A maior publicação de tecnologia do mundo chega ao Brasil e André Miceli, Carlos Aros e Rafael Coimbra se juntam para formar o podcast semanal da marca.

A tecnologia pode apoiar o cuidado, mas só faz sentido quando responde a problemas reais da vida das pessoas.Neste episódio do podcast Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Ronaldo Cohin, fundador e CEO da Jade, sobre o uso de inteligência artificial e dados para apoiar crianças e jovens com Transtorno do Espectro Autista (TEA).A conversa passa por triagem precoce, educação inclusiva, impacto social, validação científica e os desafios de escalar uma solução tecnológica que dialogue com famílias, escolas, profissionais de saúde e governos.

Neste episódio, recebemos Cláudia Trevisan, Diretora Executiva do Conselho Empresarial Brasil-China, e Jorge Arbache, Professor da UNB e colunista do Valor Econômico, com mediação de Rafael Coimbra, Editor-executivo da MIT Technology Review Brasil, e Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit e VP de Energia e Sustentabilidade na MIT Technology Review Brasil.A conversa analisa como conflitos internacionais, rearranjos de poder, disputas tecnológicas e a reorganização de cadeias críticas estão influenciando decisões concretas de investimento, gestão de risco e posicionamento estratégico no setor energético.Mais do que uma leitura conceitual, o episódio traduz o cenário internacional em implicações práticas para empresas e governos, discutindo como movimentos globais afetam acesso a capital, segurança de suprimento, competitividade industrial e o papel do Brasil no novo equilíbrio energético global.Em um ambiente marcado por maior fragmentação, tensões geopolíticas e competição por tecnologia e infraestrutura crítica, segurança energética e domínio tecnológico deixam de ser temas setoriais e passam a integrar a agenda executiva.Antecipar cenários, interpretar riscos com precisão e transformar complexidade em direcionamento estratégico torna-se diferencial para quem busca vantagem competitiva de longo prazo.Um conteúdo essencial para líderes que precisam conectar geopolítica, energia e estratégia em um mesmo plano de decisão.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam como a inteligência artificial está redesenhando o cenário da cibersegurança e reduzindo a barreira para crimes digitais.O ponto de partida é o caso do PromptLock, um projeto acadêmico que demonstrou ser possível automatizar uma cadeia completa de ransomware com apoio de LLMs. Ainda que não tenha sido um ataque real, o experimento expôs uma capacidade concreta: modelos capazes de escrever código malicioso, mapear sistemas e personalizar extorsões com pouca ou nenhuma intervenção humana.Mais do que imaginar superataques autônomos, o risco imediato já é visível. A IA vem ampliando a escala e a sofisticação de phishing, spam e deepfakes, tornando golpes mais convincentes e frequentes, enquanto especialistas discutem até onde essa escalada pode chegar.Ouça o episódio e compreenda o que já é realidade e o que ainda é especulação no uso da IA por criminosos.

Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Jackson Barros, ex-diretor do DataSUS e coordenador da implementação da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), sobre os desafios da digitalização da saúde no Brasil.A conversa aborda interoperabilidade, open health, governança de dados, telemedicina e os riscos de aplicar inteligência artificial sobre processos mal definidos ou dados pouco confiáveis, discutindo o que é necessário para transformar tecnologia em cuidado.

Neste episódio do Podcast de Energia, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center, e o jornalista Thomas Gomes analisam os avanços mais recentes no mercado de baterias térmicas e o protagonismo crescente da RONDO Energy nesse segmento estratégico da transição energética. O episódio contextualiza o papel do armazenamento de energia no cenário atual, marcado pela expansão das fontes renováveis intermitentes, como solar e eólica, e pela busca global por alternativas às baterias eletroquímicas tradicionais baseadas em minerais críticos. Mandarino explica como funciona a chamada bateria de tijolos da RONDO, um sistema térmico capaz de aquecer materiais refratários a temperaturas superiores a 1.000 °C, armazenando energia elétrica na forma de calor com eficiência próxima de 97%. Ao longo da conversa, os anfitriões detalham os quatro pilares que sustentam a proposta da empresa: eficiência energética, competitividade econômica, sustentabilidade e flexibilidade de aplicação industrial. O sistema se destaca por utilizar materiais abundantes, reduzir a dependência de lítio e oferecer uma alternativa viável para processos industriais que demandam calor em larga escala, setor responsável por uma parcela significativa das emissões globais de CO₂. O episódio também analisa o recente marco operacional da companhia, a ativação de uma das maiores baterias térmicas do mundo em escala comercial. A discussão explora como essa tecnologia pode contribuir para a descarbonização de setores de difícil abatimento, como siderurgia, mineração, cimenteiras e óleo e gás. Os apresentadores abordam ainda os desafios enfrentados por startups de climate tech, desde validação técnica e viabilidade econômica até escalabilidade industrial, e destacam a estratégia de expansão internacional da RONDO, incluindo novas unidades na Europa e parcerias com grandes players industriais, como a Heineken e a EDP, em projetos voltados à descarbonização térmica. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam o Moltbook, uma plataforma que rapidamente se espalhou como exemplo de uma nova fronteira para a inteligência artificial nas redes sociais.O Moltbook se apresenta como um ambiente onde agentes de IA interagem entre si, publicam, reagem e constroem diálogos sem a mediação aparente de humanos. Esse formato alimentou interpretações sobre autonomia das máquinas, mas também revelou fragilidades: conteúdos redundantes, raciocínios rasos e alucinações que expõem limites conhecidos das IAs generativas.A análise mostra que o valor do Moltbook está menos na ideia de uma “consciência emergente” e mais no que ele revela sobre o momento atual da IA: muito fascínio, pouco propósito claro e uma tendência a confundir volume de interações com avanço real.O episódio convida a uma leitura mais crítica sobre experimentos desse tipo e sobre o risco de transformar espetáculo em evidência de progresso tecnológico.

A inovação em saúde passa por dados, processos e decisões difíceis.Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Marcelo Murilo, vice-presidente de Inovação, Tecnologia e Expansão da Benner, sobre o papel da tecnologia na redução de custos, na predição de riscos e na melhoria do cuidado em um sistema altamente complexo.A conversa aborda inteligência artificial, telemedicina, integração de dados, governança e ESG, além dos dilemas éticos e econômicos que tornam a saúde um setor único quando falamos em automação e tomada de decisão.

Neste episódio do podcast de energia, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center, e o jornalista Thomas Gomes analisam os movimentos recentes que podem redefinir os rumos da indústria de energia nuclear no mundo. O episódio analisa o papel atual da energia nuclear na transição energética, impulsionada pela crescente demanda por eletricidade limpa, estável e de alta densidade energética, especialmente diante da expansão acelerada de data centers, inteligência artificial e infraestrutura digital. Mandarino explica os princípios básicos da fissão nuclear, o funcionamento dos reatores comerciais e os desafios históricos relacionados a custos, tempo de construção e aceitação social. Ao longo do episódio, os anfitriões se aprofundam nas principais frentes de inovação da indústria, com destaque para os Small Modular Reactors (SMRs). São discutidas as vantagens desses pequenos reatores modulares, como a possibilidade de produção descentralizada de energia, maior flexibilidade de instalação, redução de custos, menor tempo de implementação e aplicações em comunidades remotas. O episódio também aborda projetos em estágio avançado na China, Rússia e Estados Unidos, incluindo iniciativas lideradas por startups de climate tech. A discussão avança para os temas de segurança, combustível nuclear e eficiência, explorando o uso de urânio de baixo enriquecimento e alta dosagem (HALEU), novos modelos de abastecimento, combustíveis avançados e os impactos dessas inovações na operação contínua, na vida útil dos reatores e na mitigação de riscos associados ao uso bélico do urânio. Outro eixo central do episódio é a inovação nos sistemas de refrigeração, analisando alternativas à água pressurizada tradicional, como gases, metais líquidos e sais fundidos. Mandarino detalha como essas soluções podem aumentar a segurança operacional, reduzir pressões internas, melhorar a eficiência térmica e ampliar a viabilidade dos reatores de nova geração. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana,Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam como a crescente intimidade com sistemas de Inteligência Artificial está redefinindo a noção de privacidade.Plataformas cada vez mais personalizadas acumulam dados,memórias e contextos sobre os usuários, ao mesmo tempo em que avançam para modelos de IA mais autônomos e integrados a diferentes serviços.O episódio discute os riscos desse movimento e odesequilíbrio entre conveniência, controle e segurança.Ouça o episódio completo e acompanhe as análises da MIT Technology Review Brasil.

A Inteligência Artificial está redefinindo o funcionamento do mercado financeiro e abrindo novas fronteiras de eficiência e personalização.No último episódio da série Futuro Inteligente, produzida pela MIT Technology Review Brasil em parceria com a Deloitte e a AWS, especialistas analisam como a IA está transformando o setor e quais são os caminhos para escalar essa revolução.Com Sérgio Biagini, sócio-líder para a indústria de serviços financeiros da Deloitte, Jefferson Denti, Chief do Disruption Officer da Deloitte, e @Fabio Cossini, especialista no setor financeiro da AWS Brasil.

Inovar em saúde envolve mais do que novas tecnologias. Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Walter Longo, publicitário, autor e referência em marketing e transformação digital, sobre a ampliação do conceito de saúde, a medicina preditiva e o papel das competências humanas no cuidado.A conversa aborda como a tecnologia pode atuar como apoio — e não substituição — ao trabalho médico, além dos desafios do ecossistema de inovação em saúde no Brasil e da importância da escuta ativa e da empatia em um setor cada vez mais orientado por dados.

Neste episódio do podcast do Energy Center da MIT Technology Review Brasil, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center, e o jornalista Thomaz Gomes analisam os desafios emergentes da reciclagem de baterias de veículos elétricos, a partir do caso da China, hoje o mercado mais avançado e mais pressionado pela eletrificação em larga escala. Ao longo do podcast, os anfitriões contextualizam o crescimento acelerado do mercado global de reciclagem de baterias, impulsionado pela adoção massiva de veículos elétricos, e apresentam dados que evidenciam a dimensão do desafio. Alguns deles são, volumes crescentes de baterias chegando ao fim da vida útil, pressões sobre a cadeia de suprimentos de minerais críticos e a necessidade urgente de estruturar sistemas eficientes de logística reversa. O episódio se aprofunda no porquê a China se tornou o epicentro dessa discussão, destacando o papel dos subsídios governamentais na última década, a maturidade da frota elétrica e o surgimento dos primeiros gargalos regulatórios, ambientais e econômicos. Mandarino detalha os principais obstáculos técnicos da reciclagem, como a complexidade química das baterias, a falta de padronização entre fabricantes, os riscos ambientais e a ainda limitada viabilidade econômica em muitos mercados. A conversa também explora os modelos atualmente adotados pela indústria, como o uso em cascata das baterias para aplicações estacionárias e os processos de reciclagem para recuperação de metais críticos como lítio, níquel, cobalto e manganês. São discutidos ainda os riscos do mercado informal, os impactos ambientais da reciclagem inadequada e a importância de marcos regulatórios robustos para garantir segurança, rastreabilidade e qualidade. Por fim, o episódio analisa as perspectivas futuras do setor, destacando o papel estratégico de grandes fabricantes, startups de climate tech, novas tecnologias de reciclagem, modelos de economia circular e a necessidade de integrar a reciclagem como parte central da estratégia corporativa da indústria automotiva e energética. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana,Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam como os alimentos ajudam a explicar quem somos enquanto espécie, sociedade e civilização. A conversa parte da nova edição Alimentos, que investiga a relação profunda entre ciência, tecnologia,inovação e o sistema alimentar global.Da evolução do cozimento e do impacto no cérebro humano às cadeias que conectam campo, indústria, logística, clima e consumo, a alimentação aparece como um tema central para discutir sustentabilidade, saúde pública, segurança alimentar e o papel da tecnologia em um mundo pressionadopelas mudanças climáticas.A edição também aborda o avanço dos ultraprocessados, ainfluência de algoritmos nas escolhas alimentares, os desafios de produzir em escala sem colapsar ecossistemas e as limitações da tecnologia diante de problemas que são também sociais e econômicos.Mais do que nutrir o corpo, os alimentos moldam cultura,relações e decisões que definem o futuro do planeta.

A reforma tributária está inaugurando um novo capítulo para as empresas brasileiras. As mudanças avançam em ritmo acelerado e já exigem que organizações revisem processos, repensem modelos de negócios e fortaleçam a integração entre áreas. No novo episódio da série Futuro Inteligente, parceria entre a Deloitte e a AWS, a MIT Technology Review Brasil analisa como a transição para o novo sistema tributário afeta operações, decisões estratégicas e fluxos internos. O debate também evidencia o papel da tecnologia ao oferecer escala, precisão e agilidade para equipes que terão de lidar com cenários de alta complexidade nos próximos anos. Participam da conversa Luiz Fernando Rezende, sócio-líder de consultoria tributária na Deloitte, e Nathalie Srour, Head de Tax Planning na AWS Brasil. Assista o episódio completo.

A Inteligência Artificial generativa está redefinindo como o varejo entende, atende e encanta consumidores. No novo episódio da série Futuro Inteligente, parceria entre Deloitte, AWS e MIT Technology Review Brasil, lideranças do setor discutem como a IA vem transformando processos, acelerando a digitalização e impulsionando jornadas de consumo mais inteligentes e personalizadas. A conversa aborda tendências, maturidade tecnológica, uso estratégico de dados, a evolução da experiência fígital e o papel da nuvem na democratização do acesso à inovação, inclusive para empresas de diferentes portes. Participam do episódio Paulo de Tarso, sócio-líder para a indústria de Consumer da Deloitte; Jefferson Denti, Chief do Disruption Office da Deloitte; e Enio Garbin, líder de Desenvolvimento de Negócios na AWS para a indústria de Consumo na América Latina. Ouça o episódio completo.

As mudanças climáticas já produzem efeitos concretos sobre a saúde da população, com impactos desiguais entre regiões e grupos sociais. Ondas de calor, frio extremo e eventos climáticos intensos estão associados ao aumento da mortalidade e a agravos evitáveis.Neste episódio do podcast Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Mauricio Barreto, pesquisador da Fiocruz Bahia, sobre o uso de tecnologia e grandes bases de dados para ajudar a compreender e enfrentar esses impactos. A conversa aborda a plataforma Cidacs-Clima e o papel da ciência no apoio a políticas públicas em um cenário de emergência climática.

No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam os sinais deixados pela CES e o avanço consistente da indústria chinesa em áreasestratégicas como Inteligência Artificial, robótica, hardware avançado e veículos inteligentes.A feira evidenciou uma mudança estrutural: a China não aparece mais apenas como fornecedora de componentes, mas como desenvolvedora de tecnologia de ponta, apoiada por investimentos de longo prazo, foco em pesquisa e desenvolvimento e uma estratégia que trata a IA como infraestrutura para inovação em escala.A conversa também discute o contraste entre modelos proprietários ocidentais e a aposta chinesa em sistemas abertos, além das implicações geopolíticas desse movimento.Na sua avaliação, esse avanço chinês ainda tem espaço para ser revertido ou já redefine o ritmo da inovação global?

Neste episódio, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center, e o jornalista Thomaz Gomes dão continuidade à série especial Climate Techs to Watch, e analisam a Rina Battery Technology, startup chinesa pioneira no desenvolvimento e na produção em escala de baterias de íon sódio como alternativa às baterias de lítio.Ao longo do podcast, os anfitriões contextualizam o papel estratégico do armazenamento de energia na transição energética, destacando a crescente demanda por baterias tanto para a estabilidade das redes elétricas quanto para a eletrificação do transporte. O episódio explora como o sódio, um elemento até 400 vezes mais abundante que o lítio, surge como uma solução promissora diante da concentração geográfica da produção e do refino de minerais críticos.Mandarino detalha a origem da Rina, fundada em Pequim em 2017 a partir da Academia Chinesa de Ciências, e explica como a startup exemplifica o potencial da conexão entre pesquisa acadêmica e empreendedorismo deep tech. O episódio aprofunda as diferenças técnicas entre baterias de íon lítio e íon sódio, abordando temas como densidade energética, segurança térmica, custo, escalabilidade e design dos materiais. Também são discutidas as vantagens competitivas do sódio em termos de abundância, democratização do acesso e redução de riscos geopolíticos.A conversa analisa os desafios para a consolidação comercial das baterias de sódio, incluindo escala produtiva, competição com grandes players do setor e a corrida por redução de custos frente às tecnologias consolidadas de lítio.Por fim, Mandarino e Thomaz discutem os próximos passos desse mercado, o movimento de grandes fabricantes globais em direção a soluções híbridas e alternativas, e o potencial das baterias de íon sódio para transformar o armazenamento de energia, a mobilidade elétrica e a segurança energética nas próximas décadas.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

A asma infantil ainda impõe desafios importantes ao sistema de saúde, mesmo sendo uma condição tratável. Falhas no diagnóstico precoce, na estratificação de risco e na adesão ao tratamento contribuem para exacerbações, internações e impacto prolongado na qualidade de vida das crianças.No novo episódio do podcast Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com o pneumologista pediátrico Paulo Pitrez sobre o uso de inteligência artificial para analisar prontuários eletrônicos e identificar crianças com maior risco de crises graves, infecções respiratórias e hospitalizações. A conversa aborda potencial clínico, limites técnicos, desafios de implementação e o papel da tecnologia como apoio à decisão médica.

Neste episódio Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit; Victor Arnaud, presidente da Equinix Brasil; e Fernando Paiva, diretor editorial da Mobile Time, com mediação de Rafael Coimbra, editor executivo da MIT Technology Review Brasil, debatem sobre as 10 megatendências que vão orientar o setor de energia em 2026, revelando como energia, tecnologia, geopolítica e inovação estão cada vez mais interligadas. Hudson Mendonça apresenta a metodologia do relatório, inspirada no modelo do MIT REAP, que integra empresas, governos, universidades, startups e investidores como pilares da inovação. A partir dessa lógica, ele mostra como as megatendências analisadas extrapolam o setor energético e influenciam decisões em áreas como mobilidade, infraestrutura digital, inteligência artificial e cadeias críticas, sempre com foco em aplicação prática. O presidente da Equinix Brasil, aprofunda o debate ao analisar o crescimento acelerado da demanda por energia impulsionada por data centers e IA. Ele discute os desafios estruturais do Brasil, como tributação, regulação, transmissão e conectividade e destaca as vantagens estratégicas do país. Ele ressalta a matriz elétrica limpa, a diversidade de fontes renováveis e o potencial do país de se tornar um polo global de processamento e treinamento de modelos de inteligência artificial. A conversa se estende com Fernando Paiva, ao trazer a geopolítica da energia para o centro da análise, conectando a disputa entre Estados Unidos e China à soberania digital, às cadeias críticas e à necessidade de uma infraestrutura energética segura e resiliente. O episódio também aborda a evolução da mobilidade híbrida e elétrica, o papel das baterias e a convergência entre energia e tecnologia em um cenário de digitalização acelerada. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana,Rafael Coimbra e Carlos Aros discutem o surgimento das chamadas “neoemoções”, estados afetivos que nascem da combinação entre sentimentos clássicos e a vida digital,muitas vezes mediados por inteligência artificial. A partir de um artigo da Anya Kamenetz, o episódio mostra como novas palavras podem ajudar a descrever experiências que antes ficavam no campo do indizível, mas também traz um alertasobre os riscos de deixar que a tecnologia passe a moldar a forma como interpretamos o que sentimos.Se a IA pode ajudar a dar nome às nossas emoções, até queponto ela também começa a influenciar o que acreditamos estar sentindo?

No novo episódio do podcast da MIT Technology Review Brasil, em parceria com a Positivo S+, Rafael Coimbra recebe Henrique Rabenhorst, diretor de TI da Azul Linhas Aéreas, e Octavio Vasconcellos, diretor de negócios e operações na Positivo S+, para discutir por que operações que não podem parar dependem de colaboração constante entre tecnologia, negócio e fornecedores estratégicos. O episódio aborda os bastidores de uma estrutura em que sistemas, dados e equipes precisam atuar de forma coordenada para manter a experiência do cliente e a estabilidade operacional. Entre os temas, estão a importância de governança e níveis de serviço bem definidos e o papel de dados confiáveis para transformar eficiência em resultado. Em um cenário de pressão por agilidade, entenda como acelerar a inovação sem comprometer segurança, continuidade e responsabilidade!

O diagnóstico da endometriose ainda é um desafio, mesmo com avanços em exames de imagem e novas ferramentas digitais. A doença pode levar anos para ser identificada, impactando qualidade de vida, saúde reprodutiva e bem-estar das pacientes.No novo episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com o ginecologista Sergio Podgaec sobre os limites dos métodos diagnósticos atuais, o papel da escuta clínica, os avanços em ultrassonografia especializada e ressonância magnética, além das perspectivas para biomarcadores e inteligência artificial no cuidado à endometriose.

Neste episódio do podcast do Energy Center, da MIT Technology Review Brasil, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center, e o jornalista Thomaz Gomes dão continuidade à série especial Climate Techs to Watch, analisando a Cyclic Materials, startup canadense que desenvolveu um processo inovador de reciclagem de terras raras a partir de ímãs utilizados em tecnologias críticas. Ao longo da conversa, os anfitriões contextualizam o papel estratégico das terras raras na transição energética, com destaque para aplicação em motores de alta eficiência, turbinas eólicas, veículos elétricos e sistemas avançados de geração de energia limpa. Esses materiais ainda apresentam taxas globais de reciclagem inferiores a 2%, o que amplia a pressão sobre cadeias de suprimento concentradas e ambientalmente sensíveis. Mandarino explica como a Cyclic Materials se insere nesse cenário ao propor um novo modelo de “mineração urbana”, baseado em hubs logísticos e processamento descentralizado. A solução permite reduzir custos logísticos, diminuir a pegada ambiental do refino e mitigar riscos geopolíticos associados à forte concentração da produção e do refino de terras raras na China, hoje responsável por cerca de 90% da fabricação de ímãs e pela maior parte do processamento global. O episódio também aprofunda a dimensão geopolítica do tema, e aborda como Estados Unidos, União Europeia, Canadá e outros países vêm se mobilizando para diversificar o acesso a minerais críticos. A reciclagem surge, nesse contexto, como uma alternativa estratégica para garantir segurança energética, autonomia industrial e resiliência das cadeias produtivas em um cenário marcado por tensões comerciais e disputas tecnológicas. Além da análise global, a conversa destaca o posicionamento do Brasil, com o avanço de iniciativas voltadas à pesquisa, extração e scale-up de tecnologias para terras raras, incluindo projetos em Poços de Caldas (MG). Também são debatidos os principais desafios para a expansão desse tipo de solução, como a reorganização das cadeias logísticas reversas, a necessidade de parcerias industriais e o alto volume de capital exigido por deep techs e hard techs. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No Podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam as apostas para o próximo ano a partir de uma retrospectiva crítica de 2025. Aconversa aborda a ruptura entre o real e o virtual com a popularização de deepfakes, os riscos para a confiança pública e para a democracia, além da possibilidade de uma nova crise global de chips impulsionada pela demanda porIA e por tensões geopolíticas.O episódio também discute o futuro do smartphone e a entrada em vigor do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, que deve redefinir a relação entre plataformas,crianças e responsabilidade digital.Quais desses temas você acredita que terão maior impacto em 2026?

A ciência avança para reduzir o uso de animais em testes e tornar a pesquisa mais precisa, rápida e alinhada à fisiologia humana. Tecnologias como órgãos em chip, bioimpressão 3D e modelos celulares personalizados já estão mudando a forma como novos produtos e terapias são desenvolvidos.No novo episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin recebem Letícia Charelli, especialista em bioimpressão e diretora da BioEdTech, para discutir como essas soluções funcionam na prática, quais são seus benefícios para a indústria e como a integração com inteligência artificial pode acelerar a medicina personalizada.A conversa também aborda limites, desafios regulatórios e os próximos passos para a redução progressiva dos testes em animais no Brasil e no mundo.

No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Carlos Aros iniciam uma edição especial em dois episódios com uma análise crítica dos movimentos quemarcaram o último ano e das tendências que já começam a redesenhar o próximo ciclo.Inteligência artificial, regulação, big techs, novas formas de dependência digital e a consolidação dos veículos elétricos no Brasil entram em pauta a partir de seus impactos concretos na sociedade, na economia e no comportamentohumano.Mais do que uma retrospectiva, o episódio propõe uma leitura estratégica sobre riscos, correções de rota e os desafios que permanecem abertos no avanço tecnológico.Você já está olhando para 2026 com as lentes certas para entender o que vem pela frente?

