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Bom Sai
T2 | Ep.89 - Esfolei-me à grande mas só vejo abundância

Bom Sai

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 21:22


Depois de me ter esbardalhado e ter ficado toda esfolada, encontrei a abundância. E percebi que não preciso de cheirar cocó de cavalo só para ser uma boa mãe - na verdade, não cheirar faz de mim uma boa mãe. Percebam tudo no episódio. -- A FORMA COMO TE ALIMENTAS, CRIA A VIDA QUE DESEJAS. ALIMENTA A TUA ALMA, AQUI: anaruasmelonutricionista.pt/alimenta-a-tua-alma/ SEM IDEIAS PARA COZINHAR? ESTA É A SOLUÇÃO: anaruasmelonutricionista.pt/menu-semanal/ DESEJAS COMER MAIS VEGETAIS? ESTE É O MELHOR LUGAR DA INTERNET: anaruasmelonutricionista.pt/subscricao-…de-vegetal/ https://anaruasmelonutricionista.pt/ www.instagram.com/anaruasmelo.nutricionista/ www.facebook.com/anaruasmelo.nutricionista/ Contacto: info@anaruasmelonutricionista.pt -- Música: Joseph McDade - Sunrise Expedition

Conversas à quinta - Observador
Melhor é Difícil. Catarina Lameira Grosso: “Ensino para que as pessoas cheguem mais longe”

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later May 15, 2026 39:57


Da primária ao doutoramento com 19 valores, Catarina, 30 anos, foi sempre a melhor: “Vejo-me a ensinar. É quando vou explicar, vou contar. E sempre como se fosse a primeira vez.”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Clube dos 52
Melhor é Difícil. Catarina Lameira Grosso: “Ensino para que as pessoas cheguem mais longe”

Clube dos 52

Play Episode Listen Later May 15, 2026 39:57


Da primária ao doutoramento com 19 valores, Catarina, 30 anos, foi sempre a melhor: “Vejo-me a ensinar. É quando vou explicar, vou contar. E sempre como se fosse a primeira vez.”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Direto ao Assunto
Melhor é Difícil. Catarina Lameira Grosso: “Ensino para que as pessoas cheguem mais longe”

Direto ao Assunto

Play Episode Listen Later May 15, 2026 39:57


Da primária ao doutoramento com 19 valores, Catarina, 30 anos, foi sempre a melhor: “Vejo-me a ensinar. É quando vou explicar, vou contar. E sempre como se fosse a primeira vez.”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conversas de Fim de Tarde
Melhor é Difícil. Catarina Lameira Grosso: “Ensino para que as pessoas cheguem mais longe”

Conversas de Fim de Tarde

Play Episode Listen Later May 15, 2026 39:57


Da primária ao doutoramento com 19 valores, Catarina, 30 anos, foi sempre a melhor: “Vejo-me a ensinar. É quando vou explicar, vou contar. E sempre como se fosse a primeira vez.”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
Cabo Verde "Os partidos não conseguiram apresentar as propostas de forma clara"

Convidado

Play Episode Listen Later May 15, 2026 8:34


Termina nesta sexta-feira, 15 de Maio, a campanha eleitoral para as oitavas eleições legislativas em Cabo Verde. Celeste Fortes, docente e investigadora da Universidade de Cabo Verde, na cidade do Mindelo, considera que esta campanha eleitoral ficou marcada por um ambiente de agressividade, sem espaço para discussão, com os partidos a não conseguirem apresentar as propostas de forma clara. Como é que avalia o ambiente político e social vivido durante esta campanha eleitoral? Acho que estamos a viver duas situações ao mesmo tempo. Por um lado, no mundo digital e nas redes sociais, vejo um ambiente extremamente agressivo. Não há espaço para discussões de ideias nem para uma análise mais equilibrada, em que as pessoas consigam também fazer autocrítica ao actual governo ou aos outros partidos que concorrem. Por outro lado, fora do digital, também sinto muita agressividade no debate político e social. Mas, ao mesmo tempo, enquanto docente e activista, noto um certo cansaço por parte da população. Há uma sensação de “mais do mesmo”, de saturação em relação ao discurso político. Portanto, o que eu vejo neste momento é um ambiente marcado simultaneamente pela agressividade e pelo cansaço social. Considera que os partidos políticos foram capazes de apresentar o programa político? Não. Acho que os partidos políticos não conseguiram apresentar as suas propostas de forma clara. Se uma pessoa não estiver muito atenta, dificilmente consegue perceber quais são, concretamente, as soluções que cada partido propõe para resolver os principais problemas que a população identifica como prioritários. O que se viu foi uma discussão muito bipolarizada e muito partidarizada, marcada também por uma militância bastante cega. Em vez de comunicarem projectos concretos para o país, os partidos acabaram por comunicar mais as suas ideologias e discursos políticos. Faltou explicar de forma clara onde é que Cabo Verde está hoje, em 2026, e qual é a visão de cada partido para os próximos quatro ou cinco anos. Ou seja, como é que o partido X ou o partido Y pretende levar o país para um outro patamar. Isso, para mim, não ficou claro durante esta campanha. Actualmente, quais são as maiores preocupações dos cabo-verdianos ? Bom, eu não posso falar por todos os cabo-verdianos, mas há preocupações que sinto pessoalmente e que acredito que também são partilhadas por grande parte da população. Uma delas é a questão dos transportes. Continuamos a viver muito isolados entre as ilhas. Eu vivo em São Vicente e, muitas vezes, tenho situações para resolver em Santiago. No entanto, nestas eleições praticamente não se falou da regionalização. Enquanto moradora de São Vicente, esperava que esse debate regressasse à agenda política e que os partidos apresentassem propostas concretas sobre o tema, mas isso não aconteceu. Continuamos a enfrentar um problema grave de centralização em Cabo Verde, sobretudo em relação à Praia. E essa dependência acaba por afectar todo o país. A questão dos transportes e da conectividade continua muito longe de estar resolvida. Isso liga-se directamente a outro grande problema: a saúde. Uma pessoa que vive no Maio, na Brava ou em São Nicolau não tem o mesmo acesso aos cuidados de saúde, porque os principais hospitais estão concentrados em São Vicente e Santiago. E, muitas vezes, nem existem transportes adequados para a deslocação de doentes.  Outra preocupação muito séria é a dignidade habitacional. Enquanto activista, acompanhei de perto todo o processo de acção depois do 11 de Agosto, e a situação é caótica e preocupante. Continua a existir permissividade para a construção de casas de tambor e habitações sem segurança, especialmente em zonas de risco e encostas. Isso mostra que a questão da habitação digna ainda não foi resolvida pelo governo. Além disso, temos situações contraditórias, como casas do programa “Casas para Todos” que continuam fechadas e sem serem atribuídas. Por fim, há uma questão que afecta muito a juventude: o projecto de vida e o futuro da empregabilidade. Muitos jovens sentem dificuldade em construir um futuro estável no país, o que acaba também por alimentar a vontade de emigrar.  Os jovens continuam a ser os mais impactados pelo desemprego... Sim. Os jovens continuam a ser os mais impactados pelo desemprego e pela falta de perspectivas em relação ao futuro. Muitos querem construir a sua vida em Cabo Verde, querem ter um emprego e estabilidade no seu próprio país, sem terem de emigrar para procurar melhores condições de vida. Existe muito esta ideia entre os jovens de: “Eu quero trabalhar, mas quero conseguir fazê-lo aqui, perto da minha família, no meu país.” No entanto, muitas vezes, sentem que não têm oportunidades reais para alcançar esse futuro com tranquilidade e estabilidade. E, para mim, esse é um dos grandes problemas actuais. No entanto, durante a campanha, não vi debates aprofundados nem propostas claras sobre como resolver esta questão do desemprego jovem e da falta de perspectivas para a juventude. Enquanto activista, trabalha muito sobre a questão do género. Como é que é tratada a questão do género em Cabo Verde? Orgulha-me muito os espaços que Cabo Verde tem vindo a criar, tanto através das instituições públicas governamentais como das organizações não governamentais, para avançarmos rumo a uma maior igualdade de género, que ainda está longe de ser plenamente alcançada. Apesar dos avanços, continuam a existir vários problemas por resolver, nomeadamente a violência baseada no género, o feminicídio e a pobreza, que continua a ter um rosto maioritariamente feminino. A maioria das famílias em Cabo Verde são monoparentais e chefiadas por mulheres, o que mostra também como muitas responsabilidades recaem sobre elas. Portanto, ainda temos grandes desafios pela frente, sobretudo ao nível da representação política e da participação das mulheres nos espaços de decisão. São cinco partidos e apenas um é liderado por uma mulher. A política ainda é distante para a mulher em Cabo Verde? Sim, continua a ser distante, porque a política ainda é um espaço muito masculinizado, dominado por lógicas machistas e patriarcais. Muitas vezes, as mulheres não encontram um ambiente favorável nem condições reais para participarem activamente na vida político-partidária do país. Além disso, a política continua a ser um espaço marcado pela agressividade e pela violência. E nós, mulheres, já convivemos diariamente com microviolências em contextos laborais, familiares e sociais. Muitas acabam por evitar também a política precisamente por a sentirem como mais um espaço de confronto e desgaste. Por outro lado, fiquei extremamente contente por ver a Jónica Brites Tavares no debate. Achei-a muito assertiva e isso deu-me alguma esperança. Ver uma mulher naquele espaço, com firmeza e segurança, pode inspirar muitas meninas e mulheres a entrarem também no espaço público e a posicionarem-se. Mas, apesar dos discursos sobre igualdade e dos sinais de paridade nos governos, a política cabo-verdiana continua a ser um espaço muito marcado pela violência, sobretudo pela violência masculina. Considera que nestas eleições vamos voltar a ver esta disputa entre o MpD e o PAICV? Ou há uma possibilidade deste cenário se poder reverter? Eu não acredito que isso vá mudar tão cedo. Acho que vamos continuar presos a esta bipolarização entre o MpD e o PAICV. Os dois partidos construíram, ao longo dos anos, uma narrativa muito baseada no medo: o medo de perder a estabilidade e o receio de ver outras forças políticas a governarem o país.  Mesmo 50 anos depois, ainda somos muito marcados pelo assistencialismo e por relações de dependência política. E essa lógica acaba por alimentar o medo do novo e do diferente. Tanto o MpD como o PAICV continuam a explorar muito esse sentimento. Cabo Verde é muitas vezes visto como o “bom aluno” do continente africano. Quais são os desafios para a democracia cabo-verdiana? Apesar dessa imagem positiva, Cabo Verde não está completamente protegido de fenómenos que hoje ameaçam várias democracias, como o crescimento de discursos populistas, extremistas, racistas, xenófobos e misóginos. Vejo com preocupação o facto de Cabo Verde, enquanto país que tradicionalmente procura manter uma posição equilibrada e não alinhada, nem sempre se posicionar de forma clara perante essas ondas populistas e extremistas. E isso pode representar um risco para a nossa saúde democrática, porque esses discursos acabam por normalizar formas de intolerância e de violência política e social que podem fragilizar a democracia cabo-verdiana no futuro.

