Podcasts about vejo

  • 601PODCASTS
  • 994EPISODES
  • 29mAVG DURATION
  • 5WEEKLY NEW EPISODES
  • Jul 13, 2026LATEST

POPULARITY

20192020202120222023202420252026

Categories



Best podcasts about vejo

Latest podcast episodes about vejo

Babi bere pravljice
Priti na zeleno vejo, slovenski frazem v pripovedi

Babi bere pravljice

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 8:56


Jezik je poln drobnih presenečenj, ki jih odkrijemo šele, kose vprašamo: “Kaj pa to v resnici pomeni?” Frazemi so prav takšna presenečenja — majhne skrivnosti, ki čakajo, da jih razvozlamo. Zato danes odprimo naslednjo in poglejmo, kaj skriva.Slovenski frazemi v pripovedi. Vir: fran.si :Janez Keber: Slovar slovenskih frazemov, slike: Artistly, bere Nataša Holy

Reportagem
Argentina vive onda de patriotismo entre Copa do Mundo e celebrações da Independência

Reportagem

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 5:02


A atual seleção da Argentina talvez não encante tanto quanto a equipe campeã da Copa do Mundo no Catar, mas segue conquistando a torcida pela capacidade de superar adversidades. Para o confronto deste sábado (11) contra a Suíça, pelas quartas de final, os argentinos depositam confiança não apenas na qualidade técnica do time, mas também na determinação dos jogadores. O momento coincide com as comemorações da Independência do país, ampliando o sentimento de orgulho nacional. Márcio Resende, correspondente da RFI em Buenos Aires “Argentina! Argentina! Argentina! Vamos, Argentina! Vamos ganhar!”. As palavras poderiam soar como ordens de batalha, mas são versos entoados por uma torcida que não desiste de acreditar nem de incentivar a seleção. Alguns dos cantos mais tradicionais das arquibancadas ecoam nesta semana em um lugar inusitado: o Festival de Bandas Militares, realizado como parte das celebrações do Dia da Independência, em 9 de julho. Entre hinos e marchas, as bandas executam músicas populares da torcida argentina, levando o público a cantar e se levantar das arquibancadas no Campo Argentino de Polo, em Buenos Aires. Nesta semana patriótica, diferentes elementos se misturam para reforçar o orgulho nacional: os 210 anos da Independência, a esperança pelo tetracampeonato mundial e a histórica virada sobre o Egito, na terça-feira (7), quando a Argentina reverteu uma desvantagem e mostrou ao mundo sua capacidade de reação. O major Alan Nuñez, diretor da banda militar Tambor de Tacuarí, do Regimento de Infantaria 1 Patrícios, o mais antigo do Exército argentino, afirma que há paralelos entre as batalhas históricas do país e a forma como a seleção se comporta em campo. “Como argentino, sinto uma grande emoção quando a seleção demonstra esse espírito de luta que acompanha nosso povo desde a independência. Vemos essa característica também no futebol, essa capacidade de não nos darmos por vencidos até o último momento”, diz. Conhecido popularmente como Regimento dos Patrícios, o grupo militar foi criado em 1806 em resposta às invasões inglesas e teve participação importante nas guerras de independência iniciadas após a Revolução de Maio de 1810. Também atuou, em 1827, na Guerra da Cisplatina, na Guerra do Paraguai, em 1865, e na Guerra das Malvinas.  Em tempos de paz, porém, a principal arena das emoções nacionais parece ser o futebol. “Quando a seleção conquista vitórias como essas, une todos os argentinos, independentemente de posições políticas ou diferenças sociais. E, quando isso acontece durante as comemorações da pátria, a emoção é ainda maior”, afirma o major. Euforia popular Nas arquibancadas do festival, o professor de educação física Lucas Bonilla, de 24 anos, diz viver uma semana especial. “É emocionante. Dá vontade até de chorar. Temos a Independência, temos a Copa do Mundo. É uma combinação incrível. Como argentino, me emociono vendo a seleção e também celebrando a pátria”, afirma, vestindo a camisa da equipe nacional. O último confronto entre Argentina e Suíça em uma Copa do Mundo ocorreu no Brasil, em 2014, quando os argentinos venceram por 1 a 0. “Vai ser um jogo muito duro. A Suíça é um adversário complicado, mas acho que vamos ganhar. Minha fé está mais viva do que nunca. E tomara que isso nos leve à semifinal contra a Inglaterra. É o que nós argentinos mais queremos”, diz Lucas. Ao seu lado, Martín Juárez, de 25 anos, carrega uma bandeira argentina em homenagem tanto à data nacional quanto à seleção. “Para os estrangeiros, explico que isso é a Argentina. Apoiamos o time incondicionalmente, e os jogadores respondem com muita garra e vamos todos com fé. Tenho muita fé em uma vitória da Argentina contra a Suíça”, afirma. Estado de graça Lucio Molina, de 58 anos, também acredita na vitória contra Suíça neste sábado, mas reconhece que a equipe tem pontos fracos na zaga. “Como argentino e tendo fé porque sou um homem de fé, acredito que vamos ganhar. Vejo uma partida muito difícil. Precisamos prestar atenção nos erros que tivemos na defesa. Estamos fracos nesse ponto. Temos de corrigir isso e sermos inteligentes”, analisa. Para ele, a virada épica contra o Egito, quando em pouco mais de dez minutos, virou o placar para três a dois, deixou o país em estado de graça. “É uma mistura de tudo que nos dá orgulho nacional e que nos deixa mais contentes. Quando temos vitórias no futebol, todos ficam alegres, ficamos alegres como nação. Quando a Argentina jogou estávamos tristes porque estávamos perdendo. Mas, de repente, apareceu esta força argentina e nos salvou. Ganhamos, graças a Deus. E nos alegrou como nação”, celebra. Ao lado dele, María Salguero, de 54 anos, também confia numa vitória na base da raça. “Esperamos um triunfo da Argentina neste sábado, mas precisamos ter cuidado. Todas as seleções que chegaram a esta fase são fortes. Ainda assim, temos muita fé porque nós latinos temos muita força e esta seleção argentina tem garra”, afirma.  Professora de informática e biologia, María diz usar a trajetória da equipe como exemplo em sala de aula. “Acredito que a mensagem que a seleção argentina nos ensina a ter fé até o último minuto e a trabalhar em equipe. A Argentina vence coletivamente, não pela individualidade. Esse é o exemplo que damos também aos alunos: de que devemos trabalhar em equipe. E, quando você pensa que já está derrotado, ainda restam dez minutos para reverter tudo”, ensina. Comunhão nacional Essa mensagem a pequena Antonella, de 11 anos, já entendeu. Depois da virada sobre o Egito, ela acredita que a Argentina pode conquistar mais um título mundial. “Suponho que a Argentina vá ganhar porque tem bons jogadores. A Argentina fez três gols e nos salvou contra o Egito porque, num momento em que não confiávamos que íamos ganhar, a Argentina fez três gols. Sim, acho que podemos ser campeões", diz.  Os argentinos estão em comunhão em torno da euforia, mas também do sofrimento. “Fiquei muito feliz com a vitória da Argentina. Quase morri. É uma forma de sofrer. É um sofrimento”, desabafa Antonella. O major Alan Nuñez vê nessa mobilização uma expressão do patriotismo argentino. “Desde criança eu sonhei em estar aqui numa banda militar. E hoje, ao sair e escutar as marchas militares, fico arrepiado e cresce no público o fervor patriótico”, diz. A seleção e a torcida parecem compartilhar a mesma característica: a insistência em seguir adiante mesmo diante das dificuldades. Há mais de dois séculos, a figura inspiradora era o general José de San Martín. Hoje, para muitos argentinos, esse papel cabe a Lionel Messi, símbolo de um país que volta a sonhar com mais uma conquista mundial.

Artes
Eduardo Souto de Moura recebe maior distinção da arquitectura mundial

Artes

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 9:14


Eduardo Souto de Moura recebeu esta terça-feira, em Barcelona, a Medalha de Ouro da União Internacional dos Arquitectos (UIA), a mais alta distinção mundial atribuída a um arquitecto em vida. O prémio reconhece uma carreira de mais de cinco décadas e faz do vencedor do Prémio Pritzker o segundo português a alcançar esta distinção, depois de Álvaro Siza, a quem representou recentemente na inauguração de uma exposição na UNESCO, em Paris. A cerimónia, integrada no Congresso Mundial dos Arquitectos, decorreu na Basílica da Sagrada Família e marcou um dos pontos altos da presença portuguesa em Barcelona, onde a Ordem dos Arquitectos e a Casa da Arquitectura organizaram vários momentos dedicados à projecção internacional da arquitectura portuguesa. Entre eles, um debate sobre o futuro da profissão e a inauguração da instalação "Ucronia", construída a partir de desenhos inéditos realizados por Souto de Moura nos anos 70. Dias antes de receber a distinção, o arquitecto contou-nos que a honra ia além do prémio em si. A presença do Presidente da República na cerimónia foi recebida como um gesto de reconhecimento institucional que o emocionou. "Fui honradíssimo pela ida do Presidente da República. Fico muito, muito honrado sempre", afirmou. Apesar do prestígio da distinção, Eduardo Souto de Moura garante que aquilo que verdadeiramente aprecia nos prémios não é o estatuto que conferem, mas a forma como aproximam a arquitectura das pessoas. "A coisa que eu mais gosto dos prémios é quando ando pela rua e as pessoas me cumprimentam, me dão os parabéns", diz, afastando a ideia de que se trate de vaidade. Essa visão ajuda também a compreender a relação que mantém com Álvaro Siza, o primeiro português distinguido com a Medalha de Ouro da UIA. Entre os dois arquitectos nunca existiu competição, antes uma cumplicidade construída ao longo de décadas. "Somos muito diferentes e respeitamo-nos muito. Eu respeito imenso o Siza e penso que ele também me respeita", afirma. Essa amizade ficou igualmente evidente poucos dias antes, em Paris, quando Souto de Moura representou Álvaro Siza na inauguração da exposição "Álvaro Siza: O Tempo Desenha a Arquitectura", patente na UNESCO. Foi ali que explicou aquilo que mais admira no arquitecto de Matosinhos: não uma linguagem formal que possa ser imitada, mas um método de trabalho. "O que eu posso usar é a tenacidade e o método com que ele encontra os meios para resolver os problemas. Ser arquitecto é resolver problemas." Essa aprendizagem, acrescenta, fez-se sobretudo pela observação directa do processo de trabalho de Siza. Souto de Moura diz interessar-se menos pelas formas acabadas do que pelo percurso que leva até elas: "Interessa-me assistir desde o princípio à exposição do problema, à maneira como ele estabelece a estratégia, encontra os meios, resolve as questões e depois as formaliza em obra." É nesse processo, mais do que no resultado final, que identifica a verdadeira lição de Siza. Para Souto de Moura, a arquitectura de Siza é inseparável da persistência com que procura eliminar tudo o que é supérfluo. "A coisa mais complicada que há é a simplicidade", afirma. "Atingir a simplicidade exige persistência, continuidade e perseverança para eliminar o que não é essencial." Uma procura que reconhece também no seu próprio percurso, ainda que sem qualquer intenção de comparação. "Nem tenho o mínimo interesse em competir. Somos amigos, respeitamo-nos e somos felizes assim." A admiração por Siza é também ética. Souto de Moura diz ter aprendido talvez mais com a pessoa do que com o arquitecto. "Ele é uma pessoa de uma integridade rara", afirma, sublinhando que "atrás de um grande arquitecto está sempre um grande homem". No caso de Siza, acrescenta, ética e estética confundem-se quase como na tradição grega: não são dimensões separadas, mas duas formas de uma mesma exigência. Mais do que desenhar edifícios, Souto de Moura acredita que a arquitectura deve melhorar a vida das pessoas. "Quando faço uma casa quero imaginar-me a viver lá dentro", explica. E acrescenta que essa preocupação se estende à escala da cidade: "O resultado que se procura é a felicidade das pessoas." Recorda, por exemplo, a emoção que sente sempre que vê o Estádio Municipal de Braga cheio de adeptos. "Vejo as pessoas felizes e penso: se não fosse eu, elas não estavam ali." Essa ideia de utilidade atravessa a forma como olha para a profissão. Para Eduardo Souto de Moura, uma obra só funciona verdadeiramente quando passa no teste da vida quotidiana. "Se eu não fizer esse teste, não vai funcionar para os outros", diz. Por isso, quando projecta uma casa, pensa numa família; quando projecta um equipamento colectivo, pensa na cidade. A arquitectura, no seu entendimento, não se esgota na forma: deve ser útil, habitável e capaz de produzir bem-estar. Na mesma entrevista, deixou ainda uma reflexão sobre o próprio acto de desenhar, que considera inseparável do pensamento arquitectónico. "Desenhar é pensar", resume. E, citando Samuel Beckett, conclui: "Falhar uma vez, falhar outra vez, falhar melhor. É assim que se aprende." A exposição dedicada a Álvaro Siza, inaugurada na UNESCO, ajuda a compreender essa forma de pensar a arquitectura. A comissária Teresa Cunha Ferreira explica que a mostra reúne mais de 200 obras construídas em quatro continentes ao longo de sete décadas e procura revelar a capacidade de Siza Vieira para responder a culturas, geografias e comunidades muito distintas. Segundo a arquitecta, trata-se de uma obra "de importância não apenas portuguesa, mas mundial", razão pela qual a exposição pretende também contribuir para a futura classificação da sua obra como Património Mundial da UNESCO.

Enterrados no Jardim
Os arquitectos da guerra que virá. Uma conversa com Marta Lança

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 277:49


Acho que fica bem claro como estava já tudo descrito muito antes de termos nascido. Como nos lembra Sven Lindqvist, a palavra «Europa» deriva de uma palavra semítica que significa apenas «escuridão». E, de resto, como ele também vinca, «a distância entre a ideia do extermínio e o coração do humanismo não é maior do que a existente entre Buchenwald e a Goethehaus em Weimar. «Essa percepção foi quase completamente reprimida, até mesmo pelos alemães, que foram transformados num bode expiatório por perfilharem ideias que constituem de facto uma herança europeia comum.» No livro Exterminem Todas as Bestas, ele faz ainda este reparo: «Ninguém chama a atenção para o facto de, durante a infância de Hitler, um dos principais elementos na visão europeia da humanidade ser a convicção de que as ‘raças inferiores' estavam por natureza condenadas à extinção: a verdadeira compaixão das raças superiores consistia em facilitar-lhes o desaparecimento.» Lindqvist ainda nos remete para a etimologia desse termo tão banalizado hoje – extermínio. «O latim extermino significa ‘conduzir para fora', terminus, ‘exilar, banir, excluir'. Daí deriva o português exterminar, que significa ‘conduzir para fora, para a morte, banir da vida'.» É muito evidente, por isso, como as nossas sociedades estão baseadas na lógica da exclusão, em que a própria noção de triunfo se liga à capacidade de gozar de privilégios exclusivos, e como esta orienta, por si mesma, uma educação para o extermínio. E se estamos sempre à espera de uma revelação estrondosa, o que se torna cada vez mais claro por estes dias é que o inferno não é mais impressionante do que isto. De um lado toda esta indiferença, do outro só resta o momento em que alguém, tendo poder sobre nós, fará o que tem a fazer. Mistério de espécie alguma virá soprar aos nossos ouvidos uma noção que nos sirva como um ponto de não retorno. «Quando sábios sentados nos seus cadeirões, há já muito tempo, se puseram a descrever as aparências e os costumes do Homo Economicus, muitas pessoas não acreditaram nas suas palavras e chamaram o homem real de homem abstracto. Ninguém então se podia dar conta de que esses professores e esses calculadores estavam simplesmente a descrever a nova existência abstracta da humanidade e assinalavam os primeiros eclipses do homem real. Ninguém suspeitava de que a sua descrição só parecia abstracta pela fidelidade à abstracção do seu novo modelo» (Nizan). Neste episódio, impulsionados pelo enredo nervoso, cumulativo, indagador, dessa proposta de uma etnografia dos ambientes circundantes que a Marta Lança acaba de lançar (Essas Pessoas na Sala de Jantar), mergulhamos em tantos dos elementos que sinalizam como a geração de que fazemos parte gozou de um período de intervalo extraordinário em que se permitiu iludir com a perspectiva da superação ou supressão da História, sendo que muita da nossa ilusão hoje alimenta um mal-estar desafiante, obrigando a redescobrir com uma inusitada estranheza tantos capítulos das nossas vidas, e reconhecendo como estes poderão ser lidos dentro de alguns anos como os sinais de uma espécie de privilégio fabuloso e ofensivo. Realidade dissolvida. Existência de fumo. Paixões de sonhos. Nem tido nem achado, o homem passou para a conta dos lucros e das perdas. Existe um trabalho e uma posse real, quero dizer, nos camponeses, nos artesões, nos poetas, para os quais a posse significa a unidade da acção, do preço e do produto. Mas os burgueses produzem e possuem abstractamente. Como há muito herdaram de Israel, passam a vida a emprestar com juros. Comanditam, pobre ou grandemente, são portadores de obrigações e ganham somas abstractas pagas por devedores abstractos: uma cidade, uma companhia, um Estado, um caminho-de-ferro. Ou possuem acções: operários de carne trabalham para prolongar a sua existência de fantasmas. Entre os seres e eles, a vida humana e eles, a banca é seguida pelo seu cortejo fantástico de bolsas, de cargos, de correctores de câmbios. O género de posse e de lucro burguês separa-os de tudo aquilo que é real: conhecem apenas sinais e contactos feéricos à distância. O seu mundo é mágico. No dia em que estas pessoas tiverem nas mãos um poder timbrado, um título verde, participam na natureza mística de um ser que não existe. Absorvem as suas hóstias de capital. Eles não são. São conduzidos pelos demónios da abstracção. Que pensam eles? Quem os pensa? Estados civis, catálogos. Ricos com etiquetas como uma velha mala de viajante. Nos sólidos regulares dos seus quartos, fecham à chave todos os seus repertórios de sinais e emblemas, para dormirem um sono tranquilo: uma brochura de casamento, uma cédula militar, um cartão de eleitor, e a escuma de papel que deixa a circulação do dinheiro nas casas dos homens. Todos os monumentos de França defendem o estado mágico destes homens. A sua vida de asilo está protegida, em todos os pontos cardinais, contra as tentativas da vida ao ar livre. É impossível respirar, está-se no fundo de um poço. Eu sei porque é que me sentia a sufocar, já não é um sufoco obscuro, um movimento cego de se debater num sonho, mas a mutilação ao sol, a asfixia em pleno dia. Tudo o que está de pé em torno de mim pertence aos meus inimigos. Eu não tenho nada, não tiro prazer de nada. Vejo por toda a parte as provas de pedra da sua dominação, as igrejas, os palácios nacionais, as casernas, os institutos, os comissariados, os palácios da justiça, os bordéis, os ministérios. Não se pode estender os braços sem tocar com a ponta dos dedos na porta de um banco, no peito de um agente, de um cavaleiro da Legião de Honra. Conseguirei eu fazer escapar a mulher que amo? Eles põem entraves nas rodas do amor. Acorrem de todos os lados ao local onde se faz ouvir uma palavra de protesto, onde se produz uma tentativa de libertação. Quando se retiram, deixam o lugar limpo: os seus polícias, os seus mirones e os seus sábios agem com a certeza sonhadora das máquinas.» Acho que fica bem claro que estava tudo descrito muito antes de termos nascido. Como nos lembra Sven Lindqvist, a palavra «Europa» deriva de uma palavra semítica que significa apenas «escuridão». E, de resto, como ele também vinca, «a distância entre a ideia do extermínio e o coração do humanismo não é maior do que a existente entre Buchenwald e a Goethehaus em Weimar. Essa percepção foi quase completamente reprimida, até mesmo pelos alemães, que foram transformados num bode expiatório por perfilharem ideias que constituem de facto uma herança europeia comum.» No livro Exterminem Todas as Bestas, ele faz ainda este reparo: «Ninguém chama a atenção para o facto de, durante a infância de Hitler, um dos principais elementos na visão europeia da humanidade ser a convicção de que as ‘raças inferiores' estavam por natureza condenadas à extinção: a verdadeira compaixão das raças superiores consistia em facilitar-lhes o desaparecimento.» Ele ainda nos remete para a etimologia desse termo tão banalizado hoje – extermínio. «O latim extermino significa ‘conduzir para fora', terminus, ‘exilar, banir, excluir'. Daí deriva o português exterminar, que significa ‘conduzir para fora, para a morte, banir da vida'.» É muito evidente, por isso, como as nossas sociedades estão baseadas na lógica da exclusão, em que a própria noção de triunfo se liga à capacidade de gozar de privilégios exclusivos, e como esta leva, em si mesma, uma educação para o extermínio. E se estamos sempre à espera de uma revelação estrondosa, o que se torna cada vez mais claro por estes dias é que o inferno não é mais impressionante do que isto. De um lado toda esta indiferença, do outro só resta o momento em que alguém, tendo poder sobre nós, fará o que tem a fazer. Mistério de espécie alguma virá soprar aos nossos ouvidos uma noção que nos sirva como um ponto de não retorno. «Quando sábios sentados nos seus cadeirões, há já muito tempo, se puseram a descrever as aparências e os costumes do Homo Economicus, muitas pessoas não acreditaram nas suas palavras e chamaram o homem real de homem abstracto. Ninguém então se podia dar conta de que esses professores e esses calculadores estavam simplesmente a descrever a nova existência abstracta da humanidade e assinalavam os primeiros eclipses do homem real. Ninguém suspeitava de que a sua descrição só parecia abstracta pela fidelidade à abstracção do seu novo modelo» (Nizan). Neste episódio, impulsionados pelo enredo nervoso, cumulativo, indagador, dessa proposta de uma etnografia dos ambientes circundantes que a Marta Lança acaba de lançar (Essas Pessoas na Sala de Jantar), mergulhamos em tantos dos elementos que sinalizam como a geração de que fazemos parte gozou de um período de intervalo extraordinário em que se permitiu iludir com a perspectiva da superação ou supressão da História, sendo que muita da nossa ilusão hoje alimenta um mal-estar desafiante, obrigando a redescobrir com uma inusitada estranheza tantos capítulos das nossas vidas, e reconhecendo como estes poderão ser lido dentro de alguns anos como os sinais de uma espécie de privilégio fabuloso e ofensivo.

