas distribuiu chocolates e bilhetes motivacionais antes do crime em RO. 'Foi um sucesso. Infraestrutura de segurança e atendimento foi perfeita', diz Nunes após tumulto e superlotação em blocos de rua de SP. Seis mortes por pancreatite: quais canetas são citadas nos dados da Anvisa e o que dizem as empresas. Manobrista fazia a manutenção de piscina onde professora morreu em SP, diz polícia; subprefeitura interdita academia.

Radioagência
Câmara aprova exigências de infraestrutura para escolas públicas

Radioagência

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026


Genial Podcast
AS MELHORES AÇÕES para investir em FEVEREIRO de 2026, com Filipe Villegas

Genial Podcast

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 21:31


Tem dúvidas sobre quais ações investir em FEREVEIRO? Filipe Villegas, estrategista de ações da Genial Investimentos, fala sobre as melhores oportunidades e as carteiras recomendadas do mês! Não perca!Veja a carteira completa: https://analisa.genialinvestimentos.com.br/carteiras-recomendadas/renda-variavel/carteira-recomendada-de-acoes-fevereiro-de-2026/Neste vídeo, Filipe Villegas, estrategista de ações da Genial Investimentos, revela as atualizações das carteiras recomendadas para fevereiro de 2026. Entenda por que, mesmo com o Ibovespa em patamares históricos, ainda existe uma forte assimetria de valor, especialmente no segmento de Small Caps.Destaques do cenário macroeconômico:Cenário Global: A tese de enfraquecimento do dólar e a expectativa de queda de juros nos Estados Unidos continuam impulsionando ativos emergentes.Brasil: O mercado aguarda o início do corte de juros pelo COPOM em março, o que pode migrar capital da renda fixa para a renda variável.Eleições 2026: Como a disputa política e a possibilidade de alternância de poder podem trazer volatilidade e novas narrativas ao mercado.Estratégia do Mês:Villegas detalha as trocas nas carteiras de Dividendos, ESG, Micro Caps e BDRs, com um olhar atento à temporada de balanços para capturar resultados acima do esperado. Além disso, veja por que a corretora adotou uma postura mais cautelosa com o Ouro e diversificou a exposição em CriptoativosDIRETO AO PONTO0:00 - Introdução: Como dobrar seu patrimônio com planejamento0:45 - Como acessar as Carteiras Recomendadas no Genial Analisa1:45 - Retrospectiva de Janeiro: Desempenho de emergentes, ouro e commodities2:38 - A tese do dólar fraco e a queda dos juros nos EUA3:47 - Impacto da nomeação de Kevin Warsh no Fed e volatilidade4:58 - Cenário Macro 2026: O que monitorar na inflação e emprego nos EUA5:40 - Expectativas para o COPOM: Início do ciclo de corte de juros no Brasil6:50 - Fator Político: Eleições 2026 e a alternância de poder8:15 - Análise de Valuation: O Ibovespa está caro na máxima histórica?9:26 - Small Caps: Onde mora a maior assimetria de valor para 202610:29 - Alerta de curto prazo: Possibilidade de realização de lucros em fevereiro11:19 - Desempenho das carteiras da Genial em Janeiro12:06 - Carteira Mensal: Mudanças (Alpargatas, Banrisul, JHSF)12:26 - Carteira Ibovespa 5+: Entrada de BTG Pactual12:42 - Carteiras Small Caps e Micro Caps: Novas alocações13:06 - Carteiras Dividendos e ESG: Trocas estratégicas13:37 - BDRs e ETFs: Foco em Infraestrutura de IA e Urânio15:28 - Renda Fixa e Criptoativos: Estratégia conservadora e diversificada17:07 - Conclusão: Por que pausamos a alocação em Ouro?18:37 - Tutorial: Como contratar o serviço de execução da Mesa de Operações

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Restauro da Estação Júlio Prestes moderniza infraestrutura e resgata arquitetura original

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 2:49


O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, entregou nesta sexta-feira (30) a restauração da histórica Estação Júlio Prestes, na Capital, ponto de partida da Linha 8-Diamante de trens metropolitanos. As obras combinaram o resgate de detalhes da arquitetura original do espaço à infraestrutura modernizada para mais de 5 mil passageiros que passam diariamente pelo local.

Podcast do Patroni
#247 - Quando o vizinho vira cliente

Podcast do Patroni

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 56:51


Ainda adolescente, Paulo Asunção saiu de casa, no interior do Paraná, para estudar. Formou-se em agronomia, passou por multinacional, enfrentou um grave acidente e quase mudou de rota — até que o destino o trouxe para Mato Grosso. Era início dos anos 90. Infraestrutura carente, muita estrada de chão, soja com produtividade enxuta e preços bem inferiores aos de hoje. Mas ele ficou! E, como no exemplo do bambu chinês, passou anos criando raízes antes de finalmente romper a superfície. O curioso é que o ponto de virada não veio de um plano de negócios. Veio da cerca ao lado. Um vizinho observava em silêncio a lavoura do Paulo melhorando. Entre uma conversa de fim de tarde e uma pinguinha, veio o convite:“No dia que você vier olhar a sua plantação, olha a minha também?” Ele aceitou. E, já naquela safra, a lavoura deu um salto de desempenho. Outros vizinhos bateram à porta. Assim nascia uma consultoria que hoje atende dezenas de produtores e centenas de milhares de hectares. Nesta conversa, o nosso convidado explica por que alta produtividade é construída nos detalhes — da distribuição de plantas à vazão na aplicação — fala dos bastidores da estação própria de pesquisa, dos desafios da safra e abre espaço para o lado humano: família, sucessão e os filhos que agora caminham ao lado dele. Tudo isso às vésperas de mais uma edição do Dia de Campo, que começou com 30 pessoas e hoje reúne participantes de vários estados do país. Um episódio para quem acredita que capricho, conhecimento e resultado andam juntos no campo!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Kinea Investimentos
Desvendando os fundos de infraestrutura | Live de Atualização dos Fundos Listados

Kinea Investimentos

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 60:40


Na Live de Atualização dos Fundos Listados, falamos sobre o cenário atual, os principais pontos de atenção e as oportunidades do setor, além de um espaço para perguntas e respostas ao vivo.

Papo Pro ACBr
A Revolução DevOps no Delphi: Automatizando do Código à Infraestrutura com Azure DevOps e Terraform

Papo Pro ACBr

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 67:08


Muitos desenvolvedores Delphi e líderes técnicos ainda veem a automação como uma realidade distante, exclusiva de stacks web. Neste episódio, provamos o contrário. Vamos percorrer o ciclo completo do DevOps moderno aplicado ao Delphi: da organização de tarefas no Azure Boards e gestão de dependências no Artifacts, até o coração da automação com Azure Pipelines e a infraestrutura como código via Terraform. Se você precisa trazer agilidade para monolitos ou sistemas legados, este é o seu roteiro definitivo.Convidados: Armando Corrêa Neto, Embarcadero MVP

Passando a Limpo
A visão política de Romeu Zema

Passando a Limpo

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 27:44


Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta segunda-feira (26), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, sobre as Eleições 2026. O programa também conta com o Secretário de Mobilidade e Infraestrutura de Pernambuco, André Teixeira Filho, sobre investimentos nas estradas do Estado.