Terminei
#321 - Te Vejo na Final

Terminei

Play Episode Listen Later May 13, 2026 11:54


Saiba tudo sobre Edinho Meteoro: as origens do jogador mais polêmico da seleção brasileira, por quais times já passou, onde joga atualmente, e o mais importante, o que esperar do atacante nesta Copa. Será que teremos novas polêmicas envolvendo o nome de Meteoro? Isso só o tempo, e os jogos, poderão dizer!Depois de ser arrancado do armário e ver sua carreira ser basicamente arruinada da noite para o dia, Edinho Meteoro, ex-promessa do futebol brasileiro e atual jogador de um time italiano pouco conhecido, não está exatamente feliz, mas pelo menos está estabelecido e seguro.Claro, ele não pode se dar ao luxo de dar um passo para fora da linha ou se tornará alvo da torcida, as marcas dispostas a patrociná-lo são raríssimas, tem só um amigo no time todo e lida todos os dias com o provocante e rabugento Benedikt Kühn, seu capitão e maior rival, que não larga do seu pé. Mas as coisas estão prestes a mudar, pois Cida, a nova técnica da seleção brasileira, acabou de convocá-lo para a Copa do Mundo.Edinho finalmente terá a chance de conquistar seu lugar de destaque no futebol, mas ele precisará enfrentar o país que o abandonou, uma federação homofóbica e colegas de time que claramente não o desejam ali ― além dos sentimentos confusos por um certo jogador alemão ― para realizar seus sonhos.Livro: https://amzn.to/3QXEQpqTwitter e insta: @termineicast

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
António Garcia Pereira (parte 2): “Atuei sempre de acordo com a minha consciência. Quando faço a barba e olho-me ao espelho, não tenho vergonha do que vejo”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 61:53


Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, o advogado António Garcia Pereira recorda os casos que mais se orgulha de ter vencido em tribunal. Depois faz uma viagem no tempo até alguns dos momentos que o marcaram no passado, como quando era um jovem estudante e, com vários colegas, ajudou a população na tragédia das cheias de 67 e se deu conta de um país miserável que não aparecia retratado nos jornais. Garcia Pereira relata ainda outros momentos: quando viu um colega seu ser assassinado à sua frente por um agente da PIDE em plena universidade, ou como viveu o dia 25 de Abril e escapou de uma rajada de metralhadora vinda de uma janela, que atingiu uma jovem rapariga que o próprio procurou salvar, arrastando-a para debaixo de um veículo. E partilha as músicas que o acompanham, deixa algumas sugestões culturais e lê um excerto do livro “Um Dia Sempre Teremos Sido Todos Contra Isto”, do escritor e jornalista Omar El Akad. Boas escutas! See omnystudio.com/listener for privacy information.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | O DEUS DA ORDEM

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 3:17


LEITURA BÍBLICA DO DIA:  GÊNESIS 1:1-10 PLANO DE LEITURA ANUAL: 1 SAMUEL 22–24; LUCAS 12:1-31 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Sérgio pegou todos os remédios que encontrou em casa. Criado em uma família disfuncional e cheia de desordem, sua vida era uma bagunça. Sua mãe sofria violência de seu pai, até que este tirou a própria vida. Agora Sérgio queria simples mente “acabar” com a dele. Mas então lhe veio à mente: Para onde irei quandom morrer? Pela graça de Deus, Sérgio não morreu naquele dia. E com o tempo, após estudar a Bíblia com um amigo, ele creu em Jesus como seu Salvador. Parte do que atraiu Sérgio para Deus foi ver a beleza e a ordem na criação. Ele disse: “Vejo coisas que são lindas e perfeitas. Alguém fez tudo isso”. Em Gênesis 1, lemos sobre Deus, que realmente criou todas as coisas. E embora a Terra fosse “sem forma e vazia” (v.2), Ele trouxe ordem à desordem. Ele “separou a luz da escuridão” (v.4), colocou a terra no meio dos mares (v.10) e fez plantas e criaturas de acordo com “sua espécie” (vv.11-12,21,24-25). Como Sérgio veio a entender, Aquele que “criou os céus e a terra e pôs todas as coisas no devido lugar” (ISAÍAS 45:18) traz paz e ordem às vidas entregues a Cristo. A vida pode ser caótica e desafiadora. Louve a Deus porque Ele “não é Deus de desordem, mas de paz” (1 CORÍNTIOS 14:33). Vamos louvá-lo hoje, pedindo que nos ajude a encontrar a beleza e a ordem que somente Ele oferece.  Por:  TOM FELTEN 

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
David Fonseca (parte 1): “Nunca me fascinou ser famoso. Vejo nisso a parte pior da música. Gosto é de fazer canções novas e de tocar ao vivo”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Mar 27, 2026 74:40


No final dos anos 90 tornou-se uma espécie de ‘rockstar’ instantânea enquanto vocalista e figura de proa dos Silence 4, a banda de Leiria que marcou uma geração. Mas David Fonseca afirma não ter saudades do que ficou no caminho. “O passado não é assim tão especial. Aos que olham muito para trás digo: ‘acordem’. O passado pode morder-vos o rabo.” Mais de duas décadas depois de se afirmar a solo, o músico prepara o lançamento de um novo álbum, cantado inteiramente em português, com um single já cá fora, chamado “Nada a Perder”. Uma canção que retrata uma fase pessoal de maior libertação. “Até tenho medo do que vem aí. Faço literalmente o que me apetece e passa pela cabeça.” Ouçam-no nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas” de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Blitz Posto Emissor
António Zambujo: “Quando vou ao Alentejo não vejo um berço de fascistas, obviamente. Há um voto de protesto, um abre-olhos. Espero eu”

Expresso - Blitz Posto Emissor

Play Episode Listen Later Mar 27, 2026 60:19


Preparando-se para apresentar o novo álbum, “Oração ao Tempo”, nos Coliseus de Porto e Lisboa, António Zambujo regressa ao Posto Emissor para falar sobre o dueto com Caetano Veloso, a nova popularidade do cante alentejano ou o empurrão que o musical “Amália” deu à sua carreira. No 274º episódio do podcast da BLITZ, falamos ainda de Kanye West no Algarve e das aventuras de MARO além-fronteiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

ibab - igreja batista de água branca
Uma coisa sei eu era cego e agora vejo! | Silvia Kivitz

ibab - igreja batista de água branca

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 38:23


Mensagem do dia 15 de Março de 2026 por Silvia Kivitz Uma coisa sei eu era cego e agora vejo! Histórias que tocam nossa história Celebração Ibab AO VIVO 11h www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab

Gimtoji žemė
Žvejo žinia iš pamario: stintų šiemet nebus

Gimtoji žemė

Play Episode Listen Later Mar 17, 2026 8:04


Rusnės saloje liko tik viena versline žvejyba užsiimanti įmonė. Dalius Kuzma sako, kad jis verslą tęsia, nes savęs neįsivaizduoja gyvenančio kitame krašte, dar užtenka jėgų imtis ir kito verslo – pramoginės laivybos. Svarbiausia jo žinia klausiantiems apie stintas – pamirškite jas, šiemet jų vėl nebus.Ved. Kristina Toleikienė

ved vejo stint inia rusn svarbiausia nebus
Igreja Anglicana Âncora
Eu era cego, agora vejo | Min. Local Lúcio Ribeiro

Igreja Anglicana Âncora

Play Episode Listen Later Mar 15, 2026 25:35


Sermão de domingo (15/03/26), 4º Domingo da Quaresma. Texto base se encontra em João 9,1-9.18-25.