Gabinete de Guerra
EUA-Irão. "Não vejo forma destas divergências se sanarem"

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Jun 25, 2026 16:36


Francisco Calhas acredita que o prazo de 60 dias para um acordo nuclear é irrealista. Segundo o docente, os EUA só querem ganhar tempo e manter o estreito aberto até às eleições de novembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Estação 337
Você Ouve o Que eu Ouço? Vê o Que eu Vejo? - Djou Garcia

Estação 337

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 47:54


21.06.2026 | SP (AM) | Lucas 5: 27-32

Conferencias Magistrales Fundación Rafael del Pino
Conferencia Magistral de Tomás Pérez Vejo

Conferencias Magistrales Fundación Rafael del Pino

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 57:18


La Fundación Rafael del Pino, organizó, el día 23 de junio de 2026, la Conferencia Magistral «Historia, memoria y construcción del relato. España y México frente al espejo» que impartió Tomás Pérez Vejo.

espa pino la fundaci vejo conferencia magistral
Concursos e Experiências Compartilhadas
#207 - O que eu penso quando vejo alguém triste

Concursos e Experiências Compartilhadas

Play Episode Listen Later Jun 7, 2026 6:44


Mentoria Professor Particular⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://felipeduque11.wixsite.com/website⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Canal do Youtube sobre Concursos:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.youtube.com/channel/UCdUEy1gaVD7AO_URPUZrLtw⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Canal do Youtube sobre Religião e Filosofia na prática:https://www.youtube.com/@felipeduque2342Livro da Reforma Tributáriahttps://www.editorajuspodivm.com.br/reforma-tributaria-esquematizada-ec-1322023-e-lc-2142025-comentadas-2025Livro Manual de Processo Tributáriohttps://www.editorajuspodivm.com.br/manual-de-processo-tributario-administrativo-e-judicial-20252Link do nosso grupo 2 no Whatsapp de Dicas Gratuitas (mensagens só pelo Adm) ⁠⁠⁠⁠https://chat.whatsapp.com/ERebr5tqthl8dNBDaK3Ixq⁠⁠⁠⁠ Mais informações sobre cursos: ⁠⁠⁠⁠www.raioxdoedital.com.br⁠Mais informações sobre mim:https://linktr.ee/felipeduqueLink do nosso podcast no Spotify:https://open.spotify.com/show/0cyIQ7i3edtRlIhH9U5Q7i.

Bom Sai
T2 | Ep.89 - Esfolei-me à grande mas só vejo abundância

Bom Sai

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 21:22


Depois de me ter esbardalhado e ter ficado toda esfolada, encontrei a abundância. E percebi que não preciso de cheirar cocó de cavalo só para ser uma boa mãe - na verdade, não cheirar faz de mim uma boa mãe. Percebam tudo no episódio. -- A FORMA COMO TE ALIMENTAS, CRIA A VIDA QUE DESEJAS. ALIMENTA A TUA ALMA, AQUI: anaruasmelonutricionista.pt/alimenta-a-tua-alma/ SEM IDEIAS PARA COZINHAR? ESTA É A SOLUÇÃO: anaruasmelonutricionista.pt/menu-semanal/ DESEJAS COMER MAIS VEGETAIS? ESTE É O MELHOR LUGAR DA INTERNET: anaruasmelonutricionista.pt/subscricao-…de-vegetal/ https://anaruasmelonutricionista.pt/ www.instagram.com/anaruasmelo.nutricionista/ www.facebook.com/anaruasmelo.nutricionista/ Contacto: info@anaruasmelonutricionista.pt -- Música: Joseph McDade - Sunrise Expedition

IBF CHURCH
VEJO DEUS, VEJO O MEU PROPÓSITO! | CESAR TAVARES na IBF CHURCH

IBF CHURCH

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 71:30


Seja bem-vindo ao canal oficial da IBF Church (sede).Aqui você vai encontrar os últimos cultos da nossa igreja com mensagens de diversos preletores. Além de encontrar registros de eventos que aconteceram por aqui!Para ficar por dentro de todas as nossas novidades, nos siga em nossas redes sociais: - IBF ChurchInstagram: https://www.instagram.com/ibfchurchoficial- Cesar TavaresYouTube: https://www.youtube.com/@cesartavaresoficial9892Instagram: https://www.instagram.com/apcesartavaresIBF Church - um lugar para amar e ser amado! Endereço: Praça José Cardoso de Moura, 39 - Vila Jacuí, São Paulo - SP. CEP: 08060-020

Oxygen Church
#417 - NÃO É PELO O QUE VEJO | 31.05.2026 | Pr.Rudi Oliveira | FÉ SOBRENATURAL

Oxygen Church

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 53:50


SOBRE A OXYGEN CHURCH Uma Igreja Irresistível Em obediência a uma palavra especifica do Espírito Santo, depois de um tempo de busca da presença de Deus, nossos pastores receberam uma direção clara. Comece aqui em Marília a Oxygen Church, hoje entregam nas mãos de vocês a chave de algo grandioso que irá acontecer em Marilia. Algo grandioso começará desta cidade para as nações. Foi quando começamos as reuniões em uma casa com apenas 20 pessoas.ENCONTRE-NOS NA MÍDIA SOCIALSite: https://oxygenchurch.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/aoxygenglobal Instagram: https://www.instagram.com/aoxygenglobalTiktok: https://www.tiktok.com/@oxygenglobal

Conversas à quinta - Observador
Melhor é Difícil. Catarina Lameira Grosso: “Ensino para que as pessoas cheguem mais longe”

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later May 15, 2026 39:57


Da primária ao doutoramento com 19 valores, Catarina, 30 anos, foi sempre a melhor: “Vejo-me a ensinar. É quando vou explicar, vou contar. E sempre como se fosse a primeira vez.”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Clube dos 52
Melhor é Difícil. Catarina Lameira Grosso: “Ensino para que as pessoas cheguem mais longe”

Clube dos 52

Play Episode Listen Later May 15, 2026 39:57


Da primária ao doutoramento com 19 valores, Catarina, 30 anos, foi sempre a melhor: “Vejo-me a ensinar. É quando vou explicar, vou contar. E sempre como se fosse a primeira vez.”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Direto ao Assunto
Melhor é Difícil. Catarina Lameira Grosso: “Ensino para que as pessoas cheguem mais longe”

Direto ao Assunto

Play Episode Listen Later May 15, 2026 39:57


Da primária ao doutoramento com 19 valores, Catarina, 30 anos, foi sempre a melhor: “Vejo-me a ensinar. É quando vou explicar, vou contar. E sempre como se fosse a primeira vez.”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conversas de Fim de Tarde
Melhor é Difícil. Catarina Lameira Grosso: “Ensino para que as pessoas cheguem mais longe”

Conversas de Fim de Tarde

Play Episode Listen Later May 15, 2026 39:57


Da primária ao doutoramento com 19 valores, Catarina, 30 anos, foi sempre a melhor: “Vejo-me a ensinar. É quando vou explicar, vou contar. E sempre como se fosse a primeira vez.”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
Cabo Verde "Os partidos não conseguiram apresentar as propostas de forma clara"

Convidado

Play Episode Listen Later May 15, 2026 8:34


Termina nesta sexta-feira, 15 de Maio, a campanha eleitoral para as oitavas eleições legislativas em Cabo Verde. Celeste Fortes, docente e investigadora da Universidade de Cabo Verde, na cidade do Mindelo, considera que esta campanha eleitoral ficou marcada por um ambiente de agressividade, sem espaço para discussão, com os partidos a não conseguirem apresentar as propostas de forma clara. Como é que avalia o ambiente político e social vivido durante esta campanha eleitoral? Acho que estamos a viver duas situações ao mesmo tempo. Por um lado, no mundo digital e nas redes sociais, vejo um ambiente extremamente agressivo. Não há espaço para discussões de ideias nem para uma análise mais equilibrada, em que as pessoas consigam também fazer autocrítica ao actual governo ou aos outros partidos que concorrem. Por outro lado, fora do digital, também sinto muita agressividade no debate político e social. Mas, ao mesmo tempo, enquanto docente e activista, noto um certo cansaço por parte da população. Há uma sensação de “mais do mesmo”, de saturação em relação ao discurso político. Portanto, o que eu vejo neste momento é um ambiente marcado simultaneamente pela agressividade e pelo cansaço social. Considera que os partidos políticos foram capazes de apresentar o programa político? Não. Acho que os partidos políticos não conseguiram apresentar as suas propostas de forma clara. Se uma pessoa não estiver muito atenta, dificilmente consegue perceber quais são, concretamente, as soluções que cada partido propõe para resolver os principais problemas que a população identifica como prioritários. O que se viu foi uma discussão muito bipolarizada e muito partidarizada, marcada também por uma militância bastante cega. Em vez de comunicarem projectos concretos para o país, os partidos acabaram por comunicar mais as suas ideologias e discursos políticos. Faltou explicar de forma clara onde é que Cabo Verde está hoje, em 2026, e qual é a visão de cada partido para os próximos quatro ou cinco anos. Ou seja, como é que o partido X ou o partido Y pretende levar o país para um outro patamar. Isso, para mim, não ficou claro durante esta campanha. Actualmente, quais são as maiores preocupações dos cabo-verdianos ? Bom, eu não posso falar por todos os cabo-verdianos, mas há preocupações que sinto pessoalmente e que acredito que também são partilhadas por grande parte da população. Uma delas é a questão dos transportes. Continuamos a viver muito isolados entre as ilhas. Eu vivo em São Vicente e, muitas vezes, tenho situações para resolver em Santiago. No entanto, nestas eleições praticamente não se falou da regionalização. Enquanto moradora de São Vicente, esperava que esse debate regressasse à agenda política e que os partidos apresentassem propostas concretas sobre o tema, mas isso não aconteceu. Continuamos a enfrentar um problema grave de centralização em Cabo Verde, sobretudo em relação à Praia. E essa dependência acaba por afectar todo o país. A questão dos transportes e da conectividade continua muito longe de estar resolvida. Isso liga-se directamente a outro grande problema: a saúde. Uma pessoa que vive no Maio, na Brava ou em São Nicolau não tem o mesmo acesso aos cuidados de saúde, porque os principais hospitais estão concentrados em São Vicente e Santiago. E, muitas vezes, nem existem transportes adequados para a deslocação de doentes.  Outra preocupação muito séria é a dignidade habitacional. Enquanto activista, acompanhei de perto todo o processo de acção depois do 11 de Agosto, e a situação é caótica e preocupante. Continua a existir permissividade para a construção de casas de tambor e habitações sem segurança, especialmente em zonas de risco e encostas. Isso mostra que a questão da habitação digna ainda não foi resolvida pelo governo. Além disso, temos situações contraditórias, como casas do programa “Casas para Todos” que continuam fechadas e sem serem atribuídas. Por fim, há uma questão que afecta muito a juventude: o projecto de vida e o futuro da empregabilidade. Muitos jovens sentem dificuldade em construir um futuro estável no país, o que acaba também por alimentar a vontade de emigrar.  Os jovens continuam a ser os mais impactados pelo desemprego... Sim. Os jovens continuam a ser os mais impactados pelo desemprego e pela falta de perspectivas em relação ao futuro. Muitos querem construir a sua vida em Cabo Verde, querem ter um emprego e estabilidade no seu próprio país, sem terem de emigrar para procurar melhores condições de vida. Existe muito esta ideia entre os jovens de: “Eu quero trabalhar, mas quero conseguir fazê-lo aqui, perto da minha família, no meu país.” No entanto, muitas vezes, sentem que não têm oportunidades reais para alcançar esse futuro com tranquilidade e estabilidade. E, para mim, esse é um dos grandes problemas actuais. No entanto, durante a campanha, não vi debates aprofundados nem propostas claras sobre como resolver esta questão do desemprego jovem e da falta de perspectivas para a juventude. Enquanto activista, trabalha muito sobre a questão do género. Como é que é tratada a questão do género em Cabo Verde? Orgulha-me muito os espaços que Cabo Verde tem vindo a criar, tanto através das instituições públicas governamentais como das organizações não governamentais, para avançarmos rumo a uma maior igualdade de género, que ainda está longe de ser plenamente alcançada. Apesar dos avanços, continuam a existir vários problemas por resolver, nomeadamente a violência baseada no género, o feminicídio e a pobreza, que continua a ter um rosto maioritariamente feminino. A maioria das famílias em Cabo Verde são monoparentais e chefiadas por mulheres, o que mostra também como muitas responsabilidades recaem sobre elas. Portanto, ainda temos grandes desafios pela frente, sobretudo ao nível da representação política e da participação das mulheres nos espaços de decisão. São cinco partidos e apenas um é liderado por uma mulher. A política ainda é distante para a mulher em Cabo Verde? Sim, continua a ser distante, porque a política ainda é um espaço muito masculinizado, dominado por lógicas machistas e patriarcais. Muitas vezes, as mulheres não encontram um ambiente favorável nem condições reais para participarem activamente na vida político-partidária do país. Além disso, a política continua a ser um espaço marcado pela agressividade e pela violência. E nós, mulheres, já convivemos diariamente com microviolências em contextos laborais, familiares e sociais. Muitas acabam por evitar também a política precisamente por a sentirem como mais um espaço de confronto e desgaste. Por outro lado, fiquei extremamente contente por ver a Jónica Brites Tavares no debate. Achei-a muito assertiva e isso deu-me alguma esperança. Ver uma mulher naquele espaço, com firmeza e segurança, pode inspirar muitas meninas e mulheres a entrarem também no espaço público e a posicionarem-se. Mas, apesar dos discursos sobre igualdade e dos sinais de paridade nos governos, a política cabo-verdiana continua a ser um espaço muito marcado pela violência, sobretudo pela violência masculina. Considera que nestas eleições vamos voltar a ver esta disputa entre o MpD e o PAICV? Ou há uma possibilidade deste cenário se poder reverter? Eu não acredito que isso vá mudar tão cedo. Acho que vamos continuar presos a esta bipolarização entre o MpD e o PAICV. Os dois partidos construíram, ao longo dos anos, uma narrativa muito baseada no medo: o medo de perder a estabilidade e o receio de ver outras forças políticas a governarem o país.  Mesmo 50 anos depois, ainda somos muito marcados pelo assistencialismo e por relações de dependência política. E essa lógica acaba por alimentar o medo do novo e do diferente. Tanto o MpD como o PAICV continuam a explorar muito esse sentimento. Cabo Verde é muitas vezes visto como o “bom aluno” do continente africano. Quais são os desafios para a democracia cabo-verdiana? Apesar dessa imagem positiva, Cabo Verde não está completamente protegido de fenómenos que hoje ameaçam várias democracias, como o crescimento de discursos populistas, extremistas, racistas, xenófobos e misóginos. Vejo com preocupação o facto de Cabo Verde, enquanto país que tradicionalmente procura manter uma posição equilibrada e não alinhada, nem sempre se posicionar de forma clara perante essas ondas populistas e extremistas. E isso pode representar um risco para a nossa saúde democrática, porque esses discursos acabam por normalizar formas de intolerância e de violência política e social que podem fragilizar a democracia cabo-verdiana no futuro.

Terminei
#321 - Te Vejo na Final

Terminei

Play Episode Listen Later May 13, 2026 11:54


Saiba tudo sobre Edinho Meteoro: as origens do jogador mais polêmico da seleção brasileira, por quais times já passou, onde joga atualmente, e o mais importante, o que esperar do atacante nesta Copa. Será que teremos novas polêmicas envolvendo o nome de Meteoro? Isso só o tempo, e os jogos, poderão dizer!Depois de ser arrancado do armário e ver sua carreira ser basicamente arruinada da noite para o dia, Edinho Meteoro, ex-promessa do futebol brasileiro e atual jogador de um time italiano pouco conhecido, não está exatamente feliz, mas pelo menos está estabelecido e seguro.Claro, ele não pode se dar ao luxo de dar um passo para fora da linha ou se tornará alvo da torcida, as marcas dispostas a patrociná-lo são raríssimas, tem só um amigo no time todo e lida todos os dias com o provocante e rabugento Benedikt Kühn, seu capitão e maior rival, que não larga do seu pé. Mas as coisas estão prestes a mudar, pois Cida, a nova técnica da seleção brasileira, acabou de convocá-lo para a Copa do Mundo.Edinho finalmente terá a chance de conquistar seu lugar de destaque no futebol, mas ele precisará enfrentar o país que o abandonou, uma federação homofóbica e colegas de time que claramente não o desejam ali ― além dos sentimentos confusos por um certo jogador alemão ― para realizar seus sonhos.Livro: https://amzn.to/3QXEQpqTwitter e insta: @termineicast

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
António Garcia Pereira (parte 2): “Atuei sempre de acordo com a minha consciência. Quando faço a barba e olho-me ao espelho, não tenho vergonha do que vejo”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 61:53


Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, o advogado António Garcia Pereira recorda os casos que mais se orgulha de ter vencido em tribunal. Depois faz uma viagem no tempo até alguns dos momentos que o marcaram no passado, como quando era um jovem estudante e, com vários colegas, ajudou a população na tragédia das cheias de 67 e se deu conta de um país miserável que não aparecia retratado nos jornais. Garcia Pereira relata ainda outros momentos: quando viu um colega seu ser assassinado à sua frente por um agente da PIDE em plena universidade, ou como viveu o dia 25 de Abril e escapou de uma rajada de metralhadora vinda de uma janela, que atingiu uma jovem rapariga que o próprio procurou salvar, arrastando-a para debaixo de um veículo. E partilha as músicas que o acompanham, deixa algumas sugestões culturais e lê um excerto do livro “Um Dia Sempre Teremos Sido Todos Contra Isto”, do escritor e jornalista Omar El Akad. Boas escutas! See omnystudio.com/listener for privacy information.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | O DEUS DA ORDEM

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 3:17


LEITURA BÍBLICA DO DIA:  GÊNESIS 1:1-10 PLANO DE LEITURA ANUAL: 1 SAMUEL 22–24; LUCAS 12:1-31 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Sérgio pegou todos os remédios que encontrou em casa. Criado em uma família disfuncional e cheia de desordem, sua vida era uma bagunça. Sua mãe sofria violência de seu pai, até que este tirou a própria vida. Agora Sérgio queria simples mente “acabar” com a dele. Mas então lhe veio à mente: Para onde irei quandom morrer? Pela graça de Deus, Sérgio não morreu naquele dia. E com o tempo, após estudar a Bíblia com um amigo, ele creu em Jesus como seu Salvador. Parte do que atraiu Sérgio para Deus foi ver a beleza e a ordem na criação. Ele disse: “Vejo coisas que são lindas e perfeitas. Alguém fez tudo isso”. Em Gênesis 1, lemos sobre Deus, que realmente criou todas as coisas. E embora a Terra fosse “sem forma e vazia” (v.2), Ele trouxe ordem à desordem. Ele “separou a luz da escuridão” (v.4), colocou a terra no meio dos mares (v.10) e fez plantas e criaturas de acordo com “sua espécie” (vv.11-12,21,24-25). Como Sérgio veio a entender, Aquele que “criou os céus e a terra e pôs todas as coisas no devido lugar” (ISAÍAS 45:18) traz paz e ordem às vidas entregues a Cristo. A vida pode ser caótica e desafiadora. Louve a Deus porque Ele “não é Deus de desordem, mas de paz” (1 CORÍNTIOS 14:33). Vamos louvá-lo hoje, pedindo que nos ajude a encontrar a beleza e a ordem que somente Ele oferece.  Por:  TOM FELTEN 

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
David Fonseca (parte 1): “Nunca me fascinou ser famoso. Vejo nisso a parte pior da música. Gosto é de fazer canções novas e de tocar ao vivo”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Mar 27, 2026 74:40


No final dos anos 90 tornou-se uma espécie de ‘rockstar’ instantânea enquanto vocalista e figura de proa dos Silence 4, a banda de Leiria que marcou uma geração. Mas David Fonseca afirma não ter saudades do que ficou no caminho. “O passado não é assim tão especial. Aos que olham muito para trás digo: ‘acordem’. O passado pode morder-vos o rabo.” Mais de duas décadas depois de se afirmar a solo, o músico prepara o lançamento de um novo álbum, cantado inteiramente em português, com um single já cá fora, chamado “Nada a Perder”. Uma canção que retrata uma fase pessoal de maior libertação. “Até tenho medo do que vem aí. Faço literalmente o que me apetece e passa pela cabeça.” Ouçam-no nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas” de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Blitz Posto Emissor
António Zambujo: “Quando vou ao Alentejo não vejo um berço de fascistas, obviamente. Há um voto de protesto, um abre-olhos. Espero eu”

Expresso - Blitz Posto Emissor

Play Episode Listen Later Mar 27, 2026 60:19


Preparando-se para apresentar o novo álbum, “Oração ao Tempo”, nos Coliseus de Porto e Lisboa, António Zambujo regressa ao Posto Emissor para falar sobre o dueto com Caetano Veloso, a nova popularidade do cante alentejano ou o empurrão que o musical “Amália” deu à sua carreira. No 274º episódio do podcast da BLITZ, falamos ainda de Kanye West no Algarve e das aventuras de MARO além-fronteiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

ibab - igreja batista de água branca
Uma coisa sei eu era cego e agora vejo! | Silvia Kivitz

ibab - igreja batista de água branca

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 38:23


Mensagem do dia 15 de Março de 2026 por Silvia Kivitz Uma coisa sei eu era cego e agora vejo! Histórias que tocam nossa história Celebração Ibab AO VIVO 11h www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab

Gimtoji žemė
Žvejo žinia iš pamario: stintų šiemet nebus

Gimtoji žemė

Play Episode Listen Later Mar 17, 2026 8:04


Rusnės saloje liko tik viena versline žvejyba užsiimanti įmonė. Dalius Kuzma sako, kad jis verslą tęsia, nes savęs neįsivaizduoja gyvenančio kitame krašte, dar užtenka jėgų imtis ir kito verslo – pramoginės laivybos. Svarbiausia jo žinia klausiantiems apie stintas – pamirškite jas, šiemet jų vėl nebus.Ved. Kristina Toleikienė

ved vejo stint inia rusn svarbiausia nebus
Igreja Anglicana Âncora
Eu era cego, agora vejo | Min. Local Lúcio Ribeiro

Igreja Anglicana Âncora

Play Episode Listen Later Mar 15, 2026 25:35


Sermão de domingo (15/03/26), 4º Domingo da Quaresma. Texto base se encontra em João 9,1-9.18-25.

Caixa de Música
ANNY KAROLINE: "Eu não vejo outro propósito sem ser esse“

Caixa de Música

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 11:39


O Caixa de Música é exibido na TV Novo Tempo de segunda a quinta às 18h e, aos sábados, às 12h.Curta e siga o Caixa de Música nas redes sociais: Instagram: ⁠https://www.instagram.com/caixademusica/⁠Facebook:⁠ https://www.facebook.com/CaixadeMusica/⁠X: ⁠https://x.com/caixademusic

Foca na Palavra
DIA DO SENHOR ⚖️06.03.2026

Foca na Palavra

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 11:44


ISTO DIZ AQUELE QUE TEM A "ESPADA" DE DOIS GUMES (=JESUS, VERBO, PALAVRA; QUE JULGA; QUE PENEIRA): CONHEÇO AS SUAS OBRAS, mesmo habitando onde "reina" Satanás (=governante perverso com a certeza da impunidade, faz atrocidades achando que ficará impune); e NÃO ME NEGOU, mesmo nos dias da minha LEAL testemunha, Antipas, que foi morto entre vocês. LUTAREI CONTRA OS CORRUPTOS COM A "ESPADA" DA MINHA BOCA (=O Pai deu o poder de exercer o JUÍZO).Apocalipse 1:18-20; 2:12-13,16 E O VERBO SE FEZ CARNE, E HABITOU ENTRE NÓS. (Campanha CNBB)João 1:14 Como nasce a fake news, a calúnia, a difamação, a injúria, a rachadinha, o desvio de verba pública o penduricalho... Se divulgou, que o discípulo (João) não havia de morrer. Jesus não disse que não morreria, mas: Se eu quiser que ele fique até que eu venha, que te importa? ME SEGUE VOCÊ. E quando Jesus entendeu que os fariseus tinham ouvido falar que ele fazia e batizava mais discípulos do que João Batista (JESUS MESMO NÃO BATIZAVA), deixou a Judeia, e foi outra vez para a Galileia. Em SAMARIA, FOI A UMA CIDADE CHAMADA SICAR, junto a propriedade que Jacó deu a José. Tinha ali o poço de Jacó. Cansado, Jesus sentou junto do poço. VEIO UMA MULHER DE SAMARIA (=A EXCLUÍDA) tirar água. Jesus disse: ME DÁ DE BEBER. A SAMARITANA, DISSE: Como, sendo você judeu, pede de beber a mim, que SOU MULHER SAMARITANA? (=judeus não se dão com samaritanos). VOCÊ É MAIOR do que o nosso pai Jacó, que DEU esse poço, que ele, os filhos, o gado beberam? Jesus disse: Vai, chama o seu marido, e volta aqui. Disse: Não tenho marido. Isto disse bem; porque teve (=fizeram ter) cinco maridos, e o de agora não é o seu marido; ISTO DISSE COM VERDADE. Disse a mulher: Vejo que é profeta. Nossos pais adoraram aqui neste monte, e vocês dizem que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar. JESUS DISSE: MULHER, ACREDITE EM MIM, QUE NEM NESTE MONTE NEM EM JERUSALÉM; DEUS É ESPÍRITO. E OS SEUS DISCÍPULOS, SE ADMIRARAM PORQUE FALAVA COM UMA MULHER. A MULHER FOI À CIDADE, DIZER AOS HOMENS: VENHAM, VEJAM UM HOMEM QUE ME DISSE TUDO O QUE TENHO FEITO. NÃO É ESTE O CRISTO? E MUITOS DOS SAMARITANOS ACREDITARAM EM JESUS, PELA PALAVRA DA MULHER.João 21:23; 4:1-3,5-9,12,16-21,24,27-29,39-42Daniel 2:1-49/Apocalipse 10:1-3; 18:4-5; 13:16-18; 6:12-17; 20:1-2,12-15; 22:16,14-15 Art. 29. O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos, com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará, atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição, na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos: VI – o subsídio dos Vereadores será fixado pelas respectivas Câmaras Municipais em cada legislatura para a subsequente, observado o que dispõe esta Constituição, observados os critérios estabelecidos na respectiva Lei Orgânica e os seguintes limites máximos: e) em Municípios de trezentos mil e um a quinhentos mil habitantes, o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a sessenta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais; (Incluída pela EC n. 25/2000) f) em Municípios de mais de quinhentos mil habitantes, o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a setenta e cinco por cento do subsídio dosDeputados Estaduais; (Incluída pela EC n. 25/2000)Constituição Federal-Edição STF

Podcast Reconectar-se
089 • “Me vejo nisso em 10 anos?”

Podcast Reconectar-se

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 16:59


Você consegue se visualizar daqui 10 anos? Tem certeza de como tudo será? Bem, eu não. Acho provável que você também não, porque, afinal, os caminhos possíveis são infinitos. E o papo do episódio de hoje é sobre isso! :)O livro de mensagens diárias que cito é “O ano da mudança", da Brianna Wiest.Você pode vir comigo aqui também, oh:— Instagram da Clarice— Newsletter Cadernos & Ideias— Ebook Reconectar-se Através da Escrita— Workshop Diálogo Interno CompassivoSe esse episódio iluminou algo para você, compartilhe e apoie o podcast ajudando a levar esse conteúdo para mais pessoas, por favor! ♡Um super abraço e até o próximo episódio,Clarice

Postal do Dia
Todos os dias vejo um homem que me dizem que morreu

Postal do Dia

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 2:46


A história de um grande nome da Antena 1 que morreu em 2024. No entanto, continuo a vê-lo todos os dias que passo pelos corredores da rádio. Não tenho medo, estou apenas desperto.

Rádio Comercial - Momentos da Manhã
Eu almoço em casa porque o futuro à tarde eu não vejo!

Rádio Comercial - Momentos da Manhã

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 4:26


A bela da lasanha, uma taróloga que só prevê o futuro de manhã e uma visita muito especial!

Amorosidade Estrela da Manhã
EU SÓ SEI QUE O QUE EU SEI É COM BASE EM MEU PRISMA, E SE CADA UM TEM O SEU, PRA MESMA COISA, ENTÃO ELE SÓ SERVE PRA MIM, E ENQUANTO EU VEJO ASSIM. SE QUISEREM CHAMAR DE VERDADE, ENTÃO SÓ SE FOR INST

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 28, 2026 1:37


Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | QUANDO JESUS PARA

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 3:07


Leitura Bíblica Do Dia: LUCAS 18:35-43 Plano De Leitura Anual: NÚMEROS 17–19; MARCOS 6:30-56  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  O gatinho doente miou por 4 dias, encolhido numa caixa próximo ao meu local de trabalho. Ninguém que passou ali notou a presença do felino abandonado na rua, até que o gari, João, levou o animal para casa, onde morava com dois cachorros (também resgatados da rua). “Cuido deles porque são criaturas que ninguém vê”, disse João. “Vejo-me neles. Afinal, ninguém nota os garis.” Enquanto Jesus andava em direção a Jericó no caminho para Jerusalém, um homem cego mendigava à beira da estrada. Ele também se sentiu invisível. E especialmente neste dia, quando a multidão passava e todos os olhos se voltavam a Cristo, ninguém parou para ajudar aquele pedinte. Ninguém, exceto Jesus. No meio da multidão ruidosa, Jesus ouviu o lamento do homem esquecido. “O que você quer que eu lhe faça?” Cristo perguntou e recebeu a resposta sincera: “Senhor, eu quero ver!”. Então Jesus disse: “Receba a visão! Sua fé o curou” (LUCAS 18:41-42). Às vezes, não nos sentimos invisíveis? Nossos gritos por socorro são abafados por pessoas que parecem ser mais importantes do que nós? Nosso Salvador percebe aqueles com quem o mundo não se importa. Clame a Ele por ajuda! Outros podem ser indiferentes, mas Jesus vai parar e olhar para nós.   Por: KAREN HUANG  

Expresso - Blitz Posto Emissor
Carlos Mendes: “Eu estava em cuecas, à procura das calças, vejo um vulto passar e digo: ‘este gajo é o Paul McCartney de certeza absoluta'”

Expresso - Blitz Posto Emissor

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 100:30


Não é possível traçar uma história da música portuguesa sem mencionar o seu nome por diversas vezes. Cofundador dos Sheiks, vencedor duas vezes do Festival da Canção e autor de êxitos como ‘Amélia Dos Olhos Doces’, Carlos Mendes é o mais recente convidado do Posto Emissor. No podcast da BLITZ contou histórias que marcaram 60 anos ligados à música, celebrados com um CD triplo e um livro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Dia a dia com a Palavra
Quando você vai morrer?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 1:26


Todo mundo sabe que a vida é passageira. Mas até que ponto essa informação está diante de seus olhos todos os dias e como essa informação pode te ajudar a viver de forma mais temente a Deus? Essa é a grande questão aqui.Parece que esquecemos que a morte é uma realidade. Além de esquecermos esta verdade, também tentamos mudá-la ao máximo por meio de tratamentos e processos inovadores que tentam prolongar a vida.Vejo pessoas acumulando riquezas e vivendo como se a vida delas não tivesse fim. Em tudo isso percebo que a morte já não é a pauta do dia a dia.Veja o que diz o Salmo 49 no verso 11: "Em seu íntimo pensam que as suas casas serão perpétuas e, as suas moradas, para todas as gerações; chegam a dar o seu próprio nome às suas terras."Parece que as pessoas do nosso tempo não são muito diferentes das que viveram no tempo do salmista. Alguns acham que são eternos, mas não são.A vida passa e passa rápido. Essa informação deve trazer temor ao nosso coração e o temor é o princípio da sabedoria. E ter sabedoria deve ser o pedido constante de nossas orações. Quem vive com sabedoria não vive para si, mas para Deus.Espero que você tenha muitos anos de vida. Mas aprenda a viver todos os dias glorificando a Deus.

Mensagens IBMetrô
Ganhar a Cristo | Renato Marinoni

Mensagens IBMetrô

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 40:20


Bem-vindo à IBMetrô Online!Celebração transmitida em 08 de fevereiro de 2026Dando continuidade à série “Prosseguindo para o Alvo”, seguimos refletindo sobre o chamado cristão para uma vida orientada por propósito, maturidade espiritual e esperança que não se esgota nas circunstâncias.Na mensagem de hoje, “Ganhar a Cristo”, o pastor Renato Marinoni nos conduz a partir de Filipenses 3.7–9, convidando a igreja a reconsiderar o centro da fé e a redefinir o que realmente significa ganhar na vida cristã.Vivemos em um tempo em que até a fé pode ser instrumentalizada — usada como meio para estabilidade, sucesso ou realização pessoal. Mas o apóstolo Paulo nos confronta com uma verdade decisiva:Cristo não é o meio para um fim maior. Ele é o fim.Ganhar a Cristo é mais do que abrir mão de coisas.É permitir que Ele se torne o valor supremo que reorganiza desejos, expectativas e identidades.✨ A maturidade cristã começa quando Cristo deixa de ser instrumento.✨ E quem vive para ganhar a Cristo descobre que nada essencial foi perdido.Que esta mensagem nos ajude a recentralizar a fé, alinhar o coração e caminhar com liberdade em direção Àquele que é o nosso maior tesouro.⸻

Reportagem Observador
"Que ninguém viva os momentos de terror que eu vivi"

Reportagem Observador

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 6:17


Na baixa de Alcácer do Sal, com a água a recuar, começam os trabalhos de limpeza. Maria Pisco teve água com metro e meio de altura e perdeu tudo. "Vejo desaparecer a nossa vida".See omnystudio.com/listener for privacy information.

DICAS DE NEGÓCIOS E CARREIRA
A Nova Lógica do Treino Físico

DICAS DE NEGÓCIOS E CARREIRA

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 7:29


Sua carreira depende do seu corpo. Vejo muitos executivos infartando no auge por "falta de tempo" para a saúde.A solução não é morar na academia, é treinar com inteligência.

Morgana Secco
Londres está perigosa? Como lido com a exposição das crianças nas redes sociais?

Morgana Secco

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 36:44


Respondi perguntas da caixinha como: Londres está perigosa? Como lido com a exposição das crianças nas redes sociais? e mais outras listadas aqui embaixo.Episódio exibido no canal do YouTube em 14/11/2025.☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade está em BLACK FRIDAY: https://morganasecco.com.br/essencial

Brasil-Mundo
Carioca se destaca em Portugal ao tocar guitarra portuguesa

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Nov 8, 2025 5:01


Há nove anos morando em Portugal, Fernanda Maciel calcula que não passa de cinco o número de mulheres que tocam profissionalmente este tipo de guitarra no país. Considerado um dos símbolos da identidade musical portuguesa, o instrumento é essencial no acompanhamento dos fadistas. É ele que dialoga com a voz e ajuda a evocar as emoções dos fados. Fábia Belém, correspondente da RFI em Portugal Neta de um português nascido no arquipélago dos Açores, a carioca Fernanda Maciel, que também tem nacionalidade portuguesa, fez graduação em guitarra clássica na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ela conta à RFI que a primeira vez que ouviu fado foi pelo rádio, na casa dos pais. “Me interessei, pesquisei e fui achando que tinha muitas coisas parecidas com o choro, com a música brasileira. Comecei a achar [o fado] muito interessante”, explica. Fernanda lembra que, quando percebeu o som da guitarra portuguesa, se deu conta de que havia encontrado o instrumento da sua vida. “Eu me apaixonei pela guitarra”, diz. Uma tia da musicista, que costumava viajar com frequência para Portugal, ajudou a sobrinha a realizar o sonho levando uma guitarra portuguesa para ela no Brasil.  Ao falar sobre o instrumento de doze cordas, tocado com a mão direita, Fernanda destaca que a técnica utilizada é muito interessante [porque] “usamos o polegar e o indicador; não usamos os outros dedos, como no violão”. Neste tipo de guitarra, “a gente diz que tem um bocadinho da alma portuguesa”, completa. A mudança para Portugal Decidida a aprofundar os conhecimentos sobre fado, em 2016, Fernanda se mudou para Portugal. Na Universidade NOVA de Lisboa, ela iniciou o mestrado em Ciências Musicais e, no Museu do Fado, começou a ter aulas com António Parreira, um dos grandes mestres da guitarra portuguesa. Com ele, a aluna talentosa começou a frequentar casas de fado e associações culturais e comunitárias. “Qualquer lugar onde ele fosse tocar, ele me levava, porque eu precisava aprender o repertório. A gente tem que conhecer, sei lá, quinhentos, seiscentos, setecentos fados. Então, temos que reconhecer o repertório, saber tocar os fados em todos os tons e ter a facilidade de, quando a pessoa pedir o fado, a gente começar a tocar”, revela.   Fernanda Maciel já participou de importantes eventos. Em Lisboa, ela se apresentou, em 2019, na inauguração da Oficina da Guitarra Portuguesa, que pertence ao Museu do Fado, e em 2022, no Festival Santa Casa Alfama, dedicado ao famoso gênero musical português. Em 2020, participou, como solista, do 11º Festival Internacional de Guitarra Clássica de Calcutá, que teve sua edição online em decorrência da pandemia de Covid-19. A artista, que fez parte de dois projetos de fado compostos exclusivamente por mulheres (“As Mariquinhas” e “Amara Quartet”), também já levou sua guitarra portuguesa para Itália, França e Brasil. No ano passado, na Casa Portugal de São Paulo, ela e mais três músicos abriram o show da banda de rock brasileira IRA, no âmbito das comemorações dos 50 anos da Revolução dos Cravos. “O artista tem de ir aonde o povo está” Todos os domingos, Fernanda Maciel é presença constante numa conhecida casa de fados em Vila Nova de Gaia, cidade do distrito do Porto, mas tem tocado de norte a sul do país, principalmente, nas casas de fado, à noite. “Às vezes, temos espetáculos, que eu também faço, claro. Às vezes, nós temos noites de fado, que podem ser uma associação que quer angariar fundos para alguma coisa", diz. "Quando alguém quer fazer uma festa e nós somos contratados para cantar uns fados, nós vamos. Casamentos, às vezes, também vamos. O artista tem de ir aonde o povo está”, acrescenta. Quando questionada sobre o que sente ao tocar e viver em uma cultura que, teoricamente, não é dela, a artista responde: "Quando eu toco, sinto essa sensação de que pertenço a esse local.” O desafiar de uma tradição Em Portugal, ainda não existem estatísticas oficiais sobre o número de mulheres que tocam profissionalmente guitarra portuguesa, mas sabe-se que são poucas. Contando com ela, Fernanda calcula que não passam de cinco e lamenta o fato de o meio do fado e da guitarra portuguesa ainda ser predominantemente masculino. “Ainda há muito preconceito e é simplesmente estúpido”. Por outro lado, reflete, “é muito bom o fato de nós mulheres existirmos e resistirmos nesse meio”. Nos espaços mais conservadores, por exemplo, a sua presença ainda causa “estranhamento”. “Falam: ‘Ah, uma guitarrista? Ah, mulher?', descreve Fernanda com bom humor. Depois pensam: ‘Brasileira? O que ela está fazendo aqui? E como assim ela toca fado?'”, diz. Mas nos lugares onde se apresenta, ela também tem recebido muito apoio. Quanto ao que vem pela frente, Fernanda segue otimista. “Vejo um futuro mais interessante com a entrada de mais mulheres no mercado”, acredita a guitarrista. 

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
“Sinto uma revolta quando vejo os cartazes (do Chega): onde estão os valores cristãos? Tenho o maior desgosto em ver o PSD ir atrás destas ideias”

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 22:41


Sousa Tavares fala da imigração e das polémicas a envolver Ventura que acusa de fazer "um exercício de desonestidade intelectual" num país de "muitos católicos e poucos cristãos". O cronista critica os portugueses que não gostam da liberdade que não "valorizam como valor absoluto". Em análise ainda a "gestão desastrosa e a superioridade moral" de Mortágua no BE. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas Eldorado Estadão
Mulheres Reais #171 A semana acaba e eu nem vejo. Pra você o tempo também está passando mais rápido?

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Oct 20, 2025 12:37


Com o piloto automático ativado para tentar dar conta de tudo, cresce percepção de aceleração do tempo. Resgatar fatos do passado pode nos trazer alguns insights sobre essa corrida maluca. Carolina Ercolin e Luciana Garbin conversam sobre o tema. O podcast Mulheres Reais está disponível semanalmente em todas as plataformas de áudio.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alta Definição
Mariana Cabral: “Ao mesmo tempo que vou para as profundezas do obscuro, também vejo o quão ridículo isso é. Mas é combustível para o meu trabalho”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Oct 18, 2025 58:06


No Alta Definição em podcast, Mariana Cabral, conhecida como Bumba na Fofinha, revela-se com humor e franqueza a Daniel Oliveira. Fala do medo de perder a graça, da síndrome do impostor e da dificuldade em desligar da persona pública criada ao longo de mais de uma década. A humorista confessa ser tímida e introvertida, apesar da imagem extrovertida, e valoriza a liberdade e o direito ao erro. Entre risos e introspeção, Mariana Cabral partilha o lado menos visível da maternidade, como a exaustão, a culpa e a depressão na gravidez, mas também a alegria profunda de ver crescer os filhos. A comediante recorda a infância em família numerosa, o humor partilhado entre irmãos e a liberdade para ser “pateta”. Rejeita o culto da perfeição nas redes e defende um olhar mais verdadeiro sobre a vida. O Alta Definição foi emitido na SIC a 18 de outubro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tragaluz
“En este régimen presidencialista es difícil que no haya autoritarismo”: Tomás Pérez Vejo

Tragaluz

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 21:16


Fernando del Collado conversa con Tomás Pérez Vejo, historiador español radicado en México, quien señala que el país es “extraordinariamente violento” y la “tolerancia de la sociedad mexicana frente a la violencia” le parece todavía más inasible, “a veces tiendo a pensar que este país está viviendo una guerra fratricida a plazos”, lamenta. Premiado en 2018 con la orden del Águila Azteca, el máximo galardón otorgado por el gobierno de México a los extranjeros, Pérez Vejo señala que tanto los “mexicanos como españoles somos hijos de la disgregación de la monarquía católica”, reconoce que la celebración del 12 de octubre, es “un mito historiográfico español”, observa que “de todas las fobias” hacia España provenientes de “las izquierdas en latinoamericana”, la más “exacerbada” es la fobia de la izquierda mexicana. El “resentimiento”, añade, “tiene una salida y es a través del conocimiento”. Y advierte: “el nacionalismo es una de las mayores enfermedades del mundo contemporáneo”. Para el académico e investigador del INAH, la historia no debería estar “para solapar al poder en turno” y señala que los “propagandistas oficiosos” no tienen “nada que ver con la historia”. Resalta que “en este régimen presidencialista es difícil que no haya autoritarismo” y sobre las mentiras como recursos muy socorridos por los políticos, el historiador disgrega que no habría otra explicación salvo que el hecho de “refugiarse en las mentiras les resulte gratificante porque da respuestas falsas a problemas verdaderos”. En su más reciente libro, "México, la nación doliente" (Grano de Sal, 2025), el historiador quiso llamarle así “porque está construida con un relato doliente”. Todo un país edificado, agrega, con “ese mito que es la idea de una historia entendida como un ciclo de nacimiento, muerte y resurrección”. Un título de libro no sólo sugerente sino que, además, plantea “destruir algunos de los mitos fundacionales de la nación mexicana y pasar a construir a la nación como proyecto de futuro y no como venganza del pasado”.

Freud Que Eu Te Escuto
Psicanálise e Telepatia (1921)

Freud Que Eu Te Escuto

Play Episode Listen Later Sep 16, 2025 39:04


Neste episódio, lemos um dos textos mais singulares de Freud: “Psicanálise e Telepatia”, escrito em 1921 mas publicado apenas em 1941, já após a morte do autor. Freud não o destinara à publicação — apresentou-o apenas a um círculo íntimo de colaboradores. Quando veio a público, foi sob este título, com cortes que preservavam a identidade de pacientes.“Não é seguro que o maior interesse pelo ocultismo envolva perigo para a psicanálise. Pelo contrário, seria de esperar simpatia entre aquele e esta. (…) A psicanálise não tem interesse em defender a autoridade da ciência com o próprio sacrifício. Ela mesma se acha em oposição a tudo o que é limitado convencionalmente.”O texto traz a tensão entre psicanálise e ocultismo, em um tempo marcado pela crise de valores após a Primeira Guerra Mundial. Freud relata casos em que profecias, médiuns e experiências ditas “ocultas” aparecem, interpretando-os como formações ligadas ao desejo inconsciente e à transmissão psíquica, e não a poderes sobrenaturais.“Vejo apenas uma forma de escapar à conclusão imposta por esse caso. (…) É possível que a paciente tenha desenvolvido uma paramnésia, introduzindo detalhes significativos a partir de seu inconsciente. Então, desapareceria o fato que nos impõe tão sérias conclusões.”Entre ceticismo e fascínio, Freud revela sua ambivalência diante desses fenômenos, mas nunca deixa de reafirmar a psicanálise como método de investigação rigorosa do inconsciente.

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
Miguel Sousa Tavares sobre Montenegro e os incêndios: “Embora diga que esteve sempre ao leme, não vejo um português que o leve à letra”

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

Play Episode Listen Later Aug 28, 2025 22:58


O cronista do Expresso não tem grande esperança de que algo mude no combate aos incêndios e na desertificação do interior: “O problema em Portugal é que, quando se faz uma comissão, ela apresenta as suas conclusões e elas vão imediatamente para a gaveta”See omnystudio.com/listener for privacy information.

WGospel.com
Pai! Confio nas Tuas promessas!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jul 23, 2025 1:33


Oro Por Você 02860 – 23 de Julho de 2025   Obrigado, Senhor, por Tuas promessas nunca falharem. Vejo esse princípio exemplificado em Tua Palavra, em […]

Nova Igreja de Ipanema
A Igreja que eu Vejo - Mauricio Fragale

Nova Igreja de Ipanema

Play Episode Listen Later Jul 10, 2025 48:18


Mensagem compartilhada na noite do dia 10 de Julho de 2025 pelo pastor Mauricio Fragale em comemoração aos 10 anos da Nova Igreja Ipanema.

Igreja Batista Alameda Santa Felicidade
#251 | Eu Vejo a Glória do Senhor Hoje Aqui | Jhonny Medeiros | 27/09/24

Igreja Batista Alameda Santa Felicidade

Play Episode Listen Later Jun 26, 2025 60:52


Eu Vejo a Glória do Senhor Hoje Aqui | Jhonny Medeiros | 27/09/24

Aprender francês/ intercâmbio
36 - Rotina e vida cotidiana (avançada) em francês

Aprender francês/ intercâmbio

Play Episode Listen Later Jun 10, 2025 20:56


Nesta aula de francês, vamos aprender a descrever atividades do dia a dia com mais detalhes, usando vocabulário e estruturas que vão além do básico. Ideal para quem quer contar sobre sua rotina, compromissos, imprevistos e planos com fluidez e naturalidade.1. Falar sobre a manhã em francêsJe me réveille à 7h, mais je me lève à 7h30. – Eu acordo às 7h, mas me levanto às 7h30. Je prends une douche, je m'habille et je prends mon petit-déjeuner. – Tomo banho, me visto e tomo café da manhã. Je bois du café pendant que je regarde les nouvelles. – Tomo café enquanto vejo as notícias. Je pars de chez moi vers 8h15. – Saio de casa por volta das 8h15.2. Transporte e trajetos em francêsJe prends le métro / le bus / mon vélo pour aller au travail. – Pego o metrô / ônibus / bicicleta para ir ao trabalho. Il y a souvent des bouchons / des retards. – Frequentemente há trânsito / atrasos. Je mets environ 30 minutes pour arriver. – Levo cerca de 30 minutos para chegar. Parfois, je travaille à distance. – Às vezes, trabalho de casa.3. Durante o diaJ'ai des réunions, je réponds à des e-mails, je travaille sur des projets. – Tenho reuniões, respondo e-mails, trabalho em projetos. Je fais une pause vers midi. – Faço uma pausa por volta do meio-dia. Je déjeune avec des collègues ou je mange à la maison. – Almoço com colegas ou em casa. L'après-midi est souvent plus calme. – A tarde geralmente é mais tranquila. 4. Fim de dia e noiteJe termine le travail vers 18h. – Termino o trabalho por volta das 18h. Je fais des courses ou je vais à la salle de sport. – Faço compras ou vou para a academia. Je rentre, je cuisine et je dîne. – Volto para casa, cozinho e janto. Je regarde une série, je lis un peu ou j'appelle ma famille. – Vejo uma série, leio um pouco ou ligo para minha família. Je me couche vers 23h. – Vou dormir por volta das 23h. 5. Expressões para contar sobre a rotinaD'habitude, je… – Normalmente, eu…Il m'arrive de… – Acontece de eu…En général… – Em geral…Quand j'ai du temps, je… – Quando tenho tempo, eu…Je suis souvent débordé(e). – Estou frequentemente sobrecarregado(a).Exemplo: D'habitude, je commence ma journée en écoutant un podcast pendant que je prépare le petit-déjeuner.6. Perguntas para conversar sobre rotinaÀ quelle heure tu te lèves le matin ?Tu travailles à la maison ou au bureau ?Qu'est-ce que tu fais après le travail ?Tu fais du sport en semaine ?Quel est ton moment préféré de la journée ?Falar da rotina é um tema muito comum em conversas e entrevistas. Com esse vocabulário, você vai poder se expressar com mais naturalidade e variedade. Bonne journée !

Vichyssoise
“Vejo como desejável e natural coligação com IL”

Vichyssoise

Play Episode Listen Later Jun 5, 2025 35:13


Filipe Anacoreta Correia, vice-presidente da Câmara de Lisboa, foi o convidado da Vichyssoise onde confirmou a sua desfiliação do CDS, falou sobre o seu futuro político e defendeu coligação com a IL.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Sandra Duarte Cardoso (parte 1): “Vejo muita gente infeliz, esgotada. Acredito que a IA pode ajudar a ganharmos mais tempo. Em todas as profissões, até na medicina”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later May 23, 2025 77:08


Sandra Duarte Cardoso fundou há dezoito anos a organização não governamental SOS Animal e, em 2020, criou um santuário em Santarém onde tem mais de uma centena de animais que vivem livres, sem serem alvo de qualquer exploração. Autora e apresentadora do programa “À Descoberta com…”, na SIC, e das curta-metragens “Saudade” e “Profundo”, há quatro anos sofreu um acidente com uma égua que lhe atingiu as costas e o cotovelo. Desde aí, passou a viver com uma dor neuropática crónica. E revela como o tratamento com psicadélicos a fez sair da escuridão. Defensora do uso da IA em todas as profissões, até na medicina, para que a sociedade ganhe mais tempo, afirma-se preocupada com as ameaças à democracia. Ouçam-na na primeira parte da conversa com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.