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Neste podcast: Clóvis de Barros fala sobre dignidade e firmeza no pensamento de Aristóteles.
Em julho de 1969, dois homens caminharam sobre a Lua e provaram que aquilo que parecia impossível podia se tornar realidade. Mas a pergunta que conduz este episódio não é como eles chegaram até lá. É por que conseguiram. A partir da corrida espacial, Luciano Pires investiga o papel da vontade na construção das grandes realizações humanas, mostrando que tecnologia, dinheiro e conhecimento raramente vêm antes do propósito. Passando por Aristóteles, Nietzsche, Viktor Frankl, Tocqueville, Peter Thiel e Elon Musk, o episódio revela como indivíduos, empresas e sociedades inteiras podem perder — ou recuperar — a capacidade de sonhar grande e transformar esse sonho em ação. Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br Takeaways Grandes realizações humanas começam com um propósito capaz de mobilizar pessoas, e não apenas com recursos ou tecnologia. A liderança mais transformadora não distribui tarefas; ela oferece significado e cria um horizonte que justifica o esforço. Civilizações, empresas e famílias prosperam quando preservam a vontade de construir o futuro, em vez de apenas administrar o presente. Capítulos O homem chegou à Lua. E depois? Quando a vontade vem antes da tecnologia O sentido como combustível da ação Por que o Ocidente deixou de sonhar grande? Narrativas moldam o futuro O trabalho invisível da liderança Toda grande realização nasce primeiro na imaginação Links relevantes Mundo Café Brasil: https://mundocafebrasil.com Livraria Café Brasil: https://livrariacafebrasil.com.br See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como a gente ama? Neste fechamento da temporada Afetos, mostramos que a escolha entre monogamia e não monogamia não é a questão exata: o que está em jogo é que imagem do ser organiza nossos vínculos, a posse ou a coemergência? Procuramos então desmontae a herança do "meu" — de Aristóteles a John Locke — e a colonialidade que universalizou essa lógica, transformando corpos em recursos e distribui humanidade como se fosse privilégio. E assim conhecemos outro lado, o feminismo descolonial e o parentesco mais-que-humano que apontam outros mundos possíveis. Nos constituímos na relação, não na propriedade! Indicações do episódio: https://pparalaxe.com.br/amar-para-alem-da-posse-t01e06-afetos/Quer se tornar um apoiador deste projeto? Manda um pix recorrente para perdidosnaparalaxe@gmail.com. Todo valor é bem-vindo e colabora muito para a existência do programa.
La rotura de un caño en San Martín y Ayacucho, a metros de Aristóbulo del Valle, provocó un importante hundimiento y complicó la circulación. Los vecinos aseguran que realizaron numerosos reclamos desde marzo y apuntan tanto a Aguas Santafesinas como al municipio por la falta de una reparación definitiva.
Há em nós um pouco de Boromir e um pouco de Aragorn. Boromir deseja o Anel porque enxerga nele a força necessária para vencer, mas não percebe que esse mesmo poder pode corrompê-lo. Aragorn, ao contrário, possui direito ao trono e hesita diante da própria grandeza, até compreender que assumir seu lugar não é vaidade, mas dever. Suas mãos não se estendem para tomar o poder, mas para curar. Essa tensão também aparece na nossa vida: às vezes desejamos uma grandeza que Deus nunca quis para nós; outras vezes fugimos da grandeza que Ele espera de nós. A questão não é simplesmente ter ou não ambição, mas aprender a desejar aquilo que realmente merece ser desejado.A tradição cristã ilumina essa tensão unindo duas virtudes que parecem opostas: humildade e magnanimidade. Aristóteles exaltava a grandeza de alma, a megalopsychia, e via com desconfiança a alma pequena, que recua diante das possibilidades da vida. São Tomás de Aquino mostra que a oposição não precisa existir. A humildade impede que alguém queira aquilo que está acima do que deve desejar, enquanto a magnanimidade dá força para enfrentar o medo, a preguiça e os obstáculos quando uma grande missão realmente nos chama. São Paulo encarna essa força: corre para o prêmio, enfrenta dificuldades, reivindica seus direitos quando necessário e não permite que as barreiras o transformem numa personalidade encolhida. O cristão não é chamado à mediocridade, mas a perseguir grandes coisas segundo a reta razão e com a ajuda de Deus.Por isso é tão importante aprender a enxergar a própria vida como uma história escrita a quatro mãos, as nossas e as de Deus. Uma música pode despertar coragem; uma história como O Senhor dos Anéis pode nos lembrar que existe um reino a servir; a vida dos santos mostra homens e mulheres que aceitaram viver como protagonistas da missão recebida. Até os fundadores dos Estados Unidos alimentavam o próprio imaginário com histórias heroicas, como quando George Washington promoveu uma representação teatral sobre Catão. Se homens sonharam grande por projetos políticos e militares, quanto mais um cristão pode sonhar diante do chamado à santidade. É preciso ter força, raça, sonho e essa estranha mania de ter fé na vida, não como um protesto vitimista, mas como quem descobre que sua existência recebeu de Deus uma missão.Esse sonho, porém, precisa permanecer com os pés fincados na verdade. A psicologia contemporânea chegou a aproximar honestidade e humildade no modelo HEXACO, e a ligação é profundamente sugestiva: a humildade é a verdade. Sem ela, a busca pela grandeza pode degenerar em narcisismo, manipulação e insensibilidade; com ela, tornamo-nos capazes de reconhecer ao mesmo tempo nossa miséria e nossa grandeza. São Josemaria descreve a humildade justamente como a virtude que permite conhecer essas duas realidades simultaneamente. Nossa Senhora é a imagem perfeita desse equilíbrio: sabe que é serva, reconhece que tudo é graça e, justamente por isso, não foge das coisas grandes que Deus quer realizar nela. A verdadeira humildade não nos apequena. Ela nos ensina a não desejar uma grandeza que Deus não quer e, ao mesmo tempo, a não fugir da grandeza que Ele preparou para a nossa vida._____________
Neste podcast: Clóvis de Barros avança na reflexão sobre a justiça na administração dos recursos materiais, segundo o pensamento de Aristóteles.
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/cortes-brunetcastNeste episódio do BrunetCast, Wesley e Teixeira recebem JP Maia, fundador do movimento Comunidade Fé e Razão, estudante de filosofia e teólogo, para uma conversa profunda sobre apologética cristã.JP conta sua trajetória do ateísmo ao agnosticismo até a conversão ao cristianismo, e explica por que a filosofia grega (Sócrates, Platão e Aristóteles) já apontava para a existência de um Deus único. O papo passa pelas provas históricas dos manuscritos do Mar Morto, pela diferença entre o Jesus do cristianismo, do judaísmo e do islã, e chega ao tema mais desafiador da fé cristã: o problema do mal, discutido a partir de Epicuro, Alvin Plantinga e Leibniz.Um episódio essencial para quem quer entender os fundamentos racionais da fé cristã e como responder às maiores dúvidas sobre Deus, sofrimento e sentido da vida.
A história dos presidentes da Igreja Adventista não é assunto de organograma: é teologia visível. Esta aula abre o Módulo 5 de A Ordem e monta o método com que vamos atravessar 162 anos de presidências. Toda estrutura eclesiástica encarna uma doutrina de Deus. Um governo que concentra autoridade numa pessoa diz uma coisa sobre como Deus lidera; um governo que a distribui por um corpo diz outra. Nesta abertura eu apresento o aparato completo do módulo: nove pensadores (de Aristóteles a Voegelin) e o que cada um enxerga que os outros não enxergam; os dois modelos neotestamentários de liderança, o petrino e o paulino; a leitura APEST de Efésios 4 e a tese central desta série — o cargo executivo seleciona estruturalmente para pastor e mestre, e filtra para fora o profeta e o apóstolo, com patologias previsíveis; a distinção entre micromanagement paternalista e macromanagement equipador; e as quatro lentes (governo, eclesiologia, escatologia, missiologia) que vão governar os dezoito episódios biográficos. Também declaro o padrão de fontes do módulo: citação com obra, data e página; e o compromisso de dizer quando não consegui verificar. Numa denominação que argumenta por citação, verificar é ato de fidelidade. E adianto cinco padrões que a pesquisa revelou e que eu não esperava encontrar — inclusive o custo físico da liderança, que nenhuma tipologia registra. FONTES E REFERÊNCIAS CITADAS - WHITE, James. "Gospel Order" (série em quatro partes). Advent Review and Sabbath Herald, 6, 13, 20 e 27 de dezembro de 1853. - General Conference Bulletin, 1901 — atas da Sessão que criou as Uniões. documents.adventistarchives.org - WHITE, Ellen G. Testimonies to Ministers and Gospel Workers. Mountain View: Pacific Press, 1923. - Bíblia: Efésios 4:11-13; Apocalipse 18:1-4; Mateus 4:1-11 - ARISTÓTELES, Ética a Nicômaco, livro VI | HOBBES, Leviatã (1651) | LOCKE, Segundo Tratado (1689) | MONTESQUIEU, O Espírito das Leis (1748) | BURKE, Reflexões sobre a Revolução em França (1790) | TOCQUEVILLE, A Democracia na América (1835-1840) | MARX, Manuscritos econômico-filosóficos (1844) | WEBER, Economia e Sociedade (1922) | VOEGELIN, A Nova Ciência da Política (1952) - HIRSCH, Alan; CATCHIM, Tim. The Permanent Revolution. San Francisco: Jossey-Bass, 2012. - FERGUSON, Dave; HIRSCH, Alan. On the Verge. Grand Rapids: Zondervan, 2011. - MUSTARD, Andrew G. James White and SDA Organization, 1844-1881. Andrews University Press, 1987. - KNIGHT, George R. Organizing for Mission and Growth. Review and Herald, 2006. - Enciclopédia dos Adventistas do Sétimo Dia (ESDA) — encyclopedia.adventist.org #AOrdem #IgrejaAdventista #LiderançaCristã Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
Neste podcast: Clóvis de Barros comenta, à luz do pensamento de Aristóteles, o sofrimento diante da vida alheia.
https://www.amazon.com/dp/B0H7TFST8L¿TE HAS PREGUNTADO POR QUÉ ALGUNAS PERSONAS ENFRENTAN LAS DIFICULTADES CON SERENIDAD MIENTRAS OTRAS SE DESMORONAN ANTE EL PRIMER OBSTÁCULO? La respuesta no está en la suerte ni en el talento innato, sino en un conjunto de cualidades que la humanidad ha pulido durante más de dos milenios: las virtudes cardinales. Este libro no es un manual de autoayuda vacío ni una lista de buenos propósitos. Es una guía práctica y profunda para desarrollar la templanza, la justicia, la fortaleza y la prudencia en tu vida cotidiana, basada en la sabiduría de Platón, Aristóteles y los estoicos, adaptada a los desafíos del siglo XXI. Descubre cómo tomar decisiones más sabias, enfrentar tus miedos sin huir y equilibrar tus deseos sin reprimir tu humanidad.LA MAYORÍA DE LOS PROBLEMAS MODERNOS ANSIEDAD, CONSUMO COMPULSIVO, CONFLICTOS LABORALES, FALTA DE PROPÓSITO SURGEN DE UN DESEQUILIBRIO INTERNO. Las virtudes cardinales no son ideales inalcanzables, sino herramientas concretas para navegar el caos diario. En estas páginas aprenderás:- Cómo la prudencia te permite evaluar opciones sin parálisis por análisis y tomar decisiones alineadas con tus valores más profundos.- La diferencia radical entre justicia personal (tus relaciones cercanas) y justicia social (tu papel en la comunidad), y cómo actuar en ambas sin sentirte abrumado.- Técnicas estoicas para cultivar la fortaleza silenciosa: resistir la presión externa sin perder la calma ni la compasión por ti mismo.- Estrategias realistas de templanza para una era de excesos digitales, alimenticios y emocionales, sin caer en la rigidez ni la culpa.- Cómo las virtudes funcionan como un sistema integrado: ninguna es suficiente por sí sola, y juntas crean un carácter sólido y flexible.Advertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy
Hoy en El Carozo del Asunto brindamos homenaje a la amistad, que como Aristótleles determina, es indispensable para alcanzar la felicidad, y hablaremos de como la ciencia afirma y avisa que la amistad no solo es esencial para la salud emocional, sino también fisíca. Compartiremos poesía dedicada a quienes nos sostienen, y que aún sin compartir sangre, son la familia más auténtica.https://radioelaguantadero.com.uy
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Neste podcast: Clóvis de Barros fala sobre o significado de abundância e da insensibilidade no pensamento de Aristóteles.
Un relevamiento realizado por la Fundación Cauces y la Asociación de Comerciantes de Aristóbulo del Valle reveló un escenario marcado por la caída del consumo, el aumento de alquileres, el costo de los servicios y el endeudamiento.
Desde la filosofía, la intuición no es una corazonada, pero sí una revelación que se realiza a través del pensamiento. Aquí haremos un pasaje de la misma desde Platón, Aristóteles, Tomás de Aquino, Descartes, Kant Husserl y Steiner.
El actor presenta 'El anfitrión', la historia de un magnate afincado en Grecia (sospechosamente parecido a Aristóteles Onassis e interpretado por Willem Dafoe) que, durante una lujosa celebración marcada por el duelo por la muerte de su hijo, verá cómo una cadena de sucesos inesperados amenaza su poder y su propio destino. Con Carlos Cuevas charlamos de la película, de Dafoe, y de cómo se presenta su verano.
O podcast centra-se numa entrevista ao filósofo John Sellars, que explora a relevância atual do pensamento de Aristóteles no contexto educativo e social contemporâneo. O autor defende que as ideias antigas sobre a capacidade de contemplação e o tempo para pensar são antídotos cruciais contra a distração digital e a impulsividade das redes sociais. Destaca-se também a visão do ser humano como um animal social, reforçando que a verdadeira autonomia depende da nossa integração e interdependência na comunidade. A obra sugere que a teoria do termo médio aristotélica oferece uma ferramenta prática para combater a polarização política e o extremismo, promovendo o equilíbrio e o compromisso. Em suma, as fontes apresentam a filosofia clássica como um guia essencial para desenvolver o pensamento crítico e a cidadania nas escolas de hoje.
Há entrevistas que envelhecem mal ao fim de poucas semanas. Esta não é uma delas. Publicada no suplemento Artes y Letras do jornal chileno El Mercurio, a propósito do lançamento de «Lecciones de Aristóteles» pela editora Taurus, a conversa com o filósofo britânico John Sellars parte de uma pergunta simples — porque é que ainda vale a pena ler um autor com mais de dois mil anos — para chegar a um território que qualquer professor, bibliotecário ou diretor de escola reconhecerá de imediato: a falta de tempo para pensar, a dificuldade em viver em comunidade e a tentação de resolver tudo aos extremos.
¿Qué pasa con esta atracción de los humanos hacia los extremos? ¿Qué podemos hacer con esto? Reflexiones, y algunas puntas de filósofos.00:00 reflexiones08:58 Hegel, Aristóteles, Nietzsche y Buda15:40 conclusiones
El siniestro ocurrió en la intersección de avenida Aristóbulo del Valle y Agustín Delgado. El conductor de la motocicleta sufrió lesiones leves y fue trasladado al Hospital Cullen. El tránsito ya fue normalizado.
"O desaparecimento de Honoré Subrac” (1910) é de Guillaume Apollinaire (1880-1918), o italiano que é um dos mais reconhecidos escritores em língua francesa. Com toque surrealista avant la lettre, o caso é narrado pelo amigo inominado de Honoré Subrac, que se propõe a nos fazer entender uma faculdade especial que o amigo tem, o mimetismo e como, uma aventura que se estende a anos, é resultado do final surreal de sua vida - com o desaparecimento. O conto recorre ao Mimetismo, explicitando que na natureza, seres vivos imitam outros seres vivos, como forma de se esconder de predadores, na mata, na terra ou na água. Na literatura, a Mimesis já fora explicada por Aristóteles, discípulo de Platão, para quem a arte era uma cópia da realidade. Já Aristóteles vê que toda arte oferece uma representação da realidade, a partir de uma representação criativa e verossímil das ações humanas. Já no século XX, René Girard, na literatura comparada, desenvolve a Teoria Mimética como passível de simular a realidade, a partir do universo do autor, que é o centro do Simulacro. A Mimesis, fato, é fundamental para a compreensão do fenômeno literário. Para o filósofo Aristóteles, o estudo das criações mimetizas é indispensável à Poética, ou seja, para entender a que se propõe e como se compõe uma literatura. É um princípio natural da arte de criar. O conto "O Desaparecimento de Honoré Subrac" (La disparition d'Honoré Subrac) foi publicado originalmente em 4 de fevereiro de 1910 no jornal francês Paris-Journal e, posteriormente, foi integrada na famosa coletânea de contos e novelas L'Hérésiarque et Cie (O Herege e Cia.), lançada no mesmo ano. Boa leitura!✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:
El intendente de Santa Fe participó del Tedeum por el Día de la Independencia en la Parroquia Nuestra Señora de Luján y luego dialogó con la prensa. Destacó el valor de la solidaridad, convocó a la unidad, confirmó la inauguración de las obras sobre avenida Aristóbulo del Valle y aseguró que el municipio trabaja junto a la Provincia para afrontar un posible escenario de lluvias intensas.
La tradicional celebración por el Día de la Independencia en avenida Aristóbulo del Valle tendrá dos escenarios simultáneos, nuevos polos gastronómicos y una fuerte apuesta a artistas locales. El acto oficial se realizará a las 10.30 y habrá actividades durante toda la jornada.
Como desenvolver uma comunicação capaz de transmitir ideias com autenticidade, clareza e profundidade? Neste episódio, o professor Cristiano Born aborda a oratória como uma verdadeira arte da formação humana, presente desde a Antiguidade nas escolas filosóficas da Grécia e de Roma. Inspirado por pensadores como Aristóteles, Cícero e Platão, o diálogo mostra que falar em público vai muito além da técnica: trata-se de aprender a expressar a própria alma. Ao longo da conversa, são apresentados os três pilares da oratória descritos por Aristóteles — ethos, logos e pathos —, destacando a importância da credibilidade do orador, da clareza das ideias e da conexão sincera com quem escuta. O episódio também diferencia oratória e retórica, explora a relação entre diálogo, dialética e comunicação, e demonstra como a prática constante, o autoconhecimento e o compromisso com a verdade fortalecem a capacidade de transmitir conhecimento. Por fim, somos convidados a compreender a palavra como uma oferenda: um instrumento para unir pessoas e ideias, tornando a comunicação um caminho de serviço, crescimento interior e realização humana. Participantes: Cristiano Born e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Quarteto de Cordas em Fá Maior, de Maurice Ravel
Aristóteles permanece como um dos pilares da civilização ocidental. Afastando-se das abstrações puras de seu mestre Platão, o pensador grego direcionou o foco do conhecimento para a observação prática, para a matéria e para os fatos concretos do mundo visível. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu estudos fundamentais em áreas como biologia, física, lógica, ética e política, cujos reflexos estruturam a sociedade contemporânea. Neste vídeo, a Brasil Paralelo apresenta as contribuições do filósofo que sistematizou a Lógica Formal por meio do silogismo, lançou as bases do método científico na ilha de Lesbos e propôs conceitos como o 'Telos' (propósito), a transição entre potência e ato, e a busca pela 'Eudaimonia' — a realização plena da vida por meio da excelência e do cultivo das virtudes. Compreenda como as teorias constitucionais modernas e o pensamento científico ocidental derivam diretamente do esforço intelectual realizado no Liceu de Atenas.
1) Oído: Me alienta mucho saber que Jesús nunca tomaba distancia de las personas que reconocían sus defectos, sino que no toleraba a aquellos que fingían. Eso me alienta, porque me puedo mostrar ante Dios como soy y decirle lo que me cuesta en este camino de mi sacerdocio. A Jesús no le molesta que me muestre como soy, sino que finja. El problema es con los que fingen. Jesús no toleraba a los hipócritas religiosos. Una vez que nos damos cuenta quiénes somos entonces Dios tiene alguien con quien trabajar. Acepto que no soy el cura soñado, obviamente vos tampoco el feligrés excelente. No podemos dar lo que no tenemos o no recibimos, y muchos creemos que tenemos que amar a la fuerza y la clave es comprender que, más que amar, es recibir amor. Por eso no podemos decir que amamos a Dios si maltratamos al compañero de trabajo o a la persona que nos atiende en el Mc Donald's o al señor que nos vende el café. Imagínate qué pasa en nuestras comunidades que hay veces que liquidan al cura en las redes y hasta los dejamos solos. Las mafias tienen más códigos que nosotros. Ahí está la famosa frase: “Tocas a uno y tocas a todos”. Pero aquí no. Me ha tocado ver que basta con que alguien hable mal del ministro y hasta los compañeros curas le sueltan la mano. Hasta se sacan comunicados para despegarse del leproso o del enfermo, “No tenemos nada que ver”, en vez de decir “Ok, se equivocó, está herido, somos familia y no lo vamos a dejar solo”. Cuán difícil es construir una familia-Iglesia.2) Frente: Uno no se enamora de quien le conviene; uno se enamora de quien elige. Uno se enamora de una persona que tiene algún rasgo que capaz ni siquiera percibís, pero que impacta en un lugar de tu inconsciente que tiene que ver con tu pasado. A lo mejor alguien que lejanamente tiene una mirada que te recuerda esa mirada de quien te contuvo cuando eras chico o chica, niño o niña. Mi psicóloga me decía: “Si vos pones de un tipo las fotos de todas las mujeres con las que salió, le vas a encontrar un parecido”. Por eso comprendí que algo tienen las personas que uno ama. Uno se enamora de un rasgo y a veces ese rasgo es hermoso, pero también es doloroso. Por eso encuentro sentido a la frase: “¿Por qué me enamoro de la persona que siempre me trata mal?” Y ahí está el trabajo de decir: “¿Por qué me enamoro de esta manera?”. Ahí está el trabajo interno, comprenderse en la dignidad que Dios te da y aprender a resistir para poder descubrirse, esto que decía san Agustín: “Encontrarme para encontrarte”.3) Espalda: Acordate lo que dice Aristóteles: “El pensamiento condiciona la acción y la acción determina el comportamiento, el comportamiento repetido crea hábitos y el hábito estructural genera el carácter”. Y te sumo algo más, “El carácter marca el destino”. Por tanto, mira para adelante y apostá por tu vida y por tus ganas de vivir, pero generando hábitos y carácter en tu manera y modo de vivir. Algo bueno está por venir.
Neste podcast: Clóvis de Barros começa uma nova jornada, desta vez analisando as principais ideias da obra Ética a Nicômaco, de um dos maiores pensadores da história: Aristóteles.
Descubre cómo la inteligencia emocional y el manejo de emociones influyen en decisiones clave, liderazgo, ventas y relaciones laborales. Minuto a minuto del episodio: - ¿Por qué reacciones automáticas nos sabotean? Presentación y planteo de la inteligencia emocional (00:00:00) - Inteligencia emocional: origen, vigencia y cómo nos cambia la vida (00:03:41) - La importancia de la educación emocional y la brecha con el sistema educativo (00:07:19) - El impacto masivo del libro de Goleman y las críticas actuales (00:13:01) - Definiendo la inteligencia emocional: claves, competencias y las ventajas competitivas (00:16:14) - El "desafío de Aristóteles": por qué la inteligencia racional no lo explica todo (00:20:17) - Pantallas, emociones y la actualidad de los problemas emocionales (00:22:49) - ¿Para qué sirven las emociones? Evolución y funciones biológicas clave (00:24:39) - Las emociones básicas y cómo nos preparan (o nos complican) en la vida moderna (00:30:46) - El cerebro emocional y el secuestro emocional: anatomía de un desborde (00:39:36) - Amígdala, niño interior y la explicación biológica de perder el control (00:44:49) - Neurociencia aplicada: cómo cambiar nuestra programación emocional (00:53:30) - Inteligencia emocional en la vida real: liderazgo, negocios y relaciones (00:57:11)
Descubre cómo, según Aristóteles, nuestras creencias y pensamientos influyen en la forma en que percibimos el mundo y configuran nuestro destino a partir de las decisiones que tomamos cada día.
Únete a nuestra comunidad El Mapa de la Ansiedad en Skool: https://www.skool.com/elmapadelaansiedad Un espacio con cursos, recursos y una comunidad donde compartir, aprender y comprender mejor la ansiedad, la tristeza y los procesos emocionales. En este episodio de La teoría de la mente, seguimos el rastro de una de las imágenes más poderosas para describir la tristeza profunda: el perro negro. Una sombra que acompaña, que se sienta al lado, que llega sin avisar y que convierte incluso las tareas más simples en una montaña difícil de escalar. A partir de esta metáfora, popularizada por Winston Churchill, viajamos por la historia de la melancolía para construir una auténtica biografía de la tristeza. Antes de llamarse depresión, antes de convertirse en diagnóstico clínico, la tristeza fue bilis negra, temperamento, pecado, genialidad, posesión, sensibilidad artística y también una forma de lucidez incómoda. Comenzamos en la antigua Grecia, con la medicina hipocrática y la teoría de los cuatro humores: sangre, flema, bilis amarilla y bilis negra. De ahí nace la palabra melancolía, del griego mélas —negro— y kholé —bilis—. Pero la historia no se queda en el cuerpo. En textos atribuidos a la escuela de Aristóteles, como el famoso Problema XXX, 1, aparece una pregunta fascinante: ¿por qué tantos hombres destacados en la filosofía, la política, la poesía y las artes parecen ser melancólicos? Desde ahí exploramos una idea que sigue viva: ¿puede el sufrimiento abrir caminos de conocimiento? ¿Existe una lucidez melancólica? ¿O estamos romantizando una carga emocional que puede destruirnos? El episodio avanza hacia la Edad Media, donde la tristeza se transforma en acedia, una especie de pereza espiritual o demonio interno asociado a la culpa, la apatía y la inmovilidad. Después viajamos al Renacimiento, cuando Saturno, Marsilio Ficino y Robert Burton convierten la melancolía en una marca de profundidad intelectual. La tristeza se vuelve prestigio, pose social y teatro cultural. También analizamos cómo la literatura refleja distintas formas de sufrimiento: Don Quijote, atrapado entre un mundo interior que ya no encaja con la realidad; Hamlet, cuya tristeza se interpreta como filosofía; Ofelia, reducida a histeria; Lady Macbeth, prisionera de la culpa corporal; y El rey Lear, quebrado por la pérdida del poder, la familia y la identidad. Finalmente llegamos a Freud y a su ensayo Duelo y melancolía, donde aparece una de las frases más inquietantes del psicoanálisis: “la sombra del objeto cae sobre el yo”. Hablamos de pérdida, culpa, vacío, depresión moderna, neurociencia, psicofármacos y del delicado equilibrio entre aliviar el dolor y escuchar lo que ese dolor quizá intenta decirnos. Este episodio no busca glorificar la tristeza ni romantizar la depresión. La depresión puede inmovilizar, apagar y romper; cuando eso ocurre, pedir ayuda profesional es fundamental. Pero tampoco conviene humillar toda tristeza, silenciarla o tratarla solo como un fallo que hay que corregir cuanto antes. Quizá la clave no sea expulsar para siempre al perro negro, sino aprender a reconocer sus pasos: saber cuándo viene de visita y cuándo se está instalando demasiado tiempo. Bienvenidos a La teoría de la mente. Nuestra escuela de ansiedad: www.escuelaansiedad.com Nuestro nuevo libro: www.elmapadelaansiedad.com Visita nuestra página web: http://www.amadag.com Facebook: https://www.facebook.com/Asociacion.Agorafobia/ Instagram: https://www.instagram.com/amadag.psico/ ▶️ YouTube AMADAG TV: https://www.youtube.com/channel/UC22fPGPhEhgiXCM7PGl68rw 25 keywords melancolía, tristeza profunda, perro negro, depresión, historia de la depresión, bilis negra, Hipócrates, Aristóteles, Problema XXX, acedia, Edad Media, Saturno, Marsilio Ficino, Robert Burton, Anatomía de la melancolía, Don Quijote, Cervantes, Shakespeare, Hamlet, Ofelia, Lady Macbeth, Rey Lear, Freud, duelo y melancolía, salud mental 6 hashtags #Melancolia, #Depresion, #SaludMental, #LaTeoriaDeLaMente, #PerroNegro, #Ansiedad
La figura de Aristóteles es todo un referente en la historia de la filosofía. Pero además fue un espejo en el que se miraron muchos pensadores cristianos en la Edad Media y en el Renacimiento. Todo un referente de la cultura al que dedicamos aquí un nuevo cronovisor. Luego Mario Escobar, autor de La prisionera del trono (Istoria 2026) nos habla de Isabel I de Castilla antes de ser reina y convertirse en la gran reina católica. En la sección de historia de las palabras de José Luis Díaz Prieto, esta semana nos trae el vocablo “bicoca”. Y acabamos el programa con la inquisición en la España de los siglos XVIII y XIX. Luis Zueco acaba de publicar El juicio (Ediciones B 2026) en donde habla de la persecución que sufrió Francisco de Goya por la Inquisición durante su estancia en Madrid
Tampoco podemos decir que, sin Aristóteles, Alejandro Magno no hubiera llegado a nada, pero sí es cierto que algo le debió de meter en la cabeza para que tuviera tan buen coco para muchas cosas. Aristóteles fue no solo un gran filósofo en la Antigüedad sino la inspiración de muchos pensadores cristianos a partir de la Edad Media.
Send us Fan MailLa historia de dos búhos que parecen sostener una conversación será el punto de partida para un viaje que nos llevara desde Aristóteles hasta nuestros días. En ese recorrido revisaremos los intentos que hemos realizado por tratar de entender el canto de las aves, pasando por proyectos de ciencia ciudadana hasta el análisis de patrones complejos de sonidos usando herramientas informáticas, todo para contestar una pregunta tan antigua como el lenguaje.Support the show
Aristóteles, en su obra Política, subraya que la educación es un asunto público porque forma ciudadanos. Propone un equilibrio entre ejercicio físico, formación intelectual y arte, destacando la música como una herramienta fundamental para moldear el carácter.Aunque escrita en el siglo V a. C., su visión sigue vigente: hoy persisten los debates sobre el impacto de la creación artística y la libertad de expresión en la sociedad. Para los empresarios, estas reflexiones invitan a pensar cómo la educación, la cultura y los valores estéticos influyen en la construcción de equipos, el liderazgo y la reputación en el México del siglo XXI.
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! A lo largo de la historia contemporánea se repite un mismo patrón, el de individuos o grupos se erigen en guardianes de la moral ajena, detectan una amenaza (real o imaginaria), la amplifican y desatan persecuciones que dejan tras de sí carreras destruidas y vidas arruinadas. El arquetipo del censor moderno es Anthony Comstock, un puritano de Connecticut que, tras la Guerra Civil, emprendió desde Nueva York una cruzada contra la obscenidad. En 1873 logró que el Congreso aprobara una ley que llevaba su nombre y que prohibía el envío por correo de material considerado indecente. Armado con esa legislación deliberadamente vaga y respaldado por algunos magnates, fundó la Sociedad Neoyorquina para la Supresión del Vicio, que persiguió a médicos, editores, galeristas y dramaturgos. Presumió de haber provocado quince suicidios y arruinado casi 3.700 vidas. Incluso obras de autores clásicos como Aristófanes, Bocaccio o Chaucer sucumbieron, las de los autores contemporáneos sufrieron hostigamiento y censura. El espíritu censor de Comstock tuvo su eco años más tarde en Hollywood con el Código Hays, un sistema de autocensura que durante más de treinta años dictó lo que podía mostrarse en pantalla. Quedaron desterradas la homosexualidad, las relaciones interraciales y cualquier transgresión de lo que se consideraba la moralidad adecuada. Las cláusulas de moralidad en los contratos controlaban también la vida privada de los artistas. El macartismo reprodujo luego el mismo esquema: una amenaza difusa, un aparato institucional complaciente y el señalamiento de los “inmorales". Lo más inquietante es que el fenómeno no ha desaparecido, de hecho se ha amplificado y afecta ahora a ambos lados del espectro político. Las redes sociales han creado un ecosistema donde la indignación moral es moneda de cambio. Derecha e izquierda despliegan sus propias cruzadas moralistas. Unos retiran libros de bibliotecas, otros imponen criterios de género y raciales con cláusulas contractuales más severas que las de 1914. El mecanismo es idéntico al de los censores de la época de Comstock. A ello se debe responder con coraje, sentido común y humor frente al fanatismo de quienes pretenden silenciar la libertad de expresión. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! A lo largo de la historia contemporánea se repite un mismo patrón, el de individuos o grupos se erigen en guardianes de la moral ajena, detectan una amenaza (real o imaginaria), la amplifican y desatan persecuciones que dejan tras de sí carreras destruidas y vidas arruinadas. El arquetipo del censor moderno es Anthony Comstock, un puritano de Connecticut que, tras la Guerra Civil, emprendió desde Nueva York una cruzada contra la obscenidad. En 1873 logró que el Congreso aprobara una ley que llevaba su nombre y que prohibía el envío por correo de material considerado indecente. Armado con esa legislación deliberadamente vaga y respaldado por algunos magnates, fundó la Sociedad Neoyorquina para la Supresión del Vicio, que persiguió a médicos, editores, galeristas y dramaturgos. Presumió de haber provocado quince suicidios y arruinado casi 3.700 vidas. Incluso obras de autores clásicos como Aristófanes, Bocaccio o Chaucer sucumbieron, las de los autores contemporáneos sufrieron hostigamiento y censura. El espíritu censor de Comstock tuvo su eco años más tarde en Hollywood con el Código Hays, un sistema de autocensura que durante más de treinta años dictó lo que podía mostrarse en pantalla. Quedaron desterradas la homosexualidad, las relaciones interraciales y cualquier transgresión de lo que se consideraba la moralidad adecuada. Las cláusulas de moralidad en los contratos controlaban también la vida privada de los artistas. El macartismo reprodujo luego el mismo esquema: una amenaza difusa, un aparato institucional complaciente y el señalamiento de los “inmorales". Lo más inquietante es que el fenómeno no ha desaparecido, de hecho se ha amplificado y afecta ahora a ambos lados del espectro político. Las redes sociales han creado un ecosistema donde la indignación moral es moneda de cambio. Derecha e izquierda despliegan sus propias cruzadas moralistas. Unos retiran libros de bibliotecas, otros imponen criterios de género y raciales con cláusulas contractuales más severas que las de 1914. El mecanismo es idéntico al de los censores de la época de Comstock. A ello se debe responder con coraje, sentido común y humor frente al fanatismo de quienes pretenden silenciar la libertad de expresión. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Você já estudou filosofia, se inspirou, ficou com a cabeça cheia de ideias... e no dia seguinte a vida voltou ao normal?Esse é o desafio real de quem busca o autoconhecimento: transformar a filosofia em uma prática viva — não um conteúdo que a gente consome e esquece.Nesta live, o professor Vinícius Negrão mostra como os grandes filósofos não apenas pensavam — eles tinham rituais, hábitos e práticas diárias que tornavam a filosofia um modo de ser, não apenas um modo de pensar.
Aristóteles: Si la desvergüenza es mala, lo mismo es el no tener reparo en cometer acciones vergonzosas, pero no por eso es bueno avergonzarse por hacerlas. En ningún caso debe asociarse la vergüenza o el pudor con una virtud.En Más Platón y menos WhatsApp: Vergüenza y FilosofíaEn Más Platón y menos WhatsApp: Vergüenza y Filosofía
En el episodio de hoy hablaremos de una de las heridas más silenciosas pero más dolorosas: la traición en la amistad. Abordaremos el tema desde una verdad incómoda: no todos los amigos son iguales. Inspirados en la clasificación de Aristóteles, descubriremos que existen amistades por interés, por diversión y aquellas que realmente valen la pena, las que están contigo en las buenas, pero sobre todo en las malas . Pero este episodio no se queda en teoría, nos metemos de lleno en historias reales que duelen, como descubrir que tu mejor amiga te traicionó con tu pareja, en el peor momento de tu vida. Una mezcla de dolor, decepción y realidad que te hace cuestionar en quién confiar . También exploraremos las señales que muchos ignoran: amistades que hablan con tu pareja a escondidas, que no te defienden, que te excluyen o que simplemente desaparecen cuando más las necesitas. Y lo más fuerte, cómo a veces no es traición, sino que nosotros idealizamos a las personas equivocadas .
El periodista David Mejía expone en su sección de La Brújula el pensamiento aristotélico y su relación con el concepto de la virtud.
En el centenario del nacimiento de Cayetana Fitz-James Stuart, su hijo, Cayetano Martínez de Irujo, ha repasado los aspectos más personales y desconocidos de la "mujer irrepetible" en el programa "Herrera en COPE" con Carlos Herrera. Con motivo de la presentación del documental "Cayetana, la duquesa de todos", de ÁBSIDE MEDIA Producciones, ha desvelado una figura marcada por la responsabilidad de su legado, una infancia más austera de lo que se podría imaginar y una faceta como madre que el gran público no conocía.A pesar de crecer en un entorno palaciego y en una familia numerosa, Cayetano ha confesado haberse sentido "muy solo" durante su niñez. Un sentimiento que le ha acompañado en la edad adulta con "achaques de soledad, de miedo al abandono, de de angustia". Según ha relatado, estos traumas de la infancia le llevaron a buscar ayuda profesional en Estados Unidos hace una década. "Los traumas de infancia son los que te llevan a que tu vida sea un vaivén ...
O que é ser um bom estrategista? E o que significa, realmente, vencer? A filosofia da estratégia nos convida a refletir que essa relação é vivencial: a filosofia busca a sabedoria, enquanto a estratégia é a aplicação prática dessa consciência. Assim, todo esforço consciente para alcançar um objetivo é estratégia, ou seja, é a "disciplina da vitória". Mas vencer não é apenas ganhar; envolve propósito, valores e o impacto das nossas escolhas. Sob a perspectiva do conhecimento, inspirada em Aristóteles e também em pensadores como Sun Tzu, a estratégia se resume a três ações: entender, escolher e executar. É preciso compreender o contexto, tomar decisões conscientes e, o mais importante, saber o que evitar, agindo com responsabilidade. Mais do que ferramentas, isso exige clareza e discernimento. Por fim, nenhum resultado faz sentido sem valores. A estratégia envolve poder e influência, e só se torna completa quando guiada pela ética e pelo bem comum. Grandes sábios como Siddhartha Gautama, Confúcio e Lao Tsé mostram que a verdadeira vitória não é sobre o outro, mas uma construção consciente, equilibrada e compartilhada. Participantes: Thiago Grandi e Danilo Gomes Trilha Sonora: Joseph Haydn – Adagio, Sinfonia nº 44 em Mi menor ("Trauer")
você está vivendo sua vida ou sendo vivido por ela?Nesta palestra, Lúcia Helena Galvão revela como os hábitos funcionam como arquitetos invisíveis do nosso caráter, moldando quem somos muito além do que imaginamos. Mais do que falar de produtividade, esta é uma reflexão filosófica profunda sobre liberdade, identidade e a construção de si mesmo como obra-prima."Não somos aquilo que pensamos ocasionalmente. Somos aquilo que praticamos constantemente."━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━
Tiene un rostro sereno y hermoso que muestra un gesto apacible; cara afilada, que indica resolución; nariz aguileña, signo de intrepidez; mentón saliente, distintivo del carácter; cejas pobladas pero cortas, características de nerviosismo; y un labio inferior grueso y carnoso, mayor que el superior, señal inequívoca de codicia. ¿De quién se trata? Es el rostro del rey Midas, reconstruido a la perfección por dos expertos arqueólogos británicos, John Prag y Richard Neave. Tomando como base la calavera del rey, conservada intacta en su tumba, los dos hombres rehicieron su cara con plástico y arcilla. Ese grueso labio inferior —explicaron ellos— pone de manifiesto la característica más reveladora de Midas: la codicia. Según cuenta la leyenda, Midas, rey de Frigia, era hijo del rey Gordio y de la diosa Cibeles. Un día Midas le hizo un gran favor a Sileno, dios de los bosques. Entonces Sileno lo recompensó concediéndole un favor, cualquiera que el rey le pidiera. ¿Qué pidió Midas? Haciendo resaltar su carácter codicioso, pidió que se convirtiera en oro todo lo que él tocara. Pero ese poder resultó ser su Némesis, la diosa griega de la Venganza y de la Justicia distributiva, pues le costó caro. Por no pensar en las consecuencias de su petición, Midas comenzó a verse en graves problemas. Al tocar el pan, lo convirtió en oro, y luego hizo lo mismo con la sopa y la carne. Llegó al colmo de convertir en oro a su hijita que se acercó para abrazarlo. La leyenda cuenta que Midas, por fin, se curó de su codicia bañándose en el río Pactolo. De ahí que el filósofo griego Aristóles se valiera de la lección del mítico rey Midas para enseñar que el dinero es un medio que jamás debe convertirse en un fin en sí mismo. Muchas personas, como Midas, no quieren aceptar el verdadero valor de lo que llega a sus manos. Quieren convertirlo todo en oro. Por esa desaforada codicia sacrifican lo más valioso que tienen en la vida: familia, hogar, hijos, honor y conciencia. El profeta Isaías, que vivió en el siglo octavo antes de Cristo y por lo tanto era contemporáneo del rey Midas histórico en quien se basa la leyenda, le advirtió a su pueblo sobre las consecuencias de la codicia. «En aquel día —profetizó Isaías— el hombre echará sus ídolos a las ratas y a los murciélagos, esos ídolos de oro y de plata que él mismo se hizo para adorarlos».1 Si hacemos del oro el señor de nuestra vida, entonces en vez de poseer el dinero, el dinero nos poseerá a nosotros. Por eso dice el refrán: «El dinero sea tu criado, pero no tu amo.» Y por eso advirtió Jesucristo: «¡Tengan cuidado con toda clase de avaricia! La vida no se mide por cuánto tienen.»2 Hagamos más bien de Cristo el Señor de nuestra vida. Así tendremos al Hijo de Dios, la vida misma, que vale más que todo el oro del mundo. Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Is 2:20 (DHH) 2 Lc 12:15 (NTV)
7-day FREE trial of our Intermediate Spanish course, Spanish Uncovered: www.storylearning.com/podcastofferJoin us on Patreon: www.patreon.com/storylearningspanishGlossaryrebotar: to bouncearrepentirse: to regrettrámites: paperwork, errands Aristóteles: Aristotle, Greek philosopher and disciple of PlatoFollow us on social media and more: www.linktr.ee/storylearningspanish
Neste podcast: Clóvis de Barros estabelece um paralelo entre uma das parábolas de Jesus e o conceito de potência no pensamento de Aristóteles.
No episódio "Ser Feliz é Ser Humano", o podcast da Nova Acrópole do Brasil propõe uma reflexão filosófica sobre a felicidade como expressão da própria natureza humana. Ser feliz não é apenas experimentar prazer ou alcançar êxito material, mas realizar conscientemente aquilo que se é em essência. A partir da "Hierarquia das Necessidades Humanas", de Abraham Maslow, compreende-se a felicidade como um processo de desenvolvimento que culmina na autorrealização. Essa perspectiva dialoga com a tradição hindu, ampliando a visão do ser humano como uma unidade integrada, capaz de crescer interiormente e manifestar suas potencialidades. Inspirado também em Aristóteles, o episódio destaca que a verdadeira felicidade está ligada à prática do bem e ao cultivo das virtudes. Assim como a semente cumpre sua finalidade ao dar frutos, o ser humano se realiza ao expressar valores e contribuir conscientemente para o mundo. "Ser Feliz é Ser Humano" nos convida a compreender a felicidade como um caminho de autoconhecimento, transcendência e construção interior — um estado que nasce da coerência entre pensamento, sentimento e ação. Participantes: Michel Queiroz e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Joseph Hadyn - Sinfonia nº45 - Minueto
PARTICIPE DO ENCONTRO VOCAÇÃO E LEGADO: https://r.vocemaisrico.com/beae6da387FAÇA SUA MATRÍCULA NO VIVER DE RENDA: https://r.vocemaisrico.com/4f41c8a7ecNa sociedade atual, que recompensa velocidade, conforto e resultado imediato, quase ninguém fala do que sustenta decisões certas, caráter firme e liderança real no longo prazo: virtude. E o mais curioso é que isso não é novidade — a Igreja, ao longo de séculos, já nos ensinava as virtudes cardeais como alicerce de uma vida reta e de uma liderança de verdade: prudência (decidir bem), justiça (dar a cada um o que é devido), fortaleza (suportar o difícil) e temperança (dominar os excessos).Antes mesmo disso, a filosofia clássica já apontava na mesma direção: de Aristóteles, com a ideia de virtude como hábito e formação do caráter, até os estoicos, que insistiam em autocontrole, coragem e clareza moral diante do caos do mundo.Mas como aplicar essas virtudes na prática — na vida real e dentro de uma empresa? Como elas fortalecem o caráter, refinam a disciplina, elevam a liderança e evitam que resultados de curto prazo destruam o que foi construído no longo prazo? E, afinal, o que muda quando um líder decide operar com prudência, justiça, fortaleza e temperança em vez de ego, impulso e vaidade?Para responder essas (e outras) perguntas, convidamos Guilherme Freire para o episódio 284 do podcast Os Sócios. Falamos sobre virtudes cardeais, formação de caráter, disciplina, liderança e como aplicar tudo isso na vida e nos negócios.Ele será transmitido nesta quinta-feira (19/02), às 12h, no canal Os Sócios Podcast. Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperini Convidado: Guilherme Freire @guilhermefclfreire
Concentrar-se no que é controlável e aceitar o que é incontrolável. Essa á uma das máximas do pensamento estóico, criado pelo imperador romano Marco Aurélio e que voltou ao hype. Afinal, o que é - e, principalmente, o que não é - estoicismo?Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.>> OUÇA (58min 48s)* Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERChegou fevereiro, ilustríssima ouvinte e ilustríssimo ouvinte do Naruhodo.É quando a rotina aperta de verdade: o calor pesa, os compromissos se acumulam, o corpo sente, o Carnaval se aproxima — e a vida real acontece sem pausa.E qual é a roupa que acompanha o seu ritmo?Ela mesma: INSIDER.Afinal, INSIDER é a escolha inteligente que aguenta o dia inteiro, aguenta o calor, aguenta o movimento, aguenta a rotina.Ou seja: sustenta seu ritmo com muito estilo.Então use o endereço a seguir pra já ter o cupom NARUHODO aplicado ao seu carrinho de compras: são 10% de desconto para clientes cadastrados e 20% de desconto caso seja sua primeira compra.>>> creators.insiderstore.com.br/NARUHODOOu clique no link que está na descrição deste episódio.INSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*REFERÊNCIASThe Western origins of mindfulness therapy in ancient Romehttps://link.springer.com/article/10.1007/s10072-023-06651-wA Comparative Analysis of Stoicism and Cognitive Behavioural Therapy (CBT)http://albertinejournal.org/10%20A%20Comparative%20Analysis%20of%20Stoicism%20and%20Cognitive%20Behavioural%20Therapy%20(CBT).pdfWilliam James and the Impetus of Stoic Rhetorichttps://scholarlypublishingcollective.org/psup/p-n-r/article-abstract/45/3/246/290269/William-James-and-the-Impetus-of-Stoic-RhetoricThe Ancient Origins of Cognitive Therapy: The Reemergence of Stoicismhttps://www.proquest.com/openview/742f90a1c1e13c9085ce2a9c8d0410fe/1?pq-origsite=gscholar&cbl=28723Core Beliefs in Cognitive Behavioral Therapy and Stoicismhttps://muse.jhu.edu/pub/1/article/964183/summaryPatricia A. Rosenmeyer (2001). Ancient Epistolary Fictions: The Letter in Greek Literature. Cambridge University Press. p. 214. ISBN 978-0-521-80004-4.https://catdir.loc.gov/catdir/samples/cam031/00041454.pdfA HISTORY OF CYNICISM https://www.holybooks.com/wp-content/uploads/A-History-of-Cynicism.pdfStoicism as a Panacea for Contemporary Problemshttps://www.proquest.com/openview/f128731c9d006eca833b90aa36167659/1?pq-origsite=gscholar&cbl=18750&diss=yThe Stoic Capitalist: Advice for the Exceptionally Ambitioushttps://books.google.com.br/books?hl=en&lr=&id=VR1VEQAAQBAJ&oi=fnd&pg=PP2&dq=stoicism+and+capitalism&ots=VuA23wsQ3C&sig=BUUMCHZI782I82BzPTwzSi6ui74&redir_esc=y#v=onepage&q=stoicism%20and%20capitalism&f=falsePopular Stoicism in the Face of Social Uncertaintyhttps://www.ceeol.com/search/article-detail?id=1075832Diógenes Laércio, Vidas e Doutrinas dos Filósofos Ilustreshttps://revistas.ufrj.br/index.php/FilosofiaClassica/article/download/40618/22230/110987Nietzsche contra stoicism: naturalism and value, suffering and amor fati https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/0020174X.2019.1527547Stoicism and sensation seeking: Male vulnerabilities for the acquired capability for suicidehttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0092656612000530Can stoic training develop medical student empathy and resilience? A mixed-methods studyhttps://link.springer.com/article/10.1186/s12909-022-03391-xTroubling stoicism: Sociocultural influences and applications to health and illness behaviourhttps://journals.sagepub.com/doi/10.1177/1363459312451179Meditações - Marco Auréliohttps://masculinistaopressoroficial.wordpress.com/wp-content/uploads/2017/06/meditac3a7c3b5es-marco-aurc3a9lio.pdfBig boys don't cry: An investigation of stoicism and its mental health outcomeshttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0191886907004473Naruhodo #26 - Meditação faz bem pra saúde, segundo a ciência?https://www.youtube.com/watch?v=cqzZlXHtxjkNaruhodo #404 - Por que algumas pessoas gostam de terminar as coisas e outras não?https://www.youtube.com/watch?v=pTSZ--4TKMkNaruhodo #135 - Como eu sei que você é você e não eu? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=Fq-VjuiTOY0Naruhodo #136 - Como eu sei que você é você e não eu? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=yRZkLKL6QH0Naruhodo #319 - O tempo passa mais rápido quando ficamos mais velhos?https://www.youtube.com/watch?v=8xgBvsN0b_INaruhodo #433 - Existe amizade entre homens e mulheres? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=EFVaBfGaowgNaruhodo #434 - Existe amizade entre homens e mulheres? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=H6D1yCni0rcNaruhodo #446 - O que é transfuga de classe?https://www.youtube.com/watch?v=HQQyT1sawZoNaruhodo #430 - Por que é tão difícil deixar o rancor de lado?https://www.youtube.com/watch?v=u0IesoD4A9ANaruhodo #346 - Programação Neurolinguística (PNL) tem base científica? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=p9-iauANzY0Naruhodo #347 - Programação Neurolinguística (PNL) tem base científica? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=yggQXOE9lRYNaruhodo #186 - O que são as 4 causas de Aristóteles?https://www.youtube.com/watch?v=GQnAQGbMpXcNaruhodo #393 - A psicologia positiva tem validade científica? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=LnSZCHHfoWINaruhodo #394 - A psicologia positiva tem validade científica? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=n8h3zC7YLNs*TEXTO MARCO AURÉLIOAo despontar a aurora, faça estas considerações prévias: encontrarei com um indiscreto, com um ingrato, com um insolente, com um mentiroso, com um invejoso, com um não-sociável. Tudo isso lhes ocorre por ignorância do bem e do mal. Mas eu, que observei que a natureza do bem é o belo, e que a do mal é o vergonhoso, e que a natureza do próprio pecador, que é meu parente, porque participa, não do mesmo sangue ou da mesma semente, mas das inteligência e de uma porção da divindade, não posso receber dano de nenhum deles, pois nenhum me cobrirá de vergonha; nem posso me aborrecer com meu parente nem odiá-lo. Pois, nascemos para colaborar, como os pés, as mãos, as pálpebras, os dentes, superiores e inferiores. Agir, pois, como adversários uns para com os outros é contrário à natureza. E é agir como adversário o fato de manifestar indignação e repulsa. Isso é tudo o que sou: um pouco de carne, um breve fôlego vital e o guia interior. Deixe os livros! Não te distraias mais; não está permitido a ti. Mas que, na idéia de que já és um moribundo, despreza a carne: sangue e pó, ossos, fino tecido de nervos, de pequenas veias e artérias. Olha também em que consiste o fôlego vital: vento, e nem sempre o mesmo, pois em todo momento se expira e de novo se aspira. Em terceiro lugar, pois, te resta o guia interior. Reflete assim: és velho; não o consintas por mais tempo que seja escravo, nem que siga ainda arrastando-se como marionete por instintos egoístas, nem que maldigas o destino presente ou tenhas receio do futuro. Para qualquer parte da natureza, é bom aquilo que colabora com a natureza do conjunto e o que é capaz de preservá-la. E conservam o mundo tanto as transformações dos elementos simples como as dos compostos. Sejam suficientes para ti essas reflexões, se são princípios básicos. Afasta tua sede de livros, para não morrer amargurado, mas verdadeiramente resignado e grato de coração aos deuses. Não consumas a parte da vida que te resta fazendo conjecturas sobre outras pessoas, a não ser que teu objetivo aponte para o bem comum; porque certamente te privas de outra tarefa. Ao querer saber, ao imaginar o que faz fulano e por que, e o que pensa e o que trama e tantas coisas semelhantes que provocam teu raciocínio, tu te afastas da observação do teu guia interior. Convém, consequentemente, que, no encadear das tuas ideias, evites admitir o que é fruto do azar e supérfluo, mas muito mais o inútil e pernicioso. Deves também acostumar-te a ter unicamente aquelas ideias sobre as quais, se te perguntassem de súbito “em que pensas agora?”, com franqueza pudesses responder no mesmo instante “nisso e naquilo”, de maneira que no mesmo instante se manifestasse que tudo em ti é simples, benévolo e próprio de um ser isento de toda cobiça, inveja, receio ou qualquer outra paixão, da qual pudesses envergonhar-te ao reconhecer que a possui em teu pensamento. Porque o homem com essas características, que já não demora em situar-se entre os melhores, converte-se em sacerdote e servo dos deuses, posto ao serviço também da divindade que habita seu interior; tudo que o imuniza contra os prazeres, o faz invulnerável a toda dor, intocável a todo excesso, insensível a toda maldade, atleta da mais excelsa luta, luta que se entrava para não ser abatido por nenhuma paixão, impregnado a fundo de justiça, apegado, com toda a sua alma, aos acontecimentos e a tudo o que lhe tenha acontecido. E, raramente, a não ser por uma grande necessidade e tendo em vista o bem comum, cogita o que a outra pessoa diz, faz ou pensa. Colocará unicamente em prática aquelas coisas que lhe correspondem, e pensa sem cessar no que lhe pertence, o que foi alinhado ao conjunto. Enquanto, por um lado, cumpre o seu dever, por outro, está convencido de que é bom. Porque o destino designado a cada um está envolvido no conjunto e ao mesmo tempo o envolve. Tem também presente que todos os seres racionais têm parentesco e que preocupar-se com todos os homens está de acordo com a natureza humana Mas não deves considerar a opinião de todos, mas somente a opinião daqueles que vivem conforme a natureza. E, em relação aos que não vivem assim, prossegue recordando até o fim como são em casa e fora dela, pela noite e durante o dia, e com que classe de gente convivem. Consequentemente, não considera o elogio de tais homens que nem consigo mesmos estão satisfeitos.Na convicção de que pode sair da vida a qualquer momento, faça, fale e pense todas e cada uma das coisas em consonância com essa ideia. Pois distanciar-se dos homens, se existem deuses, em absoluto é temível, porque estes não poderiam atirar-te ao mar. Mas, se em verdade não existem, ou não lhes importam os assuntos humanos, para que viver em um mundo vazio de deuses ou vazio de providência? Mas sim, existem, e lhes importam as coisas humanas, e criaram todos os meios a seu alcance para que o homem não sucumba aos verdadeiros males. E se restar algum mal, também haveriam previsto, a fim de que contasse o homem com todos os meios para evitar cair nele. Mas o que não torna pior um homem, como isso poderia fazer pior a sua vida? Nem por ignorância nem conscientemente, mas por ser incapaz de prevenir ou corrigir esses defeitos, a natureza do conjunto o teria consentido. E, tampouco, por incapacidade ou inabilidade teria cometido um erro de tais dimensões como acontece aos bons e aos maus indistintamente, bens e males em partes iguais. Entretanto, morte e vida, glória e infâmia, dor e prazer, riqueza e penúria, tudo isso acontecem indistintamente ao homem bom e ao mal, pois não é nem belo nem feio, porque, efetivamente, não são bons nem maus.*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. 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