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Correlação futebol e política no Brasil, Argentina e no Mundo Perspectiva do Brasil de Neymar e da Argentina de Messi na Copa do Mundo Com base nas pesquisas, projeção da eleição a presidente da República em outubro
A nossa Justiça (que ontem teve um bom dia), o Parlamento (que nunca mais elege os juízes do TC) e a UGT (que pelos vistos defende o "sim é sim") são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há palavras que se escrevem com linha, tecido e permanência.No quarto episódio de Palavra de Mulher Preta, a conversa atravessa moda, ancestralidade, memória e espiritualidade para pensar o vestir como forma de escrita do mundo.Anthea Xavier e Janja Araújo refletem sobre o tecido como arquivo vivo — lugar onde histórias, saberes e identidades seguem sendo preservados e transmitidos.Aqui, a palavra não aparece apenas na fala.Ela vive no corte.No alinhavo.No gesto de fazer e refazer.
Todo mundo diz que o mundo precisa de mais empatia. Mas e se o excesso dela estiver nublando o nosso julgamento? No Linhas Cruzadas desta semana, Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé desafiam o senso comum: quando é que se colocar no lugar do outro vira um obstáculo para decisões justas?O programa coloca frente a frente o acolhimento de Carl Rogers e o ceticismo de Paul Bloom para perguntar: existe um limite para ser empático?Com as visões da desembargadora Andrea Pachá e dos jornalistas Lourival Sant'Anna e Caio Blinder, investigamos o dilema de equilibrar emoção e razão — das sentenças judiciais às coberturas de guerra.#LinhasCruzadas #TVCultura #SomosCultura #Empatia
Em um mundo onde parecer feliz virou uma meta de vida, o programa faz uma pausa para entender: o que realmente mudou na nossa busca por bem-estar? Deixando de lado as frases motivacionais, Thaís e Pondé percorrem a história desse conceito — da sabedoria dos antigos e do conforto da fé até a moderna 'ciência da felicidade'.O programa discute um paradoxo atual: por que, com tantas ferramentas para evoluir, a busca pelo bem-estar virou, muitas vezes, uma nova fonte de cobrança?Um debate inteligente e bem-humorado sobre o que significa, de fato, ser feliz nos dias de hoje.
A gestão de pessoas no século XXI enfrenta um paradoxo: nunca tivemos tantas ferramentas de bem-estar, mas nunca estivemos tão tensionados. A violência explícita no ambiente corporativo perdeu o palco, mas cedeu lugar a mecanismos de controle muito mais sutis, burocráticos e, muitas vezes, invisíveis.Nesta edição do Linhas Cruzadas, Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé analisam a transição entre a "velha" gestão de poder e a nova cultura de alta performance que redefine os limites entre carreira e sanidade mental.O programa conecta dados de mercado, o papel real do compliance e as novas formas de pressão silenciosa que moldam o cotidiano dos profissionais brasileiros. Uma análise indispensável sobre o custo real da produtividade moderna.Acompanhe essa conversa no Linhas Cruzadas, quinta-feira, a partir das 22h30, na TV Cultura.
Numa noite de fevereiro, poucas horas depois de o secretário de Defesa dos Estados Unidos o ter classificado como uma ameaça à segurança nacional, Dario Amodei sentou-se diante das câmaras da CBS News para explicar por que razão a sua empresa — uma das mais valiosas startups de inteligência artificial do mundo — se recusou a ceder perante o Pentágono.A entrevista, conduzida por Jo Ling Kent e publicada a 28 de fevereiro de 2026, dura quase 28 minutos e merece ser vista na íntegra. Não por ser espetacular, mas por ser rara: um CEO a falar em tempo real sobre uma crise que pode definir os limites da tecnologia mais poderosa do nosso tempo.
No Linhas Cruzadas desta semana, Encontros e Desencontros. O amor não saiu de moda, mas as regras do jogo mudaram. Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé discutem o que está por trás das relações amorosas de hoje.Em um mundo marcado pelo excesso de opções e pela baixa tolerância ao conflito, o episódio questiona: por que é tão fácil dar o primeiro 'match' e tão difícil aguentar o segundo café?Da 'gestão corporativa' dos sentimentos — com o Compliance entrando nos escritórios como fiscal do desejo — até a ascensão dos relacionamentos negociados, o episódio descasca as etiquetas do romance atual. Por que a fidelidade se tornou um desafio logístico? Como a autonomia feminina redefiniu o mapa da traição?O Linhas Cruzadas oferece um olhar lúcido e corajoso sobre por que amar hoje exige mais do que sentimento: exige estratégia, paciência e, acima de tudo, coragem para enfrentar o mercado das aparências.Acompanhe o Linhas Cruzadas, nesta quinta-feira, a partir das 22h30, na TV Cultura.
Nesta edição, o Linhas Cruzadas investiga os "clichês da moda": comportamentos contemporâneos que se tornaram símbolos de status e identidade. Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé analisam quatro pilares que definem o debate público atual:● A Nova Masculinidade: O surgimento do chamado soft boy. O programa explora por que traços de sensibilidade e desconstrução se tornaram um novo ideal de desejo e como o humorista Leandro Leite encara o rótulo de "hétero afeminado".● O Capital da Fragilidade: A dor como forma de prestígio. Uma reflexão sobre como a exposição das vulnerabilidades passou a ser um ativo estratégico para conquistar visibilidade e autoridade moral.● A Performance da Virtude: Onde termina a boa intenção e começa a exibição social? O debate gira em torno da "sinalização de virtude" nas redes e a busca incessante por estar do "lado certo da história".● Arte ou Mensagem? Quando a estética cede espaço à militância. Com a participação do jornalista Fernando Molica, o programa questiona se a criatividade está se tornando refém de cartilhas ideológicas e patrulhamentos.Entre provocações filosóficas e exemplos do cotidiano, o programa levanta a dúvida: em um mundo de tendências passageiras, ainda conseguimos ser originais ou apenas performamos o que o algoritmo espera de nós?Linhas Cruzadas, quinta-feira, às 22h30, na TV Cultura.