Editorial - Gazeta do Povo
Editorial: Um recorde pragmático nas concessões de infraestrutura

Editorial - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 5:06


Editorial: Um recorde pragmático nas concessões de infraestrutura

Notícias Agrícolas - Podcasts
Falta de infraestrutura adequada limita potencial competitivo do setor cafeeiro do Brasil

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 14:59


"É difícil convencer as autoridades públicas que temos problemas logísticos, se o país continua quebrando recordes de exportações de café", destaca diretor técnico do Cecafé

Radioagência
Avança na Câmara projeto que cria condições mínimas de infraestrutura em assentamentos para reforma agrária

Radioagência

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026


Camada 8
#72 - Quando a Técnica Vira Negócio: Empreendedorismo e Mitigação de DDoS com Daniel Damito

Camada 8

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 57:07


Neste episódio do Camada 8, conversamos com Daniel Damito, CEO e fundador da Sage Networks. Daniel falou sobre sua carreira, sua participação na comunidade técnica e como foi a sua trajetória no empreendedorismo, criando uma empresa com foco em mitigação de ataques DDoS. Além disso, também foram discutidos temas relevantes como tendências tecnológicas, incluindo o uso de Inteligência Artificial no combate a ataques DDoS, o futuro da segurança de redes e dicas para quem quer empreender na área.Dê o play e confira agora mesmo o novo episódio do quadro Fluxo Empreendedor do Camada 8!#FluxoEmpreendedor #Empreendedorismo #DDoS #MitigacaoDDoSParticipantes:Antonio Marcos Moreiras (Host) - Gerente de projetos e desenvolvimento no NIC.brhttps://www.linkedin.com/in/moreiras Eduardo Barasal Morales (Host) - Coordenador da área de formação de sistemas autônomos do Ceptro.br no NIC.br ⁠https://www.linkedin.com/in/eduardo-barasal-morales⁠Daniel Damito (Convidado) - CEO na Sage Networks⁠https://www.linkedin.com/in/daniel-damito/Links citados:Semana de Infraestrutura da Internet no Brasil: ⁠https://semanainfra.nic.br/⁠Agenda de cursos do Ceptro|NIC.br: ⁠https://ceptro.br/cursos-eventos⁠Redes Sociais:⁠https://www.youtube.com/nicbrvideos/⁠⁠https://x.com/comuNICbr/⁠⁠https://www.telegram.me/nicbr/⁠⁠https://www.linkedin.com/company/nic-br/⁠⁠https://www.instagram.com/nicbr/⁠⁠https://www.facebook.com/nic.br/⁠⁠https://www.flickr.com/NICbr/⁠Contato:Equipe Ceptro.brcursosceptro@nic.brDireção e áudio:Equipe Ceptro.brEquipe de Comunicação do NIC.brEdição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: ⁠https://radiofobia.com.br/⁠Veja também:⁠https://nic.br/⁠⁠https://ceptro.br/

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Governo de SP recebe sugestões para consulta pública sobre aplicação de logística reversa no estado

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 1:21


A consulta pública, realizada no formato de Tomada de Subsídios, para a implementação da política estadual de logística reversa segue aberta até 30 de janeiro. A iniciativa é promovida pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), e tem como objetivo ampliar o diálogo com a sociedade e aperfeiçoar as regras que orientam a responsabilidade pelo retorno e a destinação correta de produtos e resíduos no Estado. Site: https://semil.sp.gov.br/logistica-reversa-tomada-de-subsidios/

os agilistas
Governança estruturada de IA para resultados concretos

os agilistas

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 2:14


Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#310 – Cogna: O efeito da IA descentralizada na eficiência operacional”. Nele, Igor Freitas, VP de Tecnologia na Cogna Educação, mostra como criar regras claras para usar IA nos negócios, evitando a abordagem do "deixa rolar". Ele explica por que esperar demais para implementar essa tecnologia pode deixar sua empresa dois anos atrás da concorrência e como assumir riscos calculados para obter resultados reais. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Modelos de IA: centralizado x descentralizado; Framework mínimo de governança; Infraestrutura de dados para IA; Impacto da demora na adoção; Riscos calculados em IA; Erros comuns de implementação. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O Assunto
A ameaça final à Enel em SP

O Assunto

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 29:23


Convidados: Léo Arcoverde, repórter da GloboNews; e Joísa Dutra, professora da FGV do Rio e ex-diretora da Aneel. Mais de 2,2 milhões de imóveis ficaram sem luz em São Paulo depois de uma tempestade com ventos de mais de 90 km/h atingirem a cidade. Centenas de árvores caíram e atingiram a rede elétrica, sob responsabilidade da Enel - concessionária fornecedora de energia da capital e de cidades da Grande São Paulo. O episódio trouxe à tona um problema antigo – desde 2020 a Enel já recebeu R$ 374 milhões em multas aplicadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por causa da má prestação de serviço. Depois de mais um episódio em que milhões de pessoas ficaram sem luz e de centenas de milhões de reais em prejuízo, uma reunião entre governo federal, estadual e municipal resolveu iniciar o processo de extinção do contrato com a Enel. Em conversa com Natuza Nery, o repórter da GloboNews Léo Arcoverde explica como a empresa chegou a um ponto crítico do fornecimento de serviço em São Paulo. Ele relembra o apagão de novembro de 2023, quando milhões de pessoas ficaram sem luz – em alguns pontos, a falta de fornecimento durou uma semana. Ele detalha a diferença entre os processos de intervenção e de caducidade e conta o que a Enel alega ao justificar os apagões. Depois, Natuza recebe Joísa Dutra, professora da FGV do Rio e diretora do Centro de Regulação em Infraestrutura da mesma instituição, o FGV CERI. Joísa, que foi diretora da Aneel entre 2005 e 2009, explica como funcionam os processos de fim de contrato com concessionárias de energia. Ela responde também o que pode acontecer com a Enel e quais as garantias aos clientes com a perspectiva de fim da concessão.

Oxigênio
#208 – A infraestrutura da IA: o que são datacenters e os riscos que eles representam

