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Primeiro 10 de junho de António José Seguro fica marcado por apelo à moderação e ao diálogo e exigência de "equilíbrio" na relação com os aliados. Miguel Monjardino alerta para "novo ciclo histórico".See omnystudio.com/listener for privacy information.
No discurso do 10 de junho, o Presidente da República apelou ao diálogo e à moderação na política nacional. António José Seguro defende ainda uma relação de equilíbrio com os aliados internacionais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Este episódio da Comissão Política debate a primeira sondagem feita em Portugal, pelo ICS/ISCTE/GFK para o Expresso e para a SIC, sobre a polarização política na sociedade portuguesa: 16% dos inquiridos dizem que já evitaram falar de política para não terem chatices com pessoas próximas, mas mesmo este resultado faz com que, em Portugal, o fenómeno não seja tão preocupante como em Espanha: 14% dos espanhóis diziam já ter rompido relações com amigos ou familiares por discussões partidárias. Em Portugal, esses são apenas 3%. Também vamos analisar aqueles que tentam gerar ódio, mais do que polarização - a extrema-direita - e que fizeram uma cimeira europeia sobre remigração na Figueira da Foz. Os comentários são de Martim Silva, diretor-adjunto da SIC, Micael Pereira, grande repórter do Expresso e David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é da responsabilidade de Tomás Delfim e a ilustração é da autoria de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A cinco meses da eleição presidencial, o debate político mais acalorado do Brasil gira em torno de detergente.Na semana passada, a Anvisa ordenou o recall de um lote de produtos lava-louças, sabão líquido e desinfetante da marca Ypê por risco de contaminação biológica, uma decisão aparentemente rotineira que, ainda assim, desencadeou uma espécie de guerra nas redes sociais.
Será que os partidos, e as pessoas, estão cada vez mais polarizados? Neste episódio, Pedro Magalhães e Luana do Bem analisam a tão debatida «polarização» - das suas várias aceções aos fatores que a explicam e aos efeitos que tem na nossa vida.Nos anos 60, os partidos radicais, à esquerda e à direita, somavam na Europa, em média, pouco mais de 10%. Hoje, somam 30%.A «polarização» anda nas bocas do mundo e parece não haver dúvidas de que há cada vez mais distância entre pessoas, partidos e grupos. Mas o que diz a evidência científica sobre esta matéria?O politólogo Pedro Magalhães distingue cinco tipos de polarização - sim, cinco - da ideológica à partidária, da afetiva à entre elites. Mas, ao contrário do que se julga, nem todas têm aumentado.Entre estudos e estatísticas, surgem questões inesperadas: porque é que as redes sociais tendem, cada vez mais, a extremar opiniões? Que impacto tem a polarização nos encontros familiares? Que papel tem a música country na divisão política norte-americana? Para uma opinião informada, com contexto e despolarizada, não perca este [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISMCCARTY, N. «Polarization: What everyone needs to know» (New York: Oxford University Press, 2019)COMELLAS, J. M., & TORCAL, M. «Ideological identity, issue-based ideology and bipolar affective polarization in multiparty systems: The cases of Argentina, Chile, Italy, Portugal and Spain» (Electoral Studies, 83, 102615, 2023). FERREIRA DA SILVA, F. «Polarização afetiva em Portugal» (In Lobo, M. C., & Espírito-Santo, A. (eds.), «O eleitorado português no século XXI» Tinta da China, 2025) BIOSPedro MagalhãesInvestigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Doutorado em Ciência Política pela Ohio State University, estuda e tem publicado livros e artigos sobre temas como a opinião pública e eleições, entre outros. Luana do BemHumorista, já lançou o seu primeiro solo de Stand-Up no Youtube: «Crente». Autora do podcast "Contraluz", Luana do Bem faz também parte do painel do programa «Irritações».