Você liga a TV, abre o jornal, percorre os debates públicos e percebe um padrão: em temas polêmicos muita gente fala, mas quase ninguém diverge. Coincidência?O Linhas Cruzadas desta semana encara de frente a chamada “traição dos intelectuais”: quando jornalistas, professores e formadores de opinião deixam de buscar a verdade para passar a defender lados, grupos e interesses.Na conversa com Luiz Felipe Pondé e Thaís Oyama, o cientista político Fernando Schuler aponta uma virada silenciosa: o intelectual — que antes pensava por conta própria, muitas vezes contra a maioria — hoje tende a se alinhar ao pensamento do grupo.O programa também mostra como essa pressão funciona na prática. Os jornalistas Carlos Andreazza e Barbara Gancia contam como, em certos ambientes, o debate dá lugar ao julgamento e o medo de ser cancelado empurra muitos intelectuais ao silêncio.No fim, a pergunta não é só sobre os formadores de opinião; é sobre a sociedade. Se algumas ideias deixam de ser ditas, que tipo de visão de mundo está chegando até nós?Você confere no Linhas Cruzadas, quinta-feira, a partir das 22h30, na TV Cultura.
A UGT reuniu o secretariado que, por unanimidade, decidiu rejeitar a proposta de alteração à lei laboral defendida pelo governo. A central sindical manifesta a vontade de prosseguir as negociações, mas é no Parlamento que tudo será decidido. Vamos voltar a ter uma greve geral? Para avaliar o momento político em que a UGT voltou a recusar a proposta do governo, conversamos com Cátia Mateus, a jornalista do Expresso que acompanha as questão laborais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Santos estreou com derrota na Copa Sul-Americana. O Peixe perdeu por 1 a 0 para o Deportivo Cuenca, no Equador, em partida marcada pela falta de pontaria da equipe e falha de Gabriel Brazão no lance do gol dos equatorianos. Além da frustração dentro de campo, o clube vive tensão fora das quatro linhas, com os jogadores em diálogo com a diretoria para tratar sobre atraso nos direitos de imagem, que foram parcialmente pagos. Tudo sobre os bastidores do clube com José Edgar de Matos, Bruno Gutierrez e Nagila Luz, a “Voz da Torcida”.
Alexandre Garcia comenta reportagens sobre voos de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli em jatinhos de empresas ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro.
O Linhas Cruzadas responde: quem foi, de fato, Jesus de Nazaré?Ele não deixou um livro escrito, mas é o protagonista da história do Ocidente. Ele não teve exército, mas conquistou bilhões de pessoas. O programa desta semana mergulha nas quatro faces de Jesus.● O Jesus que a história narra.● O Jesus que a política temia.● O Jesus que a fé abraçou.● E o Jesus que a cultura não esquece.Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé descascam as camadas do mito para encontrar o homem, o líder, o rebelde e o mestre. Com a participação do teólogo e pastor Ed René Kivitz, o programa faz o que a TV raramente ousa: tratar Jesus com a grandeza intelectual que ele merece e a humanidade que ele nos ensinou.Se você é estudioso, vai se surpreender. Se é devoto, vai se emocionar. E se é apenas um curioso da vida, vai entender por que, 20 séculos depois, o nome dele ainda é o mais falado do planeta.Linhas Cruzadas. Quinta, 22h30, na TV Cultura.
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O novo episódio do Linhas Cruzadas investiga as experiências humanas a partir da literatura de Philip Roth. Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé usam quatro obras do autor — A Marca Humana, Pastoral Americana, O Animal Agonizante e Nêmesis — para discutir dilemas cada vez mais presentes na vida real: julgamento público, identidade, desejo, culpa e as contradições das relações contemporâneas.A partir de histórias como a de um professor destruído por uma acusação de racismo, de um homem que tenta desafiar o tempo através do desejo e de personagens que buscam sentido para o sofrimento, o programa questiona até que ponto nossas vidas são guiadas pela verdade — ou pelas narrativas que criamos sobre nós mesmos.O episódio também conta com a participação do jornalista Ivan Moré e da atriz Giovanna Lemos, que ampliam o debate ao trazer as tensões entre amor, tempo e diferença de idade para o campo das relações reais.Em um mundo obcecado por exposição, controle e performance moral, será que somos capazes de lidar com ambiguidade, contradição e limite? O que nos faz suportar o caos?Linhas Cruzadas, toda quinta-feira, às 22h30, na TV Cultura.
