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Belém e São Bento vivem um clima de tréguas, mas o Governo enfrenta novos impasses no Parlamento. Já Ventura dita exigências para aprovar a Prestação Social Única num verdadeiro mercado da política.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os membros da AGU (Advocacia-Geral da União) ganharam um extra no auxílio-saúde: o valor subiu para cerca de R$ 7 mil mensais e a cobertura foi ampliada para incluir despesas de sogros, genros, noras e cunhados. As mudanças ocorreram após o STF limitar os chamados "penduricalhos"."Eles ampliaram não só o valor, mas também a cobertura. Passaram a incluir sogra, cunhado, nora e genro, que nem precisam estar no imposto de renda como dependentes", afirmou a repórter Amanda Rossi, no novo episódio do podcast do UOL Prime.O auxílio-saúde também passou a permitir gastos com academia, personal trainer, pilates, yoga e fertilização in vitro. Após reportagem do UOL, parte das regras foi revista.Amanda explica ao apresentador José Roberto de Toledo que o auxílio-saúde está inserido no âmbito de um bônus pago aos membros da AGU, desde 2016. É um penduricalho exclusivo da categoria. O bônus complementa o salário até o teto, hoje em R$ 46 mil. Além do teto, são feitos outros pagamentos, como o auxílio-saúde.
Mensagem gravada em 03/05/2026Pastor Rodrigo FreitasDeus, Sofrimento e o Mal: A bondade de Deus, seu absoluto poder e o malGênesis 1:26-31 NVI[26] Então disse Deus: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os grandes animais de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão”. [27] Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. [28] Deus os abençoou e lhes disse: “Sejam férteis e multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra! Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem pela terra”. [29] Disse Deus: “Eis que dou a vocês todas as plantas que nascem em toda a terra e produzem sementes, e todas as árvores que dão frutos com sementes. Elas servirão de alimento para vocês. [30] E dou todos os vegetais como alimento a tudo o que tem em si fôlego de vida: a todos os grandes animais da terra, a todas as aves do céu e a todas as criaturas que se movem rente ao chão”. E assim foi. [31] E Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o sexto dia.https://bible.com/bible/129/gen.1.26-31.NVIGênesis 2:16-17 NVI[16] E o Senhor Deus ordenou ao homem: “Coma livremente de qualquer árvore do jardim, [17] mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá”.https://bible.com/bible/129/gen.2.16-17.NVI#Jesus #igreja #honra #transformação #Jesus #ressurreição #PalavraDeDeus #DeusPai #EspiritoSanto #PAI #Mensagem #Pregação #Sermão #p4 #p4church #onLine--Curta, compartilhe e inscreva-se para ficar atualizado com os nossos conteúdos!Para saber mais sobre nossa igreja:Site: https://igrejaprojeto4.com.br/Faça seu pedido de Oração: https://igrejaprojeto4.com.br/pedidosFacebook: https://www.facebook.com/p4church/Instagram: https://www.instagram.com/igrejaprojeto4/Podcast: https://igrejaprojeto4.com.br/p4cast/Youtube: https://www.youtube.com/@IgrejaProjeto4Culto online todos os domingos no YouTube!
Passaram fome e sede em África. Em França, tiveram de criar galinhas e plantar hortas para comer. Saiba como foi a alimentação dos soldados portugueses durante a I Guerra Mundial.
Há textos que resistem ao tempo não porque sejam difíceis, mas porque são verdadeiros. Assobiando à Vontade, de Mário Dionísio, publicado em O Dia Cinzento e Outros Contos (1944), é um desses casos. Passaram mais de oitenta anos sobre a sua escrita e, ainda assim, qualquer pessoa que já apanhou um elétrico apinhado — ou simplesmente já sentiu a pressão silenciosa de "comportar-se" — vai reconhecer ali qualquer coisa de si própria.Este post propõe precisamente isso: levar o conto para dentro da sala de aula, a sério, por todos os lados possíveis. O texto, o vídeo, o podcast e a apresentação estão aqui. O que fazemos com eles é o que importa.
A celebração do Dia do Trabalhador em Lauro Müller foi marcada por um sucesso de público e integração na última sexta-feira, 1º de maio. Organizada pelo Sindicato dos Mineiros, a tradicional festa ocorreu na sede da Associação dos Mineiros, localizada no Barro Branco Velho, reunindo trabalhadores das carboníferas da região e um expressivo número de aposentados. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta, o presidente do sindicato, conhecido Ademir Delfino Antunes, o Tuti, comemorou os resultados desta edição, que superou as expectativas da diretoria. Segundo o dirigente, o evento registrou a participação de aproximadamente 670 pessoas. "Foi uma festa tremenda, uma festa muito boa, onde reunimos o nosso trabalhador. Passaram o dia lá com nós, brincando, festejando... isso deixa o sindicato muito satisfeito", afirmou Tuti. A edição deste ano é considerada pela organização como a maior já realizada pelo sindicato até o momento. Tuti ressaltou que, diferentemente das festividades de final de ano — quando muitos trabalhadores costumam viajar e estar fora da cidade —, a data de 1º de maio permitiu uma adesão em massa da categoria. "Abrangeu todos e a gente ficou muito orgulhoso, muito contente mesmo desse pessoal comparecer à nossa festa", destacou o presidente, reforçando que o objetivo principal era proporcionar um dia de lazer exclusivo para os associados.