A ex-ministra do Planejamento e Orçamento e pré-candidata ao Senado por São Paulo Simone Tebet (PSB) disse nesta quarta-feira, em entrevista à Rádio Eldorado, que a polarização da eleição presidencial de 2022 se estendeu para o pleito deste ano e defendeu que o campo da esquerda se aproxime mais do centro e dos eleitores independentes. Para ela, “existe um cansaço absoluto de grande parte da população brasileira com a polarização”. Questionada sobre a pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje, que aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 42% contra 41% do senador Flávio Bolsonaro (PL) num eventual segundo turno, ela disse que o governo tem avanços na economia para mostrar, mas apontou a necessidade de conexão com o eleitorado que rejeita a polarização. “O jogo está zero a zero e começa agora no período eleitoral. É preciso dialogar com os independentes que vão decidir a eleição”, afirmou. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bom dia! ☕Experimente Nescafé Pro-Energy aqui.Descubra o ecossistema de TotalPass aqui.Faça sua simulação com a Ademicon aqui.Baixe o app do the news aqui!Assista ao segundo episódio do Antes da Faixa com o Romeu Zema aqui!No episódio de hoje:
¿Por qué Jesús? Esta es una pregunta que la gente se ha estado haciendo durante siglos. En esta serie analizamos nueve argumentos contundentes que nos muestran por qué Jesús es el único capacitado para redimirnos y qué resultados gozosos trae consigo la fe en él.
A polarização afetiva, fenômeno em que divergências de opinião se transformam em rejeição ao outro, ajuda a entender por que pessoas comuns, como um colega de trabalho ou até um familiar, passam a ser vistas como inimigas, levando até ao rompimento de relações. Há saída para essa intolerância?No Opinião desta semana, vamos discutir esse tipo de polarização e o que ela revela sobre a forma como nos relacionamos, convivemos e lidamos com as diferenças nos dias de hoje. Recebemos o filósofo Pablo Ortellado, professor de Gestão de Políticas Públicas na EACH-USP e o analista político Beto Vasques, professor de Comunicação Política da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.
No 3 em 1 desta quarta-feira (06), o destaque foi que a defesa de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, enviou uma nova proposta de delação premiada após a rejeição inicial da PGR e da Polícia Federal. Investigadores buscam provas inéditas e nomes de "peixes grandes" envolvidos em supostas irregularidades que conectam o sistema financeiro a autoridades de Brasília. Nossos analistas debatem os bastidores dessa negociação que pode abalar as estruturas dos Três Poderes. O presidente dos EUA, Donald Trump, determinou a suspensão da operação de escolta a navios civis no Estreito de Ormuz, reduzindo a tensão militar com o Irã. A decisão ocorre em meio a negociações por um acordo de paz e é vista por analistas como uma mudança estratégica na retórica de Washington. Enquanto Teerã mantém exigências rígidas, o governo norte-americano busca reverter o desgaste político e econômico gerado pelo longo impasse na região. O presidente Lula viajou a Washington para uma reunião estratégica com Donald Trump, acompanhado por uma comitiva de cinco ministros e o diretor da PF. O encontro busca alinhar pautas sensíveis como a exploração de terras raras, o combate ao crime organizado e a defesa do sistema Pix diante de críticas norte-americanas. Analistas apontam que a agenda é repleta de pontos de tensão diplomática e interesses comerciais diretos entre Brasil e Estados Unidos. Uma nova pesquisa Quaest revela um Brasil polarizado: o presidente Lula lidera em 5 estados, com força no Nordeste e um crescimento estratégico em Minas Gerais. Por outro lado, o senador Flávio Bolsonaro aparece à frente em 4 estados, consolidando vantagem no Sul e em São Paulo. O levantamento acende o sinal de alerta para o governo em grandes colégios eleitorais, enquanto a oposição ganha fôlego em regiões de livre mercado. A Câmara dos Deputados vota, em regime de urgência, o projeto que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Terras Raras. A medida é vista como um trunfo estratégico para o governo antes da reunião entre os presidentes Lula e Donald Trump, visando atrair investimentos norte-americanos e reduzir a hegemonia chinesa no setor. Com a segunda maior reserva mundial desses insumos, o Brasil busca consolidar sua posição na cadeia global de tecnologia e energia limpa. O governo federal intensifica a pressão pelo fim imediato da escala 6x1, com o ministro Luiz Marinho rejeitando compensações ao setor produtivo. Enquanto isso, o PT articula nomes como Teca Vendramini e Simone Tebet para a vice de Fernando Haddad, buscando atrair o eleitorado do agronegócio e do centro. Em paralelo, audiências públicas itinerantes sobre a jornada de trabalho geram polêmica ao priorizar redutos políticos de lideranças da Câmara. Em tom de pré-campanha, Fernando Haddad criticou duramente a gestão Tarcísio de Freitas, afirmando que o governo de São Paulo perdeu o apoio das forças policiais. O professor também atacou Guilherme Derrite, alegando que sua condução desorganizou a Polícia Militar. Em resposta, o governo paulista minimizou as críticas, ironizando o conhecimento de Haddad sobre o tema e reforçando os índices de queda na criminalidade do estado. O ministro André Mendonça foi sorteado relator do pedido de instalação da CPI do Banco Master no Congresso. A decisão ocorre em um momento de alta tensão política, sendo interpretada nos bastidores como um possível "troco" ao Centrão após a rejeição do nome de Jorge Messias para o STF. A articulação promete sacudir Brasília e aprofundar as investigações sobre o sistema financeiro. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Helder Maldonado, do Galãs Feios, conversa com Breno Altman | Programa 20 Minutos00:00:00 Intro00:02:30 Galãs Feios00:11:00 Livro00:15:00 Cordialidade00:22:00 Olavo de Carvalho00:27:00 Esquerda Fala pra si00:29:00 Bolsonarismo00:41:00 Polarização00:50:00 Inimigo Interno 01:02:00 Evangélicos 01:08:00 Agronegócio01:10:00 Sertanejo 01:15:00 Narco-agro-estado01:20:00 Grande Mídia 01:26:00 Próximas Eleições01:28:00 Perguntas 01:31:01 Ping-Pong
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta quarta-feira (6), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o diretor de jornalismo do SJCC, Laurindo Ferreira, sobre as mudanças gráficas no Jornal do Commercio. O cientista político, empresário e político brasileiro, Luiz Felipe DAvila, conversa sobre polarização política.