No novo episódio do Linhas Cruzadas, Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé investigam o que realmente move a política: a razão ou as emoções humanas?Inspirado nas reflexões do cientista político William Galston, o programa discute as chamadas “paixões sombrias” e de que forma sentimentos como medo, ressentimento e indignação alimentam fenômenos como a polarização, populismo e radicalização.A conversa percorre diferentes momentos da história política: da visão clássica, que reconhecia as paixões como parte da vida pública, até a aposta do Iluminismo de que instituições, leis e a racionalidade poderiam organizar a política e conter os impulsos humanos.Para ampliar o debate, o programa recebe a cientista política Cristina de Sá Carvalho, que apresenta uma reflexão sobre a possibilidade de pensar a política a partir de outras bases, como o reconhecimento das vulnerabilidades sociais e a busca por formas de convivência mais equilibradas.Se a política sempre lidou com emoções, o que acontece quando elas escapam do controle e colocam em risco as democracias?Entre filosofia, história e exemplos contemporâneos, o episódio convida o público a refletir sobre os limites da razão e o peso das emoções na vida política. Linhas Cruzadas, quinta-feira, a partir das 22h30, na TV Cultura
“Daqui por mil anos não restará nada/ de quanto foi escrito neste século./ Hão-de ler-se frases soltas, pegadas/ de mulheres perdidas,/ fragmentos de crianças imóveis,/ os teus olhos lentos e verdes/ simplesmente não existirão./ Será como a Antologia Grega,/ ainda mais distante,/ como uma praia no inverno/ para outro assombro e outra indiferença”, escreve Bolaño, ditando essa perspectiva que, estranhamente, não deixa de nos agradar muitíssimo. Perdidas todas as batalhas, poderemos encantar-nos com o sabor daquilo que não tem a obrigação de perdurar. “Seremos pasto de tumbas ignoradas”, adianta Juana Bignozzi, poderemos colher ideias frescas nas oficinas esquecidas, poderemos esquecer o prestígio ridículo dos inventores e entregarmo-nos aos anseios desses grandes coleccionadores, aproveitando o desdém generalizado pelo que teve o seu tempo e, se lhe fosse dada a escolha, não regressaria a este mundo. Neste eterno crepúsculo com cadências de silêncios, o próprio tempo parece uma matéria que só nos é permitido revisitar em velhas gravações, murmúrios indisciplinados vertidos entre línguas que caíram em desuso, variações mais e menos audíveis que vamos ponderando a partir de algum rumor medieval. Nesse percurso solitário daqueles que se entregam aos prazeres da derrota entre o vaivém das fronteiras, vemo-los fumar de olhos semicerrados, recitar bardos provençais, e a distância parece já ser a única linguagem poética. Seja para diante, com a pouca inteligência que nos resta, seja na direcção que nos dá mais escolhas, a que se desdobra atrás de nós, terão cessado esses reclames luminosos que remexem e tornam intragáveis as noites, esse ar cheio do zumbido de nomes que ficaremos aliviados por não mais termos de pronunciar, e, então, redescobrir-se-á os sinais desse deus da estranheza de que fala um poeta alemão que se acolheu brevemente entre nós por estes dias, essa espécie de trégua que nos aguarda depois de todo o desencanto moral com a época, uma desistência que nos leva à lembrança de outros mortos. Há muito que aquele velho nos advertira sobre um enredo intransitável como a pior forma de compreensão da vida, a perda do fascínio num mundo que não seria mais que a sombra de velhas destruições, as quais se foram tornando ilegíveis para nós, e, portanto, incompreensíveis. Com essa indiferente soberania que passou a dominar a relação com o passado, não saberíamos mais o que nos motivou, e, em breve, mesmo o desejo não escaparia já às “pérfidas emboscadas pavlovianas” (Bolaño). O transporte dos deuses teria de ser feito na alma, teriam de ser recriados por cada um na sua mente, trazendo de volta a raiva e outras paixões, condimentando-as com inebriantes especiarias de toda a espécie. Tudo o que nos ensinam é a vergonha e o desprezo por um mundo no qual a raça surge nas suas variações mais urgentes, misturando subtileza e sobressalto, pequenos gestos nessa escala epigramática que poderá ainda gerar em nós a ânsia de nos libertarmos de uma época sem a menor promessa, “imbuída de um sentido medíocre de autopreservação que é afinal uma forma de cobardia e de fechamento intelectual” (Tatiana Faia). Nestes dias em que tudo o que diz respeito à humanidade parece depender da nossa memória, o furor logo transforma em olhar histórico o nosso modo de encadear os signos e detalhes empenhados em evadir-se dos constrangimentos de um presente sem saída. “Se os mitos, os relatos, os livros ‘são' a nossa infância”, lembra José Emilio Pacheco, isto deve-se a ser com eles que “aprendemos a conhecer o mundo, pois, como acreditava Cesare Pavese, ninguém admira uma paisagem antes de que a arte, a poesia – até uma simples palavra – lhe tenham aberto os olhos”. Numa época que não parece estar interessada noutra coisa senão em abandonar-nos às convicções mais grotescas, limitando-se a garantir o direito das pessoas de se comerem umas às outras (infelizmente, apenas e só no pior dos sentidos), quando vemos toda essa carga de desdém em que a poesia ou reverte para as lógicas de publicidade e competição ou é ignorada, em que vemos o corpus tradicional da cultura desfazer-se instantaneamente em pó, como um cadáver num túmulo aberto depois de passar muito tempo selado, o poeta vê-se obrigado a fechar-se com o passado que possa salvar, cultivando o seu estilo áspero e tenso, e nem por isso devastado, mas consciente, sensual, capaz de se debruçar sobre episódios históricos e adivinhar as fendas eróticas, tentando escavar uma saída face a este tempo que serve de morada aos malditos filisteus para quem o mundo não passa de um saco de ossos. É neste género onde se acolhem uma imaginação e desejo tão hábeis no modo de se ocultar e aguardar o momento propício para se deixarem revelar, que Kaváfis provou ser o mais sagaz dos cicerones, abrindo passagens, revelando percursos secretos, as cidades que se abrem soprando o pó… “Aquilo que, em estudante, a medo imaginou,/ ei-lo aberto e patente à sua frente. E vagueia, pouco dorme/ deixa-se levar. Tal como convém à nossa arte,/ rejubila o prazer em/ seu sangue novo e quente. Vence seu corpo/ a ilícita embriaguez erótica; a esta se entregam/ os seus jovens membros.” Porque todo o desejo vai no sentido da ilicitude, porque o tempo só pode ser lido contra a luz desse clandestino desejo da carne. Porque a história e as estátuas não estão fixas, mas mudam de sítio e fazem outros gestos por dentro dos nossos sonhos, mas mantêm aquele vigor, testemunham pelo prazer, por esse rigor de quem sempre detestou qualquer deleite de amor rotineiro. “Tanto a beleza contemplei/ que toda dela se tornou minha visão.// Linhas do corpo. Vermelhos lábios. Voluptuosos membros./ Cabelos quase roubados a estátuas helénicas:/ sempre belos, embora desgrenhados; recaem ao de leve sobre faces brancas./ Rostos do amor, tal como os quis/ a minha poesia…… No interior das noites da minha juventude,/ nas minhas noites, escondidos, encontrados……” Neste episódio, como intermediário nestas lides vergonhosas, tivemos connosco o tradutor que, depois de Sena e da dupla Magalhães/Pratsinis, depois de Manuel Resende, se implicou no temerário esforço de verter para português a poesia completa de Kaváfis. José Luís Costa tinha compartilhado já a responsabilidade por um dos mais assombrosos e pungentes livros publicados entre nós nos últimos anos – Diário do Exílio, de Yánnis Rítsos –, tendo assinado também uma série de outras traduções a partir do grego moderno de autores como Katerína Gógou, Dimítris Lyácos e Yánnis Stíggas. Com alguns livros de poesia publicados também em seu nome, juntou-se a nós para nos ajudar a reaver um percurso entre visões anacrónicas e cada vez mais instigantes, e discutir a sábia função profética de um ser que, se nunca deixou de reconhecer as suas limitações, também nunca se resignou a elas: “Tenho consciência de que sou um fraco, incapaz de agir. Limito-me, por isso, a falar. Todavia não considero que as minhas palavras sejam supérfluas. Outro agirá. Mas todas as declarações que eu faça – eu, o fraco –, facilitar-lhe-ão a passagem à acção. Limpam o terreno.”
No novo episódio do Linhas Cruzadas, a consciência humana é o ponto de partida. O programa apresenta diferentes perspectivas sobre como ela se forma, se manifesta e influencia nossa experiência no mundo.Mas, longe de ser tratada apenas como virtude ou conquista evolutiva, a consciência surge também sob uma perspectiva desconfortável: e se aquilo que nos torna humanos for, ao mesmo tempo, um fardo?Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé discutem sobre as certezas e colocam em debate um dos maiores enigmas da ciência e da filosofia. A conversa ganha ainda a contribuição do publicitário Walter Longo, que analisa os impactos da tecnologia, dos algoritmos e da inteligência artificial na forma como percebemos a realidade, tomamos decisões e construímos sentido.Um dos objetivos é ampliar o debate para os limites da experiência humana. E colocar uma pergunta em cheque: se a Inteligência Artificial desenvolver consciência — a humanidade corre risco?Não será uma conversa óbvia. Vamos além da nossa consciência. Linhas Cruzadas, quinta-feira, a partir das 22h30 na TV Cultura.
Sejam bem-vindos ao Estagiários da bola, o mais novo quadro do NC Cast, nesse primeiro episódio Gaby Gouvêa (@gabygouvea_), Matheus Santos (@matheuxsant_) e Luiz Pereira (@lfpereira), recebem Amauri Ferreira (@aferre_silva), treinador e empreendedor. Amauri já foi atleta de base, onde teve a oportunidade de ver o esporte além das quatro linhas. Hoje ele atua como treinador em ONGs e clubes esportivos, como o Pequeninos do Jóquei, onde o foco é desenvolver tecnicamente, mentalmente e taticamente os atletas. Sempre buscando unir metodologia e valores no processo de transformação dos alunos._____________________ Converse com a gente:Instagram @nacontramaortmWhatsApp da RTM (11) 97418-1456See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Linhas Cruzadas estreia a nova temporada e esta semana vai debater sobre a “era da autenticidade”. Será que antes de ser feliz é preciso ser autêntico?Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé investigam se a busca pelo “eu verdadeiro” é um gesto de liberdade ou mais uma armadilha da modernidade. A partir de histórias reais e decisões que envolvem carreira, paixões e mudança de vida, o episódio discute se o chamado ‘mal-estar romântico' ainda move escolhas no século XXI — ou se ser autêntico virou estratégia de marketing.No estúdio, a psicóloga humanista Ana Lúcia Palma aprofunda a conversa a partir da teoria de Carl Rogers, explicando o conflito entre o “eu real” e o “eu ideal” e como essa tensão alimenta o sofrimento psíquico contemporâneo.Entre a recusa do envelhecimento, o medo do abandono e a pressão por performance, o programa convida você para refletir se autenticidade ainda é uma virtude.Então não perca, nesta quinta, a partir das 22h30 , na TV Cultura
Professor Deonísio da Silva explica a origem da palavra Biblioteca e da expressão "Ler nas entre linhas", venha conferir.
O discurso de tomada de posse do novo Presidente da República António José Seguro.O que espera deste novo ciclo político? Que leitura faz do discurso e das prioridades traçadas pelo novo Chefe de Estado?See omnystudio.com/listener for privacy information.
No novo episódio do Linhas Cruzadas, Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé colocam a virtude no centro da conversa. Afinal, ser virtuoso virou discurso… e agir com virtude virou exceção?O programa passeia pela filosofia clássica e chega direto ao nosso dia a dia. De Aristóteles, que dizia que virtude é hábito — e não espetáculo — até Immanuel Kant, e sua defesa da autonomia moral, surge a pergunta central: é possível agir corretamente quando ninguém está olhando? Ou a nossa época passou a confundir caráter com imagem, ética com marketing?O professor de filosofia Eduardo Wolff entra no debate para discutir se é possível ser virtuoso dentro do sistema democrático e por que a virtude silenciosa pode ser essencial para sustentar instituições e a vida pública.Um episódio que convida o público a olhar menos para o discurso e mais para o gesto.Não perca! Quinta-feira, a partir das 22h30, na TV Cultura.
Hoje, chamar alguém de cínico costuma soar como ofensa: alguém frio, falso, descrente, que observa o mundo pegar fogo sem se implicar. Mas nem sempre foi assim.No Linhas Cruzadas, Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé voltam à origem do cinismo para mostrar como essa palavra mudou ao longo do tempo. De Diógenes de Sinope, que ironizava o poder vivendo à margem das convenções, ao cinismo moderno descrito por Peter Sloterdijk que define o cinismo como uma lucidez impotente: sabe que o sistema é falho, mas segue vivendo como se nada pudesse ser feito.O episódio também resgata o parentesco entre Sócrates e os cínicos, especialmente no uso da ironia como método de desestabilização das certezas.Entre filosofia, psicanálise, política e cultura contemporânea, o Linhas Cruzadas pergunta: o que se perde quando o cinismo se transforma em mera desconfiança? E será que ainda há espaço, hoje, para um cinismo que não destrói por prazer, mas revela verdades incômodas?Venha desvendar o poder do cinismo. Assista ao Linhas Cruzadas nesta quinta-feira, a partir das 22h30, na TV Cultura.
No novo episódio do Linhas Cruzadas, Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé encaram um personagem bem conhecido do nosso dia a dia: o fanático. Aquele que não discute, não escuta e não duvida — só repete, compartilha e ataca. O fanatismo, que antes vivia nos templos, hoje mora nos stories, nos grupos de whatsapp e nos perfis que transformam opinião em dogma.Da Roma Antiga, onde o fanático era visto como alguém tomado pelos deuses, ao Iluminismo de Voltaire, que chamou isso de “doença do espírito”, a conversa chega ao século XXI: redes sociais, gurus digitais, política polarizada e algoritmos que premiam certezas absolutas e punem a dúvida.Será que o fanático tem medo de pensar sozinho? E o que ele ganha quando se dissolve na massa — likes, pertencimento, sensação de sentido?Uma discussão que atravessa a política, a religião, a internet… e, muitas vezes, a gente mesmo.Não perca, quinta-feira, a partir das 22h30, na TV Cultura
O Linhas Cruzadas desta semana aborda um tema que atravessa a vida contemporânea: as rupturas produzidas pela modernidade.Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé discutem desde a erosão das tradições ao impacto da tecnologia, passando pela transformação das famílias e pelas disputas de autoridade na escola. O programa reflete sobre como a modernidade não só produz mudanças - ela depende delas para existir. O episódio destaca - até onde vai a inovação e onde começa o esmagamento simbólico da experiência humana. Será que o passado pode perder o valor? E que a moda é ser tudo “disruptivo“, mesmo quando isso é apenas um slogan? Participa da conversa o psicólogo Rossandro Klinjey, discutindo como essa energia de romper atravessa as famílias: a crise do patriarcado, as novas configurações familiares, a dificuldade dos homens com a vulnerabilidade e os dilemas entre criação permissiva e criação positiva. O novo Linhas Cruzadas está imperdível! Um episódio para quem quer entender por que o mundo não para de mudar e como a modernidade é capaz de nos transformar. Quinta-feira, a partir das 22h, na TV Cultura.
Neste episódio, Ricardo explica a importância dos marcos, das linhas de base e dos pontos de controle na gestão de projetos, usando o dia 31 de dezembro como exemplo de um marco poderoso, tanto pessoal quanto organizacional. Assim como as pessoas reavaliam decisões e planejam o futuro no fim do ano, projetos e empresas utilizam marcos para revisar orçamentos, metas e resultados. Embora o calendário seja uma convenção humana, os marcos são essenciais porque permitem comparação e controle. Sem uma linha de base clara, não é possível saber se há progresso real. Projetos sem marcos vivem de percepção; com marcos, vivem de fatos. Marcos não são burocracia, mas momentos de reflexão, decisão e ajuste, fundamentais para evitar desvios graduais e silenciosos nos projetos. Escute o podcast para saber mais!
