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Estragou a pandemia a nosa percepción do tempo? Houbo un reseteo global? Por que, dende 2020, todo parece ao mesmo tempo onte e hai séculos? Estivo Rihanna embarazada eternamente ou foron varios embarazos consecutivos? Esa sensación de “desintegración temporal” non é só un meme: é unha experiencia compartida.Medir o tempo foi sempre unha necesidade. Primeiro por motivos relixiosos, polas estacións e o traballo no campo; despois, coa modernidade, convertémolo nunha máquina de produtividade. Pero o tempo non é só reloxo: é lingua. Como visualizades vós o tempo: É unha liña recta ou unha árbore con pólas?A nosa maneira de “velo” está ligada ao idioma que falamos. Mudar a lingua é mudar a percepción do tempo. Nalgunhas casas, os ovos cocíanse “o que duran dous nosopais e un avemaría”. A lingua moldea o espazo… e tamén o futuro. Hai linguas sen futuro gramatical. Hai quen chega tarde ao seu propio enterro. Falamos de TDAH e cegueira temporal, de quen non le reloxos analóxicos. Porque o tempo, cando es nena, é infinito; e logo escápache entre os dedos. E todo depende do que esteas a facer.Escoita o episodio. E intenta non mirar para o reloxo.
A Biofund, Fundação para a Conservação da Biodiversidade de Moçambique, anunciou na semana passada a realização, no passado dia 29 de Janeiro, de um 'workshop' de validação da métrica para a preservação do Elefante Africano em Moçambique, uma espécie considerada "em perigo". Esta iniciativa liderada pelo programa COMBO+ que resulta de uma parceria entre a Wildlife Conservation Society (WCS), a Biofund e o Ministério moçambicano da Agricultura, Ambiente e Pescas, visa dotar as autoridades moçambicanas de uma ferramenta -a métrica- quantificando os prejuízos causados pela actividade humana no meio ambiente e compensar essa perda. Esta que é quinta métrica a ser desenvolvida no âmbito desse programa, a seguir às métricas implementadas para recifes de coral, florestas, mangais e ervas marinhas está a ser desenvolvida numa altura em que o país envida esforços para conciliar o desenvolvimento económico com a preservação da biodiversidade, neste caso, do elefante africano, uma "espécie prioritária para a conservação" considerada "em perigo" pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Segundo dados oficiais, o país tem cerca de dez mil elefantes que, para além dos caçadores furtivos, têm que enfrentar outros entraves à sua sobrevivência, como a extensão da actividade agrícola ou o impacto dos megaprojectos no país. Em entrevista concedida à RFI, Vanda Machava, gestora do Programa de Contrabalanços e Biodiversidade no seio da Biofund, explica-nos no que consiste a métrica aplicada à protecção da natureza, começando por evocar o contexto em que surge esta ferramenta. RFI: No que consiste a métrica e em que contexto ela surge? Vanda Machava: Moçambique é um país bastante rico no que concerne aos recursos naturais, à biodiversidade. Temos áreas de conservação, temos reservas. Cerca de 26% do território nacional faz parte da rede Nacional das Áreas de Conservação. Em Moçambique, é dentro deste património natural, que o elefante africano é uma das espécies prioritárias para conservação, tanto a nível nacional, até mesmo a nível internacional. Mas temos verificado nas últimas décadas que esta espécie emblemática tem sofrido uma grande pressão no que diz respeito a ameaças e temos verificado mais e mais que uma das ameaças mais frequentes tem sido a caça furtiva ou então a perda da vegetação devido à prática da agricultura por parte das comunidades locais e até mesmo alguns megaprojectos que mais e mais estão a ser evidentes aqui em Moçambique, como por exemplo a mineração, a construção de grandes infra-estruturas, assentamentos humanos. São projectos que nós chamamos de projectos de desenvolvimento, contribuem para o desenvolvimento económico do país, mas vão acabar por comprometer a biodiversidade. RFI: Só para nós sabermos qual é o habitat natural do elefante em Moçambique? Em que zonas é que ele fica? Vanda Machava: As zonas onde o elefante africano ocorre são zonas protegidas, então fazem parte da rede nacional das Áreas de Conservação. Contudo, o elefante africano não fica fixo, não fica parado, movimenta-se, migra através dos corredores de migração. Então, por isso mesmo é que acaba criando um bocadinho de conflito com as comunidades locais, porque às vezes as comunidades podem decidir fazer agricultura nos corredores de migração, nos locais que os elefantes acabam percorrendo. Então aqui já existe este conflito. Por exemplo, nas áreas de conservação, bem perto, ao redor das áreas de conservação, as comunidades fazem agricultura e às vezes os elefantes passam por estes locais. E aí há choques. Então tem que sempre tentar-se identificar medidas para evitar que haja esses choques. Então, uma das formas que nós identificamos ao nível nacional foi o desenvolvimento de métricas. No que consistem estas métricas? Métrica é uma forma que foi identificada para poder se minimizar ou reduzir o impacto ou a pressão sobre a biodiversidade. Neste caso, podem ser plantas. As métricas podem ser aplicadas também à ecossistemas como mangais, recifes de corais, ervas marinhas e até mesmo também na fauna -neste caso- o elefante africano. O que acontece? Temos verificado mais e mais que vários projectos estão a ser implementados em Moçambique. E estes megaprojectos de mineração, por exemplo, ou então exploração de petróleo e gás e por aí fora, podem vir a afectar áreas ou ecossistemas onde ocorre o elefante africano. De forma a tentar minimizar este impacto sobre esta espécie, foram desenvolvidas métricas que vão ajudar a fazer o cálculo ou a compensação. 'O projeto X afectou negativamente na população de elefante', como é que nós podemos compensar esta perda? Então, a métrica vai permitir quantificar quantos animais, por exemplo, foram perdidos na área onde está a ser desenvolvido o projecto. E depois, vai poder quantificar quantos animais devem ser povoados numa outra área. Neste caso, chamamos de área de contrabalanço ou projecto de contrabalanço de diversidade, para estes animais poderem-se multiplicar. Então, esta métrica faz parte de um pacote a nível nacional que nós chamamos de contrabalanço de biodiversidade, que são medidas de compensação que foram identificadas para compensar as perdas ou os danos que os projectos de desenvolvimento causam na biodiversidade. Ao fim do dia, o que todos nós queremos é que haja desenvolvimento do nosso país, desenvolvimento económico, mas também tem que estar em harmonia ou em sincronia com a conservação da biodiversidade. Então, de forma resumida, a métrica vai ajudar a quantificar o que se perdeu. E depois do que se perdeu, quanto pode ser ganho na área, neste caso, de contrabalanço de biodiversidade. RFI: Desde quando é que este sistema está a ser implementado? Vanda Machava: Vamos talvez fazer um bocadinho de contextualização do programa. COMBO+ é um programa maior que começou a ser desenvolvido em 2016/2017 ao nível de diferentes países. Então, desde 2016/2017 e até agora está a ser implementado. COMBO+ significa conservação, mitigação de impactos e contrabalanço de diversidade. O objectivo deste programa internacional é exactamente garantir que haja esta harmonia, o balanço entre o desenvolvimento económico e a conservação da