Oxigênio

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 34:08


A inteligência artificial, em seus múltiplos sentidos, tem dominado a agenda pública e até mesmo o direcionamento do capital das grandes empresas de tecnologia. Mas você já parou para pensar na infraestrutura gigantesca que dê conta de sustentar o crescimento acelerado das IAs? O futuro e o presente da inteligência artificial passa pela existência dos datacenters. E agora é mais urgente que nunca a gente discutir esse assunto. Estamos vendo um movimento se concretizar, que parece mais uma forma de colonialismo digital: com a crescente resistência à construção de datacenters nos países no norte global, empresas e governos parecem estar convencidos a trazer essas infraestruturas imensas com todos os seus impactos negativos ao sul global. Nesse episódio Yama Chiodi e Damny Laya conversam com pesquisadores, ativistas e atingidos para tentar aprofundar o debate sobre a infraestrutura material das IAs. A gente conversa sobre o que são datacenters e como eles impactam e irão impactar nossas vidas. No segundo episódio, recuperamos movimentos de resistência a sua instalação no Brasil e como nosso país se insere no debate, seguindo a perspectiva de ativistas e de pesquisadores da área que estão buscando uma regulação mais justa para esses grandes empreendimentos.  ______________________________________________________________________________________________ ROTEIRO [ vinheta da série ] [ Começa bio-unit ] YAMA: A inteligência artificial, em seus múltiplos sentidos, tem dominado a agenda pública e até mesmo o direcionamento do capital das grandes empresas de tecnologia. Mas você já parou para pensar na infraestrutura gigantesca que dê conta de sustentar o crescimento acelerado das IA? DAMNY: O futuro e o presente da inteligência artificial passa pela existência dos data centers. E agora é mais urgente que nunca a gente discutir esse assunto. Estamos vendo um movimento se concretizar, que parece mais uma forma de colonialismo digital: com a crescente resistência à construção de datacenters nos países no norte global, empresas e governos parecem estar convencidos a trazer os datacenters com todos os seus impactos negativos ao sul global. YAMA: Nós conversamos com pesquisadores, ativistas e atingidos e em dois episódios nós vamos tentar aprofundar o debate sobre a infraestrutura material das IAs. No primeiro, a gente conversa sobre o que são datacenters e como eles impactam e irão impactar nossas vidas. DAMNY: No segundo, recuperamos movimentos de resistência a sua instalação no Brasil e como nosso país se insere no debate, seguindo a perspectiva de ativistas e de pesquisadores da área que estão buscando uma regulação mais justa para esses grandes empreendimentos. [ tom baixo ] YAMA: Eu sou o Yama Chiodi, jornalista de ciência e pesquisador do campo das mudanças climáticas. Se você já é ouvinte do oxigênio pode ter me ouvido aqui na série cidade de ferro ou no episódio sobre antropoceno. Ao longo dos últimos meses investiguei os impactos ambientais das inteligências artificiais para um projeto comum entre o LABMEM, o laboratório de mudança tecnológica, energia e meio ambiente, e o oxigênio. Em setembro passado, o Damny se juntou a mim pra gente construir esses episódios juntos. E não por acaso. O Damny publicou em outubro passado um relatório sobre os impactos socioambientais dos data centers no Brasil, intitulado “Não somos quintal de data center”. O link para o relatório completo se encontra disponível na descrição do episódio. Bem-vindo ao Oxigênio, Dam. DAMNY: Oi Yama. Obrigado pelo convite pra construir junto esses episódios. YAMA: É um prazer, meu amigo. DAMNY: Eu também atuo como jornalista de ciência e sou pesquisador de governança da internet já há algum tempo. Estou agora trabalhando como jornalista e pesquisador aqui no LABJOR, mas quando escrevi o relatório eu tava trabalhando como pesquisador-consultor na ONG IDEC, Instituto de Defesa de Consumidores. YAMA: A gente começa depois da vinheta. [ Termina Bio Unit] [ Vinheta Oxigênio ] [ Começa Documentary] YAMA: Você já deve ter ouvido na cobertura midiática sobre datacenters a formulação que te diz quantos litros de água cada pergunta ao chatGPT gasta. Mas a gente aqui não gosta muito dessa abordagem. Entre outros motivos, porque ela reduz o problema dos impactos socioambientais das IA a uma questão de consumo individual. E isso é um erro tanto político como factual. Calcular quanta água gasta cada pergunta feita ao ChatGPT tira a responsabilidade das empresas e a transfere aos usuários, escondendo a verdadeira escala do problema. Mesmo que o consumo individual cresça de modo acelerado e explosivo, ele sempre vai ser uma pequena fração do problema. Data centers operam em escala industrial, computando quantidades incríveis de dados para treinar modelos e outros serviços corporativos. Um único empreendimento pode consumir em um dia mais energia do que as cidades que os abrigam consomem ao longo de um mês. DAMNY: Nos habituamos a imaginar a inteligência artificial como uma “nuvem” etérea, mas, na verdade, ela só existe a partir de data centers monstruosos que consomem quantidades absurdas de recursos naturais. Os impactos sociais e ambientais são severos. Data centers são máquinas de consumo de energia, água e terra, e criam poluição do ar e sonora, num modelo que reforça velhos padrões de racismo ambiental. O desenvolvimento dessas infraestruturas frequentemente acontece à margem das comunidades afetadas, refazendo a cartilha global da injustiça ambiental. Ao seguir suas redes, perceberemos seus impactos em rios, no solo, no ar, em territórios indígenas e no crescente aumento da demanda por minerais críticos e, por consequência, de práticas minerárias profundamente destrutivas. YAMA: De acordo com a pesquisadora Tamara Kneese, diretora do programa de Clima, Tecnologia e Justiça do instituto de pesquisa Data & Society, com quem conversamos, essa infraestrutura está criando uma nova forma de colonialismo tecnológico. Os danos ambientais são frequentemente direcionados para as comunidades mais vulneráveis, de zonas rurais às periferias dos grandes centros urbanos, que se tornam zonas de sacrifício para o progresso dessa indústria. DAMNY: Além disso, a crescente insatisfação das comunidades do Norte Global com os data centers tem provocado o efeito colonial de uma terceirização dessas estruturas para o Sul Global. E o Brasil não apenas não é exceção como parece ser um destino preferencial por sua alta oferta de energia limpa. [pausa] E com o aval do governo federal, que acaba de publicar uma medida provisória chamada REDATA, cujo objetivo é atrair data centers ao Brasil com isenção fiscal e pouquíssimas responsabilidades. [ Termina Documentary] [tom baixo ] VOICE OVER: BLOCO 1 – O QUE SÃO DATA CENTERS? YAMA: Pra entender o que são data centers, a gente precisa antes de tudo de entender que a inteligência artificial não é meramente uma nuvem etérea que só existe virtualmente. Foi assim que a gente começou nossa conversa com a pesquisadora estadunidense Tamara Kneese. Ela é diretora do programa de Clima, Tecnologia e Justiça do instituto de pesquisa Data & Society. TAMARA: PT – BR [ Eu acho que o problema da nossa relação com a computação é que a maioria parte do tempo a gente não pensa muito sobre a materialidade dos sistemas informacionais e na cadeia de suprimentos que permitem que eles existam. Tudo que a gente faz online não depende só dos nossos aparelhos, ou dos serviços de nuvem que a gente contrata, mas de uma cadeia muito maior. De onde ver o hardware que a gente usa? Que práticas de trabalho são empregadas nessa cadeia? E então, voltando à cadeia de suprimentos, pensar sobre os materiais brutos e os minerais críticos e outras formas de extração, abusos de direitos humanos e trabalhistas que estão diretamente relacionados à produção dos materiais que precisamos pra computação em geral. ] So I think, you know, the problem with our relationship to computing is that, most of the time, we don’t really think that much about the materiality of the computing system and the larger supply chain. You know, thinking about the fact that, of course, everything we do relies not just on our own device, or the particular cloud services that we subscribe to, but also on a much larger supply chain. So, where does the hardware come from, that we are using, and what kind of labor practices are going into that? And then be, you know, further back in the supply chain, thinking about raw materials and critical minerals and other forms of extraction, and human rights abuses and labor abuses that also go into the production of the raw materials that we need for computing in general. DAMNY: A Tamara já escreveu bastante sobre como a metáfora da nuvem nos engana, porque ela dificulta que a gente enxergue a cadeia completa que envolve o processamento de tantos dados. E isso se tornou uma questão muito maior com a criação dos chatbots e das IAs generativas. YAMA: Se a pandemia já representou uma virada no aumento da necessidade de processamento de dados, quando passamos a ir à escola e ao trabalho pelo computador, o boom das IA generativas criou um aumento sem precedentes da necessidade de expandir essas cadeias. DAMNY: E na ponta da infraestrutura de todas as nuvens estão os data centers. Mais do que gerar enormes impactos sócio-ambientais, eles são as melhores formas de enxergar que o ritmo atual da expansão das IAs não poderá continuar por muito tempo, por limitações físicas. Não há terra nem recursos naturais que deem conta disso. YAMA: A gente conversou com a Cynthia Picolo, que é Diretora Executiva do LAPIN, o Laboratório de Políticas Públicas e Internet. O LAPIN tem atuado muito contra a violação de direitos na implementação de data centers no Brasil e a gente ainda vai conversar mais sobre isso. DAMNY: Uma das coisas que a Cynthia nos ajudou a entender é como não podemos dissociar as IAs dos data centers. CYNTHIA: Existe uma materialidade por trás. Existe uma infraestrutura física, que são os data centers. Então os data centers são essas grandes estruturas que são capazes de armazenar, processar e transferir esses dados, que são os dados que são os processamentos que vão fazer com que a inteligência artificial possa acontecer, possa se desenvolver, então não existe sem o outro. Então falar de IA é falar de Datacenter. Então não tem como desassociar. YAMA: Mas como é um datacenter? A Tamara descreve o que podemos ver em fotos e vídeos na internet. TAMARA: [ Sim, de modo geral, podemos dizer que os data centers são galpões gigantes de chips, servidores, sistemas em redes e quando você olha pra eles, são todos muitos parecidos, prédios quadrados sem nada muito interessante. Talvez você nem saiba que é um data center se não observar as luzes e perceber que é uma estrutura enorme sem pessoas, sem trabalhadores. ] Yeah, so, you know, essentially, they’re like giant warehouses of chips, of servers, of networked systems, and, you know, they look like basically nondescript square buildings, very similar. And you wouldn’t really know that it’s a data center unless you look at the lighting, and you kind of realize that something… like, it’s not inhabited by people or workers, really. DAMNY: No próximo bloco a gente tenta resumir os principais problemas socioambientais que os data centers já causam e irão causar com muita mais intensidade no futuro. [tom baixo ] VOICE OVER: BLOCO 2 – A ENORME LISTA DE PROBLEMAS YAMA: O consumo de energia é provavelmente o problema mais conhecido dos data centers e das IAs. Segundo dados da Agência Internacional de Energia, a IEA, organização internacional da qual o Brasil faz parte, a estimativa para o ano de 2024 é que os data centers consumiram cerca de 415 TWh. A cargo de comparação, segundo a Empresa de Pesquisa Energética, instituto de pesquisa público associado ao Ministério das Minas e Energia, o Brasil consumiu no ano de 2024 cerca de 600 TWh. DAMNY: Segundo o mesmo relatório da Agência Internacional de Energia, a estimativa é que o consumo de energia elétrica por datacenters em 2030 vai ser de pelo menos 945 TWh, o que representaria 3% de todo consumo global projetado. Quando a gente olha pras estimativas de outras fontes, contudo, podemos dizer que essas são projeções até conservadoras. Especialmente considerando o impacto da popularização das chamadas LLM, ou grandes modelos de linguagem – aqueles YAMA: Ou seja, mesmo com projeções conservadoras, os data centers do mundo consumiriam em 2030, daqui a menos de cinco anos, cerca de 50% a mais de energia que o Brasil inteiro consome hoje. Segundo a IEA, em 2030 o consumo global de energia elétrica por data centers deve ser equivalente ao consumo da Índia, o país mais populoso do mundo. E há situações locais ainda mais precárias. DAMNY: É o caso da Irlanda. Segundo reportagem do New York Times publicada em outubro passado, espera-se que o consumo de energia elétrica por data centers por lá represente pelo menos 30% do consumo total do país nos próximos anos. Mas porquê os datacenters consomem tanta energia? TAMARA: [ Então, particularmente com o tipo de IA que as empresas estão investindo agora, há uma necessidade de chips e GPUs muito mais poderosos, de modo que os data centers também são sobre prover energia o suficiente pra todo esse poder computacional que demandam o treinamento e uso de grandes modelos de linguagem. Os data centers são estruturas incrivelmente demandantes de energia e água. A água em geral serve para resfriar os servidores, então tem um número considerável de sistemas de cooling que usam água. Além disso tudo, você também precisa de fontes alternativas de energia, porque algumas vezes, uma infraestrutura tão demandante de energia precisa recorrer a geradores para garantir que o data center continue funcionando caso haja algum problema na rede elétrica. ] So, you know, particularly with the kinds of AI that companies are investing in right now, there’s a need for more powerful chips, GPUs, and so Data centers are also about providing enough energy and computational power for these powerful language models to be trained and then used. And so the data center also, you know, in part because it does require so much energy, and it’s just this incredibly energy-intensive thing, you also need water. And the water comes from having to cool the servers, and so… So there are a number of different cooling systems that use water. And then on top of that, you also need backup energy sources, so sometimes, because there’s such a draw on the power grid, you have to have backup generators to make sure that the data center can keep going if something happens with the grid. YAMA: E aqui a gente começa a entender o tamanho do problema. Os data centers são muitas vezes construídos em lugares que já sofrem com infraestruturas precárias de eletricidade e com a falta de água potável. Então eles criam problemas de escassez onde não havia e aprofundam essa escassez em locais onde isso já era uma grande questão – como a região metropolitana de Fortaleza sobre a qual falaremos no próximo episódio, que está em vias de receber um enorme data center do Tiktok. DAMNY: É o que também relatam os moradores de Querétaro, no México, que vivem na região dos data centers da Microsoft. A operação dos data centers da Microsoft gerou uma crise sem precedentes, com quedas frequentes de energia e o interrompimento do abastecimento de água que muitas vezes duram semanas. Os data-centers impactaram de tal forma as comunidades que escolas cancelaram aulas e, indiretamente, foram responsáveis por uma crise de gastroenterite entre crianças. YAMA: E isso nos leva pro segundo ponto. O consumo de água, minerais críticos e outros recursos naturais. TAMARA: [O problema da energia tem recebido mais atenção, porque é uma fonte de ansiedade também. Pensar sobre o aumento da demanda de energia em tempos em que supostamente estaríamos transicionando para deixar de usar energias fósseis, o que obviamente pode ter efeitos devastadores. Mas eu acredito que num nível mais local, o consumo de água é mais relevante. Nós temos grandes empresas indo às áreas rurais do México, por exemplo, e usando toda a água disponível e basicamente deixando as pessoas sem água. E isso é incrivelmente problemático. Então isso acontece em áreas que já tem problemas de abastecimento de água, onde as pessoas já não tem muito poder de negociação com as empresas. Não têm poder político pra isso. São lugares tratados como zonas de sacrifício, algo que já vimos muitas vezes no mundo, especialmente em territórios indígenas. Então as consequências são na verdade muito maiores do que só problemas relacionados à energia. ] I think the energy problem has probably gotten the most attention, just because it is a source of anxiety, too, so thinking about, you know, energy demand at a time when we’re supposed to be transitioning away from fossil fuels. And clearly, the effects that that can have will be devastating. But I think on a local level, things like the water consumption can matter more. So, you know, if we have tech companies moving into rural areas in Mexico and, you know, using up all of their water and basically preventing people in the town from having access to water. That is incredibly problematic. So I think, you know, in water-stressed areas and areas where the people living in a place don’t have as much negotiating power with the company. Don’t have as much political power, and especially if places are basically already treated as sacrifice zones, which we’ve seen repeatedly many places in the world, with Indigenous land in particular, you know, I think the consequences may go far beyond just thinking about, you know, the immediate kind of energy-related problems. YAMA: Existem pelo menos quatro fins que tornam os data centers máquinas de consumir água. O mais direto e local é a água utilizada na refrigeração de todo equipamento que ganha temperatura nas atividades de computação, o