Uma família de tartarugas decidiu sair para um piquenique.Como são naturalmente lentas, levaram sete anos apenas para se preparar.Finalmente, saíram de casa em busca de um lugar ideal. No segundo ano de viagem, encontraram o local perfeito.Durante seis meses, limparam a área, organizaram tudo, abriram a cesta… até perceberem: tinham esquecido o sal.E um piquenique sem sal… seria um desastre. Todas concordaram.Depois de muita conversa, decidiram que a tartaruga mais nova voltaria para buscar o sal — afinal, era a mais rápida entre elas.A pequena não gostou. Chorou, reclamou, esperneou… mas aceitou, com uma condição:ninguém comeria até que ela voltasse.A família prometeu. E ela partiu.Passaram-se três anos… nada.Cinco anos… nada.Seis anos… nada.No sétimo ano, já sem conseguir conter a fome, a tartaruga mais velha anunciou:— Eu vou comer.E começou a abrir um sanduíche.Nesse instante, a pequena tartaruga saiu de trás de uma árvore e gritou:— Eu sabia! Vocês não iam me esperar… Agora é que eu não vou mesmo buscar o sal.Descontando os exageros…A vida, muitas vezes, segue esse mesmo roteiro.A gente perde tempo esperando que os outros ajam como esperamos.Fica preso no comportamento alheio…E esquece de viver o que é nosso.No fim, não é o sal que falta.É a leveza de seguir, mesmo quando o outro não corresponde.(Conto chinês)
Uma família de tartarugas decidiu sair para um piquenique.Como são naturalmente lentas, levaram sete anos apenas para se preparar.Finalmente, saíram de casa em busca de um lugar ideal. No segundo ano de viagem, encontraram o local perfeito.Durante seis meses, limparam a área, organizaram tudo, abriram a cesta… até perceberem: tinham esquecido o sal.E um piquenique sem sal… seria um desastre. Todas concordaram.Depois de muita conversa, decidiram que a tartaruga mais nova voltaria para buscar o sal — afinal, era a mais rápida entre elas.A pequena não gostou. Chorou, reclamou, esperneou… mas aceitou, com uma condição:ninguém comeria até que ela voltasse.A família prometeu. E ela partiu.Passaram-se três anos… nada.Cinco anos… nada.Seis anos… nada.No sétimo ano, já sem conseguir conter a fome, a tartaruga mais velha anunciou:— Eu vou comer.E começou a abrir um sanduíche.Nesse instante, a pequena tartaruga saiu de trás de uma árvore e gritou:— Eu sabia! Vocês não iam me esperar… Agora é que eu não vou mesmo buscar o sal.Descontando os exageros…A vida, muitas vezes, segue esse mesmo roteiro.A gente perde tempo esperando que os outros ajam como esperamos.Fica preso no comportamento alheio…E esquece de viver o que é nosso.No fim, não é o sal que falta.É a leveza de seguir, mesmo quando o outro não corresponde.(Conto chinês)
No segundo episódio da 10ª temporada, o Vozes do Planeta celebra sua trajetória revisitando algumas das personalidades mais marcantes que já passaram pelo podcast ao longo da última década.
Há jogadores que passam pelo Benfica. E há jogadores que ficam para sempre na história do clube.Neste episódio do Visão Vermelha, recebemos Vata, o avançado que chegou ao Benfica em 1988 vindo do Varzim e que rapidamente deixou a sua marca: foi melhor marcador do campeonato logo na primeira época, conquistou dois campeonatos nacionais, uma Supertaça, marcou 37 golos em três épocas e protagonizou um dos momentos mais marcantes da história europeia do Benfica.Falamos naturalmente do golo ao Marselha em 1990, que colocou o Benfica na final da Taça dos Campeões Europeus. Um lance que continua a ser discutido 36 anos depois… e ao qual Vata responde diretamente nesta entrevista.Mas esta conversa vai muito além desse momento.Nesta entrevista exclusiva, Vata recorda:
Continua o impasse na legislação laboral. Passaram nove meses e a UGT rejeitou a última versão proposta pelo governo, no entanto diz querer continuar a governar. António José Seguro espera que as parte ainda cheguem a um acordo. Ainda é possível atingi-lo? A análise de Pedro Delgado Alves e José Eduardo Martins no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 9 de abril. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Voltaram as vossas vozes preferidas, actrizes, cantores, patinadoras, vencedoras de triatlo, as Barbies que lutam pelos vossos direitos, a Cátia e o Marco visitam reality trash de três países diferentes, sugerem séries, choram o dinheiro que gastaram para assistir à última versão do Wuthering Heights no cinema e discutem sobre o que fazer quando não estamos a ser consumidos pelo cortisol.Digam-nos olá!
