Podcasts about iluminismo

  • 181PODCASTS
  • 278EPISODES
  • 45mAVG DURATION
  • 1MONTHLY NEW EPISODE
  • Jun 10, 2026LATEST

POPULARITY

20192020202120222023202420252026


Best podcasts about iluminismo

Latest podcast episodes about iluminismo

Vida em França
"Estamos todos no mesmo Mundo, Terra, Pátria"- Álvaro Vasconcelos

Vida em França

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 40:47


Foi apresentado em finais de Maio em Paris, o terceiro e último volume do livro "Memórias em tempo de amnésia" de Álvaro Vasconcelos, especialista de relações internacionais e voz bem conhecida das nossas antenas. Nesta obra em três partes, o autor relata as épocas que atravessou, o salazarismo, o colonialismo português em África, nomeadamente em Moçambique onde viveu, os anos de militância política na África do Sul, em França e em seguida em Portugal, onde regressou na altura do 25 de Abril. No terceiro volume das suas memórias intitulado "O futuro para além do apocalipse", Álvaro Vasconcelos recorda a conquista da independência das ex-colónias, assim como os primórdios da democratização de Portugal e a sua adesão à União Europeia. O antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e fundador em Portugal do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais também evoca a viragem autoritária a que se assiste actualmente em várias partes do mundo, a que ele chama de «brutalismo» e que tem a ver com a corrente 'tecno-totalitarista', encabeçada nomeadamente por alguns magnatas da Silicon Valley. Álvaro Vasconcelos fala também da urgência ambiental, da urgência de não nos esquecermos que somos humanos, numa época em que tendemos a colocar tudo nas mãos da Inteligência Artificial. No fundo, ele fala da urgência de pensarmos. Neste livro denso que é uma chamada de atenção, ele começa cada capítulo com uma espécie de guião de filme e fala com um gosto não dissimulado de todas as fitas que o fizeram reflectir de outra forma sobre o mundo, porque este texto, ainda mais do que os anteriores, é uma declaração de amor à sétima arte. E evidentemente não podíamos deixar de falar -antes de mais- da importância que o cinema tem para Álvaro Vasconcelos. "O cinema é algo que me formou porque eu vivia na África colonial, na Beira, em Moçambique. E como era lá no fundo do Império, a ditadura era certamente muito mais suave para os brancos, para os negros era mais brutal do que em Portugal era para os portugueses. E os brancos da cidade da Beira, onde eu vivia, tinham acesso ao Cineclube da Beira, às grandes obras do cinema mundial, por exemplo, nós vimos o ‘Couraçado Potemkin', que em Portugal era absolutamente proibido. (…) E como o cinema, começamos a vê-lo mesmo muito, desde muitos miúdos, não só nos cineclubes, os cinemas eram a maravilha da época, era aquilo que nos educava, nos abria novos horizontes, que nos fazia rir com Charlot, com os irmãos Marx, que nos ensinava os problemas graves do mundo, como ‘Hiroshima mon amour', o neo-realismo italiano, ‘Os ladrões de bicicletas', etc. Evidentemente que o cinema teve para a minha geração e em particular para aquela que viveu no Império, mas não só, também também em Portugal, um impacto enorme, portanto, foi formativo. E ao escrever o último livro da minha trilogia, senti a necessidade de fazer um livro que fosse mais de reflexão que apenas descritivo da minha vida e de reflexão. Não sou filósofo, portanto, não podia ser uma reflexão filosófica. Mas era uma reflexão à volta das ideias que são veiculadas pelo cinema, que foram veiculadas pela grande literatura que eu li desde miúdo, que sempre me apaixonou e continuo a ler e que me ensinou imenso sobre o mundo. Eu descobri muitas coisas no cinema e na literatura que não era capaz de descobrir com o mesmo grau de profundidade dos ensaios", explica o autor. Nas suas memórias, Álvaro Vasconcelos fala da época colonial e também de uma descolonização das mentes que ainda não foi totalmente feita. "Em África, descobri a violência colonial e que a palmatória é um símbolo absoluto dessa violência. Palmatória com que iam castigar os empregados negros por coisas, não importa o quê. Mas mesmo que fossem coisas graves, era a mesma palmatória que era usada contra os escravos, como eu vi no Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo. Infelizmente não temos em Portugal, nenhum museu sobre a escravatura. Temos um pequeno museu em Lagos, mas não temos um grande museu, como têm os brasileiros. E essa palmatória era usada também pelo professor primário para nos manter. Identifico a violência brutal de que era vítima pelo professor primário, que tinha um poder absoluto sobre mim, com a violência, de que eram vítimas os negros, que não tinham direitos nenhuns, nem direito à vida. E para que isso pudesse ter acontecido, foi preciso criar uma narrativa de que eles não eram gente civilizada. E essa narrativa perdurou no pós 25 de Abril, porque nunca se fez um trabalho verdadeiro de descolonização das mentalidades. E hoje, quando os imigrantes são tratados como são tratados com desumanidade, é porque não são considerados humanos iguais a nós. E como não são considerados humanos iguais a nós, podem ser vítimas da arbitrariedade. Não têm os direitos iguais. Isso é uma questão fundamental", considera o estudioso. "Quando se deu o 25 de Abril, podia-se ter feito uma coisa extraordinária e teria ficado para a história. Era considerar que toda a gente que reside em Portugal tem os mesmos direitos. Há um país no mundo em que isso, pelo menos já acontece, que é na Nova Zelândia. E, portanto, se os imigrantes tivessem o direito do voto, seriam tratados de forma completamente diferente ", diz ao referir que, em vez disso, "são vítimas da desigualdade mais absurda da escravatura às vezes da violência da morte no Mediterrâneo. Em vez de irem socorrer, acham que é uma forma dissuasiva que eles morram no Mediterrâneo. Isso, evidentemente, é feito posto em prática por políticos democráticos, mas evidentemente que estão a abrir o caminho à extrema-direita que fará disso uma doutrina de poder." No capítulo que reserva a estes aspectos, o autor escreve que “o silêncio sobre a verdadeira natureza do colonialismo é um dos grandes fracassos da democracia portuguesa” e que “a Europa assumir que o colonialismo foi um crime contra a humanidade tornaria o seu discurso sobre a democracia muito mais legítimo.” "O 25 de Abril foi uma revolução extraordinária. Libertou os portugueses da ditadura e criou um sistema de liberdades públicas, de Estado de Direito. Isso deve ser sublinhado e eu sublinho no livro, porque é único no século XX, uma revolução que não foi só uma libertação, mas trouxe a liberdade. Podemos pensar, por exemplo, que a Revolução de Outubro libertou os russos do Czarismo, que era um regime terrível. Mas não construiu um regime de liberdade. Isso aconteceu em Portugal. Simplesmente, Portugal era ao mesmo tempo uma ditadura e um império. E quando se construiu a democracia, fez-se um trabalho mais ou menos profundo sobre o que era a ditadura, o que é que era o fascismo. Existem vários museus, o Museu do Aljube, um museu em Peniche, existe um trabalho de memória. Existem nos livros de História. Conta-se o 25 de Abril, todo esse passado ditatorial. As pessoas sabem que houve a tortura, que havia a PIDE, que as pessoas não tinham direito à palavra. Tudo isso faz parte da memória colectiva dos portugueses", constata Álvaro Vasconcelos. "O que não se fez nenhum trabalho. O que é que era o colonialismo? Não se explicou o que é que era a tortura em África, o que era o trabalho forçado. Qual era a origem que isso tinha na escravatura? Manteve-se um mito do lusotropicalismo, ou seja, que Portugal tinha contribuído para criar um mundo diferente, um mundo não racista, um mundo multiétnico. Até se dizia isso : ‘Deus criou os homens e os portugueses criaram as mulatas' escondendo que as mulatas nasciam muitas vezes de actos de violação absoluta, porque as mulheres negras não tinham direitos e, portanto, o senhor tinha um direito de pernada sobre a mulher negra. Isso acontecia frequentemente. Eu, aliás, entrevistei para um dos meus livros uma senhora africana que conta exactamente a história de uma mulher que, depois do 25 de Abril, andava à procura do homem branco, que tinha sido o pai dos seus filhos e que o homem branco tinha desaparecido. Tinha regressado a Portugal e que nunca mais soube dele. E as crianças queriam conhecer o pai. Mas isto é um caso de uma pessoa que se movimentou. A maior parte das vezes ficaram e são vítimas de toda a discriminação. Isso é o aspecto em que o 25 de Abril não fez esse trabalho", diz o politólogo. "Quando em Portugal surge um movimento de sociedade civil poderoso, hoje formado por intelectuais afro-descendentes que defendem o direito à igualdade, que tem voz no espaço público, quando nos lembramos, por exemplo, da Joacine Katar Moreira que foi deputada na Assembleia da República, a campanha racista contra ela. No Parlamento, a extrema-direita dizia ‘Volta para o teu país'. Estou a falar numa deputada, membro do Parlamento. Mas depois as intelectuais todas que são superactivas na sociedade portuguesa, que é aquilo que há hoje de mais vibrante na sociedade portuguesa, mais criativo. Publicam, fazem filmes como a Pocas Pascoal e outros. Ainda recentemente a Kitty Furtado organizou na Gulbenkian um ciclo sobre o cinema africano produzido em Portugal, com numerosos filmes, numerosos realizadores. Portanto, na Bienal de Veneza, há dois anos, a representação de Portugal foram artistas negros. Portanto, temos um movimento extraordinário. Esse movimento choca com esta mentalidade dominante. E então são acusados de serem ‘wokistas'. ‘Wokistas, quer dizer que são pessoas com consciência", sublinha o universitário. Relativamente às lições que se podem tirar do pós 25 de Abril, Álvaro Vasconcelos faz um balanço agridoce : apesar de considerar que “os seus objectivos essenciais foram atingidos: liberdade, fim do colonialismo e um estado inspirado nos modelos sociais europeus”, ele constara que “o que triunfou não foram os mecanismos que permitiriam compatibilizar a democracia liberal com o desejo de participação dos cidadãos (...) com o tempo, os partidos tornaram-se organizações fechadas (...) foram-se impondo como actores únicos do sistema politico”. "Portugal fez uma revolução que permitiu a existência de partidos políticos que não existiam antes. Mas a revolução, no momento em que ela aconteceu, despertou uma vontade de participação enorme na sociedade portuguesa. Todos os portugueses queriam participar na vida política pública. Eu próprio participei na criação de um jornal que era a voz do trabalhador e aquilo vendia-se como pãezinhos quentes. Quer dizer, toda a gente cria jornais. Toda a gente queria ler. Toda a gente fazia um pequeno comício. Enchiam-se de pessoas. Criaram-se cooperativas, associações de bairro, associações, moradores, associações agrícolas, movimentos cooperativos por todo o lado. Ao mesmo tempo, os partidos políticos foram-se consolidando como forças dominantes da sociedade portuguesa. E esses movimentos participativos foram vistos pelos partidos que acabaram por triunfar como movimentos que eram contrários à consolidação da democracia representativa liberal, como havia no resto da Europa. E foram desaparecendo. E o sistema político português ficou concentrado nos partidos políticos. Esses anos todos passaram e as pessoas hoje, como têm acesso às redes sociais, já têm outra forma de expressão, sem passar pelos partidos políticos. Exprimem-se nas redes sociais. Muitas vezes, o que dizem alguns? Nós não gostamos nada. Mas outras coisas dizem coisas correctas. Estes movimentos que eu referi, ecológicos, anti-racistas, de solidariedade social, também usam as redes sociais. Mas há muita gente que usa as redes sociais e que diz coisas horríveis. Mas não interessa, diz. Acha que tem direito à palavra. E acha que os partidos não dão direito à palavra. Então vão atrás de um demagogo que diz ‘Eu dou vos a palavra. Eles não vos dão a palavra'. Os partidos políticos são organizações fechadas. Em Portugal nunca se fez a regionalização, porque os partidos acharam que aquilo era fugir ao controlo central dos partidos de Lisboa. Era abrir o controlo da sociedade a nível regional. E tudo isso foi enfraquecendo a democracia portuguesa", comenta. “Foi nas redes sociais, espaço sem regras, que descobri que estávamos perante um brutalismo neofascista. O significado das palavras e a verdade deixaram de ser facilmente reconhecíveis. O algoritmo privilegia a violência verbal, exponencia o número de visões e partilhas. Acreditei – e escrevi –, depois das revoluções árabes de 2011, que as redes sociais tinham potencial de empoderamento dos cidadãos e poderiam ser um factor de emancipação democrática, mas hoje sou obrigado a constatar que não tive em conta a capacidade de manipulação, seja pelos algoritmos ou ainda mais pela IA, dos Estados e grupos que controlam as empresas da indústria do mundo virtual", escreve Álvaro Vasconcelos no capítulo que dedica ao regresso do que chama de 'brutalismo'. "A nível europeu, nós não podemos separar de um fenómeno mundial, que é aquilo que atravessa bastante o meu livro, que é a ideia do colapso do pensamento. E esse colapso do pensamento. O que significa que quando os homens deixam de pensar, diz Hannah Arendt, são capazes dos piores crimes. E esses homens são capazes dos piores crimes. E o homem banal, o homem comum que pode seguir um líder que vai destruir as suas liberdades e a liberdade dos outros. E isso pode se chamar ‘tecno-totalitarismo'. Porquê tecno-totalitarismo? Porque grande parte da economia mundial hoje está a ser dominada pelas grandes empresas tecnológicas. Estamos numa nova revolução tecnológica. E as grandes empresas tecnológicas que dominam a inteligência artificial, que dominam as redes sociais, como o Musk, é o exemplo mais claro, defendem aquilo que eu chamei de ‘tecno-totalitarismo'», explica o autor das "Memórias em tempo de amnésia". "Há uma politóloga francesa, Asma Mhalla que diz que ‘este século não vos proíbe de pensar. Ele ocupa-vos até que já não se saiba como fazer. Isto vem, como eu digo aqui no livro, do desenvolvimento da Inteligência artificial. O desenvolvimento da inteligência artificial cria um mundo onde os humanos deixam de pensar. A banalidade do mal passa a ser a norma. Isso acontece em muitos actos quotidianos. Quando recorremos à inteligência artificial para tomarmos decisões. Quando manipulados por algoritmos, ficamos de tal forma hipnotizados que somos levados a acreditar nos líderes populistas como Trump, como Bardella em França como em Portugal, o André Ventura, como Bolsonaro no Brasil", diz Álvaro Vasconcelos. "Há um aspecto deste ‘tecno-totalitarismo' que também nos deve inquietar, que é menos presente em França, mas está presente em muitos países, que é a relação dele com uma determinada corrente religiosa. Ele é religioso na sua essência, porque ao mesmo tempo, fala de Apocalipse, destruição do mundo pelo aquecimento global, pela guerra nuclear e está a propor uma solução tecnológica para estes problemas. Ora, isto é típico da crença religiosa. A ideia do Apocalipse, se pensarmos no apoio dos evangélicos americanos a Trump e em cenas em que Trump se reúne com os evangélicos e os evangélicos rezam na Casa Branca a volta do Trump ou quando o Bolsonaro tomou posse rodeado pelos evangélicos, a primeira coisa que fizeram, foi um ato religioso. (…) Vemos que o ‘tecno-totalitarismo' muitas vezes é também uma ‘tecno-teocracia'. E, portanto, esse problema, que é um problema mundial, que é da criação do mundo em que os homens deixam de pensar, a inteligência artificial substitui o pensamento humano. É um mundo em que o brutalismo, que é o tema do meu livro, se torna possível. É possível que o Trump decida destruir o Irão, que o Netanyahu faça o genocídio de Gaza e agora esteja a fazer no Líbano o que fez em Gaza, no sul do Líbano. É exactamente a mesma coisa. Vai destruir o sul do Líbano completamente", diz o especialista em relações internacionais. No capítulo em que aborda o que chama de dever de hospitalidade, Álvaro Vasconcelos considera que é neste aspecto que a Europa pode fazer a diferença "para superar o brutalismo contemporâneo, porque, por um lado, é uma das regiões do mundo onde as democracias ainda resistem ao assalto da extrema‑direita neofascista, e por outro porque a hospitalidade é a essência da sua sobrevivência". "Estamos a falar da União Europeia, a que se podem juntar alguns Estados, como a Noruega, como hoje o Brasil do Lula. Têm a mesma ambição de escapar ao brutalismo de Putin, Trump, Netanyahu, ao ‘tecno-totalitarismo' que domina a China. Verdadeiramente o único sítio do mundo em que ainda há um grupo de Estados que pode e quer resistir é na União Europeia, mas que tem estes aliados muito importantes que tem que procurar no Canadá, já procura no Brasil. Por isso, o acordo com o Mercosul é tão importante, apesar de a Argentina do Milei estar completamente na mesma linha de brutalismo. Mas o Brasil é um país importantíssimo. Na Ásia, o Japão, a Coreia do Sul. (…) Portanto, a Europa é a nossa esperança. Mas para que essa esperança não passe de uma utopia não realizada, para ser uma utopia realizada, é preciso que a Europa integre toda a sua vitalidade num projecto comum, (…) é preciso uma mudança radical de política. Ou seja, é preciso uma política que seja alternativa à política da extrema-direita. Claramente. E o que é que se deve fazer? Os imigrantes que são grande parte da população europeia ou originários na imigração devem ser cidadãos plenos, activos, integrados nas nossas sociedades, dando-lhes o voto. Aqueles que ainda não têm, damos-lhe a palavra, ouvindo-os e tornando as nossas democracias muito mais participativas", preconiza o autor. No seu livro, Álvaro Vasconcelos estabelece um elo directo entre o ‘tecno-totalitarismo', a negação dos direitos de boa parte da humanidade e a destruição do meio ambiente. "Um dos temas que eu acho que é muito importante é a questão do ambiente. Eu, aliás, começo o meu livro com uma citação do Camus que diz ‘A minha geração quis mudar o mundo. Não o mudou, mas pelo menos lutou para preservar o que de melhor tinha sido conquistado'. (…) O aquecimento global está a ser um problema gravíssimo que pode pôr em causa a vida na terra. E aí é lembrarmo-nos de Edgar Morin, um grande pensador. Eu cito Edgar Morin dez ou 15 vezes no meu livro. Ele diz que nós não estamos só perante um mundo que destrói a vida humana. Estamos num mundo em que a globalização foi extremamente destrutiva do ponto de vista económico e social. Criou também a consciência de um destino comum da humanidade a consciência de que estamos todos no mesmo barco. Ou seja, no barco da vida. Nós sabemos que a vida não é eterna. Mas enquanto estamos no barco da vida, não vamos cair no niilismo. Nem vamos cair na melancolia de esquerda. Isto é uma conclusão que alguém tirou do meu livro que eu sou contra a melancolia de esquerda. A melancolia de esquerda é nós pensarmos em tudo aquilo por que a gente lutou está a desaparecer e já não podemos fazer nada. Vai tudo acabar. Vai acabar a democracia, a liberdade. Vai voltar o racismo como política de Estado. Vai desaparecer a ordem internacional. Vai desaparecer o multilateralismo", diz o universitário. "Estamos perante uma guerra cultural. É um tema central, porque a guerra cultural é algo que acompanha a civilização europeia desde o Iluminismo e desde a Revolução Francesa. Houve sempre uma corrente que se opôs às conquistas de liberdade, igualdade, fraternidade da Revolução Francesa. Considerou sempre que a compaixão pelo outro não fazia nenhum sentido, que o homem era um animal fundamentalmente egoísta e violento E que tinha que ser treinado desde criancinha para a competição. E por isso, a cooperação não é uma questão fundamental da aprendizagem. As pessoas não aprendem a cooperar, aprendem a competir. Já vimos no sistema escolar como é terrível a competição. A infância nas grandes escolas. O que é que é difícil chegar lá acima. Portanto, formam-se elites que foram treinadas para a competição e não foram treinadas para a cooperação. E se nós não cooperarmos neste barco da vida, se não percebermos que o clima não tem fronteiras, que o aquecimento é global, que os calores do Norte de África chegam à Europa, que as transformações da Amazónia transformam as correntes do Atlântico e nos atingem também como europeus. Então não perceberemos que estamos todos no mesmo mundo. Mundo, terra, pátria, como diz o Edgar Morin. E que neste mundo, terra pátria, nós somos todos cidadãos, mesmo quando não somos considerados cidadãos", conclui Álvaro Vasconcelos.

45 Graus
Steven Pinker: Conhecimento comum, redes sociais, IA, pensamento crítico

45 Graus

Play Episode Listen Later May 6, 2026 36:58


Veja também em youtube.com/@45_graus Steven Pinker é um psicólogo cognitivo, linguista e um dos mais influentes intelectuais públicos da atualidade. Professor na Harvard University, destacou-se pelo trabalho sobre linguagem, mente humana e natureza humana, bem como pela defesa dos valores do Iluminismo, como a razão, a ciência e o progresso. É autor de vários bestsellers internacionais, incluindo How the Mind Works, The Language Instinct, The Better Angels of Our Nature e Enlightenment Now. O seu trabalho combina ciência, história e filosofia para explicar como pensamos, comunicamos e organizamos a vida em sociedade. _______________ Tópicos: Latest book, on “common knowledge”, and its implications on society and politics How do different social behavioral equilibria emerge? | Game theory Nash Equilibrium Coordination Game When Sweden Switched To Driving On The Right Is Social Media eroding common / accepted knowledge? What will the post-social media information ecosystem look like? Has Generative AI surprised you? Does Gen AI lack models of the world? Parallels between LLMs and System 1 of our mind Does reliance on AI atrophy our critical thinking? Parallel with handheld calculatorsSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Linhas Cruzadas
LINHAS CRUZADAS | POLÍTICA: AFETOS SOMBRIOS| 19/03/2026

Linhas Cruzadas

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 48:52


No novo episódio do Linhas Cruzadas, Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé investigam o que realmente move a política: a razão ou as emoções humanas?Inspirado nas reflexões do cientista político William Galston, o programa discute as chamadas “paixões sombrias” e de que forma sentimentos como medo, ressentimento e indignação alimentam fenômenos como a polarização, populismo e radicalização.A conversa percorre diferentes momentos da história política: da visão clássica, que reconhecia as paixões como parte da vida pública, até a aposta do Iluminismo de que instituições, leis e a racionalidade poderiam organizar a política e conter os impulsos humanos.Para ampliar o debate, o programa recebe a cientista política Cristina de Sá Carvalho, que apresenta uma reflexão sobre a possibilidade de pensar a política a partir de outras bases, como o reconhecimento das vulnerabilidades sociais e a busca por formas de convivência mais equilibradas.Se a política sempre lidou com emoções, o que acontece quando elas escapam do controle e colocam em risco as democracias?Entre filosofia, história e exemplos contemporâneos, o episódio convida o público a refletir sobre os limites da razão e o peso das emoções na vida política. Linhas Cruzadas, quinta-feira, a partir das 22h30, na TV Cultura

Linhas Cruzadas
LINHAS CRUZADAS | FANATISMO | 12/02/2026

Linhas Cruzadas

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 52:23


No novo episódio do Linhas Cruzadas, Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé encaram um personagem bem conhecido do nosso dia a dia: o fanático. Aquele que não discute, não escuta e não duvida — só repete, compartilha e ataca. O fanatismo, que antes vivia nos templos, hoje mora nos stories, nos grupos de whatsapp e nos perfis que transformam opinião em dogma.Da Roma Antiga, onde o fanático era visto como alguém tomado pelos deuses, ao Iluminismo de Voltaire, que chamou isso de “doença do espírito”, a conversa chega ao século XXI: redes sociais, gurus digitais, política polarizada e algoritmos que premiam certezas absolutas e punem a dúvida.Será que o fanático tem medo de pensar sozinho? E o que ele ganha quando se dissolve na massa — likes, pertencimento, sensação de sentido?Uma discussão que atravessa a política, a religião, a internet… e, muitas vezes, a gente mesmo.Não perca, quinta-feira, a partir das 22h30, na TV Cultura

JKCast
JK Cast #249 - Você é mesmo de DIREITA? Como o Mundo será Impactado pela Bolha de IA? Iluminismo Sombrio - A Impressão de Dólar

JKCast

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 46:35


JK Cast #249 - Você é mesmo de DIREITA? Como o Mundo será Impactado pela Bolha de IA? Iluminismo Sombrio - A Impressão de Dólar

Catalisadores
Ep 57 - John Stuart Mill: Liberdade Individual e Diversidade na Comunidade de Fé

Catalisadores

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 18:19


Vivemos em um mundo que celebra a autonomia individual como um dos valores mais altos da civilização moderna. Esse ideal, herdeiro direto do Iluminismo e articulado de maneira refinada por pensadores liberais como John Stuart Mill, transformou a maneira como enxergamos o papel do indivíduo em relação à sociedade, ao Estado e, inevitavelmente, à religião. Para Mill, a liberdade individual não era apenas um direito político, mas uma necessidade ética e epistemológica: uma condição essencial para o florescimento moral e intelectual do ser humano. Essa noção, embora empolgante, carrega consigo implicações profundas e, por vezes, perigosas, especialmente quando transposta para a vida e a estrutura das comunidades de fé — como é o caso da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Como equilibrar liberdade de consciência e fidelidade doutrinária? Como garantir participação democrática sem dissolver a unidade escatológica da missão? Como permitir diversidade sem abrir mão da verdade revelada? A filosofia de Mill fornece ferramentas valiosas para pensar essas questões — mas também exige vigilância para que a liberdade não se transforme em relativismo, e a diversidade em anarquia eclesiástica.

História em Meia Hora

Uma das figuras mais polêmicas do Iluminismo e que defenderia até a morte o seu direito de dizer isso! Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre quem foi François-Marie Arouet, mais conhecido como Voltaire.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- DARNTON, Robert. O Grande Massacre dos Gatos e Outros Episódios da História Cultural Francesa. Rio de Janeiro: Graal, 2014.- GAY, Peter. O Iluminismo: a ciência do século das luzes. São Paulo: Companhia das Letras, 1966.- ISRAEL, Jonathan. Iluminismo Radical: a filosofia e a construção da modernidade, 1650–1750. São Paulo: Madras, 2001.- POMEAU, René. Voltaire en son temps. Paris: Fayard, 1989.- VOLTAIRE. Cartas Inglesas. São Paulo: Martins Fontes, 2002.- VOLTAIRE. Tratado sobre a Tolerância. São Paulo: Martins Fontes, 2000.- VOLTAIRE. Cândido ou o Otimismo. São Paulo: Editora Abril, 1973.- VOLTAIRE. Ensaio sobre os Costumes e o Espírito das Nações. Paris: Garnier, 1963.

Escuta Essa
Bebidas

Escuta Essa

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 36:30


Se o café foi a bebida do Iluminismo, qual é a bebida dos nossos tempos? Há dois episódios falamos sobre como o café mudou a história a partir do século 18, hoje é dia de descobrir como outras bebidas definiram ou sintetizaram suas épocas.Este é mais um episódio do Escuta Essa, podcast semanal em que Denis e Danilo trocam histórias de cair o queixo e de explodir os miolos. Todas as quartas-feiras, no seu agregador de podcasts favorito, é a vez de um contar um causo para o outro.Não deixe de enviar os episódios do Escuta Essa para aquela pessoa com quem você também gosta de compartilhar histórias e aproveite para mandar seus comentários e perguntas no Spotify, nas redes sociais , ou no e-mail escutaessa@aded.studio. A gente sempre lê mensagens no final de cada episódio!...NESTE EPISÓDIO-Os outros episódios do Escuta Essa citados nesta edição são “Café”, “Pepsi” e “Nostalgia”. -E se você gosta do tema da alimentação e da invenção de tradições, vale ouvir também o episódio “Comida”. -O termo “invenção da tradição” aparece no livro de mesmo nome dos historiadores Eric Hobsbawn e Terence Ranger.-O livro “Cultura do vinho na França: mito ou paixão moderna?”, de Marion Demossier, discute o papel do vinho na criação e reprodução da identidade nacional francesa.-A Wikipedia tem uma lista de bebidas nacionais. Nem todas são oficiais, mas dá pra ter uma ideia.-É possível assistir o salto de Felix Baumgartner da estratosfera no YouTube. No canal da Red Bull, claro.-No canal da Red Bull também é possível assistir a descida de Sandro Dias do prédio de Porto Alegre.-A BBC publicou em 2023 uma matéria que discute o uso de taurina em energéticos e como essa bebida não é uma maneira eficiente de aproveitar seus possíveis benefícios.-A história da criação dos Jogos Olímpicos modernos e sua relação com os movimentos nacionalistas do século 10 pode ser lida em detalhes no livro “The Games”, de David Goldblatt. ...AD&D STUDIOA AD&D produz podcasts e vídeos que divertem e respeitam sua inteligência! Acompanhe todos os episódios em aded.studio para não perder nenhuma novidade.

Catalisadores
Ep 47 - Montesquieu: Separação de Poderes e Delimitação Institucional na Igreja

Catalisadores

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 16:21


“Todo homem que tem poder é tentado a abusar dele.” Com esta frase célebre, Charles-Louis de Secondat, o Barão de Montesquieu, fincou as bases para uma das doutrinas mais influentes da modernidade: a separação dos poderes. Seu intuito era preservar a liberdade individual diante da concentração do poder estatal. Mas essa reflexão se expande para além da política secular — atinge, de maneira aguda, os mecanismos de autoridade, responsabilidade e limitação que permeiam as organizações religiosas, inclusive a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Montesquieu via o poder como uma entidade que, sem freios e contrapesos, tende ao autoritarismo. E é neste ponto que sua teoria se torna especialmente relevante para a comunidade de fé: porque o poder, mesmo quando exercido com boas intenções, precisa de vigilância. A estrutura adventista, com sua escala global, múltiplos níveis de governança e forte compromisso com a ordem institucional, corre o risco de, inadvertidamente, reproduzir os desequilíbrios que Montesquieu tanto temia. Por isso, este episódio é mais que uma análise acadêmica. É um apelo eclesiológico e espiritual: por uma reforma da cultura de liderança, por limites espiritualmente conscientes ao exercício da autoridade, e por estruturas que não apenas funcionem, mas inspirem confiança. E, acima de tudo, por uma crítica responsável ao pensamento de Montesquieu que, embora ofereça contribuições relevantes, falha ao deslocar o centro da autoridade espiritual da revelação para a arquitetura institucional.

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura
A Teoria Crítica e os Desafios do Nosso Tempo

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 19:45


Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autora do podcast: Danielle Fernandes Rodrigues Furlani, membro bolsista do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.Podcast sobre o capítulo “A Teoria Crítica Hoje”, que integra a obra "A Escola de Frankfurt: luzes e sombras do Iluminismo", de Olgária Chain Feres Matos, publicada em 2001 pela Editora Moderna.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral.Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral.Conheça o nosso grupo de pesquisa!Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilEmail: coloquio.epcc@gmail.com

ADEGA Podcast
O VINHO e O ILUMINISMO de MONTESQUIEU

ADEGA Podcast

Play Episode Listen Later Aug 29, 2025 7:21


"Existe mais filosofia numa garrafa de vinho do que em todos os livros”. Esta frase, apesar de não ter sido dita por Montesquieu, remonta muito de sua história e mostra como a filosofia realmente floresceu entre seus vinhedos.Matéria na íntegra: https://revistaadega.uol.com.br/artigo/montesquieu-e-o-vinho-como-filosofia-floresceu-entre-vinhedos.html

radinho de pilha
como salvar a COP 30, o planeta e o Iluminismo… segundo o ChatGPT

radinho de pilha

Play Episode Listen Later Aug 9, 2025 26:30


(via ChatGPT) como salvar a COP 30 e o planeta https://chatgpt.com/share/68973986-4834-8006-8cd8-79f49567bcac canal do radinho no whatsapp! canal do radinho no telegram:   http://t.me/radinhodepilha meu perfil no Threads: https://www.threads.net/@renedepaulajr meu perfil no BlueSky https://bsky.app/profile/renedepaula.bsky.social meu twitter http://twitter.com/renedepaula aqui está o link para a caneca no Colab55:  https://www.colab55.com/@rene/mugs/caneca-rarissima  para xs raríssimxs internacionais, aqui está nossa caneca no ... Read more The post como salvar a COP 30, o planeta e o Iluminismo… segundo o ChatGPT appeared first on radinho de pilha.

Loucos por Biografias
Biografia de DENIS DIDEROT: O Criador da Enciclopédia!

Loucos por Biografias

Play Episode Listen Later Aug 8, 2025 4:40


DENIS DIDEROT é uma figura fascinante. Imagine um homem com uma missão quase insana: reunir todo o conhecimento humano em uma única coleção de livros e entregá-lo ao povo, desafiando as duas maiores forças de seu tempo, a Igreja e a Monarquia. Esse homem foi Denis Diderot, um dos cérebros mais inquietos e corajosos do Iluminismo francês.Essa é a nossa história de hoje. Se você gostou deixe seu like, faça seu comentário, compartilhe essa biografia com outras pessoas. Vamos incentivar a cultura em nosso pais. Até a próxima história! (Tania Barros)Ajude Tânia a manter o Canal Ativo - PIX: 7296e2d1-e34e-4c2e-b4a0-9ac072720b88 - Seja Membro Youtube á partir de R$1,99 por mês - Contato: e-mail - taniabarros339@gmail.com

Estadão Notícias
Iluminismo Sombrio: conheça a ideologia autoritária que influencia a nova direita dos EUA | Fronteiras, por Rodrigo da Silva

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Aug 3, 2025 5:00


Ideias de Curtis Yarvin saíram do submundo virtual e chegaram à política real, passando pelo Vale do Silício e o trumpismo. ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Catalisadores
Ep 19 - A Igreja Adventista Frente às Teologias Políticas Rivais

Catalisadores

Play Episode Listen Later Jul 7, 2025 22:54


Vivemos tempos em que ideologias políticas — mascaradas de salvação — ameaçam eclipsar a missão profética da Igreja. Neste episódio, confrontamos de forma clara e instigante os principais modelos políticos rivais que buscam moldar (ou aprisionar) a identidade, o propósito e a liderança da IASD. Neste episódio você encontrará:

Catalisadores
Ep 07 - A Ordem e a Representação: Uma Leitura Adventista à Luz da Filosofia Política

Catalisadores

Play Episode Listen Later Jun 3, 2025 10:47


Introdução - Módulo 02 No coração do cristianismo, e particularmente no ethos adventista, está a convicção de que a ordem não é uma imposição administrativa, mas um dom espiritual e profético. O Módulo 2 da série A Ordem e a Representação propõe uma leitura profunda e orgânica das estruturas de liderança da IASD a partir das lentes da filosofia política, da tradição patrística, da teologia da história e das críticas modernas à autoridade. Mais do que apenas discutir modelos de governo, este módulo busca iluminar o sentido teológico, simbólico e escatológico da ordem na vida comunitária e representativa da Igreja.

Viracasacas Podcast
#429 "Biblioteca do Iluminismo Sombrio" - com Victor Marques

Viracasacas Podcast

Play Episode Listen Later Apr 29, 2025 114:05


Saudações pessoas! Há algo de podre no reino do capitalismo atual (não brinca!): de um tipo de reacionarismo e fascismo já bem conhecidos, emergem novas noções que extrapolam tudo que conhecemos. Mistura de repúdio ao que já eram efeitos nefastos do capitalismo, tal antigas catedrais, com uma explosão fora de controle dos seus efeitos mais espúrios, visões de aceleracionismo e do "iluminismo dark" informam e preenchem o núcleo do que estamos vendo enquanto novo e perigoso engodo.Quem está de volta ao Vira é Victor Marques , professor, pesquisador, e um dos sujeitos que costuma provocar esse tipo de debate no cenário brasileiro, para discutir conosco isso._____________________Quem está com o Vira nesse episódio é a EDITORA SOB INFLUÊNCIA !!Conheça o catálogo incrível deles no site, e garanta 10% de desconto nas compras com o cupom SOBCASACAS

Viracasacas Podcast
RT Comentado 39 - Iluminismo às avessas

Viracasacas Podcast

Play Episode Listen Later Apr 11, 2025 36:46


Por que um engenheiro de software obscuro virou guru de bilionários e inspiração para projetos autoritários em pleno século XXI? Neste episódio, a gente explora o pensamento do criador de uma ideologia que propõe substituir a democracia por uma espécie de monarquia corporativa. Parece ficção científica, mas está influenciando gente poderosa demais para ser ignorada.Fontes: What We Must Understand About the Dark Enlightenment Movement https://time.com/7269166/dark-enlightenment-history-essay/ Key Thinkers of the Radical Right: https://amzn.to/4lj7sEp Loja do Vira: umapenca.com/viracasacasApoie o Vira: apoia.se/viracasacas

Ricardo Wagner, apóstolo
#067 - A HERANÇA DO ILUMINISMO

Ricardo Wagner, apóstolo

Play Episode Listen Later Mar 4, 2025 38:33


16 E, enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se agitava em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria.17 De sorte que disputava na sinagoga com os judeus e religiosos, e todos os dias na praça com os que se apresentavam.18 E alguns dos filósofos epicureus e estoicos contendiam com ele; e uns diziam: Que quer dizer este tagarela? E outros: Parece que é pregador de deuses estranhos; porque lhes anunciava a Jesus e a ressurreição.Atos 17:16-18

Rádio Escafandro
132: Bilionazis

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Feb 19, 2025 76:51


Elon Musk chocou o mundo durante um evento comemorativo da segundae vitória de Donald Trump. Por duas vezes, o homem mais rico do planeta levantou seu braço à frente do corpo e na altura da cabeça - uma saudação que ficou famosa por sua ligação com o nazismo.Trump, que se elegeu com um discurso de extrema-direita mais acentuado do que em seu primeiro governo, deu "as chaves da Casa Branca" à Elon Musk. Além do dono da Tesla e da SpaceX, outros bilionários agora lideram departamentos decisivos do governo dos Estados Unidos, e interferem politicamente em todo o mundo.E muitos desses bilionários compartilham mais do que a proximidade com o poder. Da busca pela vida eterna à colonização de Marte, passando pela ideia de que o mundo tem de ser governado por homens fortes e que esses homens têm a obrigação de passar seus genes adiante numa prole numerosa. Este episódio de podcast fala sobre como parte dos bilionários compartilham uma ideologia comum que muitos chamam de Iluminismo das Trevas. E sobre como essa ideologia se aproxima do fascismo.Episódios relacionados42: A vida, o universo e tudo o maisMergulhe mais fundoElon Musk - por Walter Isaacson (link para compra)Entrevistados do episódioTatiana PoggiDoutora em história e professora de História Contemporânea na Universidade Federal Fluminense (UFF). Integra o Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas sobre Marx e o Marxismo (Niep-Marx), o Laboratório de História Econômico-Social (Polis) e a Rede Direitas História e Memória.Reinaldo José LopesJornalista especializado em biologia e arqueologia, autor de livros de divulgação científica, e colunista da Folha de S. Paulo.Ficha técnicaProdução e apoio de edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

Convidado
Charlie Hebdo: Aumentou a consciência do perigo e da manipulação da intolerância

Convidado

Play Episode Listen Later Jan 7, 2025 15:05


Dez anos após o ataque ao Charlie Hebdo, o jornal satírico diz-se “indestrutível” numa edição especial publicada esta terça-feira, 07 de Janeiro. Um número com 40 caricaturas subordinadas ao tema “rir de Deus”. Álvaro Vasconcelos, antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia, sublinha que, nestes dez anos, aumentou a consciência dos perigos que representa o islamismo hiper radical e, também consciência da possibilidade desses temas serem manipulados. Dez anos após o ataque que na quarta-feira 07 de Janeiro de 2015 tirou a vida a 12 pessoas, entre elas oito elementos da redacção do semanário, o "Charlie Hebdo" continua a "ter vontade de rir". O jornal era alvo de ameaças desde 2006, na sequência da publicação de caricaturas do profeta Maomé.Álvaro Vasconcelos, antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia, sublinha que, nestes dez anos, aumentou a consciência dos perigos que representa o islamismo hiper radical e, também consciência da manipulação destes temas.RFI: Dez anos depois do ataque ao jornal Charlie Hebdo, o que é que mudou?  Álvaro Vasconcelos: Uma coisa que acho que mudou - e mudou claramente - foi uma consciência muito maior do perigo da intolerância, daquilo que representava o islamismo hiper radical. Por outro lado, e não menos importante, a consciência de que não se deve confundir o islamismo hiper radical com os muçulmanos em geral, apesar de, no seguimento da crise das caricaturas - antes do Charlie Hebdo - na Dinamarca, com a publicação das primeiras caricaturas, ter havido uma grande manipulação da questão por parte das ditaduras árabes, nomeadamente no Egipto, para mobilizarem a opinião pública de uma forma favorável ao regime e anti-europeia, contra a liberdade de expressão na Europa. Acho que hoje se tem mais consciência de que, por um lado, a intolerância é absolutamente inaceitável - intolerância contra a criação artística - isto na Europa. Mas, por outro lado, também há consciência da possibilidade desses temas serem manipulados por correntes e por forças políticas que não têm como objectivo a defesa dos direitos fundamentais e da liberdade de expressão, mas apenas ou estigmatizar a comunidade muçulmana ou vice-versa, manipular as comunidades muçulmanas contra exactamente a democracia e liberdade de expressão.Há, eventualmente, um antes e um após este ataque que foi o primeiro de vários em 2015, em França?A nível político acho que houve uma dupla consequência. Por um lado, uma consciência maior da ameaça que representava o islamismo hiper radical e, por outro lado, maior consciência da necessidade de tomar medidas específicas para proteger os jornalistas.Ao mesmo tempo, se uma parte das correntes políticas percebeu que não se pode confundir os muçulmanos com os atentados de Charlie Hebdo, nós vimos a extrema-direita crescer em todo o lado na Europa e a fazer dos muçulmanos, nomeadamente dos imigrantes e dos muçulmanos, uma ameaça. Portanto, acho que é complexo pensarmos o Charlie Hebdo apenas na perspectiva fundamental da liberdade de expressão. Devemos, também, pensar como é que as correntes da extrema-direita manipulam o islamismo para crescerem na Europa e como manipularam todos estes acontecimentos, confundindo o mundo muçulmano, os muçulmanos e os crentes com aqueles terríveis assassinos que mataram os jornalistas do Charlie Hebdo.A mesma extrema-direita que saiu à rua três dias após os atentados de 07 de Janeiro de 2015, para desfilar na defesa dos valores do Charlie Hebdo. Eu não creio que a extrema-direita alguma vez possa defender os valores do Charlie Hebdo.O Charlie Hebdo foi sempre um jornal iconoclasta, um jornal que sempre caricaturou os excessos e os extremismos. Um jornal que foi sempre anticlerical e, portanto, a extrema-direita - que tem certamente correntes que são fortemente integristas católicos - não se revê no Charlie Hebdo. Quando ela se manifesta supostamente em favor da liberdade de expressão, não é para se manifestar a favor da liberdade de expressão, é para atacar os muçulmanos. É para confundir os assassinos que cometeram os actos terroristas com a comunidade muçulmana em geral. Isso é, no fundo, como a extrema-direita tem crescido na Europa, atacando os muçulmanos e os imigrantes em geral. Nessa amálgama de informação e desinformação, para a qual também contribuem imenso as redes sociais? O que é que aconteceu com as redes sociais? Nós tínhamos a informação de jornais e televisões, de jornais de referência, que era uma informação, no fundo, controlada, pensada, testada, garantida a sua fidelidade, verdadeira ou que procurava ser a mais verdadeira possível - o que não quer dizer que não houvesse também, por vezes, mentiras veiculadas e propaganda veiculada pela imprensa. Ora, hoje toda a gente tem direito a falar. Ainda bem! Há um aspecto positivo: a sociedade de informação empoderou os cidadãos. Passaram a ter direito a falar. Mas falam sem qualquer deontologia. Enquanto na imprensa há deontologia, nas redes sociais não há deontologia e não há controlo sobre as redes sociais. Aliás, todas as tentativas de controlo enfrentam enormes obstáculos.Portanto, as redes sociais são um veículo importantíssimo para a afirmação da opinião pública. Vemos que a sociedade civil se mobiliza pelas redes sociais, que as grandes campanhas, por exemplo, no Irão, em defesa dos direitos das mulheres, são feitas pelas redes sociais. Mas, também, permitem toda a desinformação, toda a mentira, todas as campanhas de ódio.E de propaganda terrorista?Evidentemente, vemos que as pessoas que cometeram actos de terror têm sempre uma enorme preocupação daquilo ser tudo filmado e aparecer nas redes sociais e em redes que nós não conhecemos, o que chama se ‘dark web', onde essas correntes vão veiculando a sua propaganda e criando os seus adeptos.É uma situação extremamente grave para a democracia e que obriga a medidas que ainda não foram tomadas para a regulação das redes sociais. É possível. A União Europeia tem que o fazer e têm que o fazer os Estados democráticos em geral. A França endureceu a sua legislação em relação ao terrorismo. A acção policial também foi endurecida a nível de segurança. Essas mudanças vieram para ficar, mas não quer dizer que estejam neste momento a ser benéficas para toda a população.Não são benéficas para a população, não são benéficas para a democracia e não são eficazes na luta contra o terrorismo. Uma coisa que se sabe é que a única forma eficaz de combater esses grupos, do ponto de vista da segurança, é pela infiltração e pela informação e pelo acompanhamento dos grupos e das pessoas. É toda uma actividade do domínio do secreto. É aí que tem havido sucessos vários em França e noutros países, de se ter desmantelado grupos que preparavam actos de terror e de se ter prevenido actos terroristas. O reforço do aparelho securitário em relação à acção da polícia, a criação de um clima securitário nos países a pretexto da luta contra o terrorismo, não só não é eficaz contra o terrorismo, como facilita imenso o caminho da extrema-direita, porque cria a ideia de que existe uma ameaça grave à segurança que vem dos que são diferentes, que vem do outro. E isso é um problema gravíssimo que explica, em parte, o crescimento da extrema direita.Conhece perfeitamente Paris, o modo de vida dos parisienses mudou na sequência dos atentados?De imediato, a sensação que eu tive quando ia a Paris, nos meses que se seguiram aos atentados, é que as pessoas eram mais cuidadosas, que tinham mais medo. Amigos que me diziam: ‘eu agora olho para a esquerda, olho para a direita, vejo se debaixo dos assentos há algum saco'. Isso já tinha acontecido em atentados anteriores no metro de Paris, nos anos 90. Tenho a impressão que, com o tempo, a vida voltou mais ou menos ao normal. Pelo menos é a minha impressão. O objectivo do terrorismo é criar o terror, criar medo na população. Eles matam pessoas, é terrível, mas o objectivo daqueles atentados é matar pessoas de forma indiscriminada. É a instalação do medo. Exactamente. Para que todas as pessoas pensem que podem ser alvos de um acto de terror, para criar medo na sociedade, com um duplo objectivo para esses grupos, por um lado, publicitarem-se - ganharem mais apoio nalguns sectores hiper radicalizados da sociedade - e, por outro lado, é também uma forma de obrigar os Estados recuarem em certo número de medidas que estão a tomar. Certamente que um dos objectivos do acto de terror contra ao Charlie Hebdo, era que os caricaturistas tivessem muito mais cuidado nas caricaturas que faziam. Teve algum impacto? Teve certamente, se calhar menos impacto que eles pensavam, porque uma característica dos caricaturistas é a sua extrema coragem, porque senão não seriam caricaturistas. E vimos que o Charlie Hebdo continuou e continuou a fazer caricaturas.Ao longo de dez anos não acha que os próprios meios de comunicação social se auto-censuram mais, com algum receio de represálias? É muito possível que com o andar dos tempos, o medo de represálias levou jornais a tomarem determinados cuidados, mas não noto que, em relação à crítica do islamismo radical, isso tenha diminuído na imprensa em consequência do Charlie Hebdo. Não me parece. Mesmo os questionamentos que na altura se levantaram em relação aos limites da liberdade de imprensa, que essa liberdade de imprensa não pode atingir a liberdade religiosa ou ferir a liberdade religiosa. Esse debate existe e é mais antigo que os ataques de terror contra o Charlie Hebdo. Saber até onde é que é liberdade de imprensa e a partir de quando é discriminação religiosa, social, racial. Se olharmos historicamente, as caricaturas, no final do século XIX, princípio do século XX, em relação aos judeus eram terríveis e certamente condicionaram uma parte da opinião pública a fazer uma imagem extremamente negativa dos judeus em geral, embora fossem caricaturas contra um determinado banqueiro judeu ou contra aspectos da religião judaica. Esse debate é legítimo. De facto, é preciso saber quais são os limites entre a liberdade criativa e o discurso do ódio ou o incitamento ao ódio. Sendo um debate legítimo, não significa que a liberdade criativa deve ser posta em causa. Deve haver leis. Aliás, várias vezes, sectores da comunidade muçulmana em França procuraram julgar os jornalistas do Charlie Hebdo por caricaturas que eram feitas. Sem consequências. Porquê? Porque não faziam algo que a lei proibisse. E o que se aplica é a lei geral do país, é a lei que não permite o crime de ódio, que acha que o crime de ódio, o crime racial, é um crime. A lei que permitindo a liberdade de imprensa e considerando a liberdade de imprensa essencial, também acha que é um crime o incitamento ao ódio racial. Internacionalmente, ou seja, olhada de fora, os atentados afectaram a imagem de França?Por um lado, havia o sublinhar que a França era a terra das luzes, do Iluminismo, da liberdade criativa. Que havia uma tradição em França anticlerical, que tinha o seu fundamento exactamente nas correntes iluministas e racionalistas, e que isso era parte do património francês. Distinto de outros países onde esse património não existe e o anticlericalismo e a caricatura anticlerical é mal aceite. Por outro lado, no mundo muçulmano, onde o anticlericalismo não é aceite e onde se pensou que estava a atacar o profeta Maomé e a religião muçulmana e não aspectos específicos da ação dos grupos do terror que se reivindicam dos muçulmanos, mas que não são representativos dos muçulmanos. No mundo muçulmano houve, evidentemente, uma reacção extremamente negativa. Conheci muito poucas pessoas, nos países árabes, de religião muçulmana, que achassem bem aquelas caricaturas. Como também houve na Europa, nos Estados Unidos e no Reino Unido, países com outras tradições, muita gente que achou mal aquelas caricaturas, que as criticou. Por exemplo, uma das caricaturas é Maomé com turbante e uma bomba na cabeça. Isso foi visto como sendo uma identificação entre o Islão e o terror. Mas para outras pessoas, era uma crítica à manipulação do Islão pelos terroristas. Foi um debate que, no essencial, não prejudicou a imagem da França no mundo, junto dos democratas, perceberam as nuances e o contexto francês.Mas, possivelmente, prejudicou junto dos países de maioria muçulmana e, sobretudo, esse debate, o ataque ao terror em particular e a sua manipulação, facilitou o  crescimento da extrema-direita. 

Ontocast
#118 - Erros e Acertos das Interpretações Marxistas Sobre o Iluminismo

Ontocast

Play Episode Listen Later Dec 17, 2024 95:19


Nesse episódio, Pietro Lovison e Gabriel Carvalho receberam Daniel Gomes de Carvalho para falar sobre as interpretações marxistas a respeito do desenvolvimento histórico do iluminismo e as especificidades e limitações de algumas dessas interpretações. Participações de Daniel Gomes de Carvalho abordando o Iluminismo em outros podcasts que foram citados no episódio: História FM: https://open.spotify.com/episode/3STQjc7NAIbDHz4t5vNir9?si=nrJdFgy7SzWneVz_So7kHg História Pirata: https://open.spotify.com/episode/0L4QgrxGJrAjGRn6VoL6LY?si=WrRz4EZPQPSC_PbIDipMNA Alguns livros citados no episódio: BLANC, Louis. Histoire de la Révolution française. Paris: Langlois et Leclercq, 1847. BRAUDEL, Fernand. Civilização Material, economia e capitalismo: Séculos XV-XVIII. São Paulo: Martins Fontes, 2009. CARVALHO, Daniel Gomes de. Thomas Paine e a Revolução Francesa: religião, democracia e justiça social (1793-1797). Belo Horizonte: Fino Traço, 2022. CARVALHO, Daniel Gomes de. Revolução Francesa. São Paulo: Contexto, 2022. CHARTIER, Roger. Origens culturais da Revolução Francesa. São Paulo: Unesp, 2009. CONSTANT, Benjamin. Da Liberdade dos Antigos Comparada à dos Modernos. Discurso pronunciado no Athénée royal de Paris, 1819. Disponível em: . Acesso em: 14 nov. 2024. FURET, François. Marx e a Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Zahar, 1989. GOLDMANN Lucien. La pensée des « Lumières ». Annales Histoire, Sciences Sociales. 1967;22(4):752-779. doi:10.3406/ahess.1967.421569 HEINRICH, Michael. Karl Marx e o Nascimento da Sociedade Moderna: biografia e desenvolvimento de sua obra. São Paulo: Boitempo, 2018. JAURÈS, Jean. Les Causes économiques de la Révolution française. Paris: Bureau d'éditions, 1937. MACPHERSON, Crawford Brough. A Teoria Política Do Individualismo Possessivo: de Hobbes até Locke. São Paulo: Paz e Terra, 1979. PROUST, Jacques. Diderot et l'Encyclopédie. Paris: Albin Michel, 2013. SOBOUL, Albert. Textes Choisis de l'encyclopédie. Paris: Éditions Sociales, 1962. TOSEL, André. Marx et les Lumières européennes : jeux d'ombres et de lumières. Contremps: revue de critique communiste. 2006. In: https://www.contretemps.eu/wp-content/uploads/Contretemps-17-33-39.pdf VENTURI, Franco. La circolazione delle idee. Rassegna storica del Risorgimento», XLI, 1954, n. 2-3, p. 203-222. VENTURI, Franco. Utopia e reforma no Iluminismo. Bauru: Edusc, 2003.

radinho de pilha
adeus Iluminismo, olá superstições? somos todos peixes!

radinho de pilha

Play Episode Listen Later Nov 19, 2024 39:52


Texas Education Board to Vote on Bible-Infused Lessons in Public Schools http://nytimes.com/2024/11/18/us/texas-bible-school-curriculum.html Evidence is growing that microbes in your mouth contribute to cancer http://newscientist.com/article/2456451-evidence-is-growing-that-microbes-in-your-mouth-contribute-to-cancer New York issues first drought warning in 22 years as dry conditions persist http://theguardian.com/us-news/2024/nov/18/new-york-drought-warning The Moderators https://www.bbc.co.uk/sounds/brand/m0024vtx A rotina traumatizante dos moderadores de redes sociais: ‘Sacrifico minha saúde mental pelos outros' ... Read more The post adeus Iluminismo, olá superstições? somos todos peixes! appeared first on radinho de pilha.

Filosofia e Ciências Humanas: Com o Professor Fabiano Lima
Crise Monarquica no Brasil e Proclamação da República

Filosofia e Ciências Humanas: Com o Professor Fabiano Lima

Play Episode Listen Later Oct 24, 2024 44:52


Neste áudio eu resumo desde a vinda da nobreza para o Brasil até a Proclamação da República, colocando o Iluminismo como ideias centrais críticas a monarquias.

Surra de Lúpulo
A cerveja e os avanços científicos dos séculos XVIII e XIX | Surra #236

Surra de Lúpulo

Play Episode Listen Later Oct 24, 2024 55:29


Nesse episódio da série de programas históricos, Ludmyla (a IPAcondriaca) e Leandro (o Doc Brown) falam sobre os avanços científicos que foram promovidos pela cerveja, ou a beneficiaram diretamente, durante os séculos XVIII e XIX. Essa série conta com o trabalho do Sergio Barra (Profano Graal) que fez todo o trabalho de pesquisa. Se você gostou desse episódio, vai adorar o episódio que falamos sobre a história da IPA: https://open.spotify.com/episode/4ihTwdygeqaAWIv2tIPFGK?si=19b18cc3474c4ace Apoie o nosso trabalho virando um Mecenas do Surra de Lúpulo: ⁠⁠https://apoia.se/surradelupulo⁠⁠ Outra forma de nos apoiar é comprar os produtos do Surra de Lúpulo: ⁠⁠https://reserva.ink/surradelupulo⁠⁠ Aproveite e não perca tempo, assine o Cozarada: ⁠⁠https://cozalindadelojinha.lojavirtualnuvem.com.br/⁠ Referências bibliográficas: ACITELLI, Tom. Pilsner: how the beer of kings changed the world. Chicago: Chicago Review Press, 2020. Antoine Lavoisier. Wikipédia – L'encyclopédie libre. Disponível em: Antoine Lavoisier — Wikipédia (wikipedia.org) BERGER, Christian. What is an alcoholic fermentation?. Beer Studies. 30 de novembro de 2020. Disponível em: What is an alcoholic fermentation? - Beer Studies (beer-studies.com) BROOKS, Jay. Patent nº 4112: A new or improved method of drying and preparation of malt. Brookston Beer Bulletin. 28 de março de 2016. Disponível em: Patent No. 4112: A New Or Improved Method Of Drying And Preparation Of Malt (brookstonbeerbulletin.com) Carl von Linde. Wikipedia – the free Encyclopedia. Disponível em: Carl von Linde - Wikipedia CARRERA, Luca. Emil Christian Hansen: il papà del lievito Carlsberg!. Giornale della Birra. 17 de fevereiro de 2022. Disponível em: Emil Christian Hansen: il papà del del lievito Carlsberg! - Giornale della Birra CORNELL, Martyn. The porter brewer and the Peterloo Massacre. Zythophile. 22 de novembro de 2018. Disponível em: The porter brewer and the Peterloo Massacre - Zythophile CORNELL, Martyn. Porter. in: A História das cervejas britânicas. Porto Alegre: Krater, 2022, p. 71-104. DORNBUSCH, Horst. Linde, Carl von. In: OLIVER, Garret (org.). The Oxford Companion to Beer. Oxford Universitary Press: New York, 2012, p. 725-726. Emil Christian Hansen. Wikipedia – the free Encyclopedia. Disponível em: Emil Christian Hansen - Wikipedia Encyclopédie ou Dictionnaire raisonné des sciences, des arts et des métiers. Wikipédia – L'encyclopédie libre. Disponível em: Encyclopédie ou Dictionnaire raisonné des sciences, des arts et des métiers — Wikipédia (wikipedia.org) Iluminismo. Wikipédia – a enciclopédia livre. Disponível em: Iluminismo – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org) KAYE, Nick. Wheeler, Daniel. In: OLIVER, Garret (org.). The Oxford Companion to Beer. Oxford Universitary Press: New York, 2012, p. 1076-1077. KISSMEYER, Anders Brinch. HANSEN, Emil Christian. In: OLIVER, Garret (org.). The Oxford Companion to Beer. Oxford Universitary Press: New York, 2012, p. 569-570. Louis Joseph Gay-Lussac. Wikipédia – L'encyclopédie libre. Disponível em: Louis Joseph Gay-Lussac — Wikipédia (wikipedia.org) Louis Pasteur. Wikipédia – L'encyclopédie libre. Disponível em: Louis Pasteur — Wikipédia OLIVER, Garret. A tradição boêmio-germânica da cerveja lager. in: OLIVER, Garret. A mesa do mestre-cervejeiro: descobrindo os prazeres das cervejas e das comidas verdadeiras. São Paulo: Editora Senac, 2012, p. 346-412. PHILLISKIRK, George. Pasteurization. In: OLIVER, Garret (org.). The Oxford Companion to Beer. Oxford Universitary Press: New York, 2012, p. 832-833. PHILLISKIRK, George. PASTEUR, Louis. In: OLIVER, Garret (org.). The Oxford Companion to Beer. Oxford Universitary Press: New York, 2012, p. 833-834. PROTZ, Roger. Pilsner Urquell. In: OLIVER, Garret (org.). The Oxford Companion to Beer. Oxford Universitary Press: New York, 2012, p. 848-849.

Reconversa
Mary Del Priore e o “gap geracional” do nosso tempo, num papo com Reinaldo e Walfrido. Reconversa 70

Reconversa

Play Episode Listen Later Oct 18, 2024 100:14


A premiada historiadora e escritora Mary del Priore escreveu mais de 50 livros e tem muitos outros em mente. Ela já pertenceu à academia, dela se despediu e o fez, entende, num exercício de liberdade. Perscrutadora e pesquisadora de múltiplos interesses, escreveu, por exemplo, “Histórias da Gente Brasileira”, em quatro volumes; “Histórias Íntimas: Sexualidade e Erotismo na História do Brasil” e “Do Outro Lado - A História do Sobrenatural e do Espiritismo”. Que “gap” é esse? “Os valores da nossa geração estão sendo bombardeados”, diz Mary. “Iluminismo virou um palavrão; quando se fala em coletivo, em fazer alguma coisa em grupo, em um projeto que envolva a comunidade... Não! Hoje as pessoas vivem em suas pequenas bolhas, deletando-se e insultando-se. Isso que nós levávamos, essa aspiração de uma mudança de mundo... Nós fomos assim: nós tínhamos esse projeto”. Inquieta, Mary chega a uma conclusão perturbadora e instigante. Não dá para perder.

radinho de pilha
um tour pelo Iluminismo Escocês e pela noção de progresso

radinho de pilha

Play Episode Listen Later Sep 19, 2024 50:07


Tours | New Scientist https://www.newscientist.com/tours/ (via ChatGPT) Scottish vs French Enlightenment https://chatgpt.com/share/66e699c9-e33c-8006-b609-1acb0b8a27c8 as fotos de londres https://flic.kr/s/aHsjyWEmEX as fotos da escócia https://flic.kr/s/aHBqjBJ1r1 canal do radinho no whatsapp!https://whatsapp.com/channel/0029VaDRCiu9xVJl8belu51Z meu perfil no Threads: https://www.threads.net/@renedepaulajr meu perfil no BlueSky https://bsky.app/profile/renedepaula.bsky.social meu perfil no t2: https://t2.social/renedepaula meu perfil no Post: https://post.news/renedepaula meu canal no Koo https://www.kooapp.com/profile/renedepaula meu mastodon: rené ... Read more The post um tour pelo Iluminismo Escocês e pela noção de progresso appeared first on radinho de pilha.

Flos Carmeli Podcasts
1686 - O Iluminismo - Prof. André Melo

Flos Carmeli Podcasts

Play Episode Listen Later Sep 13, 2024 67:41


Aula tratando do Iluminismo como antecedente da Revolução Francesa. Nosso site: http://floscarmeliestudos.com.br/ Nossa editora: https://www.floscarmeliedicoes.com.br/ Instagram: @floscarmeliedicoes

Brasil Paralelo | Podcast
ILUMINISMO: ERA DAS LUZES OU TREVAS? | Conversa Paralela com Lucas Lancaster e Marcelo Andrade

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Aug 31, 2024 97:46


Assine a Brasil Paralelo: https://sitebp.la/bp-conversa-paralela __________ Você já conhece e vai gostar ainda mais. Em um cenário onde quase tudo parece repetitivo e previsível, as conversas paralelas podem ser as mais interessantes. Conduzido por Arthur Morisson, Lara Brenner e convidados especiais, esse podcast da Brasil Paralelo fará você aprender conteúdos de alto nível sem se dar conta que está aprendendo. De volta para mais uma temporada! Estreia todas as terças, às 20h. Nesta edição entrevistamos Lucas Lancaster e Marcelo Andrade para falar sobre Iluminismo.__________ Precisa de ajuda para assinar? Fale com nossa equipe comercial: https://sitebp.la/yt-equipe-de-vendas Já é assinante e gostaria de fazer o upgrade? Aperte aqui: https://sitebp.la/yt-equipe-upgrade __________ Siga a #BrasilParalelo: Site: https://bit.ly/portal-bp Instagram: / brasilparalelo Facebook: / brasilparalelo Twitter: / brasilparalelo Produtos oficiais: https://loja.brasilparalelo.com.br/ ___________ Sobre a Brasil Paralelo: Somos uma empresa de entretenimento e educação fundada em 2016. Produzimos documentários, filmes, séries, trilogias, cursos, podcasts e muito mais. Nosso foco é o conteúdo informativo e educativo relacionado ao contexto social, político e econômico brasileiro.

Filosofia Vermelha
Filosofia cristã

Filosofia Vermelha

Play Episode Listen Later Aug 5, 2024 40:44


Alguns dos principais filósofos da história da filosofia ocidental eram também teólogos, de tal maneira que seu pensamento se esforçava em mostrar que fé e razão podem ser conciliadas. Isso suscita, no entanto, a seguinte questão: uma filosofia que recorre a elementos de uma religião seria ainda filosofia? Uma filosofia islâmica, por exemplo, também poderia ser considerada de fato uma filosofia? Esta é uma das questões que abordaremos neste episódio. Também falaremos brevemente sobre aquilo que é comumente denominado filosofia medieval e mostraremos ainda as raízes gregas da filosofia cristã nos primeiros séculos.Curso "Introdução à filosofia - dos pré-socráticos a Sartre": https://www.udemy.com/course/introducao-a-filosofia-dos-pre-socraticos-a-sartre/?referralCode=51CAB762A412100AFD38Curso "Crítica da religião: Feuerbach, Nietzsche e Freud": https://www.udemy.com/course/critica-da-religiao-feuerbach-nietzsche-e-freud/?referralCode=139FBBD947CDE50E51B5Curso "A filosofia de Karl Marx - uma introdução": https://www.udemy.com/course/a-filosofia-de-karl-marx-uma-introducao/?referralCode=D0A85790C60A2D047A37Apoia.se: seja um de nossos apoiadores e mantenha este trabalho no ar: https://apoia.se/filosofiavermelhaNossa chave PIX: filosofiavermelha@gmail.comAdquira meu livro: https://www.almarevolucionaria.com/product-page/pr%C3%A9-venda-duvidar-de-tudo-ensaios-sobre-filosofia-e-psican%C3%A1liseMeu site: https://www.filosofiaepsicanalise.orgClube de leitura: https://www.youtube.com/watch?v=WWEjNgKjqqINegligenciar o estudo da filosofia medieval e cristã é um erro. Desde o Iluminismo, o período geralmente denominado “Idade das Trevas” é visto como uma interrupção entre a cultura greco-romana e o Renascimento, como se a vida intelectual no ocidente tivesse passado por um profundo sono de mil anos. Esta visão, no entanto, vem sendo corrigida já a algumas décadas, e no final deste episódio mencionaremos algo sobre isso. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Café Brasil Podcast
Café Brasil 921 - A praça e a torre

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Apr 10, 2024 26:22


Assine o Café Brasil em https://canalcafebrasil.com.br  O livro "A Praça e a Torre: Redes, Hierarquias e a Luta pelo Poder Global" do escocês Niall Ferguson oferece uma perspectiva inovadora sobre a história. Ele argumenta que, ao lado das hierarquias tradicionais, as redes sociais têm desempenhado um papel fundamental em importantes transformações históricas. Ferguson sugere que as redes foram cruciais desde a Reforma até a Revolução Americana, passando pelo Iluminismo, as grandes guerras e até a crise econômica de 2008/2009. Ele propõe que estamos vivendo a Segunda Era das Redes, com o computador pessoal substituindo a prensa móvel de Gutenberg. E ele adverte que as redes são suscetíveis a agregações, contágios e até mesmo interrupções, trazendo paralelos inquietantes com conflitos dos séculos XVI e XVII com a era atual do Facebook, do Estado Islâmico e do mundo de Donald Trump​​. A análise de Ferguson se concentra nas redes, abordando desde as do Iluminismo e os Illuminati, até as redes contemporâneas que incluem a gênese da internet, o ciberespaço, e movimentos políticos como as primaveras árabes, o Brexit e a ascensão de Trump. É a partir de sua abordagem que no episódio de hoje vamos falar de alguns acontecimentos recentes no Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.

História FM
160 Iluminismo: o que você precisa saber para entender

História FM

Play Episode Listen Later Feb 26, 2024 152:04


Surgido entre os séculos XVI e XVII, o Iluminismo ficou conhecido como um conjunto de ideias novas a respeito da condição humana, dos rumos da economia, da cultura, religião, entre outros aspectos da sociedade. No entanto a historiografia questiona a ideia de apenas um iluminismo, e os sujeitos identificados como pertencentes a essa "corrente" demonstraram origens e ideias tão diferentes que não seria possível classificar todos em um mesmo pacote. Conversamos com Daniel Gomes de Carvalho sobre a história do Iluminismo, os debates sobre sua natureza e sobre seus principais proponentes. LINK PARA COMPRA DE "O DIA D: COMO A HISTÓRIA SE TORNOU MITO": https://amzn.to/3HQyjVL

Filosofia Vermelha
Immanuel Kant e o esclarecimento

Filosofia Vermelha

Play Episode Listen Later Feb 19, 2024 32:32


Immanuel Kant (1724-1804) nos desafia a deixar o que ele chama de “período da menoridade intelectual”. Ele afirma que somos responsáveis por nossa menoridade intelectual quando esta é causada não por uma deficiência da razão, mas por falta de coragem e determinação de usar sua própria razão sem ser guiado por outros. O lema do Iluminismo, para Kant, traduz-se como: “Ouse saber! Tenha coragem de usar sua própria razão!”.Curso "Introdução à filosofia - dos pré-socráticos a Sartre": https://www.udemy.com/course/introducao-a-filosofia-dos-pre-socraticos-a-sartre/?referralCode=51CAB762A412100AFD38Curso "A filosofia de Karl Marx - uma introdução": https://www.udemy.com/course/a-filosofia-de-karl-marx-uma-introducao/?referralCode=D0A85790C60A2D047A37Clube de leitura: https://www.youtube.com/watch?v=WWEjNgKjqqIApoia.se: seja um de nossos apoiadores e mantenha este trabalho no ar: https://apoia.se/filosofiavermelhaNossa chave PIX: filosofiavermelha@gmail.comAdquira meu livro: https://www.almarevolucionaria.com/product-page/pr%C3%A9-venda-duvidar-de-tudo-ensaios-sobre-filosofia-e-psican%C3%A1liseMeu site: https://www.filosofiaepsicanalise.orgGrande parte da humanidade prefere ser guiada por outros a ser livre no pensamento, e isso por duas razões: preguiça e covardia. A maioria, mesmo sendo politicamente livre, prefere permanecer sob tutela intelectual, surgindo então os aproveitadores para se tornarem os mentores da maioria. Fazendo já uma comparação com o nosso tempo, estes hoje seriam vários tipos de coaches e de influencers.Neste episódio apresentaremos inicialmente uma breve biografia de Kant e depois falaremos sobre as principais ideias de seu breve texto intitulado Resposta à pergunta: o que é o esclarecimento?, Encerraremos então com algumas observações críticas de Theodor Adorno e Max Horkheimer sobre a questão do esclarecimento no mundo de hoje. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Radar USA
Lourenço Pereira Coutinho e a história dos Estados Unidos

Radar USA

Play Episode Listen Later Dec 10, 2023 65:49


Temas deste episódio: Até onde pode ir Nikki Haley? (até 6'), Intro Lourenço Pereira Coutinho (6'), como foi possível fundar os EUA? (9'), "No Taxation without Representation": consentimento e representação; a contestação fiscal; a Boston Tea Party; o Stamp Act (12'), uma declaração em sistema aberto e num modelo baseado no Iluminismo (16'), quatro ideias fundamentais: uma república constitucional federada; a "predestinação" (um povo "selecionado", os "mais capazes"); a aversão ao longo braço do Estado; o puritanismo (20'),a "Doutrina Monroe" (25'), a influência dos EUA na independência do Brasil (27'), Wilson a criação da Sociedade das Nações, chumbada pelo Senado (30'), o Vietname e a crise social e política dos anos 60 (34'), eleições chave, crise e recuperação: Roosevelt em 1932, Reagan em 1980 e agora 2024 (37'), Biden e Trump outra vez? Como é possível não haver renovação, o país que a promove? (40'), a "nação jovem" impôs-se muito rapidamente, passou do isolacionismo à liderança global e aprendeu "on the job" (42'), uma história (contraditória) de Imigração (45'), a inversão dos democratas do Sul nos anos 60 (48'), o populismo é uma prática, não uma ideologia (51'), fazer das críticas aos "políticos de Washington" um trunfo eleitoral tem consequências (55'), o passado ajuda-nos a antecipar o que vai acontecer em 2024? (61').

Reflexiones Para el Alma - Mejora tu Vida con Omar Hejeile | Wicca | Radio Kronos

Mujer en Avión Afirma que Persona NO ES REAL, personas no reales Teorías de conspiración sobre los Illuminati: Las personas a menudo buscan información sobre quiénes son los Illuminati, su supuesta influencia en la política y los medios de comunicación, y las celebridades que supuestamente son miembros. Reptilianos y la teoría de la conspiración de David Icke: Esta teoría propone que seres humanoides reptilianos controlan la Tierra. Las búsquedas suelen estar relacionadas con quiénes son estos reptilianos, cómo supuestamente se infiltran en la sociedad y la evidencia (o falta de ella) de su existencia. Sectas y grupos de control mental: Las personas a menudo buscan información sobre sectas específicas, cómo funcionan, cómo reclutan miembros, y cómo los afectan psicológicamente. Algunos también buscan cómo ayudar a las personas que pueden estar atrapadas en estas sectas. Deepfakes y personas no reales: Con los avances en la tecnología de IA, las búsquedas sobre cómo se crean los deepfakes (vídeos falsos altamente realistas), cómo detectarlos y las implicaciones éticas de su uso han sido comunes. Teorías de conspiración en general: Muchos buscan información sobre cómo y por qué se propagan las teorías de conspiración, cómo refutarlas y cómo pueden influir en la sociedad y la política. Teorías de conspiración sobre los Illuminati: Los Illuminati son una sociedad secreta que se creía que existía durante el Iluminismo en el siglo XVIII, con el objetivo de derrocar a las monarquías y las religiones establecidas. Las teorías modernas de conspiración a menudo atribuyen a los Illuminati una enorme influencia oculta en la política global y en los medios de comunicación, y se especula que podrían estar detrás de eventos como revoluciones, guerras y la formación de nuevas naciones. Se supone que las personas influyentes, desde políticos hasta celebridades, son miembros de los Illuminati. Reptilianos y la teoría de la conspiración de David Icke: Esta teoría se originó con David Icke, un conferenciante y autor británico, quien afirma que la Tierra está siendo controlada por una raza de seres reptilianos con forma humana. Según Icke, estos reptilianos son capaces de cambiar de forma y han ocupado posiciones clave en la política y los medios de comunicación, utilizando su influencia para manipular a la humanidad. Sectas y grupos de control mental: Las sectas se definen a menudo como grupos religiosos o ideológicos con creencias y prácticas que se desvían de las normas culturales y sociales. Algunas sectas utilizan tácticas de control mental o lavado de cerebro para manipular a sus miembros. Las personas suelen buscar información sobre cómo identificar estas tácticas, qué sectas son conocidas por usarlas y cómo ayudar a las personas que pueden estar involucradas en tales grupos. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Gap Filosófico
A morte de Deus e as suas consequências >> Introdução Nietzsche #1 ( Masterclass) João Evangelista Tude de Melo >>>

Gap Filosófico

Play Episode Listen Later Apr 24, 2023 124:30


INSCREVA-SE no nosso canal no YouTube. https://youtube.com/@Gapfilosofico PIX 《《《 gapfilosofico@gmail.com Telegram https://t.me/GAPFILOSOFICO Por que Nietzsche utiliza a expressão “morte de Deus”? Como Deus poderia morrer? Nietzsche seria o assassino de Deus? Quem matou deus? O que Nietzsche compreende por Deus? Uma noção criada pelo homem em determinado momento da história Nasceu e, portanto, pode morrer (pode perder o crédito) Nietzsche não visa promover uma escolástica invertida O desenrolar histórico da civilização ocidental teria matado Deus (ou estaria matando Deus). A noção estaria em processo de descrédito A moralidade ocidental cristã: o além como referencial moral (Deus, Juízo final, vida após a morte, recompensa eterna, sofrimento eterno etc) O desdobramento histórico da racionalidade ocidental (Revolução científica, Iluminismo, positivismo). Processo de laicização A exigência de Voltaire (Dicionário filosófico: verbete ‘moral') O compromisso moral da ciência para com a verdade volta-se contra o próprio fundamento moral do Ocidente A catástrofe moral do Ocidente: a morte de Deus. A possibilidade da transvaloração dos valores A transcendência como instrumento de negação do mundo Niilismo: a ausência de referências valorativas. Da negação da imanência à afirmação do Mundo, da vida e do corpo (prólogo do Assim falava Zaratustra) Ano passado tivemos a oportunidade de participar da organização do minicurso promovido pela vozes e ministrado pelo professor João Evangelista tide de melo se introdução estendida a Nietzsche, segue currículo do nosso professor orientador este é o primeiro momento de três. João Evangelista Tude de Melo Neto é professor da Área de Filosofia do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e professor colaborador do Programa de Pós-graduação em Filosofia da Universidade federal de Pernambuco (UFPE). Doutorou-se em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP), com estágio na Universidade de Reims Champagne-Ardenne (França). Está vinculado ao Grupo de Estudos Nietzsche (GEN), coordenando as atividades do GEN-Recife, núcleo de estudos vinculado ao GEN nacional. Também faz parte do GT-Nietzsche da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (Anpof). Publicou o livro 10 lições sobre Nietzsche (editora Vozes, 2017) e, em 2020, pela editora UNIFESP/Coleção Sendas e Veredas (GEN), o livro Nietzsche à luz dos Antigos: a cosmologia. Foi, ainda, responsável pela elaboração de 12 verbetes do Dicionário Nietzsche do GEN (editora Loyola, 2017). Tem artigos e traduções publicados em relevantes edições acadêmicas como: Cadernos Nietzsche e Revista Discurso (USP). Já apresentou trabalhos em eventos nacionais e internacionais como: "V Congresso Internacional do GIRN" (Lisboa, Portugal 2012), o "VII Congresso Internacional do GIRN" (Paris, França 2014) e no "X Congresso do GIRN" (Louvain-la-Neuve e Namur, Bélgica 2017). João Evangelista também é mestre e bacharel em Filosofia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e bacharel em Comunicação Social pela Universidade Católica de Pernambuco. Na área de produção artístico cultural, idealizou e tem organizado desde 2002,o festival "Rock na Tamarineira". Festival de música que acontece no Hospital psiquiátrico Ulisses Pernambucano (a Tamarineira).

Gap Filosófico
A morte de Deus e as suas consequências >> Introdução Nietzsche #1 ( Masterclass) João Evangelista Tude de Melo >>>

Gap Filosófico

Play Episode Listen Later Apr 24, 2023 124:37


INSCREVA-SE no nosso canal no YouTube. https://youtube.com/@Gapfilosofico PIX 《《《 gapfilosofico@gmail.com Telegram https://t.me/GAPFILOSOFICO Por que Nietzsche utiliza a expressão “morte de Deus”? Como Deus poderia morrer? Nietzsche seria o assassino de Deus? Quem matou deus? O que Nietzsche compreende por Deus? Uma noção criada pelo homem em determinado momento da história Nasceu e, portanto, pode morrer (pode perder o crédito) Nietzsche não visa promover uma escolástica invertida O desenrolar histórico da civilização ocidental teria matado Deus (ou estaria matando Deus). A noção estaria em processo de descrédito A moralidade ocidental cristã: o além como referencial moral (Deus, Juízo final, vida após a morte, recompensa eterna, sofrimento eterno etc) O desdobramento histórico da racionalidade ocidental (Revolução científica, Iluminismo, positivismo). Processo de laicização A exigência de Voltaire (Dicionário filosófico: verbete ‘moral') O compromisso moral da ciência para com a verdade volta-se contra o próprio fundamento moral do Ocidente A catástrofe moral do Ocidente: a morte de Deus. A possibilidade da transvaloração dos valores A transcendência como instrumento de negação do mundo Niilismo: a ausência de referências valorativas. Da negação da imanência à afirmação do Mundo, da vida e do corpo (prólogo do Assim falava Zaratustra) Ano passado tivemos a oportunidade de participar da organização do minicurso promovido pela vozes e ministrado pelo professor João Evangelista tide de melo se introdução estendida a Nietzsche, segue currículo do nosso professor orientador este é o primeiro momento de três. João Evangelista Tude de Melo Neto é professor da Área de Filosofia do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e professor colaborador do Programa de Pós-graduação em Filosofia da Universidade federal de Pernambuco (UFPE). Doutorou-se em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP), com estágio na Universidade de Reims Champagne-Ardenne (França). Está vinculado ao Grupo de Estudos Nietzsche (GEN), coordenando as atividades do GEN-Recife, núcleo de estudos vinculado ao GEN nacional. Também faz parte do GT-Nietzsche da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (Anpof). Publicou o livro 10 lições sobre Nietzsche (editora Vozes, 2017) e, em 2020, pela editora UNIFESP/Coleção Sendas e Veredas (GEN), o livro Nietzsche à luz dos Antigos: a cosmologia. Foi, ainda, responsável pela elaboração de 12 verbetes do Dicionário Nietzsche do GEN (editora Loyola, 2017). Tem artigos e traduções publicados em relevantes edições acadêmicas como: Cadernos Nietzsche e Revista Discurso (USP). Já apresentou trabalhos em eventos nacionais e internacionais como: "V Congresso Internacional do GIRN" (Lisboa, Portugal 2012), o "VII Congresso Internacional do GIRN" (Paris, França 2014) e no "X Congresso do GIRN" (Louvain-la-Neuve e Namur, Bélgica 2017). João Evangelista também é mestre e bacharel em Filosofia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e bacharel em Comunicação Social pela Universidade Católica de Pernambuco. Na área de produção artístico cultural, idealizou e tem organizado desde 2002,o festival "Rock na Tamarineira". Festival de música que acontece no Hospital psiquiátrico Ulisses Pernambucano (a Tamarineira).

Projeto Mayhem
Bate-Papo Mayhem 247 - Ordem de Abraxas, Memphis Misraim e o Iluminismo Livre - Com Tales Azevedo

Projeto Mayhem

Play Episode Listen Later Feb 3, 2023 86:30


Bate-Papo Mayhem 247 - Com Tales Azevedo - Ordem de Abraxas, Memphis Misraim e o Iluminismo Livre https://projetomayhem.com.br/ O vídeo desta conversa está disponível em: https://youtu.be/tNHlk9pMqpc Bate Papo Mayhem é um projeto extra desbloqueado nas Metas do Projeto Mayhem.  Todas as 3as, 5as e Sabados as 21h os coordenadores do Projeto Mayhem batem papo com algum convidado sobre Temas escolhidos pelos membros, que participam ao vivo da conversa, podendo fazer perguntas e colocações. Os vídeos ficam disponíveis para os membros e são liberados para o público em geral duas vezes por semana, às segundas e quintas feiras e os áudios são editados na forma de podcast e liberados uma vez por semana. Faça parte do projeto Mayhem: https://www.catarse.me/tdc

Scicast
Iluminismo (SciCast #510)

Scicast

Play Episode Listen Later Nov 11, 2022 86:35


Para explicar o Iluminismo, muitas vezes utilizo uma metáfora: vivíamos em um mundo antes dele e agora vivemos em outro. A mentalidade atual tem muito dos princípios iluministas enraizados em si. Assim como as instituições e tudo aquilo que a gente entende como “sociedade civil organizada”. Mas como essas ideias nasceram e quem foram seus pensadores? Nesse cast, que é apenas a parte 1, damos uma breve pincelada do que teria sido o nascimento do Iluminismo.

Podcasts do Portal Deviante
Iluminismo (SciCast #510)

Podcasts do Portal Deviante

Play Episode Listen Later Nov 11, 2022 86:35


Para explicar o Iluminismo, muitas vezes utilizo uma metáfora: vivíamos em um mundo antes dele e agora vivemos em outro. A mentalidade atual tem muito dos princípios iluministas enraizados em si. Assim como as instituições e tudo aquilo que a gente entende como “sociedade civil organizada”. Mas como essas ideias nasceram e quem foram seus pensadores? Nesse cast, que é apenas a parte 1, damos uma breve pincelada do que teria sido o nascimento do Iluminismo.

Historia en Podcast
104. La Ilustración

Historia en Podcast

Play Episode Listen Later Jun 25, 2022 28:37


PARA ACCEDER A NUESTRAS REDES SOCIALES, LIBROS, COLABORACIONES Y CONTACTO, CLICK AQUÍ: https://linktr.ee/historiaenpodcast La Ilustración o Iluminismo fue el proceso filosófico, histórico y cultural más importante de la modernidad y que nos va a llevar a la formación de nuevos regímenes políticos más liberales y participativos. Grandes pensadores como Rousseau, Montesquieu, Locke, Hobbes, Smith desarrollaron sus ideas en este tiempo. En este episodio analizaremos todos los detalles de este movimiento que va a dar las bases para la Revolución Francesa de 1789...

PAPO DE BODES
OS ILLUMINATI #0099

PAPO DE BODES

Play Episode Listen Later Jun 4, 2022 45:02


PAPO DE BODES #0099 Extintos há mais de dois séculos o objeto da nossa entrevista hoje são OS ILLUMINATI. Como surgiu essa sociedade secreta, da época do Iluminismo, também conhecida por Illuminati da Baviera? Quais eram os seus reais objetivos? O que isso efetivamente tem haver com a Maçonaria? E o principal, quem são esses que se dizem Illuminati nos tempos de hoje? Esses convites são reais ou um mero golpe de internet? O Irmão DIEGO FRANZEN é o nosso convidado e vai falar um pouco desse tema que tanto intriga os teóricos da conspiração. Venha, ilumine-se! Apresentação: Cláudio Nogueira Locução: Márcia Amada e Antony Arroyo Edição de som: Pellicano APOIO CULTURAL: www.comotal.com.br (livros e artigos maçônicos) & www.editorareligare.com.br (prestadora de serviços editoriais) CAMPANHA BENEFICENTE Link da Campanha em prol da construção da Casa de Apoio FILHOS DE HIRAM: http://bit.ly/FilhosDeHiram Preencher o cadastro e juntar o comprovante de depósito. Conta: SICOOB (756) Cooperativa: 3325 Conta: 101094-8 CNPJ: 34.737.346/0001-99 Favorecido: Grande Loja Maçônica do Estado de Rondônia Chave Pix (nº telefone): (69)993866772 Gratidão

Vamos Todos Morrer
Voltaire

Vamos Todos Morrer

Play Episode Listen Later May 30, 2022 16:32


O génio do Iluminismo morreu faz hoje 244 anos.

Historiante
As mulheres no Iluminismo: seu espaço e trajetórias [Minipédia]

Historiante

Play Episode Listen Later May 25, 2022 31:03


Quantas mulheres iluministas você, ouvinte, conhece? Silenciadas nas narrativas e nos registros da época, elas fizeram a diferença quando os principais pensadores do Iluminismo rebaixavam a condição feminina.Elas reivindicaram espaço de fala e escrita e contribuíram muito para o novo mundo que nascia a partir do século XVIII.- Cast: Pablo Magalhães, Joyce Oliveira e Cleber Roberto |- Edição: Reverbere Estúdio |- OUÇA O HISTORIANTE NA ORELO!A cada play nós somos remunerados, e você não paga nada por isso!https://orelo.cc/ohistoriante |- APOIE O HISTORIANTE!Vá ao apoia.se/historiante e contribua com R$4 mensais. Além de nos ajudar, você tem acesso ao nosso grupo de recompensas! |- PARTICIPE DA NOSSA PESQUISA DE OPINIÃO! https://forms.gle/TUKgYVz6ggc82QZT8 |- OBRIGADO APOIADORES!Adma Karycelle Rocha; Alessandra Fonseca; Adriana Monteiro Santos; Ana Paula Siqueira Balduino da Silva; Ana Paula de Oliveira; Arley Barros; Carolina Yeh; Charles Guilherme Rodrigues; Clessio Cunha Mendes; Danilo Terra de Oliveira; Eduardo dos Santos Silva; Emílio Bertoldo Santos; Emerson de Oliveira Brito; Frederico Jannuzzi; Fabiano Santos Oliveira; Flávio José dos Santos; Helena de Freitas Rocha e Silva; Iza Luciene Mendes Regis; Jamille Padoin; João Vitor Milward; Juliana Duarte; Juliana Fick; Kleyton Andrade Paiva; Ladison Costa das Dores; Larissa da Costa Moreno; Luciana Correa de Oliveira; Marcelo Raulino Silva; Maria Mylena Farias Martins; Márcia Aparecida Masciano Matos; Núbia Cristina dos Santos; Rafael Lucas Barros Botelho; Reinaldo Coelho; Rodrigo Paolo Terra de Oliveira; Ronie Von Barros Da Cunha Junior; Sae Dutra; Sibeli de Oliveira Schneider; Suzana Cardoso; Taís Melero

Trip FM
Renato Meirelles: Terceira via nesta eleição é uma ilusão

Trip FM

Play Episode Listen Later May 20, 2022


Fundador do Instituto Locomotiva, o especialista em pesquisa analisa o cenário político brasileiro e fala sobre eleições e o futuro do país Aos 16 anos, Renato Meirelles saiu de um colégio particular tradicional de São Paulo para se matricular em uma escola pública contra o desejo dos pais e apesar da condição financeira privilegiada da família. Publicitário de formação, ele levou a experiência mais afundo em diversos momentos de sua vida, tento se instalado na periferia em várias ocasiões. A intenção? Aprofundar seu conhecimento sobre pessoas. Hoje, ele está à frente de dois grandes órgãos de pesquisa: o Instituto Locomotiva e o Data Favela, onde se tornou referência nacional na pesquisa das classes sociais mais pobres ao mesmo tempo em que conseguiu a simpatia de ONGs ligadas à promoção da igualdade social. Especialista também em entender o comportamento do Brasil consumidor, que ele acredita ser muito mais diverso do que o empresariado imagina, Renato conversou com o Trip FM sobre a performance de João Dória nas pesquisas eleitorais, falou por que não acredita no surgimento de uma terceira via e deu seu prognóstico para o futuro do Brasil. Leia um trecho a seguir, confira a entrevista completa no play aqui em cima ou ouça o programa no Spotify. [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2022/05/6286aa264a000/renato-meirelles-tripfm-mh.jpg; CREDITS=Divulgação; LEGEND=Renato Meirelles; ALT_TEXT=Renato Meirelles] Trip FM. Além de agilizar as entregas da vacina da Covid-19, o governo João Dória tem alguns outros dados positivos. Ao que se dá a falta de popularidade desse candidato? Renato Meirelles. O João Dória ajudou na chegada da vacina através do confronto político direto. Essa lógica foi vista como um aparelhamento da vacina, o que afastou parte do eleitor. Essa maneira pouco empática de defender bandeiras somente por interesses próprios e não porque elas vão mudar a vida das pessoas aliada ao fato de que a política odeia traidores fez com que ele fosse odiado por petistas e bolsonaristas, as maiores forças políticas do Brasil. É por isso que ele tem esse índice de rejeição. Por que o Brasil não conseguiu encontrar a tal da terceira via? Nós temos duas figuras bastante conhecidas nas eleições. Bolsonaro construiu uma estratégia de consolidar a sua base eleitoral acreditando que o antipetismo será maior que o antibolsonarismo no segundo turno. Acho que tem um erro de avaliação nisso. O ex-presidente Lula está levando essa eleição na base da comparação, perguntando ao eleitor se a vida dele está melhor agora ou se estava antes, fugindo também das discussões. Para existir uma terceira via era necessário não ter essas figuras tão fortes. Essa não é uma eleição de mudança, como a passada. É uma eleição de avaliação. É uma ilusão achar que exista uma candidatura que vá unir aspectos da política tão diferentes. Quem quer uma figura nova é o mercado. Os líderes das corporações estão, em alguns casos, muito assustados e sem saber que posições tomar. O que você tem encontrado nas empresas? Na história, depois de todas as pandemias nós tivemos modelos de crescimento econômico e cultural: o Renascimento, o Iluminismo. Talvez o século XXI só esteja começando agora. Os empresários estão começando a entender que o que os trouxe até aqui não vai levá-los adiante. Eles não estão conseguindo lidar nem mesmo com a postura dos filhos, que serão herdeiros dessas empresas. Eles estão sentindo uma pressão enorme dos acionistas em relação às questões de diversidade e estão sendo, às vezes à fórceps, convencidos de que é necessário mudanças. É um processo que está no gerúndio.

História em Meia Hora
Iluminismo

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Apr 16, 2022 35:17


A ciência como conhecemos nasce e muda tudo. Será que o iluminismo encontrou a resposta fundamental? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre o que foi Iluminismo. Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora - PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com Apresentação: Prof. Vítor Soares Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre) Edição: Victor Portugal. --- Support this podcast: https://anchor.fm/historiaemmeiahora/support

Pr. Neil Barreto
Iluminismo e Idealismo [Filosofia e Fé Cristã #6]

Pr. Neil Barreto

Play Episode Listen Later Aug 9, 2020 78:55


Por Pr. Luiz Sayão. Mensagem 6 da série "Filosofia e Fé Cristã". https://bbcst.net/G7525D

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir
Iluminismo e Idealismo [Filosofia e Fé Cristã #6]

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir

Play Episode Listen Later Aug 9, 2020 78:55


Por Pr. Luiz Sayão. Mensagem 6 da série "Filosofia e Fé Cristã". https://bbcst.net/G7525D

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir
Iluminismo e Idealismo [Filosofia e Fé Cristã #6]

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir

Play Episode Listen Later Aug 9, 2020 78:55


Por Pr. Luiz Sayão. Mensagem 6 da série "Filosofia e Fé Cristã". https://bbcst.net/G7525D

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir
Iluminismo e Idealismo [Filosofia e Fé Cristã #6]

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir

Play Episode Listen Later Aug 9, 2020


Por Pr. Luiz Sayão. Mensagem 6 da série "Filosofia e Fé Cristã". https://bbcst.net/G7526C