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Países africanos apostam na energia nuclear para cobrir défice energético
En la entrega de esta semana de “Vuelta al mundo en 90 libros”, Davel Puente se aleja de las fronteras modernas para adentrarse en un territorio mucho más antiguo: el de las culturas, mitologías y relatos orales africanos que existían mucho antes de la colonización europea. Y lo hace a través de una novela tan inclasificable como fascinante: ‘Black Leopard, Red Wolf', publicada en español como ‘Leopardo negro, lobo rojo'.
(00:00:00) INTRO (00:00:57) Una compañía telefónica solo para cristianos. (00:13:44) Vuelven los apostadores que quieren arreglar el mundo para que de dividindeos (00:18:46) ANUNCIOS (00:21:30) MENÚ (00:26:00) PATREON (00:31:43) China exige a empresa que no puede sustituir empleados con IA (00:38:58) Olvídate de la Guerra vienen los alienígenas demonios (00:51:44) Carlos III dio una clase oratoria, lástima los alumnos (00:55:50) La coalición de los débiles pone a Europa a culpar a Europa (01:02:48) Resultados del duelo entre wall street y las grandes tecnológicas (01:10:42) Hegseth le contesta al congreso (01:15:29) Un micro clip que me envia Rodrigo Santoro para que después no digan (01:19:02) Los chinos se roban un científico gringo y ganan la carrera de neuralink (01:26:08) Africanos, colombianos y ahora hasta peruanos han terminado en la guerra de Rusia (01:27:49) Ukraine empieza a exportar armas en plena guerra (01:29:28) Los demócratas y la izquierda se tienen que montar en un discurso de abundancia (01:35:11) La OPEP, Emiratos árabes unidos y el principio del fin (01:41:01) El uso de la palabra negro no niega que… (01:49:24) Que la iglesia católica está asesorando a quién (01:57:33) musk vs altman (01:59:32) Cierra la primera aerolínea que no aguanta los precios del petróleo (02:01:32) La bienal de Venecia no puede sacar a Rusia (02:07:23) solo le paramos a los científicos cuando hablan de la muerte LE PUEDES COMPRAR A UN PANA LA SUSCRIPCIÓN CON TARJETA DE REGALO https://www.patreon.com/profesorbriceno/gift O COMPRAR UNA GIFT CARD DE PATREON EN https://rewarble.com/brands/patreon COMO DIJIMOS EN EL EPISODIO LA MERCH ESTÁ AQUÍ https://quesevayantodos-shop.fourthwall.com/collections/all EPISODIO COMPLETO Y PARTICIPACION EN VIVO EN https://www.patreon.com/profesorbriceno Las Grabaciones pueden verse en vivo en TWITCH ️https://www.twitch.tv/profesorbriceno SUSCRÍBETE AL PODCAST POR AUDIO EN CUALQUIER PLATAFORMA ⬇️ AQUÍ LAS ENCUENTRAS TODAS: ➡️➡️➡️ https://pod.link/676871115 los más populares SPOTIFY ⬇️ https://open.spotify.com/show/3rFE3ZP8OXMLUEN448Ne5i?si=1cec891caf6c4e03 APPLE PODCASTS ⬇️ https://podcasts.apple.com/es/podcast/que-se-vayan-todos/id676871115 GOOGLE PODCASTS ⬇️ https://www.ivoox.com/en/podcast-que-se-vayan-todos_sq_f11549_1.html FEED PARA CUALQUIER APP DE PODCASTS ⬇️ https://www.ivoox.com/en/podcast-que-se-vayan-todos_sq_f11549_1.html Si te gustó, activa la campanita FECHAS DE PRESENTACIONES ⬇ ️ http://www.profesorbriceno.com/tour Redes sociales: ✏️Web https://www.profesorbriceno.com ✏️Instagram https://www.instagram.com/profesorbriceno/ ✏️X https://x.com/profesorbriceno ✏️Facebook https://www.facebook.com/profesorbricenoOficial/ #aburrido #profesorbriceño #noticias #política
Na segunda parte do programa com professores angolanos que cursam pós-graduação na USP, relatos revelam como eles percebem e enfrentam a discriminação racial no País
Entra em vigor a 1 de Maio a isenção de taxas aduaneiras para 53 países africanos que queiram exportar para a China. Esta é uma medida de Pequim que visa colmatar o vazio deixado pelos Estados Unidos após a chegada ao poder de Donald Trump em 2024 e que tem mostrado que os norte-americanos não são parceiros de "confiança" no comércio mundial. A partir desta sexta-feira, os produtos de 53 países africanos que entrem na China não pagam quaisquer taxas aduaneiras. Estamos assim, por exemplo, a falar do café da Etiópia, das laranjas da África do Sul, dos abacates do Quénia ou do cacau oriundo da Costa do Marfim que até agora pagavam entre 8 a 30% do seu valor em taxas aduaneiras e que passam a entrar livremente na China. Pequim já tinha estabelecido uma regra similar no passado, mas apenas para os países considerados como subdesenvolvidos no continente africano, alargando agora a medida a países como a África do Sul, Nigéria ou Etiópia. Com esta medida, o economista Francisco Miguel Paulo, actualmente investigador assistente na Business Research Unit no ISCTE, em Lisboa, considera que a China está a preencher o vazio deixado pelos Estados Unidos desde a chegada ao poder de Donald Trump, que instaurou uma guerra comercial mundial com as taxas aduaneiras. "A China está a preencher o vazio que os Estados Unidos estão a deixar na governança mundial, já que os Estados Unidos até então ditos defensores do livre comércio estão a defender o proteccionismo. Mas alguém tem que liderar a economia mundial e a China está a ver isto como uma oportunidade. Os Estados Unidos ainda não renovaram com os países africanos e os países africanos estão no limbo. E agora a China ofereceu esta oportunidade, esta decisão unilateral de não aplicar tarifas às exportações dos países africanos que têm relações diplomáticas com a China", explicou o economista Francisco Miguel Paulo. O única país africano não incluído neste acordo é o Essuatíni, já que mantém ainda relações diplomáticas com Taiwan, vendo-se assim excluído desta medida chinesa. Segundo Francisco Miguel Paulo, cabe agora aos países africanos desenvolverem as suas indústrias de forma a passarem a exportar produtos já transformados e não só matéria-prima. Recentemente, a Nigéria inaugurou a sua primeira refinaria, um exemplo para outros países produtores de petróleo em África como Angola, que para além do petróleo possui também grandes potencialidade no sector agrícola. "Angola, infelizmente, não tem uma política industrial própria e consistente e poderia ter. Angola tem a capacidade de produzir também produtos manufacturados e exportar para a China. E é um facto interessante. Há muitos pequenos empresários chineses que vão para Angola, estão a apostar na agricultura e criam um mercado próprio para a população chinesa em Angola e para exportar para a própria China porque eles conseguem entender que amanhã, se o país tiver uma política industrial séria, Angola vai conseguir transformar os seus produtos agrícolas para produtos manufacturados e exportar para qualquer país do mundo. Angola tem boa fruta, tem bons produtos agrícolas, mas infelizmente só falta uma política industrial própria. E quando digo em Angola, digo no resto dos países africanos, porque senão só a Nigéria, África do Sul ou Etiópia é que podemos assim dizer que têm uma indústria. Uma boa parte dos países africanos não têm, infelizmente e dependem sempre da exploração de matéria prima", concluiu o economista.
Cuando invitamos a Alberto Edjogo a venir al programa, empezamos a pensar sobre qué tema podíamos hablar con él. Lo del fútbol africano era demasiado obvio, ¿no? Pero no todos los días se puede hablar con una eminencia en la materia, así que al final nos dio por recordar con él a algunos de nuestros jugadores favoritos nacidos allí. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
David Santos- AFRICANOS ATACAN LOS ESPAÑOLES Y LES CONTESTO (03-04-2026) Más contenido inédito en: https://www.es-tv.es Aportaciones a Raúl: https://www.patreon.com/user?u=40527138 Nº de cuenta: ES75 3018 5746 3520 3462 2213 Bizum: 696339508 o 650325992 Aportaciones a David: https://www.patreon.com/davidsantosvlog Nº de Cuenta: ES78 0073 0100 5306 7538 9734 Bizum: +34 644919278 Aportaciones a Equipo-F: TITULAR: EQUIPO F CUENTA: ES34 1465 0100 9417 5070 9106 C ÓDIGO SWIFT: INGDESMM Conviértete en miembro de este canal para disfrutar de ventajas: https://www.ivoox.com/podcast-un-murciano-encabronao-david-santos-los-audios_sq_f11099064_1.html Canales de U.M.E.: El Cid
Declaração aponta importância de se abordar injustiças históricas afetando os africanos e pessoas de ascendência africana, prevê pedido de desculpas pelo tráfico de escravos e um fundo de reparações; Portugal foi o único lusófono que se absteve na votação.
Declaração aponta importância de se abordar injustiças históricas afetando os africanos e pessoas de ascendência africana, prevê pedido de desculpas pelo tráfico de escravos e um fundo de reparações; Portugal foi o único lusófono que se absteve na votação.
Mirando a África - ¿Por qué Rusia contrata a africanos sin experiencia militar o de seguridad? by En Perspectiva
Nestlé la gigantesca empresa de la leche en polvo enfrenta una grave acusación. la La ONG Public Eye denuncia que Nestlé busca generar adicción al azúcar en bebitos africanos. La más reciente investigación sobre Cerelac identifica dos tipos de acciones con la leche. En Europa el producto se vende sin azúcares añadidos, en sus versiones destinadas a África la receta se transforma, llegando a contener hasta un 15% de azúcar. Una diferencia de ingredientes que pone en riesgo la salud de los niños.
Bajo cielos africanos Under african skies Disfrutamos de discos recién publicados o que lo harán próximamente, que nos traen raíces africanas con sabores del Congo, Benín, Madagascar, Mali y Senegal, así como conexiones también francesas, noruegas, japonesas, norteamericanas y británicas. Escucharemos nuevas grabaciones; la reedición de joyas del pasado, hasta ahora inencontrables, así como recitales inéditos de admirados artistas que ya nos han dejado. We enjoy albums recently released or soon to be released that bring us African roots with flavours from Congo, Benin, Madagascar, Mali and Senegal, with French, Norwegian, Japanese, North American and British connections. We'll listen to new recordings, the reissue of previously impossible-to-find gems from the past, as well as previously unheard live recitals by admired artists who are no longer with us. - Balu - Mokili - Borumba - Antoine Dougbé et L'Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou - Gbe nan tche - Antoine Dougbé et L'Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou - Bobo & Behaja - Tantely male zay - Aia haja ? - Saly Kouyaté - Mandé foli - Mali kelen - Solo Cissokho - Konkoba - Solo - Meg Okura - African skies - Isaiah - Invisible System - Astou dub funk [+ Ousmane Dagnon, Banjougou Koné] - Dub - (Invisible System - Melkan dub [+ Mahmoud Amed, Justin Adams, Samuel Yirga, Ed Wynne] - Dub) Solo Cissokho
Esta semana, o Burundi, que exerce a presidência rotativa da União Africana, apresentou a candidatura do ex-Presidente senegalês ao cargo de secretário-geral das Nações Unidas. Até agora, os Estados africanos ainda não reagiram oficialmente a esta proposta. A candidatura de Macky Sall não conta com o apoio do Senegal, uma vez que o ex-chefe de Estado é acusado pela nova liderança do país de ocultar dados económicos importantes, como a dívida pública. O último mandato do Presidente senegalês ficou ainda marcado por episódios de violência e repressão da população. Régio Conrado, professor de Ciência Política e Direito na Universidade Eduardo Mondlane, em Moçambique, afirma que “Macky Sall não é a pessoa certa para representar os interesses africanos”. Esta semana, o Burundi, que exerce a presidência rotativa da União Africana, apresentou a candidatura do ex-Presidente senegalês ao cargo de secretário-geral das Nações Unidas. Que comentário lhe merece esta candidatura? É profundamente complicado que um Presidente que já foi chefe de Estado num país que não o reconhece como candidato oficial -e, portanto, não é apoiado pelas autoridades do seu próprio país -seja apresentado pelo actual presidente da União Africana, o Presidente do Burundi, e não necessariamente pela própria União Africana. Isto já significa que há um duplo problema. Por um lado, há um problema de legitimidade no próprio país de origem, onde foi chefe de Estado. Por outro lado, os restantes chefes de Estado do continente africano ainda não se pronunciaram sobre o assunto, o que mostra que esta é uma iniciativa particular do Presidente do Burundi. É muito provavelmente uma má iniciativa e Macky Sall está, provavelmente, à procura de uma saída internacional, talvez para escapar a eventuais responsabilizações que possam recair sobre ele, não só no plano interno do país, mas também como uma forma de sobrevivência política através de dinâmicas internacionais. O antigo chefe de Estado do Senegal é a pessoa certa para representar o continente africano nos fóruns internacionais? Não, ele não é a pessoa certa para representar os interesses africanos. Quando esteve na presidência do Senegal e mesmo na presidência rotativa da União Africana, esteve muito mais ligado aos interesses franceses, funcionando quase como um dispositivo operativo -um cipaio, digamos -não dos interesses africanos, mas sobretudo dos interesses franceses e, por consequência, dos interesses europeus. Não é uma figura que, no continente africano, possa ser vista como a mais razoável para ocupar este lugar neste momento. Precisamos de uma figura pan-africana, com uma percepção de independência profundamente entranhada. Alguém que tenha uma visão de África fora das relações de subordinação ou de neocolonialismo com o Ocidente. Portanto, uma figura que congregue e agregue respeitabilidade no plano da defesa dos interesses africanos. E quem poderia ser essa pessoa? A actual Presidente da Tanzânia poderia, provavelmente, sugerir alguém da sua máxima confiança para representar os interesses africanos. Temos também Carlos Lopes, que é uma grande figura no continente africano e que tem estado sempre na linha da frente da defesa dos interesses africanos. Para além da sua carreira académica, é uma figura que já trabalhou com vários secretários-gerais das Nações Unidas e que tem uma longa experiência dentro das estruturas da organização e da União Africana. É uma figura alinhada com a defesa dos interesses africanos. Carlos Lopes, antigo secretário executivo da Comissão Económica das Nações Unidas em África , poderia reunir o consenso dos líderes africanos? Penso que ele tem todo o potencial para reunir muitos consensos. Primeiro, porque não se trata de uma figura amarrada a um determinado país. Mesmo sendo originário da Guiné-Bissau, é uma figura completamente pan-africana. Isso poderia evitar, talvez, algumas clivagens regionais. Agora, também sabemos que os processos de negociação para apresentar uma candidatura são sempre profundamente complexos. E, obviamente, esses processos nem sempre traduzem aquilo que são as verdadeiras convicções de todos os actores envolvidos. África tem reclamado uma maior presença nas diferentes organizações das Nações Unidas. Já houve dois secretários-gerais africanos, Boutros Boutros-Ghali e Kofi Annan. Há possibilidade de o próximo secretário-geral das Nações Unidas ser oriundo do continente africano? Fica muito difícil. O que podemos dizer é que, neste momento, tendo em conta aquilo que África tem defendido -uma maior presença nos diferentes organismos das Nações Unidas, e muito particularmente ao nível do Conselho de Segurança, essa reivindicação faz sentido. Estamos a falar de 54 países e de um continente com uma população que ultrapassa mil milhões de pessoas. É um continente que tem um peso muito profundo e determinante para o futuro do mundo. O problema é que o mundo em que vivemos hoje mostra que várias potências procuram também controlar as Nações Unidas. Até ao momento foram apresentadas duas candidaturas oficiais: a da ex-Presidente chilena Michelle Bachelet e a do responsável da Agência Internacional de Energia Atómica, Rafael Grossi. A Costa Rica também nomeou a ex-Presidente Rebeca Grynspan, mas a candidatura ainda não é oficial. Segundo uma tradição de rotação geográfica, que nem sempre é observada, o cargo estaria agora a ser disputado pela América Latina. Muitos países defendem também que uma mulher deveria ocupar este cargo. A organização está preparada para ter uma mulher na liderança? Neste momento, o continente que está melhor posicionado parece ser a América Latina, onde há quase um consenso generalizado. Grandes potências regionais como o Brasil e a Argentina, bem como outros países que orbitam à volta destas potências, podem ser determinantes para orientar a dinâmica da escolha do próximo secretário-geral. Na minha opinião, mais do que nunca ficou demonstrado que as mulheres têm capacidade para dirigir determinadas agências das Nações Unidas, grandes programas e a diplomacia de alto nível no sistema internacional. Não me parece irrazoável pensar que uma mulher possa reunir consensos para dirigir a organização. Seria também uma forma de chamar a atenção para a necessidade de confiar responsabilidades às mulheres que demonstraram competências, ao longo das suas carreiras, sobretudo quando se trata de figuras que têm estado empenhadas em temas centrais como a paz, o desenvolvimento e outras questões fundamentais da agenda internacional. Relativamente à questão da paz: de que forma o contexto actual, com uma guerra no Médio Oriente e outros conflitos em várias partes do mundo, pode influenciar a escolha do novo secretário-geral da ONU? Está cada vez mais evidente que as Nações Unidas precisam de uma reforma profunda para aprimorar a sua capacidade de resolução dos grandes conflitos. Com a emergência de novos conflitos, marcados pela força física e pela brutalidade nas relações internacionais, assistimos também à erosão do direito internacional e à fragmentação da capacidade das Nações Unidas para resolver problemas complexos. Veja-se, por exemplo, a situação envolvendo o Irão, Israel e os Estados Unidos. Torna-se claro que chegou o momento de repensar a arquitectura das Nações Unidas, a arquitectura do Conselho de Segurança e o próprio sistema internacional de promoção da paz. O que é facto é que, neste momento, as Nações Unidas têm demonstrado limitações profundas - para não dizer fragilidades - na capacidade de conter os conflitos no mundo. Muitos dos conflitos em que a organização interveio continuam por resolver. São os membros do Conselho de Segurança que deverão iniciar o processo de selecção até ao final de Julho, em particular os cinco membros permanentes com poder de veto -Estados Unidos, China, Rússia, Reino Unido e França - que detêm, na prática, o futuro dos candidatos nas mãos. São conhecidas as divergências actuais. O que se pode esperar desta eleição? A Grã-Bretanha é hoje um país que pesa muito pouco no sistema internacional. Tem pouca capacidade de influenciar o processo. O verdadeiro debate vai acontecer entre as grandes potências. A China e a Rússia estão em confrontação directa com o Ocidente e encontram apoio em vários países do chamado Sul global, como o Brasil e a África do Sul, que são actores importantes. Há também países como o Irão e outros que defendem que não é positivo que haja uma dominação ocidental das instituições internacionais. Estas clivagens já existentes e o agravamento das tensões internacionais -como a situação envolvendo o Irão - vão certamente tornar o processo mais complexo. O que está em jogo nas próximas eleições para secretário-geral das Nações Unidas não é apenas a questão da eficácia, como defende a Grã-Bretanha. O que está em jogo é quem vai influenciar o rumo do sistema internacional nos próximos anos: sobre que bases serão tomadas as decisões, qual será a arquitectura das Nações Unidas e sob que orientação política actuará o próximo secretário-geral. Essas são as grandes questões. Que força terão os países africanos nesta escolha? Hoje não é possível pensar qualquer arquitectura das Nações Unidas sem considerar os 54 países do continente africano. O que será profundamente importante é perceber até que ponto os países africanos conseguirão articular posições comuns. Muitos deles estão hoje mais alinhados com o discurso do chamado Sul global, nomeadamente com posições defendidas pela China, pela Rússia e pelo Brasil, e menos próximos das posições do Ocidente. Infelizmente, há também divisões dentro do próprio continente. Existem países que estão mais alinhados com interesses externos. A Costa do Marfim, por exemplo, mantém uma forte proximidade com a França e, por consequência, com a União Europeia. Há também outros países pequenos que seguem essa linha. Mas há igualmente países com posições fortemente pan-africanas -como a África do Sul, o Quénia, a Tanzânia, Moçambique ou Angola -que podem defender um posicionamento mais autónomo do Sul global. O peso do continente africano dependerá da capacidade de coordenação política entre os seus líderes e da capacidade do presidente da União Africana de construir consensos entre os diferentes países e regiões. Mas tudo começa mal quando um presidente da União Africana decide avançar com uma candidatura sem um consenso mínimo, porque isso revela desde logo um processo de divisão desnecessária.
¡UCRANIA Y LOSTRAIDORES AFRICANOS vs AES!Hoy es miércoles ytoca #LALLAVE. Escúchanos en nuestros canales de YouTube y Spotify: https://youtu.be/swmam0IWNX0 Ucrania ha estadoarmando a los yihadistas en el Sahel para desestabilizar a Mali y la Alianza delos Estados del Sahel (AES). Al mismo tiempo Ucrania como marioneta occidental,esta expandiendo su influencia en el área a través de formación militar y vendade drones a Ghana. El mismo Mahama (presidente de Ghana) juega a dos bandasaceptando la ayuda de Ucrania mientras apuñala a Ibrahim Traore por la espalda.Lo mismo con Tinubu (de Nigeria) que ayuda a expandir a AFRICOM mientras queRuto (de Kenia) permite la construcción de la mayor base militar en elcontinente. Este estrangulamiento de la AES por parte de Occidente y detraidores africanos necesita ser estudiado con cuidadosamente. En el programa dehoy analizamos:¿Qué papel juegaUcrania en el Sahel y por qué?¿Por qué se estaexpandiendo AFRICOM? ¿Cómo puedo la AESresistir y sobrevivir cuando es rodeada de traidores?¿Cómo podemosayudar?Como siempre acompañadode música: · DJ Domi · E'muan Ven#SabiasqueÁfrica#OtraÁfricaesposible#AllAfricanpeoplerevolutonaryparty#allafricanwomenrevolutonaryunion#Neocolonialismo#Neoliberalismo#AES#IbrahimTraore#AssimiGoita#AbdourahamaneTchiani#Ucrania#AfricaCorp#AFRICOM
Tema: Tradução Oral da Bíblia para africanos e povos indígenas Apresentação: Renata Burjato - Locutora Entrevistados: Nelson Sousa - Consultor de projetos da Tradução Oral da Bíblia Carlos Go Tchámi - Diretor do ITA (Instituto de Tradução e Alfabetização) em Guiné Bissau, mestre em missiologia e pastor. Contato: +55 61 9337-1881 (Whatsapp)Kayuna Mehinako - Missionário do povo Mehinako (Alto Xingu) e comunicador digital. Instagram: @kayomehinakoKaka Kamayura - estudante de Pedagogia Entre os dias 2 e 6 de março de 2026, acontece em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, a Consulta de Tradução da Bíblia Oral. O evento reúne participantes de diferentes regiões do país e do exterior. Confira a experiência de alguns participantes e de que forma a mensagem bíblica tem impactado suas comunidades. See omnystudio.com/listener for privacy information.
ORIGIN SANTAMADRE + ATLETAS AFRICANOS + SEGURIDAD MONTAÑA | FIND YOUR EVEREST PODCAST by Javi Ordieres ️ En este episodio del Find Your Everest Podcast hablamos de: Anunciamos el calendario de los test de producto que haremos en la FYE Social Runs en los próximos meses. Comentamos la nueva colaboración entre RECCO y las Merrell Skyrunner® World Series, analizando cómo funciona este sistema de búsqueda y rescate y por qué puede marcar la diferencia en la seguridad en montaña y en carreras de trail. Green Trail Concept, la nueva certificación europea de sostenibilidad en el trail running, y su impacto real en la organización de carreras. Zegama-Aizkorri será la primera prueba confirmada para 2026. Repasamos el calendario de carreras de febrero, con pruebas nacionales e internacionales a tener muy en cuenta. Charlamos Alberto, CEO de Santamadre, sobre ORIGIN, el proyecto más ambicioso de la marca hasta la fecha. Nos cuenta desde dentro cómo es el día a día de los atletas en África, su estilo de vida, su mentalidad competitiva, las costumbres culturales y por qué este entorno es clave para llevar a deportistas al más alto nivel del running mundial. Una conversación llena de curiosidades, aprendizaje y visión a largo plazo. Repasamos los últimos fichajes, renovaciones y movimientos más relevantes del trail running. SECCIÓN DE MATERIAL TRAIL RUNNING Analizamos novedades y productos destacados: ADIDAS Zapatillas Adidas Agravic Speed 2: https://findyoureverest.es/products/zapatillas-adidas-terrex-agravic-speed-2-white-core-black-semi-impact-orange Zapatillas Adidas Agravic TT: https://findyoureverest.es/products/zapatillas-adidas-terrex-agravic-tt-white Carcaj portabastones Terrex Xperior: https://findyoureverest.es/products/carcaj-portabastones-adidas-terrex-xperior SAUCONY Zapatillas Saucony Endorphin Azura: https://findyoureverest.es/products/zapatillas-saucony-endorphin-azura-white-navy Zapatillas Saucony Hurricane 25: https://findyoureverest.es/products/zapatillas-saucony-hurricane-25-shadow-black LEKI Bastones Traveller Fx.One Carbon: https://findyoureverest.es/products/bastones-leki-traveller-fx-one-carbon COMPRESSPORT Calcetines Compressport Pro Racing v4.0 Trail: https://findyoureverest.es/products/calcetines-compressport-pro-racing-v4-0-trail-black-red Calcetines Compressport Pro Racing v4.0 Run High: https://findyoureverest.es/products/calcetines-compressport-pro-racing-v4-0-run-high-black-red Calcetines Compressport Ultralight Run High: https://findyoureverest.es/products/calcetines-compressport-pro-racing-v4-0-ultralight-run-high-white-norse-blue-neon-green Calcetines Compressport Ultra Trail V2.0: https://findyoureverest.es/products/calcetines-compressport-ultra-trail-v2-0-begonia-neon-pink Calcetines Compressport Pro Marathon v2.0: https://findyoureverest.es/products/calcetines-compressport-pro-marathon-v2-0-white-norse-blue-neon-green DICCIONARIO FYE En esta edición hablamos de los diferentes tipos de cordones y sistemas de ajuste en zapatillas de trail: cordones clásicos, estriados, quicklace y BOA. Ventajas, inconvenientes y ejemplos reales de modelos que los utilizan.
Ciclones, secas, poluição. Florestas a desaparecer. Nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, a crise climática já não é uma ameaça distante - é uma realidade que custa caro. Mas há soluções. Este é um programa especial de rádio sobre clima, justiça ambiental e o futuro do planeta.
Foi oficialmente lançada em Novembro, à margem da COP30, a Rede Lusófona para o Clima, uma iniciativa conjunta da ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável e da Oikos – Cooperação e Desenvolvimento, que pretende criar um espaço de cooperação entre países lusófonos na mitigação e adaptação às alterações climáticas. A primeira fase da rede foca-se em África, mas a ambição é estender a acção a toda a lusofonia, incluindo Brasil e Timor-Leste. De acordo com o comunicado de lançamento, a iniciativa assinala a criação de uma nova aliança destinada a fortalecer a cooperação climática entre os países de língua portuguesa. A Rede Lusófona para o Clima nasce com o propósito de promover a acção climática conjunta entre organizações da sociedade civil, jovens líderes, activistas e representantes comunitários dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e de outros territórios lusófonos. O objectivo é reforçar a presença e a influência das vozes lusófonas nos processos globais de decisão sobre o clima, incentivando o diálogo, a partilha de conhecimento e o desenvolvimento de soluções sustentáveis alicerçadas em laços culturais e linguísticos comuns. “Como pode um espaço lusófono comum fortalecer a sociedade civil e as comunidades dos países de língua portuguesa na influência da política climática global, promovendo uma governação inclusiva e equitativa?” foi o ponto de partida para o debate que contou com a participação de Miguel de Barros director executivo da Tiniguena (Guiné-Bissau), Ilda Cerveja, da Youth for Climate Action Platform (Moçambique), Jédio Fernandes, coordenador do Colégio de Engenharia Ambiental da Ordem dos Engenheiros de Angola e em representação das organizações fundadoras, Francisco Ferreira, presidente da ZERO (Portugal), e José Luís Monteiro, da Oikos (Portugal). Miguel de Barros, director executivo da Tiniguena (Guiné-Bissau), destacou a urgência da cooperação: “Esta iniciativa é muito importante se tomarmos em consideração que só no ano passado nós tivemos cerca de 18% da população africana em situação de pobreza climática. Isso significa mudanças estruturais no sistema produtivo, no acesso à terra, na segurança alimentar, mas também provoca uma incidência muito forte na migração juvenil das zonas rurais, atendendo às dificuldades de inserção na agricultura familiar. A ausência de modernização da agricultura familiar tem levado a uma certa reconfiguração do espaço das cidades, com maior concentração, sobretudo nas zonas urbanas.” O investigador guineense sublinhou ainda os desafios da erosão costeira, da salinização dos campos agrícolas e da falta de tecnologias adaptadas: “As fragilidades existentes fazem com que esta oportunidade de lançamento da rede nos permita trabalhar numa perspectiva de harmonização de políticas públicas, detecção da variabilidade climática e adaptação às transformações, promovendo simultaneamente a transição energética e a educação para o clima.” Para Francisco Ferreira, presidente da ZERO (Portugal), a acção climática deve ser integrada e inclusiva: “Em Portugal temos de garantir que as políticas climáticas conseguem atingir os seus objectivos em termos de adaptação e mitigação. A responsabilidade é muito maior, porque somos um país desenvolvido, com excesso de emissões em vários sectores. Além disso, a CPLP é uma comunidade com uma elevada percentagem de áreas classificadas como Reserva da Biosfera, o que nos dá potencial para trabalhar nas várias linhas da biodiversidade, terrestre e oceânica.” Francisco Ferreira enfatizou ainda a importância do financiamento: “O financiamento deve ser uma prioridade. Temos apoiado Portugal, como ZERO, na negociação da dívida e na conversão da dívida em projectos climáticos em cada um dos países. É preciso que isso se expanda para além de Cabo Verde, que é o único institucionalizado. Já se falou em São Tomé e Príncipe, mas é necessário que haja financiamento de forma ampla, não apenas pelo sistema público, mas também pelo privado.” Ilda Cerveja, da Youth for Climate Action Platform (Moçambique), abordou a vulnerabilidade de Moçambique aos fenómenos climáticos extremos: “Moçambique é um dos países mais afectados pelos eventos climáticos extremos, principalmente os ciclones, que acabam resultando em cheias e secas. Pelo menos dois ciclones afectam o país por ano, o que compromete a capacidade de resposta a este desafio. O país é extremamente vulnerável devido à forma como a terra é usada, à ocupação e às infra-estruturas. A maior parte da nossa população são crianças e jovens, e este grupo é particularmente afectado pelos eventos climáticos extremos. Um dos principais desafios na nossa participação nos espaços de debate climático é a língua, o que limita a nossa capacidade de intervenção.” Jédio Fernandes, coordenador do Colégio de Engenharia Ambiental da Ordem dos Engenheiros de Angola, descreveu a situação no seu país: “Províncias como Cunene, Huíla e Namibe enfrentam a pior seca dos últimos 40 anos, com consequências graves para a vida das populações. A actividade económica destas regiões depende da produção de gado em massa. Sem vegetação e água, o gado morre. Isto força as populações a abandonarem as zonas rurais, aumentando a pressão sobre Luanda, que foi projectada para 500.000 pessoas e hoje acolhe cerca de 9 milhões. Vemos com bons olhos o lançamento da Rede Lusófona, que permite agir em bloco e comunicar com maior clareza na nossa própria língua.” Miguel de Barros acrescentou, ainda, que a rede deve focar-se na justiça climática e apoio a grupos vulneráveis: “Numa primeira instância, a própria rede tem de ser capaz de trazer esse diálogo na forma como quer estar e quer se posicionar. E nesse campo há duas perspectivas que, para mim são essenciais: a questão da responsabilização dos países emissores e, ao mesmo tempo, uma abordagem para a justiça climática; outra questão, que para mim é estrutural, é que, por exemplo, no caso africano, mais de 64% da mão-de-obra na agricultura familiar depende das mulheres. E quando vamos olhar o impacto das mudanças climáticas dos últimos cinco anos, há uma projecção de perda de pelo menos de 34% da mão-de-obra na agricultura, afectando sobretudo as mulheres. Então, devemos olhar por uma perspectiva de como é que a rede traz uma abordagem sobre os grupos vulneráveis, em particular as mulheres, permitindo, por um lado, salvaguardar os grandes biomas, mas também toda a transição ecológica em termos de emprego, educação, profissionalização e criação de colectivos.” José Luís Monteiro, da Oikos, reforçou a dimensão prática do projecto: “A rede existe para produzir resultados concretos, não apenas declarações. Queremos apoiar projectos, formação e formas de dar escala ao trabalho das comunidades dos PALOP”.
Sintonía: "Sack-O-Woe" - The Mar-Keys 1.- "The Feast" 2.- "Aghano" 3.- "Lamento Africano" 4.- "O´ Tinde" 5.- "Swingin´ Kilts" 6.- "Reflection"Todas las músicas extraídas de la reedición en vinilo de los volúmenes 1 y 2 de "A Message from Blakey: Holiday for Skins" (Blue Note Records, 1958/Rat Pack Records, 2024)Todas las músicas interpretadas, a la batería, por Art BlakeyEscuchar audio
Bonga foi o primeiro artista africano a conquistar um disco de ouro e de platina em Portugal. Neste episódio de ‘Alta Definição’, recorda a infância em Angola que moldou a sua música e o levou ao sucesso internacional. Conta que o som fazia parte do seu quotidiano — em casa, com o pai a tocar acordeão e concertina, ou nas ruas, onde a alegria se espalhava em batuques improvisados. “Se não somos nós a pôr música, é o vizinho. Até pedimos para aumentar. Ao contrário do que acontece cá nas europas, onde chamam a polícia”, diz logo na abertura da entrevista. A falta de música não foi a única coisa que Bonga estranhou nas “europas”. “Quando cheguei a Portugal, quis ir embora no dia seguinte. Senti que era cada um por si, as pessoas não falavam, na rua ninguém se cumprimentava”, desabafa. Ao longo da conversa com Daniel Oliveira, o músico partilha várias confidências sobre a dureza de ser imigrante. Esteve também na Holanda, onde lavou pratos e fez biscates, e em França, onde finalmente começou a gravar as suas primeiras músicas com reconhecimento. Bonga fala ainda da força dos laços familiares, da busca por justiça social e do orgulho em ser pai e avô. “A coisa mais importante que podemos passar aos nossos filhos é uma vivência verdadeira, com disciplina. Mas não é a regra da escola, da igreja, da política ou do vício. É aquele swing, aquilo que sentes”, garante. Sobre a companheira mais nova, com quem recentemente teve gémeos, reforça que, para si, mais do que a idade, “o que interessa é o respeito e o carinho”. No final do programa, depois de revisitar toda a sua história de vida, deixa um pedido para quando chegar a sua hora: “Nós, africanos, celebramos tudo. Quando morrer, porque não celebrar? Cantem as minhas músicas, as músicas do cantor da alegria.” Conheça aqui a sua história com a versão podcast do programa ‘Alta Definição’. Este episódio foi emitido a 8 de novembro na SIC e a sinopse foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Traoré Resiste: ¡Cuando África No Se Vende a Trump y al Neocolonialismo!El rechazo de Burkina Faso a la propuesta de deportación de Estados Unidos: una posición revolucionaria por la soberanía africana que Trump no va a pasar por alto. Hoy es miércoles y toca #LALLAVE. Escúchanos en nuestros canales de Youtube y Spotify: https://youtu.be/6rktZAo8y40 Mientras otros países africanos como Eswatini, Ruanda, Sur Sudán han cedido a Trump, la semana pasada Burkina Faso no cedió a las presiones de Trump de aceptar personas en proceso de regularización en EEUU. Como reprimenda Trump a suspendido el servicio de visas para el pueblo burkinabé. La respuesta de la Alianza de los Estados del Sahel no se ha hecho esperar. En el programa de hoy analizamos: ¿Cuál es el programa de expulsión de los EEUU?¿Por qué los países Africanos son el objetivo de dichas deportaciones?¿Qué significado tiene la postura de Burkina Faso y la AES? Como siempre acompañadode música: - Mista O- God's Sun#sabiasqueÁfrica#otraÁfricaesposible#ICE#IbrahimTraore#AES#panafricanism #allafricanpeoplerevolutionaryparty#antineoliberalism#antineocolonialism #osagyefokwamenkrumah#sekoutoure#Kwameture#carmenpereira#lumumba#amilcarcabral#ThomasSankara
Este painel reúne profissionais do audiovisual com trajetórias diversas para refletir sobre os caminhos e desafios da circulação de filmes entre o Brasil e o continente africano. A conversa propõe repensar rotas, interesses e assimetrias que moldam os circuitos de distribuição entre o Sul Global, com foco na construção de alianças sustentáveis e criativas.A partir de experiências práticas e contextos institucionais distintos, os participantes discutirão formas de fortalecer a cooperação internacional, estratégias de coprodução, formação de redes e políticas públicas voltadas à presença dos cinemas africanos e brasileiros em seus próprios territórios e no cenário global. A língua portuguesa será considerada como uma das possíveis pontes nesse processo — mas o foco estará em ampliar perspectivas e imaginar novos modelos de colaboração entre América do Sul, África e além.Convidados:• Emerson Dindo – diretor executivo do DiALAB | Brasil • Jorge Cohen – produtor da Geração 80 Produções | Angola • Mário Borgneth – cineasta, produtor e coordenador executivo do Programa CPLP Audiovisual 2025 | Brasil • Romeo Umulisa – diretor do Creative Africa Lab | RuandaMediação: Tatiana Carvalho Costa – professora, curadora e Presidente da APAN | Brasil *Debate em português e inglês sem tradução. Áudio original.
A importância, o papel e os obstáculos dos jovens africanos na integração nas respetivas sociedades e em Portugal.
Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
Atlas58 | En esta guía del fútbol remoto Jordi nos trae al plusmarquista en salto de banquillo: 10 minutos y a la calle. Por su parte, a Aitor le da por fijarse en la Champions africana solo para después descubrir que un atlero ya le había sugerido ese mismo tema. Y seguimos con los amigos de WeFan buscando candidatos/as para el primer Atlas On Tour 'Millwall, qué hermosa eres'. Todo esto y mucho más, aquí en el podcast del fútbol internacional más alternativo. 📍Suscríbete a LaNews de Brazalete, el boletín semanal del true crime del balón y también del fútbol remoto: https://www.brazaletenegro.com 📍Reserva tu pack 'Millwall, qué hermosa eres' en aitorlagunas@panenka.org
Accede al grupo de O.G's, porras, y muchas otras ventajas: - Patreon: https://www.patreon.com/massiveball Número de teléfono Línea Caliente: +34 621 09 32 04 ¿Quieres anunciarte en este podcast? Mándanos un email a massiveballoficial@gmail.com Twitter: @massiveball https://x.com/MassiveBall
Apodados los "Wagners negros", cientos de hombres africanos han sido reclutados por el Ejército ruso para luchar contra Ucrania. Atraídos por promesas de altos salarios, empleos o incluso pasaportes rusos, algunos han optado voluntariamente por unirse al Ejército de Vladimir Putin. Pero, para otros, la situación es mucho más compleja: decenas han sido manipulados o llevados a la fuerza.
El gobierno de Donald Trump estaría buscando acuerdos con naciones de África para designarlas como terceros países seguros y que puedan recibir a deportados, según diversas fuentes.
Comenzamos explorando dos estupendas y nuevas recopilaciones que nos traen añejas y sabrosas músicas de Guinea y Zimbabue, para rendir después homenaje a un buen número de artistas que nos han dejado recientemente, como el gallego Emilio Cao; de nuevo el irlandés Alan Griffin, con el disco póstumo que le dedica su grupo Alboka, desde el País Vasco; el cantaor extremeño Ramón el Portugués; el clarinetista griego Petroloukas Halkias, y el artista judeo-yemení Aharon Amram. We begin by exploring two excellent and new compilations that bring us vintage and flavorful music from Guinea and Zimbabwe, and then pay tribute to a good number of artists who have recently passed away, such as the Galician Emilio Cao; once again the Irish Alan Griffin, with the posthumous album dedicated to him by his group Alboka, from the Basque Country; the flamenco singer from Extremadura Ramón el Portugués, the Greek clarinetist Petroloukas Halkias, and the Judeo-Yemeni artist Aharon Amram. - Bembeya Jazz National - Guantanamera / Seyni - Music for a revolution vol 1: Guinea's Syliphone recording label [V.A.] - Balla et ses Balladins - Sakhodougou - Music for a revolution vol 1: Guinea's Syliphone recording label [V.A.] - Thomas Mapfumo & The Acid Band - Chiiko chinotinetsa - Roots rocking Zimbabwe: The modern sound of Harare' townships 1975-1980 [V.A.] - Oliver & The Black Spirits - Anoshereketa - Roots rocking Zimbabwe: The modern sound of Harare' townships 1975-1980 [V.A.] - Emilio Cao - Romance do cego andante - Lenda da pedra do destiño - Alboka - The flat of my back / The red peril of Ormaiztegi / Barkatu, Pepe - The marker stone - Ramón el Portugués - Los campanilleros [+ Juan Habichuela] - Gitanos de la Plaza - Petroloukas Halkias & Vasilis Kostas - Palio zagorisio - The soul of Epirus - Aharon Amram - Eftakhá fi - Kiryá yafefiyá In memoriam: – Emilio Cao – Alan Griffin – Ramón el Portugués – Petroloukas Halkias – Aharon Amram 📸 Alboka: Joxan Goikoetxea & Alan Griffin (Ander Gillenea / Aztarna)
Será que obter os vistos em terras africanas é tudo o que falam por ai? Precisa mesmo de tantos documentos? E a tal "taxa extra" na fronteira, é mito ou verdade? Um episódio pra quem quer entender o que te espera antes de cruzar o continente.Bancada: Rafael Souza e Nataly Castro➡️ Apoie e ajuda a dividir o peso da mochila. E faça parta da comunidade. Através do catarse
Meia-Maratona de Maricá pagou tudo para africanos e brasileiros tiveram que se virar. Ao menos o universo conspirou a nosso favor e brasileiro venceu a prova e converso com o Nishi sobre o caso da Maratona do Natal.#CriadorPorEsporte #corredores #corrida #corridaderua #corredoresderua #corridaderuabrasil
Desde 2018, o jornalista angolano Victor Hugo Mendes apresenta o programa semanal “Tem a Palavra” na RTP - Rádio e Televisão de Portugal, dedicado a temas relevantes dos países africanos de língua portuguesa
Según los historiadores hubo tres papas de ascendencia norteafricana, el último hace más de 1.500 años.
En Ruanda, África, los campesinos
Estreia no próximo dia 4 de abril, às 17h, o podcast Conexões Afro-Lusófonas apresentando a cultura africana, desde suas tradições milenares até as expressões contemporâneas
Este importante descubrimiento podría tener un gran impacto en las teorías del origen y distribución de los primeros Homo sapiens. Las herramientas de piedra encontradas datan de hace 150 mil años. Escucha esta y otras historias positivas.
Secretário-geral da ONU apelou por respeito à soberania e integridade territorial do país, que está sob ataque do grupo rebelde M23, apoiado por Ruanda; população em áreas dominadas sofre com mortes, deslocamentos, saques, violência sexual, recrutamento forçado e falta de serviços essenciais.
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Em entrevista à DW, Lutero Simango, líder do MDM, defende reformas estruturais em Moçambique. Em Angola, deputado da UNITA deve ser hoje suspenso por ter usado indevidamente viatura protocolar. Africanos estão divididos com regresso de Donald Trump à Casa.
Vice-chefe da diplomacia de Portugal, Nuno Sampaio, acredita que mudanças demográficas na África tornam região o “continente do futuro”; para ele, a parceria com países africanos e Brasil é crucial para transformar português em língua oficial da ONU até 2030.
Bolsa Mexicana de Valores suspende acciones de Grupo ElektraEn Sinaloa van 9 leones rescatados en mal estado de saludEl Museo del Palacio de Bellas Artes cumple 90 años de existenciaMás información en nuestro podcast
Acnur fornece apoio financeiro para cobrir despesas de transporte até ao destino, desafios iniciais de realojamento e custos básicos; programa de repatriamento voluntário vai apoiar regresso de 300 mil refugiados à RCA até 2028; em sete anos de vigência, 49 mil pessoas já regressaram a casa.
Beneficiários são das regiões africanas do Sahel e da Bacia dos Grandes Lagos; chefe da ONU pede determinação global renovada para impulsionar um futuro mais seguro, próspero e digno para as populações que enfrentam diversas crises.
O meu, o seu, o nosso episódio semanal do Boia. 13 ouvintes ensandecidos correndo em direção ao quebra-coco com o patinho bradando nas mãos. É sobre isso- entusiasmo. Miriam Makeba, imperatriz da canção africana, interpretando Xica da Silva (Salve Jorge!), EBTB com When All's Well, de 1985 e M dos ingleses do The Cure. Mais não disse!
El foro China-África dio lugar a acuerdos entre China y más de 50 países africanos relacionados con industria y agricultura. El líder chino anunció que destinará 50.000 millones de dólares al continente en los próximos tres años. Analizamos en qué consiste esta relación con Louis Valentin Mballa, profesor de la Universidad Autónoma San Luis Potosí de México.Escuchar audio
Con May Mariño, Javier Caraballo y Toni Bolaño comentamos la actualidad política. Empezamos analizando el contexto migratorio y la realidad de Mauritania, Gambia y Senegal con nuestro corresponsal en África, Alfonso Masoliver, a propósito del viaje de Sánchez para resolver la crisis migratoria. Además, entrevistamos al presidente de Ceuta, Juan Jesús Vivas, para conocer la situación límite que vive la ciudad autónoma con la acogida de menores migrantes no acompañados. Al hilo de esto, debatimos sobre la responsabilidad del Gobierno y oposición para resolver la urgencia migratoria en lugar de lanzarse reproches políticos. Por último, comentamos si el Gobierno salvará los Presupuestos del 2025 y la posición de los independentistas al respecto.
Reaccionamos al partido de las Olimpiadas Paris 2024, de Puerto Rico vs Sur de Sudan, donde los Africanos se anotaron na importante victoria sobre los Boricuas, 90 a 79.Recuerden que nos pueden seguir en:Facebookhttps://www.facebook.com/sportsruspodcast?mibextid=LQQJ4dInstagram https://instagram.com/sportsruspod?igshid=YWJhMjlhZTc=Youtube https://youtube.com/@sportruspodcastTikTokhttps://www.tiktok.com/@sportsruspodcast
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Assine o Café Com Leite em https://podcastcafecomleite.com.br Bárbara e Babica contam uma lenda originária da Guiné-Bissau, que explica de onde teriam vindo os tambores africanos: da Lua!Uma lição sobre respeto aos compromissos que assumimos e de como mesmo nas situaçãos mais difíceis podemos encontrar maneiras de criar coisas especiais. See omnystudio.com/listener for privacy information.
¿Estamos siendo invadidos por África? ¿El africano necesita nuestra ayuda para sobrevivir? ¿La colonización ya terminó o aún sigue? ¿China y Rusia tienen nuevo poder en África? ¿El africano odia al occidental? ¿Fue bonito que MrBeast construyera pozos en Kenia? Todas estas preguntas, y muchas más, las va a responder el experto en geoestrategia africana Sani Ladan, en una interesantísima charla que abrirá los ojos de muchos ante los secretos del continente más olvidado y vilipendiado de todos, África. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices