Former Prime Minister of Portugal
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Passos Coelho rompeu o silêncio e deixou críticas duras ao Governo de Montenegro. Aviso político, ajuste de contas ou marcação de território? Análise com Miguel Santos Carrapatoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Passos Coelho rompeu o silêncio e deixou críticas duras ao Governo de Montenegro. Aviso político, ajuste de contas ou marcação de território? Análise com Miguel Santos Carrapatoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois das eleições presidenciais, Pedro Passos Coelho multiplicou as aparições públicas (tendo já mais datas marcadas para os próximos dias). Nas conferências onde participa, o antigo líder do PSD e antigo primeiro-ministro tem criticado decisões de Luís Montenegro, fragilizando a imagem do Governo. Está Passos a mexer-se para voltar à liderança dos sociais-democratas?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Passos Coelho tem se tentado manter afastado da vida política, mas desta vez — para criticar o Governo — parece não ter medo da exposição. E ainda, temos fumo branco na lei laboral?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A autarca de Coimbra não deixou o ministro da agricultura ir "passear" a Coimbra, muito menos, dar uma conferência de imprensa. Já Passos Coelho não deixa a nomeação do MAI passar em branco.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Passos Coelho está a fazer política ativa "pura e dura" mas atira a pedra e esconde a mão. Com as intenções a tornarem-se evidentes, está a manter-se à tona apenas para pressionar o governo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Passos Coelho (que lançou mais um alerta), Ana Abrunhosa (que perdeu a compostura) e a Justiça (que não consegue resolver o caso Sócrates) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Passos Coelho (que lançou mais um alerta), Ana Abrunhosa (que perdeu a compostura) e a Justiça (que não consegue resolver o caso Sócrates) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Passos Coelho está a fazer política ativa "pura e dura" mas atira a pedra e esconde a mão. Com as intenções a tornarem-se evidentes, está a manter-se à tona apenas para pressionar o governo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Zuga falamos de política, economia, cultura e liberdade.Sem cartilhas, sem medo do politicamente correto e sem pedir licença ao Estado.
“É impossível estar no PSD de hoje.” É com esta frase que a antiga governante e deputada do PSD Manuela Aguiar se desfilia do partido que diz agora não reconhecer. Em entrevista à rádio TSF, a histórica social-democrata critica as “alianças constantes” com o Chega, sobretudo no tema da imigração. Isto quando se fala no regresso de Passos Coelho para voltar à liderança do PSD e agregar a direita.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Governo anuncia novo fundo para responder às tempestades, mas é "tapar o sol com a peneira" para apoios que portugueses precisam? Passos Coelho sem papas na língua para criticar o Governo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Seguro esperava apoios como os de Cavaco Silva? O silêncio de Passos Coelho mostra o seu plano de retorno e vingança? O atraso de Lisboa a acorrer à tragédia é a prova de que é urgente haver uma regionalização? Houve falhas na prevenção? Deviam ter sido tomadas medidas mais assertivas? Até quando o SIRESP vai continuar a falhar? Portugal tem que se adaptar a este novo normal climático? Isto é um país?
André Ventura voltou a um dos locais mais afetados pelo mau tempo e diz que quem insiste na trica política "está do lado errado da histórica" e usa a expressão de Passos Coelho: "que se lixem as eleições". See omnystudio.com/listener for privacy information.
Num jantar-comício em Coimbra, o candidato apoiado pela IL entende que merece o voto útil à direita para evitar uma segunda volta entre Seguro e Ventura. "Vamos fazer história", afirma Cotrim.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No comício em Lamego, Luís Marques Mendes elogiou a governação de Pedro Passos Coelho durante a troika. O autarca atirou a Gouveia e Melo: “capitão gancho”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Justificam-se 14 candidatos à presidência da república? Justifica-se o nível de qualidade dos mesmos? Qual será o cenário de pesadelo para a 2ª volta? Passos Coelho apoiará Cotrim? As dificuldades de comunicação com o Daniel confirmam o receio de Rui Tavares? A margem sul é, mesmo, no ultramar? Será que 2026 a Ucrânia terá paz? Sendo o Max o nosso enviado especial a Kiev, o que nos relata ele de lá?
Na tentativa de pescar votos à direita, Cotrim Figueiredo cola-se ao Governo, mas afasta o seu próprio eleitorado. E ainda, a obsessão por Passos Coelho e a carta a Montenegro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com a entrada na campanha, e com todos os debates já realizados, as sondagens confirmam que há cinco candidatos para as duas vagas da segunda volta. Sobram várias perguntas que só terão resposta no dia 18 de Janeiro: a má performance de Gouveia e Melo nos debates terá sido suficiente para o tirar da segunda volta? A suspeição sobre a facilitação de negócios na Abreu terá prejudicado irremediavelmente as hipóteses de Marques Mendes? A arte de não se comprometer pode levar António José Seguro às urnas a 8 de fevereiro? O ar leve e solto de Cotrim de Figueiredo pode fazer dele a estrela da primeira volta? A capacidade de levar os fiéis do Chega a todas as peregrinações vai levar Ventura à segunda volta? Neste episódio, conversamos com a jornalista e comentadora da SIC Angela Silva.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O apelo ao voto de Luís Montenegro em Luís Marques Mendes não caiu bem a Henrique Gouveia e Melo e a João Cotrim Figueiredo. No segundo dia da campanha às presidenciais, o almirante na reserva disse ter ouvido com "desagrado" as declarações do primeiro-ministro e o antigo líder dos liberais considerou que mostram "fraqueza". O nome de Passos Coelho voltou a entrar na campanha, com André Ventura a admitir que ficaria honrado se tivesse o apoio do antigo chefe do executivo e Catarina Martins a acusar a maioria dos candidatos de serem seus "herdeiros".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Começaram os debates televisivos para as eleições presidenciais. No total serão 28 confrontos emitidos em sinal aberto. O primeiro debate colocou frente a frente António José Seguro e André Ventura, ficando evidente para Daniel Oliveira considera que “Ventura consegue impor a ausência de regras”. Francisco Mendes da Silva acredita que “o melhor antídoto para Ventura pode ser deixá-lo fazer as figuras que está a fazer”, apontando para algum cansaço perante o líder do Chega. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 18 de novembro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Há dez anos começavam os dias da geringonça. A 10 de Novembro, o governo chefiado por Passos Coelho caía enquanto PS, PE e PCP firmavam os acordos que permitiriam aos socialistas governar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há dez anos começava a geringonça: caía o governo de Passos Coelho e BE e PCP davam ao PS o apoio que permitiria aos socialistas governar. Em 2025 o que sobra da geringonça?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A questão permanece, mas cada vez que "bate as asas há um efeito que reproduz". No entanto, a pergunta que se devia fazer: o governo está ou não a fazer o que se proponha?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A questão permanece, mas cada vez que "bate as asas há um efeito que reproduz". No entanto, a pergunta que se devia fazer: o governo está ou não a fazer o que se proponha?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Presidente da República tinha anunciado, no verão, uma avaliação da ministra da Saúde. Fez-se esperar e a intervenção só chegou no outono. Censurou a falta de estratégia para o Serviço Nacional de Saúde e pediu um acordo de regime. No dia seguinte, foi Pedro Passos Coelho a pedir uma visão mais a longo prazo das decisões políticas, se possível com acordos alargados. As intervenções de Marcelo e de Passos são o ponto de partida para a Comissão Política desta semana em que falamos de avisos e pedidos de acordo, mas também de saúde e da respetiva ministra. Conversam o comissário residente, Vítor Matos, a coordenadora da secção de Política, Liliana Valente, e a jornalista Paula Caeiro Varela, que acompanha o PSD e o Governo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho alertou esta sexta-feira ao Governo de que “chegou o fim das margens de manobra” que permitem “ir adiando decisões importantes”, pedindo mudanças sem ceder a cálculos eleitorais e "perder tempo com preocupações distributivas”. Pedro Passos Coelho prepara o seu caminho para suceder a Luís Montenegro?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os candidatos aceleraram na última semana, resolvidas as eleições autárquicas. Passaram a ter agenda quase diária, foram anunciando apoios, mandatários, manifestos e promessas de independência. E vão-se cruzando nomes e áreas políticas: Rui Moreira é o independente que Marques Mendes anunciou para mandatário nacional, nomes próximos de Passos Coelho preparam o apoio a seguro, que também recebeu o apoio formal do PS no fim-de-semanaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante a gravação deste episódio, registaram-se alguns problemas de rede que afectaram o áudio. Foi como em todas as eleições: houve vencedores vencedores, vencedores vencidos e os outros de que não reza a história. Montenegro deu mais uma vitória eleitoral ao PSD, nalguns casos com a habilidade de cooptar gente de outras proveniências: até uma antiga autarca comunista. De tal modo que os dois nomes de que se fala para a presidência da Associação Nacional de Municípios, no rescaldo das autárquicas, são os de Santana Lopes e Isaltino Morais, dois antigos barões laranja que abandonaram o partido e foram agora a votos como trunfos pródigos do PSD. Entretanto, com o lavar dos cestos a nível local, instala-se em força a vindima das presidenciais. E quando o PS se prepara para apresentar o apoio formal à candidatura de António José Seguro, o Expresso descobriu que, entre os apoiantes de Passos Coelho, Seguro é visto como o candidato ideal. Socialistas e passistas, estranho caldo. Será o empurrão que faltava ao candidato ou o beijo da mulher-aranha?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sempre foi assim: o Chega é um "projeto de poder de Ventura" e artigo de Mithá Ribeiro menoriza a própria saída. A gestão "sensata" de Passos Coelho no espaço público e recados de Pedro Nuno Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alberto Gonçalves comenta a intervenção de Passos Coelho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Amigo de Passos Coelho vai votar em António José Seguro nas presidenciais. Não vê o socialista como "refém de um partido" e quer um novo estilo em Belém "mais institucional e menos governamentalizado"See omnystudio.com/listener for privacy information.
Este domingo, o secretário-geral e o presidente do PS vão defender, na Comissão Nacional — órgão máximo entre congressos —, que o partido deve apoiar a candidatura presidencial do ex-líder António José Seguro. A decisão não é pacífica e o debate fica mais difícil ao saber-se que há um grupo de pessoas à direita, conotadas com o passismo, que consideram Seguro o melhor dos candidatos para assumir a chefia do Estado. Neste episódio, conversamos com a jornalista Rita Dinis.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ao longo de 50 minutos, Pedro Passos Coelho voltou a deixar uma análise aos tempos que correm, com críticas ao legado do Partido Socialista em matéria de investimento público e de imigração, acusando mesmo António Costa de ter permitido, “conscientemente”, deixar entrar toda a gente sem controlo. O que pretende o ex-primeiro-ministro com esta sucessão de aparições públicas?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mithá Ribeiro foi importante no Chega, mas já nada fere André Ventura internamente. Após não integrar o governo sombra, é esta a vingança? E, 10 anos depois, Passos Coelho ainda é trunfo para o PSD?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Passos Coelho ainda sofre dores do passado e deixa claro nas intervenções públicas que não se dá por vencido na política. Vem aí o guia "Como Ser Primeiro-Ministro"? E para marcar "basta aparecer".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Embalados nas promessas do costume, sondagens, tensão da campanha a crescer e temos três não candidatos – Passos Coelho, Mariana Mortágua e Sebastião Bugalho. O que está em causa nestas autárquicas?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Passos Coelho esteve desaparecido da política, mas agora é desejado por todos. E ainda, Marcelo critica o Governo, mas parece que ninguém presta atenção ao presidente. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O antigo primeiro-ministro esteve com o candidato do PSD a Sintra, Marco Almeida, para "corrigir" o erro de há 12 anos não o ter escolhido como candidato e rejeitou "linhas vermelhas" na governação das cidades. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dois ministros desaguisados por causa dos F-35 de Israel. Passos Coelho, o desejado que quer ser o “amuleto' das autárquicas e o caso do juiz Ivo Rosa. E as lágrimas e aplausos num virar de página
O líder do Chega apresentou-se como líder do “movimento político que vai fazer desabar o sistema”. Ventura não tem dúvidas: “se não acontecer a partir de São Bento, acontecerá a partir de Belém, se não acontecer a partir de Belém, acontecerá a partir das galerias do Parlamento, mas acontecerá”. É candidato, mas preferia ter Passos Coelho em Belém. Neste episódio, conversamos com o director-adjunto do Expresso David Dinis.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há quatro dias Luís Montenegro disse que Mário Centeno reunia todos os requisitos para o cargo de Governador do Banco de Portugal, mas acabou por não reconduzir o ex-ministro das Finanças. Em sua substituição foi indigitado Álvaro Santos Pereira, atual economista-chefe da OCDE, foi ministro da Economia e do Emprego no governo de Passos Coelho. O novo Governador vai devolver a independência à instituição, ou não deixa de ser uma escolha política? No Antes Pelo Contrário em podcast, Pedro Delgados Alves e José Eduardo Martins analisam a escolha do governo para liderar o Banco de Portugal. Emitido na SIC Notícias a 24 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Santos Pereira será o novo governador do Banco de Portugal, substituindo, como se antevia, Mário Centeno. Vem da OCDE mas também de uma passagem pelo governo de Passos Coelho. Que podemos querer dele?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de Centeno, chega agora a hora de Álvaro Santos Pereira conhecer os cantos ao Banco de Portugal. Com história na OCDE e no Executivo de Passos Coelho, o que podemos esperar do novo governador?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um grupo de mais de 30 pessoas publicou no fim-de-semana, no Expresso, um manifesto exortando o governo a aproveitar a estabilidade para assumir um espírito reformista. Os subscritores, que não querem o Estado a funcionar como um obstáculo ao crescimento da economia, vêm uma oportunidade na geometria variável que existe no Parlamento para fazer as reformas estruturais que entendem necessárias para o país. Neste episódio, conversamos com um dos promotores da iniciativa, o colunista do Expresso e comentador da SIC Pedro Gomes Sanches.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal teve três legislativas em quatro anos, duas delas no espaço de apenas doze meses. Num país habituado à estabilidade, vivemos agora em ciclos curtos e marcados por cansaço político e desconfiança nas instituições. A polarização cresce e os eleitores parecem votar mais por reação do que por convicção. Neste cenário, forças como o Chega crescem apesar dos escândalos, e os jovens mostram sinais de radicalização e desconexão com a política tradicional. Ao mesmo tempo, as sondagens multiplicam-se, mas será que nos dizem o que realmente importa? A personalização da política, o voto estratégico, a fidelidade geracional e o desejo de estabilidade são apenas algumas das variáveis difíceis de medir. Diferenças metodológicas e a dificuldade em recolher dados fiáveis tornam a leitura mais complexa. Neste episódio, falamos com António Gomes, diretor-geral da GfK-Metris e especialista com três décadas de experiência em estudos de opinião. Uma conversa para perceber os limites e as potencialidades das sondagens numa democracia fatigada. Capítulos: (02:54) Eleições e desconfiança nas instituições(06:11) Voto estratégico e dinâmicas eleitorais(09:08) A imagem dos líderes e mobilização eleitoral(12:06) O impacto dos escândalos na opinião pública(14:57) Campanhas eleitorais e proximidade com o eleitor(17:58) A polarização e o voto útil(21:05) Expectativas e realidade nas eleições(32:05) Desconforto e identidade política(34:57) Expectativas e imagem do líder(38:21) Imigração e economia no voto(40:47) Avaliação do Governo e expectativas(42:13) A imigração e o debate político(46:11) Escândalos e a reação do eleitorado(51:02) O eleitorado do Chega e a lógica anti-sistema(54:49) Impacto do Passos Coelho e voto dos mais velhos(57:27) Diferenças de género no voto jovem(58:07) A influência das redes sociais nas eleições(01:01:09) A nova dinâmica do voto feminino(01:04:01) A fragmentação da esquerda e suas consequências(01:08:12) A fiabilidade das sondagens e métodos de pesquisa(01:19:19) O impacto do voto na última horaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares critica a nova greve dos trabalhadores da CP, defende que o caso chegou a um ponto extremo: "isto é fazer pouco dos portugueses" e que a empresa deve ser liquidada e transformada numa outra empresa pública. Na semana da campanha, o cronista diz que Passos Coelho "tirou o tapete" a Montenegro e "deu cabo da estratégia eleitoral do PSD".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Eu montenegrizo, tu montenegrizas, eles montenegrizam. Montenegro, que já protagonizava o hino da AD, promoveu-se agora a protagonista também por outra via, a criar a palavra “montenegrização”. A personalização da campanha laranja (o CDS aqui não risca nada) vai de vento em popa. Os lexicógrafos que ponham mãos ao trabalho, porque num futuro dicionário da Academia não poderá falar o neologismo. Na sequência disto, também o líder socialista quis dar mostras de imaginação verbal acusando de imediato Montenegro de “venturização”. O que ninguém esperava era que Paulo Raimundo também entrasse do campeonato vocabular com uma poderosa acusação a Ventura, dizendo que ele não é capaz de mais do que o “nheca-nheca”. Enquanto isso, foi anunciada uma averiguação judicial preventiva a um negócio imobiliário de Pedro Nuno Santos. O líder do PS viu-se obrigado a um striptease em público das suas contas pessoais - tem um pai rico, é certo, mas ter pai rico ainda não é crime. Quem já faz contas ao momento pós-eleitoral é Miguel Relvas. O antigo braço direito de Passos Coelho acha que o “não é não” de Montenegro ao Chega é uma “birra”. Agora pensem.See omnystudio.com/listener for privacy information.