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Neste episódio da série Gestão do Agronegócio Brasileiro, viajamos por mais de cinco séculos de história para compreender como o Brasil se transformou de uma economia baseada no pau-brasil e na cana-de-açúcar em uma das maiores potências agrícolas do planeta. Percorremos os ciclos do café, os desafios da modernização agrícola, a Revolução Verde e o papel decisivo da pesquisa nacional na construção de uma agricultura tropical altamente produtiva. Mais do que uma retrospectiva histórica, este episódio revela como as escolhas do passado moldaram os desafios e as oportunidades do presente. Uma reflexão sobre inovação, adaptação e evolução contínua. Porque entender a trajetória do agro brasileiro é essencial para tomar decisões mais inteligentes sobre o seu futuro. Referências bibliográficas desta aula: PRADO JÚNIOR, Caio. História Econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 2012. FAVARETO, Arilson; LAZZAROTTI, Ênio. A Revolução Verde e a Modernização da Agricultura Brasileira. São Paulo: Editora Unesp, 2019. FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. EMBRAPA. 40 Anos de Contribuição à Agricultura Brasileira. Brasília: Embrapa, 2013.IBGE. https://shre.ink/3iUB
A previsão de um Super El Niño traz risco para a safra de Soja. O pesquisador Frank Capuchinho, da Embrapa Agrossilvipastoril, analisa os riscos e recomenda medidas simples, que podem evitar perdas.
A Embrapa Soja organiza a 40a Reunião de Pesquisa e Soja, em Londrina, nos próximos dias 10 e 11 de Junho. A Dra. Liliane Henning, presidente do Comitê Organizador, fala sobre o evento.
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta sexta-feira (5), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o Presidente do Conselho de Administração da Embrapa, Guilherme Coelho, sobre o impacto do tarifaço de 25% dos EUA nas frutas do Vale do São Francisco. O programa também conta com Eliane Cantanhêde.
No segundo episódio de Crônicas do Agro | Gestão do Agronegócio Brasileiro, uma viagem pela transformação do Cerrado brasileiro — de “terra improdutiva” a potência agrícola mundial. Um episódio sobre ciência, pesquisa aplicada, inovação e a revolução silenciosa liderada pela Embrapa, que mudou para sempre a agricultura tropical. Entre solos ácidos, desafios climáticos e coragem produtiva, surge uma reflexão provocadora: a competitividade do agro não nasce da terra, mas do conhecimento aplicado sobre ela. Uma narrativa sobre gestão, tecnologia e o risco silencioso de subestimar a ciência no campo.
Domingão do Carlão conversa com Alexandre Alonso Alves, Chefe Geral da Embrapa Agroenergia, direto da sede em Brasília, numa conversa que começa no interior de Minas Gerais e revela o que move um pesquisador de vocação. Alexandre cresceu vendo na pesquisa um caminho natural, trajetória que o levou à Embrapa Agroenergia, que celebra duas décadas dedicadas à bioenergia e à sustentabilidade. Ele citou Alysson Paolinelli, engenheiro agrônomo mineiro, ex-Ministro da Agricultura e um dos criadores da instituição, como referência. Falou ainda sobre a influência paterna na escolha da carreira e sobre um fenômeno que o Brasil ainda subestima: a inteligência do pesquisador brasileiro é cada vez mais reconhecida e disputada lá fora.
Embargo europeu à carne brasileira passa a valer em 3 de setembro, enquanto o governo tenta reverter a decisão. Agro responde por 82% das exportações de Goiás, com a China liderando as compras. Anec projeta avanço nos embarques de soja e crescimento das exportações brasileiras de grãos em 2026. Pesquisa da Embrapa aposta em fertilizante feito com resíduos da suinocultura para reduzir a dependência externa de fósforo. No tempo, massa de ar polar mantém o frio no Sul e em parte do Sudeste.
Produção capixaba soma bilhões de ovos por ano e consolida Santa Maria de Jetibá como principal polo produtor. Exportações da avicultura e suinocultura reforçam competitividade da proteína animal brasileira em 2026. Esmagamento de soja ganha força com demanda por farelo e biocombustíveis. Vassoura-de-bruxa da mandioca acende alerta no Norte e Embrapa orienta sobre prevenção. Tempo: massa de ar polar avança e provoca geadas no Sul.
ENTREVISTA REALIDADES DA SAFRA COM - Vicente Godinho - Pesq. da Embrapa Rondônia e Membro da Aprosoja/RO
Pesquisa da Embrapa e da UnB aponta potencial do SAF produzido a partir da segunda safra brasileira de canola. No trigo, a oferta restrita e o ritmo lento de comercialização sustentaram a valorização do cereal ao longo do mês. Já a safra de morango deve crescer em 2026, mas enfrenta preocupação dos produtores com a incidência de pulgão-da-raiz. No tempo, a quarta-feira será marcada por chuva forte no Norte e Nordeste, com alerta para temporais.
