POPULARITY
Categories
Este es el episodio #181 de "Tradiciones Sabias", el podcast en español de la Fundación Weston A. Price. Algunos de los temas de este episodio - -Impactos de la agroindustria en el suelo, el agua y la agrobiodiversidad -Cómo se ven afectados los trabajadores campesinos expuestos a este modelo de agricultura -Cuáles son las consecuencias de nuestra desconexión con el campo, la agricultura y la naturaleza Datos del invitado - Raimundo es Científico de la Universidad Waikato, de Nueva Zelanda. Sus estudios son en Ciencias de la Tierra con Especialización en Suelos, Permacultura, Agricultura Sintrópica y Manejo Holístico. Raimundo se dedica a aplicar estos conocimientos en un ex terreno forestal altamente degradado, descubriendo a diario el gran potencial de la Restauración Agroecosistema, realizando Consultorías prediales a lo largo de todo Chile y el mundo. Contacto - Web: https://rehidrata.cl Instagram: rehidrata.cl Preguntas, comentarios, sugerencias - tradicionessabias@gmail.com Recursos en español de la Fundación Weston A. Price - Página web WAPF en Español: https://www.westonaprice.org/espanol/ Cuenta de Instagram: westonaprice_espanol Guía alimentación altamente nutritiva, saludable y placentera: 11 principios dietéticos Paquete de Materiales GRATIS: https://secure.westonaprice.org/CVWEBTEST_WESTON/cgi-bin/memberdll.dll/openpage?wrp=customer_new_infopak_es.htm Folleto "La Leche Real", de Sally Fallon: https://www.westonaprice.org/wp-content/uploads/La-leche-real.pdf Música de Pixabay - Sound Gallery y SOFRA
A través de la mirada evocadora de una maqueta, este recorrido sonoro nos traslada a Entrevías, el barrio más extenso de Puente de Vallecas. La narración traza la transformación profunda de una zona rural marcada por la cercanía de las vías del tren y la reconstrucción tras la Guerra Civil, convirtiéndose en el refugio de miles de migrantes que levantaron sus hogares mediante la autoconstrucción. Entre historias compartidas, el relato rescata la esencia de sus núcleos históricos —como Entrevías Viejo, El Pozo del Tío Raimundo o La Viña— y cómo sus calles se abrieron paso desde las viejas casas bajas y poblados de absorción hasta los grandes proyectos de remodelación urbana. Las voces de los propios vecinos cobran protagonismo para recordar la fuerza del tejido social que impulsó estas transformaciones. La lucha de las asociaciones vecinales durante las décadas de 1970 y 1980 —llegando a fletar autobuses para manifestarse ante organismos como el IVIMA— fue clave para garantizar viviendas dignas y servicios esenciales. A través de sus testimonios se entrelazan la nostalgia por la vida comunitaria en la que las puertas permanecían abiertas y la dignidad colectiva de un barrio que aprendió a construirse a sí mismo. Escuchar audio
Este es el episodio #180 de "Tradiciones Sabias", el podcast en español de la Fundación Weston A. Price. Algunos de los temas de este episodio - -En qué se diferencian las plantas anuales de las perennes -Cómo el cultivo de granos ha dado forma a la civilización como la conocemos hoy -Mitos y promesas de la agricultura industrial -Impacto del alza en el precio del diésel en la industria de la agricultura Datos del invitado - Raimundo es Científico de la Universidad Waikato, de Nueva Zelanda. Sus estudios son en Ciencias de la Tierra con Especialización en Suelos, Permacultura, Agricultura Sintrópica y Manejo Holístico. Raimundo se dedica a aplicar estos conocimientos en un ex terreno forestal altamente degradado, descubriendo a diario el gran potencial de la Restauración Agroecosistema, realizando Consultorías prediales a lo largo de todo Chile y el mundo. Contacto - Web: https://rehidrata.cl Instagram: rehidrata.cl Preguntas, comentarios, sugerencias - tradicionessabias@gmail.com Recursos en español de la Fundación Weston A. Price - Página web WAPF en Español: https://www.westonaprice.org/espanol/ Cuenta de Instagram: westonaprice_espanol Guía alimentación altamente nutritiva, saludable y placentera: 11 principios dietéticos Paquete de Materiales GRATIS: https://secure.westonaprice.org/CVWEBTEST_WESTON/cgi-bin/memberdll.dll/openpage?wrp=customer_new_infopak_es.htm Folleto "La Leche Real", de Sally Fallon: https://www.westonaprice.org/wp-content/uploads/La-leche-real.pdf Música de Pixabay - Sound Gallery y SOFRA
¿Es posible regenerar suelos erosionados sin sistemas de riego ni abonos comerciales? Hoy conversamos de nuevo con Raimundo Labbé, diseñador de paisajes de retención hídrica y fundador de Rehidrata.cl, nos comparte sus aprendizajes sobre la escala de permanencia de Yeomans, el uso de drones para mapear el terreno con alta precisión y cómo sembrar bosques productivos partiendo directamente desde la semilla para que germinen in situ y sobrevivan a meses de sequía sin una sola gota de riego. Sitio web de Raimundo: rehidrata.cl ¡Activa tu membresía hoy!: www.radiosemilla.com/membresia Libros recomendados:Agricultura regenerativa – Mark Shepard Agua para todas las granjas (Water for Every Farm) – P.A. YeomansTree Crops: A Permanent Agriculture – J. Russell Smith----------------Escucha Radio Semilla en:Spotify: https://open.spotify.com/show/7r8Nb90iI52NzP7dPTHrbw?si=qOncz7SZR16oLFSYeue6iwYoutube: https://www.youtube.com/channel/UCpTL1798UT7oe35ORA1i_8wRedes:instagram.com/radiosemillapodcastx.com/semilla_radiofacebook.com/radiosemillapodcast
Culto de Celebração, pastor Raimundo da Cruz.
No Bate Papo Missionário de hoje a missionária Emma Castro conversou com os missionários Raimundo e Veridiana que servem no Panamá.Conheça os missionários da APMT: apmt.org.br/missionarios
Super live do domingão! Análise das partidas São Bernardo x Náutico, Vitória x Bahia e Criciúma x Fortaleza. Vem com a turma! Estão neste programa Fábio Hermano, Hathos Rildo, Yuri Andrade, Fernando Ramos e Thiago Minhoca. Na direção, Gabriel Costa. Ouça agora ou quando quiser!
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (22): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou nesta sexta-feira para Donald Trump e defendeu negociações sobre o tarifaço imposto pelos Estados Unidos ao Brasil, classificando como “infundadas” as alegações usadas para aplicar as taxas. Segundo a Secom, a conversa foi “amistosa e cordial” e durou uma hora e vinte minutos. Os presidentes também trataram de combate ao crime organizado e conflitos internacionais. Lula afirmou que são “infundadas” as alegações sobre desmatamento, acordos preferenciais, propriedade intelectual, corrupção, Pix, etanol e trabalho forçado. Reportagem: André Anelli. Investigações da Polícia Federal (PF) apontam que a lobista Roberta Luchsinger pagou mais de R$ 217 mil em despesas pessoais de Marco Aurélio Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo a investigação, os pagamentos incluem faturas de cartão de crédito, parcelas de financiamento de veículo, compra de joias e outras despesas. Reportagem: André Anelli. O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) defendeu o Bolsa Família e prometeu aprimorar o programa social durante agenda na Baixada Fluminense. Em Nova Iguaçu, afirmou que pretende manter o benefício e oferecer cursos de qualificação e serviços para identificar oportunidades de acordo com o perfil e a região dos jovens. Em outro momento, com segurança reforçada, prometeu endurecer as ações contra o crime organizado no Rio de Janeiro. Flávio afirmou ainda que integrantes de facções como Comando Vermelho, PCC e milícias serão tratados como terroristas. Reportagem: Rodrigo Viga. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou nesta sexta-feira (21) de um ato de campanha de Patrus Ananias (PT) ao governo de Minas Gerais, em Belo Horizonte. O evento foi realizado na Praça da Estação. Esta foi a primeira visita de Lula a Minas Gerais desde a confirmação de Patrus como candidato ao governo. Antes do ato, Lula visitou obras de duplicação da ponte São Raimundo, em Governador Valadares (MG). A agenda faz parte da primeira sequência de viagens do presidente durante a campanha à reeleição. Reportagem: Bruna Rezende. O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) criticou a política econômica de Lula e defendeu, nesta sexta-feira (21), austeridade fiscal para reduzir os juros e recuperar o poder de compra. Durante visita ao Mercado Municipal de São Paulo, afirmou que, se eleito, trabalharia para reduzir a taxa de juros para 6%, com inflação entre 3% e 4%. Caiado destacou que os juros elevados e o endividamento das famílias prejudicam o comércio e pequenos e médios empresários. Segundo ele, a queda dos juros depende da recuperação da credibilidade do governo e do controle dos gastos públicos. Reportagem: David de Tarso. Pesquisa do Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21) mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno. Segundo o levantamento, o petista registrou 47% das intenções de voto, enquanto o parlamentar somou 43%. Pesquisa do Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21) mostrou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), seria reeleito em eventual segundo turno contra o ex-ministro Fernando Haddad (PT). Ambos lideram a disputa ao Palácio dos Bandeirantes. Segundo o levantamento, Tarcísio tem 54% da preferência do eleitorado paulista no segundo turno, contra 35% de Haddad. No primeiro turno, considerando todos os candidatos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Tarcísio somou 45% e Haddad, 27%. Na sequência aparecem Vera Lúcia (PSTU), com 4%; Carlos Machado (PCB), com 3%; Policial Edjane (Agir), com 3%; Vivian Mendes (UP), com 2%; e Izadora Dias (PCO), com 1%. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
