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We look at the mysterious story of how the third secret was commandeered by The Vatican from the third volume of The Whole Truth About Fatima.Please support the Our Lady of Fatima Podcast: http://buymeacoffee.com/TerenceMStantonLike and subscribe on YouTube:https://m.youtube.com/@OurLadyOfFatimaPodcastFollow us on X:@FatimaPodcastThank you!
Em França, milhares de pessoas foram autorizadas a regressar, esta segunda-feira, às localidades mais afectadas pelo mega incêndio que lavrou durante cerca de dez dias na província de Gironde, no sudoeste de França. As autoridades anunciaram que o fogo está controlado, depois de ter obrigado à retirada de cerca de 220 mil pessoas e consumido cerca de 42 mil hectares. Este é o incêndio florestal mais grave em França desde 1949, num verão que está a ser marcado por outros mega incêndios noutras regiões de França e também noutros países, especialmente no sul da Europa. O que fazer perante um cenário que se pode tornar norma e que tem vindo a ser antecipado pelo Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas? Para conversarmos sobre o tema convidámos Francisco Ferreira, presidente da ONG ambiental ZERO e director do Centro de Investigação em Ambiente e Sustentabilidade da Universidade Nova de Lisboa. RFI: Por que é que os incêndios em França têm sido tão intensos este verão? Francisco Ferreira, Presidente da ONG ambiental “ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável” e director do Centro de Investigação em Ambiente e Sustentabilidade da Universidade Nova de Lisboa: “Não podemos atribuir apenas a uma causa, mas sim a um conjunto de circunstâncias, um pouco como tiveram lugar em Junho e em Outubro de 2017 em Portugal, com uma enorme área ardida. Do ponto de vista da meteorologia, estamos a falar de umas características muito próprias que habitualmente são identificadas como 30-30-30, ou seja, 30% ou menos de humidade relativa, mais de 30 graus Celsius e velocidades de ventos superiores a 30 quilómetros por hora. São realmente circunstâncias que levam a uma enorme secura da vegetação, vegetação essa que com um historial de um clima que teve fases em que levou ao desenvolvimento de vegetação, nomeadamente rasteira, e depois a períodos de seca, com as ondas de calor que tiveram lugar, proporcionaram uma extensão muito rápida dos incêndios. Por outro lado, também, sem dúvida alguma, o local em causa. Estamos a falar de florestas de pinhal, de uma monocultura com uma enorme quantidade de combustível que, face às circunstâncias meteorológicas e climáticas, entraram naquilo que nós chamamos um ciclo positivo, em que um incêndio passa para um mega incêndio que se propaga com grandes velocidades, onde o vento também acaba depois, pela dinâmica do próprio incêndio, a ter um comportamento irregular e incontrolável do ponto de vista da previsão, com uma extensão e um impacto absolutamente brutais e incontroláveis.” Este “mega incêndio” na região de Gironde está a durar há mais de dez dias e só agora é que estão a deixar a população voltar para casa. O que é que explica que este mega incêndio tenha durado tanto tempo? “O problema é que quando nós temos esta mistura de muito combustível presente, circunstâncias meteorológicas que levam a que o incêndio possa ter um desenvolvimento muito maior que o normal, questões de ordenamento do território também a ajudar e quando se sabe também que tudo isto é resultado de um agravamento causado pelas alterações climáticas, ou seja, as alterações climáticas não são o aspecto decisivo, mas são sim uma agravante destes incêndios, que estamos a ter na Europa um conjunto de circunstâncias que levam a que estejamos com temperaturas muito elevadas e baixa humidade relativa, obviamente, estes incêndios tornam-se incontroláveis e a própria noção de criação de cumulonimbus que são nuvens de desenvolvimento vertical, ou seja, quando nós temos o ar a subir muito rapidamente, uma enorme deslocação vertical, se eu tiver também neste movimento da formação destas nuvens um incêndio no seu interior, digamos assim, isso leva àquelas línguas de fogo que são visíveis e que obviamente representam ainda um maior factor de descontrolo do incêndio em termos de previsibilidade e de extensão daquilo que pode vir a acontecer. O que é facto é que estes incêndios que temos assistido em vários locais, na proximidade de Madrid, na proximidade de Bordéus, também aconteceram em Portugal, no Pinhal de Leiria, em Setembro de 2017, na zona de Pedrógão Grande, em Junho de 2017, são resultado de um conjunto de circunstâncias. As ignições também são importantes. Em França, sabemos que nove em cada dez incêndios têm a ver com uma origem humana directa, seja ela por negligência ou criminosa.” Falou na monocultura do pinheiro, que é um tipo de vegetação mais inflamável. Como é que agora deve ser feita a reflorestação para não cometer os mesmos erros? “Talvez aqui o Pinhal de Leiria seja um exemplo que Portugal pode apresentar para França e para o resto da Europa porque nós tivemos realmente mais de 500.000 hectares ardidos, no total, no país em 2017 e no ano passado ainda tivemos 250.000 hectares de área ardida. Ora bem, como é que a recuperação ou reabilitação ou reflorestação tem sido feita? Acima de tudo, através da diversidade que nós conseguimos impor à paisagem, ou seja, não é retirar o pinheiro, mas é olhar para o ordenamento do território como um mosaico, um mosaico que tem diferentes espécies, umas que podem ser muito importantes do ponto de vista da sua produção - árvores para madeira, para outros fins - mas também com vegetação autóctone com maior resistência ao fogo, zonas agrícolas, ou seja, o truque está em eu não ter uma ocupação com base numa única espécie e contínua - mesmo que tenha alguns espaços para corredores para permitir atrasar a propagação do fogo e o seu combate, mas que se têm revelado insuficientes. Portanto, o truque está realmente na gestão florestal, nesta lógica de diversidade e de mosaico que poderão permitir atrasar a propagação, permitir o controlo da parte dos bombeiros e, acima de tudo, até garantir uma paisagem mais resiliente. O fogo faz parte das características do Mediterrâneo e de zonas de França, como Bordéus e outras, mas o problema é que nós temos uma paisagem que foi fortemente humanizada, assumindo um risco de incêndio que nos últimos anos tem vindo a aumentar e, portanto, nos obriga também a repensar a paisagem.” Tendo em conta as ondas de calor, as alterações climáticas, a sobreocupação humana da própria paisagem, os incêndios extremos vão tornar-se uma norma em França e no Sul da Europa? “É isso que o Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas tem vindo a dizer nos seus últimos relatórios, claramente identificando Península Ibérica, a França, a Grécia, a Turquia e a Itália como países onde os incêndios farão parte, infelizmente, de uma realidade com um clima diferente, mas onde as alterações climáticas são um dos factores e não apenas o único. O que é facto é que é um drama enorme para o próprio clima porque o clima está a aquecer porque temos mais dióxido de carbono na atmosfera e as florestas são precisamente onde nós conseguimos captar e armazenar este dióxido de carbono. Cada vez que temos um incêndio, nós estamos a recolocar esse dióxido de carbono, que estava armazenado, na atmosfera, para além, obviamente, de todos os prejuízos, sejam eles directamente em vidas humanas, seja para os bens, seja para a poluição do ar, que afecta também não apenas as zonas circundantes, mas zonas bem distantes, como vimos há poucas semanas no caso dos grandes incêndios rurais do Canadá.” Falámos na prevenção, mas no que toca à gestão da crise, a França teve de recorrer a meios aéreos europeus, incluindo de Portugal, para combater o mega incêndio do distrito de Gironde. A França está preparada para este tipo de incêndios? “Eu acho que nenhum país da Europa está preparado para este tipo de incêndios e nem deve estar, entre aspas, porque nós temos que ter um equilíbrio, eu diria até uma predominância dos investimentos na prevenção e não tanto no combate. O que é facto é que o mecanismo europeu procura dar esta resposta para que cada país - às vezes, alguns com dimensão pequena, como Portugal - não tenha que ter um conjunto de meios que tem custos enormes, como são os meios aéreos, e que possamos usar entre os vários países europeus - e também no caso de Portugal, recorrendo a Marrocos - este tipo de resposta coordenada.”
US Ambassador on submarine security, geopolitical tourism boost for Portugal & Italian frigatesOn Wednesday 22 July 2026, Carl Munson's Good Morning Portugal headlines highlight the U.S. Ambassador to Portugal stressing the importance of reliable submarine cable infrastructure for national security, as the country aims to become a major European tech hub. Other stories include the introduction of a special exam period to fix this summer's exam correction chaos, 1,600 Leiria residents still without fixed-line phone service six months after Storm Kristen, a tourism occupancy surge driven by geopolitical shifts, record-high seawater temperatures along the Portuguese coast, the Faro Motorcycle Rally drawing 17,000 visitors, and Portugal's plan to acquire three Italian frigates for defence modernisation.More at - www.portugalforeignersforum.com/news & www.portugaltalkradio.comBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/the-good-morning-portugal-podcast-with-carl-munson--2903992/support.Get help moving to and living in Portugal
A partir do próximo ano letivo, os desportos de disco vão chegar às escolas portuguesas. Uma conquista que resulta de mais de 20 anos de trabalho de um investigador do Politécnico de Leiria.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal enfrenta cinco incêndios considerados críticos, com o de Vouzela a concentrar a maior preocupação. Perante a gravidade da situação, o Governo ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e os acordos com Espanha e Marrocos. Espanha respondeu de imediato, enviando um avião Canadair. O país está sob alerta devido ao calor extremo e ao elevado risco de incêndio, com milhares de operacionais mobilizados no combate às chamas. Para debater a situação em que se encontra Portugal, Bernardo Ferrão e Ângela Silva moderam o Expresso da Meia-Noite de 03 de julho, com Carlos Câmara, climatologista; Rui Rocha, secretário de Estado da Proteção Civil; Gonçalo Lopes, presidente da Câmara Municipal de Leiria; e Duarte Costa, e especialista em alterações climáticas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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As autarquias continuam a preparar-se para a vaga de calor que já atinge o país. Neste Explicador, os autarcas de Braga, Leiria e do Entroncamento, explicam o que está a ser feito. See omnystudio.com/listener for privacy information.
The Nigeria national football team, the Super Eagles, played against Portugal in Leiria and unfortunately lost 2-1. Pedro Neto put the hosts ahead before Akor Adams scored the equaliser. But a late goal by Francisco Conceição gave the hosts the win just before they head to the World Cup.Olu reviews the game, discusses Eric Chelle's team selection, and gives his thoughts on how the players handled themselves against the 5th-best side in the world. He also speaks about the positives, areas to improve, and Nigeria's momentum before the AFCON 2027 qualifiers, which begin in September 2026.Check out our website: nigeriafootballweekly.com Follow Nigeria Football Weekly:Twitter - https://twitter.com/NFWPod Instagram - https://www.instagram.com/nigeriafootballweekly/ TikTok - https://www.tiktok.com/@nigeriafootballweekly Facebook - https://www.facebook.com/NigeriaFootballWeekly Linktree - https://linktr.ee/nigeriafootballweekly Email - olu@nigeriafootballweekly.com(00:00) Intro(01:09) Starting Lineups(02:26) Alex Iwobi's 100th Cap(02:53) Key moments from the game(08:25) General thoughts(13:300 Nigeria's struggles(15:41) Positives for Nigeria(17:06) Nigeria's pool of players going forward
No relatório da primeira Presidência Aberta que fez, António José Seguro apontou o dedo ao governo pela descoordenação na resposta à tragédia na zona de Leiria, depois da passagem da tempestade Kristin. Há outras matérias, como a legislação laboral, a saúde ou a aprovação do orçamento do Estado que podem fazer subir a tensão entre o Palácio de São Bento e o Palácio de Belém. O que vale isto tudo? À procura de uma resposta, conversamos com o director-adjunto do Expresso, David Dinis.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O alerta é do vereador da Proteção Civil. Luís Lopes lembra que devido à tempestade Kristin é necessario limpar cerca de 10 mil ha. Falta de meios em Leiria obriga a procurar recursos fora da região.See omnystudio.com/listener for privacy information.
In this special episode, Dylan is joined by Teresa Serrenho, Gerald Rots, and Filip D'havé to explore something many people feel when they move here: Portugal's incredible sense of community.After one of the worst storms in Portugal's history caused major damage across the Leiria region, locals and internationals came together to help those in urgent need. Teresa shares how Associação MVC quickly stepped in to support affected families. Gerald and Filip explain why the local expat community has also joined this cause.From life on the Silver Coast to Portuguese culture, resilience, community spirit, and the upcoming charity fundraising concert in Caldas da Rainha on May 23, this episode shows the real heart of Portugal.SUPPORT THIS EVENT:GET TICKETS OR DONATEEVENT ON FACEBOOKGET IN CONTACTABOUT PORTUGAL THE SIMPLE LIFE PODCAST:"Portugal - The simple life”, an insider's perspective to Portugal.We already know about Portugal's fantastic weather, food and people. In this podcast, we go deeper to meet the people who make this country so wonderful.Dylan, who has made his life in Portugal, shares an insider's perspective on what makes Portugal the unique, beautiful and fantastic country it is. Join him and his guests weekly as they shed light on the lifestyle that makes Portugal so appealing. Don't forget to subscribe to our Podcast to receive more stories about living and moving to Portugal! SPONSOR:Portugal Realty, a Leisure Launch group company, sponsors this episode.
Veio o vento e a chuva. Vieram a “Krirstin”, o “Leonardo” e a Marta. Voaram telhados, morreram vizinhos. O Governo fez promessas de ajudas rápidas e auto-elogios e, no dia 28 de abril, apresentou o PTRR, um plano de médio e longo prazo para todo o país. Mas no distrito de Leiria (e noutras zonas do país) ainda há estradas cortadas, pessoas desalojadas e empresas em dificuldades. Passados quase 100 dias do início do comboio de tempestades , e Expresso está esta semana em Leiria preparar uma edição que quer mostrar que não nos esquecemos de quem ainda não recuperou. E a Comissão Política também se reuniu a partir daquela cidade para debater as necessidades das populações e as respostas do Governo. Nesta edição do podcast feita a partir de Leiria, mas também ligado a Lisboa, participam os comissários residentes David Dinis e Vítor Matos e as jornalistas Paula Caeiro Varela, que acompanhou a apresentação do PTRR, e a Juliana Simões, jornalista da secção de Economia que viveu e tem família no concelho vizinho de Ourém, em Caxarias. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração de Carlos Paes, com ajuda de IA.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na madrugada do dia 28 de Janeiro, a tempestade Kristin entrou com toda a força na zona Centro do país e provocou estragos avultados. Demorou a descobrir a dimensão da tragédia, porque durante vários dias uma parte significativa daquele território ficou sem electricidade e sem comunicações. Cem dias depois, a maioria dos apoios prometidos em cima da tragédia continua sem chegar. O Expresso não esquece e leva parte da redação até Leiria para mostrar tudo o que falta fazer. Neste episódio, conversamos com o diretor João Vieira Pereira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Gonçalo Lopes, presidente da Câmara Municipal de Leiria, diz que há obras que não podem esperar até 2035 e que o financiamento é preciso no terreno já "amanhã".See omnystudio.com/listener for privacy information.
O inverno trouxe um comboio de tempestades e há árvores caídas que são combustível para incêndios. Leiria avança com prevenção, mas e o resto do país? Estamos a fazer o suficiente antes do verão?See omnystudio.com/listener for privacy information.
"I have to say that the best experience was to conduct choirs on many levels, with amateurs who loved what they did, it was a pleasure working with them just because of that, and also working with higher-level groups and being able to do other things. I started teaching children from 6 years old up to 20. I had non-auditioned groups and more advanced students. That for me was my best teaching experience."Tiago Marques studied Piano, Guitar, Singing and Choral Conducting at the Academia de Amadores de Música (AAM) and the Escola Artística de Música do Conservatório Nacional (EAMCN), Portugal's largest and most prestigious school in primary to secondary music education. Between 1992 and 1996 he got a Bachelor's Degree in Composition at the Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), studying under Christopher Bochmann and António Pinho Vargas.Between 1997 and 2002 he studied Choir Conducting at the Utrechts Conservatorium and the Conservatorium van Amsterdam under Daniel Reuss, Jos Vermunt and Jos van Veldhoven. His Bachelor's Degree's final exam included both classical music and close-harmony (jazz, latin and pop music for vocal ensembles), a genre in which he has been specializing for many years while singing in, conducting and writing for several choirs and vocal groups. He followed summer courses and workshops in this genre with, among others, Darmon Meader, Peter Eldridge, Kim Nazarian and Lauren Kinhan (New York Voices), Michele Weir and Phil Mattson (P.M. Singers), Anders Edenroth and Peder Karlson (The Real Group), Ward Swingle and Jonathan Rathbone (The Swingle Singers) and Jens Johanssen (Vocal Line). In 2011 and 2012 he got two Master's Degrees in Choral Conducting (both Performance and Teaching) at the ESML.Between 1994 and 1997 he taught Choir, Chamber Music and Harmony and Musical Analysis at the AAM and the Escola de Música do Orfeão de Leiria. Since 2005 he has been a Choir teacher at EAMCN, heading the Ensemble Music Department since 2024.In Portugal, the Netherlands and Czechia he conducted several choirs and sang in high level ensembles of music genres such as early music, opera, contemporary and close-harmony. At the moment he conducts Musaico, an advanced choir in the EAMCN, and Coro da Ermida, both of which have been gold medallists in international competitions.Tiago Marques is also a composer and arranger, having a number of works performed and recorded by choirs and vocal ensembles in Portugal, Spain, France, the Netherlands and Czechia, as well as an award at the International Vocal Group Festival in Tilburg (2004) for Best Arrangement.To get in touch with Tiago, you can find him on Facebook (@tpnmarques).Email choirfampodcast@gmail.com to contact our hosts.Podcast music from Podcast.coPhoto in episode artwork by Trace Hudson
Ben and Uli are joined by war game legend, Mark Herman to talk aboout the importance of historical games. Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/five-games-for-doomsday--5631121/support.Support the show here
Ben sits down with Friedemann Friese to talk Leira Con and his life in games. Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/five-games-for-doomsday--5631121/support.Support the show here
No final dos anos 90 tornou-se uma espécie de ‘rockstar’ instantânea enquanto vocalista e figura de proa dos Silence 4, a banda de Leiria que marcou uma geração. Mas David Fonseca afirma não ter saudades do que ficou no caminho. “O passado não é assim tão especial. Aos que olham muito para trás digo: ‘acordem’. O passado pode morder-vos o rabo.” Mais de duas décadas depois de se afirmar a solo, o músico prepara o lançamento de um novo álbum, cantado inteiramente em português, com um single já cá fora, chamado “Nada a Perder”. Uma canção que retrata uma fase pessoal de maior libertação. “Até tenho medo do que vem aí. Faço literalmente o que me apetece e passa pela cabeça.” Ouçam-no nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas” de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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O autarca de Leiria, Gonçalo Lopes, explica que, até agora, só os seguros contribuíram para minimizar o impacto orçamental do município que disparou logo nas primeiras semanas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Tempestade Kristin deixou milhões de árvores no chão, incluindo no Pinhal de Leiria. Com as matérias inflamáveis, o risco de grandes fogos aumenta. Haverá motivo para alarme? O que fazer?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alberto Gonçalves comenta a imputação dos ventos na região de Leiria às alterações climáticas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alberto Gonçalves comenta a imputação dos ventos na região de Leiria às alterações climáticas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante dias, vimos um país a duas velocidades. Em Leiria, uma cidade e uma região devastada, com infraestruturas destruídas, empresas paradas e milhares de pessoas sem eletricidade. Um território em colapso, onde o Estado parecia não chegar, ou chegar tarde. Em Coimbra, dias depois, uma cidade que se preparava para o pior, com evacuações, barragens a descarregar e uma tentativa de controlar o que já não dependia apenas da chuva, mas da forma como o sistema estava montado para responder a ela. Podemos ser benévolos e dizer que a diferença está entre os momentos: a surpresa e a compreensão do que estava em causa. Entre o “país de faz de conta”, gritado pelo presidente da Câmara de Leiria a um governo que parecia ignorar o sucedido, e a “coordenação” elogiada por Ana Abrunhosa abriu-se uma fratura difícil de ignorar. Falharam comunicações, falhou o SIRESP, falhou a resposta nacional — mas também ficou exposto algo mais profundo: um país com infraestruturas pensadas para um clima que já não existe, pouca manutenção e um Estado que reage de forma desigual consoante o território. O Governo anuncia agora milhares de milhões para a reconstrução, mas levantam-se mais dúvidas do que certezas. Estamos a responder à emergência ou a aproveitar a crise para aprovar medidas que o governo sabe polémicas, como a reformulação do INEM e Proteção Civil? E, ao condensar um programa de governo no que deviam ser apoios de urgência à reconstrução de infraestruturas e empresas, não estamos a correr o risco de atrasar a resposta? No Perguntar Não Ofende, conversamos com os dois rostos que estiveram na linha da frente desta resposta e foram elogiados por serem, por um lado, o rosto do Estado que não falhou, e, por outro, a voz das populações quando ela era urgente. Gonçalo Lopes é presidente da Câmara de Leiria desde 2019 (quando substituiu o presidente Raul Castro), e Ana Abrunhosa é presidente da Câmara de Coimbra há escassos meses. Falamos sobre o que estas cheias nos dizem sobre o país, a organização do Estado e a forma como tratamos o território e preparamos o futuro. E sobre o futuro destas regiões devastadas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Anabela Graça, vice-presidente da Câmara Municipal de Leiria, lamenta que autarquia esteja sobrecarregada com burocracia dos apoios públicos e pede mais ajuda ao governo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ana Filipa Soledade fala em "cenário de guerra" e garante que ainda se avaliam estragos causados pela tempestade. A diretora do Departamento da Coesão Social de Leiria afirma que há 19 desalojados.See omnystudio.com/listener for privacy information.
João Lavos, comandante dos Bombeiros de Vieira de Leiria, afirma que houve pessoas a deslocarem-se ao quartel para pedir ajuda devido à falta de rede. Quartel e viaturas ainda precisam de reparações.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A célebre peça de teatro do dramaturgo espanhol Alejandro Casona “As Árvores Morrem de Pé”, que significa a força do carácter perante a tragédia como uma árvore morta por dentro mas que se mantém de pé, perde o sentido quando se chega à zona de Leiria, por onde passou a tempestade Kristin que derrubou milhões de árvores — as mais fortes arrancando-as da terra pela raíz e as mais frágeis partindo-as a meio. Neste episódio conversamos com a jornalista Carla Tomás, que escreveu este texto a quatro mãos com a jornalista Raquel Moleiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Emissão especial no estádio de Leiria, com relatos emocionantes e informações preciosas para quem pretende ajudar as populações afetadas pela tempestade Kristin.
Quatro mortos, mais de 230 feridos e uma cidade sem luz, água ou comunicações. O relato de Leiria nas horas mais críticas depois da passagem da tempestade Kristin.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma Prova Oral sem convidado, mas com um foco indispensável: Ajudar.
Alberto Gonçalves comenta algumas reações à tragédia de Leiria.See omnystudio.com/listener for privacy information.
In this conversation, Ana Caramujo from Savvy Cat Realty discusses the complexities of the real estate market in Portugal, focusing on ethical practices, market dynamics, and the challenges faced by expats. She shares insights on the Algarve and Lisbon markets, the competitive rental landscape, safety concerns in various neighborhoods, and emerging opportunities in the Silver Coast and Northern Portugal. Ana emphasizes the importance of transparency, working with buyer agents, and being cautious of rental scams, providing valuable advice for both buyers and renters in the Portuguese real estate market.Places mentioned: Lisbon, Porto, Braga, Guimarães,Vila Nova de Gaia, Leiria, Viana do Castelo, and Gerês.