Neste episódio especial de encerramento de ano, Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit se reúne com Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center e o jornalista Thomaz Gomes para uma retrospectiva dos principais episódios do podcast de energia, no Energy Center, da MIT Technology Review Brasil. Os três analisam os conteúdos que mais se destacaram em 2025 e que ajudaram a antecipar tendências decisivas para o futuro da energia, da tecnologia e da economia global.Ao longo da conversa, cada integrante compartilha seus episódios favoritos, conectando entrevistas, séries especiais e debates realizados ao longo do ano com as megatendências discutidas no ecossistema do Energy Summit. O episódio revela como o podcast evoluiu editorialmente ao longo de 2025, ao substituir a ideia de “transição” pela noção mais profunda de transformação energética, incorporando diversidade, descentralização e inovação tecnológica como pilares centrais.Mandarino destaca episódios que anteciparam movimentos estruturais do setor, como a descarbonização no mercado de óleo e gás, o avanço do processamento submarino, a diversificação energética e os novos caminhos das baterias, com ênfase em soluções alternativas ao lítio, como o sódio e tecnologias em estado sólido. Ele também ressalta o papel das deep techs e das startups globais, ao mostrar como inovação, pesquisa e conexão com universidades são essenciais para garantir segurança e acessibilidade energética.Thomaz Gomes revisita conversas gravadas durante o Energy Summit, ressaltando o impacto do diálogo direto com tomadores de decisão e especialistas globais. Ele analisa episódios que abordaram a cooperação internacional, especialmente entre Brasil e China, o papel estratégico da inteligência artificial na demanda por energia e os desafios sistêmicos impostos pelo crescimento acelerado dos data centers. O jornalista reforça como IA, infraestrutura física e segurança energética estão cada vez mais interligadas em um cenário geopolítico competitivo.Hudson Mendonça completa a retrospectiva destacando episódios que exploraram temas estruturais como a descarbonização do transporte marítimo, o papel das políticas públicas e do financiamento à inovação no Brasil, além do avanço das baterias, micro-redes e virtual power plants como soluções-chave para garantir resiliência, eficiência e estabilidade ao sistema energético global. A conversa reforça que energia limpa, abundante e confiável será o principal gargalo e a maior oportunidade, para o crescimento da tecnologia nos próximos anos.Ao longo do episódio, o Energy Center se consolida como um espaço de antecipação de tendências, e mostra que compreender o futuro da energia exige uma visão integrada e sistêmica, abordagem que marcou 2025 e aponta os caminhos do setor para 2026.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

A telecirurgia robótica representa um novo patamar para a saúde conectada no Brasil. Ao permitir que procedimentos de alta complexidade sejam realizados mesmo com médico e paciente separados por grandes distâncias, a tecnologia abre caminho para ampliar o acesso e reduzir desigualdades regionais no cuidado.No novo episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin recebem Mirangela Machado, diretora-geral da MicroPort Brasil, para discutir a primeira telecirurgia robótica não experimental realizada no país. A conversa aborda os bastidores do procedimento, a infraestrutura de dados necessária, o papel da conectividade de alta velocidade e os desafios regulatórios envolvidos. Mais do que inovação tecnológica, o episódio mostra como a telecirurgia pode transformar a forma como cirurgias complexas são distribuídas em um país de dimensões continentais.

Neste episódio do podcast do Energy Center da MIT Technology Review Brasil, o jornalista Thomaz Gomes conversa com Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center. O episódio dá continuidade à série especial sobre as empresas que se destacaram no ranking 10 Climate Techs to Watch, com um raio-x da Traton, grupo global que vem liderando avanços na eletrificação do transporte pesado. Ao longo da conversa, Mandarino contextualiza a trajetória da Traton, subsidiária do Grupo Volkswagen que reúne marcas como Scania, MAN e International e explica por que a empresa se tornou uma das principais apostas na descarbonização de caminhões e ônibus. O episódio explora os avanços tecnológicos já alcançados, como o aumento da autonomia dos veículos elétricos pesados, o crescimento das vendas globais e a disputa direta com players consolidados do setor. A discussão amplia o olhar para o cenário econômico e regulatório, com dados da Agência Internacional de Energia (IEA) e de institutos internacionais que apontam o transporte pesado como responsável por mais de 20% das emissões globais de CO₂ do setor. Mandarino detalha as projeções de crescimento acelerado do mercado de caminhões elétricos, os desafios de infraestrutura de recarga, o impacto do consumo energético desses veículos e as implicações geopolíticas ligadas às cadeias de suprimento de baterias e minerais críticos. O episódio aprofunda ainda os principais obstáculos para a escalabilidade da eletrificação no transporte pesado, como a necessidade de expansão massiva da rede de carregadores, custos iniciais mais elevados, competição global crescente e a pressão por modelos de negócio viáveis no longo prazo. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam como a IA moldou 2025 e por que o próximo ciclo tende a ser menos euforia emais cobrança por resultados concretos. A conversa abre a série de retrospectivas e perspectivas, discutindo concorrência entre big techs, investimentos bilionários, riscos de bolha, limites da adoção nas empresas e os impactos reais sobre trabalho, inovação e estratégia. Três anos após apopularização da IA generativa, o episódio propõe uma pausa crítica: o que virou infraestrutura essencial, o que foi superestimado e quais ajustes devem marcar 2026, tanto para empresas quanto para investidores. A sua percepção é de amadurecimento do mercado ou de frustração com as promessas da IA?

A doença ocular da tireoide (DOT) é uma condição autoimune complexa, frequentemente associada à doença de Graves, que pode comprometer não apenas a visão, mas também a autonomia, a vida social e a saúde emocional das pessoas afetadas. Apesar de seu impacto significativo, o diagnóstico ainda costuma ser tardio, em parte pela baixa familiaridade de profissionais de saúde com os sinais da doença e pela dificuldade de acesso a especialistas.No novo episódio do podcast Health Equity, da MIT Technology Review Brasil em parceria com a Amgen, Carolina Abelin conversa com Ana Karina Teles, oftalmologista especialista em órbita, sobre os principais desafios enfrentados por pacientes com doença ocular da tireoide no Brasil.Ana Karina Teles explica por que a doença pode passar despercebida, como o atraso no diagnóstico aumenta o risco de sequelas e o que precisa mudar para tornar a jornada de cuidado mais rápida, integrada e equitativa.

