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Quando a Princesa-Eleitora da Saxônia e Rainha da Polônia Christiane Eberhardine morreu, em 4 de setembro de 1727, um estudante da Universidade de Leipzig chamado Hans Carl von Kirchbach teve a ideia de promover, às suas próprias custas, uma cerimônia póstuma em homenagem à rainha, que seria realizada na Igreja de São Paulo, ligada à Universidade de Leipzig. Tendo obtido da direção da universidade permissão para realizar a cerimônia, Kirchbach encomendou uma cantata para ser exibida durante o evento. Para compor a música, ele contratou Bach, que trabalhava em Leipzig havia então quatro anos. Quanto à letra da cantata, ele pediu para o conceituado escritor, crítico literário e professor da Universidade de Leipzig Johann Christoph Gottsched. O resultado desse empenho de Hans Kirchbach é a cantata Lass, Fürstin, lass noch einen Strahl, “Deixa, princesa, deixa ainda um raio” (BWV 198), que foi apresentada no dia 17 de outubro de 1727, na Igreja de São Paulo da Universidade de Leipzig. Composta de duas partes e dez movimentos, a cantata é exibida nesta edição de Manhã com Bach. Christiane Eberhardine era venerada na Saxônia - região de predomínio do protestantismo e onde o próprio reformador Martim Lutero havia introduzido a Reforma Protestante dois séculos antes - porque ela se recusara a se converter ao catolicismo quando o seu marido, o rei Augusto II, o Forte, foi eleito rei da Polônia, em 1697. Para assumir o trono polonês, Augusto precisou renunciar ao protestantismo e adotar o catolicismo, no que não foi seguido pela esposa. Como mulher do rei, Christiane Eberhardine recebeu o título de Rainha da Polônia, mas se recusou a comparecer à cerimônia de posse do marido, onde seria coroada, e jamais pôs os pés na Polônia, apesar de toda a insistência de Augusto. Com isso, ela se tornou um símbolo da resistência protestante contra o catolicismo e uma espécie de protetora dos protestantes, que temiam que Augusto II implantasse uma contra-Reforma na Saxônia. Originalmente, a letra composta por Gottsched era um poema com nove estrofes. Bach faz uma série de modificações nessa estrutura, separando versos e com eles criando recitativos, árias e coros. Não há registro da reação de Gottsched a essas alterações, mas é bem possível que o famoso escritor e professor não tenha ficado muito satisfeito em ver seu texto alterado. Ouça o podcast no link acima. Este podcast reproduz o programa Manhã com Bach, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 30 e 31 de maio de 2026. Dedicado à divulgação da música do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), Manhã com Bach vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 9 horas, com reapresentação no domingo, também às 9 horas, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. As edições anteriores do podcast Manhã com Bach estão disponíveis neste link.
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Há um ano, no dia 27 de abril de 2025, a Isabel trouxe um livro ao episódio de dia 27 chamado “Hermanito”. Nesse episódio contou-nos o que significou esse livro para ela e como achava importante que o livro fosse lido e conhecido. Surgiu aí uma corrente, em que dois ou três exemplares do “Hermanito” passaram de mão em mão entre ouvintes do podcast e isso gerou conversas e gerou movimento e gerou impacto, e a Isabel percebeu que o “Hermanito” tinha mesmo força em quem o lia, era mesmo preciso que as pessoas conhecessem o Ibrahima. Um ano depois, a MEERU, associação da qual a Isabel é co-fundadora, e da qual já falou noutros episódios do nosso podcast, juntou-se com a Flaneur, uma editora e livraria independente no Porto, e tornaram realidade esse sonho de ter o Hermanito em Português. Foi lançado em Braga e no Porto, e os dois autores, o Amets e o Ibrahima estiveram presentes.Este é um episódio de podcast especial. Tentamos trazer-vos um bocadinho do que foram essas duas noites. O mais especial: pudemos ouvir a voz do Amets, pudemos ouvir a voz do Ibrahima. Pudemos conhecer a voz que contou a história e as mãos que a escreveram. Pudemos ouvir falar desta amizade que nasceu entre os dois.Um ano depois de trazermos aqui o Hermanito, hoje trazemos o Miñan - Irmãozinho.20 Abril: Capela Imaculada - Braga Apresentação por Rui Santiago cssr e Rui Marques21 Abril: Capela Perpétuo - PortoApresentação por Pe. Nuno Tovar de Lemos sj e José Luís GonçalvesCom a presença e participação de Ibrahima Balde e Amets Arzallus em ambas as sessões.
O SantoFlow recebe Astromar Miranda Braga, missionário, pregador e um dos grandes nomes da evangelização no Brasil, para um tema que já transformou milhares de vidas: COMO SURGIU O ACAMPAMENTO CATÓLICO?Ex-jogador de futebol profissional por mais de uma década, Astromar viveu uma virada radical de vida ao encontrar sua verdadeira missão na fé. Hoje, é reconhecido como um dos principais responsáveis pela difusão dos acampamentos de espiritualidade no país, impactando gerações com sua pregação direta e cheia de vida.Neste episódio, ele revela a origem de tudo.Como nasceu o primeiro acampamento? De onde veio essa inspiração? E como algo aparentemente simples se tornou um movimento que já levou tantos jovens e famílias a um encontro real com Deus?Uma conversa que mistura testemunho, história e propósito — mostrando como Deus escreve grandes obras a partir de decisões corajosas.Também falamos sobre conversão, comunidade, superação e a importância de criar ambientes onde as pessoas possam verdadeiramente encontrar Deus.✨ Um episódio inspirador, missionário e cheio de verdade.-----------------------------------------------------------------------------------------------------Clique no link e entre para o Aprofundamento Armas Espirituais agora:https://pay.kiwify.com.br/fDNO5I0https://locusmariologicus.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/consagracao-a-jesus-por-maria-fundamentos-biblicos-teologicos-e-praticas-espirituais-1k9pp/Abra já sua livraria católica, entre em contato pelo link:https://w.app/vbbktxAumente o Dízimo da sua paróquia - DIZIFYhttps://dizify.com.br/?utm_source=san...Viaje com a S2 Viagens:https://s2viagens.com/contato/Agenda Católica:https://agendacatolica.com/Liturgia Diária da Paulus: A PAULUS acredita que bons conteúdos transformam, ajudam as pessoas a revelarem aquilo que têm de melhor. Aproveite essa oferta exclusiva: https://bit.ly/3WnFGvuArtesanato Costa:O ateliê mais tradicional de arte sacra do Brasil oferece estatuetas católicas de altíssima qualidade. Compre sua estátua e adicione um toque de fé à sua casa. Use o cupom "GUTO10" para descontos exclusivos: https://www.loja.artesanatocosta.com.brCamisetas Sabatini: Moda e DevoçãoInspire-se com as camisetas católicas de alta qualidade da Camisetas Sabatini, que unem estilo e fé. Visite a loja online: https://www.camisetassabatini.com.br WhatsApp: (44) 99844-8545✅ Doe Agora: https://bit.ly/3odbeCi✅ Doe via PIX: caridade@acn.org.br
Eduardo Aggio - Presidente do Detran-SP - Mão na Roda: SP lança pacote de medidas que elimina custos a motociclistas e motoristas profissionais
Neste episódio comentamos sobre as principais atualizações e desafios no mercado de tecnologia, trazendo uma análise objetiva sobre cibersegurança e proteção de dados. Ao longo da reprodução, você irá descobrir os recentes desdobramentos éticos do uso de inteligência artificial em contextos militares, envolvendo a recusa da Anthropic em aderir aos termos do Departamento de Defesa norte-americano e os impactos disso para a privacidade global. Você também irá aprender sobre o novo marco regulatório do Conselho Federal de Medicina para ferramentas automatizadas na área da saúde, compreendendo como as exigências da LGPD se aplicam à segurança da informação na proteção de dados médicos sensíveis. Além disso, você entenderá os detalhes do recente ataque hacker que causou graves incidentes de segurança no setor financeiro, e saberá identificar as vulnerabilidades críticas na integração de modelos de linguagem via protocolo MCP, como a perigosa injeção de prompts em servidores expostos. O host Guilherme Goulart compartilha ainda sua vivência no evento SecOps Summit, refletindo sobre a importância dos profissionais de segurança na governança corporativa. Por fim, você poderá avaliar como o uso excessivo do ChatGPT pode afetar a criatividade e gerar a homogeneização do pensamento. Para continuar acompanhando nossas discussões, não se esqueça de assinar o podcast na sua plataforma preferida, seguir nossos perfis nas redes sociais e avaliar o programa para apoiar o nosso trabalho. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Acesse WhisperSafe – Transcreva áudio e grave reuniões direto no seu computador, mesmo offline. Rápido, leve e pronto para usar com qualquer IA. Use o cupom SEGLEG50 para 50% de desconto na sua assinatura. ShowNotes Episódio citado – 2013-06-18 – Episódio #28 – PRISM – Privacidade X Segurança The Pentagon formally labels Anthropic a supply-chain risk Anthropic's Claude is suddenly the most popular iPhone app following Pentagon feud Anthropic vs. U.S. Department of War The Pentagon Can't Afford This A.I. Fight Statement from Dario Amodei on our discussions with the Department of War Employees across OpenAI and Google support Anthropic's lawsuit against the Pentagon AI safety leader says ‘world is in peril’ and quits to study poetry Microsoft & Anthropic MCP Servers at Risk of RCE, Cloud Takeovers AI Conundrum: Why MCP Security Can’t Be Patched Away MCP is the backdoor your zero-trust architecture forgot to close Ministério da Educação – REFERENCIAL PARA DESENVOLVIMENTO E USO RESPONSÁVEIS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA EDUCAÇÃO Nova resolução de uso de IA na CFM Artigo “When ChatGPT is Gone: Creativity Reverts and Homogeneity Persists“ BTG Pactual restabelece operações via Pix após ser alvo de ataque hacker BTG Pactual sofre ataque hacker e suspende operações via Pix PF investiga participação de funcionários no ataque hacker de R$ 100 milhões ao BTG Pactual Imagem do Episódio: A Torre de Babel — Pieter Bruegel
Há 51 anos, no dia 11 de fevereiro, James McSill começou a trabalhar com histórias pela primeira vez. Desde então, percorreu dezenas de países, em todos os continentes, sempre a mergulhar naquilo que mais o apaixona: a arte de contar e de ouvir histórias. E pode dizer-se que, nos últimos dois anos e meio, algo mudou radicalmente. Surgiu um instrumento novo — a inteligência artificial — e ele tem transformado tudo aquilo que se faz nesta área. Mas McSill prefere chamar-lhe o que é: uma ferramenta. Uma faca que fala.
devocional Efésios Outrora estavam mortos, por causa dos vossos delitos e pecados. O espírito deste mundo levava-vos a viverem dessa maneira. Andavam sujeitos ao chefe das forças do mal, àquele que ainda agora atua nos que são desobedientes a Deus. Todos nós estávamos na mesma condição, dominados pelos nossos maus desejos. Obedecíamos a esses maus desejos e pensamentos, e estávamos naturalmente destinados, como os outros, a receber o castigo de Deus. Efésios 2:1-3 Sem Cristo a minha vida não tinha jeito nenhum. Foi Ele que lhe devolveu o sentido. Trouxe-me o alento que o pecado havia roubado. Até então não acertava uma. Errava o alvo a torto e a direito. Saltaricava de poça em poça. Chafurdava nos meus instintos e enlameava-me por dentro. Vivia empapado em rebeldia e a minha desobediência topava-se à distância. Extraviava-me ao virar de cada esquina. Caminhava desorientado, aos solavancos, embatendo em paredes vezes sem conta. Não fazia o que era suposto fazer, nem era o que deveria ser. Era um morto-vivo a quem Jesus estendeu a mão. Agarrei-a e nunca mais me largou. Arrancou-me das garras do inimigo da minha alma, que me fintava e escravizava a toda a hora. Libertou-me de vez do peso interior que carregava todos os dias. Restaurou a inocência que eu tinha perdido. Com Cristo recuperei os sonhos. Surgiu o desejo de amar e servir sem parar. Abandonei os projectos do umbigo e abracei os planos do céu. Daí, contrariar os meus desejos para fazer com gosto a vontade d'Aquele que me transformou de filho da ira em filho de Deus. - Jónatas Figueiredo Oramos para que este tempo com Deus te encoraje e inspire. Dá a ti próprio espaço para processar as tuas notas e a tua oração e sai apenas quando te sentires preparado.
Costuma dizer-se que a tradição já não é o que era, mas de onde vem a tradição de festejar o Natal? É uma festa cristã ou é mais uma versão cristã de festas romanas e pagãs?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Homilia Padre André Yanes, IVE: Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 11,11-15Naquele tempo, disse Jesus à multidão:"Em verdade eu vos digo,de todos os homens que já nasceram,nenhum é maior do que João Batista.No entanto, o menor no Reino dos Céus é maior do que ele.Desde os dias de João Batista até agora,o Reino dos Céus sofre violência,e são os violentos que o conquistam.Com efeito, todos os profetas e a Leiprofetizaram até João.E se quereis aceitar, ele é o Elias que há de vir.Quem tem ouvidos, ouça".Palavra da Salvação.
Qual é o prédio mais alto do mundo? Qual foi o porco skatista mais rápido? Não, você não vai encontrar as respostas nesse episódio. Mas vai saber onde pode achá-las, e vou contar logo de cara: é no Guinness World Records. Você já ouviu falar, tenho certeza. É o livro dos recordes, que há algumas décadas reúne feitos marcantes realizados mundo afora. A gente cresceu ouvindo falar dele na televisão e em outras ocasiões, vai. O aprendiz Rafael Araújo me escreveu perguntando como surgiu esse livro e se ele tem alguma coisa a ver com a cerveja irlandesa Guinness — além do nome igual, claro. Fui pesquisa e conto tudo aqui nesse episódio.Ouça, compartilhe nas suas redes e mande pros amigos, beleza? ============================APRENDA EM 5 MINUTOS é o podcast sobre coisas que você nem sabia que queria saber. Os episódios são roteirizados e apresentados por Alvaro Leme. Jornalista, mestre e doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho.Edição dos episódios em vídeo: André Glasnerhttp://instagram.com/andreglasnerDireção de arte: Dorien Barrettohttps://www.instagram.com/dorienbarretto66/Fotografia: Daniela Tovianskyhttps://www.instagram.com/dtoviansky/Siga o APRENDA no Instagram: http://instagram.com/aprendapodcasthttp://instagram.com/alvarolemeComercial e parcerias: alvaroleme@brunch.ag======================Quer saber mais? Confira as fontes que consultei enquanto criava o episódio- Nossa HistóriaSite Oficial do Guinness World Records- Como surgiu e como funciona o Guinness BookPor Marcelo Spina, Superinteressante
Você sabia que o Floresta Aurora, fundado em Porto Alegre em 1872, é o clube negro mais antigo do país? E que foi no clube Marcílio Dias, também na capital gaúcha, que um grupo de ativistas celebrou, pela primeira vez, o Dia da Consciência Negra? Espaços de sociabilidade, cultura e lazer, as agremiações tiveram um papel fundamental na construção identitária e na luta por direitos da população afro-brasileira. Para conhecer melhor a história dos clubes negros, as repórteres Caroline Rodrigues e Gabriela Sardi convidaram Arilson dos Santos Gomes, professor da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) e pesquisador de organizações negras no período pós-abolição, para o #ConversaHumanista desta semana.
O Mês da Identidade Africana chega ao fim este sábado. A 4º edição do evento criado para “questionar, reflectir e pensar o futuro da existência da comunidade afro-descendente e africana”, tem uma programação, de entrada livre, que junta arte, cinema, literatura, infância, formação e música. A iniciativa da Bantumen tem-se desenrolado no centro da capital portuguesa, na Casa do Comum, no Bairro Alto. A RFI falou com Vanessa Sanches, administradora de projectos e co-fundadora da Bantumen. Uma ocasião para percebermos melhor o que é esta plataforma, as iniciativas futuras, e, acima de tudo, ficarmos por dentro de alguns dos pontos altos da programação do Mês da Identidade Africana e de como este surgiu. Vanessa Sanches, administradora de projectos e co-fundadora da Bantumen: O MIA surgiu em 2022, pouco depois da pandemia, pouco depois de todas aquelas questões sobre o movimento negro, de George Floyd. Surgiu numa altura em que a equipa da Bantumen começou a reflectir sobre a necessidade de em Portugal haver também um momento em que pudéssemos questionar, refletir e pensar o futuro da existência da comunidade afro-descendente e africana, sobretudo pelo facto de não ser uma comunidade que é reconhecida como estando cá há tanto tempo, é sempre reconhecida como uma comunidade estrangeira, quando não é. Eu, por exemplo, nasci em Portugal, vivi aqui toda a minha vida, portanto, é um país que também me pertence. Então, nestas conversas sobre este assunto, achávamos que fazia todo o sentido criarmos algo que noutros países já existe, como por exemplo o Black History Month nos Estados Unidos e no Reino Unido, assim como no Brasil lá há o Mês da Consciência Negra. E achávamos que aqui também está na hora de podermos conversar abertamente e sem pudor sobre este assunto. Esta fotografia multicultural que existe em Portugal, mas que ainda muitos têm receio de mostrar, de identificar e de nomear também. Então, este MIA surgiu nesta vertente cultural porque a cultura está sempre de braços abertos para toda a gente. Portanto, essa é a nossa intenção, é mostrar o que a comunidade africana e afro-descendente tem feito por aqui através da cultura e abraçarmos todos os que quiserem se aproximar e conhecer. RFI: O MIA, Mês da Identidade Africana, está na 4ª edição. O que é que a Bantumen propôs, o que é que há em cartaz? Vanessa Sanches: A intenção do MIA é propor sempre uma exposição, que é a base do ciclo de eventos, dentro desse ciclo depois há sempre conversas. Este ano, por exemplo, tivemos uma conversa sobre a parentalidade, sobre o brincar com a identidade, porque é que é importante as crianças se reverem em termos de representatividade em diferentes esferas. Tivemos também o lançamento online de uma biblioteca, a Biblioteca Negra, onde há todo um acervo de livros que falam sobre estes temas da afro descendência, da negritude. Vamos ter também neste sábado, dia 15, uma sessão de leitura para crianças. Portanto, tentamos sempre ter eventos que possam chamar até nós do mais pequeno ao mais velho e que possam proporcionar alguma reflexão. O tema central deste ano é os 50 anos da independência dos PALOP, o tema que atravessa de alguma forma todos os eventos. RFI: Esta exposição de que falou, onde é que está a acontecer e quais são os artistas que podem ser vistos lá? Vanessa Sanches: Todo o ciclo de eventos acontece na Casa do Comum, no Bairro Alto, em Lisboa. A exposição está patente também até este dia 15. As obras que apresentamos são dos artistas Ricardo Parker, é português mas tem origens em Cabo Verde, a Gigi Origo, francesa e cabo-verdiana, o Sai Rodrigues também, que vive na Holanda mas tem origens cabo-verdianas também, e da moçambicana Naia Sousa. RFI: Em relação à conversa sobre a parentalidade, como é que decorreu? O que é que se discutiu? Vanessa Sanches: Na conversa sobre parentalidade “Brincar com Identidade”, porque era este o tema da conversa, tivemos a psicoterapeuta Henda Vieira Lopes, tivemos a Bárbara Almeida, que tem o projecto TitaCatita, para crianças e pais e cuidadores de crianças, e tivemos a Ângela Almeida, que é assistente social, e a intenção foi, nesta conversa moderada pelo Wilds Gomes, jornalista da Bantumen e apresentador de televisão do Bem Vindos, foi perceber quão importante é criar, de alguma forma, representatividade em diferentes esferas para os mais pequenos. Quando, enquanto crianças, não nos revemos a fazer determinadas coisas, não imaginamos que é possível fazermos essas determinadas coisas, eu se nunca tiver visto um médico negro vou achar que a única coisa normal é aquela possibilidade, portanto não vou sonhar que também eventualmente posso fazê-lo, sobretudo quando estamos a falar num país em que a comunidade negra é minoria de facto, portanto, a necessidade de podermos proporcionar às crianças modelos de representatividade e levá-los a espaços onde isto é possível acontecer. Onde é possível, também, abraçar a sua própria identidade, explicando que o cabelo, por exemplo, que é um tema super importante dentro da comunidade afro-ascendente, que o seu cabelo é bonito, que o seu cabelo tem milhões de possibilidades, por exemplo, as crianças mais dificilmente terão alguns traumas, digamos assim, que levam até à idade adulta. Portanto, este foi o tema central da conversa. RFI: Para quem estiver interessado em descobrir e ler algo mais sobre a africanidade, foi também apresentada a Biblioteca Negra. Como é que funciona esta Biblioteca Negra? Vanessa Sanches: A Biblioteca Negra é um projecto que foi pensado e materializado pelo realizador Fábio Silva. Ela parte da experiência pessoal do próprio Fábio, ele começou a compilar, num simples Excel, alguns livros que ele ia lendo sobre esta temática da africanidade, da negritude, porque nem sempre é fácil chegar a estes livros numa livraria normal. Então, ele achou que faria todo o sentido começar a compilar estes títulos. Entretanto, o ano passado, se não estou em erro, decidiu que faria todo o sentido lançar um site onde as pessoas pudessem facilmente encontrar uma panóplia de livros que abordassem então estes temas. É assim que nasce, então, a Biblioteca Negra, onde ele compila uma série de livros, com as sinopses desses livros, e onde é possível encontrar também casas parceiras, que actualmente são três, onde eventualmente podem encontrar alguns destes livros à disposição e onde também podem efectuar doações, caso tenham os livros em casa e já não os queiram mais, podem doar esses livros a estas casas parceiras. RFI: Casas parceiras na Grande Lisboa, para já, e qual é o site? Vanessa Sanches: O site é muito simples, http://www.bibliotecanegra.pt RFI: O filme do brasileiro Lázaro Ramos, Medida Provisória, foi exibido nos encontros MIA. Foi um momento muito participado? Vanessa Sanches: Bastante, bastante. Na verdade, nós tínhamos uma lotação para 50 pessoas e houve um dado momento em que houve pessoas a sentarem-se no chão porque os lugares estavam absolutamente lotados. Acho que é um filme que muita gente ainda queria ver, não teve a hipótese de o ver, e aproveitou então este ciclo de eventos do MIA para poder ver o filme. Tem um tema que nos leva à reflexão de algo que, provavelmente, muitas vezes já nos passou pela cabeça de forma inconsciente, que é; Todos os negros serão realmente de África? Porque, no filme há uma medida provisória que diz às pessoas negras brasileiras que, se calhar, o melhor para o futuro delas seria voltarem para a África. E então há toda uma panóplia de circunstâncias que acontecem ali, porque estamos a falar de pessoas que pertencem àquele país há centenas de anos. Então, é um debate que merece ser tirado do ecrã para o físico e convidámos o actor e cineasta Welket de Bungé e a actriz Cléo Diára para poder, então, conversar sobre este tema. Então foi um momento especial, não só pela lotação mas pelo tema abordado em si mesmo. RFI: Dia 15, sábado, encerra-se o MIA deste ano, o que é que foi pensado para o encerramento? Vanessa Sanches: Encerramos em grande com um momento dedicado às crianças, com uma sessão de leitura com a actriz, jornalista e autora Aoani Salvaterra, com origens santomenses. Vamos ler o livro da Nuna, A Aventureira Marielle, e logo de seguida, um bocadinho mais tarde, encerramos em grande com festa, como gostamos, com os sons da Independência. Basicamente, é um DJ set do DJ Camboja, que tem um acervo gigantesco de músicas que surgiram na altura das Independências e que têm, justamente, como moto a liberdade, a independência e o anticolonialismo. RFI: O Mia é apenas um dos momentos em que a Bantumen dá a conhecer o trabalho que desenvolve. Depois deste Mês da Identidade Africana, o que é que a Bantumen vai propor? Vanessa Sanches: Eu vou começar por explicar, dado que há algumas pessoas que têm alguma dificuldade em entender o que é a Bantumen. A Bantumen é, no fundo, uma plataforma de cultura e de informação. Portanto, online nós temos uma revista, mas no plano físico nós também fazemos algumas coisas. Portanto, resulta, então, neste MIA. E no final do ano temos o nosso maior evento, que é a Powerlist 100, a iniciativa que pretende prestar homenagem a 100 personalidades negras da lusofonia. Este ano a lista vai ser, então, revelada no dia 6 de Dezembro, a nível digital, no seu site próprio, podem encontrá-lo facilmente em bantumen.com. Ao mesmo tempo, irá acontecer também uma Gala para que algumas destas 100 personalidades possam, então, se sentir homenageadas de viva voz e olho no olho por esta comunidade, que se revê no seu trabalho de excelência, que tem feito e que é um espelho também para nós, as actuais gerações e para, quem sabe, futuras gerações. RFI: São personalidades que actuam nas mais diversas áreas, alguns exemplos? Vanessa Sanches: Nas mais diversas áreas. Já tivemos uma empregada doméstica, temos pessoas vindas do percurso associativo, como temos advogados, como temos cientistas, músicos, dançarinos. Nós tentamos não ter Categorias justamente para isso, para que possa ser o mais ampla possível esta lista final dos 100 homenageados. Link site Bantumen : https://www.bantumen.com
Thiago Menezes é o único dançarino brasileiro e latino-americano na temporada do clássico Aida, na Ópera de Paris, em cartaz até 4 de novembro. Ele começou sua carreira ainda criança no subúrbio do Rio de Janeiro, passou por companhias de dança, se formou como ator e viveu intensas experiências profissionais. Desde 2016, o carioca fixou residência na França, onde atuou por várias companhias de teatro e dança e, agora, alcança seu ápice profissional aos 38 anos, ao passar pela entrada de artistas da consagrada Ópera Bastille. Thiago sempre se percebeu como artista: “Eu sempre quis dançar, desde pequeno. Sempre quis fazer algo com arte. Eu amava o mundo da televisão. Lembro de muito pequeno já ver os programas infantis e querer estar ali dentro”, recorda. Criado no bairro de Quintino, aos 16 anos Thiago precisou trabalhar para apoiar sua família, mas conseguiu continuar sonhando com a carreira de artista. “Eu comecei a fazer cursos de teatro, de dança. Tudo com bolsa, porque eu não podia pagar. Era uma época em que não tinha muito meninos e os cursos davam bolsa para homens”, explica. Ele passou por inúmeras escolas de dança como o Centro de Dança Rio, no Méier, a Cia Nós da Dança, a Petite Danse, e se tornou ator na Escola de Teatro da Faetec, no Rio, antes de fazer seu caminho no exterior. No entanto, o bailarino e ator considera as ruas do Rio de Janeiro como o lugar que o moldou para ser hoje um artista “plural”. “Eu tive a experiência da rua, das companhias de dança, o que me formou como artista, a ter disciplina e ideia de grupo. Mas sou um bailarino de danças urbanas, de jazz que vem do subúrbio do Rio de Janeiro. Eu ensaiava no MAM (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro) ou no baile do viaduto de Madureira. A gente ia se formar ali na rua. Dos bailarinos que conheço que estão no Brasil ou no mundo, a gente teve essa pluralidade de formação”, aponta. Carreira entre Brasil e França Mas as poucas oportunidades para artistas e dançarinos negros na TV e teatro fizeram com que Thiago, que sentia sua carreira estagnada no Brasil, olhasse para fora no ano de 2012. “Surgiu uma audição para vir para o circo na França como bailarino. A base do circo era em Toulouse, mas a gente viajava. Eu conheci a França inteira, gente!", relembra o carioca. "Fiquei um ano aqui, não quis renovar o contrato, quis voltar para o Brasil”, disse em entrevista à RFI. Durante esse breve retorno ao Brasil, Thiago Menezes fez teatro, participação em novela e até musicais, e permaneceu alguns anos trabalhando com o grupo Nós do Morro. Mas em 2016 decidiu voltar à França visando construir uma carreira sólida na dança. Dez anos de carreira na França O artista destaca que não poderia haver melhor momento para estar trabalhando em uma das instituições mais importantes do cenário cultural europeu e mundial. “Aida é uma das minhas óperas preferidas e é um sonho realizar esta ópera agora, porque faz 10 anos que estou aqui. Comemorar os 10 anos fazendo uma ópera na Ópera de Paris”, celebra Thiago. Aida é uma obra clássica italiana criada em 1871 por Giuseppe Verdi. Com mais de 3 horas e meia de duração, entre cenas épicas, árias e a famosa marcha triunfal, a ópera conta a história de uma princesa etíope escravizada no Egito, que enfrenta a rivalidade de Amneris, filha do faraó, que ama o mesmo homem que ela, Radamés. Thiago Menezes detalhou o processo para conquistar sua vaga no espetáculo que está em cartaz até o dia 4 de novembro na Ópera de Paris: “Fiz uma audição com mais de 60 pessoas, bem complicada. A gente teve várias fases, mas começou com a dança porque eles precisavam de bailarinos de universos diferentes. Desde acrobatas, dançarinos de hip hop, balé clássico, contemporâneo e jazz. Foram cinco horas de audição”, explica. Apesar da seleção intensa, que também contou com uma fase de testes de interpretação, Thiago revela que teve um pressentimento positivo sobre conseguir a oportunidade. “Nesse dia eu falei: 'Eu vou pegar!'. Joguei para o universo. Recebi a resposta por e-mail uma semana depois, e fiquei muito feliz. Estou muito feliz!”, festeja. Representando o Brasil Para Thiago, o caminho para chegar onde está sempre foi solitário, enquanto único brasileiro em diversas produções das quais já participou. Entretanto, ele se mostra esperançoso para um futuro com mais jovens sonhadores dos subúrbios sonhando alto e chegando longe. “Eu fico muito orgulhoso de ser o único brasileiro nessa produção, em mais de cem pessoas, sem contar a parte técnica, numa ópera desse tamanho. Eu fui muitas vezes o único latino-americano e único brasileiro em vários projetos. Infelizmente ainda é a minha realidade. Eu gostaria que houvesse mais brasileiros, mas vai ter. Isso vai acontecer!”, projeta Thiago Menezes. “Ser o único brasileiro é trazer essa leveza que a gente tem, trazer também o riso, levar a galera para ir comer comida brasileira, levar a galera para um samba depois do palco. Acho que a gente também é conhecido pela nossa alegria, pela nossa espontaneidade. Eu trago não só eu, Thiago, mas o Brasil comigo nessa leveza e alegria que a gente tem e que a gente emana muito para o mundo!”, aposta o bailarino.
Thiago Menezes é o único dançarino brasileiro e latino-americano na temporada do clássico Aida, na Ópera de Paris, em cartaz até 4 de novembro. Ele começou sua carreira ainda criança no subúrbio do Rio de Janeiro, passou por companhias de dança, se formou como ator e viveu intensas experiências profissionais. Desde 2016, o carioca fixou residência na França, onde atuou por várias companhias de teatro e dança e, agora, alcança seu ápice profissional aos 38 anos, ao passar pela entrada de artistas da consagrada Ópera Bastille. Thiago sempre se percebeu como artista: “Eu sempre quis dançar, desde pequeno. Sempre quis fazer algo com arte. Eu amava o mundo da televisão. Lembro de muito pequeno já ver os programas infantis e querer estar ali dentro”, recorda. Criado no bairro de Quintino, aos 16 anos Thiago precisou trabalhar para apoiar sua família, mas conseguiu continuar sonhando com a carreira de artista. “Eu comecei a fazer cursos de teatro, de dança. Tudo com bolsa, porque eu não podia pagar. Era uma época em que não tinha muito meninos e os cursos davam bolsa para homens”, explica. Ele passou por inúmeras escolas de dança como o Centro de Dança Rio, no Méier, a Cia Nós da Dança, a Petite Danse, e se tornou ator na Escola de Teatro da Faetec, no Rio, antes de fazer seu caminho no exterior. No entanto, o bailarino e ator considera as ruas do Rio de Janeiro como o lugar que o moldou para ser hoje um artista “plural”. “Eu tive a experiência da rua, das companhias de dança, o que me formou como artista, a ter disciplina e ideia de grupo. Mas sou um bailarino de danças urbanas, de jazz que vem do subúrbio do Rio de Janeiro. Eu ensaiava no MAM (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro) ou no baile do viaduto de Madureira. A gente ia se formar ali na rua. Dos bailarinos que conheço que estão no Brasil ou no mundo, a gente teve essa pluralidade de formação”, aponta. Carreira entre Brasil e França Mas as poucas oportunidades para artistas e dançarinos negros na TV e teatro fizeram com que Thiago, que sentia sua carreira estagnada no Brasil, olhasse para fora no ano de 2012. “Surgiu uma audição para vir para o circo na França como bailarino. A base do circo era em Toulouse, mas a gente viajava. Eu conheci a França inteira, gente!", relembra o carioca. "Fiquei um ano aqui, não quis renovar o contrato, quis voltar para o Brasil”, disse em entrevista à RFI. Durante esse breve retorno ao Brasil, Thiago Menezes fez teatro, participação em novela e até musicais, e permaneceu alguns anos trabalhando com o grupo Nós do Morro. Mas em 2016 decidiu voltar à França visando construir uma carreira sólida na dança. Dez anos de carreira na França O artista destaca que não poderia haver melhor momento para estar trabalhando em uma das instituições mais importantes do cenário cultural europeu e mundial. “Aida é uma das minhas óperas preferidas e é um sonho realizar esta ópera agora, porque faz 10 anos que estou aqui. Comemorar os 10 anos fazendo uma ópera na Ópera de Paris”, celebra Thiago. Aida é uma obra clássica italiana criada em 1871 por Giuseppe Verdi. Com mais de 3 horas e meia de duração, entre cenas épicas, árias e a famosa marcha triunfal, a ópera conta a história de uma princesa etíope escravizada no Egito, que enfrenta a rivalidade de Amneris, filha do faraó, que ama o mesmo homem que ela, Radamés. Thiago Menezes detalhou o processo para conquistar sua vaga no espetáculo que está em cartaz até o dia 4 de novembro na Ópera de Paris: “Fiz uma audição com mais de 60 pessoas, bem complicada. A gente teve várias fases, mas começou com a dança porque eles precisavam de bailarinos de universos diferentes. Desde acrobatas, dançarinos de hip hop, balé clássico, contemporâneo e jazz. Foram cinco horas de audição”, explica. Apesar da seleção intensa, que também contou com uma fase de testes de interpretação, Thiago revela que teve um pressentimento positivo sobre conseguir a oportunidade. “Nesse dia eu falei: 'Eu vou pegar!'. Joguei para o universo. Recebi a resposta por e-mail uma semana depois, e fiquei muito feliz. Estou muito feliz!”, festeja. Representando o Brasil Para Thiago, o caminho para chegar onde está sempre foi solitário, enquanto único brasileiro em diversas produções das quais já participou. Entretanto, ele se mostra esperançoso para um futuro com mais jovens sonhadores dos subúrbios sonhando alto e chegando longe. “Eu fico muito orgulhoso de ser o único brasileiro nessa produção, em mais de cem pessoas, sem contar a parte técnica, numa ópera desse tamanho. Eu fui muitas vezes o único latino-americano e único brasileiro em vários projetos. Infelizmente ainda é a minha realidade. Eu gostaria que houvesse mais brasileiros, mas vai ter. Isso vai acontecer!”, projeta Thiago Menezes. “Ser o único brasileiro é trazer essa leveza que a gente tem, trazer também o riso, levar a galera para ir comer comida brasileira, levar a galera para um samba depois do palco. Acho que a gente também é conhecido pela nossa alegria, pela nossa espontaneidade. Eu trago não só eu, Thiago, mas o Brasil comigo nessa leveza e alegria que a gente tem e que a gente emana muito para o mundo!”, aposta o bailarino.
Olá, ouvintes! Neste novo episódio do Abrale Cast falamos a criação da Abrale e o Projeto Dodói.
TUPÁ GUERRA é historiadora, demonologista e podcaster. Ela vai bater um papo sobre as origens do diabo e a relação do mal com a humanidade. O Vilela já comprou alho, água benta, alecrim e dois vasos de espada de São Jorge.
Viver da imagem vai além de dominar câmeras e softwares. É sobre compreender o mercado em transformação, se posicionar com inteligência e manter um olhar atento ao que vem pela frente.É por isso que criei a iniciativa Fotograf.IA+ C.E.Foto: um espaço com notícias exclusivas, mentoria coletiva, estudos de caso reais, análises de tendências e conteúdo estratégico para quem quer crescer de forma consistente. Tudo com apoio, inteligência de mercado e direção.Trata-se de uma comunidade ativa, colaborativa e feita por quem vive da imagem: onde fotógrafos(as), artistas visuais e criadores se encontram para aprender, evoluir e fazer parte de algo maior.⚠️ Até 30 de setembro, você pode entrar com valor especial de fundador.A partir de outubro, o Clube passa a ser anual. Esta é a última chance de ter acesso completo a todos os conteúdos, encontros e materiais por um valor único.
Marília Marton - Secretária de Cultura, Economia e Indústria Criativas
Nesta aula, exploramos o surgimento do conceito de diabetes relacionado à desnutrição. Abordamos a classificação formal da OMS em 1985 como "Diabetes Mellitus Relacionado à Desnutrição" (DMRD), que visava uma forma da doença observada em contextos de má nutrição. Apesar de sua importância inicial, a classificação foi removida em 1999 devido à falta de evidências consistentes. No entanto, a pesquisa continua a investigar a relação entre a nutrição inicial na vida e o risco de diabetes tipo 2.Endocrinologia descomplicada para médicos e residentes.Aqui você encontra conteúdos sobre atualização médica, casos clínicos e preparação para provas de título.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 94º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do humor no rádio, na TV e na internet. Nascido em São Paulo - Capital, no Bairro da Lapa, teve uma infância difícil que o obrigou a começar a trabalhar cedo. Como sempre gostou de fazer as pessoas rirem, acabou participando de pequenas apresentações de humor, nos intervalos de shows de amigos músicos, à noite e em bares. Sentindo que suas apresentações faziam sucesso, resolveu ir atrás de mais oportunidades, até porque sua vontade era trabalhar em rádio, no futuro. Continuava trabalhando durante o dia, e entrou na faculdade de engenharia química, mas sempre em busca de uma chance em rádio, até que apareceu uma oportunidade de trabalhar no Show de Rádio do Estevan Sangirardi. Depois acabou indo trabalhar na Jovem Pan, com o Tutinha, fazendo os programas de humor, conheceu o Zé Américo, e a carreira de ambos decolou. Surgiu um convite para terem um programa às 6 da manhã na Band, e lá foi criado o nome Café com Bobagem. Quem vai contar a sua história de sucesso é Oscar Pardini. A conversa aconteceu em maio de 2025, e você vai ficar sabendo que após um convite para uma participação na Praça é Nossa do SBT, foram ambos, Pardini e Zé Américo, contratados fixos do SBT e participaram de inúmeros programas, tiveram uma passagem na Globo, voltaram para o SBT, e continuaram sempre com os programas de rádio. Da Band foram para a Nova, depois para a Transamérica, Pan novamente, Nativa, Educadora de Campinas, Transcontinental, entre outras. Com a gente, e pra vocês: OSCAR PARDINI! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 94º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do humor no rádio, na TV e na internet. Nascido em São Paulo - Capital, no Bairro da Lapa, teve uma infância difícil que o obrigou a começar a trabalhar cedo. Como sempre gostou de fazer as pessoas rirem, acabou participando de pequenas apresentações de humor, nos intervalos de shows de amigos músicos, à noite e em bares. Sentindo que suas apresentações faziam sucesso, resolveu ir atrás de mais oportunidades, até porque sua vontade era trabalhar em rádio, no futuro. Continuava trabalhando durante o dia, e entrou na faculdade de engenharia química, mas sempre em busca de uma chance em rádio, até que apareceu uma oportunidade de trabalhar no Show de Rádio do Estevan Sangirardi. Depois acabou indo trabalhar na Jovem Pan, com o Tutinha, fazendo os programas de humor, conheceu o Zé Américo, e a carreira de ambos decolou. Surgiu um convite para terem um programa às 6 da manhã na Band, e lá foi criado o nome Café com Bobagem. Quem vai contar a sua história de sucesso é Oscar Pardini. A conversa aconteceu em maio de 2025, e você vai ficar sabendo que após um convite para uma participação na Praça é Nossa do SBT, foram ambos, Pardini e Zé Américo, contratados fixos do SBT e participaram de inúmeros programas, tiveram uma passagem na Globo, voltaram para o SBT, e continuaram sempre com os programas de rádio. Da Band foram para a Nova, depois para a Transamérica, Pan novamente, Nativa, Educadora de Campinas, Transcontinental, entre outras. Com a gente, e pra vocês: OSCAR PARDINI! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Passar por uma demissão não é fácil. Para o paraibano Arione Diniz, foi ainda mais complicado: após mais de uma década se dedicando a uma rede de óticas, ele foi demitido e não recebeu a rescisão. Precisou acampar na frente da sede da empresa por uma semana para conseguir receber menos de 25% do valor devido. Com R$ 2.500 na mão e a família para sustentar, negociou um ponto comercial com um dono de uma pequena ótica. Assim começa a história das Óticas Diniz, que tem um faturamento bilionário e lojas espalhadas por todo o Brasil. Arione Diniz e sua filha, Ariane, a atual presidente da empresa, vieram contar a história da companhia neste episódio do Do Zero ao Topo.
Avião bate em helicóptero em Washington, e autoridades dizem que não há sobreviventes. Base dos EUA em Cuba e símbolo do 11/9: como surgiu Guantánamo e por que Trump quer enviar imigrantes presos para lá. Abertura de empregos formais soma 1,69 milhão em 2024 e registra aceleração. Conheça os candidatos às presidências da Câmara e do Senado; eleição é no sábado. Grammy é racista? Beyoncé, Michael Jackson e Weeknd já sofreram injustiças na premiação.
O programa Meio-Dia em Brasília desta sexta-feira, 13, fala sobre a aprovação da Reforma Tributária no Congresso Nacional e também sobre o destravamento do pacote de ajuste fiscal no Congresso Nacional.Além disso, o programa aborda as informações mais recentes sobre o estado de saúde do presidente Lula, fala sobre as peripécias do STF e também sobre a revista Crusoé e dicas de diversão para o final de semana.Meio-dia em Brasília traz as principais informações da manhã e os debates que vão agitar o dia na capital federal e do mundo. Assista na TV BM&C, nos canais 579 da Vivo, ou 547 da Claro, além do SKY+. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília. https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O programa Meio-Dia em Brasília desta quinta-feira, 28 de novembro, fala sobre o pacote demedidas anunciado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para tentar conter os gastos públicos e a repercussão junto ao mercado brasileiro. Além disso, o jornal aborda as últimas revelações sobre o inquérito da Polícia Federal que mirao ex-presidente Jair Bolsonaro e aprovação da PEC que barra o aborto – inclusive nas formas legais – no Brasil. Meio-dia em Brasília traz as principais informações da manhã e os debates que vão agitar o dia na capital federal e do mundo. Assista na TV BM&C, nos canais 579 da Vivo, ou 547 da Claro, além do SKY+. A melhor oferta do ano, confira os descontos da Black na assinatura do combo anual. https://bit.ly/assinatura-black Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Inquérito do golpe: decisão da PGR sobre denunciar Bolsonaro e outros fica para fevereiro. Bolsonaro indiciado por tentativa de golpe: o que se sabe até agora. Cobrado pela família, Tarcísio lamenta morte de estudante de medicina por PM e diz que abusos 'serão severamente punidos'. Ladrões roubam joias consideradas 'tesouro nacional' em museu da França. Como surgiu o 13° salário e qual a importância de enxergá-lo como um direito, e não um bônus.
A dança das cadeiras na Fórmula 1 está um tanto maluca. Surgiu uma possibilidade na Red Bull, que ainda não tem um substituto Sergio Pérez, caso o mexicano não continue no grid. Fala-se em Oscar Piastri na Red Bull. A questão é: o jovem talento trocaria a McLaren em ascensão pela Red Bull em declínio? Para o lugar de Piastri, um nome seria Gabriel Bortoleto segundo o renomado jornalista Joe Saward.Apresentação: Cassio Politi e Lito Cavalcanti.Veja as melhores análises da Fórmula 1 no site The Race Brasil: https://www.youtube.com/@wearetherace_br.Inscreva-se no canal do Lito Cavalcanti no YouTube e participe toda terça-feira, às 20h (horário de Brasília), da live: https://www.youtube.com/LitoCavalcanti. Participe do Bolão do Lito: http://litocavalcanti.com.br/.
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Assine o Café Brasil em https://mundocafebrasil.com Os movimentos pelos direitos civis dos anos 60 mudaram a perspectiva moral da maioria em relação às minorias sociais. A luta contra o racismo, sexismo, militarismo e degradação ambiental mudou leis e estabeleceu novas normas, transformando relações raciais, de gênero e internacionais. Comportamentos antes considerados naturais passaram a ser vistos como discriminatórios e imorais. Essas lutas trouxeram conquistas legítimas e positivas, mas também deram às minorias um poder moral inédito. Surgiu uma categoria ainda mais radical: as minorias vitimizadas, sobre as quais as maiorias silenciosas não têm qualquer relevância.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Entidade foi fundada em 1987, a partir de reclamações de racismo e discriminação, e de pouca representatividade de pessoas negras na Universidade
A escolha de Sebastião Bugalho para cabeça de lista da AD ao Parlamento Europeu surpreendeu e levou a um debate interessante sobre o papel crescente das televisões na política nacional. Ainda mais por Bugalho ter pouco currículo político – foi uma vez candidato do CDS em lugar não elegível – e não se lhe conhecer grande reflexão sobre temas europeus. Surgiu a acusação da valorização do mediatismo e da notoriedade em relação a outras qualidades. Outros falam de refrescamento da política, dando relevo a uma pessoa mais jovem. Mas a escolha de Sebastião Bugalho não pode reduzir a candidatura da AD a este tema. O cabeça de lista disse que, por ter exposto as suas posições ao longo destes anos, até pode ser mais facilmente escrutinado. Na verdade, os comentadores opinam mais sobre política do que sobre políticas, e o Sebastião é seguramente um desses casos. O escrutínio é menos evidente do que parece.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Link utilizado: https://historycooperative.org/history-of-the-prepper-movement/ Conheça nossa área de assinantes com conteúdos exclusivos filmados com diversos especialistas: https://membros.sobrevivencialismo.com/ Confira agora os produtos da Morgantis Metais: https://morgantis.com/ Adquira os produtos Sobrevivencialismo aqui: https://www.lojasv.com.br/
eja aluno da minha pós-graduação clicando no link: https://drdupr.at/pos Neste vídeo, mergulho nas raízes do conhecimento científico, explorando como a ciência evoluiu desde Copérnico até os dias atuais. Vamos discutir a importância de entender como a ciência surgiu e como usá-la em nosso dia a dia. Assista para aprender sobre a história fascinante de Galileu, Boyle, Bacon e descubra como o século XVII desempenhou um papel crucial na transformação do nosso entendimento. Se você se pergunta sobre as diferentes formas de aprender e como aplicar o conhecimento científico, este vídeo é para você! Siga-me no Instagram: https://drdupr.at/ig 00:00 - Introdução 02:55 - A construção do conhecimento 06:19 - Copérnico: Revolução Científica 10:12 - Galileu: Realidade Objetiva 18:44 - Experimento & a História do vácuo 23:28 - Robert Boyle: Sociedade científica 28:20 - Filosofia Mecanicista 31:00 - Isaac Newton: O príncipio é matemática 32:59 - Robert Hooke: Microscópio 36:15 - Francis Bacon: Conhecimento é poder 39:05 - Pensamento Crítico 43:20 - Análise Subjetiva 46:00 - Conclusão 50:23 - Caso clínico: Vitor #ciencia #consciência #mente #historia #suplementos #casoclínico #galileu #humanidade #evoluçao #medicinanatural
Surgiu uma discussão há algum tempo nas redes sociais sobre os gostos dos filmes do crítico de cinema e dos cinéfilos em geral, e essa discussão veio acompanhada de uma dúvida/afirmação: "Crítico só gosta de filmes que ninguém vê!"É aquele famoso caso de conversar com um crítico ou um estudioso do cinema e a pessoa começar a recomendar um filme japonês, ou um diretor indiano, ou ainda a filmografia inteira de filmes de terror sul-africanos! Aí você fica boiando achando que só gosta de blockbusters ou que o crítico em si é esnobe, elitista, e que até falar sobre cinema ficou chato.Pois bem,Rafael Arinellii recebe Júlia Barth (Emerald Corp), Ieda Marcondes (Cinemático) e André Guerra (Sessão Restrita) para debater esse assunto. Vamos falar se é verdade ou mentira esse lance de "crítico só gosta de filme que ninguém vê". Vamos tentar entender o porquê dessa percepção e vamos discutir um pouco sobre essa construção cultural ao redor da imagem do crítico.• 03m20: Pauta Principal• 1h16m02: Plano Detalhe• 1h27m28: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Feed: https://bit.ly/cinemacaofeed• Apple Podcast: https://bit.ly/itunes-cinemacao• Android: https://bit.ly/android-cinemacao• Deezer: https://bit.ly/deezer-cinemacao• Spotify: https://bit.ly/spotify-cinemacao• Amazon Music: https://bit.ly/amazoncinemacaoAgradecimentos aos patrões e padrinhos: • André Marinho• Anna Foltran• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Lima• Gabriela Pastori• Guilherme S. Arinelli• Gustavo Reinecken• Katia Barga• Thiago Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao• Twitter: https://bit.ly/twittercinemacao• Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao• Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de apenas R$5,00, você terá acesso a vantagens incríveis. E o melhor de tudo: após 1 ano de contribuição, recebe um presente exclusivo como agradecimento! Não perca mais tempo, acesse agora a página de Contribuição, escolha o plano que mais se adequa ao seu estilo e torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Ieda): Filme: Dias Perfeitos• (André): Filme: Ferrari• (Julia): Série: Mestres do Ar• (Rafa): Podcast: França e o LabirintoEdição:• ISSOaí Design
Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho retornam com mais um Happy Hour! Chegou a hora de bater um papo livre sobre os mais diversos assuntos do cotidiano. Surgiu uma discussão sobre a Taylor Swift ser o novo Michael Jackson. Será que ela já está do tamanho do legado dele? É possível ter um novo fã de One Piece? Sim, é! E temos nesse programa! Quando a bateria do carro dá problema, você sabe fazer a chupeta? Você já pegou uma encomenda na portaria de carro, pois seu apartamento é longe da guarita? Quais as melhores músicas de carnaval? Esse é mais uma edição da nossa série Happy Hour! || LINKS COMENTADOS NO PROGRAMA- [VÍDEO] Vanessa Da Mata fala sobre a música "Boa Sorte"- [LINK] As músicas mais tocadas dos carnavais- [VÍDEO] Você conhece a música "Pega o Guanabara e Vem"?- [IMG] Mapa do prédio do Evandro- [IMG] Foto da janela que gerou confusão do prédio do Juras- [IMG] Foto do Gol do Felipe || PATROCINADOR DO PODCAST- ALURA| Estude na Alura e tenha acesso a mais de 1.300 CURSOS! Acesse o nosso link e ganhe 15% de desconto! USE O NOSSO CUPOM: 99vidas15 http://alura.tv/99vidas || QUER ESCUTAR O 99VIDAS BÔNUS?- ASSINE O 99VIDAS | Toda semana tem um podcast EXTRA para os nossos assinantes! ASSINE!
Leia Juízes 2 "Surgiu uma nova geração que não conhecia o Senhor e o que ele havia feito por Israel (...) Abandonaram o Senhor, o Deus dos seus antepassados, que os havia tirado do Egito, e seguiram e adoraram vários deuses dos povos ao seu redor, provocando a ira do Senhor.” Juízes 2:10-12 Reflita O preço da desobediência É difícil pensar que o povo que o Senhor libertou do Egito com grandes sinais e maravilhas, como dividir o Mar Vermelho e enviar comida do céu, pode se esquecer dele. A Bíblia nos conta como a geração seguinte a Josué acabou se afastando de Deus e fazendo exatamente o que ele reprova. Nossa geração está ainda mais distante cronologicamente de Moisés e dos grandes feitos de Deus naquela época. Porém, precisamos nos lembrar que não importa o tempo. Desobedecer a Deus sempre traz graves consequências para nós Provérbios 28:9 diz que “se alguém se recusa a ouvir a lei até suas orações são detestáveis”. Já pensou o que é isso? Nossa oração ser detestável para Deus? Pois é exatamente o que acontece com quem desobedece ao Senhor. Pare agora mesmo de relutar em obedecer. Quem ama, obedece. Quem obedece recebe o favor de Deus. Quem recebe o favor de Deus vive o céu na terra. Simples assim. Ore Pai amado, sei que importa que eu obedeça a tua palavra. Peço hoje que me ajude a ter um espírito mais submisso à tua vontade e tuas leis. Não quero ser rebelde, mas mansa, obediente e humilde como Cristo foi.
Neste episódio, Willian Martins, Hugo Marques, Jessica Felix e Gustano Nunes conversam sobre o que fazer quando você está procurando o primeiro emprego. Quais as habilidades necessárias para você ingressar no mercado de trabalho? Qual o melhor caminho para começar na área? Surgiu mais dúvida? Mande sua mensagem e ela será lida no próximo episódio da série.
História de Boca - Podcast para Crianças que falam Português
Angola ganhou nossa enquete! Então resolvemos contar a história folclórica de como surgiu este animal tão lindo! E contamos com a super narração destra atriz de voz maravilhosa, a Mabel Cezar! Ela fez e faz as vozes de vários personagens dublados e originais também. E claro, ao final, os nossos recadinho dos ouvintes: já mandou o seu? Siga a gente no Instagram e compartilhe com os amigos e amigas. E participe da enquete do próximo episódio! https://www.instagram.com/historiadebocabr https://www.instagram.com/mabelcezar
Segundo narrativa épica, Cabral e seus comandados descobriram o Brasil após precisarem ajustar rota. Porém, historiadores contemporâneos colocam essa narrativa em xeque
Em muitos casos, a morte do executado ocorria dias após ser crucificado, diante do olhar da população. Especialistas descrevem como funcionava procedimento.
Um episódio espontâneo e cultural, sobre um dos mais famosos doces do brasil..** Aulas de conversação com Olavo - Se você quiser praticar conversação comigo, eu recomendo o site Italki. Cadastre-se através desse link: https://www.italki.com/affshare?ref=af4861564 pra você ganhar créditos e agendar suas aulas..TELEGRAM (CONTEÚDOS EXCLUSIVOS) - https://t.me/portuguespraforapodcast.Nós somos um podcast brasileiro que produz conteúdos em português especialmente para estrangeiros que estão estudando a língua portuguesa, que gostam do Brasil e também para todos que apreciam reflexões, motivações e buscam sempre aprender algo novo. Dicas de português, diálogos reais, vocabulário e regras de gramática do português. Tudo isso você encontra aqui.Se é o seu caso, convidamos você a acessar nossos links para não perder nenhum episódio e ficar conectado com muitas dicas e informações. Siga nossas redes sociais: Instagram https://bit.ly/32VDWg l e Facebook https://bit.ly/3jVMJ9h . Você pode acessar o nosso podcast também no YouTube https://bit.ly/2NUsuxE e pelas principais plataformas de podcasts --- Spotify: https://spoti.fi/2Qbd85N --- Apple Podcast: https://apple.co/2QcBoVj --- Deezer: https://bit.ly/2YkG9Rh --- Castbox: https://bit.ly/32e9yxn ---Google poscasts: https://bit.ly/3hhMUuDEnvie sua dúvida, crítica ou sugestão de tema para o podcast pelo email: portuguesprafora@gmail.com vai ser um prazer saber o que você quer ouvir ;)Nos vemos em breve… Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.