Nenhuma outra ditadura na América do Sul sequestrou, torturou e matou tanto quanto a da Argentina, em apenas sete anos. O golpe de Estado de 1976 completa 50 anos na próxima terça-feira (24). Cerca de 400 bebês e crianças foram roubados, muitas vezes ao nascerem no cativeiro onde suas mães eram mantidas sob tortura, e destinados a famílias de militares e policiais ou a casais amigos dos torturadores. Buscarita Roa, uma Avó da Praça de Maio, ainda procura o filho, sequestrado pela ditadura argentina, mas conseguiu recuperar a neta, Claudia, criada por militares. Márcio Resende, correspondente da RFI em Buenos Aires Em 1971, aos 16 anos, José Liborio Poblete Roa, o “Pepe”, perdeu as duas pernas ao cair de um trem no qual viajava de forma improvisada para evitar o custo da passagem entre Santiago e Curicó, no Chile. Um mês depois, ao receber alta médica, o jovem decidiu que queria estudar medicina, deixando seu país natal para iniciar uma nova vida na Argentina. Pepe gastou toda a indenização recebida da companhia ferroviária em uma cadeira de rodas e em uma viagem a Buenos Aires para tratamento ortopédico. “Quando lhe dei um beijo no hospital, ele me disse: ‘Mãe, por favor, não chore, porque eu serei o primeiro homem a correr com uma perna ortopédica'. Quando voltou para casa no mês seguinte, disse que haviam cortado suas pernas, mas não sua cabeça; que queria estudar medicina e começar uma nova vida na Argentina. Para mim, foi uma lição de vida”, recorda Buscarita Roa, de 88 anos, em entrevista à RFI na sede da Associação Avós da Praça de Maio. À época, o Chile era um país pobre e a vizinha Argentina, o “primo rico” da região, contava com sistemas de saúde e educação exemplares. Em dezembro de 1975, Buscarita Roa decidiu deixar a localidade chilena de La Cisterna, ao sul de Santiago, para ficar com o filho mais velho, levando com ela os outros seis filhos. “O meu filho tinha 23 anos quando desapareceu — praticamente a mesma idade da minha neta quando a reencontrei. Ele lutava por um mundo melhor. Em casa, faltava comida, mas ele levava um pão à escola para dividir com quem não tinha. Às vezes, quase não comia para poder compartilhar. Até hoje preparo um lanche e o deixo pendurado na porta de casa para quem precisar”, conta Buscarita. No instituto de reabilitação onde morava, Pepe conheceu a argentina Gertrudis Marta Hlaczik, conhecida como “Trudi”. Os dois se apaixonaram e tiveram Claudia. Com outros jovens do instituto, Pepe fundou a Frente de Aleijados Peronistas, uma organização política de esquerda que reunia cerca de 200 militantes. O peronismo seria alvo da ditadura argentina, instaurada em 24 de março de 1976, há 50 anos. O sequestro Em 28 de novembro de 1978, o casal e a bebê de oito meses foram sequestrados por militares e levados ao centro clandestino de prisão, tortura e extermínio em Buenos Aires, chamado pelos próprios torturadores de “El Olimpo”, pois se consideravam deuses sobre a vida dos cerca de 500 sequestrados que por ali passaram — a maioria até hoje desaparecida, como Pepe e Trudi. Buscarita Roa relembra à RFI o cenário que encontrou ao chegar à casa do filho, no dia do sequestro, para cuidar da neta: “Eu cuidava da Claudia enquanto eles trabalhavam. Quando cheguei de manhã, encontrei a casa destruída: janelas quebradas, porta arrombada no chão. Uma vizinha me disse: ‘Ontem à noite vieram um caminhão do Exército e uma viatura policial. Derrubaram tudo e os levaram embora'”, relembra. “Comecei a procurá-los. Encontrei outras pessoas que também buscavam seus familiares. Depois descobri que havia muitos casos. Reuníamo-nos numa igreja, todos chorando, sem conseguir encontrar nossos filhos. Era algo espantoso”, descreve, emocionada. Dois dias depois, o então coronel Ceferino Landa, que não podia ter filhos, foi ao centro clandestino e levou Claudia. Ele se apropriou da menina, mudou seu nome para Mercedes Beatriz Landa Moreira e a criou como filha até ela completar quase 22 anos. A informação sobre o destino do casal só surgiu anos depois, com investigações realizadas após o retorno da democracia na Argentina. Segundo a Comissão Nacional sobre o Desaparecimento de Pessoas (CONADEP), Trudi e Pepe foram “terrivelmente torturados”. Durante anos, Buscarita procurou, sem sucesso, pelo filho, pela nora e pela neta. No início, era acompanhada pela mãe de