San Maximiliano María Kolbe Jn 15,12-16 15,12 Este es mi mandamiento: Ámense los unos a los otros, como yo los he amado. 15,13 No hay amor más grande, que dar la vida por los amigos. 15,14 Ustedes son mis amigos, si hacen lo que yo les mando. 15,15 Ya no los llamo servidores, porque el servidor ignora lo que hace su señor; yo los llamo amigos, porque les he dado a conocer, todo lo que oí de mi Padre. 15,16 No son ustedes los que me eligieron a mí, sino yo el que los elegí a ustedes, y los destiné para que vayan y den fruto, y ese fruto sea duradero. Así todo lo que pidan al Padre en mi Nombre, él se lo concederá. Evangelio según San Juan 15, 12-16 Mi mandamiento es que os améis unos a otros, como Yo os he amado. Nadie puede tener amor más grande que dar la vida por sus amigos. Vosotros sois mis amigos, si hacéis esto que os mando. Ya no os llamo más siervos, porque el siervo no sabe lo que hace su señor, sino que os he llamado amigos, porque todo lo que aprendí de mi Padre, os lo he dado a conocer. Vosotros no me escogisteis a Mí; pero Yo os escogí, y os he designado para que vayáis, y llevéis fruto, y vuestro fruto permanezca; para que el Padre os dé todo lo que le pidáis en mi nombre *** Memoria de San Maximiliano María Kolbe Maximiliano María Kolbe nació en Polonia el 8 de enero de 1894 en la ciudad de Zdunska Wola (Pabiance), que en ese entonces se hallaba ocupada por Rusia. Fue bautizado con el nombre de Raimundo en la iglesia parroquial. A los 13 años ingresó en el Seminario de los padres franciscanos en la ciudad polaca de Lvov, la cual a su vez estaba ocupada por Austria, y estando en el seminario adoptó el nombre de Maximiliano. Finaliza sus estudios en Roma y en 1918 es ordenado sacerdote. Devoto de la Inmaculada Concepción, pensaba que la Iglesia debía ser militante en su colaboración con la Gracia Divina para el avance de la Fe Católica. Movido por esta devoción y convicción, funda en 1917 un movimiento llamado "La Milicia de la Inmaculada" cuyos miembros se consagrarían a la bienaventurada Virgen María y tendrían el objetivo de luchar mediante todos los medios moralmente válidos, por la construcción del Reino de Dios en todo el mundo. Verdadero apóstol moderno, inicia la publicación de la revista mensual "Caballero de la Inmaculada", orientada a promover el conocimiento, el amor y el servicio a la Virgen María en la tarea de convertir almas para Cristo. Con un Tiraje de 500 ejemplares en 1922, para 1939 alcanzaría cerca del millón de ejemplares. En 1929 funda la primera "Ciudad de la Inmaculada" en el convento franciscano de Niepokalanów a 40 kilómetros de Varsovia, que al paso del tiempo se convertiría en una ciudad consagrada a la Virgen. En 1931, luego de que el Papa solicitara misioneros, se ofrece como voluntario. En 1936 regresa a Polonia como director espiritual de Niepokalanów, y 3 años más tarde, en plena II Guerra Mundial, es apresado junto con otros frailes y enviado a campos de concentración en Alemania y Polonia. Es liberado poco tiempo después, precisamente el día consagrado a la Inmaculada Concepción. Es hecho prisionero nuevamente en febrero de 1941 y enviado a la prisión de Pawiak, para ser después transferido al campo de concentración de Auschwitz, en donde a pesar de las terribles condiciones de vida prosiguió su ministerio. En Auschwitz, el régimen nazi buscaba despojar a los prisioneros de toda huella de personalidad tratándolos de manera inhumana e inpersonal: como un número; a San Maximiliano le asignaron el 16670. A pesar de todo, durante su estadía en el campo nunca le abandonaron su generosidad y su preocupación por los demás, así como su deseo de mantener la dignidad de sus compañeros. La noche del 3 de agosto de 1941, un prisionero de la misma sección a la que estaba asignado San Maximiliano escapa; en represalia, el comandante del campo ordena escoger a 10 prisioneros al hazar para ser ejecutados. Entre los hombres escogidos estaba el sargento Franciszek Gajowniczek, polaco como San Maximiliano, casado y con hijos. San Maximiliano, que no se encontraba dentro de los 10 prisioneros escogidos, se ofrece a morir en su lugar. El comandante del campo acepta el cambio, y San Maximiliano es condenado a morir de hambre junto con los otros nueve prisioneros. Diez días después de su condena y al encontrarlo todavía vivo, los nazis le administran una inyección letal el 14 de agosto de 1941 En 1973 Paulo VI lo beatifica y en 1982 Juan Pablo Segundo lo canoniza como Mártir de la Caridad. Tomado de Santopedia
GARANTA SUA VAGA NO PROGRAMA "DOBRE SEU LUCRO": https://r.vocemaisrico.com/5fc3f6cd35CONHEÇA A AQUILA: https://aquila.com.br/Muitos empreendedores sabem exatamente onde estão os problemas da própria empresa, mas simplesmente não conseguem resolvê-los. Falta de gestão, ausência de processos, sociedades mal estruturadas e uma dificuldade enorme de sair da zona de conforto — tudo isso vai, aos poucos, minando negócios que poderiam prosperar.Enquanto isso, o Brasil enfrenta seus próprios gargalos: alto custo de capital, insegurança jurídica e uma produtividade que praticamente não avança desde os anos 80.Diante disso, qual é o erro mais comum dos empreendedores brasileiros? Por que 90% das estratégias fracassam na hora de serem implementadas? Como saber se vale a pena ter um sócio — e o que realmente garante que essa sociedade não termine em briga judicial? Vale a pena colocar um filho para trabalhar na empresa da família, e como prepará-lo para realmente sucedê-la? E existe um caminho para o país deixar de "andar de lado" e se tornar, enfim, protagonista?Para responder a essas e outras perguntas, convidamos Raimundo Godoy, presidente executivo, sócio e cofundador do Instituto Áquila, para o episódio 311 do Podcast Os Sócios. Ele será transmitido nesta quinta-feira (13/08), às 12h, no canal Os Sócios Podcast.Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperiniConvidado: Raimundo Godoy
Exclusive interview with Chile's Raimundo Martinez and Inaki Ayarza! In this episode of the HG Podcast I get a fascinating and unique insight into Chilean rugby courtesy of two of their biggest stars who tell me all about their sporting origins in South America and the latest events from the Nations Cup! Number 8 Raimundo and winger Inaki share with me how they got started in rugby, how they chased their dreams in France and how they took their nation to the Rugby World Cup. They then share secrets on Chile's progression over the last five years from behind the scenes innovations to Super Rugby Americas and more! They even tell me about their heated rivalry with Uruguay and some of the scapes they have gotten into behind closed doors.. Follow me on twitter: https://x.com/HuwGriffinRugby Follow me on instagram: https://www.instagram.com/huw.griffin/ Follow me on Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=61580910041103 Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Exclusive interview with Chile's Raimundo Martinez and Inaki Ayarza! In this episode of the HG Podcast I get a fascinating and unique insight into Chilean rugby courtesy of two of their biggest stars who tell me all about their sporting origins in South America and the latest events from the Nations Cup! Number 8 Raimundo and winger Inaki share with me how they got started in rugby, how they chased their dreams in France and how they took their nation to the Rugby World Cup. They then share secrets on Chile's progression over the last five years from behind the scenes innovations to Super Rugby Americas and more! They even tell me about their heated rivalry with Uruguay and some of the scapes they have gotten into behind closed doors.. Follow me on twitter: https://x.com/HuwGriffinRugby Follow me on instagram: https://www.instagram.com/huw.griffin/ Follow me on Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=61580910041103 Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices Get YouTube Membership: https://www.youtube.com/@HuwGriffinRugby/featuredSubscribe on Substack: https://substack.com/@hgrugbyFollow me on twitter: https://x.com/HuwGriffinRugby Follow me on instagram: https://www.instagram.com/huw.griffin/ Follow me on Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=61580910041103 Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
12 07 2026 01 Especial Albirroja Raimundo Tito Peralta Descubridor de Orlando Gill by ABC Color
Suscríbete a nuestro Youtube, Spotify y Apple Podcasts ☝️ para no perderte un capítulo y visita https://www.dirige.com para formar parte de nuestra membresía para dueños de negocios y emprendedores.Raimundo Morales es CEO de Yape. En el 2022 Raimundo dejó su trabajo como partner en Mckinsey de dónde ya venía trabajando en el desarrollo del producto de Yape desde su concepción, para convertirse en su CEO. En el proceso, Yape se ha transformado de solo pagos y transferencias a buscar ser algo más como un “superapp” donde hoy dan créditos financieros y puedes comprar todo tipo de servicios, seguros, pasajes de bus y más.════════════════Si eres dueñ@ de negocio, visita https://www.dirige.com para formar parte de nuestra membresía. Todo lo que necesitas para crecer: Aprende, recibe asesoramiento y contrata a los mejores. Por menor inversión mensual que contratar un practicante/pasante/becario.Si quieres ser un Partner de Era Digital visita: http://eradigitalstudios.com/Ayudamos a empresas a contar historias que generan confianza e impulsan demanda.Hemos tenido la oportunidad de trabajar con empresas increíbles como HP, Audi, Cabify, Samsung, Rappi, Epson, Prosegur, ON, Sony y muchas más.════════════════Este capítulo es traído gracias a nuestros partners:Buk:El software de recursos humanos que centraliza y automatiza planillas, nómina y evaluaciones, potenciado con IA para convertir la data en decisiones estratégicas. Resultado: equipos más productivos y lugares de trabajo más felices. Más de 10,000 empresas en Latinoamérica ya usan Buk. Ponte en contacto: Perú: https://www.buk.pe/ , Colombia: https://www.buk.co/ , Chile: https://www.buk.cl/ , México: https://www.buk.mx/Cabify para Empresas:Las empresas que buscan escalar necesitan operaciones modernas, eficientes y preparadas para el futuro. Por eso, hoy más de 3000 compañías líderes ya confían en Cabify para Empresas y Cabify Logistics para centralizar su movilidad y logística, con reportes automatizados, trazabilidad total, conductores verificados y soporte 24/7 para operar con mayor control y eficiencia.Ponte en contacto: https://bit.ly/cabifyparaempresasComunal Coworking:Este capítulo fue grabado en https://www.comunal.co, una empresa que ofrece espacios de trabajo en Perú y México. Ideal para independientes, equipos chicos y grandes.Espacios Comunes, Oficinas Privadas, Escritorios Dedicados y Salas a demanda: Reserva, paga y disfruta de todas las salas de reuniones de Comunal en el momento que las necesites. Visita: https://comunal.co/es-PE/════════════════Canales de Era DigitalSpotify: https://spoti.fi/3F9GkUiApple Podcasts: https://apple.co/3PQ3qV6Intragram: https://bit.ly/3rKXjt9Tiktok: https://bit.ly/46mvjelLinkedIn: https://bit.ly/3RS5LS8════════════════
15 minutos a cada 15 dias.No episódio de hoje, Edmara Galvão fala sobre o falecimento de dois autores: Marjane Satrapi e Raimundo Carrero. Também comenta sobre o prêmio Machado de Assis e os laureados pelas novas categorias da premiação da ABL.Por fim, compartilha um mapeamentos sobre o mercado editorial brasileiro e uma dica de leitura de uma entrevista interessante com a Adélia Prado.O episódio também traz uma Resenha Relâmpago da ouvinte Bianca Rojo de "Dias de se fazer silêncio", de Camila Maccari.---Links citadosMarjane Satrapi, a voz iraniana no exílio que transformou 'Persépolis' em literatura universal'Aos 10 anos, me preparava para ser prisioneira política': Marjane Satrapi, a autora que retratou transformação do Irã sob a Revolução IslâmicaPerna Cabeluda driblou a ditadura e colocou violência contra a mulher nas páginas do DiarioMapeamento expõe como o mercado editorial brasileiro se concentra no SudesteAdélia Prado: “Penso todo dia em sexo, morte e Deus”---RecebidosTerra à deriva, de Cixin Liu (tradução de Leonardo Alves) Os que amam, odeiam, de Silvina Ocampo e Adolfo Bioy Casares (tradução de Júlio Pimentel Pinto)Se não podemos viajar à velocidade da luz, de Kim Choyeop (tradução de Juliane Ferreira da Silva Santos)Solaris, de Stanislaw Lem (tradução de Eneida Favre)Nós, de Ievguêni Zamiátin (tradução de Gabriela Soares)mãezinha, de Izabella CristoGaiolas de Concreto Armado, de Paula NovaisNoitada, de Reinaldo MoraesEstudo de Caso, de Graeme Macrae Burnet (tradução de Bruno Cobalchini Mattos)---LinksApoie o 30:MINConfira nossa vitrine na Amazon!Siga a gente nas redesJá apoia? Acesse suas recompensasConfira todos os títulos do clube!
O crente Raimundo - Matheus Schmitt ®️ by Revolução Church
La ciudad de Murcia refuerza su estrategia de dinamización turística y económica mediante la vinculación del deporte y la cultura, según ha explicado el concejal de Turismo, Comercio y Consumo, Jesús Pacheco. Los dos eventos centrales de esta iniciativa son la duodécima edición de la Carrera Nocturna Murcia 2026, que se celebra este sábado 6 de junio con más de 3.000 corredores de 20 nacionalidades, y la primera gala de los premios Raimundo González Frutos el próximo 11 de junio. Según ha detallado Pacheco, la prueba deportiva contará con el respaldo internacional de Winter y proyectará una imagen de ciudad moderna con gran capacidad organizativa. Por otro lado, la gala en el Teatro Circo reconocerá la excelencia gastronómica en honor al legado del chef Raimundo González, premiando el talento en categorías como la investigación e innovación y fusionando las raíces tradicionales murcianas con la vanguardia contemporánea.
Onetto has 35 years of development experience, bringing over 3,500 units to the South Florida market. An architect by trade, he began his career as the Founder & Partner of the Chilean architecture firm Archiplan. In 2002, he brought his family to Miami and partnered with Terra Group to introduce Archiplan USA. In 2010 he founded Alta Developers.Connect with usWant to dive deeper into Miami's commercial real estate scene? It's our favorite topic and we're always up for a good conversation. Whether you're just exploring or already making big moves, feel free to reach out at info@builtworldadvisors.com or give us a call at 305.498.9410.Prefer to connect online? Find us on LinkedIn or Instagram - we're always open to expanding the conversation.Ben Hoffman: LinkedIn Felipe Azenha: LinkedIn We extend our sincere gratitude to Büro coworking space for generously granting us the opportunity to record all our podcasts at any of their 8 convenient locations across South Florida.
Domingo 24 de mayo, 6 de la mañana, mentalidad de tiburón. Arranca Roland Garros 2026 y volvemos a la tradición más sagrada de Lucky Losers: la previa llave por llave del Grand Slam, esta vez con el equipo completo. Felipe Duarte en la conducción, regresa el CEO Raimundo Lira al estudio, y nos acompaña Martín Letelier que en unas horas se sube al avión rumbo a París como nuestro corresponsal en cancha en su primer Grand Slam.Revisamos las cuatro secciones del cuadro masculino: Sinner sin rivales reales a la vista (¿quién le saca un set?), la sección de los chilenos con Tabilo vs Majchrzak y Vacherot al fondo, Garín vs Learner Tien (que viene de ganar Ginebra), la sección caliente de Djokovic con el primer round contra Mpetshi Perricard (y el rant de Raimundo sobre la "conspiración" del horario), y la sección de Zverev donde Felipe se la juega fuerte con Cobolli llegando a la final.Más: las notas de Caterina para el cuadro femenino con los 10 partidos imprescindibles de primera ronda, la despedida emotiva de Monfils, el primer título ATP de Ignacio Busse en Hamburgo, y los pronósticos al cierre. Spoiler: si Sinner se lesiona, casi todos apuestan por Djokovic 25.Síguenos en Instagram @lucklosers_podcast Twitter @LuckyLoserscast @luckyloserstenis Youtube https://www.youtube.com/@luckyloserspodcast8246
Raimundo Fagner e Careca são os convidados do Resenha ESPN desta semana Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! En el tablero de ajedrez que era el Outremer del siglo XII, donde la fe y la espada dictaban el destino de los hombres, surgió un monarca cuya vida fue una carrera contra el tiempo y la propia carne. Balduino IV, el joven heredero de la casa de Anjou, ascendió al trono de Jerusalén con una sentencia de muerte grabada en su piel: la lepra. En este episodio de Antena Historia, nos adentramos en la trágica y heroica biografía de un rey que, a pesar de ver cómo su cuerpo se desmoronaba día tras día, mantuvo la corona con una firmeza que asombró a amigos y enemigos. No fue un rey de paja; fue el soberano que, con apenas 16 años y un brazo inutilizado, lideró una carga de caballería que aplastó al mismísimo Saladino en la Batalla de Montgisard. ¿Qué exploraremos en este programa? La Infancia del Príncipe: El descubrimiento de la enfermedad por su tutor, el historiador Guillermo de Tiro. Montgisard, el Milagro en la Arena: El análisis táctico de la mayor derrota de Saladino y el ascenso del mito de Balduino. Una Corte en Llamas: Las intrigas dinásticas, los enfrentamientos entre Guy de Lusignan y Raimundo de Trípoli, y la lucha por una sucesión imposible. La Máscara de Plata: Entre la realidad histórica y la leyenda romántica, ¿cómo logró un hombre moribundo sostener un reino rodeado de enemigos? Acompáñanos en un relato donde la fragilidad humana se cruza con la voluntad de hierro. Es la crónica de un rey que, mientras perdía sus miembros, nunca perdió su autoridad, y cuyo último suspiro marcó el principio del fin para la Jerusalén cruzada. -------------------------------------------------------------------------------------- 🎧 Antena Historia te regala 30 días PREMIUM Disfruta de todo el contenido sin interrupciones y con ventajas exclusivas en iVoox: 👉 https://www.ivoox.com/premium?affiliate-code=b4688a50868967db9ca413741a54cea5 📻 Producción y realización: Antonio Cruz 🎙️ Edición: Antena Historia 📡 Antena Historia forma parte del sello iVoox Originals 🌐 Visita nuestra web: https://antenahistoria.com 📺 YouTube: Podcast Antena Historia 📧 Correo: antenahistoria@gmail.com 📘 Facebook: Antena Historia Podcast 🐦 Twitter: @AntenaHistoria 💬 Telegram: https://t.me/foroantenahistoria 💰 Apoya el proyecto: Donaciones en PayPal 📢 ¿Quieres anunciarte en Antena Historia? Ofrecemos menciones, cuñas personalizadas y programas a medida. Más información en 👉 Antena Historia – AdVoices Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Volvió el CEO. Raimundo está de regreso, pero esta vez como panelista mientras Felipe sigue en la conducción. Junto a Caterina Colombo, el panel revisó una semana cargada en el Masters 1000 de Miami.El plato fuerte chileno: Tabilo vence a Rublev en uno de los mejores partidos de su carrera. Un triunfo que no se veía venir fácil y que llegó con un Jano más compuesto que nunca en los momentos clave. Garín y Jarry se van en la quali, Barrios cae en primera ronda.El gran tema del torneo: la crisis de Alcaraz. Pierde con Korda, dice que se quería ir de la cancha y deja más preguntas que respuestas sobre qué está pasando con su cuerpo técnico después de Ferrero. El panel no se guarda nada.Por el lado femenino: la caída de Iga ante su compatriota Magda Linette que confirma que algo no está bien, el análisis de Caterina sobre qué le pasa a la polaca y el fenómeno Eala que sigue llenando canchas. Más: las proyecciones para la final de Miami y la primicia del nuevo centro de tenis en Arica que podría convertirse en residencia ITF.Síguenos en Instagram @lucklosers_podcast Twitter @LuckyLoserscast @luckyloserstenis Youtube https://www.youtube.com/@luckyloserspodcast8246
Raimundo volvió... casi. Se conectó un par de veces pero el tornado donde vive no lo dejó participar. Está vivo, está bien, y el panel rotativo respondió: Caterina Colombo y Hugo Romero cerraron el torneazo de Indian Wells y abrieron la previa de Miami.Sinner fue campeón con autoridad. Medvedev finalista con un plan de juego que le funcionó perfecto contra Alcaraz y casi le alcanza contra el italiano. Draper de vuelta y con nivel. Fonseca con algo nuevo en su juego que hay que seguir mirando. Todo eso, más el análisis de por qué el cuerpo técnico nuevo de Alcaraz generó dudas en Indian Wells y qué significa ese comentario de "todos juegan como Federer contra mí".Hugo trae el reporte completo del Challenger de Santiago y la primicia más importante de la semana: habló con el padre de Diego Dedura. La realidad contractual es clara — cuatro años de espera si rompe con la Federación Alemana. Los detalles, acá.Los chilenos siguieron sufriendo: caídas en primera ronda en Punta Cana para los tres. Y mientras grabamos, la quali de Miami ya está en marcha. Las proyecciones para el Masters de Miami al final del episodio, y ya saben cómo termina eso.Síguenos en Instagram @lucklosers_podcast Twitter @LuckyLoserscast @luckyloserstenis Youtube https://www.youtube.com/@luckyloserspodcast8246
Raimundo sigue fuera de combate pero con buenas noticias: el proyecto No Más ANFP consiguió la aprobación del Senado. Felicitaciones desde acá y que se cierre el trámite. Mientras tanto, Felipe arma un panel de gala con Caterina Colombo de regreso y Hugo Romero presente hasta donde le da el tiempo, porque también tiene una misión en el Challenger de Santiago.Indian Wells está en plena tercera ronda y hay mucho que analizar. Tabilo aplastó a Jodar en 52 minutos, desmentiendo todos nuestros pronósticos del capítulo anterior. Luego cayó ante Medvedev 6-4, 6-2, en un partido donde el ruso administró sin sudar. Caterina tiene una teoría sobre por qué Tabilo muchas veces no tiene plan B y la tira sin filtro.Sinner llegó con cara de pocos amigos, paró de pelotudear con las variaciones y está moliendo a palos. Alcaraz sólido. Nole arrancó oxidado pero se encendió. Las proyecciones para las semifinales y final están hechas y las cobramos en el próximo episodio.Hugo hace el resumen del Challenger de Santiago, la presencia chilena en Punta Cana y lo más importante: Diego de Dura Palomero, el zurdo de 17 años con padre chileno que Hugo tiene la misión de convencer. Semifinalista en Challenger de Tigre, campeón en Argentina. El próximo Embretón del tenis chileno, quizás.Bonus track de Caterina: vean a las chicas, y en particular a Alexandra Eala, que está siendo un fenómeno en Indian Wells.Síguenos en Instagram @lucklosers_podcast Twitter @LuckyLoserscast @luckyloserstenis Youtube https://www.youtube.com/@luckyloserspodcast8246
This week on The Ana Cruz Show, we go behind the scenes of a major international exhibition with Amalia Alzaga Ruiz, curator of Raimundo de Madrazo at the Meadows Museum. We talk about what a curator really does, how the first retrospective of Raimundo de Madrazo came to life, how long a project like this takes, and the complex process of researching, securing, and transporting artworks from around the world. We also explore why telling these stories matters, and how art benefits all of us, not just experts.
Pedindo licença para a modéstia, o episódio 345 do Boia é o melhor conteúdo de internet produzido sobre os novos critérios de qualificação olímpica. Boieiro juramentado do grupo dos treze, David Raimundo é surf coach com formação acadêmica, o técnico mais premiado da história da seleção portuguesa, e um apaixonado pelo fenômeno esportivo em geral. Em lugar da paixão, porém, o que ele mostra nessa conversa com Julio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente é a racionalidade e o poder analítico de quem, acima de tudo, deseja ver o surfe no patamar em que merece estar. Que patamar é esse? Escute aqui no seu podcast preferido pra lavar louça e varrer a casa. De lambuja, ainda vai escutar Dinosaur Jr. rasgando a guitarra em “The Wagon”, Bad Religion despertando os sentidos com “Anesthesia”, Stimulator Jones, estimulando a líbido com “Water Slide”, e o malogrado afro-beater, Ebo Taylor, se despedindo com “Love and Death”. Isso tudo com a parceria do Maxime mais uma vez deixando geral na elegância e no estilo.
El CEO sigue desaparecido, pero esta vez con causa: mañana se vota en la ANFP y Raimundo está en modo vocero de No Más ANFP. Desde acá el apoyo total. Mientras tanto, Felipe toma el mando con un invitado de lujo que estuvo donde había que estar: Hugo Romero, en vivo y en directo desde el Court Anita Lizana durante toda la semana.Hugo nos trae el reporte completo del Chile Open 2026 desde adentro: la experiencia estadio, las mejoras de organización, y lo más importante, los chilenos. Jarry sigue sin encontrar la vuelta y ya acumula 11 derrotas consecutivas contando su caída en la qualy de Indian Wells. Mati Soto debutó en un cuadro ATP y le tocó un lituano complicado. Tabilo le ganó a Barrios cómodo 7-5, 6-3 demostrando que llega con más confianza de la que esperábamos después de Río. Y Garín, con todo San Carlos detrás, sacó la épica remontada ante Cerúndolo que le hacía tanta falta emocionalmente.El campeón fue Luciano Darderi, que se llevó el título ante un Hanffmann que lleva tres finales ATP y sigue sin poder gritar campeón. Willy Rivera lo tenía cantado desde el episodio anterior, hay que reconocerlo.También: las polémicas declaraciones de Tsitsipas sobre la gira sudamericana que hicieron explotar a todos, el análisis de qué futuro tiene el Golden Swing, y lo que dejó Dubai con Medvedev atrapado en Medio Oriente ganando el torneo sin jugar la final.Para cerrar, la previa de Indian Wells: vuelve el Duopolio más Djokovic y Tabilo vs Jodar como adelanto de lo que podría ser Davis.Síguenos en Instagram @lucklosers_podcast Twitter @LuckyLoserscast @luckyloserstenis Youtube https://www.youtube.com/@luckyloserspodcast8246
Edición especial con Raimundo de vacaciones y Felipe debutando en la conducción (ojalá que le vaya mejor que a Jarry últimamente).Nos acompaña Willy Rivera de Tenis Chile para revisar el ATP de Buenos Aires con Cerúndolo campeón y el dispar paso de los chilenos. Tomás Barrios cumpliendo el guión de siempre y Tabilo siendo Tabilo: jugando bien, jugando mal, sin que nadie entienda nada.También conversamos de Rotterdam con De Minaur campeón, la preocupante racha de Jarry (8 derrotas seguidas y contando), y hacemos los pronósticos para el ATP de Santiago que se viene. Willy no se guarda nada y tira sus verdades sin filtro.Bonus track: el retorno de Alexa Guarachi y la eterna pregunta de dónde cresta se va a jugar la Davis contra España.Síguenos en Instagram @lucklosers_podcast Twitter @LuckyLoserscast @luckyloserstenis Youtube https://www.youtube.com/@luckyloserspodcast8246
Simplemente fuimos censurados por ultima vez en Twitter. Busquen nuestros directos en Telegram. ………………………………………………………………………………………. Conductor del programa UTP Ramón Valero @tecn_preocupado Canal en Telegram @UnTecnicoPreocupado Un técnico Preocupado un FP2 IVOOX UTP http://cutt.ly/dzhhGrf BLOG http://cutt.ly/dzhh2LX Ayúdame desde mi Crowfunding aquí https://cutt.ly/W0DsPVq …. Participantes Dra Yane Nunca ………………………………………………………………………………………. Enlaces citados en el podcast: AYUDA A TRAVÉS DE LA COMPRA DE MIS LIBROS https://tecnicopreocupado.com/2024/11/16/ayuda-a-traves-de-la-compra-de-mis-libros/ ………………………………………………………………………………………. Música utilizada en este podcast: Tema inicial Heros Epílogo K4OS - Censura https://www.youtube.com/watch?v=1tjLypHnSZ4
Uma ouvinte quer saber quando é que deve começar a procurar ajuda médica para engravidar. O médico especialista em fertilidade Miguel Raimundo responde.
Luis Herrero y Ayanta Barilli hablan de la exposición sobre el maestro del retrato y la pintura de género en la Fundación Mapfre.
Este es el episodio #144 de "Tradiciones Sabias", el podcast en español de la Fundación Weston A. Price. Algunos de los temas de este episodio - -Cuánto dependemos de ecosistemas biodiversos -A qué llamamos plagas y qué nos indican de nuestro manejo de los ecosistemas -Los diferentes roles que juegan los seres que muchas veces no vemos a nuestro alrededor -Cuánto influyen nuestras decisiones diarias en la salud de nuestros ecosistemas Datos del invitado - Raimundo es Científico de la Universidad Waikato, de Nueva Zelanda. Sus estudios son en Ciencias de la Tierra con Especialización en Suelos, Permacultura, Agricultura Sintrópica y Manejo Holístico. Raimundo se dedica a aplicar estos conocimientos en un ex terreno forestal altamente degradado, descubriendo a diario el gran potencial de la Restauración Agroecosistema, realizando Consultorías prediales a lo largo de todo Chile y el mundo. Contacto - Web: www.yoregenero.org Instagram: instagram.com/yo_regenero Preguntas, comentarios, sugerencias - tradicionessabias@gmail.com Recursos en español de la Fundación Weston A. Price - Página web WAPF en Español: https://www.westonaprice.org/espanol/ Cuenta de Instagram: westonaprice_espanol Guía alimentación altamente nutritiva, saludable y placentera: 11 principios dietéticos Paquete de Materiales GRATIS: https://secure.westonaprice.org/CVWEBTEST_WESTON/cgi-bin/memberdll.dll/openpage?wrp=customer_new_infopak_es.htm Folleto "La Leche Real", de Sally Fallon: https://www.westonaprice.org/wp-content/uploads/La-leche-real.pdf Música de Pixabay - Sound Gallery y SOFRA
7 DE ENERO - SAN RAIMUNDO DE PEÑAFORT, PRESBÍTERO DOMINICO
Duarte C. Barral, PhD, Associate Professor, NOVA Medical School, NOVA University of Lisbon, Portugal; Nuno Raimundo, PhD, Associate Professor, Department of Cellular and Molecular Physiology; Penn State College of Medicine, Pennsylvania, USA; Betul Celik, PhD, Postdoctoral Fellow, Nemours Children's Health, Delaware, USA; and Gregory Newby, PhD, Assistant Professor, Department of Genetic Medicine, Johns Hopkins School of Medicine, Maryland, USA,discuss the principles of theranostics and its application in lysosomal disorders.This continuing education activity is provided through collaboration between the Lysosomal and Rare Disorders Research and Treatment Center (LDRTC), CheckRare CE, and AffinityCE. This activity provides continuing education credit for physicians, physician assistants, nurses, nurse practitioners, and genetic counselors. A statement of participation is available to other attendees.To obtain CME/CE credit, please visit https://checkrare.com/learning/p-grids2025-session5-theranostics-and-lysosomal-disorders/ Learning ObjectivesDescribe lysosomal and inter-organelle mechanisms that contribute to pathology in lysosomal disorders, and how these pathways are being leveraged for diagnostic and therapeutic applications.Describe current and emerging theranostic strategies for lysosomal disorders.FacultyDuarte C. Barral, PhD, Associate Professor, NOVA Medical School, NOVA University of Lisbon, Nuno Raimundo, PhD, Associate Professor, Department of Cellular and Molecular Physiology; Penn State College of MedicineBetul Celik, PhD, Postdoctoral Fellow, Nemours Children's HealthGregory Newby, PhD, Assistant Professor, Department of Genetic Medicine, Johns Hopkins School of MedicineDisclosuresAffinityCE staff, LDRTC staff, planners, and reviewers, have no relevant financial relationships with ineligible companies to disclose. Faculty disclosures, listed below, will also be disclosed at the beginning of the Program.Duarte C. Barral, PhD Dr. Barral's group receives grant support from Sea4Us.Nuno Raimundo, PhDDr. Raimundo has no relevant financial relationships to disclose.Betul Celik, PhDDr. Celik has no relevant financial relationships to disclose.Gregory Newby, PhDDr. Newby has no relevant financial relationships to disclose.Mitigation of Relevant Financial RelationshipsAffinityCE adheres to the ACCME's Standards for Integrity and Independence in Accredited Continuing Education. Any individuals in a position to control the content of a CME activity, including faculty, planners, reviewers, or others, are required to disclose all relevant financial relationships with ineligible entities (commercial interests). All relevant conflicts of interest have been mitigated prior to the commencement of the activity. Conflicts of interest for presenting faculty with relevant financial interests were resolved through peer review of content by a non-conflicted reviewer.Accreditation and Credit DesignationPhysiciansThis activity has been planned and implemented in accordance with the accreditation requirements and policies of the Accreditation Council for Continuing Medical Education (ACCME) through the joint providership of AffinityCE and the LDRTC. AffinityCE is accredited by the ACCME to provide continuing medical education for physicians.AffinityCE designates this enduring activity for a maximum of 1 AMA PRA Category 1 Credits™. Physicians should claim only the credit commensurate with the extent of their participation in the activity.Physician AssistantsAffinityCE designates this enduring activity for a maximum of 1 AMA PRA Category 1 Credits™. Physician Assistants should claim only the credit commensurate with the extent of their participation in the activity.NursesAffinityCE is accredited as a provider of nursing continuing professional development by the American Nurses Credentialing Center's Commission on Accreditation (ANCC). This activity provides a maximum of 1 hours of continuing nursing education credit.Nurse PractitionersAffinityCE designates this enduring activity for a maximum of 1 AMA PRA Category 1 Credits™. Nurse practitioners should claim only the credit commensurate with the extent of their participation in the activity.Genetic CounselorsAffinityCE designates this enduring activity for a maximum of 1 AMA PRA Category 1 Credits™. Genetic Counselors should claim only the credit commensurate with the extent of their participation in the activity.Other ProfessionalsAll other health care professionals completing this continuing education activity will be issued a statement of participation indicating the number of hours of continuing education credit. This may be used for professional education CE credit. Please consult your accrediting organization or licensing board for their acceptance of this CE activity. Participation CostsThere is no cost to participate in this activity.CME InquiriesFor all CME policy-related inquiries, please contact us at ce@affinityced.comSend customer support requests to cds_support+ldrtc@affinityced.com
