A maior publicação de tecnologia do mundo chega ao Brasil e André Miceli, Carlos Aros e Rafael Coimbra se juntam para formar o podcast semanal da marca.

A inteligência artificial já começa a gerar impacto real na saúde, da automação de processos ao apoio à decisão clínica.Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Priscila Cruzatti, Healthcare & Life Sciences Industry Specialist para a América Latina no Google Cloud, sobre como essas soluções estão sendo aplicadas na prática — e por que o setor ainda avança em ritmos diferentes.A executiva destaca os desafios na gestão e uso estratégico dos dados e aponta uma mudança de fase: a IA deixou de ser uma aposta e passa a exigir direcionamento claro de valor.O episódio também traz exemplos concretos no Brasil e discute o próximo passo: escalar essas soluções com impacto e sustentabilidade.

Neste episódio, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center da MIT Technology Review Brasil, e o jornalista Thomaz Gomes analisam o Viking Libra, navio de cruzeiro movido a hidrogênio que representa um avanço relevante na descarbonização do transporte marítimo e na adoção de novos combustíveis de baixo carbono. Ao longo da conversa, o episódio contextualiza a importância estratégica do transporte marítimo para a economia global e discute o desafio de reduzir emissões em um setor altamente dependente de combustíveis fósseis. O Viking Libra surge como um marco ao combinar tecnologia de células a combustível, hidrogênio líquido e um sistema híbrido de propulsão com potencial de operar com emissões próximas de zero. A discussão detalha ainda os aspectos técnicos do projeto, incluindo potência energética, sistema de geração eletroquímica, uso de hidrogênio líquido como backup e os ganhos operacionais, como redução de emissões, menor poluição sonora e possibilidade de navegação em áreas ambientalmente sensíveis, como fiordes e reservas naturais. O episódio também aborda o investimento no projeto e a estratégia de expansão da frota com novos navios movidos a hidrogênio. Outro ponto central é a análise dos desafios para escalar essa tecnologia, como a infraestrutura de abastecimento, a logística de hidrogênio líquido, a necessidade de produção de hidrogênio verde em larga escala e a adaptação dos portos. A conversa também discute o dilema entre oferta e demanda no mercado de hidrogênio e o papel de projetos pioneiros na aceleração desse ecossistema. Por fim, o episódio destaca o Viking Libra como um possível catalisador para o uso do hidrogênio em setores de difícil descarbonização, como navegação, aviação e indústria pesada, além de explorar outras alternativas em desenvolvimento, como amônia verde, metanol e combustíveis sintéticos. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam a mudança de foco no uso da IA, que sai da discussão sobre modelos e avança para a capacidade de orquestrar sistemas, integrar soluções e gerar impacto concreto.A análise também revela um descompasso. Enquanto algumas empresas ainda estruturam seus dados, outras já operam em escala exponencial, ampliando a distância competitiva e pressionando por resultados financeiros mais claros.Ouça o episódio completo e entenda por que essa transição redefine não só a tecnologia, mas a forma de pensar estratégia.

Estratégia de tecnologia, experiência do cliente, desenvolvimento de software, serviços em nuvem, tudo moldado para a necessidade de cada empresa, com ferramentas centradas no médico, no paciente ou até mesmo no gestor.Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com o Vice-Presidente Américas da CI&T, Fábio Salatino, sobre soluções com Inteligência Artificial que podem impulsionar negócios em saúde.O executivo fala sobre a maturidade de cada setor, a indústria, o healthcare e a parte administrativa. Para ele, o primeiro momento de inovação pela inovação já passou, e o que move a implementação de soluções de IA é a eficiência que elas podem agregar tanto para o médico, quanto para a experiência do paciente e para a operação da instituição.O grande desafio é a captura, a governança e a gestão dos múltiplos dados em saúde, por onde fluem essas informações, quem são os donos e como estruturá-los.O episódio ainda reflete sobre o aprendizado com outros setores da economia que já avançaram na jornada de digitalização, como o varejo e o financeiro.

Estratégia de tecnologia, experiência do cliente, desenvolvimento de software, serviços em nuvem, tudo moldado para a necessidade de cada empresa, com ferramentas centradas no médico, no paciente ou até mesmo no gestor.Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com o Vice-Presidente Américas da CI&T, Fábio Salatino, sobre soluções com Inteligência Artificial que podem impulsionar negócios em saúde.O executivo fala sobre a maturidade de cada setor, a indústria, o healthcare e a parte administrativa. Para ele, o primeiro momento de inovação pela inovação já passou, e o que move a implementação de soluções de IA é a eficiência que elas podem agregar tanto para o médico, quanto para a experiência do paciente e para a operação da instituição.O grande desafio é a captura, a governança e a gestão dos múltiplos dados em saúde, por onde fluem essas informações, quem são os donos e como estruturá-los.O episódio ainda reflete sobre o aprendizado com outros setores da economia que já avançaram na jornada de digitalização, como o varejo e o financeiro.

Neste episódio, Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit e VP de Energia e Sustentabilidade da MIT Technology Review Brasil, e Luiz Mandarino, diretor do Energy Center da MIT Technology Review Brasil, apresentam uma análise estratégica sobre o papel do biogás e do biometano na transição energética e no desenvolvimento da matriz energética brasileira. Ao longo da conversa, o episódio explica as diferenças entre biogás e biometano e como esses energéticos podem substituir diretamente o gás natural em aplicações industriais, geração de energia e mobilidade, com a vantagem de serem renováveis e de baixo carbono. Também é destacado o potencial de carbono negativo, ao transformar resíduos agropecuários, industriais e urbanos em energia. A discussão aborda ainda o avanço do ambiente regulatório no Brasil, incluindo o marco do combustível do futuro, metas de inserção do biometano na matriz e mecanismos de certificação que buscam dar segurança jurídica e viabilidade econômica para o crescimento do setor. O episódio também destaca o papel dos créditos de descarbonização e da criação de demanda como alavancas para impulsionar novos investimentos. Outro ponto central é o tamanho do mercado e o potencial de crescimento global. O biometano surge como um combustível estratégico por permitir substituição direta ao gás natural, reduzir emissões, ampliar a segurança energética e promover a economia circular, com geração distribuída próxima às fontes de resíduos. Por fim, o episódio reforça o potencial do Brasil como protagonista global, impulsionado pela força do agronegócio, disponibilidade de biomassa e capacidade de produção descentralizada, posicionando o biometano como uma das grandes oportunidades da transição energética no país. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra e Carlos Aros discutem como a expansão da inteligência artificial e da economia digital está pressionando a demanda por energia na Terra e levando grandes empresas de tecnologia a explorar uma nova fronteira: data centers em órbita.A ideia é aproveitar a energia solar abundante no espaço para ampliar a capacidade de processamento de dados fora do planeta, reduzindo a pressão sobre os recursos terrestres. Mas o projeto enfrenta desafios significativos, como radiação espacial, dissipação de calor, manutenção de equipamentos e o congestionamento crescente de satélites na órbita terrestre.O episódio discute ainda as implicações tecnológicas, econômicas e estratégicas dessa corrida espacial, incluindo como regular e organizar o espaço orbital à medida que essas infraestruturas se expandem, e quais oportunidades e riscos podem surgir para governos e empresas no futuro próximo.Será que data centers fora da Terra podem se tornar parte da infraestrutura digital do futuro? Qual é a sua opinião sobre essa nova corrida tecnológica?

A malária segue sendo um desafio relevante para a saúde pública, especialmente em países como o Brasil, onde a doença ainda exige avanços científicos capazes de ampliar a compreensão sobre o funcionamento do parasita e abrir caminho para novas abordagens terapêuticas.No novo episódio do podcast Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com a pesquisadora Rute Isabel Honorio, doutoranda da USP, sobre um estudo que investiga a relação entre a sinalização de cálcio e a saída do Plasmodium falciparum das hemácias, etapa essencial para a continuidade da infecção.Com o uso de técnicas avançadas de imageamento em tempo real, a pesquisa ajuda a revelar mecanismos ainda pouco compreendidos da biologia da malária e aponta caminhos promissores para futuras terapias.Ao longo da conversa, o episódio também discute o papel da bioinformática, da análise de grandes volumes de dados e da inteligência artificial na aceleração de descobertas científicas, além dos desafios da pesquisa básica e da formação de novas cientistas no Brasil.

Neste episódio, Fernanda Delgado, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Hidrogênio Verde (ABIHV), traz uma visão objetiva sobre o papel do hidrogênio verde na transição energética e no desenvolvimento econômico do Brasil. Ao longo do episódio, a discussão aborda como o hidrogênio se posiciona como um vetor estratégico para descarbonizar setores industriais intensivos, como siderurgia, fertilizantes e combustíveis, indo além da matriz elétrica e impactando diretamente a estrutura produtiva do país. A especialista destaca o potencial do Brasil para liderar essa nova indústria, impulsionado por uma matriz elétrica majoritariamente renovável, pela capacidade de produção em larga escala e pelas oportunidades de exportação, especialmente a partir de hubs no Nordeste. O episódio também traz dados relevantes sobre geração de empregos, atração de investimentos e o impacto econômico esperado com a consolidação desse mercado. A conversa explora ainda os principais desafios para o avanço do hidrogênio verde no país, incluindo a necessidade de regulamentação infralegal, redução de custos, desenvolvimento de infraestrutura e, principalmente, a formação de demanda. Além disso, o episódio amplia a visão sobre as oportunidades de negócios ao longo de toda a cadeia de valor, que vai muito além da produção, envolvendo desde construção, logística e equipamentos até serviços especializados e novas tecnologias. Por fim, são discutidas as estratégias necessárias para posicionar o Brasil como protagonista global, incluindo articulações internacionais, segurança regulatória e a importância de comunicar melhor o potencial competitivo do país no cenário energético global. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam a criopreservação, prática que propõe armazenar corpos ou cérebros a temperaturas extremamente baixas enquanto se aguarda possíveis avanços científicos capazes de reverter doenças ou restaurar funções vitais.Embora empresas já ofereçam esse serviço por valores que podem ultrapassar centenas de milhares de dólares, a probabilidade de reanimar uma pessoa ainda é considerada extremamente baixa segundo o conhecimento científico atual. Ainda assim, a discussão envolve avanços em biotecnologia, limites da longevidade humana e até hipóteses sobre reconstrução do corpo ou preservação da mente.Você investiria nessa possibilidade?Ouça o episódio completo e entenda como pesquisadores e empresas estão tratando esse tema.

Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Marcos Santos, fundador da Onkos e criador do exame mir-THYpe, sobre o uso de inteligência artificial e biologia molecular no diagnóstico de nódulos indeterminados da tireoide.Ao longo da conversa, ele explica como a tecnologia foi desenvolvida, os resultados já observados na prática clínica, o potencial de reduzir cirurgias desnecessárias e os desafios para ampliar o acesso a esse tipo de inovação no Brasil. O episódio também discute o papel da ciência nacional no desenvolvimento de soluções com impacto direto sobre pacientes e sistema de saúde.

Neste episódio do Podcast de Energia, Luiz Mandarino Diretor de Operações do Energy Center e o jornalista Thomaz Gomes exploram o papel estratégico dos edifícios energeticamente eficientes e interativos com a rede, os chamados Energy Grid Interactive Buildings (EGIBs), na transformação do sistema energético global, com foco no avanço acelerado desse modelo na Índia.Ao longo da conversa, os apresentadores contextualizam a importância da eficiência energética como uma das principais alavancas para reduzir a demanda global por energia e as emissões de carbono, destacando dados da Agência Internacional de Energia (IEA) que apontam seu potencial de reduzir em até 30% a necessidade de nova geração energética nas próximas décadas.O episódio aprofunda os quatro pilares que caracterizam os edifícios inteligentes: eficiência, inteligência, conectividade com a rede elétrica e flexibilidade no consumo. Esses elementos permitem que os edifícios deixem de ser apenas consumidores passivos e passem a atuar como ativos estratégicos no equilíbrio do sistema energético.A Índia aparece como um caso emblemático dessa transformação. Com rápida expansão urbana, crescimento da renda e aumento do consumo energético, o país enfrenta desafios estruturais que abrem espaço para soluções inovadoras. Os hosts analisam como políticas públicas, programas de eficiência, incentivos à geração distribuída e avanços em digitalização estão impulsionando a adoção dos EGIBs no país.Por fim, o episódio explora as principais ações necessárias para acelerar esse movimento globalmente, incluindo a modernização de edifícios existentes (retrofit), expansão de medidores inteligentes, capacitação técnica e fortalecimento de marcos regulatórios, destacando como a eficiência energética pode se consolidar como o “primeiro combustível” da transição energética.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam um novo movimento da OpenAI que aponta para a próxima fronteira da Inteligência Artificial. A empresa explora a possibilidade de criar sistemas capazes de funcionar como laboratórios de pesquisa automatizados, conduzindo experimentos, analisando grandes volumes de dados e testando hipóteses de forma contínua.A proposta vai além do uso cotidiano dos chatbots. A ambição é ampliar a capacidade das máquinas de resolver problemas complexos e avançar em áreas como ciência, indústria e desenvolvimento de novos produtos.O episódio também discute os desafios desse cenário, incluindo a confiabilidade dos resultados gerados por IA, os impactos para o método científico e a crescente disputa global por infraestrutura, energia e capacidade de processamento.Se a Inteligência Artificial começar a conduzir pesquisas científicas, como ficará o papel dos pesquisadores humanos?Ouça o episódio e compartilhe sua opinião. Você confiaria nesse tipo de descoberta?

Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Ana Estela Haddad sobre os avanços da digitalização do SUS e o papel da Rede Nacional de Dados em Saúde na integração de informações.A conversa aborda temas como a integração de sistemas, redução de filas, acesso a dados pelos pacientes e o uso estratégico das informações para apoiar decisões e políticas públicas.Um episódio sobre transformação digital, gestão em saúde e os caminhos para um sistema público mais eficiente e conectado.

No novo episódio do Podcast de Energia, Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit e VP de Energia e Sustentabilidade da MIT Technology Review Brasil, e Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center, discutem como a integração entre educação, pesquisa e empreendedorismo pode acelerar a inovação no setor energético.A conversa parte dos debates do Fórum de Educação, Pesquisa e Empreendedorismo (FEPE), que reuniu lideranças do ecossistema de energia para propor caminhos concretos para a formação de talentos e o desenvolvimento de soluções inovadoras. Entre os temas centrais, os anfitriões exploram os desafios da formação em STEM no Brasil e a necessidade de preparar profissionais capazes de atuar não apenas na ciência, mas também na criação de negócios e tecnologias aplicadas.Também são analisados os principais gargalos na transformação da produção científica em inovação com impacto econômico. Apesar da relevância do Brasil em geração de conhecimento, o país ainda enfrenta dificuldades em converter pesquisa em patentes, empresas e soluções escaláveis para o mercado.Outro ponto central é o papel das deep techs no setor de energia. Os apresentadores analisam os desafios de densidade e maturidade do ecossistema brasileiro, a baixa representatividade de startups de energia em relação ao tamanho do setor e a necessidade de maior coordenação, capital e políticas específicas para impulsionar esse mercado.Por fim, a conversa converge para um ponto essencial: a transição energética não será definida apenas por avanços tecnológicos, mas pela capacidade de conectar ciência, capital e mercado. Ao discutir referências internacionais, como o modelo do MIT, o episódio aponta caminhos para que o Brasil reduza seus gargalos estruturais e transforme conhecimento em inovação com impacto real, acelerando sua posição na nova economia da energia.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam como o fenômeno do Pokémon GO acabou contribuindo para transformar o setor de logística.O jogo gerou bilhões de registros de imagem e localização enquanto usuários exploravam cidades em realidade aumentada. Esses dados foram utilizados pela Niantic para criar mapas tridimensionais extremamente precisos do mundo físico.Esse tipo de mapeamento pode ampliar a eficiência de robôs e drones usados na chamada última milha, permitindo que sistemas autônomos naveguem com mais precisão em calçadas, edifícios e outros espaços urbanos.O episódio também discute como essa nova camada de dados espaciais se conecta ao avanço da inteligência artificial e levanta questões sobre privacidade, coleta de dados e infraestrutura digital.Ouça e reflita sobre como dados coletados no cotidiano podem influenciar a próxima geração de tecnologias.

Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Fabio Tiepolo sobre a nova resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que estabelece regras para o uso de inteligência artificial na prática médica.A conversa aborda temas como supervisão humana no uso da tecnologia, proteção de dados de pacientes, classificação de risco das aplicações de IA e os impactos da regulamentação para médicos, hospitais e empresas de saúde digital.Um episódio sobre regulação, inovação e os caminhos para uma adoção segura da inteligência artificial na medicina.

Neste episódio do Podcast de Energia, Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit e VP de Energia e Sustentabilidade da MIT Technology Review Brasil, e o jornalista Thomaz Gomes analisam a controvérsia em torno da Donut Lab, startup europeia que afirma ter desenvolvido uma bateria de estado sólido capaz de redefinir o desempenho dos veículos elétricos.Considerada uma das principais promessas para o futuro do armazenamento energético, a tecnologia de baterias de estado sólido pode oferecer maior densidade energética, recarga mais rápida e níveis superiores de segurança em relação às atuais baterias de íon de lítio. Caso se torne viável em escala comercial, poderá reduzir o peso das baterias, ampliar a autonomia dos veículos elétricos e acelerar a eletrificação da mobilidade global.Ao longo da conversa, os apresentadores exploram os potenciais impactos dessa tecnologia para a indústria automotiva e para o ecossistema energético, além de discutir os desafios técnicos e industriais que historicamente dificultam a produção em larga escala de baterias de estado sólido.O episódio também aborda o ceticismo de especialistas e grandes fabricantes do setor, que questionam os parâmetros divulgados pela startup e destacam a ausência de demonstrações públicas da tecnologia. A discussão inclui ainda a dinâmica competitiva entre startups deep tech e grandes incumbentes do mercado global de baterias.Por fim, os anfitriões analisam como o avanço da inteligência artificial vem acelerando o desenvolvimento de novas tecnologias energéticas de baterias avançadas a reatores de fusão e como esse movimento pode encurtar drasticamente o tempo entre descoberta científica e aplicação industrial.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No novo episódio do podcast da MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam o acordo firmado entre a OpenAI e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que permitirá o uso de suas tecnologias de IA em ambientes classificados.A decisão reacende um debate relevante no setor. Até queponto empresas de tecnologia devem estabelecer limites para o uso de seus sistemas por governos? Enquanto a Anthropic tentou impor restrições contratuais mais rígidas, a OpenAI optou por uma abordagem baseada no cumprimento das leis já existentes.O episódio também discute o que esse movimento revela sobre a crescente conexão entre Inteligência Artificial, estratégia militar e geopolítica.Como você avalia o papel das empresas de tecnologia nessetipo de decisão?

Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Laura Guimarães, enfermeira esteta e especialista em inovação, sobre um modelo de reabilitação voltado a mulheres que passaram por mastectomia.A conversa aborda micropigmentação paramédica como tecnologia de cuidado, pesquisa científica sobre impacto funcional e emocional, modelo de franquia social e estratégias para ampliar o acesso no SUS.Um episódio sobre inovação aplicada, ciência e impacto social na saúde feminina.

Neste episódio do Podcast de Energia, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center, e o jornalista Thomas Gomes analisam o cenário global dos investimentos em transição energética a partir do mais recente relatório da BloombergNEF, que aponta 2025 como o ano de maior captação de recursos já registrada no setor. O episódio apresenta o panorama internacional dos aportes em energia limpa, que alcançaram US$ 2,3 trilhões e, pela primeira vez, superaram os investimentos destinados aos combustíveis fósseis. Mandarino contextualiza como, mesmo diante de tensões geopolíticas, revisões regulatórias e incertezas econômicas globais, a transição energética deixa de ser uma tendência e passa a ocupar posição central na estratégia de crescimento das economias mundiais. Ao longo da conversa, os anfitriões exploram os principais setores responsáveis por impulsionar esse avanço, com destaque para a eletrificação da mobilidade e o crescimento acelerado dos veículos elétricos, além da expansão contínua das energias renováveis, dos investimentos em redes elétricas e da evolução de tecnologias emergentes voltadas à descarbonização industrial e à captura de carbono. Os apresentadores discutem ainda o papel das cadeias produtivas estratégicas, como mineração de metais críticos, produção de baterias e manufatura de equipamentos renováveis e os desafios associados à escala industrial, segurança regulatória e inovação financeira necessários para sustentar o crescimento da transição energética nos próximos anos. Por fim, o episódio aborda as perspectivas para o futuro do setor, indicando que os investimentos devem se aproximar de US$ 3 trilhões anuais até o fim da década, consolidando a transição energética como um dos principais motores de transformação econômica, tecnológica e industrial do século XXI. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam as missões que investigam Marte e o avanço das tecnologias capazes de trazer amostras do planeta vermelho para a Terra. O estudo dessesmateriais pode ampliar o entendimento científico sobre a origem da vida e abrir novas perspectivas para a pesquisa espacial.A conversa também observa como a exploração do espaço volta a ocupar um lugar estratégico nas disputas tecnológicas globais, com diferentespaíses acelerando programas e reposicionando prioridades.Na sua visão, qual será o próximo grande marco da exploraçãoespacial?Ouça o episódio completo.

Quedas estão entre os eventos mais críticos na vida de pessoas idosas, não apenas pelo risco de fraturas, mas por funcionarem como marcadores de fragilidade, vulnerabilidade e perda de autonomia. Evitar a primeira queda é um dos principais desafios da gerontologia e, cada vez mais, a tecnologia aparece como aliada nesse processo.Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Isabela Azevedo Trindade, fisioterapeuta e presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG, sobre estudos recentes que têm utilizado inteligência artificial para analisar exames de tomografia já realizados ao longo da vida e identificar marcadores precoces de risco de queda, inclusive na meia-idade.A conversa destaca achados relevantes, como a importância da densidade muscular em relação ao risco de quedas, reforçando a ideia de que não basta ter músculo, é preciso ter músculo de qualidade. Isabela também explica que essas ferramentas não substituem a avaliação clínica, mas ampliam a capacidade de estratificação de risco, permitindo intervenções preventivas mais precoces e personalizadas.

Neste episódio do Podcast de Energia, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center, e o jornalista Thomas Gomes analisam o potencial do continente africano para se tornar um protagonista emergente na transição energética, com foco no avanço dos veículos elétricos e na transformação estrutural do setor de energia na região. O episódio contextualiza o panorama energético africano, destacando o contraste entre o baixo consumo de energia, apenas cerca de 3,4% do consumo global, e a relevância estratégica do continente na produção de petróleo e gás. Mandarino explica como fatores como infraestrutura limitada, desigualdade no acesso à energia e desafios socioeconômicos moldam o ritmo da eletrificação, ao mesmo tempo em que criam oportunidades únicas para novos modelos energéticos mais distribuídos e resilientes. Ao longo da conversa, os anfitriões exploram como tecnologias como microgrids, geração solar distribuída e sistemas locais de armazenamento podem viabilizar a expansão da mobilidade elétrica, especialmente em regiões onde a infraestrutura tradicional é insuficiente. O episódio analisa ainda iniciativas concretas que estão impulsionando esse movimento, além da expansão de empresas internacionais e investimentos em manufatura local e infraestrutura de baterias. Os apresentadores discutem também os principais desafios para a consolidação desse mercado, incluindo custo de financiamento, infraestrutura elétrica em desenvolvimento, estabilidade econômica e acesso ao capital, além das perspectivas de crescimento impulsionadas pela queda de custos tecnológicos e pela expansão da energia solar no continente. O episódio mostra como a África pode não apenas acompanhar a transição energética global, mas potencialmente liderar um novo modelo baseado em eletrificação distribuída, mobilidade acessível e integração entre energia limpa e desenvolvimento econômico. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No Podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana,Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam como a Inteligência Artificial está dissolvendo uma das bases da internet: a confiança no que vemos.Conteúdos sintéticos já não são exceção, são rotina. Fotos,vídeos e áudios fabricados com realismo crescente circulam como fatos, replicados por usuários, organizações e até canais institucionais. O problema deixa de ser apenas técnico e passa a ser social: a escala da manipulação agora supera a capacidade humana de verificação.O episódio discute por que selos, marcas d'água e metadadosdificilmente resolvem o problema, o conflito entre empresas que desenvolvem a tecnologia e resistem à regulação, e o impacto disso em um ano eleitoral.Quando qualquer narrativa pode ser produzida sob demanda, a desinformação deixa de depender de convencimento, depende apenas de distribuição.O risco final não é acreditar no falso, mas desacreditar detudo.Ouça o episódio completo e aprofunde sua análise sobretecnologia e sociedade. Assinantes acessam pesquisas e relatórios exclusivos.

A tecnologia pode apoiar o cuidado, mas só faz sentido quando responde a problemas reais da vida das pessoas.Neste episódio do podcast Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Ronaldo Cohin, fundador e CEO da Jade, sobre o uso de inteligência artificial e dados para apoiar crianças e jovens com Transtorno do Espectro Autista (TEA).A conversa passa por triagem precoce, educação inclusiva, impacto social, validação científica e os desafios de escalar uma solução tecnológica que dialogue com famílias, escolas, profissionais de saúde e governos.

Neste episódio, recebemos Cláudia Trevisan, Diretora Executiva do Conselho Empresarial Brasil-China, e Jorge Arbache, Professor da UNB e colunista do Valor Econômico, com mediação de Rafael Coimbra, Editor-executivo da MIT Technology Review Brasil, e Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit e VP de Energia e Sustentabilidade na MIT Technology Review Brasil.A conversa analisa como conflitos internacionais, rearranjos de poder, disputas tecnológicas e a reorganização de cadeias críticas estão influenciando decisões concretas de investimento, gestão de risco e posicionamento estratégico no setor energético.Mais do que uma leitura conceitual, o episódio traduz o cenário internacional em implicações práticas para empresas e governos, discutindo como movimentos globais afetam acesso a capital, segurança de suprimento, competitividade industrial e o papel do Brasil no novo equilíbrio energético global.Em um ambiente marcado por maior fragmentação, tensões geopolíticas e competição por tecnologia e infraestrutura crítica, segurança energética e domínio tecnológico deixam de ser temas setoriais e passam a integrar a agenda executiva.Antecipar cenários, interpretar riscos com precisão e transformar complexidade em direcionamento estratégico torna-se diferencial para quem busca vantagem competitiva de longo prazo.Um conteúdo essencial para líderes que precisam conectar geopolítica, energia e estratégia em um mesmo plano de decisão.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam como a inteligência artificial está redesenhando o cenário da cibersegurança e reduzindo a barreira para crimes digitais.O ponto de partida é o caso do PromptLock, um projeto acadêmico que demonstrou ser possível automatizar uma cadeia completa de ransomware com apoio de LLMs. Ainda que não tenha sido um ataque real, o experimento expôs uma capacidade concreta: modelos capazes de escrever código malicioso, mapear sistemas e personalizar extorsões com pouca ou nenhuma intervenção humana.Mais do que imaginar superataques autônomos, o risco imediato já é visível. A IA vem ampliando a escala e a sofisticação de phishing, spam e deepfakes, tornando golpes mais convincentes e frequentes, enquanto especialistas discutem até onde essa escalada pode chegar.Ouça o episódio e compreenda o que já é realidade e o que ainda é especulação no uso da IA por criminosos.

Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Jackson Barros, ex-diretor do DataSUS e coordenador da implementação da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), sobre os desafios da digitalização da saúde no Brasil.A conversa aborda interoperabilidade, open health, governança de dados, telemedicina e os riscos de aplicar inteligência artificial sobre processos mal definidos ou dados pouco confiáveis, discutindo o que é necessário para transformar tecnologia em cuidado.

Neste episódio do Podcast de Energia, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center, e o jornalista Thomas Gomes analisam os avanços mais recentes no mercado de baterias térmicas e o protagonismo crescente da RONDO Energy nesse segmento estratégico da transição energética. O episódio contextualiza o papel do armazenamento de energia no cenário atual, marcado pela expansão das fontes renováveis intermitentes, como solar e eólica, e pela busca global por alternativas às baterias eletroquímicas tradicionais baseadas em minerais críticos. Mandarino explica como funciona a chamada bateria de tijolos da RONDO, um sistema térmico capaz de aquecer materiais refratários a temperaturas superiores a 1.000 °C, armazenando energia elétrica na forma de calor com eficiência próxima de 97%. Ao longo da conversa, os anfitriões detalham os quatro pilares que sustentam a proposta da empresa: eficiência energética, competitividade econômica, sustentabilidade e flexibilidade de aplicação industrial. O sistema se destaca por utilizar materiais abundantes, reduzir a dependência de lítio e oferecer uma alternativa viável para processos industriais que demandam calor em larga escala, setor responsável por uma parcela significativa das emissões globais de CO₂. O episódio também analisa o recente marco operacional da companhia, a ativação de uma das maiores baterias térmicas do mundo em escala comercial. A discussão explora como essa tecnologia pode contribuir para a descarbonização de setores de difícil abatimento, como siderurgia, mineração, cimenteiras e óleo e gás. Os apresentadores abordam ainda os desafios enfrentados por startups de climate tech, desde validação técnica e viabilidade econômica até escalabilidade industrial, e destacam a estratégia de expansão internacional da RONDO, incluindo novas unidades na Europa e parcerias com grandes players industriais, como a Heineken e a EDP, em projetos voltados à descarbonização térmica. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam o Moltbook, uma plataforma que rapidamente se espalhou como exemplo de uma nova fronteira para a inteligência artificial nas redes sociais.O Moltbook se apresenta como um ambiente onde agentes de IA interagem entre si, publicam, reagem e constroem diálogos sem a mediação aparente de humanos. Esse formato alimentou interpretações sobre autonomia das máquinas, mas também revelou fragilidades: conteúdos redundantes, raciocínios rasos e alucinações que expõem limites conhecidos das IAs generativas.A análise mostra que o valor do Moltbook está menos na ideia de uma “consciência emergente” e mais no que ele revela sobre o momento atual da IA: muito fascínio, pouco propósito claro e uma tendência a confundir volume de interações com avanço real.O episódio convida a uma leitura mais crítica sobre experimentos desse tipo e sobre o risco de transformar espetáculo em evidência de progresso tecnológico.

A inovação em saúde passa por dados, processos e decisões difíceis.Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Marcelo Murilo, vice-presidente de Inovação, Tecnologia e Expansão da Benner, sobre o papel da tecnologia na redução de custos, na predição de riscos e na melhoria do cuidado em um sistema altamente complexo.A conversa aborda inteligência artificial, telemedicina, integração de dados, governança e ESG, além dos dilemas éticos e econômicos que tornam a saúde um setor único quando falamos em automação e tomada de decisão.

Neste episódio do podcast de energia, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center, e o jornalista Thomas Gomes analisam os movimentos recentes que podem redefinir os rumos da indústria de energia nuclear no mundo. O episódio analisa o papel atual da energia nuclear na transição energética, impulsionada pela crescente demanda por eletricidade limpa, estável e de alta densidade energética, especialmente diante da expansão acelerada de data centers, inteligência artificial e infraestrutura digital. Mandarino explica os princípios básicos da fissão nuclear, o funcionamento dos reatores comerciais e os desafios históricos relacionados a custos, tempo de construção e aceitação social. Ao longo do episódio, os anfitriões se aprofundam nas principais frentes de inovação da indústria, com destaque para os Small Modular Reactors (SMRs). São discutidas as vantagens desses pequenos reatores modulares, como a possibilidade de produção descentralizada de energia, maior flexibilidade de instalação, redução de custos, menor tempo de implementação e aplicações em comunidades remotas. O episódio também aborda projetos em estágio avançado na China, Rússia e Estados Unidos, incluindo iniciativas lideradas por startups de climate tech. A discussão avança para os temas de segurança, combustível nuclear e eficiência, explorando o uso de urânio de baixo enriquecimento e alta dosagem (HALEU), novos modelos de abastecimento, combustíveis avançados e os impactos dessas inovações na operação contínua, na vida útil dos reatores e na mitigação de riscos associados ao uso bélico do urânio. Outro eixo central do episódio é a inovação nos sistemas de refrigeração, analisando alternativas à água pressurizada tradicional, como gases, metais líquidos e sais fundidos. Mandarino detalha como essas soluções podem aumentar a segurança operacional, reduzir pressões internas, melhorar a eficiência térmica e ampliar a viabilidade dos reatores de nova geração. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana,Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam como a crescente intimidade com sistemas de Inteligência Artificial está redefinindo a noção de privacidade.Plataformas cada vez mais personalizadas acumulam dados,memórias e contextos sobre os usuários, ao mesmo tempo em que avançam para modelos de IA mais autônomos e integrados a diferentes serviços.O episódio discute os riscos desse movimento e odesequilíbrio entre conveniência, controle e segurança.Ouça o episódio completo e acompanhe as análises da MIT Technology Review Brasil.

A Inteligência Artificial está redefinindo o funcionamento do mercado financeiro e abrindo novas fronteiras de eficiência e personalização.No último episódio da série Futuro Inteligente, produzida pela MIT Technology Review Brasil em parceria com a Deloitte e a AWS, especialistas analisam como a IA está transformando o setor e quais são os caminhos para escalar essa revolução.Com Sérgio Biagini, sócio-líder para a indústria de serviços financeiros da Deloitte, Jefferson Denti, Chief do Disruption Officer da Deloitte, e @Fabio Cossini, especialista no setor financeiro da AWS Brasil.

Inovar em saúde envolve mais do que novas tecnologias. Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Walter Longo, publicitário, autor e referência em marketing e transformação digital, sobre a ampliação do conceito de saúde, a medicina preditiva e o papel das competências humanas no cuidado.A conversa aborda como a tecnologia pode atuar como apoio — e não substituição — ao trabalho médico, além dos desafios do ecossistema de inovação em saúde no Brasil e da importância da escuta ativa e da empatia em um setor cada vez mais orientado por dados.

Neste episódio do podcast do Energy Center da MIT Technology Review Brasil, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center, e o jornalista Thomaz Gomes analisam os desafios emergentes da reciclagem de baterias de veículos elétricos, a partir do caso da China, hoje o mercado mais avançado e mais pressionado pela eletrificação em larga escala. Ao longo do podcast, os anfitriões contextualizam o crescimento acelerado do mercado global de reciclagem de baterias, impulsionado pela adoção massiva de veículos elétricos, e apresentam dados que evidenciam a dimensão do desafio. Alguns deles são, volumes crescentes de baterias chegando ao fim da vida útil, pressões sobre a cadeia de suprimentos de minerais críticos e a necessidade urgente de estruturar sistemas eficientes de logística reversa. O episódio se aprofunda no porquê a China se tornou o epicentro dessa discussão, destacando o papel dos subsídios governamentais na última década, a maturidade da frota elétrica e o surgimento dos primeiros gargalos regulatórios, ambientais e econômicos. Mandarino detalha os principais obstáculos técnicos da reciclagem, como a complexidade química das baterias, a falta de padronização entre fabricantes, os riscos ambientais e a ainda limitada viabilidade econômica em muitos mercados. A conversa também explora os modelos atualmente adotados pela indústria, como o uso em cascata das baterias para aplicações estacionárias e os processos de reciclagem para recuperação de metais críticos como lítio, níquel, cobalto e manganês. São discutidos ainda os riscos do mercado informal, os impactos ambientais da reciclagem inadequada e a importância de marcos regulatórios robustos para garantir segurança, rastreabilidade e qualidade. Por fim, o episódio analisa as perspectivas futuras do setor, destacando o papel estratégico de grandes fabricantes, startups de climate tech, novas tecnologias de reciclagem, modelos de economia circular e a necessidade de integrar a reciclagem como parte central da estratégia corporativa da indústria automotiva e energética. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana,Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam como os alimentos ajudam a explicar quem somos enquanto espécie, sociedade e civilização. A conversa parte da nova edição Alimentos, que investiga a relação profunda entre ciência, tecnologia,inovação e o sistema alimentar global.Da evolução do cozimento e do impacto no cérebro humano às cadeias que conectam campo, indústria, logística, clima e consumo, a alimentação aparece como um tema central para discutir sustentabilidade, saúde pública, segurança alimentar e o papel da tecnologia em um mundo pressionadopelas mudanças climáticas.A edição também aborda o avanço dos ultraprocessados, ainfluência de algoritmos nas escolhas alimentares, os desafios de produzir em escala sem colapsar ecossistemas e as limitações da tecnologia diante de problemas que são também sociais e econômicos.Mais do que nutrir o corpo, os alimentos moldam cultura,relações e decisões que definem o futuro do planeta.

A reforma tributária está inaugurando um novo capítulo para as empresas brasileiras. As mudanças avançam em ritmo acelerado e já exigem que organizações revisem processos, repensem modelos de negócios e fortaleçam a integração entre áreas. No novo episódio da série Futuro Inteligente, parceria entre a Deloitte e a AWS, a MIT Technology Review Brasil analisa como a transição para o novo sistema tributário afeta operações, decisões estratégicas e fluxos internos. O debate também evidencia o papel da tecnologia ao oferecer escala, precisão e agilidade para equipes que terão de lidar com cenários de alta complexidade nos próximos anos. Participam da conversa Luiz Fernando Rezende, sócio-líder de consultoria tributária na Deloitte, e Nathalie Srour, Head de Tax Planning na AWS Brasil. Assista o episódio completo.

A Inteligência Artificial generativa está redefinindo como o varejo entende, atende e encanta consumidores. No novo episódio da série Futuro Inteligente, parceria entre Deloitte, AWS e MIT Technology Review Brasil, lideranças do setor discutem como a IA vem transformando processos, acelerando a digitalização e impulsionando jornadas de consumo mais inteligentes e personalizadas. A conversa aborda tendências, maturidade tecnológica, uso estratégico de dados, a evolução da experiência fígital e o papel da nuvem na democratização do acesso à inovação, inclusive para empresas de diferentes portes. Participam do episódio Paulo de Tarso, sócio-líder para a indústria de Consumer da Deloitte; Jefferson Denti, Chief do Disruption Office da Deloitte; e Enio Garbin, líder de Desenvolvimento de Negócios na AWS para a indústria de Consumo na América Latina. Ouça o episódio completo.

As mudanças climáticas já produzem efeitos concretos sobre a saúde da população, com impactos desiguais entre regiões e grupos sociais. Ondas de calor, frio extremo e eventos climáticos intensos estão associados ao aumento da mortalidade e a agravos evitáveis.Neste episódio do podcast Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Mauricio Barreto, pesquisador da Fiocruz Bahia, sobre o uso de tecnologia e grandes bases de dados para ajudar a compreender e enfrentar esses impactos. A conversa aborda a plataforma Cidacs-Clima e o papel da ciência no apoio a políticas públicas em um cenário de emergência climática.

No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam os sinais deixados pela CES e o avanço consistente da indústria chinesa em áreasestratégicas como Inteligência Artificial, robótica, hardware avançado e veículos inteligentes.A feira evidenciou uma mudança estrutural: a China não aparece mais apenas como fornecedora de componentes, mas como desenvolvedora de tecnologia de ponta, apoiada por investimentos de longo prazo, foco em pesquisa e desenvolvimento e uma estratégia que trata a IA como infraestrutura para inovação em escala.A conversa também discute o contraste entre modelos proprietários ocidentais e a aposta chinesa em sistemas abertos, além das implicações geopolíticas desse movimento.Na sua avaliação, esse avanço chinês ainda tem espaço para ser revertido ou já redefine o ritmo da inovação global?

Neste episódio, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center, e o jornalista Thomaz Gomes dão continuidade à série especial Climate Techs to Watch, e analisam a Rina Battery Technology, startup chinesa pioneira no desenvolvimento e na produção em escala de baterias de íon sódio como alternativa às baterias de lítio.Ao longo do podcast, os anfitriões contextualizam o papel estratégico do armazenamento de energia na transição energética, destacando a crescente demanda por baterias tanto para a estabilidade das redes elétricas quanto para a eletrificação do transporte. O episódio explora como o sódio, um elemento até 400 vezes mais abundante que o lítio, surge como uma solução promissora diante da concentração geográfica da produção e do refino de minerais críticos.Mandarino detalha a origem da Rina, fundada em Pequim em 2017 a partir da Academia Chinesa de Ciências, e explica como a startup exemplifica o potencial da conexão entre pesquisa acadêmica e empreendedorismo deep tech. O episódio aprofunda as diferenças técnicas entre baterias de íon lítio e íon sódio, abordando temas como densidade energética, segurança térmica, custo, escalabilidade e design dos materiais. Também são discutidas as vantagens competitivas do sódio em termos de abundância, democratização do acesso e redução de riscos geopolíticos.A conversa analisa os desafios para a consolidação comercial das baterias de sódio, incluindo escala produtiva, competição com grandes players do setor e a corrida por redução de custos frente às tecnologias consolidadas de lítio.Por fim, Mandarino e Thomaz discutem os próximos passos desse mercado, o movimento de grandes fabricantes globais em direção a soluções híbridas e alternativas, e o potencial das baterias de íon sódio para transformar o armazenamento de energia, a mobilidade elétrica e a segurança energética nas próximas décadas.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

A asma infantil ainda impõe desafios importantes ao sistema de saúde, mesmo sendo uma condição tratável. Falhas no diagnóstico precoce, na estratificação de risco e na adesão ao tratamento contribuem para exacerbações, internações e impacto prolongado na qualidade de vida das crianças.No novo episódio do podcast Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com o pneumologista pediátrico Paulo Pitrez sobre o uso de inteligência artificial para analisar prontuários eletrônicos e identificar crianças com maior risco de crises graves, infecções respiratórias e hospitalizações. A conversa aborda potencial clínico, limites técnicos, desafios de implementação e o papel da tecnologia como apoio à decisão médica.

Neste episódio Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit; Victor Arnaud, presidente da Equinix Brasil; e Fernando Paiva, diretor editorial da Mobile Time, com mediação de Rafael Coimbra, editor executivo da MIT Technology Review Brasil, debatem sobre as 10 megatendências que vão orientar o setor de energia em 2026, revelando como energia, tecnologia, geopolítica e inovação estão cada vez mais interligadas. Hudson Mendonça apresenta a metodologia do relatório, inspirada no modelo do MIT REAP, que integra empresas, governos, universidades, startups e investidores como pilares da inovação. A partir dessa lógica, ele mostra como as megatendências analisadas extrapolam o setor energético e influenciam decisões em áreas como mobilidade, infraestrutura digital, inteligência artificial e cadeias críticas, sempre com foco em aplicação prática. O presidente da Equinix Brasil, aprofunda o debate ao analisar o crescimento acelerado da demanda por energia impulsionada por data centers e IA. Ele discute os desafios estruturais do Brasil, como tributação, regulação, transmissão e conectividade e destaca as vantagens estratégicas do país. Ele ressalta a matriz elétrica limpa, a diversidade de fontes renováveis e o potencial do país de se tornar um polo global de processamento e treinamento de modelos de inteligência artificial. A conversa se estende com Fernando Paiva, ao trazer a geopolítica da energia para o centro da análise, conectando a disputa entre Estados Unidos e China à soberania digital, às cadeias críticas e à necessidade de uma infraestrutura energética segura e resiliente. O episódio também aborda a evolução da mobilidade híbrida e elétrica, o papel das baterias e a convergência entre energia e tecnologia em um cenário de digitalização acelerada. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana,Rafael Coimbra e Carlos Aros discutem o surgimento das chamadas “neoemoções”, estados afetivos que nascem da combinação entre sentimentos clássicos e a vida digital,muitas vezes mediados por inteligência artificial. A partir de um artigo da Anya Kamenetz, o episódio mostra como novas palavras podem ajudar a descrever experiências que antes ficavam no campo do indizível, mas também traz um alertasobre os riscos de deixar que a tecnologia passe a moldar a forma como interpretamos o que sentimos.Se a IA pode ajudar a dar nome às nossas emoções, até queponto ela também começa a influenciar o que acreditamos estar sentindo?

No novo episódio do podcast da MIT Technology Review Brasil, em parceria com a Positivo S+, Rafael Coimbra recebe Henrique Rabenhorst, diretor de TI da Azul Linhas Aéreas, e Octavio Vasconcellos, diretor de negócios e operações na Positivo S+, para discutir por que operações que não podem parar dependem de colaboração constante entre tecnologia, negócio e fornecedores estratégicos. O episódio aborda os bastidores de uma estrutura em que sistemas, dados e equipes precisam atuar de forma coordenada para manter a experiência do cliente e a estabilidade operacional. Entre os temas, estão a importância de governança e níveis de serviço bem definidos e o papel de dados confiáveis para transformar eficiência em resultado. Em um cenário de pressão por agilidade, entenda como acelerar a inovação sem comprometer segurança, continuidade e responsabilidade!

O diagnóstico da endometriose ainda é um desafio, mesmo com avanços em exames de imagem e novas ferramentas digitais. A doença pode levar anos para ser identificada, impactando qualidade de vida, saúde reprodutiva e bem-estar das pacientes.No novo episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com o ginecologista Sergio Podgaec sobre os limites dos métodos diagnósticos atuais, o papel da escuta clínica, os avanços em ultrassonografia especializada e ressonância magnética, além das perspectivas para biomarcadores e inteligência artificial no cuidado à endometriose.

Neste episódio do podcast do Energy Center, da MIT Technology Review Brasil, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center, e o jornalista Thomaz Gomes dão continuidade à série especial Climate Techs to Watch, analisando a Cyclic Materials, startup canadense que desenvolveu um processo inovador de reciclagem de terras raras a partir de ímãs utilizados em tecnologias críticas. Ao longo da conversa, os anfitriões contextualizam o papel estratégico das terras raras na transição energética, com destaque para aplicação em motores de alta eficiência, turbinas eólicas, veículos elétricos e sistemas avançados de geração de energia limpa. Esses materiais ainda apresentam taxas globais de reciclagem inferiores a 2%, o que amplia a pressão sobre cadeias de suprimento concentradas e ambientalmente sensíveis. Mandarino explica como a Cyclic Materials se insere nesse cenário ao propor um novo modelo de “mineração urbana”, baseado em hubs logísticos e processamento descentralizado. A solução permite reduzir custos logísticos, diminuir a pegada ambiental do refino e mitigar riscos geopolíticos associados à forte concentração da produção e do refino de terras raras na China, hoje responsável por cerca de 90% da fabricação de ímãs e pela maior parte do processamento global. O episódio também aprofunda a dimensão geopolítica do tema, e aborda como Estados Unidos, União Europeia, Canadá e outros países vêm se mobilizando para diversificar o acesso a minerais críticos. A reciclagem surge, nesse contexto, como uma alternativa estratégica para garantir segurança energética, autonomia industrial e resiliência das cadeias produtivas em um cenário marcado por tensões comerciais e disputas tecnológicas. Além da análise global, a conversa destaca o posicionamento do Brasil, com o avanço de iniciativas voltadas à pesquisa, extração e scale-up de tecnologias para terras raras, incluindo projetos em Poços de Caldas (MG). Também são debatidos os principais desafios para a expansão desse tipo de solução, como a reorganização das cadeias logísticas reversas, a necessidade de parcerias industriais e o alto volume de capital exigido por deep techs e hard techs. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No Podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam as apostas para o próximo ano a partir de uma retrospectiva crítica de 2025. Aconversa aborda a ruptura entre o real e o virtual com a popularização de deepfakes, os riscos para a confiança pública e para a democracia, além da possibilidade de uma nova crise global de chips impulsionada pela demanda porIA e por tensões geopolíticas.O episódio também discute o futuro do smartphone e a entrada em vigor do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, que deve redefinir a relação entre plataformas,crianças e responsabilidade digital.Quais desses temas você acredita que terão maior impacto em 2026?

A ciência avança para reduzir o uso de animais em testes e tornar a pesquisa mais precisa, rápida e alinhada à fisiologia humana. Tecnologias como órgãos em chip, bioimpressão 3D e modelos celulares personalizados já estão mudando a forma como novos produtos e terapias são desenvolvidos.No novo episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin recebem Letícia Charelli, especialista em bioimpressão e diretora da BioEdTech, para discutir como essas soluções funcionam na prática, quais são seus benefícios para a indústria e como a integração com inteligência artificial pode acelerar a medicina personalizada.A conversa também aborda limites, desafios regulatórios e os próximos passos para a redução progressiva dos testes em animais no Brasil e no mundo.