Trudi, que acabou entrando em depressão e cometeu suicídio. Na época, Buscarita trabalhava como supervisora de limpeza no Ministério do Planejamento da Argentina, a apenas quatro quarteirões da Praça de Maio. O ministério era repleto de militares. Para não levantar suspeitas, mantinha silêncio no trabalho; depois do expediente, saía em busca da família sequestrada. A cada dia, encontrava mais casos semelhantes ao seu. Avó da Praça de Maio Um dia, ao passar pela Praça, viu várias mulheres com lenços brancos na cabeça. Curiosa, perguntou por que estavam reunidas ali. Descobriu que procuravam seus filhos e netos desaparecidos. Foi nesse momento que Buscarita se tornou uma Avó da Praça de Maio. Hoje, é vice-presidente de um dos mais importantes organismos de direitos humanos do mundo. “Comecei a fazer as rondas, chorando sem parar, porque era terrorífico. Minha nora, minha neta e meu filho… não era fácil viver. E eu precisava entrar no Ministério do Planejamento, cheio de militares da ditadura, aparentando tranquilidade para que ninguém percebesse o que eu estava passando”, conta. A postura era essencial. No fim de 1977, mães da Praça de Maio — Esther Ballestrino, María Eugenia Ponce e a fundadora Azucena Villaflor — também foram sequestradas e lançadas vivas nos chamados “voos da morte”, método usado para eliminar prisioneiros: eram jogados de aviões, geralmente dopados e nus. Até hoje, as poucas Mães da Praça de Maio ainda vivas percorrem a praça religiosamente às quintas-feiras. Já realizaram 2.501 rondas desde abril de 1977, quando passaram a usar lenços na cabeça para se reconhecerem e tiveram de circular continuamente, já que reuniões eram proibidas pelo estado de sítio. Seis meses depois, em outubro de 1977, algumas perceberam que também precisavam procurar os netos, dando origem às Avós da Praça de Maio. “Eu procurava pelos três: meu filho, minha nora e minha neta. As marchas davam visibilidade. Jornalistas do mundo todo começaram a aparecer. Foi assim que mães e avós da Praça de Maio se tornaram conhecidas”, diz Buscarita. “Anos depois, soube que minha neta havia sido apropriada. Nas Avós da Praça de Maio recebemos a informação de que bebês e crianças eram entregues a militares e policiais. O problema era descobrir por quem”, explica. A descoberta Graças às campanhas na mídia e às investigações judiciais, uma denúncia anônima apontou uma jovem como possível vítima de apropriação ilegal. As datas e descrições coincidiam. O exame de DNA, no início de 2000, confirmou: era Claudia. “Como dizer a uma jovem de 21 anos: ‘Você é minha neta?' Não é fácil. Foi preciso paciência, equilíbrio e espera. Aos poucos, conseguimos conquistá-la”, relata Buscarita. “Desde muito jovem, eu sentia que algo estava errado. Meus apropriadores — as pessoas que eu pensava serem meus pais — eram muito mais velhos. Meus colegas achavam que fossem meus avós. Eles tinham quase 50 anos em 1978”, conta Claudia Poblete à RFI. “Escondiam documentos e diziam que não tinham fotos da gravidez porque haviam sido roubadas.” No início, Claudia passou a chamar o casal que a criou pelos nomes; depois, passou a se referir a eles como “apropriadores”. Hoje, não mantém mais contato e afirma que eles nunca demonstraram arrependimento. “Mesmo assim, mantive vínculo com eles por um tempo. Quando minha filha nasceu, ela se parecia muito comigo e com fotos minhas de bebê com meus pais biológicos. Foi um choque. Comecei a entender o que significa ser mãe”, diz. “Passei a refletir sobre o que minha mãe viveu: a gravidez, a separação, o sequestro. E percebi que, para meus apropriadores, tudo aquilo fazia parte do cotidiano — eles mentiram para mim todos os dias.” Claudia demorou a assimilar sua história, e a família temeu perdê-la. Foram necessários mais cinco anos para que acontecesse o primeiro abraço. “Num momento de descuido, nos abraçamos pela primeira vez e choramos. Foi muito forte. Senti como se Pepe e a mãe dela estivessem ali. Então pensei: ‘Filho, cumpri minha missão. Aqui está sua filha'”, desabafa Buscarita. Passaram-se 26 anos desde o reencontro, mas permanece um vazio entre avó e neta. “Sinto a perda irreparável daqueles vinte anos que nos foram roubados. Quando a abraço, percebo que há algo que nunca poderemos recuperar. É triste”, diz Claudia. “Ao mesmo tempo, é um privilégio tê-la. Muitos netos recuperam a identidade quando a avó já não está mais viva.” A procura continua Buscarita ainda procura pelo filho e pela nora; Claudia, agora, busca pelos pais. “Encontrar os corpos nos permitiria entender o que aconteceu e começar a fechar essa ferida. Enquanto não sabemos, ela permanece aberta”, afirma Claudia. “No fundo, sei que os mataram. Seria um milagre encontrá-los vivos. Mas queremos ao menos saber onde estão os restos. Mesmo que seja um pequeno fragmento, já seria uma bênção. Poder tocá-los e dar-lhes uma sepultura cristã me permitiria morrer em paz”, diz Buscarita, emocionada. No início da ditadura, crianças já nascidas eram entregues como abandonadas a instituições e adotadas com apoio de juízes. Com o aumento do sequestro de grávidas, surgiu uma segunda fase: o plano sistemático de roubo de bebês. Posteriormente, quando as Avós da Praça de Maio ganharam visibilidade, iniciou-se uma terceira fase: o roubo era disfarçado, registrando-se a criança como abandonada por poucas horas antes de sua entrega a militares, com aparência de legalidade. As Avós estimam que cerca de 400 netos foram sequestrados. Até agora, 140 foram recuperados. Claudia foi a neta número 64. Alguns corpos de mulheres foram encontrados ainda com o feto — assassinadas grávidas. O plano sistemático e perverso de roubo de bebês foi uma prática singular da ditadura argentina.
Passaram-se muitas coisas giras, mas todas irrelevantes ao pe disto: Dina Aguiar veio a estúdio e deu um ralhete à Joana. Um ralhete!
Israel eliminou mais dois dirigentes de um Irão que continua a bloquear o estreito de Ormuz e tem a economia mundial como refém. Passaram quase três semanas e poucos antecipam como irá a guerra acabar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Israel eliminou mais dois dirigentes de um Irão que continua a bloquear o estreito de Ormuz e tem a economia mundial como refém. Passaram quase três semanas e poucos antecipam como irá a guerra acabar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Segredo está no levantamento e aplicação de dados para otimizar rotina da fazenda, condições mais aceitas pelas novas gerações
Jurandir Filho, Thiago Siqueira, Rogério Montanare e Fernanda Schmölz tentam desvendar como os filmes infantis passaram a dominar o cinema. Durante muito tempo, os grandes sucessos de bilheteria vinham de diferentes frentes: super-herói, ação, comédia romântica, terror, suspense, drama etc. Mas, nas últimas duas décadas, um fenômeno curioso se consolidou: os filmes infantis (especialmente as animações e aventuras familiares) se tornaram os pilares da indústria cinematográfica mundial. Hoje, são eles que frequentemente dominam as bilheterias e, em muitos casos, ajudam a manter o cinema vivo. Os sucessos recentes de "Divertida Mente 2", "Moana 2", "Super Mario Bros - O Filme", "Um Filme Minecraft" e "Zootopia 2" mostram que a nova tendência está forte.Esse movimento não aconteceu por acaso. Ele nasceu de uma combinação de fatores econômicos, culturais e tecnológicos: o cinema virou (mais ainda) um programa familiar. Ir ao cinema ficou caro. Ingressos, pipoca, estacionamento... tudo pesa no bolso. Quando uma família decide sair de casa, precisa escolher um filme que agrade a todos. É muito mais fácil apostar em algo leve, divertido e seguro para todas as idades.Mas existem mais motivos. Será que o adulto cansou do cinema?- ASSINE O SALA VIP DO RAPADURACAST! Um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast
Confira no Jornal da Record News desta quarta-feira (11): sobe para sete o número de alunos que passaram mal após aula de natação em academia em São Paulo. Dentre as vítimas, está a professora Juliana Basseto, de 27 anos, que teve uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. Senadores pedem documentos sigilosos do Banco Master à Polícia Federal. A solicitação será levada ao presidente da Corte, Edson Fachin. E mais: Irã se recusa a negociar programa nuclear com Israel.
Pavilhão Municipal de Santarém serve de abrigo para as pessoas afetadas pelo mau tempo. Conheça os vários serviços disponíveis neste centro de acolhimento.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Morreu em maio uma menina que simbolizava a esperança. Tinha 11 anos, era palestiniana e Guterres falava e comovia-se com ela. Passaram uns meses e foi esquecida nos balanços de 2025.
Estamos nos primeiros dias de 2011, Carlos Castro e Renato Seabra estão em Nova Iorque, nos EUA. Foram passar o ano em Times Square. Esta viagem não é a primeira a dois. Mas é a última. Castro é morto por Seabra naquele que é um dos crimes que mais marcaram Portugal. Passaram-se 15 anos, voltamos a contar o caso e a falar com quem os conheceu. Como está Renato Seabra? Voltará a Portugal?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estamos nos primeiros dias de 2011, Carlos Castro e Renato Seabra estão em Nova Iorque, nos EUA. Foram passar o ano em Times Square. Esta viagem não é a primeira a dois. Mas é a última. Castro é morto por Seabra naquele que é um dos crimes que mais marcaram Portugal. Passaram-se 15 anos, voltamos a contar o caso e a falar com quem os conheceu. Como está Renato Seabra? Voltará a Portugal?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estamos nos primeiros dias de 2011, Carlos Castro e Renato Seabra estão em Nova Iorque, nos EUA. Foram passar o ano em Times Square. Esta viagem não é a primeira a dois. Mas é a última. Castro é morto por Seabra naquele que é um dos crimes que mais marcaram Portugal. Passaram-se 15 anos, voltamos a contar o caso e a falar com quem os conheceu. Como está Renato Seabra? Voltará a Portugal?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mensagem gravada em 21/12/2025Pastor Rodrigo FreitasDecidindo viver uma grande visão de Deus para minha vidaGênesis 1:26-31 NVI[26] Então disse Deus: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os grandes animais de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão”. [27] Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. [28] Deus os abençoou e lhes disse: “Sejam férteis e multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra! Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem pela terra”. [29] Disse Deus: “Eis que dou a vocês todas as plantas que nascem em toda a terra e produzem sementes, e todas as árvores que dão frutos com sementes. Elas servirão de alimento para vocês. [30] E dou todos os vegetais como alimento a tudo o que tem em si fôlego de vida: a todos os grandes animais da terra, a todas as aves do céu e a todas as criaturas que se movem rente ao chão”. E assim foi. [31] E Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o sexto dia.https://bible.com/bible/129/gen.1.26-31.NVI#Jesus #igreja #honra #transformação #Jesus #ressurreição #PalavraDeDeus #DeusPai #EspiritoSanto #PAI #Mensagem #Pregação #Sermão #p4 #p4church #onLine--Curta, compartilhe e inscreva-se para ficar atualizado com os nossos conteúdos!Para saber mais sobre nossa igreja:Site: https://igrejaprojeto4.com.br/Faça seu pedido de Oração: https://igrejaprojeto4.com.br/pedidosFacebook: https://www.facebook.com/p4church/Instagram: https://www.instagram.com/igrejaprojeto4/Podcast: https://igrejaprojeto4.com.br/p4cast/Youtube: https://www.youtube.com/@IgrejaProjeto4Culto online todos os domingos no YouTube!
Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.
Há 218 anos, os Reis de Portugal embarcaram para o Brasil para fugirem das tropas de Napoleão. Na viagem foram 56 navios e os bens mais preciosos da Família Real. Passaram por tempestades e quase naufragaram. Saiba como correu e o que comeram a Rainha e os príncipes durante a fuga.
O Ministério Público admitiu que houve, pelo menos, sete interceções telefónicas, realizadas nos anos de 2020 a 2022, em que o então primeiro-ministro António Costa foi um dos intervenientes que só no mês passado foram enviadas para o Supremo Tribunal Constitucional para serem validadas. Passaram-se entre três a cinco anos, quando a lei determina um prazo de 48 horas. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Fala Carlão Especial de Sábado conversou com empreendedores que fazem do Rio+Agro um palco de tradição, inovação e muito trabalho de raiz.Passaram pela nossa prosa Fábio Rodrigues, o Empreendedor Rei do Coco; Rogeria Carius da Costa Almeida, do Laticínios Manoel Borges; Carla Cristina Silva, da Doces Cachoeirense/Fumel; Eli Werneck, da Cachaça Werneck; e Areadne Zorzetto, Diretora de Vendas e Marketing da Green Light. Cada um deles representa um pedaço da força produtiva que transforma matéria-prima em produtos cheios de identidade.Um encontro que celebra o empreendedorismo brasileiro, o valor das pequenas e médias empresas e a potência do agro que alimenta, movimenta e encanta.
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A Patrícia e o Cláudio viveram um amor intenso e cheio de planos. Depois de perder o primeiro bebê, ela engravidou novamente e deu à luz ao Diego. Anos depois, quando esperava uma menina, A Eduarda, ela ouviu de uma voz misteriosa que Cláudio morr3ria em breve, algo que a assustou profundamente. No mesmo dia, a premonição se tornou realidade: Cláudio reagiu a um assalto e foi faleceu. Grávida, a Patrícia enfrentou o luto profundo enquanto criava os filhos sozinha. Passaram-se 21 anos, mas ela nunca conseguiu amar outra pessoa. A saudade continua viva, e ela segue em frente com força e gratidão, levando Cláudio no coração e em cada gesto de amor pelos filhos.