No novo episódio do Linhas Cruzadas, Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé enfrentam um tema que toca onde mais dói : as feridas narcísicas. O conceito de Freud revela algo incômodo - a humanidade não é tão especial quanto imagina.Se você costuma se sentir único, importante, dono da razão e no controle da própria vida, talvez esse episódio ofereça um choque necessário de realidade.A conversa vai do mito de Narciso ao impacto das redes sociais, do desejo de controlar a vulnerabilidade, das tentações da tecnologia às novas narrativas de autoestima. Entre ciência, cultura e filosofia, o programa também examina como o ego se manifesta hoje.Com participações que ampliam o debate, Linhas Cruzadas mostra que essas feridas continuam abertas, moldando nossas emoções e nossas relações.Prepare-se: este episódio vai fazer você pensar.▶️ BAIXE O APLICATIVO CULTURA PLAY ▶️- Play Store: http://bit.ly/3KUUHhI- Apple Store: http://apple.co/3LgEK72Inscreva-se no canal e clique no sininho para ser notificado das novidades!Siga as redes do Jornalismo TV Cultura!Facebook: https://www.facebook.com/jornalismotvculturaTwitter: https://twitter.com/jornal_culturaInstagram: https://www.instagram.com/jornalismotvcultura/TikTok: https://www.tiktok.com/@jornalismotvcultura?lang=pt-BRSite: https://tvcultura.com.br/
No Linhas Cruzadas desta semana, Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé encaram um dos temas mais controversos da atualidade: a revolta contra a CLT — um debate que mistura história, política, economia e uma boa dose de humor.Enquanto as redes sociais transformam a carteira assinada em meme e a geração Z decide que “o patrão sou eu”, Pondé e Andresa discutem se existe, de fato, uma crise da CLT ou se a nossa relação com o trabalho é que mudou. Hoje, a promessa de autonomia e empreendedorismo seduz mais do que a estabilidade.O programa conta com a participação da socióloga Isadora Brizola, que analisa as transformações no mundo do trabalho. A edição traz também depoimentos que revelam esse novo imaginário profissional: jovens motoristas que recusam o salário fixo, trabalhadores formais que veem a CLT como proteção e empresas tentando equilibrar custos, reter talentos e oferecer “bem-estar corporativo”.Um episódio para pensar e repensar o que significa trabalhar no Brasil de hoje. Então não perca, Linhas Cruzadas, toda quinta, a partir das 22h, na TV Cultura.
Pureza é o novo tema do Linhas Cruzadas. Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé vão discutir um conceito que atravessa religiões, culturas, corpos, comportamento e até ideologias.“Ser puro” sempre significou, para as religiões, uma forma de aproximação com o divino e de separação entre o sagrado e o profano. Mas a modernidade deu um novo rosto a essa busca: com o avanço da ciência e da higiene, a limpeza corporal passou a simbolizar saúde, eficiência e disciplina. A pureza deixou de ser apenas uma questão espiritual e se tornou também um padrão estético, moral e até econômico.E mais: quando a pureza sai do campo individual e entra na vida pública, ela ganha contornos políticos. Surgem novas exigências, novas expectativas e até novos controles — como se a pureza pudesse definir quem pertence ou não a determinados grupos sociais.O Linhas Cruzadas nos faz refletir: afinal de contas, por que a pureza fascina tanto - e por que ela pode se tornar perigosa?Essa resposta você acompanha na quinta-feira, na TV Cultura, a partir das dez horas da noite.
O novo “Linhas Cruzadas” discute o desencantamento do mundo - o homem deixa de buscar sentido na vida por meio do sagrado e do sobrenatural e passa a buscar respostas na ciência e na tecnologia.Mas será que o encanto desapareceu ou só mudou de lugar? Pondé é direto: “O desencantamento é quando o universo vira só pedra e poeira — e o homem se sente sozinho dentro dele.”O programa ainda recebe o filósofo Vladimir Safatle para discutir o desencantamento do mundo na política e o papel da fé como refúgio em meio ao vazio das democracias modernas.E se o racionalismo não basta, as pessoas buscam novas formas de dar sentido à vida — seja pela espiritualidade, pela astrologia ou pela reconexão com a natureza. Será que aí está a solução para os nossos dilemas?Isso e muito mais no “Linhas Cruzadas”, as quintas-feiras, a partir das 22h, na TV Cultura
No novo Linhas Cruzadas, Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé esquentam a conversa ao tratar da libido – a energia vital que move tudo, como dizia Freud.Mas o que acontece quando essa energia é desviada, reprimida ou drenada pelo cansaço, pela vaidade e pelo excesso de estímulos do mundo moderno? O programa mostra que é preciso dosar a libido em várias áreas da vida – caso contrário, vamos todos perder o tesão.Ainda neste episódio - a libido que move líderes e seus seguidores. O empresário João Dória fala sobre o que lhe dá prazer e como não cair nas armadilhas do poder.E vamos conhecer a Dona Anna, que aos 93 anos mostra que seu verdadeiro tesão está em fazer tudo aquilo que ama.O Linhas Cruzadas te convida a pensar: onde você tem investido sua libido? – Acompanhem nesta quinta-feira, a partir das 22h, na TV Cultura.
Nesta edição, Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé mergulham na chamada Trindade da Filosofia: Sócrates, Platão e Aristóteles. O que esses gigantes do pensamento ainda têm a nos dizer sobre os dilemas do século XXI? O programa propõe um paralelo entre a filosofia grega e os dilemas contemporâneos, como a fragilidade das narrativas nas redes sociais e na imprensa tradicional, as bolhas digitais e a ética em meio à polarização. Além disso, Andresa e Pondé trazem para a conversa as ideias atuais do filósofo Franco Berardi - e seu conceito de “deserção do mundo”- e o alerta do historiador Yuval Harari sobre os impactos da inteligência artificial na saúde mental.Não perca, quinta-feira, a partir das 22h na TV Cultura! ▶️ BAIXE O APLICATIVO CULTURA PLAY ▶️- Play Store: http://bit.ly/3KUUHhI- Apple Store: http://apple.co/3LgEK72Inscreva-se no canal e clique no sininho para ser notificado das novidades!Siga as redes do Jornalismo TV Cultura!Facebook: https://www.facebook.com/jornalismotvculturaTwitter: https://twitter.com/jornal_culturaInstagram: https://www.instagram.com/jornalismotvcultura/TikTok: https://www.tiktok.com/@jornalismotvcultura?lang=pt-BRSite: https://tvcultura.com.br/
No novo episódio do “Linhas Cruzadas”: Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé vão além da papelada, dos carimbos e das filas que testam a nossa paciência. Eles mergulham no labirinto da burocracia para entender por que ela irrita tanto — e por que, mesmo assim, a sociedade não pode viver sem ela.Inspirado nas ideias de Max Weber, o programa mostra que a burocracia é mais do que um monte de regras: é uma forma de controle que molda a própria vida em sociedade. Mas será que, ao tentar organizar tudo, ela acabou sufocando o cidadão?Como diz Pondé: “A burocracia é um beco sem saída — se ela não existe, o caos domina; se existe demais, a gente sufoca.”Com humor e provocação filosófica, o episódio é para quem já ficou preso no labirinto dos protocolos — e quer entender por que escapar dele talvez seja impossível.#SomosCultura #LinhasCruzadas #Burocracia
Ciúme e traição: tem assunto mais perigoso do que esse? No novo episódio do Linhas Cruzadas, Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé se arriscam e mergulham nas profundezas dessas emoções humanas tão complexas. Eles encaram de frente esse verdadeiro “campo minado” — que mistura paixão, amor, medo e posse.Entre batons suspeitos, detectores de mentira e CEOs flagrados em shows, Pondé lembra que o ciúme é “um afeto que atravessa o tempo” — um instinto de sobrevivência herdado dos neandertais, mas que hoje ganhou molduras de vaidade e insegurança. Já a traição pode ser parte do próprio desejo humano.De Espinosa a Nelson Rodrigues, o programa mostra que amar exige maturidade, coragem e... uma boa dose de resistência às fofocas.Porque, se o amor é uma guerra, talvez o ciúme e a traição sejam apenas as armas mais humanas que temos.Não perca Linhas Cruzadas, quinta-feira, às 22h, na TV Cultura.#SomosCultura #Política #Ciúme #Traição
No novo episódio do “Linhas Cruzadas”: os efeitos da polarização e o prenúncio do colapso democrático.A partir da proposta do filósofo Robert Talisse – a solitude cívica - Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé refletem sobre o excesso de política na vida cotidiana e sobre como o debate público se transformou em um campo de batalha. Será que a saída é dar “um passo para trás” para recuperar o sentido das palavras e reaprender a ouvir?Com as participações do cientista político João Pereira Coutinho e do Ministro Luís Roberto Barroso, o episódio analisa o papel das instituições, das redes sociais e do próprio cidadão em tempos de radicalização.“O Estado virou um Leviatã que se mete em tudo — da educação à moral. Por isso, cada eleição parece uma questão de vida ou morte” – observa JP Coutinho.O programa percorre diferentes caminhos para entender por que a liberdade democrática pode se transformar em terreno fértil para o ódio.Não perca essa conversa no “Linhas Cruzadas” — um espaço para pensar, onde a diferença não é ameaça, mas ponto de partida#SomosCultura #Política #Polarização #Diálogo
O Papo Antagonista desta segunda-feira, 20, fala do resgate da fake news contra a Transparência Internacional.O programa também comenta a derrubada da decisão de Luís Roberto Barroso sobre aborto e as articulações envolvendo a sucessão do ministro do STF.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
No novo episódio de Linhas Cruzadas, Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé investigam uma questão provocadora: a adolescência sempre existiu ou é um luxo da modernidade?Pondé ironiza: “Adolescentes em escola, com 16, 17 anos, estão tentando resolver todos os problemas do mundo. Muito engraçado alguém de 16 anos achar que entende o que está acontecendo no mundo”.Com referências de Margaret Mead e Foucault, o programa mostra como a adolescência pode ser vista como um dispositivo de controle social e questiona: será que estamos prolongando demais essa fase e criando adultos frustrados?Uma conversa afiada que mistura filosofia, sociologia e crítica cultural, e que levará você a repensar sua própria juventude — e a forma como lidamos com as novas gerações.Não perca, quinta-feira, a partir das 22h na TV Cultura.
O Linhas Cruzadas desta semana fala sobre o desafio de tomar decisões. No mundo pós-moderno, cheio de incertezas e dilemas, ao decidir algo importante acabamos recorrendo à intuição, às emoções e até às crenças — mas será que isso funciona?Neste programa, Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé discutem por que decidir pode ser tão angustiante e o que realmente pesa na hora da escolha. Repleto de exemplos e provocações, Pondé chega a afirmar: “Não existe resposta plena para absolutamente coisa nenhuma. Talvez só para qual é a pizza que você escolhe.”Ao longo da conversa, Andresa apresenta também o conceito do filósofo americano John Kekes, que ensina que a vida é feita de dilemas sem soluções perfeitas — e que maturidade é aprender a viver com essa incompletude.E afinal, será que decidir é sempre perder alguma coisa? Essas e outras questões estarão no novo episódio do Linhas Cruzadas, quinta-feira, às 22h, na TV Cultura.▶️ BAIXE O APLICATIVO CULTURA PLAY ▶️- Play Store: http://bit.ly/3KUUHhI- Apple Store: http://apple.co/3LgEK72Inscreva-se no canal e clique no sininho para ser notificado das novidades!Siga as redes do Jornalismo TV Cultura!Facebook: https://www.facebook.com/jornalismotvculturaTwitter: https://twitter.com/jornal_culturaInstagram: https://www.instagram.com/jornalismotvcultura/TikTok: https://www.tiktok.com/@jornalismotvcultura?lang=pt-BRSite: https://tvcultura.com.br/
O país está sem Provedor de Justiça e houve mais um juiz do TC a renunciar ao cargo. Há decisões que implicam consensos na AR e estes são impasses provocados pela ascensão do Chega a segunda força.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Obrigada por ouvirem meu peeps ;)
Sabe aquela cena clássica de comemorar o aniversário no Outback, com direito a parabéns cantado e sobremesa na mesa? Ou a emoção de embarcar em uma viagem com a GOL para se conectar com quem você ama? Por trás desses momentos, existe muita estratégia, tecnologia e cuidado com cada detalhe. No episódio especial do Podcast Canaltech, feito em parceria com a Zendesk, conversamos com: Mauro Ciotto, Gerente de CX da Bold (holding que reúne marcas como Outback, Abbraccio e Aussie) e Luiz Borrego, CIO e líder de Inovação da GOL Linhas Aéreas. Eles contaram como suas empresas usam dados, IA e conexão humana para transformar clientes em verdadeiros fãs, seja no salão de um restaurante ou a bordo de um avião. Você também vai conferir: iPhone 17 chega ao Brasil por até R$ 18,5 mil, Microsoft decreta o fim do home office 100% remoto, proteja seu WhatsApp: dicas simples para evitar golpes e invasões, no espaço, até as células-tronco envelhecem mais rápido e BYD acelera e já ultrapassa a Honda no ranking de vendas no Brasil. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Wendel Martins, Marcelo Fischer, Viviane França, Nathan Vieira, Danielle Cassita sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Psicóloga, Mestrado em Análise do Comportamento e Doutorado em Psicologia Clínica, Renatha El Rafihi Ferreira.Só vem!>> OUÇA (92min 21s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: PODCAST ALÔ CIÊNCIA? - NOVA TEMPORADAIlustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte, este recado especial é dos nossos amigos do podcast “Alô, Ciência?”, que está com uma nova temporada no ar!Com a série “Nós na Evolução”, você vai acompanhar como nós, seres humanos, interferimos na evolução das espécies.São 6 episódios que abordam temas que vão desde a domesticação dos cães, o surgimento da agricultura, a relação do ser humano com as extinções de mamíferos gigantes, até os dias de hoje, com a urbanização, as superbactérias e os impactos das mudanças climáticas.Há mais de 8 anos, o "Alô, Ciência?" traz discussões no formato de mesa redonda, conectando ciência à sociedade, cultura e política.Mas, nesta nova temporada, a proposta é diferente: um formato narrativo, cheio de histórias envolventes, múltiplas entrevistas, relatos pessoais e uma imersão sonora que vai te transportar para o centro desses temas.A nova temporada do "Alô, Ciência?" já está disponível em todos os aplicativos de podcast. Então, não perca!No Spotify:https://open.spotify.com/episode/7LtLsW3zRbp9CiQDZbKIXQ?si=RRuuDWSfRm6VMmC8SdPN4A*Renatha El Rafihi Ferreira é Professora Associada do Departamento de Psicologia Clínica da Universidade de São Paulo e Professora Subsidiária do Departamento de Psiquiatria da USP.É também Orientadora no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e no programa de Pós-Graduação em Psiquiatria, ambos da Universidade de São Paulo.É Mestre em Análise do Comportamento pela Universidade Estadual de Londrina e Doutora (aprovada com louvor) em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo, com Pós-Doutorado e Livre-Docência pela Universidade de São Paulo.Realizou estágios de pesquisa no exterior durante o doutorado (Guy's and St Thomas NHS Foundation Trust - London, UK) e pós-doutorado (Virginia Tech - USA).Foi Certificada por Notório Saber em Psicologia do Sono pela Associação Brasileira do Sono - ABS e Sociedade Brasileira de Psicologia - SBP. É autora e revisora de artigos científicos em periódicos nacionais e internacionais. Editorial Board da BMC Psychology e do JCBS - Journal of Contextual and Behavioral Science. Membro da American Psychological Association (APA), da Association for Contextual Behavioral Science (ACBS), da Associação Brasileira do Sono (ABS) , da Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP), e da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental (ABPMC).Linhas de pesquisa: Psicologia do sono; Psicoterapia Comportamental; Psicoterapias comportamentais e contextuais para insônia e outras queixas de sofrimento mental em adultos; Desenvolvimento e implementação de tecnologias baseadas na ciência comportamental e contextual para saúde e políticas públicas.Lattes: http://lattes.cnpq.br/7333817930895569*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo