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Enquanto a segunda greve geral em seis meses paralisa o país, o debate sobre o pacote laboral do governo intensifica-se. Daniel Oliveira defende que a reforma “é mais do mesmo”, não resolvendo os problemas estruturais de produtividade e salários em Portugal. Francisco Mendes da Silva considera que é o Chega quem detém a chave do destino desta reforma, podendo capitalizar politicamente ao apresentar-se simultaneamente como parceiro das reformas da direita e travão do “liberalismo excessivo” do governo junto do seu eleitorado mais protecionista. Cavaco Silva entra na discussão com um artigo direto, elogiando o trabalho do ministro Gonçalo Matias na contratação pública, numa intervenção que contrasta com as insinuações recentes de Pedro Passos Coelho. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 2 de junho. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cavaco Silva reclama razão eterna contra burocratas, enquanto Mário Centeno faz "preço certo" das contas. Entre o mofo de 1978 e a vaidade do superávit, Estado continua à espera de uma reforma a sérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Cavaco Silva resolveu dar uma lição de "estratégia" ao defender Montenegro contra críticas de Passos Coelho, e aproveitou para recordar o quão incrível foi o seu próprio governo. Ainda a greve geral.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um dos nossos ouvintes quer saber por que razão a esquerda reage de forma tão violente às aparições do antigo primeiro-ministro. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares comenta a atualidade, com destaque para a política externa e as visitas de Trump e Putin à China. Entende que o Presidente dos EUA foi humilhado por Xi Jinping e que os chefes de Estado de Moscovo e Washington foram a Pequim numa "posição de inferioridade". Sobre a polémica da autorização portuguesa nas Lajes, acha que o Governo "se saiu muito mal" depois das palavras de Rubio. Falamos ainda do futuro e da possibilidade de não se cometerem erros do passado (com criticas a Cavaco Silva). O cronista do Expresso defende que se aposte nos jovens em vez de aumentar as pensões dos "velhos" (e não idosos - palavra que "cheira a doença"). Na discussão sobre o pacote laboral sobram criticas para os sindicatos, o Governo (que omitiu o tema no programa eleitoral), o PS ( falta uma "posição clara" a Carneiro) e o Presidente ("falou antes de tempo, quando disse que não aceitaria uma reforma sem o ok da UGT"). See omnystudio.com/listener for privacy information.
A comissão nacional de eleições anda de costas voltadas e com muitos segredinhos. Já Cavaco Silva consegue continuar a dividir partidos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No "Realpolitik", Sérgio Sousa Pinto e Miguel Pinheiro falam sobre a relação de Cavaco Silva com a Europa, na semana em que ele foi premiado, e sobre a China como novo centro do mundo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cavaco Silva foi distinguido pela Ordem Europeia do Mérito. Esta distinção valeu elogios, mas também irritações. Afinal, o que irrita tanto parte da esquerda (e da direita também) em Cavaco Silva?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Aníbal Cavaco Silva é o nome português entre os primeiros 20 laureados com a Ordem Europeia do Mérito. Entre elogios e irritações, como pode o antigo Presidente da República irritar tanto os partidos?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A atribuição da Ordem Europeia do Mérito ao antigo Presidente da República Cavaco Silva é mote para uma edição especial do programa Casa Comum, gravada ao vivo no Parlamento Europeu em Estrasburgo. Mariana Vieira da Silva e Duarte Pacheco juntam-se a José Pedro Frazão numa reflexão sobre os 40 anos de Portugal na União Europeia e o papel de Cavaco Silva nesse percurso. Ao debate juntam-se ainda os eurodeputados Ana Vasconcelos (Iniciativa Liberal) e João Oliveira (PCP).
No "Realpolitik", Sérgio Sousa Pinto e Miguel Pinheiro falam sobre a relação de Cavaco Silva com a Europa, na semana em que ele foi premiado, e sobre a China como novo centro do mundo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No "Realpolitik", Sérgio Sousa Pinto e Miguel Pinheiro falam sobre a relação de Cavaco Silva com a Europa, na semana em que ele foi premiado, e sobre a China como novo centro do mundo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O primeiro-ministro veste o fato de Cavaco, mas a alma é de plástico e falta-lhe o "Danoninho". É a tática pura de quem quer durar, enquanto as reformas ficam na gaveta e o país marca passo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cavaco Silva (que nos lembrou algumas verdades), José Luís Carneiro (que simulou uma ida ao supermercado) e a Climáximo (que publicitou um furto) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cavaco Silva (que nos lembrou algumas verdades), José Luís Carneiro (que simulou uma ida ao supermercado) e a Climáximo (que publicitou um furto) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Não faltam críticas de Miguel Sousa Tavares à diplomacia portuguesa por causa da utilização da base das Lajes por parte dos Estados Unidos: "achar que cumpriram o acordo é fazer de nós idiotas e parvos". O cronista considera que Trump "só entende a linguagem do dinheiro e ficou assustado" com a subida dos preços e encontrou um pretexto para suspender a guerra. Não faltam críticas às indemnizações da Igreja portuguesa às vitimas de abusos, "os nossos bispos perderam a vergonha" e um olhar para o ensaio de Cavaco Silva de onde destaca o recado sobre as forças populistas, "Montenegro vai na direção errada se acha que o Chega é um parceiro confiável. Boa sorte!"See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cavaco Silva fez o aviso ao Governo e ao PS: o país precisa de reformas e a única solução é conversar ao centro. O PS foi para Viseu procurar caminhos e o país ficou entre avisos e promessas de colaboração. Neste episódio da Comissão Política, João Vieira Pereira, Paulo Baldaia e Eunice Lourenço analisam a atualidade política, sob moderação de David Dinis. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Gonçalo Matias concorda com “diagnóstico” de Passos e Cavaco Silva. Ministro acredita que reforma do Tribunal de Contas estará pronta antes do verão e faz balanço do novo regime do licenciamento.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os socialistas enfrentam mais um congresso, onde se discute o papel do partido no atual contexto político português. Com a liderança de José Luís Carneiro sob escrutínio, o PS enfrenta desafios internos e externos, desde a ascensão do Chega até à necessidade de se reinventar para reconquistar a confiança dos portugueses. Outrora força dominante, encontra-se agora como terceira força num parlamento tripartido, atrás do PSD e do Chega. O partido sofre de desgaste, afastamento do eleitorado e dificuldades em renovar a sua base social. Passou de um partido de quadros para um partido de funcionários, e isso afeta a sua ligação com o seu eleitorado. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O silêncio de Seguro está a deixar o país num síndroma de abstinência? E como se deve ler Cavaco Silva? O antigo presidente está a condicionar o PS ou a marcar Passos Coelho? E como vai ser o Congresso de Carneiro?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cavaco Silva publicou um artigo de opinião no Expresso em que, como Passos Coelho, aconselha ao governo “firmeza reformista”. O modo como cada um destes dois ex-líderes do PSD olha para o Chega é que é bem distinta. Para nos ajudar a ler nas entrelinhas do mais recente texto de Cavaco Silva, conversamos com o director-adjunto do Expresso, David Dinis.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cavaco Silva tem sido o verdadeiro crítico do Governo, mas desta vez foi o PS que calhou na rifa. Já o excedente orçamental é a esperança que os portugueses precisavam ou é sol de pouca dura?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Reportagem e edição de Leonor Faria. Cavaco Silva defende Governo e critica PS e ChegaAmbientalistas pedem que o Metro de Lisboa abra às 5h30Socialistas pedem a Carneiro mais ideias para afirmar o PSGoverno atribui Medalha de Mérito Cultural a Simone de Oliveira Design: Carlota Real Sonoplastia: Nuno Viegas
Olhos postos este fim de semana em José Luís Carneiro, com o fantasma de Centeno no horizonte de Viseu. E ainda, o que une e o que separa Cavaco Silva e Passos Coelho?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Passos Coelho veio a público criticar o Governo liderado por Luís Montenegro. O antigo primeiro-ministro e ex-líder do PSD afirma que o Governo não é reformista, critica a nomeação de Luís Neves para ministro da Administração Interna e até deixa no ar a hipótese de eleições antecipadas caso a reforma laboral não avance. Está Passos Coelho enganado na sua análise, como apontou Hugo Soares? José Eduardo Martins admite que Passos “sabe que causa mossa ao PSD”, Pedro Delgado Alves considera que Luís Montenegro “arranjou outro pai em Cavaco Silva”. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 26 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A campanha para a segunda volta das presidenciais portuguesas termina esta sexta-feira, com um país dividido; entre a promessa de ordem e a defesa da democracia. A historiadora e investigadora, Raquel Varela, alerta para a ameaça representada por André Ventura, líder do partido de extrema-direita, critica a cumplicidade mediática e questiona o apoio da direita a António José Seguro, candidato apoiado pelo PS. Para a historiadora, o voto pode travar o pior, mas não cura a “pneumonia” do sistema. A campanha para a segunda volta das eleições presidenciais termina esta sexta-feira, 6 de Fevereiro, e chega ao fim com um traço comum: falou-se menos de propostas e mais de um retrato do país. Nesta segunda volta, António José Seguro procurou apresentar-se como candidato da estabilidade institucional, enquanto André Ventura tentou ocupar o lugar do choque político. Pelo meio, o debate tornou-se mais emocional do que racional, mais centrado no medo e na raiva do que numa ideia clara do futuro. É a partir desse retrato que Raquel Varela, historiadora e investigadora, faz a sua leitura. “Eu acho que nós temos que fazer perguntas porque, normalmente, são muito melhores do que as respostas”, afirma, antes de justificar porquê. “Não devemos tentar respostas fáceis, não é? (…) às vezes é preciso fazer perguntas muito difíceis a nós próprios.” A pergunta que coloca, diz, é desconfortável e obriga a rever certezas: “Porque é que a maioria dos quadros de direita do país ou do centro direita, grande parte deles apoiam António José Seguro?” Raquel Varela sublinha que esta questão entra em choque com hipóteses que vinham a ser formuladas. “Isto é um contrassenso face àquilo que pessoas, como eu tinham dito há meses e há anos”, diz, referindo-se à ideia de que as classes dirigentes portuguesas estariam a apoiar “alguma solução de tipo fascista ou bonapartista”, isto é, “alguma forma de restrição dos direitos, liberdades e garantias”. E acrescenta, sem fugir à revisão: “Como é que eu posso responder a esta pergunta difícil (…) que me mobiliza também aquilo que eu pensava? Estava errada.” Para a historiadora, a própria análise política exige aceitar a possibilidade do erro: “Nós erramos em ciências sociais são apostas, são hipóteses.” A dúvida sobre a estratégia das classes dirigentes não altera, porém, a certeza sobre André Ventura. “Não tenho dúvidas absolutamente nenhumas de que André Ventura representa uma ameaça à democracia”, afirma. E reforça a caracterização: “Mais do que uma ameaça à democracia, é um partido de caráter fascista.” Raquel Varela aponta ainda o que considera ser o início de um processo mais amplo: “É uma ameaça aos direitos do trabalho e a violência contra os imigrantes é só o início da violência contra os trabalhadores em geral”, referindo o caso norte-americano: “Como se viu com o ICE e a milícia de Donald Trump nos Estados Unidos.” Raquel Varela enquadra esse crescimento com uma crítica directa ao papel da comunicação social. “André Ventura tem sido levado ao colo por grande parte dos jornais que são detidos por empresas em Portugal”, afirma. E inclui também órgãos “dependentes do Estado”, como a televisão pública. A historiadora considera que isso é um tema interno da própria profissão: “Isso também é um debate a ter dentro do jornalismo em Portugal”, e acrescenta que o jornalismo vive “uma fase mais crítica (…) com menos capacidade de dar espaço ao dissenso.” Mas a questão decisiva, insiste, está no movimento defensivo das elites em direcção a António José Seguro. Raquel Varela descreve esse movimento como revelador. “Nós vimos agora (…) históricos da direita, do ultraliberalismo (…) e agora apoiam António José Seguro”, afirma. E dá exemplos: “Cavaco Silva apoia António José Seguro, Paulo Portas apoia António José Seguro.” A pergunta regressa: “Nós temos que perguntar porquê.” A resposta que formula, por agora, é que as classes dirigentes portuguesas “estão com enormes dificuldades em governar”. Esse medo, diz, é o medo de perder o controlo político do país. “Estas eleições revelam um grande medo das classes dirigentes perderem a mão”, afirma. E clarifica o sentido dessa expressão. “Não é perderem a mão no sentido de que vai haver um fascista a governar o país, é perderem a mão no sentido em que as classes trabalhadoras e médias perdem a paciência.” Para sustentar a leitura, Raquel Varela recorda um facto recente: um governo de direita “acabou de enfrentar uma greve geral com 3 milhões de trabalhadores”. A historiadora defende que o papel do Presidente da República não pode ser visto como decorativo num contexto destes. “Se nós temos na presidência da República alguém que não faz o contrapeso a isto, que não tem alguma capacidade de diálogo com o mundo do trabalho, nós podemos ter uma situação de tipo Donald Trump”, afirma. A comparação surge acompanhada de uma observação que, para si, revela o efeito paradoxal da radicalização do poder. “O Donald Trump fez mais pela greve geral nos Estados Unidos do que qualquer esquerda nos últimos 50 anos, porque hoje em dia fala-se em greve geral nos Estados Unidos.” A investigadora descreve o clima político como uma mobilização de afectos defensivos. “Estes afectos tristes que estão a ser mobilizados e que implicam muito medo”, diz, recuperando uma expressão do ensaísta Perry Anderson. E coloca a crise no centro do regime: “A crise de representação é das classes trabalhadoras médias e das classes dirigentes. Há uma rotura entre representantes e representados.” Para Raquel Varela, é essa rotura que explica por que razão uma campanha presidencial se transformou num confronto entre medos. Para tornar essa crise concreta, Raquel Varela recorda uma reportagem que fez esta semana em Leiria, Marinha Grande e Vieira de Leiria, depois de ventos ciclónicos terem destruído casas e infra-estruturas. A historiadora diz que a população queria ser ouvida. “Demos por nós com as pessoas a virem atrás de nós a dizer: ‘Eu quero falar'.” E as frases repetiam-se com força política. “Somos contribuintes, não somos cidadãos. Existem dois países, um país lá e nós aqui.” O “nós aqui”, sublinha, é “100 km de Lisboa” e não um lugar distante do mapa. Raquel Varela descreve o que considera ter sido “o colapso completo do Estado”. “Uma semana depois não havia sequer um sistema de construção público capaz de ter ido tapar os telhados das pessoas”, afirma. O detalhe que destaca é, para si, simbólico: “Estão a ser tapados com lonas, lonas da Iniciativa Liberal e do Chega, que é metafórico do que é que estes partidos da privatização têm a dizer às pessoas.” A falha, insiste, não foi falta de solidariedade, mas falta de capacidade material. “O que as pessoas precisam é de gruas, de guindastes, de camiões, de pedreiros, de eletricistas, de alta atenção, de respostas rápidas.” No mesmo terreno, diz, viu-se a fragilidade do populismo. “As pessoas desprezaram as políticas de André Ventura a distribuir garrafas de água”, observa. E percebeu que “isto não vai lá com comunicação.” A realidade expôs ainda um contraste decisivo em relação ao discurso anti-imigração. “Se não fossem os pedreiros brasileiros do Nepal e do Bangladesh nem lonas tinham conseguido pôr.” Uma senhora, conta, deixou uma frase que considera reveladora: “Quem está a votar no André Ventura devia ter vergonha.” E colocou uma pergunta que, para Raquel Varela, funciona como lição histórica: “Como é que vocês acham que a Alemanha e a Suíça foram reconstruídas depois da guerra? Não foi com imigrantes?” Raquel Varela aponta também responsabilidades aos partidos de esquerda. “Penso que há uma enorme responsabilidade nos partidos de esquerda que tiveram muito medo de ser radicais”, afirma. E explica o que entende por esse medo: “Tiveram muito medo de questionar o sistema, de questionar este balcão de negócios privados que é o estado.” Na sua leitura, a esquerda seguiu políticas que considera destrutivas. “Foram atrás das políticas da União Europeia de elevação da dívida pública, de destruição do emprego público e assistencialistas.” O resultado, diz, foi uma esquerda reduzida a uma diferença mínima. “A diferença hoje em dia entre a esquerda e a direita que teve no governo é se há mais ou menos assistencialismo. Isso não faz uma política de esquerda.” A faltarem dois dias para a segunda volta das eleições, Raquel Varela recusa a ideia de que a escolha resolva o problema. “Eu acho que sobreviveu uma vez mais”, afirma, referindo-se à democracia. E deixa claro o sentido de um voto em António José Seguro contra André Ventura. “Quem quer que vá votar a António José Seguro contra André Ventura tem que saber que está a votar para impedir André Ventura de chegar, não está a votar para criar um sistema político e social que nos impeça os André Venturas desta vida.” A metáfora final fecha a sua leitura: “É o idêntico a tomar uns antipiréticos numa pneumonia”, um gesto que pode ser necessário no imediato, mas que exige um passo seguinte: “ir rapidamente resolver o problema da pneumonia.”
Seguro esperava apoios como os de Cavaco Silva? O silêncio de Passos Coelho mostra o seu plano de retorno e vingança? O atraso de Lisboa a acorrer à tragédia é a prova de que é urgente haver uma regionalização? Houve falhas na prevenção? Deviam ter sido tomadas medidas mais assertivas? Até quando o SIRESP vai continuar a falhar? Portugal tem que se adaptar a este novo normal climático? Isto é um país?
Cavaco Silva é o mais recente "notável" a declarar o apoio a António José Seguro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em contagem decrescente para o arranque oficial da campanha para a segunda volta das presidenciais, continuam a ser anunciados apoios a António José Seguro. Nesta segunda-feira, foi a vez de o antigo Presidente da República Aníbal Cavaco Silva declarar que votará no antigo líder do PS no dia 8 de Fevereiro. O antigo chefe de Estado destacou que Seguro é “uma pessoa honesta e educada” e que “os portugueses podem, portanto, inferir com facilidade e sem margem para dúvidas” que o voto do também antigo líder do PSD será em António José Seguro. Cavaco Silva junta-se assim a Paulo Portas, líder histórico do CDS, que na noite de domingo disse escolher o “candidato moderado”, uma vez que sabe “muito bem desde o início em quem nunca votaria para Presidente da República”. Já André Ventura não tem conseguido novos apoios para além da sua base eleitoral tradicional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em dia de eleições, os politólogos Pedro e Inês reúnem-se para resumir e tirar últimas ilações sobre os principais candidatos à presidência. Além disso, Inês faz anos e recebe um presente da equipa. Pedro aproveita para contar que é o cliente ideal de lavagens de carro, que é fã de kiwi gold e que é um bom tio por fazer programas com a sua sobrinha (que é uma pessoa de 7 anos).(00:00) Intro(00:23) Polémica de Cotrim(01:16) Close friends de instagram são assim tão close?(04:05) Fazer anos no mesmo dia que André Ventura(07:00) Que outras personalidades fazem anos dia 15 de janeiro?(08:20) Como é o dia de anos de Inês Rogeiro?(09:28) Chakall é mesmo chef ou é scam?(10:58) PTM foi ver Luís de Matos com sobrinha Kika(16:02) Timidez de crianças deve ou não ser contrariada?(20:59) Ir lavar o carro e ser aldrabado(26:53) Kiwi gold é GOAT(30:57) Inês revela que teve crush por Cavaco Silva(33:19) João Póvoa Marinheiro lançou a polémica de Cotrim?(34:30) Marques Mendes perdeu centímetros na campanha?(36:01) Silêncio de Seguro foi benéfico(37:57) Seguro é um bom sticker de WhatsApp(39:26) Felicidade de Gouveia e Melo a fazer rafting(40:33) Marques Mendes faz agachamentos sem necessidade(41:27) Cotrim usa qualquer pretexto para andar de mota(43:27) Que figuras públicas apoiam Cotrim?(48:04) Apelo excessivo ao voto é deprimente(50:55) Previsões de Inês Rogeiro sobre presidenciais(52:00) PTM traz teste de rapidez em leitura(50:47) PTM e Inês jogam connections(01:01:34) Que figura pública fará humor de stories no dia das eleições?
Nas derradeiras horas da campanha presidencial, os candidatos procuram um dos lugares na segunda volta. O alegado caso de assédio de João Cotrim de Figueiredo continua a marcar a agenda. Quem parte na frente na reta final de campanha? Pedro Delgado Alves acredita que Cotrim “perdeu potencialmente mais votos com declarações sobre Ventura”, José Eduardo Martins considera que foi uma “campanha particularmente violenta, cheio de lama desde o princípio.” O Antes Pelo Contrário em podcast foi emitido na SIC Notícias a 15 de janeiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Luís Marques Mendes pede concentração de votos para evitar “lotaria” da segunda volta, numa tarde em que contou com um vídeo de Cavaco Silva.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estamos a menos de um mês da eleição presidencial, com a primeira volta a 18 de janeiro. O prazo para a entrega das candidaturas presidenciais já terminou. Assim, serão 13 os candidatos presidenciais, o que torna esta a corrida a mais concorrida da história em Portugal. Supera o número de 2016, quando dez concorrentes cobiçaram o lugar deixado vago por Cavaco Silva, em fim de mandato. Nessa altura, estavam representados quatro partidos políticos e seis independentes.
Luís Manuel Gonçalves Marques Mendes. É este um dos nomes que lhe aparecerá no boletim de voto, a 18 de janeiro. Ex-líder do PSD, partilha com o António José Seguro não ter consigo chegar a ir a votos, em legislativas. Natural de Fafe, formado em direito, começou a sua vida política cedo, como vice-presidente da Câmara, ainda com 19 anos. Foi deputado em seis legislaturas, líder parlamentar quando o atual Presidente da República era presidente do PSD, secretário de Estado dos assuntos parlamentares, secretário de Estado da Presidência e ministro adjunto de Cavaco Silva, assim como ministro dos Assuntos Parlamentares de Durão Barroso. Como começa a ser hábito nos candidatos à presidência do centro-direita, foi comentador, em horário nobre, canal generalista e a solo, durante anos. Foi o primeiro candidato a tornar pública a sua candidatura. Nestas eleições, tem uma vantagem e uma desvantagem, que são a mesma: é o candidato apoiado pelo partido que governa. Vantagem, porque é o partido mais votado e, não se afastando dessa base de apoio, Marques Mendes têm aparecido, consistentemente, como forte candidato a ir a uma segunda volta. Desvantagem, porque é um partido que concentra tal poder, que a teoria soarista de que os portugueses não gostam de pôr os ovos todos no mesmo cesto seria, neste caso, esmagadora. Nunca tantos ovos pesaram no mesmo cesto porque nunca um partido teve o governo, o parlamento, duas regiões autónomas, a maioria das câmaras, incluindo as cinco mais populosas. Mesmo perante isto, a sua campanha tem estado bastante colada ao governo e à AD. Com tanta concorrência à direita, saberá que só conquista quem tem base sólida. E, ainda assim, segundo as sondagens, uma parte importante dessa base ainda está por conquistar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fez "check" em duas coisas: recado a Luís Montenegro e apoio a Marques Mendes - com a dispersão de votos a ser cada vez maior. O Estado criou um "monstro" com os médicos tarefeiros e agora?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luís Mira Amaral e João Deus de Pinheiro, antigos ministros de Cavaco Silva, recordam os governo que integraram. Falam dos momentos mais difíceis da governação, como a moção de censura de 1987.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cavaco Silva governou de 1985 a 1995 e hoje uma centena dos que estiveram nas suas equipas reúnem-se num almoço que marca 40 anos do seu primeiro executivo. Um bom pretexto para lembrar o “cavaquismo”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cavaco Silva governou de 1985 a 1995. Hoje as suas equipas juntam-se para um almoço que marca os 40 anos do seu executivo. É caso para comprovar o provérbio “atrás de mim virá quem de mim bom fará”?See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Cavaco Silva governou de 1985 a 1995. Hoje as suas equipas juntam-se para um almoço que marca os 40 anos do seu executivo. É caso para comprovar o provérbio “atrás de mim virá quem de mim bom fará”?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cavaco Silva governou de 1985 a 1995 e hoje uma centena dos que estiveram nas suas equipas reúnem-se num almoço que marca 40 anos do seu primeiro executivo. Um bom pretexto para lembrar o “cavaquismo”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cavaco Silva governou de 1985 a 1995. Hoje as suas equipas juntam-se para um almoço que marca os 40 anos do seu executivo. É caso para comprovar o provérbio “atrás de mim virá quem de mim bom fará”?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foi ministro da Justiça na década de 90, quando Cavaco Silva era primeiro-ministro, e foi juiz conselheiro jubilado do Supremo Tribunal de Justiça e escritor. Autor de quatro romances, publicou em 2022 “As Sombras de Uma Azinheira”, sobre o confronto de um país antes e depois da revolução. Nesta conversa em podcast de 2023, Laborinho Lúcio, deixou um olhar crítico sobre o estado da Justiça em Portugal e após integrar a Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais de Crianças na Igreja Católica, refletiu sobre o que falta fazer para haver uma efetiva mudança numa certa cultura de silêncio e ocultação. Recorde aqui a grande conversa de setembro de 2023 com Laborinho LúcioSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O ex-líder do PSD, ex-primeiro-ministro e ex-Presidente da República escreve esta sexta-feira um artigo de opinião para responder à pergunta: em quem devem votar os portugueses nas presidenciais? Sem aconselhar o voto directamente em Marques Mendes, Cavaco Silva, remetendo-nos para a sua experiência em Belém, parece apostado sobretudo em desaconselhar o voto no almirante Henrique Gouveia e Melo. Neste episódio, conversamos sobre as presidenciais com a editora de Política do Expresso, Eunice Lourenço.See omnystudio.com/listener for privacy information.