Os candidatos aceleraram na última semana, resolvidas as eleições autárquicas. Passaram a ter agenda quase diária, foram anunciando apoios, mandatários, manifestos e promessas de independência. E vão-se cruzando nomes e áreas políticas: Rui Moreira é o independente que Marques Mendes anunciou para mandatário nacional, nomes próximos de Passos Coelho preparam o apoio a seguro, que também recebeu o apoio formal do PS no fim-de-semanaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Um caso de sequestro que mexeu com a Espanha nos anos de 1990. Passaram-se 900 dias antes que a família de Anabel Segura descobrisse o que verdadeiramente aconteceu com ela. #520
Em 2021, Txai Suruí se tornou a primeira mulher indígena a discursar em uma COP. Passaram-se 4 anos e o protagonismo dela só aumentou. Para o evento deste ano, em Belém, Txai Suruí não se sente mais esperançosa, mas afirma que não se pode desacreditar. No Conversa Bem Viver de hoje ela fala sobre a exposição fotográfica que homenageia seu povo, os Paiter Suruí, disponível de graça no IMS da Av. Paulista, em São Paulo
Donald Trump vai encontrar-se, na sexta-feira, no Alasca, com Vladimir Putin para negociar a paz na Ucrânia, mas Zelensky fica de fora. A Europa vai ser ouvida antes pelo presidente dos Estados Unidos, mas também não estará nas negociações. Neste episódio, conversamos com Daniel Pinéu, especialista em Relações Internacionais, professor universitário e comentador da SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Passaram mais de dois meses sobre o apagão, em Espanha multiplicam-se os passa-culpas, em Portugal aguarda-se por uma réstia de luz. Mas seriam já possível algumas conclusões que iluminassem o futuro?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 93º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio! Nascido em São Paulo - Capital, no Bairro do Bexiga, mas foi criado no Bairro do Cambuci, que deixou marcas indeléveis na sua vida, tanto que vez ou outra passeia pelo bairro, para relembrar as memórias do passado. Aliás, reviver as belas lembranças está sempre presente no seu dia-a-dia, porque mantém em sua casa um painel com fotos de seus entrevistados que é famoso entre seus colegas do passado, o público em geral e faz grande sucesso em seu site. Na juventude, queria trabalhar na televisão, o que o fez frequentar as instalações da extinta TV Tupi de São Paulo, e até por curiosidade, foi conhecer a Rádio Difusora que existia no prédio ao lado, uma vez que fazia parte do mesmo grupo de comunicação, e se apaixonou pelo que viu e ouviu. Foi recebido e fez amizade com o locutor padrão da emissora, o Dárcio Arruda, que rapidamente se tornou seu ídolo, e resolveu que iria ser também locutor de rádio. Então passou a percorrer rádios e fazer testes para ser locutor, até que conseguiu trabalhar na Metropolitana FM, onde começou a sua trajetória no rádio. Fez rádio indoor, depois foi para a Stereo Vale de São José dos Campos - SP, que era do mesmo grupo de comunicação da Cidade FM, para onde acabou indo em seguida. Em pouco tempo, conquistou um dos horários nobres da rádio, no fim de tarde e começou a entrevistar na Cidade FM, grandes cantores e bandas de sucesso, experiência que já havia tido quando estava na Stereo Vale, tendo conseguido entrevistar entre outros, o cantor Fábio Jr. de quem se tornou amigo. Ao mesmo tempo, iniciou um trabalho de repórter na TV Mix entrevistando celebridades, saiu da Cidade FM, foi para a América AM, e em seguida foi para Metropolitana FM e finalmente foi para a Band, onde teve oportunidade de começar uma nova carreira, a de empresário de artistas, razão que fez com que ele deixasse o rádio. Quem vai contar a sua história de sucesso é Celso Giunti. A conversa aconteceu em março de 2025, e você vai ficar sabendo que ele começou como assessor e em seguida empresário do grupo Só Pra Contrariar, e do Alexandre Pires, depois do grupo KLB, e passou também a empresariar o seu amigo Fábio Jr. Passaram-se os anos e o Celso foi para uma empresa representar Seu Jorge, Ana Carolina, e o Alexandre Pires, agora em carreira solo. Saindo da empresa assumiu novamente o Alexandre Pires, para quem trabalha atualmente, juntamente com outros artistas. Com a gente, e pra vocês: CELSO GIUNTI! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Leitura Bíblica Do Dia: Atos 9:10-19 Plano De Leitura Anual: Josué 1–3; Marcos 16 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: “Senhor, por favor, envia-me a qualquer lugar, menos para lá”. Orei assim antes de embarcar para um ano como intercambista. Não sabia para onde iria, mas sabia para onde não queria ir. Eu não falava a língua daquele país, e tinha preconceitos contra os costumes e as pessoas. Então pedi a Deus para me enviar a outro lugar. Mas, em Sua infinita sabedoria, o Senhor enviou-me exatamente para o país onde pedi para não ir. Estou tão feliz que Ele o fez! Passaram-se 40 anos e ainda preservo os amigos de lá. Quando me casei, meu padrinho Estevão veio participar. Quando ele se casou, fui até lá para retribuir o favor. E estamos planejando outra visita em breve. Coisas belas acontecem quando Deus faz as mudanças! Tal transformação é ilustrada por apenas duas palavras: “Irmão Saulo” (ATOS 9:17). Essas palavras foram de Ananias, um homem de Deus, chamado para curar a visão de Saulo logo após sua conversão (vv.10-12). Ananias resistiu, de início, por causa do violento passado de Saulo: “Senhor, ouvi muita gente falar das coisas horríveis que esse homem vem fazendo ao teu povo santo…” (v.13). Mas Ananias obedeceu a Deus. E por isso, ele ganhou um novo irmão na fé, Saulo passou a ser conhecido como Paulo, e as boas-novas de Jesus se espalharam poderosamente. A verdadeira mudança é sempre possível por meio de Deus! Por: James Banks
Vale de Judeus. 152 dias passaram até à captura dos últimos fugitivos2a5bcd41-c8e4-ef11-
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VARzea #268
A 16 de dezembro de 1944, o exército alemão lançou um ataque desesperado na floresta das Ardenas que apanhou as forças aliadas de surpresa. Passaram cinco semanas até as forças alemãs serem derrotadasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Passaram mil dias desde que as tropas russas invadiram a Ucrânia. Joe Biden, enquanto arrumava as gavetas da Sala Oval, deu um presente aos ucranianos: já podem utilizar o armamento americano que lhes foi oferecido contra alvos em território russo. Putin decidiu alterar de imediato a filosofia militar russa: agora até um ataque com armamento convencional poderá desencadear uma resposta nuclear. Os mais pessimistas já vêm o fim do mundo ao virar da esquina. * Seria irónico o mundo acabar já, sem ser dada oportunidade a José Sócrates de se defender em tribunal daquilo que ele considera ser “uma guerra de extermínio”. Passaram dez anos sobre a detenção do antigo primeiro-ministro. * Também se assinala esta semana um recorde: nunca, como este ano, foram apresentadas tantas propostas de alteração a um orçamento. Foram mais de duas mil. Só o Chega avançou com mais de seiscentas. Vai ser votar até às tantas ao longo da próxima semana. E há tudo: de grandes medidas a minudências de pequena política.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mesmo que cinzas deixem alguns nutrientes na área, não é o suficiente para suprir as necessidades das plantas a médio prazo
José Mário Branco, músico e autor, morreu a 19 de novembro de 2019. Passaram cinco anos. Na redação do Fumaça, hoje com saudade, ganhámos o hábito de perguntar a quem encontramos: o que te inquieta? Estas são algumas das respostas da Comunidade Fumaça, em 2022, no sexto aniversário do podcast, o primeiro numa nova redação. Lê a transcrição em fumaca.pt.Ajuda-nos a ser a primeira redação profissional de jornalismo em Portugal totalmente financiado pelas pessoas: https://fumaca.pt/contribuir/?utm_source=podcast+appSee omnystudio.com/listener for privacy information.
José Inácio Pilar vai te mostrar a mais incrível e gelada jornada da história. Você também vai conhecer um lugar pelo qual já passaram 117 bilhões de pessoas (sem erro!), além das dicas de filmes, séries e livros e o novo dilema para você responder no Café Pelando!Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Café Antagonista https://bit.ly/oa-cafe10 Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Vira e mexe, o atual governo busca novas formas de tentar obrigar os trabalhadores a bancarem os sindicatos, mas será que os brasileiros querem isso? Definitivamente, parece que não. Nos últimos dez anos, mais de 6 milhões de trabalhadores optaram por deixar de ser sindicalizados, em um período em que houve um aumento de quase 10 milhões no número de pessoas empregadas no Brasil.Devem haver bons sindicatos, que agregam valor aos trabalhadores, mas pelo jeito, eles são muito ratos. A solução para os outros sindicatos deveria ser aprender com os poucos sindicatos que cresceram nesse período a oferecer melhores serviços, ao invés de querer tirar a força dinheiro do bolso dos trabalhadores. Gostou do episódio? Avalie e mande o seu comentário aqui na plataforma. MINHAS REDES SOCIAIS: - Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta - Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial - Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter - Youtube: http://bit.ly/youtubericam - Facebook: http://bit.ly/ricamnoface - Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br COTAR PALESTRA: https://bit.ly/consulte-ricam CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br