processo conhecido como cooling. Essa prática frequentemente utiliza água potável. Apesar de já ser extremamente relevante do ponto de vista de consumo, essa é apenas uma das formas de consumo abundante de água. DAMNY: Indiretamente, os data centers também consomem a água relacionada ao seu alto consumo de energia, em especial na geração de energia elétrica em usinas hidrelétricas e termelétricas. Também atrelada ao consumo energético, está o uso nas estações de tratamento de água, que visam tratar a água com resíduos gerada pelo data center para tentar reduzir a quantidade de água limpa utilizada. YAMA: Por fim, a cadeia de suprimentos de chips e servidores que compõem os data centers requer água ultrapura e gera resíduos químicos. Ainda que se saiba que esse fator gera gastos de água e emissões de carbono relevantes, os dados são super obscuros, entre outros motivos, porque a maioria dos dados que temos sobre o consumo de água em data centers são fornecidos pelas próprias empresas. CYNTHIA: A água e os minérios são componentes também basilares para as estruturas de datacenter, que são basilares para o funcionamento da inteligência artificial. (…). E tem toda uma questão, como eu disse muitas vezes, captura um volume gigante de água doce. E essa água que é retornada para o ecossistema, muitas vezes não é compensada da água que foi capturada. Só que as empresas também têm uma promessa em alguns relatórios, você vai ver que elas têm uma promessa até de chegar em algum ponto para devolver cento e vinte por cento da água. Então a empresa está se comprometendo a devolver mais água do que ela capturou. Só que a realidade é o quê? É outra. Então, a Google, por exemplo, nos últimos cinco anos, reportou um aumento de cento e setenta e sete por cento do uso de água. A Microsoft mais trinta e oito e a Amazon sequer reporta o volume de consumo de água. Então uma lacuna tremenda para uma empresa desse porte, considerando todo o setor de Data centers. Mas tem toda essa questão da água, que é muito preocupante, não só por capturar e o tratamento dela e como ela volta para o meio ambiente, mas porque há essa disputa também com territórios que têm uma subsistência muito específica de recursos naturais, então existe uma disputa aí por esse recurso natural entre comunidade e empreendimento. DAMNY: Nessa fala da Cynthia a gente observa duas coisas importantes: a primeira é que não existe data center sem água para resfriamento, de modo que o impacto local da instalação de um empreendimento desses é uma certeza irrefutável. E é um dano contínuo. Enquanto ele estiver em operação ele precisará da água. É como se uma cidade de grande porte chegasse de repente, demandando uma quantidade de água e energia que o local simplesmente não tem para oferecer. E na hora de escolher entre as pessoas e empreendimentos multimilionários, adivinha quem fica sem água e com a energia mais cara? YAMA: A segunda coisa importante que a Cynthia fala é quando ela nos chama a atenção sobre a demanda por recursos naturais. Nós sabemos que recursos naturais são escassos. Mais do que isso, recursos naturais advindos da mineração têm a sua própria forma de impactos sociais e ambientais, o que vemos frequentemente na Amazônia brasileira. O que acontecerá com os data centers quando os recursos naturais locais já não forem suficientes para seu melhor funcionamento? Diante de uma computação que passa por constante renovação pela velocidade da obsolescência, o que acontece com o grande volume de lixo eletrônico gerado por data centers? Perguntas que não têm resposta. DAMNY: A crise geopolítica em torno dos minerais conhecidos como terra-rara mostra a complexidade política e ambiental do futuro das IA do ponto de vista material e das suas cadeias de suprimento. No estudo feito pelo LAPIN, a Cynthia nos disse que considera que esse ponto do aumento da demanda por minerais críticos que as IA causam é um dos pontos mais opacos nas comunicações das grandes empresas de tecnologia sobre o impacto de seus data centers. CYNTHIA: E outro ponto de muita, muita lacuna, que eu acho que do nosso mapeamento, desses termos mais de recursos naturais. A cadeia de extração mineral foi o que mais foi opaco, porque, basicamente, as empresas não reportam nada sobre essa extração mineral e é muito crítico, porque a gente sabe que muitos minérios vêm também de zonas de conflito. Então as grandes empresas, pelo menos as três que a gente mapeou, elas têm ali um trechinho sobre uma prestação de contas da cadeia mineral. Tudo que elas fazem é falar que elas seguem um framework específico da OCDE sobre responsabilização. YAMA: Quando as empresas falam de usar energias limpas e de reciclar a água utilizada, eles estão se desvencilhando das responsabilidades sobre seus datacenters. Energia limpa não quer dizer ausência de impacto ambiental. Pras grandes empresas, as fontes de energia limpa servem para gerar excedente e não para substituir de fato energias fósseis. Você pode ter um data center usando majoritariamente energia solar no futuro, mas isso não muda o fato de que ele precisa funcionar 24/7 e as baterias e os geradores a diesel estarão sempre lá. Além disso, usinas de reciclagem de água, fazendas de energia solar e usinas eólicas também têm impactos socioambientais importantes. O uso de recursos verdes complexifica o problema de identificar os impactos locais e responsabilidades dos data centers, mas não resolve de nenhuma forma os problemas de infraestrutura e de fornecimento de água e energia causados pelos empreendimentos. DAMNY: É por isso que a gente alerta pra não comprar tão facilmente a história de que cada pergunta pro chatGPT gasta x litros de água. Se você não perguntar nada pro chatGPT hoje, ou se fizer 1000 perguntas, não vai mudar em absolutamente nada o alto consumo de água e os impactos locais destrutivos dos data centers que estão sendo instalados a todo vapor em toda a América Latina. A quantidade de dados e de computação que uma big tech usa para treinar seus modelos, por exemplo, jamais poderá ser equiparada ao consumo individual de chatbots. É como comparar as campanhas que te pedem pra fechar a torneira ao escovar os dentes, enquanto o agro gasta em minutos água que você não vai gastar na sua vida inteira. Em resumo, empresas como Google, Microsoft, Meta e Amazon só se responsabilizam pelos impactos diretamente causados por seus data centers e, mesmo assim, é uma responsabilização muito entre aspas, à base de greenwashing. Você já ouviu falar de greenwashing? CYNTHIA: Essa expressão em inglês nada mais é do que a tradução literal, que é o discurso verde. (…)É justamente o que a gente está conversando. É justamente quando uma empresa finge se preocupar com o meio ambiente para parecer sustentável, mas, na prática, as ações delas não trazem esses benefícios reais e, pelo contrário, às vezes trazem até danos para o meio ambiente. Então, na verdade, é uma forma até de manipular, ou até mesmo enganar as pessoas, os usuários daqueles sistemas ou serviços com discursos e campanhas com esses selos verdes, mas sem comprovar na prática. YAMA: Nesse contexto, se torna primordial que a gente tenha mais consciência de toda a infraestrutura material que está por trás da inteligência artificial. Como nos resumiu bem a Tamara: TAMARA: [ Eu acredito que ter noção da infraestrutura completa que envolve a cadeia da IA realmente ajuda a entender a situação. Mesmo que você esteja usando, supostamente, energia renovável para construir e operar um data center, você ainda vai precisar de muitos outros materiais, chips, minerais e outras coisas com suas próprias cadeias de suprimento. Ou seja, independente da forma de energia utilizada, você ainda vai causar dano às comunidades e destruição ambiental. ] But that… I think that is why having a sense of the entire AI supply chain is really helpful, just in terms of thinking about, you know, even if you’re, in theory, using renewable energy to build a data center, you still are relying on a lot of other materials, including chips, including minerals, and other things that. (…) We’re still, you know, possibly going to be harming communities and causing environmental disruption. [ tom baixo ] YAMA: Antes de a gente seguir pro último bloco, eu queria só dizer que a entrevista completa com a Dra. Tamara Kneese foi bem mais longa e publicada na íntegra no blog do GEICT. O link para a entrevista tá na descrição do episódio, mas se você preferir pode ir direto no bloco do GEICT. [ tom baixo ] VOICE OVER: BLOCO 3 – PROBLEMAS GLOBAIS, PROBLEMAS LOCAIS YAMA: Mesmo conhecendo as cadeias, as estratégias de greenwashing trazem um grande problema à tona, que é uma espécie de terceirização das responsabilidades. As empresas trazem medidas compensatórias que não diminuem em nada o impacto local dos seus data centers. Então tem uma classe de impactos que são globais, como as emissões de carbono e o aumento da demanda por minerais críticos, por exemplo. E globais no sentido de que eles são parte relevante dos