UTP392 No es la baliza V16, son tus datos Sean bienvenidos a Buscadores de la Verdad, esta vez emitiendo en directo desde el canal UTP Ramón Valero, aqui en Telegram. Ya saben que no nos gusta tratar los temas de actualidad que consideramos están ahí para distraernos de lo realmente importante, pero creo que en esta ocasión es necesario aclarar algunos puntos sobre la imposición de la nueva baliza V16. En casa de mis padres recibiamos la revista gratuita de la Dirección General de Tráfico (DGT), conocida actualmente como Revista Tráfico y Seguridad Vial (anteriormente Revista Tráfico), ha estado operativa en formato papel desde 1985 hasta 2006 donde paso a ser enviada de manera online a través de una renovación en la suscripción. Esta operación de ahorro fue casi una de las primeras cosas que acometió el director de la DGT actual, Pere Navarro, en su primera etapa del 2004 al 2012. Pere Navarro impulsó una de las campañas de publicidad vial más impactantes y polémicas de la historia de España, conocida por sus anuncios televisivos extremadamente dramáticos y crudos, como “La muerte no avisa”, “Víctimas 3D” o los spots que mostraban accidentes reales reconstruidos con gran realismo y testimonios desgarradores de víctimas y familiares. Esta estrategia de “shock advertising”, inspirada en modelos australianos y británicos, buscaba generar un impacto emocional profundo para cambiar conductas. Los resultados fueron espectaculares: en 2003, antes de su llegada, España registraba 5.399 fallecidos en carretera; al final de su mandato, en 2011, la cifra había caído hasta los 1.867 muertos, lo que supuso una reducción del 65 % en solo ocho años, la mayor bajada histórica registrada en tan poco tiempo. A esta campaña se sumaron medidas como la implantación del permiso por puntos (2006), el endurecimiento de sanciones y los radares de tramo, consolidando el periodo 2004-2012 como la etapa de mayor descenso de la siniestralidad vial en España. A partir de 2014, apenas dos años después de la salida de Pere Navarro, la siniestralidad vial en España rompió la tendencia descendente que había sido constante desde 2003 y comenzó a repuntar de forma sostenida: de los 1.688 fallecidos registrados en 2013 (el mínimo histórico) se pasó a 1.830 en 2019 y, tras el paréntesis de la pandemia, a 1.746 en 2023 y 1.795 en 2024 (datos a 31 de diciembre provisional). Este incremento ha alejado definitivamente al país de la hoja de ruta marcada en la Estrategia de Seguridad Vial 2011-2020 y de las previsiones que la DGT presentó en 2006, cuando, sobre la inercia del permiso por puntos y las campañas de choque, se calculaba que España alcanzaría en 2020 menos de 1.000 fallecidos anuales y se situaría por debajo de la media europea más exigente. En 2025 la cifra real duplica prácticamente aquel objetivo y España ha pasado de ser uno de los países que más rápidamente reducían víctimas a situarse en la zona media-baja de la UE, con una tasa de mortalidad por millón de habitantes que ya no mejora desde hace una década y que en 2024 (38 fallecidos por millón) se encuentra muy lejos de los líderes como Suecia (22) o Noruega (26). Por eso en 2018 se vuelve a contratar a la superestrella para ver si se puede rascar algo. La cuestión es que en un pais en deficit, las carreteras se van deteriorando y el mantenimiento es cada vez mas escaso, a la vez que el parque automovilístico envejece por no poder renovarlo y aumentan el numero de conductores procedentes de países del tercer mundo mientras que el parque tecnológico de control vial de la DGT y las comunidades autónomas con competencias transferidas es uno de los más densos y avanzados de Europa. Actualmente operan los siguientes sistemas: Radares fijos: más de 1.400 visibles, los cinemómetros clásicos en pórtico o poste, Veloláser que la DGT rota entre cabinas vacías para que no se sepa exactamente dónde están. También unos 80 “de baja altura” u ocultos. La DGT tiene un plan para instalar 122 nuevos puntos de control de velocidad a lo largo de 2025. Radares de tramo: 92 tramos operativos en 2025 con unos 232 radares, que miden la velocidad media entre dos puntos. Cubren unos 1.200 km de vías de alta capacidad. Radares móviles: unos 700 dispositivos (la mayoría Veloláser de última generación) usados por Guardia Civil y policías autonómicas/municipales. Pueden instalarse en trípode, en el guardarail, dentro de coche camuflado, motos camufladas y camiones o incluso en coche en movimiento (sin parar). El total de radares en España (todos los tipos, incluidas competencias autonómicas/ayuntamientos) es de 3.395 dispositivos en algún estudio reciente de 2025. Cámaras de cinturón y móvil: desde 2021 se han ido instalando progresivamente. En 2025 hay más de 400 cámaras certificadas que detectan simultáneamente el no uso del cinturón y el manejo del móvil. Funcionan día y noche y ya sancionan automáticamente. Cámaras de reconocimiento de matrículas (OCR): más de 1.200 instaladas en pórticos, postes y coches patrulla. Sirven para: Controlar vehículos sin ITV o sin seguro. Detectar coches robados o reclamados judicialmente. Vigilar el acceso a Zonas de Bajas Emisiones (ZBE) de las ciudades. Hacer seguimiento de flotas y detectar infracciones reiteradas. Cámaras fijas de 360º: Se estima que hay al menos 1.492 cámaras fijas de tráfico distribuidas en unas 150 carreteras de la red nacional y autonómica, muchas de las cuales incorporan tecnología PTZ (pan-tilt-zoom) que permite una visión panorámica de 360 grados para ofrecer imágenes en movimiento de alta resolución, tanto para agentes como para el público a través de herramientas como Infocar de la DGT. A esto debemos sumar las que existan en Cataluña y Pais Vasco dentro de sus propios sistemas de trafico y las operadas por operadores privados en autopistas. Cámaras en peajes y pórticos “Free-Flow”: desde la supresión de peajes físicos en muchas autopistas (AP-7, AP-4, etc.), se han instalado cientos de pórticos con cámaras 3D que identifican la matrícula delantera y trasera y miden velocidad instantánea al mismo tiempo. Detectores de kamikazes: desde 2022 se han instalado más de 120 sensores en autovías y autopistas de doble calzada (principalmente Cataluña, Valencia, Andalucía y Madrid). Son cámaras y sensores LIDAR que detectan vehículos circulando en sentido contrario en menos de 15 segundos y activan paneles luminosos con la alerta “KAMIKAZE” y avisos a la Guardia Civil. En 2024-2025 se ha ampliado el despliegue a Galicia, Castilla y León y Aragón. Drones: la DGT dispone de 39 drones Pegasus con cámara 4K y zoom de 180x que vigilan especialmente en operaciones especiales, carreteras secundarias y eventos masivos (Semana Santa, verano, puentes). Helicópteros: 9 helicópteros en activo y 2 en proyecto equipados con radar Pegasus que pueden controlar hasta 8 carriles simultáneamente y sancionar mientras vuelan a 300-400 km/h de velocidad. Todo este arsenal tecnológico ha permitido que en 2024 se formularan más de 5,5 millones de denuncias automatizadas (el 92 % del total), pero también ha generado la sensación de que, pese a la vigilancia masiva, la mortalidad no baja desde hace diez años, lo que ha llevado a debates sobre si el enfoque exclusivamente sancionador y tecnológico ha tocado techo y necesita complementarse con otras medidas (educación, diseño de carreteras más seguras, renovación del parque móvil, etc.). Pues a todo este despliegue monstruoso de control viene a sumarse una triste lucecita para poner en el techo con la excusa de salvar 25 vidas por atropellos en las carreteras, en palabras textuales de la DGT: "La sustitución de los triángulos está justificada por motivos de seguridad vial, al considerar el riesgo de atropello que supone la colocación de los triángulos por tener que andar, al menos, 100 metros por la calzada sin que haya garantía de que se mantengan en su sitio una vez colocados.” "Con el propósito de avanzar en el ámbito de la seguridad vial y la reducción de accidentes, nace el dispositivo V16.” Según el director general Pere Navarro: "La implantación de la V16 conectada supone un salto adelante y nos sitúa como referentes europeos en seguridad vial. Permite señalizar sin salir del vehículo, evita riesgos innecesarios y aporta información vital a los demás usuarios de la vía." "El objetivo de implantar este nuevo dispositivo de preseñalización en los vehículos es mejorar la seguridad vial, intentando reducir los accidentes de tráfico, sobre todo los provocados por vehículos inmovilizados y estacionados en el arcén.” Os leo textualmente los apartados del articulo 130 del Reglamento General de Circulación de España publicado en el BOE en el Real Decreto 159/2021, de 26 de febrero, dice así: Artículo 130. Señalización e inmovilización de vehículos. 1.Los conductores deberán señalizar la situación de peligro creada por la avería de su vehículo o por el accidente sufrido, adoptando las medidas necesarias para su propia seguridad y la de sus acompañantes, y para la de los demás usuarios de la vía. 2.Si el vehículo o la carga obstaculizan la calzada, deberán señalizarse y retirarse lo antes posible. En tanto no se haya producido la retirada, el vehículo deberá estacionarse de acuerdo con lo dispuesto en el artículo 91.2. 3.En caso de accidente o avería, como norma general, los ocupantes deberán abandonar el vehículo y situarse en un lugar seguro fuera de la calzada, por el lado contrario a la circulación, sin invadir los carriles de circulación ni el arcén. En el supuesto de que no exista un lugar seguro, los ocupantes deberán permanecer dentro del vehículo con el cinturón de seguridad abrochado. 4.Mientras se efectúen las actuaciones para retirar el vehículo de la vía, se utilizará el dispositivo de preseñalización de peligro reglamentario. 5.No se efectuará el atestado del accidente en la calzada, debiendo realizarse en un lugar seguro fuera de la vía. Juan Carlos Toribio, ex-Guardia Civil representante de la Unión Internacional para la Defensa de los Motociclistas nos dice claramente en un video que estamos obligados a señalizar en caso de obstruir la calzada, esto es, la zona por donde circulan los coches y no si logramos detenernos en el arcén. Desgraciadamente nos lo dejan claro en el articulo Artículo 91. Inmovilización del vehículo en casos de emergencia o de peligro. Donde en su apartado 2 se dice: 2. Cuando, por emergencia, el vehículo haya de permanecer detenido o estacionado en la calzada o en el arcén, el conductor estará obligado a adoptar las medidas necesarias para que resulte perfectamente perceptible y para que se retire lo antes posible de la vía. Volviendo al tema de los accidentes mortales que nos han traído hasta aqui, no hay un informe monográfico que confirme cuántos de estos incidentes fueron directamente por colocar o retirar los triángulos, ni cuántos involucraron a conductores particulares versus trabajadores profesionales de la carretera (como operarios de mantenimiento vial, grúas o servicios de emergencia, que representan un subgrupo significativo de peatones expuestos en arcenes, según el Registro Nacional de Víctimas de Accidentes de Tráfico). La propia DGT admite en comunicados que "no existen estudios específicos que determinen cuántas de esas víctimas lo fueron al colocar los triángulos", y expertos independientes, como en análisis de 2025, cuestionan la precisión de la cifra de "25" como aproximada y no exacta, sugiriendo que podría inflar el riesgo para justificar la baliza V-16. En su lugar, la justificación se basa en informes agregados como la Instrucción MOV-2023/15, que destaca el "notable incremento del riesgo de atropello" en autopistas/autovias por transitar el arcén, sin desglose laboral, y en la Estrategia de Seguridad Vial 2030, que agrupa estos datos en categorías amplias de "peatones vulnerables en vías interurbanas" sin diferenciar perfiles profesionales. La Estrategia de Seguridad Vial 2030 de España, aprobada en diciembre de 2021 por el Consejo de Ministros, se presenta oficialmente como la contribución nacional al cumplimiento del Objetivo de Desarrollo Sostenible 3.6 de la Agenda 2030 de Naciones Unidas, que establece textualmente: «Para 2030, reducir a la mitad el número de muertes y lesiones causadas por accidentes de tráfico en el mundo». La propia DGT lo reconoce así en su documento oficial: «Esta Estrategia se alinea con la Agenda 2030 para el Desarrollo Sostenible y, en concreto, con la meta 3.6», y adopta el mismo horizonte temporal (2030) y el mismo objetivo cuantitativo: reducir un 50 % las víctimas mortales y los heridos graves respecto a la base 2019 (1.755 fallecidos y 8.558 heridos graves hospitalizados). Además, incorpora explícitamente los principios de la Agenda 2030 (Visión Cero muertes y lesiones graves, Sistema Seguro, enfoque basado en datos, gobernanza multinivel y participación de la sociedad civil) y se integra en el marco europeo del Plan de Acción de Seguridad Vial 2021-2030 de la Comisión Europea, que también toma como referencia la meta 3.6 de la ONU. En resumen, la Estrategia española no es solo un plan nacional de tráfico, sino la herramienta con la que España pretende cumplir formalmente su compromiso internacional asumido al firmar la Agenda 2030 en septiembre de 2015. Vivimos en un país donde la esquizofrenia política roza lo caricaturesco: hace solo cinco meses, el 16 de junio de 2025, Vox presentó y defendió en el Congreso una Proposición No de Ley con el nombre “la mejora de la seguridad de los trabajadores que prestan servicio en carretera” y pidió acelerar la obligatoriedad de la baliza V-16 conectada (la misma que ahora llaman “nuevo impuesto encubierto”), logrando su aprobación con los votos del PP, los votos en contra del PSOE y todos sus socios y la abstención de Junts. Su entonces portavoz de Tráfico, Francisco José Alcaraz —el ex-peluquero convertido en diputado—, llegó a calificarla de “tecnología innovadora que salvará vidas” y exigió al Gobierno que no retrasara más su implantación definitiva. Hoy, el mismo partido pide la paralización inmediata de la medida que él mismo forzó, demostrando que en España la coherencia política tiene menos recorrido que un triángulo de emergencia en plena autovía. En 2026, cuando se haga efectiva la obligatoriedad de este nuevo artefacto de control, llevaré 40 años conduciendo por las carreteras de España y de Europa. 4 décadas en las que he visto muchas cosas en los mas de un millón de kilómetros recorridos a una media de 25.000 km al año. He tenido que usar muchas veces la señalización pasiva que ofrecen los triángulos y he visto su eficacia de noche, a pleno sol, en curvas, cambios de rasante y todo tipo de condiciones atmosféricas. Sin embargo Pere Navarro no habrá conducido ni un solo kilometro ya que nunca ha tenido carnet de conducir y siempre ha tenido chofer particular, como político estrella que ha sido. Las condiciones meteorológicas o la cobertura impedirán en un montón de ocasiones que este flan Dhul con luces sirva para algo. Hay muchas carreteras en España, incluidos trozos de autovías, donde no hay cobertura y por tanto no funcionara la geolocalización. Y este cacharro como bien dice AlainCreaciones no es a prueba de agua. La carcasa de plástico es de una calidad muy baja con pestañas de acople, sin tornillos lo que hace que la baliza tenga una protección mínima exigida por el BOE de IP54 aunque existan algunas con IP66 que ya garantizan protección contra polvo y lluvia intensa. En situación de lluvia las de menor IP tendrán fallo electrónico garantizado. Por no hablar de la durabilidad de las pilas que según el pliego de características técnicas de los dispositivos de preseñalización V-16 establecidas por la Dirección General de Tráfico (DGT) en su normativa de homologación (Instrucción MOV-2023/15 y requisitos de certificación UNE-EN 12352), la duración mínima exigida a los fabricantes para la pila o batería es de 18 meses de vida útil en reposo, independientemente de si se trata de pilas alcalinas no recargables o baterías de litio recargables. Esta especificación garantiza que el dispositivo permanezca operativo sin uso durante al menos ese periodo desde su fabricación o última carga completa, complementada con una autonomía mínima de 30 minutos de funcionamiento continuo una vez activado para emitir luz intermitente de alta intensidad. El fabricante entre otros muchos datos recibe el estado de nuestras baterías en la baliza, me pregunto para que, lo que levanta las sospechas de que el software pueda hacer otras cosas a parte de simplemente marcar el punto del accidente. Una vez agotadas, la V16 es como dice Rose Saint Olaf (ManzanaDori) un flan Dhul en el techo del coche. Eso en el mejor de los casos, porque una batería de litio dejada al sol en pleno verano en España puede terminar en tragedia, así que mejor a pilas entrecomillas “de toda la vida” que lo máximo que harán será sulfatarse y estropear la electrónica. Os puedo asegurar que en mis 40 años al volante he necesitado indicar mi avería en la carretera durante bastantes horas en alguna ocasión. Los triángulos, como he dicho anteriormente otorgan una seguridad mediante elementos pasivos, reflectantes, que no necesitan de una fuente de energia externa para funcionar y se ven desde bastante mas distancia que este flan Dhul a pilas. Entonces, si la DGT no ha demostrado con datos desglosados y públicos que esos 25 atropellos anuales se deban realmente a la colocación de triángulos (y no a otros factores como reparaciones, cambios de rueda o trabajadores en la vía), si la baliza V16 conectada no mejora la visibilidad respecto a las versiones no conectadas ya permitidas desde 2021 algunas como las V2 con sirenas giratorias enchufadas al encendedor del vehículo, y si su principal ventaja (la geolocalización) solo será obligatoria a partir de 2026 y aún no está plenamente operativa en todos los navegadores y paneles… ¿por qué se impone de forma tan drástica y urgente una medida que obliga a 30 millones de conductores a gastar entre 25 y 60 € en un dispositivo nuevo, que genera rechazo masivo por la sensación de impuesto encubierto, que se ha comunicado de forma confusa y tardía, y ha sido alimentada por bulos (chip de seguimiento, multas automáticas, negocio de empresas afines, etc.) que la propia DGT no ha desmentido con la claridad y antelación necesarias? La pregunta no es si la V16 es útil o no; es por qué se ha convertido en símbolo de una gestión autoritaria, poco transparente y desconectada de la realidad de la ciudadanía. Y aqui es donde debemos sospechar que la DGT simplemente está trabajando para otras entidades supranacionales que son las que verdaderamente están detrás de la implementación de la Agenda 2030 como he comentado antes. Eso sí, gracias a esta tecnologia la DGT obtendría algún beneficio oculto a simple vista. Vamos a analizar los datos que nos permiten asegurar sin ningún genero de dudas lo que se esconde aqui. Es verdad que algunas balizas V-16 conectadas (no todas) incluyen o recomiendan la instalación de una aplicación móvil específica del fabricante para acceder a funcionalidades adicionales, como la confirmación de recepción de alertas por la DGT, el aviso automático a contactos de emergencia vía WhatsApp, la gestión de flotas o la verificación del estado del dispositivo. En estos casos, la app sí puede solicitar datos personales del usuario (nombre, email, teléfono) y del vehículo (matrícula, tipo, bastidor o datos del seguro) para vincular la baliza a un perfil concreto y personalizar el servicio, lo que facilita la integración con plataformas como DGT 3.0 o apps de aseguradoras. Ejemplos incluyen la app SOS Alert de FlashLED/Telefónica Tech, que pide estos datos para "toda la información de tu vehículo en la APP", o apps de marcas como SOOS o LEDONE, donde se registra la matrícula para asociar la geolocalización en emergencias. Sin embargo, esto no es un requisito obligatorio de la DGT ni para la homologación ni para el uso básico de la baliza: la normativa (Instrucción MOV-2023/15) establece que el dispositivo funciona de forma autónoma con su chip GPS y SIM integrada, transmitiendo solo la ubicación anónima (sin matrícula ni identidad) a la plataforma DGT 3.0 al activarse, sin necesidad de apps, registros previos o cesión de datos a la Administración. La Agencia Española de Protección de Datos (AEPD) lo confirma explícitamente: "Para mandar la ubicación del vehículo incidentado no es necesario instalar ninguna aplicación", y "la baliza no transmite ningún tipo de datos personales ni relacionados con el vehículo" más allá del identificador técnico anónimo de cada baliza. La DGT advierte que las apps de fabricantes son opcionales y que el comprador "no tiene por qué facilitar ningún tipo de dato", ya que el proceso es completamente anónimo. O sea, la baliza tiene una ID única que la identifica, lo cual podría permitir anexar datos a esa ID, algo asi como el numero PNR que cada uno de nosotros tenemos asignados aunque ni siquiera seamos conscientes de ello. El reciente ciberataque a la Dirección General de Tráfico (DGT), detectado el 31 de mayo de 2024, ha expuesto los datos personales y vehiculares de más de 34 millones de conductores españoles, incluyendo DNIs, direcciones, matrículas y detalles de seguros, que ahora circulan en el dark web para su venta. Este incidente pone de manifiesto la creciente vulnerabilidad de los sistemas públicos ante amenazas cibernéticas, y genera preocupación sobre cómo estos datos podrían cruzarse con otros registros estatales para un seguimiento más exhaustivo de la movilidad ciudadana. Por ejemplo, al entrar en vigor la obligatoriedad de las balizas V16 –dispositivos que transmiten la ID única y la geolocalización en caso de avería–, surge la posibilidad de que se integren con la información filtrada de la DGT, permitiendo un mapeo detallado de trayectos vehiculares en tiempo real. A esto se suma que el Estado ya nos tiene en listas a través del Registro de Nombres de Pasajeros (PNR), implementado tras el 11S, que recopila datos de todos los vuelos de entrada, salida o escala en España, viajes en tren de largo recorrido y pernoctación en hoteles para fines de seguridad, abarcando identidades, itinerarios y preferencias de viaje. Podrán encontrar más información en los enlaces que se publicaran junto a la descripción de este podcast en Ivoox. Pero, sigamos. Según la Dirección General de Tráfico (DGT), en su página oficial sobre los Dispositivos de preseñalización V16, se debe llevar la baliza de la siguiente manera para evitar multas: "Debemos llevarla en la guantera de nuestro vehículo". Esto implica que, a partir del 1 de enero de 2026, cuando sea obligatoria, todo conductor estará sancionado con 80 euros (infracción leve) si no dispone de ella homologada y lista para usar en su interior, accesible y con batería o pila en buen estado (mínimo 18 meses de vida útil en reposo). Respecto a "activada", la DGT aclara textualmente que "en el momento en que tengamos que señalizar que nuestro vehículo está inmovilizado en carretera, lo único que debemos hacer es encender la baliza y colocarla en el exterior del mismo. Por eso es tan importante que la guardes a mano y que la lleves siempre cargada, ya sea con baterías o con pilas, en función del modelo de la baliza que hayas adquirido”. Bien. La baliza solo dispone de un único botón, se trata de un pulsador que activa inmediatamente las luces led y la geolocalización de la baliza a los 100 segundos de la pulsación. Con otra pulsación la apagamos y supuestamente deja de enviar nuestra geolocalización. Pero esto se ha demostrado falso ya que se le han realizado pruebas donde se ve que el router eSIM que monta emite datos estando apagada pero con las pilas puestas. Se ha elegido este tipo de transmisión de datos ya que hace que sea imposible evitar su funcionamiento extrayendo la tarjeta SIM que esta integrada en dicho modulo electrónico. Los desmontajes de las balizas han arrojado que solo disponen de un controlador de software, una antena GPS y este router de comunicación. Dicha comunicación es full duplex y permite la salida y entrada de datos asi como existe en la placa base de la baliza un sistema de introducción y extracción de datos manual y actualización del firmware. Todo el software está encriptado dentro del chip controlador y hasta donde yo se todavía ningún hacker ha podido desvelar exactamente que hace dicho software, pero debemos sospechar que podría hacer algo más que comunicar anónimamente nuestra geolocalización tras pulsar el botón. Leemos un articulo en bandaancha punto eu titulado “El dominio al que las balizas V-16 envían datos no pertenece a la DGT, sino a un misterioso usuario particular”. “Los más de 30 millones de balizas V-16 que tendrán que adquirir los propietarios de vehículos para cumplir con la normativa que entra en vigor el 1 de enero, no están programadas para llamar directamente a los sistemas de la DGT cuando se activan para señalizar la detención de un vehículo. La Resolución de la DGT publicada en noviembre de 2021 en el BOE que define el funcionamiento técnico de las balizas1, establece 2 protocolos, Protocolo A y B. El llamado protocolo A contiene el conjunto de campos que se exige a los fabricantes que remitan sus balizas. Entre los campos encontramos un identificador único de la baliza, el IMEI del módem que conecta con la red móvil, nivel de batería y por supuesto, las coordenadas geográficas que permiten a la DGT conocer la posición sobre el mapa del vehículo. Pero esta información no llega a los servidores de la DGT. La norma obliga a los fabricantes a mantener un servicio en la nube encargado de procesar todas las peticiones que llegan de las balizas de su marca como tráfico UDP sobre IP. El servidor es accesible mediante un APN privado integrado en la eSIM de la baliza, que no tiene acceso a internet. Este punto crítico para el funcionamiento de todas las balizas de un fabricante deberá mantenerse en funcionamiento durante los 12 años en los que se garantiza el servicio de conectividad. La caída del servicio de un fabricante, bien por problemas técnicos o por el cierre de la empresa, algo que podría ocurrir más fácilmente con las marcas creadas ad-hoc para aprovechar el boom de la venta de balizas, dejaría fuera de juego a las miles de balizas de la marca. Es por ello que el pliego técnico del concurso en el que se adjudicó la creación de la DGT 3.0 a un grupo de empresas lideradas por Vodafone, contemplaba la posibilidad de habilitar sistemas de respaldo para los fabricantes. Los servidores del fabricante de la baliza son los encargados de, en un segundo paso, reenviar los datos de un incidente en curso a los servidores de la DGT. Lo hacen aplicando el protocolo B, que a día de hoy contiene un conjunto reducido de los datos originalmente enviados por la baliza a su fabricante. Cambiar los campos del protocolo A es prácticamente inviable, puesto que requeriría actualizar manualmente el firmware de las balizas. Mucho más sencillo resulta para la DGT vía publicación de nueva Resolución en el BOE modificar el protocolo B, ampliando si lo desea sus campos con los que ya reciben los fabricantes. El dominio de entrada a la DGT 3.0 está a nombre de un particular. La DGT invita a los fabricantes de dispositivos y desarrolladores de apps a conectarse a su nube DGT 3.0 publicando en su web2 los repositorios en Github que contienen los detalles para acceder al servicio. En el caso de las V-16, la nube de los fabricantes debe enviar los eventos de las balizas activas en formato json a una URL en concreto: https://pre.cmobility30.es/v16/ Aunque el subdominio pre probablemente indica que se trata de la versión del servicio habilitada para hacer pruebas antes de su paso a producción, el dominio cmobility30.es figura en la documentación de todas las APIs de la DGT 3.0, siendo por tanto un elemento crítico para el funcionamiento de la plataforma DGT 3.0. Sin embargo, la DGT no tiene la titularidad de este dominio. Al consultar el whois de cmobility30.es en los registro de Red.es no aparece como propietario la DGT ni otro organismo gubernamental. Tampoco la UTE (Unión Temporal de Empresas) designada para operar la DGT 3.0, si no que su titular es un misterioso usuario particular.” O sea, toda la arquitectura de registro de datos de un pais entero pasa por un servidor alojado en un dominio de internet a nombre de un tal Ivan Vega. Imagino que seria bastante fácil de tumbar en un ataque por hackers. Hemos visto varias cosas interesantes, esta decisión proviene de ámbitos superiores incluso a Europa por lo que va a ser muy difícil tumbarlo judicialmente y se busca algo mas que simplemente señalizar el punto donde se ha producido el accidente cosa que normalmente hace el propio accidentado con su movil, ya que la baliza no indica el punto al 112 por ejemplo, cosa que si debemos hacer nosotros. La baliza parece más bien un caballo de Troya para irnos acostumbrando a ser geolocalizados en el coche de forma constante en un futuro. Cosa que ya ocurre desde que empezamos a utilizar los teléfonos inteligentes, asi de tontos somos en realidad. La mejor forma de impedir su implementación es no comprar dichas balizas y arriesgarnos a ser multados con esos 80 euros. En mi experiencia en la carretera jamas se me pidió por parte de la Guardia Civil el que les mostrara los triángulos y se que muchos de ellos no ven con buenos ojos el haber pasado de unas medidas de prevención pasivas a una luz que necesita energia externa y que en muchos casos dejara de funcionar en apenas unos minutos. Visto que dichas balizas no tienen botón de apagado, ni tarjeta SIM que extraer para que no envíe datos, y que se nos exige llevar las pilas puestas recomiendo el aislarlas electromagnéticamente para impedir que puedan comunicar nuestra posición GPS mientras no la necesitemos para señalizar un accidente. Hay dos formas, o comprando una funda jaula de Faraday que nos costara lo mismo que una baliza o envolverla en tres o cuatro capas de papel de aluminio, también servirían esas bolsas que se utilizan en el supermercado para transportar comida en frio. Otra medida que los volvería locos es que intercambiaramos nuestras balizas con otros conductores ya que oficialmente nos dicen que los datos son anónimos aunque cada baliza cuente con un numero ID de identificación único. De momento no está claro si encender una baliza fuera de una vía donde circulen vehículos es un delito así que la saturación de las redes provocando eventos de encendido en masa también seria una buena forma de protesta. Conociendo los datos que ese protocolo B transmite en ultima instancia a la DGT no podemos asegurar que el fin ultimo sea conocer nuestra posición y velocidad en la carretera en la actualidad. Pero como he dicho, es muy probable que en un futuro, se utilicen dichos datos para empezar a implementar mas radares y controles en las zonas donde se incumplan los limites de velocidad, todo apunta a ello. Los datos son el oro en la actualidad, y más si son gratis. El actual director general de la DGT, Pere Navarro Olivella, fue alcalde de Terrassa entre 2000 y 2007 y ex líder del PSC del 2011 al 2014. Y por supuesto, como todo “buen político” fue “investigado" por un presunto delito de tráfico de influencias dentro del llamado caso Mercurio. La juez Beatriz Faura, del Juzgado de Instrucción número 2 de Sabadell, lo citó a declarar el 24 de febrero de 2016 sobre la ayuda que presto a un empresario amigo, Nicola Pedrazzoli, a obtener una concesión de un canal de TDT. El caso Mercurio ha tenido ramificaciones amplias, con imputaciones por cohecho, prevaricación y blanqueo aunque Pere Navarro ha quedado al margen de todo. En 2011, Pere Navarro, recién reincorporado como director general de Tráfico tras un breve paréntesis político, decidió trasladar su despacho y toda su unidad del edificio de la DGT en José Abascal 44 al número 28 de la misma calle, exactamente al mismo inmueble que él mismo había abandonado en 2007 para irse al 44. El argumento oficial fue “estar más cerca del secretario general del organismo” y mejorar la coordinación, una justificación que resultó ridícula para muchos: los dos edificios están a apenas 200 metros de distancia y ya estaban conectados internamente. El traslado fue percibido como un capricho personal sin ninguna utilidad real, especialmente en pleno pico de la crisis económica, con España sometida a recortes sociales y un desempleo del 21 %. El coste de esta operación rozó el millón de euros (según la información publicada por La Razón y nunca desmentida oficialmente): reformas integrales del despacho, mobiliario de lujo, nuevos archivadores, traslado de todo el personal del Observatorio Nacional de Seguridad Vial y acondicionamiento completo de la planta. En un momento en que el Gobierno exigía sacrificios a los ciudadanos y se recortaban prestaciones básicas, gastar cerca de un millón de euros en cambiar de edificio dentro de la misma calle para “estar más cómodo” se convirtió en uno de los símbolos más claros del despilfarro de ciertos altos cargos socialistas y alimentó durante años la imagen de Navarro como gestor poco sensible a la situación del país. Pero no vamos a terminar hundidos en el pesimismo, os voy a dar una buena noticia para variar. Y es que Aena, el operador estatal que lleva nuestros aeropuertos, ha tenido que desactivar el embarque biométrico tras recibir una sanción millonaria. Leemos en un noticia: “La Agencia Española de Protección de Datos, AEPD, ha condenado al operador aeroportuario Aena a una multa de 10 millones de euros y ha ordenado el cierre inmediato de todas las puertas biométricas de embarque. La razón de esta sanción estriba en que Aena no realizó una evaluación obligatoria de impacto en la protección de datos antes de introducir la tecnología que permite el reconocimiento de los pasajeros por su aspecto físico. Tras las quejas de los viajeros, la AEPD inició una investigación, que la ha llevado a condenar a Aena por no haber realizado la comprobación de los efectos que el reconocimiento biométrico puede tener en la protección da datos.” Desgraciadamente dicha agencia ha dado el visto bueno este mismo 20 de noviembre a las balizas V16 siempre y cuando, y leo textualmente: “estos dispositivos están destinados exclusivamente a la visibilización del vehículo accidentado y el envío de la ubicación de un incidente al activarse, prohibiendo expresamente que incorporen funcionalidades adicionales.” O sea, según ellos al más mínimo indicio de que hacen algo más dicha agencia las quitara de en medio. Sin embargo no han dicho ni mu sobre que el dominio por donde circularán los datos de millones de españoles este en manos de un tipo llamado Ivan Vega. Preparemonos para lo peor pero esperemos lo mejor. Os invito a que no compréis dicha lucecita y que desobedezcáis en masa una medida dictatorial como esta. De momento el señor Pere Navarro ya ha dicho que nos dará un periodo de gracia. En 2020, mientras todos mirábamos hipnotizados la tele y aplaudíamos a las ocho, el Gobierno lanzó en la sombra el mayor experimento de rastreo masivo jamás visto en España: un proyecto secreto del INE, la DGT y las grandes telecos (Movistar, Vodafone, Orange) para geolocalizar en tiempo real los 47 millones de móviles del país con una precisión de pocos metros. Sin pedir permiso a nadie, activaron la extracción masiva de datos de antenas y señales GPS anonimizadas… o eso nos contaron. Cada desplazamiento, cada salida al supermercado, cada viaje al pueblo quedó registrado y cruzado con bases de datos demográficas para crear mapas de colores que mostraban exactamente quién obedecía el confinamiento y quién no. Oficialmente era “para estudiar la movilidad durante la pandemia”; en realidad fue el ensayo general perfecto del sistema que hoy usa la DGT 3.0: la misma infraestructura que mañana recibirá la señal de tu baliza V16 conectada cuando te averíes… y que, casualmente, ya sabe perfectamente por dónde te mueves cada día sin que tú hayas hecho nada. El conejo ya estaba dentro del sombrero hace cinco años; ahora solo falta que enciendas la lucecita para que sepan exactamente dónde estás parado. Coincidencia, claro. ………………………………………………………………………………………. Conductor del programa UTP Ramón Valero @tecn_preocupado Canal en Telegram @UnTecnicoPreocupado Un técnico Preocupado un FP2 IVOOX UTP http://cutt.ly/dzhhGrf BLOG http://cutt.ly/dzhh2LX Ayúdame desde mi Crowfunding aquí https://cutt.ly/W0DsPVq …. Participantes ………………………………………………………………………………………. Enlaces citados en el podcast: AYUDA A TRAVÉS DE LA COMPRA DE MIS LIBROS https://tecnicopreocupado.com/2024/11/16/ayuda-a-traves-de-la-compra-de-mis-libros/ Baliza de Angel Gaitan proviene directamente de los guardiaciviles https://x.com/gisbert_ruben/status/1994144991539822895 La baliza envía datos pero no directamente a la DGT https://x.com/bricotienda/status/1993604138664345755 La super iluminación de una pila https://x.com/Anonymous_TA/status/1993197306276200712 He DESMONTADO la BALIZA V16 ¿Qué oculta realmente? https://www.youtube.com/watch?v=qb1zhS9M0ks&t=878s La V16 no es a prueba de Agua https://x.com/AlainCreaciones/status/1992536649189015876 El dominio al que las balizas V-16 envían datos no pertenece a la DGT, sino a un misterioso usuario particular https://bandaancha.eu/articulos/dominio-balizas-v-16-envian-datos-no-11583 Baliza V16 impulsada por VOX https://x.com/Davidmartin341/status/1992750051869814952 VOX exige la paralización inmediata de la imposición de la baliza V16 que esconde un nuevo impuesto contra los españoles https://gaceta.es/espana/vox-exige-la-paralizacion-inmediata-de-la-imposicion-de-la-baliza-v16-que-esconde-un-nuevo-impuesto-contra-los-espanoles-20251126-1305/ ¿Dónde envían datos las balizas V16? ¡No es a la DGT! https://www.youtube.com/watch?v=qx1tVTHLM48&t=3s Datos movilidad durante el COVID https://www.ine.es/covid/covid_movilidad.htm Las carreteras españolas ya tienen 3.395 radares, el mayor aumento desde 2021 https://www.coches.net/noticias/numero-radares-carreteras-espana ESTO ES RIDÍCULO: ¡No compres tu baliza V16 sin ver esto! "LA DGT incumple la ley constantemente" https://www.youtube.com/watch?v=17KZ6WLGPmQ LO QUE NO DEBERIAS SABER SOBRE EL PNR https://tecnicopreocupado.com/2019/03/14/lo-que-no-deberias-saber-sobre-el-pnr/ Qué datos suyos tienen los hackers de la DGT tras la filtración de 34,5 millones de usuarios https://es.euronews.com/my-europe/2024/06/01/que-datos-tuyos-tienen-los-hackers-de-la-dgt-tras-la-filtracion-de-345-millones-de-usuario Aena desactiva el embarque biométrico tras recibir una sanción millonaria https://www.tourinews.es/resumen-de-prensa/notas-de-prensa-destinos-turismo/aena-desactiva-embarque-biometrico-recibir-sancion-millonaria_4489851_102.html Nota informativa sobre la baliza V16 conectada, el dispositivo que deberán llevar los vehículos desde enero de 2026 https://www.aepd.es/prensa-y-comunicacion/notas-de-prensa/nota-informativa-sobre-baliza-v16-conectada ………………………………………………………………………………………. Música utilizada en este podcast: Tema inicial Heros Epílogo Sr.J - Transhumanismo https://youtu.be/VZhk7Wlh8ks?si=GRweMvokOtSwy57y
PB28_IF - La ficción supera a la realidad Audiolibro creado a partir de El Imperio de la Ficción de Pedro Bustamante. Se publica sin obtener beneficio económico por lo que ruego que siga así.
PB27_IF - La doble moral Audiolibro creado a partir de El Imperio de la Ficción de Pedro Bustamante. Se publica sin obtener beneficio económico por lo que ruego que siga así.
PB26_IF - La máscara humanitaria Audiolibro creado a partir de El Imperio de la Ficción de Pedro Bustamante. Se publica sin obtener beneficio económico por lo que ruego que siga así.
PB25_IF - La máscara medioambiental Audiolibro creado a partir de El Imperio de la Ficción de Pedro Bustamante. Se publica sin obtener beneficio económico por lo que ruego que siga así.
PB24_IF - La inteligencia enmascarada Audiolibro creado a partir de El Imperio de la Ficción de Pedro Bustamante. Se publica sin obtener beneficio económico por lo que ruego que siga así.
PB23_IF - El retorno de la Inquisición Audiolibro creado a partir de El Imperio de la Ficción de Pedro Bustamante. Se publica sin obtener beneficio económico por lo que ruego que siga así.
PB22_IF - Los medios sacrificiales Audiolibro creado a partir de El Imperio de la Ficción de Pedro Bustamante. Se publica sin obtener beneficio económico por lo que ruego que siga así.
PB21_IF - La naturaleza ficticia Audiolibro creado a partir de El Imperio de la Ficción de Pedro Bustamante. Se publica sin obtener beneficio económico por lo que ruego que siga así.
PB20_IF - La guerra médica Audiolibro creado a partir de El Imperio de la Ficción de Pedro Bustamante. Se publica sin obtener beneficio económico por lo que ruego que siga asi.
Hemos visitado la exposicion pictorica 'Raimundo de Madrazo', una retrospectiva sobre el nieto de una saga de pintores, los Madrazo, que protagonizan la historia de la pintura en Espana en el siglo XIX, pese a no ser tan conocidos como otras glorias nacionales del pincel. Fueron directores del Prado, sobresalientes retratistas y artistas muy bien pagados, tambien en Francia y Estados Unidos. Pero que distinguio a Raimundo de Madrazo en particular? Y sobre todo, como se monta una exposicion asi? Como se rastrean los cuadros, como se distingue un cuadro verdadero de uno falso? Que clausulas de confidencialidad hay que respetar? Nos conduce a traves de todos estos asuntos y detalles la propia comisaria de la exposicion, Amaya Alzaga, que lleva toda su vida profesional investigando la vida de Raimundo de Madrazo.
Hemos visitado la exposicion pictorica 'Raimundo de Madrazo', una retrospectiva sobre el nieto de una saga de pintores, los Madrazo, que protagonizan la historia de la pintura en Espana en el siglo XIX, pese a no ser tan conocidos como otras glorias nacionales del pincel. Fueron directores del Prado, sobresalientes retratistas y artistas muy bien pagados, tambien en Francia y Estados Unidos. Pero que distinguio a Raimundo de Madrazo en particular? Y sobre todo, como se monta una exposicion asi? Como se rastrean los cuadros, como se distingue un cuadro verdadero de uno falso? Que clausulas de confidencialidad hay que respetar? Nos conduce a traves de todos estos asuntos y detalles la propia comisaria de la exposicion, Amaya Alzaga, que lleva toda su vida profesional investigando la vida de Raimundo de Madrazo.
PB19_IF - Las pandemias Audiolibro creado a partir de El Imperio de la Ficción de Pedro Bustamante. Se publica sin obtener beneficio económico por lo que ruego que siga asi.
Retomamos la serie de Urracas Reales para hablar de una reina de la que tenemos poca información, pero no por ello iba a dejar de tener su episodio en esta serie.Se trata de Urraca de Portugal, la primera infanta portuguesa que se casó con un rey de los reinos peninsulares del momento, en este caso León. Casó con Fernando II y tras la anulación de su matrimonio por consanguinidad ingresó en un monasterio.En este episodio aparece la gran Urraca I, que era la madre del suegro de Urraca de Portugal, Alfonso VII. Alfonso VII nació fruto del matrimonio de Urraca I con Raimundo de Borgoña. De ellos hablamos hace poco en el episodio de Urraca que os dejo anexo abajo.Pero Urraca de Portugal también estaba ligada familiarmente a Urraca I a través de su propia familia. De todo ello hablamos hoy.
Esta semana los culturetas han salido fascinados de la exposicion de la Fundacion Mapfre dedicada a Raimundo de Madrazo. En el Dia de Todos los Santos hablamos tambien de Halloween, paganismo y tradicion. Con Ruben Amon, Guillermo Altares, Rosa Belmonte, Sergio del Molino e Isabel Vazquez.
Nos asomamos a "la ventana del Nautilus", junto a Guillermo Busutil, para fijarnos en un hábito en extinción: escribir cartas a mano. Además, viajamos al interior del cerebro humano con el neurocientífico Ignacio Morgado, que reflexiona sobre la memoria, la consciencia y el impacto de la tecnología en nuestra inteligencia. Además, con Teresa Coto, repasamos los discursos más inspiradores de los Premios Princesa de Asturias, y hacemos junto a Ángela Núñez una retrospectiva de la obra de Raimundo de Madrazo.Escuchar audio