"Viva a sua própria verdade". Essa promessa de libertação da nossa cultura é, na realidade, a prisão mais solitária que existe.Neste episódio da série Evangelho Segundo Satanás: Parece boa nova, mas não é, o Pr. Filipe Breder desmascara o mito do relativismo e da pós-verdade. Entenda por que a geração com menos regras e mais "autenticidade" se tornou a geração mais ansiosa e depressiva da história. Usando o texto de João 8, o sermão mostra que quando a "minha verdade" é o centro, nos tornamos incapazes de amar, dialogar e ceder. Descubra que a verdadeira liberdade não é viver sem limites, mas submeter-se ao único que não apenas ensinou a verdade, mas declarou SER a própria Verdade: Jesus Cristo.Gostou deste episódio? Siga o nosso podcast para acompanhar toda a série!▶️ NAVEGUE PELA MENSAGEM (CAPÍTULOS):00:00:00 - O Evangelho de Satanás no Éden00:05:32 - A Cultura do "Viva Sua Verdade"00:12:15 - A Geração Mais Livre e Mais Solitária00:14:07 - Amar é Perder a Autonomia00:16:15 - Pós-Verdade e Polarização00:27:00 - Jesus: O Homem que Afirmou SER a Verdade00:32:00 - O Real Sentido de "Conhecereis a Verdade"00:40:31 - A Liberdade Exige a Restrição Correta▶️ CONECTE-SE COM A IGREJA ESPERANÇA• Instagram: https://www.instagram.com/esperanca.igreja/
Pedro Sanches e Lula da Silva querem mobilizar a esquerda para vencer a vergonha que parece existir em ser de esquerda. Criaram o movimento “Mobilização Global de Progressistas” e assumem a polarização como forma de passar a vergonha para o lado da extrema-direita e da direita que com ela alinha. Juntaram-se numa convenção em Barcelona, com gente de todos os continentes, e esperam que dali saia um caminho para os progressistas. Liliana Valente, a coordenadora de política do Expresso, esteve na capital da Catalunha e é com ela que conversamos neste episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cultura em Pauta #1165 23/04/2026Música: I Feel So Free - Madonna#CulturaEmPauta #RBCFM #Teatro #TeatroIFG #REJSonhosRoubados #AmandaConstantino #Shakespeare #EntradaFranca #Cinema #FaustoBorges #DevoradoresDeEstrelas #FicçãoCientífica #CineCultura #Papagaios #AVozDeDeus #BettyBlue #FilmeFrancês #TeatroGueroBa #Repúblikkk #Anápolis
O convidado do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (15) é o presidente do PSDB, deputado federal Aécio Neves. À jornalista Tainá Farfan, ele fala sobre a estratégia do partido para as eleições de 2026, a busca por uma alternativa à polarização política e as propostas para a reconstrução da legenda no cenário nacional.Durante a entrevista, Aécio destacou que o PSDB convidou Ciro Gomes para ser candidato à Presidência da República em 2026. Segundo ele, Ciro é um nome experiente e qualificado, capaz de elevar o nível do debate político e representar uma alternativa à polarização entre o chamado “lulopetismo” e o “bolsonarismo”. A estratégia, afirmou, é atrair eleitores insatisfeitos com os extremos e cansados do atual ambiente político.Ao comentar o cenário político, Aécio reforçou a oposição histórica do PSDB ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criticando o que classificou como um modelo de gestão “paquidérmico”, com excesso de ministérios e gastos sem avaliação de resultados.Em relação à direita, representada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou que ainda não vê propostas claras de gestão pública e classificou a agenda bolsonarista como atrasada em valores e com ações que, segundo ele, se aproximam do limite democrático. Aécio ressaltou que o PSDB não pretende integrar ministérios de nenhum dos lados em caso de derrota eleitoral, optando por uma oposição “forte e propositiva”.Questionado sobre seu futuro político, Aécio destacou que, após 40 anos consecutivos de mandatos, sua prioridade é a articulação do projeto nacional do PSDB e o apoio à eventual candidatura de Ciro Gomes. No entanto, o deputado não descartou a possibilidade de disputar um cargo em Minas Gerais, possivelmente o Senado, caso isso seja considerado estratégico para o fortalecimento do partido.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.