impactos dos data centers, mas não estão impactando exatamente nos locais onde foram construídos. CYNTHIA: Google, por exemplo, nesse recorte que a gente fez da pesquisa dos últimos cinco anos, ela simplesmente reportou um aumento de emissão de carbono em setenta e três por cento. Não é pouca coisa. A Microsoft aumentou no escopo dois, que são as emissões indiretas, muito por conta de data centers, porque tem uma diferenciação por escopo, quando a gente fala de emissão de gases, a Microsoft, nesse período de cinco anos, ela quadruplicou o tanto que ela tem emitido. A Amazon aumentou mais de trinta por cento. Então a prática está mostrando que essas promessas estão muito longe de serem atingidas. Só que aí entra um contexto mais de narrativa. Por que elas têm falado e prometido a neutralidade de carbono? Porque há um mecanismo de compensação. (…) Então elas falam que estão correndo, correndo para atingir essa meta de neutralidade de carbono, mas muito por conta dos instrumentos de compensação, compensação ou de crédito de carbono ou, enfim, para uso de energias renováveis. Então se compra esse certificado, se fazem esses contratos, mas, na verdade, não está tendo uma redução de emissão. Está tendo uma compensação. (…) Essa compensação é um mecanismo financeiro, no final do dia. Porque, quando você, enquanto empresa, trabalha na compensação dos seus impactos ambientais e instrumentos contratuais, você está ignorando o impacto local. Então, se eu estou emitindo impactando aqui o Brasil, e estou comprando crédito de carbono em projetos em outra área, o impacto local do meu empreendimento está sendo ignorado. YAMA: E os impactos materiais locais continuam extremamente relevantes. Além do impacto nas infraestruturas locais de energia e de água sobre as quais a gente já falou, há muitas reclamações sobre a poluição do ar gerada pelos geradores, as luzes que nunca desligam e até mesmo a poluição sonora. A Tamara nos contou de um caso curioso de um surto de distúrbios de sono e de enxaqueca que tomou regiões de data centers nos Estados Unidos. TAMARA: [ Uma outra coisa que vale ser lembrada: as pessoas que vivem perto dos data centers tem nos contado que eles são super barulhentos, eles também relatam a poluição visual causada pelas luzes e a poluição sonora. Foi interessante ouvir de comunidades próximas a data centers de mineração de criptomoedas, por exemplo, que os moradores começaram a ter enxaquecas e distúrbios de sono por viverem próximos das instalações. E além de tudo isso, ainda tem a questão da poluição do ar, que é visível a olho nu. Há muitas partículas no ar onde há geradores movidos a diesel para garantir que a energia esteja sempre disponível. ] And the other thing is, you know, for people who live near them, they’re very loud, and so if you talk to people who live near data centers, they will talk about the light pollution, the noise pollution. And it’s been interesting, too, to hear from communities that are near crypto mining facilities, because they will complain of things like migraine headaches and sleep deprivation from living near the facilities. And, you know, the other thing is that the air pollution is quite noticeable. So there’s a lot of particulate matter, particularly in the case of using diesel-fueled backup generators as an energy stopgap. DAMNY: E do ponto de vista dos impactos locais, há um fator importantíssimo que não pode ser esquecido: território. Data centers podem ser gigantes, mas ocupam muito mais espaço que meramente seus prédios, porque sua cadeia de suprimentos demanda isso. Como a água e a energia chegarão até os prédios? Mesmo que sejam usados fontes renováveis de energia, onde serão instaladas as fazendas de energia solar ou as usinas de energia eólica e de tratamento de água? Onde a água contaminada e/ou tratada será descartada? Quem vai fiscalizar? YAMA: E essa demanda sem fim por território esbarra justamente nas questões de racismo ambiental. Porque os territórios que são sacrificados para que os empreendimentos possam funcionar, muito frequentemente, são onde vivem povos originários e populações marginalizadas. Aqui percebemos que a resistência local contra a instalação de data centers é, antes de qualquer coisa, uma questão de justiça ambiental. É o caso de South Memphis nos Estados Unidos, por exemplo. TAMARA: [ Pensando particularmente sobre os tipos de danos causados pelos data centers, não é somente a questão da conta de energia ficar mais cara, ou quantificar a quantidade de energia e água gasta por data centers específicos. A verdadeira questão, na minha opinião, é a relação que existe entre esses danos socioambientais, danos algorítmicos e o racismo ambiental e outras formas de impacto às comunidades que lidam com isso a nível local. Especialmente nos Estados Unidos, com todo esse histórico de supremacia branca e a falta de direitos civis, não é coincidência que locais onde estão comunidades negras, por exemplo, sejam escolhidos como zonas de sacrifício. As comunidades negras foram historicamente preferenciais para todo tipo de empreendimento que demanda sacrificar território, como estradas interestaduais, galpões da Amazon… quer dizer, os data centers são apenas a continuação dessa política histórica de racismo ambiental. E tudo isso se soma aos péssimos acordos feitos a nível local, onde um prefeito e outras lideranças governamentais pensam que estão recebendo algo de grande valor econômico. Em South Memphis, por exemplo, o data center é da xAI. Então você para pra refletir como essa plataforma incrivelmente racista ainda tem a audácia de poluir terras de comunidades negras ainda mais ] I think, the way of framing particular kinds of harm, so, you know, it’s not just about, you know, people’s energy bills going up, or, thinking about how we quantify the energy use or the water use of particular data centers, but really thinking about the relationship between a lot of those social harms and algorithmic harms and the environmental racism and other forms of embodied harms that communities are dealing with on that hyper-local level. And, you know, in this country, with its history of white supremacy and just general lack of civil rights, you know, a lot of the places where Black communities have traditionally been, tend to be, you know, the ones sacrificed for various types of development, like, you know, putting up interstates, putting up warehouses for Amazon and data centers are just a continuation of the what was already happening. And then you have a lot of crooked deals on the local level, where, you know, maybe a mayor and other local officials think that they’re getting something economically of value. In South Memphis, the data center is connected to x AI. And so thinking about this platform that is so racist and so incredibly harmful to Black communities, you know, anyway, and then has the audacity to actually pollute their land even more. DAMNY: Entrando na questão do racismo ambiental a gente se encaminha para o nosso segundo episódio, onde vamos tentar entender como o Brasil se insere na questão dos data centers e como diferentes setores da população estão se organizando para resistir. Antes de encerrar esse episódio, contudo, a gente traz brevemente pra conversa dois personagens que vão ser centrais no próximo episódio. YAMA: Eles nos ajudam a compreender como precisamos considerar a questão dos territórios ao avaliar os impactos. Uma dessas pessoas é a Andrea Camurça, do Instituto Terramar, que está lutando junto ao povo Anacé pelo direito de serem consultados sobre a construção de um data center do TIKTOK em seus territórios. Eu trago agora um trechinho dela falando sobre como mesmo medidas supostamente renováveis se tornam violações territoriais num contexto de racismo ambiental. ANDREA: A gente recebeu notícias agora, recentemente, inclusive ontem, que está previsto um mega empreendimento solar que vai ocupar isso mais para a região do Jaguaribe, que vai ocupar, em média, de equivalente a seiscentos campos de futebol. Então, o que isso representa é a perda de terra. É a perda de água. É a perda do território. É uma diversidade de danos aos povos e comunidades tradicionais que não são reconhecidos, são invisibilizados. Então é vendido como território sem gente, sendo que essas energias chegam dessa forma. Então, assim a gente precisa discutir sobre energias renováveis. A gente precisa discutir sobre soberania energética. A gente precisa discutir sobre soberania digital, sim, mas construída a partir da necessidade do local da soberania dessas populações. DAMNY: A outra pessoa que eu mencionei é uma liderança Indígena, o cacique Roberto Anacé. Fazendo uma ótima conexão que nos ajuda a perceber como os impactos globais e locais dos data centers estão conectados, ele observa como parecemos entrar num novo momento do colonialismo, onde a soberania digital e ambiental do Brasil volta a estar em risco, indo de encontro à violação de terras indígenas. CACIQUE ROBERTO: Há um risco para a questão