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Na segunda edição deste boletim você confere:- Lula sanciona lei que cria o Fundo do Sistema de Justiça;- Ucrânia acusa Rússia de bombardear Serviço de Segurança do país;- Preço dos alimentos no mundo alcança maior patamar desde 2022.O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Beatriz Martins e Maria Eduarda Palermo, do curso de Jornalismo.Escute agora!
Luanda acolhe a 21.ª Conferência Extraordinária de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, centrada no reforço da prevenção e gestão de conflitos. O especialista em relações internacionais Osvaldo Mboco analisa os limites dos mecanismos da organização, o peso do financiamento externo e o papel que Angola procura consolidar na diplomacia de paz africana. Luanda acolhe a 21.ª Conferência Extraordinária de Chefes de Estado e de Governo da União Africana num momento em que o continente continua marcado por conflitos prolongados, novas ameaças à segurança e uma crescente pressão geopolítica. A cimeira quer reforçar a capacidade da União Africana para agir antes de as crises se transformarem em guerras. A chamada Decisão de Luanda pretende ligar compromissos a metas, responsáveis, financiamento e prazos. Para Angola, o encontro é também uma oportunidade para consolidar o seu papel na diplomacia de paz africana. Para analisar o alcance desta cimeira e o papel de Angola, conversámos com Osvaldo Boco, especialista em relações internacionais, que acompanha a política externa angolana e a dinâmica diplomática da União Africana. RFI: O que é que torna esta cimeira diferente das anteriores? Osvaldo Mboco: De forma directa, nada a torna diferente. Mas o facto de os Chefes de Estado e de Governo do continente africano entenderem que devem reforçar os mecanismos de prevenção e gestão de conflitos quer dizer que é um passo. Eles percebem que esses instrumentos, esses mecanismos, apesar de serem actuais, não são eficientes nem eficazes para resolver os problemas que o continente africano enfrenta. É importante analisar de que forma se pretende reforçar esses mecanismos, porque há vários: há os políticos, os jurídicos e os institucionais. Há uma série de instrumentos e mecanismos ao nível da União Africana. O nosso grande problema tem sido, primeiro, a eficiência e a eficácia, o facto de serem accionados quando a situação já decorre. Depois também, por exemplo, agora falamos muito do Fundo de Paz. O Fundo de Paz da União Africana dá nota de que os países signatários devem, de facto, doar 0,2% das suas exportações, mas, ainda assim, não é suficiente para aquilo que se pretende. A União Africana já tem mecanismos de prevenção de conflitos, como referiu. Por que motivo continuam a falhar? Há muitas variáveis no meio dessas falhas. Primeiro, a vontade política dos actores envolvidos num determinado conflito e a falta de capacidade dos Estados para contribuírem para que esses mecanismos, de facto, funcionem. Estou a falar aqui do ponto de vista do financiamento. O financiamento é um dos grandes problemas que o continente africano, ou as organizações, têm. E, se reparar, temos o Fundo de Paz, como referi inicialmente, que é um fundo importante, mas para o qual os Estados não têm estado a contribuir como deveriam. Estima-se que 0,2% das exportações dos Estados deva ser direccionado para este Fundo de Paz. Penso que agora são entre 16 e 17 países que são membros desse Fundo de Paz. Isto tem estado a inviabilizar uma série de questões. É crucial que os mecanismos não fiquem simplesmente ao nível das organizações, ao nível da União Africana. Se olharmos para as sanções económicas, que também são um mecanismo numa situação de crise, elas dependem, em grande medida, da capacidade unilateral dos Estados para aplicar uma ou outra sanção a alguns Estados. Então, temos, ao nível do continente africano, uma série de questões que julgo que deveriam ser reflectidas e para as quais se deveriam procurar soluções no continente, em função do que vai decorrendo. Claramente, ao nível da própria organização, não vamos conseguir todas as soluções. É fundamental que também se olhe para a necessidade de os Estados ou os governos terem uma gestão parcimoniosa, porque muitos dos problemas que acontecem resultam da governação dos governos: uma boa governação, a questão do amadurecimento das democracias nos Estados, a questão do respeito pelas instituições dos Estados e pelas próprias Constituições, que muitas vezes são alteradas no interesse da manutenção de um determinado grupo que tem intenção de permanecer no poder. São também essas questões que penso que o continente africano deveria trabalhar e articular da melhor forma possível, para evitar que esses assuntos internos dos Estados tenham sérias implicações na própria segurança colectiva, porque depois desencadeiam conflitos e crises, com muitas implicações no próprio funcionamento das instituições. Até onde pode ir a União Africana na prevenção de conflitos sem entrar em choque com a soberania dos Estados? É quase impossível não entrar em choque com os interesses e a soberania dos Estados. O princípio da não ingerência nos assuntos internos dos Estados, ao nível do continente africano, continua a ser, por um lado, um elemento que salvaguarda e respeita a soberania e, por outro, um elemento que inibe a União Africana de actuar sobre determinados assuntos. É fundamental olhar para os mecanismos. Por exemplo, uma força de manutenção da paz para um determinado Estado: há ou não qualquer violação? É fundamental olhar para uma situação de crise humanitária ou para uma actuação num país onde as questões ligadas aos direitos humanos estão a ser violadas: até que ponto a União Africana pode intervir? Claro que, sempre que se coloca em causa a vida, ou perante uma situação de genocídio em curso, há esta visão de que a União Africana pode intervir. Mas essa intervenção da União Africana acaba por não ganhar a dimensão que pretendemos, porque a União Africana tem limitações, sobretudo do ponto de vista dos recursos, e não consegue manter um contingente militar durante muito tempo numa missão de manutenção da paz ou numa missão de verificação, por exemplo, de desarmamento ou de acantonamento que esteja a decorrer. As limitações da União Africana, em primeiro lugar, estão nos mecanismos a serem utilizados para alterar uma determinada situação e também na capacidade financeira para custear determinadas operações. Mas, ainda assim, a União Africana não tem força suficiente para alterar uma situação que decorre num determinado Estado. Daí falarmos do Sistema Continental de Alerta Precoce. Ou seja, esse sistema ou instrumento permite que, sempre que exista a possibilidade, indícios ou indicadores de que poderá decorrer uma situação que ponha em causa a própria estabilidade do país, ele seja accionado. Agora, o que é discutível é até que ponto este sistema tem capacidade de impedir que esta situação aconteça, porque mesmo os contingentes militares que podem ser desdobrados ao nível da União Africana dependem essencialmente de quê? Dependem dos Estados, que vão, de facto, ceder os militares ou os efectivos. Dependem do financiamento dessa mesma operação. E depois há uma série de questões logísticas, salários que devem ser pagos e tudo mais, que dificultam a acção da própria União Africana. Mas não estamos a desmerecer uma conferência desta natureza. Quando se reflecte sobre estes assuntos, julgo que é importante para se encontrarem soluções que vão ao encontro daquilo que é a matriz dos conflitos ao nível do continente africano. A Decisão de Luanda pode produzir resultados concretos ou corre o risco de ficar apenas no papel? Dependerá muito da vontade política e dos compromissos assumidos por parte dos actores. Mas como sempre? Sim, como sempre. Agora, Luanda tem a vantagem de ter um histórico, de ser um actor importante em matéria de gestão e resolução de conflitos. É um actor com aceitação. A sua diplomacia tem demonstrado capacidade de organização deste tipo de eventos, desta natureza. E é também o momento em que Luanda fica, mais uma vez, sob os "holofotes", com algumas aspas, da imprensa internacional. É necessário que se produzam resoluções e soluções que vão ao encontro da resolução dos problemas que o continente atravessa. Que peso político e diplomático pode Angola ganhar ao liderar esta agenda? Bem, o peso político e diplomático que Angola pode ganhar ao liderar essa agenda é continuar a consolidar o seu papel como um dos actores centrais na pacificação dos conflitos africanos, consolidar a sua imagem como um dos Estados a que é reconhecida capacidade de liderança e de congregar outros actores sobre o mesmo assunto. São mais ganhos diplomáticos que Angola vai obtendo, bem como de imagem e reconhecimento internacional sobre esta matéria. Daí olharmos para determinados actores internacionais que vêem Angola como um país que, para além de ser estável, é um actor importante em matéria de gestão e resolução de conflitos ao nível do continente africano. Penso que Angola, ao posicionar-se desta forma, vai mantendo aquilo que é a sua imagem e a sua projecção internacional. O financiamento externo continua a limitar a autonomia da União Africana na gestão de conflitos? Claramente que sim, porque, em grande medida, os africanos dependem do financiamento externo. O financiamento externo, às vezes, vem com condicionalismos, e esses condicionalismos devem ser, digamos, tratados, devem ser, até certo ponto, equacionados no âmbito da resolução que se pretende. Ouvindo o porta-voz da conferência, que é o embaixador Bembe, ele deu nota de que o grande objectivo de não convidar os parceiros é "arrumar a casa", respeitando e reconhecendo aquilo que tem sido a parceria, mas, neste caso concreto, pretende-se ir buscar soluções africanas para os problemas africanos. É uma boa nota, mas é importante que a busca de soluções para os problemas africanos passe também pela capacidade de executar esses instrumentos de forma independente e de ter capacidade para pagar e custear todas as acções que julgamos serem importantes para a busca da paz e da estabilidade. Penso que África deve deixar de ser o parente pobre do sistema internacional, procurar formas de andar sozinha e encontrar soluções estruturais para os seus próprios problemas. Claramente, a cooperação e a parceria são extremamente importantes para as próprias dinâmicas das relações internacionais, das relações do continente africano com outros actores internacionais. Mas, ainda assim, é fundamental que África encontre soluções que se adequem ao seu contexto e procure, sem sombra de dúvida, dar respostas às questões de estabilidade no continente africano. Porque grande parte dos conflitos que decorrem no mundo decorre no continente africano. Muitas das questões discutidas no Conselho de Segurança das Nações Unidas e que ocupam a sua agenda são, maioritariamente, problemas africanos ligados à estabilidade e ao conflito. Então, é altura de olhar com maior profundidade, estudar as dinâmicas dos conflitos em África, estudar os diferentes intervenientes e procurar soluções que se adequem a esta matriz de conflito.
RECOMENDAÇÕES CRIPTO: GARANTA SEU ACESSO AO CRYPTO AUTOPILOT: https://finc.ly/24ee7b73dfTRABALHE NO MERCADO FINANCEIRO E DESCUBRA COMO CHEGAR AOS R$ 18 MIL OU MAIS POR MÊS! https://finc.ly/4cabc88071 O Bitcoin saiu de US$ 126 mil e chegou a bater US$ 57 mil. Depois dessa queda, a pergunta que todo investidor está fazendo é uma só: já chegamos no fundo?Neste episódio, Felipe Arrais recebe Vinícius Bazan (Underblock) e Thales Inada (Finclass) para separar o que é ruído do que é sinal. A conversa passa pelos motivos reais da queda, pelo domínio dos institucionais sobre o preço, pelos indicadores on-chain que historicamente marcaram fundos de mercado e pela pergunta mais desconfortável de todas: vender Bitcoin é heresia ou é o que separa quem ganha dinheiro de quem só acumula prejuízo?Também falamos sobre a regulação brasileira que pode sufocar o mercado, o avanço das stablecoins, o cruzamento entre inteligência artificial e cripto, e o risco da computação quântica sobre a criptografia que sustenta tudo isso.Se você tem cripto na carteira ou está pensando em começar, esse episódio é um mapa.O FUNDO DO BITCOIN JÁ PASSOU? A ANÁLISE QUE NINGUÉM ESTÁ FAZENDO | Vinícius Bazan e Thales Inada
Nesta semana, nosso convidado é Daniel Grynberg, diretor executivo do Grupo +Unidos, uma associação de empresas que nasceu em 2008 a partir do desejo missão diplomática americana e com o objetivo de promover transformação social no Brasil. A partir de 2025, com a mudança na administração da Casa Branca, o modelo de financiamento da instituição passou por uma transição importante: hoje, quase 90% dos recursos vêm da iniciativa privada e apenas 10% do governo dos EUA. Além de analisar este novo momento do +Unidos, Grynberg detalha o funcionamento do fundo Juntos pela Amazônia, um projeto desenhado para estruturar e aportar recursos em pequenas cooperativas e negócios locais, preparando-os para se tornarem sustentáveis e atraentes para o mercado financeiro no futuro
A ferrovia (que teve boas notícias), a Academia Portuguesa de Cinema (que falha o alvo nas críticas) e o governo (que toma uma decisão que agrada a Rui Tavares) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais uma partida ruim, dessa vez com derrota e medo de não classificar da Libertadores. A torcida voltou a vaiar o time e pedir a saída de Abel Ferreira.
A artista portuguesa multidisciplinar de escala global, Grada Kilomba, com um pé entre Lisboa e Berlim, apresenta a exposição: “O Fundo do Mundo”, a partir do dia 30 de maio, na Fundação Albuquerque, em Sintra. Um conjunto de obras de Grada nunca antes mostradas em Portugal, que abordam as violências que se perpetuam: da escravatura ao colonialismo, das múltiplas guerras às crises climáticas, e atuais genocídios trágicos, num mergulho até ao avesso da ‘glória’ humana, propondo-se uma reflexão através da arte. Ouçam-na nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo Mendonça. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luiz Henrique Barrochelo - Diretor da Defesa Agropecuária - Campanha de recadastramento de rebanho (maio) e início do Fundesa-Pec
Luiz Henrique Barrochelo - Diretor da Defesa Agropecuária - Campanha de recadastramento de rebanho (maio) e início do Fundesa-Pec
Luiz Henrique Barrochelo - Diretor da Defesa Agropecuria - Campanha de recadastramento de rebanho (maio) e início do Fundesa-Pec
Luiz Henrique Barrochelo - Diretor da Defesa Agropecuria - Campanha de recadastramento de rebanho (maio) e início do Fundesa-Pec
Luiz Henrique Barrochelo - Campanha de recadastramento de rebanho (maio) e início do Fundesa-Pec
Luiz Henrique Barrochelo - Campanha de recadastramento de rebanho (maio) e início do Fundesa-Pec
Governo anuncia novo fundo para responder às tempestades, mas é "tapar o sol com a peneira" para apoios que portugueses precisam? Passos Coelho sem papas na língua para criticar o Governo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Já se fazem contas aos danos das tempestades e os apoios financeiros começam a chegar às zonas afetadas, mas o mau tempo mantém-se e as cheias vão fazer ainda mais estragos. Análise de Clara Teixeira.
O governo disse que não sabia do contrato do ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski com o Banco Master. A analista de Economia da CNN Thais Herédia, o analista de Política da CNN Caio Junqueira e Cristiano Noronha, vice-presidente da Arko Advice, debatem o assunto.
A Sicredi Sul SC deu início ao período de inscrições para o Fundo Social 2026, iniciativa que tem como objetivo apoiar financeiramente projetos de interesse coletivo desenvolvidos por entidades associadas à cooperativa. As inscrições seguem abertas até o dia 31 de março e são destinadas a instituições que atuam nas áreas educacional, cultural, esportiva, ambiental e de saúde. O Fundo Social contempla entidades localizadas nos 45 municípios da área de atuação da Sicredi Sul SC, que abrange a região entre Imbituba e Passo de Torres. Cada projeto inscrito poderá receber um aporte financeiro entre R$ 2 mil e R$ 10 mil, sendo permitida a contemplação de apenas uma proposta por entidade. Para participar, as instituições precisam ser pessoas jurídicas legalmente constituídas, possuir CNPJ ativo e serem associadas à cooperativa. Outro critério obrigatório é que os projetos estejam alinhados a pelo menos um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), reforçando o compromisso da Sicredi com o desenvolvimento sustentável das comunidades onde atua. Todas as regras, critérios de avaliação e prazos do processo estão disponíveis no regulamento do Fundo Social, que pode ser consultado no site oficial da Sicredi Sul SC. O resultado dos projetos contemplados será divulgado até o início de junho, e a liberação dos recursos está prevista para o dia 30 de junho de 2026. O tema foi destaque no programa Cruz de Malta Notícias desta segunda-feira (26), que recebeu o gerente da Sicredi em Lauro Müller, Alexandro Augusto Kempfer. Na entrevista, ele detalhou o funcionamento do Fundo Social e também comentou sobre os primeiros meses de atuação da cooperativa no município, destacando a aproximação com a comunidade e o apoio a iniciativas que promovem o desenvolvimento local.
O Fundo Social de São Paulo realizou neste sábado (6), na região de São José do Rio Preto, a formatura do 12º ciclo do programa Caminho da Capacitação. A cerimônia marcou a conclusão dos cursos gratuitos de qualificação profissional oferecidos pelo Governo do Estado e certificou 573 alunos de diferentes municípios.
Convidados: Tasso Azevedo, coordenador-geral do MapBiomas; e Ricardo Abramovay, professor sênior do Instituto de Estudos Avançados e do Instituto de Energia e Ambiente da USP. A COP30 começa nesta segunda-feira (10) em Belém, no Pará, com uma proposta à mesa: um fundo para transformar a preservação de florestas em lucro. O Fundo de Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês), foi lançado oficialmente pelo presidente Lula durante a Cúpula dos Líderes da COP. A iniciativa pretende captar recursos de governos e da iniciativa privada. Um dos idealizadores da primeira versão do plano, Tasso Azevedo conversa com Natuza Nery para explicar qual a importância de preservar as florestas tropicais. Coordenador-geral do MapBiomas, Tasso detalha como o plano deve funcionar e por que ele é considerado inovador em comparação a outras iniciativas de tentativa de preservação de biomas. Depois, Natuza conversa com Ricardo Abramovay, professor sênior do Instituto de Estudos Avançados e do Instituto de Energia e Ambiente da USP. Autor de livros sobre economia sustentável da Amazônia, Abramovay responde por que, do ponto de vista econômico, vale a pena manter a floresta de pé. E aponta caminhos do que pode ser feito para combinar desenvolvimento com preservação ambiental.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal manteve a condenação de Jair Bolsonaro e outros seis réus da trama golpista. A decisão foi unânime. Lideranças indígenas cobraram dos três poderes da República mais punição contra o garimpo ilegal na Terra Yanomami. Um ciclone extratropical atinge três estados brasileiros, e a meteorologia emitiu um alerta para a região Sul do país. A Cúpula do Clima em Belém: em tempos em que mudanças climáticas prouzem cenários de guerra, o Brasil se prepara para socorrer tragédias com equipamentos de defesa, O Fundo de Florestas do Brasil ganhou mais um reforço. A Alemanha quer participar, mas não anunciou quanto vai investir. A COP além dos corredores e das salas de reunião: em Belém, a Conferência do Clima está em toda parte. Quarenta países se reuniram para a foto oficial. E, na série especial, um desafio sem precedentes na história da humanidade: o impacto que o consumo de inteligência artificial exige do meio ambiente.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Quantia arrecadada até agora é de quase R$ 30 bilhões. Bolsa de Valores sobe novamente e bate novo recorde. Alckmin discute com presidente da CNI propostas para negociação com EUA. STF determina omissão do Congresso Nacional sobre imposto de grandes fortunas. Ministro da Justiça, Lewandowski discute segurança com secretários nordestinos. Governador do Rio de Janeiro anuncia novas operações contra o crime organizado.
Canal Vale Estreito"Criado para anunciar o Evangelho das Insondáveis Riquezas de Cristo.
ASSINE A FINCLASS COM DESCONTO: https://finc.ly/557a928b79O que torna um fundo imobiliário realmente seguro? No episódio 194 de Os Economistas, recebemos o time da TRX Investimentos, gestora responsável pelo TRFX11, um dos FIIs mais comentados do mercado.Falamos sobre o modelo de operação do fundo, seus contratos de longo prazo com grandes empresas, a estratégia de diversificação, riscos reais e o que diferencia o TRFX11 de outros fundos de logística e renda corporativa urbana.Se você busca previsibilidade, segurança e renda recorrente, esse episódio é essencial para entender como funciona um dos fundos mais sólidos do Brasil.
O Fundo de Apoio à Cultura está com dois editais com inscrições abertas e para ajudar os agentes culturais na elaboração dos projetos o Comitê de Cultura realiza esta quinta-feira uma oficina on-line gratuita. A jornalista Nita Queiroz tem as informações.
No encerramento do Bom Dia Londrina, compartilhamos uma mensagem inspiradora, incentivando reflexões e motivação para começar bem o dia.No programa Bom Dia Londrina apresentamos sucessos musicais, curiosidades, sorteios, horóscopo e presentes para aniversariantes todos os dias. De segunda a sábado das 08h às 12h e aos domingos das 08h as 11h. Você também pode participar através do nosso Instagram ou ligando no 3356-5500.
Bom dia, cinéfilos!Em fevereiro, gravamos episódios sugeridos pelos ouvintes. Fizemos um sobre os filmes dirigidos pelo Coppola nos anos 80. Infelizmente, o arquivo deu problema. Por isso, no episódio de hoje, o Tiago convidou, o Dré Tinoco, do site Cultura Pop a Rigor, e o Caio do Podcast Sem Imagem para refazerem o episódio. Nele, conversamos de dois filmes: O Fundo do Coração, de 1981, e Vidas sem Rumo, de 1983.Siga o Dré no blueskyno instagrame no LetterboxdVisite o site Cultura pop a Rigor Visite o canal do Cultura pop a Rigor no youtubeSiga o Caio no Blueskyno twittere no Instagramouça o sem imagem podcast e se inscreva no canal do Sem Imagem no Youtube.Siga o Tiago no blueskye no letterboxd.Visite o canal do Ponto Cego no youtube.
Na estorinha do dia 4 de julho, Glaydson Botelho conta a estória “Dois sapos e um poço fundo". Acesse aqui o conteúdo completo!
Estão abertas as inscrições para o Fundo Social da Cresol Encostas da Serra Geral, que tem como objetivo apoiar projetos desenvolvidos por entidades com foco no fortalecimento das comunidades locais. As inscrições podem ser feitas até o dia 22 de junho. O Fundo Social é voltado para associações, instituições e organizações sem fins lucrativos que atuem nas áreas de educação, cultura, saúde, meio ambiente, inclusão social, inclusão financeira e esportes inclusivos. Para participar, as entidades devem ser associadas à cooperativa e desenvolver suas ações em municípios da área de atuação da Cresol. As entidades interessadas devem preencher um formulário específico e submeter seus projetos à avaliação. Os selecionados poderão receber recursos que vão de r$ 500,00 a R$ 5.000,00 para a execução das iniciativas ao longo de 2025. Para detalhar o processo de inscrição e os critérios de seleção, Michela Fabro Rodrigues e Rose Nunes, participaram de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias desta terça-feira (3) e destacaram a importância do fundo como instrumento de transformação social. Ouça:
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Especializada na Tutela do Direito Difuso à Segurança Pública e da 4ª Promotoria de Justiça Criminal, participou na manhã desta sexta-feira (9) de uma audiência pública promovida pela Câmara Municipal de Rio Branco para discutir e fomentar o Fundo Municipal de Segurança Pública (FUMSEG). O evento ocorreu no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC) e contou com a presença de representantes do Poder Legislativo e do Sistema de Justiça e Segurança Pública do Estado e do Município.
No Podcast Genial Analisa de hoje, vamos conversar com Pedro Haber, gestor do BBIG11, o fundo imobiliário de shoppings premium do Banco do Brasil em parceria com a Iguatemi. Lançado em 2024, o fundo com patrimônio de R$ 1 bilhão já conta com ativos emblemáticos como o Shopping Rio Sul, Pátio Paulista e Higienópolis — todos com perfil classe A/B e grande potencial de geração de valor.Com uma estratégia focada em qualidade, previsibilidade e crescimento sustentável, o BBIG11 se destaca pela governança ativa, pela parceria com um dos maiores operadores do setor (Iguatemi) e por uma gestão que busca entregar retornos consistentes mesmo em cenários desafiadores. Se você quer entender por que o fundo tem chamado atenção dos investidores mais exigentes, esse episódio é imperdível.
Novo estudo sugere que meteorito - de entre 40 e 60 km de largura - que se chocou com planeta há 3 bilhões de anos teria ajudado a 'espalhar vida'.
Meu Podcast “Receios Obscuros” Apoia.se com conteúdo exclusivo envio de relatos por texto: receiosdoalem@gmail.com No primeiro relato a pessoa diz ter visto um ser de capa preta e mesmo com limpezas espirituais, aquilo não deixou a casa. No segundo relato, a pessoa teve um encontro breve com uma mulher de vestido de noiva que não pertencia mais a este mundo. O terceiro relato é sobre um evento muito estranho que aconteceu durante a noite, como se uma escuridão tomasse conta do quarto, além de uma respiração perto e algo girando na parede.
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal. Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro. Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda. Live 295 - Visão do Estrategista https://youtube.com/live/yiOq0UoRbnA
Música ao final do episódio: "Alma", de Paulo Prudente Pradiip Link para ouvir no Spotify: https://open.spotify.com/track/139NqzB3THW7gVmVu0hSOD?si=waSJ7Lb-SA-7AnrYJCfeaA Anita Deak - Escritora e editora de livros E-mail: anitamdeak@gmail.com / Dúvidas: (11) 98188-6514 Paulo Salvetti - Escritor e professor de Literatura E-mail: psalvetti@gmail.com / Dúvidas: (11) 98169-8492
O fundo eleitoral e o fundo partidário, supostamente criados para equilibrar recursos financeiros entre candidatos, tem exatamente o efeito oposto, na prática. Um estudo do Instituto Millenium revela que 0,09% dos candidatos, aqueles com patrimônio mais elevado, capturam a maior parte dos R$ 5 bilhões do dinheiro público destinados às campanhas municipais. Enquanto isso, os candidatos mais pobres não recebem quase nada, acentuando a desigualdade. Acabar com o fundo que favorece os mais ricos é essencial para um processo político mais justo e transparente no Brasil, além de liberar recursos públicos para serem destinados a quem realmente deveria ser seu beneficiário, a população, não os políticos. Gostou do episódio? Avalie e mande o seu comentário aqui na plataforma. MINHAS REDES SOCIAIS: - Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta - Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial - Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter - Youtube: http://bit.ly/youtubericam - Facebook: http://bit.ly/ricamnoface - Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br COTAR PALESTRA: https://bit.ly/consulte-ricam CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br
Neste episódio, João Pedro Brandão, Leonardo Lourenço, Marcelo Braga e Caio Dominguez recebem César Grafietti, economista e consultor financeiro, para dissecar a estruturação e operação do FIDC (fundo de investimento em direitos creditórios) montado para o São Paulo, com intuito de extinguir as demais dividas bancárias e concentrá-las apenas neste fundo. César explica as vantagens para o clube, as obrigações assumidas na operação e quais devem ser os próximos passos da reestruturação financeira no Tricolor.
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal. Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro. Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda. Live 285 - Visão do Estrategista https://youtube.com/live/EkwyDIJlzXU
O Fundo Do Poço - Fernando Pinhëiro https://www.nandopinheiro.com.br
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Havendo rejeitado a revelação de Deus, os povos gentios mergulharam nas trevas de seu próprio coração, praticando não somente coisas inconvenientes, como também aprovando cinicamente os que fazem tais coisas, desafiando o juízo de Deus sobre eles. Este vídeo pertence a uma série de exposições no livro de Romanos. Assista à série completa em: • Série em Romanos - O Evangelho de Deus Aprofunde seus estudos e viva a fé bíblica no seu dia-a-dia! www.vivendoasescrituras.com.br/?&sck=spotify ----- Acompanhe minhas redes sociais: Facebook - https://bit.ly/fb-augustus-nicodemus Instagram - https://bit.ly/ig-augustus-nicodemus Twitter - https://bit.ly/tw-augustus-nicodemus Tenha piedade - #AugustusNicodemus
Na Câmara dos Deputados, recinto de muitos pré-candidatos às Prefeituras de suas cidades no ano que vem, uma parte dos parlamentares discute há algum tempo o aumento da verba disponível a quem desejar se candidatar nas Eleições Municipais de 2024. Para a próxima festa da democracia, parte da Câmara quer algo próximo a 4,9 bilhões de reais, o dobro do que foi disponibilizado nas eleições de 2020. Enquanto isso, uma maioria no Senado e alguns deputados de estados menores querem manter os 2,5 bilhões gastos no último pleito do tipo, com pequenas correções em face da inflação. O Congresso também avalia como irrigar o fundo eleitoral com dinheiro público. Uma proposta é reduzir a verba de alguns ministérios na votação do Orçamento de 2024, transferindo o dinheiro para o fundão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A comissão mista do orçamento da Câmara dos Deputados e do Senado tornou possível um aumento de mais de R$ 4 bilhões para o fundo eleitoral. Ninguém que vote para aumentar os recursos para os políticos, retirando dos programas que a população tanto precisa, merece o seu voto. PS. O nome correto da deputada do Partido Novo que foi a única a votar contra esse absurdo é Adriana Ventura. #fundoeleitoralnão #fundopartidarionão #orcamento #ricardoamori Gostou do episódio? Avalie e mande o seu comentário aqui na plataforma. Votação do Prêmio iBest. Se meu conteúdo já ajudou de alguma forma em seus negócios, carreira, ou finanças, humildemente, peço o seu voto pelo link: https://linkme.bio/ibest-ricardo-amorim Conto com sua ajuda, divulgando também.