A busca por mais precisão nas cirurgias oncológicas é um dos grandes desafios da medicina contemporânea, especialmente no tratamento do câncer de mama. A avaliação das margens cirúrgicas, etapa crítica para evitar recidivas, ainda depende de processos demorados e, muitas vezes, terceirizados, que mantêm o paciente anestesiado enquanto o cirurgião aguarda os resultados.No novo episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Antonio César Pereira, médico nuclear e um dos criadores de uma tecnologia brasileira que utiliza inteligência artificial, fluorescência por imagem e o conceito de gêmeos digitais para apoiar decisões cirúrgicas em tempo real. A solução permite gerar uma representação digital da peça tumoral retirada, indicando com precisão se há comprometimento das margens e onde ampliar a ressecção.Durante a conversa, Antonio explica como a ferramenta funciona, desde a aquisição das imagens até a análise em nuvem, e detalha os ganhos de tempo, precisão e segurança em comparação com os métodos tradicionais. Ele também comenta os estudos iniciais, os próximos passos de validação clínica, os desafios regulatórios e o potencial de expansão da tecnologia para outros tipos de câncer.

Neste episódio, o jornalista Thomaz Gomes conversa com Hugo Bethlem, fundador presidente do conselho do Capitalismo Consciente Brasil, sobre como a transição energética está diretamente conectada à transformação do próprio modelo econômico. Hugo explica por que o capitalismo tradicional, centrado exclusivamente na maximização do lucro, já não responde aos desafios ambientais, sociais e éticos do nosso tempo. Além disso, explica como a evolução para um capitalismo sustentável se tornou condição indispensável para garantir acesso à energia, reduzir desigualdades e enfrentar as mudanças climáticas. Ele apresenta os pilares do Capitalismo Consciente e discute como as empresas podem gerar prosperidade sem explorar pessoas, comunidades ou recursos naturais. A conversa destaca a urgência de uma “virada energética”, para além da visão de transição suave: o Brasil precisa acelerar soluções limpas que cheguem às periferias, pequenos produtores, escolas, comunidades indígenas e milhões de brasileiros que ainda vivem sem energia adequada, um tema central para qualquer política pública de futuro. Hugo reforça que a transição energética é também uma transição de consciência, que exige educação, responsabilidade corporativa e políticas que permitam acesso real à energia renovável. Ele detalha como obstáculos regulatórios, falta de incentivos e a lentidão das lideranças, atrasam avanços que já poderiam ter transformado vidas. Exemplos como a viabilidade de energia solar em habitações populares, o impacto direto no custo de vida e a urgência de incluir o tema nas escolas mostram como a inclusão energética é inclusão social. A discussão aborda ainda o papel da mídia em ampliar essa pauta, o desafio de sensibilizar cidadãos em um país desigual e o potencial das novas gerações, já moldadas por propósito e valores socioambientais, para impulsionar práticas de consumo e produção mais responsáveis. Bethlem também comenta por que o custo de não agir é maior que qualquer investimento necessário hoje, e como o Brasil pode se tornar referência global ao alinhar abundância energética, inovação e consciência coletiva. Por fim, o presidente do Capitalismo Consciente Brasil analisa o cenário global, revisita exemplos históricos como a crise energética de 2001 e aponta caminhos para construir um futuro em que tecnologia, energia limpa e justiça social caminhem juntas, reforçando que sem educação e sem energia, não existe desenvolvimento possível. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana,Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam as tecnologias que não entraram na lista das 10 Breakthrough Technologies e explicam por que essas ausências são tão reveladoras quanto as escolhas finais.Todos os anos, a edição americana da MIT Technology Reviewaponta tendências com potencial de impacto global. Antes da divulgação da lista de 2026, alguns spoilers ajudam a entender por que certas apostas ainda nãoatingiram o nível de maturidade necessário para se tornarem rupturas no curto prazo.O episódio discute como limites técnicos, barreirasculturais e desafios de adoção continuam sendo fatores decisivos na trajetória da inovação, e como esses critérios ajudam a interpretar o ritmo real da transformação tecnológica.

A inteligência artificial está assumindo um papel central em setores como energia, mineração e indústria pesada, onde cada decisão afeta produtividade, segurança e continuidade operacional.No segundo episódio da série Futuro Inteligente com Deloitte e a AWS, a MIT Technology Review Brasil discute como a IA está sendo utilizada para otimizar manutenção, reduzir custos e preservar conhecimento técnico especializado.A conversa aborda modelos que analisam milhares de relatos para prever riscos, simulações avançadas que testam cenários extremos e os efeitos da digitalização em setores que dependem de dados confiáveis para ganhar escala, velocidade e precisão.Participam Patrícia Muricy, sócia-líder para Energy, Resources & Industrials na Deloitte, Tim Wiesel, sócio para Artificial Intelligence and Data na Deloitte, e Rafael Soares, diretor para Power and Utilities na AWS.

A dor é um dos sintomas mais universais da experiência humana, mas também um dos mais difíceis de medir. Subjetiva por natureza, ela depende da percepção individual, da interpretação clínica e, muitas vezes, da observação de comportamentos sutis que nem sempre são facilmente traduzidos em números. Escalas tradicionais, como a de 0 a 10, ajudam, mas não capturam toda a complexidade do fenômeno.No novo episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com o anestesiologista e especialista em dor Paulo Renato Fonseca. A partir de pesquisas recentes do MIT e de outras instituições, o episódio discute como novas tecnologias estão criando caminhos para interpretar sinais fisiológicos, atividade cerebral e padrões comportamentais que refletem o impacto real da dor na vida das pessoas.O especialista comenta avanços como algoritmos aplicados a eletroencefalogramas, variação da frequência cardíaca e sistemas de visão computacional capazes de identificar microexpressões e alterações posturais. Também analisa o uso de aplicativos que começam a chegar ao consultório, oferecendo a médicos e pacientes ferramentas mais objetivas para acompanhar a evolução da dor e orientar decisões terapêuticas.

Neste episódio, o jornalista Thomaz Gomes conversa com Marcelo Godoy, presidente da Volvo Car Brasil, sobre os caminhos da transformação energética na indústria automotiva e o papel do país na construção de uma mobilidade mais limpa. Marcelo apresenta um panorama das mudanças do setor, da eletrificação ao uso de biocombustíveis, que passam pela relevância dos minerais estratégicos e pela necessidade de desenvolver tecnologias e cadeias produtivas localmente. Ele destaca como o Brasil reúne vantagens competitivas, do etanol aos insumos essenciais para baterias, mas ainda precisa atrair investimentos para consolidar uma indústria nacional de alta tecnologia. Marcelo comenta também o avanço das demandas dos consumidores, que cada vez mais escolhem produtos pelo impacto ambiental e pela proposta de valor no longo prazo, pressionando empresas a acelerarem seus processos de descarbonização. A conversa traz exemplos concretos da estratégia da Volvo no país, como a meta global de ter uma cadeia 100% limpa até 2040, os programas de reciclagem de baterias já implementados com a rede de concessionárias e a participação em iniciativas governamentais, como o Mover, voltadas ao descarte adequado e à pesquisa e desenvolvimento. O presidente da Volvo Car Brasil, explica ainda como a empresa tem expandido a infraestrutura de carregamento, com mais de mil carregadores instalados e um novo ciclo de investimento em estações de carga rápida, além do processo que levou o Brasil a ter 50% das vendas já compostas por modelos 100% elétricos. Por fim, Godoy comenta as tecnologias que estão no radar da indústria para os próximos anos, do hidrogênio a novos biocombustíveis e analisa por que, mesmo diante de múltiplas alternativas, o elétrico e o híbrido se destacam como soluções mais eficientes no balanço entre custo, simplicidade de engenharia e impacto ambiental. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

No podcast desta semana, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam como deepfakes, áudios clonados e chatbots cada vez mais persuasivos estão reconfigurando estratégias de campanha. A combinação de conteúdos sintéticos,automação e modelos generativos cria um ambiente difícil de fiscalizar e amplia o risco de narrativas moldadas “abaixo da superfície”.O episódio também discute a autonomia crescente desses sistemas, a dificuldade de regular modelos abertos e a urgência de fortalecer transparência e educação digital em um cenário que avança mais rápido que qualquer norma.Como você enxerga o papel da IA nas eleições dos próximos anos?

O avanço da oncologia de precisão está transformando a forma como decisões terapêuticas são tomadas no câncer de mama. Entre as ferramentas que impulsionam essa mudança está o teste genômico Oncotype DX, que analisa a biologia do tumor e indica quando a quimioterapia realmente oferece benefícios.=No novo episódio do podcast de Biotech and Health, em parceria com a Exact Sciences, Carolina Abelin conversa com o oncologista Antonio Carlos Buzaid sobre o impacto dessa tecnologia na prática clínica. O especialista explica como o teste combina análise molecular, risco de recorrência e características do tumor para orientar estratégias terapêuticas mais assertivas.A entrevista também discute evidências de custo-efetividade, desafios de acesso e o papel crescente da genômica para reduzir tratamentos desnecessários, fortalecer decisões compartilhadas e ampliar a qualidade de vida das pacientes.

A reforma tributária está inaugurando um novo capítulo para as empresas brasileiras. As mudanças avançam em ritmo acelerado e já exigem que organizações revisem processos, repensem modelos de negócios e fortaleçam a integração entre áreas. No novo episódio da série Futuro Inteligente, parceria entre a Deloitte e a AWS, a MIT Technology Review Brasil analisa como a transição para o novo sistema tributário afeta operações, decisões estratégicas e fluxos internos. O debate também evidencia o papel da tecnologia ao oferecer escala, precisão e agilidade para equipes que terão de lidar com cenários de alta complexidade nos próximos anos. Participam da conversa Luiz Fernando Rezende, sócio-líder de consultoria tributária na Deloitte, e Nathalie Srour, Head de Tax Planning na AWS Brasil. Assista o episódio completo.

A Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) é uma etapa decisiva para orientar quais medicamentos, terapias e procedimentos serão incorporados aos sistemas de saúde. Por muitos anos, a análise esteve centrada em desfechos clínicos e impacto orçamentário, mas essa abordagem já não responde plenamente aos desafios trazidos pelo avanço científico e pelas desigualdades presentes no país.No novo episódio do podcast Health Equity, da MIT Technology Review Brasil em parceria com a Amgen, Carolina Abelin conversa com Verônica Stasiak, doutoranda e mestre em Ciências Farmacêuticas com ênfase em ATS. A especialista explica como a equidade vem ganhando relevância nos debates internacionais e por que integrar esse princípio às decisões é fundamental para promover acesso mais justo às inovações em saúde.A partir de sua atuação no campo das doenças raras e de sua própria experiência de paciente, Verônica analisa como fatores socioeconômicos, raça, gênero e desigualdades estruturais moldam trajetórias de cuidado. Ela também reflete sobre o quanto esses elementos têm sido — ou não — considerados nos processos de ATS no Brasil.

A segurança do paciente é um dos principais desafios em ambientes hospitalares, especialmente no processo de análise de prescrições. Em instituições com grande volume assistencial e equipes reduzidas, identificar erros de dosagem, interações medicamentosas e inconformidades torna-se uma tarefa complexa e limitada pela capacidade humana.No novo episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Ana Helena Ulbrich, farmacêutica, pesquisadora e cofundadora de uma plataforma que utiliza inteligência artificial para apoiar a farmácia clínica. Eleita pela revista TIME como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em inteligência artificial, ela explica como a solução analisa padrões de prescrição, sinaliza desvios e oferece alertas baseados em evidências para qualificar decisões e reforçar a segurança do paciente.

Neste episódio, o jornalista Thomaz Gomes conversa com Newton Hamatsu, superintendente da Área de Transição Energética e Infraestrutura da FINEP, sobre o avanço da transição energética no país e o papel da FINEP no apoio a projetos de inovação. Newton apresenta um panorama das iniciativas em renováveis, hidrogênio, biocombustíveis, economia circular e descarbonização da indústria e do transporte.Ele explica como a combinação de subvenção econômica, crédito com taxas competitivas e investimento em fundos tem permitido viabilizar projetos de alto impacto que já são cerca de 280 iniciativas apoiadas desde 2023, somando mais de 8 bilhões de reais.A conversa traz exemplos de tecnologias disruptivas financiadas pela FINEP, como o desenvolvimento de um micro reator nuclear brasileiro, sementes sintéticas de cana, produção de etanol em áreas degradadas com agave, enzimas nacionais para etanol de segunda geração e aerogeradores supercondutores.Por fim, Newton antecipa novas chamadas focadas em combustíveis sustentáveis, SAF, transmissão, captura de carbono e descarbonização dos transportes.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.

As escalas neuromotoras ajudam a medir, com precisão técnica, o grau de comprometimento motor e orientam estratégias de reabilitação de pessoas com doenças neurodegenerativas. Mas a vida cotidiana, marcada por mudanças sutis no equilíbrio, na marcha e na autonomia, nem sempre cabe nos números.Neste episódio do podcast Patient Voice, em parceria com a Biogen, a repórter Carolina Abelin conversa com a fisioterapeuta Fernanda Maggi, especialista em doenças neuromusculares e autora de um estudo que validou no Brasil uma das escalas aplicadas à ataxia de Friedreich.A conversa explora os desafios da padronização dessas ferramentas no país, a importância de interpretar dados à luz da experiência real dos pacientes e o papel de tecnologias que aproximam profissionais, pacientes e dados de mundo real. Um episódio sobre ciência, escuta ativa e a complexidade da vida que existe além das métricas.Link convidada: https://www.linkedin.com/in/fernanda-aparecida-maggi-b2b97322/

No Podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam a ascensão dos chatbots de companhia.Estamos diante de uma tecnologia capaz de assumir papéis de amigo, parceiro ou conselheiro emocional, e isso levanta questões que vão muito além da conveniência.Quanto mais humanos esses sistemas parecem, mais intimidade entregamos. O resultado é uma combinação delicada: vínculos emocionais profundos, riscos de gatilhos perigosos e um volume de dados pessoais capaz detransformar essas plataformas em guardiãs da nossa vida digital.A pressão por regulação cresce. De Nova Iorque à Califórnia,surgem iniciativas para proteger usuários e monitorar casos críticos, enquanto especialistas alertam para a possibilidade de monetização desses dadosultrassensíveis.A pergunta é inevitável: estamos prontos para relações tãoprofundas com máquinas e para tudo que elas podem fazer com o que sabemos esentimos?

A Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras completou uma década em 2024, e o Brasil vive um novo momento de fortalecimento dos centros de referência e avanço nas tecnologias para diagnóstico e tratamento. Neste episódio especial do podcast Biotech and Health, com patrocínio da PTC Therapeutics Brasil, a repórter Carolina Abelin conversa com a médica geneticista Maria Teresinha Cardoso sobre os impactos da triagem neonatal, a ampliação da rede assistencial e os desafios de capacitar novas gerações de profissionais para o cuidado de pessoas com doenças raras.

A triagem neonatal é uma das políticas públicas mais eficazes para detectar precocemente doenças raras. Ainda assim, o programa enfrenta desafios técnicos e estruturais para garantir a ampliação prevista em lei e reduzir desigualdades regionais. Neste episódio especial do podcast Biotech and Health, com patrocínio da PTC Therapeutics Brasil, a repórter Carolina Abelin conversa com a médica geneticista Carolina Fischinger sobre os gargalos da triagem neonatal no país e o papel da tecnologia na construção de um sistema mais equitativo.

As doenças raras atravessam um momento decisivo no Brasil. De um lado, emergem novas terapias, tecnologias diagnósticas e modelos de cuidado capazes de encurtar jornadas e transformar prognósticos. De outro, persistem entraves estruturais que impedem que esses avanços cheguem às pessoas no tempo necessário. Entre regulação, capacidade de resposta do SUS, modelos de avaliação tecnológica e lacunas de coordenação, o futuro ainda depende de mudanças profundas.No novo episódio do podcast de Biotech and Health, com patrocínio da PTC Therapeutics Brasil, a repórter Carolina Abelin conversa com Antoine Daher, fundador e presidente da Casa Hunter, sobre os caminhos necessários para aproximar inovação, política pública e vida real do paciente.A conversa reforça que acesso, inovação e equidade são dimensões inseparáveis, e que transformar o futuro das doenças raras exige ação coordenada, diálogo entre governo, especialistas, indústria, Congresso Nacional e sociedade civil organizada.

A relação entre alimentação, desigualdade e saúde tem ganhado destaque, especialmente quando falamos de desertos alimentares — regiões onde alimentos frescos são escassos e ultraprocessados se tornam a opção mais acessível. Mesmo fora do Mapa da Fome da ONU, o Brasil convive com ambientes que favorecem escolhas não saudáveis e contribuem para o aumento da obesidade.No novo episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin recebem a endocrinologista Raisa Muniz para discutir como esses ambientes obesogênicos moldam hábitos desde a infância, influenciam o risco de mais de 200 doenças e revelam o impacto desigual do acesso à alimentação de qualidade.Durante a conversa, Raisa explica por que a obesidade é uma doença crônica e multifatorial, analisa o papel dos ultraprocessados, aborda limites e possibilidades dos industrializados e comenta a importância de políticas públicas que tornem escolhas saudáveis realmente viáveis. A especialista também aborda como tecnologia e educação nutricional podem ajudar na mudança de comportamento.

Neste episódio do Leading CIOs, Raymundo Barros, CTO da Globo, explica como a tecnologia deixou de ser apenas infraestrutura de suporte para assumir papel central na transformação da indústria de mídia. Ele relembra os marcos que mudaram o setor, como a chegada do streaming, dos smartphones e da TV digital, e detalha como essas mudanças colocaram as áreas técnicas no centro das decisões de negócio. Barros discute ainda como essa virada impactou modelos operacionais, estratégias de conteúdo e a própria disputa pela atenção do público. Ouça o episódio e entenda como tecnologia e conteúdo passaram a dividir o comando na maior empresa de mídia do país.