da biodiversidade, da própria natureza da retirada da água, do aumento de energia, mas também não somente para o território da Serra, mas para todos que fazem uso dos dados. Ou quem expõe esses dados. Ninguém sabe da mão de quem vai ficar, quem vai controlar quem vai ordenar? E para que querem essa colonização? Eu chamo assim que é a forma que a gente tem essa colonização de dados. Acredito eu que a invasão do Brasil em mil e quinhentos foi de uma forma. Agora nós temos a invasão de nossas vidas, não somente para os indígenas, mas de todos, muitas vezes que fala muito bem, mas não sabe o que vai acontecer depois que esses dados estão guardados. Depois que esses dados vão ser utilizados, para que vão ser utilizados, então esses agravos. Ele é para além do território indígena na série. [ tom baixo ] [ Começa Bio Unit ] YAMA: A pesquisa, entrevistas e apresentação desse episódio foi feita pelo Damny Laya e por mim, Yama Chiodi. Eu também fiz o roteiro e a produção. Quem narrou a tradução das falas da Tamara foi Mayra Trinca. O Oxigênio é um podcast produzido pelos alunos do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp e colaboradores externos. Tem parceria com a Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e apoio do Serviço de Auxílio ao Estudante, da Unicamp. Além disso, contamos com o apoio da FAPESP, que financia bolsas como a que nos apoia neste projeto de divulgação científica. DAMNY: A lista completa de créditos para os sons e músicas utilizados você encontra na descrição do episódio. Você encontra todos os episódios no site oxigenio.comciencia.br e na sua plataforma preferida. No Instagram e no Facebook você nos encontra como Oxigênio Podcast. Segue lá pra não perder nenhum episódio! Aproveite para deixar um comentário. [ Termina Bio Unit ] [ Vinheta Oxigênio ] Créditos: Aerial foi composta por Bio Unit; Documentary por Coma-Media. Ambas sob licença Creative Commons. Os sons de rolha e os loops de baixo são da biblioteca de loops do Garage Band. Roteiro, produção: Yama Chiodi Pesquisa: Yama Chiodi, Damny Laya Narração: Yama Chiodi, Danny Laya, Mayra Trinca Entrevistados: Tamara Kneese, Cynthia Picolo, Andrea Camurça e Cacique Roberto Anacé __________ Descendo a toca do coelho da IA: Data Centers e os Impactos Materiais da “Nuvem” – Uma entrevista com Tamara Kneese: https://www.blogs.unicamp.br/geict/2025/11/06/descendo-a-toca-do-coelho-da-ia-data-centers-e-os-impactos-materiais-da-nuvem-uma-entrevista-com-tamara-kneese/ Não somos quintal de data centers: Um estudo sobre os impactos socioambientais e climáticos dos data centers na América Latina: https://idec.org.br/publicacao/nao-somos-quintal-de-data-centers Outras referências e fontes consultadas: Relatórios técnicos e dados oficiais: IEA (2025), Energy and AI, IEA, Paris https://www.iea.org/reports/energy-and-ai, Licence: CC BY 4.0 “Inteligência Artificial e Data Centers: A Expansão Corporativa em Tensão com a Justiça Socioambiental”. Lapin. https://lapin.org.br/2025/08/11/confira-o-relatorio-inteligencia-artificial-e-data-centers-a-expansao-corporativa-em-tensao-com-a-justica-socioambiental/ Estudo de mercado sobre Power & Cooling de Data Centers. DCD – DATA CENTER DYNAMICS.https://media.datacenterdynamics.com/media/documents/Report_Power__Cooling_2025_PT.pdf Pílulas – Impactos ambientais da Inteligência Artificial. IPREC. https://ip.rec.br/publicacoes/pilulas-impactos-ambientais-da-inteligencia-artificial/ Policy Brief: IA, data centers e os impactos ambientais. IPREC https://ip.rec.br/wp-content/uploads/2025/05/Policy-Paper-IA-e-Data-Centers.pdf MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1.318, DE 17 DE SETEMBRO DE 2025 https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/medida-provisoria-n-1.318-de-17-de-setembro-de-2025-656851861 Infográfico sobre minerais críticos usados em Data Centers do Serviço de Geologia do Governo dos EUA https://www.usgs.gov/media/images/key-minerals-data-centers-infographic Notícias e reportagens: From Mexico to Ireland, Fury Mounts Over a Global A.I. Frenzy. Paul Mozur, Adam Satariano e Emiliano Rodríguez Mega. The New York Times, 20/10/2025. https://www.nytimes.com/2025/10/20/technology/ai-data-center-backlash-mexico-ireland.html Movimentos pedem ao MP fim de licença de data center no CE. Maristela Crispim, EcoNordeste. 25/08/2025. https://agenciaeconordeste.com.br/sustentabilidade/movimentos-pedem-ao-mp-fim-de-licenca-de-data-center-no-ce/#:~:text=’N%C3%A3o%20somos%20contra%20o%20progresso’&text=Para%20o%20cacique%20Roberto%20Anac%C3%A9,ao%20meio%20ambiente%E2%80%9D%2C%20finaliza. ChatGPT Is Everywhere — Why Aren’t We Talking About Its Environmental Costs? Lex McMenamin. Teen Vogue. https://www.teenvogue.com/story/chatgpt-is-everywhere-environmental-costs-oped Data centers no Nordeste, minérios na África, lucros no Vale do Silício. Le Monde Diplomatique, 11 jun. 2025. Accioly Filho. https://diplomatique.org.br/data-centers-no-nordeste-minerios-na-africa-lucros-no-vale-do-silicio/. The environmental footprint of data centers in the United States. Md Abu Bakar Siddik et al 2021 Environ. Res. Lett. 16064017: https://iopscience.iop.org/article/10.1088/1748-9326/abfba1 Tecnología en el desierto – El debate por los data centers y la crisis hídrica en Uruguay. MUTA, 30 nov. Soledad Acunã https://mutamag.com/cyberpunk/tecnologia-en-el-desierto/. Acesso em: 17 set. 2025. Las zonas oscuras de la evaluación ambiental que autorizó “a ciegas” el megaproyecto de Google en Cerrillos. CIPER Chile, 25 maio 2020. https://www.ciperchile.cl/2020/05/25/las-zonas-oscuras-de-la-evaluacion-ambiental-que-autorizo-aciegas-el-megaproyecto-de-google-en-cerrillos/. Acesso em: 17 set. 2025. Thirsty data centres spring up in water-poor Mexican town. Context, 6 set. 2024. https://www.context.news/ai/thirsty-data-centres-spring-up-in-water-poor-mexican-town BNDES lança linha de R$ 2 bilhões para data centers no Brasil. https://agenciadenoticias.bndes.gov.br/industria/BNDES-lanca-linha-de-R$-2-bilhoes-para-data-centersno-Brasil/. Los centros de datos y sus costos ocultos en México, Chile, EE UU, Países Bajos y Sudáfrica. WIRED, 29 maio 2025. Anna Lagos https://es.wired.com/articulos/los-costos-ocultos-del-desarrollo-de-centros-de-datos-en-mexico-chile-ee-uu-paises-bajos-y-sudafrica Big Tech's data centres will take water from world's driest areas. Eleanor Gunn. SourceMaterial, 9 abr. 2025. https://www.source-material.org/amazon-microsoft-google-trump-data-centres-water-use/ Indígenas pedem que MP atue para derrubar licenciamento ambiental de data center do TikTok. Folha de S.Paulo, 26 ago. 2025. https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/indigenas-pedem-que-mp-atue-para-derrubar-licenciamento-ambiental-de-data-center-do-tiktok.shtml The data center boom in the desert. MIT Technology Review https://www.technologyreview.com/2025/05/20/1116287/ai-data-centers-nevada-water-reno-computing-environmental-impact/ Conferências, artigos acadêmicos e jornalísticos: Why are Tech Oligarchs So Obsessed with Energy and What Does That Mean for Democracy? Tamara Kneese. Tech Policy Press. https://www.techpolicy.press/why-are-tech-oligarchs-so-obsessed-with-energy-and-what-does-that-mean-for-democracy/ Data Center Boom Risks Health of Already Vulnerable Communities. Cecilia Marrinan. Tech Policy Press. https://www.techpolicy.press/data-center-boom-risks-health-of-already-vulnerable-communities/ RARE/EARTH: The Geopolitics of Critical Minerals and the AI Supply Chain. https://www.youtube.com/watch?v=GxVM3cAxHfg Understanding AI with Data & Society / The Environmental Costs of AI Are Surging – What Now? https://www.youtube.com/watch?v=W4hQFR8Z7k0 IA e data centers: expansão corporativa em tensão com justiça socioambiental. Camila Cristina da Silva, Cynthia Picolo G. de Azevedo. https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/ia-regulacao-democracia/ia-e-data-centers-expansao-corporativa-em-tensao-com-justica-socioambiental LI, P.; YANG, J.; ISLAM, M. A.; REN, S. Making AI Less “Thirsty”: Uncovering and Addressing the Secret Water Footprint of AI Models. arXiv, 2304.03271, 26 mar. 2025. Disponível em: https://doi.org/10.48550/arXiv.2304.03271 LIU, Y.; WEI, X.; XIAO, J.; LIU, Z.;XU, Y.; TIAN, Y. Energy consumption and emission mitigation prediction based on data center traffic and PUE for global data centers. Global Energy Interconnection, v. 3, n.3, p. 272-282, 3 jun. 2020. https://doi.org/10.1016/j.gloei.2020.07.008 SIDDIK, M. A. B.; SHEHABI, A.; MARSTON, L. The environmental footprint of data centers in the United States. Environmental Research Letters, v. 16, n. 6, 21 maio 2021. https://doi.org/10.1088/1748-9326/abfba1 Las Mentiras de Microsoft en Chile: Una Empresa No tan Verde. Por Rodrigo Vallejos de Resistencia Socioambiental de Quilicura. Revista De Frente, 18 mar. 2022. https://www.revistadefrente.cl/las-mentiras-de-microsoft-en-chile-una-empresa-no-tan-verde-porrodrigo-vallejos-de-resistencia-socioambiental-de-quilicura/. Acesso em: 17 set. 2025.