Foca na Palavra
DIA DO SENHOR ⚖️06.03.2026

Foca na Palavra

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 11:44


ISTO DIZ AQUELE QUE TEM A "ESPADA" DE DOIS GUMES (=JESUS, VERBO, PALAVRA; QUE JULGA; QUE PENEIRA): CONHEÇO AS SUAS OBRAS, mesmo habitando onde "reina" Satanás (=governante perverso com a certeza da impunidade, faz atrocidades achando que ficará impune); e NÃO ME NEGOU, mesmo nos dias da minha LEAL testemunha, Antipas, que foi morto entre vocês. LUTAREI CONTRA OS CORRUPTOS COM A "ESPADA" DA MINHA BOCA (=O Pai deu o poder de exercer o JUÍZO).Apocalipse 1:18-20; 2:12-13,16 E O VERBO SE FEZ CARNE, E HABITOU ENTRE NÓS. (Campanha CNBB)João 1:14 Como nasce a fake news, a calúnia, a difamação, a injúria, a rachadinha, o desvio de verba pública o penduricalho... Se divulgou, que o discípulo (João) não havia de morrer. Jesus não disse que não morreria, mas: Se eu quiser que ele fique até que eu venha, que te importa? ME SEGUE VOCÊ. E quando Jesus entendeu que os fariseus tinham ouvido falar que ele fazia e batizava mais discípulos do que João Batista (JESUS MESMO NÃO BATIZAVA), deixou a Judeia, e foi outra vez para a Galileia. Em SAMARIA, FOI A UMA CIDADE CHAMADA SICAR, junto a propriedade que Jacó deu a José. Tinha ali o poço de Jacó. Cansado, Jesus sentou junto do poço. VEIO UMA MULHER DE SAMARIA (=A EXCLUÍDA) tirar água. Jesus disse: ME DÁ DE BEBER. A SAMARITANA, DISSE: Como, sendo você judeu, pede de beber a mim, que SOU MULHER SAMARITANA? (=judeus não se dão com samaritanos). VOCÊ É MAIOR do que o nosso pai Jacó, que DEU esse poço, que ele, os filhos, o gado beberam? Jesus disse: Vai, chama o seu marido, e volta aqui. Disse: Não tenho marido. Isto disse bem; porque teve (=fizeram ter) cinco maridos, e o de agora não é o seu marido; ISTO DISSE COM VERDADE. Disse a mulher: Vejo que é profeta. Nossos pais adoraram aqui neste monte, e vocês dizem que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar. JESUS DISSE: MULHER, ACREDITE EM MIM, QUE NEM NESTE MONTE NEM EM JERUSALÉM; DEUS É ESPÍRITO. E OS SEUS DISCÍPULOS, SE ADMIRARAM PORQUE FALAVA COM UMA MULHER. A MULHER FOI À CIDADE, DIZER AOS HOMENS: VENHAM, VEJAM UM HOMEM QUE ME DISSE TUDO O QUE TENHO FEITO. NÃO É ESTE O CRISTO? E MUITOS DOS SAMARITANOS ACREDITARAM EM JESUS, PELA PALAVRA DA MULHER.João 21:23; 4:1-3,5-9,12,16-21,24,27-29,39-42Daniel 2:1-49/Apocalipse 10:1-3; 18:4-5; 13:16-18; 6:12-17; 20:1-2,12-15; 22:16,14-15 Art. 29. O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos, com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará, atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição, na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos: VI – o subsídio dos Vereadores será fixado pelas respectivas Câmaras Municipais em cada legislatura para a subsequente, observado o que dispõe esta Constituição, observados os critérios estabelecidos na respectiva Lei Orgânica e os seguintes limites máximos: e) em Municípios de trezentos mil e um a quinhentos mil habitantes, o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a sessenta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais; (Incluída pela EC n. 25/2000) f) em Municípios de mais de quinhentos mil habitantes, o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a setenta e cinco por cento do subsídio dosDeputados Estaduais; (Incluída pela EC n. 25/2000)Constituição Federal-Edição STF

Caixa de Música
ANNY KAROLINE: "Eu não vejo outro propósito sem ser esse“

Caixa de Música

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 11:39


O Caixa de Música é exibido na TV Novo Tempo de segunda a quinta às 18h e, aos sábados, às 12h.Curta e siga o Caixa de Música nas redes sociais: Instagram: ⁠https://www.instagram.com/caixademusica/⁠Facebook:⁠ https://www.facebook.com/CaixadeMusica/⁠X: ⁠https://x.com/caixademusic

Podcast Reconectar-se
089 • “Me vejo nisso em 10 anos?”

Podcast Reconectar-se

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 16:59


Você consegue se visualizar daqui 10 anos? Tem certeza de como tudo será? Bem, eu não. Acho provável que você também não, porque, afinal, os caminhos possíveis são infinitos. E o papo do episódio de hoje é sobre isso! :)O livro de mensagens diárias que cito é “O ano da mudança", da Brianna Wiest.Você pode vir comigo aqui também, oh:— Instagram da Clarice— Newsletter Cadernos & Ideias— Ebook Reconectar-se Através da Escrita— Workshop Diálogo Interno CompassivoSe esse episódio iluminou algo para você, compartilhe e apoie o podcast ajudando a levar esse conteúdo para mais pessoas, por favor! ♡Um super abraço e até o próximo episódio,Clarice

Postal do Dia
Todos os dias vejo um homem que me dizem que morreu

Postal do Dia

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 2:46


A história de um grande nome da Antena 1 que morreu em 2024. No entanto, continuo a vê-lo todos os dias que passo pelos corredores da rádio. Não tenho medo, estou apenas desperto.

Rádio Comercial - Momentos da Manhã
Eu almoço em casa porque o futuro à tarde eu não vejo!

Rádio Comercial - Momentos da Manhã

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 4:26


A bela da lasanha, uma taróloga que só prevê o futuro de manhã e uma visita muito especial!

Amorosidade Estrela da Manhã
EU SÓ SEI QUE O QUE EU SEI É COM BASE EM MEU PRISMA, E SE CADA UM TEM O SEU, PRA MESMA COISA, ENTÃO ELE SÓ SERVE PRA MIM, E ENQUANTO EU VEJO ASSIM. SE QUISEREM CHAMAR DE VERDADE, ENTÃO SÓ SE FOR INST

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 28, 2026 1:37


Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | QUANDO JESUS PARA

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 3:07


Leitura Bíblica Do Dia: LUCAS 18:35-43 Plano De Leitura Anual: NÚMEROS 17–19; MARCOS 6:30-56  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  O gatinho doente miou por 4 dias, encolhido numa caixa próximo ao meu local de trabalho. Ninguém que passou ali notou a presença do felino abandonado na rua, até que o gari, João, levou o animal para casa, onde morava com dois cachorros (também resgatados da rua). “Cuido deles porque são criaturas que ninguém vê”, disse João. “Vejo-me neles. Afinal, ninguém nota os garis.” Enquanto Jesus andava em direção a Jericó no caminho para Jerusalém, um homem cego mendigava à beira da estrada. Ele também se sentiu invisível. E especialmente neste dia, quando a multidão passava e todos os olhos se voltavam a Cristo, ninguém parou para ajudar aquele pedinte. Ninguém, exceto Jesus. No meio da multidão ruidosa, Jesus ouviu o lamento do homem esquecido. “O que você quer que eu lhe faça?” Cristo perguntou e recebeu a resposta sincera: “Senhor, eu quero ver!”. Então Jesus disse: “Receba a visão! Sua fé o curou” (LUCAS 18:41-42). Às vezes, não nos sentimos invisíveis? Nossos gritos por socorro são abafados por pessoas que parecem ser mais importantes do que nós? Nosso Salvador percebe aqueles com quem o mundo não se importa. Clame a Ele por ajuda! Outros podem ser indiferentes, mas Jesus vai parar e olhar para nós.   Por: KAREN HUANG  

Expresso - Blitz Posto Emissor
Carlos Mendes: “Eu estava em cuecas, à procura das calças, vejo um vulto passar e digo: ‘este gajo é o Paul McCartney de certeza absoluta'”

Expresso - Blitz Posto Emissor

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 100:30


Não é possível traçar uma história da música portuguesa sem mencionar o seu nome por diversas vezes. Cofundador dos Sheiks, vencedor duas vezes do Festival da Canção e autor de êxitos como ‘Amélia Dos Olhos Doces’, Carlos Mendes é o mais recente convidado do Posto Emissor. No podcast da BLITZ contou histórias que marcaram 60 anos ligados à música, celebrados com um CD triplo e um livro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Dia a dia com a Palavra
Quando você vai morrer?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 1:26


Todo mundo sabe que a vida é passageira. Mas até que ponto essa informação está diante de seus olhos todos os dias e como essa informação pode te ajudar a viver de forma mais temente a Deus? Essa é a grande questão aqui.Parece que esquecemos que a morte é uma realidade. Além de esquecermos esta verdade, também tentamos mudá-la ao máximo por meio de tratamentos e processos inovadores que tentam prolongar a vida.Vejo pessoas acumulando riquezas e vivendo como se a vida delas não tivesse fim. Em tudo isso percebo que a morte já não é a pauta do dia a dia.Veja o que diz o Salmo 49 no verso 11: "Em seu íntimo pensam que as suas casas serão perpétuas e, as suas moradas, para todas as gerações; chegam a dar o seu próprio nome às suas terras."Parece que as pessoas do nosso tempo não são muito diferentes das que viveram no tempo do salmista. Alguns acham que são eternos, mas não são.A vida passa e passa rápido. Essa informação deve trazer temor ao nosso coração e o temor é o princípio da sabedoria. E ter sabedoria deve ser o pedido constante de nossas orações. Quem vive com sabedoria não vive para si, mas para Deus.Espero que você tenha muitos anos de vida. Mas aprenda a viver todos os dias glorificando a Deus.

Mensagens IBMetrô
Ganhar a Cristo | Renato Marinoni

Mensagens IBMetrô

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 40:20


Bem-vindo à IBMetrô Online!Celebração transmitida em 08 de fevereiro de 2026Dando continuidade à série “Prosseguindo para o Alvo”, seguimos refletindo sobre o chamado cristão para uma vida orientada por propósito, maturidade espiritual e esperança que não se esgota nas circunstâncias.Na mensagem de hoje, “Ganhar a Cristo”, o pastor Renato Marinoni nos conduz a partir de Filipenses 3.7–9, convidando a igreja a reconsiderar o centro da fé e a redefinir o que realmente significa ganhar na vida cristã.Vivemos em um tempo em que até a fé pode ser instrumentalizada — usada como meio para estabilidade, sucesso ou realização pessoal. Mas o apóstolo Paulo nos confronta com uma verdade decisiva:Cristo não é o meio para um fim maior. Ele é o fim.Ganhar a Cristo é mais do que abrir mão de coisas.É permitir que Ele se torne o valor supremo que reorganiza desejos, expectativas e identidades.✨ A maturidade cristã começa quando Cristo deixa de ser instrumento.✨ E quem vive para ganhar a Cristo descobre que nada essencial foi perdido.Que esta mensagem nos ajude a recentralizar a fé, alinhar o coração e caminhar com liberdade em direção Àquele que é o nosso maior tesouro.⸻

Reportagem Observador
"Que ninguém viva os momentos de terror que eu vivi"

Reportagem Observador

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 6:17


Na baixa de Alcácer do Sal, com a água a recuar, começam os trabalhos de limpeza. Maria Pisco teve água com metro e meio de altura e perdeu tudo. "Vejo desaparecer a nossa vida".See omnystudio.com/listener for privacy information.

DICAS DE NEGÓCIOS E CARREIRA
A Nova Lógica do Treino Físico

DICAS DE NEGÓCIOS E CARREIRA

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 7:29


Sua carreira depende do seu corpo. Vejo muitos executivos infartando no auge por "falta de tempo" para a saúde.A solução não é morar na academia, é treinar com inteligência.

