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Uma jogadora do Barcelona é confundida com uma das grandes estrelas do clube... na versão masculina! Regressa a Champions: hoje o Porto, amanhã o Sporting.
Neste primeiro programa depois das férias, convidamo-lo a conhecer a Casa de Ronfe, nos Vinhos Verdes, onde João Nicolau de Almeida passou os melhores verões da sua infância, e onde agora produz vinhos com os seus filhos. Depois, o Chef Rui Paula recebe-nos na sua Casa de Chá da Boa Nova para falar de oceanos.
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Mercado Flash, 15 de julho. Neste episódio falamos sobre Ibrahima Ba, central do FC Famalicão no radar do Benfica. No caminho inverso pode seguir Gonçalo Moreira. Cardoso Varela, de forma surpreendente, vai retornar ao FC Porto.
Mercado Flash, 15 de julho. Neste episódio falamos sobre Ibrahima Ba, central do FC Famalicão no radar do Benfica. No caminho inverso pode seguir Gonçalo Moreira. Cardoso Varela, de forma surpreendente, vai retornar ao FC Porto.
Passo a passo, Israel vai avançando na ocupação da Palestina. Hebron, cidade patromónio da humanidade, alberga 200 mil palestinianos e escassos milhares de judeus. Uma crónica de Francisco Sena Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O popular apresentador fala dos programas de cozinha que o tornaram conhecido, da tábua de queijos que derreteu aos 40 graus e da curiosidade que continua a guiá-lo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mercado Flash, terça-feira, 2 de junho. Neste episódio falamos sobre o regresso de um avançado ao FC Porto, o interesse de um colosso europeu por um ativo do Sporting e a iminente chegada do novo treinador do Benfica. No mercado internacional, a dança de treinadores continua bem agitada.
Mercado Flash, terça-feira, 2 de junho. Neste episódio falamos sobre o regresso de um avançado ao FC Porto, o interesse de um colosso europeu por um ativo do Sporting e a iminente chegada do novo treinador do Benfica. No mercado internacional, a dança de treinadores continua bem agitada.
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Tem 70 anos, está em grande forma, e fez história no futebol espanhol! A primeira mulher dona de uma SAD em Portugal.
Do turbilhão de notícias referentes ao estreito de Ormuz, o que parece sair da confusão é o facto de Trump ter passado a dizer que não tem pressa e que não são as eleições intercalares de novembro que vão mudar alguma coisa no braço de ferro com o Irão. À Assembleia da República está de regresso Pedro Nuno Santos. O ex-líder do PS volta como deputado socialista e já deixou recados internos. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 23 de abril. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Com Joana Azevedo
O investigador luso-belga Joseph Figueira Martin foi libertado na terça-feira, 7 de Abril, após quase dois anos de detenção na República Centro-Africana, na sequência de uma mediação diplomática liderada por Portugal com o apoio da Bélgica e de instituições europeias. O caso, marcado por acusações contestadas e condições de detenção severas, termina com um desfecho humanitário, embora persistam dúvidas sobre os contornos da detenção. A libertação de Joseph Figueira Martin, detido desde Maio de 2024 na República Centro-Africana (RCA), foi anunciada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, perante a Comissão dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades Portuguesas, numa comunicação que classificou como uma “batalha difícil” de quase dois anos. O chefe da diplomacia portuguesa destacou o esforço concertado de várias instituições nacionais e internacionais: “Houve aqui um trabalho conjunto muito grande. Isto deve-se ao esforço de todos os órgãos de soberania, dos serviços diplomáticos, das Forças Armadas e também das autoridades belgas, que trabalharam connosco em estreita cooperação.” Paulo Rangel sublinhou, ainda, a relevância das condições humanitárias na decisão final: “A situação humanitária era de facto muito difícil. As condições de detenção eram extremamente duras. Foi essa a razão pela qual lhe foi concedida uma medida de clemência.” Segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros português, foram realizadas “várias missões discretas” com o objectivo de garantir a libertação do investigador. Joseph Figueira Martin tinha sido capturado no sudeste da RCA por forças associadas ao grupo Wagner, permaneceu detido em Bangui durante mais de 22 meses, incluindo em instalações descritas como severas. Em Novembro de 2025, foi condenado a 10 anos de trabalhos forçados por alegados crimes contra a segurança do Estado, acusações sempre rejeitadas pela família. O eurodeputado socialista português Francisco Assis saudou o desfecho, destacando o papel da diplomacia portuguesa e das instituições europeias: “Foram feitas várias diligências, sobretudo pelos governos de Portugal e da Bélgica. Essa acção diplomática bem-sucedida permitiu alcançar este resultado, que nos deixa profundamente satisfeitos.” Francisco Assis considerou que o Parlamento Europeu actuou de forma adequada: “O Parlamento Europeu fez o que tinha que fazer, pugnou pelo respeito pelos direitos humanos e pela defesa dos cidadãos europeus. Agiu de forma responsável e correcta.” O eurodeputado português salientou, ainda, o carácter humanitário da decisão das autoridades centro-africanas: “Houve uma atitude de clemência que saudamos. Este é o momento para celebrar a libertação, não para fazer outras avaliações.” A decisão de libertar o antropólogo aconteceu depois da tomada de posse do Presidente da RCA para um novo e terceiro mandato, o que, segundo Paulo Rangel, poderá ter facilitado o gesto, embora enquadrado num compromisso previamente assumido de considerar razões humanitárias após o encerramento do processo judicial. O caso mobilizou a União Europeia, levantando preocupações quanto à segurança de cidadãos europeus em regiões instáveis e ao papel crescente de actores externos, como a Rússia, na região. Ainda assim, Francisco Assis relativizou leituras geopolíticas mais amplas: “Este caso é um caso em si mesmo. É positivo quando razões humanitárias prevalecem.” Joseph Figueira Martin encontra-se actualmente sob observação no hospital militar em Lisboa, depois de ter regressado a Portugal a bordo de um avião militar. Apesar do desfecho, permanecem por esclarecer as razões exactas da sua detenção e os termos concretos do acordo que conduziu à sua libertação, num processo que expôs fragilidades mas também a capacidade de resposta diplomática europeia.
Regressa com novo música e novos projetos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
“É impossível estar no PSD de hoje.” É com esta frase que a antiga governante e deputada do PSD Manuela Aguiar se desfilia do partido que diz agora não reconhecer. Em entrevista à rádio TSF, a histórica social-democrata critica as “alianças constantes” com o Chega, sobretudo no tema da imigração. Isto quando se fala no regresso de Passos Coelho para voltar à liderança do PSD e agregar a direita.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O podcast de filmes e de séries da Rádio Comercial
Pedro Abrunhosa tem um novo disco onde a palavra está no coração das 11 novas canções. “Inverbo”, descreve o músico, é um álbum onde a música é uma nuvem que envolve as letras. Neste Ensaio Geral fomos ver “A Gaivota”, no Teatro da Trindade, em Lisboa, e o espetáculo “Casa”, da Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo, no Capitólio. Ainda o cartaz do Microsons, em Palmela, e as sugestões de Guilherme d'Oliveira Martins.
A Bolsa portuguesa teve em 2025 o melhor ano desde a crise da dívida soberana. O principal índice regressou a níveis pré-troika depois de 15 anos: o que esteve por trás deste desempenho? A análise deste tema foi feita pelo jornalista da secção de Economia do Expresso Gonçalo AlmeidaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
The Big Ones com Manuel GénioBezos regressa com startup de AIBuffett aposta na Alphabet antes da reformaAmazon lança robôs e AI para otimizar operações#Bezos #Bugget #Amazon
A 35ª edição da mais importante competição de futebol da África começa neste domingo (21) no Marrocos. A seleção anfitriã mede forças contra Comores e sonha com o bicampeonato, já que conquistou seu primeiro título em 1976. Adversário do Brasil na estreia na Copa do Mundo de 2026, Marrocos foi semifinalista do último Mundial, em 2022; o melhor resultado da história de um país africano no torneio. Marcio Arruda, da RFI em Paris A Copa Africana de Nações (CAN), realizada entre dezembro e janeiro, vai reunir 24 países, que têm apenas um objetivo: o título continental. Essa CAN promete ser a mais prestigiada da história da competição, já que sete das nove seleções que vão disputar a Copa do Mundo de 2026 estarão em campo. “Esta edição vai ter muito mais pessoas assistindo porque, no Mundial do próximo ano, nove seleções africanas vão participar. Entre as que estarão na Copa do Mundo, apenas Cabo Verde e Gana não vão jogar esta CAN. Mas a verdade é que as outras sete vão estar presentes e será uma oportunidade para os treinadores que vão enfrentá-las na próxima Copa observarem suas forças e suas fraquezas e já fazerem um trabalho de preparação", analisa Marco Martins, jornalista português especializado na Copa Africana de Nações. "Em jogos amistosos, estas seleções podem esconder um pouco as táticas, a maneira de jogar, quem são as estrelas e como são técnica e taticamente. Mas desta vez é uma competição oficial. É um torneio que as seleções africanas adoram; para elas, é uma honra conquistar esse troféu. É como a Eurocopa para os europeus. É um orgulho ser a principal seleção do continente. E agora as seleções não vão poder esconder o jogo”, argumenta Martins. Leia tambémSeleção brasileira muda postura em campo com Ancelotti e torcedores sonham com hexa Pensando no Mundial de 2026, o jornalista ressalta que é a chance do treinador da seleção brasileira, o italiano Carlo Ancelotti, e sua comissão técnica avaliarem um dos adversários da equipe no torneio da Fifa. "O Brasil, por exemplo, vai jogar contra o Marrocos na Copa. Então, será uma oportunidade para o técnico Ancelotti tomar algumas notas e ver o potencial da equipe marroquina. Esta será uma CAN muito assistida justamente pelo fato de que faltam aproximadamente seis meses para a Copa do Mundo. Esta edição vai despertar muito mais interesse e terá uma grande visibilidade", completou Marco Martins. Sotaque português na Copa Africana Se Cabo Verde, que estará na Copa do Mundo, não vai disputar a CAN, outras duas seleções lusófonas jogarão em estádios marroquinos. “Temos a presença de Angola e Moçambique. Penso que são duas seleções que caíram em grupos bastante difíceis, mas eu realmente acho que podem fazer uma boa figuração no torneio”, opinou o técnico português Nuno da Silva. O treinador, que recentemente integrou a comissão técnica do União Desportiva do Songo, de Moçambique, analisou as chances da seleção moçambicana, que já disputou seis Copas Africanas e vai estrear nesta edição contra a atual campeã Costa do Marfim. “O grupo de Moçambique está estruturado com o retorno do capitão Dominguês e de outros jogadores que há anos fazem parte do elenco. Os jovens que têm entrado ainda não têm lugares cativos entre os 11 titulares. O grupo se manteve uniforme e isso pode ser uma vantagem para a seleção moçambicana”, disse. “Em uma competição como esta não se trata de ter grupos fáceis ou não. O momento de cada seleção vai ditar muita coisa na competição”, resume Nuno da Silva. Nuno também tem passagem pelo Interclube, um dos principais times de Angola. O treinador de 40 anos analisou a seleção angolana, que fará sua décima participação na CAN e, nesta edição, disputará seu primeiro jogo contra a África do Sul. “No grupo de Angola tem um novo técnico que já teve passagem pela seleção como treinador adjunto. Regressa agora ao país que conhece, mas numa função distinta e de mais importância. O grupo teve alguns regressos que estavam fora com o treinador anterior, teve também algumas perdas, e penso que neste aspecto, comparado a Moçambique, a seleção de Angola tem algo a perder porque vai precisar de mais tempo para assimilar as ideias do treinador”, explicou. Salah turbinado para esta CAN? Um dos favoritos no grupo de Angola é o Egito, maior vencedor da Copa Africana de Nações com sete conquistas. Entretanto, a última foi há 15 anos, em 2010. Principal jogador da seleção egípcia, Mohamed Salah, que busca sua primeira conquista pelo país, atravessa um momento delicado em seu clube, o Liverpool, da Inglaterra. O treinador da equipe, Arne Slot, deixou Salah fora do time titular nas últimas rodadas da Premier League. Tudo porque o atacante o criticou publicamente. E será que o técnico Nuno da Silva acha que essa desavença pode prejudicar o rendimento do jogador na seleção do Egito? “Sinceramente, por se tratar de uma relação clube-seleção, eu acho que pode dar uma força enorme ao atleta. Penso que isso, a relação dele com o treinador Arne Slot, é um problema interno do Liverpool. Voltar a ser o rosto e o símbolo da nação egípcia pode motivar bastante o Salah para a CAN. Acho que o Egito pode ficar muito mais forte com o Salah presente”, opinou Nuno. Equilíbrio entre os favoritos Além do Egito, há outras seleções favoritas ao título desta edição. Algumas por terem um jogador que pode decidir uma partida, outras pela força coletiva. “Não sei se poderá haver surpresas porque, no fundo, há muitas equipes que são favoritas, como o Marrocos, que é anfitriã, o Egito, que tem o Mohamed Salah, e a Nigéria, que conta com o Victor Osimhen. Há também a Tunísia, que é muito forte coletivamente, o Senegal, que vai a campo com Sadio Mané, a Argélia, que se destaca pelo coletivo, e finalmente a Costa do Marfim. Todas essas podem alcançar o título e estamos falando de um leque de quase dez seleções. A surpresa aconteceria se uma das duas seleções lusófonas, que até hoje nunca foram campeãs, chegasse ao título", afirmou Marco Martins. "É importante falar que há um tipo de hierarquia, como acontece na América do Sul e na Europa. Na África, temos oito ou dez seleções que podem conquistar a CAN", explica o jornalista Marco Martins. "Então, eu não espero surpresa nesta edição. Daquelas que citei, se uma delas for campeã, para mim não será surpreendente”, cravou. O treinador Nuno disse que “os candidatos ao título acabam por ser os habituais, como Marrocos, por jogar em casa, Costa do Marfim, por ser a atual campeã, e outras seleções que podem ter boas atuações. Eu acho que Moçambique pode fazer uma 'gracinha' no grupo e ir longe na competição. Angola, claramente pela qualidade da seleção, pode pensar em algo além da simples passagem pela fase de grupos”. O jornalista Marco Martins não acredita que as duas seleções de língua portuguesa chegarão longe nesta CAN. “Se Angola ou Moçambique vencerem, será uma surpresa. Penso o mesmo sobre a Guiné Equatorial, Sudão, Botsuana e Benin”, opinou. Campeã aos trancos e barrancos Marco também lembrou o título da Costa do Marfim na última edição da Copa Africana. “Foi uma surpresa a Costa do Marfim alcançar o título. Apesar de jogar em casa, a campanha foi turbulenta. Lembro que algo não funcionava naquela seleção nos primeiros jogos e houve a troca de técnico. Era o clique que precisavam. Conseguiram avançar da fase de grupos graças a uma combinação de resultados. A classificação para as oitavas de final parece ter sido a motivação extra que a equipe precisava. Situação rara, mas não inédita. Na Eurocopa de 2016, Portugal terminou em terceiro no seu grupo e avançou às oitavas por ter sido um dos melhores terceiros colocados na competição”, contou o jornalista português. O regulamento daquela Euro permitia a classificação às oitavas das duas melhores seleções de cada grupo, além de quatro equipes com melhor desempenho entre as que ficaram em terceiro lugar nas suas respectivas chaves. “Depois de passar pela fase de grupos, Portugal conseguiu chegar à final e foi campeão ao vencer a França, que jogava em casa no Stade de France. Isso mostra que, de vez em quando, seleções e clubes conseguem dar a volta por cima. Na temporada passada, por exemplo, o PSG teve muitas dificuldades na Champions League. Na penúltima partida da primeira fase contra o Manchester City, em determinado momento, o PSG estava sendo eliminado, mas conseguiram reverter a situação, ganharam o jogo, se classificaram para os playoffs somente na última rodada, avançaram na competição e venceram a Liga dos Campeões. E algo parecido aconteceu com a Costa do Marfim”, completou. Apesar de ter conquistado o título da última edição da CAN, a equipe marfinense teve uma campanha irregular, que ficou marcada pela troca de treinador durante a competição. Depois da fase de grupos, o francês Jean-Louis Gasset foi demitido e o auxiliar marfinense Emerse Faé assumiu o comando da seleção até a vitória na final por 2 a 1 diante da Nigéria. Grupos desta edição da CAN: Grupo A: Marrocos, Mali, Zâmbia e Comores Grupo B: África do Sul, Zimbábue, Egito e Angola Grupo C: Tanzânia, Nigéria, Tunísia e Uganda Grupo D: Senegal, Botsuana, RD Congo e Benin Grupo E: Argélia, Guiné Equatorial, Burkina Faso e Sudão Grupo F: Camarões, Gabão, Moçambique e Costa do Marfim O jogo de abertura da Copa Africana de Nações será entre Marrocos e Comores. A final está prevista para o dia 18 de janeiro de 2026. Campeões na história da Copa Africana de Nações: Egito: 7 (1957, 1959, 1986, 1998, 2006, 2008 e 2010) Camarões: 5 (1984, 1988, 2000, 2002 e 2017) Gana: 4 (1963, 1965, 1978 e 1982) Nigéria: 3 (1980, 1994 e 2013) Costa do Marfim: 3 (1992, 2015 e 2023) RD Congo: 2 (1968 e 1974) Argélia: 2 (1990 e 2019) Etiópia: 1 (1962) Sudão: 1 (1970) Congo: 1 (1972) Marrocos: 1 (1976) África do Sul: 1 (1996) Tunísia: 1 (2004) Zâmbia: 1 (2012) Senegal: 1 (2021)
Desfile da Victoria's Secret regressa com uma passerelle repleta de estrelas8082575b-d1aa-f
"Trump fez tudo para cancelar o meu programa". Jimmy Kimmel regressa à TV emocionado039584
Regressa a semana e regressa também Gustavo Santos, em quem, segundo apurou a Joana, não entra nada.
Uma mãe escreveu-nos a contar a angústia que vive: com uma bebé de 8 semanas vai ter de regressar ao trabalho mais cedo do que previa. Sem rede de apoio, pergunta-se como conciliar tudo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Quarteto Fantástico – Primeiros Passos” chega aos cinemas num estilo retro-futurista. É o regresso da primeira família da Marvel num filme de super heróis que é mais do que isso: é sobre ser humano. Como diz Pedro Pascal, o “Senhor Fantástico”, "sem a família perdemos o nosso cérebro". E é sobre isso mesmo que este filme demonstra: que por mais poderes e por mais tecnologia, no final, o que nos salva não é a força, mas sim a ligação humana.
O podcast de filmes e de séries da Rádio Comercial
Trump volta a ser protagonista, mas agora a visada é a UE. E será que o incidente que vitimou um casal judeu israelita, nos EUA, foi um ato de terrorismo ligado ao conflito no Médio Oriente?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cantora e compositora, precisou de um tempo de recolhimento para se apaixonar de novo pelo que faz e descobrir o quer que dizer ao mundo. Regressa agora com novo álbum, Puras Donzelas.
A actualização da declaração de interesses do primeiro-ministro no Portal da Transparência voltou a colocar em destaque o caso da empresa familiar de Luís Montenegro. O conhecimento de mais sete empresas clientes da Spinumviva fez aumentar o escrutínio sobre a relação dessas empresas com o Estado. O PSD procurou desviar o debate para a fonte da notícia, insinuando que teria sido um deputado do PS. Neste caso, como em todos os outros, os jornalistas não revelam as suas fontes. Um deputado do PSD sugeriu que a PJ deveria verificar os telemóveis dos deputados que tiveram acesso à informação. Neste episódio, conversamos com o director-adjunto do Expresso David Dinis.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um comunicado da editora de Política do Expresso e comissária residente, Eunice Lourenço. A Comissão Política regressa assim que for possível.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O podcast de filmes e de séries da Rádio Comercial
Joana Ribeiro é a indomável Verónica na novela da SIC ‘A Promessa’. Regressa ao Alta Definição, agora com 32 anos, para contar a Daniel Oliveira os maiores desafios que enfrentou com a chegada da idade adulta. Fala sobre a importância da terapia, as dificuldades da inconstante vida dos atores e a pressão para ser mãe, algo que tem sentido mais recentemente. “‘Então tu não queres ser mãe?’… Eu não sei quando ou se quero ser mãe, mas nunca ouvi esta pergunta a ser feita aos meus colegas homens. Há uma expectativa maior por ser mulher. A sociedade ainda nos vê como procriadoras”, explica. Ouça o Alta Definição em podcast, programa emitido na SIC a 11 de janeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Aldo Lima e José Pedro Gomes são "Amigos da Treta". O projeto que passou pelos palcos, passou para a rádio, televisão, cinema e livro, tornou-se um fenómeno. Regressa agora ao Teatro Villaret até dia 3 de Novembro.
Vamos analisar o início do Campeonato, a Supertaça e a restante actualidade Leonina.