Camada 8
#71 - A Construção da Internet no Brasil: Memórias e Bastidores com Antonio Tavares

Camada 8

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 41:09


No novo episódio do Camada 8, convidamos Antonio Tavares, fundador e primeiro presidente da Abranet, além de ex-conselheiro do CGI.br, para uma conversa sobre sua trajetória empreendedora que volta às origens da Internet comercial no país.CEO da Total Linx e um dos pioneiros da Internet no Brasil, Tavares relembra como foi montar um dos primeiros provedores corporativos nacionais. Ele também conta sobre os bastidores da fundação da Abranet, sobre a sua participação no CGI.br e sobre a consolidação do modelo multissetorial de governança da Internet, que fez do Brasil uma referência internacional.Dê o play e confira agora mesmo o novo episódio do quadro Fluxo Empreendedor do Camada 8!#Camada8 #FluxoEmpreendedor #Empreendedorismo #CGI #CGIbr #Governança #GovernançaDaInternet #Tecnologia #Internet #RedesParticipantes:Eduardo Barasal Morales (Host) - Coordenador da área de formação de sistemas autônomos do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/eduardo-barasal-moralesLucas Jorge da Silva (Host) - Analista de Projetos do Ceptro.br no NIC.br ⁠https://www.linkedin.com/in/lucasjorge Antonio Tavares (Convidado) - CEO na Total Links https://www.linkedin.com/in/antonio-a-v-tavares/Links citados:Semana de Infraestrutura da Internet no Brasil: https://semanainfra.nic.br/Agenda de cursos do Ceptro|NIC.br: https://ceptro.br/cursos-eventosRedes Sociais:https://www.youtube.com/nicbrvideos/https://x.com/comuNICbr/https://www.telegram.me/nicbr/https://www.linkedin.com/company/nic-br/https://www.instagram.com/nicbr/https://www.facebook.com/nic.br/https://www.flickr.com/NICbr/Contato:Equipe Ceptro.brcursosceptro@nic.brDireção e áudio:Equipe Ceptro.brEquipe de Comunicação do NIC.brEdição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/Veja também:https://nic.br/https://ceptro.br/

Editorial - Gazeta do Povo
Editorial: O PIB do terceiro trimestre e o potencial futuro

Editorial - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 7:22


ONU News
Dezenas de crianças mortas em ataques a civis e infraestrutura no Sudão

ONU News

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 2:04


Locais atingidos recentemente incluem jardim de infância e hospital que tratava vítimas da violência; chefe da ONU pede que todas as partes envolvidas cumpram suas obrigações ditadas por leis internacionais.

Economia do Futuro
COP 30 na reta final: as negociações, as manifestações e os problemas de infraestrutura

Economia do Futuro

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 26:21


Este é o segundo episódio da cobertura conjunta do Economia do Futuro e do Reset sobre a COP 30.  Falamos sobre as manifestações, a confusão e a infraestrutura precária da COP; o que já se sabe sobre o andamento das negociações e o plano de criar um mapa do caminho para deixar os combustíveis fósseis no passado. *O episódio é um oferecimento da Axia Energia.**Para saber mais sobre a análise da mídia da Signals IQ, escreva para melina@signals-iq.com*** Para participar do webinar do Reset, acesse aquiSupport the showPara entrar em contato, escreva para podcast@economiadofuturo.com

Camada 8
#70 - Automação de Redes em ambientes de Hyperscale com Leonardo Furtado

Camada 8

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 72:13


No novo episódio do Camada 8, convidamos Leonardo Furtado, Engenheiro de Desenvolvimento de Redes, para uma conversa sobre automação de redes em ambientes hyperscale.Furtado explica o que diferencia as infraestruturas desses ambientes das redes tradicionais, como elas operam em escala global e por que a automação se tornou indispensável para garantir disponibilidade, agilidade e segurança. Ele também fala sobre como a programabilidade está transformando a forma de projetar e operar redes críticas, como provedores de todos os tamanhos podem aplicar esses conceitos no dia a dia, e muito mais!Dê o play e confira agora mesmo o novo episódio do quadro Roteamento de Ideias do Camada 8!#Camada8 #Hyperscale #Infraestrutura #NetworkAutomation #AutomaçãoDeRedes #Programabilidade #programmability #NetworkingParticipantes:Antonio Marcos Moreiras (Host) - Gerente de projetos e desenvolvimento no NIC.br https://www.linkedin.com/in/moreirasEduardo Barasal Morales (Host) - Coordenador da área de formação de sistemas autônomos do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/eduardo-barasal-moralesLeonardo Furtado (Convidado) - Engenheiro de Desenvolvimento de Redes https://www.linkedin.com/in/leofurtadonyc/Links citados:Semana de Infraestrutura da Internet no Brasil: https://semanainfra.nic.br/Curso BCOP EaD: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop-ead/Agenda de cursos do Ceptro|NIC.br: https://ceptro.br/cursos-eventosRedes Sociais:https://www.youtube.com/nicbrvideos/https://x.com/comuNICbr/https://www.telegram.me/nicbr/https://www.linkedin.com/company/nic-br/https://www.instagram.com/nicbr/https://www.facebook.com/nic.br/https://www.flickr.com/NICbr/Contato:Equipe Ceptro.brcursosceptro@nic.brDireção e áudio:Equipe Ceptro.brEquipe de Comunicação do NIC.brEdição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/Veja também:https://nic.br/https://ceptro.br/

ONU News
Ataques russos à infraestrutura energética da Ucrânia podem gerar “crise dentro da crise”

ONU News

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 2:02


O coordenador humanitário da ONU no país expressou grave preocupação com onda contínua de ataques russos a centrais de energia e instalações de distribuição; chegada do inverno preocupa organização.

ONU News
Agência anuncia redução de 45% de emissões de gases em projetos de infraestrutura

ONU News

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 1:41


Com a proximidade da COP30, Unops lançou nova estratégia climática; abordagem pretende garantir que 95% dos fornecedores da agência tenham planos de redução de emissões de gases do efeito estufa em vigor até 2030. 

Estadão Notícias
Start #399 com Daniel Gonzales: redes, nuvem e dados 360° na Salvador smart city

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Oct 18, 2025 23:42


Projetos e iniciativas de cidades inteligentes avançam pelo Brasil: uma das principais capitais do País, Salvador aposta na digitalização e inteligência de serviços e dispositivos com base em três pilares: redes robustas e resilientes que trazem conectividade de alto desempenho a devices de IoT e prédios públicos, praças e pontos turísticos, conectando serviços; uso intensivo de nuvem; e um grande observatório de dados responsável por transformá-los em motores para soluções, planejamento e políticas de gestão. O apresentador Daniel Gonzales conversa com Wlader Peres, diretor técnico de Infraestrutura da SEMIT (Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia)/COGEL (Companhia de Governança Eletrônica de Salvador) e com Luiz Karlos Ribeiro Barbosa, diretor de Vendas Governo da Fortinet Brasil. O Start vai ao ar às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 (para toda Grande SP), site, apps, canais digitais e assistentes de voz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

EmpreendaCast Brasil
Self‑Storage como Infraestrutura Urbana: A Revolução da GoodStorage

EmpreendaCast Brasil

Play Episode Listen Later Oct 3, 2025 114:40


Self‑Storage como Infraestrutura Urbana: A Revolução da GoodStorage | #podcast #empreendedorismo #podcastbrasil

NerdCast
Nerd na Cloud 18 - Programação Vibes com a Segurança da Terraform

NerdCast

Play Episode Listen Later Aug 29, 2025 29:16


Neste Nerd na Cloud, vamos aprofundar na Infraestrutura com Código (IaC) e suas ferramentas para modernizar e automatizar os seus projetos com nuvem com a Terraform. MAGALU CLOUD Conheça o Magalu Cloud: https://jovemnerd.short.gy/Magalu_Cloud_NNC ARTE DA VITRINE: Randall Random EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices