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Cabouco, em Coimbra, inundou pela terceira vez em poucas semanas0ec1eb4a-6107-f111-8330-604
Na segunda volta das presidenciais, António José Seguro e André Ventura enfrentam-se num país polarizado. Fora de Portugal, a primeira volta ficou marcada por cerca de 95% de abstenção, consequência do voto presencial. O candidato do partido de extrema-direita, Chega, foi o mais votado entre os poucos que participaram, mas com apenas 29 mil votos. O historiador Victor Pereira relativiza o resultado e alerta para a normalização de ideias extremistas no debate público. A segunda volta das eleições presidenciais portuguesas coloca frente a frente António José Seguro, apoiado pelo Partido Socialista, e André Ventura, líder do Chega, partido de extrema-direita, num contexto de polarização. Fora de Portugal, a primeira volta ficou marcada por uma participação baixa, cerca de 95% de abstenção, devido ao voto ser presencial. Entre os poucos que votaram, André Ventura ficou em primeiro, um resultado muito comentado, mas pouco representativo do conjunto da diáspora. Para compreender melhor o que esta segunda volta revela sobre o país e sobre a vida fora dele, entrevistámos o historiador Victor Pereira, especialista na emigração portuguesa e na história social contemporânea. Para o investigador, a campanha ficou marcada por acontecimentos recentes e pela forma como os candidatos encenaram o seu papel. “A segunda volta está muito marcada pela tempestade”, afirma, referindo-se ao impacto sentido “sobretudo na região Leiria”. Segundo Victor Pereira, foi sobretudo nesse contexto que se evidenciaram “dois tipos de temperamento, dois tipos de presidentes diferentes”. De um lado, descreve André Ventura como alguém que “foi muito rapidamente a Leiria e colocou-se um pouco num palco a entregar água”, apresentando-se como “um presidente muito interventivo e que faz ele próprio”. Do outro, aponta António José Seguro como alguém “numa postura mais tradicional”, “a pedir e a incentivar o governo, as sociedades a trabalhar”, o que, na leitura do historiador, expôs “duas formas de pensar o papel do Presidente da República em Portugal”. A segunda volta, diz, acabou por girar em torno dessa diferença. “Um mais interventivo e outro mais de árbitro e de controlar a actividade do governo”, resume. E acrescenta que, no caso de André Ventura, se notou “querer mais uma vez modificar as estruturas do estado português e a forma como se faz política”, apontando para uma ambição de ruptura com o que se consolidou “mais ou menos desde os anos 80 em Portugal”. No que toca à diáspora, Visto Pereira rejeita a ideia de uma viragem esmagadora da emigração para a extrema-direita. Dizer que o Chega conquistou os eleitores emigrantes, é usar “uma palavra muito forte”, sublinha. E insiste na escala real do resultado: “Acho que é sempre bom relembrar que o André Ventura obteve 29.000 votos.” Para o historiador, o número é reduzido não só tendo em conta os inscritos, mas também perante o universo total de portugueses no estrangeiro: “É muito pouco comparado com 1.700.000 inscritos e é muito pouco comparado com o universo do português tá lá fora.” Victor Pereira explica que o efeito político do resultado não está na dimensão, mas na leitura pública que se impôs. “O que o Ventura conseguiu, é mais ou menos um assalto, conseguiu de facto chegar em primeiro lugar”, afirma. E recorda que o próprio líder do Chega repetiu, sem ser contrariado, a ideia de ter vencido no estrangeiro: “Ele tinha sido eleito, tinha chegado em frente na diáspora, o que é verdade.” No entanto, sublinha: “Chegar à frente com 29.000 votos é 1,65% dos inscritos. É muito pouco.” O historiador nota ainda que este resultado foi interpretado, em Portugal, de forma distorcida. “Muitas pessoas dizerem que a emigração tinha voltado maioritariamente para André Ventura”, refere, considerando que isso é “em parte verdade, mas em grande parte falso”. A razão é simples: “O partido dos imigrantes é abstenção e de longe.” Questionado sobre se esta segunda volta pode representar um ponto de viragem democrático, Victor Pereira diz que “ainda é muito cedo para o dizer”, mas reconhece que há sinais relevantes. Um deles é a normalização de ideias extremistas no debate público. “No debate presidencial o André Ventura falou-se obviamente da emigração”, recorda, e “falou mais ou menos da grande substituição”, descrevendo-a como “essa ideia que existe em França, que há um complô para substituir a população europeia”. Para o historiador, o que mais impressiona é que “ele disse isso” e que “ninguém não corrigiu”, quando se trata de um conceito que “há 15 anos apenas a neonazis diziam de forma escondida”. Victor Pereira considera que este é um dos principais efeitos do Chega: “Ele conseguiu impor ideias” que antes estavam confinadas em sectores marginais e que, agora, “passam no debate sem chocar ninguém”. E sublinha a rapidez com que isso aconteceu em Portugal: “Foi preciso várias décadas em França, por exemplo, meia dúzia de anos, e aqui André Ventura conseguiu impor ideias, em sete anos". Quanto às razões da ascensão do partido, Victor Pereira sugere que a pergunta pode ser invertida. “Podemos mudar a pergunta e perguntar por que é que isso aconteceu tão tarde em Portugal”, afirma, lembrando que durante décadas o país foi “quase o último país a conhecer uma extrema direita forte”. Mas, diz, “Portugal de facto agora já não é uma excepção”, e está “sintonizado com França, com Espanha, com Itália, com Hungria”. Ao mesmo tempo, aponta para factores internos: “A taxa de abstenção é mais ou menos 40%”, e “sempre houve uma parte significativa da população portuguesa que não vota”, porque “não encontrava candidatos” ou porque “achavam que o voto deles não fazia diferença”. Finalmente, ao falar do 25 de Abril e do medo que hoje atravessa o debate político português, Victor Pereira aponta um contraste importante. “Poucas pessoas idosas votam nesta extrema direita”, afirma. Ao contrário do que sucede noutros países, em Portugal “as pessoas mais idosas não votam no Chega”, porque muitas “sabem muito bem que Portugal não está pior e está bem melhor”. Para o historiador, o que está em causa é também uma falha de transmissão histórica: “Parece que dentro das famílias não houve uma transmissão do que é e do que foi Portugal”, nem sequer do medo diário que se sentia durante o Estado Novo, “ter medo de falar num café”, ou da pobreza e desigualdade de décadas passadas. Sem essa memória, conclui, torna-se mais fácil aceitar “um discurso irreal sobre um país que nunca existiu”.
Analista da Pátria Agronegócios espera viés negativo para o mercado após o relatório
Poucas marcas no ciclismo carregam tanta história, tradição e identidade quanto a Campagnolo.Mais do que componentes, ela ajudou a moldar a forma como o ciclismo moderno foi construído.Neste episódio, conversamos com Romolo Lazzaretti, direto de Roma, para uma imersão na alma da Campagnolo:
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 22/12
VII Fórum do Livre Pensar Espírita (LiPE) do ECK - Quinta LiveQuinto dia da sétima edição do LiPE do ECK. No dia 15 de dezembro (segunda), às 19h00, teremos "Mulheres espíritas, avante! - A importância do protagonismo feminino no meio espírita, neste Século XXI". Na bancada, Sandra Fiore (SP), Maria Cristina Rivé (RS) e Marcelo Henrique (SC).O Espiritismo, tradicional e historicamente, se constitui em um movimento DE HOMENS. Poucas são as mulheres que se destacaram como expoentes do pensamento espiritista (escritoras, conferencistas, médiuns e dirigentes), em comparação com a esmagadora maioria de homens. No entanto, a base da Filosofia Espírita, estabelecida pela obra de Kardec, prescreve a absoluta isonomia e equidade entre mulheres e homens.Assim, é de se perguntar:1) Por que as mulheres são tão pouco valorizadas e têm tão poucas oportunidades nas atividades espíritas?2) Como compreender a "ditadura masculina" nos grupos/instituições ligados ao Espiritismo?3) O que fazer para garantir o protagonismo feminino no meio espírita?4) Por que as mulheres, maioria da população brasileira e em superioridade, conforme o Censo 2022, entre os espíritas, seguem silentes e conformadas com a ausência de oportunidades e de valorização da mulher?5) De que depende a afirmação feminina na atualidade, considerando a destacada ortodoxia do meio espírita?
Confira o Fechamento de Mercado desta sexta- feira (21)
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 18/11
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 16/11
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Lives Amorosidade
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Apenas áreas de pivô já semearam, a atividades precisam começar no início do mês pensando na safrinha
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 27/10
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 23/10
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 21/10
No episódio 304 do Stock Pickers, Lucas Collazo recebe dois nomes de peso do mercado financeiro, ambos da Morada Capital: o CIO, Murilo Arruda, e o Economista e Trader Alex Gonçalves. No bate-papo descontraído, eles explicaram como funciona a dinâmica de uma gestora de ações, abordam a valorização do ouro e a desvalorização recente do dólar, como os cenários de eleições podem impactar no mercado financeiro e, também, a resiliência que a economia dos Estados Unidos vem demonstrando ao longo das últimas décadas.
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 17/10
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Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 30/09
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Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 28/09
Poucas horas depois de o Governo publicar o caderno de encargos da privatização da TAP a polícia Judiciária e o Ministério Público fazem buscas na empresa. Pedro Nuno Santos vai parar de fugir?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Presidente dos Estados Unidos defendeu que certas cadeias de televisão deviam perder as respectivas licenças. As declarações de Donald Trump surgem na sequência da suspensão do programa Jimmy Kimmel Live pelo canal ABC, após um monólogo em que o humorista associou o presumível autor do assassinato de Charlie Kirk ao movimento MAGA - acrónimo do slogan de Trump, Make America Great Again. Poucas horas antes, Brendan Carr, presidente da Comissão Federal de Comunicações e nomeado pelo próprio Donald Trump, já havia sinalizado uma acção contra o programa, acusando Kimmel de protagonizar “uma das condutas mais doentias possíveis”. Em entrevista à RFI, o especialista em política norte-americana Germano Almeida alerta que está em causa a liberdade de expressão e acusa Trump de estar a destruir a democracia. O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu que certas cadeias de televisão deviam perder as respectivas licenças. Está aqui em causa a liberdade de expressão nos Estados Unidos? Claro que está. Isto é uma coisa absolutamente gravíssima. É algo que, se estivéssemos a falar há um ou dois anos, ninguém acreditaria que pudesse acontecer nos Estados Unidos. Mas está a acontecer, e mostra que, depois de alguma falta de capacidade para fazer o que queria no primeiro mandato, neste segundo mandato é a sério. A agenda de [Trump] não é só o controlo da imprensa, mas também o ataque aos adversários e a quem, de algum modo, não permite uma agenda que aos outros pertence. Há aqui, de facto, uma rampa deslizante, em poucos meses, no que se está a passar nos Estados Unidos. Começou pela forma como a suposta imigração ilegal está a ser endereçada àquelas brigadas do ICE - Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA - com muito poucas garantias democráticas e de protecção dos direitos das pessoas. A questão das universidades, das protecções democráticas e garantias eleitorais, na questão das alterações às regras dos Estados. E agora, claramente, a ascensão de Trump está a atacar a imprensa. O assassinato do Charlie Kirk, na semana passada, levou a várias reacções. O humorista Jimmy Kimmel, no seu programa, afirmou que a quadrilha MAGA - acrónimo do slogan de Trump, Make America Great Again - estava a tentar desesperadamente caracterizar o miúdo que assassinou Charlie Kirk como não sendo um deles. Não há aqui também uma polarização das partes? A polarização existe na sociedade americana, mas essa citação rigorosa que acaba de fazer mostra-nos que, antes de mais, mostra que o Jimmy Kimmel não fez propriamente uma piada contra Charlie Kirk, que morreu. Não. Ele estava a referir-se à reacção da base MAGA em relação à tentativa de considerar que quem o matou não seria um deles. Ou seja, é verdade que se pode dizer que foi pouco rigoroso, ou até que possa ter mentido, porque não há nenhuma prova de que Tyler Robinson fosse da base MAGA. Mas também não há nenhuma prova de que Tyler Robinson fosse um perigoso militante esquerdista. Ora, então, toda a administração Trump, que está a falar sobre o caso, também tem que ser despedida, porque se apressou a dizer que foi a esquerda radical [ que matou Kirk]. Não sabemos se foi a esquerda radical e, portanto, se entramos neste tipo de situação em que há uma relação directa entre o que se diz e depois ser despedido por aquilo que se disse ou se sabia... perante este caso, qualquer sentido é evidente: isto é um pretexto. O mundo viu o vice-presidente dos EUA, J. D. Vance, a assumir o programa de Charlie Kirk logo a seguir à morte do activista conservador, e assistiu aos pedidos que foram feitos aos americanos para denunciarem quem tivesse festejado a morte de Charlie Kirk. Há aqui uma caça às bruxas ou é uma situação normal na sociedade norte-americana? Não, não é normal. E é uma demonstração de força e de capacidade que esta administração tem, assumindo que está a fazê-lo às claras. Donald Trump festejou o despedimento de Stephen Colbert, que foi afastado antes da morte de Kirk. Sobre Kimmel, o Presidente diz que ele foi despedido porque tinha "talento zero" e problemas de audiências. Portanto, nem sequer fala da questão da morte de Charlie Kirk e já aponta outros dois nomes como os próximos: Seth Meyers e Jimmy Fallon. (…) É um ataque à liberdade de expressão. Nos Estados Unidos. A Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos protege a liberdade de expressão. O que é que a Justiça pode fazer, por exemplo, diante das decisões da Comissão Federal de Comunicações? É o último reduto, nos Estados Unidos, de algum tipo de garantia democrática. Mas - mas quem não percebe que mesmo a Justiça pode estar comprometida, não está a perceber o que se está a passar nos Estados Unidos. Porque há uma concentração de poder total no Presidente e nesta administração, e as consequências são imediatas e antecipam qualquer reacção da Justiça. Claro que pode haver situações que venham a ser accionadas posteriormente pela Justiça, mas é preciso lembrar que uma boa parte do sistema judicial - neste momento, até ao Supremo Tribunal - está com uma grande maioria afecta a Trump. É verdade que o Supremo nem sempre decide a favor das posições do Presidente, mas mesmo esse reduto, neste momento, não nos dá essa garantia. Eu, por estranho que possa parecer, não acreditaria que estivesse a dizer o que vou dizer há cerca de um ano: eu acho que, neste momento, não podemos dizer que se mantêm os checks and balances nos Estados Unidos. Isto aconteceu tudo muito rapidamente. O que podem fazer os americanos? O mal está feito. Os americanos cometeram, na minha opinião, um erro muito grande ao recolocarem Donald Trump na Casa Branca. Estou à vontade, porque já escrevi um livro sobre isso a seguir a esse acontecimento - e escrevi um antes de isso ter acontecido, dizendo exactamente a mesma coisa. É um problema sério em que estamos metidos - por ignorância, por desinformação. As consequências da forma como, neste momento, os cidadãos se informam são estas. E eu acho, sinceramente, que o mal está feito. Ou seja, não há uma maneira real - há uma maneira no papel, sim, mas não há uma forma real de tirar Donald Trump da Casa Branca. Está Donald Trump a destruir a democracia, não tenho dúvidas disso. Donald Trump tem sido associado ao caso de Jeffrey Epstein. Toda esta situação seria uma manobra para desviar as atenções das possíveis implicações do Presidente dos Estados Unidos neste caso? Capaz de ser. Mas o ponto é que estão a despedir pessoas que exerciam algo que é fundamental. Estamos a falar da Primeira Emenda, nos Estados Unidos, e ele está a conseguir concretizar um conjunto de coisas que nós achávamos impossíveis - o Presidente dos Estados Unidos meter a mão numa sociedade que nos parecia tão robusta e tão independente do poder político. Isto está a cair como um castelo de cartas. O ex-Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, avisou que a administração Trump levou a cultura do cancelamento do programa a um novo e perigoso nível. Também Maria Ressa, Prémio Nobel da Paz de 2021 - conheci o trabalho dela pela luta pela liberdade de expressão - denunciou esta situação.Há um risco dos Estados Unidos caminharem para uma guerra civil? Com armas entre dois grupos, como já aconteceu na história? Não. Uma guerra civil apenas de mundividência e de forma de encarar o que é que a própria Constituição diz. Ela já está a acontecer. A questão é que é mais complicado do que isso, porque se fosse uma guerra civil clara, entre dois lados com objectivos definidos, teria um fim. Isto não é assim. Pelo meio, há milhões de americanos que votaram com boa fé em Donald Trump, e que não tinham a mínima ideia do que estavam a fazer. E isso está a ter as suas consequências - até porque os objectivos desse voto e as motivações são, obviamente, diferentes. E as consequências estão aí.
Gaza sofreu novos ataques israelitas que causaram dezenas de mortos. Horas antes, Marco Rúbio reafirmou em Jerusalém o apoio dos EUA a Israel. Uma comissão da ONU acusou Israel de genocídio, rejeitado por Netanyahu. A diplomata portuguesa Ana Gomes denuncia “um governo de facínoras” em Israel, acusa Donald Trump de cumplicidade e critica a omissão da Europa: “Agora ninguém pode alegar não saber.” Na madrugada desta terça-feira, 16 de Setembro, Gaza voltou a ser palco de uma nova fase da ofensiva israelita. Tanques avançaram sobre o centro da cidade, bombardeamentos repetidos varreram bairros inteiros, pelo menos 38 mortos, segundo fontes palestinianas. Poucas horas antes, em Jerusalém, o secretário de Estado norte-americano Marco Rúbio reafirmava o apoio incondicional dos Estados Unidos a Israel na guerra contra o grupo islamita Hamas. Benjamin Netanyahu descreve uma “operação intensa”. O ministro da Defesa israelita prometeu que “não haverá recuo até a missão estar concluída”. Esta terça-feira, uma comissão de inquérito das Nações Unidas declarou que Israel está a cometer genocídio em Gaza. Os mais altos responsáveis do Estado israelita, incluindo o primeiro-ministro, foram acusados de incitar esses actos. Israel rejeitou de imediato: “escandaloso”. Para a diplomata e antiga eurodeputada, uma das vozes portuguesas mais críticas da ambiguidade internacional perante Gaza, Ana Gomes, não há lugar para dúvidas: “O ponto de não retorno está em Gaza e na Palestina. Está em Israel, num governo de facínoras, fascistas, que quer impedir a existência de um Estado palestiniano que recorre à limpeza étnica e ao genocídio”. Ana Gomes recorda que a própria Francesca Albanese, relatora da ONU para a Palestina, já em 2024 alertou para o genocídio em curso. “Há largos meses que a comunidade internacional vê nas imagens de Gaza aquilo que se está a passar: uma limpeza étnica, um genocídio. E vê-o em directo, com um grau de crueldade e de ostentação que não se viu nem durante a Segunda Guerra Mundial, quando muitos alegaram não saber. Agora ninguém pode alegar não saber. É ainda pior para a consciência da humanidade. É a perda da humanidade por parte dos nossos governos”. A diplomata fala dos Estados Unidos como quem já não espera nada: “Com Donald Trump eu não esperava outra coisa senão aquilo que estamos a ver: o respaldo total a Israel. É uma administração controlada por Israel, até pelos lados que sabemos que Israel tem sobre Trump. Lados que passam pelas ligações com Epstein, que trabalhava para a Mossad. O que mais me choca, o que mais me indigna, é a inexistência da Europa. A União Europeia revela uma incapacidade gritante de tomar posição a tempo e horas. Alguns governos, individualmente, vão tentando salvar o mínimo dos mínimos. Mas o grosso da população palestiniana não está a ser salva. Está a ser sacrificada. E desta forma enterram-se os valores, os ideais e a credibilidade da União Europeia”. Ana Gomes lembra que o direito internacional foi criado precisamente para dar uma moldura de regras aos mais fracos: “Sempre serviu, sobretudo, os fracos. Porque os fortes têm os meios de impor a sua vontade. Mas agora voltamos a um mundo sem regras, dominado pela lei do mais forte. É um retrocesso civilizacional. Foi para evitar isto que se construíram as Nações Unidas, o direito internacional, a própria União Europeia. Para defender valores e interesses com base em regras. É esse sistema que está a ser destruído pela administração Trump, que não é um aliado, mas um agente ao serviço de Putin e de Netanyahu. Estamos numa situação em que mais do que nunca precisaríamos de uma Europa forte. E não temos Europa. Porque a Europa se dá ao luxo de dizer que está dividida. Porque tolerou cavalos de Troia como o governo de Orbán desde 2007, e a partir daí a corrosão foi imparável”. As palavras não poupam. Quando ouve dizer que centenas de milhares de palestinianos saíram de Gaza, pergunta: “Saíram para onde? Para o Egipto? Para Israel? Não. As pessoas estão ali para ser mortas, dizimadas, terminadas. É a nossa consciência que está em causa. É o projecto europeu que está a ser destruído quando deixamos que uma potência nazi-fascista como o governo de Netanyahu continue a agir”. Sobre a visita de Marco Rúbio a Jerusalém, no compasso de horas com os bombardeamentos mais intensos, não hesita: “Não é coincidência nem encenação. É demonstração de sintonia total entre esse governo nazi-fascista de Israel e a administração de Trump. Não se trata apenas de interesses económicos, embora Trump fale sem pudor do objectivo de construir uma riviera turística em Gaza. Trata-se das dependências da administração norte-americana em relação a Moscovo e a Israel. Depende dessas chantagens, desses kompromat, fáceis para Putin e Netanyahu. É aqui que o caso Epstein ganha relevância. Porque ilustra os mecanismos de submissão”. A conclusão é clara para a antiga eurodeputada: “Há uma total subordinação da administração Trump aos ditames do governo nazi-fascista de Israel e ao governo nazi-fascista de Putin. Não penso que a União Europeia possa ser eficaz a defender a Ucrânia se não actua em Gaza. Se deixa fazer e é cúmplice do genocídio, como pode proteger outros? A cumplicidade corrói tudo”. A uma semana da Assembleia Geral das Nações Unidas, Ana Gomes não espera que a diplomacia esteja à altura da realidade: “O debate diplomático não modela a realidade, corre atrás do prejuízo. Já tínhamos sinais quando a administração Trump recusou vistos a dirigentes palestinianos para se dirigirem à própria Assembleia Geral, em violação do acordo da sede da ONU. Isso foi uma ofensiva descarada. Não há paninhos quentes: a administração norte-americana é cúmplice, senão co-autora, do genocídio em curso. E todos os governos europeus que continuam a fornecer armas a Israel, designadamente a Alemanha, são igualmente cúmplices. Talvez num grau diferente, mas cúmplices”. E o futuro dos palestinianos de Gaza? A resposta não procura consolo, apenas constatação: “Tal como sobreviveram à Nakba, sobreviverão a esta. Duvido é que nós, as democracias europeias, sobrevivamos. Porque esta cumplicidade com o genocídio em curso em Gaza e na Palestina, por acção ou omissão, vai traduzir-se em terror nas nossas ruas. Estou a falar da Europa. Vamos ter gerações que nos vão cobrar, nas ruas, nas urnas, nas armas. E as nossas democracias sairão desacreditadas, destruídas, se as conseguirmos manter”, conclui.
Poucas palavras ganharam tanta força nos últimos anos quanto BIM. Mas sejamos sinceros: em muitos projetos, o resultado acaba sendo apenas um modelo 3D bonito nas apresentações… enquanto a vida real segue cheia de retrabalhos, conflitos de interfaces e ativos digitais que não chegam preparados para a operação.Como sair da teoria e levar o BIM para a prática?Como transformar dados e modelos em valor real para o dono do projeto?E, afinal, dá para medir o ROI do BIM em projetos industriais?No episódio de hoje, vamos discutir de forma direta o que funciona, quais erros evitar e como superar as barreiras culturais e contratuais que ainda atrapalham a implementação.Tenho a alegria de receber Fernanda Brocardo Fernandes, Diretora de Projetos e Inovação e Claudio Cesar Wajdowicz, Sócio Proprietário, ambos da Stecla Engenharia, empresa parceira do Capital Projects Podcast, que compartilham suas experiências em obras industriais e comerciais, trazendo casos práticos e recomendações valiosas para empresas e profissionais que querem extrair todo o potencial do BIM.Dê o play e venha comigo nessa conversa sobre como o BIM pode ser, de fato, a engenharia do proprietário em projetos complexos!O Capital Projects Podcast tem o apoio da Stecla Engenharia. Saiba como a Stecla pode trazer mais resultados para os seus empreendimentos em: www.stecla.com.br E não perca a chance de cursar as Masterclasses – aulas focadas em desafios específicos, gravadas em estúdio, para você alcance resultados de excelência em seus projetos! Inscrições aqui:- Como Agilizar o Desenvolvimento do Projeto: https://chk.eduzz.com/KW8K28ZR01 - Definição e Gestão do Escopo no FEL: https://chk.eduzz.com/2150870 - Estratégias de Contratação e FEL: https://chk.eduzz.com/2288994 Quer continuar acompanhando conteúdos relevantes aqui no nosso canal? Considere fazer parte dos apoiadores do canal e do Capital Projects Podcast! Acesse aqui e veja os planos disponíveis: https://www.catarse.me/capital_projects_podcast_3c1e?ref=project_linkQuer entrar no grupo VIP para saber em primeira mão sobre as lives e a nova turma do Curso GPI/FEL? Acesse: https://chat.whatsapp.com/KZNt0vR1zLfBt4ZeqflVGN
Lucie Blackman, uma jovem inglesa, decide passar um ano no Japão para conhecer novos lugares e ter novas experiências. Poucas semanas depois, ela desaparece e inicia uma investigação que desmascarou um dos maiores estupradores em série do país: Joji Obara. #513
"Um espetáculo de horror". Em Gaza, há bebés com poucas semanas a morrer à fomeb271e0b6
Arroba do boi tem dia estável em SP e com poucas praças ajustando cotações ; milho sobe com apoio do trigo e do petróleo
Por Marcella Lorenzon: No episódio 155 conversamos com Carlos Henrique Silveira, diretor criativo e gerente de moda e markerting da DLZ. Com uma história firme e tradição na moda masculina nacional, a marca conta com a visão de Carlos para se conectar aos seus clientes e dar o “twist” fashion necessário para esse momento. Discutimos inovação e DNA de marca. E falamos de moda, muita moda. Porque moda importa.EntrevistadoCarlos Henrique Silveira@ocarlosindiohttps://www.instagram.com/ocarlosindio?igsh=d2gzc2E4dnVwZHQwDLZ@dlzoficialhttps://www.instagram.com/dlzoficial?igsh=MWhoandrM3N5NmNqdQ==Patrocínio: Grupo IESA@grupoiesahttp://www.grupoiesa.com.brBarraShoppingSul@barrashoppingsulhttps://www.instagram.com/barrashoppingsul?igsh=dmJya3R6d3Fmb3B1Trilha: Sonora Trilhas@sonoratrilhasEdição de áudio e vídeo: Bárbara Saccomori@barbarasaccomori
Poucas saídas, mas muitas mudanças. Castro Almeida acumula a Coesão Territorial e a Economia, enquanto Balseiro Lopes o Desporto, a Juventude e a Cultura. Aguentarão firmes com tanta pasta pesada?See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Estresse hídrico do ano passado e estiagem no início desse ano impactam na produtividade dos canaviais
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Confira o Fechamento de Mercado desta terça-feira (15)
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Poucas pessoas conseguem transformar um momento de exposição em um fenômeno cultural. Mas ela é a responsável por esse feito! De Campina Grande para os palcos do Brasil, ela saiu do BBB 21 como um verdadeiro furacão, arrebatando milhões de fãs, quebrando recordes e se tornando uma das figuras mais influentes do país. Advogada, maquiadora, campeã incontestável do reality e agora uma artista consolidada na música, sua trajetória é marcada pela autenticidade, força e um carisma que ultrapassa as telas. De lá pra cá, ela se tornou embaixadora de grandes marcas, lançou um álbum de estúdio que passeia por ritmos brasileiros e um projeto especial que celebra as raízes nordestinas. Ao mesmo tempo, lidou com os desafios da fama, fortaleceu sua relação com sua legião de fãs – os famosos “cactos” – e abriu seu coração para novos capítulos. Hoje, a gente recebe essa mulher que tem o molho para conversar mais sobre sua trajetória e claro, seu carisma. Seja bem vinda mais uma vez ao Mamilos, Juliette! _____ Anuncie no Mamilos ou contrate a consultoria Milos: mamilos@mamilos.me Saiba mais em Mamilos.me
A BTL – Better Tourism Lisbon Travel Market, novo nome da Bolsa de Turismo de Lisboa, retorna à FIL, Feira Internacional de Lisboa, de 12 a 16 de março, para a maior edição realizada até hoje. O Brasil se destaca com a presença de 25 destinos turísticos, refletindo o crescente interesse dos portugueses pelo Brasil como um destino de férias. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em LisboaReconhecida como a maior feira de turismo de Portugal e uma das mais importantes do mundo, a BTL conta com 1.500 expositores e 50.000 m² de área de exposição. Esta 35ª edição promete ser a principal plataforma de vendas de viagens em Portugal, reunindo mais de 100 destinos internacionais e mais de 600 eventos. Do lado brasileiro, o Maranhão participa pela primeira vez da BTL com um estande próprio, uma iniciativa que sinaliza o compromisso do estado em investir no turismo e estreitar laços com Portugal. "Este é um momento importante para o Maranhão, pois buscamos posicionar o estado como um destino turístico atrativo, especialmente para os portugueses. Estamos aqui para fortalecer os laços e mostrar o Maranhão como um destino turístico emergente", afirmou Isabella Barbosa, Superintendente de Promoção da Secretaria Estadual de Turismo do Maranhão.Lençóis Maranhenses: Patrimônio Mundial da UNESCO é a aposta forte do turismoCelebrando 200 anos de relações diplomáticas entre Brasil e Portugal, este evento assume um caráter ainda mais simbólico. "O Maranhão possui uma rica herança cultural portuguesa, o que o torna um destino convidativo para os turistas lusitanos. A BTL é uma oportunidade única para apresentar nossas belezas naturais, como os Lençóis Maranhenses, que recentemente foram reconhecidos como Patrimônio Mundial pela UNESCO", destacou. "Esta titulação representa tanto uma honra quanto uma responsabilidade de manter um turismo sustentável e responsável. Além dos Lençóis, temos um patrimônio arquitetônico com azulejaria portuguesa, e uma gastronomia rica que ressoa com a tradição portuguesa. Temos o segundo maior litoral do Brasil e um povo hospitaleiro, pronto para receber os visitantes da melhor forma possível."A BTL é considerada fundamental para o crescimento do turismo no Maranhão, especialmente em um contexto em que o estado ainda é pouco conhecido no cenário internacional. "Poucas pessoas conhecem o Maranhão além dos Lençóis, e nosso objetivo é mostrar que estamos prontos para receber turistas de todo o mundo", disse um dos representantes do setor de turismo do estado. A delegação maranhense também está buscando parcerias com companhias aéreas que façam ligações entre as principais cidades portuguesas ao Maranhão. "Atualmente, temos voos diretos que facilitam o acesso ao Maranhão, e estamos trabalhando para aumentar essa conectividade. Além disso, o estado vai contar com um evento pós-BTL no Vila Galé Ópera, em Lisboa, marcado para o dia 18 de março, onde serão discutidas oportunidades de turismo e parcerias com operadores e veículos de comunicação locais. Estamos entusiasmados em promover o Maranhão e suas riquezas, e estendendo o convite a todos para conhecer o que temos a oferecer", finalizou Isabella, reforçando o compromisso do estado em se destacar no cenário turístico global.Piauí reforça laços com PortugalO Piauí também marca presença pela primeira vez na BTL com um estande próprio e a missão de consolidar o estado como um importante destino turístico. José Monteiro, secretário de Turismo do Piauí, destacou a importância dessa participação inédita no evento: "Estamos aqui para mostrar aos turistas europeus, principalmente aos portugueses, as belezas únicas do Piauí. Temos uma conexão afetiva com Portugal, e é hora de fortalecer esses laços."O estado tem investido na promoção de seus atrativos turísticos, que incluem praias, montanhas e cachoeiras. "Descobrimos muita coisa no Brasil, mas ainda falta descobrir o Piauí. As nossas praias, a Serra da Capivara, o Delta do Parnaíba e um rico patrimônio arquitetônico português estão à espera dos portugueses", enfatizou Monteiro.O Piauí, que possui uma extensão territorial comparável ao Reino Unido, é o estado com maior cobertura de parques e reservas fora da Amazônia. Os biomas da caatinga e do cerrado são únicos, assim como os sítios arqueológicos na Serra da Capivara, considerados Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. "Temos mais de 1.000 sítios arqueológicos e o Museu do Homem Americano, que conta a história dos primeiros vestígios humanos na América", explicou Monteiro.A estratégia de promoção na Europa começou em 2023 e foi intensificada este ano. Ela incluiu visitas de operadores portugueses ao estado e uma campanha de mídia em locais estratégicos em Portugal. "Realizamos o showcase Piauí Portugal, onde mostramos não só nossos destinos, mas também nossa gastronomia e cultura, como a famosa cajuína", destacou Monteiro.Com um estande de 80 metros quadrados na BTL, o Piauí busca atrair a atenção de agentes de viagens e operadores turísticos. "Estamos aqui para fazer negócios, criar novas conexões e demonstrar que o Piauí é uma rica opção de turismo que vai além de sol e praia, oferecendo aventura e cultura", afirmou.Monteiro também ressaltou a conectividade aérea como um fator importante para atrair turistas. "Estamos trabalhando para melhorar as ligações aéreas até o Piauí, facilitando o acesso para aqueles que querem explorar nossas belezas naturais e culturais", disse.O secretário acredita que o Piauí tem tudo para agradar o turista português. "Temos uma gastronomia excelente, praias com sol o ano inteiro e esporte popular como o kitesurf. Além disso, nosso interior oferece ecoturismo e aventuras em paisagens únicas", concluiu Monteiro.Com a BTL, o Piauí pretende se destacar no mapa turístico internacional, mostrando que é um destino completo e acessível. A presença no evento é o primeiro passo de muitos na jornada de tornar o Piauí uma escolha frequente entre os turistas portugueses.Paraíba: lançamento de novos produtos turísticosO estado da Paraíba também se destaca com um estande próprio, mostrando que é uma força crescente entre os estados brasileiros presentes no evento. A participação paraibana na BTL representa uma oportunidade estratégica não apenas para aumentar a visibilidade internacional do estado, mas também para atrair investimentos significativos para o setor turístico local.A programação da Paraíba inclui o lançamento de novos produtos turísticos, que vão além da bela capital João Pessoa, abrangendo também os encantos inexplorados do interior do estado.Nesta edição da feira, Cuba é o destino internacional convidado, oferecendo uma diversidade de experiências culturais. O evento conta ainda com áreas temáticas, como a BTL Cultural, que promoverá a cultura e o patrimônio dos destinos, com o fado como destaque, e a fadista Cuca Roseta como embaixadora.Outros focos importantes da BTL 2025 incluem a BTL Emprego, que apresenta oportunidades de carreira no setor de turismo, a BTL Wellness, que se dedica ao turismo de saúde e bem-estar, o espaço BTL LGBTI+, que promove a inclusão e diversidade, e a BTL Wedding, que surge da necessidade identificada pela BTL em acompanhar as tendências do mercado e responder a uma procura crescente no setor dos casamentos.O “Passaporte BTL” está de volta, desafiando os visitantes a explorar os destinos internacionais presentes na feira e competir por prêmios que incluem viagens, vouchers, estadias em hotéis e ingressos para eventos na FIL. Durante os cinco dias de evento, profissionais do setor e o público em geral terão a oportunidade de explorar novas estratégias, firmar parcerias e descobrir novos destinos, reforçando a imagem do Brasil no cenário turístico global.Até domingo a expectativa é que passem pela BTL 2025 mais de 80.000 visitantes.
No episódio desta semana, Camilo Pinheiro Machado, Pedro Maia, Raphael Roque e Renato Ambrosio analisam a troca de impacto sem precedentes nas redes sociais. O Dallas Mavericks mandou Luka Doncic, Maxi Kleber e Markieff Morris para o Los Angeles Lakers em troca de Anthony Davis, Max Christie e uma escolha de 1ª rodada do Draft de 2029. Poucas horas após a celeuma gerada em torno da negociação, surgiram os primeiros porquês sobre o movimento, que para muitos é inexplicável. Nico Harrison, gerente geral dos Mavericks, disse à ESPN americana: "Acredito que defesas ganham jogos. Adquirir um pivô (Anthony Davis) que frequenta seleções de defesa da liga, que também tem seleções para time ideal e possui mentalidade defensiva nos dá uma chance melhor (de título). Nossa composição é para vencermos agora e no futuro". Dá o play!
Poucas horas de sono, muitos cães, galos e santas que mudam de cor, pensos higiénicos e a Tatcher portuguesa!
A edição #314 do podcast Mundo da Luta, que chega ao ar às vésperas do Natal, traz uma entrevista especial com o líder da melhor equipe de MMA do planeta em 2024. Poucas semanas depois de receber em Las Vegas o prêmio do Oscar do MMA pela temporada da paulistana Fighting Nerds, Pablo Sucupira conversou com a comentarista Ana Hissa e o produtor Zeca Azevedo
"Que faremos para executarmos as obras de Deus? Jesus respondeu, e disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais nAquele que ELE enviou." João 6:28-29 "Faz dos SEUS ANJOS espíritos, dos SEUS MINISTROS um fogo abrasador." Salmos 104:4 "Muitos ME dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em TEU Nome? E em Teu Nome não expulsamos demônios? E em Teu Nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de MIM, vós que praticais a iniquidade." Mateus 7:22-23