Mensagens do Meeting Point
17 criados em Cristo

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 2:29


devocional Efésios Eu sou o mais insignificante de todos os santos, mas foi-me concedida a graça de anunciar aos não-judeus a boa nova das infinitas riquezas de Cristo. Devo dar a conhecer a todos o plano misterioso que Deus, criador de todas as coisas, tinha preparado desde o princípio, sem o manifestar. Mas agora até os poderes e as autoridades do céu devem ficar a conhecer, por meio da igreja , a imensidão da sabedoria de Deus. Este é o plano que Deus traçou desde o princípio e que realizou por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor. É pela fé em Cristo, e em união com ele, que nós sentimos a liberdade de nos apresentarmos diante de Deus, cheios de confiança. Por isso vos peço que não se preocupem com os sofrimentos que tenho de passar por vossa causa. Isso deve ser para vós motivo de honra. Efésios 3.8-13 Não deixo de me espantar com o amor que Deus revelou por mim. Fico boquiaberto quando me dou conta que, ainda por cima, me escolheu como Seu embaixador. Não me sinto digno de tamanha honra. Outros há com muito mais capacidades que eu. Vejo-me como um insignificante grão, pois não passo de um simples pecador alcançado. Avanço fiado na graça de Deus que derreteu o meu coração, dando-me a noção clara da minha pequenez e da Sua grandeza. Percebo melhor do que nunca como preciso de andar de mão dada com Jesus, pelo que é um privilégio desafiar outros a proceder de igual forma. Quero, pois, “anunciar as riquezas incompreensíveis de Cristo” dia após dia. Falar à boca cheia, a todos aqueles com quem me cruzo, da alegria que me invade a alma e da segurança que n'Ele gozo. Cristo é meu e eu sou d'Ele! Sei-O à curtíssima distância de uma oração. À Sua boleia viajo descansado pelo mundo fora, já que as tribulações são apenas a antecâmara da eternidade. - Jónatas Figueiredo Oramos para que este tempo com Deus te encoraje e inspire. Dá a ti próprio espaço para processar as tuas notas e a tua oração e sai apenas quando te sentires preparado.

Artes
“Não há culturas lusófonas: há memórias em disputa e uma língua de pertença múltipla”

Artes

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 8:39


A crítica literária são-tomense Inocência Mata defende que falar de culturas lusófonas é simplificar um espaço marcado por línguas diversas e memórias em conflito. Entre disputas históricas, silêncios pós-coloniais e reapropriações da língua portuguesa, a académica sublinha o papel da escrita como resistência ao esquecimento e aponta para uma literatura contemporânea mais descomplexada, que assume a história comum sem a justificar nem a mitificar. A língua portuguesa atravessa geografias, histórias e memórias que nem sempre se conciliam. No espaço dos países que a usam, a cultura e a literatura tornaram-se lugares privilegiados para revisitar essas heranças, muitas vezes conflituosas. Para a ensaísta e crítica literária são-tomense Inocência Mata, pensar este universo implica começar por questionar a própria linguagem com que o nomeamos: “Eu não utilizo ‘culturas lusófonas'. Prefiro dizer culturas dos países de língua portuguesa, porque nem todas são lusófonas.” A recusa do termo não é apenas semântica. Aponta para uma realidade plural, marcada por línguas africanas e crioulas, e por uma permanente disputa de memórias. “Ainda é um campo de alguma disputa, e isso é natural”, afirma, lembrando que mesmo países com dois séculos de independência, como o Brasil, continuam a debater heranças coloniais: “Houve independência política, mas nunca houve verdadeira descolonização.” A persistência da escravatura décadas depois da independência é, para a académica, um exemplo eloquente dessa contradição histórica. Quando se alarga o olhar a vários países, a complexidade aumenta. A ideia de um manual único de história suscita-lhe reservas imediatas. “Eu torço o nariz, sou contra”, diz, evocando a dificuldade de conciliar narrativas opostas: “Como é que num mesmo manual se escreveria aquilo que os portugueses chamam campanhas de pacificação e os africanos chamam lutas de resistência?” A disputa de memória, sublinha, não exclui o diálogo, mas exige consciência crítica. Mais do que insistir numa retórica conciliadora, prefere uma abordagem pragmática: “Há muita coisa que separa. O importante é capitalizar aquilo que une.” Essa união não apaga conflitos, mas permite reconhecê-los como parte de uma história comum, sem hierarquias morais simplificadoras. Na literatura, essa tensão manifesta-se de forma particularmente nítida. A escrita surge como aquilo que mais resiste ao esquecimento. “O que continua a resistir é a escrita”, afirma, lembrando que, após o 25 de Abril, a África praticamente desapareceu da literatura portuguesa. “É como se os portugueses quisessem esquecer a África.” Só a partir da segunda metade dos anos 80 esse silêncio começou a ser quebrado. Esse reaparecimento resulta, em seu entender, de uma tomada de consciência identitária. “Portugal não se pode pensar sem a África”, afirma, rejeitando comparações com países sem passado colonial. A literatura começou então a integrar essa memória, primeiro marcada pela guerra, depois por narrativas mais complexas, em que a África surge como parte constitutiva da identidade portuguesa. Hoje, os sinais que mais a impressionam são outros. “Vejo uma atitude descomplexada sobre a história.” Já não predomina uma escrita justificativa ou exclusivamente anticolonial, necessária noutro tempo, mas superada como tendência. Escritores de diferentes origens escrevem a partir de uma história comum assumida como facto, não como culpa ou exaltação. No centro dessa transformação está a língua. “Foi imposta, sim, mas hoje é assumida, nativizada, apropriada.” Não pertence a um único país nem exige autorização simbólica. “Ninguém está a fazer favor a ninguém”, afirma, rejeitando a ideia de que uns salvam a língua dos outros. Para a crítica, o português é “uma língua de pertença múltipla, multicêntrica”, que aproxima povos sem apagar diferenças, e é nessa tensão que a literatura encontra o seu futuro.

Morgana Secco
Londres está perigosa? Como lido com a exposição das crianças nas redes sociais?

Morgana Secco

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 36:44


Respondi perguntas da caixinha como: Londres está perigosa? Como lido com a exposição das crianças nas redes sociais? e mais outras listadas aqui embaixo.Episódio exibido no canal do YouTube em 14/11/2025.☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade está em BLACK FRIDAY: https://morganasecco.com.br/essencial

Convidado
“Entre guerras, clima e novas potências: O mundo em 2025”

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 18:59


O ano de 2025 ficou marcado por um agravamento das tensões globais e por tentativas ainda inconclusivas de estabilização da ordem internacional. Neste balanço internacional, ouvimos o especialista em política internacional, Germano Almeida, para analisar os principais acontecimentos que moldaram a agenda mundial. As guerras na Ucrânia e em Gaza continuaram a dominar o debate internacional, acompanhadas por acusações de genocídio contra dirigentes israelitas e de crimes contra a humanidade imputados ao Hamas. Um ano atravessado por sucessivas tentativas de cessar-fogo que expuseram as fragilidades da arquitectura de segurança europeia e a dificuldade da comunidade internacional em impor soluções duradouras. 2025 ficou também assinalado pela eleição de um novo Papa. Leão XIV, o primeiro pontífice norte-americano, tem sido descrito pela imprensa como uma figura discreta, mas com sinais de continuidade em relação a temas centrais do pontificado anterior. No plano geopolítico, a escalada de tensão no Indo-Pacífico - envolvendo a China, Taiwan e o Japão - reforçou os receios de um alargamento dos focos de instabilidade global. A cimeira do clima no Brasil voltou a colocar no centro do debate a urgência da resposta às alterações climáticas, num contexto internacional cada vez mais polarizado. O ano começou ainda com o regresso de Donald Trump à Casa Branca. Uma presidência descrita como mais organizada e simultaneamente mais disruptiva, marcada por uma postura de crescente hostilidade em relação à Europa e por uma redefinição das alianças tradicionais dos Estados Unidos. O ano de 2025 fica marcado pelo regresso de Donald Trump à Casa Branca. Que impacto teve a reeleição de Trump nos Estados Unidos e no resto do mundo? Um impacto enorme, ainda maior do que se imaginava, tendo em conta o que representa o Presidente dos Estados Unidos. Os Estados Unidos continuam a contar muito, talvez menos do que nos últimos anos, mas passaram a contar de outra maneira. Ou seja, esta segunda presidência de Trump é diferente da primeira. Tem alguns traços idênticos aos do seu estilo pessoal, mas distingue-se da anterior porque chega com uma agenda mais organizada e mais disruptiva. Donald Trump surgiu com ideias de interferir na soberania do Canadá e do México, através de tarifas que pareciam enormes, mas que depois afinal já não eram -e que, mais tarde, voltaram a sê-lo. Tudo isto transformou-se numa negociação permanente entre o caótico e o imprevisível, com impacto na tentativa de alterar a economia mundial e o papel dos Estados Unidos nessa economia. E, sobretudo, pelo que Trump foi demonstrando em termos de hostilidade em relação à Europa, de uma relativa e perigosa proximidade com a Rússia, e de oposição ao actual quadro internacional baseado numa ordem assente em regras e no multilateralismo. Fica a expectativa de que as grandes potências passem a resolver os assuntos com base em interesses de negócio, e não na segurança e na estabilidade internacionais. Quais é que são as consequências desta política para a economia e também no plano diplomático? São gigantescas, porque o quadro, embora em crise, da sociedade internacional que conhecemos nas últimas décadas mudou completamente. Era baseado no poder norte-americano, que, embora com muitos defeitos, dava garantias relativamente a alguns valores: a relação transatlântica, a estabilidade multilateral, a importância da NATO e da União Europeia. Tudo isto está em causa, porque Trump encara como negativo o poder dessas instituições. E depois porque, internamente, também ataca os direitos humanos de cidadãos americanos, com uma governação errática e absolutamente incompetente. O primeiro ano de Trump tem péssimos resultados do ponto de vista dos seus objectivos: prometeu baixar a inflacção e a inflacção está a aumentar; tem um nível de aprovação muito baixo, mesmo dentro daquilo que eram os seus apoios há um ano. Portanto, está a ser uma presidência caótica. A primeira também o foi, mas com a diferença de ter um foco e um interesse na agenda internacional que não correspondia ao habitual posicionamento americano. E quando uma ordem perde o seu principal pilar e ainda não tem uma alternativa consolidada, entra-se numa era e num período de um certo caos. É o momento em que estamos. Nesta agenda internacional, têm sido apresentados vários planos para tentar solucionar os conflitos no mundo. Em 2025, a população da Faixa de Gaza viveu, até ao cessar-fogo em vigor no enclave desde Outubro, um cenário de fome extrema, com as autoridades israelitas a serem acusadas de genocídio e o Hamas de crimes contra a humanidade. Perante este contexto, a solução de dois Estados ainda é possível? No papel, sim. Mas quando um dos lados - o lado israelita - tem um Governo que diz que isso não vai acontecer, essa solução torna-se muito difícil. E quando o outro lado tem como objectivo principal apagar do mapa o outro, como é o caso do Hamas em relação a Israel, também se torna difícil. O Hamas aceitou aparentemente um acordo por estar numa posição de grande fragilidade. Mas a verdade é que o próprio acordo para Gaza parou momentaneamente a guerra, mas de forma muito frágil, com ataques constantes, longe de uma verdadeira paz ou de um verdadeiro cessar-fogo. Há também um outro ponto que contribui para um momento de grande instabilidade naquela região. O impasse nas negociações na guerra na Ucrânia e os desentendimentos entre os Estados Unidos e a Europa na concepção de um plano de paz marcaram 2025. Que opções restam à Ucrânia? A Ucrânia está numa situação absolutamente dramática, porque aquilo que ajudou a aguentar quatro anos de invasão russa está a ser posto em causa. Os Estados Unidos são o principal financiador e contribuinte da NATO, que foi fundamental para a resistência ucraniana. E os Estados Unidos passaram de principal aliado a uma das ameaças à Ucrânia, porque, no plano negocial, quem manda na política americana escolheu um lado: a Rússia. Donald Trump diz que quer a paz, mas quer uma paz a qualquer custo, que até agora beneficiaria quase exclusivamente a Rússia. À Ucrânia resta continuar a resistir, passando a depender apenas da ajuda europeia e canadiana, sem a ajuda americana, que é fundamental. Oficialmente mantém-se alguma ajuda, mas de forma muito "interesseira", vendendo armas em vez de as fornecer. Resta saber até quando os Estados Unidos manterão a partilha de inteligência, que é crucial. A Ucrânia vai ter de resistir. Com a Europa poderá conseguir, mas isso custa dinheiro e tempo. Não sei se a Europa terá capacidade suficiente no momento actual, sendo obrigada a tomar decisões difíceis mais rapidamente do que imaginava. Isso gera outra consequência da posição americana: sectores europeus que ideologicamente concordam com Washington e outros que ainda não perceberam totalmente a dimensão do problema. Este conflito às portas da Europa levou o velho continente a apostar no sector da defesa. As ameaças da Rússia colocam em risco a paz europeia? A situação é diferente. A Europa não está a sofrer uma guerra como a Ucrânia, com ataques diários às cidades, mas está a sofrer um outro tipo de ameaça que não enfrentava nas últimas décadas: uma ameaça híbrida. Está a passa por situações como as que referiu e poderá evoluir para outros patamares de agressão. Se não conseguir travar a Rússia, a Europa passa a enfrentar um desafio e uma ameaça inédita. Terá de mostrar força e dissuasão suficiente para travar Moscovo, e terá de o fazer sem os Estados Unidos, pelo menos enquanto esta administração durar. São dois elementos novos para a Europa. Mas a liderança europeia será capaz de responder a esse desafio? Está a fazê-lo mais rapidamente do que muitos imaginam. O cliché de que a Europa não fez nada é falso. A Europa foi o principal pilar de reacção à agressão russa, embora não estivesse preparada, porque durante décadas viveu sob o guarda-chuva americano, que acabou. Estamos numa fase de transição. Há líderes europeus a fazer o possível, mas é preciso muito mais. Como somos democracias, não sabemos quem continuará no poder: quem sucede a Emmanuel Macron, quanto tempo terão os actuais líderes para modernizar as Forças Armadas. É uma fase de grande indefinição e risco. A Rússia é o principal inimigo da Europa? Vladimir Putin é a principal ameaça. Há um inimigo declarado e isso ainda nos causa perplexidade. Basta ler a estratégia de segurança americana: quem manda em Washington não gosta da Europa e quer destruir o projecto europeu. Não é uma guerra directa, mas é uma guerra ideológica. A Rússia é um potencial inimigo, embora, no papel, a Europa tenha muito mais força. Mas força que não é accionada é apenas potencial. A Rússia é um agressor com capacidade real e comprovada. Quais são os principais riscos da escalada de tensão entre China, Taiwan e Japão? Creio que os Estados Unidos continuarão a apoiar Taiwan e o Japão, mas com reacções mais imprevisíveis. A China vai explorar isso, e já o está a fazer. A Primeira-Ministra japonesa pode mudar a política do país? Já o está a fazer. [Sanae Takaichi] percebeu que a China é uma ameaça real e que a aproximação a Donald Trump não trouxe garantias suficientes. O Japão está a tirar conclusões sobre aquilo que os Estados Unidos podem não fazer. Uma das consequências poderá ser a militarização, até a nuclearização, do Japão. O ano de 2025 ficou marcado pela eleição do Papa Leão XIV. Que balanço faz dos primeiros meses do sumo pontífice? É difícil igualar o carisma do Papa Francisco, mas, de forma discreta, Leão XIV tem mostrado continuidade em vários temas. A viagem à Turquia e ao Líbano concretizou desejos antigos de Francisco. Na questão da Ucrânia, parece-me mais claro na definição das responsabilidades e do que é preciso fazer para travar a Rússia. Tenho, para já, muito boas impressões, sobretudo quanto ao papel do Vaticano como mediador discreto. A COP 30 terminou com um acordo modesto. O mundo continua a ignorar as alterações climáticas? Não é o mundo, são os principais poluidores. Muitos países estão preocupados, mas quando Estados Unidos, Índia e China não lideram, nada avança. Esta nova ordem é ditada por interesses de grandes potências, e isso tem consequências graves no combate ao risco climático. Que mensagem enviou o Brasil com a condenação do antigo Presidente Jair Bolsonaro? O Brasil tem problemas, mas o seu sistema judicial respondeu mais rapidamente do que em países supostamente mais desenvolvidos. É um bom sinal, apesar das contradições da democracia brasileira. No caso de Bolsonaro, é uma boa notícia para a democracia. O grupo das 20 potências económicas reuniu-se na África do Sul, mas sem a presença dos Estados Unidos.  Ainda assim, os países presentes assinaram uma declaração. Isto revela que o continente africano passa a ter outro peso na economia mundial?  A África tem um potencial enorme e é a zona do mundo que, proporcionalmente, mais vai crescer nas próximas décadas. Basta olhar para a relação entre a China e África ou para países como a Nigéria, tendo em conta o crescimento demográfico e as riquezas naturais. No entanto, para ter um peso efectivo, África teria de contar muito mais com instituições fortes. Existe ainda uma certa imaturidade institucional, apesar de algumas excepções positivas, e uma dependência excessiva de grandes potências globais -como a China, a Rússia ou, nalguns casos, a França- que nem sempre tem sido benéfica para o desenvolvimento do continente como um todo. As taxas americanas podem afectar África? Claro que sim. São mais um travão ao desenvolvimento. Em Portugal, 2025 fica marcado pelas eleições legislativas que colocaram um partido de extrema-direita como a segunda força de oposição no país, 51 anos depois do 25 de Abril. A democracia do país está ameaçada? Não, claro que não. A subida rápida do Chega tem a ver com um voto de protesto. Sobretudo, tem a ver com a culpa dos dois principais partidos por terem provocado três eleições legislativas em três anos. Um absurdo completo, uma loucura, uma irresponsabilidade. Mas eu acho que Portugal tem noção das contradições. Tem indicadores económicos muito bons, como não tinha há muitos anos. Tem problemas grandes, como o acesso à habitação e alguns problemas pontuais ao nível da saúde. E depois tem uma subida artificial da percepção de risco relativamente a questões como a criminalidade e a imigração. Bom, eu vivo em Portugal e não vejo nada disso. Vejo um país muito seguro, vejo um país com um potencial bastante grande e com um dado novo, que é ter muito mais imigrantes. Eu não concordo com a ideia de que isso gere mais insegurança. Não vejo isso, sinceramente. Mas há, sim, um novo ecossistema, também mediático, que levou à subida de um partido que explora alguns medos. Há algum grau de irresponsabilidade em explorar essa questão de uma forma primária e, nalguns casos, injusta. Mas sabemos que em política não há justiça nem injustiça: não é abster-se, é a capacidade de explorar. Ainda assim, o Governo aprovou um novo diploma relativamente aos imigrantes que vêm, que de certa forma os penaliza... Este é um desafio para os partidos que dominaram a democracia portuguesa nos últimos 50 anos. Houve algumas capacidades perdidas, mas também grandes conquistas. Este país é muito melhor do que era há 51 anos. Falta saber se teremos partidos e líderes mais moderados que tenham a capacidade de explicar isso às pessoas e de encontrar respostas. Porque, volto a dizer, há um problema grave de habituação dos mais jovens, há outros problemas pontuais, como a questão da saúde, mas que também não está no caos de que muitas vezes se fala. Estamos numa situação global muitíssimo melhor do que a apreciação que as pessoas fazem dela, e agora é preciso tentar resolver esta discrepância. A subida de partidos chamados populistas é uma tendência global, ou pelo menos europeia e americana. Como tudo, terá fases. Os partidos que estão a subir hão-de parar de subir. Falta saber se só vão parar quando chegarem ao governo ou se é possível evitar que cheguem ao poder. Eu acho que em Portugal isso ainda não é uma inevitabilidade assim tão grande. Pode acontecer, mas não é inevitável. E, se acontecer, será uma fase que depois acabará por recuar. Quais são os grandes desafios para 2026? O risco de erosão das democracias e a polarização das sociedades. Paradoxalmente, o momento económico global é melhor do que as pessoas pensam.

Uma dose de Ccella
te vejo, logo existo

Uma dose de Ccella

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 2:20


questiono, logo penso, logo existo.te vejo, meu sistema nervoso se acalmameus pensamentos se falam, e tão logo existoobraprimahtexto de @cafecompoesiamusica sparks - cold play

P4Cast
P4Cast 356 - Uma grande visão para um grande ano - Pr. Rodrigo Freitas

P4Cast

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 71:11


Mensagem gravada em 14/12/2025Pastor Rodrigo FreitasUma grande visão para um grande anoMarcos 8:22-26 NVI[22] Eles foram para Betsaida, e algumas pessoas trouxeram um cego a Jesus, suplicando-lhe que tocasse nele. [23] Ele tomou o cego pela mão e o levou para fora do povoado. Depois de cuspir nos olhos do homem e impor-lhe as mãos, Jesus perguntou: “Você está vendo alguma coisa?” [24] Ele levantou os olhos e disse: “Vejo pessoas; elas parecem árvores andando”. [25] Mais uma vez, Jesus colocou as mãos sobre os olhos do homem. Então seus olhos foram abertos, e sua vista lhe foi restaurada, e ele via tudo claramente. [26] Jesus mandou-o para casa, dizendo: “Não entre no povoado!”https://bible.com/bible/129/mrk.8.22-26.NVI#Jesus #igreja #honra #transformação #Jesus #ressurreição #PalavraDeDeus #DeusPai #EspiritoSanto #PAI #Mensagem #Pregação #Sermão #p4 #p4church #onLine--Curta, compartilhe e inscreva-se para ficar atualizado com os nossos conteúdos!Para saber mais sobre nossa igreja:Site: https://igrejaprojeto4.com.br/Faça seu pedido de Oração: https://igrejaprojeto4.com.br/pedidosFacebook: https://www.facebook.com/p4church/Instagram:  https://www.instagram.com/igrejaprojeto4/Podcast:  https://igrejaprojeto4.com.br/p4cast/Youtube:  https://www.youtube.com/@IgrejaProjeto4Culto online todos os domingos no YouTube!

Em directo da redacção
Jovens LGBT querem ser ouvidos pelo governo em Moçambique

Em directo da redacção

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 11:45


“Moçambique é um espaço marcado por várias atitudes anti-LGBT” no mercado de trabalho, alerta o antropólogo Anésio Manhiça, autor do estudo “Nhonguistas e Criativos LGBT+: Práticas de Negócios e Segurança para Jovens na Área Metropolitana de Maputo”. O jovem pede que o Diálogo Nacional Inclusivo em Moçambique abranja pessoas LGBT, que se implementem leis antidiscriminatórias no espaço de trabalho e que o governo reconheça associações que defendem os direitos LGBT. RFI: O estudo “Nhonguistas e Criativos LGBT+: Práticas de Negócios e Segurança para Jovens na Área Metropolitana de Maputo” cruza economia, estudos de género e a realidade do mercado de trabalho moçambicano, a partir de entrevistas e de dados recolhidos entre Abril e Agosto de 2024, junto de 148 participantes. A obra mostra como a exclusão e a violência empurram muitos jovens da comunidade LGBT+ para sectores económicos alternativos. Esta obra distingue dois perfis dominantes, nhonguistas e criativos. O que são? Anésio Manhiça, Antropólogo e artista: “Quando tentámos focar-nos nos diferentes perfis de empreendedores que existem na área metropolitana de Maputo, vimos que, olhando para a comunidade LGBT, primeiro temos um grupo que são intermediários, que chamamos de nhonguistas, que são pessoas que primeiro vivem do mercado informal, intermediando a venda de diferentes produtos informais, usando o telemóvel para fazer fotografias e conectar os fornecedores de produtos com os clientes que nem sempre estão na cidade de Maputo, às vezes estão em Nampula, em Pemba. Então, estes são intermediários. Mas também temos outros intermediários que encontramos dentro das instituições, que são aquelas pessoas que usam da sua posição de poder e vão garantindo que no processo de contratação de serviços vão tendo pessoas que são da sua rede de confiança e, por via disso, ganham também uma comissão pelo processo da intermediação. Por outro lado, sabemos muito bem que o espaço criativo é onde as pessoas LGBT se sentem com maior conforto para expressar aquilo que é a sua identidade de género, expressão de género e a sua orientação, e acaba sendo um espaço predominante para o grupo LGBT. Por isso, temos os nhonguistas e os criativos que são os dois mundos em que encontramos as pessoas LGBT a nível do auto-emprego na área metropolitana de Maputo.” Até que ponto é que a homofobia limita o potencial económico dos jovens LGBT em Moçambique? “O que nós vimos é que Moçambique é um espaço marcado por várias atitudes anti-LGBT. Temos políticos com atitudes anti-LGBT, temos um Estado que é ambíguo em relação à questão LGBT, não se posiciona no processo de promoção destes direitos, o que por si só acaba influenciando o sector privado moçambicano, fazendo com que as empresas, as multinacionais se posicionem como neutras, não promovendo por receio de como é que será a sua relação com o Estado, fazendo com que muitos jovens, muitas pessoas LGBT, acabem não acedendo ao mercado de trabalho no espaço formal. Temos agora um caso em que uma pessoa LGBT publicou em sua conta Instagram que se sentiu totalmente excluído no processo de recrutamento, teve boas notas no processo de selecção, mas no momento de iniciar o trabalho, simplesmente disseram que não, que tinha que vir uma outra pessoa, que não era a pessoa que eles queriam. Por si só temos este sector privado que acaba sendo excludente por causa da postura do Estado em relação aos direitos LGBT. Por outro lado, temos a dificuldade de acesso ao crédito. Olhando para a banca, em que temos várias pessoas LGBT, que não têm um trabalho fixo e não podem pagar um crédito porque geralmente o banco fica confortável quando temos pessoas com trabalho fixo. Então, essa exclusão das pessoas LGBT faz com que também não acedam ao crédito bancário. Depois temos toda a conduta em termos sociais de vários actores, que acaba enfraquecendo pessoas LGBT a singrarem no auto-emprego, a singrarem no mercado formal de trabalho.” Apesar de todas essas exclusões e barreiras, emergem mesmo assim novas formas de negócio? “Exactamente porque, enquanto isso, há vários actores que se devem tornar criativos. Vimos na pesquisa que algumas das pessoas LGBT no espaço criativo acabam até realçando aquilo que são os seus tiques: se são homens, os seus tiques femininos para se legitimarem como bons na moda, bons em fazer make up, bons na cozinha, para tornarem esse espaço o seu espaço para ganhar a vida, o seu espaço legítimo para o auto-emprego. Vão surgindo formas criativas para as pessoas LGBT se sustentarem e viverem com as possibilidades que existem.” Será que se pode repensar a economia moçambicana a partir das margens ou ainda é muito prematuro falar disso porque a sociedade moçambicana ainda não está preparada para aceitar plenamente as margens? “Agora, actualmente, com o Diálogo Nacional Inclusivo em Moçambique, temos a maior parte das pessoas LGBT em diferentes grupos focais porque estamos a desenvolver uma outra pesquisa. E em diferentes grupos focais que fomos desenvolvendo, há esta demanda por parte das pessoas LGBT por leis antidiscriminatórias, por uma lei que é totalmente clara, que não haja discriminação às pessoas LGBT no espaço de trabalho, mas também no processo de ensino. Mas neste todo o processo, para além de leis, há uma expectativa de que este processo garanta uma acção social, uma consciência cívica. No entanto, eu entendo que a questão LGBT em Moçambique ainda é marcada por estas antagonias. Há defensores ainda em número muito reduzido e pessoas que simplesmente são neutras.” Relativamente à questão do Diálogo Nacional Inclusivo que está na agenda política, até que ponto é que a população LGBT consegue emergir neste diálogo nacional? O que seria preciso fazer e até que ponto é uma janela de oportunidades para a comunidade LGBT? “É uma oportunidade para que as pessoas LGBT participem, de facto, num espaço político que vá além de políticas de saúde, que vá pensando em políticas económicas, na questão eleitoral... É uma oportunidade para vincar aquilo que são as suas percepções, mesmo que nem todas elas sejam consideradas, mas é uma oportunidade para as colocar no espaço público. Já estamos a ver vários grupos de jovens que tendem a se juntar em grupos que não são exclusivamente LGBT para colocar aquilo que são as suas demandas, as suas perspectivas. Vejo o movimento LGBT de líderes de associações querendo se unir a nível nacional para que, numa só voz, consigam colocar aquilo que a comunidade quer.” O que é que a comunidade LGBT quer em termos políticos? O que pedem, neste momento, ao governo moçambicano? “São duas coisas com base na questão da legalização da pauta do movimento, que é garantir que a agenda LGBT é considerada. Isso passa por o governo reconhecer associações que se apresentam, que se querem registar como organizações de defesa de direitos LGBT, o que não vem acontecendo. O outro lado tem que ver com a questão de leis antidiscriminatórias. Colocar claro na lei do trabalho a não discriminação em função de orientação sexual, para que isto fique claro, para que haja esta lei que incentive um espaço mais justo. Também tem tudo que ver com políticas claras para garantir uma consciencialização, garantir que o cidadão saiba o que é, o que são, a expressão de identidade de género, o que são orientações sexuais, para que realmente tenham noção do que é esta diversidade, para que exista paulatinamente uma normalização pública dessa diversidade. Até então, são estas demandas que temos visto.” Falou numa nova pesquisa que está neste momento a fazer. Quer explicar-nos em que consiste? “Sim. Com base no Diálogo Nacional Inclusivo, estamos a fazer vários encontros com actores LGBT e é para vermos como é que as pessoas LGBT se estão a engajar politicamente neste momento político importante, que demandas estão a colocar e que transformações sociais estão a conseguir alcançar. Então, estamos nesta fase, neste processo de análise, de obtenção de dados, de encontros, de inquéritos para melhor perceber.” Daí sairá provavelmente um relatório? “Sim, vamos lançar um dossier mais geral, onde temos a questão da juventude em Moçambique, em diferentes ângulos, associado à empregabilidade, à política. E teremos um capítulo especial para a questão do engajamento político da juventude LGBT neste contexto de crise política em Moçambique.” Quando será publicado? “Para o próximo ano, em Setembro.”

Brasil-Mundo
Carioca se destaca em Portugal ao tocar guitarra portuguesa

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Nov 8, 2025 5:01


Há nove anos morando em Portugal, Fernanda Maciel calcula que não passa de cinco o número de mulheres que tocam profissionalmente este tipo de guitarra no país. Considerado um dos símbolos da identidade musical portuguesa, o instrumento é essencial no acompanhamento dos fadistas. É ele que dialoga com a voz e ajuda a evocar as emoções dos fados. Fábia Belém, correspondente da RFI em Portugal Neta de um português nascido no arquipélago dos Açores, a carioca Fernanda Maciel, que também tem nacionalidade portuguesa, fez graduação em guitarra clássica na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ela conta à RFI que a primeira vez que ouviu fado foi pelo rádio, na casa dos pais. “Me interessei, pesquisei e fui achando que tinha muitas coisas parecidas com o choro, com a música brasileira. Comecei a achar [o fado] muito interessante”, explica. Fernanda lembra que, quando percebeu o som da guitarra portuguesa, se deu conta de que havia encontrado o instrumento da sua vida. “Eu me apaixonei pela guitarra”, diz. Uma tia da musicista, que costumava viajar com frequência para Portugal, ajudou a sobrinha a realizar o sonho levando uma guitarra portuguesa para ela no Brasil.  Ao falar sobre o instrumento de doze cordas, tocado com a mão direita, Fernanda destaca que a técnica utilizada é muito interessante [porque] “usamos o polegar e o indicador; não usamos os outros dedos, como no violão”. Neste tipo de guitarra, “a gente diz que tem um bocadinho da alma portuguesa”, completa. A mudança para Portugal Decidida a aprofundar os conhecimentos sobre fado, em 2016, Fernanda se mudou para Portugal. Na Universidade NOVA de Lisboa, ela iniciou o mestrado em Ciências Musicais e, no Museu do Fado, começou a ter aulas com António Parreira, um dos grandes mestres da guitarra portuguesa. Com ele, a aluna talentosa começou a frequentar casas de fado e associações culturais e comunitárias. “Qualquer lugar onde ele fosse tocar, ele me levava, porque eu precisava aprender o repertório. A gente tem que conhecer, sei lá, quinhentos, seiscentos, setecentos fados. Então, temos que reconhecer o repertório, saber tocar os fados em todos os tons e ter a facilidade de, quando a pessoa pedir o fado, a gente começar a tocar”, revela.   Fernanda Maciel já participou de importantes eventos. Em Lisboa, ela se apresentou, em 2019, na inauguração da Oficina da Guitarra Portuguesa, que pertence ao Museu do Fado, e em 2022, no Festival Santa Casa Alfama, dedicado ao famoso gênero musical português. Em 2020, participou, como solista, do 11º Festival Internacional de Guitarra Clássica de Calcutá, que teve sua edição online em decorrência da pandemia de Covid-19. A artista, que fez parte de dois projetos de fado compostos exclusivamente por mulheres (“As Mariquinhas” e “Amara Quartet”), também já levou sua guitarra portuguesa para Itália, França e Brasil. No ano passado, na Casa Portugal de São Paulo, ela e mais três músicos abriram o show da banda de rock brasileira IRA, no âmbito das comemorações dos 50 anos da Revolução dos Cravos. “O artista tem de ir aonde o povo está” Todos os domingos, Fernanda Maciel é presença constante numa conhecida casa de fados em Vila Nova de Gaia, cidade do distrito do Porto, mas tem tocado de norte a sul do país, principalmente, nas casas de fado, à noite. “Às vezes, temos espetáculos, que eu também faço, claro. Às vezes, nós temos noites de fado, que podem ser uma associação que quer angariar fundos para alguma coisa", diz. "Quando alguém quer fazer uma festa e nós somos contratados para cantar uns fados, nós vamos. Casamentos, às vezes, também vamos. O artista tem de ir aonde o povo está”, acrescenta. Quando questionada sobre o que sente ao tocar e viver em uma cultura que, teoricamente, não é dela, a artista responde: "Quando eu toco, sinto essa sensação de que pertenço a esse local.” O desafiar de uma tradição Em Portugal, ainda não existem estatísticas oficiais sobre o número de mulheres que tocam profissionalmente guitarra portuguesa, mas sabe-se que são poucas. Contando com ela, Fernanda calcula que não passam de cinco e lamenta o fato de o meio do fado e da guitarra portuguesa ainda ser predominantemente masculino. “Ainda há muito preconceito e é simplesmente estúpido”. Por outro lado, reflete, “é muito bom o fato de nós mulheres existirmos e resistirmos nesse meio”. Nos espaços mais conservadores, por exemplo, a sua presença ainda causa “estranhamento”. “Falam: ‘Ah, uma guitarrista? Ah, mulher?', descreve Fernanda com bom humor. Depois pensam: ‘Brasileira? O que ela está fazendo aqui? E como assim ela toca fado?'”, diz. Mas nos lugares onde se apresenta, ela também tem recebido muito apoio. Quanto ao que vem pela frente, Fernanda segue otimista. “Vejo um futuro mais interessante com a entrada de mais mulheres no mercado”, acredita a guitarrista. 

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
“Sinto uma revolta quando vejo os cartazes (do Chega): onde estão os valores cristãos? Tenho o maior desgosto em ver o PSD ir atrás destas ideias”

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 22:41


Sousa Tavares fala da imigração e das polémicas a envolver Ventura que acusa de fazer "um exercício de desonestidade intelectual" num país de "muitos católicos e poucos cristãos". O cronista critica os portugueses que não gostam da liberdade que não "valorizam como valor absoluto". Em análise ainda a "gestão desastrosa e a superioridade moral" de Mortágua no BE. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas Eldorado Estadão
Mulheres Reais #171 A semana acaba e eu nem vejo. Pra você o tempo também está passando mais rápido?

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Oct 20, 2025 12:37


Com o piloto automático ativado para tentar dar conta de tudo, cresce percepção de aceleração do tempo. Resgatar fatos do passado pode nos trazer alguns insights sobre essa corrida maluca. Carolina Ercolin e Luciana Garbin conversam sobre o tema. O podcast Mulheres Reais está disponível semanalmente em todas as plataformas de áudio.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alta Definição
Mariana Cabral: “Ao mesmo tempo que vou para as profundezas do obscuro, também vejo o quão ridículo isso é. Mas é combustível para o meu trabalho”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Oct 18, 2025 58:06


No Alta Definição em podcast, Mariana Cabral, conhecida como Bumba na Fofinha, revela-se com humor e franqueza a Daniel Oliveira. Fala do medo de perder a graça, da síndrome do impostor e da dificuldade em desligar da persona pública criada ao longo de mais de uma década. A humorista confessa ser tímida e introvertida, apesar da imagem extrovertida, e valoriza a liberdade e o direito ao erro. Entre risos e introspeção, Mariana Cabral partilha o lado menos visível da maternidade, como a exaustão, a culpa e a depressão na gravidez, mas também a alegria profunda de ver crescer os filhos. A comediante recorda a infância em família numerosa, o humor partilhado entre irmãos e a liberdade para ser “pateta”. Rejeita o culto da perfeição nas redes e defende um olhar mais verdadeiro sobre a vida. O Alta Definição foi emitido na SIC a 18 de outubro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tragaluz
“En este régimen presidencialista es difícil que no haya autoritarismo”: Tomás Pérez Vejo

Tragaluz

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 21:16


Fernando del Collado conversa con Tomás Pérez Vejo, historiador español radicado en México, quien señala que el país es “extraordinariamente violento” y la “tolerancia de la sociedad mexicana frente a la violencia” le parece todavía más inasible, “a veces tiendo a pensar que este país está viviendo una guerra fratricida a plazos”, lamenta. Premiado en 2018 con la orden del Águila Azteca, el máximo galardón otorgado por el gobierno de México a los extranjeros, Pérez Vejo señala que tanto los “mexicanos como españoles somos hijos de la disgregación de la monarquía católica”, reconoce que la celebración del 12 de octubre, es “un mito historiográfico español”, observa que “de todas las fobias” hacia España provenientes de “las izquierdas en latinoamericana”, la más “exacerbada” es la fobia de la izquierda mexicana. El “resentimiento”, añade, “tiene una salida y es a través del conocimiento”. Y advierte: “el nacionalismo es una de las mayores enfermedades del mundo contemporáneo”. Para el académico e investigador del INAH, la historia no debería estar “para solapar al poder en turno” y señala que los “propagandistas oficiosos” no tienen “nada que ver con la historia”. Resalta que “en este régimen presidencialista es difícil que no haya autoritarismo” y sobre las mentiras como recursos muy socorridos por los políticos, el historiador disgrega que no habría otra explicación salvo que el hecho de “refugiarse en las mentiras les resulte gratificante porque da respuestas falsas a problemas verdaderos”. En su más reciente libro, "México, la nación doliente" (Grano de Sal, 2025), el historiador quiso llamarle así “porque está construida con un relato doliente”. Todo un país edificado, agrega, con “ese mito que es la idea de una historia entendida como un ciclo de nacimiento, muerte y resurrección”. Un título de libro no sólo sugerente sino que, además, plantea “destruir algunos de los mitos fundacionales de la nación mexicana y pasar a construir a la nación como proyecto de futuro y no como venganza del pasado”.

