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Poucas pessoas conseguem dominar o próprio ego. E talvez seja justamente isso que esteja roubando a paz de muita gente...Quando aprendemos a abrir mão da necessidade de provar, competir e impressionar, a vida fica mais leve.1. Não se sentir ofendido;2. Libertar-se da necessidade de ganhar;3. Libertar-se da necessidade de ter razão;4. Libertar-se da necessidade de ser superior;5. Libertar-se da necessidade de ter cada vez mais;6. Libertar-se da necessidade de identificar-se com os seus êxitos;7. Libertar-se da necessidade de ter fama.Qual desses 7 pontos foi o mais difícil para você?
Poucas pessoas conseguem dominar o próprio ego. E talvez seja justamente isso que esteja roubando a paz de muita gente...Quando aprendemos a abrir mão da necessidade de provar, competir e impressionar, a vida fica mais leve.1. Não se sentir ofendido;2. Libertar-se da necessidade de ganhar;3. Libertar-se da necessidade de ter razão;4. Libertar-se da necessidade de ser superior;5. Libertar-se da necessidade de ter cada vez mais;6. Libertar-se da necessidade de identificar-se com os seus êxitos;7. Libertar-se da necessidade de ter fama.Qual desses 7 pontos foi o mais difícil para você?
Nascido nos vagões do metrô nova-iorquino e durante décadas associado à ilegalidade, o grafite ocupa hoje museus, galerias e grandes exposições internacionais sem abandonar o debate sobre suas origens. Em cartaz até 23 de agosto na Grande Halle de La Villette, em Paris, Beyond the Streets reúne mais de cem artistas e cinco décadas de produção para mostrar como uma prática marginal transformou a arte contemporânea, influenciou a música, a moda, o design e a cultura visual em escala global. Márcia Bechara, da RFI em Paris De um lado, vagões de metrô cobertos por assinaturas feitas às pressas durante a madrugada. De outro, instalações monumentais, obras preservadas em coleções e artistas expostos em instituições culturais de prestígio. Poucas formas de expressão percorreram um caminho tão improvável quanto o grafite. É justamente essa transformação que a exposição Beyond the Streets propõe investigar na Grande Halle de La Villette, onde mais de cem artistas ocupam 3.600 metros quadrados com obras, fotografias, documentos raros, esculturas e ambientes imersivos dedicados à história das culturas urbanas. Apresentada anteriormente em Los Angeles, Nova York, Londres e Xangai, a mostra chega pela primeira vez à capital francesa sob a curadoria de Roger Gastman, um dos principais historiadores do grafite nos Estados Unidos. A edição parisiense foi concebida como uma homenagem à relação singular da cidade com a arte urbana, sem perder de vista a ambição de traçar uma narrativa internacional desse movimento que atravessou fronteiras e influenciou diferentes campos da produção cultural. Para Gastman, Paris nunca foi apenas mais uma parada na circulação internacional da exposição.“Queríamos vir para Paris desde a primeira edição da mostra, em Los Angeles. É uma cidade central para a história da arte urbana e para a história da arte na Europa de forma geral.” Leia tambémStreet art conquista museus e galerias pelo mundo, mas ainda é alvo de "políticas de apagamento" O curador afirma que a presença da mostra na França faz parte de um projeto antigo. Segundo ele, apenas faltavam o local e as condições adequadas para concretizar a edição parisiense. “Paris não é uma reflexão posterior. Paris é uma cidade importante e continua sendo uma cidade importante. Estamos felizes em vir para cá e contar muitas histórias de Paris misturadas às histórias globais que Beyond the Streets se tornou conhecida por apresentar.” A exposição procura demonstrar que a história da intervenção urbana na França antecede em muito o surgimento do grafite contemporâneo associado aos metrôs de Nova York. Ao comentar a cena francesa, Gastman recorda o trabalho do fotógrafo Brassaï, que documentou inscrições anônimas encontradas nos muros de Paris entre as décadas de 1930 e 1940. As imagens realizadas pelo artista franco-húngaro deram origem, em 1956, a uma exposição no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), frequentemente apontada como uma das primeiras iniciativas institucionais a olhar para o grafite como objeto de interesse artístico. “A cena francesa do grafite e da arte urbana é muito ativa, e sempre foi", afirma. Para ele, a própria paisagem subterrânea da cidade ajuda a compreender essa continuidade histórica. “As catacumbas têm uma história extremamente rica de inscrições nas paredes. São um marco da cidade e uma espécie de cápsula do tempo dos artistas em geral, não apenas do grafite e da arte urbana. Dos cartazes dos protestos ao grafite tradicional, tudo isso está aqui. Em Paris, não é preciso procurar muito. Essas histórias estão aqui e continuam aqui para ser celebradas", reflete. A edição da exposição apresentada em La Villette incorpora esse contexto local. Além de destacar artistas franceses contemporâneos, o percurso estabelece conexões entre a tradição urbana parisiense, a cultura hip-hop e os desdobramentos internacionais do grafite ao longo dos últimos 50 anos. Leia tambémArte urbana brasileira leva cores e raízes ao festival Latinograff em Toulouse Vandalismo? Apesar da crescente presença do grafite em museus e galerias, a discussão sobre a natureza dessa prática continua aberta. A tensão entre reconhecimento institucional e transgressão permanece no centro do debate. Gastman não procura suavizar essa contradição. Ao contrário de parte do discurso que busca separar o grafite de suas origens, o curador insiste que a dimensão ilegal constitui um elemento fundamental da cultura que a exposição aborda. “O grafite, em sua definição verdadeira, sempre será ilegal e sempre irritará algumas pessoas. O grafite, em sua essência, é vandalismo. E o que mostramos em Beyond the Streets certamente celebra o vandalismo.” A afirmação pode soar provocadora em uma grande instituição cultural, mas ajuda a entender a lógica da mostra. Em vez de reproduzir a experiência da rua dentro do museu, o projeto procura evidenciar os caminhos percorridos por artistas que partiram da ocupação ilegal do espaço urbano e desenvolveram trajetórias reconhecidas no circuito artístico. “A primeira palavra do título é ‘beyond'. Estamos mostrando como muitos desses artistas pegaram a energia e o aprendizado adquiridos nas ruas para se tornarem grandes artistas.” Segundo ele, a pergunta sobre a legitimidade do grafite continua sendo formulada, mas a própria evolução do movimento oferece uma resposta. “As pessoas ainda perguntam por que isso está em um museu. O tempo continua respondendo a essa pergunta. E o tempo está mostrando que isso funciona e que isso é real.” Mais do que uma exposição sobre grafite A ambição de Beyond the Streets é mais ampla do que a de apresentar obras em paredes. O percurso procura reconstruir um ecossistema cultural que engloba música, fotografia, design, moda, skate, ativismo político e cultura hip-hop. Entre os participantes estão pioneiros do grafite nova-iorquino, nomes decisivos para a documentação do movimento e artistas que posteriormente alcançaram projeção internacional. O conjunto reúne figuras como TAKI 183, FUTURA 2000, Lady Pink, Crash, Zephyr, Martha Cooper, Henry Chalfant, Keith Haring, JR, Invader, JonOne, Shepard Fairey, André Saraiva, Vhils e Damien Hirst. A mostra também incorpora personagens ligados a outros territórios da cultura urbana, caso dos Beastie Boys, Fab 5 Freddy, Maripol e Jean-Charles de Castelbajac, reforçando a ideia de que o grafite exerceu influência muito além dos muros das cidades. Ao destacar alguns dos núcleos da edição parisiense, Gastman menciona uma grande instalação dedicada aos Beastie Boys, construída a partir de letras manuscritas e instrumentos da banda, uma intervenção de grande formato assinada por Shepard Fairey, uma loja de discos integrada ao percurso, ambientes imersivos, um panorama da cultura hip-hop francesa e obras criadas especialmente para a etapa parisiense. “É uma exposição diferente de qualquer coisa que as pessoas já experimentaram.” Mas é a reação do público que mais chama a atenção do curador. “Uma das minhas coisas favoritas é o público que está vindo à exposição. É um público muito diverso. Muitas famílias, muitas gerações diferentes.” Segundo ele, a recepção demonstra que o grafite deixou de interessar apenas aos iniciados. “As pessoas não saem daqui me dizendo: obrigado, foi uma grande exposição de grafite. Elas dizem: obrigado, foi uma fantástica exposição sobre cultura”, sublinha Gastman. Grafite, pichação e street art brasileira Questionado sobre a cena brasileira, Gastman aponta que o Brasil desenvolveu uma linguagem própria dentro da história global do grafite, distante de simples reproduções dos modelos surgidos nos Estados Unidos ou na Europa. “A história da streetart no Brasil é diferente de qualquer cidade ou país que eu já tenha explorado ou estudado. É um estilo completamente original”, diz o curador. A análise inclui tanto o universo da pixação quanto a produção muralista que ajudou a projetar internacionalmente artistas brasileiros nas últimas décadas. E embora reconheça a crescente notoriedade internacional dessa produção, o curador avalia que boa parte dessa história ainda carece de documentação adequada. “Ela ainda é muito nova, muito pouco documentada. É uma história extremamente rica e importante, que espero continuar vendo ser contada.” Fã de longa data d'Os Gêmeos, com quem colaborou em projetos anteriores, Gastman revela que a participação de artistas brasileiros chegou a ser considerada para a edição parisiense. A ideia acabou esbarrando em limitações práticas. Segundo ele, a montagem da mostra foi realizada em apenas três meses e meio, prazo considerado excepcionalmente curto para um projeto da dimensão de Beyond the Streets. E as dificuldades logísticas para o transporte internacional de obras influenciaram a decisão. “Analisamos incluir alguns artistas brasileiros, mas o cronograma não funcionou. E a questão do transporte tornava isso pouco realista.” Apesar disso, ele afirma que uma futura edição da mostra em território brasileiro não está descartada. “Nós conversamos sobre isso. Já estudamos essa possibilidade.” Por enquanto, a etapa parisiense oferece até o dia 23 de agosto um retrato abrangente de uma cultura que nasceu à margem das instituições e hoje ocupa uma posição central no imaginário visual contemporâneo, procurando mostrar como essa linguagem alterou a maneira de olhar para a cidade e, aos poucos, redefiniu o próprio conceito de arte pública.
Poucas bandas brasileiras conseguiram construir uma identidade tão original quanto o Pato Fu. Misturando rock, pop, música eletrônica e experimentação com absoluta naturalidade, o grupo atravessou gerações sem perder a capacidade de surpreender. Muito dessa história passa pelo talento de Fernanda Kakai e de John Ulhoa. Esta semana eles estão no Vozes celebrando os 30 anos do disco "Gol de Quem?", um trabalho que ajudou a consolidar o Pato Fu como um dos nomes mais criativos da música brasileira, e falando sobre carreia, inteligência artificial, mercado da música, direito autoral e “otras cositas más”.
Todo mundo fala sobre abrir um negócio. Poucas pessoas falam sobre o que acontece antes da inauguração.No episódio #308 do Foodness Talks, Renata Vanzetto (@renatavanzetto) fala sobre o que sustenta um conceito forte de verdade: não é só criatividade, é criatividade com inteligência de negócio por trás. Em um mercado cada vez mais competitivo, criar um diferencial deixou de ser uma vantagem para se tornar uma necessidade.A conversa passa por como desenvolver um conceito que nasce da necessidade real do negócio e não apenas de uma vontade de criar, por como pesquisa, repertório e entendimento de mercado alimentam o processo criativo. Conta também como cardápio, identidade e experiência precisam funcionar como um sistema integrado e coerente e como manter a originalidade e a consistência quando se opera múltiplas casas ao mesmo tempo.Porque um conceito forte não nasce por acaso. É resultado de visão, método e muita clareza sobre o que torna aquele negócio único.Esse episódio é um oferecimento de @searafoodsolutions, @goomer_br e @rispostabr
Poucas habilidades humanas são tão importantes quanto a capacidade de manter a calma. Ainda assim, vivemos em um mundo marcado pela ansiedade, pela indignação e pela sensação de que tudo precisa ser resolvido imediatamente.Quando perdemos a calma, respondemos antes de compreender, confundimos urgência com importância e tratamos possibilidades como se fossem destinos inevitáveis. Mas será que a calma é apenas um traço de personalidade ou pode ser aprendida, exercitada e aperfeiçoada?Neste episódio da Travessia da Escuta, conversamos sobre a calma como uma competência socioemocional. Não como passividade, silêncio ou indiferença, mas como a capacidade de continuar em movimento sem ser arrastado pelo medo, pela raiva ou pela urgência.Falamos sobre a indignação como uma das marcas do nosso tempo, sobre a ansiedade que ocupa o futuro com cenários ameaçadores e sobre os ambientes que dificultam nossa autorregulação. Afinal, seria injusto transformar a calma em uma obrigação individual quando tantas relações e espaços mantêm o corpo em permanente estado de alerta.Também exploramos algumas fontes que podem nos ajudar a recuperar o contato com o presente: visão, som, espaço, tempo, toque e esperança. Pequenos elementos capazes de criar um intervalo entre o que sentimos e aquilo que fazemos.A esperança aparece aqui não como um otimismo ingênuo ou a promessa de que tudo dará certo, mas como a possibilidade de devolver a incerteza àquilo que ainda não aconteceu. Se a mente consegue produzir imagens de medo, ela também pode construir paisagens internas que nos ajudem a atravessar momentos difíceis.Talvez a calma não seja permanecer imóvel diante da vida. Talvez seja seguir adiante com direção e ritmo, como quem percorre de bicicleta uma estrada à beira-mar: atento ao caminho, aberto à paisagem e sem precisar correr como se tudo dependesse dos próximos segundos.Você está na Travessia da Escuta. Por aqui, compartilhamos a experiência humana no mundo do trabalho. Nossa travessia continua.Créditos deste episódio:Apresentação: Ale Gonzaga | @alegonzaga.ieProdução: Canal Conexão IE | @conexaoieEdição de áudio: Aline StreckCapítulos:00:00 — Por que precisamos falar sobre calma01:09 — Apresentação01:35 — A indignação como marca do nosso tempo04:36 — Calma não é ausência de ação06:01 — Os ambientes também afetam nossa calma06:51 — Cinco fontes de calma: visão, som, espaço, tempo e toque08:31 — A esperança não é um otimismo ingênuo10:05 — Reconhecer as travessias que já vivemos11:11 — Imaginação ativa e criação de paisagens interiores13:00 — Continuar avançando sem precisar correr14:24 — Calma, autocompaixão e o próximo episódio
Poucas horas antes do crime, Thales Machado publicou um vídeo dos filhos, Miguel, de 12 anos, e Benício, de 8, dizendo que os amava. Naquela mesma noite, após descobrir que a ex-mulher estava seguindo a vida depois da separação, ele colocou em prática um plano premeditado para atingi-la da forma mais cruel possível: usando os próprios filhos.Sugira casos: casosreaispodcast.com.brApoie e receba episódios antes: apoia.se/casosreaisSiga: @casosreaisoficial | @erikamirandasRoteiro: Lucas AndriesEdição: Publi.tv - Produtora de vídeos
Poucas cadeias do agro cresceram tanto em Mato Grosso nos últimos anos quanto a do etanol de milho. E junto com ela surgiu um desafio que, há duas décadas, pouca gente conseguia enxergar: quem produziria toda a biomassa necessária para abastecer essa nova indústria? Foi essa mudança de cenário que transformou as florestas plantadas em um dos investimentos mais estratégicos do agro mato-grossense. Mas os mercados não nascem prontos. Alguém precisa acreditar neles primeiro. A Girassol Agrícola foi uma das empresas que fez isso. Muito antes de a biomassa tornar-se um insumo estratégico para a indústria do etanol de milho, o grupo apostou nas florestas plantadas. Enfrentou um mercado ainda incipiente, aperfeiçoou o modelo de produção, superou desafios logísticos e seguiu investindo enquanto a atividade ainda buscava seu espaço. Quase vinte anos depois, aquela decisão deixou de ser uma aposta. Tornou-se um dos principais negócios da empresa. Hoje, a Girassol lidera a maior operação de florestas plantadas de Mato Grosso, com mais de 10.500 hectares cultivados, milhões de Reais investidos e uma atividade que já responde por fatia importante do faturamento do grupo. E a história continua. A empresa segue ampliando sua base florestal e investindo para acompanhar uma demanda que cresce junto com a agroindustrialização do Estado. Essa transformação é o eixo do bate-papo com Gilmar Meneghini, CEO da Girassol Agrícola. Filho de agricultores catarinenses e executivo com sólida experiência em gestão, ele chegou à empresa há dois anos para liderar uma operação que é referência no setor. Quanto custa produzir uma floresta? Onde estão os riscos? Ainda vale a pena investir? E por que um negócio que exige visão de longo prazo continua atraindo cada vez mais capital? Perguntas de uma conversa que não fala apenas sobre florestas, mas, acima de tudo, sobre estratégia. Sobre decisões tomadas antes da maioria. E sobre como visão, planejamento e persistência podem transformar uma aposta em um dos negócios mais promissores do agro brasileiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Aqui, somos uma família.”Poucas frases parecem tão acolhedoras no ambiente de trabalho. Talvez por isso ela precise ser olhada com mais cuidado.
Quando uma criança diz que quer ser médica, as pessoas aplaudem. Quando diz que quer ser engenheira, também. Se sonha em ser advogada, recebe incentivo.Mas repare numa coisa: quase ninguém cresce sonhando em ser vendedor.A maioria chega às vendas por acaso. Porque precisava pagar uma conta, buscava uma oportunidade ou precisava recomeçar a vida.E é aí que acontece uma das coisas mais bonitas.A profissão que quase ninguém escolhe acaba escolhendo algumas pessoas. E, quando escolhe, transforma.O vendedor aprende a ouvir sem interromper. Aprende a lidar com a rejeição sem perder a educação. Aprende a controlar as emoções quando a vontade era explodir. Aprende a seguir em frente depois de dias difíceis. Aprende a conversar com ricos e pobres, tímidos e extrovertidos, inseguros e arrogantes.Poucas profissões apresentam tantos retratos diferentes da natureza humana.Depois de alguns anos, acontece algo curioso. A pessoa entrou nas vendas para ganhar dinheiro, mas já não é a mesma que entrou. Porque as vendas ensinaram coragem, comunicação, maturidade, inteligência emocional e, acima de tudo, ensinaram a enxergar pessoas.Tem gente que encontrou uma profissão. E tem gente que encontrou uma versão de si mesma que jamais conheceria em outro lugar.Por isso, acredito que algumas pessoas trabalham com vendas. Outras são construídas por elas.Talvez seja esse o motivo de tantos vendedores terem tanto orgulho da profissão. Porque ela não mudou apenas a conta bancária. Mudou a pessoa que todos os dias olha para o espelho.Se você conhece alguém que vive de vendas, compartilhe esta mensagem. Talvez ela descreva uma história que essa pessoa nunca conseguiu colocar em palavras.Autora: Carol Iasmin
Quando uma criança diz que quer ser médica, as pessoas aplaudem. Quando diz que quer ser engenheira, também. Se sonha em ser advogada, recebe incentivo.Mas repare numa coisa: quase ninguém cresce sonhando em ser vendedor.A maioria chega às vendas por acaso. Porque precisava pagar uma conta, buscava uma oportunidade ou precisava recomeçar a vida.E é aí que acontece uma das coisas mais bonitas.A profissão que quase ninguém escolhe acaba escolhendo algumas pessoas. E, quando escolhe, transforma.O vendedor aprende a ouvir sem interromper. Aprende a lidar com a rejeição sem perder a educação. Aprende a controlar as emoções quando a vontade era explodir. Aprende a seguir em frente depois de dias difíceis. Aprende a conversar com ricos e pobres, tímidos e extrovertidos, inseguros e arrogantes.Poucas profissões apresentam tantos retratos diferentes da natureza humana.Depois de alguns anos, acontece algo curioso. A pessoa entrou nas vendas para ganhar dinheiro, mas já não é a mesma que entrou. Porque as vendas ensinaram coragem, comunicação, maturidade, inteligência emocional e, acima de tudo, ensinaram a enxergar pessoas.Tem gente que encontrou uma profissão. E tem gente que encontrou uma versão de si mesma que jamais conheceria em outro lugar.Por isso, acredito que algumas pessoas trabalham com vendas. Outras são construídas por elas.Talvez seja esse o motivo de tantos vendedores terem tanto orgulho da profissão. Porque ela não mudou apenas a conta bancária. Mudou a pessoa que todos os dias olha para o espelho.Se você conhece alguém que vive de vendas, compartilhe esta mensagem. Talvez ela descreva uma história que essa pessoa nunca conseguiu colocar em palavras.Autora: Carol Iasmin
O que faz uma empresa permanecer relevante por mais de 35 anos, atravessando mudanças de comportamento, crises econômicas, transformações tecnológicas e diferentes gerações de consumidores? Neste episódio do Café Empreendedor, recebemos Juliana Medeiros, empresária à frente do Circulu's Lanches, para uma conversa sobre empreendedorismo, legado, gestão e construção de marca. Fundado em 1991, em um trailer ao lado da UCPEL, o Circulu's se transformou em muito mais do que uma lancheria. Tornou-se um ponto de encontro, uma referência gastronômica e uma marca que faz parte da memória afetiva de milhares de pelotenses. Em 2026, ao completar 35 anos de história, recebeu um reconhecimento que poucas empresas alcançam: foi declarado Patrimônio Histórico, Cultural e Imaterial do Município de Pelotas. Mas por trás desse reconhecimento existe uma trajetória empreendedora construída diariamente. Falamos sobre sucessão, adaptação ao mercado, relacionamento com clientes, manutenção da relevância da marca e os desafios de conduzir um negócio que se tornou parte da identidade de uma cidade. Este episódio é uma aula sobre longevidade empresarial. Poucas empresas chegam aos 35 anos. E menos ainda conseguem continuar crescendo, inovando e mantendo uma conexão genuína com seus clientes.
Relatório de agosto já pode trazer evidências mais claras sobre como será o desenvolvimento da nova safra americana e pode trazer mais mudanças. Atenção ao clima no Brasil e aos efeitos do El Niño.
Ouça o que movimentou o mercado nesta sexta-feira.
Olá ouvintes, chegamos a mais um episódio com o giro de noticias.
Defesa Civil - Boletim Previsao do Tempo para 1906
Poucas imagens são tão enternecedoras do que ver duas pessoas muito velhas de mão dada. Apaixonados no fim da vida. Apaixonados como se estivessem no princípio ou fossem eternosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Poucas obras na história da música conseguem unir natureza, espiritualidade e inovação como a Quinta Sinfonia de Jean Sibelius. Composta entre 1914 e 1919, em meio às turbulências da Primeira Guerra Mundial e ao aniversário de 50 anos do compositor, esta sinfonia tornou-se um marco da música finlandesa e mundial.O ponto culminante está nos seis acordes finais: monumentais, separados por silêncios que parecem suspender o tempo. Não são apenas notas — são golpes de eternidade, ecos de paisagens nórdicas, respirações cósmicas que deixam o ouvinte em estado de contemplação. Sibelius descreveu sua inspiração como se “Deus lançasse mosaicos do céu” e ele tivesse que descobrir o padrão.A sinfonia nasce da visão de cisnes voando sobre os lagos de Ainola, sua casa. O tema das trompas, majestoso e expansivo, traduz esse voo em música. É a natureza transformada em som, um hino à vida e à liberdade.Ao mesmo tempo, a obra dialoga com o restante do ciclo sinfônico de Sibelius: contrasta com a sombria Quarta, antecipa a clareza da Sexta e a síntese da Sétima. A Quinta é, portanto, um portal — uma ponte entre o desespero e a transcendência, entre o humano e o eternoApresentado por Aarão Barreto e Aroldo Glomb (cada semana um é o "pai da criança") Apoie o Conversa de Câmara. Seja nosso padrinho: https://apoia.se/conversadecamara RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg, Rafael Hassan, Danilo Coelho, Rochester Rodrigues Gama e Valder Cavalcante Magalhães Jr.
O país tem apenas 9,8% de crianças, mas obriga-as a 38 horas de escola. Entre salários baixos e precariedade, os miúdos vivem "presos" enquanto os pais trabalham.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você não gosta de tanto remake e remaster? Quer a volta das revistas e da mídia física? Tempo bom era quando o jogo vinha pronto e você sente falta de assoprar cartucho? Na tua época Nintendo era melhor que Sega? Então tá bom vovô, senta lá e fica quietinho, porque você (e eu) nos tornamos obsoletos! Poucas indústrias se reinventam com tanta rapidez e consistência quanto a indústria dos games. Nesse episódio faço um breve apanhado de onde viemos e pra onde estamos indo como indústria. Então pega a bengala, coloca a dentadura no copo d'agua e chama seu netinho pra dar o play pra você.
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 31/05.
Poucas coisas desmotivam mais um empreendedor do que ser descredibilizado pela própria pessoa que deveria apoiá-lo.Neste episódio, você vai entender como críticas, ironias e desqualificações públicas dentro do relacionamento podem destruir autoestima, negócios e até o próprio casamento e como resolver isso com maturidade, respeito e alinhamento.Você precisa de ajuda na gestão e operacão do seu negócio?Preencha o formulário abaixo que faremos contato:forms.gle/wbPgYifJogRG1ncX7#Relacionamento #Empreendedorismo #Casamento #Mentalidade #DesenvolvimentoPessoal
O encontro entre João Lourenço e Adalberto Costa Júnior sobre o Pacto para a Estabilidade e Reconciliação Nacional proposto pela UNITA saldou-se com uma apreciação negativa do Presidente a esta proposta. No entanto, Agostinho Sikato, director do Centro de Debate e Estudos Académicos, considera que se trata de um "não" que abre a possibilidade a um diálogo interpartidário em Angola. Em Angola, o Presidente João Lourenço recebeu na terça-feira o líder da oposição, Adalberto Costa Júnior, de forma a analisarem em conjunto o Pacto para a Estabilidade e Reconciliação Nacional proposto pela UNITA. Poucas horas após o fim do encontro, a Presidência anunciou em comunicado que este pacto não faz sentido, já que não existem razões “objectivas, políticas ou institucionais” em Angola que justifiquem um acordo político desta amplitude. Em entrevista à RFI, o director do Centro de Debate e Estudos Académicos, Agostinho Sikato, analisou este encontro e considera que este "não" de João Lourenço abre as portas a um diálogo entre a UNITA e o MPLA em Angola. "Creio que é um não que abre a possibilidade para o debate, porque se fosse um não definitivo, creio que o Presidente João Lourenço nem sequer recebia em audiência o líder da oposição para ouvir e discutir. Acredito que o Presidente João Lourenço precisava informar o líder da oposição da sua posição, qual era a sua opinião em relação àquele pacto. Mas mesmo no próprio comunicado, nota-se que ele também reconhece a legitimidade da UNITA, tanto em poder continuar, no caso, utilizando outros mecanismos, no caso a Assembleia Nacional. Acredito que fora do próprio Pacto, abre-se também aqui um espaço para um diálogo permanente. O que faltava em Angola era essencialmente isto, porque existem muitos pontos fracturantes, desde a própria Constituição a outros temas importantes da vida do país que criava uma espécie de tensão. A discussão aberta acredito que pode frear um pouco. Acredito que foi neste sentimento de aproximação das partes que o presidente João Lourenço recebeu o líder da UNITA", explicou o analista político. Adalberto Costa Júnior já afirmou entretanto que levará este acordo à Assembleia Nacional, defendendo um amplo acordo em Angola sobre uma nova Constituição, mas também uma amnistia para quem cometeu crimes de corrupção mediante o pagamento de um parte do que teria sido roubado ao Estado. Uma medida que divide também a sociedade angolana. "A sociedade angolana está bastante dividida em relação a esta lei da amnistia económica. Há aqueles os adeptos de que todos aqueles que cometeram deveriam pagar, deviam restituir ao Estado aquilo que se apropriaram e deveriam pagar pelos seus actos. Há uma ou outra corrente à qual se associa, o maior partido político na oposição que defende que deve haver uma amnistia, claro. Houve uma discussão muito ampla sobre sobre este tema desde que João Lourenço chegou ao poder. Grande parte da franja da sociedade entende que a segunda opção seria melhor. Seria melhor no sentido de que também a amnistia permitiria uma espécie de reconciliação entre as partes. É uma espécie de um alerta de que atenção! Houve sim, amnistia para estes, estamos a começar a organizar o processo e de agora em diante, quem mais cometer, então vai pagar pelos seus actos. Portanto, é essencial porque a estrutura económica de Angola assenta essencialmente aqueles a quem se acusa de terem desviado o erário. E a perseguição a estes indivíduos para que restituam esses dinheiros do erário está a ser bastante inglória, porque não se consegue restituir fundamentalmente o dinheiro que já não está em Angola", concluiu Agostinho Sikato.
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Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 11/05.
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 07/05.
Boletim Defesa Civil 25/04
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 24/04
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 19/04.
Ela foi uma criança cheia de energia. Incentivada pelos pais, passava o tempo nadando, pedalando pelas ruas do bairro ou aproveitando os fins de semana na praia. A natação veio primeiro. Ainda adolescente, treinava com a equipe do Ademir Paulino, convivendo com atletas do triathlon e competindo em provas de águas abertas. Aos 15 anos, recebeu um convite para integrar a equipe do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa. Mudou de escola para conseguir treinar e mergulhou por dois anos em uma rotina intensa na piscina. Evoluiu, mas não se identificou com o ambiente competitivo. Ao terminar o ensino médio, decidiu encerrar esse ciclo e focar nos estudos. Ingressou na engenharia química pela USP de Lorena, onde encontrou um novo cenário para o esporte. Cercada por montanhas e estradas tranquilas, passou a viver uma rotina intensa ao ar livre, pedalando, explorando trilhas e descobrindo o mountain bike. Frequentou as montanhas da Serra da Mantiqueira, subiu o Pico dos Marins, percorreu a Serra Fina e, em 2018, começou a competir nas provas de triathlon e mountain bike do XTerra, além de provas como o Big Biker, o GP Ravelli, entre outras. Em 2019, voltou para São Paulo para estagiar e concluir a faculdade. Foi um período exigente, com o esporte mais irregular. Durante a pandemia, finalizou a graduação e foi efetivada no trabalho. Entre 2020 e 2022, conciliou a carreira com os treinos. Venceu duas etapas do XTerra e disputou o mundial de XTerra, na Itália. A experiência despertou a vontade de novos desafios e, no início de 2023, fez seu primeiro Ironman 70.3. A prova mudou o rumo da sua trajetória. Procurou um treinador, evoluiu rapidamente e ganhou confiança para seguir no esporte com mais foco. Em 2024, veio um convite especial: ser guia da paratriatleta Letícia Freitas na caminhada até os Jogos Paralímpicos de Paris. Mesmo trabalhando em tempo integral, montaram um plano e conquistaram a vaga na última seletiva, em Montreal. Em Paris, viveram uma experiência marcante, dividindo treinos e a responsabilidade de competir juntas. Poucas semanas depois, ela voltou a competir e terminou o Ironman 70.3 São Paulo como segunda colocada geral entre as amadoras. Em 2025, os resultados se consolidaram. Venceu uma etapa do Troféu Brasil e foi, mais uma vez, segunda colocada, desta vez no Ironman 70.3 do Rio de Janeiro. Passou a considerar a transição para o profissional. Ao mesmo tempo, enfrentava a dificuldade de conciliar o alto rendimento com a rotina exigente da engenharia. Com o apoio do marido, decidiu mudar de direção: deixou o trabalho corporativo, passou a atuar com esporte, iniciou a faculdade de educação física e abriu espaço para buscar um novo nível no triathlon. No fim do ano, foi ao Mundial de Ironman 70.3 e terminou como a melhor brasileira. Conosco aqui, a engenheira química, estudante de educação física e triatleta profissional, amante da natureza e dos esportes ao ar livre, a brasileira mais bem colocada no Mundial de Ironman 70.3 do ano passado, terceira colocada no Ironman 70.3 Curitiba, em sua estreia como profissional na temporada 2026, a paulistana Giovanna Alves Opipari. Inspire-se! Race Smart - check your heart Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Em dezembro de 2002, Mikiko Kasahara, uma estudante universitária de 21 anos, deu uma festa em seu apartamento para comemorar o fim de semestre. Poucas horas após o término da festa, o apartamento de Mikiko foi incendiado e seu corpo foi encontrado carbonizado. Quem matou Mikiko Kasahara? ❤ Torne-se um apoiador pelo Apoia.se ou pela Orelo❤ Segue a gente no Instagram Pesquisa e roteiro: Marcela Souza Edição: Alexandre LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 16/04
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 15/04.
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 14/04.
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 12/04
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 11/04
Meditação de 08 de abril de 2026Fonte: Manancial, publicação das Mulheres Batistas (MB)Título: Poucas coisas são necessáriasTexto: Rodolfo NascimentoLeitura e Edição: Samuel LimaBG: A voz de Jesus (384 CC) - "In the garden", com arranjo de Josh Snodgrass)
Cabouco, em Coimbra, inundou pela terceira vez em poucas semanas0ec1eb4a-6107-f111-8330-604
Analista da Pátria Agronegócios espera viés negativo para o mercado após o relatório
Poucas marcas no ciclismo carregam tanta história, tradição e identidade quanto a Campagnolo.Mais do que componentes, ela ajudou a moldar a forma como o ciclismo moderno foi construído.Neste episódio, conversamos com Romolo Lazzaretti, direto de Roma, para uma imersão na alma da Campagnolo:
Confira o Fechamento de Mercado desta sexta- feira (21)
Confira o Fechamento de Mercado desta segunda- feira (10)
Apenas áreas de pivô já semearam, a atividades precisam começar no início do mês pensando na safrinha
No episódio 304 do Stock Pickers, Lucas Collazo recebe dois nomes de peso do mercado financeiro, ambos da Morada Capital: o CIO, Murilo Arruda, e o Economista e Trader Alex Gonçalves. No bate-papo descontraído, eles explicaram como funciona a dinâmica de uma gestora de ações, abordam a valorização do ouro e a desvalorização recente do dólar, como os cenários de eleições podem impactar no mercado financeiro e, também, a resiliência que a economia dos Estados Unidos vem demonstrando ao longo das últimas décadas.
Lucie Blackman, uma jovem inglesa, decide passar um ano no Japão para conhecer novos lugares e ter novas experiências. Poucas semanas depois, ela desaparece e inicia uma investigação que desmascarou um dos maiores estupradores em série do país: Joji Obara. #513
Poucas pessoas conseguem transformar um momento de exposição em um fenômeno cultural. Mas ela é a responsável por esse feito! De Campina Grande para os palcos do Brasil, ela saiu do BBB 21 como um verdadeiro furacão, arrebatando milhões de fãs, quebrando recordes e se tornando uma das figuras mais influentes do país. Advogada, maquiadora, campeã incontestável do reality e agora uma artista consolidada na música, sua trajetória é marcada pela autenticidade, força e um carisma que ultrapassa as telas. De lá pra cá, ela se tornou embaixadora de grandes marcas, lançou um álbum de estúdio que passeia por ritmos brasileiros e um projeto especial que celebra as raízes nordestinas. Ao mesmo tempo, lidou com os desafios da fama, fortaleceu sua relação com sua legião de fãs – os famosos “cactos” – e abriu seu coração para novos capítulos. Hoje, a gente recebe essa mulher que tem o molho para conversar mais sobre sua trajetória e claro, seu carisma. Seja bem vinda mais uma vez ao Mamilos, Juliette! _____ Anuncie no Mamilos ou contrate a consultoria Milos: mamilos@mamilos.me Saiba mais em Mamilos.me