Já se perguntou como o sensoriamento remoto pode transformar para sempre a silvicultura?
O Consultor Sérgio Pimenta fala sobre os princípios e critérios da Certificação Carne de Baixo carbono, lançada pela Embrapa, em parceira com a Marfrig, agora MBRF.
Mesmo com previsibilidade no curto prazo, ração segue como principal desafio e exige decisões mais estratégicas dentro da granja
Embrapa responde por 16% do PIB agropecuário e impulsiona produtividade no campo em 2025. Consumo de diesel no Brasil deve bater recorde em 2026, impulsionado pelo agro e pela logística. Preços de maçã, laranja e mamão caem no atacado em março com aumento da oferta, aponta Conab. Tempo: frente fria avança e muda tempo no país.
No quadro PRODUÇÃO X PRODUTIVIDADE , o lançamento da BRS Carinás, a primeira cultivar brasileira de Brachiaria decumbens da Embrapa
A forrageira se diferencia pela alta produção de forragem e adaptação a sistemas integrados. Recomendada para o bioma Cerrado, a nova cultivar alcança até 16 toneladas de matéria seca/ha
Nova soja convencional da Embrapa amplia opções de produtividade e manejo de plantas daninhas no campo. Ministério da Agricultura define calendário da soja para safra 2026/27, com janelas de plantio e vazio sanitário nos principais estados produtores. Exportações de proteínas animais no Paraná crescem 5% no primeiro trimestre de 2026, reforçando desempenho do setor no comércio internacional. No mercado, soja apresenta variações de preços entre principais praças do país, refletindo diferenças logísticas e regionais. Tempo: semana começa com tempo mais firme, mas ainda com chuva no Brasil.
Tecnoshow: demonstrações em campo e laboratórios abertos aproximam soluções digitais e tradicionais do dia a dia rural. Cigarrinha-do-milho, principal praga do milho causou prejuízos de R$ 133 bilhões entre 2020 e 2024. La Niña: fenômeno provoca perdas de até 50% na produtividade da soja no RS. No Mato Grosso, produção agropecuária deve movimentar R$ 208 bilhões em 2026. Tempo: frente fria avança e provoca chuvas fortes em áreas do Sul e Sudeste.
Agronegócio paulista teve crescimento no PIB impulsionado por preços altos que compensaram queda em volume. Fabricação de produtos alimentícios cresceu 5,9% em Santa Catarina em 2025. Preço do leite sobe nas gôndolas paranaenses, mas ainda não se reflete no valor pago ao produtor. BiomaPhos, desenvolvido pela Embrapa, aumenta produtividade do feijão no Cerrado em 17%. Tempo: segunda-feira mantém instabilidade em várias regiões do Brasil, com destaque para o Sul, onde área de baixa pressão volta a intensificar chuva ao longo do dia.
Agricultura regenerativa, baixo carbono, integração de sistemas… assuntos que ecoam no mundo inteiro. Mas, enquanto muita gente ainda está na fase da teoria, o Brasil já redesenha — com dados em mãos — o futuro da produção no campo. Somos donos da maior plataforma global de geração de conhecimento em agropecuária sustentável: o ILPF Regenera, coordenado pela Embrapa Agrossilvipastoril, em Sinop (MT). São mais de 80 hectares de pesquisas experimentais, conduzidas em condições reais de produção. Ali, soja, milho, braquiária, floresta e boi dividem o mesmo espaço, em diferentes combinações, para responder perguntas que tiram o sono de qualquer produtor: Como produzir mais, com menos risco climático? Como transformar o solo em um ativo — que gera produtividade, resiliência e acesso a crédito mais barato? E como mostrar, com indicador técnico, que a agropecuária brasileira pode ser parte da solução climática? Nosso convidado de hoje é quem coordena esse sistema de longo prazo. Filho de uma pequena cidade do noroeste do Paraná, Cornélio Zolin é engenheiro agrícola, doutor em recursos hídricos e pesquisador da Embrapa. Construiu uma trajetória olhando para alguns dos pontos sensíveis da produção: água, risco climático e integração de sistemas. À frente da plataforma ILPF Regenera, ele estuda — junto com uma rede de parceiros — como diferentes arranjos de lavoura, pecuária e floresta impactam o solo, a matéria orgânica, o armazenamento de água, as emissões de gases de efeito estufa, a captura de carbono, a precocidade dos animais e a rentabilidade do sistema. E os primeiros resultados reforçam: as decisões de hoje estão definindo a resiliência da produção amanhã. Neste episódio, você vai entender como esses estudos nasceram, o que já está comprovado em termos de produtividade e resiliência e por que a agricultura regenerativa, no Brasil, não é modismo — é leitura técnica de oportunidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estimativa de produção de algodão segue em 3,74 milhões de toneladas, enquanto embarques ganham impulso com demanda externa. Brasil se consolida como principal produtor de algodão no mercado internacional. Avanço da colheita e período de chuvas elevam custos do transporte de grãos. Infestação de cigarrinhas-do-milho em recua 14,3% em Santa Catarina. Tempo: quarta-feira será de tempo instável em várias regiões do Brasil, com chuva forte e risco de temporais ao longo do dia.
Ricardo Arioli comenta as principais notícias da semana ligadas ao Agro. A nova Embrapa de Mato Grosso. A indefinição da Guerra do Irã atinge o Agro. Os Biocombustíveis como arma secreta do Brasil.
Nova cultivar de sorgo desenvolvida pela Embrapa chega ao mercado com potencial superior a 80 toneladas por hectare, ciclo precoce e alta capacidade de rebrota. No Rio Grande do Sul, safra de soja deve ficar abaixo do esperado, aumentando pressão por crédito e investimentos em irrigação. Margem da indústria da soja avança, impulsionada pela queda nos custos e valorização dos derivados. Em Goiás, produção de café caminha para novo recorde de VBP. No tempo, terça-feira começa com instabilidade em várias regiões do Brasil, especialmente no Sul e em parte do Sudeste.
A Embrapa pesquisa as emissões e sequestros de Carbono da Pecuária há 12 anos. Os números mostram que pastagens bem manejadas podem acumular mais Carbono no solo do que a Floresta nativa.
No episódio de hoje do BB Cast Agro, Nataly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da bovinocultura de leite, com destaque para a recente recuperação dos preços ao produtor, a evolução dos custos de produção e o comportamento do comércio exterior de lácteos.Destaques do episódio:
O Arquivos do Carlão resgata conversas fundamentais do nosso acervo para explicar os rumos do setor. Nesta edição, revisitamos a entrevista exclusiva para o Canal do Boi com José Milton Dallari Soares, um dos criadores do Plano Real e nome central na história econômica do Brasil.Dallari detalha sua trajetória entre os setores público e privado, enaltece o papel da Embrapa e analisa a importância da URV para o país. O especialista traz ainda uma visão estratégica sobre segurança alimentar e o impacto de barreiras externas no agronegócio brasileiro.Para o mestre, o crescimento exige união: o empresário com soluções práticas e o Estado com um ambiente de negócios viável. Confira este registro exclusivo e entenda os fundamentos que seguem sustentando o nosso mercado.
Sergio Bender, da Embrapa Clima Temperado, falou no Direto ao Ponto sobre os detalhes do que a Embrapa vai apresentar ao público durante a Expoagro Afubra em Rincão Del Rey.
Sergio Bender, da Embrapa Clima Temperado, falou no Direto ao Ponto sobre os detalhes do que a Embrapa vai apresentar ao público durante a Expoagro Afubra em Rincão Del Rey.
O Dr. Luis Zago, da Embrapa Agropecuária Oeste, mostra que a qualidade das sementes de pastagem é responsável direta pelo sucesso de um Sistema da Integração. E fala também sobre o Sistema Antecipasto, plantar o capim no 3o trifólio da Soja, para adiantar o pastejo, com ganhos em produção.
O Dr. Auster Farias, da Embrapa Cerrados, fala sobre a ocorrência da Podridão dos Grãos de Soja em Mato Grosso nessa safra, e sobre os métodos de controle, para minimizar prejuízos.
Há mais de 20 anos Celso de Freitas Andrade propõe aos parisienses pratos típicos da cozinha brasileira. Chef autodidata, ele é o dono do Gabriela, atualmente o restaurante brasileiro mais antigo da capital francesa, inaugurado em 2002. Agora, ele decidiu compartilhar essa aventura gastronômica no livro “Brasileiro”, publicado em francês no final de 2025 pela editora Solar. “Brasileiro” tem um formato e visual como os livros de receita de antigamente. A obra é colorida e ricamente ilustrada com fotos que dão água na boca. O livro traz 150 receitas tradicionais, de todas as regiões do Brasil, de entradas e coquetéis, a pratos principais e sobremesas. Mas “Brasileiro” também é um livro de memórias e histórias. Celso conta a sua trajetória e contextualiza os ingredientes e receitas e preparos essenciais da culinária brasileira. A história de Celso com a cozinha começou muito antes de Paris. Ele chegou à cidade em 1998, aos 21 anos, e logo foi contratado como comissário de bordo da Air France, o que lhe permitiu viajar pelo mundo. Demitido após os atentados de 11 de setembro, decidiu não procurar outro emprego. Aos 23 anos, teve o impulso de abrir seu próprio restaurante, inspirado pela infância passada entre panelas, receitas da mãe e da avó. "Eu sempre fui o neto mais guloso. Eu estava sempre na cozinha. Então, na hora que fui despedido, me deu um insight. Eu tinha 23 anos e falei 'não vou trabalhar para ninguém, eu vou abrir um restaurante. Foi uma emoção que veio, uma memória gustativa", lembra Celso já viajou por 19 estados brasileiros e aprendeu vendo, ouvindo e experimentando as receitas locais. “Meus professores foram as pessoas”, resume. Ideia do livro nasceu