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Neste episódio, Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit e VP de Energia e Sustentabilidade da MIT Technology Review Brasil, conversa com Rafael Marquez, CMO do Energy Summit, sobre a chegada do Energy Summit Global 2026 e as principais novidades desta edição.A conversa parte de uma ideia central: o Energy Summit não é apenas um congresso ou uma feira de negócios. É uma plataforma de conhecimento, relacionamento, inovação e geração de oportunidades, que conecta empresas, lideranças, startups, investidores, governo, academia e especialistas em torno dos grandes desafios da energia.Ao longo do episódio, Hudson e Rafael discutem a mudança para a AXIA Marina da Glória, no Rio de Janeiro, e como o novo espaço amplia a experiência do evento. A edição de 2026 contará com novos pavilhões, Energy Summit Expo, masterclasses, áreas de networking, lounges, ativações, experiências imersivas e uma programação pensada para estimular conexões estratégicas durante os três dias de evento.Mais do que antecipar a programação, a conversa mostra como o Energy Summit se consolida como um espaço onde conteúdo, negócios e experiência se encontram para impulsionar decisões, parcerias e novas agendas para o futuro da energia.Em um momento em que energia, tecnologia e sustentabilidade se tornam cada vez mais interdependentes, o evento se posiciona como o lugar para estar para quem quer acompanhar, discutir e participar da construção dos próximos caminhos do setor.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra, Alexandre Roldão e Carlos Aros analisam como os agentes de Inteligência Artificial podem transformar a lógica dos ciberataques.A era agêntica promete automatizar tarefas, ampliar a produtividade e apoiar decisões. Mas, no campo da segurança digital, também abre espaço para ataques mais rápidos, autônomos e difíceis de prever.O episódio debate o papel das empresas, das Big Techs e da academia diante de um novo cenário: uma disputa em que agentes podem atuar tanto na defesa quanto no ataque.Ouça o episódio completo.
Direto do Web Summit Rio A equipe da MIT Technology Review Brasil esteve no Web Summit Rio, evento internacional que reúne inovação, tecnologia, cultura e empreendedorismo. Neste episódio do videocast The Download, gravado no local, Rafael Coimbra, nosso editor-chefe, e Alexandre Roldão, editor-executivo, analisam como a temática da Inteligência Artificial permeou muitos paineis e repercutem fala da presidente da Microsoft Brasil sobre profissionais do futuro.
Neste episódio, Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit e VP de Energia e Sustentabilidade da MIT Technology Review Brasil, conversa com Arnaldo, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), e Leonardo Dias, founder e Chief Power Officer da Minter, sobre o potencial do Brasil para se posicionar como um hub global de data centers sustentáveis. A conversa parte de uma provocação central: em um cenário em que a inteligência artificial amplia de forma exponencial a demanda por infraestrutura digital, o Brasil reúne vantagens competitivas importantes, como uma matriz elétrica majoritariamente renovável, disponibilidade energética, potencial de expansão e posição estratégica na América Latina. Ao longo do episódio, os participantes discutem como o país pode transformar essas vantagens em liderança internacional. A análise passa pelo papel do planejamento energético, pela importância da transmissão, pelos desafios de conexão à rede e pela necessidade de segurança regulatória para atrair investimentos de grande escala. Mais do que discutir data centers, o episódio aponta para uma agenda estratégica: a infraestrutura da inteligência artificial será também uma disputa por energia, território, regulação e capacidade de execução. Se o Brasil quiser liderar essa nova fase da economia digital, precisará transformar sua matriz limpa e seu potencial energético em vantagem competitiva real. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra, Alexandre Roldão e Carlos Aros analisam como o uso intensivo da tecnologia pode afetar nossa atenção, nossa autonomia e nossa capacidade de reflexão.O episódio discute a queda no tempo médio de concentração, a delegação de decisões para chatbots e o risco de transformar a IA em uma espécie de “GPS da cognição”.Entre ferramenta e dependência, a pergunta central é cada vez mais urgente: como manter vivo o pensamento crítico em uma rotina mediada por inteligência artificial?Para você, a IA tem ajudado as pessoas a pensarem melhor ou a pensarem menos?
Neste episódio, Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit, e Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center da MIT Technology Review Brasil, discutem o Tesla Semi sob uma perspectiva mais ampla: não apenas como um novo caminhão elétrico, mas como um possível catalisador de transformação para toda a cadeia de transporte pesado.Ao longo da conversa, o episódio contextualiza o avanço global dos veículos elétricos, a liderança chinesa nesse mercado e o potencial ainda pouco explorado da eletrificação de caminhões. Também traz um olhar para o Brasil, onde a predominância do transporte rodoviário torna a discussão sobre mobilidade elétrica pesada especialmente estratégica.O episódio relembra a trajetória do Tesla Semi, anunciado originalmente em 2017, e analisa como o modelo chega ao mercado com diferentes versões de autonomia, foco em eficiência operacional e a promessa de reduzir custos de energia e manutenção em comparação aos caminhões tradicionais.A conversa também aprofunda os principais impactos da tecnologia para a logística: menor emissão de poluentes, maior eficiência, integração com sistemas de recarga de alta potência, possibilidade de novos modelos como frota como serviço e o papel das grandes baterias na flexibilidade do sistema elétrico.Por fim, a conversa reflete sobre os caminhos mais promissores para o futuro da mobilidade elétrica pesada. Em um setor essencial para a economia e difícil de descarbonizar, o avanço dos caminhões elétricos pode abrir uma nova etapa para a logística global, especialmente quando combinado a infraestrutura, regulação, incentivos e modelos de negócio capazes de acelerar a adoção.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.Ouça o episódio completo no seu agregador de podcasts preferido.Ouça no seu agregador de Podcast favorito:
No podcast da MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra, Alexandre Roldão e Carlos Aros analisam os Enhanced Games e o debate sobre os limites da performance humana.A partir da competição, que permite o uso de substâncias vetadas nos esportes tradicionais, o episódio discute biohacking, tecnologias vestíveis, dados, e-sports e inteligência artificial. Mais do que uma conversa sobre esporte, é uma reflexão sobre uma sociedade cada vez mais orientada por desempenho, comparação e superação de limites.Ouça o episódio completo e acompanhe a análise da MIT Technology Review Brasil.