O convidado do JR ENTREVISTA desta terça-feira (14) é o presidente do Republicanos, Marcos Pereira. Ao jornalista Thiago Nolasco, ele fala sobre o cenário político nacional, as estratégias eleitorais do partido e a disputa presidencial de 2026.Durante a entrevista, Pereira avaliou que o cenário eleitoral brasileiro está cada vez mais polarizado entre os campos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, candidatos apoiados por qualquer um desses polos já partem com cerca de 35% das intenções de voto, o que dificulta significativamente o surgimento de uma alternativa viável de “terceira via”, como os governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema.Ao comentar o desempenho do senador Flávio Bolsonaro em pesquisas eleitorais, Pereira afirmou não se surpreender com cenários em que ele aparece empatado ou até à frente de Lula. Para o presidente do Republicanos, isso reflete a consolidação do eleitorado de direita após a oficialização da pré-candidatura.No campo partidário, Pereira reforçou que o Republicanos se posiciona como uma legenda de direita com diálogo e equilíbrio. Ele afirmou que o partido iniciará, a partir de maio, discussões internas para definir estratégias eleitorais e ampliar sua presença no Congresso Nacional.O dirigente destacou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, seria o nome mais competitivo da direita para a Presidência da República, descrevendo-o como alguém com perfil mais centrado e aberto ao diálogo. Pereira também minimizou especulações sobre uma eventual saída de Tarcísio do partido, ressaltando que o governador conta com apoio majoritário da sigla.No cenário paulista, o presidente do Republicanos demonstrou otimismo com a possível reeleição de Tarcísio, caso enfrente Fernando Haddad. Ele atribui essa vantagem aos altos índices de aprovação do governador e ao perfil conservador do interior do estado.Em relação às metas eleitorais, o Republicanos projeta eleger entre 50 e 60 deputados federais e alcançar uma bancada de sete a oito senadores.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.
Pesquisa Atlas/Estadão mostra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 49,1% das intenções de voto contra 42,6% do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) no primeiro turno da eleição para o Palácio dos Bandeirantes. No mesmo cenário, o deputado Kim Kataguiri (Missão) aparece com 5% e o ex-prefeito de Santo André Paulo Serra (PSDB) registra 1,2%. Num eventual segundo turno, Tarcísio teria 53,5% contra 43,2% de Haddad. Na disputa pelo Senado, a pesquisa aponta a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (PSB) com 22,6%, o deputado Guilherme Derrite (PP) com 22% e a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva (Rede) com 19,6%. Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais, há um empate técnico entre os três. Em entrevista à Rádio Eldorado, a cientista política Deysi Cioccari avaliou que há pouca margem para a conquista de indecisos na eleição para o governo estadual. “A eleição em São Paulo está nacionalizada como uma extensão da polarização nacional”, afirmou. Em relação ao Senado, ela aponta um “cenário em aberto”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com o anúncio oficial de Ronaldo Caiado como pré-candidato do PSD, temos o começo de um desenho mais nítido do grid das eleições presidenciais de outubro. Governador de Goiás, Caiado é o terceiro nome com alguma expressão nas pesquisas, até aqui amplamente dominadas por Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em uma corrida descrita como campeonato de rejeições, o eixo Lula-Bolsonaro parece sobreviver a alternativas. O âncora da CNN William Waack, Caio Junqueira, analista de política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Sergio Denicoli, CEO da AP Exata e cientista de dados, e Cristiano Noronha, vice-presidente da Arko Advice, debatem o tema. Sobre a situação no Oriente Médio, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, Michel Gherman, coordenador do núcleo de Estudos Judaicos da UFRJ, e Carlos Gustavo Poggio, professor de Ciência Política do Berea College, participam da discussão.
Bom dia! ☕As roupas com tecido tecnológico da Insider estão aqui.Encontre a Shell Select mais próxima de você aqui.Compre aqui sua canequinha do the news.No episódio de hoje:
No livro “Nem comunista, nem fascista: guia de resistência para moderados”, o jornalista Diogo Schelp revela que a disputa essencial do nosso tempo não é entre esquerda e direita, mas entre os fanáticos e todos aqueles que acreditam na convivência democrática.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Aulas sobre temas diversos pela ótica espiritual
O mundo está a ficar diferente. Da economia à política, das conversas de café à família e amigos. Estamos mais polarizados, irritados e os extremos agradecem. O que se passa e quais os efeitos que está a provocar?
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (16/02/2026): A indecisão do governo sobre o futuro da usina de Angra 3 ameaça paralisar a estatal Eletronuclear no mês de março, após uma série de malabarismos para manter o caixa equilibrado, informa Renan Monteiro. Há cerca de R$ 1 bilhão em gastos anuais com a obra parada, sobretudo com o pagamento de parcelas dos financiamentos vinculados a Angra 3. São 14 mil equipamentos sem utilização, o que levou o Tribunal de Contas da União (TCU) a citar “desperdício” de R$ 2 bilhões nos últimos dois anos. A crise não tem relação direta com Angra 1 e Angra 2, relevantes para o Sistema Interligado Nacional. Porém, a situação da terceira usina tem efeito sobre toda a estatal, com alertas de risco ao sistema elétrico, no pior cenário. Sem dinheiro para honrar os compromissos, diversos débitos podem vencer antecipadamente, gerando uma bola de neve. E mais: Política: Polarização eleitoral ameaça acordo de Motta com PT por vaga no TCU Economia: Extratos indicam repasses de Vorcaro para empresa de Dias Toffoli Internacional: Obama lamenta ‘circo nas redes’ em seu 1º comentário sobre vídeo racista Metrópole: Apesar do sol e de atrasos, Ibirapuera consolida ‘carnaval da multidão’ em SP Esporte: Imprensa da Noruega exalta ouro brasileiro, mas lamenta saída do atleta: ‘Frustrante’See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ex-ministro e diplomata Andrea Matarazzo participou do Papo Antagonista desta terça-feira, 10, e analisou o crescimento do PSD e o cenário de polarização política no país.Madeleine Lacsko e Duda Teixeira comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Lives Amorosidade
Lives Amorosidade
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Oposição na Câmara sinaliza apoio ao fim da escala 6×1. Ex-presidente do Rioprevidência é preso em investigação sobre investimentos no Banco Master. EUA derrubam drone iraniano no Golfo. Pesquisadores afirmam que a inteligência artificial geral já existe. Filme retrata caso de estupro de menina de 13 anos pelo diretor Roman Polanski. E obra de Michelangelo passa por grande limpeza na Capela Sistina.See omnystudio.com/listener for privacy information.
José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
01 18-12-25 LHDW La izquierda en España es la que polariza, el 'kiosquero' de Podemos. Lección de políticos de Chile. Quiere que nos peguemos en Navidad
Depois de uma greve geral, que foi “inexpressiva” para o governo e uma grande jornada de luta para as duas centrais sindicais, a ministra Rosário Palma Ramalho reuniu com o líder da UGT, Mário Mourão, e os dois sairam optimistas. Mas só discutiram o calendário das próximas reuniões, mantendo as traves mestras do governo e as linhas vermelhas da UGT até que, deseja a ministra, se encontrem “a meio caminho”. Para medir a temperatura política da reunião entre governo e UGT, conversamos com o comentador da SIC Pedro Marques Lopes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
El voto de la llamada generación Z será clave en las elecciones presidenciales del próximo domingo en Chile. Jóvenes que crecieron en democracia y nacieron cuando José Antonio Kast y Jeannette Jara, los candidatos que buscan llegar a La Moneda, ya eran militantes activos de la política. Un tercio de los votantes que deberán acudir a las urnas de manera obligatoria este próximo domingo son menores de 30 años. Por la corresponsal de RFI en Santiago Encontramos a Javier en los jardines del Parque Bustamante. Este periodista de 25 años comparte con RFI sus impresiones a pocos días de la segunda vuelta. "Yo en particular voto por Jara, netamente porque creo en su proyecto político, pero también porque veo la amenaza que implica que José Antonio Kast al poder" Le preguntamos a Javier qué significa esa amenaza y cómo la traduce: "O sea, por ejemplo, yo soy alguien de las disidencias sexuales. Francamente, sabemos lo que significa que el fascismo llegue al poder, ¿cachái?". Matías Cifuentes, de 23 años, es parte de quienes han podido estudiar gracias a la gratuidad de la educación superior impulsada por los gobiernos de centroizquierda, por lo que siente el compromiso de votar por la candidata de ese sector. "Mi círculo cercano igual está rodeado de gente que está estudiando con gratuidad, de mujeres, de disidencias sexuales. ¿Entonces, qué voy a hacer yo votando en contra de todo eso? Yo igual el martes retiré mi título y lo conseguí con full gratuidad, entonces no podría estar más agradecido por eso. No quiero que eso tampoco retroceda para las generaciones futuras", asegura. Catalina, de 23 años, es parte de la generación Z, nativos digitales con un gran arraigo en las redes sociales. La información para ellos es clave. "Es algo muy importante, porque el futuro del país y que no es cualquier cosa, no es un juego. Y obviamente vamos a estar votando por Jara, porque por el otro lado nos van a estar quitando muchas cosas, cosas que también a mí me definen como mujer y todo". Fuimos también hasta la Facultad de Derecho de la Pontificia Universidad Católica de Chile, el alma mater del candidato de la derecha dura chilena. Allí encontramos a Max, de 21 años. "Yo suelo estar en desacuerdo con Kast en las materias sociales, pero la materia económica que me convence y, honestamente, es lo que más me importa. Y aunque no estoy de acuerdo con lo demás, tampoco estoy fervientemente en contra", argumenta. María Jesús, estudiante de primer año de Derecho, apoyó a Evelyn Matthei en la primera vuelta y ahora también va por el candidato del Partido Republicano. "Voy a votar por José Antonio Kast porque creo que es el candidato que puede proponer más cambios en el país", alega. Su amiga Elena valora que haya egresado de la misma facultad: "Yo voy a votar por José Antonio Kast. Más que nada porque me parece un candidato más centrado que la otra candidata y creo que se alinea más con mis pensamientos. También hay como un sentimiento de encontrarse con el candidato, porque al final del día es alguien que estudia lo mismo que tú", asegura.
El voto de la llamada generación Z será clave en las elecciones presidenciales del próximo domingo en Chile. Jóvenes que crecieron en democracia y nacieron cuando José Antonio Kast y Jeannette Jara, los candidatos que buscan llegar a La Moneda, ya eran militantes activos de la política. Un tercio de los votantes que deberán acudir a las urnas de manera obligatoria este próximo domingo son menores de 30 años. Por la corresponsal de RFI en Santiago Encontramos a Javier en los jardines del Parque Bustamante. Este periodista de 25 años comparte con RFI sus impresiones a pocos días de la segunda vuelta. "Yo en particular voto por Jara, netamente porque creo en su proyecto político, pero también porque veo la amenaza que implica que José Antonio Kast al poder" Le preguntamos a Javier qué significa esa amenaza y cómo la traduce: "O sea, por ejemplo, yo soy alguien de las disidencias sexuales. Francamente, sabemos lo que significa que el fascismo llegue al poder, ¿cachái?". Matías Cifuentes, de 23 años, es parte de quienes han podido estudiar gracias a la gratuidad de la educación superior impulsada por los gobiernos de centroizquierda, por lo que siente el compromiso de votar por la candidata de ese sector. "Mi círculo cercano igual está rodeado de gente que está estudiando con gratuidad, de mujeres, de disidencias sexuales. ¿Entonces, qué voy a hacer yo votando en contra de todo eso? Yo igual el martes retiré mi título y lo conseguí con full gratuidad, entonces no podría estar más agradecido por eso. No quiero que eso tampoco retroceda para las generaciones futuras", asegura. Catalina, de 23 años, es parte de la generación Z, nativos digitales con un gran arraigo en las redes sociales. La información para ellos es clave. "Es algo muy importante, porque el futuro del país y que no es cualquier cosa, no es un juego. Y obviamente vamos a estar votando por Jara, porque por el otro lado nos van a estar quitando muchas cosas, cosas que también a mí me definen como mujer y todo". Fuimos también hasta la Facultad de Derecho de la Pontificia Universidad Católica de Chile, el alma mater del candidato de la derecha dura chilena. Allí encontramos a Max, de 21 años. "Yo suelo estar en desacuerdo con Kast en las materias sociales, pero la materia económica que me convence y, honestamente, es lo que más me importa. Y aunque no estoy de acuerdo con lo demás, tampoco estoy fervientemente en contra", argumenta. María Jesús, estudiante de primer año de Derecho, apoyó a Evelyn Matthei en la primera vuelta y ahora también va por el candidato del Partido Republicano. "Voy a votar por José Antonio Kast porque creo que es el candidato que puede proponer más cambios en el país", alega. Su amiga Elena valora que haya egresado de la misma facultad: "Yo voy a votar por José Antonio Kast. Más que nada porque me parece un candidato más centrado que la otra candidata y creo que se alinea más con mis pensamientos. También hay como un sentimiento de encontrarse con el candidato, porque al final del día es alguien que estudia lo mismo que tú", asegura.
Sección de Claudio D´Angelis
A democracia não estava preparada para a internet. Partindo dessa provocação, o cientista político e filósofo Fernando Schuler analisa os desafios do Brasil contemporâneo no terceiro episódio de 'Hello, Brasil! O país no divã'.Nesta conversa, exploramos como a revolução digital, a polarização e a cultura do cancelamento impactam o debate público. Por que o brasileiro tem uma tradição autoritária e uma desconfiança da liberdade? Somos um país viciado na ideia de que o cidadão precisa ser tutelado pelo Estado?Maria Homem e Felipe Miranda conduzem um diálogo sobre liberdade de expressão, o papel do judiciário, a "desordem informacional" e a necessidade de resgatar a empatia em um mundo cada vez mais digital. Uma reflexão fundamental sobre os rumos da nossa democracia.Temas em Destaque:Democracia vs. Internet: o impacto da revolução digitalPolarização e o viés de confirmaçãoLiberdade de expressão e cultura do cancelamentoA tradição autoritária e paternalista do BrasilA "desordem informacional" e a tutela do EstadoO papel do judiciário na democracia brasileira00:00 - Apresentação: Quem é Fernando Schuler? 03:36 - A democracia não estava preparada para a internet07:41 - Polarização e o viés de confirmação11:33 - A importância do dissidente e da liberdade de expressão25:10 - A cultura do cancelamento e a "espiral do silêncio"42:10 - O problema da tutela do Estado sobre a opinião48:17 - O brasileiro não tem maturidade para a liberdade?53:07 - O DNA paternalista do Brasil1:27:44 - Cuidem das relações humanas
Passando a Limpo: Nesta sexta-feira (15), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o cientista político, Adriano Oliveira, sobre polarização política. O programa também conta com Eliane Cantanhêde.
No novo episódio do “Linhas Cruzadas”: os efeitos da polarização e o prenúncio do colapso democrático.A partir da proposta do filósofo Robert Talisse – a solitude cívica - Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé refletem sobre o excesso de política na vida cotidiana e sobre como o debate público se transformou em um campo de batalha. Será que a saída é dar “um passo para trás” para recuperar o sentido das palavras e reaprender a ouvir?Com as participações do cientista político João Pereira Coutinho e do Ministro Luís Roberto Barroso, o episódio analisa o papel das instituições, das redes sociais e do próprio cidadão em tempos de radicalização.“O Estado virou um Leviatã que se mete em tudo — da educação à moral. Por isso, cada eleição parece uma questão de vida ou morte” – observa JP Coutinho.O programa percorre diferentes caminhos para entender por que a liberdade democrática pode se transformar em terreno fértil para o ódio.Não perca essa conversa no “Linhas Cruzadas” — um espaço para pensar, onde a diferença não é ameaça, mas ponto de partida#SomosCultura #Política #Polarização #Diálogo
Quantas vezes você já ouviu, aqui no Mamilos mesmo, que o Brasil tá muito polarizado, que qualquer discussão rapidamente vira um embate em que ninguém se escuta, com opiniões radicais e sem nuance matando qualquer possibilidade de diálogo e construção de consenso. Quantas vezes já falamos que a polarização é um dos maiores desafios políticos da atualidade? Talvez a realidade seja um pouco diferente, e isso pode ser uma boa notícia. Uma pesquisa da More in Common com a Quaest mapeou um país bem mais complexo, que se divide em 6 campos, ao invés de apenas Petistas x Bolsonaristas. Em um extremo, temos os Progressistas Militantes representando 5% da população. Do outro, patriotas indignados com 6%. Esse contingente pequeno de pessoas é apoiado e tem suas opiniões amplificadas por um segmento menos radical do seu espectro político: a Esquerda Tradicional, com 14% da população e os Conservadores Tradicionais com 21%. No centro, espremidos ficam os Cautelosos com 27%. E fora da conversa os desengajados com outros 27%. Qual é a relevância desta descoberta? Toda a polarização que inflama as conversas e ocupa o maior espaço no debate público nasce nas pontas, dessa minoria de 11% de pessoas altamente engajadas e barulhentas. Enquanto a maioria da população está INVISÍVEL no debate. São 54% de brasileiros fora dos holofotes, mais preocupados com renda, serviços públicos e segurança do que com a guerra de costumes que caracteriza o fla x flu político. Hoje, a gente tira o zoom dessa miopia e põe uma lupa no Brasil real. Vamos entender quem são esses invisíveis, por que se afastam da arena, e o que os dados mostram quando saímos do atalho “Lula x Bolsonaro”. Dessa nova perspectiva emerge um recado forte que atravessa todos os segmentos: de 92% a 96% gostariam que os partidos trabalhassem juntos; entre 70% e 83% concordam que temos mais em comum do que diferenças. Se a política virou palco de confronto, os números apontam em outra direção: há terreno para cooperação. Bora mapear esse país que existe para além do barulho. Participam com a gente: Pablo Ortellado: Professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da EACH-USP, colunista do jornal O Globo e diretor-executivo da More in Common Brasil; Camila Rocha: mestra e doutora em ciência política pela USP, autora do livro “Menos Marx, mais Mises: O liberalismo e a nova direita no Brasil” _____ Anuncie no Mamilos ou contrate a consultoria Milos: mamilos@mamilos.me Saiba mais em Mamilos.me
Você que pula o preto e branco, esteja avisado: vai perder uma discussão profunda sobre cultura e revelação de Deus! Afinal, o que acontece quando a teologia é feita pela metade? Neste episódio, Bibo e Cacau mergulham na polêmica relação entre fé e política — e mostram como uma teologia mal compreendida pode alimentar discursos […] O conteúdo de Teologia confusa gera polarização política? – BTPapo 098 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
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A Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira, 17, o requerimento de urgência para um projeto de lei do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ) que prevê anistia a condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Foram registrados 311 votos a favor e 163 contrários, além de sete abstenções. Com isso, a proposta poderá ser votada diretamente no plenário, sem passar por comissões.O projeto determina que "ficam anistiados todos os que participaram de manifestações com motivação política e/ou eleitoral, ou as apoiaram, por quaisquer meios, inclusive contribuições, doações, apoio logístico ou prestação de serviços e publicações em mídias sociais e plataformas, entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor desta Lei".Após a aprovação do regime de urgência, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos) escolheu o deputado Paulinho da Força (Solidariedade) como relator do texto. Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Culto Canal Jovem | Série Hype
Marcelo Finger, um dos principais nomes em IA no País, aborda o tema e seus desdobramentos quase que diários, todas as 6ªs, às 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Subiu para 66% a quantidade de eleitores que considera que Lula não deveria se candidatar à reeleição, aponta pesquisa Genial/Quaest.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Veja o vídeo completo em expresso.pt/podcasts/45-graus Duarte Costa é geógrafo e mestre em Alterações Climáticas e Políticas pela Universidade de Sussex, com carreira internacional desde 2011 na ligação entre ciência climática e políticas públicas. É comentador na SIC Notícias, embaixador do Pacto Europeu pelo Clima e comunicador em sustentabilidade. Co-presidente do Volt Portugal, foi cabeça-de-lista às eleições europeias e é candidato por Lisboa às Legislativas de 2025. _______________ Índice: (0:00) Introdução (5:26) Um partido pan-europeu e que defende maior integração europeia | Damian Boeselager | Estudo relação dos portugueses com a UE | Listas pan-europeias (47:32) Como funciona o Volt internamente? (54:22) Ideologia do Volt: Liberal-Social e Ecologista (1:02:46) Há espaço para um partido centrista? | Polarização | Fraca tradição de coligações em Portugal (1:15:57) Progressismo (1:21:14) Políticas baseadas na evidência | Vídeo do Volt Europa sobre políticas de habitação | Visão sobre o nuclear (1:28:13) Como fazer política no ambiente actual de desconfiança nas instituições? | Fidias (youtuber-político do Chipre)See omnystudio.com/listener for privacy information.