na pandemia A ideia do livro nasceu durante a pandemia. Com o restaurante funcionando em ritmo reduzido, Celso decidiu registrar seu legado. o que o levou a deixar o comando da cozinha do Gabriela e formar dois sucessores. Foram quatro anos de trabalho, iniciados em 2021, com intensa pesquisa em livros antigos no Sebo do Messias, em São Paulo, e testes rigorosos de cada receita, repetidos até dez vezes. “Não é um copiar‑colar de receita nenhuma”, afirma. Fiel ao espírito tradicional da obra, Celso optou por fotografias e ilustrações feitas à mão, evitando o uso de inteligência artificial. As 60 imagens são da artista santista Eve Ferreira de Santos, responsável também pela capa coloridade em verde e amarelo. A intenção era transmitir a riqueza cultural da gastronomia brasileira. Bolinho de carne apimentado de Jorge Amado Além das receitas, há pequenas histórias que acompanham cada preparo. Entre elas, está a anedota sobre o bolinho de carne apimentado apreciado por Jorge Amado, que adorava o salgandinho até descobrir que era feito de carne de gato. O livro inclui ainda encartes temáticos sobre ingredientes emblemáticos como mandioca, milho, feijoada, pastel e sobre cozinhas regionais, como a baiana. Um do encartes é dedicado ao vegetarianismo e veganismo no Brasil, que vem ganhado cada dia mais adeptos. Celso considera a gastronomia vegana e vegetariana "fascinante porque, como cozinheiro, ele dá asas para a criação". Segundo ele, o Brasil, dono da maior biodiversidade alimentar do mundo, oferece possibilidades infinitas para criações vegetarianas sem perder o respeito às tradições. No restaurante Gabriela, que celebra 24 anos, o sucesso vem, segundo o chef, da busca por um “Brasil verdadeiro”, apresentado de forma autêntica. Celso conta que estuda uma parceria com a Embratur e a Embrapa para transformar o restaurante em uma espécie de “embaixada da Amazônia”. A ideia é valorizar preparos tradicionais da região, sem gourmetizar ingredientes. Entre as novidades, ele destaca o Quinhapira, prato do Alto Rio Negro que vem conquistando os clientes. Ingredientes brasileiro em Paris Encontrar ingredientes brasileiros em Paris já foi um grande desafio, mas Celso lembra que 2005, o Ano do Brasil na França, marcou uma virada, com a chegada de produtos como guaraná, farinha de mandioca e pimenta malagueta. Além disso, mercados africanos de Paris oferecem até jambu, vinagreira e jiló. "Com essa história terrível da escravidão entre o Brasil e a África, teve muita troca na gastronomia, cultura, artesanato. Uma troca riquíssima. Então, muitos ingredientes que a gente acha que são brasileiros, a vinagreira por exemplo, vem da África", contextualiza. Mesmo assim, ele ensina no livro como produzir alguns ingredientes em casa, como polvilho, farinha de mandioca e flocão de milho. Mas alerta, é necessário ter equipamentos adequados, como moedores de cereais. Com a cultura brasileira em alta na França, impulsionada pela recente temporada cultural França–Brasil, Celso percebe um interesse crescente pela gastronomia brasileira na França e por suas técnicas de origem indígena. E quando precisa escolher sua receita favorita, ele volta à infância e cita, com saudade, o simples beijinho de coco tradicional, feito sem leite condensado. “A cozinha tem isso: ela te leva para lugares onde você não tem controle”, diz. Ao lançar "Brasileiro", Celso oferece aos leitores uma viagem afetiva e saborosa pelo Brasil, guiada por histórias, ingredientes e memórias que moldaram sua carreira. E deixa um convite: “Boa leitura e bom apetite.”
A Chefe de Transferência de Tecnologias da Embrapa Soja, a Carina Rufino, fala sobre as novas tecnologias e produtos que a Embrapa apresentou no Show Rural Coopavel.
No quadro PROTEÍNAS ANIMAIS conheça o Reaqua, programa da Embrapa de capacitação técnica para Aquicultura ; No quadro POTENCIAL DAS RAÇAS , teste de eficiência tem atraído interesse das centrais de genética.
Embrapa lança aplicativo para auxiliar na irrigação de pomares de maçã
O Dr. Alexandre Nepomuceno, Chefe Geral da Embrapa Soja, analisa o ano de 2025 para a Soja, sob a ótica da pesquisa e do desenvolvimento. Um ano de celebração, reconhecimento e muito trabalho para preparar a Soja do Futuro.
Parcerias com a Embrapa e a academia impulsionam genética, produção e profissionalização da ovinocultura
Voltado a produtores e técnicos, o curso aborda princípios de agroecologia, agricultura sustentável, orgânica e regenerativa para aprimorar sistemas pecuários em equilíbrio com o meio ambiente.
