POPULARITY
Categories
El reino vegetal alberga seres vivos con una capacidad de supervivencia extraordinaria, destacando el pino de especie Pinus longaeva en el oeste de Estados Unidos, que alcanza los 4.800 años de edad. Para verificar estas cifras, la botánica utiliza técnicas como la dendrocronología (secuencia de anillos de crecimiento) y el radiocarbono, aunque en árboles como los olivos la madera interior suele descomponerse, dificultando su datación exacta. En el ámbito de las dimensiones, la secuoya gigante conocida como "General Sherman" ostenta el récord de mayor volumen de madera con casi 1.500 metros cúbicos, mientras que el ejemplar "Hyperion" lidera en altura al superar los 115 metros. Estos récords no solo se encuentran en lugares remotos, sino también en España, con olivos de más de mil años en Tarragona y ejemplares singulares en la región de Murcia.
Criado num apartamento pequeno em Moema, sem nenhum contato com o verde, o botânico e paisagista Ricardo Cardim reflete sobre a urgência de resgatarmos um entendimento mais profundo sobre nossa interdependência com a natureza, sobre a vocação improvável que o arrastou da odontologia para a criação de florestas de bolso
Desde os anos 1990, fatores como a atividade humana, a poluição e as mudanças do clima amputaram o planeta de 40% dos seus estoques naturais. No começo do ano, um relatório do IPBES, a plataforma intergovernamental da ONU para a biodiversidade, alertou sobre os riscos desse declínio de seres vivos para a economia mundial e a estabilidade financeira. O desaparecimento progressivo de plantas, animais, insetos, moluscos e micróbios gera um efeito dominó na agricultura e nas cadeias de valor que, para muitos países, representam a maior parte do PIB. Ao mesmo tempo, essa erosão em curso eleva os custos de produção – em outras palavras, riqueza que deixa de ser gerada, à altura de US$ 2,7 trilhões por ano até 2030, avaliou o Banco Mundial em 2021. Novos estudos apontam que os dois efeitos combinados já teriam resultado em um prejuízo de 20% do PIB mundial, adverte o biólogo Marc-André Selosse, professor e pesquisador do Museu de História Natural de Paris. Autor de diversas obras, ele acaba de publicar De la biodiversité comme un humanisme ("A biodiversidade como humanismo", em tradução livre), no qual detalha o alto custo da degradação da natureza e defende que preservar a natureza significa proteger o ser humano. “Na produção de groselha na Borgonha, por exemplo, a polinização é crucial. Só que as populações de insetos nessas áreas caíram 98% nos últimos 40 anos, então os produtores criam pequenas abelhas solitárias altamente eficazes, nos arbustos da groselha. Desta forma, eles conseguem impulsionar a produção, dobrando ou até quadruplicando, mas precisam manter essas colônias de abelhas, que custam caro”, cita o professor francês. “O que quero dizer é que, às vezes, conseguimos aplicar 'soluções rápidas', mas estamos começando a sobrecarregar o sistema com encargos secundários, simplesmente porque não podemos mais contar com as funções que a biodiversidade naturalmente proporcionaria.” Dependência da natureza que os homens destroem Selosse evoca um recente relatório das agências de segurança interna e externa britânicas, no qual o MI5 e o MI6 constatam que os danos aos ecossistemas considerados essenciais para o equilíbrio do planeta – da Amazônia às florestas boreais, dos manguezais aos recifes de corais – são uma ameaça direta à segurança alimentar no Reino Unido, que importa 40% do que consome. Alimentos, água, fertilidade dos solos, qualidade do ar são serviços ambientais proporcionados pela natureza, mas que a interferência humana está colocando em risco. Em abril, um estudo realizado pela seguradora Swiss Re apontou que 55% do PIB mundial depende de uma biodiversidade “saudável”. “Existem espécies de grupos de seres vivos que são bem catalogados, como plantas ou animais, nos quais vemos a diversidade despencar. Já perdemos 5% das espécies de vertebrados, 7% das espécies de moluscos. Estamos vendo o processo acontecer”, afirma, em entrevista ao programa C'est pas du Vent, da RFI. “Perdemos um pouco menos de plantas, mas estima-se que desde que o homem apareceu na Terra, a velocidade de extinção dos animais aumentou em pelo menos 5 mil vezes. A de plantas, 500 vezes. Estes são dados que temos.” Perda de diversidade genética ameaça a sobrevivência Selosse chama a atenção para alguns casos: 80% dos insetos desapareceram em 30 anos, o número de pássaros na Europa caiu 30% em 15 anos e o de morcegos, em igual proporção, em ainda menos tempo, apenas uma década. O pesquisador salienta os riscos dessa perda de populações para a sobrevivência dos seres vivos. O desaparecimento de indivíduos leva à redução progressiva da diversidade genética de cada espécie, que hoje já é de pelo menos 10%. “Isso é preocupante porque é nesta diversidade genética que se encontram os indivíduos que possivelmente estarão adaptados às condições de amanhã: quando um novo agrotóxico começar a ser usado, quando o clima estiver um grau mais quente ou quando a concentração de microplásticos subir, quem vai conseguir sobreviver?”, salienta. “É a adaptabilidade das espécies que está em jogo. A perda de diversidade genética representa um enfraquecimento das espécies. Ela anuncia a ampliação do mecanismo de extinção, que por enquanto ainda é limitado a entre 5 e 10%”, indica o cientista. A entrevista completa de Marc-André Selosse à RFI pode ser ouvida aqui, em francês.
Nesta edição do "CBN Meio Ambiente", o comentarista Marco Bravo traz como destaque que as plantas estão presentes em nossas casas, jardins, praças e locais de trabalho, proporcionando beleza, sombra, bem-estar e contato com a natureza. Entretanto, algumas espécies possuem formas de vida surpreendentes, enquanto outras escondem substâncias capazes de provocar graves intoxicações.Entre as mais curiosas estão as plantas parasitas, que retiram água e nutrientes de outras plantas por meio de estruturas especializadas chamadas haustórios. Essas estruturas penetram nos tecidos da planta hospedeira e estabelecem uma conexão com seu sistema vascular. As plantas parasitas podem ser classificadas em holoparasitas e hemiparasitas. As holoparasitas não possuem clorofila suficiente para realizar fotossíntese e dependem completamente da planta hospedeira para obter água, sais minerais e compostos orgânicos. Um exemplo é o cipó-chumbo, do gênero Cuscuta, que forma fios amarelados ou alaranjados envolvendo outras plantas. Depois de se conectar ao hospedeiro, passa a retirar dele as substâncias necessárias à sua sobrevivência.Já as hemiparasitas possuem clorofila e conseguem realizar fotossíntese, mas retiram água e sais minerais da planta hospedeira. A conhecida erva-de-passarinho é um exemplo comum, frequentemente observada sobre árvores urbanas, frutíferas e ornamentais. Quando ocorre em excesso, pode enfraquecer os galhos e comprometer a saúde da árvore. É importante não confundir plantas parasitas com epífitas, como muitas orquídeas e bromélias. As epífitas utilizam troncos e galhos apenas como suporte, sem retirar diretamente a seiva da árvore.
El jardinero y experto en botánica Eduardo Barba ha presentado su libro Jardines íntimos. Eduardo Barba ha dicho que “España es uno de los países con mejores jardines”, y ha destacado que “El Capricho es uno de esos jardines que no te crees que exista en Madrid”. Ha comentado que "las plantas hay que tocarlas y olerlas siempre con respeto” “las plantas se comunican entre ellas a través de hormonas”.
#bésameenlamañana El programa de hoy está mas que interesante. Si sos amante de las plantas naturales y amás sus diferentes beneficios, el experto especialista en medicina natural Hernán Rodríguez: nos explicará cómo usarlas adecuadamente. No te perdás de esta entrevista.
El catedrático de Botánica, Diego Rivera, analiza la supervivencia vegetal frente al calor extremo y los incendios forestales. El experto describe diversas estrategias adaptativas, clasificando a las especies en aquellas que toleran, evitan o escapan de las condiciones climáticas adversas, mediante mecanismos como la esclerofilia o la dispersión de semillas. Asimismo, considera una amenaza el impacto del cambio climático en los microendemismos, así como la vulnerabilidad del paisaje tras los fuegos. En este sentido, destaca la importancia de las lluvias otoñales para la recuperación del suelo. Además, Rivera subraya casos sorprendentes de metabolismos especializados en plantas crasas y cactus, que optimizan la fotosíntesis en entornos hostiles. Finalmente, Diego Rivera evoca el descubrimiento de especies únicas en zonas recientemente afectadas por desastres naturales.
Las plantas están condenadas a vivir en el mismo sitio donde germinó la semilla, lo que les impide huir de sus depredadores o buscar lugares más acogedores. Sin embargo, han desplegado todo tipo de estrategias de supervivencia para defenderse de los herbívoros y adaptarse a climas extremos. Especialmente, todo un arsenal de armas químicas y un complejo sistema de alarmas. Hemos hablado con Patricia Fernández Calvo, investigadora del CSIC en la Misión Biológica de Galicia, que estudia la inmunidad vegetal para producir plantas más resistentes al cambio climático y a las enfermedades, lo que reduciría el uso de pesticidas químicos, altamente contaminantes. María González Dionis, de la agencia SINC, nos ha informado de la revisión de un estudio ya publicado a finales del siglo pasado que asegura que el cerebro de los primates creció más tarde que el cuerpo, y aumentó más de lo esperado. Jesús Pérez Gil nos ha hablado de la rata topo desnuda, un animal que más que modelo de investigación es fuente de inspiración por su adaptación a la falta de oxígeno, su eterna juventud y su resistencia al cáncer. En los últimos meses, el presidente Trump ha expresado su intención por hacerse con Groenlandia. Pero como nos ha recordado Javier Cacho, EEUU ya intentó en el pasado comprar la isla, que ya estuvo ocupada por tropas norteamericanas durante la II Guerra Mundial. Con Javier Ablanque y su máquina del tiempo hemos viajado al año 27 de nuestra era, para explicar la física que se esconde tras una gran desgracia: el hundimiento del anfiteatro de la ciudad romana de Fidanae.Escuchar audio
Las plantas están condenadas a vivir en el mismo sitio donde germinó la semilla, lo que les impide huir de sus depredadores o buscar lugares más acogedores. Sin embargo, han desplegado todo tipo de estrategias de supervivencia para defenderse de los herbívoros y adaptarse a climas extremos. Especialmente, todo un arsenal de armas químicas y un complejo sistema de alarmas. Hemos hablado con Patricia Fernández Calvo, investigadora del CSIC en la Misión Biológica de Galicia, que estudia la inmunidad vegetal para producir plantas más resistentes al cambio climático y a las enfermedades, lo que reduciría el uso de pesticidas químicos, altamente contaminantes. María González Dionis, de la agencia SINC, nos ha informado de la revisión de un estudio ya publicado a finales del siglo pasado que asegura que el cerebro de los primates creció más tarde que el cuerpo, y aumentó más de lo esperado. Jesús Pérez Gil nos ha hablado de la rata topo desnuda, un animal que más que modelo de investigación es fuente de inspiración por su adaptación a la falta de oxígeno, su eterna juventud y su resistencia al cáncer. En los últimos meses, el presidente Trump ha expresado su intención por hacerse con Groenlandia. Pero como nos ha recordado Javier Cacho, EEUU ya intentó en el pasado comprar la isla, que ya estuvo ocupada por tropas norteamericanas durante la II Guerra Mundial. Con Javier Ablanque y su máquina del tiempo hemos viajado al año 27 de nuestra era, para explicar la física que se esconde tras una gran desgracia: el hundimiento del anfiteatro de la ciudad romana de Fidanae.Escuchar audio
Si en los últimos meses se te murieron plantas que antes te aguantaban todo, el problema no sos vos, es el clima. Las olas de calor de 40 grados y las heladas traicioneras rompieron las reglas del juego. Pero hoy vas a descubrir el secreto de la jardinería resiliente: 5 plantas 'todoterreno' que soportan el fuego del verano y la escarcha del invierno sin inmutarse, y el truco de diseño que va a bajar la temperatura de tu suelo hasta 8 grados. Quedate, porque hoy convertimos tu jardín en un búnker verde. PATROCINADOR: https://personalgardenshopper.es MI ACADEMIA Y BOLETÍN GRATUITO: https://neucorpia.com
Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo traz como destaque o tema de como cuidar das plantas no inverno. Quando o inverno chega, não são apenas as pessoas que sentem as mudanças provocadas pela redução das temperaturas. As plantas também respondem ao frio, ao vento, à menor incidência de luz solar e às alterações na umidade do solo. Por isso, jardins, hortas, vasos e canteiros precisam de cuidados específicos durante essa estação.
¿Sabías que cada una de tus habilidades también guarda una historia microbiana?Virus, bacterias y otros organismos han moldeado lo que somos como humanos, y también han moldeado la vida de las plantas. En este episodio conversamos con Gabriela Hidrobo sobre el mundo invisible que sostiene la evolución, la salud del suelo y la fuerza de los cultivos.¿Cómo podemos potenciar esos microorganismos para beneficiar nuestros cultivos? Los cultivos de cobertura son una manera de hacerlo.
En nuevo intento del equipo de magazine de Hoy por Hoy, hablamos sobre dónde podemos dejar nuestras plantas a buen recaudo durante las vacaciones y qué es un tocho y por qué los leemos en verano. Hemos hablado con Lola Larumbe, propietaria de la librería Alberti en Madrid, sobre las tendencias en libros durante el verano, y con Carolina del Olmo, directora de Desarrollo Estratégico del Círculo de Bellas Artes, sobre la importancia de tener refugios climáticos y espacios donde crear comunidad, eso si, desde la sensatez.
Cualquier persona con una maceta grande y disposición para el riesgo puede iniciarse en la aventura de albergar vida en su hogar, ya sea en un pequeño huerto urbano o en un balcón. Según el catedrático Diego Rivera, la clave del éxito reside en fomentar la diversidad y no saturar el espacio con una sola especie, optando por plantas agradecidas como las aromáticas (hierbabuena, romero o el tradicional "sándalo") o cítricos pequeños como el kumquat. Para garantizar la supervivencia de los cultivos, es fundamental evitar las siembras durante el calor extremo del verano, prefiriendo el otoño o el final del invierno, y mejorar la retención de agua mezclando el sustrato con tierra de bancal para evitar que las plantas sufran por la falta de hidratación. Además, la tecnología actual permite incluso automatizar el riego con placas fotovoltaicas, facilitando el mantenimiento de este bosquejo de bosque urbano que busca estrechar nuestros lazos con la naturaleza.
O Fala Carlão apresenta, no Canal do Boi, uma conversa com Bruno Marin, Gerente Geral da Viter, durante o lançamento do Adaptive Viter e do Maximize Viter, que marcam a entrada da empresa em uma nova etapa de atuação, ampliando seu portfólio para além da correção e nutrição do solo. Na entrevista, Bruno relembra a trajetória da companhia, que faz parte do Grupo Votorantim, explica a origem da Viter a partir do aproveitamento do calcário agrícola e mostra como a estratégia evoluiu para oferecer soluções voltadas também ao desenvolvimento das plantas. Um programa sobre inovação, diversificação de portfólio e a evolução de uma empresa que há décadas acompanha a transformação do agronegócio brasileiro.
OMS alerta por riesgo de brotes de enfermedades en Venezuela Ejército despliega mil elementos para la seguridad en SinaloaSir Nils Olav III, un pingüino rey es brigadier de NoruegaMás información en nuestro podcast#grc
El concepto de "especie invasora" no es puramente biológico, sino que posee una fuerte carga antropológica, basándose en cómo las plantas alteran el entorno humano y en convenciones temporales que sitúan a menudo el descubrimiento de América como el punto de referencia para su clasificación. Esta percepción negativa se extiende a las llamadas "especies para el descarte", aquellas plantas que, al dejar de ser útiles o convertirse en un estorbo para la actividad humana, son condenadas al olvido o al exterminio, como ocurre con la caña común o diversos cultivos infrautilizados. Esta mentalidad de "usar y tirar", vinculada a la obsolescencia programada, ha llevado a la sustitución de variedades milenarias por cultivos de vida corta y mecanizados, lo que compromete la resiliencia necesaria para afrontar el calentamiento global. Frente a este descarte sistemático, la sabiduría tradicional de los antiguos huertanos, que conservaban la diversidad por su potencial utilidad futura, se presenta como un modelo esencial para garantizar la sostenibilidad en tiempos de crisis climática.
O que acontece com as plantas quando elas respiram fumaça de incêndios florestais? Separe trinta minutinhos do seu dia e descubra, com a Mila Massuda, como a fumaça pode alterar a fotossíntese, interferir no funcionamento dos estômatos e modificar a forma como as plantas trocam substâncias químicas com a atmosfera.Apresentação: Mila Massuda (@milamassuda)Roteiro: Mila Massuda (@milamassuda)Técnico de Gravação: Julianna Harsche (@juvisharsche) e Caio de Santis (@caiodesantis)Editor: Kevin Ciacci (@kevinciacci )Mixagem e Masterização: Caio de Santis (@caiodesantis)Produção: Emilio Garcia (@emilioblablalogia) Caio de Santis (@caiodesantis), Matheus Herédia (@Matheus_Heredia), Prof. Vítor Soares (@profvitorsoares), BláBláLogia Produções (@blablalogia) e Biologia em Meia Hora (@biologiaemmeiahora)Gravado e editado nos estúdios TocaCast, do grupo Tocalivros (@tocalivros)REFERÊNCIAICHES, M.; BERG, T. C.; VERMEUEL, M. P.; MILLET, D. B.; FARMER, D. K. Wildfire smoke directly changes biogenic volatile organic emissions and photosynthesis of ponderosa pines. Geophysical Research Letters, v. 51, e2023GL106667, 2024. https://doi.org/10.1029/2023GL106667
Eduardo Barba nos da algunos consejos a tener en cuenta cuando vayamos a comprar plantas en viveros o jardinerías. Cuestiones sobre el espacio, la luz, la temperatura, la estética y los cuidados,.
Con la llegada oficial del verano, las altas temperaturas, las largas horas de sol y la menor humedad ambiental ponen a prueba la resistencia de plantas y jardines. En la sección Botánica con Óscar Domínguez, ofrecemos una guía práctica para afrontar esta estación sin que el calor pase factura a nuestras zonas verdes.
Crece la tendencia de las kokedamas, una técnica botánica japonesa que consiste en albergar plantas en bolas de musgo y arcilla sin necesidad de macetas. El experto analiza la complejidad estética y ética de esta práctica, advirtiendo sobre el posible impacto ecológico de recolectar musgo silvestre y el estrés que supone para las raíces vivir de forma tan confinada. Asimismo, se cuestiona la viabilidad de estas plantas en climas cálidos y secos como el de Murcia, comparando su cuidado con el arte del bonsái y sugiriendo alternativas más resistentes para el hogar. En última instancia, busca educar al oyente sobre cómo mantener estas piezas de diseño vivo mediante la hidratación adecuada y la protección frente a factores ambientales adversos como el aire acondicionado.
Fayna Brenes es una activa y comprometida etnobotánica canaria, con un destacado conocimiernto de la flora de las islas y de su potencial medicinal, que viene destacando también por su compromiso con la divulgación intergeneracional de nuestros tesoros naturales. Visitará esta semana Crónicas de San Borondón para echar una ojeada a la botica natural con la que contamos en nuestra naturaleza, las plantas y procedimientos que tanto las curanderas, como cualquier hogar canario hasta hace apenas unas décadas, utilizaba para el alivio de ciertas dolencias. Junto a José Gregorio González realizará un viaje por los usos y costumbres tradicionales que aún perduran en algunos rincones de Canarias. Con El Gabinete del Curioseante, de la mano de Ricardo Martín, el programa se interna en los entresijos de la máquina Enigma, utilizada por los nazis en la II Guerra Mundial para codificar sus comunicaciones. Su complejo funcionamiento trajo de cabeza a los aliados durante años, invirtiendo muchos recursos en combatir un instrumento que parece invulnerable. Finalmente, y como tercer gran tema de la noche, el programa recibe a la periodista, escritora y coach, Elisa Ruano, quién presentará en Crónicas de San Borondón su libro El Secreto es Amarte, una obra en la que a través de sus propias vivencias, brinda al lector pautas de vida para la reconciliación personal, la sanación emocional y vidas más plenas y saludables. Ruano describe en su libro parte de su itinerario vital, marcado por la convivencia con un enfermedad crónica, así como el punto de inflexión que tuvo para ella una experiencia cercana a la muerte.
7-day FREE trial of our Intermediate Spanish course, Spanish Uncovered: www.storylearning.com/podcastofferJoin us on Patreon: www.patreon.com/storylearningspanishGlossarydesatarse: to untiecorbata: tie perdido: lost hojas: leaves incrédulo: scepticaljardinero: gardener amante: lover regadas: watered deprimida: depressedFollow us on social media and more: www.linktr.ee/storylearningspanish
Novelda reafirma su rechazo a los proyectos fotovoltaicos La Balsa y La Cascada
Recientes experimentos científicos efectuados en España certifican que las plantas tienen sentidos gracias a los cuales llevan a "ver" y sentir. Además, estos estudios certifican que las plantas se comunican a través de sus raíces. Una vez más, el mundo vegetal se nos presenta como extraordinario.
¿Qué papel han tenido las plantas en la construcción de las religiones, los mitos y las formas de entender el mundo? ¿Por qué árboles, jardines, flores y plantas visionarias aparecen una y otra vez en la historia de lo sagrado? En este capítulo de El Libro Rojo charlo con Aina S. Erice sobre espiritualidad y mundo vegetal a partir de su nueva obra El jardín de los dioses. Recorremos las espiritualidades de cazadores y agricultores, la relación entre plantas y sanación, los mitos de creación, el árbol cósmico y la posibilidad de una felicidad vegetal.
Algunas flores y plantas son muy tóxicas para los gatos. La MVZ Carolina Ordoñez, habla de algunas de las más peligrosas y sus efectos. “Los lirios o azucenas, son tan tóxicos que cualquier parte que consuma, tallo, flor, pollen, incluso lamer el agua en la que está sumergida, pueden provocar necrosis en el riñón muy severa”. Puede que se le pase rápido, pero a las 24 horas puede tener insuficiencia renal. "Apenas veas que comió algo de esto llévalo al veterinario”, dice Ordoñez. Otras como la Nochebuena, la Oreja de elefante, las azaleas, entre otras, pueden ocasionarles daños. Hay páginas donde se pueden consultar cuáles son las más tóxicas. Cada vez es más difícil sostener un hospital de urgencias. "Se combinan factores como faltantes de médicos veterinarios… el gobierno está haciendo ajustes en los salarios, las vacaciones y las horas de trabajo, que está muy bien, pero la cadena de seguimiento de 24 horas, 365 días, es imposible de cubrir”. Explica el MVZ Iker Asteinza. En México, igual que en Estados Unidos, arriba del 55% de las personas no tiene los recursos par cubrir los gastos médicos. Los servicios veterinarios cuestan 10 a 15 veces menos que en Estados Unidos. La medicina veterinaria tiene que subir de precio drásticamente para que el negocio sea rentable. "La calidad la hay", dice Asteinza.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Al margen de lo que cada cual oiga, vea o lea, hay maneras de aprender por nosotros mismos observando las plantas.Da igual si tenemos un jardín arbolado, un pequeñito trozo de tierra en nuestro chalé adosado, unas macetas en la terraza, en un balcón o en el alféizar de la cocina, las plantas que cultivamos son las principales maestras que nos van a enseñar cómo cultivarlas mejor. Eduardo Barba nos explica cómo.
En el Comando Norte, con Nacho Carretero y Aitana Castaño, hemos aprendido a cómo sobrevivir en la ciudad en caso de una pandemia, una catástrofe natural o, por ejemplo, el colapso total de los servicios públicos. Y lo hemos aprendido con Samuel Santamaría, exmilitar y autor de una guía de supervivencia para tal fin. En Miss experiencia, el protagonismo ha recaído en Ofelia, una gijonesa de 85 años, que a estas alturas (nunca es demasiado tarde y casi siempre oportuno) ha decidido convertirse en editora y publicar los libros, ya descatalogados, que más le ha gustado leer. Con Eduardo Barba hemos aprendido a observar a las plantas a través de las fotografías y con Martín Bianchi, nuestro gurú de la crónica social, que nada es para siempre y que hasta el lugar donde se hicieron los más famosos posados del verano de Ana Obregón (su casa de Mallorca) esta en venta por veinticinco millones de euros...
Transformar una organización es una cosa. Hacerlo a gran escala, en múltiples plantas, países y culturas, es otra conversación completamente diferente.En este episodio Ana María Quintanilla recibe a Alberto Piñones, líder con una trayectoria en la industria manufacturera automotriz que incluye Grupo Industrial Saltillo, Hitachi y LEAR, donde fue VP de Operaciones con presencia en América, Europa y Asia, liderando 18 plantas y más de 15,000 empleados. Hoy fundador y presidente del Cluster Automotriz en Coahuila y miembro del Consejo de la Industria Nacional de Autopartes.Una conversación sin filtros sobre lo que realmente se necesita para mover organizaciones enteras:Cómo fue su carrera y lo que la industria le enseñó sobre el cambioCómo se inicia un proceso de transformación a gran escalaQué retos encuentra un líder al llegar a una organización que necesita cambiarQué recomienda a los líderes que quieren transformar su organización hoy
En este episodio Otto y Normando recorren lo último en tecnología aplicada a la vida diaria: desde autos híbridos y cápsulas informativas sobre su funcionamiento hasta Hexa, el robot que mueve tus plantas según sol y lluvia. También hablan de empresas que modifican genéticamente plantas para colores y rasgos personalizados, y de avances en salud como boquillas que analizan el aliento, perros y IA capaces de detectar varios tipos de cáncer. Se presentan dispositivos de asistencia para la movilidad (Hip y Knee Modules de Ascent), un espejo inteligente que evalúa biomarcadores y salud mental sin contacto, y gafas de realidad aumentada (X-Real y rumores sobre Apple) junto a las implicaciones de privacidad que traen.WWW.OTTOTECNOLOGIA.COM
Romanos 5:8“Pero Dios muestra su amor para con nosotros, en que siendo aún pecadores, Cristo murió por nosotros”.Los científicos han sabido desde 1970 que las plantas tienen sentimientos. Investigaciones adicionales están demostrando no sólo más maneras en las que las plantas reaccionan a sus medio- ambientes, sino también como las plantas responden a los cambios.Las plantas reaccionan ante el viento, la lluvia e inclusive al toque humano. Pero como no puede cambiar de lugar en respuesta a su ambiente como los animales o los seres humanos, ellas reaccionan de otras formas. Estas reacciones parecen ser controladas por un gen dentro de la planta que es activado por el viento, la lluvia o la mano humana.¿Cómo son los árboles en una costa azotada por vientos y tormentas? ¿Son rectos y altos? No, a menudo son pequeños y robustos, tal vez incluso doblados para soportar las tormentas. En un área protegida, ese mismo árbol pudo haber crecido recto y alto. Pero el constante estrés del viento y la lluvia causan que el árbol responda de esta manera. Los científicos han encontrado que el toque humano sobre las hojas de las plantas puede tener el mismo efecto que el viento y las lluvias. Durante un período de tres semanas, las plantas que fueron tocadas dos veces al día eran más pequeñas y robustas y hasta la mitad de alto que las plantas que no fueron tocadas. Una lección es que si tiene plantas que se están haciendo altas y flacas, usted debería tomarse el tiempo de acariciar las hojas.No debemos sorprendernos al saber que las plantas responden a sus alrededores – e inclusive a caricias cariñosas. Después de todo, son la creación de Dios que creó a los seres humanos porque quería alguien a quien amar.Oración: Amado Padre celestial, el mensaje a través de Tu Palabra es que Tú deseas amarnos, a pesar de que pecamos y arruinamos Tu creación. Te agradezco que Tu enviaste a Tu Hijo Cristo Jesús quien me salvó de mis pecados, la muerte y el diablo. En Su Nombre. Amén.Ref: Decker, C. “Plants under pressure: the touch that stunts.” Science News. To support this ministry financially, visit: https://www.oneplace.com/donate/1235/29?v=20251111
Miguel de Luis lidera una innovadora investigación que consiste en utilizar las plantas que sobreviven en terrenos con yeso y sufren altas temperatura en Almería y utilizarlas para sembrarlas en Marte.
La biografía de Morante de la Puebla, el tiempo en verano con Jesús Alcoba, la flora calurosa y la Agenda Parente de Alicia Parente.
Miguel del Pino dedica su sección a cómo la flora mediterránea aguanta el calor en las temporadas de verano. ¡No te lo pierdas!
Tomillo, albahaca, cilantro, hierbabuena...Eduardo Barba nos habla de plantas que utilizamos en la cocina para complementar nuestros platos. Por si tuviéramos la tentación de cultivarlas.
Romanos 1:20“Lo invisible de él, su eterno poder y su deidad, se hace claramente visible desde la creación del mundo y se puede discernir por medio de las cosas hechas. Por lo tanto, no tienen excusa…”A través de los siglos las personas han percibido, sea o no que crean en un Creador, que hay una estructura matemáticamente precisa para el universo y todo lo que está en él.Un ejemplo cotidiano de esta precisión se puede encontrar en las plantas. Muchas plantas, incluyendo los olmos, crecen sus hojas y ramas exactamente en la mitad alrededor del tallo la una de la otra. Luego en la serie están plantas como el Fagus, con hojas puestas un tercio del camino alrededor del tallo de las hojas previas. Tercero en la serie están las plantas como el roble, con hojas colocadas a dos quintas partes de la vuelta. El acebo sigue con tres octavos, luego los alerces en cinco-treceavos – y la secuencia continúan.Fíjese en la secuencia numérica de estas fracciones: 1,1,2,3,5,8,13 y así sucesivamente. Cada número es la suma de los dos números que vienen justo antes de él en la secuencia. Este patrón matemático en particular se llama la serie Fibonacci y está reconocida como una serie matemática básica. Esa precisión matemática no llegó por accidente.Esta precisión matemática es sólo el producto del poder e inteligencia, incluso como dice Pablo en Romanos 1: “lo que de Dios se conoce les es manifiesto...Lo invisible de él, su eterno poder y su deidad, se hace claramente visible desde la creación del mundo y se puede discernir por medio de las cosas hechas”. ¡Y aunque no estén volando a la Biblia, esta es la razón por la cual muchos científicos están abandonando la evolución!Oración: Amado Padre, Tú eres más que Creador. Te agradezco que Tú de tal manera amaste al mundo que enviaste a Tu único Hijo para que todo aquel que creyera en Él pueda tener vida eterna. Utiliza la voz de Tu pueblo, empezando conmigo, para que el testimonio de Tu amor hacia el hombre sea completo. En Nombre de Cristo Jesús. Amén.Ref: Murchie, Guy. “The exquisite mathematics of nature…” Science Digest. To support this ministry financially, visit: https://www.oneplace.com/donate/1235/29?v=20251111
¿Por qué la belleza importa? Esta es la pregunta que se hizo un día el filósofo Roger Scruton. En la búsqueda de una respuesta hallaría un sentido, preservando la belleza heredada encontró un propósito ancestral escondido. Jorge Soley, que pudo conocerle en persona en su finca de la campiña inglesa, nos habla de las ideas de un hombre leal, sencillo, valiente, divertido y honesto intelectualmente. Su sistema filosófico no quiso cambiar la realidad del mundo, sino simplemente hacer la vida un poco más agradable.Kapital es posible gracias a sus colaboradores:Página Internacional. Lo mejor de la prensa de todo el mundo.Página Internacional es un nuevo medio digital y papel que publica en español los mejores artículos de las principales revistas y periódicos del mundo. Con una sola suscripción, en Página leerás las piezas esenciales de The Economist, The New York Times, Foreign Affairs, Der Spiegel, Le Monde o The Atlantic. Página nace con el propósito de aportar filtro, acceso y selección, y reunir en un mismo lugar el mejor periodismo global. Como dice Toni Segarra, que estuvo en el podcast y que es socio fundador del proyecto: «Lo sorprendente es que Página Internacional no existiera hace ya tiempo. Lo importante es que exista ahora, en este momento». Puedes formar parte de Página suscribiéndote anualmente, ahora con un descuento de 30 euros si aprovechas el código KAPITAL30. También tienes la opción vitalicia, en la que te prometen una vida entera de buena lectura y sabiduría. ¡Feliz lectura!La Cartera K. Invierte en lo que no cambia.La Cartera K es la evolución lógica de El Proyecto K. Pablo González Vidal y yo abrimos el taller de inversión para que los pequeños ahorradores tomaran el control de sus finanzas. El curso ha sido un éxito (¡nueva edición en julio!) y por eso queremos dar ahora la oportunidad de invertir directamente en una cartera automatizada que siga esos principios K. Lo hacemos de la mano de la plataforma de inversión inbestMe. Con el fin de proteger tu capital en estos tiempos inciertos, la Cartera K sigue una estrategia indexada de bajas comisiones con una diversificación sectorial. Si estás interesado escríbeme a joan@elproyectok.comPatrocina Kapital. Toda la información en este link.Índice:0:32 El mundo de las libertades ancestrales.10:32 La cesta de Chesterton.17:20 Bastos protege y cuida su capital.29:37 Los techos altos de l'Eixample.38:08 El futuro vendrá cargado de dinamita.40:49 Plantas privadas en un espacio público.47:45 ¿Nos pasará como a los granjeros sudafricanos?57:32 Scruton siempre se la jugó.1:11:50 No hay nada que perdonar.1:31:31 Somos simples custodios.1:41:37 La caza del zorro.1:46:19 Artesanos en tiempos de la IA.1:58:54 Recomendaciones literarias.Apuntes:Por qué la belleza importa. Roger Scruton.La belleza. Roger Scruton.Cómo ser conservador. Roger Scruton.Filosofía verde. Roger Scruton.Wagner's Parsifal. Roger Scruton.On hunting. Roger Scruton.Las partículas elementales. Michel Houellebecq.Coderch: absolutamente todo. Enrique García-Máiquez.Gratitud. Oliver Sachs.If. Rudyard Kipling.Dios lo ve. Oscar Tusquets.
Sergio Pérez entrevista al popular actor chino por una película en la que la naturaleza es una protagonista más. Habla además del cine y el streaming.
Después de la comparecencia y rueda de prensa conjunta entre el presidente Pedro Sánchez y el director de la OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, que ha ocupado la primera hora del tiempo de nuestro magazine de Hoy por Hoy, nos hemos metido de lleno en las consultas a nuestro jardinero, Eduardo Barba, quien a lo largo de su sección, "Meterse en un jardín", nos ha hablado de distintas especies y variedades de plantas de interior que se pueden comprar en tamaños grandes en viveros y floristerías, pero que los viveristas cultivan también en esas minimacetas para que la gente se anime a comprar más barato estas plantas. En `15 minutos de fama´, con el periodista Martín Bianchi, hemos hablado de la marcha de Alba Carrillo de TVE; del paso del anonimato al mundo de los influencers de Julls Janeiro, la hija de Jesulín y María José Campanario y de la firma de un nuevo concierto (el decimosegundo) en la Comunidad de Madrid de la cantante colombiana Shakira.
Este es el episodio #161 de "Tradiciones Sabias", el podcast en español de la Fundación Weston A. Price. Algunos de los temas de este episodio -Plantas recomendadas para tu primer huerto en casa -Necesidades básicas de las plantas y sus cuidados -Consejos para mantener y cuidar tu huerto -Remedios naturales para plagas comunes Datos del invitado Tatiana Cavaçana nació y se crió en São Paulo, Brazil. Es graduada de diseño industrial y trabajó durante 14 años en proyectos de teatro. Luego comenzó su vida en el campo de la Pampa brasileña junto a João Rockett, donde crean La Escuela Rama, la cual junto al Instituto de Permacultura de La Pampa son organizaciones pioneras en Latinoamérica en la introducción y difusión de la permacultura y estrategias para el bienestar en el campo. João Rockett creó en 1996 Bionatur, la primera empresa registrada en Latinoamérica para la producción de semillas orgánicas y en el año 2000 crea el Instituto de Permacultura de La Pampa, ubicado en Bagé, Rio Grande do Sul, Brazil, que lidera acciones para la regeneración de grandes áreas agrícolas, bosques y pastizales en Brazil, así como iniciativas con comunidades vulnerables tanto en Brazil como en India y Mozambique, entre otros proyectos de desarrollo socioambiental. El Instituto mantiene procesos agrícolas permanentemente activos, vivienda sostenible, gestión ecológica del agua, generación y uso de energía, y diversos proyectos para la creación de estructuras como asociaciones, cooperativas y nuevas economías. La Escuela Rama desarrolla metodologías educativas y promueve activamente la difusión de herramientas de permacultura, entre otras habilidades fundamentales, para que las personas puedan restablecer conexiones positivas con su entorno y así satisfacer plenamente sus necesidades. Contacto Instagram: ipep y rama.permacultura Facebook: Escola Rama - Instituto de Permacultura da Pampa Preguntas, comentarios, sugerencias - tradicionessabias@gmail.com Recursos en español de la Fundación Weston A. Price Página web WAPF en Español: https://www.westonaprice.org/espanol/ Cuenta de Instagram: westonaprice_espanol Guía alimentación altamente nutritiva, saludable y placentera: 11 principios dietéticos Paquete de Materiales GRATIS: https://secure.westonaprice.org/CVWEBTEST_WESTON/cgi-bin/memberdll.dll/openpage?wrp=customer_new_infopak_es.htm Folleto "La Leche Real", de Sally Fallon: https://www.westonaprice.org/wp-content/uploads/La-leche-real.pdf Música de Pixabay - Sound Gallery y SOFRA
Hace un tiempo Víctor me regaló su primer libro. Yo ya conocía el rapé y me había parecido una medicina interesante. Tiempo después una amiga me contó lo poderoso que estaba siendo el rapé en su proceso de despertar espiritual, aclarando su niebla mental, ayudándola a convertir ese reto en una hoja en blanco para la nueva vida que estaba creando. Fue entonces cuando pensé en invitarlo. Aquí los dejo con un experto en el tema, un hombre que le ha dado vuelta a su historia para convertirla en faro para otros.
Lutz veste Insider
Amnistía Internacional señala la xenofobia y la resistencia al matrimonio igualitario en Chequia | El colombiano que investiga el pasado de las plantas en Praga
Para Jacqueline Flores (Pueblo Indígena Asháninka, Perú) ser doctora de plantas es practicar una ciencia ancestral basada en la experiencia directa: hay que tomarlas, ingerirlas, dejar que entren y actúen dentro del cuerpo. Es un conocimiento que se revela a través de la dieta y los sueños, donde las plantas mismas se convierten en guías. Como médica tradicional del pueblo Asháninka—uno de los pueblos amazónicos con mayor sabiduría sobre el uso curativo de las plantas—Jacqueline defiende una forma de sanar que exige tiempo, conexión y entrega. Cuestiona que en las ciudades se haya roto ese vínculo profundo con la naturaleza, y que las personas prefieran remedios químicos y rápidos que solo alivian, pero no curan. Sanar, dice, es un proceso lento que requiere volver a escuchar al mundo más que humano.
Alertan por vientos fuertes y posibles tornadosCDMX destina casi 50 mil mdp al mantenimiento del MetroTrump ve cerca el fin de la guerra con IránMás información en nuestro Podcast#grc
La vida de Alonso del Río parecía estar destinada al derecho y la academia, pero un viaje a la selva amazónica peruana lo cambió por completo. Allí se formó como curandero tradicional y aprendió sobre las plantas que los sabios de la selva llaman maestras. En este episodio hablamos con él sobre su historia y cómo ese camino de las tradiciones ancestrales lo inspiró para componer música medicina, un género artístico que invita a abrir la conciencia y sanar el corazón.
Send us Fan MailEn este poderoso y revelador episodio, el anfitrión Willie Rodriguez conversa con el Dr. Robert Cubria de Tecnafert para abordar una de las crisis más urgentes—y menos discutidas—de la agricultura moderna: la degradación del suelo y las consecuencias ocultas del uso convencional de fertilizantes.Con más de 17 años de investigación provenientes de un innovador proyecto universitario en España, el Dr. Cubria explica cómo el uso excesivo de fertilizantes químicos desde principios del siglo XX ha provocado suelos empobrecidos, contaminación de fuentes de agua e incluso posibles vínculos con problemas de salud humana como enfermedades renales. Pero esta conversación no se queda en el problema—se enfoca en soluciones reales.El Dr. Cubria profundiza en la ciencia de la nutrición vegetal, revelando por qué los fertilizantes tradicionales son ineficientes (con menos del 7% de absorción en muchos casos) y cómo la tecnología revolucionaria de Tecnafert está cambiando las reglas del juego. Mediante la ingeniería de moléculas a escala nanométrica y el uso de enlaces avanzados, su equipo ha logrado más del 95% de bioasimilación y una metabolización completa—utilizando hasta un 90% menos producto.En este episodio descubrirás:La verdadera razón por la cual los fertilizantes fallan en distintos suelos y climasCómo el tamaño molecular y la biología de la planta (como los plasmodesmos) limitan la absorción de nutrientesLa evolución de fertilizantes químicos a compuestos quelatados—y más alláUna molécula “inteligente” que responde a señales de la planta para liberar nutrientes en el momento adecuadoPor qué el sistema agrícola actual prioriza las ventas sobre las solucionesEl papel de la inteligencia artificial y la agricultura de precisión en el futuroLos desafíos del suelo en el sur de Florida y recomendaciones prácticas para productores en zonas como HomesteadCómo alianzas en Estados Unidos están trabajando para regenerar suelos y apoyar a los productores con datos en tiempo realLa importancia de la educación, el cambio generacional y el acceso a mejores herramientasEl Dr. Cubria también cuestiona las ideas tradicionales sobre la agricultura “orgánica”, proponiendo en su lugar un modelo de agricultura saludable, eficiente y escalable que garantice tanto la rentabilidad como la seguridad alimentaria global—especialmente ante una población que alcanzará los 10 mil millones de personas para el año 2050.Conclusión clave: Es momento de replantear cómo nutrimos a las plantas y enfocarnos en la precisión, la eficiencia y la sostenibilidad a largo plazo.¿Tienes un reto en tu operación? Contáctanos—este episodio es solo el comienzo de una conversación mucho más grande.Escúchalo ahora y sé parte del movimiento.Contacto:bio@tecnafert.comSupport the show