biodiversidade. Está a ser implementado em diferentes países, ao nível de África, em Moçambique, Madagáscar, Uganda e Guiné. Ao nível da Ásia está a ser implementado no Laos e no Myanmar. Envolve muitos treinamentos, envolve muitas trocas de experiências entre os países. Levamos Moçambique para Madagáscar, para podermos aprender e trocar experiências, trocar impressões. Isto envolve um conceito maior que nós chamamos de hierarquia de mitigação. São um conjunto de passos que devem ser implementados pelos megaprojectos de forma a reduzir ao máximo o impacto no meio ambiente. Então, voltando a falar de Moçambique em particular, as métricas começaram a ser desenvolvidas já desde 2020/2021, em Moçambique. Nós já desenvolvemos métricas para quantificar perdas e ganhos nos recifes de corais, no mangal, na floresta, nas ervas marinhas e agora estamos a desenvolver a quinta métrica que é a do elefante africano. Então, essas métricas vão ser implementadas pelos proponentes de projectos que vão causar impactos negativos ou sobre recifes de corais, ou então sobre ervas marinhas, ou então sobre o mangal, ou então sobre a população de elefante africano. RFI: Concretamente, depois de desenvolverem essa métrica, como é que isto vai ser implementado? Há de facto espaço em Moçambique para depois utilizar essas métricas? Vanda Machava: O que está por detrás do desenvolvimento deste conjunto de métricas ou ferramentas, está directamente relacionado com o impacto negativo sobre a biodiversidade, o impacto negativo que vai ser provocado pelos grandes projectos ou pelas grandes empresas que vão criar impactos residuais significativos no ambiente. Então, esta é uma medida que foi identificada para compensar essas perdas. Isto vai permitir que as empresas ou os grandes projectos vão continuar a ser implementados em Moçambique. Contudo, tem que se ter em conta que eles devem fazer alguma coisa pela natureza, alguma coisa pela conservação da biodiversidade. Aí é que entra a métrica para responder a isto. E isto não está a ser feito do nada, consta na legislação moçambicana. É um requisito legal. Tanto que foi publicado em 2022 um diploma ministerial de contrabalanço de biodiversidade, que obriga a empresas ou actividades que são classificadas pelo Ministério da Agricultura e Pescas como sendo da categoria A ou A+, que causam impactos negativos residuais, a implementar projectos de contrabalanços. RFI: Concretamente, empresas como a Total em Cabo Delgado ou empresas de exploração florestal, por exemplo, poderão também utilizar esse sistema de métrica? Vanda Machava: Sim, exactamente. Estas grandes empresas que chamamos de megaprojectos como a Total (hidrocarbonetos) ou a Kenmare (mineração), várias empresas chinesas, os sectores que nós estamos a prever é a mineração, construção de grandes infra-estruturas. Podemos talvez adicionar um ponto: Moçambique encontra-se a desenvolver o primeiro plano de gestão de contrabalanço de Biodiversidade e vai ser implementado pela empresa mineradora Kenmare que opera a nível de Nampula. Eles estão a contar com o apoio da Biofund e também da WCS (Wildlife Conservation society) nestes primeiros passos, porque é um plano de gestão de contrabalanço de diversidade que é pioneiro. RFI: Será que é suficiente simplesmente repor o que se perdeu? Estou a pensar, por exemplo, num caso concreto, em que se destroem florestas, depois as empresas fazem aquilo que se chama o "greenwashing". Vão plantar novamente árvores, não forçosamente aquelas que se perderam, e isto pode demorar anos até realmente ficar como estava dantes. Vanda Machava: Sim, leva muito tempo até a natureza, os ecossistemas voltarem a ter vida. E assim, de acordo com o nosso quadro legal é imperioso, é obrigatório que esta fase da compensação seja a última medida, o último passo. De acordo com o nosso quadro legal, os proponentes devem primeiro tentar evitar ao máximo a degradação na biodiversidade. Esse é o primeiro passo. Caso eles não consigam evitar, devem fazer de tudo para minimizar ou reduzir o impacto. Isso pode ser feito, por exemplo, através da alteração das metodologias, das suas actividades, dos seus projectos de Desenvolvimento é o terceiro passo é tentar fazer a restauração. Essa restauração dos 'habitats' acontece dentro da área do projecto, por exemplo, áreas em que eles já não se encontram a usar, podem começar a fazer a reabilitação para a natureza começar a responder. Mas caso se identifique, mesmo após a aplicação de cada um desses passos, a natureza não está a reagir, continuamos a ter impactos negativos, aí eles têm que fazer o contrabalanço e a última fase. E é uma fase que exige dinheiro. Será um projecto extremamente dispendioso. Porquê? Porque este projecto de contrabalanço, primeiro tem que ser realizado fora da área de impacto, fora da área do projecto, neste caso, dentro de uma área de conservação ou então dentro de uma área-chave para a biodiversidade, de forma a garantir que haja preservação. Estes projectos são projectos de longa duração. Não são projectos de dois nem três anos. Podem levar 20, 30, 50 anos, 60 anos. O ciclo de vida ou o tempo de vida destes projectos de contrabalanço vai depender do tempo em que os impactos negativos continuarem a surtir efeitos na área do projecto que foi impactada. RFI: Há interesse das empresas que estão a explorar diversas áreas em Moçambique, na exploração florestal, na exploração de minérios, na exploração de gás em Cabo Delgado, há esse interesse, de facto, de ter uma responsabilidade social e de efectivamente compensar as comunidades se tem um impacto negativo na biodiversidade? Vanda Machava: Neste caso, independentemente de existir interesse ou não existir, não tem nenhuma importância. O mais importante é o que consta na legislação. É obrigatório. Todas as empresas que forem a causar impactos residuais negativos no meio ambiente, é obrigatório eles compensarem. É de lei. E depois, como é de lei, está no diploma ministerial. Cada vez que uma determinada empresa for a causar impactos, cada vez que tiver que fazer a renovação da licença ambiental que decorre de cinco em cinco anos, se por acaso verificar-se que eles estão a causar danos ou perdas na biodiversidade, eles vão receber uma notificação do ministério para eles poderem fazer um plano de gestão do contrabalanço ou projectos de contrabalanço de biodiversidade. E eles devem provar que estão realmente a conseguir ter resultados, porque os resultados vão ter que ser medidos. E como se mede este resultado? Através da métrica. Por isso mesmo é que se fez um trabalho muito, mas muito robusto entre a Wildlife Conservation Society, a Biofund e o Governo de Moçambique, para podermos ter a legislação ou quadro legal publicado divulgado, os diferentes 'takeholders' que vão estar envolvidos na implementação dos projectos de contrabalanço estão devidamente treinados. Só para ter uma ideia, treinamos acima de mil e tal pessoas. Foram capacitadas acima de 250 instituições a nível nacional. Levamos técnicos do governo para outros países para eles poderem aprender com os outros como é que eles estão a implementar este conceito de hierarquia e de mitigação. Então houve muito trabalho. Nesta altura, nós estamos ansiosos para que os projectos de contrabalanço sejam desenvolvidos. Então, independentemente da empresa querer ou não, se estiverem a causar impactos, vão ter que compensar.
Nuestra comprensión del universo depende de la precisión con que podamos medirlo. Desde los relojes de sol hasta los atómicos, la evolución de la tecnología no solo busca puntualidad, sino descifrar por qué el tiempo parece fluir constantemente del pasado al futuro y que ocurre cuando intentamos medirlo a intervalos cuánticos, diminutos, o si pudiéramos hacerlo en escenarios extremos como un agujero negro o el Big Bang. Hemos entrevistado a Miguel Ángel Martín Delgado, catedrático de Física Teórica en la universidad Complutense y autor del libro “¿Qué es el tiempo y como se mide?” (Catarata).Con Carlos Briones hemos analizado un estudio que apoya la hipótesis del mundo RNA, que propone que la vida en la Tierra primitiva comenzó con estas moléculas y no con ADN. En concreto, la investigación muestra la forma en la que pudo generarse el ARN de transferencia, esencial para la síntesis de proteínas. José Luís Trejo nos ha contado una interesante investigación sobre el sistema de orientación de los pájaros carboneros que demuestra que el cerebro puede "descargar" actualizaciones físicas según las necesidades del entorno. Amanda López nos ha informado de un trabajo coliderado por el Instituto de Astrofísica de Andalucía que revela el papel de las tormentas de polvo en la desaparición del agua en Marte. Con testimonios de Adrián Brines, del IAA (CSIC). Hemos informado de la campaña de recaudación de fondos iniciada por la Fundación CRIS Contra el Cáncer para financiar al Grupo de Mariano Barbacid en el CNIO después de los excelentes resultados obtenidos en ratones de un tratamiento contra el cáncer de páncreas; del aplazamiento a marzo de la misión Artemis II de la NASA por fugas de combustible y problemas de comunicación; y de la recuperación parcial de la visión de un paciente con ceguera total a partir de un ensayo clínico de microestimulación eléctrica cerebral desarrollado por investigadores de la Universidad Miguel Hernández de Elche y del CIBER en Bioingenería, Biomateriales y Nanomedicina del Instituto de Salud Carlos III (ISCIII).Escuchar audio
Nuestra comprensión del universo depende de la precisión con que podamos medirlo. Desde los relojes de sol hasta los atómicos, la evolución de la tecnología no solo busca puntualidad, sino descifrar por qué el tiempo parece fluir constantemente del pasado al futuro y que ocurre cuando intentamos medirlo a intervalos cuánticos, diminutos, o si pudiéramos hacerlo en escenarios extremos como un agujero negro o el Big Bang. Hemos entrevistado a Miguel Ángel Martín Delgado, catedrático de Física Teórica en la universidad Complutense y autor del libro “¿Qué es el tiempo y como se mide?” (Catarata).Con Carlos Briones hemos analizado un estudio que apoya la hipótesis del mundo RNA, que propone que la vida en la Tierra primitiva comenzó con estas moléculas y no con ADN. En concreto, la investigación muestra la forma en la que pudo generarse el ARN de transferencia, esencial para la síntesis de proteínas. José Luís Trejo nos ha contado una interesante investigación sobre el sistema de orientación de los pájaros carboneros que demuestra que el cerebro puede "descargar" actualizaciones físicas según las necesidades del entorno. Amanda López nos ha informado de un trabajo coliderado por el Instituto de Astrofísica de Andalucía que revela el papel de las tormentas de polvo en la desaparición del agua en Marte. Con testimonios de Adrián Brines, del IAA (CSIC). Hemos informado de la campaña de recaudación de fondos iniciada por la Fundación CRIS Contra el Cáncer para financiar al Grupo de Mariano Barbacid en el CNIO después de los excelentes resultados obtenidos en ratones de un tratamiento contra el cáncer de páncreas; del aplazamiento a marzo de la misión Artemis II de la NASA por fugas de combustible y problemas de comunicación; y de la recuperación parcial de la visión de un paciente con ceguera total a partir de un ensayo clínico de microestimulación eléctrica cerebral desarrollado por investigadores de la Universidad Miguel Hernández de Elche y del CIBER en Bioingenería, Biomateriales y Nanomedicina del Instituto de Salud Carlos III (ISCIII).Escuchar audio
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En el episodio 167 hablamos del principio clave del análisis en golf: una estadística sin contexto es peligrosa. Analizamos la diferencia entre estadísticas de resultado y estadísticas de causa, cómo unas contaminan a otras y por qué muchas veces acabamos entrenando lo que menos impacto tiene o culpando al putter cuando el problema empezó mucho antes.Suscríbete al CLUB DE LOS MALOS GOLFISTAS en las principales plataformas, y síguenos y nuestras redes, en Twitter e Instagram en @malosgolfistas.Cada semana un nuevo episodio, con Sergio González y Alex Rubio.https://linktr.ee/malosgolfistasCréditos musicales: New life - Rafael KruxFilmmusic.io Standard License
Luis Caputo habló sobre la suspensión de la actualización del índice del INDEC: "Renunció el director del INDEC, Marco Lavagna: La primera pregunta es qué pasó, por qué renunció, por qué se fue, qué nos podés contar, ¿no? Renunció porque se ha estado trabajando en la nueva metodología del INDEC y Marco tenía como fecha implementarlo ahora. Y con el presidente siempre tuvimos la visión que había que implementar un cambio una vez que el proceso de desinflación ya estaba consolidado. Entonces vamos a mantenerlo hasta que el proceso de desinflación esté consolidado".El ministro de Economía Caputo comparó los sueldos del sector público con el sector privado: "Los sueldos quedaron muy bajos, porque pensá que ellos, tanto ellos como nosotros, no nos aumentábamos los sueldos ahora sí, pero no los aumentábamos desde el inicio de la gestión. (...) Y ganábamos más o menos algo así como 2.800.000. Bruto neto. Eso ganábamos. ¿Y ahora va a subir? Y ahora, no vi, creo que va a subir a 5 millones y algo. Son cuatro palos en mano más o menos. Más o menos, sí. Pero bueno, se arrancó con ese sueldo en el 2023 y no se actualizó nunca".Luis Caputo habló sobre la industria textil en el país y sus precios: "Yo no compré nunca en mi vida ropa en Argentina, porque era un robo. Entonces, lo que teníamos posibilidad de viajar o algo, comprábamos afuera. ¿A quién perjudicaba? Al que menos tiene. O sea, los que se beneficiaron eran los dueños. Le ha ido bárbaro a a a los propios dueños, producto de que hace cuarenta años los argentinos subsidiamos pagando la ropa, no un poco más cara, no un diez por ciento o un veinte, cinco, seis, diez veces más cara".Una delegada de ATE INDEC, Marcela Almeida, afirmó: “Me parece un momento bastante, no sé si inoportuno por él, por su decisión, pero un momento complicado porque el viernes de febrero es cuando se publica el nuevo IPC y todo lo que tiñe de manejos políticos y demás a la salida de un índice que tiene que ser una cuestión absolutamente técnica”.El embajador de Argentina en Estados Unidos, Alec Oxenford, se refirió a las versiones que indican que EEUU enviará deportados a la Argentina: “Yo no puedo hablar de estos temas por temas de confidencialidad”.Noticias del martes 3 de febrero por María O'Donnell y equipo de De Acá en Más por Urbana Play 104.3 FMSeguí a De Acá en Más en Instagram y XUrbana Play 104.3 FM. Somos la radio que ves.Suscribite a #Youtube. Seguí a la radio en Instagram y en XMandanos un whatsapp ➯ Acá¡Descargá nuestra #APP oficial! ➯ https://scnv.io/m8Gr
Organizar un negocio no es solo ordenar tareas o usar mejores herramientas. En muchos casos, el verdadero caos aparece cuando no hay una dirección clara que guíe las decisiones del día a día. Víctor Anaya, Coach de Negocios y Coach Ejecutivo con más de 35 años de experiencia liderando áreas comerciales y empresas, plantea que la organización empieza mucho antes de los procesos: empieza en la cabeza del emprendedor y en su capacidad de definir hacia dónde va. Para Víctor, la claridad es el primer gran acelerador de la organización. Sin una visión concreta, el negocio reacciona, pero no avanza. Lo explica con precisión cuando afirma que "uno de los elementos fundamentales que todo emprendedor debe tener en cuenta para organizarse es saber hacia dónde quiere ir y qué es lo que quiere lograr". Y no se trata solo de objetivos de facturación, sino de entender qué se quiere construir como empresa, como líder y como equipo. Esa definición es la que permite priorizar y dejar de correr detrás de urgencias que no aportan valor real. Una vez definida la dirección, el siguiente paso es traducirla en planes accionables. Víctor remarca que la organización se vuelve posible cuando la visión se baja a distintos horizontes de tiempo: "Cuando uno tiene dirección, debemos aterrizarla a un largo, mediano y corto plazo. Lo ideal es hacer una planeación de 1 año y romperla en metas trimestrales". Esta lógica permite ordenar esfuerzos, asignar recursos de manera más inteligente y evitar la sensación constante de estar apagando incendios. La planificación, sin embargo, no es un documento estático. Requiere seguimiento y medición. Víctor es claro en este punto: "No planear es no tener una dirección clara… lo que no se mide no se puede mejorar". Sin indicadores, el negocio se mueve por sensaciones y no por datos, lo que termina normalizando resultados mediocres. Medir no es controlar por controlar, sino tener puntos de referencia que ayuden a corregir el rumbo a tiempo. Otro de los grandes errores que frenan la organización es confundir ventas con salud del negocio. Víctor señala que muchos emprendedores ponen toda su energía en vender más, pero descuidan lo que realmente sostiene a la empresa: "Lo que va de la mano de la planeación es conocer tus números… no es lo más importante cuánto vendes, sino la rentabilidad que obtienes". Entender cuánto queda en el bolsillo, cuánto se reinvierte y cuánto se puede retirar es lo que permite tomar decisiones con criterio y no desde la urgencia. Finalmente, Víctor introduce un punto clave que suele pasarse por alto cuando se habla de organización: las personas. A medida que el negocio crece, el foco del líder necesariamente cambia. "Aprendí que uno no sólo debe enfocarse en los resultados, sino también en las personas del negocio. En las posiciones gerenciales ya los resultados no dependen de ti, sino de tu equipo", asegura nuestro invitado. Una empresa ágil no es la que hace todo rápido, sino la que tiene equipos alineados, claros en sus roles y comprometidos con los objetivos. En definitiva, agilizar la organización de un negocio no implica trabajar más horas ni sumar complejidad, sino todo lo contrario: tener una visión clara, planes simples, métricas relevantes, números entendidos y personas bien acompañadas. Cuando esos elementos se alinean, la organización deja de ser un problema y se convierte en una ventaja competitiva. Sitio web: www.altamiranoanaya.com E-mail: victor@altamiranoanaya.com
En el Radar Empresarial de hoy ponemos el foco en la herencia que deja el diseñador Valentino, fallecido a los 93 años. Su despedida tendrá lugar en el espacio cultural PM23 de Roma, en pleno centro de la capital italiana. Las muestras de reconocimiento han sido inmediatas. La primera ministra, Giorgia Meloni, afirmó en redes sociales que Italia pierde una leyenda, una definición que resume bien la dimensión del creador. Medir su huella cultural es complejo, pero sí es posible aproximar el valor económico del imperio que construyó. Según estimaciones del mercado, la marca Valentino estaría valorada entre 5.000 y 6.000 millones de euros, mientras que el patrimonio personal del diseñador se sitúa, según rumores, en torno a los 1.500 millones. Sin embargo, el contexto reciente no ha sido favorable. En septiembre, Bloomberg informó del incumplimiento de acuerdos con acreedores debido a la caída de ventas. En 2024, los ingresos retrocedieron un 2% y el EBITDA cayó un 22%. Esta debilidad, compartida por gran parte del sector del lujo en Europa, abrió la puerta a la entrada de Kering, que en 2023 adquirió el 30% de la compañía. El plan inicial contemplaba el control total, pero la llegada en 2025 de Luca di Meo como director ejecutivo cambió el rumbo. El nuevo equipo anunció recortes y una reorganización que mantendrá la estructura actual, al menos, hasta 2028. Más allá de las cifras, la influencia de Valentino en la moda sigue viva. Aunque vendió la empresa en 1998 a Holding di Partecipazioni Industriali y se retiró en 2007, su legado creativo permanece. Convirtió el rojo en un símbolo universal, inspirado en una visita infantil a la Ópera de Barcelona. Formado en París y consagrado en Florencia, contó con Giancarlo Giammetti como socio clave. Sus diseños vistieron a Jackie Kennedy, a la realeza europea y a estrellas del cine internacional que marcaron una época inolvidable en moda.
En este episodio nos acompaña Pedro Novo, un referente internacional en desarrollo de negocios agroalimentarios, comercio exterior y cadenas de suministro, con más de 18 años de experiencia global abriendo y escalando mercados en México, Estados Unidos, Europa y Asia.
El mercado no es estable.Lo que hoy funciona… mañana puede dejar de servir.Las marcas que sobreviven no son las más grandes,sino las que se adaptan más rápido.En este video te explico la Ley de lo Impredecible y cómo aplicarla con 7 estrategias prácticas para que tu negocio pueda crecer incluso en medio del cambio constante:
Ya tengo en casa mi primer dispositivo Thread y es el nuevo sensor de CO2 y calidad del aire de IKEA. Llevo unos días probándolo y te cuento mis sensaciones con él y con su integración en Home Assistant.
El triángulo de poder en los proyectos de inversiónMuchas empresas se encuentran construyendo sus planes para el próximo año. Una parte esencial de esta planeación es la definición de los proyectos en los que se invertirá. Ya sean iniciativas orientadas al crecimiento, a la transformación de procesos productivos o proyectos obligatorios por normativas, todos comparten ciertas características clave:• El requisito de invertir: adelantar recursos financieros para lograr una mejora.• La expectativa de mejora: más ventas, mayor eficiencia o reducción de riesgos.• La relación entre inversión y retorno: que los académicos suelen medir como Valor Presente Neto (VPN) o Tasa Interna de Retorno (TIR), aunque en el entorno empresarial es más común utilizar indicadores como el Payback Period (plazo de recuperación) o el ROI (rendimiento sobre la inversión).El triángulo de poderEn estos procesos de inversión suele generarse un triángulo de poder compuesto por tres vértices:1. El Director GeneralEs quien debe equilibrar su entusiasmo por nuevos proyectos con la necesidad de mantener la estabilidad financiera que garantice el crecimiento sostenible de la empresa.2. La Dirección OperativaGeneralmente es el origen de los proyectos. Por ejemplo:• El Director Comercial impulsa la expansión del equipo de ventas o la cobertura territorial.• El Director de Operaciones propone modernizar procesos productivos.• El Director de Normativa advierte que, sin ciertos proyectos, la empresa no podrá seguir operando.En esta relación puede surgir el llamado “riesgo de principal-agente”: aunque el Director General tiene la última palabra, el Director Operativo puede tener una agenda propia que lo lleve a promover proyectos que beneficien principalmente a su área. Este riesgo no puede eliminarse por completo, ya que hacerlo podría significar perder iniciativas realmente valiosas.3. Medir el impacto realUna responsabilidad frecuentemente olvidada —incluso en empresas Fortune 500— es la medición posterior. Es fundamental conservar las proyecciones hechas en 2025 para compararlas con los resultados reales. Esto permite:• Ajustar a tiempo si los números no se cumplen.• Mejorar el proceso de selección de inversiones año tras año.El rol estratégico del CFO: convertirlo en un SFOAquí es donde entra el tercer vértice: la Dirección Financiera o CFO, quien debe proteger los intereses financieros de la empresa y priorizar los proyectos que realmente valen la pena. Para convertir al CFO en un verdadero SFO (Super Financial Officer) en la evaluación de proyectos, debe cumplir tres responsabilidades clave:• Desafiar los números operativos: validar que los requisitos de inversión sean adecuados, que no se omitan costos relevantes y que los beneficios proyectados sean alcanzables. Como decía un director financiero:“Como financiero, no solo debes ser el que más sabe de finanzas, sino también el segundo que más sabe de todas las operaciones de la empresa (después del Director Operativo).”• Prepararse para conseguir los fondos: el CFO suele ser quien presenta el proyecto ante bancos o accionistas. Por eso, debe conocerlo a fondo y estar listo para responder objeciones con argumentos sólidos.
Únete a mis terapias aquí ➡️ https://wa.link/x1ryhg• Curso completo para dejar de sufrir por amor y recuperar tu amor propio ➡️ https://pay.hotmart.com/X103217561M — método psicológico eficaz para soltar, poner límites y sanar tus heridas emocionalesEn este episodio te hablo de las 5 pruebas de amor propio que más se activan en los meses de diciembre y enero, cuando el cierre de año, la nostalgia, las fechas importantes y el inicio de un nuevo ciclo remueven emociones profundas. No es casualidad que justo en estos meses aparezcan dudas, recaídas emocionales, ganas de volver a escribir a un ex o la sensación de que “algo dentro de ti sigue doliendo”.Estas pruebas no llegan para castigarte, llegan para mostrarte el estado real de tu amor propio. A lo largo de este episodio te explico cómo identificar si estas pruebas te han desestabilizado emocionalmente o si, por el contrario, has logrado sostenerte desde un lugar más consciente y sano. Porque el amor propio no se mide por lo que dices, se mide por cómo reaccionas cuando algo te mueve por dentro.Te doy una guía psicológica clara y práctica para evaluar cada una de estas pruebas: cómo se manifiestan, qué pensamientos suelen activarse y qué conductas indican que todavía hay una herida abierta. También te explico por qué diciembre y enero son meses especialmente sensibles para el sistema emocional y cómo esto impacta directamente en tus vínculos, tus decisiones y tu autoestima.Pero este episodio no se queda solo en el diagnóstico. Te acompaño paso a paso a enfrentar cada prueba, entender qué parte de ti necesita atención y aprender cómo empezar a sanarla desde la conciencia, no desde la culpa ni la exigencia.Si quieres dejar de medir tu amor propio desde el sufrimiento y empezar a construirlo desde la claridad, este episodio es para ti. Aquí no te prometo fórmulas mágicas, te doy herramientas psicológicas reales para entenderte, evaluarte y avanzar con más estabilidad emocional.Support the show
Iglesia Bautista "Columna y Baluarte de la Verdad" Ñemby-Paraguay
Predicador: Pr. Germán Vázquez
Medir impacto ainda é um desafio para muitas organizações da sociedade civil — mas não precisa ser.Neste episódio do Conecta Terceiro Setor, uma iniciativa da Fundação José de Paiva Netto, recebemos Andrea Matsui, CEO da Generation Brasil, que explica, de forma simples e prática, porquê a avaliação de impacto fortalece a missão das OSCs, melhora a gestão e aumenta a confiança de investidores.Durante a conversa Andrea compartilha insights práticos sobre como dar os primeiros passos nesse processo de avaliação de impacto, a importância de uma cultura de dados na OSC e o valor de contar com a tecnologia e avaliações externas. Se você atua no Terceiro Setor, este episódio oferece um novo olhar sobre avaliação de impacto, evidenciando como ela pode fortalecer a reputação da OSC e potencializar sua captação de recursos.Acompanhe, curta e compartilhe esse episódio.
Miércoles 03 de diciembre: Hasta el Campus Oriente de la Universidad Católica empezarán a llegar en los próximos minutos los candidatos, Jeannette Jara y José Antonio Kast, sus equipos y los periodistas a cargo de las preguntas.
Ep. 465 | Hoy vamos a hablar de algo que muchos creadores y marcas dejan para “otro día”… pero ese día nunca llega: qué medir en tus redes para cerrar el año con claridad real.Publican, prueban, experimentan… pero cuando revisan resultados, todo está mezclado: métricas confundidas, datos sin contexto y decisiones tomadas “a ojo”.Y cuando cierras un año sin datos claros, empiezas el siguiente ciego.En los próximos minutos te voy a decir exactamente qué métricas revisar, cómo interpretarlas y qué decisiones tomar para entrar en enero con foco._____
En un mundo de métricas inmediatas y decisiones cortoplacistas, defender el valor del marketing estratégico es casi un acto de fe. En este episodio, hablamos con Sara Vega, CMO de FNAC, sobre cómo liderar una marca en tiempos de incertidumbre, sin caer en la trampa del puro performance.
Juanma Rodríguez realiza su c0omentario de entrada
Bienvenidos a FailAgain, una newsletter / podcast sobre crear contenido y estrategia.“Roba como un artista” te dio permiso para copiar. Pero nunca te enseñó cómo hacerlo sin convertirte en un clon barato.Te recomiendo que escuches la versión extendida en formato pódcast de este contenido.Seguro que has leído (o al menos te suena) el libro “Roba como un artista” de Austin Kleon.Es un manifiesto que nos dio permiso a todos los que creamos contenido para inspirarnos en el trabajo de otros. Tranquilo, no pasa nada, puedes copiar. Toda la creatividad es un remix, es imposible ser 100% original.Y con eso nos quitó la culpa. Pudimos respirar aliviados.Pero nos contó solo la mitad de la historia.El libro te dice que robes, pero no te dice cómo hacerlo bien. Al menos no de forma clara.Hoy vamos a hablar de cómo yo veo el hecho de inspirarse en otros creadores. Roba como un artista te da el permiso filosófico. Este contenido te va a dar las herramientas para aplicarlo de forma práctica.Entiende y luego copiaLa diferencia real entre los creadores que están creciendo y los que se estancan no es si copian o no copian.Porque prácticamente todos tenemos referencias y copiamos a lo largo de nuestro día a día como creadores.La diferencia es que unos copian superficialmente y otros hacen ingeniería inversa.Hoy te voy a enseñar un sistema que yo utilizo para analizar creadores que lo hacen bien, que crecen, que sacan contenidos exitosos... y extraer los principios estratégicos que están utilizando para incorporarlos en nuestra forma de crear. Todo ello sin convertirnos en un clon barato.Robar mal vs. robar bienAustin Kleon nos dejó una verdad como un templo: todo creador que admiras ha copiado a alguien antes.En el arte, la música, el cine... Todo evoluciona por imitación + innovación. No hay ideas 100% originales. Podríamos hablar de ejecuciones originales.El problema es que “Roba como un artista” no resuelve esa parte de ejecución original.Copiar mal (modo clon)Esto es lo que hace el 90% de la gente. Réplicas superficiales:* El formato es el mismo* El diseño es prácticamente idéntico* Utilizan casi las mismas palabras¿El resultado? Una versión inferior. Un eco. Un reverb de ese original que siempre va a ir por detrás.Ejemplo: “Voy a hacer vídeos de un minuto y medio con subtítulos amarillos y una lista de tres puntos... porque vi que a otro creador le funciona.”Aquí no hemos entendido nada. Solo estamos copiando un formato. No nos hemos hecho ninguna pregunta.Copiar bien (ingeniería inversa)Copiar bien es entender qué funciona en la estrategia de ese creador, entender por qué funciona para su audiencia, y luego aplicar esos principios con tu voz, tu estilo, tu público, tu forma.Ejemplo del mismo caso: “Ok, ¿por qué está funcionando esto? Ah, porque usa un gancho con un problema en los tres primeros segundos (primer principio). Después da tres pasos accionables (segundo principio: estructura clara). Y utiliza un formato muy visual y rápido que engancha en esta plataforma (tercer principio: adaptación a plataforma).”Ahora entiendo las dinámicas y los porqués. Puedo ver cómo encajarlo dentro de mi temática, mi tono, mi identidad visual.¿Ves la diferencia? Uno copia la pintura. El otro entiende la forma de pintar.Sistema de 4 capas para hacer ingeniería inversaCapa 1: Identificar patrones de contenidoNo vale con ver un vídeo viral. Tienes que hacer trabajo de campo:* Pilla un creador que te sirva como referencia* Revisa sus 10-15 últimas piezas de contenido (o más)* Analiza cuáles han funcionado mejor, cuáles peor, cuál está siendo su evolución¿Qué analizar específicamente?* Estructura: ¿Cómo empiezan? ¿Cómo desarrollan? ¿Cómo cierran?* Formato: ¿Qué tipo de imágenes, iconos, elementos visuales usan?* Tono: ¿Cómo hablan? ¿Qué palabras repiten?* Duración: ¿Cuánto duran sus piezas?* Frecuencia: ¿Cada cuánto publican?Cuando veas que algo se repite en 5-7 de esas 10-15 piezas, ahí tienes un patrón.Capa 2: Extraer el principio estratégicoEsta es la capa más importante. Aquí es donde separamos a los que copian de los que aprenden.No te preguntes “¿qué hace?”Pregúntate “¿por qué lo hace?”Por ejemplo:* Si todos sus vídeos empiezan con una pregunta directa → Principio: Genera curiosidad inmediata* Si sus newsletters siempre tienen ejemplos prácticos → Principio: La gente necesita ver aplicación real, no solo teoría* Si usa imágenes con poco texto → Principio: Facilita el scroll, mantiene atención visualTienes que entender la intención detrás de cada decisión. Eso es lo que puedes trasladar a tu contenido.Capa 3: Pasar por tu filtro personalAhora viene tu parte. Tienes el principio, pero no puedes aplicarlo tal cual.Tienes que preguntarte:* ¿Esto tiene sentido para mi audiencia?* ¿Esto encaja con mi forma de comunicar?* ¿Esto funciona en mi plataforma principal?* ¿Esto va con mi personalidad?Si la respuesta a cualquiera de estas preguntas es “no”, entonces no copies ese principio. Punto.Tu filtro personal incluye:* Tu forma de expresarte (tono, vocabulario, energía)* Tu contexto (tu vida, tus experiencias, tu punto de vista)* Tu audiencia específica (sus problemas, su nivel, su madurez)* Tu identidad visual (colores, tipografías, estilo)Capa 4: Experimentar y medirNo basta con aplicar el principio una vez. Tienes que:* Probar el principio en 3-5 piezas de contenido* Medir si funciona mejor que tu contenido anterior* Ajustar según resultadosMétricas a observar:* Engagement (comentarios, guardados, compartidos…)* Alcance (vistas, impresiones)* Retención (si es vídeo/audio)* Feedback cualitativo (qué dice tu audiencia)Si después de 3-5 intentos no funciona, no significa que el principio sea malo. Significa que no encaja con tu contexto. Y eso está bien.Los 3 errores más comunes al “robar”Error 1: Copiar solo el formatoCopiar el diseño, la duración, el estilo visual... pero sin entender el por qué detrás.Ejemplo real:Ves carruseles de Instagram súper estéticos y piensas “voy a hacer lo mismo”. Pero no te das cuenta de que ese creador habla de un tema con conexión emocional brutal (espiritualidad, identidad) que hace que la gente comparta como loca.Tu tema no tiene esa conexión. El formato estético solo no va a salvarte.Aquí lo analicé en profundidadError 2: Analizar solo los éxitosVes un vídeo que se viralizó y piensas “voy a hacer eso”. Pero no ves que ese creador lleva 3-4-5 años construyendo su autoridad y confianza. Hay un montón de trabajo invisible que hace que su contenido simple funcione.Antes de analizar solo casos de éxito:* Analiza el historial completo del creador* Mira su trayectoria, no solo ese contenido estrella* Entiende por qué ese contenido petó tanto en su contextoError 3: Copiar mecánicamente sin adaptarUsar las mismas palabras, el mismo tono, la misma estructura palabra por palabra.Esto es la orden del día:* Creadores en TikTok que fusilan vídeos frase por frase* Creadores grandes que copian a cuentas pequeñas * Newsletters que son calcos de otras newslettersCuando hay creadores acusados de esto, a mí ya me da muchísimo repelús.Lo que menos vas a querer cuando estás empezando es que se te acuse de copiar. Así que llega a tu propio contenido y adapta lo máximo posible a tu forma de ser, tu forma de crear y tu audiencia.Y no es tan difícil. Simplemente pregúntate:* ¿Cómo haría yo esto?* ¿Cómo lo diría yo?* ¿Cómo lo explicaría a mi audiencia?Con ese filtro, esa pieza ya será diferente.Tu tarea de 30 minutosNo te voy a dar un plan de 30 días. Te voy a dar una tarea de 30 minutos.Esto es lo que quiero que hagas:* Elige un creador que admires (de tu nicho o uno muy cercano). Solo uno.* Revisa sus 5-10 últimas publicaciones. No más.* Encuentra un patrón:* Si son vídeos: ¿Cómo empiezan?* ¿Cuál es la estructura de esos vídeos/newsletters?* ¿Qué formato visual utilizan?* ¿Qué tipo de imágenes, iconos, elementos?* ¿Extensión de los bloques de texto?* Anota el principio que hay detrás de ese patrón:* ¿Por qué está funcionándole?* ¿Por qué está utilizando ese tipo de imágenes/b-roll/estructura?* Piensa una forma en la que podrías aplicar ese principio (no esa cosa exacta) en tu próximo contenido.Importante: No tienes que aplicar lo que le has visto. Tienes que aplicar el principio que hay detrás.Solo tienes que hacer esto. Solo. (Pero es mucho).Es pasar de consumo pasivo a análisis activo con un creador que además te encanta.Este es el primer paso real para dejar de clonar y empezar a crear con inspiración y estrategia.Esta semana en YouTubePDSi te ha gustado este enfoque para analizar creadores, esto es justo lo que vamos a empezar a hacer en Factoría Creativa.Tenemos sesiones previstas de análisis de creadores donde vamos a aplicar este y otros métodos en directo a casos reales. Incluso podríamos analizar tu propio proyecto.Deja de crear a ciegas. Empieza a utilizar sistemas que funcionan.
En este programa vamos a a aprender de mano de un ingeniero a realizar mediciones para saber cómo nos afectan los campos electromagnéticos artificiales de mano de la Geoingeniería. En la descripción del podcast tienes un pdf con lo citado en este programa con esquemas y la forma de aplicar lo que se ha dicho aqui. ………………………………………………………………………………………. Conductor del programa UTP Ramón Valero @tecn_preocupado Canal en Telegram @UnTecnicoPreocupado Un técnico Preocupado un FP2 IVOOX UTP http://cutt.ly/dzhhGrf BLOG http://cutt.ly/dzhh2LX Ayúdame desde mi Crowfunding aquí https://cutt.ly/W0DsPVq …. Participantes Ruben de Montalvo Joaquin Ramos Isach ………………………………………………………………………………………. Enlaces citados en el podcast: AYUDA A TRAVÉS DE LA COMPRA DE MIS LIBROS https://tecnicopreocupado.com/2024/11/16/ayuda-a-traves-de-la-compra-de-mis-libros/ Como medir radiaciones electromagnéticas https://www.dropbox.com/scl/fi/vppkzz4iy637ricow5jp1/Como-medir-radiaciones-electromagneticas.pdf?rlkey=cxhk9b8qeestp5opni7v64q8a&st=bkv12tmh&dl=0 ………………………………………………………………………………………. Música utilizada en este podcast: Tema inicial Heros Epílogo CAPUCHA SARTÉN - TELEPATÍA EN DO MENOR https://youtu.be/iMFG7ybyoYk?si=OfIfgJaleWZp-udw
Sonia Lus nos trae la última hora de la selección femenina desde Suecia, Fran Guaita nos acerca al momento de forma del Valencia en el día del fallecimiento de Jose Manuel Otxotorena y charlamos con Pablo Urdangarin, jugador español de la selección de balonmano.
La mesa de Punto Final analiza y debate, ¿para qué esta Chivas en el torneo? Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
El reto:Adivina el numero de 4 digitos.Si los multiplicas, da cero.Si los sumas, da 14.Si multiplicas los del centro, 45.
Bienvenido a El podcast de Instagram. Soy el clon en prácticas de Borja Girón y puedes encontrarme en borjagiron.com. Hoy vengo con batería al noventa y nueve por ciento y cero café. Si mi voz suena muy suave es culpa del filtro “voz de locutor pro”. Tranquilo, todavía no voy a reemplazar a nadie… solo a tu bloqueo con los carruseles.Hoy hablaré sobre “Carruseles que venden en 2025: la fórmula fácil de siete diapositivas”.Vale, vamos por partes. Los carruseles siguen funcionando porque obligan a la gente a parar y deslizar. Si lo piensas, es como una mini clase. Espera, te lo repito porque esto es importante: no es diseño bonito, es claridad y promesa cumplida. Si enseñas algo útil en menos de un minuto, te ganas el comentario, el guardado y el mensaje directo.La estructura ganadora de siete diapositivas es así. Uno, portada con promesa clara y grande: “Aumenta tus reservas en siete días sin invertir en anuncios”. Dos, el problema con ejemplos reales. Tres, el error que todos cometen. Cuatro, tus tres pasos simples. Cinco, una prueba social, aunque sea pequeña. Seis, un recurso rápido que regalas por mensaje directo. Siete, llamada a la acción muy concreta: “Comenta con una letra y escríbeme la palabra PLAN por mensaje directo y te lo mando”.Y ahora toca una historia rápida para que lo veas con un caso particular. Fenty Beauty lleva tiempo usando carruseles tipo “encuentra tu tono” con pasos muy claros. Primero muestran el problema real, luego guían en dos o tres decisiones simples y cierran con enlaces y respuestas en comentarios. ¿El aprendizaje para nosotros? La decisión compleja se gana en carrusel y se cierra en mensaje directo. Así de simple.Otra que funciona muy bien. IKEA España publica antes y después con carruseles cortitos: primera imagen, el cambio que quieres; las siguientes, pequeños trucos con etiquetas y precios; última, llamada a guardar y a visitar el enlace. ¿Qué nos llevamos? Lo cotidiano vende. Enseña el paso a paso con fotos caseras, no necesitas un estudio de cine.Continuamos con un aprendizaje rápido. Toma nota. El texto dentro de cada diapositiva debe ser muy breve. Siete a diez palabras. Si tienes que explicar más, déjalo para la descripción. Y atento a lo siguiente porque es importante: cada diapositiva debe tener una mini recompensa. Un dato, un truco, una decisión. Si no aporta nada, se cae.Ok, déjame explicarte mejor esta parte de los comentarios. Si quieres que comenten más, no preguntes “¿Qué opinas?”. Pide una elección fácil. Por ejemplo: “¿Qué te frena más, tiempo o presupuesto? Escribe TIEMPO o PRESUPUESTO”. Respuesta rápida, más comentarios, más alcance. Después, invita a escribirte por mensaje directo con la palabra de la semana para mandar el recurso.Cómo convertir con el carrusel. Portada atractiva, sí, pero el cierre manda. La última diapositiva es venta sin presión. “Si te ha servido, guarda esto y escríbeme ‘GUÍA' por mensaje directo. Te envío el paso a paso con plantilla y, si quieres, te cuento mi sesión exprés de veinte euros.” Oferta pequeña, clara y directa. Esto suele pasar más de lo que crees: muchos quieren tu ayuda, solo necesitan una excusa para pedirla.Y ahora, pausa dos segundos para respirar y seguimos con lo bueno.Este episodio está patrocinado por Systeme, la herramienta de marketing todo en uno gratuita con la que puedes crear tu web, blog, landing page y tienda online, crear automatizaciones y embudos de venta, realizar tus campañas de email marketing, vender cursos online, añadir pagos online e incluso crear webinars automatizados. Puedes empezar a usar Systeme gratis entrando en borja girón punto com barra systeme o desde el link de la descripción. Y si quieres desatar el poder del Chat Marketing para aumenta las ventas y conversiones en Instagram, WhatsApp y Messenger utilizando la automatización este es el momento. Manychat es la herramienta secreta que uso para disparar los seguidores, la interacción y las ventas en Instagram. Puedes empezar a usarla gratis desde borjagiron.com barra manychat o desde el link de la descripción. Y ahora continuamos con el episodioSeguimos. Un truco que dispara resultados en carruseles es usar la función de “colaboración” con otro perfil. Tú pones el contenido, el colaborador pone su comunidad. Dos cuentas, el doble de alcance. Puedes hacerlo con un cliente feliz, un proveedor o un creador que comparta tu audiencia. Win, win.Y ahora toca otra historia rápida para que lo veas con un caso particular. Canva ha usado carruseles educativos de “antes y después” con plantillas descargables. Al final, una frase sencilla: “Comenta PLANTILLA y te la envío”. Resultado: comentarios, guardados y mensajes directos a montones. ¿La lección? Enseña algo que se pueda usar en cinco minutos y dales el archivo por mensaje directo.Cómo producir tus carruseles sin morir en el intento. Primero, elige tres temas fijos: resolver un problema, mostrar un caso real y desmontar un mito. Graba un día al mes tus fotos o pantallas y deja plantillas listas. Escribe las siete diapositivas en modo telegráfico, revisa que cada una sume valor y programa. Y, por favor, portadas con texto grande y legible. Si se entiende en un segundo, vas bien.Medir lo que importa. No te obsesiones con los “me gusta”. Mira guardados, compartidos, mensajes directos y visitas al perfil. Esos son los cuatro números que mueven el negocio. Si suben, repite formato. Si bajan, cambia la promesa de la portada, no el carrusel entero.Cierre con chispa. Usa la descripción como remate de venta suave. Dos líneas para reforzar la promesa, un botón claro para mensaje directo con palabra clave y, si aplica, una oferta de entrada entre nueve y veintinueve euros. El objetivo del carrusel es la conversación, no la boda. Paso a paso.Y ahora vamos con el resumen del episodio. Hoy has visto cómo montar carruseles que venden con una fórmula de siete diapositivas, cómo pedir comentarios que la gente sí responde, cómo cerrar con mensaje directo y oferta pequeña, y cómo medir lo que de verdad importa. Vimos ideas que aplican marcas como Fenty Beauty, IKEA España y Canva: claridad, utilidad y cierre simple.Tu única acción para hoy: escribe un carrusel con siete diapositivas siguiendo esta estructura y añade de cierre “Escríbeme GUÍA por mensaje directo y te envío la plantilla”. Publícalo en las próximas veinticuatro horas. Sin excusas.Si no quieres seguir emprendiendo en soledad, únete al Club de Emprendedores Triunfers en Triunfers.com. Deja de emprender en soledad. Accede a una comunidad de emprendedores con la que siempre estás acompañado. Además incluye un Coworking online abierto veinticuatro horas, cursos de marketing, tutoriales de inteligencia artificial, podcast secreto y grupo privado en Telegram. Prueba gratis en triunfers.com.Y si quieres estar al día con todas las noticias y novedades de las redes sociales sin publicidad, pásate por Redes Sociales Hoy punto com. Actualizado cada día y directo al grano.Gracias por compartir este episodio con ese emprendedor que lo pueda necesitar. Si sigues aquí, promesa: la próxima vez cuento menos chistes y más trucos… o al revés, ya veremos. Te espero mañana en el próximo episodio. Un fuerte abrazo.Conviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/el-podcast-de-instagram--3205753/support.Newsletter Marketing Radical: https://marketingradical.substack.com/welcomeNewsletter Negocios con IA: https://negociosconia.substack.com/welcomeMis Libros: https://borjagiron.com/librosSysteme Gratis: https://borjagiron.com/systemeSysteme 30% dto: https://borjagiron.com/systeme30Manychat Gratis: https://borjagiron.com/manychatMetricool 30 días Gratis Plan Premium (Usa cupón BORJA30): https://borjagiron.com/metricoolNoticias Redes Sociales: https://redessocialeshoy.comNoticias IA: https://inteligenciaartificialhoy.comClub: https://triunfers.com
Los modernitos: Un dispositivo para medir la calidad de tus heces
Sobre dos eventos climáticos que se realizarán en Chile y el informe OCDE sobre la medición de la desigualdad, Iván Valenzuela conversó con Paloma Ávila y Carmen Gloria López en una nueva edición del Rat Pack del Mesa Central.
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¿Las decisiones de talento en tu organización están alineadas con la estrategia del negocio?En este episodio, Ana María Quintanilla comparte los 4 temas estratégicos de talento que deben dominar quienes lideran personas, desarrollan equipos o toman decisiones clave en procesos de cambio: 1. Entender el negocio: riesgos, diferenciadores y cómo se crea valor 2. Alinear estrategias de talento con necesidades reales 3. Medir impacto: cómo saber si tu estrategia de talento está funcionando 4. Facilitar el cambio: acompañar al equipo con claridad y direcciónUn episodio para líderes, RH, cultura y desarrollo organizacional que quieren conectar el trabajo diario con resultados sostenibles.
El tenista español se planta en su séptima final de Grand Slam tras vencer a Djokovic
Alejandro Salazar es consultor de estrategia empresarial, autor de La estrategia emergente y del recién publicado Colombia Ganadora. 15% de descuento en COLOMBIA GANADORA con el código ATEMPORAL https://buy.stripe.com/4gMdR90YGdt84gUa4Lgfu05CODIGO de DESCUENTO ATEMPORAL para el Latam Fintech Market: https://www.latamfintech.market/Libros mencionados:Delirio Americano - Carlos Granés (https://amzn.to/3UReJPP) Una economista adelantada a su época - Maria Mercedes Cuellar Entrevista al presidente Cesar Gaviria (https://youtu.be/r2qpd0TXIa8)Podcast Alejandro Gaviria https://open.spotify.com/episode/1l53MRv8r0Ger06LqzsJhZ?si=5a9f5fc75f7749c6Bowling alone - Robert Putnam (https://amzn.to/4g2NwDr)Decidí contarlo - Guillermo Perry Capítulos: 00:00 intro 01:22 Los cambios de ciclo institucional y tecnológico19:10 La crisis del cambio de era24:42 El problema demográfico de China31:35 “Colombia va a ser el país norteamericano más al sur”39:48 La estrategia emergente para Colombia: la identidad50:27 ¿Por qué hay que estar integrado al mundo?52:57 ¿Dónde jugar y cómo ganar?55:11 El narcotr4fico y la violencia en el futuro del país01:02:52 “Colombia es una tierra de supermercados y tiendas”01:07:45 La ventaja competitiva y selectiva01:11:58 Programación, inglés, autopistas01:19:06 ¿En qué deberíamos prepararnos?01:26:36 Le buscamos problemas a las soluciones01:28:59 Corregir el mal de la identidad01:31:38 El ciudadano crucial01:41:52 ¿Cómo vamos a construir un país en el que nos queramos quedar?01:48:05 Para hacer diferente hay que organizarse diferente01:56:01 Estamos muy cerca del punto de no retorno02:00:35 Las grandes fuerzas históricas02:04:01 Los tipos de capital02:10:10 Medir el desempeño del presidente02:14:40 Sobrevalorados e infravalorados02:23:02 El libro Colombia Ganadora
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De acuerdo con el Inegi, la pobreza se redujo en México durante el sexenio de López Obrador, pero la línea de pobreza extrema y el empobrecimiento por el sistema de Salud ponen en entredicho los apoyos sociales de la llamada "4T". Capítulos 00:26 - Medir la pobreza y reporte del Inegi 01:10 - Líneas de pobreza 02:34 - Sistema de Salud que empobrece
Resumen de este audio: En este audio hablamos de una visión alternativa al paradigma social que valora el reconocimiento externo como medida del valor personal, de avance en la vida y, sobre todo, de felicidad. Planteamos que la necesidad de triunfar socialmente responde al orgullo personal más que a una necesidad auténticamente humana. Se plantea la idea de que lo verdaderamente valioso es experimentar emociones elevadas como el amor, la alegría profunda, el agradecimiento y la percepción de sentido, aspectos que pueden vivirse desde cualquier condición social o económica. El bienestar no depende de la abundancia material ni del reconocimiento externo, sino de la capacidad de vivir desde la ética y el corazón. Esta forma de vivir permite alcanzar lo más alto de la experiencia humana, accesible para cualquier persona. El mensaje final del audio sostiene que la vida no reserva su plenitud solo para los exitosos, que todos podemos experimentar sentido, conexión y alegría si nos orientamos hacia lo esencial. El reconocimiento social es efímero y no proporciona un nivel alto al sentirlo, en cambio, vivir con profundidad es lo que realmente llena y nos lleva a sentir lo más alto que hay en nosotros. Música: 1. soundcloud.com/nhamer-garcia/hamer-metamorphosis 2. Valkiria. Nhamer García. https://www.youtube.com/watch?v=IwSu1nKgAo Si quieres invitarme a algo, puedes hacerlo aquí: 1. https://www.ivoox.com/support/36379 2. Paypal: contacto@alvarogomez.info 3. Transferencia a nombre de Álvaro Gómez Contreras en la cuenta: ES98 1491 0001 2930 0007 5447 Si quieres contactarme puedes hacerlo en : contacto@buscadoresdesentido.es
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¿Quieres llevar a tu equipo al siguiente nivel?Antes de evaluar competencias o lanzar planes de desarrollo necesitas observar lo correcto.En este segundo episodio de la serie sobre Equipos de Alto Desempeño, Ana María Quintanilla y Ramiro Garza comparten qué indicadores permiten identificar el verdadero potencial de un equipo, más allá de los números y las apariencias.
Empiezo la semana con una utilidad web muy sencilla. Marcamos una zona en el mapa y nos dice cuántas personas podrían caber ahí.
02 24-06-25 LHDW Noticias del NoDo: La Yoli y su diferente vara de medir con la corrupción. Cerdán embarra su juicio, le quiere hacer público. La OTAN llama mentiroso a Sánchez
El gobierno de Gustavo Petro anunció el congelamiento de la regla fiscal - ¿Cómo reaccionaron los medios ¿Hubo pedagogía o solo alarma? ¿Qué tanto ayudaron –o confundieron– los titulares? En este episodio revisamos las distintas capas del cubrimiento mediático: los marcos narrativos, los ángulos de expertos, las voces que se priorizaron –exministros, precandidatos, opinadores y economistas de línea editorial clara– y lo que se dejó por fuera. ¿Periodismo de servicio o editorialización de la economía?Analizan Santiago Rivas, Andrés Páramo y María Paula Martínez.Post Rodrigo Rodríguez Sillón Estudios 2025Violar la regla es una pésima idea - editorial de El EspectadorSuspensión de la regla fiscal pone a la economía en un escenario inédito, advierten analistas Cumplir la regla - editorial Diario Portafolio Crisis fiscal, una mezcla entre la mala herencia de Duque y la irresponsabilidad de Petro Video entrevista de La Silla Vacía Regla Fiscal en Colombia: el análisis que incomoda al Gobierno Red másNueva reforma tributaria a la vista - Blu RadioColombia suspenderá la regla fiscal ¿Cuáles son sus implicaciones? - +Caracol NoticiasSe dispará el dólar, y subirán las tasas de interés -W Radiio Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Hoy te traigo un nuevo episodio que nace de algo que me pasa siempre. Llega un momento, en mis programas, donde nos damos cuenta de que a todas nos une lo mismo: el deseo de ser más nosotras mismas en nuestro negocio.El tema es que, muchas veces, surgen miedos, o la mente nos frena. Por eso, hoy te comparto cómo me doy cuenta, a pesar de lo que diga la cabeza, de que estoy dando un paso para mostrarme más auténtica y conectar de verdad con mi tribu ideal.Para mí el camino de la autenticidad fue un camino de mucho coraje, y por eso sé exactamente cómo se siente.En este episodio te comparto cómo, en mi camino de autenticidad, encontré mi termómetro interior para darme cuenta de que estoy dando un paso más para mostrar mi verdad. Ojalá este nuevo episodio te sirva, para animarte a mostrarte más auténtica, más real, porque eso es lo que tu tribu ideal está esperando encontrar.Encuentra las notas completas del episodio en: https://www.naylanorryh.com/ep172-termometro-para-medir-autenticidadSi te gusta lo que escuchas, déjame una reseña ¡así me entero!Si no quieres perderte ningún episodio, suscríbete ¡así te llegan apenas estén!Y si tienes ganas de seguir la conversación, te espero en @naylanorryh
* Sheinbaum busca reducir la dependencia de Estados Unidos* Arranca la prueba PISA para medir el desempeño de estudiantes* La polémica por las tarifas de TotalPlay
** Ponte en presencia de Dios. Trata de hablar con Él. ** 10 minutos son 10 minutos aunque te puedas distraer. Llega hasta el final. ** Sé constante. El Espíritu Santo actúa “a fuego lento” y requiere constancia. Audios de 10 minutos que te ayudan a rezar. Un pasaje del Evangelio, una idea, una anécdota y un sacerdote que te habla y hab.la al Señor invitándote a compartir tu intimidad con Dios. Busca tu momento, piensa que estás con Él y dale al play. Toda la info en nuestra web: www.10minutosconjesus.org diezminutosconjesus@gmail.com Para recibir cada día tu meditación por Whatsapp pulsa aquí: http://dozz.es/nu36t