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Na Guiné-Bissau, a presidente da Comissão Nacional de Eleições, a juíza Carmem Lobo, anunciou, esta terça-feira, que o "sim" venceu o referendo de domingo sobre a entrada em vigor de uma nova Constituição, com 70% dos votos. De acordo com a CNE, mais de 914 mil eleitores estavam inscritos para votar, cerca de 572 mil participaram no referendo e, destes, 383 mil votaram a favor e perto de 161 mil votaram contra. A oposição tinha apelado ao boicote do referendo que qualificou de “farsa” para adoptar uma Constituição já publicada no Boletim Oficial pelas autoridades militares que protagonizaram o golpe de Estado de 26 de Novembro. O nosso convidado é o jurista guineense Fodé Mané que diz que os resultados do referendo “não são fiáveis”, que o cenário se vai repetir nas eleições de 6 de Dezembro e que só vê “o diálogo inclusivo” como a solução para a crise na Guiné-Bissau. RFI: Como vê os resultados do referendo à nova Constituição? Fodé Mané, Jurista: “Como eu sempre digo, qualquer resultado deve trazer informações novas, deve trazer algo de novo. Esses não trouxeram nada de novo e nem surpreenderam também porque tudo o que foi feito dava a entender que seria neste sentido, desde a campanha. Não houve observação, não houve as filas que demonstram um certo interesse e um despertar dos cidadãos. E depois a contagem ninguém sabe como é que foi feita, onde é que foi feita. Os resultados não são fiáveis, não reflectem a realidade, não reflectem a imagem daquilo que se viu.” A oposição falou numa abstenção de 90%, a CNE anunciou uma participação superior a 50%. Se não houve fiscalização independente, como denunciou a oposição, como é que a própria oposição chegou ao número de 90% de abstenção? “Pelo menos houve um escape que não conseguiram escamotear: são as actas fixadas nas assembleias de voto. Em nenhuma acta publicada houve uma participação próxima de 40% e em algumas zonas foram de 7 a 10%. Então, baseado nisto, tratando-se de fórmulas onde deve se calcular a média, vê-se que não se pode chegar nunca a 20% de participação. Isso faz com que haja mais credibilidade nas informações das pessoas que contestam porque vão buscar imagens das assembleias de voto, vão buscar as actas, inclusive nas zonas onde votaram as pessoas ligadas ao regime, onde votou o general Horta Inta-a, onde votou Tomas Djassi, onde votou Ilídio Vieira, onde a participação foi muito inferior a 20%.” Foi ver como estava no domingo o ambiente nas mesas de voto? “Eu não fui votar porque acho que este acto carece de legitimidade, mas passei nas mesas que estão ao lado do meu círculo e inclusive captei fotografias. E nós andámos a pedir a colegas que estão nas diferentes partes para mandarem fotos das assembleias de voto e, inclusive, sabemos que houve quem tivesse problemas com a segurança porque impediram a captação de imagem. A segunda é que as actas, que foram afixadas nas assembleias de voto, foram capturadas com câmaras e estão a ser publicadas.” Como estava em termos de afluência? Havia muita ou pouca afluência? “Havia pouquíssima afluência, pouquíssima afluência, pouquíssima. Você não encontrava nenhuma mesa onde estão à espera quatro ou cinco pessoas. Nós costumamos ter umas filas de cem pessoas para votarem. Há outra coisa: costuma-se fechar muito tarde as assembleias de voto, legalmente devem encerrar às 17h, mas se houver muita gente é até concluir as votações. Neste caso, às 17h02, a CNE já estava a anunciar a taxa de participação sem que haja a finalização da contagem. Isso mostra um certo nervosismo, uma certa precipitação. E outra realidade: no dia da votação, foi anunciado que o transporte público, mesmo as viaturas que tinham livre-trânsito, podiam circular até meia noite, mas às 14h já houve uma ordem da polícia da ordem pública a dizer que as pessoas podem circular livremente porque presumiu-se que a pouca afluência deveu-se à falta de transporte de algumas pessoas. Está a ver? O próprio regime, a própria organização, percebeu que há pouca afluência e o próprio Botché Candé, ex-ministro do Interior, anunciou em Bafatá que não houve afluência porque talvez as pessoas foram à lavoura.” A oposição apelou ao boicote, pediu às pessoas para não irem votar por não considerar este referendo como legítimo. A CNE anunciou a vitória do "sim" por 70% dos votos e, na prática, a nova Constituição acaba por ser legitimada pelo voto num referendo, mesmo sendo ele contestado. A estratégia política da oposição não falhou? “Não falhou porque esta larga abstenção, que foi a mensagem da oposição, e a pouca afluência às urnas, a imagem, a própria falta de vontade de se manifestar, mostra que a oposição com restrições, com falta de meios, com impedimentos, com ameaças, conseguiu convencer. Pelo menos esta mensagem, podemos ver que ficam encorajados para poderem continuar a fazer a luta da mesma forma, sem a violência, na base da legalidade. Esta mensagem, pelo menos, passou. Era o que a oposição queria: mostrar que há os que têm força, dinheiro, poder, podem fazer o que quiserem, mas o povo ouve, escuta e aceita o nosso apelo. Então, significa que está claro quem tem o poder, quem tem a força, quem tem dinheiro. E há quem não tem o poder, quem foi impedido, as sedes foram fechadas, as organizações da sociedade civil que não estão de acordo ou não estão ligadas ao regime não podem actuar e, mesmo assim, a mensagem da oposição passou. Nós, quando falamos da oposição neste momento não é a situação como anteriormente, onde cada um pôde proferir, pôde reunir, pôde concentrar. A oposição é apenas ideológica.” Não haverá uma certa ingenuidade quando a oposição defende o diálogo para sair desta crise, quando a própria oposição diz que o poder é autoritário? “Não, não vejo ingenuidade porque há quem tenha arma, dinheiro, tem tudo, mas não consegue convencer o povo. A única coisa é que temos que dialogar e procurar a solução, porque o que se provou aqui, claramente, é que num universo de dois milhões e duzentos mil habitantes da Guiné-Bissau, a CNE anunciou que houve 914.000 inscritos, mas apenas 384.000 é que estão de acordo com a Constituição. Então, para o que é que serve o referendo? É para alargar a base de aceitação do consenso. Baseado nisso, podemos ver que, mesmo com os dados trabalhados, a maioria da população não aceitou o que foi perguntado.” O líder do histórico PAIGC, Domingos Simões Pereira, esteve preso durante bastante tempo depois do golpe de 26 de Novembro do ano passado e agora está em Portugal. Ele defende o diálogo para sair desta crise. Como é que vê as próximas eleições de 6 de Dezembro e quem vai ser a voz da oposição para enfrentar o regime? “Não haverá. Tudo foi desenhado. Por exemplo, para ser candidato, há condições para ser aceite e nós vimos o que se passou nas eleições de 2025, que fez com que nem o Domingos [Simões Pereira] nem outras pessoas sejam admitidas. E ainda se agravou aquela condição porque agora tem que se depositar pelo menos 50 milhões de francos CFA, o que mostra que quem não tem recursos daquela natureza, não pode. As condições que foram impostas é para que concorra apenas o candidato pretendido pela Junta Militar. Vejamos: os partidos políticos, mesmo para darem entrada os seus processos, há condições que são muito subjectivas. Então, vai ser como este referendo. Por isso, não vão conquistar corações da população, vão continuar a agir na base da força. A situação depois das eleições não será como hoje. Hoje não é melhor do que antes de terem feito o referendo, o ambiente até se tornou mais congelado. E se vamos continuar nestas andanças, o melhor é pararmos e reflectir. Para pararmos, temos que tentar tudo e sentarmo-nos todos para podermos dialogar. Por isso, também perante o que aconteceu no domingo, o esforço que fizeram, a única saída - inclusive paradar tranquilidade aos próprios detentores do poder - é um diálogo inclusivo, um diálogo em que todos os partidos políticos, todas as organizações da sociedade civil estarão em condições de liberdade, em que todos os órgãos de comunicação social podem livremente difundir. Aí é que podemos ter a solução. Umaro [Sissoco Embaló] exerceu seis anos sem parlamento, sem governo eleito, não teve tranquilidade, a solução foi sempre de aumentar a violência. Estes não serão melhores. O apelo da oposição demonstrou isso: a solução deve ser diálogo, diálogo. Sentarmos todos sem escolher apenas aqueles que estão de acordo com a nossa opinião.”
TEMPO DE REFLETIR 01697 – 8 de março de 2026 Ezequiel 28:15 – Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado até que se achou iniquidade em ti. Uma maçã podre numa caixa estraga todas as outras. Mas quando Deus criou o mundo, tudo era perfeito. Não havia germes nocivos, morte ou lágrimas. Infelizmente, nesse mundo perfeito apareceu uma maçã podre que estragou a criação de Deus. E a pergunta que surge é a seguinte: Se Deus é bom e todo-poderoso, por que não pegou essa maçã e a jogou no lixo, para evitar que ela estragasse as outras? Você não faria isso? Obviamente, estamos falando de Satanás. Deus sabia que se Satanás continuasse vivendo, sua influência perniciosa se espalharia pela terra e resultaria em Hitler, Idi Amin, Stalin, Saddam Hussein e outros tiranos. Resultaria também em males como o câncer, AIDS, depressão, solidão, defeitos congênitos, alcoolismo, dependência de drogas, acidentes, crimes e divórcios. Em resumo: resultaria num mundo cheio de miséria e dor. Foi justo da parte de Deus deixar que toda essa miséria se espalhasse quando poderia ter cortado o mal pela raiz? Vejamos a seguinte ilustração: Uma empresa tinha um diretor que era amado por seus gerentes e funcionários. O seu assistente o ajudava em tudo. Mas então esse assistente começou a espalhar o boato de que o diretor estava fraudando a empresa. Foi um golpe devastador num líder que sempre havia procurado ser honesto e leal. Pior ainda foi o fato de que entre os gerentes e funcionários houve quem acreditasse no boato. O assistente havia preparado o terreno e conquistado simpatizantes. E quando ele fez essa denúncia, muitos acreditaram nele. Alguns até sugeriram que o conselho dos diretores deveria colocá-lo no lugar do diretor. O diretor poderia tê-lo despedido. Mas pensou: “Mesmo os funcionários que confiam em mim podem desconfiar que eu tenha algo a esconder, pois demito quem discorda de mim. E funcionários que não confiam em seu líder, trabalham mal”. Assim, o diretor permitiu que o seu assistente continuasse trabalhando. Mais cedo ou mais tarde a verdade apareceria. E foi o que aconteceu. A empresa passou por um período difícil, todos perceberam que a acusação do assistente era falsa, e ele acabou pedindo demissão. Tal e qual aquele presidente, Deus deu a Satanás tempo para que surgissem os frutos de sua obra. E ao derramar “o sangue do Filho de Deus, desarraigou-se Satanás das simpatias dos seres celestiais” (O Desejado de Todas as Nações, p. 761). No seu devido tempo a maçã podre será, finalmente, jogada fora. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Ajuda-me, Pai, a confiar inteiramente em Ti. Que nunca a semente da dúvida ganhe espaço para crescer em minha mente e coração. Por favor, em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Devocional Quaresma Por fim voltou para junto dos discípulos e disse-lhes: «Continuam ainda a dormir e a descansar? Chegou a hora em que o Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos pecadores. Levantem-se, vamos embora! Já aí vem aquele que me vai atraiçoar.» Ainda Jesus estava a falar, quando chegou Judas, um dos doze discípulos. Trazia com ele muita gente armada de espadas e paus. Tinham sido mandados pelos chefes dos sacerdotes e pelos anciãos do povo. O traidor combinara com eles o seguinte sinal: «Aquele a quem eu cumprimentar com um beijo, é ele: prendam-no.» Logo que Judas chegou ao pé de Jesus disse-lhe: «Olá, Mestre!» E deu-lhe um beijo. Jesus questionou-o: «Amigo, que vieste cá fazer ?» Então os homens avançaram, deitaram a mão a Jesus e prenderam-no. Mateus 26:45-50 Foi a maior das traições – um homem sem pecado sendo entregue à morte por alguém que afirmava ser Seu amigo e seguidor. Mas, em tudo isto, o que realmente me impressiona é a declaração de Jesus a Judas quando ele chegou acompanhado por uma multidão de homens furiosos e equivocados. Jesus simplesmente diz: «Faz o que vieste fazer, amigo.» Ele chama Judas de «amigo». Não acredito que Jesus tenha usado esse termo levianamente. Este é um Deus de amor. A Bíblia diz em Romanos que, enquanto ainda éramos Seus inimigos, Deus nos reconciliou consigo mesmo através da morte do Seu Filho. A Bíblia Mensagem diz assim: «Quando estávamos no nosso pior momento, fomos colocados em termos amigáveis com Deus pela morte sacrificial do seu Filho». Jesus chama-nos de amigos, mesmo quando pecamos. Vejamos isto como um chamado para louvá-Lo por um amor que nunca compreenderemos totalmente. Jesus chama-nos de amigos, mesmo quando continuamos a pecar contra Ele. A caminho de casa Como vejo o meu papel na narrativa da reconciliação? Sinto que trago algum elemento de justiça ao acordo que “ajuda” o meu caso? Ou sei que se trata apenas de um Deus misericordioso que aceita um pecador como amigo? Oração Pai Celestial, o Teu Espírito leva-me ao arrependimento, o Teu amor compele-me a apresentar-me quebrantado diante de Ti, o Teu Filho redime-me através da Sua morte na cruz. Ajuda-me a nunca, jamais, tomar nada disto como garantido. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Guilherme Duarte é convidado do programa desta semana, com o humorista a irritar-se com todas as pessoas que defendem a teoria de que um café curto é mais forte que um normal ou longo: "Vejamos, um café longo é um café que já foi curto, tem a mesma cafeína. E irrita-me que as pessoas assumam essa ideia do café curto sem se questionarem um pouco". José de Pina volta a temas que já fazem parte do seu historial, como André Rieu, com Luís Pedro Nunes a deixar fortes críticas a atual música portuguesa, em comparação com outras brasileiras: "Os nossos artistas andam com falta de testosterona?", questiona. Já Luana do Bem aponta o dedo às lojas de capas de telemóveis: "Há uma em cada esquina e eu não entendo. Será que os portugueses usam assim tanto? Nem servem como presente". Com moderação de Pedro Boucherie Mendes, o Irritações foi emitido a 19 de dezembro, na SIC Radical. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IASee omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Mateus, capítulo 20, versículos 1 ao 16, nos traz uma reflexão sobre o Poder da Graça.O texto acima, nos conta a parábola dos trabalhadores da vinha. Um dono de vinha sai pela manhã para contratar trabalhadores. Alguns começam cedo, outros ao longo do dia e, por fim, outros só na última hora. No fim do dia, todos recebem a mesma recompensa: um denário. Isso causa indignação nos que trabalharam desde cedo, mas o dono da vinha responde: “Não te faço injustiça… Porventura não me é lícito fazer o que quero do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom?” (v. 13–15).Essa parábola ilustra, de forma poderosa, a graça de Deus. Vejamos três lições sobre o poder da graça nesse texto:1. A graça não é salário, é dádivaOs trabalhadores esperavam receber segundo suas obras. Mas o dono da vinha não age por méritos humanos, ele dá conforme a sua bondade. Assim também é a graça: não é fruto do nosso desempenho, mas da generosidade do coração de Deus.Paulo diz: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus” (Efésios 2:8). A graça nos lembra que ninguém merece, mas todos podem receber.2. A graça iguala todos diante de DeusHumanamente, vemos diferenças: quem começou cedo, quem trabalhou mais, quem chegou por último. Mas a graça nivela todos diante do Pai. Não importa se alguém se entregou a Cristo na juventude ou na velhice, se tem muita ou pouca experiência na fé: o Senhor dá a mesma salvação a todos que confiam n'Ele.Na graça, não há lugar para inveja ou soberba, apenas para gratidão.3. A graça revela o coração de DeusA resposta do dono da vinha mostra quem Deus é: bom e generoso. Ele não se limita ao que é justo aos olhos humanos, mas vai além, porque Sua bondade é abundante.A graça não é justa no sentido humano, mas é amorosa e divina. É por causa desse amor que somos aceitos, perdoados e salvos.Conclusão: O poder da graça está em nos alcançar onde estamos, independentemente do que já fizemos ou deixamos de fazer. Ela não é para quem merece, mas para quem confia no Senhor da vinha. Em vez de reclamar, que possamos nos alegrar com a bondade do Pai e proclamar: “Foi a graça de Deus que me trouxe aqui!”Que a nossa oração seja: Senhor, obrigado por Tua graça imerecida. Ajuda-me a viver em gratidão, sem invejar ninguém, mas celebrando Tua bondade para comigo e para com os outros. Amém.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
10 de Junho revela: dez anos depois de Marcelo ter chegado a Belém, Portugal é um país mais dividido, mais polarizado e mais crispado. Vejamos, a culpa não é de Marcelo... mas quem foi o Presidente?See omnystudio.com/listener for privacy information.
José Luís Carneiro é "egocêntrico"? Vejamos: com quem haveria o único candidato à liderança do PS debater? Ainda, os votos nulos da imigração são mais do que muitos, mas nada tira a vitória a Ventura.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O mundo está a mudar a uma velocidade que há meia dúzia de meses julgaríamos impossível, mas não está mais fácil de compreender, nem menos perigoso. Vejamos as negociações de cessar-fogo na Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que o veio Jaruru tá escondendo com esse comentário, hein?Vejamos o que o Oda nos reservar. SETUPS foram criados!
Pedro Nuno sonha, a modalidade nasce: o que falta ao PS para ser federado na corrida a Belém? Vejamos, socialista que é socialista... não quer ter Seguro. Ainda, há quem desconte para a pensão?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Começamos oficialmente o ano de 2025 (não o 2025 francês)! Tivemos muitos situações armadas neste capítulo. Vejamos onde isso nos levará! Não esqueçam de comentar e compartilhar o Pauta Secreta o/
O teto de 2,5% para o aumento real do salário mínimo tem sido um dos temas mais debatidos na agenda econômica brasileira nos últimos tempos. Essa medida, inserida no arcabouço fiscal, busca equilibrar as contas públicas e garantir a sustentabilidade da dívida, mas gera impactos diretos na vida de milhões de trabalhadores e beneficiários de programas sociais. O que significa essa limitação? Em resumo, significa que o aumento do salário mínimo, além da correção pela inflação, ficará limitado a um crescimento real de no máximo 2,5% ao ano. Essa taxa está vinculada ao crescimento das despesas primárias do governo, ou seja, à capacidade de gerar receitas para bancar os gastos públicos. Quais os impactos dessa medida? Perda de poder de compra: Para muitos trabalhadores, o salário mínimo é a principal fonte de renda. Com um aumento limitado, o poder de compra pode ser corroído pela inflação, afetando o padrão de vida e dificultando o acesso a bens e serviços essenciais. Impacto em programas sociais: Diversos benefícios sociais, como aposentadorias e pensões, são vinculados ao salário mínimo. A limitação do aumento pode afetar o valor desses benefícios, impactando diretamente a vida de milhões de brasileiros. Crescimento econômico: Alguns economistas argumentam que um salário mínimo mais elevado pode estimular o consumo, impulsionando a economia. A limitação do aumento pode frear esse efeito positivo. O que dizem as fontes? Diversas fontes de notícias têm abordado esse tema, destacando diferentes pontos de vista. Vejamos alguns exemplos: CNN Brasil: Em reportagem sobre a aprovação do projeto no Senado, a CNN Brasil destaca que a nova regra pode gerar uma economia de R$ 109,8 bilhões entre 2025 e 2030, mas também pode impactar aposentados, pensionistas e beneficiados por programas sociais. A matéria ressalta que o aumento do salário mínimo continuará prevendo um aumento acima da inflação, mas ficará limitado ao crescimento das despesas dentro do arcabouço fiscal. Câmara dos Deputados: O site da Câmara divulgou uma notícia sobre a aprovação do projeto na casa, destacando que o texto suavizou algumas restrições impostas para acesso ao BPC, mas manteve os ajustes sobre o salário mínimo. A matéria explica que o cálculo final do aumento dependerá do crescimento da receita primária e do cumprimento ou não da meta fiscal. iG Economia: O iG Economia publicou uma matéria sobre a aprovação do projeto no Senado, destacando que as mudanças no BPC e a manutenção do Fundo Constitucional do DF também foram aprovadas. O texto ressalta que a limitação do aumento do salário mínimo a 2,5% ao ano é uma medida para conter os gastos do governo. Um debate complexo A limitação do aumento do salário mínimo é um tema complexo que envolve questões econômicas, sociais e políticas. É fundamental que a sociedade esteja informada sobre os impactos dessa medida e participe do debate para encontrar soluções que garantam o equilíbrio entre as contas públicas e a melhoria das condições de vida da população. É importante ressaltar que este é apenas um resumo do tema. Para uma análise mais completa, recomenda-se consultar as fontes originais e outras publicações sobre o assunto. Fontes: CNN Brasil: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/senado-aprova-projeto-que-limita-aumento-do-salario-minimo-e-faz-mudancas-no-bpc/ Câmara dos Deputados: https://www.camara.leg.br/noticias/1123798-camara-aprova-projeto-que-muda-regras-de-aumento-do-salario-minimo-e-de-acesso-ao-bpc iG Economia: https://economia.ig.com.br/2024-12-20/senado-mantem-mudancas-da-camara-aprova-projeto-salario-minimo.html Observação: As informações contidas neste texto foram coletadas em dezembro de 2024. Para informações mais atualizadas, consulte as fontes originais. Palavras-chave: salário mínimo, aumento, limitação, arcabouço fiscal, economia, política, impacto social, trabalhadores, benefícios sociais.
No âmbito do STJ, predomina o entendimento de que as medidas protetivas de urgência não têm prazo fixo. Todavia, a Quinta Turma admitiu a possibilidade de que o juízo fixe prazo específico. Vejamos os detalhes!
Responsabilidade humana e sua relação com a soberania divina. Vejamos alguns exemplos bíblicos sobre esse complexo assunto.Esse post encontra-se no:TEOmídia Blog - uma preciosa fonte de edificaçãoConfira também:TEOmídia - plataforma gratuita de vídeosTEOmídia Rádio - 24 horas no arTEOmídia Cast - disponível no seu serviço de streaming de música e podcast.
Varal Celeste está no ar! E aí cruzeirense, tudo bem com vc? No episódio de hoje tivemos: Cruzeiro x Libertad. Escalação. Análise do jogo. Jogo de tempos distintos. Lucas Romero acrescentou uma dose de emoção desnecessária. Vejamos como transcorrerá o trabalho do Diniz. Jogo em que podíamos ter feito mais gols, de novo. Desfruta esse momento, você passou um bom pedaço para chegar aqui. Portais de notícias: https://ge.globo.com/futebol/times/cruzeiro/ https://deusmedibre.com.br/cruzeiro/ https://noataque.com.br/clubes/cruzeiro/ https://www.itatiaia.com.br/editoria/cruzeiro https://www.otempo.com.br/superfc/cruzeiro https://www.youtube.com/@CanalSamuelVenancio/featured https://www.youtube.com/@FelipeBarrosTV E aí, curtiu o episódio? Compartilhe com a galera! Se cuidem pessoal! Abraços! Redes sociais: Twitter pessoal: @VaralCeleste https://twitter.com/VaralCeleste?s=09 Instagram da coleção/podcast: @varalceleste https://instagram.com/varalceleste?utm_medium=copy_link
Flagrante preparado é aquele fruto da atuação do agente provocador, que estimula a prática do crime e, ao mesmo tempo, toma todas as providências para evitar a consumação. Vejamos as novidades trazidas pelo Pacote Anticrime sobre flagrante preparado na Lei de Drogas e no Estatuto do Desarmamento.
Há uma estrada encantada, onde tudo pode acontecer, onde tudo depende daqueles que por ela transitam. Vejamos o que podemos aprender sobre ela com alguém muito especial, que sempre poderá ser encontrado na estrada. Uns dizem que ele é um grande mago, responsável pela existência da estrada; outros afirmam que é apenas mais um de seus viajantes; e muitos dizem não o conhecer. uma estrada encantada, onde tudo pode acontecer, onde tudo depende daqueles que por ela transitam. Vejamos o que podemos aprender sobre ela com alguém muito especial, que sempre poderá ser encontrado na estrada. Uns dizem que ele é um grande mago, responsável pela existência da estrada; outros afirmam que é apenas mais um de seus viajantes; e muitos dizem não o conhecer.
Fundadas razões não se confundem com fundada suspeita. E este último juízo não pode ser fruto de mero subjetivismo. Vejamos mais um julgado do STJ sobre o tema!
Episódio com o tema "Perseverança na Sabedoria"Apresentação: Itamir Neves. Texto Bíblico: Pv 28.1-28 Prezado amigo, vamos ao livro de Provérbios, e leiamos de início os versículos 23 a 28 do capítulo 26. Vejamos o versículo 23: "Como o vaso de barro coberto de escórias de prata, assim são os lábios amorosos e o coração maligno." Prezado amigo, o amor proibido é comparado com um vaso que é coberto de escórias de prata.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vejamos se as doutrinas abaixo concordam com a opinião infeliz emitido pelo documento da CNBB: “Não pode haver nada de mais perigoso do que aqueles hereges os quais, enquanto percorrem toda a doutrina sem erros, com uma só palavra, como uma gota de veneno, infectam a pura e simples fé divina e depois a tradiçao apostólica” (Auctor Tractatus de Fide Orthodoxa contra Arianos, citado pelo papa Leão XIII, carta encíclica Satis Cognitum, 19) “Essa foi exatamente a maneira de se comportar da Igreja, e isso, também, pelo juízo dos santos Padres, os quais sempre tiveram como excomungados todos os que se afastaram, ainda pouco, da doutrina proposta pelo magistério legítimo” (Papa Leão XIII, carta encíclica Satis Cognitum, 19) “(...)Agostinho observa que podem pulular erros de toda espécie; e se alguém aderir ainda que a um só deles, por isso mesmo, separa-se da unidade católica. “Quem crê nestas coisas [as heresias indicadas ], por isso mesmo não se deve julgar ou dizer-se cristão católico. Pode haver e formarem-se também outras heresias que não são lembradas nesta nossa obra; se alguém aderir a alguma delas, não seria cristão católico.” (Papa Leão XIII - da Carta Satis Cognitum, 19)
devocional coríntios leitura bíblica Será que com isto estamos outra vez a elogiar-nos a nós próprios? Porventura temos necessidade, como alguns têm, de pedir que nos passem cartas de recomendação ou de vo-las enviar da nossa parte? A nossa carta de recomendação são vocês mesmos. É uma carta escrita no nosso coração e que pode ser lida e conhecida por todos. É evidente que vocês são uma carta de Cristo que nos foi confiada. Foi escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo. Não uma carta gravada em pedras, mas em corações humanos. 2 Coríntios 3.1-3 devocional A melhor carta de recomendação que possamos apresentar sobre nós mesmos é o testemunho daqueles que nos circundam. O modo como inspirámos as suas vidas e as afectámos pela positiva falará mais alto do que tudo o resto. Dispensemos o auto elogio e a sinalização de feitos pessoais. Nem sequer procuremos a bajulação alheia, muito menos mendiguemos a indicação dos nossos méritos. Descansemos n'Aquele que conhece o nosso currículo de fio a pavio. Tanto mais que foi Ele que refez a nossa história e nos tem usado em favor de outros. A mudança interior operada pelo Espírito Santo na vida das pessoas com quem interagimos diz mais sobre nós próprios do que qualquer diploma que possamos apresentar. Vejamos aqueles que servimos com olhos de ver: “Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens.” Invistamos amorosa e indiscriminadamente em amigos e desconhecidos. Semeemos sem parar. Colheremos bem para lá do que possamos imaginar. Sejamos uma carta aberta a toda a hora, permitindo que outros leiam o que Deus tem vindo a escrever na nossa alma. Entusiasme-nos o facto de sermos colaboradores do Espírito, que está a gravar Cristo de forma indelével no coração de tantos à nossa volta. - Jónatas Figueiredo
Páscoa ÉPáscoa significa passagem.Foi quando o anjo passou.Mas, antes de chegar ao anjo,Vejamos como tudo começou.O povo de Israel era escravoE sofria muito no Egito.O povo de Deus era maltratado.Então, o Senhor ouviu seu grito.Para libertar seu povoDeus escolheu Moisés.Chamou-o de uma sarça ardente,Mandou tirar as sandálias dos pés.Moisés disse a faraó:“Deixa meu povo sair para adorar”!Faraó disse: “Não!Mande esse povo trabalhar”!Mas, Deus queria salvar Seu povoE dez pragas Ele mandou.Nove pragas não bastaram para Faraó.Porém, a décima ele não suportou.E é aí que entra o anjoQue matou os primogênitos do Egito.Já Israel era marcado com o sangue do cordeiroE no meio do povo de Deus não se ouviu nem um grito.O anjo passou para libertar Israel.O Mar Vermelho se abriu para Jacó passar.Deus libertou os Hebreus.Que história linda para se lembrar!!!Já nossa Páscoa hojeTem a ver com cruz e salvação.Mas, antes de chegar ao madeiro,Vou explicar melhor a questão.Todo mundo nasce escravoDo pecado tão cruelQue nos leva a fazer coisas másE nos impede de ir para o Céu.Mas, o Senhor viu nossa dorE nos amou tanto, mas tanto,Que decidiu nos salvar,Transformar em alegria o pranto.Para libertar a mim e a vocêO Pai enviou o Salvador.Sabe de quem eu estou falando?De Jesus Cristo, o nosso Senhor!Por causa do nosso pecado,Jesus nos substituiu na cruz.Ele foi castigado pelos nossos erros.Tirou-nos do escuro e é a nossa Luz.Jesus é o nosso Cordeiro.Com o Seu sangue, livrou-nos da morte.Com a Sua morte, Ele nos deu vida.Ressuscitou e mudou nossa sorte.A nossa Páscoa, agora, é pão e vinho,O Corpo e Sangue do meu Campeão.Esteve morto, mas ressuscitou.Deu-me a vida e a salvação.Juberto Oliveira da Rocha Júnior --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/revjuba/message Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/revjuba/support
Foi uma jornada alucinante, chocante, inquietante na Liga Portugal este fim-de-semana!Vejamos: o lanterna vermelha Vizela foi ganhar a Barcelos, o Dragão foi perder a Arouca e a Águia empatou (com sorte!) em Guimarães. Mas o prato principal também não desiludiu. Ao 3º jogo de Artur Jorge em Alvalade como treinador do Braga, 3ª chapada de realidade, e de mão aberta: os Leões "despacharam" os Guerreiros sem apelo nem agravo, com um prato de vingança que se serviu... cheio! Foram 5 golos sem resposta, num total de 15-0 nos últimos 3 jogos disputados em Alvalade pelos Bracarenses. "Já podem soar os sinais de alarme??", pergunta o nosso Oliveira! O fim de semana desportivo foi intenso, desgastante, e não pára, pois as competições europeias estão de volta. Por isso, relaxem, juntem-se à nossa terapia semanal e ouçam o episódio 120!
Conjunto de condições de amparo que permitem o mínimo à subsistência; o que serve de alimentação, educação, saúde, conservação, manutenção, defesa, proteção... Isso explica muita coisa nas atitudes de cuidado e empatia de Salomão, (embora tenha reconhecido mais tarde o excesso em algumas de suas decisões), com suas centenas de esposas, escancara a questão de emergência pública da época cercado por uma epidemia de mulheres e crianças abandonadas, do que propriamente uma compulsão sexual; chegou a afirmar que se não houver o mínimo para subsistência, melhor é um aborto. Vejamos mais um exemplo de padrão moral e ético, direcionado a outra região da Asia, (e que serve para qualquer região), aquele que é o Primeiro e o Último, que esteve morto e voltou a viver, diz o seguinte: Eu conheço as ações, o sofrimento e a pobreza de vocês, mas na realidade vocês são espiritualmente ricos; e sei dos insultos à vocês daqueles que dizem ser judeus legítimos, mas no entanto, são sinagoga de Satanás. Não tenham medo das coisas que vocês vão enfrentar. Eu digo que Satanás vai colocar alguns de vocês na masmorra para serem postos à prova e vocês sofrerão por dias. Sejam verdadeiros, mesmo que venham a morrer, e eu darei a vocês a coroa da vida. Aquele que ouve, pratique o que o Espírito diz a todos. Aquele que vencer, de maneira nenhuma sofrerá a segunda morte. Revelação 2:8-11 Coragem, determinação e todos os outros atributos que precisamos para uma vida de qualidade, e enfrentar os desafios e responsabilidades que inevitavelmente virão, insistindo em se desviar do mal... permanecendo na disposição de ser sustentado por uma força invisível que rege TUDO. Afortunado e dedicado é aquele que toma parte na primeira ressurreição, a saber, a boa consciência. Sobre esses a segunda morte não tem poder, não representa nenhum terror; pelo contrário, serão autoridade de Deus e prevalecerão com Ele. Revelação 20:6
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Em um mundo cada vez mais digital, a integração estratégica de tecnologia e Inteligência Artificial (IA) tornou-se um catalisador fundamental para o crescimento sustentável das empresas. O uso estratégico dessas ferramentas não apenas aprimora a eficiência operacional, mas também desencadeia oportunidades inovadoras, impulsionando a vantagem competitiva. Essas tecnologias não devem ser consideradas distantes de nossos negócios e de nossas estratégias do dia a dia. Elas devem fazer parte e serem consideradas peça fundamental no desenvolvimento e construção do planejamento estratégico. Vejamos alguns pontos relevantes que devem ser tratamos no planejamento, assim como essas tecnologias podem ajudar as empresas a se desenvolverem. Vamos lá! Aperte o Play para esse conhecimento! Não esqueça, este e vários outros conteúdos também estão disponíveis no formato PodCasts, que podem ser cortados pelo Spotify através do link: https://spoti.fi/2R08Rn6 Estamos também na plataforma Google PodCasts: https://bit.ly/2L88ruA Todos os episódios também estão em nosso Site/Blog: https://gestaocontabilonline.com.br/?page_id=8 O conteúdo PodCast também pode ser visto em nosso Canal GC do YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCxHmviWIdHaJovbMi5ntKFQ Você que é empresário e empreendedor não pode deixar de fazer o nosso curso: CONTABILIDADE PARA NÃO CONTADORES, que está disponível na plataforma SYMPLA, pelo link: https://www.sympla.com.br/contabilidade-para-nao-contadores__1061562?lang=PT Aproveite e participe de nosso Grupo de Tira Dúvidas do Telegram: https://t.me/gestaocontabil Maiores dúvidas e informações, entre em contato: WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/DRtkCaCdapq162FqdOdiEd Telegram: https://t.me/gestaocontabil Site: www.gestaocontabilonline.com.brE-mail: contato@gestaocontabilonline.com.brNossos canais de contato: https://linktr.ee/gestaocontabilFale com o nosso contador: https://taggo.one/gc_gestao --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/gestaocontabil/message
Vejamos alguns trechos do livro = História do Cristianismo: Paul Johnson: “Na Espanha, os reis católicos, por meio de seu instrumento da Inquisição, exterminaram o protestantismo na década de 1550.” “A Inquisição era um instrumento popular, dirigido contra os judeus…” “A Inquisição foi estabelecida em Roma, sob o fanático cardeal papista Caraffa (que mais tarde se tornou o Papa Paulo IV), cujos lemas eram: ‘Ninguém deve se rebaixar mostrando tolerância a qualquer espécie de herético, muito menos um calvinista'; e ‘Mesmo que meu próprio pai fosse um herético, eu ajuntaria a lenha para queimá-lo.'” “A Inquisição… demonstrou ser duradoura, em grande parte porque se financiava com as propriedades confiscadas dos condenados. O fato de que precisava de dinheiro para suas operações significava que tinha de garantir condenações. Daí o uso da tortura.” (Já deu pra perceber que a coisa era séria) Inquisição - Reinado do Medo: O livro de Toby Green Está disponível no Amazon.com, quem quiser prestigiar o autor, pode comprar com um preço mais acessível... Recomendo: -Aula sobre os Valdenses= • Vídeo valdenses -Sobre os Cátaros= • Los Cátaros - La Cruzada Albigense. -Documentário= • documental - la inquisicion -Sobre os Judeus= • Los Cátaros - La Cruzada Albigense. -Artigo de Nathan Busenitz= http://thecripplegate.com/how-many-pe... -Livro Inquisição de Green= http://politicaedireito.org/br/wp-con... -Livro Earle E. Cairns= http://vidanova.com.br/211-cristianis... -Livro Paul Johnson - H. Crist.= https://pt.scribd.com/document/292161... -O TRIBUNAL DA INQUISIÇÃO DE GOA= https://bndigital.bn.gov.br/artigos/o... -Espelho dos Mártires= • Espelho dos Mártires II - Mártires Cr... -Opinião de Alguns Historiadores Profissionais= http://heresiascatolicas.blogspot.com... -Manual de torturas= http://heresiascatolicas.blogspot.com... -Livro - A INQUISIÇÃO - Michael Baigent e Richard Leigh= http://files.adparqueype.webnode.pt/2...
Para muitas pessoas, motivação é apenas uma palavra para iludir as pessoas e não serve para nada. Será mesmo? Vejamos como pensam aquelas pessoas que já obtiveram um sucesso estrondoso.
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O que torna a quarta revolução industrial tão diferente das anteriores é a convergência e a interação entre múltiplas tendências tecnológicas ao mesmo tempo. Vejamos as dez principais tendências que estão impulsionando essa nova fase – das quais acredita-se que irão impactar para sempre a forma como fazemos negócios e vivemos. 1 – Computação onipresente; 2 – Tudo conectado e inteligente; 3 – A “dataficação” do nosso mundo; 4 – Inteligência Artificial (IA); 5 – Realidade Estendida (XR); 6 – Confiança digital; 7 – Impressão 3D; 8 – Edição de genes e biologia sintética; 9 – Nanotecnologia e ciência dos materiais; 10 – Novas soluções energéticas. Fontes (créditos): https://forbes.com.br/forbes-tech/2022/01/10-tendencias-tecnologicas-que-transformarao-o-mundo/ https://www.institutodatransformacao.com.br/as-transformacoes/noticias/as-prinicpais-tendencias-para-a-transformacao-digital-das-empresas-em-2018?gclid=EAIaIQobChMIqMf4zbO9-wIVQ8KRCh0OAQhFEAAYAiAAEgLaUPD_BwE https://www.meupositivo.com.br/doseujeito/tecnologia/tecnologias-que-vao-mudar-o-mundo-ate-2030/ https://idocode.com.br/blog/tecnologia/tecnologia-do-futuro-conheca-as-5-principais/ Imagem (créditos): Getty Images. Trilhas sonoras (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=DgebS2jgi6g Grandes sucessos da MPB - INSTRUMENTAL PIANO. Entre a serpente e a estrela. https://www.youtube.com/watch?v=DgebS2jgi6g. Grandes sucessos da MPB - INSTRUMENTAL PIANO. --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/multimidiavillage/message
Graça e Paz, Quem já procurou pelo Senhor e o Seu silêncio te fez pensar que Ele não era por você? Como você se comporta quando Deus fica sem silêncio? Vejamos o que jó fez! Que o Senhor fale ao seu coração. Deus te abençõe! Bispa Lídia Neri
Cultivar boas relações com as pessoas é um esforço que o cristão precisa fazer, e isto para o seu próprio bem. Vejamos o que a Bíblia diz.
Em nosso estudo no livro de Gênesis nós chegamos ao ponto de poder caminhar para construir uma teologia dos gêneros. Vejamos como Deus criou Homem e Mulher, à sua própria Imagem e Semelhança e as implicações disso para as nossas vidas.
Em nosso estudo no livro de Gênesis nós chegamos ao ponto de poder caminhar para construir uma teologia dos gêneros. Vejamos como Deus criou Homem e Mulher, à sua própria Imagem e Semelhança e as implicações disso para as nossas vidas.
Primeira Leitura: Isaías 50,4-9 Leitura do livro do profeta Isaías – 4O Senhor Deus deu-me língua adestrada, para que eu saiba dizer palavras de conforto à pessoa abatida; ele me desperta cada manhã e me excita o ouvido, para prestar atenção como um discípulo. 5O Senhor abriu-me os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás. 6Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba: não desviei o rosto de bofetões e cusparadas. 7Mas o Senhor Deus é meu auxiliador, por isso não me deixei abater o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra, porque sei que não sairei humilhado. 8A meu lado está quem me justifica; alguém me fará objeções? Vejamos. Quem é meu adversário? Aproxime-se. 9Sim, o Senhor Deus é meu auxiliador; quem é que me vai condenar? – Palavra do Senhor. Salmo Responsorial: 68(69) Respondei-me, pelo vosso imenso amor, / neste tempo favorável, Senhor Deus. 1. Por vossa causa é que sofri tantos insultos / e o meu rosto se cobriu de confusão; / eu me tornei como um estranho a meus irmãos, / como estrangeiro para os filhos de minha mãe. / Pois meu zelo e meu amor por vossa casa / me devoram como fogo abrasador; / e os insultos de infiéis que vos ultrajam / recaíram todos eles sobre mim! – R. 2. O insulto me partiu o coração. † Eu esperei que alguém de mim tivesse pena; / procurei quem me aliviasse e não achei! / Deram-me fel como se fosse um alimento, / em minha sede ofereceram-me vinagre! – R. 3. Cantando, eu louvarei o vosso nome / e, agradecido, exultarei de alegria! / Humildes, vede isto e alegrai-vos: † o vosso coração reviverá / se procurardes o Senhor continuamente! / Pois nosso Deus atende à prece dos seus pobres / e não despreza o clamor de seus cativos. – R. Evangelho: Mateus 26,14-25 Salve, Cristo, luz da vida, / companheiro na partilha! Salve, nosso rei, somente vós / tendes compaixão dos nossos erros. – R. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, 14um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes 15e disse: “O que me dareis se vos entregar Jesus?” Combinaram, então, trinta moedas de prata. 16E daí em diante, Judas procurava uma oportunidade para entregar Jesus. 17No primeiro dia da festa dos Ázimos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Onde queres que façamos os preparativos para comer a Páscoa?” 18Jesus respondeu: “Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe: ‘O mestre manda dizer: O meu tempo está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa, junto com meus discípulos'”. 19Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a Páscoa. 20Ao cair da tarde, Jesus pôs-se à mesa com os doze discípulos. 21Enquanto comiam, Jesus disse: “Em verdade eu vos digo, um de vós vai me trair”. 22Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a lhe perguntar: “Senhor, será que sou eu?” 23Jesus respondeu: “Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no prato. 24O Filho do Homem vai morrer, conforme diz a Escritura a respeito dele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!” 25Então Judas, o traidor, perguntou: “Mestre, serei eu?” Jesus lhe respondeu: “Tu o dizes”. – Palavra da salvação.
Por Filippo Grammauta A hipótese do erudito argentino Eduardo R. Callaey sobre as origens da arte régia, dos beneditinos aos canteiros de Estrasburgo. O objetivo desta reflexão é ilustrar a tese das origens beneditinas da Maçonaria medieval, tese sobre a qual o estudioso argentino Eduardo R. Callaey trabalhou por muito tempo em base documental, mas que já, na indiferença de muitos, o francês Paul Naudon (1915-2001), um importante historiador da Maçonaria, havia antecipado. A Maçonaria Andersoniana, de fato, foi construída sobre documentos relativos exclusivamente às tradições tardias das Ilhas Britânicas, como o Poema Regius, datado de 1390, ou o Manuscrito Kooke, datado de 1410, certamente tão importantes quanto algumas Constituições continentais adotadas por monges beneditinos entre séculos VIII e XI, como os de Cluniac e Hirsaugiens, ou por corporações civis a partir do século XIII, como a Carta de Bolonha, de 1248, os Regulamentos e prescrições dos maçons da cidade de Bruges, de 1441, o Estatuto dos canteiros de Estrasburgo, de 1459, as Ordenações de Torgau, de 1462, os Estatutos do ofício dos maçons da cidade de Maline, de 1539, que, se levados em devida consideração na formação do aparato ético e ritual da A Maçonaria especulativa poderia ter proporcionado uma visão mais próxima de suas origens, ou seja, das estruturas maçônicas medievais. A Alta Idade Média Um estudo atento destes últimos documentos, de fato, teria feito a organização, o funcionamento e os rituais das irmandades de maçons medievais aparecerem sob uma nova e diferente luz e teria retrocedido o nascimento da Maçonaria especulativa, remontando ao início da Idade Média. Vejamos porquê. Após a idade das trevas vivida após a queda do Império Romano do Ocidente, até mesmo o "Collegia fabrorum" romano, especialmente devido à falta de ordens, começou a perder importância. Perdeu-se assim uma riqueza de conhecimentos que só no período carolíngio recuperaria força e vigor. A difusão do monasticismo, então predominantemente de tipo beneditino, impôs a necessidade de novas igrejas e conventos. E como a Regra beneditina exigia que os monges fossem totalmente autônomos para atender a todas as suas necessidades, eles também deveriam providenciar a construção dos edifícios que os abrigavam. Construtores de Deus No século VIII, o monge inglês Beda deu início a uma nova tradição em benefício dos monges construtores que enchiam a Europa de abadias e conventos. Bede, mais conhecido por ter escrito a Historia Ecclesiastica Gentis Anglorum (História eclesiástica do povo inglês, de Júlio César a 731 DC), que o tornou o "pai da história inglesa", nasceu na Inglaterra por volta de 673 (...) na Nortúmbria. (…) Morreu a 26 de maio de 735. (…) Bede passou toda a sua vida nos dois mosteiros de Wearmouth e Jarrow, e por isso pôde observar diariamente o trabalho feito pelos frades para construir novas alas dos dois conventos, o características dos materiais utilizados e seus métodos de processamento. Assimilando metaforicamente a Igreja ao Templo de Salomão, a ser constantemente reconstruído, e aos fiéis os mestres envolvidos em sua construção, em seu "De Templo Salomonis Liber" ele usa a numerologia para trazer à tona os significados ocultos das várias formas arquitetônicas e assimila os mestres pretendem construir o Templo nas pesadas pedras lavradas que fornecem orientação e estabilidade aos outros. (…) No "De Templo Salomonis Liber" Bede, para explicar a sua visão da Igreja e da reforma promovida por Gregório Magno (⁓540-604), recorre a muitas metáforas. A arquitetura, por exemplo, atribui ao Templo tanto as características de um povo quanto as dos membros de um corpo, e propõe uma descrição sistemática de um edifício real, “do qual é possível deduzir significados ocultos”. Ao mesmo tempo, ele descreve em detalhes os métodos de fornecimento de materiais de construção e a organização das atividades no canteiro de obras (...) Bede nunca deixou a Inglaterra, mas sua fama logo se espalhou pelo continente europeu; suas obras, fortemente influenciadas pela tradição judaica do Antigo Testamento, encontrarão continuidade nos tratados de outro hebraísta: Rabanus Maurus. O Livro de Raban Nascido em Mainz entre 780 e 784 de uma nobre família franca, aos seis anos Hrabanus Maurus foi confiado aos cuidados e educação do mosteiro de Fulda, onde fez os votos em 814 e tornou-se abade em 814. 822. Em 847 foi nomeado arcebispo de Mainz, cidade onde morreu em 4 de fevereiro de 856. Entre as muitas obras escritas por Hrabano, um lugar de destaque certamente merece o "De rerum naturis libri", uma espécie de dicionário dos livros XXII, no qual para cada termo o autor identifica "uma passagem bíblica correspondente e fornece sua interpretação de acordo com o costume prática exegética". Abaixo relatamos algumas passagens que, com o tempo, se tornarão elementos essenciais da tradição da Maçonaria. A areia, que em si é móvel e escorregadia e vem do mar instável, quando misturada com a cal ganha firmeza e é útil para a construção; assim a esterilidade do pecado, que em si não é útil, produzida pela conversão e convivência com os santos, alcança a estabilidade das boas obras, e passa a pertencer ao mandato da predestinação para a edificação da santa Igreja”. A «perpendicular» ou «prumo» é assim chamada porque pende sempre de um ponto de onde pende: portanto, se nas construções não se fizesse tudo segundo a régua e a perpendicular, tudo ficaria distorcido, de modo que as coisas ficariam instáveis, algumas cairiam no chão, outras ficariam inclinadas, outras virariam, e consequentemente tudo o que foi tão mal construído ficaria arruinado. (...). “O nome da espátula (trulla) deriva de sua ação de empurrar e repelir (trudit et detrudit)], ou seja, de unir as pedras com cal ou lama. A espátula para cimentar simboliza a edificação espiritual de Deus, que o mesmo excelente artesão consegue na construção da sua Igreja. “As escadas são assim chamadas porque sobem (ab scandendo), ou seja, sobem, sendo unidas às paredes. (…) As escadas significam a contribuição dos santos com seus sermões. (…) Constituições Hirsaugienses Entre aqueles que na Idade Média atribuíam significados sagrados aos vários componentes da arte da alvenaria, um lugar de destaque certamente pertence a Guilherme de Hirsau, ligado por um fino fio vermelho tanto a Hrabanus quanto a Bede. (…) A Abadia de Hirsau expandiu-se e tornou-se um centro de estudo e aprendizagem tão importante que competiu com as abadias-mãe de Fulda e Reichenau. Mas a peste antes e os confrontos devido à controvérsia da investidura depois, causaram o declínio da abadia, que também foi saqueada, com consequente dispersão dos monges e destruição da preciosa biblioteca. No entanto, foi graças ao sucessor de Frederico, Guilherme de Hirsau, e às reformas por ele iniciadas, que a abadia se tornou um ponto de referência para a reforma cluniacense na Alemanha. (…) Guilherme em 1075 foi a Roma para que o Papa Gregório VII confirmasse os privilégios de sua abadia. Em seu retorno a Hirsau, ele pôs a mão nas "Constituições de Hirsaugiensi", para cuja redação contribuíram Bernardo de Morland, delegado pessoal do papa, e o monge cluniíaco Udalrico de Cluny. As "Constituições Hirsaugiensi" nasceram, portanto, do trabalho desse grupo de monges eruditos e, portanto, são fortemente afetadas pela influência cluniacana. Eles impuseram uma forte disciplina na Abadia de Hirsau, que logo se estendeu a vários mosteiros na Alemanha. Assim, quando a expansão das Ordens de estilo beneditino atingiu seu auge e a demanda por novas abadias e catedrais era alta, as lojas dos construtores a elas associadas adotaram a simbologia descrita por Beda, Raban e Guilherme de Hirsau, e as transformaram no modelo alegórico e moral que teria caracterizado toda a atividade das irmandades dos construtores. (…) O Mestre Pedreiro As "Constituições Hirsaugiensi" descrevem detalhadamente os vários ofícios exercidos pelos irmãos leigos, onde um lugar de destaque era reservado ao mestre pedreiro (magister caementarius): eles também previam os sinais distintivos que, para cada ofício, deveriam ser adotados e praticados em um reservado. Por exemplo, para se reconhecerem, os mestres pedreiros tinham de opor várias vezes punho a punho, "como se simulassem a construção de um muro" (...) Guilherme de Hirsau é o primeiro a definir os ofícios de irmãos leigos e os sinais de reconhecimento são descritos em detalhe em dois capítulos das “Constituições de Hirsaugiensi”, nomeadamente no “De signis Aedificorum” e no “De signis Ferramentorum.” Até o “avental” encontra a sua expressão nas “Constituições de Hirsaugiensi”. (…) A importância do trabalho de Guilherme de Hirsau na formação da Maçonaria foi reconhecida em 1893 por Danton Grado, que em sua "Historia General de la Masòneria" afirma que "a ordem maçônica sempre terá que reconhecer como fundadora das lojas modernas Wilhelm de Hirsau" E novamente, no "Livro do Mestre Maçom", um manual escrito em 1982 por Marcial Ruiz Torres a pedido da Grande Loja da Argentina de Maçons Livres e Aceitos, afirma-se que "Abade Wilhelm von Hirsau foi o primeiro que, por volta do século XI, educou pedreiros e pedreiros e também dotou sua loggia de regulamentos. Que serviu de modelo para outras lojas alemãs…”. No século XII, graças também à difusão do movimento cisterciense, as lojas formadas por monges barbudos, convertidos e frades, tendo adotado símbolos, sinais de reconhecimento e senhas, já possuíam toda a parafernália da futura Maçonaria. Eles atribuíram um valor transcendental ao "avental" e assimilaram plenamente "os fundamentos do simbolismo maçônico e a lenda da construção do Templo de Salomão". Neste contexto cultural, “o Templo de Salomão é definido como uma «prefiguração» da «Igreja universal», que na linguagem cristã medieval equivalia à «sociedade perfeita». Consistia em "pedras vivas" ("os irmãos", segundo Bede) que repousam sobre "os fundamentos dos apóstolos e profetas", cuja "pedra angular é o próprio Jesus Cristo", simbolizado por Hiram Abif". Sua conotação esotérica é evidente e é surpreendente que a Maçonaria moderna não a tenha levado em consideração. Muito provavelmente a causa se encontra nas correntes anticlericais que no século XIX quiseram ocultar a sua existência devido ao evidente conteúdo cristão. Em conclusão, no século XII os beneditinos haviam concluído o processo de construção do simbolismo maçônico e já haviam criado um regime de trabalhadores especializados sob o comando de um grupo de monges que caracterizava o desenvolvimento de irmandades religiosas primeiro e de corporações leigas depois. No entanto, alguns séculos se passariam antes que uma geração de convertidos, quebrando o vínculo que os tornava dependentes dos mosteiros, lançasse as bases da maçonaria especulativa. --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/malhete-podcast/message
No capítulo dois de segundo a Timóteo, o apóstolo Paulo compara o cristão a um SOLDADO, a um ATLETA, e um LAVRADOR. Percebo que muitos cristãos não crescem em Cristo, na fé e também no desenvolvimento do evangelho em suas vidas. Simplesmente porque lhes falta referência correta. E é exatamente neste capítulo que o apóstolo Paulo nos apresenta uma referência para uma fé correta, produtiva e frutífera em Cristo. (2Tm 2:2) E o que você ouviu de mim na presença de muitas testemunhas, isso mesmo transmita a homens fiéis, idôneos para instruir outros. Vimos aqui Paulo exortando Timóteo a dedicar-se inteiramente as práticas do Evangelho de Jesus. Aqui ele também dá exemplo do SOLDADO, do ATLETA, do LAVRADOR. Paulo mostra também como estas três classes de pessoas, só recebem as recompensas mediante dedicação e trabalho árduo. Paulo também segue falando sobre seu próprio sofrimento e como tem suportado tudo, por causa de Cristo e do Reino de Deus. V3. Participe dos meus sofrimentos como bom soldado de Cristo Jesus. V4. Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é agradar aquele que o recrutou. Entendo que o soldado se alista e se entrega às forças armadas de sua nação, ele está ali simbolicamente entregando a sua própria vida. E Paulo continua dizendo, nenhum bom soldado se deixa envolver pelos negócios da vida civil, ou seja, ele mantém o seu foco. Ao entregar as nossas vidas ao Senhor Jesus, estamos entregando a Ele tudo o que temos ou que somos, ou o que viemos a ser.V5. Igualmente, o atleta não é coroado se não competir segundo as regras. A dedicação do atleta. Gosto muito desse exemplo quando o apóstolo Paulo compara o Cristão a um atleta, admiro muito quem gosta de esporte e gosto muito de ver os atletas competindo. E o que mais me chama atenção num atleta é o estilo de vida regrada que ele tem. Há coisas que eu e você consumimos, como alimento ou um estilo de vida que são bons e que todo mundo faz, mas o atleta não, ele não faz, ele come isso, não come aquilo, para que seu alimento seja o mais saudável possível. Vejamos um atleta de alta performance, tem um estilo de vida completamente diferente do nosso, é exatamente isso que o apóstolo Paulo está dizendo. Nenhum atleta é coroado como vencedor, se não competir de acordo com as regras. Tenho visto muitos cristãos relapsos que vivem uma Santificação artificial, vivendo uma vida de dedicação às escrituras muito fraca, muito superficial, não existe Santificação, não existe dedicação, não existe um amor ao próximo, uma dedicação ao serviço de Cristo, não existe um foco, tudo ele quer fazer com o mesmo estilo de vida que o ímpio vive, ele quer viver fazendo sempre as mesmas coisas. E Paulo diz Nenhum atleta é coroado se não competir de acordo com as regras, nenhum cristão será coroado amados, se não competir de acordo com as regras. V6. O lavrador que trabalha deve ser o primeiro a participar dos frutos. A perseverança do trabalhador. O apóstolo Paulo dá outro e exemplo agora comparando o cristão a um LAVRADOR. Paulo, meus queridos, quer deixar aqui a perseverança do lavrador, a perseverança daquele que trabalha, arduamente, deve ser o primeiro a participar dos frutos da colheita, embora a vida cristã seja muito exigente, mais em Cristo nós receberemos o nosso galardão, não deixaremos de receber a recompensa pela fidelidade do serviço ao Senhor nosso Deus. Igreja, eu e você podemos ter essa confiança, eu e você temos no Senhor essa promessa e podemos confiar nela.
VENCENDO AS RESISTÊNCIAS E OS MEDOS 1 O QUE ESTAR SE PASSANDO COMIGO? 2 Coríntios Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo; E estando prontos para vingar toda a desobediência, quando for cumprida a vossa obediência. 2 Coríntios 10:3-6 3 VENCENDO AS RESISTÊNCIAS A vida cristã não é colônia de férias, é campo de batalhas A igreja de Jesus tem nesse mundo uma missão ofensiva e não defensiva. (Mateus ) Diante do avanço da igreja de Jesus Cristo, o inferno tem que recua Todas as resistências à pregação do evangelho de Jesus são contra a vontade de Deus; e quando uma lei da terra contraria os mandamentos de Deus, obedece-se os princípios do céu. 4 Vejamos algumas resistências que precisamos vencer como discípulos e lideres1 VENÇA A RESISTÊNCIA DO MEDO. Vença o medo de dar continuidade à grande missão que Jesus nos confiou. Vença o medo do sistema religioso, porque isso te deixa infrutífero, te engessa e atrofia a tua vida espiritual e ministerial. Vença o medo das críticas dos familiares e amigos 5 VENÇA AS RESISTÊNCIAS ESPIRITUAIS. Como discípulos de Jesus, nós temos que vencer as resistências espirituais externas. (Efésios ) Precisamos sempre do Senhor indo à nossa frente, como a nossa bandeira e ao mesmo tempo habitando conosco. (Êxodo 17.15) Persevere firme na oração até vencer as resistências e todas as batalhas espirituais. 6 VENÇA AS RESISTÊNCIAS ESPIRITUAIS. Exemplo: Daniel, enfrentou em oração e jejum, uma grande batalha espiritual durante vinte e um dias e venceu. (Daniel ) Se você está orando, jejuando com um propósito, não cometa aborto espiritual, não desista, persevere firme até o fim. (Lucas 18.1) (Hebreus 10.38,39) 7 VENÇA AS RESISTÊNCIAS ESPIRITUAIS. Temos que vencer as resistências dentro da igreja local de pessoas que não querem mudar e são contra o mover do Espírito de Deus. Nós vencemos as resistências usando a autoridade de Jesus, Ele tem toda autoridade no céu e na terra. (Mateus 28.18) O Senhor Jesus nos deu autoridade para pisar sobre todo o poder do inimigo. (Lucas 10.19) (Romanos 16.20) --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/pr-valdeci-fidelis7/message
Mensagem gravada em 29/01/2023 Pastora Débora Freitas Reconstruir nossa intimidade com Deus E houve trevas sobre toda a terra, do meio-dia às três horas da tarde. Por volta das três horas da tarde, Jesus bradou em alta voz: “Eloí, Eloí, lamá sabactâni?”, que significa “Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?” Quando alguns dos que estavam ali ouviram isso, disseram: “Ele está chamando Elias”. Imediatamente, um deles correu em busca de uma esponja, embebeu-a em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara e deu-a a Jesus para beber. Mas os outros disseram: “Deixem-no. Vejamos se Elias vem salvá-lo”. Depois de ter bradado novamente em alta voz, Jesus entregou o espírito. Naquele momento, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo. A terra tremeu, e as rochas se partiram. Os sepulcros se abriram, e os corpos de muitos santos que tinham morrido foram ressuscitados. E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos. Quando o centurião e os que com ele vigiavam Jesus viram o terremoto e tudo o que havia acontecido, ficaram aterrorizados e exclamaram: “Verdadeiramente este era o Filho de Deus!” Mateus 27:45-54 NVI https://bible.com/pt/bible/129/mat.27.45-54.NVI Romanos 6:1-23 NVI https://bible.com/pt/bible/129/rom.6.1-23.NVI #Bíblia #Deus #reconstrução #intimudade #tempestade #profética #Palavra #aprenda #sobrenatural #PalavraDeDeus #EspiritoSanto #Mensagem #Pregação #Sermão #p4 #p4church #onLine --- Curta, compartilhe e inscreva-se para ficar atualizado com os nossos conteúdos! Para saber mais sobre nossa igreja: Site: https://igrejaprojeto4.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/p4church/ Instagram: https://www.instagram.com/igrejaprojeto4/ Podcast: https://igrejaprojeto4.com.br/p4cast/ Youtube: https://www.youtube.com/@IgrejaProjeto4 --- Culto online todos os domingos no YouTube!
O livro de 1Crônicas é uma coletânea dos fatos importantes que aconteceram ao longo da história de Israel. Os primeiros capítulos (1Crônicas 1—12) trazem uma lista de nomes de diferentes períodos, junto com alguns fatos relevantes nas vidas dos reis Saul e Davi. Não deixe de ler as listas de nomes de 1Crônicas. Elas contêm informações que foram de grande valor para seus primeiros leitores (como se fossem um registro de cartório) e também são de valor para nós, ao nos mostrar que Deus age na História em meio a circunstâncias concretas. As listas também nos mostram que, na nossa família e no nosso país, muitas coisas aconteceram antes que chegássemos, o que nos ajuda a entender o nosso presente. Além disso, há verdadeiras pérolas que a nossa atenção pode descobrir, como, por exemplo, como a oração de Jabes (1Crônicas 4.10). Dessa coletânea de informações sobre a vida do povo Israel, aprendemos muitas verdades que nos ajudam a viver de maneira sábia e santa. Vejamos algumas para praticar: 1. Mesmo que não tenhamos sido bem recebidos no mundo quando nascemos, podemos ser felizes. Se nossos pais não nos desejaram, Deus nos desejou e podemos, por causa da graça dele, viver de maneira vitoriosa (1Crônicas 4.10). 2. Ser fiel a Deus só traz alegrias. Ser infiel a ele pode trazer consequências que podem alcançar gerações. A despeito de todas as advertências, o povo abandonou o Deus verdadeiro, para adorar deuses de madeira. O preço foi alto (1Crônicas 5.26). Devemos estar sempre atentos para sermos realmente guiados por Deus de modo a vivermos uma vida que valha a pena. 3. Tudo o que fizermos, na vida profissional, na família e na igreja, deve ser feito com dedicação. Uma demonstração disso era a transparência demonstrada pelos levitas que contavam os instrumentos usados nos cultos (1Crônicas 9.28), para que não houvesse desvio. 4. Em todas as áreas da nossa vida, precisamos uns dos outros. Quando um grande homem (ou grande mulher) se destaca, há ao seu lado um batalhão de pessoas (1Crônicas 11.10), levando junto as suas cargas, lutando por ele, aconselhando-o, chorando com ele, orando por ele. Os verdadeiramente grandes são agradecidos aos seus companheiros de trabalho. 5. Quando você vence uma batalha, saiba que outras poderão vir. A vida do povo de Israel esteve sempre sob a ameaça dos filisteus (1Crônicas 14.13). Os possíveis ataques por parte dos filisteus mantinham Israel alerta. Também precisamos de filisteus que nos mantenham firmes para a vitória, sem relaxar. 6. Oração é ação para os tempos de angústia. Oração é atitude para os tempos de alegria. Oramos para pedir. Oramos para louvar (1Crônicas 17.16-17). 7. Pode ser que alguns dos seus planos para a sua família, para sua organização ou para a sua igreja não serão executados por você. Outros poderão realizá-los. Pode ser que a glória não seja sua. O templo com que Davi sonhou ficou conhecido na história como o “templo de Salomão”. A disposição de preparar o terreno (1Crônicas 22.13) para que outros construam mostra nossa verdadeira motivação: honrar a Deus, não a nós mesmos. 8. A música tem um lugar na nossa vida, estejamos numa igreja, em casa ou andando. Somos chamados a adorar, sempre nos lembrando que adoramos a Deus, e que isso deve ser feito do modo como ele espera, não de qualquer jeito (1Crônicas 25). 9. Devemos nos perguntar sobre o que estamos deixando para os nossos filhos. Davi legou a Salomão um senso de responsabilidade. Davi lhe disse que uma vida bem-sucedida só aconteceria se ele fosse fiel a Deus (1Crônicas 28.9). 10. Com seu exemplo, Davi ensinou o povo a ofertar (1Crônicas 29). Muitos de nós ainda não aprendemos com Davi e não fazemos como o povo de Israel fez. A glória do templo de Deus só foi possível por causa da fidelidade dos que amavam a Deus. AZEVEDO, Israel Belo de - Bíblia Sagrada Bom Dia
Há quarenta anos que se espera o “ar fresco” entrar na Igreja de Cristo. Mas a bem da verdade, de lá pra cá, vivemos progressivamente em uma crise sem tamanho! Isso é inegável. Inegável também é que tudo isso triunfou a partir do Concílio Vaticano II. Vejamos, por exemplo, o que disse em 1984, o então cardeal Ratzinger: “O problema dos anos sessenta era adquirir os melhores valores aparecidos na era da cultura ‘liberal'. São valores que mesmo nascidos fora da Igreja, podem encontrar seu lugar depois de depurados e corrigidos, na sua visão do mundo. É o que foi feito.” (Revista “Jesus”, novembro de 1984, pág 72. Em: Dom Lefebvre, M., Do Liberalismo à Apostasia: a tragédia conciliar; Ed. Permanência, 1991; pág. 130. Sublinhado meu). Realmente todos os problemas concentram-se em torno do que foi feito.
Bem Maior" (Mateus 17:1-9 e outros) Continuando nossas reflexões a partir do livro "O Conhecimento de Deus", somos levados hoje a refletir sobre nossa percepção do Senhor. Um livro famoso tem o seguinte título: "Deus é maior do que você pensa", e vemos que isso é verdade. Podemos perder Sua grandeza de vista, mas isso custa um elevado prejuízo. Vejamos, na Bíblia, descrições da grandeza soberana de Deus, porque isso faz muito bem à fé. São Luís/MA/Brasil, 08.06.2022 --- Send in a voice message: https://anchor.fm/igreja-batista-plenitude/message
O Espírito Santo, qual fogo que ilumina e aquece, transforma os corações, operando na alma uma “transubstanciação”. Vejamos os Apóstolos antes de Pentecostes. Eram todos frágeis: Pedro negou Jesus, os outros saíram correndo, só João ficou, enquanto Judas, tomado pelo desespero, foi enforcar-se… Vejamos agora os mesmos Apóstolos depois de Pentecostes. Todos santos, autores de obras extraordinárias, capazes de enfrentar o Sinédrio. O mesmo Pedro “fujão”, que negara Jesus três vezes, apresenta-se ao sumo sacerdote, dizendo “Convém antes obedecer a Deus que aos homens”, e é jogado na prisão e alegremente açoitado! Como nós podemos viver esses frutos de Pentecostes? É o tema da meditação deste domingo. Assista!
(1 Reis 11.1) Apesar do presente divino de incomparável sabedoria, Salomão caiu. Sua queda está registrada como alerta. Vejamos os elementos de sua queda bem como o diferencial que causou sua posterior restauração. São Luís/MA/Brasil, 11.05.2022 --- Send in a voice message: https://anchor.fm/igreja-batista-plenitude/message
Vejamos como a Bíblia descreve o problema da timidez, vergonha ou baixa autoestima e quais armas ela nos oferece para combater esse gigante. Confira.
Você quer falar inglês fluente? Neste caso, tente ler as seguintes frases em voz alta! O áudio será reproduzido em inglês, depois em português, depois 3 vezes em inglês a diferentes velocidades. Após cada frase, há uma pausa de dois segundos para lhe dar tempo suficiente para repetir a frase. Para melhorar sua pronúncia, visite: https://www.ispeakenglisheasily.com/en_US/pronunciation/ Para melhorar seu ditado, visite: https://www.ispeakenglisheasily.com/en_US/writing/ Você pode encontrar o vídeo deste podcast aqui: https://youtu.be/WVbV1rnZChM Forget it. == Esqueça. Look out! == Preste atenção! It's a TV. == É uma TV. I'm blind. == Sou cega. I'm fast. == Sou rápido. I'm lost. == Estou perdido. I'm tidy. == Estou arrumado. Fantastic! == Fantástico! Try hard. == Esforce-se. Sit down. == Sente-se. Get down! == Abaixe-se. Show me. == Mostre-me. Cool down. == Acalme-se. Stop! == Pare! After you. == Você primeiro. I noticed. == Eu notei. I'll stay. == Ficarei. I jumped. == Eu pulei. Is it bad? == É grave? Start now. == Comece agora. I'm naked. == Estou pelado. I'm picky. == Sou exigente. I'm free. == Eu sou livre. I danced. == Eu dancei. Who ate? == Quem comeu? She died. == Ela morreu. Keep calm. == Acalme-se. Who spoke? == Quem falou? Go for it. == Vá em frente. He's a DJ. == Ele é DJ. Who stood? == Quem estava de pé? I smoke. == Eu fumo. I was sad. == Eu estava triste. I ran. == Eu corri. Calm down. == Acalme-se. Watch me. == Observe-me. I may win. == Eu posso ganhar. Try this. == Experimenta isto. They swam. == Eles nadaram. Back off! == Para trás! Keep out. == Não entre. It's me. == Sou eu. I'm busy. == Estou ocupado. Jump. == Pulem. Listen. == Escute! Sit down! == Assente-se! Be good. == Seja bom. I sneezed. == Eu espirrei. It rained. == Estava chovendo. I'm ready! == Estou pronto! It's time. == Está na hora. I'm ugly. == Sou feio. I'm okay. == Estou bem. I saw one. == Eu vi um. Here's $5. == Aqui estão 5 dólares. I'm obese. == Estou obeso. I'm small. == Eu sou pequena. Keep them. == Fique com eles. I'll walk. == Andarei. Hug me. == Me abrace. Look up. == Olhe para cima! We're hot. == Estamos com calor. Is it you? == É você? Kiss me. == Me beija. I am busy. == Estou ocupado. Call me. == Me liga. Shoot! == Tiro! I will go. == Eu vou. Let's see. == Vejamos. I'll live. == Eu vou viver. Catch him. == Pegue-o. Keep back. == Afaste-se. I studied. == Eu estudei. Keep it. == Fique com ele. I get you. == Eu te entendo. You stink. == Você fede. Wake up. == Acorde. I drove. == Eu dirigi. How awful! == Que horror! She tried. == Ela tentou. Here I am. == Aqui estou. #Learn #Study #First #School #Phrases #Words #Listening #Conversation #Speak #Learn #Study #First #School #Phrases #Words #Listening #Conversation #Speak #AprendaInglêsDormindo #AprendaDormindo #AprendendoInglesDormindo #AprendaInglesDormindo #InglesDormindo #Aprenda #PalavrasEmIngles #PalavrasEmInglês #FrasesEmIngles #AprendaInglês #AprenderInglês #Apreozinho #InglêsFácil #ComoAprenderIngles
Ícones foram criados para relacionar conceitos computacionais com objetos do dia-a-dia que as pessoas já conhecem e sabem usar. Porém, com o passar do tempo, ícones passaram a representar conceitos não necessariamente computacionais. A semiótica aplicada ao design de ícones permite estudar esses novos processos de significação e sua contribuição para a Interação Humano Computador.Slides Áudio Gravação de aula realizada na Apple Developer Academy PUCPR. Design de Ícones e Semiótica da Interação [MP3] 1 hora e 24 minutos Transcrição A palavra ícone foi utilizada primeiramente para definir certos tipos de pinturas e afrescos que expressavam a essência das divindades Cristãs. Esse formato ficou bastante popular nos primeiros séculos da Igreja Ortodoxa. Essa imagem é um detalhe do ícone mais antigo ainda existente, Cristo Pantocrátor (século VI). O ícone provavelmente representaria a posição dual de Jesus Cristo como homem e como Deus. Utilizando uma técnica de divisão e espelhamento das metades da imagem, fica claro que os dois lados da face do Cristo são muito diferentes. A face esquerda de Cristo parece mais velha e dura do que a face da direita, sugerindo o aspecto divino. A face da direita parece mais temerosa e jovial, sugerindo o aspecto humano. O ícone religioso é rico em detalhes e significados. No século VIII, emergiu um movimento iconoclasta no Império Bizantino que destruiu a maior parte dos ícones da época. Nesta iluminura, o autor faz uma analogia entre o pintor de ícones e os algozes de Cristo. O ícone estaria restringindo a divindade a uma representação fixa, que não faz jus à natureza divina. A adoração dos ícones assim como a iconoclastia são frutos de uma tensão que se acumula no cerne da sociedade moderna. Henri Lefebvre escreveu prolificamente sobre a contradição entre representação e realidade. Essa contradição foi magistralmente revelada por René Magritte na obra A Traição das Imagens (1928). A imagem de um cachimbo contradiz a frase "Isto não é um cachimbo", porém, a frase também é uma imagem. Como seria possível falar de um cachimbo sem a representação mínima dele pela linguagem? Na metade do século XX, a representação se tornou tão oposta à realidade que foi necessário construir máquinas capazes de processar signos de maneira independente da representação mecânica. Alan Turin e colegas construíram em 1939 a primeira máquina semiótica com o intuito de quebrar o código de criptografia alemã. Essa máquina desvinculava a representação do cálculo da representação mecânica. O filme "O jogo da imitação" (2014) conta essa história muito bem. A representação independente do suporte permitiu o surgimento de uma miríade de conceitos computacionais. Esses conceitos, entretanto, eram abstratos demais para quem não tinha uma formação matemática ou de engenharia. Com a intenção de tornar conceitos computacionais mais concretos e, portanto, acessíveis para especialistas de outras áreas, Douglas Engelbart e sua equipe na SRI International criaram o mouse em 1964, um dispositivo apontador que permitia interagir com representações computacionais de uma maneira mais direta. Diversas outras inovações surgiram à partir disso, tal como o hipertexto, o comando copiar e colar e outras. Nos anos 1970, surgem monitores de alta resolução capazes de exibir interfaces gráficas. David Canfield Smith defendeu uma tese em 1975 que propunha pela primeira vez a utilização de ícones em interfaces gráficas. Inspirado nos ícones religiosos, Smith propôs que ícones poderiam ser tão abstratos quanto concretos, ou seja, eles seriam representações capazes de processamento ao mesmo tempo capazes de referir-se a uma experiência concreta que o usuário tenha tido. O exemplo que ele oferece é a linguagem de programação visual Pygmalion, que ofereceria uma série de diagramas interativos. Nesta imagem, temos diversos ícones. O mais concreto são as setas da estrutura if/else que se assemelha a uma bifurcação de estradas. Em 1973, Tim Mott e Larry Tessler desenvolveram a Office Schematic dentro do laboratório Xerox Parc, uma proposta que iria definir o paradigma de representação para interfaces gráficas. Mott estava pensando como aproveitar melhor o recurso da interface gráfica e percebeu que haviam metáforas físicas para representar ações intra-documentos, tal como o comando de copiar e colar. Porém, não haviam metáforas para ações inter-documentos. Foi então que, diante de um guardanapo num restaurante, ele teve a ideia de representar um escritório na interface gráfica, onde os documentos pudessem ser movidos de um lugar a outro. O Office Schematic ficou conhecido posteriormente como metáfora desktop. Trabalhando com Mott e Tessler, Smith desenhou a primeira linha de ícones do Xerox Alto (1974), o primeiro computador a implementar uma interface gráfica com a metáfora desktop. Estes ícones representavam arquivos que podiam ser movidos para diferentes mídias de armazenamento, impressoras e outros computadores. Diversos outros conceitos de interface gráfica já estavam ali presentes, tais como a barra de rolagem, os menus e a manipulação direta. O Xerox Star que sucedeu o Alto tinha a proposta de ir além de controlar a edição e impressão de documentos. A proposta era ser um computador multifuncional para a gestão de empresas. Quatro séries de ícones foram criadas e testadas com usuários para verificar quais faziam mais sentido. Na Xerox Parc já existia uma visão de que o usuário leigo em informática deveria ser priorizado no projeto. Infelizmente a Xerox não conseguiu compreender as inovações que surgiram no Parc e acabou assinando um acordo com a Apple para que Steve Jobs e sua equipe visitasse o laboratório e conhecesse tais inovações. Ao ver a interface gráfica, Jobs teve a certeza de que era isso que precisava para realizar o conceito de Computação Pessoal que movia a empresa. Os ícones adquiriram o status que tem hoje depois que a Apple contratou Susan Kare para desenhar a família de ícones do primeiro Macintosh, lançado em 1984. Esses ícones eram muito diferentes dos ícones do Xerox Star. Ao invés de representar apenas conceitos computacionais, alguns destes ícones representam ações e emoções humanas. O objetivo era mostrar que o computador poderia refletir as preferências e interesses do usuário, o que fica evidente no ícone do Mac com um sorriso. Diversos outros ícones representavam partes do corpo humano para enfatizar essa relação pessoal com o usuário. O próximo marco na história dos ícones só viria em 2007, quando a Apple lançava o iPhone. Esse smartphone não era o primeiro com tela touch screen, porém, era o primeiro a priorizar o design de ícones. O design de produto do iPhone é extremamente simples visando colocar em evidência a interface gráfica e os ícones coloridos que ela continha. Os ícones eram o produto, o que ficaria mais claro depois que a Apple lançou a App Store e a possibilidade de desenvolvedores de fora da Apple colocarem ícones no iPhone para permitir acesso a seus aplicativos. Na versão comemorativa de 10 anos de lançamento do primeiro iPhone, a Apple novamente inovou no design de ícones com o lançamento dos animojis, que representavam através de animações sincronizadas em tempo real as expressões faciais do usuário. Aqui a Apple realizou de maneira literal a ideia antiga de que o computador poderia ser um espelho do usuário. O iPhone X também eliminou a necessidade de botões físicos, tornando o produto uma grande tela para interfaces gráficas. A relevância dos ícones na história da Interação Humano Computador se deve à: a) Relação entre conceitos abstratos a experiências concretas b) Mnemônica (fácil memorizar e reconhecer) c) Localização rápida na tela d) Economia de espaço na tela e) Internacionalização f) Afeto emocional Ao longo de sua história, ícones foram padronizados em certos elementos constitutivos. A sua "anatomia" atual consiste em sete elementos: fundo (contexto onde ele aparece), figura (forma básica ou silhueta), borda (entre a figura e o fundo), cor predominante da figura, iluminação (proveniente do canto superior esquerdo), rótulo descritivo e uma ação (representação estática de um movimento). A anatomia do ícone tem impacto direto na memorização e reconhecimento do ícone, que acontecem em processos graduais, mesmo que muito rápidos. A memorização começa à partir da imagem complexa do ícone que fica na memória de curta duração. Com o passar do tempo, a memória deste ícone se torna mais difusa e apenas traços distintivos permanecem. Após muito tempo, a pessoa lembra de características gerais, tais como a forma da figura, sua cor predominante ou a localização na tela. Em alguns casos, o ícone é completamente esquecido, porém, quando ele é visto novamente, o processo de reconhecimento acontece mais rapidamente. Ao escanear a tela, a pessoa busca primeiramente as características gerais do ícone, tais como a cor predominante e só depois considera os seus traços distintivos. Devido às características desses dois processos, ícones devem ter silhuetas simples e poucas cores. A maior relevância do ícone não está, entretanto, associado aos processos de memória e de reconhecimento, mas sim no processo de significação. O ícone tem o potencial de estabelecer uma rica rede de associações que levam ao sentido do aplicativo. O ícone do Find My iPhone lembra um radar que, assim como diversos outras tecnologias militares, agora estão presentes no cotidiano de civis. Uma tecnologia militar conecta-se bem com os casos de uso do aplicativo: roubo e vigilância parental. Não por acaso, a Apple tem um segundo aplicativo com a mesma função de localização do aparelho, porém, o Find My Friends exige autorização do amigo para compartilhar a localização. Com o Find My iPhone, os pais podem saber onde os filhos estão a qualquer momento através da interface web do iCloud sem autorização dos filhos. Esse processo de significação é muito bem explicado pela Engenharia Semiótica, uma teoria de Interação Humano Computador criada pela pesquisadora Clarisse de Souza da PUC-Rio. Essa teoria é baseada em duas premissas: O computador é uma máquina capaz de processar signos e a interface com o usuário é um processo de comunicação baseado em signos. O conceito principal da Engenharia Semiótica é a metacomunicação, ou seja, a comunicação do designer explicando como o usuário pode se comunicar com o computador. A aplicação seria uma mensagem que o designer enviaria para o usuário expressando que soluções existem para suas necessidades. O usuário interpretaria os signos contidos nessa mensagem e realizaria suas atividades. A metacomunicação é unidirecional, pois uma vez que o aplicativo é codificado, o designer não pode mais mudar a sua mensagem. Um dos maiores insights da Engenharia Semiótica é a distinção entre dois tipos de metacomunicação: operacional e estratégica. Na metacomunicação operacional, a interface expressa como usar a aplicação. Este tipo de metacomunicação já recebeu muita atenção de outras teorias de IHC. O diferencial da Engenharia Semiótica é a ênfase na metacomunicação estratégica, que expressa por quê o usuário deve utilizar a aplicação. No exemplo do tour de entrada do aplicativo AirBnB a descrição se refere às características da experiência do usuário e não aos elementos da interface. Embora a Engenharia Semiótica não coloque nesses termos, eu compreendo que ela propõe que o designer atue como um tradutor entre duas linguagems: a linguagem de programação e a linguagem de interação. Enquanto a linguagem de programação serve para dar instruções para o computador, a linguagem de interação serve para dar instruções para o usuário. Devido à informalidade, a linguagem de interação é definida por todos os "falantes", está em constante evolução e ninguém sabe exatamente todas as possibilidades desta linguagem. Em contraste, a linguagem de programação é definida por um grupo pequeno de pessoas e se torna fixa, devido à necessidade de formalidade. A linguagem de programação expressa conceitos computacionais enquanto a linguagem de interação expressa diversos tipos de conceitos. A unidade básica da linguagem de interação é o padrão de interação (pattern). Como exemplo, temos o padrão "Puxe para atualizar", primeiro utilizado pelo aplicativo do Twitter que, ao mesmo tempo em que criava um novo padrão, quebrava o padrão de clicar no ícone home para atualizar o feed, uma vez que este que não era percebido pelos usuários. O padrão de "Puxe para atualizar" logo se espalhou por outros aplicativos e se tornou parte da linguagem da interação falada nos aplicativos móveis. Ícones são interpretados como parte de uma linguagem de interação, porém, eles não são meras palavras. Ícones são frases. É possível através de um método chamado análise da estrutura frasal decompor um ícone em suas partes constitutivas. O sujeito normalmente refere-se ao usuário, o verbo é a ação possível, o advérbio é um qualificativo da ação e o predicado é o objeto principal do ícone, qualificado por adjetivos. No caso do ícone Firefox Crystal vemos que o designer Everaldo Coelho qualificou a raposa do Firefox como um animal mágico que pode navegar a web tão rápido quanto o fogo. Assim como na linguagem falada, nem todas as frases são ditas por completo, pois há informações não-ditas e implícitas. No caso dos ícones padrão da iOS Toolbar e Navigation Bar, as frases possuem verbos sem predicados, pois estes se referem ao que está carregado na View atual. Por outro lado, os ícones padrão da iOS Tab Bar possuem o mesmo verbo implícito (ver) com diversos predicados. Os ícones não demonstram o que é possível fazer com os objetos, apenas sugerem o tipo de conteúdo. Já os ícones do Home Screen do iOS não seguem um padrão. Alguns possuem verbo e predicado (Mapas), enquanto outros possuem apenas um substantivo (Mail). Porém, todos possuem muitos adjetivos para qualificar a experiência proporcionada por cada aplicativo. Os qualificativos são marca registrada dos ícones da Apple. Quando se compõe uma série de ícones para um mesmo aplicativo, vale à pena definir um padrão consistente para as frases. Assim a linguagem de ícones contribui para o microbranding da marca. A linguagem de ícones da Spotify possui espessuras finas, curvas com mesma ângulação e preenchimento vazio. A consistência na linguagem de ícones não deve, entretanto, prejudicar a distinção entre as frases. Uma vez que ícones nem sempre são vistos com atenção, a silhueta da figura deve ser diferente mesmo que a figura seja parecida, de modo a facilitar o reconhecimento diante de formas similares. Este exemplo foi publicado por @MegDraws no Twitter. Até agora estamos discutindo as possibilidades que a forma oferece para a informação. Porém, a "mágica" dos ícones acontecem nos níveis de estrutura e de função, quando contribui para a interação e experiência. Há uma certa equivalência entre esses três níveis de possibilidades aos três níveis de análise da linguagem: sintática, semântica e pragmática. Iremos agora analisar ícones nos níveis semânticos e pragmáticos. A Engenharia Semiótica é baseada no conceito de signo de Charles Sanders Peirce, o filósofo que fundou a escola americana de semiótica. O conceito de signo é baseado numa tríade entre três elementos: o representamen (também chamado de representante), o objeto que ele representa e o interpretante (também conhecido como significado). Neste exemplo, o ícone de pasta representa dados no disco rígido, mas a interpretação deste para um usuário específico é o álbum de fotos, pois é nesta pasta que a pessoa guarda as fotos. Segundo Peirce, um signo nunca emerge isolado. Cada signo é significado em relação a outros signos e dá origem a novos signos num processo conhecido como semiose ilimitada. Neste exemplo, o signo de álbum de fotos lembra a pessoa do álbum impresso, ela sente vontade de imprimir algumas fotos e imagina que pode dar de presente para alguém aquele álbum. Na Engenharia Semiótica, a semiose não é ilimitada. Ela pode ser interrompida por um signo que não faz sentido, fenômeno conhecido como breakdown. Neste momento, o usuário fica perdido ou frustrado e desiste do que estava fazendo. Certa vez tentei imprimir um álbum de fotos que havia preparado no Fotos do Mac e fiquei surpreso negativamente ao descobrir que não havia como encomendá-lo impresso pela ausência do serviço no Brasil. O aplicativo poderia ter me dito isso antes de maneira mais clara. A Engenharia Semiótica identificou diferentes expressões comuns do usuário quando ocorre a interrupção da semiose (De Souza et al, 1999). Algumas dessas expressões podem indicar um problema sério de usabilidade (fundo vermelho), como por exemplo, quando o usuário faz algo errado e não percebe. Elas também podem indicar um crescimento da competência do usuário e a dispensa de ajuda (fundo verde). Vejamos dois exemplos de interrupções na semiose causadas por uma mensagem com ruídos ou desvios de interpretação. O Macintosh original não tinha botão de ejetar para o disquete. Os designers criaram uma associação de arrastar e soltar o ícone do disquete até o ícone da lixeira para ejetar o disco. Depois de muitas reclamações de usuários que não encontravam a função (Onde estou?), o ícone da lixeira passou a mudar para um ícone de ejetar sempre que um disco era arrastado. Mesmo com o representamen correto, muitos usuários ainda ficam com medo de apagar os dados do disquete, CD, DVD ou pendrive até hoje e preferem fazê-lo pelo botão de ejetar do finder (Obrigado, mas não). Na minha visão, a semiose é, na maior parte do tempo, interrompida pela falta de interesse ou de atenção. A pessoa simplesmente não quer aquilo que o signo está representando. O que mais interessa aos usuários não é como o ícone foi desenhado (sintática), nem o que ele representa computacionalmente (semântica), mas o que é possível fazer com ele (pragmática). Essa característica da Interação Humano Computador está sendo gradualmente compreendida através de teorias como a Engenharia Semiótica. Emojis são um exemplo popular de ícones que não representam conceitos computacionais. Ele não representa um espaço ou uma funcionalidade do computador, mas sim uma emoção ou intenção de comunicação do usuário. Ícones representam cada vez mais conceitos não-computacionais. Isso torna ícones cada vez mais sujeitos às contradições da sociedade, em particular, entre representação e realidade. Na última versão do iOS (11), a Apple incluiu a silhueta que parece de uma mulher no ícone da lista de contatos. Anteriormente, o ícone continha apenas uma figura com feições bastante masculinas. A questão contraditória que levou à Apple a incluir a silhueta é: porque mulheres não deveriam ser representadas se elas figuram na lista de contatos? Apesar da mudança, o déficit de representação da mulher ainda continua. Embora o signo seja uma estrutura de simples compreensão, a análise do signo permite ver sutilezas que não estão claras à primeira vista. Peirce propôs três tricotomias para analisar signos. A primeira tricotomia diz respeito ao representamen e ele mesmo. O qualisigno é uma relação de representação em que a qualidade do representamen fala por si. Neste exemplo de qualisigno, o ícone representa a qualidade de ser ícone, a "iconicidade". O sinsigno é uma relação de particularidade. O signo representa algo único, particular, tal como os trejeitos da expressão facial de uma pessoa. O legisigno é tal como uma Lei, algo inevitável. A representação do botão de desligar inequivocamente irá desligar o aparelho. A segunda tricotomia diz respeito à relação entre representamen e objeto. Quando o representamen é similar ao objeto, a relação é chamada tecnicamente de ícone. Note que no resto dessa apresentação eu não utilizei essa compreensão mais restrita de ícone. Prefiro utilizar o nome ícone também para índices e símbolos, que não são tipos de imagens mas tipos de relações. A relação de índice é uma causalidade, ou seja, o objeto causa uma modificação na representação ou vice-e-versa. No exemplo do calendário, a data atual modifica a forma do ícone. Já a relação de símbolo é completamente arbitrária e se justifica apenas pela convenção. O desenho + não tem nenhuma relação além da arbitrariedade com a operação matemática da soma, por exemplo. A terceira tricotomia serve para analisar as relações entre representamen e interpretante. Se o ícone representar uma possibilidade não muito clara, ele pode ser chamado de rema, tal como o ícone do microfone da Siri. O usuário não sabe se ela vai entender o que ele irá falar. No momento em que o usuário fala, aparece um outro ícone, um ícone dinâmico cuja forma se altera de acordo com o volume das ondas sonoras. Esse ícone é um fato. A Siri está lhe ouvindo, mas ainda não há certeza de que ela lhe entende. Você só consegue perceber isso nas respostas que a Siri dá, que não seria um ícone, mas seria uma relação de argumento. O argumento expressa uma relação de certeza entre o representamen e o interpretante. Embora as tricotomias sirvam à classificação de relações, elas não foram criadas meramente para classificar signos desse ou daquele tipo. As tricotomias servem para perceber as variações no processo de representação. Scott McCloud conseguiu representar isso magistralmente no triângulo que mostra o continuum entre realidade, significado e plano da figura. Os extremos desse triângulo corresponderiam ao ícone na esquerda (figura muito similar à realidade), ao qualisigno no topo (representamen representando a representação) e ao símbolo na direita (rosto simplificado). O signo pode transitar entre as categorias dependendo da situação em que ele emerge. Um estudo superficial sobre a Semiótica pode levar o designer a acreditar que ele pode garantir um interpretante a partir da manipulação do representamen. Isso, segundo a Semiótica não é possível, pois o objeto do signo tem caráter dinâmico. Ora o signo representa uma coisa, ora outra. Por esse motivo não há uma tricotomia sobre a relação entre representamen e objeto. O que pode ser feito é considerar os padrões de interação existentes, as particularidades do contexto e as possibilidades expressivas. No design de ícones, existem três práticas que consideram as relações das tricotomias peirceanas. A primeira prática é a definição de parâmetros de representação antes de conceber o signo. A primeira coisa que Susan Kare ao ser contratada pela Apple em 1982 para desenhar ícones foi comprar um caderno de rascunhos quadriculado. Desenhando nesse caderno, ela restringiu os representamens ao que seria possível com a tecnologia do pixel da interface gráfica. A segunda prática é a geração de alternativas para encontrar representamens potenciais do objeto. Tom Bigelajzen desenhou algumas alternativas para os ícones do player multimídia VLC antes de escolher a final. Isso ajudou-o a considerar qual representamen era mais adequado ao objeto (a funcionalidade de configuração do aplicativo). Para verificar a relação entre representamen e interpretante, é indicada a prática de testes com usuários. No exemplo acima, eu criei um sistema chamado Icon Sorting que mostrava um ícone a cada 13 segundos e perguntava ao usuário qual o rótulo mais apropriado. A quantidade de opções e o tempo curto forçava uma associação rápida e corriqueira, mais parecida com o contexto de uso. Os ícones que não tiveram associações foram descartados. Existem outras maneiras de testar ícones com usuários, por exemplo, através de entrevistas e diálogos presenciais. Apesar de tudo o que disse até agora, a melhor maneira de projetar um novo ícone, muitas vezes é não fazê-lo. Se existe um ícone que atingiu o status de símbolo para aquele objeto, é melhor utilizá-lo do que criar um novo. Existem diversas bibliotecas com milhares de ícones gratuitos para utilização. Na maior parte dos casos, é mais fácil adaptar um desses ícones do que criar um do zero. O desafio do design de ícones não é o desenho, mas sim a designação de sentido, que não é uma tarefa exata. Não é um processo exato porque mesmo os símbolos mais convencionais podem perder o sentido ao longo do tempo. Um exemplo contemporâneo é o ícone de salvar que, antigamente, referia-se à mídia de armazenamento principal (disquete de 3 e 1/2 polegadas). Hoje em dia, existem pessoas que nunca viram um disquete desse tipo mas que conseguem reconhecer o ícone de salvar em diferentes contextos. Porém, existem muitos aplicativos que já não estão mais utilizando este ícone para representar salvar ou porque não existem mais essa funcionalidade (os dados são salvos automaticamente em intervalos de tempo) ou porque existem dois tipos de salvar (salvar na nuvem e salvar no dispositivo). Qualquer signo estará sempre sujeito à contradição entre representação e realidade. O design de ícones reproduz e transforma essa contradição o tempo todo. Compreendê-la é mais interessante do que negá-la. Made with Keynote Extractor.Comente este post
Padrão de interação (interaction design pattern ou ui pattern) é uma estrutura recorrente em interfaces que possibilita diversas interações. Interfaces podem ser projetadas com ou sem consciência destes padrões. Projetar consciente dos padrões leva a uma abordagem de projeto sistemática, criativa e social.Slides Áudio Design de interfaces com padrões de interação [MP3] 1 hora e 27 minutos Transcrição resumida A abordagem de padrões de projeto desconstrói o mito de que o projeto é criado pelo designer sozinho, totalmente consciente, intencional e racional. Ela demonstra que todo projeto, mesmo quando conduzido por um designer sozinho, é um projeto conectado com a sociedade, mesmo que o designer não esteja consciente disso. Além disso, ele é influenciado por sentimentos e nem tudo que acontece é intencional. A definição de design de Klaus Krippendorff ("design é dar sentido às coisas?) levanta a questão da origem do sentido. O sentido não vem do nada. Ele sempre se relaciona com outros sentidos que são transmitidos socialmente e conectados através de redes semânticas. Sempre um sentido é formado, ele se relaciona a outros sentidos, mesmo que não estejamos totalmente conscientes disso. O ?i" do iPhone e iPad se conecta com a rede semântica do Digital Hub da Apple nos anos 1990, que propunha toda uma série de novos significados para a Computação. Devido à existência de redes de sentido, designers sempre estarão reproduzindo padrões, quer eles saibam ou não. A maneira mais simples como designers reproduzem padrões é o mimetismo, uma prática que acontece inclusive na própria natureza. Assim como o camaleão percebe a cor verde no seu ambiente e muda a cor da sua pele, o designer percebe padrões no mundo artificial e reproduz em seus projetos. O mimetismo explica porque a logo das Olimpíadas de Tokio de 2020 motivou um processo judicial por um designer Belga. A logo japonesa reproduzia os padrões mais simples de comunicação visual: formas geométricas e cores estanques. O mimetismo de formas essenciais acabou gerando a possibilidade efetiva de outro designer projetar algo muito similar. Quando o designer é forçado a reproduzir padrões, pode-se dizer que ele está fazendo isso por conformidade. Existem regras e normas técnicas que impõem certos padrões, porém, existem também padrões de comportamento do consumidor que demandam conformidade. A garrafa térmica Futura projetada por Augusto Seibel e Índio da Costa foi um projeto que quebrava o padrão de manuseio: ao invés de segurar por uma alça, o próprio gargalo da garrafa oferecia uma pega adequada. Entretanto, os consumidores achavam que estava faltando uma peça ou então sentiam medo de manusear daquela maneira. A Aladdin acabou tendo que colocar a alça e destruir o conceito de manuseio proposto. A articulação é quando o designer conscientemente combina padrões, relaciona padrões novos com antigos e atende a demandas específicas do contexto. É possível observar essa articulação na evolução dos telefones celulares. A cada nova versão, existem padrões novos e antigos. A quebra maior acontece quando a tela se torna touchscreen e ocupa a superfície completa do aparelho. Porém, o teclado on-screen ainda reproduz o padrão visual e estrutural dos teclados físicos. Só muito depois dessa transição é que os teclados on-screen começam a se livrar do padrão físico, aproveitando as vantagens do deslize entre teclas (Swype Keyboard). A maneira mais conhecida de reprodução de padrões no design é a referência. Jonathan Ive fez diversas referências ao estilo de Dieter Rams da antiga Braun. Não se trata de uma cópia, mas de uma reprodução de padrões em outros contextos. Ellipe Webdesign foi um dos primeiros websites que eu fiz, em 1999, logo que descobri como usar Photoshop e programar em HTML. Na época, eu achava que eu era um gênio por criar uma empresa com nome de Elipse, porém, hoje olho para trás e percebo que estava simplesmente reproduzindo uma moda comum na identidade visual da época: o uso intenso de elipses. Quase todas as logos da época que queriam ser modernas tinham uma elipse. Ou seja, a logo que eu achava original era o maior lugar comum possível. Designers iniciantes, como eu era na época, reproduzem padrões sem saber que estão fazendo isso. Já designers experientes experientes sabem muito bem quando estão quebrando ou quando está reproduzindo padrões. Philippe Starck é um exemplo interessante. Devido ao caráter questionador de seus projetos, algumas pessoas consideram que eles não passam de obra de arte. Porém, seus projetos são produzidos e comercializados em massa e tem uma linha de consumidores cativo. Tomemos como exemplo o famoso espremedor de limões de Philippe Starck, criado em 1990. Uma pesquisa por padrões formais na época provavelmente encontraria um cenário similar à pesquisa visual realizada acima. Os espremedores adotam formas simples, geométricas, cores luminosas ou superfície de metal brilhante. Embora haja certa variação formal e funcional, praticamente todos os espremedores reproduzem o mesmo padrão estrutural: uma saliência para extrair o suco, uma peneira para separar as sementes e um recipiente para coletar o suco. Existem diversas maneiras para espremer limões utilizando força manual. Cada maneira implica um tipo de manuseio diferente. Apesar da variação no manuseio, o padrão funcional de espremer limões costuma estar associado ao ator de beber o suco. Os rascunhos do espremedor de limões de Starck foram realizados enquanto ele jantava numa pizzaria italiana. Starck havia acabado de espremer um limão em cima de um fruto do mar quando teve a ideia de fazer um espremedor diferente, que pudesse ser usado na mesa tal como um talher. Utilizou o próprio jogo americano de papel para rascunhar sua ideia. Os primeiros esboços investigam os padrões estruturais e formais já mencionados, porém, a partir de um momento ele quebra alguns desses padrões e experimenta com formas que se assemelham a uma aranha. Padrões são áreas inevitáveis do espaço de possibilidades de cada projeto. Starck não podia ignorá-los. O Juicy Salif, criado por Starck em 1990, quebra diversos padrões, em particular o estrutural. Não há recipiente nem coador. Porém, por outro lado, reproduz padrões funcionais de manuseio e formais no uso de alumínio. Devido à articulação de sentidos de Starck, o produto adquiriu uma função simbólica tão importante que hoje ele é usado como um "conversation starter? ou item de decoração. Vejamos então como padrões de projeto são reproduzidos em interfaces computacionais. Na minha definição, interface é uma mistura de comportamentos humanos e computacionais. As possibilidades de comportamentos embutidas nas interfaces podem ser divididas em três níveis: forma, estrutura e função. Padrão de interação é uma estrutura recorrente em interfaces que possibilita diversas interações. O padrão ?Puxe para atualizar? foi primeiro utilizado pelo aplicativo do Twitter que, ao mesmo tempo em que criava um novo padrão, quebrava o padrão de clicar no ícone home para atualizar o feed, uma vez que este que não era percebido pelos usuários. O padrão de ?Puxe para atualizar? logo se espalhou por outros aplicativos. Designers curiosos e pesquisadores em Interação Humano Computador já identificaram diversos padrões de interação e registraram os mesmos em bibliotecas e linguagens. A estrutura padronizada de catálogo dos padrões é fundamental para permitir sua compreensão, comparação e seleção. Mesmo que o designer não conheça bibliotecas e linguagens de padrões, ele conhece diversos padrões apenas através da observação de projetos existentes na sociedade. Designers são especialistas em identificar padrões no caos aparente das interfaces. No lado esquerdo eu identifico os principais elementos do padrão Página de Contato encontrado em websites. O projeto visual é extremamente neutro para enfatizar a estrutura do padrão. Do lado direito, há duas reproduções diferentes dessa mesma estrutura. Em cima, a página de contato do website do Papai Noel. Abaixo, a página de contato do website de uma banda de Hip-Hop. O projeto gráfico é diferente, porém a estrutura de interação é a mesma. O projeto que se orienta por padrões estruturais permite adaptação rápida a diferentes mídias. A relativa independência da forma/função permite que os padrões se adaptem de acordo com o contexto. Compreender e adotar padrões facilita a criação de interfaces responsivas. Uma das maiores vantagens de reproduzir padrões é o aproveitamento do conhecimento do usuário. O usuário transfere o conhecimento de interação de um aplicativo para o outro através dos padrões. Porém, quando o padrão é quebrado, o usuário precisa reaprender o novo padrão. Existem padrões de interação que persuadem o usuário a ter determinados comportamentos. Quando fui reservar um hotel na minha última viagem, me deparei com vários desses padrões na interface do Booking, que me induzia a reservar logo. Resisti ao padrão no primeiro acesso e, quando acessei mais tarde, acabei perdendo as melhores oportunidades de hospedagem na região onde desejava. Neste caso, o projeto me persuadia a fazer algo que eu realmente queria fazer. Padrões de interação do mau (dark patterns) induzem o usuário a fazer algo que ele não quer fazer, inibem certos comportamentos ou simplesmente confundem o usuário. Antigamente, a função de desligar o rastreamento de comportamento para customização de anúncios estava escondida dentro da opção ?About" do sistema operacional, onde o usuário não espera encontrar opções de configuração. Hoje essa opção encontra-se numa seção intitulada ?Privacy?, porém, ainda existem alguns dark patterns que reduzem a sua compreensão e proeminência na interface. A quebra de padrões de interação provoca mudanças de comportamento no usuário que podem ser indesejadas. Por isso é importante estar consciente da quebra e de suas consequências. A quebra do padrão de interação pode ser útil para quebrar comportamentos automatizados e insustentáveis, como a impressão do recibo de recarga do Bilhete Único de São Paulo (foto: Pedro Cacique). O botão Sim colorido de vermelho parece, à primeira vista, um botão de cancelar, o que induz o usuário a não imprimir o recibo. Quebrar padrões também pode ser interessante para criar surpresas agradáveis ao usuário, tornando a experiência mais customizada e única. Interfaces que seguem à risca padrões de interação acabam se tornando previsíveis demais. A interface do iOS, por exemplo, já não apresenta novos padrões há várias versões, o que não causa mais o encanto de outrora com as novidades da Apple. Outro motivo para quebrar padrões é que não há garantia nenhuma de que, somente por seguí-los, a interface será boa do ponto de vista do usuário. A interface do Microsoft Word 2003 reproduzia todos os padrões de interação esperados para sua época, porém, não era uma articulação de padrões bem resolvida. Havia muito pouco espaço para o usuário focar na sua tarefa. A Microsoft percebeu o problema e resolveu redesenhar do zero todas as interfaces do Offfice. O Office 2007 quebrou diversos padrões de interação, porém, estabeleceu um novo padrão muito mais usável que segue até hoje, 10 anos depois. Quebrar padrões é a melhor maneira para estabelecer novos padrões. Embora hajam boas razões para quebrar padrões, organizações sempre preferem que você siga padrões, pois assim elas podem controlar melhor a qualidade do trabalho dos projetistas. Além disso, existem algumas vantagens específicas para organizações. Padrões facilitam a comunicação e construção de conceitos numa equipe multidisciplinar, pois dão nome a coisas que as pessoas compreendem de maneira tácita. Quando há um vocabulário comum, as pessoas podem construir conhecimento colaborativo. A percepção do usuário sobre padrões de interação, mesmo que tácita, contribuem para o branding da experiência da marca. As pessoas reconhecem uma marca pela consistência adotada nas interfaces digitais. Por esse motivo, grandes empresas criam bibliotecas de padrões customizadas para seu uso de modo a estimular os projetistas a manterem a experiência consistente nos diferentes pontos de contato. A Yahoo foi pioneira em construir uma biblioteca de padrões de interação integrada a uma biblioteca de padrões de projeto com códigos em Javascript para implementar os componentes. As bibliotecas de padrões em grandes organizações estão evoluindo para sistemas projetuais (design systems). É possível construir sistemas como esse utilizando softwares como o UXPin, que permite definir padrões de cores, tipografia e código para componentes de interface. Sistemas projetuais baseados em padrões não são novidade. Sistemas de sinalização já existem há muitas décadas. Os projetos baseados em sistemas priorizam a compreensão do usuário. Devido ao seu alto grau de consistência, acabaram se tornando parte e até mesmo um símbolo da infraestrutura urbana. O problema de muitos sistemas projetuais é que eles reduzem padrões de interação a componentes padronizados. O mesmo padrão de interação pode ser reproduzido com diferentes componentes e, por outro lado, os componentes mudam e o padrão permanece. A caracterização do padrão é feita por texto descritivo e não por componentes visuais. Na minha visão, padrões devem servir como referência de projeto e não como norma. Projetistas devem ter liberdade para quebrar e articular padrões, do contrário, sua evolução fica comprometida. Na Apple Developer Academy eu disponibilizo diversas coleções de padrões para que os estudantes conheçam as possibilidades, mas de maneira nenhuma queremos obrigá-los a utilizar estes padrões. Há alguns anos propus na Plataforma Corais uma ferramenta para projetar interfaces com padrões de interação com esse grau de liberdade, o ProtoPattern. Os componentes de interface oferecidos pela ferramenta teriam também conhecimento colaborativo associado, permitindo ao projetista compreender melhor sua aplicação. De posse de informações construídas pela comunidade, seria possível gerar interfaces à partir de requisitos. O ProtoPattern estaria ligado a uma wiki sobre aplicabilidade e usabilidade do padrão de interação. Projetistas de diferentes organizações poderiam discutir os padrões de interação enquanto os aplicam nos projetos. O conceito de design pattern ou padrão de projeto foi proposto primeiramente por Christopher Alexander em 1964 no livro Notes on the Synthesis of Form. Lá ele demonstra que todas as construções humanas já reproduzem padrões. No exemplo da imagem, ele mostra que um vilarejo é constituído de partes dependentes: pasto e celeiro, plantações, escolas e rios manejados. Alexander propunha que esses padrões fossem decompostos até suas formas mais abstratas, tal como conceitos matemáticos. Alexander propôs um método de projeto baseado na decomposição de problemas em partes e composição de soluções em todos organizados. Após tentar aplicar essa abordagem matemática em projetos práticos de Arquitetura, ele acabou percebendo que a decomposição acabava prejudicando a visão do todo e o excesso de racionalidade impedia de ver aspectos importantes de projeto. Sua visão sobre os padrões evoluiu muito nos livros subsequentes que ele escreveu sobre o assunto. Podemos identificar uma variação do método de Alexander na proposta de Design Atômico de Brad Frost (2013). Frost propõe que as interfaces sejam primeiramente projetadas em seus menores componentes, os chamados átomos. Ao invés de tentar resolver a tela de uma vez só, a orientação do método é de construir primeiro o sistema projetual para depois ir, aos poucos, agregando átomos em moléculas e moléculas em organismos. Seguindo essa sequência, é possível construir templates flexíveis e robustos para diversas interfaces. A ideia básica do Design Atômico (e da proposta de Alexander) é criar uma etapa intermediária de sistematização das possibilidades de um projeto antes de desenvolver a solução. Isso é o equivalente à ordenação das peças de Lego antes de montar o modelo desejado. A vantagem de ordenar as peças é que agiliza o projeto de vários modelos diferentes. Baseado no método de Alexander, proponho um processo de design de interfaces com cinco etapas. A identificação de padrões requer avidez por observar exemplos, percebendo as estruturas que estão por trás dos projetos. Eventualmente, o projetista pode querer documentar o padrão em anotações no seu caderno ou em sistemas projetuais. A seleção de padrões começa pela definição de necessidades de maneira abstrata. Ao invés de definir a necessidade de um botão, define-se a necessidade de uma ação. Com essa definição de necessidade do ponto de vista do usuário, o número de padrões considerados aumenta e a solução pode ser menos convencional. Ao consultar padrões em bibliotecas de padrões, é interessante elaborar uma lista com padrões promissores para o projeto antes mesmo de compor a interface. Essa lista pode servir como um lembrete ou guia para o projeto. A articulação de padrões começa pelo agrupamento de padrões por função, formando componentes e áreas da interface. Nem sempre os padrões encaixam uns com os outros, o que demanda adaptação para o contexto. É importante manter sempre uma visão do todo para que a interface atinga alto grau de consistência. Experimentar alternativas é fundamental para esse propósito. Testes de padrões podem ser feitos de diferentes maneiras. Testes A/B são testes automatizados em interfaces web. Embora eles permitam a comparação da taxa de conversão de um padrão para outro, ele não permite compreender os motivos do comportamento do usuário, o que limita a avaliação. Testes de usabilidade são mais indicados, em particular, utilizando a ferramenta de eyetracking. Um foco de atenção muito grande numa determinada região da interface sugere que o padrão não está sendo reconhecido. Padrões fortes não exigem muitas sacadas de olho do usuário para sua compreensão. Eles são figuras tão familiares que a visão periférica consegue reconhecê-los. O aprendizado por padrões é uma necessidade constante, pois os padrões mudam ao longo do tempo. A principal vantagem dos padrões é que eles organizam o conhecimento sobre design de interface de uma maneira que pode ser inclusive compartilhado por uma equipe. É importante, entretanto, ressaltar que o conhecimento de um indivíduo ou de uma equipe sempre vai estar aquém do conhecimento distribuído entre os diversos projetistas de interface da sociedade. Padrões são estruturas reproduzidas pela sociedade através do trabalho de indivíduos, mesmo que estes não tenham conhecimento claro sobre isso. O aprendizado por padrões estimula a consciência desse processo. Made with Keynote Extractor.Comente este post
Vejamos como me saio interpretando uma tradução de música, e a escolhida da vez foi Never Give Up, de Sia. Essa música fez parte do filme Lion, que falei em algum episódio anterior. Vamos Juntos? Canal do Paulinho Siqueira no YouTube Colabore conosco por uma das platafomas: Padrim Patreon Apoia.Se Entre em contato conosco pelo email: contato@coachcast.com.br Ou por nossas redes sociais: Twitter Facebook Grupo no Facebook
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