Modelos híbridos, agentes de IA e novas plataformas de colaboração já fazem parte da rotina das empresas e vêm ampliando a discussão sobre produtividade, cultura e gestão.Neste episódio especial da MIT Technology Review Brasil, em parceria com a Positivo S+, você acompanha reflexões sobre:Confira como executivos de grandes empresas estão conectando tecnologia, liderança e cultura para preparar equipes para novas formas de trabalho.
Neste episódio, Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit e VP de Energia e Sustentabilidade da MIT Technology Review Brasil, conversa com Pedro Guerra, chefe de gabinete da Vice-Presidência da República, sobre o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia e o papel do Brasil na construção de uma nova economia verde. A conversa mostra como o plano busca estruturar uma estratégia de longo prazo para transformar a biodiversidade brasileira em ativos capazes de gerar desenvolvimento econômico, inclusão produtiva e preservação ambiental. Pedro destaca que a agenda da bioeconomia nasce da combinação entre uma necessidade interna, especialmente em regiões de alta biodiversidade e menor acesso a oportunidades, e uma oportunidade externa, ligada à crescente demanda global por soluções sustentáveis. Ao longo do episódio, são apresentados os três grandes eixos do plano: sociobioeconomia, bioindustrialização e produção sustentável de biomassa. A discussão aborda como esses pilares podem fortalecer comunidades locais, ampliar o uso sustentável do patrimônio genético brasileiro, estimular novos mercados e transformar resíduos e biomassa em insumos para produtos de maior valor agregado. Outro ponto central é o papel do financiamento e das compras públicas na viabilização dessa nova economia. A conversa destaca a importância de instituições como FINEP, BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BASA e BNB no apoio à inovação, à bioindustrialização e à transição para uma indústria mais verde. Por fim, a conversa reforça que a bioeconomia depende da integração entre governo, empresas, universidades, centros de pesquisa, startups e comunidades locais. Mais do que preservar a natureza, o desafio é construir um modelo de desenvolvimento capaz de gerar renda, inovação e competitividade sem comprometer os recursos naturais que sustentam essa nova economia. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Alexandre Roldao Roldão discutem as análises de Daron Acemoglu sobre os impactos da IA na economia, o avanço dos agentes inteligentes nas empresas e os desafios que ainda limitam a adoção dessas tecnologias.A conversa também aborda por que as previsões de demissões em massa ainda não se concretizaram e o que esperar da próxima fase da Inteligência Artificial.Você acredita que a IA vai substituir profissões ou transformar a forma como trabalhamos?
Como avançar em hiperpersonalização sem cair na armadilha da complexidade?No videocast da MIT Technology Review Brasil, em parceria com a Genesys, a análise foi mediada por Carlos Aros, com a participação de Fabrício de Melo Marques, General TI Manager da Azul Linhas Aéreas, e Fábio Benati, Diretor de Vendas Enterprise.A discussão partiu de uma mudança de perspectiva: a tecnologia não foi o fim, mas o meio. O que definiu resultados foi a capacidade de interpretar dados ao longo de toda a jornada, antecipando demandas, ajustando interações em tempo real e incorporando aprendizado contínuo.Mais do que modelos sofisticados, o foco esteve na construção de contexto. Ferramentas analíticas e prescritivas ampliaram essa visão e permitiram decisões mais precisas, que se refletiram na experiência do cliente.A hiperpersonalização, nesse cenário, não aconteceu de forma imediata. Ela foi construída em camadas, a partir de processos mais conectados e de uma leitura mais profunda dos dados.Assista ao vídeo completo e veja como essa abordagem se traduziu, na prática, nas estratégias de experiência do cliente.
Neste episódio, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center da MIT Technology Review Brasil, e o jornalista Thomaz Gomes discutem a energia solar de varanda sob uma nova perspectiva: não apenas como uma solução doméstica curiosa, mas como uma possível etapa da democratização energética. Ao longo da conversa, o episódio explora o conceito dos sistemas solares plug-in, explicando como pequenos painéis fotovoltaicos, microinversores e estruturas de fixação podem permitir que moradores de apartamentos gerem parte da própria energia. Também são apresentados os principais fatores que impulsionaram essa tendência na Europa, especialmente na Alemanha, onde políticas de incentivo e regras mais simples ajudaram a popularizar os kits solares de varanda. O episódio analisa ainda a chegada desse movimento aos Estados Unidos, os cuidados técnicos necessários para a instalação e os desafios de segurança, como aterramento, sobrecarga elétrica, proteção contra intempéries e conexão adequada à rede. Outro ponto central é o cenário brasileiro. Apesar do avanço da geração distribuída no país, o modelo plug-and-play conectado diretamente à tomada residencial ainda não conta com uma regulamentação específica, o que torna sua adoção mais incipiente em comparação com mercados internacionais. Por fim, o episódio reflete sobre o potencial da energia solar de varanda na transição energética: uma solução pequena em escala individual, mas relevante para um futuro mais descentralizado, urbano e acessível, no qual consumidores também passam a atuar como geradores de energia. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
Nesta semana, o podcast da MIT Technology Review se transformou em um videocast gravado diretamente no São Paulo Innovation Week , No bate-papo, os editores da nossa equipe falam sobre inovação. Acesse no site da MIT Technology Review Brasil.
A tecnologia só gera valor quando responde a um problema real de negócio. Antes de perguntar onde usar Inteligência Artificial, é preciso entender qual desafio a empresa precisa resolver e como a tecnologia pode apoiar essa jornada. É a partir dessa lógica que o novo podcast da MIT Technology Review Brasil, em parceria com a Positivo S+, discute o papel da liderança em um cenário de transformação acelerada. Em vez de tratar inovação, dados e segurança como iniciativas isoladas, a conversa mostra por que esses temas precisam estar conectados à estratégia. Com participação de Paulo Celso Pires, CIO da Vale, e Carlos Maurício Ferreira, CEO da Positivo S+, você entende como grandes empresas estão aproximando tecnologia e negócios para tomar melhores decisões, reduzir riscos e construir operações mais preparadas para o futuro. Ouça o episódio completo.