A Comissão Mista de Orçamentos (CMO) do Congresso Nacional aprovou uma proposta que abre caminho para um fundo eleitoral de R$ 5 bilhões em 2024, ano de eleições municipais. Atualmente, o valor reservado pelo governo para as campanhas no Orçamento de 2024 é de R$ 939 milhões. Uma instrução normativa aprovada pela comissão, autoriza os parlamentares e tirarem mais R$ 4 bilhões das emendas de bancadas estaduais e turbinar o chamado “fundão”. Em valores exatos, o financiamento das campanhas ficará em R$ 4,962 bilhões. Na prática, a manobra pode tirar dinheiro da educação, da saúde e de obras de infraestrutura. Todos os anos, as emendas de bancada são direcionadas para essas áreas, com o objetivo de bancar projetos estruturantes e obras de grande vulto nos Estados. Se o valor for aprovado, o fundo eleitoral para a campanha de prefeitos e vereadores será o mesmo que bancou as eleições presidenciais do ano passado. A quantia, porém, é mais do que o dobro das últimas eleições municipais, em 2020, de R$ 2 bilhões. Afinal, dinheiro público deve ser usado para financiar campanhas eleitorais? Parlamentares estão abusando do seu direito de usar o dinheiro público? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e sócio da Tendências Consultoria, Rafael Cortez. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A Rafaela e o Luciano eram apaixonados, mas ele tinha um vício no álcool e nas drogas. Só após muita luta, o Luciano conseguiu ficar limpo por 12 anos! Até ele sofrer uma recaída após a morte dos pais... A Rafaela tentou de todo o coração fazer com que o marido voltasse a ficar sóbrio, ela chegou até a mandar ele embora de casa e o proibiu de ter contato com os dois filhos. Tudo para ver se ele conseguia perceber o quanto ele estava se afundando, mas nada adiantava. Quase um ano depois da recaída, o Luciano finalmente decidiu se internar numa clínica de reabilitação para se tratar. Ele conseguiu se recuperar e pediu para voltar para casa com a Rafa e os filhos, mas ela não o aceitou de volta, porque por mais que ainda ame muito ele, não sabe se consegue aguentar uma possível nova recaída do Luciano.
Oscar Chacón, de El Salvador, llegó a los Estados Unidos cuando tenía 18 años de edad, vive aquí 42 años y es director ejecutivo de Alianza Américas, una institución sin fines de lucro que no solo se dedica, en los Estados Unidos, a representar y exigir derechos de las comunidades de latinoamericanos, sino que también lo hace a nivel internacional.Afirma que uno de los recientes logros importantes, dado el contexto adverso en que vivimos, ha sido conseguir programas de protección migratoria temporal para personas venezolanas, haitianas, para que no tengan temor de ser deportados, y accedan a un número de Seguro Social en Estados Unidos, y así obtener tarjetas de identificación, permisos de conducir.También se generó apoyo y seguridad para personas que fueron utilizadas por políticos inescrupulosos que los llevaban en buses, de un lugar a otro, como sus simpatizantes.
Tereza Campello, Diretora Socioambiental do BNDES, explica o Fundo Amazônia e fala sobre as doações de outros países que permitem ações de preservação. . RÁDIO PT
Tem a certeza de que tem o seu fundo de emergência bem preparado? Neste episódio do podcast MoneyBar falo sobre as alterações a fazer no atual contexto económico. Consultório MoneyLab (Questões): https://bit.ly/Consultorio_MoneyLab Lista de Espera "Do Z€ro à Liberdade Financeira 2.0": https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso-MoneyLab Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram Redes Sociais Instagram: www.instagram.com/barbarabarroso Facebook: www.facebook.com/barbarabarrosoblog/ Subscreva os canais de Youtube: - www.youtube.com/barbarabarroso - www.youtube.com/moneylabpt Para falar sobre eventos, programas e formação: http://www.moneylab.pt/ Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
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O Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita agora é dono de 5% da Nintendo, como informado pela Bloomberg e o Ministério das Finanças do Japão. Isso torna o órgão o quinto maior acionista da Nintendo, de acordo com dados da Bloomberg. Nesta edição do Ping, Guilherme Dias e PH Lutti Lippe discutem essa e outras notícias como jogo brasileiro Fobia vai ser lançado no mês que vem e o estúdio Techland, de Dying Light, quer fazer seu próprio Witcher. Confira! Peça agora seu cartão de crédito Santander sem anuidade: https://bit.ly/3F7T8tv