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Devocional Quaresma Jesus estava de pé diante do governador e este começou a interrogá-lo: «Tu és o rei dos judeus?» Jesus respondeu: «Tu o dizes.» Mas, quando os chefes dos sacerdotes e os anciãos fizeram acusações contra ele, Jesus não respondeu nada. Pilatos perguntou-lhe: «Não ouves todas estas acusações que fazem contra ti?» E Jesus continuou a não responder nem uma palavra, de modo que o governador estava muito admirado. Mateus 27:11-14 Aquele que é o nosso Defensor não se defendeu. Aquele que é o nosso Intercessor não falou por Si mesmo. Aquele que é o nosso Escudo e a nossa Fortaleza não tentou proteger-se. Ele escolheu ser vulnerável para que pudéssemos ter a vitória. Pilatos está diante do Rei mais improvável, dividido entre o que deve fazer e a pressão da multidão lá do lado de fora. O governador romano vai e volta entre a multidão beligerante e Jesus. Ele parece agitado. Em contraste, Jesus permanece em perfeita serenidade. Ele sabe exatamente o que vai acontecer e está firme na Sua decisão de seguir em frente. No evangelho de João, Pilatos pergunta a Jesus: «Não sabes que tenho poder para te libertar ou para te crucificar?» Jesus está completamente à vontade quando responde: «Não terias poder sobre mim se não te tivesse sido dado.» Jesus descansava na soberania de Deus. Embora fosse totalmente humano, Ele não permitiu que dúvidas e medos O assaltassem, nem se tentou livrar do julgamento com palavras. Em vez disso, confiou que o Seu Pai estava no controlo perfeito. Ele viu o panorama geral. O panorama realmente é muito amplo. Ele viu as coisas de uma perspectiva eterna e entregou a Sua vida por nós. A caminho de casa Estou descansando na soberania de Deus? Ou temo pelo meu futuro? Permito que Deus seja meu Defensor ou sinto a necessidade de me defender constantemente? Oração Pai Celestial, obrigado pelo exemplo de Jesus, que permaneceu em silêncio diante das autoridades. Obrigado por Ele nos mostrar o que significa confiar na Tua soberania e descansar nas Tuas promessas. Obrigado pelo melhor presente de todos — a vida eterna em Jesus. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Devocional Quaresma Os chefes dos sacerdotes pegaram nas moedas e disseram: «Como isto é preço de sangue, é contra a nossa lei deitá-lo na caixa das ofertas.» Tiveram pois uma reunião e resolveram comprar o Campo do Oleiro, a fim de servir de cemitério para estrangeiros. É por isso que esse campo se chama «Campo de Sangue», até ao dia de hoje. Assim se cumpriram aquelas palavras do profeta Jeremias: E pegaram nas trinta moedas de prata, o preço daquele que foi avaliado pelo povo de Israel, e deram-nas pelo Campo do Oleiro, conforme o Senhor me ordenou. Mateus 27:6-10 Sempre li a passagem sobre os sumos sacerdotes a comprarem o Campo do Oleiro de forma superficial. Recentemente, porém, o absurdo da situação chamou-me a atenção. É quase ridículo o quão equivocado e distorcido era o pensamento dos sumos sacerdotes. Eles não queriam colocar o dinheiro do sangue no tesouro, pois isso era «contra a lei». Em vez disso, usaram-no para um investimento imobiliário. Os sumos sacerdotes são exemplos clássicos do que significa seguir a letra da lei, mas continuar a vida com uma dureza implacável no coração. Eles estavam preocupados em parecer justos, mas não se importavam realmente em ser justos. Preferiam a distração ao arrependimento. Às vezes, só queremos marcar todas as caixas que nos fazem parecer de uma determinada maneira. Não permitimos que Deus trate a raiz do problema ou nos transforme de dentro para fora. O inimigo adora manter-nos nesta bolha de ilusão para que não nos ajoelhamos diante de Deus. A caminho de casa Em que áreas estou simplesmente a seguir os padrões do mundo e a viver numa auto-justiça equivocada? Estou mais preocupado com a forma como as minhas ações são vistas por fora ou com a forma como posso mudar por dentro? Oração Pai Celestial, ajuda-me a reservar tempo para estar na Tua presença e permitir que a Tua luz brilhe na minha vida. Revela-me as áreas em que posso mudar pelo poder do Teu Espírito Santo. Ajuda-me a nunca esconder o meu pecado sob camadas de distração, ocupação ou atos insensatos de hipocrisia. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Devocional Quaresma De manhã cedo, os chefes dos sacerdotes e os anciãos do povo reuniram-se em conselho para combinarem como haviam de dar a morte a Jesus. E levaram-no preso para o entregarem a Pilatos, governador romano. Quando Judas, o traidor, viu que Jesus tinha sido condenado, encheu-se de remorsos e foi entregar as trinta moedas de prata aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos . E confessou: «Pequei ao entregar um inocente à morte.» Eles replicaram: «Que temos nós com isso? O problema é teu!» Então Judas atirou as moedas de prata para dentro do templo, depois afastou-se dali e foi-se enforcar. Mateus 27:1-5 Que passagem sombria. O veredicto é proferido. Jesus é amarrado e levado. E, de repente, Judas fica cheio de remorso pelo que fez. Ele tenta aliviar a sua culpa devolvendo as 30 moedas de prata. Ele tenta assumir o seu pecado, mas confessa-o às pessoas erradas. Ao tentar suprimir a sua culpa, ele comete um grande erro: não busca o perdão de um Deus misericordioso. Ele tenta "consertar" o seu pecado à sua maneira. Ele decide tomar as rédeas da situação. Incluindo a sua própria vida. O remorso e o arrependimento pelo pecado são apenas pontos de partida. O verdadeiro quebrantamento e confissão diante de Deus é onde reside o perdão – e a liberdade que se segue. A Bíblia diz que, quando confessamos o nosso pecado, Deus é fiel para nos purificar de toda a injustiça. Uma vida pecaminosa é apenas uma vida à espera de ser redimida. A caminho de casa Estou a tentar consertar os meus erros nos meus próprios termos? Estou a aproximar-me de Deus com um coração quebrantado pelo meu pecado? Lembro-me de que a depravação do meu pecado nunca pode superar a profundidade da graça de Deus? Oração Pai Celestial, ajuda-me a lembrar que nunca poderei reparar o meu problema com o pecado. Ajuda-me a lembrar que nunca poderei esgotar a Tua graça, por mais extensos que sejam os meus erros. No arrependimento e no descansar em Ti está a minha salvação. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Devocional Quaresma Pedro estava sentado lá fora no pátio. Nisto, uma criada aproximou-se dele e disse: «Tu também estavas com Jesus, o homem da Galileia!» Mas Pedro negou na frente de todos: «Não sei o que estás a dizer!» Quando ele se dirigia ao portão, uma outra criada reparou nele e disse aos que ali estavam: «Este homem andava com Jesus de Nazaré!» Pedro tornou a negar e até jurou que não conhecia tal homem! Daí a pouco, os que lá se encontravam chegaram-se para mais perto de Pedro e disseram-lhe: «Não há dúvida que és um deles, pois até a tua maneira de falar o mostra.» Pedro começou a jurar: «Que Deus me castigue, se eu conheço esse homem!» Nesse instante um galo cantou. Pedro lembrou-se então de Jesus lhe ter dito: «Antes do cantar do galo, já tu me terás negado três vezes.» E saiu dali para fora a chorar amargamente. Mateus 26:69-75 Hoje, lemos a conhecida história da negação de Pedro. Cada vez que lhe perguntam se conhecia Jesus, Pedro torna-se mais veemente na sua rejeição. Pedro, que anteriormente tinha professado que daria a vida por Jesus, agora assusta-se com uma serva. Quando o galo canta, Pedro lembra-se – a convicção no seu coração é imediata. Ele chora amargamente. Embora a passagem não mencione isso, Pedro torna-se a primeira grande voz do Evangelho. Por baixo do seu erro estavam os braços de Jesus. Pedro permitiu que a convicção do pecado o atingisse e permitiu que o perdão o levantasse novamente. Penso no versículo: «embora tropece, ele não cairá, pois o Senhor o sustenta com a sua mão» (Salmos 37:24). Este era Pedro. E este era o seu Deus fiel. Os nossos menores erros e falhas e os nossos maiores e mais sombrios pecados — nada disso está além da redenção de Deus. A caminho de casa Às vezes sinto que Deus não pode perdoar-me de um determinado pecado? Sinto que, mesmo que Deus me perdoe, não consigo perdoar-me a mim mesmo? E se Deus estiver a dizer-me que o passado foi apagado e que colocou um novo espírito dentro de mim? Oração Deus Pai, obrigado pela Tua graça e perdão. Não mereço a segunda, terceira, às vezes centésima oportunidade que me dás. És fiel e levantas-me das cinzas e colocas uma nova canção nos meus lábios. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Devocional Quaresma Os que prenderam Jesus levaram-no para casa do sumo sacerdote Caifás, onde os doutores da lei e os anciãos estavam reunidos. Pedro ia seguindo Jesus à distância, até à entrada da casa do sumo sacerdote. Depois entrou no pátio e sentou-se ao pé do pessoal da casa para ver como é que aquilo terminava. Os chefes dos sacerdotes e todos os membros do tribunal procuravam encontrar um falso testemunho contra Jesus, a fim de o condenarem à morte. Mas não conseguiram encontrar nenhum, embora se tivessem apresentado muitas pessoas a jurar falso. Apresentaram-se, por fim, duas outras testemunhas que afirmaram: «Este homem disse: “Posso destruir o templo de Deus e reconstruí-lo em três dias.”» O sumo sacerdote levantou-se e interrogou Jesus: «Tu não respondes nada sobre a acusação que estas pessoas te fazem?» Mas Jesus continuava calado. Então o sumo sacerdote intimou-o: «Ordeno-te, em nome do Deus vivo, que nos declares se és o Messias, o Filho de Deus!» Jesus respondeu: «Tu o disseste. Mas digo-vos mais: De agora em diante hão de ver o Filho do Homem sentado à direita de Deus todo-poderoso e vindo sobre as nuvens do céu.» Ao ouvir isto, o sumo sacerdote rasgou a roupa, como protesto, e gritou: «Ele ofendeu a Deus! Que necessidade temos nós de mais provas? Agora mesmo acabam de ouvir a ofensa contra Deus. Que vos parece?» E os membros do tribunal exclamaram: «É réu de morte!» Então alguns começaram a cuspir-lhe na cara e a dar-lhe bofetadas. Outros batiam-lhe Mateus 26:57-67 Em poucas horas, Jesus experimentou a dor e a injustiça que ninguém deveria passar. Principalmente o único homem sem pecado que já existiu. Ele foi traído por Judas, preso por uma multidão, abandonado pelos Seus discípulos, negado por Pedro, levado a um tribunal que O bombardeou com perguntas provocadoras e falsas acusações. Ele foi atacado, vendado, cuspido, esbofeteado e espancado. E tudo isso aconteceu antes de carregar a cruz até o Gólgota. Nós não temos um Sumo Sacerdote incapaz de sentir compaixão por nós. Jesus foi testado e tentado de todas as maneiras — e ainda assim não cometeu pecado. Quando passamos por momentos difíceis, seria superficial proclamar que “Deus não entende”. Porque Ele entende. Ele passou por todas as batalhas físicas, espirituais e emocionais que existiam — e saiu vitorioso. A caminho de casa Às vezes sinto que Deus simplesmente não "entende"? O que preciso lembrar nessas ocasiões? Pelo que posso louvar a Deus hoje? Oração Jesus, Tu passaste por todas as formas de sofrimento por minha causa. Obrigado por hoje estares sentado à direita do Pai e intercederes por nós. Obrigado por compreenderes. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Devocional Quaresma Mas tudo isto acontece para que se cumpra o que os profetas dizem na Escritura. Então os discípulos deixaram-no e fugiram todos. Mateus 26:56 De forma repentina, todos os discípulos desapareceram. Eles fugiram para salvar as suas vidas. Olhando para trás, sob a perspectiva do século XXI, é fácil rotular esses discípulos como cobardes ou desertores. Mas será que somos diferentes deles? O que os levou a se separarem? Eles entraram em pânico quando a pressão aumentou e perderam de vista o eterno. O visível e o tangível inundaram-nos de medo. Afinal, não era assim que as coisas deveriam ter acontecido, eles provavelmente raciocinaram. O seu mestre e Senhor, a quem seguiram por três anos, havia prometido um novo reino. A prisão por uma multidão enfurecida não estava no plano. Nós também permitimos que as circunstâncias se tornem excessivamente importantes e que Deus se torne insignificante. Tememos o desconhecido. Tomamos decisões precipitadas em vez de confiar num Deus que é sempre oportuno. A caminho de casa O que faço quando me deparo com o desconhecido? Entro em pânico? Ou concentro-me e confio no que sei ser a verdade sobre Deus? Oração Pai, peço que troques o meu medo do desconhecido por uma profunda confiança num Deus soberano. Desejo andar mais perto de Ti, para que a fé supere o medo e eu aprenda a andar em paz. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Devocional Quaresma Jesus questionou-o: «Amigo, que vieste cá fazer?» Então os homens avançaram, deitaram a mão a Jesus e prenderam-no. Nisto, um dos que estavam com Jesus puxou da espada e feriu o criado do sumo sacerdote, cortando-lhe uma orelha. Jesus corrigiu-o: «Torna a pôr a tua espada na bainha, porque todos os que se servem da espada à espada morrerão. Julgas que eu não podia pedir auxílio a meu Pai ? Se lho pedisse ele mandava-me, agora mesmo, mais de doze legiões de anjos ! Mas nesse caso, como é que se havia de cumprir a Escritura ? Não diz ela que é assim mesmo que deve acontecer?» Naquele momento, Jesus dirigiu-se à multidão: «Saíram com espadas e paus para me prender, como se eu fosse um ladrão. Tenho estado todos os dias a ensinar no templo e não me prenderam! Mas tudo isto acontece para que se cumpra o que os profetas dizem na Escritura.» Então os discípulos deixaram-no e fugiram todos. Mateus 26:50-56 A quietude da noite foi quebrada. A paz que tomava conta do Jardim do Getsêmani foi perturbada. Uma multidão de homens furiosos, carregando tochas e armas, chegou com um único objetivo: prender o Filho de Deus. Houve uma confusão e um dos discípulos cortou a orelha de um soldado. Perguntas agressivas foram feitas a Jesus. A multidão então «agarrou Jesus e prendeu-o». No meio deste caos, está Jesus – um exemplo perfeito de poder sob controlo. Ele mostra-nos o que é verdadeiramente a mansidão. Não é fraqueza. Como Jesus diz, Ele poderia facilmente ter chamado anjos para O ajudar. No entanto, Ele escolhe não fazê-lo. Apesar do que as circunstâncias externas aparentam – um grupo de pescadores e o seu mestre intimidados por um grande grupo de homens armados – Jesus estava em perfeito controlo da situação. O Deus Todo-Poderoso e Soberano estava a demonstrar que o verdadeiro poder se manifesta quando se abre mão dos próprios direitos por um propósito maior. Jesus estava a abrir mão voluntariamente não apenas dos Seus direitos, mas da Sua própria vida. A caminho de casa De que maneiras posso demonstrar mansidão? Posso abrir mão dos meus direitos quando é para a glória de Deus? Oração Deus Salvador, o que é o homem para que te importes com ele? O filho do homem para que te preocupes com ele? Tu nos amaste o suficiente para renunciar aos Teus direitos. Tu nos amaste o suficiente para te submeteres a indignidades brutais e tortura. Tu demonstraste poder perfeito através da Tua mansidão. Ajuda-me a renunciar aos meus direitos à luz do Teu sacrifício. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Devocional Quaresma Por fim voltou para junto dos discípulos e disse-lhes: «Continuam ainda a dormir e a descansar? Chegou a hora em que o Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos pecadores. Levantem-se, vamos embora! Já aí vem aquele que me vai atraiçoar.» Ainda Jesus estava a falar, quando chegou Judas, um dos doze discípulos. Trazia com ele muita gente armada de espadas e paus. Tinham sido mandados pelos chefes dos sacerdotes e pelos anciãos do povo. O traidor combinara com eles o seguinte sinal: «Aquele a quem eu cumprimentar com um beijo, é ele: prendam-no.» Logo que Judas chegou ao pé de Jesus disse-lhe: «Olá, Mestre!» E deu-lhe um beijo. Jesus questionou-o: «Amigo, que vieste cá fazer ?» Então os homens avançaram, deitaram a mão a Jesus e prenderam-no. Mateus 26:45-50 Foi a maior das traições – um homem sem pecado sendo entregue à morte por alguém que afirmava ser Seu amigo e seguidor. Mas, em tudo isto, o que realmente me impressiona é a declaração de Jesus a Judas quando ele chegou acompanhado por uma multidão de homens furiosos e equivocados. Jesus simplesmente diz: «Faz o que vieste fazer, amigo.» Ele chama Judas de «amigo». Não acredito que Jesus tenha usado esse termo levianamente. Este é um Deus de amor. A Bíblia diz em Romanos que, enquanto ainda éramos Seus inimigos, Deus nos reconciliou consigo mesmo através da morte do Seu Filho. A Bíblia Mensagem diz assim: «Quando estávamos no nosso pior momento, fomos colocados em termos amigáveis com Deus pela morte sacrificial do seu Filho». Jesus chama-nos de amigos, mesmo quando pecamos. Vejamos isto como um chamado para louvá-Lo por um amor que nunca compreenderemos totalmente. Jesus chama-nos de amigos, mesmo quando continuamos a pecar contra Ele. A caminho de casa Como vejo o meu papel na narrativa da reconciliação? Sinto que trago algum elemento de justiça ao acordo que “ajuda” o meu caso? Ou sei que se trata apenas de um Deus misericordioso que aceita um pecador como amigo? Oração Pai Celestial, o Teu Espírito leva-me ao arrependimento, o Teu amor compele-me a apresentar-me quebrantado diante de Ti, o Teu Filho redime-me através da Sua morte na cruz. Ajuda-me a nunca, jamais, tomar nada disto como garantido. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Devocional Quaresma Jesus afastou-se outra vez para ir orar e dizia: «Meu Pai, se este cálice de amargura não pode ser afastado de mim sem que eu o beba, faça-se a tua vontade.» Voltou para junto dos discípulos e encontrou-os outra vez a dormir, porque tinham os olhos pesados de sono. Jesus deixou-os de novo e foi orar pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras. Mateus 26:42-44 Três vezes. A mesma oração. Jesus, é claro, sabia que todas as vezes o Pai o ouviu. Eles compartilhavam uma intimidade que não é compreensível humanamente. O Pai e o Filho faziam parte da Trindade, o mesmo Deus. Então, por que Jesus dirigiu-se ao Pai três vezes para dizer mais ou menos a mesma coisa? Talvez fosse para nos mostrar que precisamos persistir na oração até experimentarmos o descanso que só Ele pode dar. Jesus fez isso. Ele derramou em oração o que estava pesando no Seu coração. E, uma vez que encontrou o Seu lugar de alegre rendição, levantou-se e seguiu em frente em obediência absoluta. Tal como Jesus, também nós temos o privilégio de derramar os nossos corações em oração perseverante. Não se trata de forçar Deus a dar-nos o que queremos. Trata-se de aprender a submeter-nos a Ele de forma mais completa. E, tal como Jesus, levantamo-nos dos nossos joelhos sabendo que Deus nos ouviu. A caminho de casa O que está a pesar no meu coração hoje? Estou a levar isso a Deus em oração? Estou a experimentar o Seu descanso? Estou a avançar em obediência? Oração Deus Pai, obrigado pelo incrível privilégio de clamar a Ti em oração. Obrigado pelo exemplo de Jesus de ir a Ti com perseverança. Ajuda-me a perseverar em oração até experimentar a paz e o fortalecimento interior no âmago do meu ser. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Devocional Quaresma Depois voltou para junto dos discípulos, encontrou-os a dormir e disse a Pedro: «Então não conseguiram ficar acordados, ao menos uma hora, juntamente comigo! Estejam atentos e orem para não serem vencidos pela tentação. O espírito está pronto mas o corpo é fraco.» Mateus 26:40-41 «Então não conseguiram ficar acordados, ao menos uma hora?» Esta foi a pergunta que Jesus fez aos Seus discípulos mais próximos quando eles adormeceram em vez de orarem com Ele. Não vejo Jesus como alguém irritado com a letargia deles. Aquela pergunta era mais profunda. Ele sabia que aqueles momentos no Jardim do Getsêmani eram cruciais. Seria um tempo de preparação através da oração. Preparação para os intensos desafios que estavam por vir. «Vigiem e orem para não caírem em tentação», adverte Ele aos três discípulos que chamou para acompanhá-Lo. Sabemos o que aconteceu depois. Quando as coisas ficaram difíceis, os discípulos dispersaram-se como o vento. Não posso deixar de me perguntar: e se eles, como Jesus, tivessem lutado em oração até chegarem a um ponto de completa obediência e rendição? Teriam sido capazes de manter-se firmes quando Jesus foi preso? Jesus sabia o quão frágil a fé deles podia ser. E deu-lhes — e dá-nos — a armadura da oração para nos proteger contra essa fragilidade. A caminho de casa Qual é a minha resposta instintiva diante da pressão? Passo tempo em oração para me preparar para as minhas lutas diárias? Entro em modo de luta ou fuga? Ou permaneço em modo de fé, dependendo de Deus para me ajudar a superar? Oração Deus Pai, ajuda-me a nunca subestimar o poder da oração. Ajuda-me a reservar tempo para passar aos Teus pés, lutando em oração para que eu ganhe a força espiritual de que preciso para enfrentar os desafios. Preciso deste tempo a sós contigo para me preparar, para não cair em tentação. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Devocional Quaresma Foi um pouco mais para diante e, inclinando-se até ao chão, orava assim: «Meu Pai, se é possível, afasta de mim este cálice de amargura. No entanto, não se faça a minha vontade, mas sim a tua.» Mateus 26:39 A leitura de hoje é apenas um versículo. No entanto, estas poucas palavras estão carregadas de emoção. Vemos Jesus sozinho no Jardim do Getsêmani, clamando ao Pai. Na intensidade da emoção, Jesus clama: «Pai, se for possível, afasta de mim este cálice…» Ele está curvado em angústia. Vemos a Sua humanidade. Ele está prestes a enfrentar uma tortura física sem limites. Mas, pior do que isso, Ele sabia que iria passar por um isolamento como nunca antes – quando o Pai viraria o rosto para longe, enquanto Jesus assumia a depravação e o pecado do mundo. E então Ele continua a orar. «Contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua.» Foi um momento em que o humano e o divino se uniram num dos maiores atos de amor e obediência. Aquele que não conhecia o pecado se tornaria pecado para que pudéssemos ser a justiça de Deus. Graça ilimitada. Favor imerecido. Agora não tenho medo da condenação. Jesus, e tudo Nele, é meu. A caminho de casa Qual é a minha resposta à obediência de Jesus a Deus Pai? Qual é a minha resposta à Sua angústia no jardim? Caio de joelhos em adoração diante de um Deus que sabia da jornada dolorosa que tinha pela frente e, mesmo assim, decidiu seguir em frente? Permito que isso se torne uma revelação pessoal para a minha vida? Oração Amado Jesus, não consigo compreender aquele momento no Jardim do Getsêmani. Estavas sozinho na escuridão da noite. Mas isso não era nada comparado com o isolamento que irias experimentar na cruz. No entanto, escolheste seguir em obediência. Demonstraste o Teu amor por uma humanidade sofredora, simplesmente dizendo: «Mas como Tu quiseres» . Curvo-me em adoração. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Devocional Quaresma Depois disso, Jesus, acompanhado pelos discípulos , foi para um lugar chamado Getsêmani e disse-lhes: «Sentem-se aqui, enquanto eu vou ali mais adiante orar.» Levou consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu. Nisto, começou a sentir-se angustiado e cheio de aflição, e exclamou: «Sinto uma tristeza de morte! Fiquem aqui e estejam atentos.» Mateus 26:36-38 A cena na passagem de hoje muda do Cenáculo para o Jardim do Getsêmani. O clima fica mais pesado e sombrio. Jesus chama três dos Seus discípulos mais próximos e convida-os a orar com Ele. Embora eu já tenha refletido sobre a tribulação de Jesus no jardim, nunca me detive no facto de que Ele convidou os Seus amigos para chorar com Ele e orar com Ele. Não é como se o Deus deste universo precisasse deles. Não é como se Ele não soubesse que eles iriam dormir em vez de orar. No entanto, ao partilhar a Sua tristeza com eles, Jesus estava a demonstrar claramente que é normal partilhar os fardos do coração com os outros. Só porque tens Deus na tua vida não significa que tenhas de ser sereno, estoico e invulnerável. É normal dizer: «Olha, importas-te de vir comigo para isto?» e dar a outra pessoa a oportunidade de orar contigo e por ti. Jesus demonstrou uma bela abertura ao convidar os Seus discípulos mais próximos para acompanhá-lo. Não dependemos inteiramente dos nossos entes queridos. Nem agimos como se a fé os apagasse do quadro. A caminho de casa Com que estou a lidar sozinho hoje? Deus mostra-me pessoas específicas com quem posso partilhar as minhas dores e os meus sonhos? Estou disposto a ser convidado a partilhar o fardo de outra pessoa, mesmo que isso signifique sacrificar o meu tempo e os meus interesses? Oração Pai Celestial, ajuda-me a compreender que pedir ajuda ou pedir oração não diminui a minha fé. Ajuda-me a ser humilde o suficiente para convidar pessoas em quem confio a acompanhar-me na minha caminhada de fé. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Devocional Quaresma Em seguida Jesus disse aos discípulos: «Esta noite vão todos abandonar-me, pois diz a Escritura: Ferirei de morte o pastor e as ovelhas ficarão dispersas. Mas depois de eu ressuscitar, irei à vossa frente para a Galileia.» Pedro então garantiu: «Mesmo que todos te abandonem, eu nunca te abandonarei!» Mateus 26:31-33 O bom e velho Pedro. Ele era um amigo tão leal. Estava tão animado e cheio de entusiasmo pelo reino de Deus. Ele nunca imaginaria que acabaria por virar as costas ao seu melhor amigo e professor, Jesus. Pedro estava em negação quanto à sua iminente traição. No versículo 33 de Mateus 26, lemos as palavras de Pedro: «Mesmo que os outros se afastem por tua causa, eu nunca o farei». Ele está tão seguro de si mesmo e do seu senso de lealdade. E é aí que reside o problema. Pedro estava, talvez, a confiar na sua própria capacidade de permanecer firme no meio da pressão. Isto lembra-me a advertência em 1 Coríntios, onde as Escrituras prevêem essa falácia da autoconfiança: «Se pensas que estás firme, tem cuidado para não caires». E se, em vez de responder à profecia de Jesus sobre a sua negação com um «Eu? De maneira nenhuma!», Pedro tivesse dito humildemente: «Eu? A sério? Podes mostrar-me como posso permanecer forte, porque sozinho sou muito, muito fraco». A vulnerabilidade diante de Deus é um lugar seguro. É o primeiro passo para crescer na fé. A caminho de casa Às vezes sou exagerado na minha fé, presumindo que nunca vou cair? Estou disposto a ser vulnerável diante de Deus e pedir-Lhe força sobrenatural na minha caminhada de fé, porque sozinho não consigo superar isso? Oração Pai, não quero viver sem depender de Ti. Em Ti vivo, movo-me e existo. Não consigo permanecer firme a menos que esteja apoiado na Rocha que é mais alta do que eu. Obrigado por seres a minha Rocha. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Devocional Quaresma Durante a ceia, Jesus pegou no pão, deu graças a Deus, partiu-o, deu-o aos seus discípulos e disse: «Tomem e comam. Isto é o meu corpo.» Depois pegou no cálice, deu graças a Deus, passou-o aos discípulos e disse: «Bebam todos dele, pois isto é o meu sangue, o sangue da aliança de Deus, derramado em favor de muitos para o perdão dos pecados. E digo-vos que não tornarei a beber vinho até ao dia em que beber convosco o vinho novo no reino de meu Pai.» Depois de entoarem os cânticos, foram para o Monte das Oliveiras. Mateus 26:26-30 Tendo crescido num ambiente religioso formal, a liturgia da ceia incluía os versículos que acabámos de ler. No domingo da ceia, o nosso pastor vestia uma batina mais elaborada. A sua voz ficava mais lírica do que o habitual quando lia os versículos. Pensando bem, na minha mente de criança de 8 anos, a ceia significava um culto mais longo e um almoço mais tardio (ai!). Brincadeiras à parte, depois de participar de várias ceias, às vezes elas se tornam mais um ritual. Mas quando olhamos para trás, para a primeira ceia que Jesus compartilhou com os Seus discípulos, vemos o quão poderosa ela foi. Jesus falou da Sua morte. Ele falou de quando o Seu corpo seria ferido e quebrado. Ele falou do Seu sangue sendo derramado. E então Ele deu graças. Jesus deu graças quando falou da Sua morte. Este é o nosso Deus. A Sua cruz é um convite de graça a um mundo ferido e desamparado. É por isso que a comunhão também é chamada de Eucaristia, que significa "ação de graças". Aceitamos o dom da Sua graça. Tudo o que fazemos em troca é expressar a nossa gratidão. Não precisamos de nos purificar. Não precisamos de fazer malabarismos. Não precisamos de trabalhar pela nossa salvação. A Última Ceia é uma grande lembrança de que tudo o que temos de fazer é receber este dom gratuito da salvação com um coração humilde e agradecido. A caminho de casa Será que alguma vez sinto que tenho de trabalhar pela minha salvação? O que me impede de simplesmente aceitar o dom gratuito de Jesus? Será que vejo a Ceia do Senhor como uma tarefa e um ritual ou vejo-a como uma poderosa lembrança da graça de Deus? Oração Senhor Jesus, às vezes fico imune à imensidão da Tua graça. Quando paro para refletir sobre a Última Ceia, fico impressionado com o facto de teres dado graças pelo pão e pelo vinho que representavam o Teu corpo e o Teu sangue. Obrigado pelo Teu sacrifício. É algo que nunca serei capaz de compreender totalmente, mas que recebo com um coração agradecido. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Devocional Quaresma Ao cair da noite, Jesus sentou-se à mesa com os doze discípulos. Enquanto comiam afirmou solenemente: «Um de vós vai atraiçoar-me.» Eles ficaram muito tristes e começaram a perguntar-lhe um por um: «Serei eu, porventura, Senhor?» Jesus respondeu: «Aquele que molhou o pão no prato juntamente comigo, esse é quem me vai atraiçoar. Na verdade o Filho do Homem vai partir, tal como é dito na Escritura a respeito dele, mas ai daquele por quem o Filho do Homem vai ser atraiçoado. Seria melhor para esse homem não ter nascido!» Então Judas, o traidor, perguntou assim: «Serei eu, porventura, Mestre?» E Jesus respondeu: «Tu o disseste!» Mateus 26:20-25 Eu consigo imaginar a cena. Na verdade, a maioria de nós consegue vê-la claramente, pois a Última Ceia é uma obra de arte frequentemente reproduzida em muitos lares cristãos. Os homens na pintura têm barbas, taças de vinho e vestem túnicas. Um deles parece mais malévolo do que os outros. É claro que o homem malvado não é outro senão Judas. Jesus partilhou aquela última refeição com o Seu traidor. Ele deu a Judas todas as oportunidades para se arrepender. Na verdade, Jesus chamou a atenção para o seu pecado sem amenizar nada. Mas Judas permaneceu de coração duro e sem se arrepender. Ele evitou a culpa com as palavras: «Certamente não te referes a mim, Rabi?» Judas recusou-se a reconhecer o seu pecado. Ele recusou-se a permitir que a culpa penetrasse nas camadas da sua orgulhosa autopreservação. Talvez não traiamos Deus intencionalmente, mas persistimos em alguns padrões pecaminosos? Permitimos que a convicção do pecado nos quebre? A caminho de casa Em que é que Deus está a convencer-me? Em que áreas da minha vida estou a inventar desculpas e não permitindo que a Sua voz de convicção me transforme? Oração Pai Celestial, mostra-me as áreas em que o meu pecado é habitual, onde passou despercebido por causa de anos inventando desculpas. Dá-me o poder de mudar. Dá-me um coração que seja suave, flexível e aberto à Tua convicção. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Devocional Quaresma No primeiro dia da festa dos Pães sem Fermento, os discípulos foram ter com Jesus e perguntaram-lhe: «Onde queres que te preparemos a ceia da Páscoa?» Jesus explicou-lhes que fossem à cidade, a casa de um certo homem, e dissessem: «O Mestre manda-te este recado: A minha hora está a chegar! É em tua casa que vou celebrar a Páscoa com os meus discípulos.» Eles fizeram o que Jesus mandou e prepararam a ceia da Páscoa. Mateus 26:17-19 Os discípulos de Jesus prepararam a refeição da Páscoa. Ao lermos estes versículos, vamos observar três coisas simples que eles fizeram durante a preparação: 1. Eles foram até Jesus 2. Eles pediram a Jesus e 3. Eles obedeceram a Jesus. Nesta época da Quaresma, nós também estamos a preparar-nos para o dia em que recordamos Jesus como o nosso Cordeiro Pascal sem pecado. Mas será que estamos a tentar preparar-nos segundo os nossos termos ou os Dele? A nossa preparação durante a Quaresma é meramente dedicada a aparências externas — ou estamos à espera de Jesus, ouvindo-O e seguindo-O em obediência? Nesta época de preparação, vamos primeiro aproximar-nos Dele, despojando-nos das nossas próprias agendas. Vamos esperar por Ele com humildade. Vamos ouvir a Sua voz. E, o mais importante, não sejamos apenas ouvintes, mas também praticantes da Palavra. Os discípulos «fizeram como Jesus lhes havia ordenado e prepararam a Páscoa». Como é que tu e eu nos estamos a preparar? A caminho de casa O que estou a "abrir mão" durante a Quaresma? É algo sobre o qual Deus me convenceu? A minha preparação é mais externa do que interna? Estou à espera de Deus e estou preparado para me aproximar Dele nos Seus termos? Oração Deus Pai, às vezes é tão fácil cair na rotina e no ritual quando se trata da Quaresma. Sem pensar, renunciamos a uma coisa ou outra, aliviando a nossa culpa para rapidamente vestir um manto de auto-justiça. Oro por uma visão renovada nesta Quaresma. Ajuda-me a chegar a Ti com verdadeira humildade e a dar-Te permissão para que me possas podar como quiseres. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Devocional Quaresma Então um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi perguntar aos chefes dos sacerdotes: «Quanto é que me dão se vos entregar Jesus?». E deram-lhe trinta moedas de prata. A partir de então, Judas começou a procurar a melhor ocasião para O entregar. Mateus 26:14-16 Em total contraponto a Maria, no devocional de ontem, está Judas. Um deles é conhecido pela sua adoração extravagante; o outro, pela sua traição desleal. Maria não calculou o custo da adoração e gastou o seu dinheiro em perfume caro. Judas, por outro lado, concentrou-se em contar as suas trinta moedas de prata. Um foi generoso com Jesus; o outro foi ganancioso. No entanto, não acredito que Judas tenha sido motivado apenas pelo seu amor ao dinheiro. Em vez disso, ele foi impulsionado pelo seu medo. Todas as circunstâncias apontavam para o facto de que a morte de Jesus era iminente. Até o próprio Jesus o afirmou! Judas temia pelo seu futuro e temia pela sua vida. O novo reino que ele esperava que Jesus inaugurasse estava a desintegrar-se. Ele concentrou-se no poder dos governantes, em vez de se concentrar no poder Daquele que delineou a autoridade para esses governantes. Ele permitiu que o tangível superasse o eterno. A caminho de casa Onde está o meu foco hoje? O que motiva as minhas ações? É o medo ou a fé em Deus? Estou disposto a arriscar tudo por Jesus ou estou a seguir as regras das autoridades terrenas? Oração Pai Celestial, sei que posso ser facilmente influenciado pelo medo. Muitas vezes acredito na falsa ideia de que as pessoas controlam as minhas circunstâncias, em vez de um Deus soberano e amoroso. Oro para que eu Te dê o lugar que é devido no trono da minha vida. Oro para que a fé — e não o medo — guie as minhas decisões. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
Devocional Quaresma Jesus estava em Betânia, hospedado em casa de Simão, a quem chamavam "Leproso". Enquanto estava à mesa, aproximou-se dele uma mulher que levava um frasco de alabastro com perfume muito caro e deitou-lho sobre a cabeça. Os discípulos, ao verem isso, ficaram indignados e diziam: «Para que foi este desperdício? Este perfume podia vender-se por uma grande quantia e dava-se o dinheiro aos pobres!» Jesus, sabendo o que se passava, disse aos discípulos: «Por que é que estão a envergonhar esta mulher? Na realidade, ela praticou uma bela ação para comigo. Pobres hão de ter sempre convosco, mas a mim não me poderão ter sempre. O que esta mulher fez, ao deitar-me o perfume, foi preparar-me para a sepultura. E fiquem sabendo que em qualquer parte do mundo onde esta boa nova for pregada, será contado o que acaba de fazer, e assim ela será recordada!" Mateus 26:6-13 Começamos a devocional da Quaresma com alguém que realmente percebeu. Maria, irmã de Marta e Lázaro, realmente percebeu. Na verdade, ela percebeu mais do que os discípulos indignados que tentaram impedi-la de "desperdiçar" o perfume em Jesus. Ela, talvez, percebeu que Jesus não estaria com eles por muito mais tempo. A sua resposta à morte iminente de Jesus é bela. Ela adorou-O. Não uma adoração casual, do tipo “o que vem a seguir na agenda”. Mas uma adoração extravagante, em que ela não calculou o custo. Foi uma adoração devota, uma adoração extraordinária, talvez até uma adoração irracional. Ela não olhou para o relógio, nem para a sua carteira, nem para as pessoas à sua volta que a julgavam. Em vez disso, ela olhou para Jesus. Ela permitiu que Ele preenchesse a sua visão e eclipsasse tudo o mais ao seu redor. Ela adorou como se ninguém estivesse a ver. A caminho de casa Qual é a minha resposta à morte de Jesus na cruz? Estou a oferecer-Lhe um sacrifício de adoração e louvor? Ou o meu sacrifício nesta época da Quaresma é mais voltado para o meu próprio benefício? Oração Pai Celestial, ajuda-me a adorar de uma forma que envolva verdadeiramente todo o meu ser. Ajuda-me a amar-Te não apenas com as minhas palavras, mas com toda a minha alma, a minha mente, a minha força e o meu coração. Não me deixes contentar-me com uma adoração morna, mas deixa-me arder com a chama da fé inflamada por uma profunda reverência por Ti. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
¿Qué hace realmente un interiorista cuando tiene solo un día en París? En este vídeo no hago turismo. Observo. Analizo. Pienso en voz alta. Te llevo conmigo a recorrer París desde la mirada de un interiorista: cómo observar espacios, materiales, proporciones y personas para convertir un viaje corto en ideas reales de diseño que luego se aplican en proyectos. Visitamos algunos de los lugares más interesantes de la ciudad desde el punto de vista del interiorismo, la arquitectura, el diseño y el branding: – Louvre y Jardín de las Tullerías – Club privado histórico – Maison Liaigre – Maison Alaïa – Yves Saint Laurent Rive Droite – Rue Saint-Honoré: perfumería tradicional vs Le Labo – Aesop Paris – Bourse de Commerce (instalación de Ronan & Erwan Bouroullec) Este podcast es para ti si: ✔️ Eres interiorista, arquitecto o diseñador ✔️ Te bloqueas diseñando y no sabes por qué algo funciona o no ✔️ Viajas y sientes que "ves mucho pero aprendes poco" ✔️ Quieres desarrollar criterio, no copiar estilos Hablamos de: interiorismo contemporáneo diseño de interiores de lujo observación creativa materiales, proporción y contexto branding aplicado al espacio París como escuela de diseño París no inspira por sí sola. París educa el ojo… si sabes mirar. 3 Vídeos de París https://youtube.com/playlist?list=PLAXxDswTMDrkyTLNveK6dqVjQcXKFyhnA&si=TGAMLZ6alkZi-1y2 Gracias por pasarte por aquí. Miriam Un poco sobre mí... Soy Ingeniera de la Edificación y diseñadora de interiores, me he especializado en proyectos de alta gama. Con 15 años de experiencia en la industria del diseño, he tenido el privilegio de colaborar con una amplia gama de clientes, incluyendo promotores, constructores, agentes de la propiedad inmobiliaria, empresarios y clientes privados. He completado con éxito más de 25 proyectos en siete países diferentes (España, Reino Unido, Bahréin, India, Bahamas, Turks and Caicos, y Suiza) y he tenido el placer de trabajar con clientes de 11 nacionalidades. Mi proyecto de más valía hasta la fecha supera los 50 millones de libras, y uno de mis logros más destacados fue el diseño de una promoción de 16 apartamentos, donde el ático se posicionó con un récord histórico como el piso de un dormitorio mejor pagado por metro cuadrado en la historia de Westminster, Londres. Actualmente vivo en Londres y continúo trabajando en múltiples proyectos locales e internacionales. Aprovechando las capacidades del mundo digital, he producido y lanzado este podcast, "Atelier Prada", donde, de manera distendida y coloquial, abordo diferentes temas del mundo del interior con el objetivo de compartir parte del conocimiento que he adquirido durante estos años cada semana. Para obtener más inspiración en diseño de interiores www.miriamprada.com https://miriamprada.com/podcasts/ https://www.youtube.com/@miriamprada https://www.instagram.com/bymiriamprada/ https://www.tiktok.com/@bymiriamprada Aviso legal: Nadie patrocina este PODCAST. Todas las opiniones y puntos de vista son míos.
Si observamos cómo va el mundo, vemos que es tal cual lo experimentamos. No estamos equivocados, solo estamos solos.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Nuestra #ActitudCaminoAlSol para este día, la dedicamos a la frase: «Observo mi camino del 2025 con honestidad, reconociendo lo que fue, sin juicio.» Después de pausar, llega un momento inevitable: mirar. No hacia adelante todavía, sino hacia atrás, con la calma que da haber bajado el ritmo. Observar el camino del 2025 no es hacer un inventario de logros ni una lista de errores; es permitirnos ver lo que fue tal como fue.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1================================================= DEVOCIÓN MATUTINA PARA MENORES 2025“PALABRITAS DE CORAZÓN”Narrado por: Tatania DanielaDesde: Juliaca, PerúUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church ===================|| www.drministries.org ||===================04 de DiciembreLa ropa de un grupo especial«Los ejércitos del cielo, vestidos del lino blanco y puro de la más alta calidad, lo seguían en caballos blancos». Apocalipsis 19:14.La investidura del Club de Aventureros es un momento muy especial. Suele realizarse en los últimos meses del año y los niños celebran lo que aprendieron: hacen presentaciones y reciben obsequios especiales de sus líderes por su dedicación.Observo un grupo de niños y niñas de seis o siete años. Están vestidos con sus uniformes de aventureros. Tienen su banda, pañuelo y otros elementos del uniforme que demuestran qué significa ser un aventurero.Un niño pequeño se acerca al grupo. Él es hermano de uno de los aventureros. Todavía no forma parte del club, pero sus ojitos ya delatan su admiración y deseo de vestir también ese uniforme. La madre toma al pequeño en brazos y sonríe, mientras le acomoda el pañuelo a su otro hijo.Recuerdo los diferentes uniformes que usé en mi vida: de escuelas, de clubes, vestidos de Navidad, etc. Los uniformes sirven para identificarnos como grupo, como miembros de algo que no es individual, sino colectivo. Allá en el cielo vestiremos ropa blanca. No sé cómo serán esas prendas, pero sé que serán hermosas, porque su significado es lo más importante: nos identifican como habitantes del Reino de Dios.Mi oración: Padre que estás en el cielo, quiero usar el uniforme celestial.Conversa con tu familia sobre cómo reconocemos a los seguidores de Jesús: por su comportamiento, sus actitudes y su manera de ser.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1================================================= DEVOCIÓN MATUTINA PARA MENORES 2025“PALABRITAS DE CORAZÓN”Narrado por: Tatania DanielaDesde: Juliaca, PerúUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church ===================|| www.drministries.org ||===================22 de NoviembreUn monito testarudo«Así que cambia la actitud de tu corazón y deja de ser terco». Deuteronomio 10:16.Los monos capuchinos son divertidos. Tienen mucha agilidad y es interesante ver como juegan entre ellos. Al caminar por el parque veo cómo saltan de rama en rama por los árboles. Los más pequeños se aferran a la espalda de los más grandes. Nos miran, curiosos como siempre.Hasta que observo a uno de ellos intentando recoger una botella de agua que está en el suelo. Se cuelga de una rama delgada, casi en la punta, y se inclina. Hay gritos. Parece que los demás monos notaron la actitud de este pequeño mono y no están de acuerdo con lo que está haciendo. Pero el monito testarudo sigue intentándolo. Observo cómo otro mono le hace ruido, pero él persiste en su terquedad, incluso con varias personas alrededor y su familia de monos siguiendo su camino y dejándolo atrás.Al final, el monito se queda solo. Después de varios intentos, logra agarrar la botella, pero mira a su alrededor y nota que los demás ya están lejos. Ni siquiera sabemos cómo ayudar. ¿Será que podremos indicarle el camino?La cara preocupada del mono me enseña cómo la terquedad puede hacernos daño. La Biblia está llena de consejos sobre la perseverancia, que es diferente a la terquedad. Las personas testarudas no escuchan los consejos de los demás, quieren hacer las cosas a su manera y a veces salen lastimadas por ello.Mi oración: Querido Dios, ayúdame a ser un niño capaz de escuchar consejos. Quiero ser persistente en lo que es correcto, pero no testarudo.
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====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MENORES 2025“PALABRITAS DE CORAZÓN”Narrado por: Tatania DanielaDesde: Juliaca, PerúUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church ===================|| www.drministries.org ||===================08 de AbrilClub de aventuras«Todo lo has hecho por mí, Señor, ¡me emociona! Canto de alegría por todo lo que has hecho». Salmo 92:4.¿Conoces el Club de Aventureros? ¡Ese club es muy especial! Está formado por niños y adultos que aman a Jesús y quieren ayudar a las personas a conocer más acerca de su amor.Hay campamentos, pícnic, lectura de la Biblia, canciones, amistades y mucho entusiasmo. Observo mientras los aventureros se preparan para entrar al colectivo que llevará al club de campamento. Cada niño lleva su mochila y la sonrisa más enorme que te puedes imaginar. En las dos horas de viaje por la ruta, cantan y juegan con rimas. Es fácil ver en sus rostros lo que están sintiendo. La alegría se siente desde lejos; el corazón salta fuerte, animado.¿Cuándo fue la última vez que sentiste entusiasmo por alguna cosa? ¿Sabías que Dios se pone feliz cuando hablamos con él? ¡Síiiii! Según la Biblia, el cielo hace una fiesta entusiasta cada vez que una persona toma la decisión correcta, de estar cada día más cerca de Jesús.Mi oración: Querido Dios, quiero una vida entusiasta de amor y victorias, siguiendo tu camino.
Meditaciones para conectar con tu voz interior ✨Un espacio para volver a ti, a tu respiración, a tu esencia. A través de la quietud y la presencia, nos permitimos sentir, soltar y fluir con el momento presente, escuchando la sabiduría que habita en nuestro interior.
¿Alguna vez te has preguntado cuánto trabajo hay realmente detrás de un vídeo de YouTube?Hoy te traigo el camino completo: desde el momento en que una idea aparece en mi mente hasta que el vídeo llega a tu pantalla.Lo interesante de este proceso es que ha ido evolucionando con el tiempo.Empezó siendo algo bastante amateur, pero se ha convertido en un sistema eficiente que me permite mantener la calidad sin volverme muy loco (o eso creo).No estoy solo en este viaje. Alejandro, mi editor, es una pieza fundamental del engranaje que hace que todo funcione. Vamos a ver cómo colaboramos para llevar las ideas en bruto hasta el vídeo final que veis en el canal.¿Estás suscrito?1. De la observación nace la creaciónTodo comienza con la captura de ideas. Para esto utilizo principalmente AudioPen, una herramienta que me permite grabar pequeños audios cuando me surge una idea."Las mejores ideas aparecen en los momentos menos esperados. Si no las capturas al vuelo, se desvanecen."La fuente principal de mis ideas es, sorpresa, el mismo YouTube.Es un proceso meta: YouTube genera vídeos de YouTube.Observo tendencias, necesidades no cubiertas y preguntas recurrentes en mi nicho.Además, suelo escuchar podcast o incluso vídeos de YouTube en segundo plano mientras saco al perro, y esto me genera nuevas ideas, incluso cuando no estoy buscando.Trabajo con un sistema de listas de reproducción que te conté hace un tiempo.2. Transformando ideas en valor únicoUna vez tengo la idea cruda, comienza el proceso de darle mi enfoque personal:* Extraigo la información esencial de la idea original* Fundamento los conceptos con datos e investigación* Añado contexto e información complementaria* Lo más importante: aporto mi visión y experiencia personalEste es un momento crítico donde la idea pasa de ser algo genérico a convertirse en contenido con mi marca.3. El gancho: titulares y miniaturasAunque en este punto no creo las miniaturas definitivas, sí pienso en potenciales titulares y conceptos visuales. El CTR es fundamental en YouTube, así que dedico tiempo a pensar en:* Qué palabras generarán más interés* Qué enfoque visual complementará mejor el mensaje* Qué promesa estoy haciendo al espectador4. El esqueleto: creación del scriptAhora toca darle estructura. Redacto un script detallado que después pasará por un refinamiento con IA (uso Claude para esto). Esta revisión me aporta:* Ideas de información adicional relevante* Sugerencias para planos e imágenes complementarias* Mejoras en la estructura narrativaUn buen script es la columna vertebral de un buen vídeo.5. De las palabras a la cámaraCon el script finalmente pulido, llega el momento de grabar. Utilizo un teleprompter para mantener la fluidez y asegurarme de no olvidar puntos importantes.Aunque pueda parecer artificial, la práctica hace que la lectura suene natural mientras mantengo la precisión de los conceptos que quiero transmitir.Con el tiempo he conseguido que la redacción de mis scripts sea muy similar a mi forma de hablar, por eso casi no se nota la diferencia de cuando leo a cuando improviso.6. La transferencia a manos expertasEn este punto, envío a Alejandro:* Los brutos de vídeo* Recursos gráficos específicos* Referencias visuales* Indicaciones sobre el tono y ritmo deseadosLa comunicación clara en esta fase es crucial para evitar malentendidos.7. El primer feedback antes de editarAlejandro visualiza el material y mantenemos una conversación por WhatsApp donde:* Le explico la visión general del vídeo* Resolvemos dudas sobre secciones específicas* Definimos el estilo y dinamismo que buscamosEste diálogo previo ahorra muchas correcciones posteriores.8. La primera versión y refinamientoEspero a que Alejandro me envíe la primera versión editada.Este es un momento muy guapo donde empiezo a ver cómo mi idea toma forma visual.Con esta versión hago anotaciones sobre:* Pequeños fallos de comprensión sobre la idea* Erratas en textos o gráficos* Mejoras en dinámicas o transiciones* Ajustes de ritmo y énfasisEstos comentarios vuelven a Alejandro para implementarlos.9. Puliendo hasta la excelenciaRecibo la versión pulida, lista para exportar en 4K. A veces hacemos varias iteraciones hasta alcanzar el resultado deseado.Cuando el vídeo está listo, Alejandro lo sube directamente a YouTube con la configuración básica.10. Miniatura definitivaUtilizando Canva, creo la miniatura final basándome en la idea inicial pero ajustándola según:* El contenido final del vídeo* El título definitivo* Lo que he visto que funciona mejor en miniaturas anterioresNo soy diseñador ni aspiro a serlo. Si el canal creciese mucho, este apartado lo terminaría delegando, pero creo que aún estoy en un punto en el que puedo diseñarlo yo mismo y hacer pequeñas mejoras en cada nueva miniatura que saco.11. El tostón final: la descripciónCreo una descripción detallada que:* Resume el contenido principal* Incluye timestamps de las secciones importantes* Añade recursos mencionados en el vídeo* Incorpora mis enlaces principales* Utiliza palabras clave relevantesEsta descripción la pego directamente en YouTube y la suelo fabricar mediante Claude y una plantilla y un prompt que tengo para ello.12. El momento estratégico: la programaciónTras analizar datos, he detectado que los mejores días para publicar son miércoles, jueves y viernes. En estos días obtengo una mejor progresión de reproducciones y engagement.Sin duda, los días que más reproducciones acumulo son los domingos, por eso me interesa que YouTube sea capaz de procesar y comprender el vídeo en los días previos.Parece un poco contraintuitivo, pero así funciona en mi caso.El tiempo total: paciencia y constanciaDesde la idea inicial hasta la publicación transcurren aproximadamente 10 días. Este tiempo me permite:* No sentir presión excesiva* Mantener la calidad* Tener varios vídeos en distintas fases del procesoCrea en YouTube es diferente a cualquier otro tipo de contenido que produzco.Tiene muchas más fases, diferentes procesos y requiere más esfuerzo del que prevés siempre.Contar con Alejandro ha sido la única vía para poder mantenerlo en marcha y desde aquí le agradezco su implicación y trabajo :)Te recomiendoVamos con 3 cositas para esta semana:* WeRateDogs: una cuenta de Instagram que comparten fotos de perros* Sprint Hacedor: estamos en plena campaña en Haciendo Cosas y el día 24 comienza el próximo sprint hacedor. Si no sabes lo que es, te dejo este link.* Perderse por algún camino de pueblo. Nada como echar a andar por las eras y pisar unos cuantos charcos.Qué estoy haciendoEsta semana he comenzado mi carrera como DJ.Es broma, el jueves tuve mi primera clase y puedo decir que está muy infravalorado el proceso de hacer una sesión y pinchar.Uf, cuantas cosas a tener en cuenta y cuánto tengo que aprender.Como si me sobraran las horas…Dicho esto, hacía tiempo que necesitaba una actividad fuera del ordenador y que me forzase a abstraerme por completo.Además, el tema de la música siempre ha sido un acompañante en mi vida, así que ahora tengo ambos componentes en mi rutina.Buscaros cosas que os hagan desconectar de verdad y os apasionen.PDEstoy completando el listado de Beta Testers que os comenté en la edición del domingo pasado.El hueco disponible para la versión de consultoría ya está lleno, pero todavía quedan 4 huecos para entrar en la capa de "Aprende a tu ritmo" Contéstame a este contenido y te apunto.Un abrazote! This is a public episode. 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====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MENORES 2025“PALABRITAS DE CORAZÓN”Narrado por: Tatania DanielaDesde: Juliaca, PerúUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church ===================|| www.drministries.org ||===================18 de FebreroAeropuerto«En cambio, nosotros somos ciudadanos del cielo, donde vive el Señor Jesucristo; y esperamos con mucho anhelo que él regrese como nuestro Salvador». Filipenses 3:20.En el aeropuerto vemos muchas situaciones emocionantes. Observo el abrazo de los padres al hijo que llegó de viaje, y también la alegría de los niños llegando para el paseo de vacaciones. Hay una familia con carteles y globos de colores. Una pareja de ancianos está sentada en sillas de playa que algún pariente puso cerca del lugar del desembarque. Todos están expectantes. La puerta se abre, la puerta se cierra, y ellos levantan los hombros para corroborar si es la persona que esperan. Relajan el cuerpo cuando notan que aún no es.De pronto, estiro mi cuello: ¡los aplausos y las risas revelan que llegó la persona esperada! Una pareja joven con un bebecito cachetón atraviesan la puerta y corren para saludar a toda la familia. Escucho que la abuela dice: «Bienvenido, mi pequeño», mientras besa el pie del bebé.¡Es tan bueno ser bien recibido! ¡Es tan bueno ser amado!Un día haremos un viaje muy especial y llegaremos a un lugar hermoso, donde seremos muy bien recibidos. Jesús estará repartiendo coronas brillantes y ropa blanca a las personas. ¡Sí, en el cielo tendremos una familia eterna que celebrará nuestra llegada! Ah, cuán emocionante será escuchar de Aquel que tanto nos cuidó durante nuestros días: «¡Bienvenido, mi pequeño!», «¡Bienvenida, mi pequeña!».Mi oración: ¡Señor, quiero prepararme para el cielo!
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MENORES 2025“PALABRITAS DE CORAZÓN”Narrado por: Tatania DanielaDesde: Juliaca, PerúUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church ===================|| www.drministries.org ||===================29 de EneroEl faro de paraíBa«Me acosté y dormí, pero me desperté a salvo, porque el Señor me cuidaba». Salmo 3:5.Todavía no son las cinco de la mañana. Pronto los primeros rayos van a surgir de la oscuridad. Todos los días el sol aparece, primero despacio y sube, sube... hasta brillar fuerte en lo alto del cielo. Y en el Faro de Cabo Branco, en Paraíba, a las cinco de la mañana, el día amanece. En este lugar, que parece un castillo, mis papás decidieron casarse.El Faro queda en la Punta de Seixas, el lugar de Brasil más cercano a otro continente. La playa tiene tonos azules y verdes, y recibe a muchos turistas todos los años. ¿Sabías que yo nací en la ciudad donde aparece primero el sol en Brasil? Así es. Yo nací en esa ciudad que amanece antes que todas. Allí comenzó el amor de mis padres, revelando que también podemos «amanecer» en ese sentido de iniciar algo nuevo.Observo desde aquí, del Faro, a una niña de cabello ondulado. Debe tener cinco o seis años. Sostiene la mano de su padre, y se ve asustada en la oscuridad de la madrugada. Todos esperan con expectativa. Son casi las cinco de la mañana. La niña se suelta al ver la claridad que aparece en el horizonte. Yo me perdí el amanecer de hoy, completamente atenta a la reacción de ella: primero sonríe, llama la atención de la mamá, después respira, salta animada, se detiene y observa muy concentrada... Enseguida, la pequeña cierra los ojos... Desde aquí noto las manitas juntas, la oración emocionada de gratitud. Ella agradece por el sol, porque si la oscuridad le trae miedo, ahora es valiente, porque tiene la luz del día.El amanecer es una oportunidad más que tenemos para adorar al Señor, con la certeza de que en este día él te estará cuidando también: en casa, en la escuela, en el parque y adondequiera que estés. ¡Agradece por el día de hoy!Mi oración: ¡Señor, muchas gracias por ser la luz en mi vida! ¡Y gracias por este nuevo día!
El abogado querellante Daniel Martorell, consejero del Consejo de Defensa del Estado, aseguró que, en el marco del Caso Audios, hasta el momento, no se ve "participación delictual" del exministro Andrés Chadwick. Igualmente recalcó que "todos los elementos fuera de norma" tendrán que ser analizados.
Eu vejo você levando seu filho para terapia, enquanto seus amigos levam seus filhos ao futebol ou balé. Vejo você sair da conversa quando todos os seus amigos se vangloriam de conquistas e notas de provas de seus filhos. Vejo você fazer malabarismos com o trabalho e as reuniões. Vejo você sentada no computador ou no celular por horas investigando o que seu filho precisa. Vejo você fazer uma cara feia quando as outras pessoas reclamam de bobagens. Vejo você desaparecer aos poucos, mas você continua indo além para sua família. Eu vejo você puxar força da fraqueza com uma coragem que nem sonhou que tinha. Vejo você demonstrando respeito e admiração por professores, terapeutas e médicos que ajudam seu filho a se desenvolver. Observo você acordar de manhã cedo para fazer tudo de novo, depois de outra noite caótica. Eu vejo você lutando para viver mesmo quando se sente à beira do precipício. Eu sei que você se sente invisível e pensa que ninguém percebe... Mas eu quero que você saiba que eu te vejo... Eu vejo você avançar sempre. Vejo que você escolhe fazer todo o possível para dar ao seu filho os melhores cuidados em casa, na escola, na terapia e nos médicos. O que você faz importa. Vale a pena a luta! Naqueles dias em que se pergunta se consegue aguentar mais um minuto, quero que saiba que estou vendo você. Quero que você saiba que você é linda. Quero que você saiba que vale a pena. Quero que saiba que você não está sozinha. E naqueles dias em que você vê uma melhoria, nos momentos em que o trabalho duro tem sua recompensa, e você pode provar o sucesso, eu também os vejo. E tenho orgulho de você... Quero que saiba que o amor é a coisa mais importante e que você é a melhor nisso. Você sabe Quem eu sou. E hoje só queria que você soubesse: eu vejo você!
Eu vejo você levando seu filho para terapia, enquanto seus amigos levam seus filhos ao futebol ou balé. Vejo você sair da conversa quando todos os seus amigos se vangloriam de conquistas e notas de provas de seus filhos. Vejo você fazer malabarismos com o trabalho e as reuniões. Vejo você sentada no computador ou no celular por horas investigando o que seu filho precisa. Vejo você fazer uma cara feia quando as outras pessoas reclamam de bobagens. Vejo você desaparecer aos poucos, mas você continua indo além para sua família. Eu vejo você puxar força da fraqueza com uma coragem que nem sonhou que tinha. Vejo você demonstrando respeito e admiração por professores, terapeutas e médicos que ajudam seu filho a se desenvolver. Observo você acordar de manhã cedo para fazer tudo de novo, depois de outra noite caótica. Eu vejo você lutando para viver mesmo quando se sente à beira do precipício. Eu sei que você se sente invisível e pensa que ninguém percebe... Mas eu quero que você saiba que eu te vejo... Eu vejo você avançar sempre. Vejo que você escolhe fazer todo o possível para dar ao seu filho os melhores cuidados em casa, na escola, na terapia e nos médicos. O que você faz importa. Vale a pena a luta! Naqueles dias em que se pergunta se consegue aguentar mais um minuto, quero que saiba que estou vendo você. Quero que você saiba que você é linda. Quero que você saiba que vale a pena. Quero que saiba que você não está sozinha. E naqueles dias em que você vê uma melhoria, nos momentos em que o trabalho duro tem sua recompensa, e você pode provar o sucesso, eu também os vejo. E tenho orgulho de você... Quero que saiba que o amor é a coisa mais importante e que você é a melhor nisso. Você sabe Quem eu sou. E hoje só queria que você soubesse: eu vejo você!
A afirmação do dia é: Observo o fluir da minha energia para encontrar a minha cura. A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: A mente dos sete chakras. O cristal de conexão do dia é: Quartzo Branco. Para aprofundar seus conhecimentos sobre cristais e meditações, visite: Portal Alvorecer: https://portalalvorecer.com.br/ Gabi Rubi Store: https://loja.gabirubi.com.br/
‼️ te recomiendo que escuches el Podcast en velocidad 8, porque sino es mucha información
Juan David Betancurelnarrodororal@gmail.comHabía una vez un joven de 10 años que vivía con sus padres en una casa de dos pisos. El joven llamado Manuel había crecido siempre cuidado y protegido de sus padres y realmente no había desarrollado muchos temores ya que su vida había sido cómodo y tranquila. Los padres de Manuel habían decidido hacer algunas remodelaciones en su casa y parte de estas era la creación de una nueva habitación en la primera planta de la casa. La casa hasta ese momento estaba dividida en dos. En la parte inferior estaba el salón social, la cocina y el comedor y el baño social. Anexo a este primer piso se encontraba un garaje doble que daba directamente a la calle. En la parte superior estaban las 4 habitaciones de la familia. Como los hermanos mayores ya habían crecido querían tener cada uno una habitación independiente y por eso los padres de Manuel decidieron dividir el garaje doble y crear una nueva habitación en el primer piso. Una vez terminadas las obras de construcción se tenia una habitación confortable con un gran armario que cubría toda la pared que servía de división entre el garaje simple y el cuarto nuevo. Como Manuel era el más joven y la habitación era la más pequeña de la casa se decidio que el muchacho dormiría en ese cuarto. Manuel ya estaba suficientemente grande para poder dormir solo. Pese a estar muy emocionado por dormir solo en su propio cuarto Manuel tenia un solo temor que no era capaz de contar. Manuel sabía que en esa casa de dos pisos el estaría solo en el piso de abajo. Si bien el sabía que sus padres y sus hermanos estaban solamente a una escalera de distancia también sabía que por la noche una vez se apagaban las luces el primer piso era solo penumbras. Pero el ya tenia 10 años y debía demostrar que no le tenia miedo a la oscuridad. Todo debía parecer normal para que sus padres le permitieran continuar durmiendo solo y no con uno de sus hermanos mayores. Pero llegaría aquella noche. Todo había comenzado de forma normal. Manuel, sus padres y sus hermanos habían estado disfrutando de la comida en el comedor y luego habían visto televisión juntos en la sala. Ya cuando eran las 10 de la noche los padres de Manuel apagaron el televisor y todos se retiraron a dormir a sus respectivos cuartos. Manuel como de costumbre camino a su cuarto y se acosto en su cama. Los padres apagaron todas las luces de el primer piso y subieron las escaleras al segundo piso después de despedirse de Manuel. Manuel estaba aquella noche en la oscuridad del primer piso de su casa con solo la luz de su mesa de noche. Después de leer un rato apago la luz y las tinieblas de su casa lo rodearon absolutamente. La noche era oscura y su casa igualmente. Desde su cama Manuel no podía ver nada más allá de la puerta que dividía su cuarto de la sala donde momentos antes había estado viendo televisión. Más allá todo era negro y nada se podía distinguir. Manuel ya se había casi acostumbrado a la oscuridad y la soledad de estar en otro piso diferente a sus hermanos y sus padres. Pero era casi porque siempre tenia una pequeña angustia que lo acompañaba a la hora de dormir. Apago la luz de su lampara y cerro los ojos y de forma activa pensó que debía dormir. Ya Manuel estaba en ese borde irreal donde no se esta dormido pero tampoco despierto cuando oyó un sonido. No era nada que hubiera sentido anteriormente. Este sonido era algo nuevo. Algo que no podía definir. Algo que no comprendía. Saliendo de aquel medio sueño, llevo la mano al interruptor de sus lampara y la prendió. Observo todo a su alrededor y no observo nada extraño. Posiblemente fue el viento. Aquella noche había empezado a llover y podía ser que el viento hubiera en
1/ Cráneo & Lasser. Hey Bro! (Prod. GXNZX). 2/ RAPSUSKLEI. Corsarios. 3/ MIDAS ALONSO. Tyrion. 4/ ZOO. Epíleg. 5/ SAME BLOOD. Pasión. 6/ DJ ROSVIL. Learning feelings. 7/ VUNBEATS. El momento adecuado. 8/ CHATA SER. Todo puede ser. 9/ RITA LO. Bala perdida. 10/ G PARSI. Low. 11/ ILL PEKEÑO, ERGO PRO, ISRAEL B. Top Billin'. 12/ LIL AIDEN. Subnrmal. 13/ SANTIAGO MOZZARELLA. El escapado. 14/ SUREKID. Cuchillos. feat ISAYAH THOMAS y JAVIER LAOCOONTE. 15/ XCESE. Fardos. 16/ KAMI & R DE RUMBA. Observo. 17/ TITÓ MUSIC. Done. feat DOHNAIRE.Escuchar audio
Observo a algunos líderes que empiezan a enviar cantidades de archivos, videos y PDFs, pero en mi experiencia, quizás lo que necesitan para empezar es algo un poco más sencillo. ¡Te invito a ver este video y descubrirlo!
Para este vídeo necesitas las notas de tu móvil o bolígrafo y papel. ¿Por qué? Porque es un test para saber si eres un buen conductor… te haremos 10 preguntas y tienes que contestar con sinceridad… y sumar al final… ¿te atreves? ¿Crees que eres un buen conductor? ¿Qué nota te pondrías de 0 a 1000 puntos? Hoy vamos a jugar, pero es un juego en el que podemos aprender a conocernos mejor, saber lo que hacemos bien y lo que hacemos mal… Os invito a que hagáis este test y, sobre todo, a que compartáis, ¡sin mentir! cuál ha sido vuestro resultado. Confío en que todos aprobareis con nota. 1. Presiones. A. Miro las presiones justo antes de salir. B. Voy a una gasolinera a mirar las presiones. C. Miré las presiones la semana pasada. 2. Rotondas. A. Pongo el intermitente y salgo. B. Doy una vuelta más para colocarme en el carril derecho. C. Me cambio de carril en la incorporación a la rotonda. 3. Adelantamientos. A. Me acerco y meto la marcha más corta posible. B. Hay espacio de sobre y según pasa un coche de frente pongo el intermitente. C. Dejo espacio con el coche que voy a adelantar y poco antes de que pase el coche que viene de frente comienzo a acelerar. 4. Alcohol. A. Me tomo las dos copitas, luego un café bien cargado y un chicle de menta, por si me paran en un control. B. Me bebo una copita y salgo una hora después de la comida. C. Voy en taxi y bebo lo que me dé la gana. 5. Limpias. A. Doy a los limpias y abundante agua, porque yo hecho detergente y los limpia muy bien. B. Nunca uso los limpiaparabrisas si llevo a alguien cerca, menos si es una moto. C. Me paro en una gasolinera y limpio el parabrisas de verdad. 6. Paradas. A. Cada dos horas paro a tomar un café y estirar las piernas. B. Para al menor síntoma de cansancio lleve el tiempo que lleve conduciendo. C. Nunca viajo sin un Red Bull en la guantera. 7. Manos. A. Si es muy largo confieso que muchas veces solo agarro el volante con una mano. B. Honestamente, no me he fijado. C. Una frente a otra a mitad del aro. 8. Desvíos. A. Dejo de acelerar y poco a poco me voy cambiando de carriles. B. Sin disminuir la marcha, si es posible, me cambio de carril y freno suavemente ya en el desvío. C. Acelero para buscar un hueco e irme a la derecha. 9. Cambio. A. Pues… no lo sé… cambio de oído según las circunstancias… B. Observo muy bien el cuenta-rpm y cambio exactamente al régimen de par máximo. C. Me dejo un margen de 1.000 rpm hasta la zona roja… 10. Espejos. A. Cada 10 segundos en ciudad y cada 20 ó 30 en carretera y autopista. B. No lo tengo claro, pero sé lo que pasa a mi alrededor siempre. C. Cuando voy a hacer algún tipo de maniobra. Puntuaciones… ¡Llega el momento de la verdad! Vamos a ver cómo de acertadas han sido tus respuestas. 1. Presiones. a. 100 b. 50 c. 0 2. Rotondas. a. 50 b. 100 c. 0 3. Adelantamientos. a. 50 b. 0 c. 100 4. Alcohol. a. 0 b. 50 c. 100 5. Limpias. a. 50 b. 0 c. 100 6. Paradas. a. 50 b. 100 c. 0 7. Manos. a. 50 b. 0 c. 100 8. Desvíos. a. 50 b. 100 c. 0 9. Cambio. a. 100 b. 50 c. 0 10. Espejos. a. 100 b. 50 c. 25 Conclusiones. ¿Has sumado ya? Cuánto suma. Para hacerlo fácil haremos cuatro tramos: -De 850 a 1.000 puntos…. Eres, sin ninguna duda, un muy buen conductor. -De 700 a 850. Eres un buen conductor… pero hay que pulir detalles. -De 500 a 700. Aprobado “raspado”. Si estás cerca de los 700, tiene un paso, pero si estás más cerca de los 500, hay que mejorar urgentemente Menos de 500. Voy a ser muy duro: No sé si eres un verdadero “garajista” … ahí lo dejo.
En “relatos de presente”, el permiso. ¿Cuánto te permites salir de la zona de confort? ¿Cuánto confronta esto con tu necesidad de control? En el permiso se encuentra la clave hacia la libertad personal. Todos los relatos que escucharás en esta sección son historias de oyentes del podcast, personas cómo tu y como yo, en proceso de aprendizaje continuo, protagonistas de comprensiones profundas e inspiradoras que espero te sirvan como semillas de reflexión y aprendizaje que te lleven directas a tu Yo Profundo.
Programa Primero observo a las jóvenes de Luis Palau Responde
Te traemos un expediente de una mujer sumamente tóxica, así que no te lo pierdas aquí con Yordi en exa.
rros de treino que observo nos meus novos alunos
Cambios… transformaciones, transiciones… Todo se mueve, los escenarios mutan y sentimos que estamos en la tormenta tratando de atajar un centro para no salir disparadas. En estos momentos de intenso cambio, nuestra mejor compañía es la ACEPTACIÓN, la confianza y aunque no te guste escuchar esta palabra: la entrega también. Aceptar el proceso, confiar en que es lo mejor para mi (aunque no entienda un pomo qué es lo que está pasando) y entrega para dejar de resistirme y sumarme a la corriente. Estas afirmaciones te van a ayudar a centrarte en estas 3 virtudes y ya que todo cambia, pasarla lo menos peor!! ¿Comenzamos? Respiro profundamente aire de vida. Este es mi momento de presencia. Me voy sintiendo y trayendo a este instante. Observo como todo cambia en mi todo el tiempo. El aire ingresa, y sale, para hacer otro ciclo… y así hasta el final de mis días. No hay una respiración igual a la otra… Está bien que todo esté cambiando. Acepto, confío y me entrego. Me permito no entender qué está pasando. Me permito sentirme perdida. Todo está bien en mi mundo. Todo existe para mi beneficio. Agradezco todo lo hermoso que fue. (Podés pensar en alguien a quien quieras agradecerle en puntual) bendigo a las personas que estuvieron en ese ciclo. Perdono y me perdono. Al ciclo que está pasando le digo: “Lo siento, perdóname, te amo, gracias” “Lo siento, perdóname, te amo, gracias” Dejo ir, suelto, libero Dejo ir, suelto, libero. Me permito sentir lo que esté sintiendo. Ser fuerte es ser vulnerable. Ser vulnerable es ser fuerte. Puedo sentir lo que esté sintiendo. Acepto e integro mis emociones al cambio. En la vida hay ciclos. En mi vida también. Dejo de resistir el proceso y me uno. La vida es un constante cambio. Yo soy vida. Yo soy cambio. El cambio es lo único permanente. Yo soy estabilidad. Suelto el control y confío. No sé cómo van a suceder las cosas. Me entrego y confío. Doy mi 100% desde el amor. Todo está bien en este momento. Respiro profundamente. No hay nada que solucionar. Paso a paso. Momento a momento. Respiro conscientemente. Me entrego a vivir este momento presente. Estos cambios traen nuevas aventuras, alegrias y oportunidades. Acepto, confío y me entrego. Gracias, Gracias, Gracias.
Este es un episodio especial para que te reconcilies metafísicamente con lo que representa la figura paterna en tu vida. Aprenderás a observar a tu papá sin juicio y entenderás que él dio lo que pudo dar y que sin él tú no estarías aquí disfrutando de este gran regalo que es la vida. Al hacer las paces con toda esta energía masculina podrás trascender aquello que no te gusta y elegir lo que sí va en sintonía contigo. Te invito a que escuches los decretos que te regalo y descubras la capacidad que tienes para respetar y agradecer. Suscríbete a mi canal de youtube y recibe cada mes una meditación gratuita: https://www.youtube.com/c/MarthaSánchezNavarro *Bonus* Actividad del episodio: Siembra una semilla y date cuenta de su proceso de vida y éxito. Presúmela en redes sociales utilizando el hashtag #EnConcienciaPODCAST y etiquétame: @marthasn_
¡Estamos de regreso! ¿Cuáles creen que eran las materias favoritas de Iván y Paulina, cuando iban a la escuela? En este episodio conversamos un poco sobre la escuela en México y en España y compartimos algunos de nuestros recuerdos más divertidos. También introducimos la sección "Expresión de la semana" y hablamos sobre un término que hacer referencia a "hacer trampa" en un examen o prueba. Obtén la transcripción Abrir en Transcript Player (https://play.easyspanish.fm/episodes/ik3f3h8ektscg9c) Descargar como HTML (https://www.dropbox.com/s/ik3f3h8ektscg9c/easyspanishpodcast2_transcript.html?dl=1) Descargar como PDF (https://www.dropbox.com/s/6xst0yz2kvlguzp/easyspanishpodcast2-transcript.pdf?dl=1) La transcripción interactiva de los episodios 1, 2 y 3 estará disponible de forma libre y gratuita. Si quieres recibir las transcripciones para todos nuestros episodios, así como material extra y acceso anticipado, únete a nuestra membresía de podcast: patreon.com/easyspanish Transcripción Iván: [0:05] Hola hola, Paulina, ¿cómo estás? Paulina: [0:07] Hola, bien, Iván, ¿y tú? Iván: [0:09] Muy bien, muy contento. Tuvimos hace una semana el primer episodio del podcast y creo que fue muy bien. ¿Tú qué opinas? Paulina: [0:19] Pues para mí bien, pero a mí me encantaría escuchar, de* aquellos que nos escucharon, que nos dejen sus comentarios. Quiero saber qué les pareció el podcast, y tal vez algunas sugerencias de temas. ¿Cómo ves, Iván? Iván: [0:36] Lo veo genial. Además, estoy muy contento porque además de haber empezado el podcast, estamos ahora con el segundo episodio y además esta semana en Alemania y en algunos países de Europa comienzan las vacaciones de Pascua. No sé si también las tenéis en México. Paulina: [0:56] Sí, nosotros tenemos Semana Santa y Semana de Pascua de vacaciones. Bueno, en mi caso, en este momento mi vida no está tan alineada con ese tipo de vacaciones, pero sí, en general, sí, las escuelas tienen vacaciones estas dos semanas. Iván: [1:14] Sí, de hecho, yo me acuerdo cuando cuando estaba en el colegio para mí, las las semanas de Pascua, las vacaciones eran una cosa muy guay porque estaban en medio del calendario escolar que ni te enteras, ¿no?, porque normalmente es como dividir el año entre verano y Navidad, ¿no? Y de repente, ahí en medio tienes las vacaciones de Pascua, que no sabría decirte muy bien exactamente, creo que dura una semana, depende de la comunidad, del país y todo esto. Pero aquí, por ejemplo, en Alemania, el viernes y el lunes es festivo, así que no se trabaja normalmente y estoy muy contento, pero bueno, enfocando ahora el tema de la escuela, como tú has mencionado, ¿qué te parece si el tema de esta semana podría ser un poco la escuela, en general? Loc: [2:04] Tema de la semana. Paulina: [2:06] Sí, Iván, ahora que me estabas mencionando lo de la escuela, estaba recordando esa sensación y creo que podríamos hablar mucho de eso. Y también te quería preguntar de eso de las vacaciones de de Pascua. ¿Ustedes tienen vacaciones de Semana Santa una semana antes? Iván: [2:28] Creo que de hecho... Eh, yo siempre les he conocido como vacaciones de Semana Santa. Cuando... así al menos las llevamos en en España. Tanto de Pascua como de Semana Santa, creo. No lo sé. Quizás me estoy equivocando, pero juraría que siempre hemos dicho Semana Santa y es lo que te decía... Pues una semana como en medio del calendario. Depende del año son un poco antes o un poco después, pero normalmente se llaman de Semana Santa. Creo que aquí en Alemania, por ejemplo, son más de Pascua. Paulina: [3:00] Ah okay, es que en el caso de México, nosotros tenemos Semana Santa que sería esta semana y la siguiente semana es la semana de Pascua. Entonces normalmente, en estas vacaciones, los niños que siguen en la escuela tienen dos semanas: una semana entera de Semana Santa y una semana entera de Pascua. Entonces son dos semanas. Iván: [3:25] Guau. La verdad tendría que revisarlo, pero creo, normalmente, también influye el cambio de trimestre, ¿no? Porque en España, por ejemplo, se divide en el año escolar en tres trimestres. Entonces creo que las semanas de Pascua justamente son el final del segundo trimestre y... e inicia el último trimestre, el tercero. Paulina: [3:47] Ay, cuando te escucho eso me hace pensar que seguramente tenemos una estructura muy distinta de lo que es la escuela. Entonces me encantaría escuchar cómo era tu escuela, por ejemplo, tus horarios... ¿A qué hora entran? ¿A qué hora salen? Más o menos. Platícame un poco de la estructura porque seguramente hay algunas diferencias en [relación a] la estructura de México. Iván: [4:11] Si no me equivoco, en toda España, el, digamos, las horas de escuelas son un poco diferentes porque... sí que es verdad que están las horas de nueve a cinco, es decir, que estás en el colegio de nueve a cinco. Paulina: [4:24] ¡Guau! Iván: [4:25] Cosa que en otros países de Europa es algo inimaginable. O sea, muchos niños van al colegio solo hasta la hasta la una, hasta las tres. Entonces es verdad que en España lo que yo recuerdo al menos era ir a clase de nueve a once, luego de once y media tienes como un descanso. Paulina: [4:43] ¿Pero te sales de la escuela? Iván: [4:45] No, tienes como el patio, es la hora de esbarjo (Catalán), que se llama, de recreo, y luego tienes de once y media a una normalmente o una y media hasta las tres. Ese momento si puedes ir a tu casa o te quedas en el colegio para comer. Y luego de tres a cinco tienes otras los clases normalmente. Este sería como el horario estándar. Yo conozco otras escuelas que hacían también como horario intensivo. Es decir, los niños estaban en el colegio hasta las tres o hasta las dos. Solo tenían una pausa de media hora. Madre mía, es que ahora pienso en eso y es... como... el colegio como un trabajo, ¿no? Paulina: [5:26] Todo el día. Iván: [5:31] Todo el día hay metidos. Sí, sí. Y si luego te te parece eternidad y con razón, ¿no? Pero sí, ¿y en México cómo funciona? Paulina: [5:42] En primaria entras a las ocho de la mañana y sales a las dos y media de la tarde y tienes un recreo alrededor de las diez y media, entre diez y media y once y veinte es más o menos los recreos de las escuelas. Entonces, cuando escucho que ibas a la escuela todo el día a mí me parece impresionante porque yo siento que yo sentía que iba mucho a la escuela. Yo era de las últimas que entraba al salón y de la primera que tenía la mochila puesta para cuando sonara la alarma, y yo ya estaba fuera. Iván: [6:21] Sí, sí, es demasiado. Y ahora que lo pienso, no, como te decía, me parecen muchísimas horas. Lo que yo ahora te quiero preguntar, porque has dicho lo que eras la primera y la última con la mochila, ehm, ¿cómo, te definirías? ¿Te gustaba el colegio? Te definirías como una buena estudiante, entre comillas, o más bien, bueno, no mala, ¿no? Pero que no te gustaba tanto. Paulina: [6:45] Pues a mí siempre me ha encantado aprender. Era de las alumnas que buscaba ponerme hasta enfrente de la clase y escuchar todo, sobre todo en clases que me interesaban y [en las] que había buenos profesores. Entonces tenía buena relación con ellos porque los escuchaba mucho y pues, aprendía, pero siempre tuve un problema con las tareas. Nunca hice tareas. Creo que recuerdo haber hecho tres tareas en mi vida. Yo salía de la escuela y me olvidaba por completo y pues tenía una escuela bastante flexible. Y entonces, como escuchaba las clases me iba bien en los exámenes y pues no entregaba tareas. Entonces no era una estudiante de diez. Esa es la máxima calificación aquí en México. No sé como sea en otros países, pero digamos que bien. Iván: [7:41] Pues la verdad que para mí la escuela fue una época divertida y tengo que confesar que era buen estudiante. O sea, era vago en el sentido que no me esforzaba demasiado, pero siempre he sido una persona con buena memoria. Entonces siempre era de estudiar el último día, el día de antes me tiraba, quizás no sé cinco horas memorizando todo el libro. Entonces ahora lo veo un poco con la vista atrás, ¿no? Echo la vista atrás y miro un poco la situación y la escuela creo que obviamente es un lugar muy, muy importante, donde se forjan, pues la personalidad, las cualidades de una persona, las amistades también, ¿no? Como comentas todo el tema social, pero a la vez creo que a veces es un lugar donde se tiene en cuenta sólo la capacidad de memoria. Creo que ahora, últimamente, en estos últimos años, están intentando también como mejorar otras capacidades pero siempre relacionado a la escuela, con una etapa en la que, bueno, tú tienes unas unos conocimientos que tienes que memorizar. Luego tienes un examen, tienes que expulsar todo y como tú dices, ¿no? Llega, toca el timbre y te olvidas. Sí que tengo asignaturas, por ejemplo, que me gustaba mucho. Me gustaba mucho, pues lengua, ¿no? Castellano, catalán, en mi caso, inglés también cuando hacíamos lenguas extranjeras y no me gustaba mucho las matemáticas, porque bueno, no sé, quizá soy una persona más de... más de palabras, no, pero sí que matemáticas, economía, todas estas tareas no me apasionaban. Sí que es verdad que luego, al crecer, ¿no? Cuando uno se hace mayor, sí que tienes unos intereses que dices "Uy, pero si a mí nunca me han gustado los números", y luego, pues no sé, te pones a leer artículos, te pones a informarte por tu propia cuenta y te gusta. Tú, ¿qué asignaturas, por ejemplo, te gustaban? Paulina: [9:42] Pues ahora que dijiste eso de que antes a lo mejor no te gustaba una y ahora descubres que si te gusta... Creo que también cuando eres un niño, influye mucho el maestro que tienes y la forma en la que enseña, porque creo que los niños son naturalmente curiosos, y entonces sí, sí que hay algunas preferencias de temas, bueno, de de materias, pero yo creo que las materias que más disfruté fue... fueron aquellas que que me... me enseñaba un profesor con compasión a la materia. Entonces, pues, recuerdo una clase de lógica que era increíble, química y literatura. Y, por ejemplo, a mí me encanta dibujar y en mi escuela nunca tuve una buena clase de dibujo, y fue algo que descubrí después el arte en mi vida y me acuerdo que me sentía un poco frustrada en mi clase y no me gustaba, porque la sentía pues un poco boba, como que no me enseñaban nada. Entonces creo que influye mucho también los maestros en los niños. Y cuando me decías de la memoria y, bueno, creo que yo también tenía buena memoria, pero me acordé, de copiar... ¿tú alguna vez copiaste o era algo que hacías copiar en los exámenes? Iván: [11:19] Guau. Guau. Sí, sí, sí. O sea, ahora que estabas hablando de un profesor, una profesora, me estaba acordando justamente de un profesor que teníamos nosotros, que nos hacía copiar el libro, o sea, teníamos un libro que habíamos comprado en un libro de texto. Teníamos que copiar a mano, emmm, todos los ejercicios, todas las preguntas... O sea, era una, perdón, no un profesor, una profesora que siempre quería que copiáramos nuestros resúmenes en la libreta y luego, cuando hacíamos un examen, teníamos que enseñarle nuestros resúmenes. Es decir, nos obligaba a hacer resúmenes y esto puntuaban el examen. ¿Qué pasa? Que... tú imagínate, ¿no? Un tema, no lo sé. La Edad Media, ¿no? Pues con un montón de información, como veinte páginas. Y claro, no sólo tienes esa asignatura. Entonces la mayoría de personas, ¿no? De alumnos, que, quizás, no sé, llámalo pues no tan activos de a la hora de estudiar o quizás más vagos, ¿no? Pues optábamos por, por hacer chuletas, ¿no? Por copiar. Paulina: [12:28] A ver, vamos a hacer un paréntesis y vamos a tomar esta expresión como expresión de la semana. Loc: [12:38] Expresión de la semana. Paulina: [12:40] "Hacer chuletas". Explícame, porque para mí eso es nuevo. Iván: [12:46] O sea, yo si digo hacer chuletas, ¿tú te piensas que estoy en la barbacoa? Paulina: [12:50] Justamente. Iván: [12:53] No, pues mira, a ver, también tiene elaboración eh, hacerse una chuleta no es algo fácil. Claro, hay que tener sobre todo creatividad, porque no puedes hacer un papel cual cualquier papel y ponerlo. No, no. Y de hecho, bueno, creo que ahora la gente seguramente habrá mejorado, no, pero yo cuando me hacía chuletas, pues eran típicos... Simplemente no hacerse una chuleta es agarras un papel, un trozo de papel, pones los datos que quieras copiar el examen o que te tengas que acordar, ¿no? Por ejemplo, en matemáticas, por ejemplo, sería, pues, una fórmula, ¿no? Decir "Vale, esta es la fórmula", ¿no? O en historia, pues fechas así claves, y entonces te las guardas pues en el bolsillo. Me acuerdo también cuando teníamos latín, pues guardábamos las chuletas en el diccionario. Bueno, bueno, es que el tema de las chuletas es un mundo aparte, ¿no? Pero sí que es verdad que que era, bueno, era muy creativo, creo yo, ¿no? Porque al menos lo que también pasa que cuando te hacías una chuleta, como estás copiando toda la información, poco a poco se te va quedando, ¿no? No sé si has leído alguna vez que dicen que a los humanos, cuando escribimos a mano se nos quedan las cosas como más, más en la mente, ¿no? Lo recordamos más fácil. Paulina: [14:13] Claro, que ya era como estudiar otra vez. Iván: [14:16] Exacto. Exacto. Y a veces me ha pasado que o me pasaba, ¿no? Que me hacía una chuleta. Y luego quizás ni la usaba porque como lo había intentado hace ya cuatro veces, ya me acordaba de las fechas o de lo que quería, de lo que quería escribir. Paulina: [14:32] Nosotros en México lo llamamos acordeón como el instrumento, porque justamente pues una técnica de hacerlo es hacerlo de manera en la que lo puedas estirar y que tenga más información. Entonces es pequeño y hay muchas técnicas, muchas, muchas. Y los profesores se Iván aprendiendo algunas, ¿no? Entonces te revisaban ciertas cosas porque pues la primera era apuntarte cosas en el brazo, ¿no? Y después ya era así. Ya eran cosas más sofisticadas y como por debajo de la... yo tenía un uniforme y de falda. Entonces te lo podías pegar en la falda, de manera que podías voltear la falda y pues nadie te iba a revisar adentro de la falda. Y yo no, yo no lo hacía mucho, pero vi muchas técnicas hasta abajo del zapato. Todas. Iván: [15:23] Bueno, por lo que me has contado te sabes todas, para haberte hecho chuletas te las conoces todas, Paulina, eh. Paulina: [15:30] Bueno. Observo mucho. Soy muy observadora, Iván. (Genial) Yo jamás. Iván: [15:36] Y creo que en alguna otra ocasión tendremos que hablar también del tema de los papelitos, ¿no? De pasarse papelitos en clase. Paulina: [15:45] Ah sí, como... Iván: [15:46] ¿No? De... para hablar con el compañero también es una buena, una buena técnica. Pero esto lo podemos dejar para para otro episodio. ¿Qué te parece? Paulina: [15:55] Sí. Me encantó eso de hacerse chuletas. Nadie me entendería aquí. Iván: [16:01] Sí, yo creo que aquí a hacerse un acordeón también sería raro. Paulina: [16:05] Pues vale, Iván. Pues sí, tendremos mucho que platicar en el podcast. Estoy segura. Iván: [16:14] Claro, Paulina. Chao, chao.