Neste episódio, Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit e VP de Energia e Sustentabilidade da MIT Technology Review Brasil, e o jornalista Thomaz Gomes discutem como governos podem mitigar os impactos da crise energética sobre os consumidores finais, especialmente os mais vulneráveis. A conversa parte de um artigo da Agência Internacional de Energia, que analisa os efeitos sociais e econômicos da alta dos preços da energia e as respostas adotadas por diferentes países. O episódio mostra que, enquanto famílias de renda média gastam cerca de 10% de sua renda com energia, esse percentual pode chegar a quase 25% entre famílias de baixa renda, tornando essencial a criação de políticas públicas mais direcionadas. Ao longo da discussão, são abordadas medidas como subsídios, redução de impostos, tetos de preço, transferências diretas, vouchers e campanhas de redução de consumo. Hudson destaca que ações universais podem gerar alto impacto fiscal e beneficiar quem menos precisa, enquanto iniciativas segmentadas tendem a ser mais eficientes e socialmente justas. O episódio também apresenta exemplos internacionais, como os auxílios energéticos nos Países Baixos, os vouchers na França, as transferências diretas na Nigéria, a revisão de subsídios na Indonésia e programas específicos no Reino Unido e no Paquistão. O Brasil é citado como referência em governo digital e em mecanismos como a tarifa social, que ajudam a identificar e apoiar públicos vulneráveis. Outro ponto central é o papel dos dados, da tecnologia e das GovTechs na construção de políticas mais eficazes, capazes de reduzir fraudes, melhorar a segmentação e fazer os recursos chegarem com rapidez a quem realmente precisa. Por fim, a conversa reforça a importância da comunicação pública clara e segmentada para ampliar o acesso aos programas de apoio, estimular a eficiência energética e mobilizar a sociedade em momentos de crise. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, o tema é Mobilidade, que também foi assunto da mais recente edição da nossa revista. O que solucionaria questões de mobilidade, especialmente em grandes metrópoles? Para essa reflexão, Carlos Aros, Rafael Coimbra e Alexandre Roldão debatem ideias como carros voadores, cidades de 15 minutos, saúde, qualidade de vida e conectividade. Acesse o conteúdo no site da MIT Technology Review Brasil.
Neste episódio, a MIT Technology Review Brasil, em parceria com a Dell Technologies Brasil e a Intel, coloca em perspectiva um desalinhamento recorrente nas empresas: o avanço em direção a soluções sofisticadas sem uma base de dados estruturada. Na prática, fragmentação, silos e baixa integração não apenas atrasam projetos, mas redefinem o que é possível extrair da Inteligência Artificial. A conversa também acompanha a transição da IA para um ecossistema mais aberto e distribuído. Se, por um lado, esse movimento amplia o acesso e acelera o desenvolvimento, por outro, desloca o desafio para a infraestrutura e para a capacidade das organizações de sustentar esse novo nível de complexidade. Mais do que discutir tecnologia, o episódio examina como decisões sobre dados, integração e arquitetura impactam diretamente escala, eficiência e geração de valor. Assista ao videocast completo e entenda onde, de fato, começa a maturidade em IA.
Neste episódio, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center da MIT Technology Review Brasil, e o jornalista Thomaz Gomes discutem a fusão nuclear sob uma nova perspectiva: não apenas como promessa tecnológica, mas como uma possível fonte energética que enfrenta desafios concretos de escala, custo e implementação. Ao longo da conversa, o episódio explora o conceito de fusão nuclear, explicando como a união de átomos leves, como os isótopos do hidrogênio, gera enormes quantidades de energia, em um processo semelhante ao que ocorre nas estrelas. Também são apresentados os principais desafios técnicos para replicar esse fenômeno na Terra, incluindo a necessidade de temperaturas extremas, confinamento de partículas e estabilidade do sistema. O episódio analisa ainda as principais rotas tecnológicas em desenvolvimento, como o confinamento magnético (com destaque para tokamaks e stellarators) e o confinamento inercial a laser, além dos avanços recentes que marcaram a história da fusão, como o primeiro balanço energético positivo alcançado em laboratório. Outro ponto central é a discussão sobre o estudo publicado na Nature Energy, que traz uma visão mais cautelosa sobre o futuro da fusão. A análise sugere que, ao contrário de outras tecnologias energéticas, a redução de custos pode ocorrer de forma mais lenta, devido à complexidade, ao tamanho dos projetos e à necessidade de customização dos reatores. Por fim, o episódio reflete sobre o real potencial da fusão nuclear na transição energética: uma tecnologia que pode oferecer energia limpa, estável e de alta densidade, mas que ainda enfrenta incertezas sobre custo, escalabilidade e tempo de maturação, desafiando a ideia de que teremos, no curto prazo, “um sol para cada um”. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
O podcast da MIT Technology Review traz um episódio sobre a batalha judicial entre Elon Musk e Sam Altman. Carlos Aros, Rafael Coimbra e Alexandre Roldão relembram momentos dessa disputa, iniciada em 2024, que envolve governança, investimentos bilionários e o papel da OpenAI em um mercado de tecnologia cada vez mais competitivo. A equipe da MIT TR Brasil também analisa de que forma a rivalidade entre dois dos homens mais ricos do mundo, e influentes no setor, movimenta a corrida pela liderança em Inteligência Artificial. Acesse o conteúdo completo do podcast no site da MIT Technology Review Brasil.
No videocast da MIT Technology Review Brasil, em parceria com a Genesys, a análise foi mediada por Carlos Aros, com a participação de Fabrício de Melo Marques, General TI Manager da Azul Linhas Aéreas, e Fábio Benati, Diretor de Vendas Enterprise.A discussão partiu de uma mudança de perspectiva: a tecnologia não foi o fim, mas o meio. O que definiu resultados foi a capacidade de interpretar dados ao longo de toda a jornada, antecipando demandas, ajustando interações em tempo real e incorporando aprendizado contínuo.Mais do que modelos sofisticados, o foco esteve na construção de contexto. Ferramentas analíticas e prescritivas ampliaram essa visão e permitiram decisões mais precisas, que se refletiram na experiência do cliente.A hiperpersonalização, nesse cenário, não aconteceu de forma imediata. Ela foi construída em camadas, a partir de processos mais conectados e de uma leitura mais profunda dos dados.Assista ao vídeo completo e veja como essa abordagem se traduziu, na prática, nas estratégias de experiência do cliente.
Neste episódio, Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit e VP de Energia e Sustentabilidade da MIT Technology Review Brasil, e Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center da MIT Technology Review Brasil, discutem a ciber-resiliência energética como uma das principais megatendências da transição energética. Ao longo da conversa, o episódio explora o conceito de ciber-resiliência, definido como a capacidade dos sistemas elétricos de resistir, responder e se recuperar de ataques cibernéticos. A discussão destaca como a crescente digitalização das redes, impulsionada por smart grids, IoT e recursos energéticos distribuídos, tem ampliado a superfície de ataque e aumentado os riscos para infraestruturas críticas. O episódio também analisa os fatores que tornam esse tema cada vez mais urgente, incluindo a crescente dependência da eletricidade na economia digital, o avanço da eletrificação e o aumento exponencial de dispositivos conectados. Outro ponto central é o debate sobre iniciativas globais e regulatórias voltadas à segurança cibernética no setor energético, como protocolos internacionais e a adoção do conceito de security by design, que incorpora a segurança desde a concepção dos sistemas. A conversa também aborda o papel das startups e da inovação tecnológica no desenvolvimento de soluções para aumentar a resiliência do grid, com destaque para o uso de inteligência artificial na detecção de riscos, prevenção de ataques e otimização dos sistemas energéticos. Por fim, o episódio reflete sobre como a ciber-resiliência será um dos pilares fundamentais para sustentar a transição energética, garantindo que a descarbonização caminhe lado a lado com a segurança e a confiabilidade dos sistemas elétricos. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
No podcast da MIT Technology Review Brasil, Alexandre Roldão e Carlos Aros analisam como os grandes modelos de linguagem estão ampliando capacidades de vigilância e reconfigurando o debate sobre privacidade e proteção de dados.Do papel dos data brokers ao uso preditivo da inteligência artificial, o episódio examina como os LLMs podem aprofundar mecanismos de monitoramento, conectar bases de dados e expandir formas de controle antes limitadas por barreiras técnicas.A conversa também aborda a dimensão geopolítica desse cenário, incluindo a relação entre governos, empresas de tecnologia e infraestrutura digital, além dos dilemas regulatórios que emergem desse novo contexto.Ouça o episódio e entenda por que a discussão sobre IA e privacidade hoje envolve não apenas regulação, mas poder, governança e arquitetura social.
Neste episódio do HEMO Play Podcast, uma parceria da ABHH com a MIT Technology Review Brasil, a repórter Carolina Abelin recebe os hematologistas Dr. Renato Cunha, Dr. Pedro Valeri e Dr. Lucas Oliveira para uma conversa profunda sobre a revolução das terapias avançadas, com foco nas células CAR-T. Descubra como esse tratamento inovador reprograma o sistema imunológico para combater o câncer, trazendo esperança e remissão para pacientes que não responderam aos tratamentos convencionais. Nossos especialistas detalham toda a jornada do paciente: desde os rigorosos critérios de elegibilidade e a complexa logística de manufatura das células, até os cuidados intensivos pós-infusão e o manejo de efeitos adversos. Além dos aspectos clínicos, o episódio propõe uma reflexão essencial sobre o futuro da saúde no Brasil: como garantir que o acesso a essas tecnologias de ponta acompanhe o ritmo acelerado do desenvolvimento científico? Dê o play e entenda os desafios e as perspectivas das terapias celulares no país!#hemoPlayPodcast #ABHH #MITTechReviewBR #TerapiaCelular #CelulasCART #Hematologia #Oncologia #InovacaoEmSaude #TerapiasAvancadas #CombateAoCancer #SaudeBrasil #AcessoASaude #CienciaEMedicina #MedicinaPersonalizada
Neste episódio, Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit e VP de Energia e Sustentabilidade da MIT Technology Review Brasil e o jornalista Thomaz Gomes analisam a SES AI, startup originada no MIT que está reposicionando seu modelo de negócio ao migrar da produção de baterias para o desenvolvimento de novos materiais com o uso de inteligência artificial. Ao longo da conversa, o episódio contextualiza a trajetória da empresa, que inicialmente focava no desenvolvimento de baterias avançadas de estado sólido para aplicações industriais e veículos elétricos, e discute os fatores que levaram à sua pivotagem. Entre eles, a forte concorrência global, especialmente de fabricantes asiáticos, e mudanças no ambiente de mercado, como políticas públicas e incentivos à eletrificação. A discussão aprofunda o papel da inteligência artificial no processo de pesquisa e desenvolvimento, destacando a tendência de AI-driven R&D como uma das principais transformações na indústria. A SES AI surge nesse cenário com uma plataforma própria, capaz de identificar novos materiais e compostos químicos que podem melhorar o desempenho, a eficiência e a durabilidade das baterias. O episódio detalha ainda aplicações práticas dessa tecnologia, como o desenvolvimento de novos eletrólitos e aditivos capazes de aumentar a vida útil de baterias de ânodos de silício, além de reduzir limitações técnicas associadas a temperatura e degradação. Outro ponto central é o debate sobre os desafios e incertezas dessa abordagem, incluindo o ceticismo de parte do mercado, a dificuldade de escalar essas soluções e o tempo necessário para que esses avanços cheguem à aplicação comercial. Por fim, o episódio analisa como essa mudança de paradigma pode impactar não apenas o mercado de baterias, mas diversas indústrias, posicionando a inteligência artificial aplicada à ciência como uma das principais fronteiras tecnológicas para os próximos anos. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
No podcast da MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra e Carlos Aros exploram como a neurociência tem tensionado essa ideia ao longo das últimas décadas.A partir dos estudos de Uri Maoz e de experimentos clássicos como os de Benjamin Libet, o episódio analisa evidências de que nossas decisões podem surgir antes da consciência, revelando camadas mais complexas entre impulso, intenção e racionalidade.A discussão também incorpora visões de Daniel Kahneman e Robert Sapolsky, além de avançar para um ponto central: o que diferencia decisões humanas de sistemas de inteligência artificial em um cenário de crescente automação.Se a sensação de escolha for apenas uma construção, qual é o impacto disso nas decisões que você toma todos os dias.Ouça o episódio completo e amplie sua perspectiva sobre o tema.
Neste episódio, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center da MIT Technology Review Brasil, e o jornalista Thomaz Gomes analisam o Viking Libra, navio de cruzeiro movido a hidrogênio que representa um avanço relevante na descarbonização do transporte marítimo e na adoção de novos combustíveis de baixo carbono. Ao longo da conversa, o episódio contextualiza a importância estratégica do transporte marítimo para a economia global e discute o desafio de reduzir emissões em um setor altamente dependente de combustíveis fósseis. O Viking Libra surge como um marco ao combinar tecnologia de células a combustível, hidrogênio líquido e um sistema híbrido de propulsão com potencial de operar com emissões próximas de zero. A discussão detalha ainda os aspectos técnicos do projeto, incluindo potência energética, sistema de geração eletroquímica, uso de hidrogênio líquido como backup e os ganhos operacionais, como redução de emissões, menor poluição sonora e possibilidade de navegação em áreas ambientalmente sensíveis, como fiordes e reservas naturais. O episódio também aborda o investimento no projeto e a estratégia de expansão da frota com novos navios movidos a hidrogênio. Outro ponto central é a análise dos desafios para escalar essa tecnologia, como a infraestrutura de abastecimento, a logística de hidrogênio líquido, a necessidade de produção de hidrogênio verde em larga escala e a adaptação dos portos. A conversa também discute o dilema entre oferta e demanda no mercado de hidrogênio e o papel de projetos pioneiros na aceleração desse ecossistema. Por fim, o episódio destaca o Viking Libra como um possível catalisador para o uso do hidrogênio em setores de difícil descarbonização, como navegação, aviação e indústria pesada, além de explorar outras alternativas em desenvolvimento, como amônia verde, metanol e combustíveis sintéticos. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
No podcast da MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam a mudança de foco no uso da IA, que sai da discussão sobre modelos e avança para a capacidade de orquestrar sistemas, integrar soluções e gerar impacto concreto.A análise também revela um descompasso. Enquanto algumas empresas ainda estruturam seus dados, outras já operam em escala exponencial, ampliando a distância competitiva e pressionando por resultados financeiros mais claros.Ouça o episódio completo e entenda por que essa transição redefine não só a tecnologia, mas a forma de pensar estratégia.
Neste episódio, Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit e VP de Energia e Sustentabilidade da MIT Technology Review Brasil, e Luiz Mandarino, diretor do Energy Center da MIT Technology Review Brasil, apresentam uma análise estratégica sobre o papel do biogás e do biometano na transição energética e no desenvolvimento da matriz energética brasileira. Ao longo da conversa, o episódio explica as diferenças entre biogás e biometano e como esses energéticos podem substituir diretamente o gás natural em aplicações industriais, geração de energia e mobilidade, com a vantagem de serem renováveis e de baixo carbono. Também é destacado o potencial de carbono negativo, ao transformar resíduos agropecuários, industriais e urbanos em energia. A discussão aborda ainda o avanço do ambiente regulatório no Brasil, incluindo o marco do combustível do futuro, metas de inserção do biometano na matriz e mecanismos de certificação que buscam dar segurança jurídica e viabilidade econômica para o crescimento do setor. O episódio também destaca o papel dos créditos de descarbonização e da criação de demanda como alavancas para impulsionar novos investimentos. Outro ponto central é o tamanho do mercado e o potencial de crescimento global. O biometano surge como um combustível estratégico por permitir substituição direta ao gás natural, reduzir emissões, ampliar a segurança energética e promover a economia circular, com geração distribuída próxima às fontes de resíduos. Por fim, o episódio reforça o potencial do Brasil como protagonista global, impulsionado pela força do agronegócio, disponibilidade de biomassa e capacidade de produção descentralizada, posicionando o biometano como uma das grandes oportunidades da transição energética no país. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
No podcast da MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra e Carlos Aros discutem como a expansão da inteligência artificial e da economia digital está pressionando a demanda por energia na Terra e levando grandes empresas de tecnologia a explorar uma nova fronteira: data centers em órbita.A ideia é aproveitar a energia solar abundante no espaço para ampliar a capacidade de processamento de dados fora do planeta, reduzindo a pressão sobre os recursos terrestres. Mas o projeto enfrenta desafios significativos, como radiação espacial, dissipação de calor, manutenção de equipamentos e o congestionamento crescente de satélites na órbita terrestre.O episódio discute ainda as implicações tecnológicas, econômicas e estratégicas dessa corrida espacial, incluindo como regular e organizar o espaço orbital à medida que essas infraestruturas se expandem, e quais oportunidades e riscos podem surgir para governos e empresas no futuro próximo.Será que data centers fora da Terra podem se tornar parte da infraestrutura digital do futuro? Qual é a sua opinião sobre essa nova corrida tecnológica?
No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam a criopreservação, prática que propõe armazenar corpos ou cérebros a temperaturas extremamente baixas enquanto se aguarda possíveis avanços científicos capazes de reverter doenças ou restaurar funções vitais.Embora empresas já ofereçam esse serviço por valores que podem ultrapassar centenas de milhares de dólares, a probabilidade de reanimar uma pessoa ainda é considerada extremamente baixa segundo o conhecimento científico atual. Ainda assim, a discussão envolve avanços em biotecnologia, limites da longevidade humana e até hipóteses sobre reconstrução do corpo ou preservação da mente.Você investiria nessa possibilidade?Ouça o episódio completo e entenda como pesquisadores e empresas estão tratando esse tema.
No podcast da MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam um novo movimento da OpenAI que aponta para a próxima fronteira da Inteligência Artificial. A empresa explora a possibilidade de criar sistemas capazes de funcionar como laboratórios de pesquisa automatizados, conduzindo experimentos, analisando grandes volumes de dados e testando hipóteses de forma contínua.A proposta vai além do uso cotidiano dos chatbots. A ambição é ampliar a capacidade das máquinas de resolver problemas complexos e avançar em áreas como ciência, indústria e desenvolvimento de novos produtos.O episódio também discute os desafios desse cenário, incluindo a confiabilidade dos resultados gerados por IA, os impactos para o método científico e a crescente disputa global por infraestrutura, energia e capacidade de processamento.Se a Inteligência Artificial começar a conduzir pesquisas científicas, como ficará o papel dos pesquisadores humanos?Ouça o episódio e compartilhe sua opinião. Você confiaria nesse tipo de descoberta?
No novo episódio do Podcast de Energia, Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit e VP de Energia e Sustentabilidade da MIT Technology Review Brasil, e Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center, discutem como a integração entre educação, pesquisa e empreendedorismo pode acelerar a inovação no setor energético.A conversa parte dos debates do Fórum de Educação, Pesquisa e Empreendedorismo (FEPE), que reuniu lideranças do ecossistema de energia para propor caminhos concretos para a formação de talentos e o desenvolvimento de soluções inovadoras. Entre os temas centrais, os anfitriões exploram os desafios da formação em STEM no Brasil e a necessidade de preparar profissionais capazes de atuar não apenas na ciência, mas também na criação de negócios e tecnologias aplicadas.Também são analisados os principais gargalos na transformação da produção científica em inovação com impacto econômico. Apesar da relevância do Brasil em geração de conhecimento, o país ainda enfrenta dificuldades em converter pesquisa em patentes, empresas e soluções escaláveis para o mercado.Outro ponto central é o papel das deep techs no setor de energia. Os apresentadores analisam os desafios de densidade e maturidade do ecossistema brasileiro, a baixa representatividade de startups de energia em relação ao tamanho do setor e a necessidade de maior coordenação, capital e políticas específicas para impulsionar esse mercado.Por fim, a conversa converge para um ponto essencial: a transição energética não será definida apenas por avanços tecnológicos, mas pela capacidade de conectar ciência, capital e mercado. Ao discutir referências internacionais, como o modelo do MIT, o episódio aponta caminhos para que o Brasil reduza seus gargalos estruturais e transforme conhecimento em inovação com impacto real, acelerando sua posição na nova economia da energia.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam como o fenômeno do Pokémon GO acabou contribuindo para transformar o setor de logística.O jogo gerou bilhões de registros de imagem e localização enquanto usuários exploravam cidades em realidade aumentada. Esses dados foram utilizados pela Niantic para criar mapas tridimensionais extremamente precisos do mundo físico.Esse tipo de mapeamento pode ampliar a eficiência de robôs e drones usados na chamada última milha, permitindo que sistemas autônomos naveguem com mais precisão em calçadas, edifícios e outros espaços urbanos.O episódio também discute como essa nova camada de dados espaciais se conecta ao avanço da inteligência artificial e levanta questões sobre privacidade, coleta de dados e infraestrutura digital.Ouça e reflita sobre como dados coletados no cotidiano podem influenciar a próxima geração de tecnologias.
Neste episódio do Podcast de Energia, Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit e VP de Energia e Sustentabilidade da MIT Technology Review Brasil, e o jornalista Thomaz Gomes analisam a controvérsia em torno da Donut Lab, startup europeia que afirma ter desenvolvido uma bateria de estado sólido capaz de redefinir o desempenho dos veículos elétricos.Considerada uma das principais promessas para o futuro do armazenamento energético, a tecnologia de baterias de estado sólido pode oferecer maior densidade energética, recarga mais rápida e níveis superiores de segurança em relação às atuais baterias de íon de lítio. Caso se torne viável em escala comercial, poderá reduzir o peso das baterias, ampliar a autonomia dos veículos elétricos e acelerar a eletrificação da mobilidade global.Ao longo da conversa, os apresentadores exploram os potenciais impactos dessa tecnologia para a indústria automotiva e para o ecossistema energético, além de discutir os desafios técnicos e industriais que historicamente dificultam a produção em larga escala de baterias de estado sólido.O episódio também aborda o ceticismo de especialistas e grandes fabricantes do setor, que questionam os parâmetros divulgados pela startup e destacam a ausência de demonstrações públicas da tecnologia. A discussão inclui ainda a dinâmica competitiva entre startups deep tech e grandes incumbentes do mercado global de baterias.Por fim, os anfitriões analisam como o avanço da inteligência artificial vem acelerando o desenvolvimento de novas tecnologias energéticas de baterias avançadas a reatores de fusão e como esse movimento pode encurtar drasticamente o tempo entre descoberta científica e aplicação industrial.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
No novo episódio do podcast da MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam o acordo firmado entre a OpenAI e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que permitirá o uso de suas tecnologias de IA em ambientes classificados.A decisão reacende um debate relevante no setor. Até queponto empresas de tecnologia devem estabelecer limites para o uso de seus sistemas por governos? Enquanto a Anthropic tentou impor restrições contratuais mais rígidas, a OpenAI optou por uma abordagem baseada no cumprimento das leis já existentes.O episódio também discute o que esse movimento revela sobre a crescente conexão entre Inteligência Artificial, estratégia militar e geopolítica.Como você avalia o papel das empresas de tecnologia nessetipo de decisão?
No podcast da MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam as missões que investigam Marte e o avanço das tecnologias capazes de trazer amostras do planeta vermelho para a Terra. O estudo dessesmateriais pode ampliar o entendimento científico sobre a origem da vida e abrir novas perspectivas para a pesquisa espacial.A conversa também observa como a exploração do espaço volta a ocupar um lugar estratégico nas disputas tecnológicas globais, com diferentespaíses acelerando programas e reposicionando prioridades.Na sua visão, qual será o próximo grande marco da exploraçãoespacial?Ouça o episódio completo.
No Podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana,Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam como a Inteligência Artificial está dissolvendo uma das bases da internet: a confiança no que vemos.Conteúdos sintéticos já não são exceção, são rotina. Fotos,vídeos e áudios fabricados com realismo crescente circulam como fatos, replicados por usuários, organizações e até canais institucionais. O problema deixa de ser apenas técnico e passa a ser social: a escala da manipulação agora supera a capacidade humana de verificação.O episódio discute por que selos, marcas d'água e metadadosdificilmente resolvem o problema, o conflito entre empresas que desenvolvem a tecnologia e resistem à regulação, e o impacto disso em um ano eleitoral.Quando qualquer narrativa pode ser produzida sob demanda, a desinformação deixa de depender de convencimento, depende apenas de distribuição.O risco final não é acreditar no falso, mas desacreditar detudo.Ouça o episódio completo e aprofunde sua análise sobretecnologia e sociedade. Assinantes acessam pesquisas e relatórios exclusivos.
Neste episódio, recebemos Cláudia Trevisan, Diretora Executiva do Conselho Empresarial Brasil-China, e Jorge Arbache, Professor da UNB e colunista do Valor Econômico, com mediação de Rafael Coimbra, Editor-executivo da MIT Technology Review Brasil, e Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit e VP de Energia e Sustentabilidade na MIT Technology Review Brasil.A conversa analisa como conflitos internacionais, rearranjos de poder, disputas tecnológicas e a reorganização de cadeias críticas estão influenciando decisões concretas de investimento, gestão de risco e posicionamento estratégico no setor energético.Mais do que uma leitura conceitual, o episódio traduz o cenário internacional em implicações práticas para empresas e governos, discutindo como movimentos globais afetam acesso a capital, segurança de suprimento, competitividade industrial e o papel do Brasil no novo equilíbrio energético global.Em um ambiente marcado por maior fragmentação, tensões geopolíticas e competição por tecnologia e infraestrutura crítica, segurança energética e domínio tecnológico deixam de ser temas setoriais e passam a integrar a agenda executiva.Antecipar cenários, interpretar riscos com precisão e transformar complexidade em direcionamento estratégico torna-se diferencial para quem busca vantagem competitiva de longo prazo.Um conteúdo essencial para líderes que precisam conectar geopolítica, energia e estratégia em um mesmo plano de decisão.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam como a inteligência artificial está redesenhando o cenário da cibersegurança e reduzindo a barreira para crimes digitais.O ponto de partida é o caso do PromptLock, um projeto acadêmico que demonstrou ser possível automatizar uma cadeia completa de ransomware com apoio de LLMs. Ainda que não tenha sido um ataque real, o experimento expôs uma capacidade concreta: modelos capazes de escrever código malicioso, mapear sistemas e personalizar extorsões com pouca ou nenhuma intervenção humana.Mais do que imaginar superataques autônomos, o risco imediato já é visível. A IA vem ampliando a escala e a sofisticação de phishing, spam e deepfakes, tornando golpes mais convincentes e frequentes, enquanto especialistas discutem até onde essa escalada pode chegar.Ouça o episódio e compreenda o que já é realidade e o que ainda é especulação no uso da IA por criminosos.
No podcast da MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam o Moltbook, uma plataforma que rapidamente se espalhou como exemplo de uma nova fronteira para a inteligência artificial nas redes sociais.O Moltbook se apresenta como um ambiente onde agentes de IA interagem entre si, publicam, reagem e constroem diálogos sem a mediação aparente de humanos. Esse formato alimentou interpretações sobre autonomia das máquinas, mas também revelou fragilidades: conteúdos redundantes, raciocínios rasos e alucinações que expõem limites conhecidos das IAs generativas.A análise mostra que o valor do Moltbook está menos na ideia de uma “consciência emergente” e mais no que ele revela sobre o momento atual da IA: muito fascínio, pouco propósito claro e uma tendência a confundir volume de interações com avanço real.O episódio convida a uma leitura mais crítica sobre experimentos desse tipo e sobre o risco de transformar espetáculo em evidência de progresso tecnológico.
No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana,Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam como a crescente intimidade com sistemas de Inteligência Artificial está redefinindo a noção de privacidade.Plataformas cada vez mais personalizadas acumulam dados,memórias e contextos sobre os usuários, ao mesmo tempo em que avançam para modelos de IA mais autônomos e integrados a diferentes serviços.O episódio discute os riscos desse movimento e odesequilíbrio entre conveniência, controle e segurança.Ouça o episódio completo e acompanhe as análises da MIT Technology Review Brasil.
A Inteligência Artificial está redefinindo o funcionamento do mercado financeiro e abrindo novas fronteiras de eficiência e personalização.No último episódio da série Futuro Inteligente, produzida pela MIT Technology Review Brasil em parceria com a Deloitte e a AWS, especialistas analisam como a IA está transformando o setor e quais são os caminhos para escalar essa revolução.Com Sérgio Biagini, sócio-líder para a indústria de serviços financeiros da Deloitte, Jefferson Denti, Chief do Disruption Officer da Deloitte, e @Fabio Cossini, especialista no setor financeiro da AWS Brasil.
Neste episódio do podcast do Energy Center da MIT Technology Review Brasil, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center, e o jornalista Thomaz Gomes analisam os desafios emergentes da reciclagem de baterias de veículos elétricos, a partir do caso da China, hoje o mercado mais avançado e mais pressionado pela eletrificação em larga escala. Ao longo do podcast, os anfitriões contextualizam o crescimento acelerado do mercado global de reciclagem de baterias, impulsionado pela adoção massiva de veículos elétricos, e apresentam dados que evidenciam a dimensão do desafio. Alguns deles são, volumes crescentes de baterias chegando ao fim da vida útil, pressões sobre a cadeia de suprimentos de minerais críticos e a necessidade urgente de estruturar sistemas eficientes de logística reversa. O episódio se aprofunda no porquê a China se tornou o epicentro dessa discussão, destacando o papel dos subsídios governamentais na última década, a maturidade da frota elétrica e o surgimento dos primeiros gargalos regulatórios, ambientais e econômicos. Mandarino detalha os principais obstáculos técnicos da reciclagem, como a complexidade química das baterias, a falta de padronização entre fabricantes, os riscos ambientais e a ainda limitada viabilidade econômica em muitos mercados. A conversa também explora os modelos atualmente adotados pela indústria, como o uso em cascata das baterias para aplicações estacionárias e os processos de reciclagem para recuperação de metais críticos como lítio, níquel, cobalto e manganês. São discutidos ainda os riscos do mercado informal, os impactos ambientais da reciclagem inadequada e a importância de marcos regulatórios robustos para garantir segurança, rastreabilidade e qualidade. Por fim, o episódio analisa as perspectivas futuras do setor, destacando o papel estratégico de grandes fabricantes, startups de climate tech, novas tecnologias de reciclagem, modelos de economia circular e a necessidade de integrar a reciclagem como parte central da estratégia corporativa da indústria automotiva e energética. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana,Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam como os alimentos ajudam a explicar quem somos enquanto espécie, sociedade e civilização. A conversa parte da nova edição Alimentos, que investiga a relação profunda entre ciência, tecnologia,inovação e o sistema alimentar global.Da evolução do cozimento e do impacto no cérebro humano às cadeias que conectam campo, indústria, logística, clima e consumo, a alimentação aparece como um tema central para discutir sustentabilidade, saúde pública, segurança alimentar e o papel da tecnologia em um mundo pressionadopelas mudanças climáticas.A edição também aborda o avanço dos ultraprocessados, ainfluência de algoritmos nas escolhas alimentares, os desafios de produzir em escala sem colapsar ecossistemas e as limitações da tecnologia diante de problemas que são também sociais e econômicos.Mais do que nutrir o corpo, os alimentos moldam cultura,relações e decisões que definem o futuro do planeta.
--Loja RESUMIDO (camisetas, canecas, casacos, sacolas): https://www.studiogeek.com.br/resumido/--Faça sua assinatura!https://resumido.cc/assinatura--Amanda Graciano é cofundadora da Trama e especialista em Inteligência Artificial. Trabalha ajudando empresas a inovar, usar tecnologia de forma prática e gerar resultados reais. Tem mais de dez anos de experiência no ecossistema de startups e foi uma das líderes da expansão do Cubo Itaú, que cresceu de 190 para 420 empresas e movimentou mais de R$ 5 bilhões em investimentos.No RESUMIDO #349: Amanda lidera consultorias e programas de adoção de IA. É colunista do MIT Technology Review Brasil e do Estadão, escreve as newsletters "IAê!" e "Antes do Café", com mais de 40 mil assinantes. É TEDx Speaker, LinkedIn Top Voice e palestrante em eventos como SXSW, Web Summit e RD Summit.--Ouça e confira todos os links comentados no episódio: https://resumido.cc/
A reforma tributária está inaugurando um novo capítulo para as empresas brasileiras. As mudanças avançam em ritmo acelerado e já exigem que organizações revisem processos, repensem modelos de negócios e fortaleçam a integração entre áreas. No novo episódio da série Futuro Inteligente, parceria entre a Deloitte e a AWS, a MIT Technology Review Brasil analisa como a transição para o novo sistema tributário afeta operações, decisões estratégicas e fluxos internos. O debate também evidencia o papel da tecnologia ao oferecer escala, precisão e agilidade para equipes que terão de lidar com cenários de alta complexidade nos próximos anos. Participam da conversa Luiz Fernando Rezende, sócio-líder de consultoria tributária na Deloitte, e Nathalie Srour, Head de Tax Planning na AWS Brasil. Assista o episódio completo.
A Inteligência Artificial generativa está redefinindo como o varejo entende, atende e encanta consumidores. No novo episódio da série Futuro Inteligente, parceria entre Deloitte, AWS e MIT Technology Review Brasil, lideranças do setor discutem como a IA vem transformando processos, acelerando a digitalização e impulsionando jornadas de consumo mais inteligentes e personalizadas. A conversa aborda tendências, maturidade tecnológica, uso estratégico de dados, a evolução da experiência fígital e o papel da nuvem na democratização do acesso à inovação, inclusive para empresas de diferentes portes. Participam do episódio Paulo de Tarso, sócio-líder para a indústria de Consumer da Deloitte; Jefferson Denti, Chief do Disruption Office da Deloitte; e Enio Garbin, líder de Desenvolvimento de Negócios na AWS para a indústria de Consumo na América Latina. Ouça o episódio completo.
No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam os sinais deixados pela CES e o avanço consistente da indústria chinesa em áreasestratégicas como Inteligência Artificial, robótica, hardware avançado e veículos inteligentes.A feira evidenciou uma mudança estrutural: a China não aparece mais apenas como fornecedora de componentes, mas como desenvolvedora de tecnologia de ponta, apoiada por investimentos de longo prazo, foco em pesquisa e desenvolvimento e uma estratégia que trata a IA como infraestrutura para inovação em escala.A conversa também discute o contraste entre modelos proprietários ocidentais e a aposta chinesa em sistemas abertos, além das implicações geopolíticas desse movimento.Na sua avaliação, esse avanço chinês ainda tem espaço para ser revertido ou já redefine o ritmo da inovação global?
Neste episódio Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit; Victor Arnaud, presidente da Equinix Brasil; e Fernando Paiva, diretor editorial da Mobile Time, com mediação de Rafael Coimbra, editor executivo da MIT Technology Review Brasil, debatem sobre as 10 megatendências que vão orientar o setor de energia em 2026, revelando como energia, tecnologia, geopolítica e inovação estão cada vez mais interligadas. Hudson Mendonça apresenta a metodologia do relatório, inspirada no modelo do MIT REAP, que integra empresas, governos, universidades, startups e investidores como pilares da inovação. A partir dessa lógica, ele mostra como as megatendências analisadas extrapolam o setor energético e influenciam decisões em áreas como mobilidade, infraestrutura digital, inteligência artificial e cadeias críticas, sempre com foco em aplicação prática. O presidente da Equinix Brasil, aprofunda o debate ao analisar o crescimento acelerado da demanda por energia impulsionada por data centers e IA. Ele discute os desafios estruturais do Brasil, como tributação, regulação, transmissão e conectividade e destaca as vantagens estratégicas do país. Ele ressalta a matriz elétrica limpa, a diversidade de fontes renováveis e o potencial do país de se tornar um polo global de processamento e treinamento de modelos de inteligência artificial. A conversa se estende com Fernando Paiva, ao trazer a geopolítica da energia para o centro da análise, conectando a disputa entre Estados Unidos e China à soberania digital, às cadeias críticas e à necessidade de uma infraestrutura energética segura e resiliente. O episódio também aborda a evolução da mobilidade híbrida e elétrica, o papel das baterias e a convergência entre energia e tecnologia em um cenário de digitalização acelerada. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
No novo episódio do podcast da MIT Technology Review Brasil, em parceria com a Positivo S+, Rafael Coimbra recebe Henrique Rabenhorst, diretor de TI da Azul Linhas Aéreas, e Octavio Vasconcellos, diretor de negócios e operações na Positivo S+, para discutir por que operações que não podem parar dependem de colaboração constante entre tecnologia, negócio e fornecedores estratégicos. O episódio aborda os bastidores de uma estrutura em que sistemas, dados e equipes precisam atuar de forma coordenada para manter a experiência do cliente e a estabilidade operacional. Entre os temas, estão a importância de governança e níveis de serviço bem definidos e o papel de dados confiáveis para transformar eficiência em resultado. Em um cenário de pressão por agilidade, entenda como acelerar a inovação sem comprometer segurança, continuidade e responsabilidade!