Neste episódio do Agro Resenha, conversamos com Ricardo Shirota, professor aposentado da ESALQ, atual Presidente do Pecege e especialista em economia de recursos naturais e ambientais. Direto de Piracicaba, ele compartilha insights sobre sua carreira e a relevância crucial da sustentabilidade, bioeconomia e do valor econômico da preservação. Abordamos o alto retorno do investimento em pesquisa científica, com foco em iniciativas como a Embrapa, e as inovações do Pecege em educação à distância, incluindo a internacionalização de cursos de agronegócio. Shirota detalha ainda o Corredor de Inovação em São Paulo, uma parceria estratégica entre Pecege, Apta e Embrapa, impulsionando o desenvolvimento tecnológico agrícola. Uma discussão essencial sobre o futuro do agro, educação e colaboração no cenário atual. PARCEIROS DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pelo Pecege! O Pecege é um ecossistema educacional com mais de 20 anos de história, focado em inovação e desenvolvimento. Do renomado MBA ESALQ/USP a projetos in company sob medida, graduação e cursos executivos, o Pecege transforma carreiras e negócios, impulsionando o conhecimento. Pecege: Educação para desenvolver pessoas e realizar projetos Site: https://pecege.com/Instagram: https://www.instagram.com/pecegeoficial/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pecege/YouTube: https://www.youtube.com/@PecegeOficial Este episódio foi trazido até você pela SCADIAgro! A SCADIAgro trabalha diariamente com o compromisso de garantir aos produtores rurais as informações que tornem a gestão econômica e fiscal de suas propriedades mais sustentável e eficiente. Com mais de 30 anos no mercado, a empresa desenvolve soluções de gestão para produtores rurais espalhados pelo Brasil através de seu software. SCADIAgro: Simplificando a Gestão para o Produtor Rural Site: https://scadiagro.com.br/Podcast Gestão Rural: https://open.spotify.com/show/7cSnKbi7Ad3bcZV9nExfMi?si=766354cb313f4785Instagram: https://www.instagram.com/scadiagro/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/scadiagroYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQxErIaU0zBkCAmFqkMohcQ Este episódio também foi trazido até você pela Nutripura Nutrição e Pastagem! A Nutripura, que tem como base valores como honestidade, qualidade e inovação nos produtos e excelência no atendimento, atua há mais de 20 anos no segmento pecuário, oferecendo os melhores produtos e serviços aos pecuaristas. Fique ligado nos artigos que saem no Blog Canivete e no podcast CaniveteCast! Com certeza é o melhor conteúdo sobre pecuária que você irá encontrar na internet. Nutripura: O produto certo, na hora certa. Site: http://www.nutripura.com.brBlog Canivete: https://www.nutripura.com.br/pub/blog-canivete/Instagram: https://www.instagram.com/nutripura/Facebook: https://www.facebook.com/Nutripura/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/nutripura/YouTube: https://www.youtube.com/user/TvNutripura INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: http://www.instagram.com/agroresenhaTwitter: http://www.twitter.com/agroresenhaFacebook: http://www.facebook.com/agroresenhaYouTube: https://www.youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br QUERO PATROCINARSe você deseja posicionar sua marca junto ao Agro Resenha Podcast, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Ricardo ShirotaEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ex-ministro contou como o agro foi abordado no evento e revela suas impressões, junto dos demais integrantes do Conexão Campo Cidade
A Embrapa Meio Ambiente, em parceria com diversos outros Centros de Pesquisa, coordena o desenvolvimento de Calculadoras de Carbono, para os diferentes cultivos e criações que temos no Brasil. Calcular as emissões do Agro brasileiro, vai ajudar a provarmos de forma científica e incontestável, que temos realmente uma Agropecuária de Baixo Carbono. A Dra. Paula Packer é a Chefe Geral da Embrapa Meio Ambiente.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Trump suspende tarifas sobre café, carne e outros produtos brasileiros. Justiça mantém a prisão do dono do Banco Master. Lula indica Messias ao STF e irrita Alcolumbre, Incêndio marca penúltimo dia da COP30. Anvisa autoriza Embrapa a pesquisar cultivo de cannabis. Spotify libera importação de playlists de outros streamings. Home office cai a 7,9%, mas segue acima do pré-pandemia, aponta IBGE; sindicalização avança. See omnystudio.com/listener for privacy information.
2025.11.15-2 O que esperar da COP30, com Gustavo Mozer da Embrapa.mp3 by Ricardo Arioli Silva
Neste episódio do Raizes do agro, direto da Expointer, Yara Suné compartilha sua trajetória inspiradora como produtora rural e líder feminina no campo. À frente da fazenda da família em Lavras do Sul há mais de 25 anos, Yara fala sobre superação, gestão, tecnologia e o papel da mulher no agro moderno. Entre desafios, conquistas e lições de vida, ela mostra como é possível transformar tradição em inovação e fazer do agro um espaço de protagonismo, propósito e amor pela terra. Este episódio foi gravado na Expointer, uma das feiras agropecuárias mais tradicionais do Brasil, diretamente do estande do Grupo Piccin. PARCEIRO DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pelo Grupo Piccin! O Grupo Piccin, que hoje contempla o foco de trabalho em equipamentos, componentes e inovação, começou com o trabalho de um homem, Santo Piccin. Com a evolução da agricultura, os desafios se tornaram mais complexos, exigindo a utilização de implementos agrícolas mais eficientes. Grupo Piccin: excelente em produzir o melhor para o campo. Site: https://piccin.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/grupopiccinFacebook: https://www.facebook.com/grupopiccinLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/piccin-máquinas-agrícolas-ltdaYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCk4BdnkZnq7gObUiR0XQR7g INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: instagram.com/agroresenhaTwitter: x.com/agroresenhaFacebook: facebook.com/agroresenhaYouTube: youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/zap-arp-01 ACOMPANHE A REDE RURAL DE PODCASTSSpotify: https://open.spotify.com/show/65JghRGLPnPT4vhSNOkjh7?si=7995dc4d17fa489bApple Podcasts: https://podcasts.apple.com/br/podcast/rede-rural-de-podcasts/id1467853035 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidada: Yara SuñéEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No quadro MANEJO EFICIENTE , pesquisadora da Embrapa fala de novo protocolo para produção de Carne de Baixo Carbono que será apresentado na COP 30 . No PRODUÇÃO POR PRODUTIVIDADE , a última reportagem da série REVERTE com uma visita Fazenda Reunidas em MT, que investe R$120 milhões na conversão de áreas degradadas.
Documento do Banco Mundial e Embrapa reúne evidências econômicas e traz recomendações para ampliar a adoção de sistemas agroflorestais e o de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta.
O professor Bruno Soares, da Universidade Federal Rural da Amazônia, fala sobre a inclusão de bufalino no Programa de Melhoramento Genético da Embrapa, o Gene Plus.
A disparada dos preços do cacau nos últimos anos dá o que falar na Amazônia e impulsiona um movimento tímido, porém crescente, de produtores rurais que decidem reduzir o rebanho de gado e apostar na matéria-prima do chocolate. Na economia da floresta em pé, o cacau desponta não apenas como uma alternativa promissora de renda, como pode ser vetor de recuperação de áreas desmatadas. Lúcia Müzell, enviada especial da RFI a Marabá, Assentamento Tuerê e Altamira (Pará) Na região de Marabá, na fronteira leste do desmatamento da Amazônia no Pará, restam apenas vestígios do que um dia já foi tomado pela floresta. Dos dois lados da rodovia Transamazônica, obra faraônica do período da ditadura militar, predominam extensas áreas de pastagens para a criação de gado. É neste contexto que culturas agrícolas alternativas à pecuária, ou pelo menos complementares, aparecem como um caminho para conter este processo de avanço da agricultura em direção à mata. O cacau é uma das que melhor se associa à floresta nativa da Amazônia. Sob a copa de árvores como cumaru e andiroba, e com manejo adequado, a planta é mais resistente às pragas, tem maior durabilidade e dá frutos de melhor qualidade, com maior valor de mercado. Ao contrário de outros grandes produtores mundiais, em especial na África – onde a monocultura de cacau “a pleno sol” leva ao desmatamento –, no Brasil o plantio do fruto hoje ocupa áreas já degradadas ou em consórcio com outras culturas. O pequeno agricultor Rubens Miranda, 73 anos, chegou a Marabá aos 17 e, desde então, trabalha na roça e cria gado. Mas desde 2016, a área de pasto da sua propriedade de 27 hectares está cada vez menor – dando lugar a uma variada produção em sistema agroflorestal (SAF), da qual o cacau é estrela. "Estou com só 25 cabeças agora. Eu tinha 70 quando eu comecei a investir no plantio", conta ele. Produção de cacau por agricultores familiares No Pará, líder nacional no setor, mais de 80% da produção do cacau vem da agricultura familiar e 70% se desenvolve em sistemas agroflorestais como este, de acordo com um levantamento de 2022 da Embrapa Amazônia Oriental. Mas nem sempre foi assim. Na era dourada do cacau na Bahia, que alçou o país a maior produtor mundial no século 20, a produção em monocultura empobreceu a Mata Atlântica no nordeste. As lições da história agora servem de alerta para o avanço da cultura na Amazônia. "O que a gente vê no cacau é um exemplo de retorno de atividades agrícolas rentáveis trazendo árvores para o sistema. A gente entende que os consórcios são muito bem-vindos, fazem bem para a cultura do cacau, e são uma solução mais adequada para o que a gente está vivendo, especialmente as mudanças climáticas", indica João Eduardo Ávila, engenheiro agrônomo do Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola). O instituto é um dos que levam capacitação técnica para os pequenos agricultores não repetirem os mesmos erros do passado. "A cacauicultura tem um potencial enorme de renda para as famílias, para que elas não fiquem só dependentes da pecuária", frisa. A cultura também exerce um papel positivo contra a crise climática: com manejo adequado e à sombra de outras árvores, tem potencial de acumular até 60 toneladas de carbono por hectare no solo, operando como sumidouro de CO2 em regiões que sofrem cada vez mais as consequências do desmatamento. Retorno financeiro é maior, mas não imediato Mas o cultivo do fruto exige paciência e dedicação: a safra demora cerca de quatro anos para começar, a poda é trabalhosa e, para sair pelo melhor preço, a amêndoa precisa ser fermentada. No final, o retorno financeiro compensa – o quilo é comercializado a cerca de R$ 60, podendo chegar a R$ 90, conforme a qualidade. Os preços fazem os olhos de Rubens Miranda brilhar. Agora que consegue produzir mais no mesmo espaço de terra, ele se arrepende de, no passado, ter aberto tanta mata para criar gado. "Se fosse hoje, em uns cinco hectares eu trabalhava. Teria sido suficiente." Organizações da sociedade civil e outras instituições, como a Embrapa e o Ministério Público, além do governo do Pará, fazem um trabalho de longo prazo para convencer os agricultores familiares a migrarem para práticas agrícolas mais sustentáveis. Os gargalos são muitos: conhecimento técnico, logística, dificuldade de acesso aos mercados e, principalmente, recursos limitados para viabilizar a transição. "Nessa nossa região, é muito importante essa quebra de paradigmas, mostrar que é um resgate a um sistema produtivo que foi se perdendo ao longo do tempo. O monocultivo e a pecuária aqui na região é muito forte por questões históricas: aquela ideia de que você precisaria desmatar tudo para instalar um sistema novo", comenta Gilmar Lima Costa, engenheiro agrônomo do Ministério Público do Pará. " Você vê muitas extensões de áreas degradadas justamente pela falta de manejo adequado nas pastagens. Não faz a adubação, não faz a correção do solo, não faz a divisão das pastagens e, sempre que é possível, eles adentram e fazem a abertura de uma nova área, sendo que não era necessário fazer isso." Batalha pelo sustento do dia seguinte Os técnicos do Instituto de Desenvolvimento Florestal e Biodiversidade do Pará (Ideflor Bio) percorrem o Estado para acompanhar a transição destes agricultores e oferecer mudas de espécies nativas da Amazônia, e assim estimular a recomposição florestal. Mas Marcio Holanda, gerente do escritório regional em Carajás, reconhece que os que trabalham em SAF ainda são uma minoria. "Hoje, com as mudanças climáticas, a gente tem que incentivar, apoiar e buscar condições, buscando parceiros, se juntando para que os sistemas agroflorestais cumpram também a missão ambiental, num processo de reflorestamento, e na questão da geração de renda desses agricultores, porque já é comprovado que é viável", afirma. A 300 quilômetros a oeste, a organização Solidaridad busca aumentar a conscientização na região de Novo Repartimento e no Assentamento Tuerê, conhecido como o maior da América Latina. Historicamente, os assentamentos de terras registram índices superiores de desmatamento do que outras áreas da Amazônia – uma herança da campanha de ocupação da região por meio da devastação, a partir dos anos 1960. Para grande parte dos pequenos produtores, a maioria imigrantes de outros estados do Brasil, a principal preocupação é garantir o sustento do dia seguinte, salienta Pedro Souza dos Santos, coordenador de campo da entidade. "Isso é um desafio para nós. Quando a gente vê como era antes, o que é hoje, com o marco do Código Florestal, e o que pode ser no futuro, a gente tem que colocar tudo isso para o produtor, que antes ele não enxergava. Ele enxergava só o agora", diz. "A gente vem colocando na cabeça do produtor que ele pode produzir sem agredir, sem desmatar e que, nessa área aberta, ele pode ter o uso das tecnologias para ele avançar e ter uma produção sustentável. Mas ainda falta muito. Nós somos um pingo na Amazônia, tentando fazer essa transformação, dia após dia, ano após ano, fazendo aquela insistência, voltando lá de novo, dando acompanhamento", afirma Santos. Cacau como ferramenta de regeneração florestal O agricultor Jackson da Silva Costa, na localidade de Rio Gelado, simboliza essas vulnerabilidades da região. Desde o ano passado, a venda da produção de gado dele está embargada por desmatamento ilegal. Para voltar ao mercado, Jackson precisará recuperar a mata que derrubou ilegalmente em 2023. Nos seus 24 hectares de terra, ele já produz cacau há muito tempo. Agora, o aumento da área destinada ao fruto vai ser o caminho para a regularização do passivo ambiental gerado pela pecuária. "O entendimento que a gente tem é o seguinte: 'você não pode desmatar'. Só que chega um ponto em que é assim: 'eu vou fazer aqui e depois eu vou ver o que vai dar'", relata Costa. "Eu tenho consciência de que eu fui errado e por isso eu perdi. A conta chega e não tem para onde correr. Eu vou ter que pagar o que eu devo." Pagar o preço, para ele, significa isolar os 5 hectares desmatados e deixar a floresta se regenerar. Em consórcio, poderá plantar cacau e outros frutos compatíveis com a mata, como o açaí ou o cupuaçu. "Esse capim aqui já não vai me servir. Eu vou deixar ele já para iniciar o processo de reflorestamento", indica, ao mostrar uma área entre o local onde ele já plantava cacau e o que restou de floresta virgem na sua propriedade. "Eu vou deixar que árvores nativas cresçam. Mas com o cultivo do cacau que vai vir, com certeza vai dar uma rentabilidade maior. E quando eu for replantar, eu já quero colocar cacau de qualidade." Histórias de sucesso do chocolate da Amazônia Os encontros com a equipe da Solidariedad são importantes para manter a motivação de agricultores como Jackson, em meio às dificuldades de uma vida com poucos confortos. Nas conversas, Pedro traz as histórias de sucesso de cacauicultores da região, que conquistaram até prêmios no exterior pela qualidade do chocolate produzido na Amazônia. "O entendimento de que o produtor tem que esperar o momento certo para as amêndoas chegarem no ponto, tem que mandar uma amostra para teste e só depois vender, demora. A maioria aqui são produtores pequenos, que querem colher, processar todo o manejo rapidamente e logo vender", ressalta. "Mas quando ele faz o cacau fino, que é uma minoria muito baixa, e vende por um preço melhor, ele não quer sair mais. " Há cerca de 10 anos, a produção do Pará superou a da Bahia, antiga líder histórica do setor no Brasil. Na região de Altamira, maior polo produtor do Estado, a fabricante Abelha Cacau transforma o produto da região não apenas em chocolate, como explora o universo de 30 derivados possíveis do cacau – mel, suco, chá, manteiga, adubo e até cerveja. "De um quilo de cacau seco, a gente consegue extrair, em média, quase metade de manteiga, que hoje está a R$ 200. Ou seja, só esse derivado já tem mais de 100% de lucro", explica. "E se eu pego o que resta para fazer cacau em pó, vai vir mais R$ 200 o quilo. Ou seja, eu estou vendendo a R$ 60, onde eu poderia tirar 400. E se eu transformo isso em barras de chocolate, eu multiplico isso por mais dez. O valor agregado só vai escalonado". O Brasil hoje oscila entre o sétimo e o sexto lugar entre os maiores produtores mundiais da commoditie. O setor busca recuperar posições no ranking, mas sob bases diferentes das que impulsionaram os prósperos ciclos do cacau nos séculos 19 e 20. A meta é dobrar a produção atual e chegar ao fim da década com 400 mil toneladas por ano. "A gente está vendo que isso está acontecendo, não só a ampliação da área, mas também novas tecnologias, variedades mais produtivas existentes, adubação, orientação técnica, tecnologias de equipamentos para beneficiar as amêndoas de cacau", salienta João Ávila, coordenador do programa Cacau 2030, do Imaflora. Um dos objetivos do programa é promover a rastreabilidade da cadeia, essencial para garantir a sustentabilidade do cacau brasileiro. "Ainda é muito incipiente, quando comparada as outras cadeias, como café, por exemplo", reconhece Ávila. "Mas a gente já tem uma cartilha com um passo a passo mais claro, para que todo mundo tenha sua participação responsável, tanto no ambiente fiscal quanto socioambiental." * Esta é a quarta reportagem da série Caminhos para uma Amazônia sustentável, do podcast Planeta Verde. As reportagens, parcialmente financiadas pelo Imaflora, vão ao ar todas as quintas-feiras até a COP30 em Belém, em novembro.
Ricardo Cardim, botânico e paisagista, apresenta análises e comentários sobre a agenda verde nas cidades. Quadro vai ao ar na Rádio Eldorado às quintas, ao vivo, às 07h45, no Jornal Eldorado; e em boletins às segundas e quartas, às 12h30 e 16h.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pelo segundo ano, a Andav – Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários, convidou o LÍderCast para ser o Podcast oficial do Congresso Andav. E lá fomos nós para conversas nutritivas com gente que faz acontecer. Abrindo a série temos Silvia Massruhá, que é presidente da Embrapa. Uma conversa sobre a entidade que é protagonista da transformação do Brasil em potência mundial do agronegócio. Temos, sim, muitos motivos para nos orgulharmos do agronegócio. E muitas oportunidades no horizonte. ..................................................................................................................................
Pelo segundo ano, a Andav – Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários, convidou o LÍderCast para ser o Podcast oficial do Congresso Andav. E lá fomos nós para conversas nutritivas com gente que faz acontecer. Abrindo a série temos Silvia Massruhá, que é presidente da Embrapa. Uma conversa sobre a entidade que é protagonista da transformação do Brasil em potência mundial do agronegócio. Temos, sim, muitos motivos para nos orgulharmos do agronegócio. E muitas oportunidades no horizonte. ..................................................................................................................................