Freud Que Eu Te Escuto
Psicanálise e Telepatia (1921)

Freud Que Eu Te Escuto

Play Episode Listen Later Sep 16, 2025 39:04


Neste episódio, lemos um dos textos mais singulares de Freud: “Psicanálise e Telepatia”, escrito em 1921 mas publicado apenas em 1941, já após a morte do autor. Freud não o destinara à publicação — apresentou-o apenas a um círculo íntimo de colaboradores. Quando veio a público, foi sob este título, com cortes que preservavam a identidade de pacientes.“Não é seguro que o maior interesse pelo ocultismo envolva perigo para a psicanálise. Pelo contrário, seria de esperar simpatia entre aquele e esta. (…) A psicanálise não tem interesse em defender a autoridade da ciência com o próprio sacrifício. Ela mesma se acha em oposição a tudo o que é limitado convencionalmente.”O texto traz a tensão entre psicanálise e ocultismo, em um tempo marcado pela crise de valores após a Primeira Guerra Mundial. Freud relata casos em que profecias, médiuns e experiências ditas “ocultas” aparecem, interpretando-os como formações ligadas ao desejo inconsciente e à transmissão psíquica, e não a poderes sobrenaturais.“Vejo apenas uma forma de escapar à conclusão imposta por esse caso. (…) É possível que a paciente tenha desenvolvido uma paramnésia, introduzindo detalhes significativos a partir de seu inconsciente. Então, desapareceria o fato que nos impõe tão sérias conclusões.”Entre ceticismo e fascínio, Freud revela sua ambivalência diante desses fenômenos, mas nunca deixa de reafirmar a psicanálise como método de investigação rigorosa do inconsciente.

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
Miguel Sousa Tavares sobre Montenegro e os incêndios: “Embora diga que esteve sempre ao leme, não vejo um português que o leve à letra”

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

Play Episode Listen Later Aug 28, 2025 22:58


O cronista do Expresso não tem grande esperança de que algo mude no combate aos incêndios e na desertificação do interior: “O problema em Portugal é que, quando se faz uma comissão, ela apresenta as suas conclusões e elas vão imediatamente para a gaveta”See omnystudio.com/listener for privacy information.

WGospel.com
Pai! Confio nas Tuas promessas!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jul 23, 2025 1:33


Oro Por Você 02860 – 23 de Julho de 2025   Obrigado, Senhor, por Tuas promessas nunca falharem. Vejo esse princípio exemplificado em Tua Palavra, em […]

Nova Igreja de Ipanema
A Igreja que eu Vejo - Mauricio Fragale

Nova Igreja de Ipanema

Play Episode Listen Later Jul 10, 2025 48:18


Mensagem compartilhada na noite do dia 10 de Julho de 2025 pelo pastor Mauricio Fragale em comemoração aos 10 anos da Nova Igreja Ipanema.

Igreja Batista Alameda Santa Felicidade
#251 | Eu Vejo a Glória do Senhor Hoje Aqui | Jhonny Medeiros | 27/09/24

Igreja Batista Alameda Santa Felicidade

Play Episode Listen Later Jun 26, 2025 60:52


Eu Vejo a Glória do Senhor Hoje Aqui | Jhonny Medeiros | 27/09/24

Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
Ep. 238 - Linhas de Apoio LGBTQ+; Prevenção do VIH; Jonathan Bailey Jurássico & Scissor Sisters + FKA Twigs

Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI

Play Episode Listen Later Jun 25, 2025 22:19


Aprender francês/ intercâmbio
36 - Rotina e vida cotidiana (avançada) em francês

Aprender francês/ intercâmbio

Play Episode Listen Later Jun 10, 2025 20:56


Nesta aula de francês, vamos aprender a descrever atividades do dia a dia com mais detalhes, usando vocabulário e estruturas que vão além do básico. Ideal para quem quer contar sobre sua rotina, compromissos, imprevistos e planos com fluidez e naturalidade.1. Falar sobre a manhã em francêsJe me réveille à 7h, mais je me lève à 7h30. – Eu acordo às 7h, mas me levanto às 7h30. Je prends une douche, je m'habille et je prends mon petit-déjeuner. – Tomo banho, me visto e tomo café da manhã. Je bois du café pendant que je regarde les nouvelles. – Tomo café enquanto vejo as notícias. Je pars de chez moi vers 8h15. – Saio de casa por volta das 8h15.2. Transporte e trajetos em francêsJe prends le métro / le bus / mon vélo pour aller au travail. – Pego o metrô / ônibus / bicicleta para ir ao trabalho. Il y a souvent des bouchons / des retards. – Frequentemente há trânsito / atrasos. Je mets environ 30 minutes pour arriver. – Levo cerca de 30 minutos para chegar. Parfois, je travaille à distance. – Às vezes, trabalho de casa.3. Durante o diaJ'ai des réunions, je réponds à des e-mails, je travaille sur des projets. – Tenho reuniões, respondo e-mails, trabalho em projetos. Je fais une pause vers midi. – Faço uma pausa por volta do meio-dia. Je déjeune avec des collègues ou je mange à la maison. – Almoço com colegas ou em casa. L'après-midi est souvent plus calme. – A tarde geralmente é mais tranquila. 4. Fim de dia e noiteJe termine le travail vers 18h. – Termino o trabalho por volta das 18h. Je fais des courses ou je vais à la salle de sport. – Faço compras ou vou para a academia. Je rentre, je cuisine et je dîne. – Volto para casa, cozinho e janto. Je regarde une série, je lis un peu ou j'appelle ma famille. – Vejo uma série, leio um pouco ou ligo para minha família. Je me couche vers 23h. – Vou dormir por volta das 23h. 5. Expressões para contar sobre a rotinaD'habitude, je… – Normalmente, eu…Il m'arrive de… – Acontece de eu…En général… – Em geral…Quand j'ai du temps, je… – Quando tenho tempo, eu…Je suis souvent débordé(e). – Estou frequentemente sobrecarregado(a).Exemplo: D'habitude, je commence ma journée en écoutant un podcast pendant que je prépare le petit-déjeuner.6. Perguntas para conversar sobre rotinaÀ quelle heure tu te lèves le matin ?Tu travailles à la maison ou au bureau ?Qu'est-ce que tu fais après le travail ?Tu fais du sport en semaine ?Quel est ton moment préféré de la journée ?Falar da rotina é um tema muito comum em conversas e entrevistas. Com esse vocabulário, você vai poder se expressar com mais naturalidade e variedade. Bonne journée !

Vichyssoise
“Vejo como desejável e natural coligação com IL”

Vichyssoise

Play Episode Listen Later Jun 5, 2025 35:13


Filipe Anacoreta Correia, vice-presidente da Câmara de Lisboa, foi o convidado da Vichyssoise onde confirmou a sua desfiliação do CDS, falou sobre o seu futuro político e defendeu coligação com a IL.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Sandra Duarte Cardoso (parte 1): “Vejo muita gente infeliz, esgotada. Acredito que a IA pode ajudar a ganharmos mais tempo. Em todas as profissões, até na medicina”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later May 23, 2025 77:08


Sandra Duarte Cardoso fundou há dezoito anos a organização não governamental SOS Animal e, em 2020, criou um santuário em Santarém onde tem mais de uma centena de animais que vivem livres, sem serem alvo de qualquer exploração. Autora e apresentadora do programa “À Descoberta com…”, na SIC, e das curta-metragens “Saudade” e “Profundo”, há quatro anos sofreu um acidente com uma égua que lhe atingiu as costas e o cotovelo. Desde aí, passou a viver com uma dor neuropática crónica. E revela como o tratamento com psicadélicos a fez sair da escuridão. Defensora do uso da IA em todas as profissões, até na medicina, para que a sociedade ganhe mais tempo, afirma-se preocupada com as ameaças à democracia. Ouçam-na na primeira parte da conversa com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Moda Importa
#146 Vejo flores - e muita arte - em você

Moda Importa

Play Episode Listen Later Mar 21, 2025 52:27


Por Marcella Lorenzon: No episódio 146 batemos um papo com a ultracriativa Isabella Sclowsky, artista e maquiadora à frente do estúdio A Penteadeira. Multitalentosa, empreendedora e comunicadora, Bella mistura arte e poesia nas suas maquiagem, editoriais e também no cotidiano. Falamos de tudo isso. E falamos de moda, muita moda. Porque moda importa.Entrevistada Isabella Sclowsky@isabellasclowskyhttps://www.instagram.com/isabellasclovsky?igsh=NjJmZ3l0am5wbGg4@apenteadeirahttps://www.instagram.com/apenteadeira?igsh=OGV6bjF3ZGhkbzN2Patrocínio: Grupo IESA@grupoiesahttp://www.grupoiesa.com.brTrilha: Sonora Trilhas@sonoratrilhasEdição de áudio e vídeo: Bárbara Saccomori@barbarasaccomori

100 Legendas em Português
B1 - O exame que mudou tudo a forma como vejo o mundo

100 Legendas em Português

Play Episode Listen Later Feb 26, 2025 16:53


Neste episódio vais acompanhar a minha experiência num exame de visão e vais aprender como falar sobre sintomas relacionados com a saúde dos teus olhos.Este tema é ideal para quem gosta de histórias pessoais, quer aprender vocabulário útil sobre saúde e quer praticar a compreensão oral em português de forma natural.Want to study Portuguese with me?

Futuro abierto
Futuro abierto - Relaciones entre España y México - 04/11/24

Futuro abierto

Play Episode Listen Later Nov 4, 2024 56:59


Desde hace años varios políticos mexicanos exigen que España pida perdón a México por la conquista ocurrida hace cinco siglos. Utilizar en beneficio propio los hechos históricos es una vieja estrategia en la historia de las naciones cuando lo que se busca es desviar la atención de la ciudadanía para ocultar otros problemas. España y México son dos países unidos por el idioma y por muchos lazos e intereses comunes y debieran mirar con más inteligencia su presente y su futuro.Esta semana hablamos de las relaciones entre España y México con José Cruz García González, director de GDP Consultoría e Internacionalización, dedicada a asesorar e impulsar los procesos de internacionalización e inversión entre España, México y otros países de Latinoamérica; Tomás Enrique Pérez Vejo, doctor en Geografía e Historia por la Universidad Complutense de Madrid y profesor-investigador en el Posgrado en Historia y Etnohistoria (Posgrado de Competencia Internacional) de la Escuela Nacional de Antropología e Historia de México (ENAH-INAH), y Fernando Harto de Vera, profesor Titular de Universidad del Departamento de Historia, Teoría y Geografías Políticas de la Universidad Complutense de Madrid. Especialista en Política Contemporánea de América Latina.Escuchar audio